LEI N. 2.456, DE 30 DE DEZEMBRO DE 1953

Dispõe sôbre o Quadro Territorial, Administrativo e Judiciário do Estado, para o quinquênio 1954/1958 e dá outras providências.

LUCAS NOGUEIRA GARCEZ, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO, usando das atribuições que lhe são conferidas por lei,
FAÇO SABER que a Assembléia Legislativa decreta e eu promulgo a seguinte lei:

Artigo 1.º - O Quadro Territorial, Administrativo e Judiciário do Estado, para o quinquênio 1954-1958 é o estabelecido nesta lei.
Artigo 2.º - Os atos que disserem respeito a interpretação das linhas divisórias intermunicipais e interdistritais, que se tornarem necessários a sua perfeita caracterização, atendendo às conveniências de ordem geográfica ou cartográfica, poderão ser executados a qualquer tempo.
Artigo 3.º - O Quadro Territorial Administrativo e Judiciário do Estado compreende 167 comarcas, 435 municípios e 813 distrito, conforme os anexos ns 1 e 2 que ficam fazendo parte integrante desta lei.
§ 1.º - No anexo n. 1 é feita relação sistemática e ordenada de tôdas as circunscrições administrativas e judiciárias da divisão territorial, com indicação da categoria das respectivas sedes que têm a mesma denominação da própria circunscrição.
§ 2.º - O anexo n. 2 descreve sistematicamente os limites intermunicipais e as divisas interdistritais, e bem assim consigna o ano da criação de cada município.
§ 3.º - Além dos anexos referidos, fica também fazendo parte integrante desta lei o anexo n. 3, que contém a descrição sistemática das divisas intersubdistritais.
Artigo 4.º - Os distritos, em qualquer tempo podem ser, em lei especial, subdivididos em subdistritos para atender às necessidades do serviço público.
§ 1.º - Os subdistritos não poderão ter sede distinta da sede distrital e suas divisas serão fixadas por linhas que por êles distribuam todo o território do distrito formando área contínua.
§ 2.º - Os subdistritos de um distrito serão numerados seguidamente e designados pela respectiva numeração ordinal.
Artigo 5.º - Para que possa ser instalado o distrito e necessária a delimitação do quadro urbano da sede nos têrmos do artigo 116 e seus parágrafos, da Lei n. 1 , de 18 de setembro de 1947, observada a remuneração determinada pelo artigo 2.° da Lei n. 2081 de 27 de dezembro de 1952.
Artigo 6.º - Os oficiais do Registro Civil das Pessoas Naturais e Anexos dos distritos cujos territorios tiverem sofrido desmembramento por fôrça da presente lei da lei n. 233. de 24 de dezembro de 1948 ou do decreto-lei n 14334, de 30 de novembro de 1944, terão direito de preferência no provimento das serventias de igual natureza que se criaram ou se vagarem na vigência da presente lei, desde que da mesma classe e de comarca de igual entrância.
§ 1.º - O direito de preferência a que se refere este artigo só poderá ser exercido uma vez, dêle excluídos os que já tiverem sido promovidos ou removidos a título de compensação por anteriores desmembramentos a menos que haja ocorrido novo desmembramento por fôrça desta lei.
§ 2.º - Ocorrida a vaga, a Secretaria da Justiça e Negócios do Interior abrirá, pelo prazo de 30 dias a inscrição para os candidatos à remoção, com fundamento nêste artigo; para os distritos ou substritos criados por esta lei o prazo se contará do início da sua vigência.
§ 3.º - Terminado o prazo a que se refere o parágrafo anterior, a Secretaria da Justiça e Negócios do Interior fará, dentro do prazo de 20 dias a classificação dos candidatos inscritos em ordem decrescente, tendo em vista a seguinte atribuição de pontos: a) 1 (um) ponto correspondente a cada 5 quilômetros quadrados ou fração excedente da metade, de território desmembrado, comprovado por atestado ou certidão do Instituto Geográfico e geológico da Secretaria da Agricultura, b) 1 (um) ponto correspondente a cada ano, ou fração excedente da metade, decorrido da data do desmembramento sofrido.
§ 4.º - A classificação a que se refere o parágrafo anterior será publicada no "Diário Oficial" e dela caberá reclamação ao Secretário de Estado, dentro do prazo de 10 dias contados da publicação
§ 5.º - Não havendo reclamação ou decididas as apresentadas será nomeado o candidato classificado em primeiro lugar na lista respectiva; em caso de empate na classificação, será nomeado o mais antigo na serventia.
§ 6.º - Se a comarca a que pertencer o cartório que sofreu desmembramento tiver sido elevada de entrância, prevalecerá, para os efeitos dêste artigo, a entrância vigente ao tempo do desmembramento.
§ 7.º - A documentação, oferecida com um requerimento de inscrição, será valida para quaisquer outros do mesmo candidato, desde que êste a ela se reporte nos seus demais requerimentos.
§ 8.º - Os cartórios a que não concorrerem candidatos nos têrmos dêste artigo, serão providos de acôrdo com a lei n. 819, de 31 de outubro de 1950.
Artigo 7.º - As primeiras eleições para Prefeito, Vice-Prefeito e Vereadores dos municípios criados ou restabelecidos pela presente lei realizar-se-ão concomitantemente com as primeiras eleições estaduais ou federais que se seguirem, e a posse se dará no dia 1.° de janeiro do ano imediato, data em que se realizará a instalação dos novos municípios.
Parágrafo único - Os novos municípios serão administrados, até a sua instalação, pelos prefeitos dos municípios de que foram desmembrados.
Artigo 8.º - A legislação dos municípios de que se desmembraram vigorará nos novos municípios, até que estes tenham legislação própria.
Parágrafo único - Compreende-se no disposto nêste artigo a lei orçamentária na parte correspondente ao distrito ou distritos de que se tenha constituído novo município, a qual ficará, prorrogada para o exercício de 1955.
Artigo 9.º - Instalado o município deverá o Prefeito, no prazo de 30 dias, remeter à Câmara o projeto de lei dispondo sôbre a organização do quadro dos funcionários municipais.
Artigo 10 - Até que seja votado o seu regimento interno, a Câmara do novo município aplicará, no que fôr cabivel, o da Câmara do município de que foi desmembrado.
Artigo 11 - Enquanto não fôr instalado o novo município, a contabilização de sua receita e despesa será feita em separado pelos órgãos competentes da Prefeitura do município de origem.
§ 1.º - Dentro de 30 dias após a instalação, a Prefeitura a que se refere este artigo deverá enviar a do novo município os livros de escrituração e a competente prestação de contas, devidamente documentada.
§ 2.º - Por êsse serviço poderá a Prefeitura do município de origem exigir do novo município importância equivalente a 50% do total da receita arrecadada.
Artigo 12 - O novo município responderá por uma quota-parte das dividas contraídas pelo município de que se desmembrou correspondente á metade da renda arrecadada no respectivo território, e bem assim pelos encargos de manutenção do quadro de funcionários do município de origem, quer aproveitando parte dos funcionários, mediante acôrdo, quer responsabilizando-se por uma quota-parte proporcional dos vencimentos dos não aproveitados e declarados, consequentemente, em disponibilidade remunerada.
§ 1.º - Para efeito do disposto na primeira parte déste artigo nao se computarão as dividas contraídas para execução de obras e prestações de serviços que não teham beneficiado o território desmembrado.
§ 2.º - As quotas de responsabilidade serão apuradas por peritos indicados pelos Prefeitos dos municípios interessados, um para cada dentro de seis meses contados da data da instalação do novo município; nao havendo acôrdo, serão determinadas por via judicial.
§ 3.º - Fixada a responsabilidade, consignará o novo município, em seus orçamentos, verbas próprias para ocorrer às respectivas despesas dentro do primeiro quinquênio, em prestações anuais e iguais.
Artigo 13 - Os próprios municipais situados em territórios desmembrados passarão, independentemente de indenização, à propriedade do novo município.
Parágrafo único - Quando os próprios municipais constituírem parte integrante e inseparável de serviços industriais utilizados pelo restante do município de origem, proceder-se-á de acôrdo com o disposto no art. 74 da Constituição Estadual.
Artigo 14 - Aplicado o critério estabelecido pelo art. 2.° e seu parágrafo único da lei n. 1174, de 21 de agosto de 1951, o número de vereadores dos municípios criados nas restabelecidas por esta lei é fixado, para a primeira legislatura, da seguinte forma:
a) - 13 (treze) para Mauá, Ribeirão Pires e Valinhos;
b) - 11 (onze) para Alto Alegre, Braúna, Calabú, Castilho, Clementina, Ferraz de Vasconcelos, Guaiçara, Mirante do Paranapanema, Monte Castelo, Riolândia, Santa Fé do Sul e Sumaré;
c) - 9 (nove) para Anhumas, Auriflama, Balbinos, Bálsamo, Barrinha, Buritizal, Caiuá, Charqueada, Divinolândia, Flora Rica, Florínea, Gastão Vidigal, Guaimbé Guapiaçú, Ibaté, Icem, Igaraçu do Tietê, Igaratá, Indiaporá, Iracemápolis, Irapurú, Itajú, Itaquaquecetuba, Jaguariúna, Lagoinha, Lucianópolis, Lupércio, Magda, Marabá Paulista, Mariápolis, Murutinga do Sul, Nipoã, Nova Europa, Ouro Verde, Panorama, Paraiso, Pariquera-Açu, Piacatú, Platina, Poloni, Ribeirão Vermelho do Sul, Sabino, Salto de Pirapora, Santa Cruz da Conceição, Santa Mercedes, Santo Antonio do Jardim, Santo Antonio de Posse, Severínia, Taciba, Taiaçú e Urú.
Artigo 15 - Cabe ao Instituto Geográfico e Geológico da Secretaria da Agricultura:
a) - organizar os mapas dos novos municípios, bem como os daqueles que sofreram alteração em seus territórios;
b) - proceder à demarcação das divisas fixadas nesta lei, sempre que necessário.
§ 1.º - Na organização dos mapas serão interpretadas as divisas descritas no anexo n. 2.
§ 2.º - Os nomes dos acidentes geográficos fixados por esta lei, uma vez registrados nas cartas topográficas do Estado, serão definitivos, não podendo ser mudados senão por nova lei.
Artigo 16 - Ficam extintos o distrito de Abaitinga, no município de São Miguel Arcanjo e comarca de Itapetininga, os distritos de Dinísia eTobiáras, no município e comarca de Promissão, e o distrito de Tatú, no município e comarca de Limeira, passando os seus territórios a integrar os distritos das sedes dos respectivos municípios.
Parágrafo único - Ao oficial do Registro Civil das Pessoas Naturais e Anexos do distrito de Tatú, cuja extinção é prevista nêste artigo, fica assegurado o direito de remoção para cartório de natureza e classe iguais, com referência inclusive sôbre os casos previstos no artigo 6.° da presente lei.
Artigo 17 - Ao oficial do Registro Civil das Pessoas Naturais e Anexos de distrito ora elevado à categoria de município e cuja sede municipal seja fixada em outra localidade, fica assegurado o direito de optar, com preferência absoluta, pelo cartório do distrito da sede do novo município, desde que o requeira ao Secretário da Justiça e Negócios do Interior no prazo de 30 dias a contar da vigência desta lei.
Parágrafo único - O mesmo direito de opção fica assegurado ao oficial do Registro Civil das Pessoas Naturais e Anexos do município cuja sede é transferida pela presente lei, desde que o requeira na forma e prazo iguais.
Artigo 18 - As comarcas criadas pela presente lei pertencem aos mesmos distritos judiciais das comarcas de que foram desmembradas e são classificadas da seguinte forma:
a) - em 3.ª entrância as de Franco da Rocha, Guarulhos, São Bernardo do Campo e São Caetano do Sul;
b) - em 2.ª entrância a de Americana;
c) - em 1.ª entrância as de Adamantina, Duartina General Salgado, Getulina, Guaíra, Lençóis Paulista, Matão, Monte Azul Paulista, Nhandeara, Osvaldo Cruz, Presidente Bernardes, Regente Feijó, Registro, Santa Rosa de Viterbo e Tupí Paulista.
Artigo 19 - A instalação das comarcas a que se refere o artigo anterior somente se dará depois de providenciados, pelos municípios-sede, edifício e instalações adequadas para o Forum.
Parágrafo único - A medida que seja cumprida a exigência deste artigo em relação a cada nova comarca, o Tribunal de Justiça providenciará a sua instalação dentro do prazo dos 90 dias seguintes, sem mais onus para o município-sede.
Artigo 20 - Nas comarcas criadas por esta lei, e até nova alteração, o Tribunal do Juri reunir-se-á nas mesmas épocas vigentes para as comarcas de que foram desmembradas.
Artigo 21 - Vetado.
§ 1.º - Vetado.
§ 2.º - Vetado.
Artigo 22 - Aos escreventes dos ofícios do Registro Civil das Pessoas Naturais e Anexos que, em virtude de criação de comarca, vierem a perder o anexo de tabelionato, fica assegurado o direito de inscrição em concursos para provimento de cartórios de notas.
Artigo 23 - Ao oficial do Registro de Imóveis e Anexos, ao Distribuidor, Contador e Partidor, ao Depositário Público e aos Tabeliães de Notas e Anexos das comarcas que, por força da presente lei, sofrerem redução territorial, e assegurado o direito de opção por ofício da mesma natureza da comarca criada, respeitado, como preferencial, o direito de opção assegurado pelo artigo 21.
§ 1.º - A opção de que trata êste artigo deverá ser requerida, no prazo de 30 dias a contar da vigência desta lei, ao Secretário da Justiça e Negócios do Interior.
§ 2.º - Não exercido esse direito de opção ele se devolverá, dentro de igual prazo e nas mesmas condições, aos serventuários das comarcas que sofreram desmembramento por força da lei n. 1.940 de 3 de dezembro de 1952, desde que não tenham se valido do disposto no artigo 7.° da citada lei.
§ 3.º - Nos casos em que a opção a que se refere êste artigo tenha sido exercida, em relação aos serventuários mencionados no parágrafo anterior ela será utilizada para serventias que consequentemente se tiverem vagado, mediante requerimento dentro do prazode 30 dias seguintes à abertura da vaga.
§ 4.º - Para efeito do disposto nos §§ 2.° e 3.° dêste artigo, os serventuários neles referidos serão classificados, pela natureza da função, em ordem decrescente da contagem de pontos, atribuidos esses na proporção da 1 para os quilômetros quadrados, ou fração superior á metade, de território desmembrado, feita a respectiva prova através de certidão do Instituto Geográfico e Geológico da Secretaria da Agricultura, fazendo-se a chamada pela ordem da classificação.
Artigo 24 - Nas comarcas criadas por esta lei haverá os seguintes ofícios de justiça:
I - 1.° e 2.° Ofícios de Notas e Anexos;
II - Registro de Imóveis e Anexos;
III - Distribuidor, Partidor e Contador com o Anexo de Depositário Público.
Artigo 25 - Vetado.
Artigo 26 - Ficam elevadas de entrância as seguintes comarcas:
a) de 2.ª para 3.ª : Amparo, Assis, Avaré, Barretos, Bragança Paulista, Catanduva, Franca, Guaratinguetá, Itú, Jaú, Jundiaí, Limeira, Lins,Mogi das Cruzes, Mogi Mirim, Paraguaçu Paulista, Rio Claro, Santa Cruz do Rio Pardo, São Carlos, São João da Boa Vista, São José dos Campos e Tatuí;
b) de 1.ª para 2.ª : Andradina, Birigui, Garça, Ibitinga, Ituverava, Rancharia, Santo Anastácio, Serra Negra, Socorro e Tupã. 
Parágrafo único - A elevação de entrância a que se refere este artigo não importará na promoção dos titulares dos cargos de Juiz de Direito e de Promotor Público das respectivas comarcas.
Artigo 27 - Vetado.
Artigo 28 - As serventias dos distritos criados por esta lei, bem como dos demais em caso de vacância, poderão ser providas interinamente pelo Governador até o provimento regular.
Parágrafo único - O serventuário interino de que trata este artigo será, reembolsado pelo titular que o suceder, das despesas de  instalação do respectivo cartório.
Artigo 29 - Ficam criadas as seguintes Varas:
a) - na comarca de São José do Rio Preto a 3.ª Vara, com jurisdição privativa para os serviços do Juri de Menores, de Registros Públicos e de Acidentes do Trabalho;
b) - nas comarcas de Botucatu e Mogi das Cruzes uma Vara, que será denominada Segunda, passando a já existente a denominar-se Primeira, devendo os títulos dos juizes de ambas as comarcas ser apostilados pelo Secretário da Justiça e Negócios do Interior.
§ 1.º - A competência das duas Varas a que se refere a alínea "b" dêste 'Artigo será cumulativa, cabendo, por ela á Primeira as atribuições do Juizo de Menores e á Segunda o Serviço do Juri.
§ 2.º - Os feitos em andamento nas comarcas cujas Varas são desdobradas serão redistribuidos, sendo que entre as duas Varas das comarcas de Botucatu e Mogi das Cruzes a redistribuição se fará mediante sorteio, equitativamente, compensando-se os de competência firmada.
Artigo 30 - Ficam criadas na comarca de Campinas:
I - uma Vara Cível, que será a 3.ª;
II - uma Vara Criminal, que será a 2.ª;
III - uma Promotoria Pública, cujo titular servirá perante a 1.ª Vara Criminal.
§ 1.º - A 1.ª Vara Criminal será privativa do Serviço de Menores, das Contravenções, das Execuções Criminais e dos Processos de competência do Tribunal do Juri, inclusive os previstos na lei n. 1521, de 26 de dezembro de 1951, cabendo-lhe ainda o cumprimento das precatórias criminais.
§ 2.º - A 2.ª Vara Criminal competirá processar os feitos criminais não compreendidos no parágrafo anterior.
§ 3.º - A 3.ª Vara Cível terá competência cumulativa com as duas Varas já existentes.
§ 4.º- A atual 2.ª Promotoria e Curadoria Geral passará a ter exclusivamente as atribuições de Promotoria Pública, servindo seu titular perante a 2.ª Vara Criminal.
§ 5.º - Servirá perante as três Varas Cíveis a atual 1.ª Promotoria e Curadoria Geral, que passa a ter únicamente às atribuições da Curadoria Geral.
Artigo 31 - As divisas das Circunscrições do Registro de Imóveis das comarcas de Araçatuba, Santos e São José do Rio Preto passam a ser as descritas no anexo n. 4, que fica fazendo parte integrante desta lei.
Parágrafo único - Ficará extinta, na comarca de Araçatuba, a Circunscrição Imobiliária cujo ofício vier a se vagar, passando a remanescente a constituir Circunscrição única, e atribuindo-se-lhe o arquivo daquela.
Artigo 32 - Para os efeitos de Registro de Imóveis, as zonas urbana e suburbana da cidade - sede da comarca de Presidente Prudente ficam divididas em duas partes pelo eixo da rua Tenente Nicolau Maffei e pelo seu prolongamento em ambos os sentidos; em um sentido até encontrar o eixo do prolongamento projetado da avenida Antonio Prado e por este até atingir a linha perimetrica interna da zona rural decretada pela Prefeitura Municipal; e no outro sentido até encontrar o eixo da rua Marechal Floriano por êste até o eixo da rua Sargento Firmino Leão e por êste até atingir a linha perimétrica interna da zona rural, referida.
Parágrafo único - Ao serventuário da 1.ª Circunscrição do Registro de Imóveis fica assegurado o direito de escolher, dentro do prazo de 30 dias contados da vigência desta lei, uma das partes a que se refere êste artigo, cabendo a outra à 2.ª Circunscrição.
Artigo 33 - Esta lei entrará em vigor a 1.° de janeiro de 1954, revogadas as disposições em contrário.
Palácio do Govêrno do Estado de São Paulo, aos 30 de dezembro de 1953. 

LUCAS NOGUEIRA GARCEZ 
Antônio Carlos de Salles Filho

Publicada na Diretoria Geral da Secretaria de Estado dos Negócios do Governo, aos 30 de dezembro de 1953.

Carlos de Albuquerque Seiffarth,
Diretor Geral, Substituto.













NOTAS

AS LOCALIDADES QUE APARECEM COM OUTRO NOME EM PARENTESIS A DENOMINAÇÃO MUDADA

1 - A comarca de Adamantina é criada, compreendendo o município de igual nome e o de Mariápolis.
2 - O Município de Mariápolis é criado, com séde na Vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
3 - A comarca de Americana é criada, compreendendo município de igual nome.
4 - O município de Castilho é criado, com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
5 - O município de Murutinga do Sul (ex-Algodoal) é criado, com séde na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
6 - O distrito de Frutal do Campo é criado, com séde no povoado de Frutal e com território desmembrado do distrito da séde do município de Candido Mota.
7 - O município de Florínea é criado, com séde na Vila de igual nome e com o território do respectivo distrito e parte dos territórios dos distritos de Cruzália e Tarumã.
8 - O município de Itajú é criado, com séde na vila de igual nome com o território do respectivo distrito.
9 - O município de Clementina é criado, com séde na Vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
10 - O distrito de Lauro Penteado é criado, com séde no povoado de igual nome e com território desmembrado do distrito de Clementina.
11 - O distrito de Santópolis do Aguapei é criado, com séde no povoado de Santópolis e com território desmembrado do distrito de Clementina.
12 - O município de Piacatú é criado, com séde na Vila de igual nome e com território desmembrado do respectivo distrito.
13 - O distrito de Barão de Geraldo é criado, com séde no povoado de igual nome e com território desmembrado do distrito da séde do município de Campinas e do distrito de Paulínea.
14 - O município de Sumaré é criado, com séde na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
15 - O distrito de Hortolândia é criado, com séde no povoado de Jacuba e com território desmembrado do distrito de Sumaré.
16 - O município de Valinhos é criado, com séde na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
17 - A comarca de Dracena foi criada pela Lei n. 1.940, de 3 de dezembro de 1952 e passa a compreender o município de igual nome e os de Ouro Verde, Panorama, Paulicéia e Santa Mercedes.
18 - O distrito de Jamaica é criado, com séde no povoado de igual nome e com território desmembrado do distrito da séde do município de Dracena e do distrito de Ouro Verde.
19 - O município de Ouro Verde é criado, com séde na vila de igual nome e com território desmembrado do respectivo distrito e do da séde do município de Dracena.
20 - O distrito de Arabela é criado, com séde no povoado de Virgínia e com território desmembrado do distrito de Ouro Verde.
21 - O município de Panorama é criado, com séde na vila de igual nome e com território do respectivo distrito e território desmembrado do distrito de Ouro Verde.
22 - O município de Santa Mercedes é criado, com séde na vila de igual nome e com território desmembrado do respectivo distrito e do distrito da séde do município de Tupi Paulista (ex-Gracianópolis).
23 - O distrito de Terra Nova d'Oeste é criado, com séde no povoado de Terra Nova e com território desmembrado do distrito de Santa Mercedes e do distrito da séde do município de Tupi Paulista, (ex-Gracianópolis).
24 - A comarca de Duartina é criada, compreedendo o município de igual nome e o de Lucianópolis (ex-Gralha).
25 - O município de Lucianópolis (ex-Gralha) é criado, com séde na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito e território desmembrado da séde do município de Duartina.
26 - A comarca de Fernandópolis foi criada pela Lei n. 1.940 de 3 de dezembro de 1952, compreendendo o município de igual nome e o de Estrela d'Oeste.
27 - O distrito de Guarani d'Oeste é criado, com séde no povoado de igual nome e com território desmembrado do distrito da séde do município de Fernandópolis.
28 - O distrito de Populina é criado, com séde no povoado de igual nome e com território desmembrado do distrito da séde do município de Estrela d'Oeste.
29 - O município de Indiaporã é criado, com séde na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito e território desmembrado do distrito da séde do município de Fernandópolis.
30 - A comarca de Franco da Rocha á criada, compreendendo o município de igual nome.
31 - O distrito de Jafa é criado, com séde no povoado de igual nome e com território desmembrado do distrito da séde do município de Garça.
32 - O município de Lupércio é criado, com séde na vila de igual nome e com território desmembrado do distrito de igual nome.
33 - A comarca de General Salgado é criada, compreendendo o município de igual nome e o de Auriflama.
34 - O município de Auriflama é criado, com séde na vila de igual nome e com território do respectivo distrito.
35 - A comarca de Getulina é criada, compreendendo o município de igual nome e o de Guaimbé.
36 - O município de Guaimbê é criado, com séde na vila de igual nome e com território do respectivo distrito.
37 - A comarca de Guaira é criada, compreendendo o município de igual nome.
38 - A comarca de Guararapes foi criada pela Lei n. 1.940 de 3 de dezembro de 1952, compreendendo o município de igual nome e o de Rubiacea.
39 - A comarca de Guarulhos é criada, compreendendo o município de igual nome.
40 - O município de Buritizal é criado, com séde na vila de igual nome e com território do respectivo distrito e território desmembrado do distrito da séde do município de Igarapava.
41 - O município de Pariquera-Açú é criado, com séde na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito e território desmembrado dos distritos das sédes dos municípios de Jacupiranga, Iguape e Registro.
42 - O município de Nova Europa é criado, com séde na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
43 - O município de Ribeirão Vermelho do Sul é restabelecido, com séde na vila de igual nome e com território do atual distrito.
44 - O distrito de Capivari da Mata é criado, com séde no povoado de igual nome e com território desmembrado do distrito da séde do município de Ituverava.
45 - O município de Taiaçú é criado, com séde na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
46 - A comarca de Jales, foi criada pela Lei n. 1.940, de 3 de dezembro de 1952 e passa a compreender o município de igual nome e o de Santa Fé do Sul.
47 - O distrito de Pontalinda é criado, com séde no povoado de igual nome e com território desmembrado do distrito da séde do município de Jales.
48 - O distrito de Santa Albertina é criado, com séde no povoado de igual nome e com território desmembrado do distrito da séde do município de Jales.
49 - O distrito de Urânia é criado, com séde no povoado de igual nome e com território desmembrado do distrito da séde do município de Jales e do distrito de Palmeira d'Oeste.
50 - O município de Santa Fé do Sul é criado, com séde no povoado de igual nome e com território desmembrado do distrito de Três Fronteiras e dos distritos das sédes dos municípios de Jales e Pereira Barreto.
51 - O distrito de Rubinéia é criado, com séde no povoado de igual nome e com território desmembrado dos distritos das sédes dos municípios de Jales e Pereira Barreto.
52 - O distrito de Santa Clara d'Oeste é criado, com séde no povoado de Santa Clara e com território desmembrado do distrito de Três Fronteiras.
53 - O distrito de Santa Rita d'Oeste é criado, com séde no povoado de igual nome e com território desmembrado do distrito de Três Fronteiras.
54 - O distrito de Santana de Ponte Pensa é criado, com séde no povoado de igual nome e com território desmembrado dos distritos de Três Fronteiras, Palmeira d'Oeste e do da séde do município de Jales.
55 - O município de Igaraçú do Tietê é criado, com sede no 2.° subdistrito (Igaraçú) do distrito de Barra Bonita e com o território do respectivo subdistrito.
56 - O distrito de Campo Limpo é criado, com séde no povoado de igual nome e com território desmembrado do distrito da séde do município de Jundiaí.
57 - O distrito de Itupeva é criado, com séde no povoado de igual nome e com território desmembrado do distrito da séde do município de Jundiaí.
58 - O distrito de Secundino Veiga é criado, com séde no povoado de Várzea e com território desmembrado do distrito da sede do município de Jundiaí.
59 - O distrito de Louveira é criado, com séde no povoado de igual nome e com território desmembrado do distrito da séde do município de Vinhedo.
60 - A comarca de Lençois Paulista foi criada pela Lei n. 1.940, de 3 de dezembro de 1952 e agora revigorada passa a compreender o município de igual nome.
61 - O município de Iracemápolis é criado, com séde na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
62 - O município de Guaiçara é criado, com séde na vila de igual nome e com território desmembrado do respectivo distrito.
63 - O município de Sabino é criado, com séde na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
64 - O distrito de Guachos é criado, com séde no povoado de Vila Escócia e com território desmembrado do distrito da séde do município de Martinópolis e do distrito de Teçaindá.
65 - A comarca de Matão é criada, compreendendo o município de igual nome.
66 - A comarca de Mirandópolis foi criada pela Lei n. 1.940 de 3 de dezembro de 1952, compreendendo o município de igual nome e o de Lavínia.
67 - O município de Bálsamo é criado, com séde na vila de igual nome, e com território desmembrado do distrito de igual nome.
68 - O distrito de Braz Cubas é criado, com séde no povoado de igual nome e com território desmembrado do distrito da séde do município de Mogi das Cruzes.
69 - O município de Ferraz de Vasconcelos é criado, com séde na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
70 - O município de Itaquaquecetuba é criado, com séde na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
71 - O município de Jaguariúna é criado, com séde na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito e território desmembrado do distrito da séde do município de Campinas.
72 - O município de Santo Antonio de Posse (ex-Posse de Ressaca) é criado, com séde na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
73 - O município de Paraiso é criado, com séde na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito e território desmembrado do distrito da sede do município de Pirangí.
74 - O distrito de Engenheiro Balduíno é criado, com séde no povoado de igual nome e com território desmembrado dos distrito das sédes dos municípios de Monte Aprazivel e Tanabi.
75 - O distrito de Sebastianópolis do Sul é criado, com séde no povoado de Sebastianópolis e com território desmembrado do distrito de Itaiúba.
76 - O município de Nipoã é criado com séde na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito e território desmembrado do distrito da séde do município de Planalto.
77 - O município de Poloni é criado, com séde na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
78 - A comarca de Monte Azul Paulista é criada, compreendendo o município de igual nome.
79 - A comanda de Nhandeara é criada, compreendendo o município de igual nome e as de Gastão Vidigal (ex-Brioso) e Magda.
80 - O município de Gastão Vidigal (ex-Brioso) é criado, com séde na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
81 - O distrito de Nova Luzitânia é criado, com séde no povoado de igual nome e com território desmembrado do distrito de Gastão Vidigal (ex-Brioso).
82 - O município de Magda é criado, com séde na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
83 - O município de Riolândia (ex-Veadinho do Porto) é criado, com séde na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
84 - O distrito de São João de Itaguaçu é criado, com séde no povoado de igual nome e com território desmembrado da séde do município de Urupês.
85 - O distrito de Monte Verde Paulista é criado, com séde no povoado de Monte Verde e com território desmembrado do distrito da séde do município de Cajobi.
86 - O município de Icem é criado, com séde na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
87 - O município de Severinia é criado, com séde na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
88 - A comarca de Osvaldo Cruz, é criada compreendendo o município de igual nome.
89 - O distrito de Lagôa Azul é criado, com séde no povoado de Lagôa e com território desmembrado do distrito da, séde do município de Osvaldo Cruz e do distrito de Salmourão.
90 - A comarca de Pacaembú foi criada pela Lei n. 1.940, de 3 de dezembro de 1952, e passa a compreender o município de igual nome e os de Flora Rica, Flórida Paulista, Irapurú e Junqueirópolis.
91 - O distrito de Águas Claras do Sul e criado, com séde na vila de igual nome e com território desmembrado do distrito da séde do município de Pacaembú.
92 - O município de Flora Rica é criado, com séde na vila de igual nome e com território do respectivo distrito.
93 - O distrito de Indaiá do Aguapeí é criado, com séde no povoado de Indaiá e com território desmembrado do distrito da séde do município de Flórida Paulista.
94 - O município de Irapurú é criado, com séde na vila de igual nome e com território desmembrado do respectivo distrito e dos distritos das sédes dos municípios de Junqueirópolis e Pacaembú.
95 - O município de Platina e restabelecido, com séde na vila de igual nome e com o território do atual distrito e território desmembrado do distrito da séde do município de Palmital.
96 - O município de Natividade da Serra é transferido da comarca de São Luiz do Paraitinga para a de Paraibuna.
97 - A comarca de Pedregulho foi criada pela lei n. 1.940, de 3 de dezembro de 1952, compreendendo o município de igual nome e o de Rifaina.
98 - O município de Alto Alegre é criado, com séde na vila de igual nome e com o território desmembrado do respectivo distrito e do da séde do município de Penápolis.
99 - O distrito de São Martinho d'Oeste é criado, com séde no povoado de São Martinho e com território desmembrado do distrito de Alto Alegre.
100 - O município de Braúna é criado, com séde na vila do mesmo nome e com o território do respectivo distrito.
101 - O distrito de Luziania é transferido do município de Glicério para o de Braúna.
102 - O município de Santo Antonio do Jardim é criado, com séde na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
103 - O município de Charqueada é criado, com séde na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
104 - O município de Santa Cruz da Conceição é restabelecido com séde na vila de igual nome e com o território do atual distrito e território desmembrado do distrito da séde do município de Leme.
105 - O município de Balbinos é criado, com séde na vila de igual nome e com território desmembrado do respectivo distrito.
106 - O município de Urú é criado, com séde na Vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
107 - O distrito de Pontana é transferido do município de Pompéia para o de Quintana.
108 - A comarca de Presidente Bernardes foi criada pela Lei n. 1940, de 3 de dezembro de 1952, e agora revigorada, passa a compreender o município de igual nome.
109 - O distrito de Sandovalina é criado, com séde no povoado de igual nome e com território desmembrado do distrito de Nova Pátria.
110 - O distrito de Ameliópolis é criado, com séde no povoado de igual nome e com território desmembrado distrito de Eneida.
111 - O distrito de Floresta do Sul é criado, com séde no povoado de Floresta e com território desmembrado do distrito de Eneida.
112 - O município de Anhumas é criado, com séde na vila de igual nome e com território desmembrado do respectivo distrito.
113 - O distrito de Estrela do Norte é criado, com séde no povoado de igual nome e com território desmembrado do distrito da séde do município de Pirapozinho e do distrito de Narandiba.
114 - O distrito de Itororó do Paranapanema é criado, com séde no povoado de Itororó e com território desmembrado do distrito da séde do município de Pirapozinho e do distrito de Narandiba.
115 - O distrito de Tarabai é criado, com séde no povoado de Nova America e com território desmembrado do distrito da séde do município de Pirapozinho.
116 - O município de Caiuá é criado, com séde na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito desmembrado dos distritos das sédes dos municípios de Presidente Epitácio e Presidente Venceslau.
117 - O município de Marabá Paulista (ex-Areia Dourada) é criado, com séde na vila de igual nome e com território desmembrado do respectivo distrito.
118 - O distrito de Nantes é criado, com séde no povoado de Coroados e com território desmembrado do distrito da séde do município de Iepê.
119 - A comarca de Regente Feijó foi criado pela Lei n. 1940 de 3 de dezembro de 1952 e agora revigorada passa a compreender município de igual nome e os de Caiabu e Taciba.
120 - O município de Caiabu é criado, com séde na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
121 - O distrito de Esperança d'Oeste é criado, com séde no povoado de Boa Esperança e com território desmembrado do distrito de Caiabu.
122 - O distrito de Iubatinga é criado, com séde no povoado de Ouro Branco e com território desmembrado do distrito de Caiabu.
123 - O município de Taciba é criado, com séde na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
124 - A comarca de Registro é criada, compreendendo o município de igual nome.
125 - A séde do distrito de Guatapará é transferido para a estação e povoado de igual nome.
126 - O município de Igaratá é restabelecido com séde na vila de igual nome e com o território do atual distrito.
127 - A comarca de Santa Rosa de Viterbo é criada, compreendendo o município de igual nome.
128 - O município de Mirante do Paranapanema é criado, com séde no povoado de Palmital e com o território desmembrado dos distritos de Costa Machado e Marabá Pauiista (ex-Areia Dourada).
129 - O distrito de Cuiabá Paulista é criado, com séde no povoado de Cuiabá e com território desmembrado dos distritos de Costa Machado e Marabá Paulista (ex-Areia Dourada).
130 - A comarca de Santo André foi criada, pela Lei n. 2420, de 18 de dezembro de 1953, e passa a compreender o município de igual nome e os de Mauá a Ribeirão Pires.
131 - O município de Mauá é criado com séde na vila de igual nome e com território desmembrado do respectivo distrito.
132 - O munícipio de Ribeirão Pires é criado, com séde na vila de igual nome e com território desmembrado do respectivo distrito.
133 - O distrito de Icatuaçu é criado, com séde no povoado de Rio Grande e com território desmembrado a distrito de Ribeirão Pires.
134 - O distrito de Iupeba é criado, com séde no povoado de Ouro Fino e com território desmembrado com distrito de Ribeirão Pires.
135 - O distrito de Vicente de Carvalho é criado, com séde no povoado de Itapema e com território desmembrado do distrito de Guarujá.
136 - A comarca de São Bernardo do Campo é criada, compreendendo o município de igual nome.
137 - A comarca de São Caetano de Sul é criada, compreendendo o município de igual nome.
138 - O município de Ibaté é criado, com séde na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
139 - O município de Divinolândia (ex-Sapeca) é criado, com séde na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
140 - O município de Guapiaçu é criado, com séde na vila de igual nome e com território desmembrado do respectivo distrito.
141 - O município de Lagoinha é restabelecido, com séde na vila de igual nome e com o território do atual distrito.
142 - O distrito de São Lourenço da Serra é criado com séde no povoado de São Lourenço e com território desmembrado do distrito da séde do município de Itapecerica da Serra dos distritos de Embu-Guaçu e Juquitiba.
143 - O distrito de Taboão da Serra é criado, com séde no povoado do Taboão e com território desmembrado do distrito de Embu.
144 - A séde do município de Lindóia é transferida para o povoado de Termas de Lindóia, passando o município a denominar-se Águas de Lindóia.
145 - O distrito de Águas de Lindóia é criado, com séde no povoado de Termas de Lindóia, com território desmembrado do distrito de Lindóia.
146 - O município de Barrinha é criado, com séde na vila de igual nome e com território do respectivo distrito.
147 - O distrito de Cândia é criado, com séde no povoado de igual nome e com território desmembrado do distrito de Pontal.
148 - A séde do distrito de Varnhagen é transferida para o povoado de Bacaetava, passando o distrito a denominar-se Bacaetava.
149 - O distrito de Capela do Alto é criado, com séde no povoado de igual nome e com território desmembrado do distrito da séde do município de Araçoiaba da Serra.
150 - O município de Salto de Pirapora é criado, com séde na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
151 - O distrito de Parnaso é criado, com séde no povoado de igual nome e com território desmembrado do distrito da séde do município de Tupã.
152 - A comarca de Tupi Paulista (ex-Gracianópolis), é criada, compreendendo o município de igual nome.
153 - O distrito de Guaraciaba d'Oeste é criado, com séde no povoado de Guaraciaba e com território desmembrado do distrito da séde do município de Tupi Paulista (ex-Gracianópolis).
154 - O distrito de Nova Guataporanga é criado, com séde no povoado de igual nome e com território desmembrado do distrito da séde do município de Tupi Paulista (ex-Gracianópolis) e do distrito de Monte Castelo.
155 - O distrito de São João do Pau d'Alho é criado, com séde no povoado de igual nome e com território desmembrado dos distritos das sédes dos municípios de Tupi Paulista (ex-Gracianópolis) e Paulicéia.
156 - O município de Monte Castelo é criado, com séde na vila de igual nome e com território desmembrado do respectivo distrito.

ANEXO II

MUNICÍPIO DE ADAMANTINA
(Criado em 1948)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE FLÓRIDA PAULISTA
Começa no ribeirão Emboscada, na fóz do córrego Baurú; sobe pelo ribeirão Emboscada até, a cabeceira setentrional da água Miguel Lopes; daí, vai em reta à confunência das duas cabeceiras mais orientais do ribeirão Jacutinga ou dos Andradas; dêste ponto vai, por nova reta, à cabeceira mais próxima do ribeirão Tucuruvi e situada ao Norte do povoado de Tucuruvi; desce pelo ribeirão Tucuruvi até sua foz no rio Feio ou Águapeis,
2 - COM O MUNICÍPIO DE VALPARAISO
Começa no rio Feio ou Águapei, na foz do ribeirão Tucuruvi; sobe por aquele até a foz do ribeirão Sapei.
3 - COM O MUNICÍPIO DE BENTO DE ABREU
Começa no rio Feio ou Águapeí, na foz do ribeirçao Sape; sobe por aquele até a foz do ribeirão Lajeado.
4 - COM O MUNICÍPIO DE LUCÉLIA
Começa no rio Feio ou Águapeí na foz do ribeirão Lajeado, pelo qual sobe até a foz do córrego Boa Esperança; sobe por êste até a foz do córrego Lamoari: daí segue pelo contraforte entre as águas do córrego Boa Esperança à esquerda, e as do córrego Lambari, à direita até cruzar com o espigão mestre Feio ou Águapeí-Peixe: segue por êste espigão mestre ate entroncar com o divisor entre as águas do ribeirão dos Ranchos, à direita e as do ribeirão da Fazenda, à esquerda; prossegue por êste divisor até a cabeceira mais oriental do córrego Timbó.
5 - COM O MUNICÍPIO DE MARIÁPOLIS
Começa no divisor entre os ribeirões da Fazenda e dos Ranchos, na cabeceira mais oriental do córrego Timbó, pelo qual desce até a foz do córrego São José ; sobe por êste até sua cabeceira; segue pelo contraforte Timbó-Ranchos até a cabeceira do córrego Paca, pelo qual desde até sua fóz no ribeirão dos Ranchos: daí, vai em reta ao divisor Ranchos-Emboscada, na cabeceira do córrego Bauru, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Emboscada, onde tiveram inicio êstes limites.

MUNICÍPIO DE AGUAÍ
(Instalado em 1945)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE SANTA CRUZ DAS PALMEIRAS
Começa no rio Jáguari-Mirim, na foz do córrego do Cascalho; sobe pelo rio Jáguari-Mirim, até a foz do córrego Brejo Limpo.
2 - COM O MUNICÍPIO DE CASA BRANCA
Começa no rio Jáguari-Mirim, na foz do córrego Brejo Limpo, sobe pelo rio Jáguari-Mirim até a foz do córrego do Guirra.
3 - COM O MUNICÍPIO DE VARGEM GRANDE DO SUL
Começa no rio Jáguari-Mirim, na foz do córrego do Guirra; sobe pelo rio Jáguari-Mirim até a foz do córrego Embiruçu.
4 - COM O MUNICÍPIO DE SÃO JOÃO DA BOA VISTA
Começa no rio Jáguari-Mirim, na foz do córrego Embiruçu; sobe por êste ate a foz do córrego Barreiro; sobe ainda por êste até a foz do córrego Municipal; continua pelo contraforte fronteiro entre os dois cursos de água até o divisor entre as águas dos córregos Embiruçu e do Campo Triste ; segue por êste divisor até a cabeceira do córrego de João Pereira, desce por êste córrego até sua foz no córrego do Campo Triste; vai, dai, em reta, a foz do córrego de Aquilino Vaz, no córrego da Cachorira; desce por êste até sua foz no córrego Itupeva.
5 - COM O MUNICÍPIO DE PINHAL
Começa no córrego Itupeva, na foz do córrego da Cachoeira, formadores do rio Itupeva; dai, prossegue pelo contraforte da margem esquerda do córrego Itupeva, a e o espigão mestre entre as águas do rio Itupeva de um lado e as do rio Orissanga, do outro lado.
6 - COM O MUNICÍPIO DE MOGI-GUAÇU
Começa no espigão mestre entre as águas do rio Itupeva de um lado, e as do rio Orissanga, do outro lado, no cruzamento com o contraforte da margem esquerda do córrego Itupeva, prossegue por êste espigão mestre ate a cabeceira sudicidental do ribeirão Taquarantã, cerca de 600 metros do Norte da estação de Mato Sêco; desce pelo ribeirão Taquarantã, até a foz do córrego do Lageado; sobe por êste ate sua cabeceira, que contraverte com a lagoa do Bebedouro; vai, dai, em reta, a lagôa atravessa a lagoa e desce pelo ribeirão Bebedouro até sua foz no rio Capetinga.
7 - COM O MUNICÍPIO DE PIRAÇUNUNGA
Começa no rio Capetinga, na foz do ribeirão Bebedouro; desce pelo rio Capetinga até sua foz no rio Itupeva; desce por êste até o córrego Palmeiras; sobe por êste e por seu galho da direita até sua cabeceira; vai, dai, em reta, à cabeceira mais meridional do córrego do Cascalho e por êste abaixo até o rio Jáguari-Mirim, onde tiveram inicio êstes limites.

MUNICÍPIO DE ÁGUAS DE LINDÓIA
(Instalado em 1939)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE ITAPIRA
Começa na serra das Águas Claras, no ponto de cruzamento com o contraforte das águas do ribeirão das Tabaranas e do córrego de J. Machado ou Boa Esperança, no bairro das Cestas avança pela camada da serra em demanda da foz do ribeirão dos Coutos. no rio de Peixes prossegue pelo espigão que deixa à direita, as águas do ribeirão da Água Quente, e, a esquerda, as do ribeirão dos Coutos, até atingir a serra dos Coutos, já nas divisas de Minas Gerais.
2 - COM O ESTADO DE MINAS GERAIS
Começa na serra dos Coutos, onde esta entronca com o espigão que separa as águas do ribeirão da Água Quente a direita, e as do ribeirão dos Coutos, a esquerda; prossegue pelas divisas com o Estado de Minas Gerais Ate o pico do morro Pelado, na serra de Sião.
3 - COM O MUNICÍPIO DE SOCORRO
Começa na serra de Sião, no pico do morro Pelado; continua pela serra e pelo divisor das águas dos ribeirões do Tanque ou Freitas, Monte Sião e Jaboticabal, a esquerda, e, à direita, as dos ribeirões da Água Quente, Barreiro e Barbosa, até a foz do ribeirão da Boa Vista ou Salto, no rio do Peixe.
4 - COM O MUNICÍPIO DE SERRA NEGRA
Começa na foz do ribeirão da Boa Vista ou Salto, no rio do Peixe; desce pelo rio do Peixe até a foz do ribeirão dos Mosquitos e por êste acima até a foz do ribeirão dos Pintos; prossegue pelo contraforte entre o córrego da Laje e o ribeirão dos Mosquitos, até seu cruzamento com a serra dos Mosquitos pela qual segue até o contraforte que leva à foz do ribeirão das Tabaranas no rio do Peixe; continua por êste contraforte até a referida foz; sobe pelo ribeirão das Tabaranas até a foz do córrego de J. Machado ou da fazenda Boa Esperança; segue pelo contraforte entre estas águas até cruzar com a serra das Águas Claras, no bairro dos Costas, onde tiveram inicio êstes limites.

b) DIVISAS INTERDISTRITAIS
1 - ENTRE OS DISTRITOS DE ÁGUAS DE LINDÓIA E LINDÓIA
Começa na serra de Monte Sião no divisor entre os ribeirões de Monte Sião e do Barreiro; segue pelo divisor entre o ribeirão da Água Quente e córrego Sertãozinho à direita, e ribeirão do Barreiro, a esquerda, até onde é cortado por uma reta de rumo Oêste-Lêste que vem da estrada Lindoia-Turmas de Lindoia num ponto situado a dois quilometros do ribeirão da Água Quente, daí segue por essa reta até o divisor entre os córregos Monjolo Velho e dos Toledos; continua por êste divisor até cruzar como o divisor entre o córrego dos  Toledos, à esquerda e ribeirão Água Quente e à direita, continua por êste divisor em demanda da foz do ribeirão da Água Quente, no rio do Peixe, pela qual desce até a foz do ribeirão dos Coutos.

MUNICÍPIO DE ÁGUAS DA PRATA
(Instalado em 1935)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE VARGEM GRANDE DO SUL
Começa na serra da Fartura, em frente à cabeceira sudoriental do ribeirão de Manuel Andrade, que deságua no rio Fartura, junto a sede da fazenda do mesmo nome; segue pela crista da serra contornando as cabeceiras do citado ribeirão, e vai, por um contraforte ate a cachoeira existente no rio Fartura sita cerca de dois quilometros a sudêste da sede da fazenda de Afonso Osório.
2 - COM O MUNICÍPIO DE SÃO SEBASTIÃO DA GRAMA
Começa na cachoeira do rio Fartura, situada cerca de dois quilometros a sudêste da sede da fazenda de Afonso Osório; atravessa o rio e ganha o espigão fronteiro em demanda do divisor que deixa, à direita, as águas do rio Fartura, e à esquerda, as do rio de São Domingos, e por êste divisor segue até cruzar com a serra de Poços de Caldas, cuja crista acompanha até o entroncamento com o contraforte que separa as águas do ribeirão do Quartel, das do ribeirão das Antas.
3 - COM O ESTADO DE MINAS GERAIS
Começa na serra de Poços de Caldas, no ponto em que ela cruza com o espigão divisor que deixa, a esquerda, as águas dos rios Lambari e Antas, e à direita, as do ribeirão do Quartel; prossegue pelas divisas com o Estado de Minas Gerais até o ponto onde  o espigão que deixa, á direita, as águas dos ribeirões da Prata e Cachoeira, e à esquerda, as do ribeirão Cocaese córrego do Óleo cruza com a serra da Cachoeira, divisora das águas do rio Jáguari-Mirim e ribeirão da Prata.
4 - COM O MUNICÍPIO DE SÃO JOÃO DA BOA VISTA
Começa na serra da Cachoeira, no ponto de cruzamento com o espigão que deixa, a esquerda, as águas do ribeirão Cocaes e córrego do Óleo, e à direita, as dos ribeirões da Prata e Cachoeira; segue pela cumiada da serra até a cabeceira do córrego dos Anselmos ou Figueira e por êste desce até o ribeirão da Prata, e por êste abaixo até a foz do córrego do Mirante ou São Bento; sobe por êste até a serra do Mirante e pela crista desta ate a serra da Fartura e por esta até frontear a cabeceira sudoriental do ribeirão de Manuel Andrade, onde tiveram inicio êstes limites.
b) DIVISAS INTERDISTRITAIS
1 - ENTRE OS DISTRITOS DE ÁGUAS DA PRATA E SÃO ROQUE DA FARTURA
Começa no mirante da Lagoinha, ponto de cruzamento da serra da Fartura ou Mirante com a serra do Quartel; segue por esta serra que é o divisor entre o rio da Fartura e o ribeirão do Quartel até a cabeceira mais meridional do rio da Fartura; daí, vai em reta de rumo Oêste-Lêste até o ribeirão do Quartel, pelo qual sobe até sua cabeceira junto ao obelisco, na divisa com o Estado de Minas Gerais.

MUNICÍPIO DE ÁGUAS DE SÃO PEDRO
(Criado em 1948)

a) LIMITES MUNICIPAIS
COM O MUNICÍPIO DE SÃO PEDRO
Começa no marco 0 (Zero), a margem do rio Araqua, e distante cerca de 4.800 metros de sua barra no rio Piracicaba, daí segue na extensão de 1.290 metros e no rumo 69º 30' NO (Noroêste) até o marco 1 (Um) e dai segue, à direita, na extensão de 762 metros e no rumo de 54º 17' NO (Noroêste), até marco 2 (Dois); dai segue a esquerda, na extensão de 660 metros e no rumo de 68º 12' SO (Sudoêste), até o marco 3 (três); dai segue a direita na extensão de 990 metros e no rumo de 0º 30' NO (Nororêste), até o marco 4 (Quatro); dai segue, a direita numa extensão de 665 metros e no rumo de 8º 0' NE (Nordêste), até o marco 5 (Cinco); dai segue, a direita, numa extensão de 460 metros e no rumo de 70º 50' NE (Nordêste), até o marco 6 (Seis); dai segue, a direita, numa extensão de 1.320 metros e no rumo 55º 0' SE (Sudêste), até o marco 7 (Sete); dai segue, à direita, numa extensão de 1.314 metros e no rumo de 47º 18' SE (Sudêste) até o marco 8 (Oito), à margem direita do rio Araquá dai desce pela margem direita do rio Araquá, numa extensão de 1.295 metros, até o marco 0 (Zero), onde tiveram inicio êstes limites.

MUNICÍPIO DE AGUDOS
(Instalados em 1898)

a) LIMITES MUNICIPAIS:
1 - COM O MUNICÍPIO DE CABRALIA PAULISTA
Começa no divisor Turvo-Alamcari, na cabeceira meridional da água Boa Vista; segue pelo divisor até a cabeceira oriental da água do Poço.
2 - COM O MUNICÍPIO DE PIRATININGA
Começa no divisor Turvo-Alambari a cabeceira oriental da água do Poço; segue por êste divisor até a cabeceira ocidental da água Esprafada; desce por êste até o ribeirão do Barreiro, continua pelo contraforte fronteiro entre as águas da água Faxinal a córrego Corredeirinha até o divisor entre as águas do ribeirão do Barreiro, à esquerda, e as do rio Turvo, à direita; caminha por êste divisor até o espigão Turvo-Batalha; segue por êste espigão até o divisor entre o córrego do Pantano e água Santa Rita; segue por êste divisor ate a cabeceira do córrego Rancharia, pelo qual desce até o rio Batalha; desce ainda até a foz da água do Guilherme.
3 - COM O MUNICÍPIO DE BAURÚ
Começa no rio Batalha, onde deságua a água do Guilherme; sobe por esta até sua cabeceira: segue em reta, à cabeceira sudocidental do córrego Capim Fino; desce por êste e pelo ribeirão Campo Novo até sua foz no ribeirão Grande.
4 - COM O MUNICÍPIO DE PEDERNEIRAS
Começa no ribeirão Grande, na foz do ribeirão Campo Novo; continua pelo contraforte fronteiro até o divisor entre o ribeirão Grande e o ribeirão Barra Seca; segue por êste divisor até o contraforte entre os córregos Barra Seca e da Estiva, caminha por êste contraforte até o divisor Grande-Pederneira; prossegue por êste divisor até cruzar com o contraforte que deixa, a direita o córrego da Estiva, continua por êste contraforte em demanda da foz do córrego Areia Branca, no ribeirão Pederneiras, sobe pelo córrego Areia Branca, até a foz do córrego da Limeira; sobe pelo córrego da Limeira até sua cabeceira meridional, no divisor, Pederneiras-Patos segue por êste divisor em demanda da foz do córrego do Bugre no ribeirão dos Patos.
5 - COM O MUNICÍPIO DE LENÇÓIS PAULISTA
Começa no ribeirão dos Patos, na foz do córrego do Brugre, pelo qual sobe até sua cabeceira do divisor Patos-Lençóis, caminha por êste divisor ate entroncar com o contraforte da margem esquerda do córrego dos Cachos; continua por êste contraforte até a foz do córrego dos Cachos no rio Lençóis; continua pelo contraforte entre o rio Lençóis e córrego Serrinha, à direita e o córrego das Antas, a esquerda, até alcançar o divisor Turvo-Pardo; prossegue por êste divisor até cruzar com o contraforte entre as águas do ribeirão Caçador, a esquerda e as do ribeirão da Capivara à direita.
6 - COM O MUNICÍPIO DE SANTA BARBARA DO RIO PARDO
Começa no divisor Turvo-Pardo, onde ele entronca com o contraforte entre as águas do ribeirão Caçador , e as do ribeirão Capivara segue pelo divisor Turvo-Pardo até a cabeceira nororiental da água da Divisa.
7 - COM O MUNICÍPIO DE SANTA CRUZ DO RIO PARDO
Começa no divisor Pardo-Turvo, na cabeceira nororiental da água da Divisa, segue por êste divisor em demanda da cabeceira sudoriental da água do Meio, pela qual desce até sua foz no ribeirão Santa Bárbara; desce por êste até a fóz da água Boa Vista, pela qual sobe até sua cabeceira no divisor Santa Bárbara-Bôa Vista: segue por êste divisor até a cabeceira do córrego do Quirino, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Boa Vista: desce pelo ribeirão Boa Vista até a foz do córrego Palmasso, pelo qual sobe até sua cabeceira no divisor Boa Vista-Onça: segue por êste divi­sor até a cabeceira ocidental do córrego do Bernardino, pelo qual desce até sua foz no ribeirão da Onça, desce pelo ribeirão da Onça até sua foz no rio Turvo, pelo qual sobe ate a foz do córrego Corredeira: segue pelo contraforte que deixa a direita as águas dêste córrego até o divisor Turvo-Macacos; continua por êste divisor que a cabecei­ra sudoriental da água dos Macacos,pela qual desce ate sua fóz no ribeirão dos Macacos; segue pelo contraforte fronteiro entre as águas do córrego Jararaca e água do Macaco, à esquerda e as da água Carreiro das Antas, a direita até o divisor Turvo-Alambari; continua por êste divisor até a cabeceira meridional da água da Boa Vis­ta, onde tiveram inicio êstes limites
b) DIVISAS INTERDISTRITAIS:
1 – ENTRE O DISTRITOS DE AGUDOS E DOMÉLIA
Começa no divisor Turvo-Paido, na cabeceira mais ori­ental do ribeirão do Boi Pintado; desce por êste até o rio Turvo.
2 - ENTRE OS DISTRITOS DE AGUDOS E PAULISTÂNIA
Começa no rio Turvo, na foz do ribeirão do Boi Pin­tado, sobe pelo rio Turvo até a fóz do córrego da Geada, e por êste ate sua cabeceira no divisor Turvo-Barreira.
3 - ENTRE OS DISTRITOS DE DOMELIA E PAULISTÂNIA
Começa no rio Turvo, na foz do córrego Corredeira, sobe pelo rio Turvo até a foz do ribeirão do Boi Pintado.

 MUNICÍPIO DE ALFREDO MARCONDES
(Criado em 1948)

 a) LIMITES MUNICIPAIS

 1 - COM O MUNICÍPIO DE PRESIDENTE BERNARDES
Começa no córrego São Geraldo, no conto onde é cortado pela reta chamada Lins de Vasconcelos-Alvares Machado; desce por êste córrego até a foz do córrego Jaracatiá, continua pelo contraforte fronteiro que deixa, a direta, as águas do córrego Jaracatiá até encontrar com o divisor que separa as águas do ribeirão Taquaraçú, à es­querda, das do ribeirão Montalvão, à direita, segue por êste divisor ate a cabeceira meridional do ribeirão Expedi­to, desce por êste até sua foz no rio do Peixe.
2 - COM O MUNICÍPIO DE FLORA RICA
começa no rio do Peixe, na foz do ribeirão Expedito; sobe pelo rio do Peixe ate a fóz do ribeirão Montalvão.
3 - COM  O  MUNICÍPIO DE   PRESIDENTE PRUDENTE
Começa no rio do Peixe, na fóz do ribeirão Montalvão, pelo qual sobe até a foz do córrego do Sul, sobe por êste ate a sua cabeceira no divisor entre as águas dos ribeirões Montalvão e Taquaraçú, à direita, e as do ribeirão Mandáguari, à esquerda, segue por êste divisor até a cabeceira oriental do córrego São Geraldo.
4 - COM O MUNICÍPIO DE ALVARES MACHADO
Começa no divisor entre as águas dos ribeirões Mandáguari e Taquaruçú, na cabeceira oriental do córrego São Geraldo, pelo qual desce até o ponto onde é cortado pela reta chamada Lins de Vasconcelos-Alvares Machado, onde tiveram inicio êstes limites.

b) DIVISAS INTERDISTRITAIS
1 - ENTRE OS DISTRITOS DE ALFREDO MARCONDES E SANTO EXPEDITO
Começa no córrego do Sul, na foz do córrego Pedra; sobe por êste até a sua cabeceira vai, dai, pelo espigão contornando as cabeceiras do córrego Jatai ate cabeceira do córrego Limpo, desce por êste até a sua fóz no córrego Machado; vai daí, em reta à foz do córrego São Francisco, no ribeirão Montalvão: sobe pelo córrego São Fran­cisco até a sua cabeceira: vai daí em reta, à cabeceira do ribeirão Expedito.

 MUNICÍPIO DE ALTINÓPOLIS
(Instalado em 1919)

 a)   LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE BRODOSQUI:
 Começa no rio Pardo, na foz do ribeirão do Adão, sobe por êste até a fóz do córrego Pratinha que deságua logo abaixo da fazenda Alcídio.
2 - COM O MUNICÍPIO DE BATATAIS
Começa no ribeirão do Adão, na foz do córrego Pratinha, que deságua logo abaixo da fazenda Alcídio, vai, daí, em reta, à ponto mais meridional do maciço entre as águas do ribeirão do Adão, à esquerda, e as do córrego da fazenda Boa Vista do Selado, à direita; caminha por êste maciço em demanda da foz do córrego que nasce cerca de dois quilometros a Lêste da fazenda Higino Noronha, no ribei­rão do Adão: sobe pelo referido córrego ate sua cabecei­ra mais setentrional, e vai, daí, em reta a cabeceira mais meridional do córrego do Manual de Campos pelo qual desce até o ribeirão do Engenho da Serra; vai, daí, por nova reta, à cabeceira mais oriental do córrego Arraial Velho; prossegue pelo espigão Batatais - Paciencia, até o contraforte que deixa, à direita, às águas do córrego Monjolinho e, à esquerda, as do ribeirão da Paciencia; atinge a confluencia dêsses dois cursos de água e desce pelo ribeirão da Paciência até sua foz no rio Sapucaí.
3 - COM O MUNICÍPIO DE PATROCINIO PAULISTA
Começa na foz do ribeirão da Paciencia, no rio Sapucai, sobe por esta até a foz do rio Esmeril, pelo qual sobe até encontrar a reta que de morro das Araras vai ao morro do Jaborandi, já nas divisas com o Estado de Minas Gerais.
4 - COM O ESTADO DE MINAS GERAIS
Começa no rio Esmeril, no ponto em que êste é cortado pela reta que do morro das Araras vai ao morro do Jaborandi; segue pelas divisas com o Estado de Minas Gerais, até a serra da Cobiça.
5 - COM O MUNICÍPIO DE SANTO ANTONIO DA ALEGRIA
Começa na serra da Cobiça, nas divisas como Estado de Minas Gerais; prossegue pela crista da serra até entroncar com o contraforte da margem esquerda do córrego que corre paralelamente à Estrada de Ferro São Paulo-Minas; segue por êste contraforte em demanda da ponte da E.F. São Paulo-Minas, sôbre o rio Sapucai-Mirim; sobe por êste até a foz do córrego até sua cabeceira mais meridional na serra da Matinha : caminha pela serra da Matinha até a cabeceira mais oriental do córrego Beluti, pelo qual desce até o córrego Laranjal; desce pelo córrego Laranjal até sua foz no rio Araraquara
6 - COM O MUNICÍPIO DE CAJURU
Começa onde o córrego do Laranjal deságua no rio Araraquara; vai por êste abaixo até a foz do ribeirão do Cervo; ganha o divisor que deixa, à direita, as águas do ribeirão do Adão, e, à esquerda, as do rio Araraquara, até alcançar a cabeceira mais oriental do córrego da Prata e vai por êste abaixo até alcançar sua foz no rio Araraquara, pelo qual desce até o rio Pardo.
7 - COM O MUNICÍPIO DE SERRA AZUL
Começa no rio Pardo, na foz do rio Araraquara, desce pelo rio Pardo, até a ponte da Estrada de Ferro São Paulo-Minas.
8 - COM O MUNICÍPIO DE SERRANA
Começa na ponte da Estrada de Ferro São Paulo-Minas, sôbre o rio Pardo e por êste abaixo até a foz do ribeirão do Adão, onde tiveram inicio êstes limites.

MUNICÍPIO DE ALTO ALEGRE
(Criado em 1954)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE PENÁPOLIS
Começa no espigão mestre Águapeí-Tietê na cabeceira mais setentrional do ribeirão Grande; segue pelo espigão mestre até cruzar com o contraforte entre as águas do ribeirão Bonito, à esquerda, e as do córrego Coroados, à direita, continua por êste contraforte até a cabeceira do córrego Cotia; pelo qual desce até sua foz no córrego Barra Bonita; desce por êste córrego até sua foz no córrego Coroados, de onde vai em reta de rumo Oêste-Lêste até cortar com o córrego Paráguai; sobe pelo córrego Paráguai até a foz do córrego Bagagem; dai, vai em reta à cabeceira do ribeirão Lajeado pelo qual desce até a foz do córrego Dois Córregos: sobe por êste até sua cabeceira, segue pelo espigão mestre entre as águas do rio Águapeí, à direita, e as do rio Tietê, à esquerda até a cabeceira mais oriental do córrego do Matão.
2 - COM O MUNICÍPIO DE PROMISSÃO
Começa no espigão mestre Feio ou Águapeí-Tietê na cabeceira mais oriental do córrego do Matão pelo qual desce até sua foz no rio Feio ou Águapeí.
3 - COM O MUNICÍPIO DE GETULINA
Começa na foz do córrego do Matão no rio Feio ou Águapei, pelo qual desce até a foz do ribeirão Grande.
4 - COM O MUNICÍPIO DE BRAÚNA
Começa no rio Feio ou Águapei, na foz do ribeirão Grande, pelo qual sobe até sua cabeceira mais setentrional, no espigão mestre Feio ou Águapei-Tietê onde tiveram inicio êstes limites.
b) DIVISAS INTERDISTRITAIS
1 - ENTRE OS DISTRITOS DE ALTO ALEGRE E SÃO MARTINHO D'OESTE
Começa na foz do córrego que deságua na margem esquerda do ribeirão Grande, cerca de 3 kms, a jusante da ponte da estrada São Martinho-Luiziania; sobe por êsse córrego até sua cabeceira no divisor Grande - Padre Claro; segue por êste divisor em demanda da foz do córrego Carrapato no córrego Padre Claro; sobe por este córrego até sua cabeceira no espigão mestre entre os rios Feio e Bonito.

MUNICÍPIO DE ALVARES FLORENCE
(Criado em 1948)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE CARDOSO
Começa no ribeirão Marinheiro, na foz do ribeirão Barra das Pedras, pelo qual sobe até a foz do córrego da Égua; sobe por êste até sua cabeceira no espigão Marinheiro-Tomazes;
dai, vai em reta à cabeceira do córrego Joaquim José, no contraforte entre os córregos Joaquim José e Aldeamento; desce pelo córrego Joaquim José até sua foz no ribeirão dos Tomazes; dai, vai em reta de rumo Oêste-Lêste, até o ribeirão Guabiroba.
2 - COM O MUNICÍPIO DE AMERICO DE CAMPOS
Começa no ribeirão Guabiroba, no ponto onde é cortado pela reta de rumo Oêste-Lêste, que vem da foz do córrego Joaquim José, no ribeirão dos Tomazes; sobe pelo ribeirão Guabiroba até sua cabeceira no espigão entre as águas do ribeirão Marinheiro, à direita, e as do ribeirão Piedade, à esquerda; caminha por êste espigão até entroncar com o contraforte entre os córrego do Mangue e da Cachoeira; segue por êste contraforte em demanda da foz do córrego do Mangue, no ribeirão Piedade.
3 - COM O MUNICÍPIO DE COSMORAMA
Começa no ribeirão Piedade, na fóz do córrego do Mangue; sobe por aquêle até a foz do córrego Manguinho,
4 – COM O MUNICÍPIO DE VOTUPORANGA
Começa no ribeirão Piedade na foz do córrego Manguinho; sobe pelo ribeirão Piedade até a foz do córrego Tapera, pelo qual sobe até sua cabeceira setentrional; daí vai em reta a cabeceira do córrego Barro Preto; segue pelo divisor Marinheiro-Bonito, até cruzar com o contraforte da margem esquerda do ribeirão Bonito; segue por êste contraforte até o contraforte da margem esquerda do ribeirão Barra das Pedras; continua por êste contraforte em demanda da foz dêste ribeirão, no ribeirão Marinheiro, onde tiveram inicio êste limites.

MUNICÍPIO DE ÁLVARES MACHADO
(Instalado em 1948)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE PRESIDENTE BERNARDES
Começa no rio Pirapozinho na foz do córrego da Lontra; vai, vai em reta ao espigão mestre Paranapanema-Santo Anastácio na cabeceira do córrego das Pedras; desce por êste até o rio Santo Anastácio; segue pelo contraforte fronteiro entre as águas do ribeirão Guaiçara, a esquerda, e as do córrego Brejão ou Jangada, a direita, até cruzar com a reta chamada de Lins de Vasconcelos-Alvares Machado, segue por esta reta até o córrego São Geraldo.
2 - COM O MUNICÍPIO DE ALFREDO MARCONDES
Começa no córrego São Geraldo, no ponto onde é cortado pela reta chamada de Lins de Vasconcelos-Alvares Machado; sobe pelo córrego São Geral até sua cabeceira mais oriental no divisor Mandáguari-Taquaruçu.
3 - COM O MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE
Começa no divisor entre as águas do ribeirão Taquaruçu, a direita, e as do ribeirão Mandáguari, à esquerda na cabeceira mais oriental do córrego São Geraldo; segue por êste divisor até o espigão mestre Peixe-Santo Anastácio; segue por êste espigão mestre até a cabeceira mais setentrional do córrego Limoeiro, conhecido como córrego da Bomba; desce por êste córrego até o córrego Limoeiro, e por êste ainda, até o ponto onde é cortado pela reta do rumo N-S que vem da foz do córrego do Cedro, no ribeirão Santo Anastácio; segue por esta reta até a referida foz; daí, sobe pelo ribeirão Santo Anastácio até a foz do córrego Lajeadinho.
4 - COM O MUNICÍPIO DE PIRAPOZINHO
Começa no ribeirão Santo Anastácio, na foz do córrego Lajeadinho; sobe por êste até sua cabeceira no espigão mestre Santo Anastácio-Paranapanema; vai, dai, pelo espigão mestre até a cabeceira do ribeirão Pirapozinho, cabeceira que fica na contravertente; desce pelo ribeirão Pirapozinho, até a foz do córrego da Lontra, onde tiveram inicio êstes limites.
b) DIVISAS INTERDISTRITAIS
1 - ENTRE OS DISTRITOS DE ÁLVARES MACHADO E CORONEL GOULART
Começa no rio Santo Anastácio, na foz do córrego do Cedro; desce pelo rio Santo Anastácio até a foz do córrego das Pedras.

MUNICÍPIO DE ÁLVARO DE CARVALHO
(Criado em 1948)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE MARÍLIA
Começa no ribeirão Tibiriçá na foz do córrego Bataos; desce pelo rio Tibiriçá até a foz do córrego Forquilha, pelo qual sobe até sua cabeceira oriental no divisor Feio-Tibiriçá.
2 - COM O MUNICÍPIO DE JULIO MESQUITA
Começa no divisor Feio-Tibiriçá na cabeceira oriental do córrego Forquilha; segue pelo divisor até a cabeceira do córrego Eliseo de Castro; desce por êste até a foz do córrego J. Ramiro.
3 - COM O MUNICÍPIO DE GUARANTA
Começa no córrego Eliseo de Castro na foz do córrego J. Ramiro; sobe por êste até a foz do primeiro córrego na sua margem direita; sobe por êste córrego até sua cabeceira; vai, dai, em reta à foz do córrego da Fazenda Nova Alpes no córrego São João; sobe pelo córrego da Fazenda Nova Alpes até a sua cabeceira no divisor São João-Barra Grande; segue pelo divisor até alcançar a cabeceira do córrego da Fazenda Santa Ismália; cabeceira do galho que contravertente como córrego da Fazend Nova Alpes.
4 - COM O MUNICÍPIO DE PIRAJUI
Começa no divisor São João-Barra Grande na cabeceira do córrego da Fazenda Santa Ismalia, cabeceira do galho que contraverte com o córrego da Fazenda Nova Alpes; desce pelo córrego da Fazenda Santa Ismalia até o córrego Paquere; desce por êste até sua foz no córrego Santo Antonio do Morro Redondo, formadores do córrego Barra Grande; vai pelo contraforte fronteiro até o divisor entre o córrego Barra Grande e o ribeirão Corredeira; segue por êste divisor até entroncar com o contraforte que morre no ribeirão Corredeita, na foz do córrego Corredeira.
5 - COM O MUNICÍPIO DE GARÇA
Começa no ribeirão Corredeira na foz do córrego Corredeira; sobe por aquele até a foz da Água Limpa; sobe por esta até a sua cabeceira ocidental no divisor Corredeira-Tibiriçá; segue pelo espigão em demanda da cabeceira do córrego Ironde pelo qual desce até o ribeirão Tibiriçá, e por êste abaixo até a foz do ribeirão Ipiranga.
6 - COM O MUNICÍPIO DE VERA CRUZ
Começa no ribeirão Tibiriçá na foz do ribeirão Ipiranga, desce por aquele até a foz do córrego Bataos, onde tiveram inicio êstes limites.

MUNICÍPIO DE AMERICANA
(Instalado em 1925)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE LIMEIRA
Começa na foz do córrego Socegã, no rio Piracicaba; sobe por êste até a confluência dos rios Atibaia e Jáguari, e continua por êste ultimo acima até a foz do ribeirão do Pinhal.
2 - COM O MUNICÍPIO DE COSMÓPOLIS
Começa na confluência do ribeirão do Pinhal, no rio Jáguari; sobe por êste até a foz do córrego Jacutinga pelo qual sobe até a cabeceira do galho da esquerda, no espigão Atibaia-Jáguari; caminha por êste espigão até alcançar o contraforte que morre no rio Atibaia, na foz do córrego da fazenda Foguete.
3 - COM O MUNICÍPIO DE CAMPINAS
Começa no espigão Jáguari-Atibaia, no ponto de cruzamento com o contraforte que morre no rio Atibaia, na foz do córrego da fazendo Foguete; segue por êste contraforte até a foz do córrego da fazenda Foguete até sua cabeceira, a Lêste da sede da fazenda Foguete, no divisor entre as águas do rio Atibaia e a do ribeirão do Quilombo.
4 - COM O MUNICÍPIO DE SUMARÉ
Começa no divisor entre as águas do rio Atibaia e ribeirão do Quilombo, na cabeceira do córrego da fazenda Foguete; segue por êste divisor até a cabeceira do córrego São Francisco; desce pelo córrego São Francisco até sua foz ribeirão do Quilombo; sobe por êste até a foz do córrego Palmital; sobe por êste até a sua cabeceira mais ocidental; prossegue depois pelo espigão que separa as águas do ribeirão do Quilombo, das do ribeirão dos Toledos, até alcançar a cabeceira sententrional do córrego de Guilherme Green.
5 - COM O MUNICÍPIO DE SANTA BÁRBARA D'OESTE
Começa no alto do espigão que separa as águas do ribeirão dos Toledos das do ribeirão Quilombo, em frente a cabeceira mais sentetrional do córrego Guilherme Green; segue pelo espigão fronteiro até a lagoa do Roberto, atravessa-a à procura de seu ponto mais setentrional e vai em reta ao marco do quilometro 83, da Companhia Paulista de Estradas de Ferro, no seu ramal de Piracicaba; dirige-se dêste ponto em reta, à nascente do córrego di Americana; que vai deságuar no ribeirão do Quilombo dentro da cidade de Americana; segue até o espigão divisor das águas que deixam, à direita, o ribeirão do Quilombo e à esquerda, o ribeirão dos Toledos, e pelo espigão continua até encontrar a cabeceira mais oriental do córrego Socegã, pelo qual desce até o rio Piracicaba, onde tiveram inicio êstes limites.
b) DIVISAS INTERDISTRITAIS:
1 - ENTRE OS DISTRITOS DE AMERICANA E NOVA ODESSA
Começa no marco do quilometro 83, do ramal de Piracicaba da Companhia Paulista de Estradas de Ferro; segue pelo eixo da linha férrea até encontrar o córrego do Recanto, e por êste abaixo até o ribeirão do Quilombo; continua pelo espigão que deixa, à direita, as águas dêste ultimo, e, a esquerda, as do córrego da fazendo Santa Angelica, indo até a lagoa que existe junto a estrada de rodagem do Estado, na encruzilhada do ramal que vai para Nova Odessa; continua pelo eixo da rodovia estadual, até frontear a cabeceira do córrego São Francisco.

MUNICÍPIO DE AMÉRICO DE CAMPOS
(Criado em 1948)

a) LIMITES MUNICIPAIS:
1 - COM O MUNICÍPIO DE RIOLÂNDIA
Começa no rio Turvo, na foz do ribeirão Guabiroba; sobe pelo rio Turvo até a foz do rio Preto.
2 - COM O MUNICÍPIO DE PALESTINA
Começa no rio Turvo na foz do rio Preto; sobe por êste até a foz do ribeirão Piedade.
3 - COM O MUNICÍPIO DE COSMORAMA
Começa no rio Preto, na Foz do Ribeirão Piedade, pelo qual sobe até a foz do Mangue Afluente da margem esquerda.
4 - COM O MUNICÍPIO DE ALVARES FLORENCE
Começa no ribeirão Piedade na foz do córrego do Mangue, afluente da margem esquerda; continua pelo contraforte entre as águas dêste córrego, a esquerda, e as do córrego da Cachoeira, a direita, até o divisor rio Preto-ribeirão Marinheiro; segue por êste espigão até a cabeceira mais meridional do ribeirão Guabiroba, pelo qual desde até onde é cortado pela reta de rumo Oêste-Lêste que vem da foz do córrego de Joaquim José, no ribeirão dos Tomazes.
5 - COM O MUNICÍPIO DE CARDOSO
Começa no ribeirão Guabiroba no ponto onde é cortado pela reta de rumo Oêste-Lêste que vem da foz do córrego Joaquim José, no ribeirão dos Tomazes; desce pelo ribeirão Guabiroba, até sua foz no rio Turvo, onde tiveram inicio êstes limites.
b) DIVISAS INTERDISTRITAIS
1 - ENTRE OS DISTRITOS DE AMÉRICO DE CAMPOS E PONTES GESTAL
Começa no ribeirão Guabiroba no ponto onde é cortado pelo reta de rumo Oêste-Lêste, que vem da foz do córrego Joaquim José, no ribeirão dos Tomazes; segue pelo contraforte fronteiro até o divisor Guabiroba-Preto; continua  por êste divisor até cruza com o contraforte entre as águas do córrego do Botelho à esquerda, e as das águas Paradas prossegue por êste contraforte ate a cabeceira mais ocidental do córrego Veado, pelo qual desce até a estrada Américo de Campos - Pontes Gestal, de onde vai em reta de rumo Oêste-Leste até encontrar o rio Preto.

MUNICÍPIO DE AMPARO
(Instalado em 1857)

a) LIMITES MUNICIPAIS:
1 - COM O MUNICÍPIO DE SANTO ANTONIO DE POSSE
Começa no rio Camandocaia, na foz do córrego da Fazenda Saint-Cloud, pelo qual sobe até sua cabeceira; dai vai em demanda da cabeceira mais meridional do córrego da Fazendo Santa Barbara; desce por êste córrego até o córrego que desemboca na margem direita acima do córrego da Fazenda Santa Cruz. sobe por ele ate sua cabeceira e continua pelo contraforte entre as águas dos córregos da Fazenda Santo Antonio e Fazenda Sesmaria a direita, e as do córrego da Fazenda Santa Cruz, a esquerda até o espigão Peixe-Camandocaia.
2 - COM O MUNICÍPIO DE ITAPIRA
Começa no espigão Peixe-Camandocaia no ponto de cruzamento com o contraforte entre as águas dos córregos da Fazenda Sesmaria e Fazenda Santa Cruz; segue pelo espigão até entroncar com o contraforte da margem esquerda do ribeirão Morro Agudo; caminha por êste contraforte até a junção dos ribeirões Morro agudo e Serra Negra, formadores do rio da Penha.
3 - COM O MUNICÍPIO DE SERRA NEGRA
Começa na junção dos ribeirões Morro Agudo e Serra Negra, formadores do rio da Penha; sobe pelo ribeirão Serra Negra até a foz do córrego Raso, foz esta que ocorre a Lêste da sede da Fazenda Roso, de Francisco Roso e pelo córrego Roso acima até sua cabeceira no espigão entre as águas dos córrego das Fazendas Campineiro e Demetrio Silveira, de um lado, e São Francisco, antigo Paroí de outro lado; prossegue por êste espigão até seu pontal cerca de 600 metros a noroêste da Fazenda São Francisco dêste ponto vai em reta a extremidade do contraforte entre as águas dos córrego das Fazendas São Francisco e Vinte Palmos, caminha por êste contraforte intermediário contornando as águas do córrego Vinter Palmos, até o espigão Cascata - Vinte Palmos; caminha por êste espigão até o lugar denominado Capão das Jaboticabeiras. vai em reta a cabeceira do córrego da Fazenda São Bento de José F. de Camargo, na rodovia estadual, Serra Negra - Amparo; continua pelo espigão que deixa à direita o rio Camandocaia e, à esquerda, o córrego do Rio da Prata até cruza com o espigão que deixa, à esquerda, as águas do córrego Três Pontes, e, à direita, as da Fazenda de José F. de Camargo.
4 - COM O MUNICÍPIO DE MONTE ALEGRE DO SUL
Começa no espigão mestre entre as águas do rio Camandocaia ao Sul e as do rio do Peixe ao Norte,  onde ele cruza com o espigão que deixa a esquerda as águas do córrego Tres Pontes, e a direita as da Fazenda de José F. de Camargo caminha por êste ultimo espigão até a cabeceira da primeira água que deságua na margem direita do córrego Três Pontes à montante da foz do córrego da Fazenda do Salto; desce por aquela água até sua foz no ribeirão Três Pontes pelo qual desce até a sua foz no rio Camandocaia, foz que ocorre muito próximo à estação de Três pontes no ramal de Socorro da Companhia Mogiana de Estradas de Ferro, sobe pelo rio Camandocaia até a embocadeira do ribeirão do Pinhal, e por êste acima até a foz do ribeirão dos Limas e por êste até sua cabeceira sudoriental na Serra do Pantano.
5 - COM O MUNICÍPIO DE BRAGANÇA PAULISTA
Começa na cabeceira sudoriental do ribeirão dos Limas na serra do Pantano; segue por esta serra até a foz do córrego de J. Marinho no rio Jáguari.
6 - COM O MUNICÍPIO DE ITATIBA
Começa no rio Jáguari na foz do córrego de J. Marinho desce pelo rio Jáguari, até a foz do córrego da Divisa, que desemboca na margem direita do rio Jáguari cerca de 2 quilometros abaixo da ponte de J. Soares, no rio Jáguari.
7 - COM O MUNICÍPIO DE PEDREIRA
Começa no rio Jáguari na foz do córrego da Divisa foz esta que ocorre cerca de 2 quilometros abaixo da ponte de J. Soares, sôbre o rio Jáguari; sobe pelo córrego da Divisa até sua cabeceira; prossegue pelo contraforte fronteiro que deixa a direita, córrego Areia Branca e a esquerda o córrego da Fazenda de José Pedro até o alto da Areia Branca; vai dêsse pondo em reta Sul-Norte ao alto espigão-mestre entre as águas do rio Jáguari ao Sul e as do rio Camandocaia ao Norte e pelo espigão-mestre caminha até o tunel da Companhia Mogiana de Estradas de Ferro, situado entre as estações de Pedreira e de Coqueiros e, pelo espigão, ainda, ganha a cabeceira mais oriental do córrego da Fazenda Boa Vista, pelo qual desce até o rio Camandocaia e por êste abaixo até a foz do córrego da Fazenda Saint-Cloud onde tiveram inicio êstes limites.
b) DIVISAS INTERDISTRITAIS;
1 - ENTRE OS DISTRITOS DE AMPARO E ARCADAS
Começa no rio Camandocaia na foz do córrego da fazenda da Boa Vista, daí sobe pelo rio Camandocaia até a foz do córrego que vem do campo de Aviação de Amparo, daí sobe por êste córrego até sua cabeceira; vai em reta a foz do córrego da fazenda Fortaleza do córrego Cruz Descoberta, sobe pelo córrego da Fazenda Fortaleza até sua cabeceira mais meridional no espigão Jáguari-Camandocaia; segue por êste espigão até cruzar o contraforte entre as águas do ribeirão Entre Montes a esquerda e as do ribeirão da Vargem, à direita; continuar pelo contraforte referido até a reta de rumo Norte-Sul que vem do Alto da Areia Branca nas divisas do município de Pedreiras.

MUNICÍPIO DE ANALÂNDIA
(Instalado em 1897)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE SÃO CARLOS
Começa no divisor que deixa, à direita, as águas do ribeirão do Feijão, e, a esquerda, as do ribeirão Laraja Azeda e córrego do Macaco no ponto de cruzamento com o contraforte que morre na foz do córrego Visconde do Rio Claro no ribeirão do Feijão; segue pelo divisor até a cabeceira mais ocidental do ribeirão do Pantano; desce por êste até a foz do córrego da Fazenda Montes Claros.
2 - COM O MUNICÍPIO DE DESCALVADO
Começa na confluência do córrego da Fazenda Montes Claros no ribeirão do Pântano, e desce por êste até a barra do córrego Pinheirinhos, pelo qual sobe até sua cabeceira já no morro do Quadrão; Continua pelo alto do morro até a cabeceira mais ocidental do córrego da Fazenda Capão Alto.
3 - COM O MUNICÍPIO DE PIRAÇUNUNGA
Começa no alto do morro do Quadrão, na cabeceira mais ocidental do córrego da Fazenda Capão Alto, pelo qual desce até sua fóz no ribeirão Descaroçador; daí vai em reta ao tanque do  e prossegue por nova reta ao divisor entre as águas dos ribeirões Descaroçador e Arouca, no ponto de cruzamento com contraforte da margem esquerda do córrego Capim Fino.
4 - COM O MUNICÍPIO DE SANTA CRUZ DA CONCEIÇÃO
Começa no divisor entre os ribeirões Descaroçador e Arouca no ponto de cruzamento como contraforte da margem esquerda do córrego Capim Fino; segue por êste contraforte em demanda do ribeirão da colônia da Serrinha; continua pelo contraforte fronteiro, deixando a direita, as águas do córrego da colonia da Fazenda do Dr. Candido, ate o espigão entre as águas dos ribeirões Arouca e Moquem.
5 - COM O MUNICÍPIO DE CORUMBATAI
Começa no espigão entre as águas dos ribeirões do Arouca e Moquem, no ponto de cruzamento com o contraforte da margem direita do córrego da Colonia da Fazenda do Dr. Candido; continua pelo espigão até o morro Grande; continua pelo maciço do mesmo nome até a sua ponta mais ocidental; prossegue pelo contraforte que deixa, a direita, as águas do córrego da Taipas, e, a esquerda, as o córrego dos Emboabas até a foz do ribeirão da Barra no rio Corumbatai; sobe pelo ribeirão da Barra até a sua cabeceira mais meridional.
6 - COM O MUNICÍPIO DE ITIRAPINA
Começa na cabeceira mais meridional do ribeirão da Barra; vai dai em reta a foz do córrego da Fazenda Santa Rita, no ribeirão do Retiro; segue pelo contraforte fronteiro até o divisor entre as águas do ribeirão do Retiro e as do rio Corumbatai; continua por êste divisor até o espigão entre as águas do rio Corumbatai e ribeirão do Feijão; prossegue por êste até a cabeceira do córrego Visconde do Rio Claro; desce por êste até sua foz no ribeirão do Feijão, continua pelo contraforte fronteiro até o divisor entre as águas do ribeirão do Feijão, de um lado e as do ribeirão Laranja Azeda e córrego do Macaco do outro, onde tiveram inicio êstes limites.

MUNICÍPIO DE ANDRADINA
(Instalado em 1939)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE PEREIRA BARRETO
Começa no rio Tietê, na foz do ribeirão Anhumas, sobe por aquele até a foz do ribeirão Travessa Grande; sobe por êste ate a foz da água da União, que passa ao Sul da colonia da fazenda União.
2 - COM O MUNICÍPIO DE GUARAÇAI
Começa no ribeirão Travessa Grande, na foz da água da União, que passa ao Sul da colonia da fazenda União; sobe pela água da União ate sua cabeceira no divisor Travessa Grande-Três Irmãos ou Águatemi; dai, vai em reta a foz do córrego do Burro no ribeirão Três Irmãos ou Águatemi.
3 - COM O MUNICÍPIO DE MURUTINGA DO SUL
Começa no ribeirão Três Irmãos ou Águatemi na foz do córrego do Burro, pelo qual sobe até sua cabeceira; segue pelo divisor entre as águas do ribeirão Três Irmãos ou Águatemi, a esquerda, e as do córrego São Pedro, a direita, até cruzar com o espigão mestre Tiete-Feio ou Águapei; prossegue pelo espigão mestre em demanda da cabeceira do córrego Distrital, pelo qual desce ate sua foz no ribeirão do Moinho ou Abrigo; segue pelo contraforte fronteiro ate o espigão Moinho ou Abrigo-Feio ou Águapei; continua por êste espigão mestre ate a cabeceira do córrego Volta Grande, pelo qual desce até a foz do córrego Paráguaçu.
4 - COM O MUNICÍPIO DE GUARAÇAI
Começa no córrego Volta Grande, na foz do córrego Paráguaçu; desce pelo occrego Volta Grande ate sua foz no rio Feio ou Águapei.
5 - COM O MUNICÍPIO DE MONTE CASTELO
Começa no rio Feio ou Águapei, na foz do córrego Volta Grande; desce por aquele até a foz do córrego Pau d'Alho.
6 - COM O MUNICÍPIO DE CASTILHO
Começa no rio Feio ou Águapei, na foz do córrego Pau d'Alho; segue pelo contraforte fronteiro ate cruzar com o espigão Feio ou Águapei-Moinho ou Abrigo; continua por êste espigão em demanda da foz do córrego Primavera ou da Figueira, no ribeirão do Moinho ou Abrigo; vai, dai, em reta, ao quilometro 434 da (N.  O.  B.) Estrada de Ferro Noroêste do Brasil; dêsse ponto segue em reta a cabeceira meridional do ribeirão Anhumas, pelo qual desce até sua foz no rio Tiete, onde tiveram inicio êstes limites.
b) DIVISAS INTERDISTRITAIS
1 - ENTRE OS DISTRITOS DE ANDRADINA E NOVA INDEPENDÊNCIA
Começa na cabeceira mais setentriona do córrego Volta Grande, no espigão Feio ou Águapei-Moinho ou Abrigo; segue por êste espigão até cruzar com o contraforte que finda no ribeirão do Moinho ou Abrigo na foz do córrego Primavera ou da Figueira.

MUNICÍPIO DE ANGATUBA
(Instalado em 1887)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE ITATINGA
Começa onde o rio Jaru deságua no rio Santo Inácio e vai por êste acima ate a foz do córrego da Estiva tambem conhecido pelo nome de Potreiro do Lima.
2 - COM O MUNICÍPIO DE BOFETE
Começa no rio Santo Inácio, na foz do córrego da Estiva, ou do Potreiro do Lima e vai por êste acima ate sua cabeceira mais oriental; transpõe o espigão em demanda da nascente do galho mais ocidental do córrego do Capão Rico e por êste abaixo até o rio Jacú ou Jacuzinho, pelo qual desce ate a foz do córrego da Divisa e por êste acima ate sua cabeceira mais oriental.
3 - COM O MUNICÍPIO DE GUAREI
Começa no espigão divisor entre as águas do rio Jacú ou Jacuzinho, a Oêste, e as do rio Capivaraia a Lêste em frente a cabeceira mais orientala do córrego da Divisa prossegue pelo espigão em demanda da foz do ribeirão da Restinça Comprida, no rio Capivari; sobe por êste ate a foz do ribeirão Sargento e por êste acima ate a forquilha de suas cabeceiras principais; dai vai, em rumo ao morro da Conquista; procura a nascente do córrego dêsse nome e pelo córrego abaixo até o rio Guarei subindo por êste ate a foz do ribeirão Grande e por êste acima até sua cabeceira mais oriental; dai transpõem o espigão em demanda da cabeceira do galho do ribeirão Corrução, e galho êste que atravessa o bairro do ribeirão Grande e por ele desce até a foz do córrego Vassoural.
4 - COM O MUNICÍPIO DE ITAPETININGA
Começa na foz do córrego Vassoural no ribeirão da Corrução; desce por este até o rio Itapetininga, pelo qual desce até a fóz do córrego do Japão; sobe pelo córrego do Japão até sua cabeceira; segue pelo contraforte fronteiro entre o córrego Monjolinho, a direita, e os córregos Japãozinho e do Pinhalzinho, a esquerda, até cruzar com o espigão Itapetininga - Paranapanema; prossegue por este espigão até a cabeceira do ribeirão da Mata do Pereira ou do Veado Pardo, pelo qual desce até sua foz no ribeirão da Pescaria; desce por este ribeirão até sua fóz no rio Paranapanema.     
5 - COM O MUNICÍPIO DE BURI
Começa no rio Paranapanema, na foz do ribeirão da Pescaria; desce pelo rio Paranapanema até a foz do rio Apiai-Guaçu.
6 - COM O MUNICÍPIO DE PARANAPANEMA
Começa na foz do rio Apiai-Guaçu no rio Paranapanema; desce por êste até a foz do córrego Brejo; vai por êste acima até sua cabeceira mais setentrional; segue em demanda da cabeceira mais meridional do galho da esquerda da água das Pedras e por esta abaixo até sua foz no rio Jacú, e por êste o rio Santo Inácio, onde tiveram inicio êstes limites.

MUNICÍPIO DE ANHEMBÍ
(Instalado em 1891)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE BOTUCATU
Começa no córrego dos Dezêssete Ramos, na foz do córrego da Extrema, desce por aquele até o rio Alambari, e por êste até a foz do córrego J. Luiz, na margem esquerda; dai alcança o espigão da margem direita, do córrego dos Sete Guarantãs, prosseguindo pelo espigão até a foz do córrego dos Sete Guarantãs, no rio Tietê; desce por êste até a foz da água da fazenda Dois Córregos, subindo por êste até sua cabeceira mais setentrional, transpõe o espigão mestre entre os rios Tietê e Piracicaba, era demanda da cabeceira mais oriental do córrego da fazenda das Ondas Grandes, pelo qual desce até o rio Piracicaba.
2 - COM O MUNICÍPIO DE SÃO PEDRO
Começa no rio Piracicaba, na foz do córrego da fazenda Ondas Grandes, sobe por aquele até a foz do córrego Ronca.
3 - COM O MUNICÍPIO DE PIRACICABA
Começa no rio Piracicaba, na foz do córrego Ronca; sobe por êste até sua cabeceira mais oriental; transpõe o espigão mestre entre os rios Piracicaba e Tiete, em demanda da cabeceira mais oriental do ribeirão dos Pintos; desce por êste até o ribeirão dos Patos e por êste até o rio Tiete.
4 - COM O MUNICÍPIO DE CONCHAS
Começa no rio Tiete, na foz do ribeirão dos Patos; desce por aquele até a foz do rio do Peixe; sobe por êste até a foz da água do Vicentinho, primeiro afluente da margem esquerda abaixo da foz do córrego Armazem que desce da rodovia estadual.
5 - COM O MUNICÍPIO DE BOFETE
Começa no rio do Peixe, na foz da água do Vicentinho, primeiro afluente abaixo da foz do córrego do Armazem, que desce da rodovia estadual; sobe pela água do Vicentinha até sua cabeceira; vai em reta a cabeceira mais meridional do córrego Buracão, pelo qual desce até sua foz no ribeirão da Água Fria, foz esta que ocorre cerca de um quilometro abaixo da ponte dobre a Água Fria, na rodovia estadual; sobe eplo ribeirão da Água Fria até a foz do ribeirão dos Patos, e ainda por êste até sua cabeceira mais ocidental; segue em reta, a confluencia do córrego da Extrema no córrego dos Dezêssete Ramos, onde tiveram inicio êstes limites.
b) DIVISAS INTERDISTRITAIS
1 - ENTRE OS DISTRITOS DE ANHEMBI E PIRAMBOIA
Começa na ponte do Quinzote sôbre o rio Alambari, na estrada que vai a estação do mesmo nome; segue pelo contraforte fronteiro até o espigão que deixa a direita o córrego da fazenda Santa Cruz; segue por êste espigão até a cabeceira mais ocidentaç do córrego do Tomazinho; desce por êste até o ribeirão dos Remedios; desce por esta até a primeira ponte da antiga estrada que vai à vila de Anhembi, marginando aquele ribeirão e vai da pelo contraforte fronteiro, em demanda da cabeceira mais ocidental do córrego da Divisa, pelo qual desce até o rio do Peixe.

MUNICÍPIO DE ANHUMAS
(Criado em 1954)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE PIRAPOZINHO
Começa no ribeirão Anhumas, na foz do córrego Boa Vista; sobe pelo ribeirão Anhumas até a foz do córrego Onça, pelo qual sobe até sua cabeceira no espigão mestre Paranapanema-Santo Anastácio, segue pelo espigão mestre Paranapanema-Santo Anastácio até a cabeceira sudocidental do córrego Cai, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Santo Anastácio.
2 - COM O MUNICÍPIO DE REGENTE FEIJÓ
Começa no ribeirão Santo Anastácio, na foz do córrego Cai; sobe pelo ribeirão Santo Anastácio até sua cabeceira; segue pelo divisor entre as águas do ribeirão Anhumas, a direita, e as do ribeirão Laranja Doce, a esquerda, até a cabeceira do galho sudocidental do córrego da Paca ou Azul.
3 - COM O MUNICÍPIO DE TACIBA
Começa na cabeceira do galho sudocidental do córrego da Paca ou Azul; segue pelo divisor entre as águas do ribeirão Anhumas, a direita e as do ribeirçao Laranja Doce, a esquerda, até cruzar com o divisor Anhumas-Perdizes; prossegue por êste divisor em demanda da cabeceira setentrional do córrego Invernada, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Boa Vista; desce ainda, pelo ribeirão Boa Vista até sua foz no ribeirão Anhumas, onde tiveram início êstes limites.

MUNICÍPIO DE APARECIDA
(Instalado em 1929)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE GUARATINGUETÁ
Começa no rio Paraiba na foz do córrego do Rosario; desce pelo rio Paraíba ate a foz do ribeirão do Patim; segue em reta, a foz da água do Neves, no rio Paraiba; desce por êste ate o ponto distante cerca de 2.000 metros acima da foz do ribeirão de Guaratinguetá; vai dêsse ponto em reta, ao marco do quilometro 296 da Estrada de Ferro Central do Brasil e segue em reta até a foz do córrego dos Lemes no ribeirão dos Motas, sobe por êste até a foz do córrego dos Bicudos; continua pelo espigão intermediário entre êsses dois cursos e ganha o espigão que deixa a esquerda, o ribeirão São Gonçalo e a direita, o ribeirão dos Motas, pelo qual caminha até a Serra do Quebra Cangalha, pela qual segue até entroncar com a serra da Embira, que é o divisor entre as águas do rio do Peixe e as do ribeirão da Serra.
2 - COM O MUNICÍPIO DE LAGOINHA
Começa no alto da serra do Quebra Cangalha, no ponto de entroncamento com a serra da Embira, segue pela cumiada da serra do Quebra Cangalha que ai tem a denominação local de serra da Usina ou dos Forro até cruzar com o divisor entre os ribeirões do Macuco e da Serra.
3 - COM O MUNICÍPIO DE TAUBATÉ
Começa na serra do Quebra Cangalha no ponto de cruzamento com o divisor entre os ribeirões da Serra e dos Macucos, segue pela cumiada da serra do Quebra Cangalha, até a cabeceira do córrego Municipal.
4 - COM O MUNICÍPIO DE PINDAMONHAGABA
Começa no alto da serra do Quebra Cangalha na cabeceira do córrego Municipal, desde por êste até o córrego de J. H. Melo, pelo qual sobe até sua cabeceira no divisor entre as águas do rio Pirapitingui-Surdos em demanda da lagôa do ribeirão dos Surdos; desce pelo ribeirão dos Surdos até sua foz no rio Paraiba, pelo qual desce até a doz do córrego do Rosario, onde tiveram inicio êstes limites.
b) DIVISAS INTERDISTRITAIS
1 - ENTRE OS DISTRITOS DE APARECIDA E ROSEIRA
Começa no rio Paraiba, na foz do ribeirão do Veloso; continua pelo contraforte da margem esquerda dêste ribeirão até cruzar com o divisor entre as águas do rio Pirapitingui, à direita, e as do ribeirão dos Motas, à esquerda, segue por êste divisor até encontrar com a serra do Quebra Cangalha.

MUNICÍPIO DE APIAI
(Instalado em 1773)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE ITARARÉ
Começa na serra do Paranapiacaba, que tem ai o nome local de serra do Itarpirapuã, na cabeceira do rio Itapirapuã, que contraverte com o ribeirão Égua Morta; continua pela crista da serra até a serra do Bom Sucesso, pela qual continua até alcançar a serra denominada Campos do Chupim, pela qual segue em demanda do salto sôbre o rio Pirituba; desce por êste rio até a foz da água do Palmito Mole.
2 - COM O MUNICÍPIO DE ITAPEVA
Começa na foz da água do Palmito Mole, no rio Pirituba; prossegue pelo contraforte fronteiro até o divisor entre as águas dos rios Pirituba e Taquari-Guaçú; segue por êste divisor até entroncar com o divisor entre o ribeirão do Guedes e ribeirão Itaóca e rio Taquari-Guaçú.
3 - COM O MUNICÍPIO DE RIBEIRÃO BRANCO
Começa no divisor entre os rios Pirituba e Taquari-Guaçú, no ponto de cruzamento com o divisor entre as águas do ribeirão do Guedes, à esquerda. e as do ribeirão Itaóca, à direita; segue por êste divisor até o entroncamento do primeiro contraforte das águas do rio Preto; segue por êste contraforte em demanda do ponto de cruzamento no rio Preto, de uma reta E - O, que vem da foz do córrego das Pacas, no rio Taquari-Guaçú, e vai por esta reta, até a referia foz; sobe pelo rio Taquari-Guaçú até a foz do córrego Saival; sobe ainda por êste, até a sua cabeceira mais oriental; vai dai em reta, a cabeceira mais ocidental do ribeirão Areado; desce por êste até sua fo no rio Apiaí-Guaçú; sobe por êste até a foz do ribeirão Santa Rita; sobe por êste até sua cabeceira mais oriental no espigão Apiaí - Guaçú - São José do Guapiara; segue por êste espigão até cruzar com o contraforte que finda no rio São José do Guapiara, na foz do córrego do Terreiro.
4 - COM O MUNICÍPIO DE GUAPIARA
Começa no espigão Apiaí-Guaçú - São José do Guapiara, no ponto de cruzamento com o contraforte que finda na foz do córrego do Terreiro, no rio São José do Guapiara; prossegue por êste contraforte até a referida foz; sobe pelo córrego do Terreiro até sua cabeceira no espigão mestre Paranapanema - Ribeira de Iguape, espigão que a serra Paranapiacaba; segue por esta serra até a cabeceira do ribeirão da Campina.
5 - COM O MUNICÍPIO DE IPORANGA
Começa na serra do Paranapiacaba, que é o espigão mestre entre as águas do rio Paranapanema e Ribeira de Iguape, na cabeceira do ribeirão da Campina, pelo qual desce até sua foz no rio Pilões; desce por êste até o ribeirão Farto, pelo qual sobe até a cabeceira do seu braço ocidental, no divisor Pilões - Espírito Santo; prossegue por êste divisor até a cabeceira do córrego do Chapéu; desce por êste até o córrego Sumidouro e, por êste desce, até sua foz no ribeirão Espírito Santo; continua pelo contraforte fronteiro até o contraforte Espírito Santo - Iporanga; segue por êste contraforte até a cabeceira oriental do córrego da fazenda Cachimba; desce por êste córrego até o rio Iporanga, pelo qual sobe até o córrego até o rio Iporanga, pelo qual sobe até o córrego Paciência; sobe por êste até sua cabeceira no divisor Iporanga - Betari; continua por êste divisor até o alto Vargem Grande, que é o divisor da margem esquerda do rio Betarizinho; segue por êste divisor até o rio Betari, atravessa o rio e continua pela serra da Boa Vista que é o divisor da margem direita do ribeirão Passa Vinte, até cruzar com o divisor entre as águas do rio Betari, a esquerda e as do ribeirão Palmital e rio Gurutuba, a direita prossegue por êste divisor até o divisor que separa as águas do rio Gurutuba, a direita, e as do ribeirão Anta Gorda, a esquerda; continua por êste divisor em demanda da foz do rio São Sebastião no rio Ribeira de Iguape.
6 - COM O ESTADO DO PARANÁ
Começa no rio Ribeira de Iguape, na foz do rio São Sebastião; sobe pelas divisas com o Estado do Paraná, até a foz do ribeirão Panelas ou da Onça, no rio Ribeira do Iguape.
7 - COM O MUNICÍPIO DE RIBEIRA
Começa no rio Ribeira de Iguape, na foz de ribeirão Panelas ou da Onça; segue pelo contraforte entre as duas águas, até o divisor entre as águas do ribeirão Panelas ou da Onça e as do ribeirão Palmital continua por êste divisor até entroncar com o espigão Palmital - Tijucas; prossegue por êste espigão até o contraforte que deixa, à esquerda, o córrego Roseira; caminha por êste contraforte em demanda da ponde da estrada de rodagem que liga a cidade de Apiaí à Ribeira, sôbre o ribeirão do Tijuco; vai em reta ao ribeirão do Areado, na foz do córrego Limeira. continua pelo contraforte fronteiro até o espigão entre as águas dos ribeirões do Areado e das Lavras, a esquerda e as dos ribeirões Anta Macra e Palmeiras a direita; caminha por êste espigão em demanda do ribeirão Palmeirinhas, no ribeirão Palmeiras; dêste ponto vai, em reta ao rio Catas Altas, na foz do ribeirão Iguatemi; sobe pelo rio Catas Altas até o ribeirão dos Veados; sobe por êste até a foz do córrego Palmeirinhas; sobe por êste até sua cabeceira mais ocidental no divisor que separa as águas dos ribeirões dos Veados e Azedos, à esquerda e as dos córregos Barreirinho e Lagoinha, a direita; segue por êste divisor até entroncar com o divisor Azedo - Itapirapuã; prossegue por êste divisor em demanda da cabeceira do córrego Imbuia, pelo qual desce até sua foz no rio Itapirapuã, conhecido como ribeirão dos Macacos.
8 - COM O ESTADO DO PARANÁ
Começa no rio Itapirapuã, na foz do córrego Imbuia; segue pelas divisas com o Estado do Paraná, até a cabeceira do rio Itapirapuã, cabeceira que e contravertente do córrego Égua Morta, já na serra do Paranapiacaba, que ai tem o nome local de serra do Itapirapuã, onde tiveram inicio êstes limites.

b)
DIVISAS INTERDISTRITAIS

1 - ENTRE OS DISTRITOS DE APIAÍ E BARRA DO CHAPÉU
Começa no espigão entre as águas dos ribeirões Palmeiras, Anta Magra e o rio Catas Altas, a esquerda, e as dos ribeirões das Lavras, do Azedo e da Estiva, à direita, no ponto de cruzamento com o contraforte que morre no ribeirão de Azedo na foz do córrego Limeira; caminha por êste espigão até entroncar com o contraforte que morre na junção dos ribeirões Empossado e Areias; caminha por êste contraforte até a citada junção.
2 - ENTRE OS DISTRITOS DE APIAÍ E ARAÇAIBA
Começa na junção dos ribeirões Empossado e Areias; sobe pelo ribeirão Empossado até sua cabeceira no espigão Catas Altas - Apiaí-Guaçú; segue por êste espigão até a cabeceira do ribeirão do Fria e desce por êste até o ribeirão Pião, pelo qual desce até o rio Apiaí-Guaçú e por êste até a foz do ribeirão Santa Rita.
3 - ENTRE OS DISTRITOS DE APIAÍ E ITAÓCA
Começa na serra da Boa Vista, onde esta cruza como divisor que deixa, a direita, as águas do ribeirão Passa Vinte e, a esquerda, as do ribeirão Burutuba e rio Palmital; segue pela serra da Boa Vista em demanda da foz do ribeirão do Funil; no ribeirão Palmital; continua pelo contraforte fronteiro até o divisor entre os ribeirões Palmital e Tijuco ; segue por êste divisor até cruzar com o contraforte que finda na ponte da rodovia Apiaí-Ribeira, sôbre o ribeirão do Tijuco.
4 - ENTRE OS DISTRITOS DE ARAÇAIBA E BARRA DO CHAPÉU
Começa na junção dos ribeirões Empossado e Areias; segue pelo contraforte fronteiro até o divisor Catas Altas - Barra ou Bragança; prossegue por êste divisor até entroncar com o divisor Barra ou Bragança - Chapéu; continua por êste divisor em demanda da foz do córrego Chapeuzinho, no ribeirão do Chapéu; sobe por êste até o ribeirão João Cardoso, pelo qual sobe até a fóz do córrego Chuxeva; sobe ainda por êste até sua cabeceira na serra do Paranapiacaba; segue pela serra até entroncar com a serra do Bom Sucesso.

MUNICÍPIO DE ARAÇATUBA
(Instalado em 1922)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE PEREIRA BARRETO
Começa no ribeirão Água Fria, na foz do córrego Centenário; desce por aquele até sua foz no rio Tietê; segue por êste até o córrego do Osório; sobe por êste até o ponto onde é cortado pela reta de rumo Lêste-Oêste, que vem da foz do córrego Bonito no córrego das Cabras.
2 - COM O MUNICÍPIO DE AURIFLAMA
Começa no córrego do Osório no ponto onde é cortado pela reta Lêste-Oêste, que vem da foz do córrego Bonito no córrego das Cabras, dêste ponto pela reta a citada foz, donde segue por nova reta a foz do córrego do Coqueiro no ribeirão Barreiro, pelo qual sobe até a foz do córrego Tabocal, pelo qual sobe até sua cabeceira no divisor entre os ribeirões Barreiro-Cruzes, segue por êste divisor até a cabeceira do córrego da Morada pelo qual desce até o ribeirão das Cruzes, sobe por êste até o córrego da Barranca, pelo qual sobe até sua cabeceira no divisor Lambari-Cruzes, vai dai em reta ao ribeirão Lambari, na foz do córrego do Cateto.
3 - COM O MUNICÍPIO DE GENERAL SALGADO
Começa no ribeirão Lambari na foz do córrego do Cateto, dai vai em reta a foz do córrego da Divisa até sua cabeceira; dai vai em reta a cabeceira do córrego Tapera Queimada, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Aceita Cavalo e por êste abaixo até o ribeirão Macaúbas e por êste acima até a fóz do córrego do Retiro.
4 - COM O MUNICÍPIO DE GASTÃO VIDIGAL
Começa no ribeirão Macaúbas, na foz do córrego do Retiro, dai segue em reta a foz do ribeirão Mato Grossinho no ribeirão Mato Grosso.
5 - COM O MUNICÍPIO DE BURITAMA
Começa no ribeirão Mato Grosso, na foz do ribeirão Mato Grossinho, desce pelo ribeirão Mato Grosso até sua foz no rio Tietê, pelo qual sobe até a foz do ribeirão Báguaçú.
6 - COM O MUNICÍPIO DE BIRIGUI
Começa no rio Tietê na foz do ribeirão Báguaçú, pelo qual sobe até a foz do córrego Água Branca; sobe por êste até o córrego Barro Preto; sobe ainda por êste até sua cabeceira mais meridional. dai vai em reta, a foz do córrego Brotinho, no ribeirão Báguaçú, pelo qual sobe até a foz do córrego Eliseo.
7 - COM O MUNICÍPIO DE BILAC
Começa no ribeirão Báguaçú na foz do córrego Eliseo sobe por êste até sua cabeceira mais ocidental no espigão mestre entre os rios Tientê-Águapeí; segue pelo espigão mestre até a cabeceira mais setentrional do córrego Água Boa, pelo qual desce até sua foz no córrego da Boa Esperança ou do Barimetro.
8 -COM O MUNICÍPIO DE GUARARAPES
Começa no córrego da Boa Esperança ou de Perimetro, na foz do córrego Água Boa; sobe por aquele até sua cabeceira no espigão mestre Feio ou Águapeí-Tietê, segue pelo espigão mestre até a cabeceira mais meridional do córrego Jacutinga ou Santa Bárbara, que fica na contravertente, desce por êste até o córrego da Divisa e por êste abaixo até o córrego Azul, pelo qual sobe até a fóz do córrego da Fazenda de Vicente Roque; sobe por êste até sua cabeceira no divisor Azul- Aracanguá, segue por êste divisor até a cabeceira do córrego Corredeira, pelo qual desce até o ribeirão Aracanguá; desce por êste até a foz do córrego Areia Branca, pelo qual sobe até o córrego Urú; sobe ainda por êste até sua cabeceira; dai vai, em reta a foz do córrego Contravertente ou Vazante, no ribeirão Jacaré-Catinga.
9 - COM O MUNICÍPIO DE VALPARAISO
Começa na foz do córrego Contravertente ou Vazante no ribeirão Jacaré-Catinga; desce pelo ribeirão Jacaré-Catinga, até a ponte da estrada que vem do povoado de Silvânia, dai vai em reta em direção da foz do córrego Centenário no ribeirão Água Fria; segue por esta reta até o ponto onde corta o espigão Água Fria-Jacaré-Catinga.
10 - COM O MUNICÍPIO DE LAVÍNIA
Começa no espigão  Água Fria-Jacaré-Catinga, no ponto onde é cortado pela reta que liga a foz do córrego Centenário no ribeirão Água Fria a ponte da estra que vem de Silvania sôbre o ribeirão Jacaré-Catinga; segue por êste alinhamento até a foz do córrego Centenário no ribeirão Água Fria onde tiverem inicio êstes limites.

b)
DIVISAS INTERDISTRITAIS

1 - ENTRE OS DISTRITOS DE ARAÇATUBA E MAJOR PRADO
Começa no rio Tietê, na foz do córrego do Osório; sobe pelo rio Tietê até a foz do ribeirão Mato Grosso.

MUNICÍPIO DE ARAÇOIABA DA SERRA
(Instalado em 1857)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE TATUÍ
Começa na foz do rio Alambari, no rio Sarapui, e desce por êste até a foz do ribeirão Ipero.
2 - COM O MUNICÍPIO DE BOITUVA
Começa no rio Sarapui, onde deságua o ribeirão Iperó; sobe por êste até a foz do córrego Lindeiro, pelo qual sobe até sua cabeceira no divisor Ipero - Capuava; segue por êste divisor até a cabeceira do córrego Municipal; desce por êste até o córrego Capuava ou Capuavinha, pelo qual desce até o rio Sorocaba; sobe por êste até a foz do córrego Anhanguera.
3 - COM O MUNICÍPIO DE PORTO FELIZ
Começa no rio Sorocaba, na foz do córrego Anhanguera; sobe pelo rio Sorocaba até a foz do ribeirão Indaiatuba.
4 - COM O MUNICÍPIO DE SOROCABA
Começa no rio Sorocaba, na foz do ribeirão Indaiatuba; vai pelo rio Sorocaba acima até a foz do córrego da Olaria, pelo qual sobe até sua cabeceira sudocidental no divisor Sorocaba -Ipanema; vai em reta a foz do córrego Municipal, no rio Ipanema; sobe pelo rio Ipanema até a confluência do ribeirão do Lajeado; prossegue pelo contraforte entre o rio Ipanema, a esquerda, e o ribeirão do Lajeado, a direita, até cruzar com o divisor Lajeado - Pirapora.
5 - COM O MUNICÍPIO DE SALTO DO PIRAPORA
Começa no divisor Lajeado - Pirapora, no ponto de cruzamento com o contraforte que separa as águas do ribeirão Lajeado das do rio Ipanema; continua pelo divisor entre as águas do ribeirão Lajeado e as do rio Pirapora até o contraforte que deixa, a direita, o córrego do Barulho; prossegue por êste contraforte em demanda da foz do córrego do Barulho no rio Pirapora e por êste abaixo até sua foz no rio Sarapuí.
6 - COM O MUNICÍPIO DE SARAPUI
Começa na foz do rio Sarapui, no rio Pirapora e vai por aquele abaixo até a foz do ribeirão da Divisa ou Duvida.
7 - COM O MUNICÍPIO DE ITAPETININGA
Começa na foz do ribeirão da Divisa ou Duvida, no rio Sarapui, e vai por êste abaixo até a foz do rio Alambari, onde tiveram inicio êstes limites.

b)
DIVISAS INTERDISTRITAIS

1 - ENTRE OS DISTRITOS DE ARAÇOIABA DA SERRA E CAPELA DO ALTO
Começa no rio Sarapui, na foz do córrego da Passagem ou Restinga, pelo qual sobe até sua cabeceira no divisor Sarapui - Iperó; alcança na contravertente a cabeceira do ribeirão Capanema, pelo qual desce até o ribeirão Iparó-Mirim, pelo qual desce ate sua foz no rio Iperó; desce pelo rio Iperó até a foz do córrego Araçatuba; segue pelo contraforte fronteiro que deixa a direita as águas do córrego Araçatuba até cruzar com o divisor Iperó - Sorocaba.
2 - ENTRE OS DISTRITOS DE ARAÇOIABA DA SERRA E BACAITAVA (EX-VARNHAGEM)
Começa no divisor Iperó - Sorocaba, no ponto de cruzamento com o contraforte da margem direita do córrego Araçatuba; segue pelo divisor Iperó - Sorocaba até cruzar com o contraforte que separa as águas do ribeirão de Ferro, a esquerda, e as do ribeirão do Inácio, à direita; segue por êste contraforte em demanda da cabeceira do córrego Distrital, pelo qual desce até o ribeirão Inácio; desce por êste até sua foz no ribeirão Verde; continua pelo contraforte fronteiro até o divisor Verde - Ipanema; prossegue por êste divisor até a cabeceira do córrego Araçoiaba, pelo qual desce até sua foz no rio Ipanema.
3 - ENTRE OS DISTRITOS DE CAPELA DO ALTO E BACAITAVA (EX-VARNHAGEM)
Começa no ribeirão Capuava, na foz do córrego Municipal; sobe pelo ribeirão Capuava até sua cabeceira; continua pelo divisor entre as águas do rio Iperó, a direita e as do rio Sorocaba, a esquerda, até cruzar com o divisor da margem esquerda do córrego Araçatuba.

MUNICÍPIO DE ARARAQUARA
(Instalado em 1833)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE NOVA EUROPA
Começa no rio Jacaré-Guaçú, na foz do córrego Meia Légua; prossegue pelo contraforte que deixa, a direta, o córrego Meia Légua, até o espigão divisor dos rios Jacaré-Guaçú e Itaquere, pelo qual caminha em demanda da foz do córrego Bonito, no ribeirão Itaquere e por êste sobe até a foz do córrego da fazenda Água Sumida.
2 - COM O MUNICÍPIO DE MATÃO
Começa no rio Itaquerê na foz do córrego da fazenda Água Sumida, sobe por aquele até a foz do córrego da Fazenda Santa Antonieta, continua pelo contraforte entre as duas águas, até o espigão mestre entre as águas do rio Itaquere e ribeirão Monte Alegre e por êste caminha em demanda da cabeceira do córrego Colônia da Fazenda São Joaquim; desce por êste até sua foz no ribeirão Monte Alegre; vai desta foz em reta a cabeceira mais meridional do córrego da Colônia da Fazenda Guarantã, e por êste desce até o córrego da Ponte, e ainda por êste até o ribeirão Lajeado, pelo qual continua até a foz do córrego do Luciano.
3 - COM O MUNICÍPIO DE GUARIBA
Começa no ribeirão Lajeado na foz do córrego do Luciano e por aquele desce até sua foz no rio Moji-Guaçú, sobe por êste até a foz do córrego Guarani.
4 - COM O MUNICÍPIO DE RIBEIRÃO PRETO
Começa no rio Moji-Guaçú, na foz do córrego Guarani; sobe por aquele até a foz do ribeirão das Almas.
5 - COM O MUNICÍPIO DE RINCÃO
Começa no rio Moji-Guaçú, na foz do ribeirão das Almas pelo qual sobe até sua nascente de onde vai em reta a nascente do córrego Desbarrancado, cortando o ribeirão Rincão; desce pelo córrego Desbarrancado até sua foz no ribeirão Rancho Queimado e por êste abaixo até a foz do córrego Fundo, pelo qual sobe a ponte da Companhia Paulista de Estradas de Ferro; dai, vai em reta a foz do pequeno córrego do Lenheiro, de Francisco Greco, no ribeirão da Anhumas e, por outra reta vai atravessando o ribeirão das Cabaceiras, à cabeceira do córrego do Mosquito, seguindo dai, em reta de rumo SO 57º 40' até o ribeirão das Guabirobas.
6 - COM O MUNICÍPIO DE SÃO CARLOS
Começa no ribeirão Guabirobas no ponto onde é corado pela reta de rumo SO 57º 40', que vem da cabeceira do córrego do Mosquito; sobe pelo ribeirão Guabirobas até sua cabeceira mais meridional e vai em reta a cabeceira mais setentrional do córrego de J. Brigolara e por êste desce até o ribeirão das Cabaceiras; sobe por êste até o córrego José Ribeiro; vai desta foz em reta a foz do córrego Salvador Martins; no ribeirão das Cabaceiras e por êste acima até a foz do córrego Olhos d'Água.
7 - COM O MUNICÍPIO DE IBATÉ
Começa no córrego das Cabaceiras na foz do córrego Olhas d'Água; sobe êste até sua cabeceira mais meridional no divisor Cabaceiras-Anhumas continua por êste divisor até o divisor Anhumas-Chibarro; segue por êste divisor ate o contraforte que finda na foz do córrego da Varzea, no rio Chibarro; prossegue por êsse contraforte até a citada fóz; sobe pelo córrego da Varzea ate sua nascente; alcança em reta os trilhos da Companhia Paulista de Estradas de Ferro, no macro do Km. 228 da sua linha tronco, cerca de dois quilômetros a oeste da estação de Tamio; e daí, vai em reta, a nascente do córrego Dobrado, pelo qual desce até sua fóz no ribierão Corrente; prossegue pelo contraforte fronteiro até o divisor entre as águas dêste e as do rio Jacaré-Guaçú; segue por êste divisor até a cabeceira mais oriental do ribeirão Laranjal, pelo qual desce até o rio Jacaré-Guaçú.
8 - COM O MUNICÍPIO DE RIBEIRÃO BONITO
Começa no rio Jacaré-Guaçú, e, na foz do ribeirão Laranjal; desce por aquele ate a foz do córrego do Ipê.
9 - COM O MUNICÍPIO DE BOA ESPERANÇA DO SUL
Começa no rio Jacare-Guaçú, na foz do córrego Ipê, desce por aquele até a foz do córrego Meia Legua onde tiveram inicio êstes limites.
b) DIVISAS INTERDISTRITAIS
1 - ENTRE OS DISTRITOS DE AMERICO BRASILIENSE E SANTA LUCIA
Começa na nascente do córrego da Fazenda Santa Isabel; vai em reta, a nascente de Oêste do córrego Contendas, galga o alto do espigão que deixa, a têste, as águas do ribeirão das Anhumas e, a Oêste, as do ribeirão Rancho Queimado, pelo qual segue ate encontrar o espigão que deixa, a direita, o córrego da Fazenda Santa Maria, e, a esquerda, as águas do córrego da Fazenda Monte Verde; segue por êste espigão ate a foz do córrego do Monjolinho, no ribeirão Cruzeiro, pelo qual desce ate sua foz no ribeirão das Anhumas e dessa foz vai em reta a foz do córrego Engenho Velho, no ribeiro das Cabaceiras e, dai, por outra reta a nascente do ribeirão Guabirobas.
2 - ENTRE OS DISTRITOS DE AMERICO BRASILIENSE E ARARAQUARA
Começa no ribeirão das Cabaceiras, na foz do córrego dos Portugueses; segue em reta a foz do córrego do Espraiado, no ribeirão das Anhumas, pelo qual sobe até encontrar a reta de rumo Oêste-Lêste que vem da junção dos córregos do Bom Retiro e do Paulino, e dai por esta reta a foz do córrego do Bom Retiro no córrego do Paulino; continua pelo espigão intermediario dêsses dois cursos até cruzar com o espigão que deixa a direita, as águas dos ribeirões Cruzeiro e Rancho Queimando, e, a esquerda as dos ribeirões do Ouro e das Cruzes; caminha por êste último divisor indo até a nascente do córrego da Fazenda Santa Izabel.
3 - ENTRE OS DISTRITOS DE ARARAQUARA E GAVIÃO PEIXOTO
Começa no rio Jacaré-Guaçú, na foz do córrego do Tanque; caminha pelo contraforte entre as águas dêste e as do ribeirão da Mulado, até o divisor Itaquerê-Jacaré-Guaçú.
4 - ENTRE OS DISTRITOS DE ARARAQUARA E BUENO DE ANDRADA
Começa no divisor entre as águas dos rios Jacaré-Guaçú e Itaquere, no ponto de cruzamento do contraforte entre as águas dos córregos da Mulada e do Tanque possegue pelo divisor até alcançar a ponta dos trilhos do ramal dos lenheiros; segue pelo eixo da linha ferrea até a Guarita; dai, vai em reta a cabeceira do córrego da Trela, e por êste abaixo até a foz do córrego do Boi.
5 - ENTRE OS DISTRITOS DE ARARAQUARA E SANTA LUCIA
Começa na foz do córrego do Boi, no córrego da Trela; vai a rumo em demanda da nascente do córrego Cabreuva e, dai em reta a nascente do córrego da Fazenda Santa Izabel.
6 - ENTRE OS DISTRITOS DE BUENO DE ANDRADA E MOTUCA
Começa no ribeirão Lajeado, na foz do córrego Passa Cinco; vai, vai, em reta, a foz do córrego da Fazendo Capão Bonito, no ribeirão Monte Alegre; continua pelo contraforte que deixa a direita as águas do córrego Baqueirão, e a esqueda as do córrego da Fazenda Namura, indo até a nascente do ribeirão das Almas.
7 - ENTRE OS DISTRITOS DE BUENO DE ANDRADA E SANTA LUCIA
Começa na nascente do córrego Desbarrancado, vai, dai, pelo divisor Rincão-Rancho Queimando, a foz do córrego do Boi, no ribeirão do Rancho Queimado, sobe por aquele até a foz do córrego da Trela.

MUNICÍPIO DE ARARAS
(Instalado em 1873)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE RIO CLARO
Começa no espigão mestre Piracicaba - Moji-Guaçu, no entroncamento com o divisor entre o ribeirão Santa Gertrudes e o córrego Ibitinga; segue pelo espigão mestre e seu prolongamento até a foz do córrego Monte Alegre, no córrego do Jacú, cabeceira do ribeirão Roque.
2 - COM O MUNICÍPIO DE LEME
Começa na foz do córrego Monte Alegre, no córrego do Jacú; sobe por êste até sua cabeceira mais oriental; ganha o espigão, deixando ao Norte as cabeceiras do ribeirão da Invernada, até alcançar a cabeceira mais ocidental do córrego da fazenda São Bento. desce por êste até a foz do córrego da colonia da Sesmaria; sobe por êste até sua cabeceira mais meridional; dirige-se a seguir ao espigão que deixa, ao Norte, as águas do ribeirão do Meio, e, ao Sul, as do ribeirão das Araras, pelo qual segue ate alcançar o espigão que deixa, a direita as águas dêste ultimo ribeirão, e à esquerda, as do córrego Rio das Pedras, espigão pelo qual continua até frontear a cabeceira mais ocidental do córrego do Rio das Pedras pelo qual desce até o rio Moji-Guaçu; sôbre por êste até o foz do córrego do Retiro da Cascata.
3 - COM O MUNICÍPIO DE MOJI-GUAÇU
Começa no rio Moji-Guaçu, na foz do córrego do Retiro da Cascata; sobe pelo rio Moji-Guaçu até a foz do córrego Corta-Rabicho ou Serra Velha.
4 - COM O MUNICÍPIO DE CONCHAL
Começa no rio Moji-Guaçu, na foz do córrego Corta Rabicho ou Serra Velha; sobe por êste ate sua cabeceira sudoriental; segue em reta a foz do ribeirão do Pantano no ribeirão do Cerrado e dai, por nova reta, a foz do córrego do Barbosa, no ribeirão do Ferraz, pelo qual sobe até a foz do ribeirão da Guaiquira.
5 - COM O MUNICÍPIO DE ARTUR NOGUEIRA
Começa no ribeirão do Pinhal na foz do ribeirão da Guaiquira; sobe por aquele ate a foz do córrego Bom Jesus, pelo qual sobe até a sua cabeceira mais ocidental ao espigão mestre Piracicaba - Moji-Guaçu.
6 - COM O MUNICÍPIO DE LIMEIRA
Começa no espigão mestre Moji-Guaçu - Piracicaba na cabeceira mais ocidental do córrego Bom Jesus; segue pelo espigão mestre ate a cabeceira do córrego da fazenda São Jeronimo.
7 - COM O MUNICÍPIO DE CORDEIROPOLIS
Começa no espigão mestre Moji-Guaçu - Piracicaba na cabeceira do córrego da fazenda São Jeronimo; segue pelo espigão mestre até o divisor entre as águas dos ribeirões Santa Gertrudes e Tatu.
8 - COM O MUNICIPIA DE SANTA GERTRUDES
Começa no espigão mestre Moji-Guaçu - Piracicaba, no ponto de entroncamento com o divisor entre os ribeirões Tatu e Santa Gertrudes, segue pelo espigão mestre até o córrego entre o ribeirão Santa Gertrudes e córrego Ibitinga, onde tiveram início êstes limites.

MUNICÍPIO DE AREALVA
(Instalado em 1948)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE REGINOPOLIS
Começa no pião divisor do córrego Boa Vista, ribeirão Clavinote e Rio Claro, segue pelo entre as águas do rio Claro à direita, e as do ribeirão Clavinote e água da Rosa, à esquerda, até a cabeceira mais ocidental da agua do Meio.
2 - COM O MUNICÍPIO DE IACANGA
Começa no espigão entre as águas do ribeirão Clavinote e água da Rosa de um lado, e as do rio Claro, do outro lado na cabeceira mais ocidental da água do Meio pelo qual desce ate sua foz no rio Clarom desce pelo rio Claro ate a foz do córrego Jacuta; segue pelo contraforte fronteiro que deixa a direita as águas do córrego Jacuba ate o divisor Claro-Tietê; prossegue por êste divisor ate a cabeceira do córrego Santa Clara pelo qual desce até sua foz no rio Tietê.
3 - COM O MUNICÍPIO DE ITAJÚ
Começa no rio Tietê na foz do córrego Santa Clara sobe pelo rio ate a foz do ribeirão Boa Vista de cima.
4 - COM O MUNICÍPIO DE BARIRI
Começa no rio Tietê na foz do ribeirão Boa Vista de cima; sobe pelo rio Tietê ate a foz do ribeirão do Veado.
5 - COM O MUNICÍPIO DE PEDERNEIRAS
Começa no rio Tietê, na foz do ribeirão do Veado, sobe por êste ate sua cabeceira mais ocidental no divisor da margem esquerda do córrego Faxinal; segue por êste divisor até o espigão Água Parada-Tietê.
6 - COM O MUNICÍPIO DE BAURU
Começa no espigão entre as águas do rio Batalha e Tietê, no ponto de cruzamento com o divisor da margem esquerda do córrego Faxinal; segue pelo espigão Tietê-Água Parada até o pião divisor do córrego Boa Vista, ribeirão Clavinete e rio Claro, onde tiveram inicio êstes limites.
b) DIVISAS INTERDISTRITAIS
1 - ENTRE OS DISTRITOS DE AREALVA E JACUBA
Começa no espigão Água Parada-Tietê, no ponto de cruzamento com o divisor entre o ribeirão Bonito, a esquerda e os ribeirões do Veado e Pirapitinga, a direita segue por êste divisor ate cruzar com o contraforte que deixa a esquerda a água Angico; continua por êste contraforte em demanda da foz do córrego Estiva no ribeirão Bonito; prossegue pelo contraforte fronteiro, que deixa a esquerda o córrego Estiva ate o divisor Claro-Tietê; continua por êste divisor até cruzar com o contraforte da margem direita do córrego Jacuba, segue por êste contraforte até o divisor entre as águas do rio Claro a esquerda e as do ribeirão Soturna a direita.

MUNICÍPIO DE AREIAS
(Instalado em 1817)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE QUELUZ
Começa no rio Itagaciba, na foz do córrego São Braz; pelo qual sobe até sua cabeceira mais oriental; prossegue pelo divisor entre as águas do rio Paraiba, a esquerda e as do rio Itagaciba, a direita, ate atingir o divisor dos rios Paraiba e Vermelho , que tem os nomes locais de Serrote e Morro da Fortaleza, e por êste divisor continua ate a cabeceira do primeiro córrego que deságua abaixo da povoação do Salto, e por êste abaixo até o rio Paraiba.
2 - COM O ESTADO DO RIO DE JANEIRO
Começa no rio Paraiba, na foz do primeiro córrego que deságua abaixo da povoação do Salto; segue pelas divisas com o Estado do Rio de Janeiro, até a cabeceira mais ao Norte do córrego da Estrada.
3 - COM O MUNICÍPIO DE SÃO JOSÉ DO BARREIRO
Começa no divisor que deixa, a esquerda, as águas do ribeirão de Santana e, a direita, as do ribeirão Vermelho, na cabeceira mais ao Norte do córrego da Estrada; segue por êste divisor até o divisor do morro Frio; continua por êste divisor ate entroncar com o contraforte que morre no ribeirão de Santana, na foz do córrego da Pedra Branca; segue por êste contraforte até a citada foz; sobe pelo ribeirão Santana até sua cabeceira na serra da Bocaina; cabeceira que contraverte com a do córrego da Vargem do Inácio; segue pela serra da Bocaina, passando pelos altos do Campestre e da Vaca Branca até cruzar com o espigão entre as águas dos rios Afambucaba e do Veado a esquerda, e rio Paraitinga, a direita; continua por êste espigão, passando pelo morro da Boa Vista, moro do Encantado e Alto do Segredo, até a cabeceira mais oriental do ribeirão da Estiva; desce por êste ribeirão até sua foz no rio Paraitinga.
4 - COM O MUNICÍPIO DE CUNHA
Começa no rio Paraitinga, na foz do ribeirão da Estiva; sobe por aquele até a foz do córrego das Pedras pelo qual sobe até sua cabeceira; continua pelo espigão que deixa, a direita, as águas dos córregos do Cança Cavalo e do Saci, até a cabeceira do córrego Curral Velho.
5 - COM O MUNICÍPIO DE SILVEIRAS
Começa no alto do espigão chamado dos Macaquinhos na cabeceira do córrego Curral Velho; desce por êste ate o ribeirão dos Cachos; segue em reta, a cabeceira do rio Paraitinga; alcança o espigão mestre Paraiba-Paraitinga e prossegue por êste espigão mestre até frontear a cabeceira mais meridional do ribeirão Tameirão, e por êste abaixo até o rio Itagaçaba, e por êste ainda ate a foz do córrego São Braz, onde tiveram inicio êstes limites.

MUNICÍPIO DE ARIRANHA
(Instalado em 1919)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE CATANDUVA
Começa no espigão mestre São Domingos-Onça, no ponto de cruzamento com o divisor entre as águas do ribeirão águas Claras, a esquerda, e as do córrego Boa Vista do Generoso, a direita; segue por êste divisor ate a cabeceira sudocidental do córrego Laranjal pelo qual desce ate sua foz no ribeirão da Onça.
2 - COM O MUNICÍPIO DE PARAÍSO
Começa no ribeirão da ONça na foz do córrego Laranjal; sobe pelo ribeirão da Onça e a foz do córrego Cachoeirinha.
3 - COM O MUNICÍPIO DE PIRANGI
Começa no ribeirão da Onça, na foz do córrego Cachoeirinha, sobe por aquele ate a foz do ribeirão dos Queirozes.
4 - COM O MUNICÍPIO DE MONTE ALTO
Começa no ribeirão da Onça, na foz do ribeirão dos Queirozes, sobe pelo ribeirão da Onça até a foz do córrego dos Mendes.
5 - COM O MUNICÍPIO DE FERNANDO PRESTES
Começa no ribeirão da Onça, na foz do córrego dos Mendes, pelo qual sobe até a foz do córrego Congonhas e por êste acima ate sua cabeceira no espigão entre as águas nos córrego Clima e Lenos.
6 - COM O MUNICÍPIO DE SANTA ADÉLIA
Começa na cabeceira do córrego Congonhas no espigão entre as águas do córrego Cunha ao Sul e o ribeirão dos Leites ao Norte, segue pelo espigão até a cabeceira ao córrego do Cedro pelo qual desce ate o córrego Cocais e por êste ate o córrego dos Motas, formadores do ribeirão dos Leites, sobe pelo córrego dos Motas até sua cabeceira mais noricidental, procura a cabeceira Vista, que fica na contravertente e desce por êste até sua fóz no córrego dos Limas e por êste até a confluência com o córrego da Boa Esperança.
7 - COM O MUNICÍPIO DE PINDORAMA
Começa na confluência do córrego dos Limas com o córrego da Boa Esperança; desce por aquele ate a foz do córrego da Figueira; continua pelo contraforte que deixa, a direita, as águas dêste ultimo, e a esquerda as do córrego Araras, ate encontrar o espigão mestre São Domingos-Onça, pelo qual avança ate a cabeceira do córrego Veado, pelo qual desce ate o córrego da Fazendinha, sobe por êste ate sua cabeceira no espigão mestre São Domingos-Onça; segue pelo espigão mestre até entroncar com o divisor entre as águas do ribeirão Águas Claras e as do córrego Boa Vista do Generoso, onde tiveram inicio êstes limites.
b) DIVISAS INTERDISTRITAIS
1 - ENTRE OS DISTRITOS DE ARIRANHA E JAGUATEI
Começa no ribeirão da Onça, na foz do córrego Palmital, pelo qual sobe ate sua cabeceira no divisor entre as águas do córrego Boa Vista do Generoso, a direita, e as do córrego Ariranha, a esquerda; segue por êste divisor ate a cabeceira nororiental do córrego Boa Vista do Generoso, pelo qual desce até a foz do córrego do Veado, pelo qual sobe até a foz do córrego da Fazendinha.

MUNICÍPIO DE ARTHUR NOGUEIRA
(Criado em 1948)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE LIMEIRA
Começa na cabeceira mais ocidental do córrego Pinheirinho; continua pelo espigão que deixa, a direita, as águas do ribeirão Três Barras e, à esquerda, as do ribeirão Pinhal até o contraforte da margem esquerda do córrego do Barreiro; segue por êste contraforte até a foz do córrego da fazenda do J. Sampaio no córrego do Barreiro; sobe por aquele até sua cabeceira mais sententrional no espigão-mestre Piracicaba-Mogi-Guaçu; segue pelo espigão mestre até a cabeceira mais ocidental do córrego Bom Jesus.
2 - COM O MUNICÍPIO DE ARARAS
Começa no espigão-mestre Piracicaba-Moji-Guaçu, na cabeceira mais ocidental do córrego Bom Jesus; desce por êste ate sua foz no rio ribeirão do Pinhal, pelo qual desce ate a foz do ribeirão da Guaiquica.
3 - COM O MUNICÍPIO DE CONCHAL
Começa na confluência do ribeirão do Pinhal e córrego Guaquica, formadores do ribeirão do Ferraz; segue pelo espigão que deixa, a esquerda, as águas do córrego da Barra, até a foz do córrego do Coxim no córrego da Barra; sobe pelo córrego do Coxim até a ponte da estrada de rodagem que da cidade de Moji-Mirim vai a cidade de Limeira.
4 - COM O MUNICÍPIO DE MOJI-MIRIM
Começa na ponte do córrego do Coxim na estrada de rodagem de Moji-Mirim, vai a cidade de Limeira; continua pelo contraforte fronteiro até o divisor da margem esquerda do córrego do Coxim; segue por êste divisor ate o seu cruzamento com o divisor que deixa, a esquerda as águas dos ribeirões Pederneiras e da Vatinga e, a direita, as do ribeirão Boa Vista; prossegue por êste divisor até o divisor que deixa, a direita, as águas do ribeirão Boa Vista até a cabeceira norocidental do córrego de Manuel Dias, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Pirapitingui.
5 - COM O MUNICÍPIO DE SANTO ANTONIO DE POSSE
Começa no ribeirão Pirapitingui na foz do córrego de Manuel Dias; segue pelo contraforte fronteiro que deixa a direita, as águas do córrego Quatá ou Estiva até o divisor entre as águas do ribeirão Pirapitinguí, a direita, e as do ribeirão da Ressaca, a esquerda; continua por êste divisor até cruzar com o divisor Ressaca-Cachoeira.
6 - COM O MUNICÍPIO DE JAGUARIUNA
Começa no divisor entre o ribeirão Pirapitingui, a direita, e os ribeirões da Ressaca e da Cachoeira, a esquerda, no ponto de cruzamento com o divisor Ressaca-Cachoeira; segue pelo primeiro divisor até entroncar co o contraforte entre o ribeirão da Cachoeira a esquerda e o córrego João Paulino, a direita segue por êste contraforte até a foz dêste córrego no ribeirão da Cachoeira, pelo qual desce até a foz do córrego do Boldim, Cemitério ou Capela.
7 - COM O MUNICÍPIO DE COSMOPOLIS
Começa no ribeirão da Cachoeira, na foz do córrego do Baldim, Cemiterio ou Capela; sobe por êste até sua cabeceira; ganha a cabeceira ocidental do córrego Socegã ou Jacinto e por êste desce ao rio Pirapitingui; sobe até a foz da grota de Manuel Guimaro, pela qual sobe até a sua cabeceira; segue em reta ao quilometro 41 da estrada de rodagem que liga Artur Nogueira a Cosmopolis; segue ainda por nova reta a foz do córrego Sitio Novo no ribeirão Montolo Grande; sobe por êste até a boca do córrego Pinheirinho e por êste acima até sua cabeceira mais ocidental, no espigão Três Barras- Pinhal, onde tiveram inicio êstes limites.

MUNICÍPIO DE ASSIZ
(Instalado em 1918)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE MARACAI
Começa no ribeirão do Bugio, na foz do córrego do Bugizinho; sobe pelo ribeirão do Bugio ou Anhuminhas até sua cabeceira; continua pelo divisor entre as águas do rio Capivara e ribeirão do Cervo, a esquerda e as do ribeirão Dourado, a direito, até a cabeceira do córrego Cambe ou Catato pelo qual desce até o ribeirão do Cervo e por êste acima até a foz do córrego Tempestade pelo qual sobe até sua cabeceira, vai dai, em reta a cabeceira do córrego do Aioro, pelo qual desce até o ribeirão das Antas e por êste ainda até a foz do córrego Campo Bonito.
2 - COM O MUNICÍPIO DE PARÁGUAÇÚ PAULISTA
Começa no ribeirão das Antas na foz do córrego Campo Bonito; continua pelo divisor que contorna as cabeceira do córrego do Retiro, indo a cabeceira mais meridional do córrego Mobura pelo qual desce até o rio Capivara.
3 - COM O MUNICÍPIO DE LUTÉCIA
Começa no rio Capivara na foz do córrego Mombuca; sobe pelo rio Capivara ate a foz do ribeirão São Bartolomeu; sobe por êste ate a foz do córrego do Espraiado.
4 - COM O MUNICÍPIO DE ECHAPORÃ
Começa no ribeirão São Bartolomeu na foz do córrego do Espraiado; sobe pelo ribeirão São Bartolomeu até sua cabeceira mais oriental, conhecida como água do Tanquinho, no divisor Pirapitinga - Taquaral.
5 - COM O MUNICÍPIO DE PLATINA
Começa no divisor Pirapitinga-Taquaral, na cabeceira mais oriental do ribeirão São Bartolomeu, conhecida como água do Tanquinho; ganha pelo divisor a cabeceira da água do Café; desce por esta e pelo ribeirão Pirapitinga, até a ponte da estrada de rodagem que vai da cidade de Palmital a de Assiz.
6 - COM O MUNICÍPIO DE CANDIDO MOTA
Começa na ponte do ribeirão Pirapitinga, na estrada de rodagem que de Assiz vai a Palmital; vai, dai, em reta a foz do córrego do Matão no ribeirão do Pavão e desta foz em reta, a foz do córrego Figueira, no córrego do Jacú; sobe por aquele até sua cabeceira e continua pelo espigão que deixa à esquerda, as águas do ribeirão da Queixada, e à direita, as do ribeirão Fortuna, até o divisor Aldeia de um lado, e Queixada e Taquaruçú, do outro, segue por êste divisor até o pião divisor dos córrego do Prato, da Paca e Taquaruçú.
7 - COM O MUNICÍPIO DE FLORÍNEA
Começa no pião divisor dos córregos do Prato, da Paca e Taquaruçú, de onde vai em reta a foz do córrego da Aldeia no ribeirão Tarumã, de onde continua por nova reta a foz do córrego Santo Antonio no ribeirão do Dourado; continua pelo contraforte fronteiro até o divisor entre o córrego Santo Antonio, a direita, e córrego do Barbado, a esquerda; segue por êste contraforte até cruzar com o divisor Santo Antonio-Bugio; segue por êste divisor até cruzar com o contraforte entre o córrego do Bugiozinho, a direita, e o ribeirão do Bugio, a esquerda prossegue por êste contraforte em demanda da foz do córrego do Bugiozinho no ribeirão do Bugio, onde tiveram inicio êstes limites.
b) DIVISAS INTERDISTRITAIS
1 - ENTRE OS DISTRITOS DE ASSIZ E TARUMÃ
Começa no divisor que separa as águas dos ribeirões da Queixada e Dourado, no ponto de entroncamento com o divisor entre as águas do córrego da Fortuna, a direita, e as do ribeirão Dourado, a esquerda; segue por êste divisor até a cabeceira do córrego Cateto ou Cambé, afluente do córrego da Fortuna.

MUNICÍPIO DE ATIBAIA
(Instalado em 1769)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE JARINÚ
Começa na foz do ribeirão da Taipas no rio Jundiaí; sobe por êste até a foz do córrego de Rio Acima; segue pelo espigão da margem direita dêste córrego e pelo divisor entre o rio Atibaia e ribeirão Maracanã até a foz do ribeirão do morro de Antonio Alves no ribeirão Campo Largo; pelo qual desce até o rio Atibaia; desce por êste até a foz do ribeirão do Mato Dentro.
2 - COM O MUNICÍPIO DE BRAGANÇA PAULISTA
Começa no rio Atibaia, na foz do ribeirão do Mato Dentro; sobe por êste até sua cabeceira mais meridional, continua pelo espigão em demanda da confluência do córrego da Bocaina, que passa na sede da Fazenda Trigo, no rio das Pedras; sobe por êste até a ponte da Estrada de Ferro Sorocabana, ramal de Bragança; prossegue pelo espigão dos Cubasaté a confluência do córrego do Areal, no ribeirão da Ressaca, que vem do bairro do Morro Grande, e continua pelo espigão que deixa a direita, as águas do ribeirão dos Peçanhas, até o morro Grande dos Cunhas, na cabeceira mais setentrional do córrego Padre Abel.
3 - COM O MUNICÍPIO DE PIRACAIA
Começa no morro Grande dos Cunhas, na cabeceira mais setentrional do córrego Padre Abel; desce por êste até o rio Cachoeira, e por êste, ainda, até o rio Atibaia ou Atibainha.
4 - COM O MUNICÍPIO DE NAZARÉ PAULISTA
Começa no rio Atibaia, ou Atibainha, na foz do rio Cachoeira; desce pelo rio Atibaia, até a foz do ribeirão Laranja Azeda, pelo qual sobe até sua caeceira mais ocidental, já no pico da serra de Itapetinga; continua pela crista desta em demanda da foz do córrego da Pedra Vermelha no ribeirão Itapetinga ou dos Pintos e contornando as cabeceiras do córrego da Pedra Vermelha, até o pião divisor entre as águas dos rios Jundiai, Onofre e Cachoerinha.
5 - COM O MUNICÍPIO DE MAIRIPORA
Começa no pião divisor entre as águas dos rios Jundiai, Onofre e Cachoerinho; prossegue pelo divisor que deixa, ao Norte, as águas do rio Atibaia e, ao Sul, as do rio Jundiai, em demanda da foz do córrego Canjuaca no rio Jundiaí; segue pelo contraforte fronteiro que deixa a esquerda. as águas dêste córrego até alcançar a serra do Botujuru, divisor entre as águas dos rios Jundiai e Juqueri; segue pela serra até cruzar com o divisor entre o córrego da Estiva, a esquerda, e as do ribeirão do Eusébio, a direita.
6 - COM O MUNICÍPIO DE FRANCO DA ROCHA
Começa na serra do Botujuru, no divisor entre as águas do rio Jundiai, ao Norte e as do rio Juqueri, ao Sul, no ponto de cruzamento com o divisor entre as águas do córrego da Estiva, a esquerda e as do ribeirão do Eusébio, a direita; segue pela crista da serra até cruzar o espigão entre as águas do ribeirão das Taipas, a direita e as do ribeirão das Éguas ou da Fazenda Velha, a esquerda.
7 - COM O MUNICÍPIO DE JUNDIAÍ
Começa na serra do Botujurú, onde esta cruza com o espigão que deixa, a direita, as águas do ribeirão das Taipas e a esquerda, o ribeirão das Éguas ou da Fazenda Velha; segue pelo espigão até a foz do ribeirão das Taipas no rio Jundiai, onde tiveram inicio êstes limites.

MUNICÍPIO DE AURIFLAMA
(Criado em 1954)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE PEREIRA BARRETO
Começa no córrego do Osorio, onde pe cortado pela reta de rumo Lêste-Oêste, que vem da foz do córrego Bonito, no córrego das Cabras; sobe pelo córrego do Osorio até sua cabeceira no espigão mestre São José dos Dourados-Tietê; segue pelo espigão mestre até a cabeceira do córrego Araúna; desce por êste até o rio São José dos Dourados.
2 - COM O MUNICÍPIO DE JALES
Começa no rio São José dos Dourados, na foz do córrego Araúna; sobe pelo rio São José dos Dourados até a foz do ribeirão Buvitis.
3 - COM O MUNICÍPIO DE GENERAL SALGADO
Começa no rio São José dos Dourados na foz do ribeirão Buritis; sobe por êste até a foz do córrego da Barraca, pelo qual sobe até a foz do córrego do Acampamento, sobe ainda por êste córrego até sua cabeceira; dai, segue em demanda do espigão mestre São José dos Dourados-Tietê; continua por êste espigão mestre até a cabeceira da água Limpa, pela qual desce até a sua foz no ribeirão Lambari; desce pelo ribeirão Lambari até a foz do córrego do Cateto.
4 - COM O MUNICÍPIO DE ARAÇATUBA
Começa no ribeirão Lambari, na foz do córrego do Cateto; dai, vai, em reta, ao divisor Lambari-Cruzes, na cabeceira do córrego Barranca, pelo qual desce até sua foz no ribeirão das Cruzes; desce ainda por êste até a foz do córrego da Morada; sobe por êste ate sua cabeceirano divisor Cruzes-Barreiro, segue por êste divisor até a cabeceira do córrego Tabocal, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Barreiro, desce por êste até a foz do córrego Coqueiro, e dai, vai, em reta a foz do córrego Bonito, no córrego das Cabras, dêste ponto, vai, por nova reta, de rumo Lêste-Oêste, até o córrego do Osorio, onde tiveram inicio êstes limites.

MUNICÍPIO DE AVAI
(Instalado em 1920)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE PRESIDENTE ALVES
Começa no rio Batalhinha, na foz do córrego Atinhas, desce pelo rio Batalhinha até a foz do ribeirão Presidente Alves, pelo qual sobe até a foz do ribeirão Presidente Alves, pelo qual sobe até a foz da água Arrebenta Rabicho; sobe por esta água até sua cabeceira; continua pelo divisor Batalhinha - Jacutinga, até a cabeceira do galho ocidental do córrego José dos Santos, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Jacutinga, sobe pelo ribeirão Jacutinga, até a foz do córrego Tamanduá; continua pelo contraforte que deixa a esquerda os córrego Tamanduá e do Cateto, até cruzar com o divisor Jacutinga-Guaricanga; segue por êste divisor até a cabeceira do ribeirão do Carneiro pelo qual desce até o ribeirão Guaricanga; desce por êste ribeirão até sua foz no rio Batalha.
2 - COM O MUNICÍPIO DE REGINOPOLIS
Começa no rio Batalha, na foz do ribeirão Guaricanga; segue pelo divisor entre as águas do ribeirão Clavinotes, a esquerda, e as do ribeirão Água Parada, a direita até cruzar com o contraforte entre os córregos Boa Vista e da Estiva.
3 - COM O MUNICÍPIO DE BAURU
Começa no divisor entre as águas dos ribeirões Clavinotes e Água Parada, no ponto de cruzamento com o contraforte entre os córregos Boa Vista e da Estivam segue por êste contraforte em demanda da foz do córrego dos Patos no ribeirão Água Parada; sobe pelo córrego dos Patos até a cabeceira do seu galho meridional no divisor entre as águas do ribeirão Água Parada e as da Água Parada de Baixo, a esquerda, e as do rio Batalha, a direita; segue por êste divisor até o divisor entre o ribeirão do Pantano, a direita, e o córrego Barra Grande, a esquerda; segue por êste divisor até a cabeceira do galho da esquerda da Água Grande, pela qual desce até sua foz no rio Batalha; desce por êste até a foz do ribeirão dos Macacos sobe por êste até sua cabeceira no divisor Água do Paiol - Barreiro; segue pelo divisor até o pião divisor da Água do Paiol e ribeirão dos Macacos e do Rancho.
4 - COM O MUNICÍPIO DE DUARTINA
Começa no pião divisor da Água do Paiol e ribeirões dos Macacos e do Rancho, na cabeceira da Água da Laranjinha, pela qual desce até o ribeirão do Rancho; desce por êste até a foz da água do Veado, formadores do ribeirão do Barreiro; vai, dai, em reta, a foz do córrego dos Gomes, no córrego da Antinha; segue por nova reta a cabeceira do córrego Araribá, no divisor entre o córrego da Antinha e a água da Barra Grande; segue por êste divisor até a cabeceira do córrego Guarnetti, de onde vai em reta a foz do córrego Santa Eugenia, na água do Meio.
5 - COM O MUNICÍPIO DE GALIA
Começa na água do Meio na foz do córrego Santa Eugenia; segue pelo contraforte fronteiro até o contraforte entre as águas do Meio e o córrego Anhumas; continua por êste espigão até a cabeceira da água do Noronha, pelo qual desce até a sua foz no córrego Anhumas; dai vai em reta a foz do córrego Antinhas no rio Batalhinha, onde tiveram início êstes limites.
b) DIVISAS INTERDISTRITAIS
1 - ENTRE OS DISTRITOS DE AVAÍ E NOGUEIRA
Começa no divisor entre as águas do córrego Antinha, a direita, e as do córrego Araribá, à esquerda, no ponto onde o divisor é cortado pela reta que une a foz do córrego dos Gomes no ribeirão Antinhas, á cabeceira do córrego Araribá, segue pelo divisor Araribá - Antinhas, até a cabeceira da água da Serraria; pela qual desce até o rio Batalha; desce por êste até a foz da água Seis Alqueires; pela qual sobe até sua cabeceira; vai, vai, em reta, a cabeceira mais proxima da água Santa Maria, pela qual desce até sua foz na água da Cobra, sobe pela água da Cobra até a cabeceira do primeiro galho da margem direita, no contraforte entre as águas do rio Batalha, à esquerda e as do córrego Fundo, a direita, segue por êste contraforte em demanda da foz do córrego do Pantano, no ribeirão Fundo, desce por êste até o rio Batalha pelo qual desce até a foz do ribeirão Guaricanga.

MUNICÍPIO DE AVANHADAVA
(Instalado em 1926)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE PENÁPOLIS
Começa no espigão mestre entre os rios Tietê e Feio, na cabeceira mais oriental do córrego do Matão; segue em reta a cabeceira do córrego do Saltinho até o divisor que deixa, a esquerda, as águas do ribeirão Lajeado, e, a direita, as do ribeirões Barra Mansa, Rancharia e Farelo; segue por êste divisor até a cabeceira meridional do córrego do Banhado; desce por êste até sua foz no ribeirão Lajeado, pelo qual desce até a foz do córrego do Degredo; segue em reta, ao rio Tietê na foz do ribeirão dos Ferreiros ou das Oficinas.
2 - COM O MUNICÍPIO DE JOSÉ BONIFACIO
Começa no rio Tietê na foz do ribeirão dos Ferreiros ou das Oficinas; sobe pelo rio Tietê até a foz do ribeirão dos Patos.
3 - COM O MUNICÍPIO DE PROMISSÃO
Começa no rio Tietê, na foz do ribeirão dos Patos sobe por êste até a foz do ribeirão Barra Mansa; sobe por êste até a foz do córrego Barra Branca; sobe por êste e pelo córrego Antinha. até a sua cabeceira no espigão mestre Feio-Tiete; segue pelo espigão mestre até a cabeceira mais oriental do córrego do Matão, onde tiveram inicio êstes limites.
b) DIVISAS INTERDISTRITAIS
1 - ENTRE OS DISTRITOS DE AVANHANDAVA E BARBOSA
Começa no ribeirão dos Patos onde o ribeirão e cortado pela reta de rumo Oêste-Lêste que vem da cabeceira do córrego dos Patinhos; segue pela citada reta até a referida cabeceira; dai, continua em reta, na mesma direção até o ribeirão Rancharia; desce por êste até a sua foz no ribeirão do Farelo, pelo qual desce até a foz do córrego da Morada; sobe pelo córrego da Morada, até sua cabeceira no divisor entre as águas dos ribeirões Farelo e Lajeado.

MUNICÍPIO DE AVARÉ
(Instalado em 1876)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE CERQUEIRA CESAR
Começa no rio Paranapanema, na foz do ribeirão Bonito, pelo qual sobe até a foz do córrego Jamaica; sobe por êste córrego até a foz do córrego Taquera Branca; sobe por êste córrego até a foz do córrego Taquara Branca; sobe por êste até sua cabeceira no divisor  entre o ribeirão Jamaica, a esquerda, e as do ribeirão Bonito, a direita; segue em reta a cabeceira do córrego da Divisa, pelo qual desce até o ribeirão Bonito; sobe por êste até sua cabeceira mais setentrional no espigão Paranapanema-Novo, segue por êste espigão em demanda da cabeceira sudocidental do córrego Cahoeirinha; desce por êste até sua foz no ribeirão Boa Vista, pelo qual desce até o rio Novo, sobe por êste até a foz do córrego do Jacú; sobe por êste até sua cabeceira no divisor entre as águas do rio Novo e as do rio Pardo; segue pelo divisor até a cabeceira do córrego do Lajeado; desce por êste até o rio Pardo, pelo qual desce até o rio Palmital.
2 - COM O MUNICÍPIO DE SANTA BÁRBARA DO RIO PARDO
Começa no rio Pardo, na foz do rio Palmital sobe por êste até a foz do córrego da água do Alambari.
3 - COM O MUNICÍPIO DE LENÇÓIS PAULISTA
Começa no rio Palmital, na foz da água do Alambari, sobe pelo rio Palmital, até a foz da água da Fazenda Palmital.
4 - COM O MUNICÍPIO DE BOTUCATÚ
Começa no rio Palmital, na foz da água da Fazenda Palmital, sobe por esta água até sua cabeceira, continua pelo contraforte fronteiro até o divisor Palmital-Pardo; segue por êste divisor em demanda da cabeceira mais setentrional da água do Saltinho, pela qual desce até sua foz no córrego do Saltinho; desce ainda por êste até sua foz no ribeirão da Divisa e por êste ainda até o rio Pardo; sobe por êste até a foz do ribeirão da Restinga.
5 - COM O MUNICÍPIO DE ITATINGA
Começa no rio Pardo na foz do ribeirão da Restinga; sobe por êste até a foz do córrego Tijuco Preto, sobe por êste e pelo córrego da Fazenda Macedônia até a cabeceira do seu galho sudocidental, segue, em reta, a cabeceira do córrego de José Paixão; desce por êste até o rio Novo; sobe pelo rio Novo até a foz do ribeirão Bonito; sobe por êste até sua cabeceira sudocidental; continua pelo divisor Bonito-Paranapanema até o divisor Correntes-Pedra Preta; prossegue pelo divisor que deixa, a esquerda, as águas do ribeirão Correntes e, a direita, as do ribeirão da Pedra Preta, em demanda da foz do ribeirão Correntes, no rio Paranapanema.
6 - COM O MUNICÍPIO DE PARANAPANEMA
Começa na foz do ribeirão Correntes, no rio Paranapanema desce por êste até a foz do córrego do Pintão.
7 - COM O MUNICÍPIO DE ITAI
Começa no rio Paranapanema na foz do córrego do Pintão, desce pelo rio Paranapanema até a foz do ribeirão Bonito, onde tiveram inicio êstes limites.
b) DIVISAS INTERDISTRITAIS
1 - ENTRE OS DISTRITOS DE ARANDÚ E AVARÉ
Começa no ribeirão Bonito na foz do córrego da Divisa; segue em reta, a foz do córrego de Gabriel Dorta, no ribeirão dos Bugres, sobe pelo córrego de Gabriel Dorta e pelo seu braço sudoriental até sua cabeceira no contraforte Bugres-Saltinho, dêste ponto segue em reta a confluencia dos principais córrego formadores do córrego da Bocâina; segue pelo contraforte fronteiro até o divisor Boâina-Barreiro, caminha por êste contraforte até encontrar com o divisor Barreiro-Santa Bárbara, continua por êste divisor até o divisor que separa as águas do ribeirão Preto, e as do ribeirão Santa Bárbara, prossegue por êste divisor em demanda da foz do ribeirão Santa Bárbara, no rio Paranapanema.

MUNICÍPIO DE BALBINOS
(Criado em 1954)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE URU
Começa na foz do ribeirão do Veado, no ribeirão dos Balbinos; desce pelo ribeirão dos Balbinos até a foz do córrego Grande.
2 - COM O MUNICÍPIO DE PIRAJUI
Começa na foz do córrego Grande, no ribeirão dos Balbinos, pelo qual desce até a foz do córrego do Pagé; sobe pelo córrego do Pagé até sua cabeceira sodocidental; continua pelo divisor entre as águas do ribeirão dos Balbinos e córrego Grande, a direita, e as do córrego São Joaquim e ribeirão Boa Vista, a esquerda, até cruzar com o espigão Batalha - Dourado; segue por êste espigão até cruzar com o divisor Grande - Balbinos; continua por êste divisor até a cabeceira sodocidental do ribeirão dos Balbinos, pelo qual desce até a foz do ribeirão do Veado, onde tiveram inicio êstes limites.

MUNICÍPIO DE BÁLSAMO
(Criado em 1954)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE MONTE APRAZIVEL
Começa no córrego Ipê ou Água Fria, na foz do córrego do Tatu; sobe por êste até sua cabeceira mais setentrional no espigão mestre entre as águas dos rios Preto e São José dos Dourados.
2 - COM O MUNICÍPIO DE TANABI
Começa no espigão mestre entre os rios Preto e São José dos Dourados, na cabeceira mais setentrional do córrego Tatu; segue pelo espigão mestre até entroncar com o divisor entre as águas do córrego do Balsamo, a direita, e as do ribeirão Jatai, a esquerda; segue por êste divisor até a cabeceira do córrego Barro Preto.
3 - COM O MUNICÍPIO DE MIRASSOL
Começa na cabeceira do córrego Barro Preto, no divisor Jataí-Bálsamo; vai, dai, em reta, a foz do córrego dos Coqueiros, no ribeirão do Balsamo, de onde vai por nova reta ao divisor Balsamo - Barra Grande, na cabeceira do córrego das Carpas; desce por êste córrego até sua foz no ribeirão Barra Grande, pelo qual sobe até a doz do córrego Bebedouro; sobe pelo córrego Bebedouro até sua cabeceira meridional; segue pelo espigão mestre entre as águas dos rios Pretos e São José dos Dourados, até a cabeceira do córrego de José Parreira.
4 - COM O MUNICÍPIO DE NEVES PAULISTA
Começa na cabeceira do córrego de José Parreira segue pelo espigão mestre entre as águas do rio Preto, a direita, e as do rio São José dos Dourados, a esquerda até cruzar com o contraforte entre o córrego Ipê ou Água Fria; a direita, e o rio São José dos Dourados, a esquerda; continua por êste contraforte até a cabeceira do córrego José Braz, pelo qual desce até sua foz no córrego Ipê ou Água Fria; desce ainda por êste córrego até a foz do córrego do Tatu, onde tiveram inicio êstes limites.

MUNICÍPIO DE BANANAL
(Instalado em 1833)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O ESTADO DO RIO DE JANEIRO
Começa no divisor Formoso-Ipiranga no ponto de cruzamento com o divisor entre os córrego Santo Antonio da Cachoeira e da Açude; continua pelas divisas com o Estado do Rio de Janeiro até onde a serra do Mar ou Geral, cruza com a serra das Perebeiras, que é o espigão mestre entre as águas do rio Bracui, e as do rio Mambucaba.
2 - COM O MUNICÍPIO DE SÃO JOSÉ DO BARREIRO
Começa na serra do Mar ou Geral, onde ela cruza com a serra das Perobeiras, que é o espigão mestre entre as águas do rio Paca Grande, e as do rio Mambucaba; segue por êste espigão mestre até cruzar com o espigão que deixa, à direita, as águas do ribeirão do Maximo; segue por êste espigão em demanda da foz do córrego dos Coelhos no ribeirão do Maximo; segue pelo contraforte fronteiro entre as águas do ribeirão do Maximo, a direita, e as dos córregos dos Coelhos e do Claudino, a esquerda; continua por êste contraforte até o espigão mestre Barreiro-Formoso, e por êste espigão mestre continua até o divisor entre o córrego de Santo Antonio da Cachoeira, a esquerda, e os córregos Campo Alegre e do Açude, a direita, prossegue por êste contraforte até o espigão Formoso-Ipiranga, onde tiveram inicio êstes limites.
b) DIVISAS INTERDISTRITAIS
1 - ENTRE OS DISTRITOS DE ARAPEI E BANANAL
Começa no divisor das águas do rio Barreiro e as do rio Turvo no ponto de cruzamento com o contraforte da margem esquerda do córrego do Piranchim; segue pelo divisor Barreiro- Turvo, até a cabeceira do córrego da Fazenda Santa Terezinha, pelo qual desce até sua foz no rio Piracema; prossegue pelo contraforte fronteiro até entroncar com o divisor das águas do rio Piracema, e as do rio Manso; continua pelo divisor até o espigão Barreiro-Paca Grande; caminha por êste espigão até o espigão mestre que separa as águas do rio Barreiro das do rio Paca Grande, espigão mestre que é a serra da Bocaina; segue pelo espigão mestre até cruzar com o espigão Paca Grande-Mambucaba.

MUNICÍPIO DE BARIRI
(Instalado em 1891)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE ITAJU
Começa no rio Tietê, na foz do ribeirão Boa Vista de Cima, pelo qual sobe até a cabeceira do seu galho mais oriental; segue pelo divisor entre as águas dos ribeirões Boa Vista de Cima, Boa Vista de Baixo e Barra Mansa,  a esquerda, e ribeirão Viuval, a direita até cruzar com o contraforte da margem esquerda, do ribeirão Santo Antonio; continua por êste contraforte em demanda da foz do córrego das Perdizes, no rio Jacaré-Pepira.
2 - COM O MUNICÍPIO DE BOA ESPERANÇA DO SUL
Começa na foz do córrego das Perdizes, no rio Jacaré-Pepira, e vai por êste acima até a foz do ribeirão Três Barras.
3 - COM O MUNICÍPIO DE BOCAINA
Começa no rio Jacaré-Pepira, na foz do ribeirão Três Barras; vai por êste acima até a foz do córrego da fazenda Morro Alto; continua pelo contraforte entre as águas dêste córrego, a direita, e as do ribeirão Três Barras, à esquerda, até entroncar com o espigão que deixa, à esquerda, as águas do ribeirão Três Barras e córrego da Tabóca, e a direita, as do ribeirão da Queixada, em demanda da cabeceira orientado córrego do Picini.
4 - COM O MUNICÍPIO DE JAÚ
Começa na cabeceira oriental do córrego Picini, segue pelo divisor entre as águas do ribeirão Queixada, a direita, e as do ribeirão da Prata, a esquerda, até a cabeceira do córrego da fazenda São José, pelo qual desce até o ribeirão da Prata; desce por êste até sua foz no rio Jaú.
5 - COM O MUNICÍPIO DE ITAPUI
Começa no rio Jaú, na foz do ribeirão da Prata, desce por aquele até sua foz no rio Tietê, e por êste desce até a foz do ribeirão Água Limpa.
6 - COM O MUNICÍPIO DE PEDERNEIRAS
Começa no rio Tietê na foz do ribeirão Água Limpa, desce por aquele até a foz do ribeirão do Veado.
7 - COM O MUNICÍPIO DE AREALVA
Começa no rio Tietê, na foz do ribeirão do Veado, desce por aquele até a foz do ribeirão Boa Vista de Cima, onde tiveram inicio êstes limites.

MUNICÍPIO DE BARRA BONITA
(Instalado em 1913)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE JAÚ
Começa no rio Tietê, na foz do córrego Itaipu; sobe por êste até a foz do córrego Corumbatá, pelo qual sobe pelo galho da esquerda até sua cabeceira no divisor Itaipu-Iguatemi; segue por êste divisor até a cabeceira do córrego da fazenda Amaral; desce por êste córrego até sua foz no ribeirão Iguatemi, pelo qual desce até a foz do primeiro afluente da margem direita; sobe pelo afluente até sua cabeceira no divisor Iguatemi-Ave Maria; segue por êste divisor até o divisor Tiete-Ave Maria; continua por êste divisor até frontear a cabeceira do ribeirão Ave Maria.
2 - COM O MUNICÍPIO MINEIROS DO TIETÊ
Começa no divisor Tietê-Ave Maria, em frente a cabeceira do ribeirão Ave Maria; continua pelo divisor até cruzar com o contraforte da margem esquerda do córrego Pau D'Alho; segue por êste contraforte até a cabeceira da Água do Cintra, de onde vai, em reta, a foz do córrego Saltinho, no ribeirão Três Barras; atravessa êste ultimo e prossegue pelo contraforte fronteiro até o divisor que deixa, a direita, as águas do ribeirão Três Barras e, a esquerda, as do ribeirão Água Vermelha, até encontrar a cabeceira mais sententrional do córrego dos Macacos da fazenda do Dr. Werneck, pelo qual desce até o ribeirão Água Vermelha e por êste abaixo até o rio Tietê.
3 - COM O MUNICÍPIO DE SÃO MANUEL
Começa no rio Tietê, na foz do ribeirão Água Vermelha; desce pelo rio Tiete até a foz do córrego Saltinho.
4 - COM O MUNICÍPIO DE IGARAÇU
Começa no rio Tietê, na foz do córrego Saltinho; desce pelo rio Tietê até a foz do rio Lençóis.
5 - COM O MUNICÍPIO DE MACATUBA
Começa na foz do rio Lençóis, no rio Tietê; desce por êste rio até a foz do córrego Itaipú, onde tiveram inicio êstes limites.

MUNICÍPIO DE BARRETOS
(Instalado em 1890)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O ESTADO DE MINAS GERAIS
Começa no rio Grande, na foz do ribeirão Passa-Tempo; segue pelas divisas com o Estado de Minas Gerais até a foz do rio Pardo.
2 - COM O MUNICÍPIO DE GUAIRA
Começa no rio Grande, na foz do rio Pardo; sobe por êste até a foz do ribeirão do Rosário.
3 - COM O MUNICÍPIO DE MORRO AGUDO
Começa no rio Pardo, na foz do ribeirão do Rosário; sobe por aquele até a foz do ribeirão Turvo.
4 - COM O MUNICÍPIO DE JABORANDI
Começa no rio Pardo, na foz do ribeirão Turvo; segue pelo espigão divisor das águas dos ribeirões Pitangueiras e Turvo até alcançar o contraforte entre os córregos da Estiva e Quebra Cuia.
5 - COM O MUNICÍPIO DE COLINA
Começa no espigão que deixa, a direita, as guas do ribeirão Pitangueiras e, a esquerda, as do ribeirão Turvo, no cruzamento com o contraforte entre as águas do córrego da Estiva e Quebras Cuia; segue por êste espigão até alcaçar o espigão mestre Pardo-Cachoerinha; caminha pelo espigão mestre em demanda da cabeceira mais oriental do córrego da Bagagem e por êste desce até sua foz no rio Cachoerinha.
6 - COM O MUNICÍPIO DE SEVERINIA
Começa no rio Cachoerinho, na foz do córrego da Bagagem; desce por aquele até a foz do córrego do Baixão.
7 - COM O MUNICÍPIO DE OLIMPIA
Começa no rio Cachoerinha, na foz do córrego do Baixão; desce pelo rio Cachoerinha até a foz do córrego da Mata e por êste acima até o córrego da Boa Sorte, pelo qual sobe até sua cabeceira mais setentrional no espigão entre as águas do rio Cachoeirinha, de um lado, e o córrego das Três Barras e ribeirão Passa-Tempo, do outro lado; segue por êste espigão até atingir a cabeceira mais meridional do córrego Cafundó; desce por êste até onde é cortado pela reta de rumo Oêste-Lêste que vem da cabeceira do córrego da fazenda de João Coleto.
8 - COM O MUNICÍPIO DE GUARACI
Começa no ribeirão Passa-Tempo, onde o ribeirão é cortado pela reta de rumo Oêste-Lêste, que vem da cabeceira do córrego da fazenda de João Coleto; desce pelo ribeirão Passa-Tempo até sua foz no rio Grande, onde tivera, inicio êstes limites.
b) DIVISAS INTERDISTRITAIS
1 - ENTRE OS DISTRITOS DE ALBERTO MOREIRA E BARRETOS
Começa no rio Pardo, na foz do ribeirão Cachoeirinha, pelo qual sobe até a foz do córrego Sim Senhor; segue em reta, a cabeceira da água Distrital; desce por esta até sua confluência com o córrego do Meio, pelo qual sobe até onde é cortado pela reta de rumo Oêste-Lêste que vem da cabeceira do córrego Lindeiro; segue pela citada reta até a cabeceira do córrego Lindeiro; segue pela citada reta até a cabeceira do córrego das Pedras, pelo qual desce até o córrego Água Vermelha; segue em reta de rumo 45º N.O. até o rio Velho; desce por êste até a foz do córrego Barreira.
2 - ENTRE OS DISTRITOS DE ALBERTO MOREIRA E COLOMBIA
Começa no rio Velho, na foz do córrego Barreira; sobe por êste até sua cabeceira no contraforte Barreira-mata; continua por êste contraforte até o espigão Velho-Pardo; caminha por êste espigão até a cabeceira do córrego da Mata, de onde vai, em reta, a cabeceira da água da Divisa pela qual desce até sua foz no rio Pardo, abaixo da foz do córrego Mandi.
3 - ENTRE OS DISTRITOS DE BARRETOS E IBITÚ
Começa no córrego da Bagagem ou Trê Pontes, na foz do córrego Tamburi; segue pelo contraforte da margem esquerda do córrego Tamburi até entroncar com o espigão Pardo-Cachoeirinha, e ribeirões Passa-Tempo e Anhumas; prossegue pelo espigão até o divisor entre as águas dos ribeirões Anhuma e Onça; continua por êste divisor até a cabeceira do córrego do Pavão, pelo qual desce até sua foz no ribeirão da Onça.
4 - ENTRE OS DISTRITOS DE BARRETOS E COLOMBIA
Começa no ribeirão da Onça, na foz do córrego do Pavão; sobe pelo ribeirão da Onça até sua cabeceira meridional no divisor Onça-Velho; caminha por êste divisor até a cabeceira do córrego Açoita Cavalo; desce por êste até sua foz no rio Velho, pelo qual sobe até a foz do córrego Barreira.
5 - ENTRE OS DISTRITOS DE COLOMBIA E IBITÚ
Começa na foz do córrego do Pavão, no ribeirão da Onça, pelo qual desce até sua foz no rio Grande.

MUNICÍPIO DE BARRINHA
(Criado em 1954)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1- COM O MUNICÍPIO DE SERTÃOZINHO
Começa no rio Mogi-guaçu, na foz do ribeirão da Onça pelo qual sobe até a foz do córrego da Formiga.
2 - COM O MUNICÍPIO DE RIBEIRÃO PRETO
Começa no ribeirão da Onça, na foz do córrego da Formiga, sobe por aquele até a foz do córrego do Moinho .
3 - COM O MUNICÍPIO DE GUARIBA
Começa no ribeirão da Onça, na foz do córrego do Moinho; segue pelo contraforte que deixa, a esquerda, as águas do córrego do Moinho, até cruzar com o divisor entre as águas do ribeirão da Onça, a direita, e as do rio Mogi-Guaçu, a esquerda; prossegue por êste divisor até o contraforte que deixa, a esquerda, as águas do córrego Monte Sereno; continua por êste contraforte em demanda da cabeceira do córrego da Lagoa, pelo qual desce até sua foz no rio Mogi-Guaçu.
4 - COM O MUNICÍPIO DE JABOTICABAL
Começa no rio Mogi-guaçu, na foz do córrego da Lagoa, desce por aquele até a foz do ribeirão da Onça onde tiveram inicio êstes limites.

MUNICÍPIO DE BARUERI
(Criado em 1948)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE SANTANA DE PARNAIBA
Começa na serra do Itaqui, no ponto de cruzamento com o contraforte entre os ribeirões Gupê e Itaqui; segue pela crista da serra e pelo espigão que deixa, a direita, as águas do córrego da Cachoeira ou Nito da Barra e, a esquerda, as do córrego da Vacaria, até a foz do córrego da Cachoeira ou Nito da Barra, no rio Tietê, pelo qual sobe até a foz do córrego dos Garcias; sobe por êste até sua cabeceira mais oriental; atinge a rumo o espigão mestre entre as águas dos rios Tietê, a direita, e Juqueri, a esquerda.
2 - COM O MUNICÍPIO DE SÃO PAULO
Começa no espigão mestre que separa as águas dos rios Tietê -Juqueri, em frente a cabeceira mais oriental do córrego dos Garcias; segue pelo espigão que separa as águas dos córregos dos Garcia e Três Irmãos, a direita, e as do ribeirão Mutinga e córrego Camargo, a esquerda, até a cabeceira mais setentrional do córrego Vermelho, pelo qual desce até o rio Tietê, e por êste ainda, até a foz do córrego da Pedreira; sobe por êste até sua cabeceira mais meridional, no divisor da águas do ribeirão Carapicuiba e córrego da Fábrica.
3 - COM O MUNICÍPIO DE COTIA
Começa na cabeceira mais meridional do córrego da Pedreira, no divisor do ribeirão Carapicuíba e córrego da Fábrica; dai vai em reta de rumo Lêste - Oêste, até o rio Cotia, pelo qual sobe até a foz do córrego Fronteiriço; segue pelo espigão em demanda da foz do córrego Jandira, no ribeirão Barueri ou de São João; segue pelo espigão froteiro a confluencia do ribeirão Gupê com o ribeirão Itaquá e prossegue pelo espigão intermediário entre estas duas ultimas águas até entroncar com a serra do Itaqui, onde tiveram inicio êstes limites.
b) DIVISAS INTERDISTRITAIS
1 - ENTRE OS DISTRITOS DE ALDEIA E BARUERI
Começa no rio Tietê, na foz do rio Cotia; desce pelo Tietê, até a foz do córrego dos Garcias.
2 - ENTRE OS DISTRITOS DE ALDEIA E CARAPICUIBA
Começa no rio Tietê na foz do córrego da Pedreira desce pelo Tietê até a foz do rio Cotia.
3 - ENTRE OS DISTRITOS DE BARUERÍ E CARAPICUIBA
Começa no rio Tietê, na foz do rio Cotia; sobe por êste até o ponto onde é cortado pela reta de rumo Lêste - Oêste, que vem da cabeceira mais meridional do córrego da Pedreira.

MUNICÍPIO DE BASTOS
(Instalado em 1945)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE PARAPUÃ
Começa no rio do Peixe, na foz do ribeirão da Onça, segue pelo contraforte entre as duas águas até o divisor entre o ribeirão da Onça - ribeirão Séde, e caminha por êste divisor até onde cruza com o contraforte que finda na foz da água de Mateshutara Okenawa, no ribeirão da Séde.
2 - COM O MUNICÍPIO DE TUPÃ
Começa no contraforte que finda na foz da água de Mateshutara Okenawa, no ribeirão da Séde, no ponto de cruzamento com o divisor entre as águas do ribeirão da Séde, de um lado, e as do ribeirão da Onça, do outro lado; segue pelo contraforte até a referida foz; sobe pela água de Mateshutara Okenawa até sua cabeceira do divisor Séde-Copaiba; segue por êste divisor até cruzar com o contraforte entre as águas do ribeirão Copaiba, de um lado, e as da água da Cascata, do outro lado; prossegue por êste contraforte até a cabeceira da água que passa na propriedade do Dr. Irineu Buller de Arruda; desce por esta água até sua foz no ribeirão Copaiba; desce por êste até sua foz no rio do Peixe.
3 - COM O MUNICÍPIO DE QUATA
Começa no rio do Peixe, na foz do ribeirão Copaiba; desce pelo rio do Peixe até a foz do ribeirão Francisco Padilha ou Água Bonita.
4 - COM O MUNICÍPIO DE RANCHARIA
Começa no rio do Peixe, na foz do ribeirão Francisco Padilha ou Água Bonita; desce pelo rio do Peixe até a foz do ribeirão da Onça, onde tiverem inicio êstes limites.

MUNICÍPIO DE BATATAIS
(Instalado em 1839)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE SALES OLIVEIRA
Começa no ribeirão Santana, na foz do córrego da Lagoinha; sobe por êste até sua cabeceira mais oriental no divisor do ribeirão Santana-ribeirão do Engenho; segue por êste divisor até seu cruzamento com o espigão entre as águas do ribeirão São José ao Norte e ribeirão de Santana ao Sul.
2 - COM O MUNICÍPIO DE NUPORANGA
Começa no cruzamento do divisor entre as águas do córrego do Capão Seco e ribeirão São José ao Norte, e ribeirão Santana ao Sul; prossegue por êste espigão até o espigão mestre Pardo-Sapucai; continua por êste espigão mestre em demanda da cabeceira mais ocidental do córrego A, pelo qual desce até o ribeirão Pimenta; segue pelo contraforte Pimenta-Cachoeira em demanda da cabeceira do córrego Rancho Queimado, pelo qual desce até o ribeirão Pimenta e por êste, ainda, ao ribeirão da Cachoeira; desce por êste até sua foz no rio Sapucai.
3 - COM O MUNICÍPIO DE SÃO JOSÉ DA BELA VISTA
Começa na foz do ribeirão da Cachoeira no rio Sapucai; sobe por êste até a foz do córrego Dimiciano.
4 - COM O MUNICÍPIO DE FRANCA
Começa na foz do córrego Domiciano, no rio Sapucai; sobe por êste até a foz do rio Santa Bárbara.
5 - COM O MUNICÍPIO DE PATROCINIO PAULISTA
Começa na confluência dos rios Sapucai e Santa Bárbara; sobe por aquele até a foz do ribeirão da Paciência.
6 - COM O MUNICÍPIO DE ALTINOPOLIS
Começa no rio Sapucai, na foz do ribeirão da Paciência; sobe por êste até a foz do córrego do Monjolinho; continua pelo espigão intermediário entre essas duas águas até o alto do espigão divisor dos ribeirões Batatais, ao Sul, e Paciência, ao Norte; vai dai, a cabeceira mais oriental do córrego do Arraial Velho e, dai vai em reta a foz do córrego de Manoel de Campos, no ribeirão do Engenho da Serra; sobe pelo córrego de Manoel de Campos, até sua cabeceira mais meridional transpõe o espigão em ruma da cabeceira mais setentrional do córrego que nasce cerca de dois quilometros a Lêste da fazenda de Higino Noronho; desce por êste até o ribeirão do Adão e, vai dai, em reta, ao maciço entre as águas do ribeirão do Adão, a direita, e as do córrego da fazenda Boa Vista do Selado, a esquerda; e pelo maciço caminha até sua ponta mais meridional, de onde vai em reta a foz do córrego Pratinha, que deságua logo abaixo da fazenda Alcidio, na margem direita do ribeirão do Adão.
 7 - COM O MUNICÍPIO DE BRODOSQUI
Começa no ribeirão do Adão, na foz do córrego Pratinha; que deságua logo abaixo da fazenda Alcidio; sobe pelo referido córrego até sua cabeceira mais ocidental segue em rete de rumo Oêste - Lêste, até o ribeirão Claro, pelo qual sobe até a foz do córrego Olhos d'Água; caminha pelo contraforte que separa as águas do córrego Olhos d'Água, a esquerda, das do ribeirão Claro, a direita até cruzar com o divisor Claro - Silva; segue por êste divisor até o espigão mestre entre as águas do rio Sapucai e as do rio Pardo; por êste espigão mestre cainha em demanda da cabeceira do córrego da fazenda de M. Caetano; desce por êste córrego até sua foz no ribeirão da Mata foz esta que ocorre abaico da sede da referida fazenda; desce pelo ribeirão da Mata até a foz do córrego da fazenda Morro Grande.
8 - COM O MUNICÍPIO DE JARDINÓPOLIS
Começa no ribeirão da Mata, na foz do córrego da fazenda Morro Grande; desce pelo ribeirão da Mata até sua foz no ribeirão São Pedro, pelo qual sobe até a foz do ribeirão Santana; sobe por êste até a foz do córrego da Lagoinha, onde tiveram inicio êstes limites.

MUNICÍPIO DE BAURÚ
(Instalado em 1889)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE AVAI
Começa no divisor entre a Água do Paiol e o ribeirão do Barreiro na cabeceira da água da Larangínha: segue pelo divisor até a cabeceira do ribeirão dos Macacos, pelo qual desce até sua foz no rio Batalha, sobe por êste até a foz da água Grande, pelo qual sobe até a cabeceira de seu galho de direita, no divisor água Grande - ribeirão do Pantâno: segue por êste divisor até o divisor entre as águas do ribeirão do Pantâno a esquerda e as do ribeirão Água Parada de Cima, À direita: segue por êste divisor até a cabeceira do galho meridional do córrego dos Patos; desce por êste ate sua foz no ribeirão Água Parada; prossegue pelo contraforte fronteiro que deixa, a direita, as águas do córrego Boa Vista, ate entroncar com o contraforte entre as águas do ribeirão  Água Parada e as do ribeirão Clavinote.
2 - COM O MUNICÍPIO DE REGINOPOLIS
Começa no divisor entre as águas dos ribeirões Água Parada e Clavinote. no ponto de cruzamento com o contraforte da margem direita do córrego Boa Vista: segue pelo contraforte Água Parada - Clavinote ate o pião divisor do córrego Boa Vista, ribeirão Clavinote e rio Claro
3 - COM O MUNICÍPIO DE AREALVA
Começa no pião divisor do córrego Boa Vista. ribeirão Clavinote e rio Claro : segue pelo espigão entre as águas do rio Tietê. à esquerda, e as do ribeirão Água Parada. à direita, até cruzar com o divisor da margem esquerda do córrego Faxinal.
4 - COM O MUNICÍPIO DE PEDERNEIRAS
Começa no espigão entre as águas do rio Tietê, e as do ribeirão Batalha, no ponto de cruzamento com o contraforte da margem esquerda do córrego Faxinal: segue pelo espigão Tietê - Batalha até o contraforte da margem esquerda do córrego Vargem Limpa: segue por êste contraforte em demanda da fóz do córrego Aimorés ou água do Arroz, no rio Baurú; sobe pela água do Arroz ou córrego dos Aimorés até sua cabeceira: ganha o espigão entre as águas do rio Baurú e ribeirão Grande: prossegue por êste espigão até o contraforte que leva a fóz do ribeirão do Campo Novo no ribeirão Grande: segue pelo contraforte até a citada fóz.
5 - COM O MUNICÍPIO DE AGUDOS
Começa no ribeirão Grande, onde deságua o ribeirão do Campo Novo sobe pelo ribeirão até a fóz do córrego Capim Fino, pelo qual sabe até sua cabeceira sudocidental; corta os trilhos da Estrada- de- Ferro Sorocabana, alcança em retâ a cabeceira mais ocidental da água do Guilherme e por êste ao rio Batalha.
6 - COM O MUNICÍPIO DE PIRATININGA
Começa no rio Batalha, na fóz da água do Guilherme. desce pelo rio Batalha até a fóz da Água do Paiol; sobe por êste até a fóz da água da Pedra Branca: vai daí, em reta a cabeceira da água Laranginha no divisor entre as águas da Água do Paiol e ribeirão do Barreiro, onde tiveram início êstes limites.
b) DIVISAS INTERDISTRITAIS
1 - ENTRE OS DISTRITOS DE BAURÚ E TIBIRIÇÁ
Começa no rio Batalha na fóz do ribeirão Água do Paiol, desce pelo rio Batalha até a fóz da água do Cocho pelo qual sobe até a fóz do córrego dos Camargos; sobe por êste até sua cabeceira ocidental; segue em reta á cabeceira mais meridional da Água Parada de Cima, pelo qual desce até sua fóz na água Parada de Baixo, e desce por esta até o ribeirão Água Parada: sobe por êste até a fóz do córrego Rio Verde. e por êste acima até o espigão Batalha- Tietê.

MUNICÍPIO DE BEBEDOURO
(Instalado em 1894)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE MONTE AZUL PAULISTA
Começa no rio Turvo na fóz do córrego Barreirinho, pelo qual sóbe até sua cabeceira: prossegue pelo espigão entre as águas do rio Turvo e as do ribeirão Avanhandava, á procura da cabeceira do córrego da Floresta: desce por êste até o ribeireão Avanhandava e por êste acima até a foz do córrego Novo; sobe êste até a foz do córrego do Sinal Geodesico, pelo qual sobe até sua cabeceira, e daqui em rumo á procura da cabeceira mais meridional do córrego dos Medeiros, pelo qual desce até a sua foz no córregodo Cocal, e por êste acima até a sua cabeceira mais setentrional: procura o espigão das águas do rio Pardo e das do rio Turvo até frontear a cabeceira mais ocidental do ribeirão da Onça ou Palmital.
2 - COM O MUNICÍPIO DE COLINA
Começa na cabeceira mais ocidental do ribeirão da Onça ou Palmital, pelo qual desce até sua fóz no ribeirão das Palmeiras.
3 - COM O MUNICÍPIO DE TERRA ROXA
Começa no ribeirão das Palmeiras, na confluência do ribeirão da Onça ou Palmital, e córrego Cachoeira ou Bebedouro: sóbe por êste até a fóz do córrego Fundo, pelo qual sóbe até a sua cabeceira mais meridional; continúa pelo divisor que deixa, á direita, as águas do córrego do Campo Comprido, e, á esquerda, as do córrego Bom Jardim até a cabeceira mais ocidental do córrego Bom Jardim.
4 - COM O MUNICÍPIO DE VIRADOURO
Começa no divisor entre as águas dos córregos Bom Jardim e Campo Comprido na cabeceira mais ocidental do córrego Bom Jardim: segue pelo divisor até alcançar a cabeceira mais oriental do córrego Bôa Vista ou Novo; desce por êste até o córrego Banharão e por êste abaixo, até a fóz do córrego do Etelvino ou Grotão, pelo qual sobe até a sua cabeceira: dai, transpõe o espigão em reta em demanda da cabeceira mais oriental do galho Lêste do córrego de Dona Josefina ou Antonio Angelo: desce por êste até sua fóz no córrego Laranjal.
5 - COM O MUNICÍPIO DE PITANGUEIRAS
Começa no córrego do Laranjal, na fóz do córrego de Dona Jocefina ou Antonio Angelo; sobe por aquele até a fóz do córrego de Manuel Fernandes, pelo qual sobe até a sua cabeceira mais ocidental; ganha o espigão que deixa, á direita, as águas do córrego do Laranjal e, á esquerda, as do córrego do Cedro, e alcançar a cabeceira do córrego do Belarmino, pelo qual desce até a sua fóz no córrego das Três Barras que e denominação local do córrego Laranjal; sobe pelo Três Barras até a sua cabeceira mais meridional, situada aproximadamente a dois quilômetros à sudoêste da estação de Andes, da Companhia Paulista no espigão Turvo-Taquari, em frente a cabeceira mais oriental do córrego d' Água Limpa.
6 - COM O MUNICÍPIO DE TAIUVA
Começa na cabeceira mais oriental do córrego d' Água Limpa, no espigão Turvo-Taquaral; desce por aquele até a fóz do córrego da fazenda Santa Tecla.
7 - COM O MUNICÍPIO DE TAIAÇÚ
Começa no córrego d' Água Limpa, na foz do córrego da fazenda Santa Tecla: desce por quale até sua fóz no rio Turvo, pelo qual desce até a fóz do córrego do Burro.
8 - COM O MUNICÍPIO DE PIRANGÍ
Começa na fóz do córrego do Burro, no rio Turvo; desce por êste até a fóz do rio Tabaranas.
9 - COM O MUNICÍPIO DE PARAÍZO
Começa na fóz do rio Tabaranas no rio Turvo, pelo qual desce até a fóz do córrego Barreirinha onde tiveram início êstes limites.
b) DIVISAS INTERDISTRITAIS
1 - ENTRE OS DISTRITOS DE BEBEDOURO E BOTAFOGO
Começa no córrego d' Água Limpa na fóz do córrego Bôa Vista; sobe por êste ate o córrego do Álvaro, pelo qual sobe até sua cabeceira mais ocidental: daí, vai em reta a cabeceira do córrego da Fazenda Santa Cruz, que fica na contravertente, desce por êste até sua fóz no córrego da Consulta, pelo qual desce ate a foz do córrego Mansueto; desce por êste ate o córrego das Limas; dêste ponto: segue em reta á foz do córrego Filmino no córrego Mandembo, donde vai em reta á cabeceira nas ocidental ao córrego de Miguel Cunha, pelo qual desce ate sua foz no ribeirão dos Bois; sobe por êste ate sua cabeceira mais ocidental no espigão Pardo Turvo; segue por êste espigão ate a cabeceira do córrego do Sinal Gasdesico.
2 - ENTRE OS DISTRITOS DE BOTAFOGO E TURVINIA
Começa no rio Turvo na fóz do córrego do Botafogo; segue pelo contrario entre as duas água até o divisor qua deixa, a direita, o córrego Botafogo e o córrego do Custodio, e à esquerda, as do córrego Lambarí; segue por êste divisor até o divisor Turvo-Avanhandava: continúa por êste divisor ate cruzar o contraforte que morre na fóz do córrego Novo no ribeirão Avanhandava; continua por êste contraforte até a citada fóz.

MUNICÍPIO DE BENTO DE ABREU
(Criado em 1948)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM  O MINICÍPIO DE VALPARAISO
Começa no rio Feio ou Águapei, na fóz do ribeirão Sapé; pelo qual sobe até o córrego Veado; sobe por êste até sua cabeceira, vai daí, a rumo, ao espigão mestre Tiré-Feio ou Águapei, na cabeceira do córrego do Barreiro ou Jequitaia; desce por êste até a fóz da primeira águada margem esquerda a monianie da planta da estrada que vai a Bento de Abreu: sobe por essa água até sua cabeceira no espigão que deixa a direita, o córrego Azul e, a esquerda, o ribeirão Jacaré-Catinga: segue por êste espigão até a cabeceira do córrego da Água Clara.
2 - COM O MUNICÍPIO DE GUARARAPES
Começa no espigão entre as águas do ribeirão Jacaré-Catinga, de um lado e as do ribeirão Azul, do outro, na cabeceira do córrego da água Clara pelo qual desce até o ribeirão Azul.
3 - COM O MUNICÍPIO DE RUBIÁCEA
Começa na foz do córrego da Água Clara no ribeirão Azul, sobe por êste e, anda, pelo córrego Santa Antonieta, até sua cabeceira no espigão mestre Tietê-Feio ou Águapeí; vai, dai, em reta a cabeceira do córrego Rico, pelo qual desce até o ribeirão Pimenta e por êste ainda. até sua foz no rio Fio ou Águapeí.
4 - COM O MUNICÍPIO DE LUCÉLIA
Começa njo rio Feio ou Águapei na fóz do Ribeirão Pimente; desce por aquele até a fóz do ribeirão Lajeado.
5 - COM O MUNICÍPIO DE ADAMANTINA
Começa no rio Feio ou Águapei, na fóz do ribeirão Lajeado, desce por aquele até a fóz do ribeirão Sapé, onde tiveram início êstes limites.

MUNICÍPIO DE BERNARDINO DE CAMPOS
(Instalado em 1923)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE SANTA CRUZ DO RIO PARDO
Começa no divisor entre as águas do ribeirão Palmeiras e as do ribeirão da Figueira, na cabeceira do córrego Santa Cecília: segue pelo divisor em demanda da foz do córrego Cabiúna, no ribeirão da Figueira; sobe pelo córrego Cabiúna até o córrego do Macaco; sobe por êste até sua cabeceira no divisor Figueira-mandáguari; ganha, em reta, a cabeceira ocidental do ribeirão Mandáguari; desce por êste ate o rio Pardo, pelo qual sobe até a fóz do córrego Douradinho.
2 - COM O MUNICÍPIO DE OLEO
Começa no rio Pardo, na fóz do córrego Douradinho:sobe por êste até sua cabeceira no divisor entre as águas do ribeirão Dourado e as do ribeirão do Lajeado: segue por êste divisor até o espigão Pardo-Paranapanema, pelo qual contínua até entroncar com o divisor entre as águas do córrego da Cachoeira e as do córrego da Serrinha do Caracol; caminha por êste divisor até a cabeceira do córrego Sobrado ou Matinha.
3 - COM O MUNICÍPIO DE PIRAJU
Começa no divisor  entre as águas do córrego da Cachoeira e as do córrego da Serrinha do Caracol, na cabeceira do córrego Sobrado ou Malinha; desce por êste até o córrego da Cachoeirae por êste abaixo até o rio Paranapenema, pelo qual desce até a fóz do ribeirão Douradão.
4 - COM O MUNICÍPIO DE IPAUÇÚ
Começa no rio Paranapanema, na fóz do ribeirão Douradão; sobe por êste até a fóz do córrego da Virtuosa; sobe por êste até a fóz do córrego de Luíz Pinto: contínua pleo contraforte que separa as águas dêste córrego e as do córrego da Virtuosa, até o espigão Pardo-Paranapanema; prossegue pelo espigão até o divisor ante as águas do ribeirão da Figueira e as do ribeirão das Palmeiras; caminha por êste divisor até a cabeceira do córrego de Santa Cecília, onde tiveram início êstes Limites.

MUNICÍPIO DE BILAC
(Instalado em 1945)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE GUARARAPES
Começa no ribeirão Jangada na fóz do córrego do Paciti; sobe pelo ribeirão Jangada até a junção dos córregos da Bôa Esperança ou do Perimetro e Água Bôa.
2 - COM O MUNICÍPIO DE ARAÇATUBA
Começa na junção dos córregos da Bôa Esperança ou do Perimetro e Água Bôa, sobe pelo córrego Água Bôa ate sua cabeceira mais setentrional no espigão mestre dos rios Tietê-Águapei; caminha pelo espigão mestre até a cabeceira mais ocidental do córrego Eliseo, pelo qual desce até o ribeirão báguaçú.
3 - COM O MUNICÍPIO DE BIRIGUI'
Começa no ribeirão Báguacú, na fóz do córrego Eliseo, sobe pelo ribeirão Báguaçú até a fóz do córrego Imbê pelo qual sobe até a fóz do galho que vem da fazenda Alto Alegre.
4 - COM O MUNICÍPIO DE COROADOS
Começa no córrego Imbê, na fóz do galho que vem da fazenda Alto Alegre; sobe pelo córrego Imbê, que passa na fazaenda de igual nome até sua cabeceira no espigão mestre Tietê-Águapei.
5 - COM O MUNICÍPIO DE CLEMENTINA
Começa no espigão mestre Águapei-Tietê na cabeceira do córrego Imbê: segue pelo espigão mestre até a cabeceira do córrego da Laje: desce por êste e pelo ribeirão da Lontra até a fóz do córrego Saltinho.
6 - COM O MUNICÍPIO DE PIACATU
Começa no ribeirão da Lontra na fóz do córrego Saltinho, de onde vai, em réta, a fóz do córrego Alegre no córrego Barreiro, sobe pelo córrego Alegre até sua cabeceira no divisor Jangada-Barreiro: segue por êste divisor em demanda da cabeceira do córrego Paciti, pelo qual desce ate sua voz no ribeirão Jangada. onde tiveram início êstes limites.
b) DIVISAS INTERDISTRITAIS
1 - ENTRE OS DISTRITOS DE BILAC E GABRIEL MONTEIRO
Começa no córrego Água Bôa, na fóz do seu afluente da margem esquerda, e terceiro a mentante do córrego nas Nações; sobe por êsse afluente ate a sua cabeceira mais meridional: segue em rêta, até a cabeceira do córrego Olaria. desce por êste até o córrego Rico; desce por êste até a sua fóz no ribeirão da Lontra.

MUNICÍPIO DE BIRIGUÍ
(Instalado em 1922)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE ARAÇATUBA
Começa no ribeirão Báguaçu na fóz do córrego Eliseo; desce pelo ribeirão Báguaçú até a fóz do córrego Brejinho: daí, vai, em reta, à cabeceira mais meridional do córrego Barro Preto: desce por êste até o córrego Água Branca e por êste desce até o ribeirão Báguaçu; desce pelo ribeirão Báguaçu até sua fóz no rio Tietê.
2 - COM O MUNICÍPIO DE BURITAMA
Começa no rio Tietê. na fóz do rio Báguaçú; sobe pelo rio Tietê até a fóz do rio Báguaçú; sobe pelo rio Tietê. na fóz do rio Báguaçú; sobe pelo rio Tietê até a fóz do Ribeirão dos Baixotes.
3 - COM O MUNICÍPIO DE COROADOS
Começa no rio Tietê. na fóz do ribeirão dos Baixotes; sobe por êste até a fóz do córrego Grande-e por êste até sua cabeceira principal, no divisor Congonhas-Báguaçú: segue por êste divisor até a cabeceira do córrego Tabapuã. pelo qual desce até sua fóz no ribeirão Báguaçú; desce por êste até a foz do córrego Cangré pelo qual sobe até sua cabeceira no contraforte Báguaçú-Imbé; dai, vai, em reta, á cabeceira da água que passa pela colonia da fazenda Mundo Novo: desce por esta água até sua fóz no galha do córrego Imbé, galho que vem da fazenda Alto Alegre; desce por êste galho do córrego Imbé até sua foz no córrego Imbé.
4 - COM O MUNICÍPIO DE BILAC
Começa  no córrego Imbé, na fóz do galho que vem da fazenda Alto Alegre; desce pelo córrego Imbé até sua fóz no ribeirão Báguaçú, pelo qual desce até a fóz do córrego Ellsco, onde tiveram início êstes limites.

MUNICÍPIO DE BÔA ESPERANÇA DO SUL
(Instalado em 1898)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE IBITINGA
Começa no rio Jacaré-Pepira, na fóz do córrego das Perdizes, sobe por êste até sua cabeceira mais setentrional, dai, vai em reta, a ponte sôbre o rio Jacaré-Guaçú, na estrada de rodagem que vai da usina Itaquerê, ao retiro da fazenda do mesmo nome, à margem esquerda do rio Jacaré-Guaçú.
2 - COM O MUNICÍPIO DE NOVA EUROPA
Começa no rio Jacaré-guaçú, na ponte da estrada de rodagem que vai da usina Itaquerê, ao retiro da fazenda do mesmo nome, à margem esquerda do rio jacaré-Guaçú sobe pelo rio Jacaré-Guaçú, até a fóz do córrego Meia-Légua.
3 - COM O MUNICÍPIO DE ARARAQUARA
Começa no rio Jacaré-Guaçú, na fóz do córrego Meia-Légua, sobe por aquele até a fóz do córrego do Ipê.
4 - COM O MUNICÍPIO DE RIBEIRÃO BONITO
Começa no rio Jacaré-Guaçú, na fóz do córrego do Ipê; sobe por êste até a fóz do córrego Água Sumida, continua pelo contraforte intermediário até o divisor que deixa, à direita, o ribeirão do Saltinho e, à esquerda, as do córrego São João; segue por êste divisor até o contraforte entre as águas do córrego da Fazenda Figueira. à direita, e as do ribeirão do Saltinho. à esquerda: caminha por êste contraforte até a confluência dessas águas, daí, vai em reta, à cabeceira norociodental do córrego Municipal. pelo qual desce até sua fóz no rio Bôa Esperança; desce por êste até o córrego das Três Barras, pelo qual sobe até o ponto onde é cortado pela reta que vai da fóz do córrego da Fazenda Nova Cintra, no ribeirão da Vargem, no ribeirão do Poteriro, na fóz do córrego da Fazenda São José.
5 - COM O MUNICÍPIO DE DOURADO
Começa no córrego das Três Barras, no ponto onde é cortado pela reta que vai da fóz do córrego da Fazenda Nova Cintra no ribeirão da Vargem, à fóz do córrego da Fazenda São José no ribeirão do Potreiro; prossegue por esta reta até a fóz do córrego da Fazenda São José no ribeirão do Poteriro; desce pelo ribeirão do potreiro ate a fóz do córrego Barraca.
6 - COM O MUNICÍPIO DE BOCAINA
Começa no ribeirão do Potreiro na fóz do córrego Barraca; sobe por êste até sua cabeceira norocidental, vaí, daí em reta, à cabeceira  do córrego Estiva, pelo qual desce até a sua fóz no rio Jacaré-Pepira, pelo qual desce até a fóz do ribeirão das Três Barras.
7 - COM O MUNICÍPIO DE BARIRÍ
Começa no rio Jacaré-Pepira, na fóz do ribeirão das Três Barras e por aqueles desce até a fóz do córrego das Perdizes, onde tiveram início êstes limites.
b) DIVISAS INTERDISTRITAIS
1 - ENTRE OS DISTRITOS DE BÔA ESPERANÇA DO SUL E TRABIJÚ
Começa no ribeirão do Saltinho, na fóz do córrego da Fazenda Figueira: desce por aquele até o rio Bôa Esperança; atinge a rumo o espigão entre as águas dêsta última rio e as do rio Jacaré-Pepira e continua pelo espigão que deixa, à esquerda, as águas do ribeirão do Potreiro e a direita, as do córrego das Barracas, indo até a fóz dêste córrego no ribeirão do Potreiro.

MUNICÍPIO DE BOCAINA
(Instalado em 1891)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE BARIRÍ
Começa na cabeceira oriental do córrego Piciní: segue pelo espigão que deixa, à direita, as águas do córregos da Taboca e ribeirão Três Barras e à esquerda, as do ribeirão da Queixada, até entroncar com o contraforte entre as águas do córregos da Fazenda Morro Alto. à esquerda, e as do ribeirão Três Barras, à direita: continua por êste contraforte em demanda da fóz do córrego da fazenda Morro Alto, no ribeirão Três Barras, pela qual desce até sua fóz no rio Jacaré- Pepira.
2 - COM O MUNICÍPIO DE BÔA ESPERANÇA DO SUL
Começa no rio Jacaré-Pepira, na fóz do ribeirão três Barras, sobe pelo rio Jacaré-Pepira, até a fóz do córrego da Estiva, pelo qual sobe até sua cabeceira: daí vai em reta à cabeceira norocidental do córrego Barraca, pelo qual desce até sua fóz no ribeirão do Potreiro.
3 - COM O MUNICÍPIO DO DOURADO
Começa no ribeirão do Potreiro, na fóz do córrego Barraca: desce pelo ribeirão do Potreiro até o rio Jacaré-Pepira, pelo qual sobe até a fóz do ribeirão da Figueira.
4 - COM O MUNICÍPIO DE JAÚ
Começa no rio Jacaré-Pepira, na fóz do ribeirão da Figueira, sobe por êste e pelo córrego Macaco até a sua cabeceira; vaí, em reta, à ponte sôbre o ribeirão Bôa Vista, na estrada de rodagem que leva a cidade de Bocâina e daí segue em demanda do espigão que deixa, à esquerda, o ribeirão Pouso Alegre e à direita, o ribeirão Bocaína da Prata: caminha por êste espigão até onde é cortado pela reta de rumo S - N. que vem da fóz da água do Ferraz, no córrego da Onça, no divisor Pouso Alegre - Prata: segue por esta reta até o rio da Prata, pelo qual desce até a fóz do córrego Picini; sobe por êste até sua cabeceira orienta, onde tiveram início êstes limites.

MUNICÍPIO DE BOFETE
(Instalado em 1881)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE ITATINGA
Começa no rio Santo Inácio. na fóz do córrego da Estiva; tambem conhecida como Potreiro do Lima; sobe por aquele até a fóz do ribeirão do Lajeado.
2 - COM O MUNICÍPIO DE BOTUCATÚ
Começa  no rio Santo Inácio, na fóz do ribeirão so Lajeado: sobe por aquele qté a fóz do ribeirão Limoeiro; contínua pelo espigão da margem esquerda dêste último até o aparado da serra da Barra Mansa na sua face ocidental: por êsse aparado prossegue até a cabeceira mais setentrional do ribeirão Barra Mansa. vai em reta aos aparados da mesma serra na sua face do Norte. em frente à cabeceira sudocidental do ribeirão da Ponte Alta: continua pelos aparados da serra do Limoeiro até os aparados da serra de Botucatú pelos quais prossegue ate frontear cabeceiras mais meridional do córrego dos Dezêssete Ramos pelo qual desce até a fóz do córrego Extrema.
3 - COM O MUNICÍPIO DE ANHEMBI
Começa na confluência do córrego Dezêssete Ramos com o córrego da Extrema, que deságua próximo ao bairro Dezêssete Ramos: vai em reta à cabeceira mais ocidental do ribeirão dos Patos e por êste desce até o ribeirão da Água Fria, e por êste, ainda, até a fóz do córrego do Buracão, fóz esta situada cerca de um quilometro abaixo da ponte sôbre o ribeirão Água Fria, na estrada de rodagem que une Conchas a Botucatú: sobe pelo córrego do Burucão até sua cabeceira mais meridional; vai em reta à cabeceira da àgua do Vicentinho, primeiro afluente da margem esquerda do rio do Peixe, abaixo da fóz do córrego que desce do armazem da rodovia estadual; desce pela água do Vicentinho até sua fóz no rio do Peixe
4 - COM O MUNICÍPIO DE CONCHAS
Começa no rio do Peixe na fóz da águas do Vicentinho; sobe por aquele até a confluência do rio Feio.
5 - COM O MUNICÍPIO DE PORANGABA
Começa na, confluência do rio Feio com o rio do Peixe: sobe por êste até a fóz do rio Bonito e por êste, acima até a fóz do ribeirão Palmeiras, contínuando pelo espigão intermediário a essas duas águas, até o espigão mestre Capivarí - Santo Inácio.
6 - COM O MUNICÍPIO DE GUAREÍ
Começa no espigão mestre Capivarí - Santa Inácio onde ele cruza com o contraforte entre as águas do rio Bonito e riberão Palmeiras: segue pelo espigão mestre, passando pelo cerntro de José Vieira e pelo morro da Fortaleza, até frontear a cabeceira mais oriental do córrego da Divisa.
7 - COM O MUNICÍPIO DE ANGATUBA
Começa na cabeceira mais oriental do córrego da Divisa, desce por êste até o rio Jacú ou Jacuzinho: sobe por êste até a fóz do córrego Capão Rico e por êste acima e pelo seu galho mais ocidental até sua cabeceira; vai daí em reta, à cabeceira mais iriental do córrego da Estiva, ou do Potreiro do Lima, e por êste abaixo até o rio Santo Inácio, onde tiveram início êstes limites.

MUNICÍPIO DE BOITUVA
(Instalado em 1938)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE CERQUILHO
Começa no rio Sorocaba, na fóz do córrego Palmital ou Sete Ranchos, pelo qual sóbe até sua cabeceira mais setentrional; vai pelo espigão fronteiro em demanda da fóz do córrego da Fazenda Paineiras, no ribeirão Mandiçununga.
2 - COM O MUNICÍPIO DE TIETÊ
Começa no ribeirão Mandiçununga na fóz do córrego da Fazenda Paineiras: prossegue pelo divisor fronteiro entre as águas dos ribeirões Mandiçununga e Quilômbo, em demanda da cabeceira mais ocidental do córrego Cruz das Almas.
3 - COM O MUNICÍPIO DE PORTO FELIZ
Começa na cabeceira mais ocidental do córrego Cruz das Almas, e vai, em reta à cabeceira do córrego de Benedito João; desce pelo córrego de Benedito João e pelo córrego Água Branca até o ribeirão de Quilômbo: daí, vai em reta à fóz do ribeirão do Pinhal, no ribeirão Pau d' Alho; sóbe por êste até a fóz do córrego Avelino Corrêa e por êste acima até sua cabeceira: ganha o espigão que deixa à direita, o córrego Maria Alves, e, à esquerda, o ribeirão Pilões: segue por êste espigão até o espigão mestre e pelo contraforte que leva à bifurcação das águas das cabeceiras do córrego Anhanguéra, pelo qual desce até sua fóz no rio Sorocaba.
4 - COM O MUNICÍPIO DE ARAÇOIABA DA SERRA
Começa no rio  Sorocaba, na fóz do córrego Anhanguéra: desce por aquele até a fóz do ribeirão. Capuava ou capuavinha; sobe por êste até o córrego Municipal pelo qual sobe até sua cabeceira, no divisor Capuava-Iperó: segue pelo divisor até a cabeceira do córrego Lindeiro pelo qual desce até a ribeirão Iperó: desce por êste até sua fóz no rio Sarapuí.
5 - COM O MUNICÍPIO DE TATUÍ
Começa no rio Sarapuí, na fóz do ribeirão Iperó; desce por aquele até sua fóz no rio Sorocaba e por êste ainda até a fóz do ribeirão Palmital ou Sete Ranchos, onde tiveram início êstes limites.
b) DIVISAS INTERDISTRITAIS
1 - ENTRE OS DISTRITOS DE BOITUVA E IPERÓ
Começa no rio Sorocaba, na fóz do rio Sarapuí; sobe pelo rio Sorocaba até a fóz do córrego Lindeiro. pelo qual sobe até sua cabeceira oriental no espigão Sorocaba-Tietê segue por êste espigão até entroncar com o divisor que separa as águas do córrego Maria Alves das do ribeirão Pilões.

MUNICÍPIO DE BORBOREMA
(Instalado em 1926)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE NOVO HORIZONTE
Começa no rio Tietê, na fóz do rio Batalha; segue pelo contraforte fronteiro até cruzar com o divisor entre o córrego Anhuas, ribeirão Espirito Santo e córrego Inferninho e Fugidinho, à direita, e córrego Aparecida. ribeirão Três Pontos e córregos da Mata e Inferninho à esquerda; segue por êsse divisor até o pião divisor dos córregos Fugidinho. Inferninho e ribeirão Fugído.
2 - COM O MUNICÍPIO DE ITAJOBI
Começa no pião divisor dos córregos Fugidinho, Inferninho e ribeirão Fugído; segue pelo contraforte entre as águas do córrego Inferninho, à direita, e as do ribeirão Fugído, à esquerda, até a cabeceira do córrego Da Mariana: desce por êste córrego até o ribeirão Fugído; sobe por  êste até a fóz do córrego dos Macacos e por êste acima até sua cabeceira no espigão Fugído Porcos: segue pelo espigão em demanda da cabeceira mais setentrional do córrego da Queimada.
3 - COM O MUNICÍPIO DE ITÁPOLIS
Começa na cabeceira mais setentrional do córrego da Queimada; desce por êste até sua fóz no ribeirão dos Porcos; desce por êste até a ponte do Coronel Cristiano Franco, daí, vai, pelo contraforte fronteiro até o divisor Porcos-São Lourenço; segue por êste contraforte em demanda da fóz do córrego Roseira, no ribeirão São Lourenço.
4 - COM O MUNICÍPIO DE IBITINGA
Começa no ribeirão São Lourenço, na fóz do córrego Roseira; desce por aquele até o rio dos Porcos e por êste até o rio Tietê.
5 - COM O MUNICÍPIO DE IACANGA
Começa no rio Tietê, na fóz do rio dos Porcos; desce por aquele até a fóz do ribeirão Doce.
6 - COM O MUNICÍPIO DE REGINÓPOLIS
Começa no rio Tietê, na fóz do ribeirão Doce; desce pelo rio Tietê até a fóz do rio Batalha, onde tiveram início êstes limites.

MUNICÍPIO DE BOTUCATÚ
(Instalado em 1858)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE SÃO MANUEL
Começa no rio Palmital, na fóz da água da Fazenda Palmital; sobe pelo rio até sua cabeceira mais oriental; segue pelo divisor entre as águas dos rios Pardo e Claro até o divisor entre o ribeirão dos Côchos, à esquerda, e o rio Pardo, à direita; prossegue por êste divisor em  demanda à cabeceira do galho mais ocidental do córrego jacu, pelo qual desce até sua fóz no ribeirão da Prata; sobe pelo ribeirão da Prata ate sua cabeceira mais oriental; segue pelo divisor entre as águas dos rios Claro e Pardo até o divisor que separa as águas do rio Claro, à esquerda, das do córrego Araqua, á direita; continua por êste divisor em demanda da cabeceira mais meridional do córrego da Divisa; desce por êste até sua fóz no rio Araqua: desce por êste até a fóz do córrego Ferraz; continua pelo contraforte fronteiro até o divisor entre as águas do rio Araqua e as dos rios Capivarí e Tietê: caminha pelo divisor até a cabeceira do córrego Pedra do Cerrito, descendo por êste até a sua fóz no rio Tietê.
2 - COM O MUNICÍPIO DE DOIS CÓRREGOS
Começa no rio Tietê, na fóz do córrego da Pedra do Cerrito; sobe por aquele até a fóz do rio piracicaba; sobe por êste até a fóz do córrego da Pedra de Amolar.
3 - COM O MUNICÍPIO DE SÃO PEDRO
Começa no rio Piracicaba, na fóz do córrego da Pedra de Amolar; sobe por aquele até a fóz do córrego da fazenda Ondas Grandes.
4 - COM O MUNICÍPIO DE ANHEMBÍ
Começa no rio Piracicaba, na fóz do córrego da fazenda Ondas Grandes; sobe por êste até sua cabeceira mais oriental; transpõe o espigão mestre Piracicaba-Tietê, em demanda da cabeceira mais setentrional da água da Fazenda Dois Córregos, pela qual dêsse até o rio Tietê e por êste acima até a fóz do córrego dos Sete Guarantãs; segue pelo espigão da margem direita do córrego em demanda da fóz do córrego de J.Luiz, afluente da margem esquerda do rio Alambarí, pelo qual sobe até a fóz do córrego Dezêssete Ramos. e por êste acima até a fóz do córrego da Extrema.
5 - COM O MUNICÍPIO DE BOFETE
Começa no córrego dos Dezêssete Ramos, na fóz do córrego da Extrema; sobe pelo Dezêssete Ramos até sua cabeceira mais meridíonal, na serra de Botucatú; segue pelos aparados desta serra, da Comprida, Limoeiro e Barra Mansa, na face setentrional, indo até a cabeceira sudocidental do ribeirão da Ponte Alta; vai em reta aos aparados da face ocidental da serra da Barra Mansa, em frente a cabeceira mais setentrional do ribeirão da Barra Mansa; continua pelos aparados sa serra até o espigão da margem esquerda do ribeirão Limoeiro; segue por êste espigão em demanda da fóz do ribeirão Limoeiro, no rio Santo Inácio e por êste abaixo até a fóz do ribeirão do Lajeado.
6 - COM O MUNICÍPIO DE ITATINGA
Começa no rio Santo inácio, na fóz do ribeirão do Lajeado; sobe por êste até a fóz do ribeirão da Posse e por êste acima até a confluência dos córregos que vêm da Fazenda Bôa Vista e da Fazenda da Quinta Secção: segue pelo contraforta entre essas duas águas até cruzar com a serra de Botucatu; continua pela serra até a cabeceira mais meridional do ribeirão do Atalho e por êste abaixo até sua fóz no ribeirão das Pedras, pelo qual desce até a fóz do córrego da Divisa; ganha, em reta, a cabeceira mais meridional do córrego das Pedrinhas e por êste abaixo até o rio Pardo e por êste, ainda, até a fóz do ribeirão da Restinga.
7 - COM O MUNICÍPIO DE AVARÉ
Começa no rio Pardo, na fóz do ribeirão da Restinga; desce por aquele até a fóz do ribeirão da Divisa; sobe por êste até a fóz do córrego Saltinho: sobe pelo córrego Saltinho até a fóz da àgua do Saltinho pela qual sobe até sua cabeceira mais setentrional, transpondo a seguir o divisor Pardo-Palmital, em demanda da cabeceira do córrego da Fazenda Palmital, pelo qual desce até sua fóz no rio Palmital, onde tiveram início êstes limites.
b) DIVISAS INTERDISTRITAIS
1 - ENTRE OS DISTRITOS DE BOTUCATÚ E VITORIANA
Começa no rio Araquá, na fóz do ribeirão Fundo: vai em reta ao aparado da serra de Botucatú, na ponta extrema setentrional, que fica a nordêste da fazenda Bôa Vista: segue pelo aparado até o ponto em que ele é atingido pela reta Lêste-Oêste. que vem da ponta extrema, também setentrional da mesma serra, que fica cerca de um quilômetro ao Norte da sede da Fazendinha; segue pela reta que corta o vale do ribeirão da Cidade e os trilhos. da Estrada de Ferro Sorocabana e continua pelo aparado até encontrar o galho da esquerda do córrego da Fazenda Cardoso e por êste desce até o rio Capivara, pelo qual sobe até a fóz do ribeirão Capivarí; cntínua pelo espigão que deixa, à direita. as águas dêste último até a segunda ponte sobe o rio Alambarí, na estrada de rodagem que vaí da estação de Alambarí à procura de estrada de rodagem estadual, no seu tronco de São Paulo a Baurú.
2 - ENTRE OS DISTRITOS DE BOTUCATÚ E PARDINHO
Começa no aparado da serra de Botucatú, no trecho que tem o nome local de serra Comprida, em frente à cabeceira do ribeirão do Pânfilo Dantas; desce por êstes até o rio Pardo e por êste abaixo até a fóz do rio Pardinho, pelo qual sobe até sua cabeceira sudocidental; ganha, depois, a cabeceira do córrego do Reiro de Brasilio Machado, pelo qual desce até o rio Atalho.
3 - ENTRE OS DISTRITOS DE PORTO MARTINS E VITORIANA
Começa no rio Tietê, na fóz da água da fazenda Dois Córregos; desce pelo rio Tietê até a fóz do córrego Domingão, pelo qual sobe até sua cabeceira no que divide as águas do córrego que banha o sítio do Capitãozinho, à esquerda; prossegue por êste contraforte até entroncar com o divisor das águas do rio Tietê e as do rio Capivari; caminha por êste divisor até a cabeceira oriental do córrego de J. Lourenço; desce por êste até sua fóz no rio Capivara; continua pelo contraforte fronteiro entre as águas do córrego Verda, á direita, e as do ribeirão da Cidade, à esquerda, até cruzar com o espigão entre as águas dos rios Capivara e Araquá.

MUNICÍPIO DE BRAGANÇA PAULISTA
(Instalado em 1797)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE AMPARO
Começa no rio Jaquarí, na fóz do córrego de J. Marinho; segue pelo contraforte fronteiro até a serra do Pântano, pela qual caminha até a cabeceira sudoriental do ribeirão dos Limas;
2 - COM O MUNICÍPIO DE MONTE ALEGRE DO SUL
Começa na serra do Pântano, na cabeceira sudoriental do ribeirão dos Limas; segue pela serra em demandada fóz do córrego da Extrema, no rio do Pinhal; sobe pelo córrego da Extrema até sua cabeceira no divisor Fazenda Velha-Extrema; segue por êste divisor até o contraforte da margem esquerda do ribeirão da Fazenda Velha: segue por êste contraforte em demanda da fóz dêste ribeirão no rio Camandocaia.
3 - COM O MUNICÍPIO DE SOCORRO
Começa no rio Camandocaia, na fóz do ribeirão da Fazenda Velha: vai em reta. à ponte sôbre o mesmo rio, na estrada de rodagem que vai da Cachoeirinha a Lagôa; sobe pelo Camandocaia até a fóz do córrego do Boava.
4 - COM O ESTADO DE MINAS GERAIS
Começa no rio Camandocaia, na fóz do córrego do Boava: segue pelas divisas com o Estado de Minas Gerais até a pedra da Guaraiuva, ponto culminate do morro do Lopo.
5 - COM O MUNICÍPIO DE JOANÓPOLIS
Começa na pedra da Guaraíuva, ponto culminante do morro do Lopo; segue pelo divisor entre as águas do rio Jaquarí, á direita, e as do rio Jacaré à esquerda: passa pela pedra da Extrema ou Lopo, atinge o morro do Piuca, e pela sua crista segue até a última cabeceira do córrego do Piuca: desce por êste até o córrego de Benedito Pires e por êste até a sua cabeceira; alcança o epigão das águas do rio Jaquarí e rio Jacareí e prossegue em demanda da cabeceira do córrego Mato Dentro e por êste abaixo até o rio Jacareí.
6 - COM O MUNICÍPIO DE PIRACAIA
Começa no rio Jacareí, na fóz do córrego Mato Dentro:desce pelo rio até a fóz do ribeirão das Setes Pontes e por êste acima até a fóz do córrego dos Cubas e por êste ainda até sua cabeceira mais meridional, já no morro Grande dos Cunhas: prossegue pelo espigão até a cabeceira mais setentrional do córrego Padre Abel.
7 - COM O MUNICÍPIO DE ATÍBAIA
Começa no morro Grande dos Cunhas, na cabeceira mais setentrional do córrego Padre Abel: segue pelo espigão que deixa, à esquerda, as águas do ribeirão dos Peçanhas e à direita, as do ribeirão Ressaca, em demanda da confluêncai do córrego do Areal. no ribeirão da Ressaca, que vem do bairro do Morro Grande: transpõem da Ressaca e continua pelo espigão que deixa, à direita, as águas do córrego Areal, e, á esquerda, as do ribeirão Ressaca, em demanda da ponte da Estrada de Ferro Sorocabana e ramal de Bragança: sôbre o rio das Pedras; desce pelo rio das Pedras até a fóz do córrego da Bocaína que passa na séde da fazenda Trigo; vai dessa confluência pelo espigão fronteiro em demanda da cabeceira mais meridional do ribeirão do Mato Dentro e por êste desce até o rio Atibaia.
8 - COM O MUNICÍPIO DE JARINÚ
Começa no rio Atibaia, na fóz do ribeirão do Mato Dentro; desce por aquele até a fóz do ribeirão da Fazenda Velha.
9 - COM O MUNICÍPIO DE ITATIBA
Começa no rio Atibaia na fóz do ribeirão da Fazenda Velha: sobe por êste até sua cabeceira mais setentrional e prossegue pelo espigão entre os rios Jáguarí e Atibaia, até alcançar a cabeceira do braço sudoriental do ribeirão que vem da fazenda Manuel Ferraz pelo qual desce até o rio Jáguarí e por êste abaixo até a fóz do córrego de J. Marinho, onde tiveram início êstes limites.
b) DIVISAS INTERDISTRITAIS
1 - ENTRE OS DISTRITOS DE BRAGANÇA PAULISTA E TUIUTÍ
Começa no rio Jáguarí, na fóz do ribeirão da Fazenda de manuel Ferraz; sobe por aquele até a fóz do córrego dos Caetanos; contínua pelo espigão que deixa à esquerda as águas dêste último e à direita. as do ribeirão das Pombas, até o espigão que deixa à direita, as águas do ribeirão do Pântano, e à esquerda as do ribeirão do Pinmhal, em frente à cabeceira mais meridional do córrego da Vargem Grande.
2 - ENTRE OS DÍTRITOS DE BRAGANÇA PAULISTA E PINHALZINHO
Começa no espigão que deixa, à direita. as águas do ribeirão do Pântano e, à esquerda. as do ribeirão do Pinhal em frente á cabeceira mais meridional do córrego da Vargem Grande; continúa pelo espigão que deixa à direita. o ribeirão das Pombas, até a fóz do córrego do Delfim Franco naquele ribeirão e vaí, daí, em rête, a fóz do córrego do Teófilo Leme, no ribeirão das Araras e por êste acima até a fóz do córrego Distrital ou dos Vieiras.
3 - ENTRE OS DISTRITOS DE BRAGANÇA PAULISTA E PEDRA BELA
Começa no ribeirão das Araras, na fóz do córrego Distrital ou dos Vieiras; continua pelo espigão da margem esquerda do ribeirão das Araras, até cruzar com o espigão que deixa, à esquerda. as águas do ribeirão das Anhumas e à direita as do ribeirão Curitibanos ou Morro Agudo.
4 - ENTRE OS DISTRITOS DE BRAGANÇA PAULISTA E VARGEM
Começa no espigão da margem esquerda do ribeirão das Araras, onde ele cruza com o espigão que deixa, à direita, as águas do ribeirão Curitibanos ou Morro Agudo,e á esquerda, as do ribeirão das Anhumas: caminha por êste espigão até a fóz do rio Jacareí, no rio Jaquarí, e vai por aquele até a fóz do ribeirão das Sete Pontes.
5 - ENTRE OS DISTRITOS DE PEDRA BELA E VARGEM
Começa na serra das Pitangueiras, nas divisas com o Estado de Minas Gerais, onde aquele entronca com a serra das Araras. e pelo cume desta caminha até cruzar com o espigão entre os ribeirões das Anhumas e Morro Agudo de um lado e o ribeirão das Ararasdo outro.
6 - ENTRE OS DISTRITOS DE PEDRA BELA E PINHALZINHO
Começa no ribeirão das Araras, na fóz do córrego Distrital, ou dos Vieiras; sobe por êste até sua cabeceira mais setentrional; vai; saí, em reta, à ponte sobre o ribeirão do pinhal na estrada de rodagem que vai a cidade de Socorro, e pelo contraforte fronteiro segue até a fóz do córrego Raso no rio Camandocaia.
7 - ENTRE OS DISTRITOS DE PINHALZINHO E TUIUTI
Começa no espigão que deixa, á direita as águas do ribeirão Pinhal e, à esquerda.as do ribeirão do Pântano em frente à cabeceira mais meridional do córrego da Vargem Grande e pelo espigão prossegue até cruzar com a serra do Pântano que é o espigão mestre entre as águas do rio Camandocai, ao Norte e as do rio Jáguarí. ao Sul.

MUNICÍPIO DE BRAÚNA
(Criado em 1954)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE CLEMENTINA
Começa no rio Feio ou Águapeí, na fóz do ribeirão Promissão; sobe por êste até o córrego macuco, pelo qual sobe até sua cabeceira no espigão mestre Feio ou Águapeí-Tietê.
2 - COM O MUNICÍPIO DE COROADOS
Começa no espigão mestre Feio ou Águapeí-Tietê na cabeira do córrego Macuco: segue pelo espigão mestre até cruzar com o divisor que deixa, à direita, as águas do córrego Água Limpa; prossegue por êste divisor e pelo que separa as dêste córrego das do Congonhas até a cabeceira do córrego do Patrício Gimeni.
3 - COM O MUNICÍPIO DE GLICERIO
Começa no divisor Congonhas-Água Limpa na cabeceira do córrego de Patrício Gimeni, pelo qual desce até sua fóz no córrego Água Limpa; sobe por êste córrego até a fóz do córrego de Francisco Lírio: sobe por êste córrego até sua cabeceira no divisor Água Limpa-Bonito; segue por êste divisor até a cabeceira do córrego São Jorge, pelo qual desce até sua fóz no ribeirão Bonito.
4 - COM O MUNICÍPIO DE PENÁPOLIS
Começa no ribeirão Bonito, na fóz do córrego São Jorge; sobe pelo ribeirão Bonito até sua cabeceira no espigão mestre Tietê-Feio; segue por êste espigão mestre até a cabeceira mais setentrional do ribeirão Grande.
5 - COM O MUNICÍPIO DE ALTO ALEGRE
Começa no espigão mestre Tietê-Águapeí, na cabeceira mais setentrional do ribeirão Grande, pelo qual desce até sua fóz no rio Feio ou Águapeí.
6 - COM O MUNICÍPIO DE GETULINA
Começa no rio Feio ou Águapei, na fóz do ribeirão Grande; desce por aquele até a fóz do rio Tibiriçá.
7 - COM O MUNICÍPIO DE POMPÉIA
Começa na fóz do rio Tibiriçá, no rio Feio ou Águapei; desce por êste até a fóz do ribeirão Caingang ou Guaporanga.
8 - COM O MUNICÍPIO DE TUPÃ
Começa no rio Feio na fóz do ribeirão Caingang ou Guaporanga; desce por aquele até a fóz do ribeirão Promissão, onde tiveram início êstes limites.
b) DIVISAS INTERDISTRITAIS
1 - ENTRE OS DISTRITOS DE BRAUNA E LUIZIANIA
Começa no ribeirão Grande na ponte da estrada Luiziânia-São Martinho; daí, vai em reta à cabeceira da água de E. E, Menchão; desce por esta água até sua fóz no ribeirão Luiziânia; sobe por êste ribeirão até a fóz da primeira água da margem direita: sobe por esta água até sua cabeceira no divisor Luiziânia-Promissão; alcança, na contravertente, a cabeceira do córrego Água Branca, pelo qual desce até sua fóz no ribeirão Promissão.

MUNICÍPIO DE BRODÓSQUI
(Instalado em 1914)

a) LIMITES MUNICÍPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE BATATAIS
Começa no ribeirão da Mata, na fóz do córrego da fazenda do Morro Grande; sobe pelo ribeirão da Mata até a fóz do córrego da margem esquerda que deságua logo abaixo da séde da fazenda de M. Caetano: sobe por êste córrego até sua cabeceira no espigão mestre Pardo - Sapucaí; segue por êste espigão mestre até o divisor entre o ribeirão do Silva, à direita, e o ribeirão Claro, á esquerda prossegue por êste divisor até cruzar com o contraforte entre o córrego Olhos d' Água. à direita. e ribeirão Claro, à esquerda: prossegue por êste contraforte em demanda da junção dêstes dois curso; de água; desce pelo ribeirão Claro até o ponto onde é cortado pela reta de rumo Lêste-Oêste que vem da cabeceira mais ocidental do córrego Pratinha; continua por esta reta até a cabeceira mais ocidental do córrego Pratinha, pelo qual desce até sua fóz no ribeirão do Adão abaixo da fazenda Alcídio.
2 - COM O MUNICÍPIO DE ALTINÓPOLIS
Começa no ribeirão do Adão, na fóz do córrego Pratinha, que deságua logo abaixo da Fazenda Alcídio. na margem direita do ribeirão do Adão, desce por êste ribeirão até sua fóz no rio Pardo.
3 - COM O MUNICÍPIO DE SERRANA
Começa no rio Pardo, na fóz do ribeirão do Adão, desce por aquele até a fóz do ribeirão da Figueira
4 - COM O MUNICÍPIO DE RIBEIRÃO PRETO
Começa na fóz do ribeirão da Figueira, no rio Pardo e por êste desce até a fóz do ribeirão da fazenda Jacutinga.
5 - COM O MUNICÍPIO DE JARDINÓPOLIS
Começa no rio Pardo, na fóz do ribeirão da fazenda Jacutinga; prossegue pelo contraforte da margem esquerda do ribeirão da fazenda Jacutinga até o espigão que deixa. à direita, as águas do ribeirão do Silva e, à esquerda, as do ribeirão da fazenda Jacutinga: continua por êste espigão até o contraforte da margem esquerda do ribeirão das Pósses; sehue por êste contraforte em demanda da fóz do córrego da Divisa, no ribeirão das Pósses; daqui segue em reta até a fóz do córrego de Claudino, no córrego de São Felipe; sobe pelo córrego do Claudino até sua cabeceira no divisor entre as águas do ribeirão São Felipe e as do ribeirão da Mata; segue por êste divisor e pelo contraforte fronteiro em demanda da fóz do córrego da fazenda Morro Grande, no ribeirão da Mata onde tiveram início êstes limites.

MUNICÍPIO DE BROTAS
(Instalado em 1859)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE DOURADO
Começa no rio Jacarê-Pepira, na fóz do ribeirão do Barreiro; alcança o espigão fronteiro em demanda da fóz do ribeirão de Água Virtuosa no ribeirão Bebedouro.
2 - COM O MUNICÍPIO DE RIBEIRÃO BONITO
Começa na confluência do ribeirão da Água Virtuosa no ribeirão Bebedouro: sobe por êste até a fóz do córrego da Extrema, pelo qual sobe até sua cabeceira; continúa pelo espigão que deixa, ao Norte, as águas do ribeirão Bebedouro e, ao Sul, as dos ribeirões Bonito e Rasteira, até a cabeceira mais ocidental do ribeirão de Santa Joana, pelo qual desce até o rio Jacaré-Guaçú.
3 - COM O MUNICÍPIO DE SÃO CARLOS
Começa no rio Jacaré-Guaçu, na fóz do ribeirão de Santa Joana e sobe por aquele ate a fóz do ribeirão do Lobo.
4 - COM O MUNICÍPIO DE ITIRAPINA
Começa no rio Jacare-Guaçu, na fóz do ribeirão do Lobo; sobe por êsta ate sua cabeceira mais merídional; vai em reta, á cabeceira do córrego, pelo qual desce ate sua fóz no córrego Morro Grande das Pósses; vai em reta, a cabeceira ocidental do córrego das Aranias; desce por êste até sua fóz contiua em reta a cabeceira do córrego que deixa, à esquerda, a que da fazenda Santa Clara; desce por êste córrego ate sua fóz no ribeirão Tamanduá; segue por êste ate a foz do córrego Municípal: sobe por êste até sua cabeceira oriental: vai em reta à cabeceira do córrego Limoeiro, pelo qual desce até o ribeirão do Jardim ou Pinheiros: sobe por êste até a fóz do córrego da Divisa, pelo qual sóbe até sua cabeceira no divisor entre as águas dos ribeirões Jardim ou Pinheirinhos e dos Pintos; segue por êste divisor ate a cabeceira mais oriental do ribeirão dos Pintos.
5 - COM O MUNICÍPIO DE SÃO PEDRO
Começa no divisor entre as águas do ribeirão Jardim ou Pinheirinhos, de um lado, e as do ribeirão dos Pintos, do outro lado, na cabeceira mais oriental de ribeirões dos Pintos, pelo qual desce até a foz do córrego Gerivá vai em reta, à cabeceira mais ocidental do córrego Recreio: desce por êste até o ribeirão Grande e por êste ainda ate a fóz do córrego da Tapera, no bairro dos Gomes: segue pelo contraforte fronteiro que leva ao espigão da margem direita do ribeirão dos Bicudos; segue por êste espigão até a cabeceira mais oriental do córrego da Fazenda Bôa Esperança.
6 - COM O MUNICÍPIO DE TORRINHA
Começa na cabeceira mais oriental do córrego da Fazenda Bôa Esperança, afluênte do Laranjal Azeda, no " divortium aquaum" Piracicaba-Jacaré-Guaçú; continúa pelo " divortium aqurum" e pelo contraforte da margem esquerda do ribeirão Grande, até o divisor das águas do ribeirão Grande e as do ribeirão Claro: segue por êste divisor até a fóz do córrego Clarinho, no ribeirão Claro; sobe por aquele até sua cabeceira mais ocidenta; atravessa o espigão em demanda da nascente mais oriental do ribeirão da Pedra de Amolar e por êste abaixo até o ribeirão Pinheirinho ou Cachoeira; segue em reta a foz do córrego do Sul, no rio do Peixe.
7 - COM O MUNICÍPIO DE DOIS CÓRREGOS
Começa no rio do Peixe, na fóz do córrego do Sul; desce por aquele até a fóz do córrego da Fazenda da Bôa Vista do Paredão, pelo qual sobe até o aparado da serra de Brotas e continua pelo aparado até alcançar o córrego do Mamão, pelo qual desce até o ribeirão do Barreiro e por êste até o rio Jacaré-Pepira, onde tiveram início êstes limites.
b) DIVISAS INTERDISTRITAIS
1 - ENTRE OS DISTRITOS DE BROTAS E VARJÃO
Começa no divisor entre os ribeirões Grande e Claro, na cabeceira do córrego que passa ao Norte da sede da fazenda Roseira; desce por êste córrego até sua fóz no ribeirão Grande; daí vai por uma linha reta até a fóz do ribeirão do Jardim ou Pinheirinhos, no ribeirão dos Pintos; segue pelo contraforte fronteiro entre o córrego do Ceverino, à esquerda, e o ribeirão do Jardim ou Pinheirinhos à direita, até o divisor entre êste ribeirão, à direita, e o ribeirão Tamanduá, á esquerda; continua por êste divisor até a sua cabeceira do córrego Municipal.

MUNICÍPIO DE BURÍ
(Instalado em 1922)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE PARANAPANEMA
Começa no ribeirão Indaiatuba, na fóz do córrego do Barreirão; desce pelo ribeirão Indaiatuba e pelo Enxovia até o rio Apini-Guaçu e por êste até o rio Paranapanema.
2 - COM O MUNICÍPIO DE ANGATUBA
Começa na fóz do rio Apiaí-Guaçu, no rio Paranapanema; sobe por êste até a fóz do ribeirão da Pescaria.
3 - COM O MUNICÍPIO DE ITAPETININGA
Começa no rio Paranapanema na fóz do ribeirão da Pescaria: sobe pelo rio Paranapanema até a foz do ribeirão do Lajeado de Santa Isabel.
4 - COM O MUNICÍPIO DE CAPÃO BONITO
Começa no rio Paranapanema, na foz do ribeirão do Lajeado de Santa Isabel, pelo qual sobe até a foz do córrego Lajeado da Pedra Chata, e ainda por êste até sua cabeceira mais ocidental; segue em reta a foz do córrego da Sanga no ribeirão Lajeado do Pinheiro Seco; sobe por aquele até sua cabeceira, indo daí, em reta á cabeceira do córrego da Divisa e por êste abaixo até o rio Paranapiranga; continua por nova reta a ponte de Basílio Nunes, e hoje Marcolino Nunes sôbe o rio Apiai-Mirim.
5 - COM O MUNICÍPIO DE ITAPEVA
Começa na ponte de Basílio Nunes, hoje Marcolino Nunes, sôbre o rio Apiai-Mirim: segue pelo espigão fronteiro contornado as cabeceiras do córrego Lajeado até a cabeceira mais oriental do córrego do Birizal, pelo qual desce até o rio Apiai-Guaçu e por êste ainda, ate a fóz do córrego de Rincão Comprido, pelo qual sobe até sua cabeceira no espigão Enxovia-Apiai-Guaçu: segue pelo espigão até a cabeceira mais oriental do córrego Roseira, pelo qual desce até o ribeirão Enxovia e por êste ainda, até o córrego do Tijuco Preto, pelo qual sobe até sua cabeceira; vaí à cabeceira do córrego dos Ribeiros e desce por êste até o ribeirão do Morro Cavado e por êste, ainda, até a fóz do ribeirão Jacú, pelo qual sobe até sua cabeceira na contravertente do córrego Barreirão: segue em reta à cabeceira do córrego Barreirão, pelo qual desce ao ribeirão Indaiatuba, onde tiveram início êstes limites.
b) DIVISAS INTERDISTRITAIS
1 - ENTRE OS DISTRITOS DE ARACAÇU E BURÍ
Começa no rio Apiaí-Guaçu, na fóz do ribeirão da Enxovia; sobe por aquele até a fóz do córrego do Retiro do Apiaí; sobe por êste até sua cabeceira mais ocidental;ganha o espigão fronteiro e segue por êle até a fóz do córrego da Viuva no rio Paranapitanga, indo depois, em reta, à ponte do Delfino sôbre o rio Paranapanema, na estrada de rodagem para Itapetininga.

MUNICÍPIO DE BURITAMA
(Criado em 1948)

a) LIMITES MUNICÍPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE ARAÇATUBA
Começa no rio Tietê, na fóz do ribeirão Báguaçú; desce por aquele até a fóz do ribeirão Mato Grosso, pela qual sobe até a fóz do ribeirão Mato Grossinho.
2 - COM O MUNICÍPIO DE GASTÃO VIDIGAL
Começa no ribeirão Mato Grosso, na fóz do ribeirão Mato Grossinho; sobe por aquele até a fóz do córrego Retiro.
3 - COM O MUNICÍPIO DE MACAUBAL
Começa no ribeirão Mato Grosso, na fóz do córrego Retiro, pelo qual sobe até sua cabeceira de onde vai, em linha reta, à cabeceira do córrego Zabumba; desce por êste até sua fóz no córrego Saltinho; desce por êste até sua fóz no ribeirão Ponte Nova; vai, daí, por uma reta de rumo Oêste-Lêste, até o ribeirão Santa Barbara.
4 - COM O MUNICÍPIO DE PLANALTO
Começa no ribeirão Santa Barbara, onde e cortado pela reta ao rumo Oêste-Lêste que vem da foz do córrego do Saltinho, no ribeirão Ponte Nova,desce pelo ribeirão Santa Barbara ate o rio Tietê.
5 - COM O MUNICÍPIO DE CLICÉRIO
Começa no rio Tietê, na fóz do ribeirão Santa Barbara; desce por aquele até a fóz do córrego das Congonhas.
6 - COM O MUNICÍPIO DE COROADOS
Começa no rio Tietê, na fóz do córrego das Congonhas; desce por aquele até a fóz do ribeirão dos Baixotes.
7 - COM O MUNICÍPIO DE BIRIGUÍ
Começa no rio Tietê na fóz do ribeirão dos Baixotes: desce por aquele até a fóz do ribeirão Báguaçú, onde tiveram início êstes limites.
b) DIVISAS INTERDISTRITAIS
1 - ENTRE OS DISTRITOS DE BURITAMA E TURIUBA
Começa no ribeirão Mato Grosso, na fóz do córrego da Pedra: sobe por êste até onde é cortado pela reta de rumo Lêste-Oêste que vem da junção do córrego da Mata com o córrego do Campo, formadores do ribeirão das Palmeiras: daí, segue pela reta, até a citada junção; dêste ponto vai, em reta, a fóz do ribeirão Ponte Nova. no ribeirão Santa Barbara.

MUNICÍPIO DE BURITIZAL
(Criado em 1954)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE IGARAPAVA
Começa no rio do Carmo na fóz do ribeirão da Bandeira; continua pelo contraforte até o contraforte entre as águas do ribeirão da Bandeira, á direita, e o córrego da Estivinha, à esquerda; segue por êste contraforte até o divisor entre às águas do ribeirão da Bandeira e o córrego Pedra Branca; contínua por êste divisor até o contraforte entre os córregos Canindé e dos Camilos; segue por êste contraforte até a cabeceira do galho mais ocidental do córrego dos Camilos, pelo qual desce até sua fóz no córrego Pedra Branca; desce pelo córrego Pedra Branca, até a fóz do córrego dos Menezes pelo qual sobe até sua cabeceira, no divisor entre as águas do córrego Pedro Branca, à direita, e as do córrego Paraíso, à esquerda; continua por êste divisor até o espigão que separa as águas do córrego Pedra Branca das do córrego da Matinha; prossegue por êste espigão até a cabeceira do Matinha; prossegue por êste espigão até a cabeceira do galho mais ocidental do córrego da Matinha, pelo qual desce até sua fóz no córrego da Cachoeira; desce pelo córrego da Cachoeirinha até sua fóz no ribeirão do Função; desce por êste ribeirão até a fóz do ribeirão do Pari, pelo qual sobe até a foz do córrego do Campo Mimoso.
2 - COM O MUNICÍPIO DE PEDREGULHO
Começa no ribeirão no Pari na fóz do córrego do Campo Mimoso, sobe por êste até a fóz do córrego da Paixão, e por êste acima até sua cabeceira no bairro do Moleque; vai daqui, em reta a fóz do córrego José Pinheiro no Ribeirão da Bandeira; sobe pelo córrego José Pinheiro até sua cabeceira; vaí, daí em reta, a cabeceira mais setentrional do galho da direita do córrego do Inhame pelo qual desce até o rio Ponte Nova.
3 - COM O MUNICÍPIO DE FRANCA
Começa no rio Ponte Nova, na fóz do córrego do Inhame, desce por aquele até a fóz do córrego Jeriquara.
4 - COM O MUNICÍPIO DE ITUVERAVA
Começa no rio Ponte Nova na fóz do córrego Jeriquara, desce pelo rio Ponte Nova, até sua fóz no rio do Carmo, pelo qual desce até a fóz do ribeirão da Bandeira, onde tiveram início êstes limites.

MUNICÍPIO DE CABRÁLIA PAULISTA
(Criado em 1948)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE LUCIANÓPOLIS
Começa no rio Alambarí, na fóz da água da Bôa Vista: sobe pelo rio Alambarí até a fóz do ribeirão das Antas.
2 - COM O MUNICÍPIO DE DUARTINA
Começa no rio Alambarí, na fóz do ribeirão das Antas; sobe pelo rio Alambarí até a fóz do ribeirão do Serrote; segue pelo contraforte fronteiro até o contraforte entre o ribeirão Preto, à direita, e as águas do Brás e da Capoeira, á esquerda; prossegue por êste contraforte até cruzar com o espigão mestre Alambari-Batalha.
3 - COM O MUNICÍPIO DE PIRATININGA
Começa no espigão mestre Alambarí-Batalha, no ponto de cruzamento com o contraforte entre o ribeirão Preto e a água da Capoeira: segue pelo espigão mestre até cruzar com o contraforte entre a água da Areia Branca, à direita, e a água do Barro Preto e ribeirão Três Barras, á esquerda: continúa por êste contraforte em demanda da fóz da água do Poço, no rio Alambarí; sobe pela água do poço até sua cabeceira oriental no divisor Alambarí-Turvo.
4 - COM O MUNICÍPIO DE AGUDOS
Começa no divisor Alambarí-Turvo, na cabeceira oriental da água do Poço: segue pelo divisor Alambarí-Turvo até a cabeceira meridional da água da Bôa Vista.
5 - COM O MUNICÍPIO DE SANTA CRUZ DO RIO PARDO
Começa no divisor Alambarí-Turvo, na cabeceira meridional da água da Bôa Vista, pela qual desce até sua fóz no rio Alambarí, onde tiveram início êstes limites.

MUNICÍPIO DE CABREÚVA
(Instalado em 1859)

a) LIMITES MUNICÍPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE JUNDIAÍ
Começa no espigão mestre Tietê-Jundial, na cabeceira mais meridional do ribeirão Santa Rita; segue pelo espigão mestre, deixando,à direita, as águas do ribeirão do Pinhal ou Jacaré, até cruzar com o espigão que deixa, à direita, as águas do córrego Caracól, indo por êle até a fóz dêsse córrego no ribeirão da Cachoeira; sobe pelo ribeirão da Cachoeira até sua cabeceira sudoriental; ganha o alto da serra do Japí e pela cumiada desta, prossegue, contornando as cabeceiras do rio Guaxinduva; caminha, depois, pelo alto do seu contraforte denominado de São Bento, que é o divisor que deixa, à esquerda, as águas do ribeirão Caáguaçú até a confluência dêste ribeirão com o ribeirão da Cachoeira, formadores do rio Jundiuvira.
2 - COM O MUNICÍPIO DE SANTANA DE PARNAÍBA
Começa na confluência dos ribeirões Caáguaçú e Cachoeira, formadores do rio Jundiuvira, e por êste desce até o rio Tietê.
3 - COM O MUNICÍPIO DE SÃO ROQUE
Começa no rio Tietê, na fóz do ribeirão Jundiuvira e desce pelo rio Tietê até a fóz do córrego Putribú ou Aputribú de Cima.
4 - COM O MUNICÍPIO DE ITÚ
Começa no rio Tietê, na fóz do córrego Puitribú ou Aputribú de Cima: desce por aquele até a fóz do ribeirão Itaguá, que nasce na povoação de Itaguá; sobe pelo ribeirão Itaguá até a fóz do córrego da Fazenda Morro Grande e vai em reta Norte-Sul, até o rio Piraí, pelo qual sobe até o Córrego Municipal; sobe por êste até sua cabeceira e continúa pelo espigão Pinhal Jundial, até o espigão mestre Jundiaí-Tietê, caminha pelo espigão mestre até a cabeceira mais meridional do ribeirão Santa Rita, onde tiveram início êstes limites.

MUNICÍPIO DE CAÇAPAVA
(Instalado em 1855)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE MONTEIRO LOBATO
Começa na serra do Palmital na cabeceira mais setentrional do ribeirão Tuvú; segue por esta serra até cruzar com o divisor de águas dos ribeirões da Serra e Santa cruz;
2 - COM O MUNICÍPIO DE TAUBATÉ
Começa na serra do Palmital, onde ela cruza o divisor das águas dos ribeirões da Serra e Santa Cruz; caminha por êste divisor até a junção das águas do ribeirão Santa Cruz com as do córrego que vem da Fazenda de José Benedito de Alcântara: desce pelo ribeirão Santa Cruz até a sua fóz no rio Paraíba, e por êste ainda, até a fóz do córrego Pichaoá ou Ponte Alta, subindo por êste até sua cabeceira mais meridional; prossegue pelo espigão da margem direita das águas do ribeirão Caçapava Velha, até cruzar o divisor das águas dêste último ribeirão Taperão, á esquerda.
3 - COM O MUNICÍPIO DE REDENÇÃO DA SERRA
Começa no espigão da margem direita do ribeirão Caçapava Velha, onde cruza com o divisor das águas dêste ribeirão, á direita e das do Taperão, á esquerda; contínua pelo último divisor até à cabeceira do córrego Fonsecada.
4 - COM O MUNICÍPIO DE JAMBEIRO
Começa na serra do Jambeiro, na cabeceira do córrego Fonsecada, e pela serra prossegue até a cabeceira mais meridional do ribeirão Nossa Senhora da Ajuda do Bom Retiro.
5 - COM O MUNICÍPIO DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS
Começa na serra do Jambeiro, na cabeceira mais meridional do ribeirão de Nossa Senhora da ajuda do Bom Retiro; desce por êste até o rio da Divisa pelo qual desce até sua fóz no rio Paraíba; sobe por êste até a fóz do ribeirão Butá, e sobe por êste até a forquinha de seus maiores formadores, e daí em reta, á cabeceira mais setentrional do ribeirão Tuvú, na serra do Palmital, onde tiveram início êstes limites.

MUNICÍPIO DE CACHOEIRA PAULISTA
(EX-Valparaiba)
(Instalado em 1883)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE CRUZEIRO
Começa no divisor intermediário das águas dos ribeirões Embaú e Passa Quatro na cabeceira do córrego Mendanha; segue pelo divisor até o contraforte entre o ribeirão Piquete, à direita, e o córrego Caxambú à esquerda; prossegue por êste contraforte em demanda da fóz do córrego Caxambú no ribeirão Piquete, pelo qual desce até sua fóz no ribeirão Passa Vinte e por êste até o rio Paraíba.pelo qual sóbe até a fóz do ribeirão das Pedras sóbe por êste até o ribeirão do Alegre : sóbe por êste até a fóz do córrego da Dorotéia ou Santa Cabeça, pelo qual sobe até sua cabeceira no divisor que deixa, à direita, as águas do ribeirão do Alegre, e à esquerda, as do ribeirão do Paiol.
2 - COM O MUNICÍPIO DE SILVEIRAS
Começa na cabeceira do córrego da Dorotéia ou Santa Cabeça, no divisor entre as águas do ribeirão do Alegre. à direita, e as do ribeirão do Paiol, à esquerda; segue por êste divisor até entroncar com o divisor entre as águas do ribeirão do Alegre e córrego Cantagalo: prossegue por êste divisor até a cabeceira do córrego da Divisa; desce por êste até sua fóz no córrego Cantagalo, pelo qual desce até sua fóz no ribeirão Palmital: segue pelo contraforte da margem esquerda do ribeirão Palmital até o divisor Palmital-Bocaína; caminha por êste divisor até entroncar com o contraforte da margem direita do córrego Nossa Senhora da Conceição: prossegue por êste contraforte em demanda da fóz do córrego Nossa Senhora da Conceição no rio Bocaína, pelo qual sóbe até a fóz do rio Bravo; sóbe por êste até a fóz do rio Bravo; sobe por êste até a fóz do ribeirão São Miguel, pelo qual sóbe até o córrego Urutaguá; sóbe por êste até a fóz do córrego de Ramilo Imboava, pelo qual sobe e pelo galho Sul até sua cabeceira mais meridional no espigão Paraíba-Paraitinga que é a serra da Bocaína; segue por esta serra até a cabeceira mais setentrional do córrego da Cachoeira.
3 - COM O MUNICÍPIO DE LORENA
Começa na serra da Bocaína que é o espigão entre os rios Paraíba e Paraitinga, na cabeceira mais setentrional do córrego da Cachoeira; segue pela crista da serra até a cabeceira mais meridional do ribeirão Caninhas; desce por êste até o rio Paraíba: sobe por êste até a fóz do córrego Limoeiro, pelo qual sóbe até sua cabeceira, dai vai em reta ao espigão Branco-Piquete na cabeceira sudoriental do ribeirão do Areão.
4 - COM O MUNICÍPIO DE PIQUETE
Começa na cabeceira sudoriental do ribeirão do Arcão; pelo qual desce ao ribeirão Piquete: sobe por êste até a fóz do ribeirão Passa Quatro, e por êste até a fóz do ribeirão Jaracatiá; sobe por êste ribeirão até a fóz do córrego Mendanha, pelo qual sobe até sua cabeceira no espigão intermediário entre as águas dos ribeirões Passa Quatro e Embaú, onde tiveram início êstes limites.

MUNICÍPIO DE CACONDE
(Instalado em 1874)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE TAPIRATIBA
Começa no rio Pardo, na fóz do ribeirão Areias; sobe por êste até a confluência do córrego Retiro; segue por êste até sua cabeceira mais setentrional e vai em reta à cabeceira do córrego da Fazenda Rosa Branca que fica na contravertente; desce por êste córrego até o córrego Faisqueira; continua por êste até sua fóz no ribeirão Cá-Cá: sobe por êste até a foz do ribeirão Conceição e por êste ainda até a fóz do córrego do Cedro, pelo qual sobe até sua cabeceira mais oriental no "divortium aquarum" dos rios Pardo e Sapucaí-Guaçú, já na divisa com o Estado de Minas Gerais.
2 - COM O ESTADO DE MINAS GERAIS
Começa no "divortium aquarum" dos rios Pardo e Sapucaí-Guaçú, na cabeceira mais oriental do córrego do Cedro: segue pelas divisas com o Estado de Minas Gerais até o ponto de cruzamento da serra da Fumaça, com o contraforte entre as águas do ribeirão Santo Antonio, á esquerda, e as do córrego Cubatão, à direita
3 - COM O MUNICÍPIO DE SAPECADO
Começa na serra da Fumaça, no ponto de cruzamento com o contraforte entre as águas do ribeirão Santo Antonio à esquerda, e as do córrego Cubatão, à direita;
segue pelo contraforte até o ribeirão Santo Antonio, na fóz do seu afluente da margem esquerda que desemboca cerca de 1,5km. abaixo da fazenda Dona Ana; desce pelo ribeirão Santo Antonio até a fóz do pequeno córrego da sua margem esquerda que deságua cerca de 3 km. abaixo do afluente supra citado; sobe por êste córrego até sua cabeceira mais ocidental e segue em reta ao espigão da margem esquerda do rio ribeirão Quebra-Machado no ponto em que termina a reta de rumo Lêste-Oêste que vem da confluência do córrego da Divisa ou Cascalho com  seu afluente mais meridional do córrego do Engano; segue pela referida reta até a citada confluência; prossegue dessa confluência, pelo espigão da margem direita do córrego da Divisa ou Cascalho e continua pelo divisor que deixa á esquerda, as águas do córrego do Sinal Geodésico ou Água Fria, indo à fóz dêsse córrego no ribeirão Vargem Grande; alcança a cabeceira mais meridional do córrego do Cruzeiro pelo qual desce até sua fóz no rio Pardo e por êste até a fóz do córrego da Fazenda Fortaleza.
4 - COM O MUNICÍPIO DE SÃO JOSÉ DO RIO PARDO
Começa no rio Pardo na fóz do córrego da Fazenda Fortaleza; desce pelo rio Pardo até a fóz do ribeirão Areias onde tiveram início êstes limites.
b) DIVISAS INTERDISTRITAIS
1 - ENTRE OS DISTRITOS DE BARRÂNIA E CACONDE
Começa no espigão mestre entre as águas do rio Pardo e as do rio Sapucaí-Guaçú, no ponto de cruzamento com o espigão que deixa, á direita, o ribeirão da Conceição e, à esquerda, as do ribeirão São Mateus; prossegue por êsse espigão até alcançar a cabeceira mais setentrional do ribeirão Bom Sucesso, e por êste abaixo até o ribeirão Bom Jesus, pelo qual desce até a fóz do córrego de São Gonçalo, pelo qual sobe até a sua cabeceira sudoriental, atingindo por fim o espigão divisor entre as águas do rio Pardo, à direita, e as do ribeirão Santa Bárbara á esquerda, já nas divisas de Minas Gerais.

MUNICÍPIO DE CAFELÂNDIA
(Instalado em 1926)

a) LIMITES MUNICÍPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE GUAIMBÉ
Começa no córrego Cambará, na fóz da água que passa ao Norte da sede da fazenda Cambará; desce pelo córrego Cambará até a fóz da segunda água da margem esquerda; segue pelo contraforte que deixa à esquerda, essa água até cruzar com o divisor da margem esquerda do ribeirão Chantebled ou da Água Preta; contínua por êste divisor até a cabeceira da água Santa Maria; desce pelas águas Santa Maria e Santa Elza até sua fóz no rio Feio.
2 - COM O MUNICÍPIO DE LINS
Começa no rio Feio, na fóz da água Santa Elza; segue pelo contraforte fronteiro até o contraforte entre as águas do córrego Lagôa ou Liliana. à esquerda, e as das Duas Pontes ou Valônia, à direita; continua por êste contraforte até o divisor Feio-Dourado; prossegue por êste divisor até a cabeceira da água Azul; desce por esta água até sua fóz no ribeirão Grande, pelo qual desce até sua fóz no rio Dourado; desce, ainda , pelo rio Dourado até a fóz do córrego Anhumas; sobe pelo córrego Anhumas; sobe pelo córrego Anhumas até sua cabeceira mais setentrional no divisor Dourado-Tietê.
3 - COM O MUNICÍPIO DE SABINO
Começa na cabeceira mais setentrional do córrego Anhumas; segue pelo divisor entre as águas do rio Dourado, à direita, e as do rio Tietê, à esquerda, até a cabeceira do córrego Macuquinho pelo qual desce até sua fóz no córrego Macuco: desce pelo córrego Macuco até sua fóz no rio Tietê.
4 - COM O MUNICÍPIO DE NOVO HORIZONTE
Começa no rio Tietê na fóz do córrego Macuco: sobe pelo rio Tietê até a fóz do córrego da Onça.
5 - COM O MUNICÍPIO DE PONGAÍ
Começa no rio Tietê na fóz do córrego da Onça: sobe por êste até a sua cabeceira mais meridional; procura o divisor que deixa, o ribeirão Cervão, à direita, e o ribeirão Sucurí, à esquerda: prossegue por êste divisor até o divisor Tietê-Dourado. pelo qual caminha à procura da cabeceira mais setentrional do córrego da Ponte Funda.
6 - COM O MUNICÍPIO DE GUARANTÃ
Começa no divisor Tietê-Dourdor. na cabeceira mais setentrional do córrego Ponte Funda, pelo qual desce até sua fóz no rio Dourado; continua pelo contraforte fronteiro até o contraforte que deixa á esquerda, o córrego da Despedida. e á direita. o córrego Arací: continua por êste contraforte até o divisor Dourado-Lagôa: segue por êste divisor até cruzar com o contraforte que deixa. à esquerda. as águas do córrego do Urú: continua por êste contraforte em demanda da fóz do córrego do Urú no córrego da Lagôa: sobe pelo córrego da Lagôa até a fóz da água do Ricci, pela qual sobe até sua cabeceira ocidental no divisor Lagôa-Bôa Vista: alcança na contravertente a cabeçeira mais próxima do galho oriental do córrego Bôa Vista, pelo qual desce até a sua fóz no ribeirão Saltinho; sobe pelo ribeirão Saltinho até sua cabeceira no divisor Dourado-Feio; segue por êste divisor até a cabeceira do córrego das Pacas, pelo qual desce até sua fóz no rio Feio: sobe pelo rio Feio até a fóz do ribeirão Inhema, pelo qual sobe até a fóz da água do Progresso.
7 - COM O MUNICÍPIO DE JULIO DE MESQUITA
Começa no ribeirão Inhema na fóz da água do Progresso, pelo qual sobe até a cabeceira de seu galho norocidental no divisor Inhema- Chantebled ou Água Preta; segue por êste divisor até cruzar com o contraforte que deixa, á esquerda, as águas do ribeirão Chantebled ou Água Preta águas que passam pela colônia da fazenda Chantebled; prossegue por êste contraforte em demanda da água da sede no ribeirão Chantebled ou Água Preta: daí vai em reta á fóz da água que passa ao Norte da sede da fazenda Cambaré no córrego Cambará, onde tiveram início êstes limites.
b) DIVISAS INTERDISTRITAIS
1 - ENTRE OS DISTRITOS DE BACURITÍ E SIMÕES
Começa no rio Tietê na fóz do córrego Relógio Queimado, pelo qual sobe até sua cabeceira: segue pelo contraforte entre as águas do córrego do Meio à direita, e as do ribeirão do Cervão, á esquerda até entrencer com o divisor entre os rios Tietê-Dourado.
2 - ENTRE OS DISTRITOS DE BACURITÍ E CAFELÂMDIA
Começa no divisor entre as águas do rio Tietê.à direita, e as do rio Dourado à esquerda, no ponto de cruzamento com o contraforte entre as águas do ribeirão do Cervão e as do córrego do Meio: segue pelo divisor Tietê-Dourado até a cabeceira do córrego Macuquinho.
3 - ENTRE OS DISTRITOS DE CAFELÂNDIA E SIMÕES
Começa no divisor entre as águas do rio Tietê. à esquerda, e as do rio Dourado. à direita, no ponto de entroncamento com o xontraforte entre as águas do córrego do Meio e as do ribeirão do Cervão: segue pelo divisor Tietê-Dourado, até a cabeceira mais setentrional do córrego Ponte Funda.
4 - ENTRE OS DISTRITOS DE CAFELÂNDIA E CAFESÓPOLIS
Começa no rio Feio na fóz do córrego das Pacas; desce pelo rio Feio até a fóz do córrego Santa Elza.

MUNICÍPIO DE CAIABÚ
(Criado em 1954)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE
Começa no ribeirão Mandáguarí, na fóz do córrego do Acampanhamento; desce pelo ribeirão Mandáguarí até sua fóz no rio do Peixe.
2 - COM O MUNICÍPIO DE MARIÁPOLIS
Começa no rio do Peixe, na fóz do ribeirão Mandáguarí; sobe pelo rio do Peixe até o ribeirão São José ou Cristal.
3 - COM O MUNICÍPIO DE MARTINÓPOLIS
Começa no rio do Peixe, na fóz do ribeirão São José ou Cristal, sobe por êste até sua cabeceira no divisor entre os ribeirões São José ou Cristal e Santa Teresa: segue daí, pelo divisor até cruzar com o contraforte entre o córrego São Francisco à direita, e o córrego Lindeiro, á esquerda: segue por êste contraforte em demanda da fóz do córrego Lindeiro, no ribeirão Santa Teresa: contínua pelo contraforte fronteiro entre as águas do córrego Saltinho à direita, e as do córrego Encantado, á esquerda, até o divisor entre as águas do ribeirão Santa Teresa, de um lado, e córrego Jacaré, do outro lado: prossegue por êste divisor até o contraforte que leva a cabeceira da água da Silvio Genaro.
4 - COM O MUNICÍPIO DE INDIANA
Começa no divisor entre as águas do ribeirão Santa Teresa, à direita, e as do córrego jacaré; à esquerda, no ponto de cruzamento com o contraforte que vem da água de Silvio Genaro; segue pelo divisor até a cabeceira do córrego Saracura, pelo qual desce até sua fóz no córrego do Acampamento: desce pelo córrego Acampamento té um ponto situado a duzentos metros à montante do ribeirão Mandáguari.
5 - COM O MUNICÍPIO DE REGENTE FEIJÓ
Começa no córrego do Acampamento, num ponto situado a duzentos metros à montante do ribeirão Mandáguari; desce pelo córrego do Acampamento até sua fóz no ribeirão Mandáguari, ponte tiveram início êstes limites.
b) DIVISAS INTERDISTRITAIS
1 - ENTRE OS DISTRITOS DE BOA ESPERANÇA D'OESTE E IUBATINGA
Começa na fóz da água Junqueira ou da Fazenda Floresia, no ribeirão São José ou Cristal: dai vai, em reta, estrada Esperança d'Oêste-Inbatinga, num ponta equidistante do centro das referidas vilas dêste ponto contínua pelo mesmo alinhamento até o ribeirão Mandáguari.
2 - ENTRE OS DISTRITOS DE CAIABÚ E IUBATINGA
Começa no ribeirão Mandáguari, na fóz do ribeirão Santa Teresa, pelo qual sobe até a fóz do córrego Siegfred ou Saudade; sobe por êste córrego até sua cabeceira mais oriental, no divisor Mandáguari-São José ou Cristal; daí vai em reta de rumo Oêste-Lêste até cortar o ribeirão São José ou Cristal.

MUNICÍPIO DE CAIUÁ
(Criado em 1954)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE PRESIDENTE EPITÁCIO
Começa no ribeirão dos Guachos ou Santa Cruz, na foz do córrego São João ou Prata: daí, vai em reta a fóz do córrego Santa Cruzinha, no ribeirão Santa Anastácio; sobe pelo córrego Santa Cruzinha até sua cabeceira no divisor Santo Anastácio - Caiuá: dêste ponto vai reta ao quilômetro 880 da Estrada de Ferro Sorocabana, onde vai por nova reta ao ribeirão do Veado no ponto onde é cortado pela reta Caiuá; segue pela reta Caiuá até cortar o rio do Peixe.
2 - COM O MUNICÍPIO DE PANORAMA
Começa no rio do Peixe no ponto aonde é cortado pela reta Caiuá; sobe pelo rio do Peixe até a fóz do ribeirão Pederneiras.
3 - COM O MUNICÍPIO DE PRESIDENTE WENCESLAU
Começa no rio do Peixe, na fóz do ribeirão Pederneiras, pelo qual sobe até a fóz do córrego Água Sumida; sobe por êste córrego até sua cabeceira; continua pelo divisor que separa as águas do rio do Peixe, das do ribeirão do Veado. até cruzar com o contraforte que finda nêste ribeirão na fóz da água da Colônia: segue por êste contraforte fronteiro que deixa, á esquerda as águas da água da Colônia, até o divisor Veado - Caiuá; segue por êste divisor até a cabeceira setentrional da água da Andorinha. pelo qual desce até sua fóz no ribeirão Caiuá; daí, vai em reta ao divisor Caiuá - Santo Anastácio, na cabeceira do córrego Santa Maria, pelo qual desce até sua fóz no rio Santo Anastácio.
4 - COM O MUNICÍPIO DE MARABÁ PAULISTA
Começa no rio Santo Anastacio, no fóz do córrego Santa Maria; desce pelo rio Santo Anastacio até a fóz do córrego Jáguatirica, pelo qual sobe até sua cabeceira no divisor Santo Anastacio - Guachos ou Santa Cruz; segue poe êste divisor que separa as águas do rio Santo Anastacio. à direita, e as do córrego São João ou Prata, à esquerda, em demanda da fó dêste córrego no ribeirão dos Guachos ou Santa Cruz, onde tiveram início êstes limites

MUNICÍPIO DE CAJOBÍ
(Instalado em 1927)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE OLÍMPIA
Começa no rio Turvo, na fóz do córrego Capituvinha; sobe por êste até sua cabeceira mais setentrional; continua pelo contraforte fronteiro até atingir o espigão que deixa, á direita, as águas do córrego Bebedouro do Turvo, e à esquerda, as do córrego dos Olhos d'Água; caminha por êste espigão até alcançar a cabeceira do córrego da Fazenda Santana.
2 - COM O MUNICÍPIO DE SEVERINIA
Começa na cabeceira do córrego da Fazenda Santana; continua pelo espigão que deixa à esquerda as águas do córrego Olhos d'Água, e à direita, as do córrego Bebedouro do Turvo e Ribeirãozinho, até o contraforte da margem direita do córrego da Barrinha; contínua por êste contraforte em demanda da fóz do córrego da Barrinha no córrego do Bambú, pelo qual sobe até sua cabeceira mais oriental; daí, segue em reta à cabeira sudocidental do córrego do Alípio de daí, continua por outra nova á cabeceira sudecidental do córrego de Abílio de Almeida.
3 - COM O MUNICÍPIO DE MONTE AZUL PAULISTA
Começa na cabeceira sudocidental do córrego de Abilio de Almeida: segue pelo contraforte que deixa à esquerda o córrego do Barro Preto ou Domiciano, e, à direita, as águas dos córregos das Palmeiras ou Aurora, até cruzar com o espigão entre as águas do córrego Barro Preto ou Domiciano e as do córrego Cequeiros; prossegue por êste espigão até entroncar com o contraforte que deixa, à esquerda o córrego do matadouro; continua por êste contraforte em demanda da fóz do córrego da fazenda Santa Rosa, no córrego Matadouro; sobe pelo córrego Santa Rosa ate sua cabeceira mais meridional; alcança em reta cabeceira mais setentrional do córrego da fazenda São João; e por êste abaixo ate o córrego do Souza pelo qual desce ate sua fóz no rio Turvo
4 - COM O MUNICÍPIO DE PARAÍSO
Começa no rio Turvo, na foz do córrego do Souza; desce por aquele ate a fóz do córrego da Baixa e por êste sobe ate sua cabeceira; segue pelo espigão Turvo - Onça, ate cruzar com o contraforte ente o córrego Maria Alves ou dos Coelhos, de um lado e o dos Porcos e Jaragaui, de outro lado; continua por êste contraforte em demanda da cabeceira do córrego dos Porcos pelo qual desce ate o rio da Onça.
5 - COM O MUNICÍPIO DE CATANDUVA
Começa no ribeirão da Onça, na fóz do córrego dos Porcos; desce pelo primeiro ate a foz do ribeirão das Águas Claras.
6 - COM O MUNICÍPIO DE TABAPUÃ
Começa no ribeirão da Onça, na fóz do ribeirão das Águas Claras; desce primeiro ate o rio Turvo e por êste abaixo até a fóz do córrego Capituvinha, onde tiveram início êstes limites.
b) DIVISAS INTERDISTRITAIS
1 - ENTRE OS DISTRITOS DE CAJOBÍ E EMBAUBA
Começa no rio Turvo, na fóz do córrego da Baixa; desce pelo rio Turvo até a fóz do ribeirão da Onça
2 - ENTRE OS DISTRITOS DE CAJOBÍ E MONTE VERDE PAULISTA
Começa no divisor entre os córregos Barrinha e do Bule na cabeceira do primeiro córrego que deságua no córrego do Bule e jusante da fóz do córrego Matias; desce por êsse córrego até sua fóz no córrego do Bule: continua pelo contraforte que deixa, a esquerda, o córrego do Matias até o divisor Bule - Parra; prossegue por êste divisor ate a cabeceira norocidental do córrego Parra pelo qual desce até a confluência com o galho setentrional: daí, vai em reta, à junção dos dois galhos mais altos do córrego São Geraldo, de onde vai por nova reta a cabeceira ocidental do córrego De Larco; desce por êste córrego até sua fóz no córrego Antonio Belo: sobe por êste córrego até a fóz do córrego da fazenda Santa Rita pelo qual sobe até sua cabebceira no divisor Belo - Matadouro.

MUNICÍPIO DE CAJURÚ
(Instalado em 1866)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE ALTINÓPOLIS
Começa no rio Pardo, na fóz do rio Araraquara; sobe por êste ate a fóz do córrego da Prata: vai por êste acima até sua cabeceira mais oriental; segue pelo espigão que deixa, a direita, as águas do rio Araraquara, e a esquerda as do ribeirão do Adão até a fóz do ribeirão no rio Araraquara e sobe por êste até a fóz do córrego Laranjal.
2 - COM O MUNICÍPIO DE SANTO ANTÔNIO DA ALEGRIA
Começa no ribeirão Araraquara, na fóz do córrego Laranjal; sobe por aquele ate a fóz do córrego Barreiro das Antas e por êste acima até sua cabeceira mais meridional na serra da Laje; segue pela cumiada desta serra até o contraforte conhecido pelo nome de Frei Custodio; segue pelo divisor que deixa, a direita as águas do rio Cubatão, e a esquerda, as dos córregos Monte Alto e da Antinha até a fóz do córrego da Barreira no córrego Baúzinho, já nas divisas com o Estado de Minas Gerais
3 - COM O ESTADO DE MINAS GERAIS
Começa no córrego Bauzinho na fóz do córrego da Barreira; segue pelas divisas com o Estado de Minas Gerais até a fóz do córrego Marinbondo ou Comprido no córrego das Areías.
4 - COM O MUNICÍPIO DE MOCOCA
Começa no córrego das Areias, na fóz do córrego Comprido ou Maribondo, pelo qual sobe até sua cabeceira mais ocidental; alcança os aparados da serra da Borda da Mata, pelas quais caminha e pelos aparados da serra das Contendas, até o contraforte da margem esquerda do córrego da Fazenda da Serra; segue por êste contraforte até alcançar a confluência do córrego da Fazenda da Serra no ribeirão da Baiada; desce por êste ate sua confluência no rio Pardo.
5 - COM O MUNICÍPIO DE TAMBAÚ
Começa na fóz do ribeirão  da Boiada, no rio Pardo, e desce por êste até a fóz do ribeirão Quebra-Cuia.
6 - COM O MUNICÍPIO DE SANTA ROSA DE VITERBO
Começa no rio Pardo, na fóz do ribeirão Quebra-Cuia; desce por aquele até a fóz do ribeirão das Águas Claras.
7 - COM O MUNICÍPIO DE SÃO SIMÃO
Começa na fóz do ribeirão das Águas Claras, no rio Pardo; desce por êste até a fóz do ribeirão da Prata.
8 - COM O MUNICÍPIO DE SERRA AZUL
Começa no rio Pardo, na fóz do ribeirão da Prata; desce pelo rio Pardo até a foz do rio Araraquara, onde tiveram início êstes limites.
b) DIVISAS INTERDISTRITAIS
1 - ENTRE OS DISTRITOS DE CAJURÚ E CRUZ DA ESPERANÇA
Começa no rio Pardo, na fóz do córrego do Sertaozinho; sobe por êste até sua cabeceira, ganha o espigão que contorna a cabeceira do córrego da Fazenda Palma; segue pelo espigão ate a forquilha dos dois maiores últimos formadores do ribeirão do Bosque; segue pelo espigão que deixa o córrego das Posses, à esquerda, e córrego da Bôa Esperança a direita, até alcançar a cabeceira mais meridional do córrego do Cacho, pelo qual desce ate o rio Ararauquara; desce por êste ate a fóz do córrego da Prata.
2 - ENTRE OS DISTRITOS DE CAJURÚ E CÁSSIA DOS COQUEIROS
Começa no contraforte de Frei Custodio na serra da Laje, em frente à cabeceira do córrego dos Torres; continua pelo divisor que deixa, à esquerda as águas do rio Cubatão, e a direita, as do ribeirão Vermelho, até atingir a cabeceira do córrego do Furtado pelo qual desce até a foz do córrego das Palmeiras: sobe por êste e por galho mais meridional até sua cabeceira: continua pelo espigão que deixa, a esquerda, as águas do rio Cubatão, e à direita, as do córrego São João indo até a cabeceira do córrego do Barreiro; desce por êste o rio Cubatão: segue pelo espigão fronteiro que deixa à direita. as águas do córrego Encantado e do córrego da Serra: passa pelo alto das Três Barras: ganha a cabeceira mais setentrional do córrego das Contendas e por êste desce ate o aparado da serra do mesmo nome.

MUNICÍPIO DE CAMPINAS
(Instalado em 1797)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE SUMARÉ
Começa no espigão que deixa, a direita as águas do rio Capivari e, à esquerda, as do ribeirão do Quilombo, na cabeceira mais ocidental do córrego comprido: segue por êste espigão até o divisor entre as águas do ribeirão do Quilombo e as do rio do Castelo: continua por êste divisor até o divisor entre as águas do ribeirão que passa na estação de Jacuba, à esquerda e as do ribeirão do Quilombo. á direita: continua por êste divisor até o contraforte entre o córrego do Pari, á esquerda, e o ribeirão do Quilombo, a direita, segue por êste contraforte até a do córrego do Pari, do ribeirão do Quilombo, desce pelo ribeirão do Quilombo ate a foz do córrego da Nova Veneza, pelo qual sobe ate sua cabeceira no divisor entre as águas do ribeirão ao e as do Atibaia, continua por êste divisor ate a cabeceira do córrego da fazenda Foguete.
2 -COM O MUNICÍPIO DE AMERICANA
Começa no divisor entre as águas do ribeirão do Quilombo e as do rio Atibaia, na cabeceira do córrego da fazenda Foguete, cabeceira que reta a Lêste da segue da fazenda Foguete; desce por êste córrego ate sua foz no rio Atibaia; continua pelo contraforte fronteiro ate o espigão entre os rios Atibaia e Jáguari.
3 - COM O MUNICÍPIO DE COSMOPOLIS
Começa no espigão Jáguari-Atibaia, no ponto de cruzamento com o contraforte que morre no rio Atibaia, na fóz do córrego da fazenda Foguete; segue pelo espigão Jáguari-Atibaia ate o contraforte que deixa, a esquerda, o córrego da Lagoa Azul; continua por êste contraforte em demanda da cabeceira do córrego Jacaré, pelo qual desce até sua fóz no rio Jáguari; sobe pelo rio Jagueri: até a foz do ribeirão da Cachoeira.
4 - COM O MUNICÍPIO DE JAGUARIUNA
Começa no rio Jáguari, na fóz do ribeirão da Cachoeira, de onde vai em reta ao espigão Jáguari-Atibaia na cabeceira do córrego São Francisco, pelo qual desce até sua fóz no rio Atibaia; sobe pelo de Atibaia até a foz do córrego da fazenda mato Dentro: são por êste córrego até a cabeceira do galho-oriental. contínua pelo divisor em demanda da fóz do córrego da fazenda de Carlos Aranha, no rio Jáguari.
5 - COM O MUNICÍPIO DE PEDREIRA
Começa no rio Jáguari, na fóz do córrego da Fazenda de Carlos Aranha; sobe pelo rio Jáguari até a foz do córrego da fazenda Recidiodo Bem ; vai dai em reta à fóz do córrego da Linde no rio Jáguari e por êste acima até a fóz do córrego da Verdinha, do Jáguari.
6 - COM O MUNICÍPIO DE ITATIBA
Começa no rio Jáguari, na fóz do córrego da Vendinna do Jáguari, continúa pelo contraforte da margem direita dêste córrego em demanda da serra das Cobras e por esta serra prossegue em demanda do morro Agudo do Franco; dai vai; pelo espigão até o contraforte da margem direita do córrego da fazenda Espírito Santo do Morro Agudo; continúa por êste contraforte em demanda da fóz do referido córrego, no rio Atibaia.
7 - COM O MUNICÍPIO DE VALINHOS
Começa no rio Atibaia na fóz do córrego da Fazenda Espírito Santo do Morro Agudo; desce pelo rio até a fóz do córrego da fazenda Baronesa de Atibaia; sobe por êste até sua cabeceira do galho da esquerda: continua pelo espigão fronteiro ate o contraforte que inda na fora de um pequeno córrego no ribeirão Samambaia cerca de dois quilometros abaixo da estação de Samambaia; segue pelo contraforte ate a citada foz, sobe pelo pequeno córrego até sua cabeceira; continua pelo contraforte fronteiro até o divisor que deixa. à direita o rio Capivari e à esquerda. o ribeirão Pinheirinhos até cruzar com o divisor que deixa, a direita as águas do córrego serra d'Água ou da fazenda Jamboiro e a esquerda, as dos córregos da fazenda Guapiranga e da fazenda São Pedro; segue por êste divisor em demanda da fóz do córrego da fazenda São Pedro, no rio Capivara e por êste rio abaixo até a fóz do córrego da fazenda do Rio da Prata.
8 - COM O MUNICÍPIO DE JUNDIAÍ
Começa no Rio Capivari, na fóz do córrego da fazenda Rio da Prata: segue em reta à cabeceira oriental do córrego Bom Fim; desce por êste até o tanque da fazenda do Bom Fim.
9 - COM O MUNICÍPIO DE INDAIATUBA
Começa no tanque da fazenda Bom Fim; desce pelo rio Capivari-Mirim, até a fóz do primeiro córrego da margem direita, abaixo do córrego Mato Dentro.
10 - COM O MUNICÍPIO DE MONTE MOR
Começa no rio Capivarí-Mirim, na fóz do primeiro córrego da margem direita abaixo do córrego Mato Dentro; sobe pelo citado córrego até sua cabeceira no espigão entre os rios Capivari-Mirim e Capivari; segue por êste espigão até a cabeceira do córrego que desemboca acima da ponte dos Gonçalves: desce por êste córrego até o rio Capivarí, pelo qual desce até o córrego Campo Grande: sobe por êste até sua cabeceira mais ocidental de onde vai, em reta, à junção dos dois galhos mais altos do córrego Comprido; sobe pelo galho mais ocidental até sua cabeceira no espigão Capivarí – Quilombo, onde tiveram início êstes limites.
b) DIVISAS INTERDISTRITAIS
1 - ENTRE OS DISTRITOS DE BARÃO DE GERALDO E PAULÍNIA
Começa no ribeirão do Quilombo, na fóz do córrego da fazenda Deserto; segue pelo contraforte entre êste córrego. à esquerda. e as águas do ribeirão do Quilombo.à direito, até o divisor que deixa à esquerda. as águas do ribeirão do Quilombo, e á direita as do ribeirão das Anhumas; segue por êste divisor em demanda da cabeceira meridional do córrego da fazenda do Quilombo: desce por êste até o ribeirão das Anhumas, pelo qual desce até sua fóz no rio Atibaia; sobe por êste até a fóz do córrego São Francisco
2 - ENTRE OS DISTRITOS DE BARÃO DE GERALDO E CAMPINAS
Começa no rio Atibaia, na fóz do córrego São Francisco: segue pelo contraforte fronteiro ate o divisor Atibaia-Anhumas: prossegue por êste divisor em demanda da fóz do córrego da fazenda Ponte Alta, no ribeirão das Anhumas: continua pelo contraforte fronteiro que deixa. à esquerda, o ribeirão da Anhumas, em demanda da confluência dos galhos oriental e ocidental do córrego da fazenda Santo Antonio: segue pelo contraforte fronteiro até o divisor da margem direita do ribeirão do Quilombo; prossegue por êste divisor em demanda da cabeceira: da água que passa ao norte da sede da fazenda Monjolinho; desce por esta água até sua fóz no ribeirão do Quilombo, pelo qual. desce até a fóz do córrego do Parí.
3 - ENTRE OS DISTRITOS DE CAMPINAS E SOUZAS
Começa no rio Jáguarí, na fóz do córrego da fazenda Roseira: sobe por êste até sua cabeceira; ganha o espigão intermediário dos dois ramos do córrego da fazenda Angélica, indo à confluência dessas duas águas e pelo córrego abaixo até o rio Atibaia: segue pelo espigão que deixa, á direita, as águas dos ribeirões do Tanquinho e das Anhumas e, à esquerda, as do rio Atibaia, até a cabeceira do pequeno córrego da Lapa, pelo qual desce até o córrego da fazenda da Baronesa de Atibaia.     

MUNICÍPIO DE CAMPOS DO JORDÃO
(Instalado em 1934)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE SÃO BENTO DO SAPUCAÍ
Começa na serra da Mantiqueira, no ponto de cruzamento com o contraforte entre as águas dos ribeirões dos Barreiros e do Lajeado: segue por êste contraforte até a fóz do córrego dos Sanatórios no ribeirão do Lageado: desce pelo ribeirão do Lageado até a foz do ribeirão dos Meios; dêste ponto vai em reta a confluência dos principais rodeadores do ribeirão do Pareí em reta ao rumo Sul ao ribeirão dos até o divisor da margem esquerda do Sapucaí, segue pelo espaço até a demanda na cabeceira do ribeirão pelo qual desce ate a foz do córrego Campeca: continua sabendo por êste ate sua cabeceira setentrional no espigão que contorce as cabeceiras do ribeirão da Jacu, nas divisas de Minas Gerais.
2 - COM O ESTADO DE MINAS GERAIS
Começa no espigão divisor entre as águas de ribeirão do Jacu, a esquerda e as do ribeirão dos Marmelos, a direita, na capeceira setentrional do córrego Campista: segue pelas divisas com o Estado de Minas Gerais até o ponto onde o contraforte Sapucai-Guaçu-Bicas, cruza com a serra da Mantiqueiras
3 - COM O MUNICÍPIO DE GUARATINGUETÁ
Começa no alto da serra da Mantiqueira, onde esta cruza com o divisor entre as águas dos rios Sapucai Guaçu e Bicas; segue pela cumiada da serra até cruzar com o divisor que deixa, a esquerda as águas do rio Guaratingueta, e a direita, as do ribeirão dos Buenos ou dos Moreiras.
4 - COM O MUNICÍPIO DE PINDAMONHANGABA
Começa no alto da serra da Mantiqueira onde ela cruza com o divisor que deixa, a direita as águas do ribeirão dos Buenos ou dos Moreiras e a esquerda as do rio Guaratingueta: segue pela crista daquela até o contraforte entre os ribeirões dos Barreiros e do Lageado onde tiveram início êstes limites.

MUNICÍPIO DE CAMPOS NOVOS PAULISTA
(Criado em 1948)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE ECHAPORÃ
Começa no ribeirão do Veado, na fóz do córrego do Sertãozinho: sobe por aquele até a fóz do córrego Monjolo Velho: sobe por êste até sua cabeceira no divisor entre as águas dos ribeirões do veado e de São José: segue por êste divisor até a cabeceira mais meridional do córrego da Divisa: desce por êste até o córrego Fanchona pelo qual desce até o ribeirão São José.
2 - COM O MUNICÍPIO DE MARÍLIA
Começa na fóz do córrego da água Bôa os Mato Bem: segue pelo contraforte entre as águas dêste córrego a esquerda, e as águas Viúva e Pavão a direita até cruzar com o divisor entre as águas do ribeirão de são José e as do ribeirão Palmital: caminha por êste divisor até encontrar o contraforte que finda no córrego Palmital, a fóz da água do monjolinho: segue por êste contraforte  até a citada fóz: desce pelo córrego Palmital até desembocar no rio Novo, pelo qual sobe até a fóz do córrego da Lidia, sobe ainda por êste  até o córrego São Francisco e por êste ainda até sua cabeceira do divisor rio Novo - ribeirão Borba do Campo: segue por êste divisor até o espigão entre as águas do rio Novo e as do ribeirão Santo Inácio.
3 - COM O MUNICÍPIO DE SÃO PEDRO DO TURVO
Começa no espigão que deixa, á esquerda as águas do ribeirão Santo Inácio, e a direita, as do rio Novo, no ponto de cruzamento com o divisor entre ribeirão Borda do campos e rio Novo: segue pelo espigão rio Novo - ribeirão santo Inácio, até cruzar com o divisor entre as águas do ribeirão Jacutinga e as do córrego do Capim.
4 - COM O MUNICÍPIO DE SALTO GRANDE
Começa onde o espigão entre as águas do ribeirão Santo Inácio e rio Novo cruza com o divisor entre as águas do ribeirão Jacutinga, a direita, e as do córrego do Capim a esquerda : segue por êste divisor até a cabeceira do córrego Palmitalzinho: desce por êste o córrego Pântano, pelo qual desce até sua fóz no rio Novo.
5 - COM O MUNICÍPIO DE IBIRAREMA
Começa no rio Novo, na fóz do córrego do Pântano: sobe por aquele até a fóz do ribeirão Santa Rosa pelo qual sobe até a fóz do córrego da Onça..
6 - COM O MUNICÍPIO DE PLATINA
Começa na fóz do córrego da Onça, no ribeirão Santa Rosa, sobe por êste até sua cabeceira no divisor entre as águas do rio Novo, á direita, e ribeirão do Veado, á esquerda: segue por êste divisor até a cabeceira do córrego da lagoa pelo qual desce até sua fóz no ribeirão do Veado, onde tiveram início êstes limites.

MUNICÍPIO DE CANANÉIA
(Instalado em 1600) (?)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE IPORANGA
Começa no pião divisor dos rios Turvo, Assungui e Serra Negra na Serra Negra: segue pelo divisor que separa as águas dos rios Turvo e Assungui até o pião divisor dos rios Assungui-Turvo-Guaraú-Jacupiranguinha.
2 - COM O MUNICÍPIO DE JACUPIRANGA
Começa no pião divisor dos rios Assungui-Turvo e Guaraú e Jacupiranguinha, dêsse ponto segue pela serra do Mandira que é divisora das águas dos rios Assungui ao Sul e Guaraú ao Norte prossegue por esta serra e pelas serras do Rio Branco, Sapateiro e do Quilombo que e o divisor que deixa ao Norte as águas dos rios Guaraú-Jacupiranga, Canha, e ao Sul, as águas dos rios das Minas, Itapitangui, Iririaia-Açu e Iririaia Mirim, segue pela crista dessa serra num trecho e a serra do ribeirão do Canha das do ribeirão Braço-Magro.
3 - COM O MUNICÍPIO DE PARIQUERA-AÇU
Começa no espigão entre o rio Iririaia-Mirim eo ribeirão Braço-Magro no ponto de cruzamento com o divisor entre os ribeirões do Canha e braço-magro: segue pelo espigão entre as águas dos rios Iririaia-Mirim a esquerda  passando pela serra do Cordeirinho até a cabeceira mais setentrional do ribeirão Paranazinho.
4 - COM O MUNICÍPIO DE IGUAPE
Começa no espigão entre as águas do ribeirão Pariquera-Mirim e rio do Cordeiro na cabeceira mais setentrional do ribeirão Paranazinho: desce até sua fóz no mar de Iguape: segue por êste até a ponta mais ocidental da ilha do rodrigues de onde vai em reta de rumo Norte-Sul até o oceano Atlântico, na praia de Fora da Ilha Comprida.
5 - COM O ESTADO DE PARANÁ
Começa no Oceano Atlântico na barra do mar do Ararapira, segue pelas divisas com o Estado do Paraná até o ponto onde a serra Negra cruza com o pião divisor do rio Turvo, Assungui e Serra Negra onde tiveram início êstes limites.
b) DIVISAS INTERDISTRITAIS
1 - ENTRE OS DISTRITOS DE ARIRI E CANANÉIA
Começa na ilha Cardoso, na praia dos Fortes Grandes , onde morre o espigão que deixa, á direita, as águas do rio Camboriú e á esquerda as dos rios que vertem para o canal do Ararapira; segue por êsse espigão até o canal em frente a fóz do córrego das Pedras, pelo qual sobe até a sua cabeceira: prossegue pelo espigão que deixa á direita as águas do rio Itapanhapina e a esquerda as do rio Araçatuba, indo até a serra do Itapanhapina, pela qual prossegue até a serra do Taquari já nas divisas com o estado de Paraná.
ILHAS
Fazem parte integrante do município, as ilhas do Bom Abrigo, do Camboriú, do Cardoso, do Castilho e da Figueira, que pertencem ao distrito de paz da sede do município.

MUNICÍPIO DE CÂNDIDO MOTA
(Instalado em 1924)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE FLORÍNEA
Começa no rio Paranapanema, na fóz do córrego do Brene ou Barreiro, pelo qual sobe até sua cabeceira: segue pelo divisor que deixa à esquerda as águas do córrego da Paca até o pião divisor dos córregos da Paca, do Prato e Taquaraçú.
2 - COM O MUNICÍPIO DE ASSIZ.
Começa no pião divisor dos córregos do Prato, da Paca e Taquaruçú: segue pelo divisor entre as águas do ribeirão Queixada, á direita e as do córrego da Aldeia à esquerda, até cruzar com o espigão Fortuna-Queixada continua por êste espigão em demanda da cabeceira do córrego Figueira: desce por êste até sua fóz no córrego do Jacú, e vai, daí em reta, á fóz do córrego do Matão, no ribeirão do Pavão; dêste ponto, segue por nova reta a ponte sôbre o ribeirão Pirapitinga, na estrada de rodagem que da cidade de Assiz vai à de Palmital.
3 - COM O MUNICÍPIO DE PLATINA
Começa na ponte sôbre o ribeirão Pirapitinga, na estrada que vai de Assiz à Palmital; segue pelo eixo na estrada e pelo seu prolongamento até cortar o córrego Faxina e por êste abaixo até sua fóz no rio Pari.
4 - COM O MUNICÍPIO DE PALMITAL
começa na fóz do córrego Faxina no rio Parí; desce por êste até a fóz do ribeirão Pirapitinga, vai, em reta à ponte da estrada de automóvel que vai de Candido Mota a Palmital sôbre o córrego da Lage; segue em reta à cabeceira do córrego Jacutinga, pelo qual desce a represa de José Jorge no ribeirão Parí e por êste abaixo até sua fóz no rio Paranapanema.
5 - COM O ESTADO DO PARANÁ
Começa no rio Paranapanema, na fóz do ribeirão Pari, segue pelas divisas com o Estado do Paraná até o fóz do córrego do brene, ou Barreiro onde tiveram início êstes limites.
b) DIVISAS INTERDISTRITAIS
1 - ENTRE OS DISTRITOS DE CÂNDIDO MOTA E FRUTAL DO CAMPO
Começa no divisor Aldeia-Queixada, na cabeceira do córrego do Sapo, pelo qual desce até sua fóz no ribeirão Queixada; desce pelo ribeirão Queixada até sua fóz no rio Paranapanema.

MUNICÍPIO DE CAPÃO BONITO
(Instalado em 1858)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE ITAPEVA
Começa na fóz do córrego da Invernada, no rio Apiai-Mirim; desce por êste até a antiga ponte de Basílio Nunes, hoje de Marcolino Nunes.
2 - COM O MUNICÍPIO DE BURÍ
Começa no rio Apiaí-Mirim, na antiga ponte de Basilio Nunes, hoje de Marcolino Nunes; segue em reta à fóz do córrego da Divisa no rio Paranapanema. sobe por aquele até a sua cabeceira, vai em reta o ribeirão do Pinheiro Seco; continua em reta á cabeceira mais ocidental do córrego lajeado da pedra Chata, pelo qual desce até o ribeirão Lajeado de Santa Isabel e por êste o rio Paranapanema.
3 - COM O MUNICÍPIO DE ITAPETININGA
Começa no rio Paranapanema, na fóz do ribeirão lajeado da Santa Isabel; sobe por aquele até a fóz do rio Turvo e ainda por êste até a fóz do ribeirão Cachaça.
4 - COM O MUNICÍPIO DE SÃO MIGUEL ARCANJO
Começa na fóz do ribeirão cachaça, no rio Turvo; sobe por êste até a fóz do córrego da fazenda Antiga; sobe por êste até a sua cabeceira mais meridional no espigão entre as águas do rio Turvo à esquerda, e as do rio Paranapanema, e Taquaral, à direita; segue por êste espigão até a cabeceira mais setentrional do córrego Brejaúva; pelo qual desce até o rio Taquaral e sobe por êste até sua cabeceira mais meridional, na serra do Paranapiacaba.
5 - COM O MUNICÍPIO DE REGISTRO
Começa na serra do Paranapiacaba, onde tem o nome local de serra dos Agudos Grandes, na cabeceira mais meridional do rio Taquaral; prossegue pela serra até entroncar com o divisor entre as águas dos rios Quilombo, à esquerda e Etá, à direita.
6 - COM O MUNICÍPIO DE ELDORADO
Começa na serra do Paranapiacaba, onde esta entronca em, divisor entre as águas dos rios Quilombo e Etá, segue pela serra Paranapiacaba, que é o espigão mestre entre as águas dos rios Paranapiacaba  e Ribeira de Iguape, até onde cruza com o divisor que separa as águas dos rios Pedro Cubas e Pilões.
7 - COM O MUNICÍPIO DE IPORANGA
Começa na serra do Paranapiacaba, onde esta cruza com o espigão que separa as águas dos rios Pedro Cubas e Pilões: prossegue pela crista da serra que é o espigão mestre entre as águas dos rios Paranapianema e Ribeira de iguape, até o divisor entre os rios das Almas e São José do Guapiara
8 - COM O MUNICÍPIO DE GUAPIARA
Começa na serra do Paranapiacaba, onde ela cruza com o divisor que deixa à esquerda, as águas do rio São José do Guarapiara, e à direita, as do rio das Almas; segue por êste divisor até alcançar a cabeceira mais oriental do ribeirão Alegre; desce por êste até o rio São José do Guapiara: desce por êste e pelo rio Apiaí-Mirim, até a fóz do córrego da Invernada, onde tiveram início êstes limites.

MUNICÍPIO DE CAPIVARÍ
(Instalado em 1833)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE RIO DAS PEDRAS
Começa na cabeceira do córrego Pequeno ou Olimpo ou Sílio Novo; segue em reta à fóz do córrego Dona Eliza, no córrego da fazenda Arapongal; vai em reta à fòz do córrego do Matão, no ribeirão Dona Teodora ou Dona Tereza: sobe pelo córrego do Matão até sua cabeceira; segue em reta à cabeceira do córrego da fazenda Monte Belo, pelo qual desce até o ribeirão Grande: sobe por êste e pela sua cabeceira mais oriental, conhecida como córrego Taquaruçú: vai em reta a cabeceira mais oriental do córrego Santo Antônio, pelo qual desce até encontrar a reta de rumo Oêste-Lêste que vem da fóz do córrego Lajeado no córrego que vem da fazenda  Estrela; dêsse ponto segue pela citada reta, até a referida confluência; ganha o espigão fronteiro que deixa, a esquerda as águas do córrego da fazenda Estrela: prossegue por êste espigão até o espigão mestre Piracicaba-Capivari, pelo qual caminha até cruzar o divisor  Lambari-Posses: segue pelo divisor até a cabeceira do córrego Lambari de Cima.
2 - COM O MUNICÍPIO DE SANTA BÁRBARA D'OESTE
Começa no divisor Lambarí-Posses, na cabeceira do córrego Lambari de Cima, pelo qual segue até o espigão que deixa, à direita, as águas do córrego da Posse e, à esquerda, as do córrego Zambero: segue pelo espigão até a ponta sudocidental na lagoa da Posse até sua fóz no ribeirão São Luiz, pelo qual sobe até a cabeceira mais meridional de seu braço da esquerda: segue pelo espigão mestre Capivari-Piracicaba, até frontear a cabeceira do córrego Joaquim Grande.
3 - COM O MUNICÍPIO DE MONTE MOR
Começa no espigão mestre entre os rios Piracicaba e capivari, na cabeceira do córego Joaquim Grande; prossegue pelo espigão mestre até onde cruza com o "diviortium aquarum" que deixa , á direita, as águas do ribeirão da água Choca e à esquerda , as da fazenda Monte Belo segue por êste "divortium aquarum" até entroncar com o que separa as águas do córrego da fazenda Monte de Ouro das do córrego da Fonseca; prosseguindo por êste até a confluência dessas duas águas e pelo córrego do Fonseca abaixo, até o rio Capivari.
4 - COM O MUNICÍPIO DE ELIAS FAUSTO
Começa no rio capivari, na fóz do córrego do Fonseca; desce pelo rio capivari até o ribeirão dos Agostinhos ou Samambaia; sobe por êste ribeirão até sua cabeceira sudoriental no espigão mestre Tietê-Capivari; segue por êste espigão mestre até cruzar com o divisor entre as águas do córrego Morro Vermelho e as do ribeirão Eleutério.
5 - COM O MUNICÍPIO DE PORTO FELIZ
Começa no espigão entre as águas do rio Tietê, ao Sul, e as do rio Capivari, ao Norte, onde êle cruza com o espigão que deixa de um lado as vertentes do córrego Morro Vermelho e do outro as do ribeirão Eleutério; segue pelo espigão mestre capivari-Tietê, até frontear a cabeceira do pequeno córrego Godoi, galho do córrego de Engenho d'água, pelo qual desce até êste último e por êste abaixo até a sua fóz no ribeirão Sete Fogões e por êste ainda até a fóz do córrego Água Branca.
6 - COM O MUNICÍPIO DE TIETÊ
Começa no ribeirão Sete Fogões, na fóz do córrego Água Branca, pelo qual sobe até o córrego do Cunha, e por êste até sua cabeceira, segue pelo contraforte que deixa, à direita, o ribeirão de José Leite, em demanda da cabeceira do córrego Dr. Plínio, pelo qual desce até o ribeirão José Leite; continua pelo contraforte entre as águas dos córregos das fazendas de Teófilo Lima e J. Camargo, até o espigão mestre Tietê-Capivari; caminha por êste até a cabeceira do ribeirão Fundo, pelo qual desce até o rio Capivari e por êste ainda até a fóz do ribeirão Dona teodora ou Dona Tereza, caminha pelo espigão que deixa, à direita as águas dêste ribeirão e , à esquerda as do córrego da fazenda São Paulo ou Canal Torto, até a cabeceira do córrego Pequeno ou Olimpo ou Spitio Novo, onde tiveram início êstes limites.
b) DIVISAS INTERDISTRITAIS
1 - ENTRE OS DISTRITOS DE CAPIVARI E MOMBUCA
Começa no rio Capivari, na foz do córrego Bom Fim, sobe por êste e pelo seu galho de Lêste até sua cabeceira, continua pelo espigão que contorna as cabeceiras do córrego do bairro Frio, até alcançar o marco do quilometro duzentos e um do ramal de Piracicaba, da Estrada de Ferro Sorocabana , marco que fica a 5.190 metros da estação de Mombuca; continua com reta Êste - Oêste até o ribeirão da Água Parada ou Mombuca; procura o espigão que deixa à esquerda as águas dêste curso e á direita as vertentes do ribeirão Água Choca e por êste espigão caminha até frontear a cabeceira mais meridional do ribeirão do Lambari ou Alambari.
2 - ENTRE OS DISTRITOS DE CAPIVARI E RAFARD
Começa no espigão mestre entre as águas do rio Tietê ao Sul, e as do rio Capivari, ao Norte onde ele cruza com o espigão chamado de André Dias, que deixa, a direita as águas do ribeirão Palmeiras, e à esquerda , as do ribeirão dos Marins ou Itapeva e por êste último espigão continua até alcançar a cabeceira do córrego São Francisco, pelo qual desce ao rio Capivari, desce por êste até a fóz do córrego do Bonfim.
3 - ENTRE OS DISTRITOS DE MOMBUCA E RAFARD
Começa no rio Capivari, na fóz do córrego do Bonfim desce pelo rio Capivari até a foz do ribeirão Fundo.

MUNICÍPIO DE CARAGUATATUBA
(Instalado em 1857)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE PARAIBUNA
Começa na serra do Mar, onde ela cruza com a serra do Juqueriquerê "divortium aquarum" das águas do rio do mesmo nome: segue pela crista da serra do Mar até encontrar a cabeceira do rio Negro, cabeceira que contraverte com o ribeirão do Ouro.
2 - COM O MUNICÍPIO DE NATIVIDADE DA SERRA
Começa na serra do mar, na cabeceira do rio Negro, cabeceira que contraverte com o ribeirão do Ouro; segue pela crista da serra até entroncar com o espigão que deixa, à esquerda as águas do ribeirão Maranduba e à direita, as do ribeirão Mocóca.
3 - COM O MUNICÍPIO DE UBATUBA
Começa na serra do Mar, onde esta cruza com o espigão que deixa, à direita as águas do ribeirão Mocóca e, à esquerda as do ribeirão Maranduba; segue pelo alto dêste espigão em demanda da cabeceira mais setentrional do galho do centro do ribeirão Tabatinga; desce por êste até o oceano Atlântico.
4 - COM O MUNICÍPIO DE SÃO SEBASTIÃO
Começa no oceano Atlântico, na barra do rio Perequê-Mirim; sobe por êste até a sua mais alta cabeceira: segue em reta até o rio Claro na foz do ribeirão São Rafael ou Caçadinha; pelo qual sobe até sua cabeceira; continua pela serra do Juqueriquerê, até encontrar a serra do Mar, onde tiveram início êstes limites.
ILHAS
Paz parte integrante do município a ilha do Tamanduá.

MUNICÍPIO DE CARDOSO

(Criado em 1948)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE MINAS GERAIS
Começa no rio Grande, na foz do córrego Pádua Diniz: segue pelas divisas com o Estado de Minas Gerais até a foz do rio Turvo.
2 - COM O MUNICÍPIO DE RIOLÂNDIA
Começa no rio Grande, na foz do rio Turvo sabe por êste até a foz do ribeirão Guabiroba.
3 - COM O MUNICÍPIO DE AMÉRICO DE CAMPOS
Começa no rio Turvo, na foz do ribeirão Guabiroba: sabe por êste e pelo seu braço da direita, até onde é cortado pela reta do rumo Oêste-Lêste, que vem da foz do córrego do Joaquim José, no ribeirão dos Tomazes; segue por esta reta até a referida foz.
4 - COM O MUNICÍPIO DE ALVARES FLORENCE
Começa no ribeirão Guabiroba no ponto onde e cortado pela reta de rumo Oêste-Lêste que vem da foz do córrego Joaquim José: segue pela citada reta até a foz do córrego de Joaquim José, no ribeirão dos Tomazes sobe pelo córrego Joaquim José até sua cabeceira ocidental, no contraforte entre os córregos Joaquim José e Aldeamento: daí, vai , em reta ao espigão Tomazes-Marinheiro, na cabeceira do córrego da água, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Barra das Pedras: desce por êste ribeirão até sua foz no ribeirão Marinheiro
5 - COM O MUNICÍPIO DE FERNANDÓPOLIS
Começa na foz do ribeirão Barra das Pedras no ribeirão Marinheiro, pelo qual desce até a foz do córrego Anhumas; sobe por êste córrego até sua cabeceira no divisor Capituva-Pádua Diniz; prossegue por êste divisor até a cabeceira do córrego do Veado pelo qual desce até sua foz no córrego Pádua Diniz.
6 - COM O MUNICÍPIO DE INDIAPORÃ
Começa no ribeirão Pádua Diniz na foz do córrego do Veado; desce pelo ribeirão Pádua Diniz até sua foz no rio Grande, onde tiveram início êstes limites

MUNICÍPIO DE CASA BRANCA
(Instalado em 1842)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE SANTA CRUZ DAS PALMEIRAS
Começa no rio Jáguari na fóz do córrego Brejo Limpo, que tem sua fóz logo acima da fóz do córrego Cascalho; sobe pelo córrego Brejo Limpo até sua cabeceira mais setentrional; dai, vai, em reta à cabeceira do córrego dos Ortizes, pelo qual desce até o córrego Lourenção; desce por êste até sua fóz no ribeirão dos Cocais; desce por êste até a foz do ribeirão da Prata; sobe pelo ribeirão da Prata, até a fóz do córrego da Lavrinha e por êste até sua cabeceira mais setentrional; daí prossegue em linha reta á fóz do córrego Tabaraninha, também denominado córrego do Paiól no ribeirão Tabaranas: sobe pelo córrego Tabaraninha, que passa a Lêste da fazenda Tabarapas até sua cabeceira que fica cerca de um Km ao Norte da sede da citada fazenda; daí prossegue pelo divisor entre as águas dos ribeirões Tabaranas, à esquerda e Cachoeira, à direita até o "divortium aquarum" dos rios Pardo e Mogy-Guaçu, pelo qual caminha até o alto do morro da Laje, junto ao sinal geodésico.
2 - COM O MUNICÍPIO DE TAMBAÚ
Começa no alto do morro da Laje, junto ao sinal geodésico; continua pelo espigão que deixa, à direita, as águas do ribeirão Taquaruçu, e á esquerda, as do rio Tambaú, até a fóz do córrego Tijuco Preto, no rio Tambaú e por êste abaixo até o rio Pardo.
3 - COM O MUNICÍPIO DE MOCÓCA
Começa no rio Pardo, na fóz do rio Tambaú; sobe por aquele até a fóz do rio Verde.
4 - COM O MUNICÍPIO DE SÃO JOSÉ DO RIO PARDO
Começa no rio Pardo, na fóz do rio Verde ; sabe por êste até a fóz do primeiro córrego da margem direita acima do ribeirão Água Fria; sobe por êsse córrego até sua cabeceira e continua pelo espigão entre as águas dos ribeirões Água Fria e Macacos ate o cruzamento com o espigão mestre entre as águas do rio Fartura e rio Verde; segue por êste espigão mestre até cruzar com o divisor entre as águas do cruzeiro de Arlindo Batista e as do córrego da fazenda Barão.
5 - COM O MUNICÍPIO DE SÃO SEBASTIÃO DA GRAMA
Começa no divisor entre as águas do rio Fartura e rio Verde no seu cruzamento com o contraforte entre as águas do córrego da Fazenda Barão e córrego Arlindo Batista; prossegue pelo divisor até frontear a cabeceira mais ocidental do córrego Ibimbaé.
6 - COM O MUNICÍPIO DE VARGEM GRANDE DO SUL
Começa no divisor entre as águas do rio Fartura e rio Verde, em frente à cabeceira mais ocidental do córrego Ibimbaé; daí prossegue pelo divisor que separa as águas do ribeirão São João á direita, e as do rio Verde a esquerda até o divisor entre as águas do ribeirão São João, à direita e o córrego Barreiro e rio Verde , à esquerda ; segue pelo divisor em demanda da fóz do ribeirão São João do rio Verde; desce pelo córrego da Estiva, até sua cabeceira mais ocidental daí vai pelo espigão do alto da Bôa Vista, passando pelo marco B, da linha geodésica do galho mais setentrional do córrego da Guirra, pelo qual desce até sua fóz no rio Jáguari-Mirim.
7 - COM O MUNICÍPIO DE AGUAÍ
Começa no rio Jáguarí-Mirim, na fóz do córrego do Guirra; desce pelo rio Jáguarí-Mirim até a fóz do córrego Brejo Limpo, onde tiveram início êstes limites.
b) DIVISAS INTERDISTRITAIS
1 - ENTRE OS DISTRITOS DE CASA BRANCA E LAGÔA BRANCA
Começa no alto da Bôa Vista, na cabeceira mais ocidental do córrego Estiva; vai, daí, pelo contraforte da margem direita do córrego Boa Vista, à fóz dêste córrego no rio Veadinho; segue dessa fóz por uma réta, em demanda do marco do Km 156 da linha tronco da Companhia Megiana de Estradas de Ferro, marco que fica a 1.350 mts, a sudoêste da estação de Cocais; alcança a cabeceira do ribeirão de Cocais e por êste dêsse até a fóz de córrego Lourenção.
2 - ENTRE OS DISTRITOS DE CASA BRANCA E ITOBI
Começa no rio Verde, na fóz do primeiro córrego da margem direita acima da fóz do ribeirão Água Fria; sobe pelo rio Verde até a fóz do ribeirão dos macacos; segue pelo espigão fronteiro que deixa, à esquerda, as águas do rio Verde., e à direita, as águas do ribeirão do Tambarí até a cabeceira da água do Km. 14 do ramal de Mocóca água que é cortada pelos trilhos da Companhia Mogiana de Estradas de Ferro cerca de três Km. a sudoêste da estação de Itabí; desce por essa água até o rio Verde; sobe por êste até a fóz do córrego da estiva.

MUNICÍPIO DE CASTILHO
(Criado em 1954)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O ESTADO DE MATO GROSSO
Começa no rio Paraná na fóz do rio Falo ou Águapeí; segue pelas divisas com o estado de Mato Grosso até a fóz do rio Tietê.
2 - COM O MUNICÍPIO DE PEREIRA BARRETO
Começa no rio Paraná na fóz do rio Tietê pelo qual sobe até a fóz do ribeirão Anhumas.
3 - COM O MUNICÍPIO DE ANDRADINA
Começa no rio Tietê na fóz do ribeirão anhumas, pelo qual sobe até sua cabeceira meridional vai, daí em reta ao Km 434 da E.F.N.B. dêsse ponto segue por nova reta em demanda da fóz do córrego Primavera ou da Figueira no ribeirão do Moinho ou Abrigo; segue pelo contraforte fronteiro em demanda do espigão Moinho ou Abrigo-feio Águapeí; prossegue por êste espigão em demanda da fóz do córrego Pau d'Alho no Feio ou Águapeí
4 - COM O MUNICÍPIO DE TUPI PAULISTA
Começa no rio Feio ou Águapeí, na fóz do córrego Pau d'Alho; desce por aquele rio até a fóz do córrego 1.º de Julho.
5 - COM O MUNICÍPIO DE PAULICÉA
Começa na fóz do córrego 1.º de Julho no rio feio ou Águapeí, pelo qual desce até sua fóz no rio Paraná onde tiveram início êstes limites.

MUNICÍPIO DE CATANDUVA
(Instalado em 1918)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE TABAPUÃ
Começa no rio São domingos, na fóz do córrego de José Inácio ou Matão; sobe pelo rio São domingos até a fóz do córrego Ipê; sobe por êste até sua cabeceira; continua pelo divisor fronteiro até o cruzamento com o espigão mestre São Domingos-Onça; caminha pelo espigão mestre até cruzar com o contraforte que deixa, a direita as águas do ribeirão Águas claras, e, a esquerda, as do córrego angola, no ribeirão das Águas Claras e por êste abaixo até o rio da Onça
2 - COM O MUNICÍPIO DE CAJOBÍ
Começa no rio da Onça, na fóz do ribeirão das Águas Claras; sobe por aquele até a fóz do córrego dos Porcos
3 - COM O MUNICÍPIO DE PARAÍSO
Começa no rio da Onça, na fóz do córrego dos Porcos; sobe por aquele até a fóz do córrego Laranjal.
4 - COM O MUNICÍPIO DE ARIRANHA
Começa no rio da Onça, na fóz do córrego Laranjal, pelo qual sobe até a cabeceira sudocidental, no divisor entre as águas do ribeirão Águas Claras, à direita e as do córrego Boa Vista do Generoso, a esquerda; segue por êste divisor até entroncar com o espigão mestre Onça-São Domingos
5 - COM O MUNICÍPIO DE PINDORAMA
Começa no espigão mestre São Domingos-Onça no ponto de cruzamento com o divisor entre as águas do ribeirão Águas Claras e as do córrego Boa Vista do Generoso; segue pelo espigão mestre até cruzar com o contraforte que deixa à esquerda as águas do córrego Bebedouro e pelo contraforte caminha em demanda da fóz do córrego Bebedouro, no rio São Domingos pelo qual desce até a fóz do córrego Amizade; segue em reta a fóz do córrego Jacuba no ribeirão Barra Grande; sobe por êste até sua cabeceira mais meridional no divisor entre as águas do rio São Domingos e Cubatão; segue por êste divisor até a cabeceira do rio Cubatão, pelo qual desce até a fóz do córrego Vintem.
6 - COM O MUNICÍPIO DE ITAJOBÍ
Começa no rio Cubatão na fóz do corrente do Vintém; desce pelo rio Cubatão até a fóz do córrego do Boi
7 - COM O MUNICÍPIO DE URUPÊS
Começa no rio Cubatão, na fóz do córrego São Bento.
8 - COM O MUNICÍPIO DE IBIRÁ
Começa no rio Cubatão, na fóz do córrego São Bento, pelo qual sobe até sua cabeceira; segue em reta à cabeceira mais meridional do córrego Sobradinho pelo qual desce até o córrego das Bicas; sobe por êste até a fóz do córrego Limeira, pelo qual sobe até sua cabeceira atingindo o espigão mestre Cubatão-São Domingos, pelo qual caminha até cruzar com o contraforte que deixa à direita as águas do córrego de José Inácio ou Matão.
9 - COM O MUNICÍPIO DE UCHÔA
Começa no espigão mestre Cubatão-São Domingos, no entroncamento com o contraforte que deixa a direita, as águas do córrego de José Inácio ou Matão; segue pelo contraforte até atingir a fóz do córrego de José Inácio ou Matão no rio São Domingos, onde tiveram início êstes limites.
b) DIVISAS INTERDISTRITAIS
1 - ENTRE OS DISTRITOS DE CATANDUVA E ELISIÁRIO
Começa no rio Cubatão na fóz do córrego de Cachoeira; segue pelo espigão do Bom Retiro e a esquerda as do córrego do Ferraz até cruzar com o espigão mestre Cubatão-São Domingos, pelo qual caminha até frontear a cabeceira do córrego de José Dias.
2 - ENTRE OS DISTRITOS DE CATANDUVA E CATIGUÁ
Começa no espigão mestre Cubatão-São Domingos em frente à cabeceira do córrego de José Dias; desce por êste até o rio São Domingos; continua pelo espigão que deixa, à direita, as águas do córrego dos Tenentes e à esquerda, as do córrego Catiguá até cruzar com o espigão mestre São Domingos-Onça
3 - ENTRE OS DISTRITOS DE CATIGUÁ E ELISIÁRIO
Começa no alto do espigão mestre São Domingos-Cubatão, em frente à cabeceira do córrego de José Dias; segue pelo espigão mestre até a cabeceira do córrego Monjolo.

MUNICÍPIO DE CEDRAL
(Instalado em 1930)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO
Começa no ribeirão do Bora, na fóz do córrego do Reverendo; prossegue pelo contraforte que deixa à direita as águas do ribeirão do Bora e à esquerda as do córrego da Cachoeirinha, até cruzar o espigão entre as águas do ribeirão Bora e córrego do Cacho de um lado e as do rio Preto do outro lado; continua por êste espigão até cruzar com o contraforte que finda no rio Preto na fóz do córrego das damas; prossegue por êste contraforte em demanda da referida fóz; continua pelo contraforte fronteiro entre as águas do córrego do Adão, à esquerda e á direita as do córrego das Damas até o espigão entre o rio Pre6to e o rio Turvo; prossegue por êste espigão até cruzar com o divisor Palmeiras-Claro.
2 - COM O MUNICÍPIO DE GUAPIAÇÚ
Começa no espigão Preto - Turvo, no ponto de cruzamento com o divisor entre o ribeirão Palmeiras a direita, e o rio Claro, à esquerda; segue por êste divisor até cruzar com o contraforte que deixa a direita as águas do córrego a jusante do córrego do Belo; desce por essa água até sua fóz no ribeirão das Palmeiras.
3 - COM O MUNICÍPIO DE UCHÔA
Começa no ribeirão das Palmeiras, na fóz da primeira água da margem esquerda a jusante da fóz do córrego do Belo; sobe pelo ribeirão das Palmeiras até sua cabeceira no divisor Palmeiras - Alegria; caminha por êste divisor até o espigão de Catanduva; segue em reta a cabeceira do córrego da Fazenda Guidoim pelo qual, vai, daí até sua fóz no córrego Grande e daí, por nora reta ao espigão entre as águas dos rios Cubatão e São Domingos até o ponto de cruzamento com o contraforte que desce à direita, as águas do córrego da Limeira e a esquerda as do ribeirão Taperão.
4 - COM O MUNICÍPIO DE IBIRÁ
Começa no espigão mestre Cubatão - São Domingos, do ponto de cruzamento com o contraforte que deixa, à direita, as águas do córrego Limeira e, a esquerda, as do espigão; prossegue pelo contraforte até a fóz do córrego da limeira no córrego Paula Vieira sobe por êste até o fóz do córrego Cana do Reino.
5 - COM O MUNICÍPIO DE POTIRENDABA
Começa no córrego Paula Vieira, na fóz do córrego Cana do reino; sobe pelo córrego Paula Vieira até a fóz do córrego Bacuri e por êste acima até sua  nascente transpõe o espigão em demanda da cabeceira mais oriental do córrego do Reverendo, pelo qual desce até sua fóz no ribeirão Bora, onde tiveram início êstes limites.

MUNICÍPIO DE CERQUEIRA CESAR
(Instalado em 1918)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE PIRAJÚ

Começa no rio Paranapanema na fóz do rio Taquarí; desce por aquele até a fóz do ribeirão do Virado; sobe por êste até a fóz do córrego São Luiz pelo qual sobe até o porto onde é cortada pela reta de rumo Oêste-Lêste, que vem da fóz do córrego da Divisa no espigão São Bartolomeu.
2 - COM O MUNICÍPIO DE MANDURÍ
Começa no córrego São Luiz, no porto onde é cortado pela reta de rumo Oêste-Lêste, que vem da fóz do córrego da Divisa no ribeirão São Bartolomeu, sobe pelo córrego São Luiz até sua cabeceira no divisor entre as águas do ribeirão São Bartolomeu, a esquerda e as do ribeirão do Virado a direita; caminha por êste divisor até encontrar com o espigão Pardo - Paranapanema; segue por êste espigão até a cabeceira da água Grande.
3 - COM O MUNICÍPIO DE SANTA BÁRBARA DO RIO PARDO
Começa na cabeceira da água Grande, no espigão Pardo - Paranapanema, de onde vai em reta no divisor entre os ribeirões Espraiado e Três Ranchos na cabeceira da água das Marrequinhas pela qual desce até a água Barra Grande do Pinhal desce por esta ao ribeirão dos Três Ranchos pelo qual desce até a fóz da água Cateto; sobe por esta até sua cabeceira donde  vai a rumo na cabeceira da água Taquara do Reino, depois de atravessar o córrego da Vareta; desce pela água Taquara do Reino até o rio Novo; sobe por êste até a fóz da água do geral: o pela qual sobe até o divisor Novo - Pardo; continua por êste divisor até a cabeceira da água Santa Margarida; desce por esta até o rio Pardo e por êste acima até a fóz do rio Palmital.
4 - COM O MUNICÍPIO DE AVARÉ
Começa na fóz do rio Palmital, no rio Pardo sobe pelo Pardo até a fóz do córrego Lajeado; sobe por êste até o divisor Pardo-Novo; segue por êste divisor até a cabeceira do córrego da Jacu; desce por êste até o rio Novo; desce ainda por êste até a fóz do ribeirão Boa Vista sobe por êste e pelo córrego da Cachoeirinha até sua cabeceira sudocidental no espigão entre os rios Novo e Paranapanema; segue por êste espigão, até a cabeceira mais setentrional do ribeirão Bonito? desce por êste até a fóz do córrego da Divisa; sobe pelo córrego da Divisa até sua cabeceira no divisor entre as águas do ribeirão Bonito e as do ribeirão Jamaica, segue em reta a cabeceira do córrego Taquara Branca; desce por êste córrego até o ribeirão Jamaica, pelo qual desce até o ribeirão bonito e por êste até o rio Paranapanema.
5 - COM O MUNICÍPIO DE ITAÍ
Começa no rio Paranapanema na fóz do ribeirão Bonito; desce por aquele até a fóz do rio Taquari, onde tiveram início êstes limites.

MUNICÍPIO DE CERQUILHO
(Criado em 1948)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE LARANJAL PAULISTA
Começa no rio Sorocaba na fóz do ribeirão da Onça de onde vai em reta ao salto do rio Sorocaba.
2 - COM O MUNICÍPIO DE TIETÊ
Começa no salto do rio Sorocaba; sobe por êste até o córrego da Vereda, que nasce próximo à estação do mesmo nome: sobe por êste córrego até sua cabeceira vai, daí, em reta a cabeceira do córrego Distrital cabeceira próxima aos trilhos da Estrada de Ferro Sorocabana: desce pelo córrego Distrital até sua fóz no córrego da Estiva: sobe pelo córrego da Estiva até sua cabeceira mais oriental; vai, daí em rumo à cabeceira mais ao Norte da água da Capuava desce por esta até o ribeirão Pimenta: continua pelo contraforte fronteiro até o divisor entre as águas do ribeirão Pimenta e córrego Indalécio de Camargo: segue por êste divisor até o contraforte que deixa, à direita as cabeceiras do córrego da Fazenda Sabaúna: segue por êste contraforte em demanda da fóz dêste córrego no córrego de Indalécio de Camargo: daí segue pelo contraforte fronteira até o divisor entre as águas do córrego Indalécio de Camargo e ribeirão Mandiçununga segue por êste divisor até o contraforte que finda na foz do córrego da Fazenda Paineiras no ribeirão Mandiçununga: segue por êste contraforte até a citada fóz.
3 - COM O MUNICÍPIO DE BOITUVA
Começa no ribeirão Mandiçununga, na fóz do córrego da Fazenda Paineiras: segue pelo contraforte entre estas duas águas e alcança a cabeceira mais setentrional do ribeirão dos Setes Ranchos ou Palmital pelo qual desce até sua fóz no rio Sorocaba.
4 - COM O MUNICÍPIO DE TATUÍ
Começa no rio Sorocaba na fóz do córrego Palmital ou Sete Ranchos: desce pelo rio Sorocaba até a fóz do ribeirão da Onça onde tiveram início êstes limites.

MUNICÍPIO DE CHARQUEADA
(Criado em 1954)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE SÃO PEDRO
Começa no divisor Limoeiro-Cascatinha na cabeceira mais setentrional do galho da esquerda do ribeirão Limoeiro de onde vai em reta a cabeceira do ribeirão Cascatinha na contravertente: desce pelo ribeirão Cascatinha até sua fóz no ribeirão Jacutinga, pelo qual desce até sua confluência com o ribeirão Água Parada: dêste ponto vai em reta à fóz do ribeirão Água Branca até a fóz do ribeirão Bôa Vista continua pelo contraforte fronteiro entre o ribeirão Bôa Vista a direita e o ribeirão Água Branca a esquerda até o divisor entre êste ribeirão à esquerda e o ribeirão Água Vermelha, a direita : prossegue por êste divisor até alcançar o aparado da serra do Itaqueri.
2 - COM O MUNICÍPIO DE RIO CLARO
Começa no aparado da serra do Itaqueri, onde cruza com o divisor entre as águas do ribeirão Água Vermelha e Água Branca: segue pelo aparado da serra até encontrar a cabeceira do ribeirão Vermelho que passa junto a sede da fazenda Itaiba: desce pelo ribeirão Vermelho até a fóz do córrego da Fazenda Dobrada: vai daí em reta à cabeceira mais ocidental do córrego da Fazenda Covitinga: desce por êste até o ribeirão Água Vermelha desce pelo ribeirão Água Vermelha até o rio Passa Cinco e por êste até a sua fóz no rio Corumbatai.
3 - COM O MUNICÍPIO DE PIRACICABA
Começa na confluência do rio Passa Cinco e Corumbatai: desce por êste até a fóz do córrego Caiabiá, pelo qual sobe até a cabeceira de seu galho da direita: continua pelo divisor que deixa a direita o córrego Santa Rita e ribeirões Jacutinga do Meio e Cascatinha e à esquerda, o ribeirão do Limoeiro até a cabeceira mais setentrional do galho da esquerda do ribeirão do Limoeiro, onde tiveram início êstes limites.

MUNICÍPIO DE CHAVANTES
(Instalado em 1923)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE OURINHOS
Começa no rio Paranapanema, na fóz do córrego Lajeadinho: sobe por êste até sua cabeceira: transpõe o espigão Pardo-Paranapanema em demanda da cabeceira mais meridional do córrego Barreirinho, pelo qual desce até o rio Pardo: sobe por êste até a fóz do córrego Jáguaretê

2 - COM O MUNICÍPIO DE SANTA CRUZ DO RIO PARDO
Começa no rio Pardo, na fóz do córrego Jáguaretê: sobe pelo rio Pardo até a fóz do ribeirão Grande: sobe por êste até a fóz do córrego Piranhas.
3 - COM O MUNICÍPIO DE IPAUÇÚ
Começa no ribeirão Grande, na fóz do córrego Bôa Vista: sobe por êste até sua cabeceira, vai, daí em reta a cabeceira do córrego Barranco Vermelho pelo qual desce até o córrego da Tapera e por êste ainda até sua fóz no rio Paranapanema.
4 - COM O MUNICÍPIO DE TIMBURI
Começa no rio Paranapanema, na fóz do córrego da Tapera: desce pelo rio Paranapanema até a fóz do rio Itararé.
5 - COM O ESTADO DO PARANÁ
Começa na fóz do9 rio Itararé, no rio Paranapanema: segue pelas divisas com o Estado do Paraná até a fóz do córrego Lajeadinho, onde tiveram início êstes limites.
b) DIVISAS INTERDISTRITAIS
1 - ENTRE OS DIREITOS DE CANITAR E CHAVANTES
Começa no rio Pardo, na fóz do córrego da Água Morna; sobe por êste até a fóz do córrego dos Coqueiros: continua pelo contraforte fronteiro até o divisor entre as águas do córrego dos Coqueiros, a esquerda, e as do córrego Poção à direita: segue por êste divisor até entroncar com o espigão Pardo - Paranapanema: prossegue por êste espigão até a cabeceira de galho mais oriental do córrego Brumado.
2 - ENTRE OS DISTRITOS DE CANITAR E IRAPÉ
Começa na cabeceira do galho mais oriental do córrego Brumado, pelo qual desce até sua fóz no córrego Santo Antônio e por êste desce até sua fóz no rio Paranapanema.
3 - ENTRE OS DISTRITOS DE CHAVANTES E IRAPÉ
Começa no rio Paranapanema na fóz do ribeirão Bonito: segue pelo contraforte entre o córrego Monjolinho e ribeirão Bonito, de um lado e córrego Harmonia e ribeirão do Irapê ou Colossinho do outro lado, em demanda da fóz do córrego Santa Maria no ribeirão do Irapê ou Colossinho: daí, vai, em reta à cabeceira do córrego Santaneza no espigão Paranapanema - Pardo: segue por êste espigão até a cabeceira do córrego Brumado.

MUNICÍPIO DE CLEMENTINA
(Criado em 1954)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE PIACATÚ
Começa no rio Feio ou Águapei na fóz do ribeirão da Lontra: sobe pelo ribeirão da Lontra até a fóz do córrego Saltinho.
2 - COM O MUNICÍPIO DE BILAC
Começa no ribeirão da Lontra na fóz do córrego Saltinho; sobe pelo ribeirão da Lontra até a fóz do córrego da laje: pelo qual sobe até sua cabeceira no espigão mestre Feio ou Águapei-Tietê segue pelo espigão-mestre até a cabeceira do córrego Imbe.
3 - COM O MUNICÍPIO DE COROADOS
Começa no espigão mestre Feio ou no Águapeí - Tietê na cabeceira do córrego Imbé, que passa pela Fazenda do mesmo nome: segue pelo espigão mestre até a cabeceira do córrego Macuco.
4 - COM O MUNICÍPIO DE BRAÚNA
Começa no espigão mestre Tietê -Feio ou Águapeí na cabeceira do córrego Macuco, desce por êste por rio Feio ou Águapei.
5 - COM O MUNICÍPIO DE TUPÃ
Começa no rio feio ou Águapeí na fóz do ribeirão Promissão: desce por aquele até a fóz do ribeirão da Lontra, onde tiveram início êstes limites.
b) - DIVISAS INTERDISTRITAIS
1 - ENTRE OS DISTRITOS DE CLEMENTINA E LAURO PENTEADO
Começa no ribeirão da Lontra na fóz do córrego B pelo qual sobe até sua cabeceira no divisor Lontra - Promissão; segue por êste divisor até a cabeceira ocidental do córrego Recrial, pelo qual desce até sua fóz no ribeirão Promissão.
2 - ENTRE OS DISTRITOS DE CLEMENTINA E SANTÓPOLIS DO AGUAPEÍ
Começa no ribeirão Promissão na fóz do córrego Mauá, pelo qual sobe até sua cabeceira do córrego Agrião pelo qual desce até sua fóz no ribeirão da Lontra .

MUNICÍPIO DE COLINA
(Instalado em 1926)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE SEVERÍNIA
Começa no rio Cachoeirinha, na fóz do córrego de Abílio de Almeida: desce por aquele até a fóz do córrego da Bagagem.
2 - COM O MUNICÍPIO DE BARRETOS
Começa na fóz do córrego da Bagagem no rio Cachoeirinha; sobe por aquele até sua cabeceira mais oriental; transpõe o espigão mestre Pardo-Cachoeirinha e continua pelo divisor entre as águas do ribeirão Pitangueiras, à esquerda, e as do ribeirão Turvo à direita, até o contraforte entre os córregos da estiva e Quebra Cuia.
3 - COM O MUNICÍPIO DE JABORANDÍ
Começa no divisor entre os ribeirões Pitangueiras e Turvo no ponto de cruzamento com o contraforte entre os córregos da Estiva e Quebra Cuia; segue por êste contraforte em demanda da fóz do córrego da estiva no ribeirão do Turvo, de onde vai em reta à nascente do córrego da fazenda Mandáguarí; continua pelo divisor entre o córrego Jaborandí e o ribeirão Retirinho, em demanda da fóz do córrego da fazenda Recreio no ribeirão Retirinho, pelo qual desce até sua fóz no ribeirão das Palmeiras.
4 - COM O MUNICÍPIO DE TERRA ROXA
Começa no ribeirão das Palmeiras, na fóz do ribeirão Retirinho; sobe por aquele até a fóz do ribeirão da onça ou Palmital.
5 - COM O MUNICÍPIO DE BEBEDOURO
Começa no ribeirão Palmeiras, na fóz do ribeirão da Onça ou Palmital e por êste acima até sua cabeceira mais ocidental, atingindo depois o espigão entre as águas do rio Pardo, à direita e as do rio Cachoeirinha à esquerda.
6 - COM O MUNICÍPIO DE MONTE AZUL PAULISTA
Começa no espigão mestre entre os rios Pardo à direita e Cachoeirinha, à esquerda, em frente a cabeceira mais ocidental do ribeirão da Onça ou Palmital; alcança a cabeceira mais setentrional do córrego Grande, pelo qual desce até o rio Cachoeirinha, e por êste abaixo até a fóz do córrego de Abílio de Almeida, onde tiveram início êstes limites.

MUNICÍPIO DE CONCHAL
(Instalado em 1948)

a) LIMITES MUNICIPAIS    

1 - COM O MUNICÍPIO DE ARARAS
Começa no ribeirão do Pinhal, na fóz do ribeirão da Guaiquica; desce pelo ribeirão do Ferraz até o córrego do Barbosa; segue em reta à fóz do ribeirão do Pântano, no ribeirão do Cerrado; segue em reta até a cabeceira sudoriental do córrego Corta Rabicho; desce por êste até sua fóz no rio Mogi-Guaçú.
2 - COM O MUNICÍPIO DE MOGI-GUAÇÚ
Começa no rio Mogí-Guaçú, na fóz do córrego Corta Rabicho ou Serra Velha, sobe por aquele até a cachoeira Itupeva-Mirim.
3 - COM O MUNICÍPIO DE MOGI-MIRIM
Começa na cachoeira de Itupeva-Mirim, no rio Mogí-Guaçú, vai daí em reta, à fóz do córrego do Aterradinho, no ribeirão do Conchal, pelo qual sobe até o ribeirão da Ponte Alta: sobe por êste ribeirão até o ribeirão da Ponte Baixa setentrional do córrego do Coxim ou Capim, que fica na contravertente: por êste desce até a ponte da estrada de rodagem que da cidade de Mogí-Mirim vai à cidade de Limeira.
4 - COM O MUNICÍPIO DE ARTUR NOGUEIRA
Começa no córrego do Coxim ou Capim, na ponte da estrada de rodagem que da cidade de Mogí-Mirim vai à cidade de Limeira; desce pelo Coxim até sua foz no córrego da Barra e continua pelo espigão que deixa, à direita, às águas dêste último, até a confluência dos ribeirões da Guaiquica e do Pinhal, formadores do ribeirão do Ferraz, onde tiveram início êstes limites.

MUNICÍPIO DE CONCHAS
(Instalado em 1917)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE BOFETE
Começa na confluência do rio Feio, com o rio do Peixe; desce por êste até a fóz da água do Vicentinho.
2 - COM O MUNICÍPIO DE ANHEMBI
Começa no rio do Peixe, na fóz da água do Vicentinho; desce pelo rio do Peixe até o rio Tietê; sobe por êste até a fóz do ribeirão dos Patos.
3 - COM O MUNICÍPIO DE PIRACICABA
Começa no rio Tietê, na fóz do ribeirão dos Patos; sobe pelo Tietê até a fóz do córrego das Flores.
4 - COM O MUNICÍPIO DE LARANJAL PAULISTA
Começa no rio Tietê, na fóz do córrego das Flores; sobe por aquele até o ribeirão do Pará e por êste acima até sua cabeceira mais meridional chamada  córrego de Luiz Ribeiro, no espigão dos Morais.
5 - COM O MUNICÍPIO DE PEREIRAS
Começa no espigão dos Morais na cabeceira mais meridional do córrego de Luiz Ribeiro; segue pelo espigão dos Morais até a cachoeira mais oriental do córrego da Estrada de Ferro; desce por êste até sua fóz na água da Espanhola, fóz que ocorre junto ao leito da estrada de Ferro Sorocabana: desce por esta água até o rio das Conchas; sobe por êste até a fóz do córrego do Anselmo: sobe por êste até sua cabeceira mais ocidental; segue pelo divisor que deixa, à direita, as águas do córrego do Baltazar até o alto do Padilha e continua pelo espigão entre as águas do rio das Conchas, à esquerda, e, à direita as do ribeirão do Moquem, até frontear a cabeceira do córrego de Salvados Vieira
6 - COM O MUNICÍPIO DE PORANGABA
Começa na cabeceira do córrego de Salvador Vieira: desce por êste ao ribeirão do Moquem: desce por êste até a fóz do primeiro córrego da margem esquerda e continua pelo espigão que deixa, à esquerda, as águas dêste córrego de São João, indo até a fóz do rio Feio, no rio do Peixe, onde tiveram início êstes limites.
b) DIVISAS INTERDISTRITAIS
1 - ENTRE OS DISTRITOS DE CONCHAS E JUQUIRATIBA
Começa no rio Tietê, na fóz do rio das Conchas, pelo qual sobe até a fóz do córrego da Divisa; sobe por êste até sua cabeceira; daí, vai, em reta, à cabeceira do córrego Boa Vista, pelo qual desce até o ribeirão do Salgado; daí, vai, em reta, ao rio do Peixe na fóz do córrego dos Aflitos, fóz que ocorre à jusante da ponte da rodovia estadual Conchas-Bofete

MUNICÍPIO DE CORDEIRÓPOLIS
(Criado em 1948)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE SANTA GERTRUDES
Começa no divisor Cachoeirinha -Tatú, no ponto de cruzamento com o contraforte Santa Gertrudes-Tatú; segue por êste contraforte até sua extremidade setentrional; vai em reta, a lagoa do Catingueiro; vai daí, por nova reta a ponte meridional do divisor que deixa, à direita, as águas do ribeirão Tatú, e à esquerda, as do ribeirão Santa Gertrudes; segue por êste divisor até a espigão Claro e Tatú de um lado e ribeirão das Araras, do outro lado.
2 - COM O MUNICÍPIO DE ARARAS
Começa no espigão Claro e Tatú, de um lado, e ribeirão das Araras, do outro lado, no ponto de cruzamento com o divisor entre as águas dos ribeirões Santa Gertrudes e Tatú; continua pelo espigão entre as águas dos ribeirões das Araras e Pinhal, à esquerda, e as do ribeirão Tatú e Tabajara, à direita até a cabeceira do córrego da fazenda São Jerônimo.
3 - COM O MUNICÍPIO DE LIMEIRA
Começa no espigão entre os ribeirões Pinhal e Tabajara, na cabeceira do córrego da fazenda São Jerônimo: desce pelo São Jerônimo até o ribeirão Tabajara; sobe por êste até sua cabeceira mais ocidental; vai reto à fóz do córrego da Fazenda Barreiros, no ribeirão do Pinhal: sobe por aquele, até sua cabeceira; continua pelo contraforte até a fóz do córrego São Francisco no ribeirão Tatú: sobe por êste, passando pelo tanque junto à estação de Ibicaba, até fóz do Saltinho; sobe por êste até sua cabeceira, ganha o espigão que deixa, à esquerda, as águas dos ribeirões Água da Serra e Cachoeirinh, e á direita, as do ribeirão Tatú, até entroncar com o espigão Santa Gertrudes-Tatú.
4 - COM O MUNICÍPIO DE IRACENAMÁPOLIS
Começa no divisor  Tatú-cachoeirinhano ponto de cruzamento com o divisor que separa as águas dos ribeirões Água da Serra e Cachoeirinha; segue pelo divisor Tatú-Cachoeirinha até o espigão entre as águas do ribeirão do Tatú e as do córrego Santa Gertrudes, onde tiveram início êstes limites

MUNICÍPIO DE COROADOS
(Instalado em 1929)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE BILAC
Começa no espigão mestre Feio ou Águapei - Tietê na cabeceira do córrego Imbé, que passa na Fazenda de igual nome; desce pelo córrego Imbé até a fóz do galho que vem da Fazenda Alto Alegre.
2 - COM O MUNICÍPIO DE BIRIGUÍ
Começa no córrego Imbé, na fóz do galho que vem da Fazenda Alto Alegre; sobe por êste galho até a fóz da água que passa na colônia da Fazenda Mundo Novo; sobe ainda por esta água até sua cabeceira no contra-forte Imbé-Báguaçú; sobe por êste até a fóz do córrego Tabapuã; sobe por êste até a sua cabeceira principal no divisor Báguaçú-Congonhas; segue por êste divisor até a cabeceira do córrego Grande pelo qual desce até o ribeirão dos Baixotes e, por êste até o rio Tietê.
3 - COM O MUNICÍPIO DE BURITAMA
Começa no rio Tietê, na fóz do ribeirão dos Baixotes; sobe pelo rio Tietê até a fóz do córrego das Congonhas.
4 - COM O MUNICÍPIO DE GLICÉRIO
Começa no rio Tietê, na fóz do córrego das Congonhas; sobe por êste até a sua cabeceira no divisor que deixa, à direita, às águas do ribeirão dos Baixotes e o córrego do Campo e Congonhas, e à esquerda, as águas dos ribeirões Lajeado, Bonito e córrego Caximba e Água Limpa; segue por êste divisor até a cabeceira do córrego de Patrício Gimeni.
5 - COM O MUNICÍPIO DE BRAÚNA
Começa no divisor que separa as águas do córrego Água Limpa das do Congonhas, na cabeceira do córrego do Patrício Gimeni; segue pelo divisor que deixa, à esquerda as águas do córrego Água Limpa até o espigão mestre Tietê-Feio ou Águapeí; prossegue por êste espigão mestre em demanda da cabeceira do córrego Macuco.
6 - COM O MUNICÍPIO DE CLEMENTINA
Começa no espigão mestre Feio ou Águapeí-Tietê, na cabeceira do córrego Macuco; segue pelo espigão mestre até a cabeceira do córrego Imbé, que passa na Fazenda de igual nome, onde tiveram início êstes limites.
b) DIVISAS INTERDISTRITAIS
1 - ENTRE OS DISTRITOS DE BREJO ALEGRE E COROADOS
Começa no divisor entre os ribeirões Lajeado e dos Baixotes, na cabeceira do córrego do Revolver; desce por êste até sua fóz no ribeirão dos Baixotes.

MUNICÍPIO DE CORUMBATAÍ
(Criado em 1948)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE ANALÂNDIA
Começa na cabeceira mais meridional do ribeirão da Barra, pelo qual desce até sua fóz no rio Corumbatai; prossegue pelo divisor que deixa, à direita as águas do córrego Embrabas e à esquerda, as do córrego das Taipas, até atingir a ponta mais ocidental do morro Grande; continuando pela cumiada dêste maciço até o ponto de cruzamento com o contraforte da margem direita do córrego da Colônia da Fazenda do Dr. Candido.
2 - COM O MUNICÍPIO DE SANTA CRUZ DA CONCEIÇÃO
Começa no divisor entre as águas do ribeirão do Arouca e do ribeirão do Moquem no ponto de cruzamento com o contraforte da margem direita do córrego da Colonia da Fazenda do Dr. Candido: segue pelo divisor Arouca-Moquem até a cabeceira mais ocidental do córrego Pedra Vermelha, pelo qual desce até sua fóz no ribeirão do Moquem: desce ainda por êste até sua fóz no ribeirão do Roque e por êste acima até a fóz do córrego do Monjolo.
3 - COM O MUNICÍPIO DE LEME
Começa no ribeirão do Roque, na fóz do córrego do monjolo; sobe por aquele até a fóz do córrego Monte Alegre.
4 - COM O MUNICÍPIO DE RIO CLARO
Começa no ribeirão do Roque, na fóz do córrego Monte Alegre ; segue em reta de rumo E-O até o ribeirão Claro; segue em reta até encontrar a reta de rumo S-N que parte da fóz do segundo afluente da margem direita do córrego do Batista Ferraz, à montante de sua fóz no rio Corumbatai, num ponto desta reta situado a um quilômetro ao norte do seu cruzamento com a linha C.P.E.F.; segue por esta reta até a referida fóz; sobe pelo citado afluente até a sua cabeceira mais ocidental, de onde vai em reta ao ribeirão Jacutinga, no ponto em que é cortado pela reta O-E que parte da fóz do córrego Bôa Vista, no rio da Cabeça; segue por esta reta até a referida fóz; sobe pelo rio Cabeça até a fóz do córrego da Serra.
5 - COM O MUNICÍPIO DE ITIRAPINA
Começa na fóz do córrego da Serra, no rio da Cabeça; sobe por aquele até a sua cabeceira mais setentrional; segue em reta à cabeceira mais meridional do ribeirão da Barra, onde tiveram início êstes limites.

MUNICÍPIO DE COSMÓPOLIS

(Instalado em 1945)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE LIMEIRA
Começa no rio Jáguari na fóz do ribeirão do Pinhal; sobe por êste até a fóz do córrego Canguçú; sobe, ainda por êste galho até sua cabeceira no contraforte da margem direita do córrego Canguçú segue por êste contraforte até o divisor Pinhal-Paredão, continua por êste divisor até o espigão entre as águas do ribeirão do Pinhal de um lado, e as do ribeirão Três Barras, do outro; segue por êste espigão até a cabeceira mais ocidental do córrego Pinheirinhos.
2 - COM O MUNICÍPIO DE ARTUR NOGUEIRA
Começa no divisor entre as águas do ribeirão do Pinhal, de um lado, e as do ribeirão Três Barras, do outro, na cabeceira mais ocidental do córrego Pinheirinhos; desce por êste até o ribeirão Monjolo Grande; desce ainda por êste até a fóz do córrego do sítio Novo; vai em reta ao quilômetro 41 da estrada de rodagem que liga Artur Nogueira a Cosmúpolis; desta estrada continua por nova reta à cabeceira da grota de Manuel Guimaro; desce pela grota até o rio Pirapintigui; desce ainda, por êste córrego até sua cabeceira ocidental; vai em reta, à cabeceira do córrego Boldin, Cemitério ou Capela; desce por êste até o ribeirão da Cachoeira.
3 - COM O MUNICÍPIO DE JAGUARIÚNA
Começa na fóz do córrego Boldin, Cemitério ou Capela, no ribeirão da Cachoeira, desce por êste até sua fóz no rio Jáguari.
4 - COM O MUNICÍPIO DE CAMPINAS
Começa no rio Jáguari, na fóz do ribeirão de Cachoeira; desce pelo rio Jáguari até a fóz do ribeirão do Jacaré pelo qual sobe até sua cabeceira; continua pelo contraforte que deixa, à direita, o córrego Lagôa Azul até cruzar com o espigão Atibaia-Jáguari; segue pelo espigão até cruzar com o contraforte que morre no rio Atibaia, na fóz do córrego da Fazenda do Foguete.
5 - COM O MUNICÍPIO DE AMERICANA
Começa no espigão Jáguarí-Atibaia, onde o espigão cruza o contraforte que morre no rio Atibaia na fóz do córrego da Fazenda Foguete; segue pelo espigão mestre até a cabeceira do galho da direita do córrego Jacutinga; desce por êste rio Jáguarí e por êste até a fóz do ribeirão do pinhal, onde tiveram início êstes limites.

MUNICÍPIO DE COSMORAMA
(Criado em 1948)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE VOTUPORANGA
Começa no rio São José dos Dourados na fóz do córrego da Prata; sobe por êste até a fóz do córrego da Capoeira, pelo qual sobe até sua cabeceira no espigão mestre São José dos Dourados-Turvo; segue pelo espigão mestre até o contraforte Peidade-Sumidouro; continua por êste contraforte em demanda da cabeceira do córrego Manguinho; desce por êste até sua fóz no ribeirão Piedade.
2 - COM O MUNICÍPIO DE ALVARES FLORENCE
Começa no ribeirão Piedade na fóz do córrego Manguinho; desce pelo ribeirão Piedade até a fóz do córrego do Mangue.
3 - COM O MUNICÍPIO DE AMÉRICO DE CAMPOS
Começa no ribeirão Piedade na fóz do córrego do Mangue; desce pelo ribeirão Piedade até sua fóz no rio Preto.
4 - COM O MUNICÍPIO DE PALESTINA
Começa na fóz do ribeirão Piedade no rio Preto; sobe por êste a fóz do ribeirão Bonito.
5 - COM O MUNICÍPIO DE TANABI
Começa no rio Preto, na fóz do ribeirão Bonito; pelo qual sobe até o córrego Jambeiro ou do Meio; sobe por êste até sua cabeceira; daí, vai em reta, até a cabeceira do córrego da Vargem Comprida, pelo qual desce até a fóz do córrego do Carvalho; desce por êste até sua fóz no rio São José dos Dourados.
6 - COM O MUNICÍPIO DE MONTE APRAZÍVEL
Começa no rio São José dos Dourados na fóz do córrego do carvalho; desce por aquele até a fóz do córrego da Prata, onde tiveram início êstes limites.

MUNICÍPIO DE COTIA

(Instalado em 1857)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 - COM O MUNICÍPIO DE SÃO ROQUE
Começa no rio Sorocá-Mirim, na fóz do ribeirão da Vargem Grande: sobe por êste até sua cabeceira mais setentrional; prossegue pela crista da serra de São João ou Taxaquara, pela qual segue até entroncar com o espigão da margem direita do córrego da viúva Maria Coelho; segue por êste espigão até a fóz do referido córrego no ribeirão São João ou Barueri; desce por êste até a fóz do córrego do sabiá; sobe por êste até sua cabeceira.
2 - COM O MUNICÍPIO DE SANTANA DE PARNAÍBA
Começa na cabeceira do córrego do Sabiá; segue pelo espigão que deixa, à direita, as águas do ribeirão São João ou Barueri, e à esquerda as cabeceiras do ribeirão gaveta, até entroncar com o contraforte que separa as águas do ribeirão Itaqui e ribeirão Gupê na serra do Itaqui.
3 - COM O MUNICÍPIO DE BARUERI
Começa no espigão que deixa, à direita, as águas do ribeirão São João ou Barueri e, à esquerda as cabeceiras do ribeirão Gavetá, no entroncamento com o contraforte que separa as águas dos ribeirões Itaqui e Gupê na serra do Itaqui: segue por êste contraforte até a confluência dos ribeirões Gupê e Itaqui: vai pelo espigão a fóz do córrego Jandira no ribeirão São João ou Barueri e dêsse ponto ainda pelo espigão à fóz do córrego Fronteiriço no rio Cotia; desce pelo rio Cotia até o ponto onde é cortado pela reta de rumo Lêste - Oêste que vem da cabeceira mais meridional do córrego da Pedreira: daí segue por esta reta até a referida cabeceira do córrego da Pedreira: daí segue por esta reta até a referida cabeceira do córrego da Pedreira
4 - COM O MUNICÍPIO DE SÃO PAULO
Começa na cabeceira mais meridional do córrego da Pedreira; segue rumo à cabeceira do córrego Sítio Velho de Cima, pelo qual desce até o ribeirão Carapicuíba; sobe por êste até sua cabeceira sudoriental no morro do Jáguare.
5 - COM O MUNICÍPIO DE ITAPECERICA DA SERRA
Começa no morro do Jáguaré, em frente a cabeceira sudoriental do ribeirão Carapicuíba; segue pelo espigão que deixa, à direita, as águas do rio Tietê, e a esquerda, as do ribeirão Poá e rio Embú-Mirim; passa pelo morro do Vento e atinge o Alto do Maranhão ou Caputera; vai pelo espigão a fóz da água da Ressaquinha no Ribeirão Ressaca; sobe por êste e pelo ribeirão Mato Dentro até sua cabeceira mais meridional; continua pelo espigão que deixa, à direita, as águas do rio Cotia e a esquerda, as do rio Embú-Mirim, até chegar à serra do Chiqueiro; segue pela crita desta e pela serra de Itatuba até a cabeceira mais oriental do rio Laranjeiras.
6 - COM O MUNICÍPIO DE IBIÚNA
Começa na serra de Itatuba, em frente à cabeceira mais oriental do rio Laranjeiras; segue pelo espigão em demanda da cabeceira mais meridional do rio Sorocá-Mirim; desce por êste até a foz do ribeirão da Vargem Grande onde tiveram inicio êstes limites.
b) DIVISAS INTERDISTRITAIS
1 - ENTRE OS DISTRITOS DE CAUCAIA DO ALTO E COTIA
Começa no ribeirão da Vargem Grande, na fóz do ribeirão dos Pereiras; sobe por êste até o ribeirão da Lage, pelo qual sobe até sua cabeceira no divisor Vargem Grande, Cotia; segue por êste divisor até entroncar com o contraforte da margem esquerda do ribeirão da Graça; continua por êste contraforte até a fóz do ribeirão da Graça, no rio Cotia; sobe por êste até a represa de Pedro Betcht; pela qual segue até a fóz da água de Gregorio Grande; sobe por esta água até sua cabeceira no espigão entre as águas do rio Cotia, à direita e as do rio Embú-Mirim, à esquerda.
2 - ENTRE OS DISTRITOS DE COTIA E ITAPEVI
Começa na ponte da estrada de rodagem estadual sôbre o ribeirão da Vargem Grande, segue pelo contraforte fronteiro até o divisor entre as águas do ribeirão da Vargem Grande e Cotia, a direita, e as do ribeirão do Sapiatá a esquerda; continua por êste divisor até entroncar com o contraforte entre as águas do ribeirão do Sapiatá, à esquerda, e as do ribeirão Itapevi a direita; prossegue por êste contraforte até a cabeceira norocidental do ribeirão da Estiva, pelo qual desce até sua fóz no ribeirão Itapevi; sobe pelo ribeirão Itapevi até a foz da primeira água da margem direita; segue pelo contraforte que deixa esta água à esquerda, até o divisor ente os ribeirões Itapevi e Barueri-Mirim; continua por êste divisor até o pião divisor dos ribeirões Itapevi, Barueri-Mirim e rio Cotia.
3 – ENTRE OS DISTRITOS DE COTIA E JANDIRA
Começa no pião divisor dos ribeirões Itapevi, Barueri-Mirim e Rio Cotia; segue pelo divisor entre o ribeirão Barueri-Mirim e rio Cotia, até a cabeceira do galho mais ocidental do ribeirão das Pombas, pelo qual desce até sua fóz no rio Cotia; desce pelo rio Cotia até a fóz do córrego Fronteirico.
4 – ENTRE OS DISTRITOS DE ITAPEVI E JANDIRA
Começa no contraforte entre os ribeirões do Gupê e do Itaqui; segue em reta de direção Norte – Sul, que vai ter à confluência dos dois formadores do ribeirão Itaqui; segue em reta até o ribeirão São João ou Barueri, na fóz do ribeirão Barueri-Mirim, pelo qual sobe até sua cabeceira no pião divisor dos ribeirões Itapevi, Barueri Mirim e rio Cotia.
 
MUNICÍPIO DE CRAVINHOS
(Instalado em 1898)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O MUNICÍPIO DE RIBEIRÃO PRETO
Começa na fóz do córrego Lajeadinho, ou Lajeadozinho no ribeirão da Onça; desce pelo último até o córrego São Francisco, sobe por este até a sua cabeceira mais setentrional, onde vai em reta a cabeceira mais meridional do córrego da fazenda Canta Galo, pelo qual desce até sua fóz no ribeirão Preto; continua pelo espigão da margem direita do córrego da fazenda Santa Maria ou Santa Rita, até alcançar a cabeceira da água da fazenda Venâncio ou Figueira; desce por esta até o córrego Espraiado pelo qual desce até o ribeirão da Figueira.
2 – COM O MUNICÍPIO DE SERRANA
Começa na fóz do córrego do Espraiado no ribeirão da Figueira; segue pelo espigão que separa as águas do ribeirão Tamanduá ou Figueira, das do córrego Espraiado até a foz do córrego da fazenda Cruzeiro ou de Manuel Amaro; sobe pelo ribeirão Tamanduá ou Figueira, até a fóz do ribeirão Tamanduazinho.
3 – COM O MUNICÍPIO DE SERRA AZUL
Começa na fóz do ribeirão Tamanduazinho, no ribeirão Tamanduá ou Figueira; sobe por este até a fóz da água da Cruz primeiro córrego da margem esquerda logo acima da fóz do córrego Cachoeira.
4 – COM O MUNICÍPIO DE SÃO SIMÃO
Começa na fóz da água da Cruz, primeiro córrego da margem esquerda do ribeirão Tamanduá ou Figueira logo acima da foz do córrego Cachoeira; sobe por aquele até sua cabeceira; prossegue em reta ao quilômetro número 275, da Estrada de Ferro Mogiana, ente as estações de Tibiriçá e Beta; segue em demanda do espigão que deixa a esquerda o ribeirão do Pântano, e à direita o córrego Água Branca e por este espigão continua até a confluência desses dois cursos, prosseguindo pelo ribeirão do Pântano até sua fóz no ribeirão da Onça pelo qual desce até a fóz do córrego Lajeadozinho ou Lajeadinho, onde tiveram inicio estes limites.
 
MUNICÍPIO DE CRUZEIRO
(Instalado em 1883)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O ESTADO DE MINAS GERAIS
Começa na serra da Mantiqueira onde esta cruza o espigão entre as águas dos ribeirões Itaquara-Embaú; prossegue pelas divisas com o Estado de Minas Gerais até cruzar com o divisor entre as águas do ribeirão Passa Vinte de um lado e rio Jacú, do outro.
2 – COM O MUNICÍPIO DE LAVRINHAS
Começa na serra da Mantiqueira no ponto onde a serra cruza com o divisor entre as águas do ribeirão Passa Vinte de um lado e as do rio Jacú do outro lado; segue por este divisor até o divisor que separa as águas do ribeirão Água Limpa, à direita, e as do rio Jacú, a esquerda; caminha por este divisor até a cabeceira do galho ocidental do córrego Lindeiro, pelo qual desse até o rio Paraíba; segue por este até a foz do córrego Municipal, pelo qual sobe até sua cabeceira no divisor Municipal, pelo qual sobe até sua cabeceira no divisor ente as duas dos córregos do Sertão e Pitangueiras, prossegue por este divisor até entroncar com o contraforte que separa as águas do córrego Pitangueiras das do córrego da Igrejinha.
3 – COM O MUNICÍPIO DE SILVEIRAS
Começa onde o divisor entre as águas dos córregos do Sertão e Pitangueiras entronca com o contraforte que separa as águas do córrego Pitangueiras, à direita, das do córrego da Igrejinha, a esquerda; segue por este contraforte que deixa, a direita as águas do córrego do outro da Telha em demanda da foz do córrego da Igrejinha no rio Itaguaçaba, pelo qual sobe até a foz do córrego da Fazendinha; continua pelo contraforte entre as águas do córrego da Fazendinha, a direita e as do ribeirão do Paiol a esquerda, até o divisor entre as águas do ribeirão do Paiol a esquerda e as do ribeirão do Alegre a direita; prossegue por este divisor até a cabeceira do córrego da Dorotéia ou Santa Cabeça.
4 – COM O MUNICÍPIO DE CACHOEIRA PAULISTA
Começa no divisor que deixa, à direita, as águas do ribeirão do Alegre, e a esquerda, as do ribeirão do Paiol, na cabeceira do córrego da Dorotéia ou Santa Cabeça; desce por este ao ribeirão do Alegre; continua por este abaixo até o rio Paraíba, pelo qual desce até a foz do ribeirão Passa Vinte; sobe por este até a foz do ribeirão Piquete, pelo qual sobe até a fóz do córrego Caxambu; continua pelo contraforte entre o córrego Caxambu à direita, e o ribeirão Piquete, à esquerda, até o divisor Embaú-Piquete; prossegue pelo divisor intermediário destas duas águas até a cabeceira do córrego Mendanha.
5 – COM O MUNICÍPIO DE PIQUETE
Começa no divisor intermediário entre as águas dos ribeirões Piquete e Embaú na cabeceira do córrego Mendanha; continua pelo divisor até cruzar com o divisor Embaú-Itaquara; prossegue por este até cruzar com a serra da Mantiqueira onde tiveram inicio estes limites.
 
MUNICÍPIO DE CUBATÃO
(Criado em 1948)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O MUNICÍPIO DE SÃO BERNARDO DO CAMPO
Começa no rio dos Pilões, na foz do ribeirão Paçareuva; segue pelo contraforte fronteiro até o aparado da serra do Mar ou Paranapiacaba; segue pelo aparado da serra que ai tem o nome local de serra do Cubatão, até cruzar com o divisor entre as águas do rio Perequê, a esquerda, e as do rio Pequeno, à direita.
2 – COM O MUNICÍPIO DE SANTO ANDRÉ
Começa no aparado da serra do Mar, onde tem o nome local de serra do Cubatão, no ponto de cruzamento com o divisor entre as águas do rio Perequê, e as do rio Pequeno; segue pelo aparado da serra, que recebe os nomes locais de serra do Poço do Meio e de Mogi até encontrar a reta de rumo Sul-Norte, que vem da fóz do córrego da Terceira Máquina, que vai desaguar no rio Mogi, próximo à Terceira Máquina da Linha Velha, para Santos, da Estrada de Ferro Santos – Jundiaí; segue por esta reta até a serra do Morrão.
3 – COM O MUNICÍPIO DE SANTOS
Começa no alto da serra do Morrão, onde esta é atingida pela reta de rumo Norte-Sul, que vem da fóz do córrego da Terceira Máquina; segue pela crista da serra à fóz mais oriental do rio Mogi, depois de deixa à direita a água do Cortume da Tapera; desce pelo braço de mar que passa a Leste do morro do Casqueiro, até o largo e o Caneu; pelo eixo do largo continua até atingir o braço chamado rio Casqueiro, pelo qual desce até o largo da Pompeba e por êste, ainda, até a fóz do rio dos Bugres.
4 – COM O MUNICÍPIO DE SÃO VICENTE
Começa na fóz do rio dos Bugres no largo da Pompeba; continua pelo leito deste, passando ao Norte da ilha do mesmo nome, até a fóz do rio Santana; sobe por êste até a fóz do ribeirão dos Queirozes, e por êste até a fóz do córrego da Mãe Maria; sobe por este até sua cabeceira mais setentrional; segue em reta até a foz do ribeirão dos Pilões, no rio Cubatão; sobe por aquele até a foz do ribeirão Paçareuva, onde tiveram inicio estes limites.
 
MUNICÍPIO DE CUNHA
 (Instalado em 1785)

a)
LIMITES MUNICIPAIS

1 – COM O MUNICÍPIO DE GUARATINGUETÁ
Começa no rio do Peixe, na fóz do ribeirão do Sertãozinho; desce pelo rio do Peixe até a fóz do ribeirão do Cordeiro, pelo qual sobe até o ribeirão Palmital; sobe por este até o córrego Corisco, pelo qual sobe até sua cabeceira nororiental no divisor Corisco-Campo Alegre; segue por êste divisor até o contraforte entre o ribeirão Campo Alegre, à esquerda, e o ribeirão Mato Dentro, à direita; caminha por êste contraforte em demanda da confluência dos ribeirões Campo Alegre e Cachoeira, formadores do ribeirão Mato Dentro; prossegue pelo contraforte entre o ribeirão Cachoeira, à esquerda, e o ribeirão Vauvú, a direita em demanda da fóz do córrego Paiolinho, no ribeirão Vauvú; continua pelo contraforte fronteiro até entroncar com o contraforte da margem direita do córrego Pessegueiro, caminha por êste contraforte até cruzar com o divisor entre as águas dos ribeirões Vauvú e Carimbamba.
2 – COM O MUNICÍPIO DE LORENA
Começa onde o contraforte da margem direita do córrego do Pessegueiro cruza com o divisor entre as águas do ribeirão Vauvú, à direita e as do ribeirão Carimbamba, à esquerda; segue por este divisor até o divisor Carimbamba-Vassouras; prossegue por êste Divisor até entroncar com o contraforte entre as águas do ribeirão Taboão, à esquerda, e as do rio Paraitinga, à direita; continua por êste contraforte em demanda da foz do ribeirão Taboão, no rio Paraitinga, pelo qual sobe até a fóz do ribeirão dos Macacos.
3 – COM O MUNICÍPIO DE SILVEIRAS
Começa no rio Paraitinga, na fóz do ribeirão dos Macacos; sobe pelo rio Paraitinga até a fóz do ribeirão Capetinga; sobe pelo ribeirão Capetinga até a fóz do córrego Gingao e, por êste acima até sua cabeceira no divisor entre as águas dos Macacos e rio Paraitinga; segue por este divisor até a cabeceira do córrego Curral Velho.
4 – COM O MUNICÍPIO DE AREIAS
Começa no divisor da margem direita do rio Paraitinga, na cabeceira do córrego Curral Velho; continua pelo espigão que deixa, à esquerda, as águas dos córregos do Saci e Cança Cavalo e, a direita, as do rio Paraitinga até encontrar a cabeceira do córrego das Pedras, pelo qual desce até o rio Paraitinga, e por êste até o córrego da Estiva.
5 – COM O MUNICÍPIO DE BARREIRO
Começa no rio Paraitinga, na fóz do córrego da Estiva; continua pelo divisor que separa as águas do ribeirão do Veado das do rio Guarinú e Paraitinga, até a fóz de ribeirão do Veado, no rio Mombucaba, pelo qual desce até a fóz do córrego da Memória.
6 – COM O ESTADO DO RIO DE JANEIRO
Começa no rio Mombucaba, na fóz do córrego da Memória, segue pelas divisas com o Estado do rio de Janeiro até cruzar com o contraforte que deixa as águas dos ribeirões Peirgueta, Cambuí e córrego da Estrada de um lado e as dos rios Patatiba e Carapitanga, do outro lado.
7 – COM O MUNICÍPIO DE UBATUBA
Começa na serra do Mar, onde ela cruza com a serra do Parati, segue pela crista da serra do Mar, até cruzar com o contraforte que finda na fóz do ribeirão Grande, no rio Paraibuna.
3 – COM O MUNICÍPIO DE SÃO LUIZ DO PARAITINGA
Começa na serra do Mar, onde esta cruza com o contraforte que finda na foz do ribeirão Grande, no rio Paraibuna; segue pelo contraforte até a foz do ribeirão Grande, no rio Paraibuna, sobe pelo ribeirão Grande até sua cabeceira, no espigão entre as águas do ribeirão Carioca e córrego Mato Dentro, a direita, e as dos ribeirões Pinga e do Chapéu, a esquerda, até o cruzamento com o contraforte entre as águas do córrego Mato Dentro, de um lado, e as do rio Paraitinga e córrego Morneleiro, do outro lado. 
9 – COM O MUNICÍPIO DE LAGOINHA
Começa no divisor entre o ribeirão do Chapéu e o rio Paraitinga no ponto de cruzamento com o contraforte entre as águas do rio Paraitinga e córrego Marmeleiro, a esquerda, e as do córrego Mato Dentro e rio Itaim, à direita; segue por este divisor em demanda da fóz do rio Itaim, no rio Paraitinga; sobe pelo rio Paraitinga até a fóz do córrego do Limoeiro; sobe pelo córrego do Limoeiro até a fóz do córrego de Nenê Tereza e, ainda por este até sua cabeceira norocidental, no divisor Peixe-Limoeiro; transpõe o divisor em demanda da cabeceira mais oriental do córrego de João Emilio; desce por êste até sua fóz no rio do Peixe; desce pelo rio do Peixe até a fóz do ribeirão do Sertãozinho, onde tiveram inicio estes limites.
b) DIVISAS INTERDISTRITAIS
1 – ENTRE OS DISTRITOS DE CAMPOS DE CUNHA E CUNHA
Começa na serra do Mar na cabeceira do córrego das Tamancas; desce por êste até sua fóz no córrego Pedra Branca; desce pelo córrego Pedra Branca até a fóz do córrego das Cem Braças; sobe por êste até sua cabeceira; vai daí, em reta, à cabeceira do córrego das Casinhas, desce pelo córrego das Casinhas até sua fóz no córrego Campista, desce por êste até sua fóz no ribeirão Solapão; desce ainda pelo ribeirão Solapão até a fóz do córrego Ponte Alta ou Várzea do Tanque, pelo qual sobe até a foz do córrego do Fogo e por êste acima até sua cabeceira e, daí, vai pelo espigão em demanda da cabeceira do córrego Capetinga; desce por êste córrego até o córrego da Onça e ainda por este, até sua fóz no rio Paraitinga, no bairro dos Mineiros, pelo qual sobe até a fóz do ribeirão Taboão.
 
MUNICÍPIO DE DESCALVADO
(Instalado em 1866)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O MUNICÍPIO DE SÃO SIMÃO
Começa no rio Mogi-Guaçú, na foz do rio Quilombo; sobe por aquele até a foz do ribeirão Vassununga.
2 – COM O MUNICÍPIO DE SANTA RITA DO PASSA QUATRO
Começa na foz do ribeirão Vassununga, no rio Mogi-Guaçú; sobe por êste até a fóz do córrego da Barra Grande ou Água Vermelha.
3 – COM O MUNICÍPIO DE PORTO FEREIRA
Começa no rio Mogi-Guaçú, na foz do córrego Barra Grande ou Água Vermelha; sobe por êste até o córrego João Bias, pelo qual sobe até sua cabeceira mais meridional; transpõe o espigão em demanda da cabeceira do galho mais setentrional do córrego Capitinga, e por êste desce até a sua foz no rio Bonito, desce, ainda, por este, até a fóz do córrego do Paiolinho; segue em reta até a foz do córrego do Sapé, no ribeirão Areia Branca; sobe pelo córrego do Sapé até sua nascente; vai, em reta, até a foz do córrego do Bebedouro, no ribeirão Santa Rosa.
4 – COM O MUNICÍPIO DE PIRAÇUNUNGA
Começa na foz do córrego do Bebedouro, no ribeirão Santa Rosa; segue pelo espigão divisor entre estas duas águas e pelo que deixa, à direita, as águas do rio Bonito, e, à esquerda, as dos ribeirões do Parque e Laranja Azeda até a ponta mais oriental do morro do Quadrão, e pela cumiada dêste segue até a cabeceira mais ocidental do córrego da fazenda do Capão Alto, afluente do ribeirão Descaroçador.
5 – COM O MUNICÍPIO DE ANALÂNDIA
Começa no alto do moro do Quadrão, na cabeceira mais ocidental do córrego da fazenda Capão Alto; prossegue pela cumiada do morro a procura da cabeceira do córrego Pinheirinho e por êste desce até o ribeirão do Pântano, pelo qual sobe até a foz do córrego da fazenda Montes Claros.
6 – COM O MUNICÍPIO DE SÃO CARLOS
Começa na confluência do ribeirão do Pântano, com o córrego da fazenda Montes Claros; vai pelo contraforte que entroncar com o espigão divisor das águas do ribeirão do Pântano e rio Quilombo; segue por êste espigão até a cabeceira mais meridional do rio Quilombo; por êste desce até a foz do córrego Jacutinga pelo qual sobe até a sua cabeceira mais setentrional; segue pelo espigão em demanda da cabeceira mais meridional do córrego da fazenda Paraíso, pelo qual desce até sua foz no rio Quilombo; desce por este até o rio Mogi-Guaçú, onde tiveram inicio estes limites.
 
MUNICÍPIO DE DIVINOLÂNDIA
  (Criado em 1954)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O MUNICÍPIO DE SÃO JOSÉ DO RIO PARDO
Começa na foz do córrego Angolinha no córrego Pouso Frio; continua pelo contraforte fronteiro até o contraforte que deixa, à direita, as águas do córrego Pouso Frio e, à esquerda, as do rio do Peixe; segue por êste contraforte em demanda da foz do córrego Boa Vista no rio do Peixe; segue pelo contraforte fronteiro até o divisor que deixa, à direita, as águas do córrego Boa Vista, e, à esquerda, as do córrego Caracol, até o divisor entre os rios do Peixe e Pardo; continua por este divisor até o contraforte da margem direita do córrego da Fazenda Fortaleza; segue por este contraforte em demanda da foz do córrego da Fazenda Fortaleza, no rio Pardo.
2 – COM O MUNICÍPIO DE CACONDE
Começa no rio Pardo na foz do córrego da Fazenda Fortaleza; sobe pelo rio Pardo até a foz do córrego do Cruzeiro, pelo qual sobe até sua cabeceira mais meridional; alcança a foz do córrego do Sinal Geodésico ou Água Fria, no ribeirão Vargem Grande; continua pelo contraforte que deixa, à direita, as águas daquele córrego e segue pelo espigão da margem direita do córrego da Divisa ou Cascalho até a foz de seu afluente mais meridional córrego do Engano; segue em reta de rumo Oeste-Leste até o espigão da margem esquerda do ribeirão Quebra Machado; segue desse ponto em reta a cabeceira do córrego que desemboca cerca de 4 quilômetros abaixo da sede da Fazenda D. Ana; desce pelo córrego até sua foz no ribeirão Santo Antonio e por este sobe até a foz do seu afluente da margem esquerda, que deságua cerca de 1.5 km abaixo da sede da Fazenda D Ana segue dessa foz pelo contraforte entre as águas do ribeirão Santo Antonio, à direita, e as do Cubatão, à esquerda, até entroncar com a serra da Fumaça.
3 – COM O ESTADO DE MINAS GERAIS
Começa na serra da Fumaça no entroncamento com o contraforte que deixa, à esquerda, as águas do ribeirão Santo Antonio e, à direita, as do córrego Cubatão, segue pelas divisas com o Estado de Minas Gerais até o cruzamento da serra de Poços de Caldas com a serra do Boqueirão.
4 – COM O MUNICÍPIO DE SÃO SEBASTIÃO DA GRAMA
Começa na serra de Poços de Caldas, no seu cruzamento com a serra do Boqueirão, vai pela crista desta até o espigão da margem direita do rio São Domingos e pelo espigão caminha até a ponte da estrada de rodagem que da cidade de Grama vai à cidade de Divinolândia, sôbre o rio São Domingos; desce por este rio até a foz do córrego das Almas; prossegue pelo contraforte fronteiro até o divisor entre os córregos das Almas e Pouso Frio, continua por êste contraforte e pelo da margem direita do córrego angolinha em demanda da foz dêste córrego no córrego do Pouso Frio, onde tiveram inicio estes limites.
 
MUNICÍPIO DE DOIS CÓRREGOS
(Instalado em 1876)

a) – LIMITES MUNICIPAIS

1 – COM O MUNICÍPIO DE JAÚ
Começa no ribeirão de São João, na fóz do córrego do Gavião; desce por aquele até o rio Jaú; sobe por este até a foz do ribeirão Matão e por este ainda até sua cabeceira; ganha a cabeceira do galho do centro do córrego Areia Branca, pelo qual desce até o ribeirão da Figueira Vermelha, vai, em reta, à fóz do pequeno córrego da Fazenda Figueira no ribeirão da Figueira; sobe pelo córrego até sua cabeceira; segue em reta até a ponta setentrional do esporão da serra de Brotas que fica a conta de três kms. ao norte da sede da fazenda da Serra; continua pelos aparados desta até encontrar o córrego do Mosquito, pelo qual desce até o rio Jacaré-Pepira.
2 – COM O MUNICÍPIO DE DOURADO
Começa na foz do córrego do Mosquito no rio Jacaré-Pepira; sobe por este até a fóz do ribeirão do Barreiro.
3 – COM O MUNICÍPIO DE BROTAS
Começa no rio Jacaré-Pepira, na fóz do ribeirão do Barreiro; sobe por este até o córrego do Mamão e por este até os aparados da serra de Brotas; continua pelo aparado da serra até encontrar o córrego da Fazenda Boa Vista do Paredão; desce por este até o rio do Peixe, subindo pelo rio até a fóz do córrego do Sul.
4 – COM O MUNICÍPIO DE TORRINHA
Começa no rio do Peixe, na fóz do córrego do Sul; sobe por este até sua cabeceira; transpõe o espigão em demanda da cabeceira do córrego da Fazenda de Nhô Cruz; desce por ele ao ribeirão do Bugio; segue em reta a cabeceira mais setentrional do córrego do Firmino; desce por este até sua fóz do ribeirão Turvo, pelo qual desce até a fóz do córrego do Morro Chato, que corre ao Sul do maciço do mesmo nome; sobe por ele até a cabeceira mais oriental do galho da direita, no contraforte da serra de São Pedro, que separa as águas do ribeirão Serelepe, de um lado, das do ribeirão Turvo, do outro.
5 – COM O MUNICÍPIO DE SÃO PEDRO
Começa no alto do contraforte que separa as águas do ribeirão Serelepe, à esquerda, das do ribeirão Turvo, à direita, em frente a cabeceira mais oriental do galho da esquerda do córrego do Morro Chato; segue pelo contraforte em demanda da cabeceira mais setentrional do córrego da Pedra de Amolar e por este desce até o rio Piracicaba.
6 – COM O MUNICÍPIO DE BOTUCATÚ
Começa no rio Piracicaba na fóz do córrego da Pedra de Amolar; desce por aquele até o rio Tietê e por este até a fóz do córrego da Pedra do Cerrito.
7 – COM O MUNICÍPIO DE SÃO MANUEL
Começa no rio Tietê na fóz do córrego da Pedra do Cerrito; desce por aquele até a fóz do ribeirão de Mauricio Machado.
8 – COM O MUNICÍPIO DE MINEIROS DO TIETÊ
Começa no rio Tietê, na fóz do ribeirão de Mauricio Machado, sobe por este até sua cabeceira mais setentrional; segue pelo contraforte que deixa, à direita as águas do ribeirão da Prata, afluente do ribeirão do Turvo, e, à esquerda, as do ribeirão Água Vermelha, até cruzar com o divisor entre o ribeirão da Prata, à direita, e o ribeirão São João, à esquerda; continua por este divisor até alcançar a cabeceira mais meridional do córrego do Borralho; vai em reta à cabeceira mais meridional do córrego Gavião; desce por este até o ribeirão S. João, onde tiveram inicio estes limites.
b) DIVISAS INTERDISTRITAIS
1 – ENTRE OS DISTRITOS DE DOIS CÓRREGOS E GUARAPUÃ
Começa no espigão mestre entre as águas do rio Tietê, ao Sul, e as do rio Jacaré-Pepira, ao Norte, em frente a cabeceira do córrego Matão; segue pelo espigão mestre em demanda da cabeceira do córrego do Peixe e por este abaixo até o aparado da serra de Brotas.
 
MUNICÍPIO DE DOURADO
(Instalado em 1897)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O MUNICÍPIO DE BÔA ESPERANÇA DO SUL
Começa no ribeirão do Potreiro, na fóz do córrego Barraca; sobe pelo ribeirão do Potreiro, até a fóz do córrego da Fazenda São José; daí, prossegue em reta com rumo à fóz do córrego da Fazenda Nova Cintra, no ribeirão da Vargem até cortar o córrego das Três Barras.
2 – COM O MUNICÍPIO DE RIBEIRÃO BONITO
Começa no córrego das Três Barras, onde este é cortado pela reta que vai da fóz do córrego da Fazenda São José no Ribeirão Potreiro à fóz do córrego da Fazenda Nova Cintra no ribeirão da Vargem; segue por esta reta até a referida fóz; sobe pelo ribeirão da Vargem até sua cabeceira mais meridional; vai, em reta, à cabeceira do córrego São Pedro, pelo qual desce até sua fóz do córrego do Silvestre; sobe por êste até a fóz do córrego da Divisa e por este ainda, até sua cabeceira; continua pelo espigão fronteiro que deixa, à esquerda, as águas dêste córrego e à direita, as do córrego da Fazenda Bom Jardim, até alcançar a cabeceira do galho de Oeste do córrego Tamanduá; desce por êste até o ribeirão da Água Virtuosa e por êste ainda até o ribeirão Bebedouro.
3 – COM O MUNICÍPIO DE BROTAS
Começa no ribeirão Bebedouro, na fóz do ribeirão da Água Virtuosa; segue pelo espigão fronteiro até a fóz do ribeirão do Barreiro, no rio Jacaré-Pepira.
4 – COM O MUNICÍPIO DE DOIS CÓRREGOS
Começa no rio Jacaré-Pepira, na fóz do ribeirão do Barreiro; desce por aquele até a fóz do córrego Mosquito.
5 – COM O MUNICÍPIO DE JAÚ
Começa no rio Jacaré-Pepira na fóz do córrego do Mosquito; desce por aquele até a fóz do ribeirão da Figueira.
6 – COM O MUNICÍPIO DE BOCAINA
Começa no rio Jacaré-Pepira, na fóz do ribeirão da Figueira e desce por aquele até a fóz do ribeirão do Potreiro, pelo qual sobe até a fóz do córrego Barraca, onde tiveram inicio estes limites.
 
MUNICÍPIO DE DRACENA
(Criado em 1948)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O MUNICÍPIO DE OURO VERDE
Começa no rio do Peixe, na foz do córrego Apiaí, pelo qual sobe até sua cabeceira cerca de 800 metros à Oeste de Paranaí, no espigão mestre Peixe-Marrecas; segue por êste espigão mestre até cruzar com o contraforte entre a água Branca, à esquerda, e os ribeirões das Marrequinhas e das Marrecas, à direita, continua por este contraforte em demanda da fóz da água Branca no ribeirão das Marrecas.
2 – COM O MUNICÍPIO DE TUPI PAULISTA
Começa no ribeirão das Marrecas, na fóz da água Branca; sobe por aquele até seu galho que passa a Oeste da sede da fazenda Santa Maria; sobe por este galho até sua cabeceira no divisor Marrecas-Nova Palmeira; alcança na contravertente a cabeceira ocidental do galho norocidental da água Sumida; desce por esta água até sua fóz no ribeirão Nova Palmeira.
3 – COM O MUNICÍPIO DE JUNQUEIRÓPOLIS
Começa na fóz da água Sumida, no ribeirão Nova Palmeira; sobe pelo seu galho central até sua cabeceira no espigão mestre Feio ou Aguapeí-Peixe; segue pelo espigão mestre até o contraforte entre o ribeirão Santa Eufrásia, à direita, e o ribeirão Caingang, à esquerda; continua por este contraforte até a cabeceira do córrego Lagoa; desce por êste até sua fóz no córrego Santa Eufrásia e por este desce até sua fóz no ribeirão Caingang; desce por este até sua foz no rio do Peixe.
4 – COM O MUNICÍPIO DE SANTO ANASTÁCIO
Começa no rio do Peixe na foz do ribeirão Caingang; desce por aquele até a fóz do ribeirão dos Índios.
5 – COM O MUNICÍPIO DE PIQUEROBIÍ
Começa no rio do Peixe, na fóz do ribeirão dos Índios; desce por aquele até a fóz do ribeirão Claro.
6 – COM O MUNICÍPIO DE PRESIDENTE VENCESLAU
Começa no rio do Peixe na fóz do ribeirão Claro; desce por aquele até a fóz do córrego Apiaí, onde tiveram inicio estes limites.
b) DIVISAS INTERDISTRITAIS
1 – ENTRE OS DISTRITOS DE DRACENA E JAMAICA
Começa no ribeirão do Prado na foz do córrego de Manoel Manoriro; sobe pelo ribeirão do Prado até a fóz do córrego São Luiz, pelo qual sobe até sua cabeceira norocidental no espigão mestre Peixe-Marrecas; alcança na contravertente a cabeceira mais próxima do ribeirão das Marrequinhas, pelo qual desce até sua fóz no ribeirão das Marrecas.
2 – ENTRE OS DISTRITOS DE DRACENA E JACIPORÃ
Começa no ribeirão Santa Eufrásia na fóz do córrego Três Coroas, pelo qual sobe até sua cabeceira no divisor Santa Eufrásia – Prado; segue por este divisor até cruzar com o contraforte da margem esquerda do córrego de Manoel Manoriro; prossegue por êste contraforte em demanda da fóz dêste córrego no ribeirão do Prado.
3 – ENTRE OS DISTRITOS DE JACIPORÃ E JAMAICA
Começa no rio do Peixe, na fóz do ribeirão do Prado, pelo qual sobe até a fóz do córrego de Manoel Manoriro.
 
MUNICÍPIO DE DUARTINA
(Instalado em 1927)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O MUNICÍPIO DE GALIA
Começa no ribeirão das Antas na fóz do córrego Barra Bonita pela qual sobe até sua cabeceira mais setentrional, no contraforte entre as águas do córrego Eduardo Porto, à esquerda, e as do córrego Água Branca, à direita, segue por este contraforte até o espigão mestre Batalha-Alambari; continua pelo espigão mestre em demanda da cabeceira sudocidental da água do Meio pela qual desce até a fóz do córrego Santa Eugênia.
2 – COM O MUNICÍPIO DE AVAÍ
Começa na água do Meio na fóz do córrego Santa Eugênia; daí, vai em reta à cabeceira do córrego Guanetti no divisor entre a água da Barra Grande e o córrego da Antinha; segue por êste divisor até a cabeceira do córrego Arariba; daí, vai em reta a foz do córrego dos Gomes no córrego da Antinha; segue por nova reta a confluência da água do Veado com o ribeirão do Rancho formadores do ribeirão do Barreiro; sobe pelo ribeirão do Rancho até a fóz da água da Laranjinha, pela qual sobe até sua cabeceira no pião divisor dos ribeirões do Rancho dos Macacos e água do Paiol-Barreiro.
3 – COM O MUNICÍPIO DE PIRATININGA
Começa no pião divisor dos ribeirões do Rancho, dos Macacos e águas do Paiol na cabeceira do córrego Lindeiro; segue pelo divisor entre as águas do ribeirão do Rancho, à esquerda, e as águas do Paiol, à direita, até o espigão mestre Batalha-Alambari; continua por este espigão mestre até entroncar com o contraforte entre as águas da Capoeira, à direita, e as do ribeirão Preto, à esquerda.
4 – COM O MUNICÍPIO DE CABRÁLIA PAULISTA
Começa no espigão mestre Batalha-Alambari, no ponto em que entronca com o contraforte que deixa, a esquerda, as águas do ribeirão Preto, e à direita, as águas da Capoeira e do Braz; segue por este contraforte em demanda da foz do ribeirão do Serrote no rio Alambari pelo qual desce até a fóz do ribeirão das Antas.
5 – COM O MUNICÍPIO DE LUCIANÓPOLIS
Começa no rio Alambari na fóz do ribeirão das Antas, pelo qual sobe até a fóz da água das Congonhas, segue pelo contraforte entre as águas da água das Congonhas, à direita, e as do ribeirão das Antas e águas do Borá, à esquerda, em demanda da confluência dos principais formadores da água do Borá; segue pelo contraforte fronteiro até o contraforte entre as águas da água do Borá e do córrego Barra Bonita; continua por este contraforte em demanda da fóz do córrego Barra Bonita no ribeirão das Antas, onde tiveram inicio estes limites.
 
MUNICÍPIO DE ECHAPORÃ
(Instalado em 1945)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O MUNICÍPIO DE LUTÉCIA
Começa no rio São Bartolomeu, na fóz do córrego do Espraiado; vai daí, em reta, a cabeceira do córrego Cateto, no divisor São Bartolomeu – Capivara; desce pelo córrego Cateto até sua foz no rio Capivari, pelo qual sobe até sua cabeceira no espigão mestre Paranapanema – Peixe.
2 – COM O MUNICÍPIO DE OSCAR BRESSANE
Começa no espigão mestre Peixe-Paranapanema, na cabeceira do no Capivara, segue por este espigão mestre até cruzar com o contraforte entre o ribeirão Panela e o córrego Mombuca, à esquerda, e os ribeirões Fortuna e Anhumas, à direita, segue por este contraforte em demanda da fóz do córrego do Sapo, no rio do Peixe.
3 – COM O MUNICÍPIO DE ORIENTE
Começa no rio do Peixe, na fóz do córrego do Sapo, sobe pelo rio do Peixe até a fóz do ribeirão da Pomba ou Barra Grande.
4 – COM O MUNICÍPIO DE MARÍLIA
Começa no rio do Peixe, na fóz do ribeirão da Pomba ou Barra Grande; sobe pelo rio do Peixe até a fóz do ribeirão Fortuna; sobe por este até o ribeirão Barreiro, pelo qual sobe até a água Bonita; sobe por esta até sua cabeceira sudoriental, vai, daí, pelo divisor entre os ribeirões Fortuna e Três Lagoas, até cruzar com o espigão mestre Peixe-Paranapanema; segue pelo espigão mestre até a cabeceira norocidental do córrego do Meio; desce por este até o ribeirão de São José, pelo qual desce até a fóz do córrego Fanchona.
5 – COM O MUNICÍPIO DE CAMPOS NOVOS PAULISTA
Começa no ribeirão São José, na fóz do córrego Fanchona; sobe por este até o córrego da Divisa, pelo qual sobe até sua cabeceira mais meridional no divisor entre as águas dos ribeirões de São José e do Veado; segue por este divisor até a cabeceira do córrego Monjolo Velho; desce por este até sua fóz no ribeirão do Veado, pelo qual desce até a foz do córrego do Sertãozinho.
6 – COM O MUNICÍPIO DE PLATINA
Começa no ribeirão do Veado, na fóz do córrego do Sertãozinho; desce pelo ribeirão do Veado até a fóz do córrego da Cerimônia, pelo qual sobe até o córrego Lagoa; sobe por este até sua cabeceira; alcança a cabeceira do córrego do Lindolfo e por este abaixo até o ribeirão Taquaral; segue pelo contraforte da margem esquerda do córrego do Tição, em demanda da cabeceira da água Tanquinho, no divisor entre os ribeirões Taquaral e São Bartolomeu.
7 – COM O MUNICÍPIO DE ASSIZ
Começa no divisor entre os ribeirões Taquaral e São Bartolomeu, na cabeceira mais oriental do ribeirão São Bartolomeu, conhecido com água do Tanquinho; desce por este até a fóz do córrego do Espraiado onde tiveram inicio estes limites.
 
MUNICÍPIO DE ELDORADO
(Instalado em 1845)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O MUNICÍPIO DE IPORANGA
Começa no divisor entre os rios Batatal e Jacupiranga, no ponto de cruzamento com o divisor entre as águas do rio Turvo afluente do Pardo, à esquerda, e as do rio Batatal afluente do rio Ribeira, à direita; segue pelo divisor Batatal-Turvo até entroncar com o divisor mestre Pardo-Ribeira de Iguape; segue por este divisor até a cabeceira mais alta do córrego Morcego; desce por este até o ribeirão Nhanguara, pelo qual desce até sua fóz no rio Ribeira de Iguape, pelo qual sobe até a foz do rio dos Pilões; sobe por este até o rio Preto, pelo qual sobe até sua cabeceira no contraforte entre o ribeirão Ivapurunduva, à direita, e córrego Sujo, ribeirão Santana e ribeirão das Mortes à esquerda; segue por este contraforte até o divisor entre as águas do rio Pedro Cubas, a direita, e as do rio dos Pilões, à esquerda; segue por este divisor até sue cruzamento com a serra de Paranapiacaba, que é o espigão mestre entre as águas do rio Paranapanema e as do rio Ribeira de Iguape.
2 – COM O MUNICÍPIO DE CAPÃO BONITO
Começa na serra do Paranapiacaba, que é o espigão mestre entre as águas do rio Paranapanema e do rio Ribeira de Iguape, onde a serra cruza com o divisor entre os rios Pedro Cubas e Pilões; segue pela crista da serra tambem chamada dos Agudos Grandes, até entroncar com o divisor entre as águas dos rios Etá e Quilombo.
3 – COM O MUNICÍPIO DE REGISTRO
Começa na serra do Paranapiacaba no ponto de cruzamento com o divisor que deixa, à direita, as águas do rio Etá, e, à esquerda, as do rio Quilombo; segue por este divisor até a cabeceira mais setentrional do ribeirão dos Dois Irmãos; desce por este até o rio Etá pelo qual desce até a fóz do ribeirão Turvo; vai. Em reta ao rio Ribeira de Iguape na foz do ribeirão do Salto; continua pelo contraforte fronteiro até o espigão Carapiranga-Jacupiranga-Ribeira de Iguape; segue por este espigão que tem o nome local de serra de Votupoca até o cabeceira mais setentrional do córrego Braço do Capinzal.
4 – COM O MUNICÍPIO DE JACUPIRANGA
Começa na serra de Votupoca que é o divisor entre as águas do rio Ribeira de Iguape e as do ribeirão Carapiranga e rio Jacupiranga na cabeceira mais setentrional do córrego Braço do Capinzal; segue pelas serras de Votupoca e do Bananal Pequeno até a cabeceira do Braço setentrional do ribeirão Turvo, pelo qual desce até a fóz do ribeirão Taquaral; sobe por este até o ribeirão Alegre, pelo qual sobe até sua cabeceira; dêste ponto vai em reta ao ribeirão do Pinto na fóz do córrego Lindeiro, pelo qual sobe ate sua cabeceira no divisor Jacupiranga-Batatal; segue por este divisor até seu cruzamento com o divisor entre as águas dos rios Batatal e Jacupiranga de um lado e as do rio Turvo e Batatal do outro lado, onde tiveram inicio estes limites.
b) DIVISAS INTERDISTRITAIS
1 – ENTRE OS DISTRITOS DE BRAÇO E ITAPEUNA
Começa na fóz do córrego Lindeiro no ribeirão dos Pintos; sobe por este ribeirão até sua cabeceira no divisor Batatal-Jacupiranga; prossegue por êste divisor até entroncar com o contraforte entre as águas do ribeirão do Engenho, à esquerda, e as do ribeirão Sujo, à direita; segue por este contraforte em demanda da foz do córrego Cabeçudo no rio Batatal; sobe pelo córrego Cabeçudo até sua cabeceira no divisor que separa as águas dos rios Batatal e Ribeira de Iguape, caminha por êste divisor até entroncar com o divisor Batatal-Pardo.
2 – ENTRE OS DISTRITOS DE ITAPEUNA E ELDORADO
Começa na serra do Paranapiacaba, onde ela cruza com o divisor que deixa, à direita, o rio Pedro Cubas e, à esquerda, o rio Etá; segue por este divisor até atingir a cabeceira mais setentrional do rio Taquari; desce por este até o rio Ribeira de Iguape, pelo qual desce até a foz do córrego do Macuco; continua pelo contraforte fronteiro que deixa, à direita, as águas do córrego do Macuco e ribeirão Jaguarí e, à esquerda, as do córrego dos Meninos até o espigão entre as águas do rio Ribeira de Iguape, e as do rio Jacupiranga; segue por este espigão até a cabeceira do córrego Palmeiras, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Taquaral.
 
MUNICÍPIO DE ELIAS FAUSTO
(Instalado em 1945)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O MUNICÍPIO DE MONTE MOR
Começa no rio Capivari, na foz do córrego do Fonseca; segue pelo contraforte fronteiro entre o Córrego Mandacaru e o córrego Azul, até o divisor entre as águas do córrego Mandacarú e córrego Santa Idalina, à direita, e as do córrego Azul e ribeirão Caninana, à esquerda; continua por este divisor até o entroncamento com o divisor entre as águas do ribeirão Caninana e as do ribeirão Campo Grande ou Monjolo Grande.
2 – COM O MUNICÍPIO DE INDAIATUBA
Começa no divisor entre as águas do ribeirão Mandacarú e córrego Santa Idalina, à direita, e as do córrego Azul e ribeirão Caninana, a esquerda no ponto de entroncamento com o divisor entre as águas do ribeirão Caninana e as do ribeirão Campo Grande ou Monjolo Grande; segue pelo divisor entre as águas do ribeirão Campo Grande ou Monjolo Grande, a esquerda, e as do córrego Santa Idalina, a direita até o espigão entre as águas dos rios Capivari-Mirim, e Tietê, segue pelo espigão até encontrar o contraforte entre o rio Buru e o córrego Campo Bonito; segue por este contraforte até a confluência destes dois cursos, desce pelo rio Burú até a fóz do segundo córrego abaixo da foz do córrego da Boca.
3 – COM O MUNICÍPIO DE SALTO
Começa no rio Burú, na foz do segundo córrego abaixo do córrego do Rosa; daí em reta a fóz da água de Anselmo Arvani no córrego Comprido, sobe pela água de Anselmo Arvani até sua cabeceira ocidental, no divisor entre as águas do córrego Comprido e as do ribeirão do Atuaú; segue por este divisor até o contraforte que morro na foz do córrego que vem da fazenda de H. Ferrari, no ribeirão do Atuaú; segue por este contraforte até a referida foz; desce pelo ribeirão Atuaú até sua foz no rio Tietê.
4 – COM O MUNICÍPIO DE ITÚ
Começa no rio Tietê, na foz do ribeirão Atuaú; desce pelo rio Tietê até a foz do córrego Itapocú.
5 – COM O MUNICÍPIO DE PORTO FELIZ
Começa no rio Tietê, na foz do córrego Itapocú; sobe por este córrego até sua cabeceira mais setentrional no divisor entre as águas do rio Tietê e córrego Morro Vermelho, à direita, e as do ribeirão Eleutério, a esquerda, continua por este divisor até o espigão mestre Tietê – Capivari.
6 – COM O MUNICÍPIO DE CAPIVARÍ
Começa no espigão mestre Tietê _ Capivari, no entroncamento com o divisor entre as águas do córrego Morro Vermelho e as do ribeirão Eleutério; segue pelo espigão mestre até a cabeceira sudoriental do ribeirão dos Agostinhos ou Samambaia; desce por este até sua foz no rio Capivari; sobe por êste até a fóz do córrego do Fonseca, onde tiveram inicio estes limites.
b) DIVISAS INTERDISTRITAIS
1 – ENTRE OS DISTRITOS DE CARDEAL E ELIAS FAUSTO
Começa na cabeceira da água de Anselmo Arvani, no divisor Atuaú-Comprido; segue por este divisor até entroncar com o divisor que deixa, a esquerda, o córrego Água Quente, e, à direita, as do ribeirão Burú, até a cabeceira meridional do córrego Stein; daí, desce pelo córrego Stein até sua fóz no córrego Mandacarú; desce ponto vai, em reta Norte-Sul, até o contraforte entre as águas do córrego Mandacarú, ao Sul e córrego Azul, ao Norte.
 
MUNICÍPIO DE ESTRELA D’OESTE
(Criado em 1948)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O MUNICÍPIO DE JALES
Começa no rio São Jose dos Dourados, na fóz do ribeirão Ranchão pelo qual sobe até a fóz do córrego Açoita Cavalo; sobe por êste até sua cabeceira principal no espigão mestre São José dos Dourados-Grande; daí, vai em reta, à fóz do córrego dos Irmãos Papim, no córrego do Veadão; desce pelo córrego do Veadão até a fóz do segundo afluente da margem esquerda, de onde, vai em reta ao divisor Santa Rita-Lagoa ou Araras, na cabeceira do ribeirão Arrancado, pelo qual desce até sua fóz no rio Grande.  
2 – COM O ESTADO DE MINAS GERAIS
Começa no rio Grande, na fóz do ribeirão Arrancado; segue pelas divisas com o Estado de Minas Gerais até a fóz do ribeirão Santa Rita.
3 – COM O MUNICÍPIO DE FERNANDÓPOLIS
Começa no rio Grande, na fóz do ribeirão Santa Rita pelo qual sobe até a fóz do córrego do Macaco; sobe por este até sua cabeceira, no espigão mestre rio Grande-rio São José dos Dourados; daí, vai em reta à cabeceira mais setentrional do córrego Barreirinho, pelo qual desce até o córrego Lajeado; desce por êste até o ribeirão Jagora pelo qual desce até sua fóz no rio São José dos Dourados.
4 – COM O MUNICÍPIO DE GENERAL SALGADO
Começa na fóz do ribeirão Jagora, no rio São José dos Dourados; desce por êste até a fóz do ribeirão Ranchão, onde tiveram inicio estes limites.
b) DIVISAS INTERDISTRITAIS
1 – ENTRE OS DISTRITOS DE ESTRELA D’OESTE E POPULINA
Começa no ribeirão Arrancado, na fóz do córrego do Gregório, pelo qual sobe até a foz do córrego do Sétimo; sobe ainda, por este até sua cabeceira; continua pelo divisor Arrancado-Santa Rita em demanda da cabeceira do córrego da Estiva, pelo qual desce até sua fóz no ribeirão Santa Rita.
 
MUNICÍPIO DE FARTURA
(Instalado em 1891)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O ESTADO DO PARANÁ
Começa na fóz do rio Verde, no rio Itararé; segue pelas divisas com o Estado do Paraná até a fóz do córrego Monjolinho.
2 – COM O MUNICÍPIO DE TIMBURÍ
Começa no rio Itararé, na fóz do córrego do Monjolinho; sobe pelo córrego até sua cabeceira, continua pelo contraforte entre as águas do córrego do Saltinho, à esquerda, e as do córrego das Areias, à direita, até cruzar com a serra da Fartura; segue pela cumiada desta que é o divisor das águas entre os rios Paranapanema e Itararé até a cabeceira sudocidental do córrego Paulistas.
3 – COM O MUNICÍPIO DE PIRAJÚ
Começa na serra da Fartura, na cabeceira sudocidental do córrego Paulistas; segue pela serra até a cabeceira mais meridional do córrego da Esperança.
4 – COM O MUNICÍPIO DE TAQUARITUBA
Começa na cabeceira mais meridional do córrego Esperança; segue pela serra da Fartura até cruzar com o divisor entre o ribeirão da Fartura, à direita, e ribeirão da Usina, à esquerda; continua por êste divisor até a cabeceira mais oriental do ribeirão da Ariranha.
5 – COM O MUNICÍPIO DE ITAPORANGA
Começa no divisor entre as águas dos ribeirões da Fartura e da Usina na cabeceira mais oriental do ribeirão Ariranha; desce por êste até o ribeirão da Aldeia ou Barra Grande; desce por êste até o rio Verde, e por êste ainda até o rio Itararé, onde tiveram inicio estes limites.
b) DIVISAS INTERDISTRITAIS
1 – ENTRE OS DISTRITOS DE FARTURA E TAGUAIÍ
Começa no alto da serra da Fartura, no seu cruzamento com o divisor que separa as águas do córrego da Jacutinga, à direita das dos córregos Lajeado e do Caeté, à esquerda; segue por êste divisor em demanda do ribeirão da Fartura; continua pelo contraforte fronteiro entre as águas do córrego dos Corrêas, à direita, e as do córrego Palmital, a esquerda, até cruzar com o divisor Fartura-Cindo, segue por este divisor até entroncar com o divisor que deixa a esquerda as águas do ribeirão da Ariranha em demanda da foz dêste córrego no ribeirão da Aldeia ou Barra Grande.
 
MUNICÍPIO DE FERNANDO PRESTES
(Instalado em 1935)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O MUNICIPIO DE ARIRANHA
Começa na cabeceira do córrego Congonhas, pelo qual desce até sua foz no ribeirão dos Montes e, ainda por este até o ribeirão da Onça.
2 – COM O MUNICÍPIO DE MONTE ALTO
Começa no ribeirão da Onça na fóz do ribeirão dos Mendes, sobe por aquele até a fóz do ribeirão da Lagoa ou Boa Vista dos Olhos D’Água; sobe por este a confluência do córrego de Saul Burker.
3 – COM O MUNICÍPIO DE TAQUARITINGA
Começa no ribeirão da Lagoa ou Boa Vista dos Olhos d’Água, na fóz do córrego de Saul Burker; sobe por este até sua cabeceira mais meridional no divisor entre as águas dos ribeirões da Onça e dos Mendes; segue por este divisor até o contraforte da margem direita do córrego da Divisa; segue por este contraforte até a fóz do córrego da Divisa no córrego dos Mendes; sobe por êste até sua cabeceira mais meridional no espigão mestre Onça-Porcos; segue por este espigão mestre até a cabeceira mais ocidental do córrego das Areias, que dica na contravertente; desce pelo córrego das Areias até o ribeirão do Tanque e por êste abaixo até o ribeirão dos Porcos.
4 – COM O MUNICÍPIO DE ITÁPOLIS
Começa no ribeirão dos Porcos, na fóz do ribeirão do Tanque; desce pelo ribeirão dos Porcos até a fóz do córrego da Agulha.
5 – COM O MUNICÍPIO DE SANTA ADÉLIA
Começa no ribeirão dos Porcos, na fóz do córrego da Agulha; sobe por êste até sua cabeceira mais setentrional; continua pelo espigão que deixa, a esquerda as águas dos ribeirões das Anhumas e São Domingos, e, à direita, as águas do córrego dos Mendes, até alcançar a cabeceira do galho da direita do córrego do Cunha, pelo qual desce até esse córrego e dêste ponto vai pelo contraforte fronteiro até a cabeceira do córrego Congonhas no espigão Mendes-Leite, onde tiveram inicio estes limites.
b) DIVISAS INTERDISTRITAIS
1 – ENTRE OS DISTRITOS DE AGULHA E FERNANDO PRESTES
Começa no espigão mestre Tietê-Turvo, na cabeceira mais setentrional do córrego da Agulha; segue pelo alto do espigão mestre, também, conhecido pelo nome de espigão do Itambé ou do Moro Pelado, até frontear a cabeceira mais setentrional do galho da direita do córrego das Areias.
 
MUNICÍPIO DE FERNANDÓPOLIS
(Instalado em 1945)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O ESTADO DE MINAS GERAIS
Começa no rio Grande, na fóz do ribeirão Santa Rita segue pelas divisas com o Estado de Minas Gerais até a fóz do córrego Aguada ou Lajeado, no rio Grande.
2 – COM O MUNICÍPIO DE INDIAPORÃ
Começa no rio Grande, na foz do córrego Aguado ou Lajeado; sobe por este até sua cabeceira meridional, daí, vai em reta, a fóz do córrego Santa Luzia, no córrego das Araras, de onde vai por nova reta a junção das duas cabeceira mais meridionais, do ribeirão Água Vermelha; daí segue por uma reta Oeste-Leste, até cortar o ribeirão Pádua Diniz; desce por este até a fóz do córrego do Veado.
3 – COM O MUNICÍPIO DE CARDOSO
Começa no ribeirão Pádua Diniz, na fóz do córrego do Veado, pelo qual sobe até sua cabeceira, no divisor Pádua Diniz-Capituva; segue por este divisor até a cabeceira do córrego da Fazenda de Manuel Abobora; desce por êste córrego até sua fóz no córrego Capituva, pelo qual desce até sua fóz no córrego Anhumas, desce por este até sua foz no ribeirão Marinheiro; sobe por este até a foz do ribeirão Barra das Pedras.
4 – COM O MUNICÍPIO DE VOTUPORANGA
Começa no ribeirão Marinheiro, na fóz do ribeirão Barra das Pedras; sobe por aquele até a fóz do córrego da Varação.
5 – COM O MUNICÍPIO DE VALENTIM GENTIL
Começa no ribeirão Marinheiro, na fóz do córrego da Varação, pelo qual sobe até sua cabeceira ocidental, no espigão mestre Grande-São José dos Dourados; segue por este espigão mestre até a cabeceira ocidental do ribeirão Santo Antônio, pelo qual desce até sua fóz no rio São José dos Dourados.
6 – COM O MUNICÍPIO DE MAGDA
Começa no rio São José dos Dourados, na fóz do ribeirão Santo Antônio, desce pelo rio São José dos Dourados até sua fóz no córrego Macaúbas.
7 – COM O MUNICÍPIO DE GENERAL SALGADO
Começa no rio São José dos Dourados, na fóz do córrego Macaúbas; desce pelo rio São José dos Dourados até a fóz do ribeirão Jagora.
8 – COM O MUNICÍPIO DE ESTRÊLA D’OESTE
Começa no rio São José dos Dourados, na fóz do ribeirão Jagora, sobe por êste até a fóz do córrego Lajeado, pelo qual sobe até o córrego Barreirinho, sobe por êste até sua cabeceira mais setentrional, alcança o espigão mestre rio Grande, ao Norte e São José dos Dourados, ao Sul; daí, vai em reta a cabeceira do córrego Macaco; desce pelo córrego Macaco até sua fóz no ribeirão Santa Rita, pelo qual desce até sua fóz no rio Grande, onde tiveram inicio estes limites.
b) DIVISAS INTERDISTRITAIS
1 – ENTRE OS DISTRITOS DE FERNANDÓPOLIS E GUARANÍ D’OESTE
Começa no ribeirão Santa Rita, na fóz do córrego Estiva, pelo qual sobe até sua cabeceira mais oriental, no divisor Santa Rita-Pádua Diniz.
2 – ENTRE OS DISTRITOS DE FERNANDÓPOLIS E MACEDÔNIA
Começa no divisor Santa Rita-Pádua Diniz, na cabeceira mais oriental do córrego da Estiva; segue pelo divisor em demanda da fóz do córrego Capão Alto, no ribeirão Pádua Diniz; sobe pelo córrego Capão Alto até sua cabeceira sudoriental no divisor Pádua Diniz-Cardoso.
3 – ENTRE OS DISTRITOS DE FERNANDÓPOLIS E PEDRANÓPOLIS
Começa no divisor Pádua Diniz-Cardoso, na cabeceira sudoriental do córrego Capão Alto, segue pelo divisor até cruzar com o divisor Cardoso-Pedras, prossegue por este divisor até o contraforte que deixa, à direita, o córrego Guabirobas; daí vai por este contraforte da demanda da referida fóz no córrego das Pedras; daí, vai por novo reta, a cabeceira setentrional do córrego Abelhas, pelo qual desce até o córrego das Pedras.
4 – ENTRE OS DISTRITOS DE FERNANDÓPOLIS E MERIDIANO
Começa no córrego das Pedras, na fóz do córrego Abelhas; sobe pelo córrego das Pedras até sua cabeceira; daí, vai em reta, a estrada de rodagem que vai de Meridiano a Fernandópolis num ponto a 8 kms de Meridiano, e daí, vai em reta a cabeceira mais próxima do córrego São Domingos, desce por este até sua fóz no córrego São Pedro e por este até o rio São José dos Dourados.
5 – ENTRE OS DISTRITOS DE GUARANÍ D’OESTE E MACEDÔNIA
Começa na junção das cabeceiras mais meridionais do ribeirão Água Vermelha; sobe pelo galho mais meridional até sua cabeceira; segue pelo divisor Santa Rita-Pádua Diniz até a cabeceira mais oriental do córrego Estiva.
6 – ENTRE OS DISTRITOS DE MACEDÔNIA E PEDRANÓPOLIS
Começa no ribeirão Marinheiro na foz do córrego Barra Seca, sobe pelo córrego Barra Seca até sua cabeceira segue pelo divisor Anhumas-Cardoso até cruzar com o contraforte da margem esquerda do córrego do Monteiro prossegue por este contraforte em demanda da foz do córrego do Monteiro no córrego do Cardoso; sobe por êste até sua cabeceira mais ocidental no divisor Cardoso-Pádua Diniz; segue por êste divisor até a cabeceira sudoriental do córrego Capão Alto.
7 – ENTRE OS DISTRITOS DE MERIDIANO E PEDRANÓPOLIS
Começa no córrego das Pedras, na foz do córrego Abelhas, desce pelo córrego das Pedras até sua fóz no córrego da Varação.
 
MUNICÍPIO DE FERRAZ DE VASCONCELOS
(Criado em 1954)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O MUNICÍPIO DE SÃO PAULO
Começa no morro do Corrêia; segue pelo espigão que deixa, a direita, as águas do rio Guaió e ribeirão Itaim, e à esquerda, as águas dos rios Aricanduva e Itaquera, ribeirão Lajeado, córrego Itaim e ribeirão Três Pontes, até alcançar a cabeceira mais ocidental do ribeirão Três Pontes.
2 – COM O MUNICÍPIO DE POÁ
Começa na cabeceira mais ocidental do ribeirão Três Pontes; segue pelo divisor entre as águas do rio Tietê, à esquerda, e as do ribeirão Itaim, a direita, até a cabeceira do córrego que tem sua fóz na margem esquerda do ribeirão Itaim a cerca de 600 metros a jusante da estação de Ferraz de Vasconcelos da E.F.C.B.; desce por este córrego até sua fóz no ribeirão Itaquera; segue pelo contraforte fronteiro até cruzar com o divisor entre as águas do ribeirão Itaim, à direita, e as do rio Guio, à esquerda; segue por este divisor e pelo contraforte que deixa, à direita, as águas do primeiro afluente da margem esquerda que deságua no rio Guaió, a montante do córrego do Fernandes até a fóz do referido córrego; daí, sobe pelo rio Guaió até a fóz do córrego da Estiva.
3 – COM O MUNICÍPIO DE MAUÁ
Começa no rio Guaió, na fóz do córrego da Estiva de onde vai em reta ao morro do Correia, onde tiveram inicio estes limites.
 
MUNICÍPIO DE FLORA RICA
(Criado em 1954)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O MUNICÍPIO DE JUNQUEIRÓPOLIS
Começa no rio do Peixe, na fóz do ribeirão do Fogo, pelo qual sobe até a fóz do córrego Ouro Verde.
2 – COM O MUNICÍPIO DE IRAPURÚ
Começa na fóz do córrego Ouro Verde, no ribeirão do Fogo, pelo qual sobe até o ponto onde é atingido pela reta de rumo Leste-Oeste, que vem da cabeceira do córrego 11 de junho; daí, vai, pela referida reta, até a cabeceira do córrego 11 de junho; continua pelo divisor entre as águas dos ribeirões do Fogo e da Ilha, em demanda da fóz da água da Ponte Alta, no ribeirão da Ilha.
3 – COM O MUNICÍPIO DE PACAEMBÚ
Começa no ribeirão da Ilha, na fóz da água da Ponte Alta, pela qual sobe até sua cabeceira; segue pelo divisor entre as águas do ribeirão da Ilha, a direita, e as do ribeirão Santa Maria, a esquerda, até a cabeceira do córrego dos Bagres, pelo qual desce até sua fóz no ribeirão Santa Maria.
4 – COM O MUNICÍPIO DE FLÓRIDA PAULISTA
Começa na fóz do córrego dos Bagres, no ribeirão Santa Maria; pelo qual desce até sua fóz no rio do Peixe.
5 – COM O MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE
Começa no rio do Peixe, na fóz do ribeirão Santa Maria; desce por aquele rio até a fóz do ribeirão Montalvão.
6 – COM O MUNICÍPIO DE ALFREDO MARCONDES
Começa na fóz do ribeirão Montalvão, no rio do Peixe, pelo qual desce até a fóz do ribeirão Expedito.
7 – COM O MUNICÍPIO DE PRESIDENTE BERNARDES
Começa no rio do Peixe, na fóz do ribeirão Expedito; desce pelo rio do Peixe até a fóz do ribeirão do Fogo, onde tiveram inicio estes limites.
 
MUNICÍPIO DE FLÓRIDA PAULISTA
(Criado em 1948)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O MUNICÍPIO DE FLORA RICA
Começa no rio do Peixe, na fóz do ribeirão Santa Maria, pelo qual sobe até a fóz do córrego dos Bagres.
2 – COM O MUNICÍPIO DE PACAEMBÚ
Começa no ribeirão Santa Maria, na fóz do córrego dos Bagres; sobe pelo ribeirão Santa Maria até a fóz do córrego do Destino; sobe por este e pelo córrego 1.º de Janeiro até sua cabeceira entre Atlântida e Marajoara, no espigão mestre Aguapeí-Peixe; segue pelo espigão mestre em demanda da cabeceira mais meridional do ribeirão Iracema, a Leste do povoado de Marajoara; desce pelo ribeirão Iracema até sua fóz no rio Feio.
3 – COM O MUNICÍPIO DE LAVÍNIA
Começa no rio Feio ou Aguapeí, na foz do ribeirão Iracema, sobe por aquele até a foz no ribeirão 15 de Janeiro.
4 – COM O MUNICÍPIO DE VALPARAÍSO
Começa no rio Feio ou Aguapeí, na foz do ribeirão 15 de Janeiro; sobe por aquele até a fóz do ribeirão Tucuruvi.
5 – COM O MUNICÍPIO DE ADAMANTINA
Começa no rio Feio ou Aguapeí, na fóz do ribeirão Tucuruvi, pelo qual sobe até sua cabeceira mais próxima e ao Norte do povoado de Tucuruvi; daí vai em reta à confluência das duas cabeceiras mais orientais do ribeirão Jacutinga ou dos Andradas; deste ponto vai por nova reta à cabeceira setentrional da água Miguel Lopes; desce por este água até sua fóz no ribeirão Emboscada, pelo qual desce até a fóz do córrego Baurú.
6 – COM O MUNICÍPIO DE MARIÁPOLIS
Começa no ribeirão Emboscada, na fóz do córrego Baurú; desce por aquele até sua fóz no rio do Peixe.
7 – COM O MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE
Começa no rio do Peixe na fóz do ribeirão Emboscada; desce por aquele até a fóz do ribeirão Santa Maria, onde tiveram inicio estes limites.
b) DIVISAS INTERDISTRITAIS
1 – ENTRE OS DISTRITOS DE ATLÂNTIDA E INDAIÁ DO AGUAPEÍ
Começa no ribeirão Iracema, na fóz do córrego Mandaguarí, pelo qual sobe até a fóz do córrego Barracas.
2 – ENTRE OS DISTRITOS DE ATLÂNTIDA E FLÓRIDA PAULISTA
Começa no córrego Mandaguari, na fóz do córrego Barracas; sobe pelo córrego Mandaguari até sua cabeceira mais meridional; segue pelo divisor entre as águas do ribeirão Iracema e córrego São Simão, à direita, e as do córrego Tamanduá, à esquerda, até cruzar com o espigão mestre Feio ou Aguapeí – Peixe; prossegue por êste espigão mestre até a cabeceira do córrego Atlântida, cabeceira que contraverte com a água da Fazenda Saudades; desce pelo córrego Atlântida até sua fóz no córrego do Destino.
3 – ENTRE OS DISTRITOS DE FLÓRIDA PAULISTA E INDAIÁ DO AGUAPEÍ
Começa no córrego Mandaguari, na fóz do córrego Barracas, pelo qual sobe até sua cabeceira; segue pelo divisor Iracema – Tucuruvi até cruzar com o contraforte que deixa, à direita, as águas do córrego Santo André; prossegue por este contraforte em demanda da fóz do córrego Santo André, no córrego Tucuruvi.
 
MUNICÍPIO DE FLORÍNEA
(Criado em 1954)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O MUNICÍPIO DE MARACAIÍ
Começa no rio Paranapanema, na fóz do ribeirão Burgol, segue pelo contraforte fronteiro que deixa, a direita, as águas dêste ribeirão, até cruzar com o divisor entre as águas do ribeirão do Bugio, a direita, e as do ribeirão Anhumas, à esquerda; continua por este divisor em demanda da fóz do córrego do Bugiozinho, no ribeirão do Bugio.
2 – COM O MUNICÍPIO DE ASSIZ
Começa no ribeirão do Bugio, na fóz do córrego Bugiozinho; segue pelo contraforte que deixa, à esquerda, as águas dêste córrego até cruzar com o divisor Bugio-Santo Antonio, continua por este divisor até entroncar com o contraforte entre o córrego Santo Antonio, a esquerda, e o córrego do Barbado, à direita; prossegue por este contraforte em demanda da fóz do córrego Santo Antonio, no ribeirão do Dourado; daí, vai, em reta, à foz do córrego da Aldeia, no ribeirão Tarumã de onde continua por nova reta ao pião divisor dos córregos do Prato, da Paca e Taquaruçú.
3 – COM O MUNICÍPIO DE CÂNDIDO MOTA
Começa no pião divisor dos córregos do Prato, da Paca e Taquaruçú; segue pelo divisor que deixa, à direita, as águas do córrego da Paca até a cabeceira do córrego do Brene ou Barreiro, pelo qual desce até sua fóz no rio Paranapanema.
4 – COM O ESTADO DO PARANÁ
Começa no rio Paranapanema, na fóz do córrego Barreiro ou Brene, segue pelas divisas com o Estado do Paraná até a fóz do ribeirão do Bugio, onde tiveram inicio estes limites.
 
MUNICÍPIO DE FRANCA
(Instalado em 1824)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O MUNICÍPIO DE BURITIZAL
Começa no rio Ponte Nova na fóz do ribeirão Jeriquara; sobe por aquele até a fóz do córrego do Inhame.
2 – COM O MUNICÍPIO DE PEDREGULHO
Começa na fóz do córrego do inhame, no rio Ponte Nova, sobe pelo rio Água Limpa, até a confluência do córrego do Indaiá com o rio da Cachoeira do Salto; segue pelo espigão divisor entre as águas dos dois rios citados e vai até o marco do quilômetro 445, da Companhia Mogiana de Estradas de Ferro; segue em reta a estrada que de indaiá vai ao bairro da Boa Vista na serra do Indaiá segue pela serra do Indaiá e pela serra da Faquinha até alcançar a cabeceira mais ocidental do córrego do Balsamo pelo qual desce até a sua fóz no rio Canoas.
3 – COM O MUNICÍPIO DE MINAS GERAIS
Começa na fóz do córrego do Bálsamo no rio Canoas, segue pelas divisas com o Estado de Minas Gerais, até o córrego do Boi, nos aparados da serra de Franca.
4 – COM O MUNICÍPIO DE PATROCÍNIO PAULISTA
Começa no córrego do Boi, nos aparados da serra de Franca, pelos quais segue até frontear o espigão que leva à fóz do córrego do Taveira, no ribeirão do Cubatão segue por este divisor até aquela confluência; sobe pelo córrego Taveira até sua cabeceira mais meridional, continua pelo espigão divisor que separa as águas do ribeirão Macaúbas das do córrego do Dominguinhos; segue por este divisor até a confluência desses dois cursos; desce pelo Macaúbas até sua fóz no rio Santa Bárbara, pelo qual desce até sua confluência no rio Sapucaí.
5 – COM O MUNICÍPIO DE BATATAIS
Começa na fóz do rio Santa Bárbara no rio Sapucaí, desce por êste até a fóz do córrego Domiciano.
6 – COM O MUNICÍPIO DE SÃO JOSÉ DA BELA VISTA
Começa no rio Sapucaí, na fóz do córrego Domiciano, sobe por êste até sua cabeceira; continua pelo espigão que deixa, à direita, as águas do ribeirão dos Bagres, e a esquerda, as do córrego Buriti, até o morro do Galheiro; segue pelo espigão que deixa, a esquerda as águas do córrego Buriti e, à direita, as do ribeirão do Bom Jardim até frontear a cabeceira do córrego de A. Bernardo de Serraria pelo qual desce até o ribeirão do Bom Jardim, pelo qual desce até sua fóz no rio Salgado; desce por este até a fóz do córrego da Fazenda de José Spinola; sobe por este até sua cabeceira segue pelo contraforte da margem esquerda do córrego da Posse até o divisor Salgado-Sulapão; continua por êste divisor até a cabeceira do córrego do Palmital.
7 – COM O MUNICÍPIO DE ITUVERAVA
Começa no divisor Salgado-Sulapão, na cabeceira do córrego do palmital, pelo qual desce até sua no Sulapão, sobe por êste até a confluência do ribeirão do Japão e do rio de São Luiz, formadores do Sulapão; procura o espigão divisor que deixa, à direita, as águas do rio São Luiz e o rio da Ponte Nova, e à esquerda, as águas do ribeirão Capivari, pelo qual segue até alcançar a cabeceira do córrego Lajeadinho; desce por êste até o rio ribeirão Jeriquara e por êste abaixo até sua fóz no rio Ponte Nova, onde tiveram inicio estes limites.
b) DIVISAS INTERDISTRITAIS
1 – ENTRE OS DISTRITOS DE FRANCA E RIBEIRÃO CORRENTE
Começa no rio do Salgado, na fóz do ribeirão do Bom Jardim; sobe por aquele até a fóz do córrego Fundo; sobe por este até sua cabeceira no espigão entre as águas do ribeirão Corrente, a esquerda, e as do rio Salgado, à direita.
2 – ENTRE OS DISTRITOS DE FRANCA E GUAPUÃ
Começa no espigão divisor das águas do ribeirão Corrente e rio do Salgado, na cabeceira do córrego Fundo; caminha pelo espigão até cruzar com o espigão mestre entre o rio Canoas, à direita, e o rio da Sulapão, a esquerda; continua por este espigão mestre até o divisor das águas do córrego Pouso Alto, à direita, e as do ribeirão Pouso Alegre, a esquerda, e por este divisor continua até a confluência desses dois cursos; desce pelo Pouso Alegre até sua foz no rio Canoas.
3 – ENTRE OS DISTRITOS DE FRANCA E RESTINGA
Começa no ribeirão Macaúbas, na fóz do córrego do Palmital; sobe por este até sua cabeceira mais setentrional; continua pelo espigão que deixa, a direita, as águas do Macaúbas e, a esquerda, as do ribeirão dos Bagres contorna as cabeceiras do córrego da Água Comprida ou Mira Flor; ganha a cabeceira do córrego do Dr. Gastão pelo qual desce ao córrego do Olhos d’Água; desce por este até o ribeirão dos Bagres; continua pelo espigão fronteiro em demanda da cabeceira mais meridional do córrego em demanda da cabeceira mais meridional do córrego da fazenda Nagara, pelo qual desce até o ribeirão de Santo Antonio; desce por êste até a fóz do córrego da Fazenda da Nova Jersey, pelo qual sobe até seu galho da extrema esquerda; sobe por êste até sua cabeceira no espigão entre as águas do ribeirão do Bom Jardim, a direita, e as do ribeirão Santo Antonio, a esquerda, pelo qual caminha até o morro do Galheiro.
4 – ENTRE OS DISTRITOS DE GUAPUÃ E RIBEIRÃO CORRENTE
Começa na cabeceira do córrego Fundo, continua pelo espigão que deixa, a esquerda, as águas do córrego das Almas, até a fóz do córrego Boa Vista no ribeirão Corrente; sobe pelo Boa Vista até sua cabeceira mais setentrional; ganha, a rumo, a cabeceia mais meridional do córrego do Querito, pelo qual desce até o ribeirão do capão; desce por este até a fóz do rio do Barro Preto.
5 – ENTRE OS DISTRITOS DE GUAPUÃ E JERIQUARA
Começa no ribeirão do Japão, na fóz do rio Barro Preto; sobe por este até sua cabeceira mais setentrional; continua pelo espigão que deixa, a direita, as águas do córrego de Querubim Cintra, e, à esquerda, as do córrego Chapadão até a fóz do córrego do Indaiá, no ribeirão da Ponte Nova.
6 – ENTRE OS DISTRITOS DE JERIQUARA E RIBEIRÃO CORRENTE
Começa no ribeirão do Japão, na fóz do rio do Barro Preto, desce por aquele até o rio São Luiz.
 
MUNICÍPIO DE FRANCO DA ROCHA
(Instalado em 1945)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O MUNICÍPIO DE JUNDIAÍ
Começa na serra dos Cristais, na cabeceira setentrional do ribeirão Tabuões; segue pela crista da serra até a de Botujuru, pela qual caminha até cruzar com o espigão que deixa, à esquerda, o ribeirão das Eguas ou da Fazenda Velha e, à direita, o ribeirão das Taipas.
2 – COM O MUNICÍPIO DE ATIBAIA
Começa na serra de Botujuru onde esta entronca com o espigão que deixa, à esquerda, o ribeirão das Éguas ou da Fazenda Velha, e, à direita, o ribeirão das Taipas; segue pela crista da serra até cruzar com o divisor que deixa, à direita, as águas do ribeirão do Eusébio, e à esquerda, as do córrego da Estiva.
3 – COM O MUNICÍPIO DE MAIRIPORÃ
Começa na serra de Botujuru, onde ela entronca com o divisor que deixa, à direita, as águas do ribeirão do Eusébio e, à esquerda, as do córrego da Estiva; vai por este divisor em demanda da foz do córrego da Estiva no ribeirão do Itaim, segue pelo contraforte fronteiro em demanda da fóz do ribeirão Santa Inês, no rio Juqueri sobe pelo ribeirão Santa Inês até a fóz do ribeirão Claro; continua pelo contraforte que deixa, à direita, as águas do ribeirão Santa Inês e, a esquerda as do ribeirão Claro até cruzar com a serra da Cantareira.
4 – COM O MUNICÍPIO DE SÃO PAULO
Começa onde o contraforte entre as águas do ribeirão Santa Inês, a direita, e as do ribeirão Claro, a esquerda, cruza com a serra da Cantareira; segue por esta serra e continua pela serra do Ajusante a cabeceira mais meridional do ribeirão dos Pinheirinhos, pelo qual desce até o rio Juqueri, desce por este até a fóz do córrego Itaim.
5 – COM O MUNICÍPIO DE SANTANA DE PARNAÍBA
Começa no rio Juqueri, na fóz do córrego Itaim segue em reta de rumo Norte-Sul até o espigão divisor das águas dos córregos do Itaim, afluente do ribeirão Tabuões e Olhos d’Água; vão dêste ponto por nova reta a fóz do córrego do Felix no ribeirão Tabuões; sobe por este ribeirão até sua cabeceira setentrional na serra dos Cristais, onde tiveram inicio estes limites.
b) DIVISAS INTERDISTRITAIS
1 – ENTRE OS DISTRITOS DE CAIEIRAS E FRANCO DA ROCHA
Começa na fóz do córrego do Felix, no ribeirão Tabuões; segue pelo contraforte até o divisor entre as águas do córrego do Felix, à esquerda, e do córrego Olhos d’Água, à direita; segue por este divisor até alcançar a cabeceira mais ocidental do córrego do Tanque Velho; desce por este até o córrego dos Abreus, e por este abaixo até o rio Juqueri, pelo qual desce até a fóz do ribeirão Cresciuma sobe por êste até sua cabeceira norocidental; vai daí em reta à cabeceira do córrego do Engenho pelo qual desce até sua fóz no ribeirão Santa Inês.
2 – ENTRE OS DISTRITOS DE FRANCISCO MORATO E FRANCO DA ROCHA
Começa na serra do Botujuru na cabeceira mais oriental do ribeirão do Eusébio, pelo qual desce até a fóz do afluente da margem direita que deságua a cerca de 1 km a montante do córrego que vem do povoado de Belém; vai daí por uma reta de rumo Leste-Oeste até o córrego Botucaia, pelo qual sobe até sua cabeceira mais setentrional da serra dos Cristais.
 
MUNICÍPIO DE GÁLIA
(Instalado em 1928)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O MUNICÍPIO DE GARÇA
Começa no rio São João na confluência com o seu braço da esquerda, conhecido como o córrego da Égua; sobe pelo córrego da Égua até sua cabeceira; continua pelo espigão mestre entre as águas do rio São João e dos ribeirões Vermelho e Antas, à direita, e ribeirão do Alegre e rio do Peixe, à esquerda, até a cabeceira ocidental do córrego Saltinho; vai, daí em reta, ao quilômetro 507 da Companhia Paulista de Estrada de Ferro; desse ponto segue por nova reta a cabeceira ocidental do córrego São João ou Acarapé; desce por êste córrego até sua foz no rio Feio; desce por êste até a fóz do córrego Santa Estela.
2 – COM O MUNICÍPIO DE PRESIDENTE ALVES
Começa no rio Feio, na fóz do córrego Santa Estela; sobe por este até sua cabeceira no divisor da margem direita do rio Feio, segue por êste contraforte até o divisor Feio-Batalhinha; continua por êste divisor até a cabeceira norocidental do córrego Antinhas; desce por êste até sua foz no rio Batalhinha.
3 – COM O MUNICÍPIO DE AVAÍ
Começa no rio Batalhinha, na fóz do córrego Antinhas; daí, vai em reta, à fóz da água do Noronha no córrego Anhumas; sobe pela água do Noronha até sua cabeceira no contraforte entre o córrego Anhumas e a água do Meio; segue por êste contraforte em demanda da fóz do córrego Santa Eugênia na água do Meio.
4 – COM O MUNICÍPIO DE DUARTINA
Começa na fóz do córrego Santa Eugênia, na água do Meio, pela qual sobe até sua cabeceira sudocidental no espigão mestre Alambari-Batalha; segue pelo espigão mestre até onde ele cruzar com o contraforte entre as águas do córrego Água Branca e as do córrego Eduardo Porto; segue por este contraforte deixando a direita as águas do córrego Eduardo Porto, e a esquerda as do córrego Água Branca, em demanda da cabeceira setentrional do córrego Barra Bonita; desce por êste até o ribeirão das Antas.
5 – COM O MUNICÍPIO DE LUCIANÓPOLIS
Começa na foz do córrego Barra Bonita no ribeirão das Antas, pelo qual sobe até a fóz da água São Pedro; sobe por esta água até sua cabeceira; segue pelo contraforte entre as águas dos Rosas, à esquerda, e a do Arroz, à direita, até o divisor entre a água dos Rosas e o córrego Figueirinha; continua por êste divisor até a cabeceira da água do Barreirinho, pela qual desce até sua fóz no ribeirão Vermelho; desce pelo ribeirão Vermelho até a fóz do córrego Água Branca, pelo qual sobe até sua cabeceira no divisor Vermelho-São João.
6 – COM O MUNICÍPIO DE UBIRAJARA
Começa na cabeceira do córrego Água Branca no divisor Vermelho-São João; segue pelo divisor em demanda da cabeceira nororiental do córrego do Veado, que fica a teste da colônia Veadinho; desce por êste córrego até o rio São João; sobe por este até a fóz do córrego da Égua, onde tiveram inicio estes limites.
b) DIVISAS INTERDISTRITAIS
1 – ENTRE OS DISTRITOS DE FERNÃO E GÁLIA
Começa no ribeirão Vermelho, na fóz da água do Barreirinho; sobe pelo ribeirão Vermelho até a fóz da água dos Macacos continua pelo contraforte entre as águas dos Macacos, a direita, e a do ribeirão Vermelho, a esquerda, até o divisor Vermelho-Antas, continua por este divisor até o contraforte da margem esquerda da água do Chatão; prossegue por êste contraforte em demanda da margem esquerda da foz do córrego da Usina no ribeirão das Antas, segue pelo contraforte que deixa à esquerda o córrego da Usina até o divisor córrego da Usina-corrego Eduardo Pôrto, prossegue por este divisor até o espigão mestre Antas-Batalha, caminha por este espigão mestre até cruzar com o contraforte entre os córregos Eduardo Pôrto e Água Bonita.
 
MUNICÍPIO DE GARÇA
(Instalado em 1929)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O MUNICÍPIO DE ÁLVARO DE CARVALHO
Começa no ribeirão Tibiriçá, na fóz do ribeirão Ipiranga; sobe por aquele até a foz do córrego Ironde; sobe por este até sua cabeceira, vai, daí, pelo espigão Tibiriçá-Corredeira, em demanda da cabeceira ocidental da água Limpa; desce por esta até sua fóz no ribeirão Corredeira, pelo qual desce até a fóz do córrego Corredeira. 2 – COM O MUNICÍPIO DE PIRAJUÍ
Começa no ribeirão da Corredeira, na fóz do córrego Corredeira; sobe pelo córrego Corredeira até sua cabeceira no divisor Corredeira-Barreiro; segue pelo divisor e alcança a cabeceira do córrego da fazenda Santo André; desce por êste córrego até sua fóz no ribeirão do Barreiro; sobe por êste córrego até sua fóz no ribeirão do Barreiro; sobe por êste até a fóz da água Seca; sobe por esta até sua cabeceira no divisor                    
em frente a cabeceira do córrego da fazenda Belmonte.
3 – COM O MUNICÍPIO DE PRESIDENTE ALVES
Começa na cabeceira da Água Seca, no divisor Barreiro Feio, em frente a cabeceira do córrego na fazenda Belmonte; segue por este divisor até a cabeceira do córrego Santa Adelina; desce por êste até sua fóz no rio Feio; sobe pelo rio feio até a fóz do córrego Santa Estela.
4 – COM O MUNICÍPIO DE GÁLIA
Começa no rio Feio, na foz do córrego Santa Estela, sobe pelo rio Feio até a fóz do córrego Acarapê ou São João, pelo qual sobe até sua cabeceira ocidental, vai, daí, em reta, ao quilometro 507 da Companhia Paulista de Estrada de Ferro; desse ponto vai, por nova reta a cabeceira ocidental do ribeirão do Saltinho afluente do ribeirão das Antas no espigão mestre Peixe-Antas; segue pelo espigão mestre que separa as águas dos ribeirões das Antas, Vermelho e rio São João, a esquerda, e as do rio do Peixe e ribeirão do Alegre, à direita, em demanda da cabeceira do córrego da Égua ou Comprido, no rio São João, desce por êste até o rio São João.
5 – COM O MUNICÍPIO DE UBIRAJARA
Começa no rio São João, na fóz do córrego da Égua ou Comprido, do rio São João; segue pelo contraforte fronteiro até o divisor que separa as águas do córrego Jaú e Água do Barbosa; segue por este divisor até o divisor Anhumas e Santo Inácio ao Sul, e rio São João ao Norte; prossegue por êste divisor até o contraforte entre os córregos Barreirinho e da Estiva, à direita, e o córrego Anhumas, à esquerda, continua por êste contraforte até o divisor do córrego da Estiva à direita, e Barra Nova a esquerda.
6 – COM O MUNICÍPIO DE SÃO PEDRO DO TURVO
Começa no contraforte que deixa, à esquerda, as águas do córrego Barra Nova e, à direita as do córrego Estiva, no ponto de entroncamento com o divisor das Águas dos ribeirões Barra Grande e Anhumas; segue pelo contraforte até a cabeceira do córrego Mombuca pelo sul desce até o rio Santo Inácio.
7 – COM O MUNICÍPIO DE LUPÉRCIO
Começa no ribeirão Santo Inácio, na fóz do córrego Mombuca; sobe pelo ribeirão Santo Inácio, até a fóz do ribeirão Barra Grande; sobe por êste até a fóz do córrego Macaquinho; sobe ainda, por êste córrego, até  sua cabeceira mais setentrional; continúa pelo contraforte fronteiro até o divisor Barra Grande-São João; prossegue por êste divisor até a cabeceira do córrego Santa Teresa, pelo qual desce até sua fóz no rio São João; sobe pelo rio São João até a fóz da primeira água da margem esquerda, a montate da fóz do córrego São Luiz; sobe por essa água até sua cabeceira no espigão mestre São João-Alegre, vai daí, em reta, a cabeceira do córrego São Jorge, pelo qual desce até sua fóz no córrego Membé; desce pelo córrego Membé, até sua fóz no ribeirão do Alegre; desce, ainda, por êste ribeirão até a fóz do córrego Brumado.
8 – COM O MUNICÍPIO DE VERA CRUZ
Começa no ribeirão Macaúbas, na fóz do córrego do mado; segue pelo contraforte fronteiro que deixa, à direita, a água Tinga, até cruzar com o divisor entre as águas do ribeirão do Alegre, à direita, e as do rio do Peixe, à esquerda; continua por este divisor até a cabeceira da água B, pela qual desce até sua fóz no rio do Peixe; sobe pelo rio do Peixe até a fóz do córrego Bareti, pelo qual sobe até sua cabeceira mais setentrional; alcança em reta, a cabeceira mais meridional do córrego Araquá, pelo qual desce até sua fóz no ribeirão Ipiranga; desce, ainda, pelo ribeirão Ipiranga até sua fóz no ribeirão Tibiriçá, onde tiveram inicio estes limites.
b) DIVISAS INTERDISTRITAIS
1 – ENTRE OS DISTRITOS DE ALVINLÂNDIA E GARÇA
Começa na cabeceira do córrego São Jorge; segue pelo espigão mestre entre as águas do rio São João, à direita, e as do ribeirão do Alegre, à esquerda, até a cabeceira do córrego da Égua ou Comprido.
2 – ENTRE OS DISTRITOS DE GARÇA E JAFA
Começa no divisor Peixe-Alegre, na cabeceira da água B; segue pelo divisor Peixe-Alegre, até cruzar com o contraforte entre a água A, à esquerda, e a água Santa Maria, à direita; continua por este contraforte em demanda da fóz do córrego de Izaias Jacinto; sobe por êste córrego até sua cabeceira no divisor Peixe-Tibiriçá; alcança, na contravertente, a cabeceira mais próxima do córrego Cachoeira, pelo qual desce até sua fóz no rio Tibiriçá; desce pelo rio Tibiriçá até a fóz do córrego Irondê.
 
MUNICÍPIO DE GASTÃO VIDIGAL
(Ex-Brioso)
(Criado em 1954)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O MUNICÍPIO DE GENERAL SALGADO
Começa no ribeirão do Alegre na fóz do córrego Bru-Retiro; sobe pelo ribeirão Macaúbas até a fóz do córrego Macaubinhas.
2 – COM O MUNICÍPIO DE MAGDA
Começa no ribeirão Macaúbas na fóz do córrego Macaubinhas; daí, vai, em reta, à fóz do córrego do Coqueiro, no córrego Macaubinhas, pelo qual sobe até a fóz do córrego Paragem.
3 – COM O MUNICÍPIO DE NHANDEARA
Começa no córrego Macaubinhas, na fóz do córrego Paragem; sobe por êste córrego até a sua cabeceira; continua pelo divisor Macaubinhas-Guabiroba, em demanda da cabeceira do córrego Pingadouro, pelo qual desce até a sua fóz no ribeirão Guabiroba; sobe pelo ribeirão Guabiroba até a fóz do córrego do Meio, pelo qual sobe até sua cabeceira; continua pelo divisor Guabiroba-Matogrossinho até o contraforte que deixa, à esquerda, as águas do córrego do Sapé; prossegue por êste contraforte em demanda da fóz do córrego do Sape, no córrego Matogrossinho; daí, segue pelo contraforte fronteiro até cruzar com o divisor Matogrossinho-Mato Grosso; continua por êste divisor até cruzar com o contraforte que finda na fóz do córrego da Paz, no ribeirão Mato Grosso; segue por êste contraforte em demanda da referida fóz; daí, desce pelo ribeirão Mato Grosso até a fóz do córrego do Cachorro.
4 – COM O MUNICÍPIO DE MACAUBAL
Começa na fóz do córrego do Cachorro, no ribeirão Mato Grosso; desce por aquele ribeirão até a fóz do córrego Retiro.
5 – COM O MUNICÍPIO DE BURITAMA
Começa na fóz do córrego do Retiro, no ribeirão Mato Grosso, pelo qual desce até a fóz do ribeirão Matogrossinho.
6 – COM O MUNICÍPIO DE ARAÇATUBA
Começa no ribeirão Mato Grosso, na fóz do córrego Matogrossinho; daí, vai, em reta, à fóz do córrego do Retiro, no ribeirão Macaúbas, onde tiveram inicio estes limites.
b) DIVISAS INTERDISTRITAIS
1 – ENTRE OS DISTRITOS DE GASTÃO VIDIGAL E NOVA LUZITÂNIA
Começa no ribeirão Mato Grosso, na fóz do córrego Canjarana, de onde vai em reta à fóz do córrego Corredeira, no ribeirão Mato Grossinho; daí vai em reta à estrada Brioso-Nova Lusitânia, num ponto a quatro quilômetros do centro da vila de Nova Lusitânia; alcança em reta a cabeceira mais próxima, que verte para o ribeirão Guabirobas; desce por esta vertente até o ribeirão Guabirobas, pelo qual desce até sua fóz no ribeirão Macaúbas.
 
MUNICÍPIO DE GENERAL SALGADO
(Instalado em 1945)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O MUNICÍPIO DE JALES
Começa no rio São José dos Dourados, na foz do ribeirão Buritis; sobe pelo rio São José dos Dourados até a fóz do ribeirão Ranchão.
2 – COM O MUNICÍPIO DE ESTRELA D’OESTE
Começa na fóz do ribeirão Ranchão, no rio São José dos Dourados; sobe por êste até a fóz do ribeirão Jagora.
3 – COM O MUNICÍPIO DE FERNANDÓPOLIS
Começa na fóz do ribeirão Jagora, no rio São José dos Dourados; sobe por êste até a fóz do córrego Macaúbas.
4 – COM O MUNICÍPIO DE MAGDA
Começa no rio São José dos Dourados na fóz do córrego Macaúbas; sobe por este até sua cabeceira no divisor entre as águas do rio São José dos Dourados e o ribeirão Talhado; segue por este divisor até a cabeceira do córrego Colt; desce por este até o ribeirão Talhado, pelo qual sobe até a foz do córrego Grande; sobe por êste até sua cabeceira no espigão mestre São José dos Dourados – Tietê; continua por êste espigão mestre até cruzar com o divisor entre as águas do ribeirão Açoita Cavalo, à direita, e as do ribeirão Macaúbas, à esquerda; segue por este divisor até a cabeceira do córrego Anastácio; desce por êste até a sua foz no ribeirão Macaúbas, pelo qual desce até a fóz do córrego Macaubinhas.
5 – COM O MUNICÍPIO DE GASTÃO VIDIGAL
Começa na fóz do córrego Macaubinhas, no ribeirão Macaúbas, pelo qual desce até a fóz do córrego do Retiro.
6 – COM O MUNICÍPIO DE ARAÇATUBA
Começa na fóz do córrego Retiro, no ribeirão Macaúbas, pelo qual sobe até a fóz do ribeirão Açoita Cavalo e por êste acima até a fóz do córrego Tapera Oyermada, sobe por êste até sua cabeceira; daí, vai, em reta à cabeceira do córrego da Divisa, pelo qual desce até o córrego do Lageado; daí, vai, em reta, até a foz do córrego do Cateto, no ribeirão Lambari.
7 – COM O MUNICÍPIO DE AURIFLAMA
Começa no ribeirão Lambari, na fóz do córrego do Cateto; sobe pelo rio Lambari até a fóz da água Limpa, pela qual sobe até sua cabeceira no espigão mestre Tietê-São José dos Dourados; segue pelo espigão mestre em demanda da cabeceira do córrego do Acampamento, pelo qual desce até sua fóz no córrego da Barranca; desce por êste até sua fóz no ribeirão Buritis; desce ainda, pelo ribeirão Buritis até sua fóz no rio São José dos Dourados onde tiveram inicio estes limites.
b) DIVISAS INTERDISTRITAIS
1 – ENTRE OS DISTRITOS DE GENERAL SALGADO E TAPIUBA
Começa na água Limpa, na fóz do córrego Segundo Afluente; sobe por este até sua cabeceira; daí, segue em reta, de sentido Sul-Norte, até encontrar o ribeirão Buritis; segue por êste ribeirão até a foz do seu afluente da margem direita, o córrego cuja cabeceira mais se aproxima da cabeceira do córrego Contravertente; sobe por aquele córrego até sua cabeceira; daí, segue em reta, até a cabeceira do córrego Contravertente; desce por este córrego até o ribeirão Talhado.
2 – ENTRE OS DISTRITOS DE TAPIUBA E SÃO JOÃO DE IRACEMA
Começa no ribeirão do Talhado, na fóz do córrego Contravertente; desce por êste ribeirão até a sua fóz no rio São José dos Dourados.
3 – ENTRE OS DISTRITOS DE GENERAL SALGADO E SÃO JOÃO DE IRACEMA
Começa no ribeirão do Talhado na fóz do córrego Contravertente; sobe pelo ribeirão do Talhado até a fóz do córrego Colt.
 
MUNICÍPIO DE GETULINA
(Instalado em 1935)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O MUNICÍPIO DE BRAÚNA
Começa na fóz do rio Tibiriçá no rio Feio, ou Aguapeí; sobe por êste até a fóz do ribeirão Grande.
2 – COM O MUNICÍPIO DE ALTO ALEGRE
Começa na fóz do ribeirão Grande no rio Feio ou Aguapeí; sobe por este até a fóz do córrego do Matão.
3 – COM O MUNICÍPIO DE PROMISSÃO
Começa na fóz do córrego do Matão no rio Feio ou Aguapeí; sobe por êste até a fóz do córrego Tabocal.
4 – COM O MUNICÍPIO DE GUAIÇARA
Começa no rio Feio na fóz do córrego Tabocal; sobe pelo rio Feio até a fóz do córrego do Sapo.
5 – COM O MUNICÍPIO DE LINS
Começa no rio Feio na fóz do córrego no Sapo; sobe pelo rio Feio até a fóz do ribeirão Aliança.
6 – COM O MUNICÍPIO DE GUAIMBÉ
Começa no rio Feio, na fóz do ribeirão Aliança; sobe por êste até sua cabeceira mais ocidental; segue pelo divisor Feio-Tibiriçá até cruzar com o contraforte entre as águas do córrego Jurema, à direita, e as do córrego Guaimbé, à esquerda; continua por este contraforte à procura da cabeceira do córrego Panai, pelo qual desce até sua fóz no rio Tibiriçá.
7 – COM O MUNICÍPIO DE MARÍLIA
Começa no rio Tibiriçá, na fóz do córrego Panaí; desce pelo rio Tibiriçá até a fóz do córrego Ariri.
8 – COM O MUNICÍPIO DE POMPÉIA
Começa na fóz do córrego Ariri no rio Tibiriçá; desce por êste até a sua foz no rio Feio, onde tiveram inicio estes limites.
b) DIVISAS INTERDISTRITAIS
1 – ENTRE OS DISTRITOS DE GETULINA E SANTA AMÉRICA
Começa no rio Tibiriçá, na fóz do córrego das Antas sobe por êste até sua cabeceira mais setentrional; segue pelo divisor Tibiriçá-Feio em demanda da cabeceira mais meridional do córrego Baguaçu e por êste desce até o rio Feio.
2 – ENTRE OS DISTRITOS DE MACUCOS E SANTA AMÉRICA
Começa no rio Feio na fóz do córrego Pau d’ Alho; segue pelo contraforte fronteiro em demanda do divisor entre o córrego da Campina, à direita, e o córrego Baguaçu, à esquerda; continua por êste divisor até o divisor Feio-Tibiriçá; segue por êste divisor até a cabeceira mais oriental do córrego Timbó, pelo qual desce até sua fóz no rio Tibiriçá.
 
MUNICÍPIO DE GLICÉRIO
(Instalado em 1926)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O MUNICÍPIO DE COROADOS
Começa no divisor Água-Limpa – Congonhas, na cabeceira do córrego de Patrício Gimene; segue pelo divisor entre as águas do córrego Água Limpa e ribeirão Bonito, à direita, e as do córrego Congonhas e ribeirão dos Baixotes, à esquerda, até a cabeceira do córrego das Congonhas, pelo qual desce até o rio Tietê.
2 – COM O MUNICÍPIO DE BURITAMA
Começa no rio Tietê, na fóz do córrego das Congonhas; sobe por aquela até a fóz do ribeirão Santa Bárbara.
3 – COM O MUNICÍPIO DE PLANALTO
Começa na fóz do ribeirão Santa Barbará, no rio Tietê por êste sobe até a foz do ribeirão Lajeado.
4 – COM O MUNICÍPIO DE PENÁPOLIS
Começa no rio Tietê, na fóz do ribeirão Lajeado; sobe por este até a fóz do ribeirão Bonito, pelo qual sobe até a fóz do córrego São Jorge.
5 – COM O MUNICÍPIO DE BRAÚNA
Começa no ribeirão Bonito, na fóz do córrego São Jorge, pelo qual sobe até sua cabeceira no divisor Bonito – Água Limpa; segue por este divisor até a cabeceira do córrego de Francisco Lírio; desce por este córrego até sua fóz no córrego Água Limpa; desce pelo córrego Água Limpa até a foz do córrego de Patrício Gimene, pelo qual sobe até sua cabeceira, no divisor Água Limpa – Congonhas, onde tiveram inicio estes limites.
b) DIVISAS INTERDISTRITAIS
1 – ENTRE OS DISTRITOS DE GLICÉRIO E JURITIS
Começa no divisor entre os ribeirões dos Baixotes e Lajeados, na cabeceira do córrego Caximba; desce por este até sua fóz no ribeirão Bonito.
 
MUNICÍPIO DE GUAIÇARA
(Criado em 1954)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O MUNICÍPIO DE PROMISSÃO
Começa no rio Feio, na fóz do córrego Tabocal; sobe por este até sua cabeceira no espigão mestre Feio-Tietê; segue por este espigão mestre até entroncar com o divisor que deixa, à esquerda, as águas do ribeirão dos Patos, e à direita, as do córrego do Fim; segue por este divisor em demanda da fóz do córrego do Fim, no ribeirão Campestre, pelo qual desce até sua foz no rio Dourado; desce por este até sua fóz no rio Tietê.
2 – COM O MUNICÍPIO DE SABINO
Começa no rio Tietê, na fóz do rio Dourado; segue pelo contraforte fronteiro até o espigão entre as águas do rio Tietê, a esquerda, e as do rio Dourado, à direita; prossegue por este divisor até cruzar com o contraforte que separa as águas dos córregos da Figueira e do Paraíso.
3 – COM O MUNICÍPIO DE LINS
Começa no espigão Tietê – Dourado, no ponto de cruzamento com o contraforte entre as águas do córrego da Figueira, à direita, e as do córrego do Paraíso, à esquerda; segue por este contraforte em demanda da fóz do córrego São João, no rio Dourado; sobe pelo córrego São João até sua cabeceira; segue pelo divisor entre as águas do ribeirão Campestre, à direita, e as do córrego Jacutinga à esquerda, até o contraforte da margem direita do córrego Boa Esperança; continua por este contraforte até a fóz dêste córrego no ribeirão Campestre; continua pelo contraforte fronteiro até o divisor entre as águas do córrego do Fim, à direita, e as do ribeirão Campestre, à esquerda; em demanda da confluência dos galhos mais meridionais do córrego do Fim; segue pelo contraforte fronteiro até o espigão mestre Tietê – Feio; continua pelo espigão mestre até a cabeceira do galho oriental do córrego do Sapo, pelo qual desce até sua fóz no rio Feio.
4 – COM O MUNICÍPIO DE GETULINA
Começa no rio Feio, na fóz do córrego da Sapo; desce pelo rio Feio até a fóz do córrego Tabocal, onde tiveram inicio estes limites.
 
MUNICÍPIO DE GUAIMBÉ
(Criado em 1954)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O MUNICÍPIO DE GETULINA
Começa no rio Tibiriçá, na fóz do córrego Panaí, pelo qual sobe até sua cabeceira; segue pelo contraforte entre as águas do córrego Guaimbé, à direita, e as do córrego Jurema, à esquerda, até o espigão Tibiriçá – Feio; continua por este espigão até a cabeceira mais ocidental do ribeirão Alcança; desce pelo ribeirão Aliança até sua fóz no rio Feio.
2 – COM O MUNICÍPIO DE LINS
Começa no rio Feio, na fóz do ribeirão Aliança; sobe pelo rio Feio, até a fóz da água Santa Elza.
3 – COM O MUNICÍPIO DE CAFELÂNDIA
Começa no rio Feio, na fóz do água Santa Elza; sobe pela água Santa Elza até a água Santa Maria; sobe por esta até sua cabeceira no divisor da margem esquerda do ribeirão Chantebled ou da água Preta; segue por este divisor até o contraforte que deixa à direita as águas da segunda água que deságua no córrego Cambará, à jusante da fóz da água que passa ao Norte da séde da fazenda Cambará.
4 – COM O MUNICÍPIO DE JULIO MESQUITA
Começa no córrego Cambará, na fóz da água que passa ao Norte da séde da fazenda Cambará; sobe pelo córrego Cambará até sua cabeceira; continua pelo divisor Feio – Pádua Sales, até a cabeceira ocidental do córrego da Figueira, pelo qual desce até sua fóz no ribeirão Pádua Sales.
5 – COM O MUNICÍPIO DE MARÍLIA
Começa na fóz do córrego da Figueira, no ribeirão Pádua Sales, pelo qual desce até a fóz do córrego Panaí, onde tiveram inicio estes limites.
 
MUNICÍPIO DE GUAÍRA
(Instalado em 1929)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O ESTADO DE MINAS GERAIS
Começa na fóz do rio Pardo, no rio Grande, segue pelas divisas com o Estado de Minas Gerais até a fóz do rio Sapucaí.
2 – COM O MUNICÍPIO DE MIGUELÓPOLIS
Começa no rio Grande, na fóz do rio Sapucaí; sobe por este até a fóz do córrego Sucuri.
3 – COM O MUNICÍPIO DE IPUÃ
Começa no rio Sapucaí, na fóz do córrego Sucurí; sobe por este até a sua cabeceira mais oriental; vai, daí, em reta à cabeceira mais setentrional do ribeirão do Jardim e daí, ainda, em reta até a cabeceira do córrego Esgoto do Brejão, pelo qual desce até o ribeirão do Rosário.
4 – COM O MUNICÍPIO DE MORRO AGUDO
Começa no ribeirão do Rosário, na fóz do córrego Esgoto do Brejão; desce por aquele até sua fóz no rio Pardo.
5 – COM O MUNICÍPIO DE BARRETOS
Começa no rio Pardo na fóz do ribeirão do Rosário; desce por aquele até sua fóz no rio Grande, onde tiveram inicio estes limites.
 
MUNICÍPIO DE GUAPIAÇÚ
(Criado em 1954)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O MUNICÍPIO DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO
Começa no espigão Preto – Turvo, no ponto de cruzamento com o divisor entre os ribeirões Palmeiras e Claro; segue pelo espigão entre as águas do rio Preto, à esquerda, e as do rio Turvo, à direita, até a cabeceira mais ocidental do córrego das Casinhas.
2 – COM O MUNICÍPIO DE NOVA GRANADA
Começa no espigão Preto – Turvo, na cabeceira mais ocidental do córrego das Casinhas, pelo qual desce até sua fóz no rio Turvo.
3 – COM O MUNICÍPIO DE OLIMPIA
Começa no rio Turvo, na fóz do córrego das Casinhas; sobe pelo rio Turvo até a fóz do ribeirão Palmeiras.
4 – COM O MUNICÍPIO DE UCHÔA
Começa no rio Turvo, na fóz do ribeirão Palmeiras, pelo qual sobe até a fóz da primeira água da margem esquerda, à jusante da fóz do córrego do Belo.
5 – COM O MUNICÍPIO DE CEDRAL
Começa no ribeirão Palmeiras, na fóz da primeira água à jusante da fóz do córrego do Belo; sobe por essa água até sua cabeceira; segue pelo contraforte que deixa, à esquerda as águas do córrego do Belo até cruzar com o divisor entre os ribeirões Palmeiras e Claro; segue por este divisor por entre as águas do ribeirão Palmeiras à esquerda, e as do ribeirão Claro, à direita, até cruzar com o espigão Turvo-Preto, onde tiveram inicio estes limites.
 
MUNICÍPIO DE GUAPIARA
(Criado em 1948)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O MUNICÍPIO DE ITAPEVA
Começa no espigão entre as águas dos rios Apiaí-Guaçú e São José do Guapiara, na cabeceira mais meridional do córrego Invernada, pelo qual desce até o rio Apiai-Mirim.
2 – COM O MUNICÍPIO DE CAPÃO BONITO
Começa no rio Apiaí-Mirim, na fóz do córrego da Invernada, sobe pelo rio Apiaí-Mirim, até a fóz do ribeirão do Alegre pelo qual sobe até sua cabeceira mais oriental no espigão Apiaí-Mirim-Almas; segue por este espigão até entroncar com a serra do Paranapiacaba.
3 – COM O MUNICÍPIO DE IPORANGA
Começa na serra do Paranapiacaba, onde esta cruza o espigão que separa as águas dos rios das Almas e Apiaí-Mirim; prossegue pela crista da serra que é o espigão mestre entre as águas dos rios Paranapanema e Ribeira de Iguape até a cabeceira do ribeirão da Campina.
4 – COM O MUNICÍPIO DE AVAÍ
Começa na serra Paranapiacaba na cabeceira do ribeirão da Campina, segue pela serra até a cabeceira do córrego do Terreiro, pelo qual desce até sua fóz no rio São José do Guapiara; prossegue pelo contraforte fronteiro até o espigão Apiaí-Guaçú-São José do Guapiara.
5 – COM O MUNICÍPIO DE RIBEIRÃO BRANCO
Começa no espigão Apiaí-Guaçú-São José do Guapiára, no ponto de cruzamento com o contraforte que finda no rio São José do Guapiára, na fóz do córrego do Terreiro; segue pelo espigão que tem os nomes locais de serra da Samambaia e do Cantagalo, até a cabeceira mais meridional do córrego da Invernada onde tiveram inicio estes limites.
 
MUNICÍPIO DE GUARÁ
(Instalado em 1926)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O MUNICÍPIO DE ITUVERAVA
Começa no rio Sapucaí, na fóz do ribeirão do Retiro da Mata; sobe por este até a sua cabeceira mais oriental conhecida pelo nome de córrego da Baixada; continua pelo espigão que deixa, ao Norte, as águas do rio do Carmo, e ao Sul, as do rio Sapucaí, até cruzar com o divisor das águas do córrego da Posse, à esquerda, e as do córrego Paineiras, à direita.
2 – COM O MUNICÍPIO DE SÃO JOSÉ DA BELA VISTA
Começa no entroncamento do espigão, das águas dos rios do Carmo e Sapucaí, com o divisor entre os ribeirões Bocaina e Salgado; segue por este divisor até a cabeceira do córrego Santa Rita, pelo qual desce até sua fóz no rio Sapucaí.
3 – COM O MUNICÍPIO DE NUPORANGA
Começa no rio Sapucaí, na fóz do córrego Santa Rita; desce por aquele até a fóz do ribeirão Santo Antônio.
4 – COM O MUNICÍPIO DE SÃO JOAQUIM DA BARRA
Começa no rio Sapucaí, na fóz do ribeirão Santo Antônio; desce por aquele até a fóz do ribeirão da Barra.
5 – COM O MUNICÍPIO DE IPUÃ
Começa no rio Sapucaí, na fóz do ribeirão da Barra; desce por aquele até a fóz do ribeirão do Retiro da Mata, onde tiveram inicio estes limites.
b) DIVISAS INTEDISTRITAIS
1 – ENTRE OS DISTRITOS DE GUARÁ E PIONEIROS
Começa no rio Sapucaí, no local denominado Cachoeirinha, a jusante da ilha ali existente; dêste ponto vai em reta, à confluência dos ribeirões do Cortado e Verde, formadores do ribeirão Água Fria, daí vai por nova reta à fóz do ribeirão da Bocaina no ribeirão do Cortado; daí segue pelo ribeirão do Cortado acima até a fóz do córrego das Areias; daí, sobe pelo córrego das Areias até sua cabeceira.
 
MUNICÍPIO DE GUARAÇAÍÍ
(Criado em 1948)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O MUNICÍPIO DE ANDRADINA
Começa no rio Feio ou Aguapeí, na fóz do córrego Volta Grande, pelo qual sobe até a fóz do córrego Paraguaçu.
2 – COM O MUNICÍPIO DE MURITINGA DO SUL
Começa no ribeirão Volta Grande, na fóz do córrego Paraguaçu, pelo qual sobe até sua cabeceira; daí, vai em reta à foz do córrego do Itaúna, no ribeirão do Moinho ou Abrigo; sobe pelo córrego Itauna até sua cabeceira mais oriental no espigão entre o ribeirão do Moinho ou Abrigo e o rio Tietê; daí, vai em reta à fóz do córrego 15 de novembro, no ribeirão dos Três Irmãos ou Aguatemi, pelo qual desce até a fóz do córrego do Burro.
3 – COM O MUNICÍPIO DE ANDRADINA
Começa no ribeirão Três Irmãos ou Aguatemi, na fóz do córrego do Burro; daí segue em reta até a cabeceira da água da União, que passa ao Sul da colônia da fazenda União, desce por esta água até a sua fóz no ribeirão Travessa Grande.
4 – COM O MUNICÍPIO DE MIRANDÓPOLIS
Começa no ribeirão Travessa Grande, na fóz da água da União, que passa ao Sul da colônia da Fazenda União; sobe pelo ribeirão Travessa Grande, até sua cabeceira sudocidental, conhecida como córrego Terremoto, no espigão Tietê-Moinho ou Abrigo, cabeceira que contraverte com a cabeceira do córrrego Catumbi; alcança em reta a cabeceira do córrego Catumbi; pelo qual desce até sua fóz no ribeirão do Moinho ou Abrigo, pelo qual desce até a fóz do córrego Guanumbi, vai, daí, rumo a cabeceira setentrional do córrego do Macaco; desce por este até o ribeirão da Água Amarela, pelo qual desce até o rio Feio ou Aguapeí.
5 – COM O MUNICÍPIO DE JUNQUEIRÓPOLIS
Começa no rio Feio ou Aguapeí, na fóz do ribeirão da Água Amarela; desce pelo rio Feio ou Aguapeí até a fóz do ribeirão Nova Palmeira.
6 – COM O MUNICÍPIO DE MONTE CASTELO
Começa no rio Feio ou Aguapeí, na fóz do ribeirão Nova Palmeira; desce por aquele até a fóz do córrego Volta Grande, onde tiveram inicio estes limites.
 
MUNICÍPIO DE GUARACÍ
(Instalado em 1945)
 
a) – LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O ESTADO DE MINAS GERAIS
Começa no rio Grande, na fóz do ribeirão Santana, segue pelas divisas com o Estado de Minas Gerais, até a fóz do ribeirão Passa-Tempo.
2 – COM O MUNICÍPIO DE BARRETOS
Começa no rio Grande, na fóz do ribeirão Passa-Tempo; sobe por este até o ponto onde é cortado pela reta de rumo Oeste-Leste que vem da cabeceira do córrego da Fazenda João Coleto.
3 – COM O MUNICÍPIO DE OLÍMPIA
Começa no ribeirão Passa-Tempo onde ele é cortado pela reta Oeste-Leste que vem da cabeceira do córrego Fazenda João Coleto; segue por esta reta até a cabeceira do citado córrego, pelo qual desce até o ribeirão Limoeiro; sobe por este até a fóz do córrego da Fazendinha; sobe por este até sua cabeceira; continua em reta até a fóz do córrego de José Anacleto, no córrego da Bocaina, sobe pelo córrego de José Anacleto até sua cabeceira no espigão entre as águas dos rios Turvo e Grande; continua por este espigão até a cabeceira do córrego de Francisco Guerra; desce por este até o córrego Cresciuma; segue pelo contraforte fronteiro que deixa, à direita, o córrego Retiro, até o divisor entre as águas do córrego Cresciuma, à direita, e as do ribeirão Santana, à esquerda; segue por este divisor até o contraforte entre as águas do córrego do Meio e as do ribeirão Santana; continua por este contraforte em demanda da fóz do córrego Lindeiro no ribeirão Santana; segue pelo contraforte fronteiro, que deixa, à esquerda, as águas do córrego Lindeiro até o divisor entre as águas do ribeirão de Santana, à direita, e as do córrego Rico, à esquerda; segue por este divisor até o ponto de cruzamento com o contraforte da margem direita do córrego Antonio Bianco.
4 – COM O MUNICÍPIO DE ICEM
Começa no divisor Santana – Rico, no ponto de cruzamento com o contraforte da margem direita do córrego de Antonio Bianco; segue pelo divisor entre os córregos Rico e dos Fatos, à esquerda, e o ribeirão Santana, à direita, em demanda da cabeceira do córrego Coqueiros, pelo qual desce até sua fóz no ribeirão Santana; desce pelo ribeirão Santana até sua fóz no rio Grande, onde tiveram inicio estes limites.
 
MUNICÍPIO DE GUARANTÃ
(Instalado em 1945)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O MUNICÍPIO DE CAFELÂNDIA
Começa no ribeirão Inhema, na fóz da água do Progresso; desce por aquele até o rio Feio; desce por este até a fóz do córrego das Pacas; sobe por este até sua cabeceira no divisor Feio – Dourado segue por este divisor até a cabeceira do ribeirão Saltinho, pelo qual desce até a foz do córrego Boa Vista; sobe pelo córrego Boa Vista até a cabeceira de seu galho oriental, no divisor Boa Vista-Lagôa; alcança, na contravertente, a cabeceira ocidental da água do Ricoi; desce pela água do Ricoi até sua fóz no córrego da Lagoa; desce por este córrego até a fóz do córrego Urú; continua pelo contraforte da margem direita do córrego da Lagoa e o rio Dourado, segue por este divisor até encontrar o contraforte que deixa, à direita, as águas do córrego da Despedida,e à esquerda, o córrego Araci; caminha por este contraforte em demanda da fóz do córrego da Fonte Funda, no rio Dourado; sobe pelo córrego da Ponte Funda, até sua cabeceira mais setentrional, no divisor Dourado-Tietê.
2 – COM O MUNICÍPIO DE PONGAIÍ
Começa na cabeceira mais setentrional do córrego da Ponte Funda, no divisor Dourado – Tietê, segue por este divisor até a cabeceira do ribeirão da Serra d’Água ou Lagoa Bonita.
3 – COM O MUNICÍPIO DE PIRAJUIÍ
Começa no divisor Dourado – Tietê, na cabeceira do ribeirão da Serra d’Água ou Lagoa Bonita, pelo qual desce até sua foz no rio Dourado; continua pelo contraforte fronteiro entre as águas do córrego Coqueirão, a direita, e as do córrego Congonhas à esquerda, até entroncar com o espigão Dourado – Feio; segue pelo espigão até a cabeceira nororiental do córrego Água Branca pelo qual desce até sua fóz no rio Feio; sobe por este até a fóz do ribeirão Corredeira; continua pelo contraforte que deixa, a esquerda, as águas do ribeirão Corredeira e córrego Barra Grande, até o divisor entre os córregos Barra Grande de um lado, São Bento e São João, do outro lado; caminha por este divisor até a cabeceira do córrego da fazenda Santa Ismália, cabeceira do galho que contraverte com o córrego da fazenda Nova Alpes.
4 – COM O MUNICÍPIO DE ALVARO DE CARVALHO
Começa no divisor entre as águas dos córregos Barra Grande e São João, na cabeceira do córrego da fazenda Santa Ismália, cabeceira do galho que contraverte com o córrego da fazenda Nova Alpes; segue por este divisor até a cabeceira do córrego da fazenda Nova Alpes, pelo qual desce até sua fóz no córrego São João; daí, vai em reta, a cabeceira do primeiro córrego que deságua na margem direita do córrego João Ramiro; desce por este córrego e pelo córrego João Ramiro, até sua fóz no córrego Eliseo de Castro.
5 – COM O MUNICÍPIO DE JULIO MESQUITA
Começa no córrego Eliseo de Castro, na fóz do córrego João Ramiro, desce pelo córrego Eliseo de Castro até a sua fóz no ribeirão Bonito; sobe pelo ribeirão Bonito até a fóz do córrego Santa Laura; pelo qual sobe até sua cabeceira no divisor entre as águas do ribeirão Bonito à direita, e as do ribeirão Inhema, à esquerda; segue por este divisor até a cabeceira mais meridional da água da Olaria, pelo qual desce até o ribeirão Inhema, desce pelo ribeirão Inhema até a foz da água do Progresso, onde tiveram inicio estes limites.
 
MUNICÍPIO DE GUARARAPES
(Instalado em 1937)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O MUNICÍPIO DE BENTO DE ABREU
Começa no ribeirão Azul na fóz do córrego da Água Clara, pelo qual sobe até a sua cabeceira no espigão entre as águas dos ribeirões Azul e Jacaré-Catinga
2 – COM O MUNICÍPIO DA VALPARAISO
Começa na cabeceira do córrego Água Clara no espigão entre os ribeirões Azul e Aracanguá, a direita, e ribeirão Jacaré-Catinga, à esquerda; segue por este espigão até a cabeceira do córrego Saruipe; desce por este até o ribeirão Jacaré-Catinga, pelo qual desce até a fóz do córrego Contravertente ou Vasante.
3 – COM O MUNICÍPIO DE ARAÇATUBA
Começa no ribeirão Jacaré-Catinga, na foz do córrrego Contravertente ou Vasante, donde vai, em reta à cabeceira do córrego Urú; desce por êste até o córrego Aruja Branca, pelo qual continua até a foz do córrego Aracanguá, pelo qual sobe até o córrego Corredeira; sobe por êste até sua cabeceira no divisor entre as águas do córrego Aracanguá, à esquerda, e as do ribeirão Azul, à direita; segue por este divisor até a cabeceira do córrego da Fazenda de Vicente Roque, pelo qual desce até o córrego Azul; desce por êste até a foz do córrego da Divisa, pelo qual sobe até o córrego Santa Bárbara ou Jacutinga; sobe por êste até sua cabeceira mais meridional no espigão mestre Tietê-Feio ou Aguapeí segue pelo espigão mestre até a cabeceira do córrego da Boa Esperança ou do Perímetro, que fica na contravertente, pelo qual desce até a fóz do córrego Água Boa.
4 – COM O MUNICÍPIO DE BILAC
Começa na confluência dos córregos da Boa Esperança ou do Perímetro e Água Boa; desce pelo córrego da Boa Esperança até o ribeirão Jangada; desce, ainda por este até a foz do córrego Paciti
5 – COM O MUNICÍPIO DE PIACATÚ
Começa na fóz do córrego da Paciti no ribeirão Jangada; desce por êste até sua foz no rio Feio ou Aguapeí.
6 – COM O MUNICÍPIO DE OSVALDO CRUZ
Começa no rio Feio ou Aguapeí, na fóz do ribeirão Jangada; desce pelo rio Feio ou Aguapeí até a fóz do ribeirão Balsamo.
7 – COM O MUNICÍPIO DE RUBIÁCEA
Começa no rio Feio ou Aguapeí na fóz do ribeirão Balsamo, pelo qual sobe até sua cabeceira no espigão mestre Feio ou Aguapeí-Tietê; segue pelo espigão mestre até o contraforte entre as águas do córrego Borboleta, à esquerda, e as do córrego Barra Grande, à direita; caminha por êste contraforte em demanda da fóz do córrego Jacaré, no córrego Borboleta; prossegue pelo contraforte fronteiro até o divisor Barra Grande-Azul; continua por êste divisor em demanda da fóz do córrego Água Clara no ribeirão Azul, onde tiveram inicio estes limites.
b) DIVISAS INTERDISTRITAIS
1 – ENTRE OS DISTRITOS DE GUARARAPES E RIBEIRO DO VALE
Começa no espigão Jacaré-Catinga-Azul, no ponto de cruzamento com o divisor entre o ribeirão Aracanguá e córrego da Serrinha; segue por êste divisor em demanda da cabeceira do córrego Claro, pelo qual desce até sua fóz no ribeirão Aracanguá; desce por êste até a fóz do córrego Corredeira ou Lindeiro.
 
MUNICÍPIO DE GUARAREMA
(Instalado em 1899)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O MUNICÍPIO DE SANTA ISABEL
Começa no rio Parateí, na fóz do córrego da Divisa ou Lambari; desce por aquele até a fóz do primeiro córrego a montante da ponte da Figueira, córrego este da margem direita do rio Parateí conhecido como João Pinto.
2 – COM O MUNICÍPIO DE JACAREÍ
Começa na margem direita do rio Parateí, na fóz do primeiro córrego a montante da ponte da Figueira, conhecido como João Pinto, sobe pelo córrego até sua cabeceira mais meridional; alcança a cabeceira do córrego do Barbosa, que fica na contravertente; desce por este até sua fóz no córrego da Fazenda do Dr. Maneco, antigo Goiabal, e por êste ainda, até sua fóz no rio Paraíba; segue pelo espigão fronteiro passando pelos morros da Tapema e das Piluleiras até cruzar com o contraforte entre os córregos Romeu e Cachoeira; segue por este contraforte em demanda da fóz do ribeirão Putim no rio Paraíba.
3 – COM O MUNICÍPIO DE SANTA BRANCA
Começa no rio Paraíba, na fóz do ribeirão Putim pelo qual sobe até o córrego Ponte Alta; sobe por este até a sua cabeceira; segue pelo divisor que deixa, à direita, as águas do ribeirão Putim, e, à esquerda, as do ribeirão dos Menos, até cruzar com o espigão mestre entre o rio Tietê e o rio Paraíba.
4 – COM O MUNICÍPIO DE SALESÓPOLIS
Começa no divisor entre as águas do rio Monos, à esquerda, e as do ribeirão Putim, à direita, onde este cruza com o espigão mestre entre os rios Tietê e Paraíba, segue pelo espigão mestre até a cabeceira do córrego de João de Melo.
5 – COM O MUNICÍPIO DE MOGI DAS CRUZES
Começa na cabeceira do córrego de João de Melo, no espigão mestre Paraíba-Tietê; segue pelo espigão mestre até o cruzamento com o divisor das águas do ribeirão Putim, à direita, e as do córrego da Fazendinha à esquerda; avança por êste divisor até a cabeceira mais meridional do córrego de Jesuino Franco, pelo qual desce até o rio Guararema; vai desta confluência em reta, a ponta oriental da serra do Itapevi em frente a cabeceira do córrego da  Estiva e, pela cumiada da serra prossegue até o divisor que deixa, à direita, as águas do ribeirão Comprido e à esquerda as águas do ribeirão Itapeti; continua por êste divisor em demanda da fóz do córrego do Almeida, no ribeirão Itapeti; segue pelo espigão que deixa, à direita as águas dêste ultimo e, à esquerda, as do ribeirão da Divisa ou Lambari, até o morro do Feital; vai, em demanda da cabeceira do córrego do mesmo nome, que fica na contravertente, e por este desce até o córrego Lambari ou da Divisa; desce por este até o rio Parateí, onde tiveram inicio estes limites.
 
MUNICÍPIO DE GUARATINGUETÁ
(Instalada em 1844)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O MUNICÍPIO DE CAMPOS DO JORDÃO
Começa na serra da Mantiqueira, onde esta cruza com o espigão entre as águas do ribeirão dos Buenos ou Moreiras e as do rio Guaratinguetá; segue pela cumiada da serra até cruzar com o divisor entre os rios Sapucaí-Guaçú, Bicos e Piagui.
2 – COM O ESTADO DE MINAS GERAIS
Começa no alto da serra da Mantiqueira no ponto de cruzamento com o divisor de água dos rios Sapucaí-Guaçú, Bicas e Piagui, continua pelas divisas com o Estado de Minas Gerais até o morro Focinho de Cão.
3 – COM O MUNICÍPIO DE PIQUETE
Começa na serra da Mantiqueira, no alto do morro Focinho de Cão, no ponto de cruzamento com o divisor que separa as águas dos ribeirões dos Lemes e da Limeira; segue pelo divisor entre as águas do rio Piquete à esquerda, e as do rio Piagui a direita até encontrar a cabeceira mais setentrional do ribeirão da Fortaleza, pelo qual desce até a foz do córrego Carasal.
4 – COM O MUNICÍPIO DE LORENA
Começa no ribeirão da Fortaleza na fóz do córrego Carasal alcança em reta a cabeceira do córrego da Fazendinha; desce por este até a sua fóz no ribeirão da Posse ou Macacos; continua pelo espigão fronteiro que deixa a esquerda, as águas dêste ribeirão e, à direitas do Rio Piagui em demanda da cabeceira mais setentrional do córrego Lara Rampa pelo qual desce até o braço morto do rio Paraíba, na ilha de José Maximo; vai por este até o rio Paraíba, pelo qual sobe até a fóz do córrego do quilometro 286 da Estrada de Ferro Central do Brasil, córrego que deságua a cerca de um quilômetro à jusante da fóz do rio Piagui; sobe por este até sua cabeceira; segue em reta, até a confluência dos dois principais galhos formadores do ribeirão São João ou Aterrado; sobe pelo galho da esquerda até sua cabeceira mais meridional; continua pelo divisor que deixa, à esquerda, as águas dos ribeirões Lorena e Três Barras, e à direita, as do córrego de Santa Gertrudes ou Margarida Rosa, e do ribeirão da Pedra; até encontrar com a serra Quebra-Cangalha, que é o divisor entre as águas dos rios Paraíba e Paraitinga; segue pela crista da serra até cruzar com o divisor entre as águas do ribeirão Carimbamba, à esquerda, e as do córrego Sertãozinho, à direita; caminha por este divisor até o divisor Carimbamba-Vauvú; continua por este divisor até entroncar com o contraforte da margem direita do córrego do Pessegueiro.
5 – COM O MUNICÍPIO DE CUNHA
Começa onde o divisor Carimbamba-Vauvú, entronca com o contraforte da margem direita do córrego do Pessegueiro; segue por este contraforte, demandando a fóz do córrego Paiolinho no ribeirão Vauvú; alcança o contraforte entre as águas do ribeirão Vauvú, a esquerda e as do ribeirão Cachoeira, a direita; vai por este contraforte em demanda da confluência dos ribeirões Campo Alegre e Cachoeira, formadores do ribeirão Mato Dentro; segue pelo contraforte intermediário entre os ribeirões Campo Alegre e Mato Dentro, até o divisor entre o ribeirão Campo Alegre e o córrego Corisco; caminha por este divisor em demanda da cabeceira nororiental do córrego Corisco; desce por este até o ribeirão Palmital; desce por este até sua fóz no ribeirão do Cordeiro, pelo qual desce até sua fóz no rio do Peixe; sobe por este até a fóz do ribeirão do Sertãozinho.
6 – COM O MUNICÍPIO DE LAGOINHA
Começa no rio do Peixe, na fóz do ribeirão do Sertãozinho, sobe pelo ribeirão do Sertãozinho até o córrego da Onça, pelo qual sobe até sua cabeceira mais ocidental, junto ao pico da Embira, na serra da Embira; segue pela crista da serra da Embira até entroncar com a serra do Quebra-Cangalha.
7 – COM O MUNICÍPIO DE APARECIDA
Começa na serra do Quebra-Cangalha, no ponto de entroncamento com a serra da Embira; segue pela cumiada da serra do Quebra-Cangalha até cruzar com o divisor que deixa, à direita, as águas do ribeirão São Gonçalo, e, à esquerda, as do ribeirão dos Motas; segue por este divisor e pelo que deixa, à direita, o córrego dos Bicudos e, à esquerda, o ribeirão dos Motas, indo até a fóz destes dois cursos; desce pelo ribeirão dos Motas até a fóz do córregos dos Lemes, vai, daqui, em reta, ao marco do quilômetro 296 da Estrada de Ferro Central do Brasil; segue em reta ao ponto, no rio Paraíba, que fica distante cerca de 2.000 metros acima da fóz do ribeirão de Guaratinguetá; sobe pelo rio Paraíba, até a fóz da Água do Neves; vai, em reta, a foz do ribeirão do Putim, no rio Paraíba, e sobe pelo rio até a fóz do córrego do Rosário.
8 – COM O MUNICÍPIO DE PINDAMONHANGABA
Começa no rio Paraíba na fóz do córrego do Rosário, pelo qual sobe, até sua cabeceira no espigão que deixa, à direita, as águas do ribeirão dos Buenos ou Moreiras, e, a esquerda, as do ribeirão Grande ou Tolequera; segue pelo espigão em demanda da fóz do ribeirão dos Guarulhos no ribeirão dos Buenos ou Moreiras; segue pelo espigão intermediário entre esses dois cursos até cruzar com o divisor que deixa, à esquerda, as águas do ribeirão dos Buenos ou Moreira e, à direita, as do rio Guaratinguetá; segue por este divisor até encontrar a crista da serra da Mantiqueira, onde tiveram inicio estes limites.
 
MUNICÍPIO DE GUAREÍ
(Instalado em 1881)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O MUNICÍPIO DE BOFETE
Começa no divisor entre as águas do rio Capivari, ao Sul, e as do rio Jacú, ou Jacuzinho, ao Norte, em frente a cabeceira mais oriental do córrego da Divisa, e por este divisor prossegue até o morro da Fortaleza; continúa pelo espigão mestre entre as águas dos ribeirões Santo Inácio e as do Capivarí, até cruzar com o contraforte entre as águas do ribeirão Palmeiras, e as do rio Santo Inácio.
2 – COM O MUNICÍPIO DE PORANGABA
Começa no espigão mestre Santo Inácio-Capivarí, onde ele cruza com o contraforte entre as águas do ribeirão Palmeiras, à direita, e as do rio Santo Inácio, à esquerda; segue pelo espigão mestre e pelo espigão da Areia Branca, até entroncar no divisor entre o ribeirão Aleluia, de um lado, e rio Feio do outro.
3 – COM O MUNICÍPIO DE TATUÍ
Começa no espigão da Areia Branca, onde cruza com o divisor Feio-Aleluia; prossegue por aquele espigão até a cabeceira mais setentrional do ribeirão das Araras, pelo qual desce até o rio Tatuí. 
4 – COM O MUNICÍPIO DE ITAPETININGA
Começa na fóz do ribeirão das Araras, no rio Tatuí; sobe por este até a sua cabeceira mais meridional; continua pelo espigão que deixa, ao Norte, as águas do rio Guareí, e ao Sul, as do rio Itapetininga, até encontrar a cabeceira mais oriental do ribeirão dos Macacos, pelo qual desce até a fóz do córrego de Antonio Furtado; vai daí em reta, à fóz do córrego Vassoura, no ribeirão da Corrução.
5 – COM O MUNICÍPIO DE ANGATUBA
Começa na foz do córrego Vassoural, no ribeirão da Corrução; sobe por este e pelo galho que atravessa o bairro do ribeirão Grande, até sua cabeceira; transpõe o espigão em demanda da cabeceira mais oriental do ribeirão Grande, desce por este até o rio Guareí e por este, ainda até a fóz do córrego da Conquista, pelo qual sobe até o morro desse nome; parte daqui a procura da forquilha entre as duas águas das cabeceira principais do ribeirão do Sargento e, por este abaixo até sua fóz no rio Capivarí, e por este, ainda, até a fóz do ribeirão Restinga Comprida; continua depois pelo espigão que deixa, a Leste, as águas do rio Capivari e, ao Oeste, as do rio Jacú, ou Jacuzinho, até frontear a cabeceira mais oriental do córrego da Divisa, onde tiveram inicio estes limites.
 
MUNICÍPIO DE GUARIBA
(Instalado em 1918)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O MUNICÍPIO DE TAQUARITINGA
Começa no córrego do Luciano, na fóz do córrego Cucui, vai em reta à fóz do córrego Gengibre, no ribeirão Bom Fim; segue por nova reta à cabeceira mais oriental do córrego da fazenda Cruzeiro; desce por este até o córrego do Côco e por este ainda até a fóz do córrego da fazenda do Côco.
2 – COM O MUNICÍPIO DE JABUTICABAL
Começa no córrego do Côco, na fóz do córrego da fazenda do Côco, vai, daí, em reta, à fóz do córrego Estiva, no córrego Fundo; desce por este até o ribeirão Gordura; sobe por este até a fóz do córrego dona Zilda e por este ainda até sua cabeceira mais oriental; segue pelo espigão que contorna as águas do córrego Anhumas, até encontrar a cabeceira mais ocidental do córrego Santa Izabel e por este abaixo até o rio Mogi Guaçú e por este ainda, até a fóz do córrego da Lagoa.
3 – COM O MUNICÍPIO DE BARRINHA
Começa no rio Mogi-Guaçú, na fóz do córrego da Lagôa; sobe por este até sua cabeceira, continua pelo contraforte que deixa, à direita, o córrego Monte Sereno, até cruzar com o divisor entre as águas do rio Mogi-Guaçú, à direita, as águas do córrego do Moinho, prossegue por este contraforte em demanda da fóz do córrego do Moinho, no ribeirão da Onça.
4 – COM O MUNICÍPIO DE RIBEIRÃO PRETO
Começa na fóz do córrego do Moinho, no ribeirão da Onça; sobe por aquele até sua cabeceira; ganha a cabeceira mais setentrional do córrego Piraju, pelo qual desce até a fóz do córrego da fazenda São Luiz, vai daí em reta a cabeceira do galho da esquerda do córrego Guarani, pelo qual desce até o rio Mogi-Guaçú.
5 – COM O MUNICÍPIO DE ARARAQUARA
Começa no rio Mogi-Guaçú, na fóz do córrego Guarani; desce por aquele até a fóz do ribeirão Lajeado; sobe por este até a fóz do córrego do Luciano.
6 – COM O MUNICÍPIO DE MATÃO
Começa no ribeirão Lajeado, na fóz do córrego do Luciano; sobe por este até a fóz do córrego Cucui, onde tiveram inicio estas divisas.
b) DIVISAS INTERDISTRITAIS
1 – ENTRE OS DISTRITOS DE GUARIBA E PRADÓPOLIS
Começa no rio Mogi-Guaçú, na fóz do ribeirão Lajeado; desce pelo rio Mogi-Guaçú, até a fóz do córrego Santa Izabel.
 
MUNICÍPIO DE GUARUJÁ
(Instalado em 1939)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O MUNICÍPIO DE SANTOS
Começa na barra do porto de Santos; segue pelo estuário até a barra do canal da Bertioga, e continua pelo leito dêste até o mar.
b) DIVISAS INTERDISTRITAIS
1 – ENTRE OS DISTRITOS DE GUARUJÁ E VICENTE DE CARVALHO
Começa no estuário na fóz do rio Santo Amaro, pelo qual sobe até sua cabeceira; segue pelo espigão que separa as águas que vertem para o Oceano Atlântico, à direita, das que correm para o canal da Bertioga, à esquerda, em demanda da cabeceira do rio Crumaú, pelo qual desce até sua fóz no Largo de Candinho no canal de Bertioga.
 
MUNICÍPIO DE GUARULHOS
(Instalado em 1881)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O MUNICÍPIO DE MAIRIPORÃ
Começa na serra de Pirucaia, onde cruza com a serra do Capitão Freire ou da Mata Fria, prossegue pela serra da Pirucaia até encontrar o divisor entre as águas do ribeirão Tapera Grande, à esquerda, e as do ribeirão Pinheirinho ou Quilombo, cabeceiras do rio Juqueri, a direita.
2 – COM O MUNICÍPIO DE NAZARÉ PAULISTA
Começa no espigão mestre Tietê-Juqueri, onde este cruza com o divisor entre as águas do ribeirão Tapera Grande, a leste, e as do ribeirão Pinheirinho ou Quilombo, cabeceiras do rio Juqueri, a oeste; segue pelo espigão mestre, que ai tem o nome local de serra do Itaberaba ou Gil, até cruzar com o divisor que deixa, à direita as águas do ribeirão Itaberaba do Jaguari, afluente do rio Paraíba, e, à esquerda, as do ribeirão Pirapora.
3 – COM O MUNICÍPIO DE SANTA ISABEL
Começa na serra do Gil ou de Itaberaba, onde esta cruza com o divisor entre as águas do rio Itaberaba do Jaguarí, afluente do rio Paraíba, à direita, e as do ribeirão Pirapora, à esquerda, segue por êste divisor, em demanda da confluência do ribeirão Itaberaba do Jaguari, no rio Jaguari; sobe por êste e pelo córrego do Morro Grande, que fica na margem direita até sua cabeceira no Morro Grande, deste ponto prossegue pelo divisor fronteiro em demanda da confluência do córrego do Taboão ou Fontes, no rio Baquirivú-Guaçú, sobe por aquele até sua cabeceira no espigão entre as águas do rio Baquirivú-Guaçú e as dos ribeirões Boava e Água Branca.
4 – COM O MUNICÍPIO DE ITAQUAQUECETUBA
Começa no espigão entre as águas dos rios Baquirivú-Guaçú e Tietê, na cabeceira do córrego Taboão ou Fontes; segue pelo espigão até a cabeceira do córrego Pirati-Mirim, pelo qual desce até sua fóz no rio Tietê.
5 – COM O MUNICÍPIO DE SÃO PAULO
Começa no rio Tietê, na fóz do córrego Pirati-Mirim; desce pelo rio Tietê até a fóz do rio Cabuçú de Cima ou Guapiara; sobe por este até sua cabeceira, no divisor da margem esquerda do córrego da Cachoeira; segue por este divisor e continua pela serra do Pirucaia, até cruzar com a serra do Capitão Freire ou Mata Fria, onde tiveram inicio estes limites.
 
MUNICÍPIO DE HERCULÂNDIA
(Instalado em 1945)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O MUNICÍPIO DE TUPÃ
Começa no ribeirão Picadão das Araras, na fóz do córrego do Urubu, pelo qual sobe até sua cabeceira; segue pelo divisor Picadão das Araras – Pitangueiras, até a cabeceira da água de João Antunes; desce por esta água até sua fóz no ribeirão Pitangueiras, pelo qual sobe até sua cabeceira norocidental, que passa na propriedade de João de Lima, no espigão mestre Peixe – Feio ou Aguapeí; daí segue pelo contraforte fronteiro entre o córrego da Granada, à esquerda e o ribeirão Iacri, à direita, até a cabeceira da água de João Martins, pela qual desce até sua fóz no córrego da Granada; segue pelo contraforte fronteiro até cruzar com o divisor que deixa, à direita, o córrego Granada; segue por este divisor até cruzar com o contraforte entre o córrego Macaco, à direita, e o córrego do Vió, à esquerda; prossegue por este contraforte em demanda da fóz do córrego do Vió, no ribeirão Iacri; dêste ponto continúa pelo contraforte fronteiro até o divisor entre as águas do ribeirão Iacri, à esquerda, e as do ribeirão Caingang ou Guaporanga, à direita; segue por este divisor até o divisor entre as águas do ribeirão Caingang ou Guaporanga e ribeirão Coioí, prossegue por este divisor até cruzar com o contraforte da margem esquerda do córrego da Ligação.
2 – COM O MUNICÍPIO DE POMPÉIA
Começa no divisor entre as águas do ribeirão Coioí, de um lado, e as do ribeirão Caingang ou Guaporanga, do outro, no ponto de cruzamento com o contraforte da margem esquerda do córrego da Ligação; prossegue por este contraforte até a fóz do córrego da Ligação no córrego Barreirão.
3 – COM O MUNICÍPIO DE QUINTANA
Começa no córrego Barreirão, na fóz do córrego da Ligação; sobe pelo córrego Barreirão até sua cabeceira no divisor entre as águas do ribeirão Caingang ou Guaporanga, de um lado, e as do ribeirão Iacri, de outro lado; segue por este divisor até o contraforte da margem direita do córrego Carú; prossegue por este contraforte até a fóz do córrego Carú, no córrego Juliápolis; segue em reta a fóz do córrego Perenê, no ribeirão Iacri; sobe pelo ribeirão Iacri até a fóz do córrego Tchê, pelo qual sobe até sua cabeceira no espigão mestre Feio ou Aguadeí – Peixe; segue pelo espigão mestre até a cabeceira do córrego Aldeia Grande, pelo qual desce até a cabeceira do córrego Aldeia Grande, pelo qual desce o ribeirão Picadão das Araras, dêste ainda por êste até a foz do córrego da Urubu, onde tiveram inicio estes limites.
b) DIVISAS INTERDISTRITAIS
1 – ENTRE OS DISTRITOS DE HERCULÂNDIA E JULIÂNIA
Começa no divisor Granada – Iacri, no ponto de cruzamento com o contraforte da margem esquerda do córrego Barro Preto; segue por este contraforte em demanda da fóz do córrego Gonheri, no ribeirão Iacri; segue pelo contraforte que deixa, a direita, o córrego Gonheri, até encontrar a reta que da fóz do córrego Carú, no córrego Juliápolis, vai à fóz do córrego Perenê, no ribeirão Iacri.
 
MUNICÍPIO DE IACANGA
(Instalado em 1925)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O MUNICÍPIO DE REGINÓPOLIS
Começa no espigão entre as águas do rio Tietê, à direita, e as do rio Batalha, à esquerda, na cabeceira mais ocidental da água do Meio; segue pelo espigão até alcançar a cabeceira sudocidental do ribeirão Doce, pelo qual desce até o rio Tietê.
2 – COM O MUNICÍPIO DE BORBOREMA
Começa no rio Tietê, na fóz do ribeirão Doce, sobe por aquele até a fóz do ribeirão dos Porcos.
3 – COM O MUNICÍPIO DE IBITINGA
Começa no rio Tietê, na fóz do ribeirão dos Porcos; sobe pelo primeiro até a fóz do rio Jacaré-Pepira.
4 – COM O MUNICÍPIO DE ITAJÚ
Começa no rio Tietê, n afóz do rio Jacaré-Pepira; sobe por aquele até a fóz do córrego Santa Clara.
5 – COM O MUNICÍPIO DE AREALVA
Começa no rio Tietê, na fóz do córrego Santa Clara; sobe por este até sua cabeceira mais ocidental no divisor entre as águas do rio Claro, à direita, e as do rio Tietê, a esquerda; segue por este divisor até entroncar com o contraforte entre o rio Claro, à direita, e o córrego Jacuba, à esquerda; segue por este contraforte até a fóz do córrego Jacuba, no rio Claro; sobe pelo rio Claro até a foz da água do Meio, pela qual sobe até sua cabeceira mais ocidental; no espigão entre as águas dos rios Tietê e Batalha, onde tiveram inicio estes limites.
 
MUNICÍPIO DE IBATÉ
(Criado em 1954)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O MUNICÍPIO DE ARARAQUARA
Começa no rio Jacaré-Guaçú, na fóz do ribeirão Laranjal, pelo qual sobe até a sua cabeceira mais oriental, continua pelo divisor que deixa, à direita, as águas do rio Jacaré-Guaçú, e, à esquerda, as do ribeirão Corrente, em demanda da fóz do córrego Dobrado, no ribeirão Corrente; sobe pelo córrego Dobrado até sua nascente e vai, em reta, até o marco do KM. 228 da Companhia Paulista de Estradas de Ferro, cerca de dois quilômetros, a oeste, da estação de Tamoio; daí, vai, em reta, à nascente do córrego da Várzea, pelo qual desce até o rio Chibarro; prossegue, daí, pelo contraforte fronteiro, até o divisor que deixa, à direita, as águas do rio Chibarro e, à esquerda, as do ribeirão das Anhumas, até o divisor Anhumas-Cabaceiras; continua por êste divisor a procura da cabeceira mais meridional do córrego Olhos d’Água, pelo qual desce até sua fóz, no córrego das Cabeceiras.
2 – COM O MUNICÍPIO DE SÃO CARLOS
Começa no córrego das Cabaceiras, na fóz do córrego Olhos d’Água; sobe pelo córrego das Cabaceiras até sua cabeceira mais meridional, no divisor Cabaceiras-Chibarro; alcança na contravertente a cabeceira do córrego da Fazenda Aparecida, pelo qual desce até sua fóz no rio Chibarro; sobe pelo rio Chibarro até a fóz do córrego da Fazenda Embaré; continua pelo espigão intermediário entre essas duas águas até o divisor Chibarro-CãCã; continua por êste divisor até o contraforte entre os dois galhos principais, formadores do ribeirão Cã-Cã; segue por êste contraforte até a confluência desses galhos e desce pelo ribeirão Cã-Cã, até sua foz, no rio Monjolinho; desce por este até sua fóz no rio Jacaré-Guaçú.
3 – COM O MUNICÍPIO DE RIBEIRÃO BONITO
Começa no rio Jacaré-Guaçú, na fóz do rio Monjolinho; desce pelo rio Jacaré-Guaçú, até a fóz do ribeirão Laranjal, onde tiveram inicio estes limites.
 
MUNICÍPIO DE IBIRÁ
(Instalado em 1922)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O MUNICÍPIO DE POTIRENDABA
Começa no rio Cubatão, na fóz do ribeirão Barra Grande, pelo qual sobe até a fóz do córrego Pedrinhas; segue pelo espigão que deixa, à direita, as águas da Barra Grande e córrego Água Santa, e à esquerda, as águas do córrego Pedrinhas, até cruzar com o espigão da margem direita do córrego Cana do Reino; segue pelo contraforte em demanda da fóz do córrego Cana do Reino, no córrego Paula Vieira.
2 – COM O MUNICÍPIO DE CEDRAL
Começa no córrego Paula Vieira, na fóz do córrego Cana do Reino; desce por aquele até a fóz do córrego da Limeira; continua pelo contraforte entre as águas do córrego da Limeira, à esquerda, e as do ribeirão Taperão, à direita, até entroncar no espigão mestre das águas do rio São Domingos, à esquerda, e as do Cubatão, à direita.
3 – COM O MUNICÍPIO DE UCHÔA
Começa no espigão entre as águas dos rios São Domingos e Cubatão, no ponto de cruzamento com o contraforte entre as águas do córrego da Limeira, à direita, mestre até cruzar com o contraforte que deixa, à direita, as águas do córrego Matão.
4 – COM O MUNICÍPIO DE CATANDUVA
Começa no espigão mestre entre as águas dos rios São Domingos e Cubatão, no cruzamento com o contraforte da margem esquerda do córrego Matão; caminha pelo espigão mestre até a cabeceira do córrego da Limeira; pelo qual desce até sua fóz no córrego das Bicas; continua por este até a fóz do córrego Sobradinho e, por este, sobe até sua cabeceira mais meridional; segue em reta à cabeceira do córrego São Berto, pelo qual desce até sua fóz no rio Cubatão.
5 – COM O MUNICÍPIO DE URUPÉS
Começa no rio Cubatão, na fóz do córrego São Berto; desce por aquele até a fóz do ribeirão Barra Grande, onde tiveram inicio estes limites.

MUNICÍPIO DE IBIRAREMA

(Instalado em 1945)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O MUNICÍPIO DE PALMITAL
Começa no rio Paranapanema, na fóz do ribeirão d’Alho ou Coimbra, pelo qual sobe até a fóz do córrego Lajeado; sobe por este até sua cabeceira; segue pelo divisor que deixa, à direita, as águas dos ribeirões Pau d’Alho e Santa Rosa e, a esquerda, as do córrego Água Nova, em demanda da cabeceira do córrego da Onça.
2 – COM O MUNICÍPIO DE PLATINA
Começa no divisor entre as águas do córrego Água Nova e ribeirão Santa Rosa, na cabeceira do córrego da Onça, pelo qual desce até sua fóz no ribeirão Santa Rosa.
3 – COM O MUNICÍPIO DE CAMPOS NOVOS PAULISTA
Começa na fóz do córrego da Onça, no ribeirão Santa Rosa; desce pelo ribeirão Santa Rosa até o rio Novo pelo qual desce até a foz do córrego do Pântano.
4 – COM O MUNICÍPIO DE SALTO GRANDE
Começa na fóz do córrego Pântano, no rio Novo; desce por este até a fóz do córrego
à cabeceira do córrego Distrital, pelo qual desce até sua fóz no córrego Azul ou Sul; segue em reta, a cabeceira do córrego das Pedras ou Saguaragi; desce por este até o ribeirão Vermelho e por êste, ainda, até sua fóz no rio Paranapanema.
5 – COM O ESTADO DO PARANÁ
Começa no rio Paranapanema na fóz do ribeirão Vermelho; segue pelas divisas com o Estado do Paraná até a fóz do ribeirão Pau d’Alho ou Coimbra, no rio Paranapanema, onde tiveram inicio estes limites.
 
MUNICÍPIO DE IBITINGA
(Instalado em 1890)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O MUNICÍPIO DE BORBOREMA
Começa no rio Tietê, na fóz do ribeirão dos Porcos; sobe por êste até a fóz do rio São Lourenço e por êste até a fóz do córrego da Roseira.
2 – COM O MUNICÍPIO DE ITÁPOLIS
Começa no rio São Lourenço, na fóz do córrego da Roseira; sobe pelo rio São Lourenço, até a foz do córrego Matãozinho; sobe pelo córrego Matãozinho e pelos córregos Cacimba e Algodoal, até sua cabeceira sudoriental no espigão que deixa, à direita, as águas do ribeirão São João e, a esquerda, as do rio São Lourenço, segue por êste espigão até a cabeceira do córrego Macaúba.
3 – COM O MUNICÍPIO DE TABATINGA
Começa no espigão entre as águas do rio São Lourenço, ao Norte, e as do ribeirão São João, ao Sul, na cabeceira do córrego Macaúba; desce por este até a fóz no córrego Santana, pelo qual desce até sua fóz no ribeirão São João; desce por êste até a fóz do córrego Graminha, pelo qual sobe até sua cabeceira; continua pelo espigão São João – Jacaré-Guaçú, até cruzar com o contraforte que deixa, à esquerda as águas do ribeirão Jacú; continua por êste contraforte em demanda da fóz do córrego Jacu, no rio Jacaré-Guaçú; continua por este acima até a fóz do rio Itaquerê.
4 – COM O MUNICÍPIO DE NOVA EUROPA
Começa no rio Jacaré-Guaçú, na fóz do rio Itaquerê, sobe pelo rio Jacaré-Guaçú até a ponte da estrada de rodagem que vai da usina Itaquerê ao retiro da fazenda do mesmo nome, à margem esquerda do rio Jacaré-Guaçú.
5 – COM O MUNICÍPIO DE BOA ESPERANÇA DO SUL
sobe pelo rio Jacaré-Guaçú, até a ponte da estrada de rodagem que vai da usina Itaquerê ao retiro da fazenda do mesmo nome, a margem esquerda do rio Jacaré-Guaçú; daí, vai em reta, à cabeceira mais setentrional do córrego das Perdizes, pelo qual desce até sua fóz no rio Jacaré-Pepira.
6 – COM O MUNICÍPIO DE ITAJÚ
Começa no rio Jacaré-Pepira, na fóz do córrego das Perdizes; vai por aquele abaixo, até sua fóz no rio Tietê.
7 – COM O MUNICÍPIO DE IACANGA
Começa no rio Tietê, na fóz do rio Jacaré-Pepira; desce pelo primeiro até a fóz do ribeirão dos Porcos, onde tiveram inicio este limites.
b) DIVISAS INTERDISTRITAIS
1 – ENTRE OS DISTRITOS DE CAMBARATIBA E IBITINGA
Começa no rio São Lourenço, na fóz do córrego Baixadão, pelo qual sobe até sua cabeceira, no divisor São Lourenço – Santa Maria; daí, vai em reta, a cabeceira do córrego Santa Maria, pelo qual desce até a sua fóz no rio Tietê.
 
MUNICÍPIO DE IBIUNA
(Instalado em 1857)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O MUNICÍPIO DE PIEDADE
Começa no rio Juquiá, na fóz do rio do Peixe, sobe por êste até a fóz do ribeirão das Pedras ou Malacacheta, prossegue pelo contraforte fronteiro entre as águas do ribeirão das Pedras ou Malacacheta, a direita, e as do rio do Peixe, a esquerda, até o ponto onde é cortado pelo reta de rumo N – S que vem do rio do Peixe, na fóz do córrego Furriel; segue por esta reta até a citada fóz, sobe pelo rio do Peixe até a fóz do córrego da Colônia Perazzi; sobe pelo córrego da Colônia Perazzi até sua cabeceira no espigão mestre Juquiá – Sorocaba; segue pelo espigão mestre que é a serra do Paranapiacaba, até cruzar com o divisor entre as águas do ribeirão do Colégio e ribeirão Parurus, a direita, e as do rio Pirapora, a esquerda; caminha por êste divisor até o contraforte da margem direita do córrego que vem dos Ortizes; segue por êste contraforte em demanda da fóz do córrego que vem dos Ortizes, no ribeirão Parurús, fóz esta que ocorre logo acima da povoação de Parurús; daí vai em reta, à foz do córrego da Represa, no ribeirão Parurús, pelo qual desce até a represa do rio Sorocaba.
2 – COM O MUNICÍPIO DE SOROCABA
Começa na represa do rio Sorocaba, na fóz do ribeirão Parurús; segue pela represa até a fóz do córrego Carafá.
3 – COM O MUNICÍPIO DE SÃO ROQUE
Começa na represa do rio Sorocaba, na fóz do córrego Carafá; segue pela represa até a foz do córrego da Represa, pelo qual sobe até sua cabeceira mais oriental; continua pelo espigão em demanda da fóz do ribeirão da Ponte Lavrada, no rio Soroca-Mirim; sobe por este até a fóz no ribeirão Vargem Grande.
4 – COM O MUNICÍPIO DE COTIA
Começa no rio Sorocá-Mirim, na fóz do ribeirão da Vargem Grande; sobe por aquele até sua cabeceira mais meridional; prossegue pelo espigão que deixa, a esquerda as águas dos rios Capivari e Cotia, e as do rio Laranjeiras a direita, até a serra de Itatuba, na cabeceira mais oriental do rio Laranjeiras.
5 – COM O MUNICÍPIO DE ITAPECERICA DA SERRA
Começa na serra de Itatuba, na cabeceira mais oriental do rio Laranjeiras, desce por êste até sua fóz no rio Juquia-Guaçú; desce por este até a fóz do córrego do Engano.
6 – COM O MUNICÍPIO DE MIRACATÚ
Começa no rio Juquiá – Guaçú, na fóz do córrego do Engano; desce por aquele até a fóz do rio do Peixe onde tiveram inicio estes limites.
 
MUNICÍPIO DE ICEM
(Criado em 1954)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O MUNICÍPIO DE PAULO DE FARIA
Começa no rio Turvo, na fóz do córrego Pitu, de onde vai em reta ao córrego Turvo - Grande, na cabeceira do córrego Porto Velho, pelo qual desce até a fóz Turvo Grande.
2 – COM O ESTADO DE MINAS GERAIS
Começa no rio Grande, na fóz do córrego Porto Velho; segue pelas divisas com o Estado de Minas Gerais até a fóz do ribeirão Santana.                     .
3 – COM O MUNICÍPIO DE GUARACÍÍ
Começa no rio Grande, na fóz do ribeirão Santana pelo qual sobe até a fóz do córrego Coqueiros, sobe pelo córrego Coqueiros até sua cabeceira; segue pelo divisor entre os córregos dos Fatos e Rico, a direita, e o ribeirão Santana, a esquerda, até cruzar com o contraforte da margem direita do córrego Antonio Bianco.
4 – COM O MUNICÍPIO DE OLÍMPIA
Começa no divisor entre as águas do córrego Rico e o ribeirão Santana, no ponto de cruzamento com o contraforte da margem direita do córrego Antonio Bianco; segue por este contraforte em demanda da fóz do córrego de Antonio Bianco, no córrego Rico, pelo qual sobe até a confluência dos seus dois galhos formadores; daí, vai em reta, em direção aproximadamente sudoeste, até a cabeceira mais setentrional do córrego da Areia pelo qual desce até sua fóz no rio Turvo.
5 – COM O MUNICÍPIO DE NOVA GRANADA
Começa no rio Turvo, na fóz do córrego da Areia; desce pelo rio Turvo até a fóz do córrego Piau, onde tiveram inicio estes limites.
 
MUNICÍPIO DE IEPÊ
(Instalado em 1945)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O MUNICÍPIO DE MARTINÓPOLIS
Começa no ribeirão Laranja Doce, na fóz do córrego Poço; sobe por este até sua cabeceira no espigão entre as águas do ribeirão Laranja Doce e ribeirão Jaguaretê; segue por esse espigão até o contraforte entre as águas do córrego Cambara, à esquerda, e córregos Antonio Nantes e da Lagoa, a direita; continua por esse contraforte até a fóz do ribeirão Claro, no ribeirão Jaguaretê.
2 – COM O MUNICÍPIO DE RANCHARIA
Começa no ribeirão Jaguaretê, na fóz do ribeirão Claro; segue por este até a fóz da água do Arroz, segue em reta de rumo Oeste – Leste até encontrar o espigão Jaguaretê – Capivara; segue por este espigão até a cabeceira da água da Fahula; desce por esta até a sua fóz no ribeirão Bonito; desce por este até o rio Capivara.
3 – COM O MUNICÍPIO DE MARACAÍ
Começa no rio Capivara na fóz do ribeirão Bonito; desce pelo rio Capivara até sua fóz no rio Paranapanema.
4 – COM O ESTADO DO PARANÁ
Começa no rio Paranapanema, na foz do rio Capivara; segue pelas divisas com o Estado do Paraná até a fóz do ribeirão Laranja Doce.
5 – COM O MUNICÍPIO DE TACIBA
Começa no rio Paranapanema, na fóz do ribeirão Laranja Doce pelo qual sobe até a fóz do córrego do Bocó, onde tiveram inicio estes limites.
b) DIVISAS INTERDISTRITAIS
1 – ENTRE OS DISTRITOS DE NANTES E IEPÊ
Começa no ribeirão Jaguaretê, na fóz do ribeirão Claro; desce pelo ribeirão Jaguaretê, até sua fóz no rio Paranapanema.
 
MUNICÍPIO DE IGARAÇÚ
(Criado em 1954)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O MUNICÍPIO DE MACATUBA
Começa no rio Lençóis, na fóz do ribeirão Paraíso; desce pelo rio Lençóis até sua fóz no rio Tietê.
2 – COM O MUNICÍPIO DE BARRA BONITA
Começa na fóz do rio Lençóis no rio Tietê, pelo qual sobe até a fóz do córrego Saltinho.
3 – COM O MUNICÍPIO DE SÃO MANUEL
Começa no rio Tietê, na fóz do córrego Saltinho, pelo qual sobe até sua nascente mais ocidental; continua em reta à nascente do córrego da Divisa ou Olho d’Água, pelo qual desce até sua fóz no ribeirão da Posse; desce duzentos metros e, daí, vai em reta Leste – Oeste até o ribeirão Santo Antonio, pelo qual desce até o ribeirão Paraíso e por êste até sua fóz no rio Lençóis, onde tiveram inicio estes limites.
 
MUNICIPIO DE IGARAPAVA
(Instalado em 1874)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O ESTADO DE MINAS GERAIS
Começa na fóz do rio do Carmo no Rio Grande; segue pelas divisas com o Estado de Minas Gerais até a fóz do córrego Sucuri.
2 – COM O MUNICÍPIO DE RIFAINA
Começa no rio Grande, na fóz do córrego Sucuri, pelo qual sobe até o ponto onde é cortado por uma reta de rumo Leste-Oeste, que vem da extremidade mais setentrional da serra da Rifaina.
3 – COM O MUNICÍPIO DE PEDREGULHO
Começa no córrego Sucuri, onde é cortado pela reta de rumo Leste-Oeste, que vem da extremidade mais setentrional da serra da Rifaina, sobe pelo córrego Sucurí, até sua cabeceira; daí vai em reta à fóz do córrego de José Tomaz, no ribeirão Taquaral; daí prossegue por nova reta, à fóz do córrego de Sergio de Paula, no ribeirão São Pedro; sobe por aquele até a lagoa na sua cabeceira; atinge o espigão entre as águas do ribeirão São Pedro e córrego da Posse; prossegue por este espigão até a cabeceira mais meridional do córrego da Posse; vai daí em reta à cabeceira mais meridional do córrego do Campo Mimoso, pelo qual desce até sua fóz no ribeirão do Pari.
4 – COM O MUNICÍPIO DE BURITIZAL
Começa no ribeirão do Pari, na fóz do córrego do Campo Mimoso; desce pelo ribeirão do Parí até sua fóz no ribeirão do Fundão, pelo qual sobe até a fóz do córrego Cachoeira; sobe por este córrego e pelo córrego da Matinha até a cabeceira do seu galho mais ocidental no espigão entre o córrego da Matinha, à direita, e o córrego Pedra Branca, à esquerda; prossegue por este espigão até o divisor entre os córregos do Paraíso e Pedra Branca; segue por este divisor até a cabeceira do córrego dos Menezes, pelo qual desce até sua fóz no córrego Pedra Branca; sobe pelo córrego Pedra Branca até a fóz do córrego dos Camilos, pelo qual sobe até a cabeceira do seu galho mais ocidental no contraforte entre os córregos dos Camilos e Canindé; segue por este contraforte até o divisor entre as águas dos córregos Pedra Branca e ribeirão da Bandeira; continua por este divisor até o contraforte entre o córrego da Estivinha, à direita, e ribeirão da Bandeira, a esquerda; prossegue por este contraforte em demanda da fóz do ribeirão da Bandeira, no rio do Cacho.
5 – COM O MUNICÍPIO DE ITUVERAVA
Começa na fóz do ribeirão da Bandeira, no rio do Camilos; segue por este até a fóz do córrego do Limão.
6 – COM O MUNICÍPIO DE MIGUELÓPOLIS
Começa na fóz do rio do Carmo, na fóz do córrego do Limão, desce pelo rio do Carmo até sua fóz no rio Grande, onde tiveram inicio estes limites.
b) DIVISAS INTERDISTRITAIS
1 – ENTRE OS DISTRITOS DE ARAMINA E IGARAPAVA
Começa no rio Grande, na fóz do ribeirão das Tabocas, sobe por este e pelo córrego da Limeira até sua cabeceira mais meridional; alcança a estrada velha que ia a vila do Buritizal e pelo seu eixo caminha até cruzar com o divisor entre os córregos do Paraíso e Pedra Branca.
 
MUNICÍPIO DE IGARATÁ
(Criado em 1954)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O MUNICÍPIO DE NAZARÉ PAULISTA
Começa no divisor do espigão entre as águas dos rios Jaguari e Atibaia, no ponto de cruzamento com a serra da Boa Vista; segue pelo divisor do espigão entre as águas do ribeirão do Funil e ribeirão dos Machados, à direita, e as do ribeirão do Pião, à esquerda, passando pela Serrinha até o contraforte entre as águas do ribeirão do Pião e as do córrego dos Leites.
2 – COM O MUNICÍPIO DE PIRACAIA
Começa no divisor do espigão entre as águas do rio Atibaia, a esquerda, e as do ribeirão dos Machados, a direita, no ponto de cruzamento com o contraforte entre o ribeirão do Pião e o córrego dos Leites, segue pelo divisor do espigão entre o rio Atibaia, de um lado, e o ribeirão dos Machados e rio das Cobras, do outro lado, passando pelo Serrote dos Índios até a cabeceira mais ocidental do rio das Cobras, próxima à serra do Guirra.
3 – COM O MUNICÍPIO DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS
Começa no divisor do espigão entre as águas dos rios Atibaia e das Cobras, na cabeceira mais ocidental do rio das Cobras, próximo a serra do Guirra; desce pelo rio das Cobras, até sua foz no rio do Peixe, pelo qual desce até a fóz do ribeirão Piúva; daí segue pelo contraforte fronteiro até o divisor entre os rios do Peixe e Jaguari.
4 – COM O MUNICÍPIO DE JACAREÍ
Começa no divisor entre os rios do Peixe e Jaguari, no ponto de cruzamento com o contraforte que finda na fóz do ribeirão Piúva, no rio do Peixe; daí segue pelo divisor entre as águas do rio do Peixe, à direita, e as do rio Jaguari, a esquerda, até o contraforte que leva à fóz do córrego da Divisa, no rio Jaguari; segue por este contraforte até a referida fóz; sobe pelo córrego da Divisa até sua cabeceira no divisor entre as águas do rio Jaguari à direita, e as do ribeirão do Braz, à esquerda; prossegue por este divisor até a cabeceira mais oriental do córrego Santa Cruz, pelo qual desce até sua fóz no ribeirão Santo Ângelo.
5 – COM O MUNICÍPIO DE SANTA ISABEL
Começa no ribeirão Santo Ângelo, na fóz do córrego Santa Cruz; desce pelo ribeirão Santo Ângelo até sua foz no ribeirão do Ferreira, pelo qual desce até sua fóz no rio Jaguari; sobe pelo rio Jaguari até a fóz do ribeirão do Funil; daí continua pelo contraforte fronteiro e pelo divisor entre as águas dos ribeirões do Funil e da Boa Vista, à direita, e as do ribeirão Jararaca, a esquerda, até a serra da Boa Vista, por cuja cumiada prossegue até cruzar com o divisor do espigão entre as águas dos rios Jaguari e Atibaia, onde tiveram inicio estes limites.
 
MUNICÍPIO DE IGUAPE
(Instalado em 1639)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O MUNICÍPIO DE CANANÉIA
Começa na ilha Comprida, no oceano Atlântico, no ponto onde a praia de Fora e atingida por uma reta de rumo Norte-Sul que vem da ponta mais ocidental da ilha do Rodrigues; segue pela referida reta até o mar do Iguape; continua pelo mar de Iguape até a foz do rio Cordeiro; sobe pelo rio Cordeiro até a fóz do ribeirão Paranazinho, pelo qual sobe até sua cabeceira mais setentrional, no espigão que deixa, ao Sul, as águas do rio Cordeiro e ao Norte, as do ribeirão Turvo.
2 – COM O MUNICÍPIO DE PARIQUERA-AÇÚ
Começa na cabeceira mais setentrional do ribeirão Paranazinho; segue pelo espigão que separa as águas do ribeirão Paranazinho, à direita, e as do ribeirão do Arataca a esquerda, até a cabeceira mais ocidental do ribeirão do Arataca, pelo qual desce até sua fóz no ribeirão Pariquera-Mirim; desce pelo rio Pariquera-Mirim até sua foz no rio Ribeira de Iguape, pelo qual sobe até a foz do rio Jacupiranga.
3 – COM O MUNICÍPIO DE REGISTRO
Começa no rio Ribeira de Iguape, na fóz do rio Jacupiranga; sobe pelo rio Ribeira de Iguape até a fóz da Lagoa Nova, no rio Ribeira de Iguape; daí segue em reta, a foz do rio Guaviruva, no rio Peropava; sobe pelo rio Peropava até o rio Morro Seco, pelo qual sobe até sua cabeceira, no espigão entre as águas do rio Ribeira de Iguape e as do rio Juquiá.
4 – COM O MUNICÍPIO DE JUQUIÁ
Começa no espigão que deixa, à esquerda, as águas do rio Juquiá e São Lourenço, e, à direita, as do rio Ribeira de Iguape, na cabeceira do ribeirão Morro Seco; segue por este espigão até a cabeceira do ribeirão do Cedro ou Lavrinha.
5 – COM O MUNICÍPIO DE MIRACATÚ
Começa no espigão entre as águas dos rios São Lourenço e Ribeira de Iguape, na cabeceira do ribeirão do Cedro ou Lavrinha, segue por este espigão que tem o nome local de serra do Bananal, até seu entroncamento com o contraforte que separa as águas do ribeirão Bananal, das do rio do Peixe.
6 – COM O MUNICÍPIO DE PEDRO DE TOLEDO
Começa no espigão entre as águas dos rios São Lourenço e Cacunduva, até entroncamento com o contraforte que separa as águas do ribeirão do Bananal das do rio do Peixe; segue pelo espigão que tem o nome de serra dos Itatins, até o entroncamento com o divisor das águas dos rios do Peixe e do Azeite.
7 – COM O MUNICÍPIO DE ITARIRI
Começa no espigão entre as águas dos rios Itariri e Cacunduva, no ponto de cruzamento com o divisor Peixe-Azeite; segue por êste divisor, que tem o nome local de serra dos Itatins até o seu entroncamento com a serra de Peruíbe, que separa as águas dos rios Perequê das do rio Barro Branco.
8 – COM O MUNICÍPIO DE ITANHAEN
Começa no espigão divisor das águas do rio do Azeite e das do rio Itinguçu que tem o nome local de serra dos Itatins, no pião divisor das águas dos rios do Azeite Itinguçu e Guaraú; segue pelo contraforte que separa as águas dos rios Itinguçú de um lado, e Guaraú, de outro, até a cabeceira do córrego do morro do Maceno, pelo qual desce até sua foz no rio Uma do Prelado, pelo qual desce até o estreito do Mangue onde passa a linha telegráfica; ganha a rumo o leito do rio do outro lado do estreito; desce até o mar pelo braço da direita.
 
MUNICÍPIO DE ILHABELA
(Instalado em 1806)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
O município de Ilhabela compreende os arquipélagos de São Sebastião dos Búzios e Vitória.
b) DIVISAS INTERDISTRITAIS
1 – ENTRE OS DISTRITOS DE CAMBAQUARA e ILHABELA
Começa na Pontinha, no canal de São Sebastião; segue pelo contraforte da margem esquerda do córrego Pontinha até cruzar com o divisor que deixa, à esquerda, as águas do córrego Zambuba; continua por este divisor até o pico de São Sebastião; prossegue pela serra até o morro do Ramalho.
2 – ENTRE OS DISTRITOS DE CAMBAQUARA E PARANABÍ
Começa no morro do Ramalho; segue pelo divisor entre as águas do ribeirão do Bonete, à direita, e as dos ribeirões do Engenho e das Enxovas, à esquerda, até a cabeceira do córrego da Toca do Urú; desce por êste até sua barra no Oceano Atlântico.
3 – ENTRE OS DISTRITOS DE ILHABELA E PARANABÍ
Começa no Oceano Atlântico, na barra do ribeirão da Riscada; segue pelo contraforte da margem direita dêste ribeirão até o morro da Caveira; segue pelo divisor entre as águas do ribeirão da Riscada, à direita, e as do ribeirão da Lage, à esquerda, até o morro da Serraria; continua pelo divisor entre as águas dos ribeirões do Cego, das Tocas e Água Branca, à direita, e as dso ribeirões da Lage, Cachoeira da Figueira e do Engenho, à esquerda, até o morro do Ramalho.
ILHAS
Fazem parte integrante do município, a ilha das Cabras que pertence ao distrito de paz de Cambaquara.
Os arquipélagos dos Búzios e Vitória que pertencem ao distrito de paz de Paranabí.
 
MUNICÍPIO DE INDAIATUBA
  (Instalado em 1859)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O MUNICÍPIO DE MONTE MÓR
Começa no divisor entre as águas dos córregos Mandacarú e Santa Idalina, de um lado, e as dos ribeirões Campo Grande ou Monjolo Grande e Caninana, do outro lado, no ponto de entroncamento com o contraforte entre as águas do ribeirão Campo Grande ou Monjolo Grande, à direita, e as do ribeirão Caninana, à esquerda; segue por este contraforte até a fóz do ribeirão Campo Grande ou Monjolo Grande, no rio Capivarí-Mirim; sobe por êste até a fóz do primeiro córrego à margem direita abaixo do córrego Mato Dentro.
2 – COM O MUNICÍPIO DE CAMPINAS
Começa no rio Capivari-Mirim, na fóz do primeiro córrego da margem direita, abaixo do córrego Mato Dentro; sobe pelo rio Capivari-Mirim até o tanque da Fazenda Bom Fim.
3 – COM O MUNICÍPIO DE JUNDIAIÍ
Começa no rio Capivari-Mirim no tanque da Fazenda Bom Fim; sobe pelo córrego da Fazenda Quilombo, sobe por êste até sua cabeceira mais meridional; transpõe o espigão entre as águas do rio Capivari-Mirim, ao Norte, e, as do rio Jundiaí, ao Sul; alcança a cabeceira mais oriental do córrego da Fazenda Itatuba, que nasce ao Norte da Fazenda Santa Tereza; desce por êste até o rio Jundiaí; desce por êste até a fóz do ribeirão Santa Rita; sobe por êste até sua cabeceira mais meridional no espigão mestre entre as águas do rio Tietê, ao Sul, e, as do rio Jundiaí, ao Norte.
4 – COM O MUNICÍPIO DE ITÚ
Começa no espigão mestre entre as águas do rio Jundiaí, ao Norte, e, as do rio Tietê, ao Sul, na cabeceira mais meridional do ribeirão Santa Rita; segue pelo divisor que deixa, à direita, as águas do córrego do Valério, e à esquerda, as do ribeirão Água Branca ou Cana Verde até a fóz do córrego do Valério, no ribeirão da Grama.
5 – COM O MUNICÍPIO DE SALTO
Começa na fóz do córrego do Valério, no ribeirão da Grama; segue em demanda da cabeceira mais oriental do córrego Barreirinho; desce por êste e pela água do Barreiro até o rio Jundiaí, pelo qual sobe até a fóz do córrego Joana Leite; sobe por êste até sua cabeceira mais ocidental, indo depois, pelo divisor fronteiro até o contraforte da margem esquerda do córrego do Garcia; segue por êste contraforte até a fóz do córrego do Garcia, no ribeirão Burú; sobe por este até a fóz do segundo córrego, abaixo da fóz do córrego do Rosa.
6 – COM O MUNICÍPIO DE ELIAS FAUSTO
Começa no ribeirão Burú, na fóz do segundo córrego abaixo da fóz do córrego do Rosa; sobe pelo ribeirão Baurú, até a fóz do córrego Campo Bonito; segue pelo contraforte entre estes dois cursos de água até o espigão de água até o espigão entre as águas dos rios Tietê e Capivari-Mirim; continua por êste espigão até o divisor que deixa, à esquerda, as águas dos córregos Santa Idalina e Mandacarú, e, à direita, as dos ribeirões Campo Grande ou Monjolo Grande e Caninana; segue por êste divisor até seu entroncamento com o divisor entre os ribeirões Campo Grande ou Monjolo Grande e Caninana, onde tiveram inicio estes limites.
 
MUNICÍPIO DE INDIANA
(Criado em 1948)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O MUNICÍPIO DE CAIABÚ
Começa no córrego do Acampamento, num ponto situado a 200 metros à montante do ribeirão Mandaguarí; sobe pelo córrego do Acampamento até a fóz do córrego Saracura; sobe por êste córrego até sua cabeceira; continua pelo divisor entre as águas do ribeirão Santa Tereza, à esquerda, e as do Jacaré, à direita, até cruzar com o contraforte que vem da cabeceira da água de Silvio Genaro.
2 – COM O MUNICÍPIO DE MARTINÓPOLIS
Começa no divisor Jacaré-Santa Tereza, no ponto de cruzamento com o contraforte que vem da cabeceira da água de Silvio Genaro; segue por este contraforte até a referida água, pela qual desce até sua fóz no córrego Jacaré; daí vai, em reta, de rumo aproximadamente N-S, a confluência dos galhos mais oriental e meridional do córrego Santa Maria; sobe pelo galho mais meridional até sua cabeceira, no espigão mestre Peixe-Paranapanema; segue pelo espigão mestre até a cabeceira do córrego da Barrinha; desce por este até sua fóz no ribeirão Indiana.
3 – COM O MUNICÍPIO DE REGENTE FEIJÓ
Começa na fóz do córrego da Barrinha, no ribeirão Indiana, pelo qual sobe até a fóz do córrego Matadouro; sobe por esta e pelo córrego Palmital até sua cabeceira mais setentrional; vai, daí, em reta à cabeceira mais me- mais setentrional; vai daí em reta, à cabeceira mais metros à montante do ribeirão Mandaguari; daí segue por uma linha paralela ao ribeirão Mandaguari, até alcançar o córrego do Acampamento, onde tiveram inicio estes limites.
 
MUNICÍPIO DE INDIAPORÃ
(Criado em 1954)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O ESTADO DE MINAS GERAIS
Começa no rio Grande, na fóz do córrego Aguada ou Lajeado; segue pelas divisas do Estado de Minas Gerais até a fóz do ribeirão Pádua Diniz.
2 – COM O MUNICÍPIO DE CARDOSO
Começa no rio Grande, na fóz do ribeirão Pádua Diniz, pelo qual sobe até a fóz do córrego do Veado.
3 – COM O MUNICÍPIO DE FERNANDÓPOLIS
Começa no ribeirão Pádua Diniz, na fóz do córrego do Veado, sobe pelo ribeirão Pádua Diniz até onde é cortado pela reta de rumo Oeste-Leste que vem da junção das duas cabeceiras mais meridionais do ribeirão Água Vermelha; segue por essa reta até a referida junção das duas águas; daí, vai em reta à fóz do córrego Santa Luzia no córrego das Araras, de onde vai por nova reta à cabeceira meridional do córrego Água ou Lageado; desce por este até o rio Grande, onde tiveram inicio estes limites.
 
MUNICÍPIO DE IPAUÇÚ
(Instalado em 1915)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O MUNICÍPIO DE CHAVANTES
Começa no rio Paranapanema, na fóz do córrego da Tapera, pelo qual sobe até a fóz do córrego do Barranco Vermelho; sobe por este até sua cabeceira; vai daí em reta à cabeceira do córrego Boa Vista; pelo qual desce até o ribeirão Grande e por este ainda até a fóz do córrego Piranhas.
2 – COM O MUNICÍPIO DE SANTA CRUZ DO RIO PARDO
Começa no ribeirão Grande, na fóz do córrego Piranhas; vai daí, em reta, à cabeceira do córrego Barreirinho; daí, segue em reta até a fóz do córrego Mombuquinha, no ribeirão Mombuca; continua por nova reta a fóz do córrego Gazola, no ribeirão Palmeiras, pelo qual sobe até a fóz do córrego Santa Cecília; sobe por este até sua cabeceira. 3 – COM O MUNICÍPIO DE BERNARDINO DE CAMPOS
Começa na cabeceira do córrego de Santa Cecília, segue pelo espigão que divide as águas do ribeirão das Palmeiras e as do ribeirão da Figueira, até cruzar com o espigão mestre Pardo – Paranapanema, pelo qual caminha até entroncar com o contraforte que deixa, à esquerda, as águas do córrego da Virtuosa, e, à direita, as do córrego Luiz Pinto; segue por este contraforte em demanda da fóz do córrego Luiz Pinto, na fóz do córrego da Virtuosa; desce por este córrego até sua foz no ribeirão Douradão, e por este abaixo, até o rio Paranapanema.
4 – COM O MUNICÍPIO DE PIRAJÚ
Começa no rio Paranapanema, na fóz do ribeirão Douradão; desce pelo rio Paranapanema, até a fóz do ribeirão Palmital.
5 – COM O MUNICÍPIO DE TIMBURÍ
Começa na fóz do ribeirão Palmital, no rio Paranapanema, pelo qual desce até a fóz do córrego Tapera, onde tiveram inicio estes limites.
 
MUNICÍPIO DE IPORANGA
(Instalado em 1874)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O MUNICÍPIO DE APIAÍ
Começa no rio Ribeira de Iguape, na fóz do ribeirão de São Sebastião; segue pelo contraforte fronteiro até o divisor que separa as águas do ribeirão da Anta Gorda, à direita, das do rio Gurutuba, à esquerda; prossegue por este divisor até entroncar com o divisor entre as águas do rio Gurutuba e ribeirão Palmital, à esquerda e rio Betari, à direita; continua por êste divisor até a serra da Boa Vista; caminha pela serra que é o divisor da margem direita do ribeirão Passa Vinte, até o rio Betari; atravessa o rio e continua pelo alto da Vargem Grande, que é o divisor da margem esquerda do rio Betarizinho, até o divisor Betari-Iporanga; caminha por este divisor até a cabeceira do córrego Paciência, pelo qual desce até o rio Iporanga; desce por este até a fóz do córrego da Fazenda Cachimba; sobe por êste até sua cabeceira oriental no contraforte Iporanga-Espirito Santo; caminha por este contraforte em demanda da fóz do córrego Sumidouro no ribeirão Espirito Santo; sobe pelo córrego Sumidouro até o córrego do Chapéu; pelo qual sobe até sua cabeceira no divisor Espirito Santo-Pilões; segue por este divisor até a cabeceira do braço ocidental do ribeirão Farto, pelo qual desce até o rio Pilões; sobe por este até a foz do ribeirão da Campina, pelo qual sobe até sua cabeceira na serra do Paranapiacaba, que é o espigão mestre entre as águas do rio Ribeira de Iguape e as do rio Paranapanema.
2 – COM O MUNICÍPIO DE GUAPIARA
Começa na serra do Paranapiacaba, que é o espigão mestre entre as águas do rio Ribeira de Iguape e as do rio Paranapanema na cabeceira do ribeirão da Campina, afluente do rio Pilões; prossegue pela serra até entroncar com o divisor entre as águas dos rios São José do Guapiára e das Almas.
3 – COM O MUNICÍPIO DE CAPÃO BONITO
Começa na serra do Paranapiacaba, onde cruza com o divisor entre as águas do rio São José do Guapiára e das Almas; segue pela serra até o divisor que deixa à direita, as águas do rio Pilões, e à esquerda, as do rio Pedro Cubas.
4 – COM O MUNICÍPIO DE ELDORADO
Começa na serra do Paranapiacaba, onde esta cruza com o divisor entre o rio Pilões, à direita, e o rio Pedro Cubas, à esquerda; segue por este divisor em demanda da cabeceira do rio Preto, pelo qual desce até sua fóz no rio dos Pilões, pelo qual desce até sua fóz no rio Ribeira de Iguape; desce por este até a fóz do ribeirão Nhanguara, pelo qual sobe até a fóz do córrego Morcego; sobe por este até sua mais alta cabeceira, no divisor fronteiro entre as águas dos rios Ribeira de Iguape e Batatal à esquerda, e as dos rios Pardo e Turvo, à direita; continua por este divisor até cruzar com o divisor Batatal-Jacupiranguinha.
5 – COM O MUNICÍPIO DE JACUPIRANGA
Começa onde o divisor entre os rios Turvo e Batatal, cruza com o divisor Batatal-Jacupiranguinha; segue pelo divisor entre o rio Jacupiranguinha à esquerda, e o rio Turvo, à direita até o pião divisor dos rios Turvo, Guaraú e Assungui.
6 – COM O MUNICÍPIO DE CANANÉIA
Começa no pião divisor dos rios Turvo, Guaraú e Assungui; segue pelo divisor entre as águas do rio Turvo, à direita, e as do rio Assungui, à esquerda, até o pião divisor dos rios Turvo, Assungui, na Serra Negra, já na divisa com o Estado do Paraná.
7 – COM O ESTADO DO PARANÁ
Começa no pião divisor dos rios Turvo, Assungui na Serra; segue pelas divisas com o Estado do Paraná até a fóz do ribeirão São Sebastião, no rio Ribeira de Iguape, onde tiveram inicio estes limites.
b) DIVISAS INTEDISTRITAIS
1 – ENTR OS DISTRITOS DE BARRA DO TURVO E IPORANGA
Começa no rio Pardo, na fóz do ribeirão Frio; sobe por este até sua cabeceira mais oriental, no espigão Pardo-Ribeira de Iguape.
 
MUNICÍPIO DE IPUÃ
(Criado em 1948)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O MUNICÍPIO DE GUAÍRA
Começa no ribeirão do Rosário, na fóz do córrego Esgoto do Brejão; sobe por êste até sua cabeceira; segue daqui, em linha reta, até a cabeceira mais setentrional do ribeirão do Jardim e daí, em reta, à cabeceira mais oriental do córrego Sucuri, pelo qual desce até sua fóz no rio Sapucaí.
2 – COM O MUNICÍPIO DE MIGUELÓPOLIS
Começa no rio Sapucaí, na fóz do córrego Sucuri; sobe pelo rio Sapucaí até o local denominado Paredão.
3 – COM O MUNICÍPIO DE ITUVERAVA
Começa no rio Sapucaí, no lugar denominado Paredão; sobe pelo rio Sapucaí até a fóz do ribeirão do Retiro da Mata.
4 – COM O MUNICÍPIO DE GUARÁ
Começa no ribeirão Retiro da Mata, no rio Sapucaí; sobe por êste até a fóz do ribeirão da Barra.
5 – COM O MUNICÍPIO DE SÃO JOAQUIM DA BARRA
Começa no rio Sapucaí, na fóz do ribeirão da Barra; segue pelo contraforte entre os dois cursos até o divisor que separa as águas do ribeirão da Estiva, à direita, das do ribeirão da Barra, à esquerda; prossegue por este divisor até o espigão Sapucaí-Rosário continua por êste espigão em demanda da cabeceira oriental do córrego Sucuri; desce por êste até sua fóz no ribeirão do Rosário.
6 – COM O MUNICÍPIO DE MORRO AGUDO
Começa no ribeirão do Rosário, na fóz do córrego Sucuri; desce por aquele até a fóz do córrego Esgoto do Brejão, onde tiveram inicio estes limites.
 
MUNICÍPIO DE IRACEMÁPOLIS
(Criado em 1954)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O MUNICÍPIO DE SANTA GERTRUDES
Começa no ribeirão Boa Vista, na fóz do córrego Minúsculo; sobe pelo ribeirão até sua cabeceira mais oriental; continúa pelo espigão que deixa, à esquerda, as águas do Rio Claro, e à direita, as do ribeirão Cachoeirinha, até entroncar com o divisor Cachoeirinha-Tatú;
2 – COM O MUNICÍPIO DE CORDEIRÓPOLIS
Começa no espigão Claro-Cachoeirinha, no ponto de entroncamento com o divisor Cachoeirinha-Tatú; segue por este divisor até cruzar com o divisor entre as águas dos ribeirões da Cachoeirinha e Água da Serra.
3 – COM O MUNICÍPIO DE LIMEIRA
Começa no divisor entre os ribeirões Cachoeirinha e d’Água da Serra, de um lado, e o ribeirão Tatú, do outro lado, no ponto de cruzamento com o divisor entre o ribeirão Cachoeirinha, à direita, e o ribeirão d’Água da Serra, à esquerda; segue por este divisor até o contraforte que deixa, à direita, as águas do córrego Água Suja e, à esquerda, as do ribeirão d’Água da Serra; segue por este contraforte em demanda da confluência desses dois últimos; desce pelo ribeirão d’Água da Serra até sua fóz no ribeirão da Geada ou dos Coqueiros, pelo qual desce até sua fóz no rio Piracicaba.
4 – COM O MUNICÍPIO DE PIRACICABA
Começa no rio Piracicaba, na fóz do ribeirão dos Coqueiros ou da Geada; desce pelo rio Piracicaba até a fóz do ribeirão das Palmeiras; sobe por este até o pequeno córrego da Nova Divisa, pelo qual sobe até sua cabeceira; segue pelo divisor Palmeiras-Cachoeirinha em demanda da fóz do ribeirão Boa Vista, no ribeirão Cachoeirinha; sobe por aquele até a fóz do córrego Minúsculo, onde tiveram inicio estes limites.
 
MUNICÍPIO DE IRAPUÃ
(Instalado em 1945)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O MUNICÍPIO DE NOVA ALIANÇA
Começa no rio Barra Mansa ou Cubatão, na fóz do ribeirão Borá; sobe por aquele até a fóz do córrego Boa Vista ou Cachoeira.
2 – COM O MUNICÍPIO DE POTIRENDABA
Começa no rio Barra Mansa ou Cubatão, na fóz do córrego Boa Vista ou Cachoeira, sobe por aquele até a fóz do córrego Figueira.
3 – COM O MUNICÍPIO DE URUPÊS
Começa no rio Barra Mansa ou Cubatão, na fóz do córrego Figueira; sobe por êste até sua cabeceira no espigão que deixa, à direita, as águas do córrego do ribeirão Cervinho, e, à esquerda, as do rio Barra Mansa ou Cubatão; segue por este espigão até a cabeceira mais ocidental do córrego Batatal pelo qual desce até o córrego Bacuri ou Coqueiro; desce por êste até a fóz do córrego Santana.
4 – COM O MUNICÍPIO DE NOVO HORIZONTE
Começa no córrego Bacuri ou Coqueiro na fóz do córrego Santana; desce por aquele até sua fóz no ribeirão Cervo Grande, desce por êste até a fóz do córrego Monjolinho; daí, vai, em reta, à cabeceira do córrego Barreiro do meio; de onde segue, por nova reta à fóz do Estirão Comprido no ribeirão do Cervinho; daí, segue ainda, em reta à cabeceira norocidental do córrego Bebedouro de onde vai por nova reta à fóz do rio Borá, no rio Barra Mansa ou Cubatão, onde tiveram inicio estes limites.
 
MUNICÍPIO DE IRAPURU
(Criado em 1954)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O MUNICÍPIO DE JUNQUEIRÓPOLIS
Começa no ribeirão do Fogo, na fóz do córrego Ouro Verde, pelo qual sobe até sua cabeceira; segue pelo divisor Fogo-Juriti até o contraforte que deixa, à direita, a água que desce das fazendas Paineira e João Andrade; prossegue por este contraforte em demanda da fóz desta água no córrego Araponga; sobe pelo córrego Araponga até sua cabeceira mais setentrional, a Leste da fazenda Oriente, no espigão mestre Peixe-Feio ou Aguapeí; segue pelo espigão mestre até cruzar com o divisor que separa as águas do ribeirão Paturi, à direita, e as do ribeirão Taquaruçú, à esquerda; prossegue por este divisor em demanda da fóz do ribeirão da Água Amarela, no rio feio ou Aguapeí.
2 – COM O MUNICÍPIO DE MIRANDÓPOLIS
Começa na fóz do ribeirão da Água Amarela no rio Feio ou Aguapeí pelo qual sobe até a fóz do ribeirão Paturi.
3 – COM O MUNICÍPIO DE PACAEMBÚ
Começa no rio Feio ou Aguapeí, na foz do ribeirão Paturi, pelo qual sobe até a fóz do ribeirão Paturizinho; segue pelo contraforte entre este ribeirão, a direita, e o ribeirão Paturi, a esquerda, até cruzar com o espigão mestre Feio ou Aguapeí-Peixe; continua pelo espigão mestre até a cabeceira setentrional do ribeirão da Ilha, cabeceira situada no bairro de Santa Genoveva; desce pelo ribeirão da Ilha até a foz da água da Ponte Alta.
4 – COM O MUNICÍPIO DE FLORA RICA
Começa no ribeirão da Ilha, na fóz da água da Ponte Alta; segue pelo contraforte fronteiro até o divisor entre os ribeirões da Ilha e do Fogo; continua por este divisor até a cabeceira do córrego 11 de Junho, de onde vai em reta de rumo Leste-Oeste até cortar o ribeirão do Fogo, pelo qual desce até a fóz do córrego Ouro Verde, onde tiveram inicio estes limites.
 
MUNICÍPIO DE ITABERÁ
(Instalado em 1891)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O MUNICÍPIO DE RIBEIRÃO VERMELHO DO SUL
Começa no ribeirão da Pedra Branca, na fóz da água da Fazenda Velha ou ribeirão Caçador; segue pelo contraforte da margem esquerda dêste ribeirão até o divisor Caçador ou água da Fazenda Velha-Passa Três; segue por êste divisor até o contraforte entre o córrego Passa Três à esquerda, e o rio Verde à direita; continua por este contraforte em demanda da fóz do córrego Passa Três, no rio Verde, desce pelo rio Verde até a fóz do ribeirão da Forquilha.
2 – COM O MUNICÍPIO DE ITAPORANGA
Começa no rio verde na fóz do ribeirão da Forquilha; continua pelo espigão que deixa, à direita, as águas dêste e, à esquerda, as do ribeirão Branco em direção ao espigão mestre Verde-Taquari; prossegue por êste espigão mestre até a cabeceira norocidental do córrego Nhá-Cândida; desce por este até sua fóz no rio Taquari.
3 – COM O MUNICÍPIO DE ITAIÍ
Começa no rio Taquari, na fóz do córrego Nhá-Cândida; sobe por aquele até a foz do córrego Laranjal; sobe por este até a fóz do córrego da Divisa.
4 – COM O MUNICÍPIO DE ITAPEVA
Começa no córrego Laranjal, na fóz do córrego da Divisa; sobe por êste até sua cabeceira; segue em demanda da cabeceira do córrego da Campina, que fica na contravertente, pelo qual desce ao ribeirão do Caçador; continua por este acima até sua cabeceira de seu afluente mais meridional; alcança a cabeceira mais ocidental do córrego Sarandi, que fica na contravertente; desce por este ao ribeirão Timbuva e por êste ao rio Taquari e por êste, ainda, até a fóz do rio Pirituba, pelo qual sobe até a fóz do córrego Piritubinha, próxima a ponte da Estrada de Ferro Sorocabana, sôbre o rio Pirituba; segue pelo espigão intermediário que deixa as águas dêste, à esquerda, e as do córrego Piritubinha, à direita, contorna as cabeceiras dêste e vai sempre pelo espigão em demanda da ponte da Estrada de Ferro Sorocabana sobre o rio Verdinho; segue pelo espigão fronteiro em demanda da ponte da Estrada de Ferro Sorocabana, sobe o rio Verde.
5 – COM O MUNICÍPIO DE ITARARÉ
Começa na ponte da Estrada de Ferro Sorocabana, sôbre o rio Verde, pelo qual desce até a fóz do ribeirão da Pedra Branca; sobe por este até a fóz da água Fazenda Velha, ou ribeirão do Caçador, onde tiveram inicio estes limites.
 
MUNICÍPIO DE ITAÍ
(Instalado em 1891)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O MUNICÍPIO DE CERQUEIRA CESAR
Começa no rio Paranapanema na fóz do rio Taquari; sobe pelo rio Paranapanema até a fóz do ribeirão Bonito.
2 – COM O MUNICÍPIO DE AVARÉ
Começa no rio Paranapanema, na fóz do ribeirão Bonito; sobe por aquele até a fóz do ribeirão do Pintão.
3 – COM O MUNICÍPIO DE PARANAPANEMA
Começa no rio Paranapanema, na fóz do ribeirão do Pintão; sobe por êste até sua cabeceira ocidental no divisor entre as águas do rio Paranapanema e as do ribeirão das Posses; segue por este divisor até a cabeceira do córrego do Poço, cabeceira que nasce no bairro do Menke; desce pelo ribeirão do Poço até o ribeirão das Posses, pelo qual sobe até a fóz do córrego do Boi Branco; sobe por este córrego até sua cabeceira mais meridional no pião divisor dos ribeirões Indaiatuba, Posses e Carrapatos, segue pelo divisor Indaiatuba-Carrapatos até a cabeceira do galho mais oriental do córrego da Fazenda Sumidouro.
4 – COM O MUNICÍPIO DE ITAPEVA
Começa no divisor dos ribeirões Indaiatuba e Carrapatos, na cabeceira do galho mais oriental do córrego da Fazenda Sumidouro; desce por êste até o ribeirão dos Carrapatos; desce por êste até a fóz do córrego da Olaria; continua pelo contraforte entre êste córrego, à esquerda, e o ribeirão dos Carrapatos, à direita, em demanda da cabeceira mais oriental do córrego do Laranjal, pelo qual desce até a fóz do córrego da Divisa.
5 – COM O MUNICÍPIO DE ITABERÁ
Começa no córrego do Laranjal, na fóz do córrego da Divisa; desce por aquele até o rio Taquari e por êste, ainda até a fóz do córrego Nhá-Cândida.
6 – COM O MUNICÍPIO DE ITAPORANGA
Começa no rio Taquari, na fóz do córrego Nhá-Cândida e vai por aquele abaixo até a embocadura do ribeirão do Vaquejador.
7 – COM O MUNICÍPIO DE TAQUARITUBA
Começa no rio Taquari, na fóz do ribeirão do Vaquejador; desce por aquele até a fóz do Bonito.
8 – COM O MUNICÍPIO DE PIRAJÚ
Começa no rio Taquari na fóz do ribeirão Bonito; desce pelo rio Taquari até sua fóz com o rio Paranapanema; onde tiveram inicio estes limites.
 
MUNICÍPIO DE ITAJOBÍ
(Instalado em 1919)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O MUNICÍPIO DE URUPÊS
Começa no ribeirão Palmeiras, na fóz da água do Lázaro Lopes; sobe por aquele ribeirão e pelo córrego Barro Preto, até sua cabeceira nororiental; continua em direção à cabeceira mais meridional do córrego do Boi, pelo qual desce até sua fóz no rio Cubatão.
2 – COM O MUNICÍPIO DE CATANDUVA
Começa no rio Cubatão na fóz do córrego do Boi, sobe pelo rio Cubatão até a fóz do Córrego Vintém.
3 – COM O MUNICÍPIO DE PINDORAMA
Começa no rio Cubatão na fóz do córrego Vintém; sobe por êste até sua cabeceira no divisor Cubatão-Porcos; segue por este divisor até o contraforte Onça-Tijuco Preto, continua por este contraforte até a cabeceira mais ocidental do córrego Tijuco Preto; desce por este até sua confluência com o córrego das Tabocas, formadores do ribeirão Água Limpa.
4 – COM O MUNICÍPIO DE SANTA ADÉLIA
Começa na confluência dos córregos Tijuco Preto e Tabocas, formadores do ribeirão Água Limpa; desce por este até a fóz do córrego da Divisa.
5 – COM O MUNICÍPIO DE ITÁPOLIS
Começa no ribeirão Água Limpa ou Três Barras, na fóz do córrego da Divisa. Sobe por este até a ponte da estrada de rodagem Itajobí-Tapinas; vai dêste ponto em reta à cabeceira do córrego da Limeira; desce por êste até o córrego das Formigas, pelo qual sobe até a fóz do córrego do Barreiro; sobe por êste até sua cabeceira e continua pelo espigão entre o ribeirão dos Porcos, à esquerda e as dos ribeirões Palmeiras e Fugidos, à direita, até a cabeceira mais setentrional do córrego da Queimada.
6 – COM O MUNICÍPIO DE BORBOREMA
Começa na cabeceira mais setentrional do córrego da Queimada, no espigão ribeirão do Porcos e ribeirão Fugidos; segue pelo espigão em demanda da cabeceira do córrego do Macaco, pelo qual desce até o ribeirão Fugidos; desce por este até a fóz do córrego da D. Mariana; sobe por este córrego até sua cabeceira no divisor Fugidos-Fugidinho; segue por este divisor até o pião divisor dos córregos Fugidinho, Inferninho e ribeirão Fugido.  
7 – COM O MUNICÍPIO DE NOVO HORIZONTE
Começa no pião divisor dos córregos Inferninho, Fugidinho e ribeirão Fugido; segue pelo divisor entre as águas do ribeirão Fugido, à direita, e as do córrego Grande, à esquerda, até o divisor Grande-Três Pontes; segue por êste divisor em demanda da fóz do córrego Capão Grosso no ribeirão Três Pontes; sobe pelo ribeirão Capão Grosso até a fóz do córrego D. Joana, pelo qual sobe até sua cabeceira no contraforte entre as águas do ribeirão Capão Grosso e o córrego Barro Preto; segue por este contraforte até cruzar com o divisor Barro Preto – Montecaptos; continua por este divisor até a cabeceira sudoriental do córrego do Fermiano Marques; pelo qual desce até sua fóz no córrego dos Montecaptos; daí vai em reta à fóz do ribeirão Palmeiras no ribeirão Cervo Grande; sobe pelo ribeirão Palmeiras até a fóz da água de Lázaro Lopes onde tiveram inicio estes limites.
b) DIVISAS INTEDISTRITAIS
1 – ENTRE OS DISTRITOS DE ITAJOBÍ E MARAPOAMA
Começa no rio Cubatão na fóz do córrego São José, sobe por êste córrego até sua cabeceira sudoriental, no espigão Cubatão-Tietê; segue por este espigão até cruzar com o divisor entre as águas do córrego Monjolinho, à esquerda, e as do ribeirão Cervo Grande, à direita; continua por êste divisor até a cabeceira do córrego Aroerinha, pelo qual desce até sua fóz no córrego Aroeira; desce por este córrego até sua fóz no ribeirão Cervo Grande, pelo qual desce até a fóz do ribeirão Palmeiras.

MUNICÍPIO DE ITAJÚ

(Criado em 1954)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS

1 – COM O MUNICÍPIO DE IACANGA
Começa no rio Tietê na fóz do córrego Santa Clara; desce pelo rio Tietê até a fóz do rio Jacaré-Pepira.
2 – COM O MUNICÍPIO DE IBITINGA
Começa no rio Tietê na fóz do rio Jacaré-Pepira, pelo qual sobe até a fóz do córrego das Perdizes.
3 – COM O MUNICÍPIO DE BARIRI
Começa no rio Jacaré-Pepira na fóz do córrego das Perdizes; segue pelo contraforte fronteiro, que deixa, à esquerda as águas do ribeirão Santo Antônio até cruzar com o divisor entre as águas dos ribeirões Barra Mansa e Boa Vista de Baixo e Boa Vista de Cima, à direita, e as do ribeirão Viuval, à esquerda, em demanda da cabeceira do galho mais ocidental do ribeirão Boa Vista de Cima, pelo qual desce até sua foz no rio Tietê.
4 – COM O MUNICÍPIO DE AREALVA
Começa no rio Tietê na fóz do ribeirão Boa Vista de Cima, desce pelo rio Tietê até a fóz do córrego Santa Clara, onde tiveram inicio estes limites.
 
MUNICÍPIO DE ITANHAEN
(Instalado em 1561) (?)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O MUNICÍPIO DE ITARIRÍ
Começa na serra dos Itatins, no pião divisor das águas do rio Itinguçú, do Azeite e Guaraú; segue pelo divisor das águas dos rios do Azeite e Guaraú e pelo das águas do ribeirão do Cabuçú, Catanduva e do Grilo, à esquerda, das do rio Guaraú, à direita, até a cabeceira mais ocidental do ribeirão Serrinha, pelo qual desce até a fóz do ribeirão Quatinga, pelo qual desce até o rio Branco; segue pelo divisor das águas do córrego Vermelho das do rio Preto, até o morro do Guatiaia, no divisor das águas do rio Guanhanhã, e rio Preto; segue por este divisor até o morro Alto; segue pelo espigão à fóz do ribeirão da Figueira, no rio Guanhanhão; continúa pelo espigão que deixa, à direita, as águas dêste último, até o alto do espigão mestre que deixa, ao Sul, as águas dos rios que vertem o litoral, e ao Norte as do rio São Lourencinho.
2 – COM O MUNICÍPIO DE PEDRO DE TOLEDO
Começa no espigão entre as águas dos rios São Lourencinho e Guanhanhã, no ponto de cruzamento com o contraforte da margem direita do rio Guanhanhã, que finda na fóz do ribeirão da Figueira; segue pelo referido espigão até cruzar com o espigão que separa as águas dos rios Juquiá e São Lourenço.
3 – COM O MUNICÍPIO DE ITAPECERICA DA SERRA
Começa no divisor entre as águas do rio São Lourencinho das do rio Preto, onde este cruza com o espigão entre as águas do rio Juquiá, ao Norte, e São Lourencinho ao Sul; segue pelo divisor entre as águas dos rios Preto e Mambuú, ao Sul, e Juquiá e Embu-Guaçú, ao Norte que é a serra do Paranapiacaba até cruzar com o contraforte que morre na fóz do ribeirão do Campo do rio Embu-Guaçú.
4 – COM O MUNICÍPIO DE SÃO PAULO
Começa na serra do Paranapiacaba, no cruzamento com o contraforte que termina na fóz do ribeirão do Campo, no rio Embu-Guaçú; continua pela serra até o contraforte que termina no rio Branco, na fóz do rio Capivari; segue por este contraforte até a citada fóz.
5 – COM O MUNICÍPIO DE SÃO VICENTE
Começa na fóz do rio Capivari, no rio Branco; contorna pelo espigão fronteiro, as águas do córrego Guapiruvú e do rio Bichoró, até atingir a serra do Mongaguá; segue por esta serra e por seu contraforte da margem esquerda do rio Mongaguá, até a praia Grande, no oceano Atlântico.
6 – COM O MUNICÍPIO DE IGUAPE
Começa no oceano Atlântico, na barra do rio Una do Prelado; sobe pelo braço da esquerda até o estreito do Mangue, onde passa a linha telegráfica; alcança a rumo o leito do rio do outro lado do estreito; sobe pelo rio Una do Prelado até a fóz do córrego do Morro do Maceno, sobe por este até a sua cabeceira mais setentrional; continua pelo espigão que deixa, à esquerda, as águas do rio Itinguçú, e a direita, as águas do rio Guaraú; ganha o alto da serra dos Itatins, no pião divisor das águas dos rios Itinguçú, do Azeite e Guaraú, onde tiveram inicio estes limites.
b) DIVISAS INTEDISTRITAIS
1 – ENTRE OS DISTRITOS DE ITANHAEN E MONGAGUÁ
Começa na praia Grande, na reta de direção sudêste – noroeste, que vai a confluência dos dois principais formadores do rio Cambuituba; segue por esta reta até a referida confluência, desce pelo rio Cambuituba até sua fóz no rio Aguapeí sobe por este até a fóz do córrego da Meanda, pelo qual sobe até a sua cabeceira no divisor entre os rios Branco e Aguapeí, segue por este divisor até o contraforte que separa os rios Branco e Guaperuvú, nas divisas de Itanhaen com São Vicente.
ILHAS
Fazem parte integrante do município, as ilhas do Givura, da Ponta da Aldeia ou Pedra Meio Praia, de Peruíbe, do Guaraú, Queimada Pequena e Queimada Grande, que pertencem no distritos de paz da sede do município.
 
MUNICÍPIO DE ITAPECERICA DA SERRA
(Instalado em 1877)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O MUNICÍPIO DE IBIUNA
Começa no rio Juquiá-Guaçú, na fóz do córrego do Engano; sobe por aquele até a fóz do rio Laranjeiras, sobe por êste até sua cabeceira mais oriental já na serra de Itatuba.
2 – COM O MUNICÍPIO DE COTIA
Começa na serra de Itatuba, na cabeceira mais oriental do rio Laranjeiras; segue pelo espigão entre as águas dos rios Capivarí e Cotia, à esquerda, e as do rio Laranjeiras, à direita; passa pela serra do Chiqueiro até encontrar com o divisor que deixa à esquerda as águas do rio Cotia e à direita as do ribeirão Emú-Mirim em demanda da cabeceira mais meridional do ribeirão Mato Dentro pelo qual desce até sua fóz no ribeirão da Ressaca, e por êste, ainda, até a fóz da água da Ressaquinha; continua pelo contraforte da margem esquerda dessa água até o alto do Maranhão ou Caputera; segue pelo espigão entre as águas dos rios Cotia e Pirajuçara, passando pelo morro do Vento até a cabeceira sudoriental do ribeirão Carapicuíba.
3 – COM O MUNICÍPIO DE SÃO PAULO
Começa na cabeceira sudoriental do ribeirão Carapicuíba; segue pelo espigão que deixa, à esquerda as águas do ribeirão Jaquara, e a direita, as do ribeirão na em demanda da fóz dêste ribeirão no ribeirão Pirajuçara, sobe por êste até sua cabeceira mais meridional; continua pelo divisor que deixa, a direita as águas do rio Embu-Mirim, e, à esquerda, as do rio Grande ou Jurubatuba e as do rio Guarapiranga até a cabeceira mais ocidental do córrego Jaraú; desce por êste até o rio Embu-Mirim; segue pelo contraforte fronteiro que deixa a direita as águas do ribeirão Jacupiranga até cruzar com o divisor Embu-Mirim – Jaceguava; prossegue por êste divisor em demanda da fóz do córrego Jaceguava na represa do Guarapiranga e pelo eixo desta vai à fóz do córrego Municipal; sobe por este até sua cabeceira no divisor entre as águas do ribeirão Parelheiro, à esquerda, e as do rio Embu-Guaçú à direita; segue por este divisor até o contraforte da Marge direita do ribeirão Grande; continua por este contraforte em demanda do ribeirão Grande no ponto onde é cortado pela reta de rumo S-N que vem da ponte da Estrada de Ferro Sorocabana sôbre o ribeirão Vermelho; segue por esta reta até a citada ponte; desce pelo ribeirão Vermelho até sua fóz no rio Embu-Guassú pelo qual sobe até a fóz do ribeirão do Campo; continua pelo contraforte fronteiro até a serra do Paranapiacaba.
4 – COM O MUNICÍPIO DE ITANHAEN
Começa na serra do Paranapiacaba, onde cruza com o contraforte que morre na fóz do ribeirão do Campo no rio Embú-Guaçú; segue pela serra que é o divisor entre as águas dos rios Preto e Mambui, ao Sul e ao Norte as dos rios Embu-Guaçú e Juquiá até cruzar com o divisor entre os rios Preto e São Lourencinho.
5 – COM O MUNICÍPIO DE PEDRO DE TOLEDO
Começa no divisor das águas dos rios Preto e São Lourencinho no seu entroncamento com o divisor das águas dos rios Juquiá e São Lourencinho; segue por este divisor até encontrar a cabeceira mais oriental do córrego do Engano.
6 – COM O MUNICÍPIO DE MIRACATU
Começa no divisor das águas dos rios São Lourenço e Juquiá, na cabeceira mais oriental do córrego do Engano, pelo qual desce até o rio Juquiá-Guaçú, onde tiveram inicio estes limites.
b) DIVISAS INTERDISTRITAIS
1 – ENTRE OS DISTRITOS DE EMBU E TABOÃO DA SERRA
Começa no rio Pirajuçara na fóz de seu galho sudocidental, de onde vai em reta à cabeceira do córrego Ponte Alta; segue pelo contraforte entre o córrego Ponte Alta, à direita, e o ribeirão Poá, a esquerda, até a fóz da água de M. Costa no ribeirão Poá; sobe por esta água até sua cabeceira no espigão Poá-Tietê.
2 – ENTRE OS DISTRITOS DE EMBU E ITAPECERICA DA SERRA
Começa no espigão que deixa, à direita as águas do ribeirão Pirajuçara, e, à esquerda as do rio Embu-Mirim, na cabeceira do córrego do Valo Velho; desce por este até o rio Embu-Mirim pelo qual desce até a fóz do córrego da Tapera do Américo; continua pelo espigão fronteiro em demanda da fóz do córrego do Sitio do Palhaço no ribeirão Ponte Alta; vai pelo espigão fronteiro à fóz da água do Passarinho no ribeirão da Ressaca.
3 – ENTRE OS DISTRITOS DE EMBU-GUAÇÚ E JUQUITIBA
Começa no rio Embu-Guaçú, na fóz do ribeirão do Campo; segue pelo divisor da margem esquerda do ribeirão do Campo até o espigão que deixa, a direita as águas do ribeirão Santa Rita, e à esquerda, as do ribeirão da Cachoeira e as do rio Juquiá-Guaçú, até cruzar com o divisor Santa Rita Lavras.
4 – ENTRE OS DISTRITOS DE EMBU-GUAÇÚ E SÃO LOURENÇO DA SERRA
Começa no espigão entre as águas no ribeirão Santa Rita, de um lado, e o rio Juquiá, do outro lado no ponto de cruzamento com o divisor entre as águas do ribeirão Santa Rita, à direita e as do ribeirão das Lavras, a esquerda; segue por este divisor em demanda da fóz do ribeirão Santa Rita no ribeirão das Lavras pelo qual desce até a fóz do córrego da Batea; sobe por êste córrego até sua cabeceira norocidental; segue pelo espigão entre as águas do ribeirão das Lavras, à direita e as do rio São Lourenço, à esquerda até a cabeceira sudoriental do rio São Lourenço no espigão São Lourenço – Paquaxiara.
5 – ENTRE OS DISTRITOS DE EMBU-GUAÇÚ E ITAPECERICA DA SERRA
Começa no espigão ente as águas do ribeirão das Lavras, à direita, e as do rio São Lourenço, a esquerda na cabeceira sudoriental do rio São Lourenço, junto ao di visor São Lourenço – Taquaxiara; segue por êste espigão até cruzar com o divisor que deixa à esquerda as águas do ribeirão Taquaxiara; segue por este divisor até a cabeceira mais meridional do córrego Itararé; desce por este córrego até sua fóz na represa do Guarapiranga.
6 – ENTRE OS DISTRITOS DE ITAPECERICA DA SERRA E SÃO LOURENÇO
Começa no espigão entre as águas do ribeirão das Lavras e as do rio São Lourenço, na cabeceira sudoriental do rio São Lourenço, junto ao divisor São Lourenço – Taquaxiara; desce pelo rio São Lourenço até a confluência com seu galho norocidental; sobe por este galho até sua cabeceira; segue pelo contraforte São Lourenço – Chiqueiro até cruzar com a serra da Taquaxiara, que é o divisor entre as águas do rio São Lourenço, à esquerda, e as do rio Embu – Mirim, à direita, até entroncar com a serra do Chiqueiro.
7 – ENTRE OS DISTRITOS DE JUQUITIBA E SÃO LOURENÇO
Começa no rio das Laranjeiras na fóz da água de Amaro Roque, pela qual sobe até sua cabeceira na serra de São Lourenço; alcança na contravertente a cabeceira do ribeirão dos Fischers, pelo qual desce até sua fóz no rio São Lourenço; sobe pelo rio São Lourenço até a fóz do ribeirão da Varginha, pelo qual sobe até a fóz do córrego da Varginha; sobe, ainda, por este córrego até sua cabeceira mais oriental; segue pelo espigão entre as águas do rio Juquiá, à direita, e as do ribeirão das Lavras, à esquerda, até cruzar com o divisor Lavras – Santa Rita.
 
MUNICÍPIO DE ITAPETININGA
(Instalado em 1771)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O MUNICÍPIO DE ANGATUBA
Começa no rio Paranapanema, na fóz do ribeirão da Pescaria; sobe por este ribeirão até a fóz do ribeirão Mata do Pereira ou do Veado Pardo, pelo qual sobe até sua cabeceira; continua pelo espigão Paranapanema-Itapetininga, até cruzar com o contraforte entre os córregos do Pinhalzinho e Japãozinho, à direita, e córrego do Monjolinho, a esquerda; prossegue por este contraforte até a cabeceira do córrego do Japão, pelo qual desce até sua fóz no rio Itapetininga; sobe pelo rio Itapetininga até a fóz do ribeirão Corrução, pelo qual sobe até a fóz do córrego Vassoural.
2 – COM O MUNICÍPIO DE GUAREÍ
Começa na fóz do córrego Vassoural, no ribeirão da Corrução e ai vai em reta a fóz do córrego de Antonio Furtado, no ribeirão dos Macacos; sobe por este até sua cabeceira mais oriental e continua pelo espigão ente os rios Guarei e Itapetininga, até a cabeceira mais meridional do rio Tatuí, pelo qual desce até a fóz do ribeirão das Araras.
3 – COM O MUNICÍPIO DE TATUÍ
Começa no rio Tatuí, na fóz do ribeirão das Araras; desce por aquele à fóz do ribeirão Juru-Mirim, continua pelo contraforte fronteiro entre as águas do córrego Juru-Mirim, à direita, e as do ribeirão Água Branca, à esquerda, até o espigão que deixa, à direita, as águas do ribeirão Alambari, e a esquerda, as do rio Tatuí, ribeirão Água Branca e córrego Congonhal; segue por este espigão passando pelos morros dos Silvanos e Alto da Quadra, em demanda da fóz do ribeirão Alambari, no rio Sarapui.
4 – COM O MUNICÍPIO DE ARAÇOIABA DA SERRA
Começa na fóz do rio Alambari, no rio Sarapuí; sobe por este até a fóz do ribeirão da Divisa ou Dúvida.
5 – COM O MUNICÍPIO DE SARAPUÍ
Começa no rio Sarapuí, na fóz do ribeirão da Divisa ou da Dúvida; sobe por este até a sua cabeceira mais ocidental; transpõe o espigão mestre Sarapuí – Itapetininga, até a cabeceia mais oriental do córrego Várzea; desce por este até o rio Itapetininga, por este acima até a fóz do ribeirão Campinas.
6 – COM O MUNICÍPIO DE PILAR DO SUL
Começa no rio Itapetininga, na fóz do ribeirão Campinas, pelo qual sobe até a confluência dos ribeirões Soares e Bastião, formadores do ribeirão Campinas.
7 – COM O MUNICÍPIO DE SÃO MIGUEL ARCANJO
Começa na confluência dos ribeirões Soares e Bastião, formadores do ribeirão Campinas; sobe pelo ribeirão Soares, até a fóz do córrego da Divisa, pelo qual sobe até sua cabeceira; segue pelo espigão fronteiro em demanda da cabeceira mais oriental do braço da esquerda do córrego Santa Cruz dos Motas, pelo qual desce até sua fóz no córrego Santa Cruz, e por este, ainda, até sua fóz no ribeirão Laranja Azeda; segue em reta, à foz do ribeirão do Lagoão, no ribeirão do Açude; ganha o espigão da margem esquerda do ribeirão do Lagoão, em demanda do morro Grande; vai, em reta, à fóz do córrego dos Almeidas, no ribeirão Grande ou Faxinal, sobe pelo córrego dos Almeidas até sua cabeceira; vai, em reta, à cabeceira do ribeirão da Cachaça, pelo qual desce até sua fóz no rio Turvo.
8 – COM O MUNICÍPIO DE CAPÃO BONITO
Começa no rio Turvo, na fóz do ribeirão da Cachaça, desce por aquele até o rio Paranapanema e por este até a fóz do ribeirão Lajeado de Santa Isabel.
9 – COM O MUNICÍPIO DE BURÍ
Começa no rio Paranapanema, na fóz do ribeirão Lageado de Santa Isabel; desce por aquele até a fóz do ribeirão da Pescaria, onde tiveram inicio estes limites.
b) DIVISAS INTEDISTRITAIS
1 – ENTRE OS DISTRITOS E ALAMBARÍ E ITAPETININGA
Começa na cabeceira do córrego da Várzea; segue pelo espigão que deixa, à esquerda, as águas do rio Itapetininga e as do rio Alambari e à direita, as do ribeirão da Estiva, até a forquilha dos dois maiores galhos finais do rio Alambari; sobe pelo galho mais ao Norte até sua cabeceira, alcança o espigão que deixa, à direita, as águas do rio Alambari, e à esquerda, as do ribeirão da Ponte Alta, até frontear a cabeceira do córrego da fazenda Monte Alto.
2 – ENTRE OS DISTRITOS DE ALAMBARÍ E MORRO DO ALTO
Começa no espigão que deixa, à direita, as águas do rio Alambari e, à esquerda, as do ribeirão da Ponte Alta, da frente à cabeceira do córrego da fazenda Monte Alto; desce por este ate sua fóz no córrego do D. Hino pelo qual desce até sua fóz no rio Alambari, e por este ainda. Até sua fóz no rio Sarapui.
3 – ENTRE OS DISTRITOS DE GRAMADINHO E ITAPETININGA
Começa no rio Paranapanema, na fóz do ribeirão da Pescaria, pelo qual sobe até sua cabeceira mais nororiental; alcança a cabeceira mais ocidental do córrego do Areão pelo qual desce até sua fóz no rio Capivari; sobe por este até a fóz do córrego do Campo do Meio; continua pelo espigão intermediário a esses dois cursos e pelo espigão que deixa, à direita, as águas do rio Capivari e, à esquerda, as do rio Itapetininga e ribeirão Faxinal, até a cabeceira do córrego dos Almeidas.
4 – ENTRE OS DISTRITOS DE ITAPETININGA E MORRO DO ALTO
Começa no rio Tatuí, na fóz do córrego do Capão Alto ou Miguel Fonseca; sobe por este, e pelo seu galho da direita, até sua cabeceira que fica cerca de um quilometro e meio a Lesta da sede da fazenda Bela Vista; continua pelo espigão que deixa, à esquerda, as águas dos rios Tatuí e Mambari e, à direita, as do ribeirão Ponte Alta, até frontear a cabeceira do córrego da fazenda Monte Alto, afluente do córrego do Delfino.
 
MUNICÍPIO DE ITAPEVA
(Instalado em 1769)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O MUNICÍPIO DE ITABERÁ
Começa na ponte da Estrada de Ferro Sorocabana sôbre o rio Verde; segue pelo espigão fronteiro em demanda da ponte da mesma estrada sôbre o rio Verdinho; segue pelo espigão entre as águas dêste, à direita, e as do córrego Piritubinha à esquerda; contorna as cabeceiras dêste último, e, vai pelo espigão, à fóz do mesmo córrego do rio Pirituba; desce por êste até sua fóz no rio Taquari; sobe por êste até a fóz do ribeirão Timbuva; sobe por este e pelo córrego do Sarandí, até sua cabeceira mais ocidental do galho da esquerda; alcança a cabeceira do afluente mais meridional do ribeirão do Caçador, que fica na contravertente e desce por êste até a fóz do córrego da Campina; sobe por este até sua cabeceira; segue em demanda da cabeceira do córrego da Divisa, pelo qual desce até o córrego Laranjal.
2 – COM O MUNICÍPIO DE ITAÍ
Começa no córrego Laranjal, na fóz do córrego da Divisa; sobe por aquele até sua cabeceira mais oriental; continua pelo contraforte que deixa, à direita, as águas do córrego da Olaria, e, à esquerda, as do ribeirão dos Carrapatos até a junção destes dois cursos; sobe pelo ribeirão dos Carrapatos até a fóz do córrego da Fazenda Sumidouro; sobe por êste até sua cabeceira mais oriental no divisor Carrapatos-Indaiatuba.
3 – COM O MUNICÍPIO DE PARANAPANEMA
Começa na cabeceira mais oriental do córrego da Fazenda Sumidouro no divisor dos ribeirões Carrapatos-Indaiatuba; segue pelo espigão entre as águas do rio Indireta, até o contraforte da margem esquerda do ribeirão Indaiatuba; segue por este contraforte até a fóz do córrego Barreirão no ribeirão Indaiatuba.
4 – COM O MUNICÍPIO DE BURÍ
Começa no ribeirão Indaiatuba, na fóz do córrego do Barreirão, pelo qual sobe até sua cabeceira; vai, em reta, a cabeceira contravertente do ribeirão Jacú; pelo qual desce até sua fóz no ribeirão do Morro Cavado; sobe por este até a fóz do córrego dos Ribeiros e por este até sua cabeceira; vai, à cabeceira do córrego Tijuco Preto, pelo qual desce até o ribeirão Enxovia; sobe por este até o córrego da Roseira, pelo qual sobé até sua cabeceira mais oriental; ganha o espigão Apiaí-Guaçú-Enxovia, pelo qual caminha até a cabeceira do córrego do Rincão Comprido; desce por este até o rio Apiaí-Guaçú; sobe por este até a fóz do córrego Birizal, pelo qual sobe até sua cabeceira mais oriental; prossegue pelo espigão, contornando as cabeceiras do córrego Lageado em demanda da ponte de Basílio Nunes, boje de Marcolino Nunes, sôbre o rio Apiaí-Mirim.
5 – COM O MUNICÍPIO DE CAPÃO BONITO
Começa na ponte de Basílio Nunes, hoje de Marcolino Nunes, sôbre o rio Apiaí-Mirim; sobe pelo rio Apiaí-Mirim até a fóz do córrego da Invernada.
6 – COM O MUNICÍPIO DE GUAPIARA
Começa no rio Apiaí-Mirim na fóz do córrego da Invernada, pelo qual sobe até sua cabeceira mais meridional, no divisor entre as águas dos rios São José de Guapiara e Apiaí-Guaçú que ai tem o nome local de serra do Cantagalo.
7 – COM O MUNICÍPIO DE RIBEIRÃO BRANCO
Começa no divisor entre os rios São José do Guapiara e Apiaí-Guaçú na cabeceira mais meridional do córrego da Invernada, segue pelo divisor até a cabeceira do ribeirão do Macuco, pelo qual desce até o rio Apiaí-Guaçú; continua pelo contraforte fronteiro da margem esquerda do ribeirão dos Pedreiros até o contraforte da margem direita do ribeirão dos Prestes; segue por este contraforte até o divisor Apiaí-Guaçú-Fundão; continua por este divisor até o contraforte que deixa, a direita, o ribeirão Vermelho; prossegue por este contraforte em demanda da fóz do córrego Frias no ribeirão Fundão; sobe pelo córrego Frias até sua cabeceira no divisor entre as águas do ribeirão Fundão, à esquerda, e as do rio Taquari-Mirim, à direita; segue por este divisor em demanda da fóz do córrego Braganceiros no rio Taquarí-Mirim; continua pelo contraforte da margem direita do córrego Braganceiros até entroncar com o divisor Taquari-Mirim-Taquari-Guaçú, prossegue por este divisor até a cabeceira do córrego Municipal, pelo qual desce até sua fóz no rio Taquari-Guaçú; continua pelo divisor fronteiro entre as águas do ribeirão do Guedes, à direita e as do rio Taquari-Guaçú e rio Preto, à esquerda, até cruzar com o divisor Taquari-Guaçú e Pirituba.
8 – COM O MUNICÍPIO DE APIAÍ
Começa no divisor entre as águas dos rios Taquari-Guaçú e Pirituba no ponto de cruzamento com o divisor das águas do ribeirão do Guedes e do ribeirão Itaóca e rio Taquari-Guaçú; segue pelo primeiro divisor em demanda da fóz da água do Palmito Mole, no rio Pirituba.
9 – COM O MUNICÍPIO DE ITARARÉ
Começa no rio Pirituba, na fóz da água do Palmito Mole; sobe pela água do Palmito Mole, até sua cabeceira defronte a um valo e a uma garganta, segue pelo valo e pela referida garganta, até alcançar a cabeceira do ribeirão Jatibuca, pelo qual desce até sua fóz no rio Verde; desce por este até o ponto da Estrada de Ferro Sorocabana onde tiveram inicio estes limites.
b) DIVISAS INTERDISTRITAIS
1 – ENTRE OS DISTRITOS DE CAMPINA DO VEADO E ITAPEVA
Começa no ribeirão Jatibuca, na fóz do córrego da Fazenda Capão Alto; vai, daí, em reta de rumo Oeste-Leste até o divisor Jatibuca-Pirituba; caminha por este divisor em demanda da fóz do córrego Lindeiro no rio Pirituba sobe pelo córrego Lindeiro, até sua cabeceira no divisor Pirituba-Taquari-Guaçú, prossegue por este divisor e pelo divisor entre os ribeirões Itaguá – Mirim – Taquari-Guaçú, até o ponto onde é cortado pela reta de rumo Leste-Oeste que vem da fóz do córrego Distrital, no rio Taquari-Mirim; segue por essa reta até a foz mencionada; sobe pelo córrego Distrital até sua cabeceira, vai daí em reta a foz do córrego Frias no ribeirão Fundão.
2 – ENTRE OS DISTRITOS DE GUARIZINHO E ITAPEVA
Começa no ribeirão da Enxovia, na fóz do córrego da Roseira; sobe por aquele até sua cabeceira no espigão mestre Apiaí-Taquari e por este espigão mestre caminha em demanda da cabeceira mais oriental do ribeirão Timbuva, pelo qual desce até a fóz do ribeirão Sarandi.
 
MUNICÍPIO DE ITAPIRA
(Instalado em 1858)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O MUNICÍPIO DE MOGI-GUAÇÚ
Começa no rio Mogi-Guaçú, na fóz do córrego da Fazenda Velha; sobe por aquele até a fóz do ribeirão dos Porcos.
2 – COM O MUNICÍPIO DE PINHAL
Começa no rio Mogi-Guaçú, na fóz do ribeirão dos Porcos; sobe por aquele até a fóz do rio Eleutério, pelo qual sobe até a fóz do ribeirão Cavour, nas divisas de Minas Gerais.
3 – COM O ESTADO DE MINAS GERAIS
Começa no rio Eleutério, na fóz do Ribeirão Cavour; segue pelas divisas com o Estado de Minas Gerais até o ponto onde a serra dos Coutos cruza com o divisor que deixa, à direita, as águas do ribeirão dos Coutos, e à esquerda, as do ribeirão da Água Quente.
4 – COM O MUNICÍPIO DE ÁGUAS DE LINDOIA
Começa na serra dos Coutos, onde esta cruza com o divisor que deixa a direita, as águas do ribeirão do mesmo nome, e à esquerda as do ribeirão da Água Quente; segue por este divisor até a fóz do ribeirão dos Coutos no rio do Peixe, segue pelo contraforte fronteiro e pela cumiada da serra das Águas Claras, até onde esta entroncar com o espigão que deixa, à direita, as águas do córrego de J. Machado ou da fazenda Boa Esperança, e à esquerda, as do ribeirão Tabaranas.
5 – COM O MUNICÍPIO DE SERRA NEGRA
Começa na serra das Águas Claras, no cruzamento com o contraforte que deixa, à esquerda, as águas do córrego de J. Machado, ou da fazenda Boa Esperança, e, à direita, as do ribeirão Tabaranas; segue pela Serra até cruzar com o espigão da margem direita do ribeirão Serra Negra; continua por este espigão até a junção dos ribeirões Serra Negra e Morro Agudo, formadores do rio da Penha.
6 – COM O MUNICÍPIO DE AMPARO
Começa na junção dos ribeirão Serra Negra e Morro Agudo, formadores do rio da Penha; prossegue pelo contraforte fronteiro que deixa, à esquerda, as águas do ribeirão Morro Agudo até cruzar com o espigão Peixe – Camandocaia, caminha pelo espigão até cruzar com o contraforte ente as águas dos córregos das fazendas Sesmaria e Santa Cruz.
7 – COM O MUNICÍPIO DE SANTO ANTONIO DE POSSE
Começa no espigão Peixe – Camandocaia, no ponto de cruzamento com o contraforte entre as águas dos córregos das fazendas Sesmaria e Santa Cruz, segue pelo espigão até cruzar com o pião divisor das águas dos ribeirões Ressaca e Lambedor e rios Mogi-Mirim e Peixe.
8 – COM O MUNICÍPIO DE MOGI-MIRIM
Começa no pião divisor dos rios Mogi-Mirim e Peixe e ribeirões Ressaca e Lambedor; segue pelo divisor que separa a esquerda, as águas do rio Mogi-Mirim e à direita, as do rio do Peixe, em demanda da fóz do córrego da fazenda Calunga, no açude; desce por este até sua fóz no rio Mogi-Mirim, desce por este rio até a fóz do córrego do Gola; vai daqui, em reta, à foz do córrego do Lanhoso, no córrego Santana; prossegue pelo espigão em direção ao alto do morro do Gravi, atravessando-lhe a cuminada pela sua ponta setentrional; contorna as águas do córrego dos Gonçalves e atinge a nascente mais meridional do córrego da fazenda Velha; pelo qual desce até o rio Mogi-Guaçú, onde tiveram inicio estes limites.
b) – DIVISAS INTERDISTRITAIS
1 – ENTRE OS DISTRITOS DE BARÃO ATALIBA NOGUEIRA E ELEUTÉRIO
Começa no pião divisor dos rios Mogi-Guaçú, do Peixe e Eleutério ou das Pedras, na cabeceira mais oriental do córrego que passa nas fazendas do Cedro e do Salto; segue pelo divisor entre os rios do Peixe e Eleutério ou das Pedras, até o contraforte da margem esquerda do córrego que vem da fazenda do Barreiro; continua por este contraforte até a fóz do citado córrego, no rio Eleutério ou das Pedras.
2 – ENTRE OS DISTRITOS DE BARÃO ATALIBA NOGUEIRA E ITAPIRA
Começa no pião divisor dos rios Mogi-Guaçú, do Peixe e Eleutério ou das Pedras, na cabeceira mais oriental do córrego que passa nas fazendas do Cedro e do Salto; segue pelo divisor entre os rios Mogi-Guaçú e do Peixe até o contraforte da margem esquerda do córrego que tem sua fóz próxima à fazenda Rocha; segue por este contraforte até a cabeceira mais setentrional do braço mais oriental do citado córrego; desce por este córrego até sua fóz no rio do Peixe; pelo qual sobe até a fóz do ribeirão do Varejão; continua pelo contraforte da margem esquerda do ribeirão do Varejão, até o divisor entre os rios Eleutério ou das Pedras e do Peixe; segue por esse divisor até a serra dos Coutos.
3 – ENTRE OS DISTRITOS DE ELEUTÉRIO E ITAPIRA
Começa no rio Mogi-Guaçú, na fóz do córrego que passa nas fazendas do Cedro e do Salto; sobe por este córrego até sua cabeceira mais oriental, no pião divisor dos rios Mogi-Guaçú, do Peixe e Eleutério ou das Pedras.
 
MUNICÍPIO DE ITÁPOLIS
(Instalado em 1891)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O MUNICÍPIO DE BORBOREMA
Começa no rio São Lourenço, na fóz do córrego Roseira, vai daí, pelo contraforte fronteiro até o divisor São Lourenço-Porcos; segue por este divisor em demanda da ponte do coronel Cristiano Franco sôbre o ribeirão dos Porcos, sobe por este até a fóz do córrego da Queimada; sobe por este até sua cabeceira mais setentrional.
2 – COM O MUNICÍPIO DE ITAJOBÍ
Começa na cabeceira mais setentrional do córrego da Queimada; procura o espigão que deixa, à direita, as águas do ribeirão dos Porcos e, à esquerda, as do ribeirão Palmeiras; segue por este espigão até alcançar a cabeceira do córrego do Barreiro; desce por este até o córrego das Formigas e por este ainda, até a fóz do córrego das Formigas e por este ainda, até a fóz do córrego da Limeira, pelo qual sobe até sua cabeceira, daí, vai, em reta, à ponte da estrada de rodagem de Itajobí a Trapinas, sôbre o córrego da Divisa, pelo qual desce até o ribeirão Água Limpa ou Três Barras.
3 – COM O MUNICÍPIO DE SANTA ADÉLIA
Começa no ribeirão Água Limpa ou Três Barras, na fóz do córrego da Divisa; desce por aquele até o ribeirão dos Porcos e sobe por este até a fóz do córrego da Agulha.
4 – COM O MUNICÍPIO DE FERNANDO PRESTES
Começa no ribeirão dos Porcos na fóz do córrego da Agulha; sobe por aquele até a fóz do ribeirão do Tanque.
5 – COM O MUNICÍPIO DE TAQUARITINGA
Começa no ribeirão dos Porcos, na fóz do ribeirão do Tanque; segue por aquele até a fóz do córrego São João sobe por este até o córrego dos Três Galhos, pelo qual sobe até sua cabeceira mais meridional; ganha a rumo o espigão mestre São Lourenço-Porcos, pelo qual caminha até a cabeceira mais setentrional do córrego Seco ou Lajeadinho Velho; desce por este até a fóz do córrego da Lanceta ou Floresta pelo qual sobe até a fóz do córrego Agulha e por este, ainda, até sua cabeceira; ganha na contravertente a cabeceira do córrego Lourenço e por este desce até o rio São Lourenço, pelo qual sobe até a fóz do córrego de Santa Tereza ou da Fazenda da Viuva d’Auria.
6 – COM O MUNICÍPIO DE MATÃO
Começa no rio São Lourenço, na fóz do córrego Santa Tereza ou da Fazenda Viuva d’Auria; sobe por este até sua cabeceira; daí vai em reta a cabeceira do córrego da Venda e, daí, por nova reta, à fóz do córrego da Baixada, no ribeirão do Espirito Santo.
7 – COM O MUNICÍPIO DE TABATINGA
Começa no ribeirão Espirito Santo, na fóz do córrego da Baixada; desce por aquele até a fóz do córrego do Barreiro; sobe por este e pelo córrego do Torquato até sua cabeceira; ganha o espigão mestre São Lourenço-São João e por este prossegue até a cabeceira do córrego Macaúbas.
8 – COM O MUNICÍPIO DE IBITINGA
Começa no espigão São Lourenço-São João, na cabeceira do córrego Macaúbas; segue pelo espigão até encontrar a cabeceira sudoriental do córrego Algodoal ou Cacimba, pelo qual desce até sua fóz no córrego Matãozinho; desce por este até sua fóz no rio São Lourenço; desce por este até a fóz do córrego da Roseira, onde tiveram inicio estes limites.
b) DIVISAS INTERDISTRITAIS
1 – ENTRE OS DISTRITOS DE ITÁPOLIS E TAPINAS
Começa no ribeirão dos Porcos, na fóz do ribeirão Água Limpa ou Três Barras; segue pelo espigão que deixa, à direita, as águas dos córregos do Lenço e Monjolinho e, à esquerda, as dos córregos Capituva, Bebedouro e Cachoeira, até o espigão mestre São Lourenço-Porcos, pelo qual caminha até frontear a cabeceira do córrego Biela.
2 – ENTRE OS DISTRITOS DE ITÁPOLIS E NOVA AMÉRICA
Começa no espigão mestre São Lourenço-Porcos em frente à cabeceira do córrego Biela, ramo final do córrego Tijuco Preto; desce por este até sua confluência no córrego São Pedro; vai daí, em reta à cabeceira do córrego do Retiro, pelo qual desce até o rio São Lourenço e por este acima até a fóz do córrego do mesmo nome.
3 – ENTRE OS DISTRITOS DE NOVA AMÉRICA E TAPINAS
Começa no espigão mestre São Lourenço-Porcos, em frente a cabeceira do córrego Biela; segue pelo espigão mestre até frontear a cabeceira mais meridional do córrego dos Três Galhos, ramo final do córrego São João.
 
MUNICÍPIO DE ITAPORANGA
(Instalado em 1883)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O MUNICÍPIO DE FARTURA
Começa no rio Itararé, na foz do rio Verde; sobe por este até a fóz do ribeirão da Aldeia ou Barra Grande; continua subindo por este até a fóz do ribeirão da Ariranha e por este acima até sua cabeceira mais oriental, atingindo depois o espigão mestre entre as águas dos rios Itararé e Verde, à direita, e as do rio Taquari, à esquerda.
2 – COM O MUNICÍPIO DE TAQUARITUBA
Começa no espigão mestre entre as águas dos rios Verde e Itararé, à direita, e as do rio Taquari, à esquerda, na cabeceira mais oriental do ribeirão da Ariranha; segue pelo espigão mestre em demanda da fóz do córrego da Divisa, no ribeirão Muniz; sobe pelo córrego da Divisa até sua cabeceira; procura a cabeceira mais ocidental do ribeirão do Vaquejador, e por este abaixo até o rio Taquari.
3 – COM O MUNICÍPIO DE ITAÍ
Começa no rio Taquari, na fóz do ribeirão do Vaquejador e sobe aquele até a fóz do córrego Nha-Cândida.
4 – COM O MUNICÍPIO DE ITABERÁ
Começa no rio Taquari, na fóz do córrego Nha-Cândida; sobe por este até sua cabeceira norocidental; atinge o espigão mestre entre o rio Verde e o rio Taquari; continua pelo espigão que deixa, à direita, as águas do ribeirão Branco, e, à esquerda, as do ribeirão da Forquilha, indo até a fóz dêste último no rio Verde.
5 – COM O MUNICÍPIO DE RIBEIRÃO VERMELHO DO SUL
Começa na fóz do ribeirão da Forquilha no rio Verde; desce pelo rio Verde até a fóz do ribeirão do Passo da Anta; daí vai em reta ao divisor entre o rio Verde e o ribeirão Vermelho na cabeceira do córrego Lindeiro; desce pelo córrego Lindeiro até sua fóz no ribeirão Vermelho; continua pelo contraforte fronteiro até entroncar com o divisor Vermelho-Itararé; segue por este divisor até cruzar com o contraforte que deixa, à esquerda, as águas do ribeirão Laranja Azeda; prossegue por este contraforte em demanda da fóz do ribeirão Laranja Azeda, no rio Itararé.
6 – COM O ESTADO DO PARANÁ
Começa no rio Itararé, na fóz do ribeirão Laranja Azeda; segue pelas divisas com o Estado do Paraná até a fóz do rio Verde, onde tiveram inicio estes limites.
b) DIVISAS INTERDISTRITAIS
1 – ENTRE OS DISTRITOS DE BARÃO DE ANTONINA E ITAPORANGA
Começa no rio Verde, na fóz do ribeirão da Aldeia ou Barra Grande; sobe pelo rio Verde até onde é cortado pela reta de rumo Oeste-Leste, que vem da cabeceira nororiental do córrego Samambaia, no divisor Verde-Itararé; segue pela reta até a referida cabeceira; desce pelo córrego Samambaia até sua fóz no rio Itararé.
2 – ENTRE OS DISTRITOS DE CORONEL MACEDO E ITAPORANGA
Começa no espigão que deixa ao Norte, o ribeirão Branco e, ao Sul, o ribeirão da Forquilha, onde ele é cortado pela estrada de rodagem que vai para a vila de Coronel Macedo; segue pelo eixo da mesma estrada até a ponte do córrego da Ponte; desce por este até o ribeirão Branco; continua pelo espigão que deixa, à direita, as águas deste último, e, à esquerda as do ribeirão do Lajeado; contorna as cabeceiras dêste e prossegue pelo divisor em demanda da fóz do córrego do China, no ribeirão Barra Grande; continua pelo espigão que deixa, à esquerda, as águas do China e, à direita, as do Barra Grande, até o alto da serra da Fartura.
 
MUNICÍPIO DE ITAPUÍ
(Instalado em 1914)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O MUNICÍPIO DE BARIRI
Começa no rio Tietê, na fóz do ribeirão Água Limpa; sobe por aquele até a fóz do rio Jaú e por este ainda até a foz do ribeirão da Prata.
2 – COM O MUNICÍPIO DE JAÚ
Começa no rio Jaú, na fóz do ribeirão da Prata; sobe por aquele até a fóz do córrego Área de Noé; sobe por este até sua cabeceira mais ocidental; daí, vai, em reta, a cabeceira do córrego da Lagoa pelo qual desce até o córrego Barra Mansa e por este até o rio Tietê.
3 – COM O MUNICÍPIO DE PEDERNEIRAS
Começa no rio Tietê, na fóz do córrego Barra Mansa; desce por aquele até a fóz do rio Baurú; sobe por este até a fóz do córrego Anhumas; daí, prossegue pelo contraforte da margem direita do córrego Anhumas até cruzar com o divisor entre as águas do rio Baurú, de um lado, e ribeirão Água Limpa, do outro, e por êste divisor prossegue em demanda da cabeceira do córrego Pedras, pelo qual desce até o ribeirão Água Limpa, e por este, até sua fóz no rio Tietê, onde tiveram inicio estes limites
b) DIVISAS INTERDISTRITAIS
1 – ENTRE OS DISTRITOS DE BORACEIA E ITAPUÍ
Começa no rio Tietê, na fóz do rio Baurú; desce pelo rio Tietê até a fóz do rio Jaú.
 
MUNICÍPIO DE ITAQUAQUECETUBA
(Criado em 1954)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O MUNICÍPIO DE GUARULHOS
Começa no rio Tietê, na fóz do rio Pirati-Mirim ou ribeirão Três Pontes, sobe por este até sua cabeceira continua pelo divisor que deixa, à direita, as águas do rio Tietê, e à esquerda, as do ribeirão Baquirivu-Guaçú, até a cabeceira do córrego do Taboão.
2 – COM O MUNICÍPIO DE SANTA ISABEL
Começa na cabeceira do córrego do Taboão, no espigão que separa as águas do rio Tietê, ao sul, e as do ribeirão Baquirivú-Guaçú, ao norte; prossegue pelo divisor entre as águas dos rios Tietê e Peropava, à direita, e as do ribeirão Baquirivu-Guaçú, à esquerda, em demanda da cabeceira mais ocidental do córrego Perová, pelo qual desce até sua fóz no ribeirão Caputera; continua pelo contraforte fronteiro até o divisor Caputera-Una; segue por este divisor até o divisor Una-Taboozinho; continua por este divisor em demanda da cabeceira mais ocidental do córrrego J. Felix, pelo qual desce até sua fóz no ribeirão Taboozinho e por este abaixo até sua confluência com o ribeirão São Bento, formadores do rio Parateí.
3 – COM O MUNICÍPIO DE MOGI DAS CRUZES
Começa no rio Paratei, na confluência dos ribeirões Taboozinho e São Bento; seus formadores; sobe pelo ribeirão São Bento até a cabeceira do galho mais meridional; continua pelo divisor entre as águas do ribeirão Mandi, à direita, e as do ribeirão Jaguari, à esquerda, em demanda da ponte da estrada que liga Itaquaquecetuba ao bairro do Meio sôbre o ribeirão do Jaguari.
4 – COM O MUNICÍPIO DE SUZANO
Começa na ponte da estrada que liga Itaquaquecetuba ao bairro do Meio sôbre o ribeirão do Jaguari, pelo qual desce até sua fóz no rio Tietê; sobe pelo rio Tietê até a fóz do córrego da Chácara Bela Vista.
5 – COM O MUNICÍPIO DE POÁ
Começa o rio Tietê na fóz do córrego da Chácara Bela Vista; sobe por este córrego até sua cabeceira setentrional, no divisor Tietê-Três Pontes; daí, vai em reta à fóz do córrego A. Soares, no ribeirão Três Pontes.
6 – COM O MUNICÍPIO DE SÃO PAULO
Começa no ribeirão Três Pontes, na fóz do córrego de A. Soares; desce pelo ribeirão Três Pontes até sua fóz no rio Tietê, pelo qual desce até a fóz do rio Pirati-Mirim onde tiveram inicio estes limites.
 
MUNICÍPIO DE ITARARÉ
(Instalado em 1893)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O MUNICÍPIO DE RIBEIRÃO VERMELHO
Começa no rio Itararé, na fóz do ribeirão da Forquilha, sobe por este até a fóz do ribeirão das Furnas e vai por este acima até a fóz do ribeirão das Furnas; vai por este acima até sua cabeceira mais próxima do córrego da Divisa, afluente da margem esquerda do ribeirão Vermelho; transpõe o espigão Vermelho Forquilha em demanda da cabeceira do córrego da Divisa pelo qual desce até o ribeirão Vermelho, e, por este acima até a fóz do córrego Maria Barbosa ou água do Joaquim Cordeiro, pelo qual sobe até sua cabeceira no espigão Vermelho-Verde; alcança a cabeceira do ribeirão Caçador ou Água da Fazenda Velha, pelo qual desce até sua fóz no ribeirão Pedra Branca.
2 – COM O MUNICÍPIO DE ITABERÁ
Começa no ribeirão Pedra Branca na fóz da água da Fazenda Velha ou ribeirão Caçador; desce por aquele até o rio Verde e por êste acima até a ponte da Estrada de Ferro Sorocabana.
3 – COM O MUNICÍPIO DE ITAPEVA
Começa na ponte da Estrada de Ferro Sorocabana, sôbre o rio Verde, pelo qual sobe e pelo ribeirão Jatibuca, até sua cabeceira, defronte a uma garganta, uma cerca e um valo; segue pelo valo até a cabeceira da água do Palmito Mole pelo qual desce até o rio Pirituba.
4 – COM O MUNICÍPIO DE APIAIÍ
Começa no rio Pirituba, na fóz da água do Palmito Mole; sobe por aquele até o salto fronteiro à serra denominada Campos do Chupim; daí, segue pela serra até cruzar com a serra do Paranapiacaba que ai tem os nomes locais de serra do Bonsucesso, serra do Itapirapuã e por esta serra prossegue até a cabeceira do rio Itapirapuã, que contraverte com o ribeirão da Égua Morta.
5 – COM O ESTADO DO PARANÁ
Começa na cabeceira do rio Itapirapuã, que contraverte com o ribeirão da Égua Morta, na serra de Itapirapuã; segue pelas divisas com o Estado do Paraná até a fóz do ribeirão da Forquilha, onde tiveram inicio estes limites.
 
 MUNICÍPIO DE ITARIRÍ
  (Criado em 1948)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O MUNICÍPIO DE PEDRO DE TOLEDO
Começa no pião divisor das águas dos rios do Peixe do Azeite e Una do Prelado, na serra dos Itatins, segue pelo divisor entre as águas do rio do Peixe, á esquerda, e as do rio do Azeite, à direita, até o contraforte que finda no rio Itariri, na fóz do córrego Laranja Azeda; segue por este contraforte até a referida fóz; sobe pelo córrego Laranja Azeda, até sua cabeceira mais setentrional no divisor entre as águas do rio São Lourencinho, ao Norte, e as dos rios Guanhanha e Preto, ao Sul; segue por este divisor até o seu cruzamento com o contraforte da margem direita do rio Guanhanhã, que finda na fóz do ribeirão da Figueira.
2 – COM O MUNICÍPIO DE ITANHAEN
Começa no espigão entre as águas do rio São Lourencinho, ao Norte e as do rio Guanhanhã, ao Sul, no ponto de cruzamento com o contraforte da margem direita do rio Guanhanhã, que finda na fóz do ribeirão da Figueira; segue por este contraforte até a citada fóz; continua pelo contraforte da margem esquerda do ribeirão da Figueira, até o divisor Guanhanhã – Preto, no morro Alto; segue por este divisor até o morro do Guatiala; segue pelo contraforte que separa as águas do córrego Vermelho, das do rio Preto, até o contraforte que finda no rio Branco, na fóz do ribeirão do Quatinga; segue por este contraforte até a referida fóz; sobe pelo ribeirão do Quatinga e pelo ribeirão Serrinha até a sua cabeceira ocidental no espigão entre as águas do rio Branco, à direita, e as do ribeirão Guaraú, à esquerda; caminha por este espigão até entroncar com a serra dos Itatins, que é o espigão mestre entre as águas do rio Una do Prelado o do rio do Azeita, no pião divisor das águas dos rios Itinguçú, do Azeite e Guaraú.
3 – COM O MUNICÍPIO DE IGUAPE
Começa na serra dos Itatins, no pião divisor das águas dos rios Itinguçú, do Azeite e Guaraú, pela qual caminha até o pião divisor dos rios Peixe, Azeite, Comprido ou Una do Prelado, onde tiveram inicio estes limites.
b) DIVISAS INTEDISTRITAIS
1 – ENTRE OS DISTRITOS DE ANA DIAS E ITARIRÍ
Começa na serra de Peruíbe, na cabeceira do ribeirão do Cabuçú; segue pelo divisor das águas do ribeirão do Cabuçú e córrego da Paca e, a seguir, pelo divisor das águas do ribeirão Areadinho, à esquerda, e ribeirão Ana Dias e Salgado, à direita, até atingir o contraforte que separa os córregos afluentes do ribeirão Ubatuba, que ficam a direita e a esquerda do quilometro noventa e cinco, da Estrada de Ferro Sorocabana – Linha Santos – Juquiá; segue pelo contraforte fronteiro até atingir a cabeceira do ribeirão do Wrigt, no divisor das águas dos rios Guanhanhã e Branco; segue por este divisor até frontear a cabeceira do córrego que tem a sua fóz a montante da segunda cachoeira que fica acerca de dois quilômetros a jusante do salto grande do rio Guanhanhã; sobe por este rio, até a fóz do seu primeiro afluente da margem direita; sobe por este até a sua cabeceira no divisor das águas do rio São Lourenço, ao Norte, e rio Guanhanhã e Preto, ao Sul.
 
MUNICÍPIO DE ITATIBA
(Instalado em 1857)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O MUNICÍPIO DE VALINHOS
Começa no alto da serra dos Cocais, em frente da cabeceira mais oriental do córrego do Reservatório, prossegue pela serra até cruzar o divisor que deixa, à direita, as águas que passam nas fazendas de Joaquim Franco, de Bento Pires de Almeida e as do córrego da fazenda Jolí; continua pelo divisor até a fóz do córrego da fazenda Espirito Santo do Morro Agudo, no rio Atibaia.
2 – COM O MUNICÍPIO DE CAMPINAS
Começa no rio Atibaia, na fóz do córrego da fazenda Espirito Santo o Morro Agudo, segue pelo contraforte fronteiro que deixa, à direita, as águas desse córrego até o espigão que deixa, à direita, as águas do rio Atibaia, continua por este divisor até alcançar a serra das Cabras, que separa as águas do rio das Cabras, de um lado, das do rio Atibaia do outro; prossegue pela crista da serra, contornando sempre as vertentes do rio das Cabras, até o contraforte que deixa, à esquerda, as águas do córrego da Vendinha do Jaguari e por este contraforte segue até a fóz do referido córrego no rio Jaguari.
3 – COM O MUNICÍPIO DE PEDREIRA
Começa no rio Jaguari, na fóz do córrego da Vendinha do Jaguari; sobe pelo rio até a fóz do córrego da Divisa, que deságua na margem direita, cerca de dois quilômetros abaixo da ponte de J. Soares.
4 – COM O MUNICÍPIO DE AMPARO
Começa no rio Jaguari, na fóz do córrego da Divisa que desemboca cerca de dois quilômetros abaixo da ponte de J. Soares; sobe pelo rio Jaguari até a fóz do córrego de J. Marinho.
5 – COM O MUNICÍPIO DE BRAGANÇA PAULISTA
Começa no rio Jaguari, na fóz do córrego de J. Marinho; sobe pelo rio até a fóz do ribeirão que vem da fazenda de Manuel Ferraz, pelo qual sobe até sua cabeceira do braço sudoriental; segue pelo espigão entre as águas do rio Atibaia, ao Sul, e as do rio Jaguari, ao Norte, em demanda da cabeceira mais setentrional do ribeirão da Fazenda Velha, pelo qual desce até o rio Atibaia.
6 – COM O MUNICÍPIO DE JARINÚ
Começa no rio Atibaia, na fóz do ribeirão da Fazenda Velha; desce por aquele até a fóz do ribeirão do Morro Azul, continua pelo contraforte da margem direita dêste ribeirão até o espigão que deixa, à direita, as águas do ribeirão do Morro Azul e, à esquerda,  as dos ribeirões Pinhal e Campo Largo; caminha por este espigão até alcançar o espigão mestre entre as águas do rio Atibaia, ao Norte, e as do Jundiaí, ao Sul, e por ele prossegue até cruzar com o espigão divisor da margem direita das águas do ribeirão Invernada ou Tanque.
7 – COM O MUNICÍPIO DE JUNDIAÍ
Começa no espigão entre as águas do rio Atibaia, ao Norte, e as do rio Jundiaí, ao Sul, onde o espigão cruza com o divisor da margem direita das águas do ribeirão Invernada ou Tanque; segue por esse espigão e pelo divisor das águas dos rios Atibaia e Capivari, até cruzar com o contraforte da margem esquerda do córrego Engenho Seco.
8 – COM O MUNICIPIO DE VINHEDO
Começa no espigão divisor das águas dos rios Capivari-Atibaia, no ponto de cruzamento com o contraforte da margem esquerda do córrego Engenho Seco; continua pelo referido espigão até a serra do Jardim, que é o divisor entre as águas do rio dos Pinheiros, e as do rio Atibaia pelo qual segue até a serra dos Cocais, em frente à cabeceira mais oriental do córrego do Reservatório, onde tiveram inicio estes limites.
b) DIVISAS INTEDISTRITAIS
1 – ENTRE OS DISTRITOS DE ITATIBA E MORUNGABA
Começa na foz do córrego da Fazenda Espirito Santo do Morro Agudo, no rio Atibaia; sobe por este até a fóz do córrego da Fazenda Santa Bárbara; sobe por este até sua cabeceira mais oriental; continua pelo espigão entre as águas do rio Jaguari,ao Norte, e as do rio Atibaia, ao Sul, até a cabeceira do braço sudoriental do ribeirão que passa na fazenda de Manuel Ferraz.
 
MUNICÍPIO DE ITATINGA
(Instalado em 1898)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O MUNICÍPIO DE BOTUCATÚ
Começa no rio Pardo, na fóz do ribeirão da Restinga, sobe por aquele até a foz do córrego das Pedrinhas sobe por este até sua cabeceira mais ocidental, vai em reta a confluência do córrego da Divisa, no rio das Pedras, e pelo rio das Pedras acima, até encontrar a fóz do ribeirão do Atalho; continua por este espigão até o contraforte entre as águas do córrego da Fazenda Boa Vista, a Leste, e as da Fazenda da 5.ª Secção, a Oeste; continua por este contraforte em demanda da confluência destas duas águas, formadoras da água da Posse pela qual desce até sua fóz no ribeirão do Lajeado e por este abaixo até o rio Santo Inácio.
2 – COM O MUNICÍPIO DE BOFETE
Começa no rio Santo Inácio, na fóz do ribeirão do Lajeado; desce por aquele até a fóz do córrego da Estiva tambem conhecido como Potreiro do Lima.
3 – COM O MUNICÍPIO DE ANGATUBA
Começa no rio Santo Inácio, onde deságua o córrego da Estiva ou Potreiro do Lima, e vai por aquele até a fóz do rio Jacú.
4 – COM O MUNICÍPIO DE PARANAPANEMA
Começa no rio Santo Inácio, na fóz do rio Jacu, desce por aquele até sua fóz no rio Paranapanema; desce por este até a fóz do ribeirão Correntes.
5 – COM O MUNICÍPIO DE AVARÉ
Começa no rio Paranapanema, na fóz do ribeirão Correntes; segue pelo contraforte fronteiro entre as águas deste último a Leste, e as do ribeirão da Pedra Preta a Oeste, até o divisor Correntes-Bonito; segue por este divisor em demanda da cabeceira sudocidental do ribeirão Bonito e por este abaixo até o rio Novo; desce por este até a fóz do córrego de José Paixão, sobe por este até sua cabeceira; segue em reta a cabeceira do galno sudocidental do córrego da Fazenda Macedônia; desce por este até o córrego Tijuco Preto; continua por este até sua fóz no ribeirão da Restinga, pelo qual desce até o rio Pardo, onde tiveram inicio estes limites.
b) DIVISAS INTERDISTRITAIS
1 – ENTRE OS DISTRITOS DE ITATINGA E LOBO
Começa no ribeirão Bonito, na fóz do córrego Zaca Celestino, pelo qual sobe até sua cabeceira no divisor Bonito-Novo; segue por este divisor até o contraforte que deixa à direita o córrego da Hugo Manola; segue por esse contraforte em demanda da fóz do córrego de Hugo Manola no ri Novo, pelo qual sobe até a fóz do córrego do Açude; segue pelo contraforte fronteiro até o divisor entre as águas do rio Novo, à direita, e as do ribeirão das Pedras, continua por este divisor até cruzar com o contraforte que deixa à direita as águas do córrego Saltinho; prossegue por este contraforte até a fóz dêste córrego no ribeirão das Pedrinhas.
 
MUNICÍPIO DE ITIRAPINA
(Instalado em 1935)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O MUNICÍPIO DE SÃO CARLOS
Começa na fóz do ribeirão do Lobo no ribeirão do Feijão; sobe por este até a fóz do córrego do Lageadinho; segue pelo contraforte fronteiro até o divisor entre as águas do ribeirão do Feijão, de um lado, e as do ribeirão Laranja Azeda e córrego do Macaco do outro lado; segue por este divisor até cruzar com o contraforte que finda no ribeirão do Feijão, na fóz do córrego Visconde do Rio Claro.
2 – COM O MUNICÍPIO DE ANALÂNDIA
Começa no divisor entre as águas do ribeirão do Feijão, de um lado e os do ribeirão Laranja Azeda e córrego do Macaco, do outro lado, no ponto de cruzamento com o contraforte que morre no ribeirão do Feijão, na fóz do córrego Visconde do Rio Claro; segue por este contraforte até a citada fóz; sobe pelo córrego Visconde do Rio Claro, até sua cabeceira no espigão entre as águas do ribeirão do Feijão e as do rio Corumbataí; continua por este espigão até o divisor entre as águas do rio Corumbataí, a esquerda, e as do ribeirão do Retiro, a direita prossegue por este divisor até o contraforte que finda na fóz do córrego da Fazenda Santa Rita no ribeirão do Retiro; segue por este contraforte até a referida fóz, vai daí, em reta a cabeceira mais meridional do ribeirão da Barra.
3 – COM O MUNICÍPIO DE CORUMBATAÍ
Começa na cabeceira mais meridional do ribeirão da Barra de onde vai em reta à cabeceira mais setentrional do córrego da Serra, pelo qual desce até sua fóz no rio da Cabeça.
4 – COM O MUNICÍPIO DE RIO CLARO
Começa na fóz do córrego da Serra, no rio da Cabeça; sobe por este até a fóz do córrego do Tijuco Preto; sobe por este até a sua cabeceira mais meridional; transpõe o divisor em demanda da cabeceira mais setentrional do córrego que passa a Oeste da fazenda Passa Cinco; desce pelo córrego até o rio Passa Cinco e por este abaixo até a fóz do ribeirão da Lapa; sobe pelo ribeirão até sua cabeceira sudoriental, na serra do Itaqueri, vai daí, em reta, ao aparado da serra do Itaqueri, no ponto de cruzamento com o divisor que separa as águas dos ribeirões Água Vermelha e Água Branca.
5 – COM O MUNICÍPIO DE SÃO PEDRO
Começa no aparado da serra do Itaqueri, no ponto de cruzamento com o divisor que separa as águas dos ribeirões Água Branca e Água Vermelha, segue pelo aparado ou quina da serra de Itaqueri até frontear o divisor que separa as águas do ribeirão Jardim ou Pinheirinhos à direita, e as do ribeirão dos Pintos, à esquerda; alcança pelo contraforte fronteiro o citado divisor caminha por este divisor até a cabeceira mais oriental do ribeirão dos Pintos.
6 – COM O MUNICÍPIO DE BROTAS
Começa no divisor que deixa, à direita as águas do ribeirão do Jardim ou Pinheirinhos, e à esquerda, as do ribeirão dos Pintos, na cabeceira mais oriental do ribeirão dos Pintos; segue pelo divisor até a cabeceira do córrego da Divisa; desce por este até sua fóz no ribeirão do Jardim ou Pinheirinhos; desce, ainda, por este, até a foz do córrego Lindeiro; sobe por este até sua cabeceira; vai em reta a cabeceira oriental do córrego Municipal, pelo qual desce até o ribeirão Tamanduá, pelo qual continua até a fóz do córrego que deixa, à direita, a sede da fazenda Santa Clara; sobe por este córrego até sua cabeceira; vai em reta à fóz do formador de cabeceira nororiental do córrego das Aranhas; sobe por este até sua cabeceira; vai em reta à fóz do córrego Minúsculo no córrego Morro Grande das Posses; sobe pelo córrego Minúsculo até sua cabeceira, segue em reta a cabeceira mais meridional do ribeirão do Lobo; pelo qual desce até sua fóz no rio Jacaré-Guaçú, onde tiveram inicio estes limites.
b) DIVISAS INTERDISTRITAIS
1 – ENTRE OS DISTRITOS DE ITAQUERI DA SERRA E ITIRAPINA
Começa no ribeirão do Lobo na fóz do córrego da Fazenda São José; sobe por êste até sua cabeceira; vai daí em reta a cabeceira do córrego da Fazenda Boa Vista; desce por este até sua fóz no ribeirão Itaqueri; segue pelo contraforte fronteiro até o divisor da margem esquerda do córrego Espraiado; segue por este divisor até o contraforte que finda na fóz do ribeirão Cachoeira no rio Passa Cinco; segue por este contraforte até a fóz do ribeirão Cachoeira no rio Passa Cinco; sobe pelo ribeirão Cachoeira até sua cabeceira meridional do galho de Leste, atingindo depois, a rumo, o aparado da serra do Itaqueri.
 
MUNICÍPIO DE ITIRAPUÃ
(Criado em 1948)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O MUNICÍPIO DE PATROCÍNIO PAULISTA
Começa no ribeirão Santa Bárbara, na fóz do córrego do Grotão; desce pelo ribeirão Santa Barbara até a fóz do ribeirão Capanema, de onde vai, em reta, à cabeceira mais meridional do córrego Cará, pelo qual desce até sua fóz no ribeirão São Francisco; sobe por este até sua cabeceira no divisor Capanema-São Tomé; segue por este divisor até o contraforte que finda na fóz do córrego Fundo, no ribeirão São Tomé; segue por este contraforte em demanda da citada fóz.
2 – COM O ESTADO DE MINAS GERAIS
Começa no ribeirão São Tome, na fóz do córrego Fundo; segue pelas divisas com o Estado de Minas Gerais até a fóz do córrego do Grotão no ribeirão Santa Barbara, onde tiveram inicio estes limites.
 
MUNICÍPIO DE ITÚ
(Instalado em 1654)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O MUNICÍPIO DE PORTO FELIZ
Começa no espigão mestre Tietê – Sorocaba, onde ele cruza com o divisor que deixa, à direita, as águas do ribeirão da Conceição, e à esquerda, as do rio Avecuia; segue por este ultimo divisor até a cabeceira mais meridional do ribeirão Caincatinga que nasce pouco do Sul da sede da fazenda Capoavinha; desce pelo ribeirão Caiacatinga até o rio Tietê; sobe por este até a fóz do córrego Itapocu.
2 – COM O MUNICÍPIO DE ELIAS FAUSTO
Começa no rio Tietê na fóz do córrego Itapocu, sobe pelo rio Tietê até a fóz do ribeirão Atuaú.
3 – COM O MUNICÍPIO DE SALTO
Começa no rio Tietê, na fóz do ribeirão Atuaú; sobe pelo rio Tietê até a fóz do rio Itaim; segue pelo espigão que deixa, à direita, as águas dêste último, contornando as águas do córrego Frio e continua pelo espigão que deixa, à direita, as águas do ribeirão Guaraú, até a fóz do córrego da Canjica, nêste ribeirão; sobe pelo córrego Canjica até sua cabeceira mais oriental e pelo espigão procura a cabeceira mais ocidental do córrego Bananeira; desce pelo citado córrego até o rio Tietê; sobe por este até a fóz do córrego do sitio do Buraco, que desemboca junto à sede da propriedade do mesmo nome; segue pelo espigão que deixa, à direita, as águas dêste córrego e continua pelo espigão que deixa, a direita, as águas do córrego da Boa Vista, que nasce pouco ao Sul da sede da fazenda do mesmo nome, até sua fóz no rio Piraí; vai em reta à fóz do ribeirão Cana Verde ou Água Branca, no ribeirão da Grama; sobe pelo ribeirão da Grama até a fóz do córrego do Valério.
4 – COM O MUNICÍPIO DE INDAIATUBA
Começa no ribeirão da Grama, na fóz do córrego do Valério; segue pelo divisor entre as águas oeste, à esquerda, e as do ribeirão Cana Verde ou Água Branca, a direita, até o espigão mestre Tietê – Jundiaí, na cabeceira mais meridional do ribeirão Santa Rita.
5 – COM O MUNICÍPIO DE CABREUVA
Começa no espigão mestre Tietê-Judiai, na cabeceira mais meridional do ribeirão Santa Rita, segue pelo espigão Pinhal-Jundiai, até a cabeceira do córrego Municipal, pelo qual desce ao rio Piraí; desce por este até onde é cortado pela reta Norte-Sul que vem da fóz do córrego da fazenda Morro Grande, no ribeirão Itaguá, que nasce no povoado de Itaguá; segue pela reta até a citada fóz; desce pelo ribeirão Itaguá até o rio Tietê e por este sobe até a fóz do córrego Putribú ou Aputribú de Cima.
6 – COM O MUNICÍPIO DE SÃO ROQUE
Começa no rio Tietê, na fóz do rio Putribú ou Aputribú de Cima; sobe por este até sua cabeceira mais ocidental; segue pelo espigão que deixa as águas do ribeirão dos Cristais, à esquerda, e as do ribeirão Pirapitingui e Varejão, à direita, prossegue por este espigão em demanda da fóz do córrego Mato Dentro, no ribeirão Pirajibú.
7 – COM O MUNICÍPIO DE SOROCABA
Começa no ribeirão Pirajibú, na fóz do córrego Mato Dentro, desce pelo ribeirão Pirajibú até a fóz do ribeirão Varejão; segue pelo espigão fronteiro em demanda da ca- cabeceira mais oriental do córrego Monteiro de Carvalho; desce por este até o ribeirão da Tapera Grande e por este, ainda, até a fóz do córrego do Eufrásio, pelo qual sobe até sua cabeceira mais setentrional; continua pelo espigão mestre Tietê-Sorocaba, até cruzar com o divisor que deixa, a direita, as águas do ribeirão da Conceição, e a esquerda, as do rio Avecuia, onde tiveram inicio estes limites.
b) – DIVISAS INTEDISTRITAIS
1 – ENTRE OS DISTRITOS DE ITÚ E PIRAPITINGUÍ
Começa no divisor entre as águas dos ribeirões da Conceição e Avecuia, na cabeceira ocidental do ribeirão da Conceição; desce por este até sua fóz no rio Itaim-Guaçú; continua pelo contraforte fronteiro entre as águas do rio Itaim-Guaçú, até o divisor entre as águas dêste rio, de um lado e as do rio Pirapitingui do outro; segue por este divisor até a fóz do córrego Pirapitingui, no rio Pirapitingui, pelo qual sobe até o córrego Distrital; sobe por este até sua cabeceira oriental; vai em reta, de rumo aproximadamente Norte – Sul, à fóz do córrego Divisa, no ribeirão Taquaral; sobe por este até sua cabeceira meridional; vai em reta de rumo Norte-Sul até o rio Putribú ou Aputribú de Cima.
 
MUNICÍPIO DE ITUVERAVA
(Instalado em 1885)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O MUNICÍPIO DE IGARAPAVA
Começa no rio do Carmo na fóz do córrego do Limão; sobe pelo rio do Carmo até a fóz do ribeirão da Bandeira.
2 – COM O MUNICÍPIO DE BURITIZAL
Começa no rio do Carmo, na fóz do ribeirão da Bandeira; sobe pelo rio do Carmo até a fóz do rio Ponte Nova, pelo qual sobe até a fóz do córrego Jeriquara.
3 – COM O MUNICÍPIO DE FRANCA
Começa no rio Ponte Nova na fóz do córrego Jeriquara, pelo qual sobe até a fóz do córrego Lageadinho; sobe por este até sua cabeceira; continua pelo espigão divisor que deixa, à direita, as águas do ribeirão Capivari, e, à esquerda, as do ribeirão Jeriquara e as do ribeirão São Luiz; segue pelo espigão até a confluência dos ribeirões São Luiz e Japão; desce pelo ribeirão do Sulapão até a fóz do córrego do Palmital, pelo qual sobe até sua cabeceira no espigão mestre Carmo-SapucaÍ.
4 – COM O MUNICÍPIO DE SÃO JOSÉ DA BELA VISTA
Começa no espigão mestre Carmo-Sapucaí, na cabeceira do córrego do Palmital; segue pelo espigão mestre até o entroncamento com o divisor Bocaina-Salgado.
5 – COM O MUNICÍPIO DE GUARÁ
Começa no ponto de entroncamento do contraforte Paineiras-Posses com o espigão Carmo-Sapucaí; prossegue por este até a cabeceira mais oriental do córrego da Baixada, pelo qual desce até sua foz no ribeirão do Retiro da Mata, pelo qual desce até sua fóz no rio Sapucaí.
6 – COM O MUNICÍPIO DE IPUÃ
Começa na fóz do ribeirão do Retiro da Mata, no rio Sapucaí, desce por este até o local denominado Paredão.
7 – COM O MUNICÍPIO DE MIGUELÓPOLIS
Começa no Paredão no rio Sapucaí, vai daí, em reta, a foz do córrego Sucuri, no ribeirão do Salto; sobe pelo córrego Sucuri até sua cabeceira, dêste ponto vai em reta a ponta mais ao Sul da Lago Feia, atravessa a lagoa e desce pelo córrego Lago Feia até sua fóz no ribeirão Sete Lagoas; sobe por este até o córrego do Atalho; sobe por este até sua cabeceira no espigão entre o ribeirão Sete Lagoas de um lado e córrego do Limão e Borges do outro; segue por este espigão até cruzar com o divisor entre o córrego do Limão, à direita, e o córrego dos Borges a esquerda; segue por êste divisor até a cabeceira da água que passa por O. Borges; desce por esta água até o córrego do Limão, pelo qual desce até sua fóz no rio do Carmo, onde tiveram inicio estes limites.
b) DIVISAS INTERDISTRITAIS
1 – ENTRE OS DISTRITOS DE CAPIVARÍ DA MATA E ITUVERAVA
Começa no divisor Bocaina-Carmo, na cabeceira do córrego José Claudio, pelo qual desce até sua fóz no rio do Carmo; daí, vai em reta ao divisor Carmo-Capivari, na cabeceira do córrego João Batista, pelo qual desce até sua fóz no ribeirão Capivari; dêste ponto vai em reta a fóz do córrego João Joaquim, no córrego que vem de Zico Fonseca; sobe por este córrego até sua cabeceira; segue pelo contraforte fronteiro até o divisor Capivari-Ponte Nova; prossegue por este divisor até a cabeceira do córrego Lajeadinho.
2 – ENTRE OS DISTRITOS DE ITUVERAVA E SÃO BENEDITO DA CACHOEIRINHA
Começa no rio do Carmo na fóz do córrego do Tijuco; daí sobe pelo córrego do Tijuco até sua cabeceira meridional; daí segue pelo divisor mestre das águas do rio do Carmo, à direita e rio Sapucaí, à esquerda, até entroncar com o divisor Sapucaí-Sete Lagoas; segue por este divisor até a Lagoa Feia.
 
MUNICÍPIO DE JABORANDÍ
(Criado em 1948)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O MUNICÍPIO DE BARRETOS
Começa no contraforte entre as águas dos córregos da Estiva e Quebra Cuia no cruzamento com o espigão entre as águas do ribeirão Pitangueiras, à esquerda, e as do ribeirão Turvo, à direita; segue por este espigão até a fóz do ribeirão do Turvo, no rio Pardo.
2 – COM O MUNICÍPIO DE MORRO AGUDO
Começa no rio Pardo, na fóz do ribeirão do Turvo; sobe por aquele até a fóz do ribeirão da Palmeiras.
3 – COM O MUNICÍPIO DE TERRA ROXA
Começa no rio Pardo, na fóz do ribeirão das Palmeiras; sobe por este até a fóz do ribeirão Retirinho.
4 – COM O MUNICÍPIO DE COLINA
Começa no ribeirão das Palmeiras, na fóz do ribeirão Retirinho; sobe por este até a fóz do córrego da Fazenda Recreio; continua pelo divisor que deixa, à esquerda, as águas do ribeirão Retirinho, e, à direita, as águas do córrego Jaborandi, até a nascente do córrego da fazenda Mandaguari, vai dêste ponto em reta a fóz do córrego da Estiva, no ribeirão do Turvo; prossegue pelo contraforte entre os córregos da Estiva e Quebra Cuia, até atingir o divisor entre as águas do ribeirão Pitangueiras, ao Norte, e ribeirão Turvo, ao Sul, onde tiveram inicio estes limites.
 
MUNICÍPIO DE JABUTICABAL
(Instalado em 1868)
 
a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O MUNICÍPIO DE TAIÚVA
Começa na nascente do córrego da Estiva, no citio do Ferreira; desce pelo córrego da Estiva até a ponte da estrada de rodagem que de Jabuticabal vai a Taiúva; segue daí, em reta, à fóz do córrego da fazenda Boa Sorte, no córrego do Cerradinho; segue pelo contraforte fronteiro que deixa à esquerda, as águas do córrego da fazenda Boa Sorte, até cruzar com o divisor Boa Sorte – Campo Belo; segue por esse divisor até o contraforte que deixa à esquerda o córrego Fundo; continua por este divisor até a cabeceira do córrego de A. Estrelina, pelo qual desce até o córrego Fundo.
2 – COM O MUNICÍPIO DE PITANGUEIRAS
Começa no córrego Fundo, na fóz do córrego de A. Estrelina; desce por aquele até a fóz do córrego da Boa Vista, formadores do ribeirão Taquaral, pelo qual desce até sua foz no rio Mogi-Guaçú; sobe por este até a fóz do ribeirão Palmital.
3 – COM O MUNICÍPIO DE SERTÃOZINHO
Começa no rio Mogi-Guaçú, na fóz do ribeirão Palmital; sobe por aquele até a fóz do ribeirão da Onça.
4 – COM O MUNICÍPIO DE BARRINHA
Começa na fóz do ribeirão da Onça no rio Mogi-Guaçú, pelo qual sobe até a fóz do córrego da Lagoa.
5 – COM O MUNICÍPIO DE GUARIBA
Começa no rio Mogi-Guaçú, na fóz do córrego da Lagoa; sobe por aquele até a fóz do córrego Santa Izabel e por este acima até sua cabeceira mais ocidental; segue pelo espigão que deixa, à direita, as águas do córrego Anhumas, até atingir a cabeceira mais oriental do córrego Dona Zilda, pelo qual desce até o córrego da Gordura; desce por este até o ribeirão córrego Rico; sobe por este até a fóz do córrego Fundo; sobe por este até a fóz do córrego da Estiva; vai em reta à fóz do córrego da fazenda do Côco, no córrego do Côco.
6 – COM O MUNICÍPIO DE TAGUARITINGA
Começa na fóz do córrego da Fazenda do Côco, no córrego do Côco; sobe por aquele até sua cabeceira; ganha a cabeceira mais oriental do córrego do Carrão; desce por este até o ribeirão Córrego Rico e por este acima até a fóz do córrego do Rumo.
7 – COM O MUNICÍPIO DE MONTE ALTO
Começa no ribeirão Córrego Rico, na fóz do córrego do Rumo; segue pelo espigão fronteiro, contornando as cabeceira do córrego de José Crispim, até a fóz do córrego que vem da Fazenda de J. Sagres no córrego do Tijuco, fóz que ocorre logo abaixo da estrada de rodagem de Jabuticabal a Monte Alto; segue pelo contraforte que deixa, à esquerda, as águas do córrego do Tijuco, da Fazenda Laranjeiras e L. Tomaz, e, à direita, as dos córrego de J. Sagres e Augusto Acioli, até cruzar com o espigão divisor Grama – Córrego Rico; caminha pelo espigão em demanda do marco quilométrico n. 364, do ramal de Jabuticabal, da Companhia Paulista de Estradas de Ferro; daí vai em reta, à nascente do córrego da Grama, mais próximo ao citado marco quilométrico e daí por nova reta à nascente do córrego da Estiva, no sitio do Ferreira, onde tiveram inicio estes limites.
b) DIVISAS INTERDISTRITAIS
1 – ENTRE OS DISTRITOS DE CÓRREGO RICO E JABUTICABAL
Começa no ribeirão Córrego Rico, na fóz do córrego Carrão, desce por aquele até a ponte da estrada de rodagem que do bairro do Côco vai a Jabuticabal; desse ponto vai em reta à ponte da estrada que liga Córrego Rico a Jabuticabal, sôbre o córrego do Mico; desce por este até o ribeirão Córrego Rico e por este abaixo até o rio Mogi-Guaçú.
2 – ENTRE OS DISTRITOS DE JABUTICABAL E LUSITÂNIA
Começa na fóz ao córrego da fazenda Bôa Sorte, no córrego do Cerradinho; desce por este até o ribeirão Santa Rita, sobe por este até a fóz do córrego da Capela, pelo qual sobe até sua cabeceira; continua a rumo da cabeceira do córrego que deságua junto a sede da Fazenda Palmital, no ribeirão do mesmo nome; desce pelo citado córrego até o ribeirão referido e por este abaixo até o rio Mogi-Guaçú.

MUNICÍPIO DE JACAREÍ
(Instalado em 1653) (?)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O MUNICÍPIO DE SANTA ISABEL
Começa no rio Parateí, na foz do córrego João Pinto que deságua acima da ponte da Figueira, desce pelo rio Parateí até o primeiro córrego da margem esquerda conhecido como córrego do Dr. Novais pelo qual sobe até sua cabeceira; continua pelo espigão fronteiro que deixa a direita, as águas do ribeirão Santo Ângelo, até a foz do córrego Santa Cruz no ribeirão Santo Ângelo.
2 – COM O MUNICÍPIO DE IGARATÁ
Começa no ribeirão Santo Ângelo na foz do córrego Santa Cruz, sôbre por êste até sua cabeceira mais oriental, continua pelo espigão da margem esquerda do ribeirão do Braz até a cabeceira do córrego da Divisa, pelo qual desce até sua foz no rio Jaguari; seguem pelo contraforte fronteiro até cruzar com o divisor entre os rios Peixe e Jaguari, continua por êste divisor até entroncar com o contraforte que finda no rio Peixe, na foz do ribeirão Piúva.
3 – COM O MUNICÍPIO DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS
Começa no divisor entre as águas dos rios Piúva e Jaguari, no ponto de entroncamento com o contraforte que morre na foz do ribeirão Piúva, no rio do Peixe; segue pelo divisor que separa as águas do ribeirão Piúva, à esquerda, das do rio Jaguarí, à direita, até a cabeceira ocidental do braço da direita do ribeirão do Patrício pelo qual desce até o rio Jaguarí; desce por êste até a foz do ribeirão Pinheiros; segue pelo divisor entre as águas dos rios Jaguari e Paraíba, até a cachoeira do Poço, no rio Paraíba, pelo qual sobe até a fóz  do rio Comprido pelo qual sobe até sua cabeceira mais oriental, cerca de dois quilômetros  à leste da Fazenda Jardim; continua pelo espigão  que deixa à esquerda, as águas dos rio Serimbura e Putim, em demanda da foz do rio das Pedras, no rio Varador.
4 – COM O MUNICÍPIO DE JAMBEIRO
Começa na fóz do rio das Pedras, no rio Varador, pelo qual desce até sua fóz no rio Paraíba.
5 – COM O MUNICÍPIO DE SANTA BRANCA
Começa no rio Paraíba, na fóz do rio Varador, desce por aquele até a fóz do ribeirão Putim.
6 – COM O MUNICÍPIO DE GUARAREMA
Começa no rio Paraíba, na fóz do ribeirão Putim; segue pelo espigão fronteiro entre as águas dos ribeirões Cachoeira e Romeu até alcançar o maciço do morro das Piluleiras, prossegue por êste maciço passando pelo morro do Itapema até alcançar a fóz do córrego do Dr. Maneco, antigo Goiabal, no rio Paraíba, sobe pelo córrego e pelo braço da direita que tem o nome de córrego do Barbosa até sua cabeceira, alcança a cabeceira mais meridional do córrego João Pinto, desce por êste até sua fóz no rio Paratei, logo acima da fóz do córrego Dr. Novais, onde tiveram início estes limites.

MUNICÍPIO DE JACUPIRANGA
(Instalado em 1928)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O MUNICÍPIO DE IPORANGA
Começa no pião divisor dos rios Turvo, Jacupiranguinha de um lado Guaraú e Assungui do outro lado; segue pelo divisor entre o rio Turvo à esquerda e o rio Jacupiranguinha, à direita até cruzar com o divisor Batatal à esquerda e Jacupiranga à direita.
2 – COM O MUNICÍPIO DE ELDORADO
Começa onde o divisor Turvo-Batatal cruza com o divisor entre os rios Batatal e Jacupiranga: segue por êste último divisor em demanda da cabeceira do córrego Lindeiro; desce por êste até o ribeirão do Pinto: daí, vai em reta, à cabeceira do ribeirão Alegre, pelo qual desce até o ribeirão Taquaral; desce ainda por êste até sua fóz no rio Turvo, pelo qual sobe até sua cabeceira do galho setentrional no espigão Jacupiranga-Carapiranga-Ribeira de Iguape; prossegue pelo espigão que tem os nomes locais de serra do Bananal Pequeno e Votupoca até a cabeceira mais setentrional do córrego Braço de Capinzal.
3 – COM O MUNICÍPIO DE REGISTRO
Começa na serra do Cotupoca na cabeceira mais setentrional do córrego do Braço do Capinzal; desce por êste até o afluente que vem do Morro Grande; sobe pelo afluente até sua cabeceira no Morro Grande; segue em reta à cabeceira mais ocidental do córrego da Cheia Grande; desce por êste até sua fóz no ribeirão Padre André; desce por êste até sua fóz no rio Jacupiranga; desce por êste até a fóz da Fonte.
4 – COM O MUNICÍPIO DE PARIQUERA-AÇÚ
Começa no rio Jacupiranga na fóz do ribeirão da Fonte, pelo qual sobe até sua cabeceira mais meridional do galho da esquerda; continua pelo contraforte fronteiro entre os ribeirões Cauvi e Areial até cruzar com espigão entre os rios Pariquera-Açú e Jacupiranga; segue por êste divisor entre as águas dos ribeirões Areial, da Areia Branca, córrego Imbiúva e ribeirão do Serrote e Grande à direita, e as dos ribeirões Treze de Maios, da Fazenda, rio Pariquera-Açú e ribeirão Braço Magro, à esquerda, até cruzar com o espigão que separa ás águas do ribeirão Braço Magro das do rio Iririaia-Mirim.
5 – COM O MUNICÍPIO DE CANANÉA
Começa no espigão que sapara as águas do ribeirão Braço Magro das do rio Iririaia-Mirim no ponto de cruzamento com o divisor entre as águas do ribeirão Braço Magro, de um lado, e ribeirões Grande e do Serrote, do outro lado; segue pelo espigão que deixa à direita as águas do ribeirão Grande, rio do Miguel ribeirão do Canha, ribeirão do Quilombo e as do rio Jacupiranga, e à esquerda as dos rios Iririaia-Mirim, Iririaia-Açu e Itapitangui, passando pela serra do Miguel, do Quilombo, Sapateiro, Rio Branco e Serra Mandira que é a divisora das águas dos rios Assungui ao Sul e Guaraú ao Norte até o pião divisor dos rios Assungui-Guaraú – Jacupiranguinha-Turvo, onde tiveram início estes limites.
b) DIVISAS INTERDISTRITAIS
1- ENTRE OS DISTRITOS DE CAJATÍ E JACUPIRANGA
Começa no rio Turvo, na fóz do ribeirão Taquaral; desce pelo rio Turvo até a fóz do córrego do Joelho, pelo qual sobe até sua cabeceira no divisor Turvo-Jacupiranga; segue por êste divisor em demanda da fóz do rio Quilombo no rio Jacupiranga; sobe pelo rio Quilombo até sua cabeceira, no divisor que separa as águas do rio Jacupiranga e ribeirão do Azeite, à direita, das do rio Guaraú, à esquerda; prossegue por êste divisor até entroncar com a serra Negra, que separa as águas do rio Jacupiranga das que vertem para o mar.

MUNICÍPIO DE JAGUARIUNA
(Criado em 1954)

a) LIMITES MUNICIPAIS
1 – COM O MUNICÍPIO DE ARTUR NOGUEIRA
Começa no ribeirão da Cachoeira na fóz do córrego Boldim, Cemitério ou Capela; sobe pelo ribeirão da Cachoeira a fóz do córrego João Paulinho; continua pelo contraforte entre êste córrego, à esquerda, e o ribeirão da Cachoeira, a direita, até o divisor entre as águas do ribeirão da Cachoeira e da Ressaca, de um lado, e ribeirão Pirapitingui; prossegue por este divisor até cruzar com o divisor até cruzar com o divisor Cachoeira-Ressaca.
2 – COM O MUNICÍPIO DE SANTO ANTONIO DE POSSE – EX-POSSE DE RESSACA
Começa no divisor entre os ribeirões da Cachoeira e da Ressaca, de um lado, e o ribeirão Pirapitingui, do outro lado, no ponto de cruzamento com o divisor entre as águas do ribeirão da Cabeceira e rio Camandocaia-Mirim a direita, e as do ribeirão da Ressaca, à esquerda; segue pelo último divisor em demanda do marco do Km. 43 da Companhia Mogiana de Estradas de Ferro, marco que fica a 2.000 metros ao norte da estação de Guedes; daí vai em reta de rumo Oeste-Leste até o rio Camandocaia-Mirim, de onde continua por outra reta até a fóz do córrego da Fazenda Saint-Cloud, no rio Camandocaia.
3 – COM O MUNICÍPIO DE PEDREIRA
Começa no rio Camandocaia na fóz do córrego da Fazenda Saint-Cloud; desce pelo rio até a foz do córrego da Fazenda Capim Fino; sobe por êste até a sua cabeceira mais ocidental no espigão mestre entre as águas dos rios Camandocaia, ao norte, e Jaguarí ao Sul segue pelo espigão mestre até a cabeceira do córrego da Fazenda de Carlos Aranha, pelo qual desce até o rio Jaguarí.
4 – COM O MUNICÍPIO DE CAMPINAS
Começa no rio Jaguarí na fóz do córrego da Fazenda Carlos Aranha, continua pelo contraforte fronteiro até o divisor que separa as águas do rio Jaguarí, à direita, do rio Atibaia, à esquerda; segue por êste divisor até a cabeceira do galho oriental do córrego de Fazenda Mato Dentro, pelo qual desce até sua fóz no rio Atibaia; desce pelo rio Atibaia até a fóz no rio do córrego São Francisco; sobe pelo córrego São Francisco até sua cabeceira no espigão Atibaia-Jaguarí, de onde vai em reta a fóz do ribeirão da Cachoeira no rio Jaguarí.
5 – COM O MUNICÍPIO DE CONSMÓPOLIS
Começa no rio Jaguari na foz do ribeirão da Cachoeira, pelo qual sobe até a fóz do córrego Boldim, Cemitério ou Capela, onde tiveram início êstes limites.

MUNICÍPIO DE JALES
(Criado em 1948)

a) LIMITES MUNICIPAIS

1 – COM O ESTADO DE MINAS GERAIS
Começa no rio Grande na fóz do ribeirão do Jacu; segue pelas divisas com o Estado de Minas Gerais até a fóz do ribeirão Arrancado.
2 – COM O MUNICÍPIO DE ESTRÊLA D’OESTE
Começa no rio Grande, na fóz do ribeirão Arrancado, pelo qual sobe até sua cabeceira no espigão Lagoa ou Araras-Santa Rita; daí, vai em reta à fóz do segundo afluente da margem esquerda do córrego do Veadão a jusante da fóz do córrego dos Irmãos Pupim, sóbe pelo córrego do Veadão até a foz do córrego dos Irmãos Pupim; daí, vai em reta ao espigão mestre Grande – São José dos Dourados, na cabeceira principal do córrego Açoita Cavalo; desce pelo córrego Açoita Cavalo até sua fóz no ribeirão Ranchão, pelo qual desce até sua fóz no rio São José dos Dourados.
3 – COM O MUNICÍPIO DE GENERAL SALGADO
Começa na fóz do ribeirão Ranchão, no rio São José dos Dourados; desce por Êste até a fóz do ribeirão Buritis.
4 – COM O MUNICÍPIO DE AURIFLAMA
Começa na fóz do ribeirão Buritis, no rio São José dos Dourados, pelo qual desce até a fóz do córrego Araúna.
5 – COM O MUNICÍPIO DE PEREIRA BARRETO
Começa no rio São José dos Dourados na fóz do córrego Araúna; desce pelo rio São José dos Dourados até a fóz do córrego Laranjeiras, pelo qual sóbe até a fóz do córrego das Três Barras; segue pelo contraforte entre êste córrego à esquerda, e o córrego Laranjeiras, à direita, até cruzar com o espigão mestre entre as águas do rio São José dos Dourados, à esquerda, e as do ribeirão Ponte Pensa, à direita, prossegue pelo espigão mestre até a cabeceira do córrego do Engano.
6 – COM O MUNICÍPIO DE SANTA FÉ DO SUL
Começa no espigão mestre, São José dos Dourados – Ponte Pensa, na cabeceira do córrego do Engano; pelo qual desce até sua fóz no ribeirão Po