LEI Nº 8.092, DE 28 DE FEVEREIRO DE 1964

Dispõe sobre Quadro Territorial, Administrativo e Judiciário do Estado

CYRO ALBUQUERQUE, PRESIDENTE DA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE SÃO PAULO, tendo em vista a rejeição, em parte, do veto parcial aposto pelo Governador do Estado ao Projeto de Lei nº 3.423, de 1963, de que resultou a Lei nº 8.050, de 31 de dezembro de 1963, promulga com fundamento no artigo 2º, do Regulamento Interno, a seguinte lei:
Artigo 1º – O Quadro Territorial, Administrativo e Judiciário do Estado, para o qüinqüênio 1.964 
1.968, é o estabelecido nesta lei.
Artigo 2º – Os atos que disserem respeito a interpretação das linhas divisórias intermunicipais e interdistritais, que se tornarem necessárias à sua perfeita caracterização, atendendo às conveniências de ordem geográfica ou cartográfica, poderão ser executados a qualquer tempo.
Artigo 3º – O Quadro Territorial, Administrativo e Judiciário do Estado compreende 242 comarcas, 573 municípios e 871 distritos conforme os anexos nº 1 e 2, que ficam fazendo parte integrante desta lei.
§ 1º – No anexo nº 1 é feita a relação sistemática e ordenada de todas as circunscrições administrativas e judiciárias da divisão territorial, com indicação de categoria das respectivas sedes, que tem a mesma denominação da própria circunscrição.
§ 2º – O anexo nº 2 descreve sistemàticamente as divisas intermunicipais e as divisas interdistritais e, bem assim, consigna o ano de criação de cada município.
§ 3º – Além dos anexos referidos, fica também fazendo parte integrante desta Lei o anexo nº 3, que contém a descrição sistemática das divisas intersubdistritais.
Artigo 4º – Os subdistritos não poderão ter sede distinta da sede distrital e suas divisas serão fixadas por linhas que por eles distribuam todo o território do distrito formando uma área continua.
Parágrafo único – Os subdistritos de um distrito serão numerados seguidamente e designados pela respectiva numeração ordinal.
Artigo 5º – Os novos municípios serão administrados, até a sua instalação, pelos prefeitos dos municípios de que foram desmembrados.
Artigo 6º – A legislação dos municípios de que se desmembraram vigorará nos novos municípios, até que estes tenham legislação própria.
Parágrafo único – Compreende-se no disposto neste artigo a Lei orçamentária na parte correspondente ao distrito ou distritos de que se tenham constituído novo município.
Artigo 7º – Instalado o município, deverá o Prefeito no prazo de 30 (trinta) dias, remeter à Câmara o projeto lei, dispondo sobre a organização do quadro dos funcionários municipais.
Artigo 8º – Até que seja votado o seu regimento interno, a Câmara do novo município aplicará, no que for cabível, o da Câmara do município de que foi desmembrado.
Artigo 9º – Enquanto não for instalado o novo município, a contabilização de sua receita, e despesa será feita em separado pelos órgãos competentes da Prefeitura do município de origem.
§ 1º – Dentro de 30 (trinta) dias após a instalação, a Prefeitura a que se refere este artigo deverá enviar, à do novo município, os livros de escrituração e a competente prestação de contas, devidamente documentada.
§ 2º – Por esse serviço poderá a Prefeitura do município de origem exigir do novo município importância equivalente a 10% do total da receita arrecadada.
Artigo 10 – O novo município responderá por uma quota-parte das dívidas contraídas pelo município de que se desmembrou, correspondente a metade da renda arrecadada no respectivo território e bem assim pelos encargos de manutenção do Quadro de funcionários do município, quer aproveitando parte dos funcionários, mediante acordo, quer responsabilizando-se por uma quota-parte proporcional dos vencimentos dos não aproveitados e declarados, consequentemente, em disponibilidade remunerada.
§ 1º – Para efeito do disposto na primeira parte deste artigo não se computarão as dívidas contraídas para execução de obras e prestação de serviços que não tenham beneficiado o território desmembrado.
§ 2º – As quotas de responsabilidade serão apuradas por peritos indicados pelos Prefeitos dos municípios interessados, um para cada um, dentro de seis meses contados da data de instalação do novo município; não havendo acordo, serão determinadas por via judicial.
§ 3º – Fixada a responsabilidade, consignará o novo município, em seus orçamentos, verbas próprias para ocorrer às respectivas despesas dentro do primeiro qüinqüênio, em prestações anuais e iguais.
Artigo 11 – Os próprios municipais situados em territórios desmembrados passarão, independentemente de indenização, à propriedade do novo município.
Parágrafo único – Quando os próprios municipais constituirem parte integrante e inseparável de serviços industriais utilizados pelo restante do município de origem, proceder-se-á de acordo com o disposto no artigo 74 da Constituição Estadual.
Artigo 12 – O número de vereadores dos municípios de: Américo Brasiliense, Aparecida d'Oeste, Aramina, Arandu, Barão de Antonina, Barra do Turvo, Biritiba Mirim, Borá, Brás Cubas, Campo Limpo, Capela do Alto, Carapicuíba, Coronel Macedo, Cruzália, Dobrada, Dumont, Embu-Guaçu, Estrêla do Norte, Francisco Morato, Guzolândia, Iperó, Ipeuna, Itapira, Itupeva, Jandira, Jeriquara, (mantido o veto), Juquitiba, (mantido o veto), Lindóia, Louveira, Macedônia, Marinópolis, Mira Estrela, Mombuca, Monções, Morungaba, Narandiba, Nova Independência, Nova Luzitânia, Onda Verde, Orindiúva, Palmares Paulista, Paranapuã, Paulínia, Pedra Bela, Pedranópolis, Pinhalzinho, Pontes Gestal, Praia Grande, Queiroz, Rafard, Restinga, Ribeirão Corrente, Ribeirão do Sul, Rio Grande da Serra, Roseira, Rubinéia, Santa Clara d'Oeste, Santa Ernestina, Santa Rita d'Oeste, Santana da Ponte Pensa, São Francisco, São João de Duas Pontes, Sebastianóplis do Sul, Tarabaí, Tejupá, Teodoro Sampaio, Turmalina, Vargem, Várzea Paulista, União Paulista e Votorantim, criados por esta lei, é fixado em 9 (nove).
Artigo 13 – Cabe ao Instituto Geográfico e Geológico da Secretaria da Agricultura:
a) organizar os mapas dos novos municípios, bem como os daqueles que sofreram alteração em seus territórios;
b) proceder a demarcação das divisas fixadas nesta lei, sempre que necessário.
§ 1º – Na organização dos mapas, serão interpretadas as divisas descritas no anexo nº 2.
§ 2º – Os nomes dos acidentes geográficos fixados por esta lei, uma vez registrados nas cartas topográficas do Estado serão definitivos, não podendo ser mudados senão por nova lei.
Artigo 14 – As comarcas criadas pela presente lei pertencem aos mesmos distritos judiciais das comarcas de que foram desmembradas e são classificadas da seguinte forma:
a) em 4ª entrância a de Osasco;
b) em 2ª entrância as de Guarujá, Mauá, Moji Guaçu e Ribeirão Pires; e
c) em 1ª entrância as de Aguaí, Auriflama, Barra Bonita, Buritama, (mantido o veto), Cândido Mota, Cardoso, Cotia, Diadema, (mantido o veto), Estrela d'Oeste, Fartura, Iepê, Indaiatuba, Itariri, Jacupiranga, Juquiá, Laranjal Paulista, Macaubal, Mairiporã, Maracaí, Miracatu, Mirante do Paranapanema, Monte Mor, Morro Agudo, Nova Aliança, Nuporanga, (mantido o veto), Palestina, Palmeira d'Oeste, Panorama, Pedreira, Piquete, Pirapòzinho, Poá, Pontal, Salto, Salto Grande, (mantido o veto), (mantido o veto), Sumaré, (mantido o veto), Taquarituba, Uchôa, Valinhos, Vera Cruz, Vinhedo e Viradouro.
Artigo 15 – A instalação das comarcas a que se refere o artigo anterior sòmente se dará depois de se provar estarem preenchidas tôdas as condições legais e disporem as mesmas comarcas dos meios materiais imprescindíveis para o seu efetivo fundonamento.
Parágrafo único – Compreende-se entre os meios materiais a que se refere êsse artigo a construção ou aquisição, na sede da comarca, de edifícios adequados para o fórum e cadeia pública.
Artigo 16 – Nas comarcas criadas por esta lei, e, até nova alteração, o Tribunal do Júri reunir-se-á nas mesmas épocas vigentes para as comarcas de que forem desmembradas.
Artigo 17 – Fica o Poder Executivo autorizado a conceder a importância de Cr$ 160.000.000,00 (cento e sessenta milhões de cruzeiros), em partes iguais, a título de auxílio, aos municípios criados nesta lei, para efeito de sua instalação.
§ 1º – Para ocorrer às despesas com a execução do disposto neste artigo é o Poder Executivo autorizado a abrir, na Secretaria da Fazenda, crédito especial na importância de Cr$160.000.000,00 (cento e sessenta milhões de cruzeiros).
§ 2º – O valor do presente crédito será coberto com o produto de operações de crédito que a mesma Secretaria fica autorizada a realizar, nos termos da legislação vigente.
Artigo 18 – Esta lei entrará em vigor a 1º de janeiro de 1964.
Artigo 19 – Revogam-se as disposições em contrário.
Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo, aos 28 de fevereiro de 1964.
CYRO ALBUQUERQUE, Presidente
Publicada na Secretaria da Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo, aos 28 de fevereiro de 1964.
Francisco Carlos, Diretor Geral


ANEXO I

QUADRO GERAL DA DIVISÃO TERRITORIAL DO ESTADO DE SÃO PAULO
EM COMARCAS, MUNICÍPIOS E DISTRITOS































NOTA

AS LOCALIDADES QUE APARECEM COM OUTRO NOME EM PARÊNTESIS TÊM A DENOMINAÇÃO MUDADA

1 — A comarca de Aguaí é criada compreendendo o município de igual nome.
2 — O município de Santo Antônio da Alegria é transferido da comarca de Cajuru para a de Altinópolis.
3 — O distrito de Mostardas é criado com sede no povoado de igual nome e com território desmembrado do distrito da sede do município de Monte Alegre do Sul.
4 — O município de Nova Independência é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
5 — O município de Roseira é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
6 — O município de Barra do Turvo é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
7 — A sede do distrito de Major Prado é transferida para o povoado de Patrimônio da Mata e o distrito passa a denominar-se Santo Antônio do Aracanguá.
8 — O 1º Subdistrito (Araraquara)  é criado com território desmembrado do distrito da sede do município de Araraquara.
9 — O 2º Subdistrito  (Vila Xavier)  é criado com território desmembrado do distrito da sede do município de Araraquara.
10 — O município de Américo Brasiliense é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
11 — A comarca de Auriflama é criada compreendendo o município de igual nome e o de Guzolândia.
12 — O município de Guzolândia é criado com sede na vila de igual nome, com o território do respectivo distrito e território desmembrado do distrito de Santo Antônio do Aracanguá  (ex-Major Prado).
13 — O município de Arandu é criado com sede na vila de igual nome, com o território do respectivo distrito e territórios desmembrados dos distritos das sedes dos municípios de Avaré e Cerqueira César.
14 — A comarca de Barra Bonita é criada compreendendo o município de igual nome e o de Igaraçu do Tietê.
15 — O município de Igaraçu do Tietê é transferido da  comarca de Jaú para a de Barra Bonita.
16 — O distrito de Jardim Belval é criado com sede no povoado de igual nome e com território desmembrado do distrito da sede do município de Barueri.
17 — O distrito de Jardim Silveira é criado com sede no povoado de igual nome e com território desmembrado do distrito da sede do município de Barueri.
18 — O município de Cajamar é transferido da comarca de São Paulo para a de Barueri.
19 — O distrito de Jordanésia é criado com sede no povoado de Santa Cruz dos Tabuões e com território desmembrado do distrito da sede do município de Cajamar.
20 — O município de Carapicuíba é criado com sede na vila do mesmo nome, com o território do respectivo distrito e territórios desmembrados dos distritos das sedes dos municípios de Cotia e Osasco.
21 — O município de Pirapora do Bom Jesus é transferido da comarca de São Paulo para a de Barueri.
22 — O município de Santana de Parnaíba é transferido da comarca de São Paulo para a de Barueri.
23 — O 3º Subdistrito (Vila Bela Vista) é criado com território desmembrado do 1º Subdistrito (Bauru) do distrito da sede do município de Bauru e do distrito de Tibiriçá.
24 — O município de Pedra Bela é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
25 — O município de Pinhalzinho é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
26 — O município de Vargem é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
27 — O distrito de São Sebastião da Serra é criado com sede no povoado de igual nome e com território desmembrado do distrito da sede do município de Brotas.
28 — A comarca de Buritama é criada compreendendo o município de igual nome e os de Planalto e Turiúba.
29 — O município de Planalto é transferido da comarca de Monte Aprazível para a de Buritama.
30 — O município de Turiúba é transferido da comarca de Monte Aprazível para a de Buritama.
31 — O distrito de Nova Aparecida é criado com sede no povoado de Aparecida e com território desmembrado do 2º Subdistrito (Santa Cruz) do distrito da sede do município de Campinas.
32 — O município de Paulínea é criado com sede na vila  de igual nome e com o território do respectivo distrito.
33 — A comarca de Cândido Mota é criada compreendendo o município de igual nome.
34 — O distrito de Ribeirão Grande é criado com sede no povoado igual nome e com território desmembrado do distrito da sede do município Capão Bonito.
35 — O município de Mombuca é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
36 — O município de Rafard é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
37 — O distrito de Porto Novo é criado com sede no povoado de igual nome e com território desmembrado do distrito da sede do município de Caraguatatuba.
38 —  A comarca de Cardoso é criada compreendendo o município de igual nome e o de Mira Estrela.
39 — O distrito de São João do Marinheiro é criado com sede no povoado de igual nome e com território desmembrado do distrito de Mira Estrela.
40 — O município de Mira Estrela é criado com sede na vila de igual nome e com território desmembrado do respectivo distrito.
41 — O município de Santa Bárbara do Rio Pardo é transferido da comarca de Avaré para a de Cerqueira César.
42 — A comarca de Cotia é criada compreendendo o município de igual nome e os de Itapevi e Jandira.
43 — O distrito de Raposo Tavares é criado com sede no povoado de Vargem Grande e com território desmembrado do distrito da sede do município de Cotia e do distrito de Caucáia do Alto.
44 — O município de Itapevi é transferido da comarca de São Paulo para a de Cotia.
45 — O município de Jandira é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
46 — A comarca de Diadema é criada compreendendo o município de igual nome.
47 — A comarca de Estrela d’Oeste é criada compreendendo o município de igual nome e os de Dolcinópolis, Populina, São João das Duas Pontes e Turmalina.
48 — O município de Dolcinópolis é transferido da comarca de Jales para a de Estrela d'Oeste.
49 — O município de Populina é transferido da comarca de Fernandópolis para a de Estrela d'Oeste.
50 — O município de São João das Duas Pontes é criado com sede na vila de igual  nome, com o território do respectivo distrito e território desmembrado do distrito da sede do município de Estrela d'Oeste.
51 — O município de Turmalina é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
52 — O distrito de Fátima Paulista é criado com sede no povoado de Vila Custódio e com território desmembrado do distrito de Turmalina.
53 — A comarca de Fartura é criada compreendendo o município de igual nome e o de Taguaí.
54 — O município de Taguaí é transferido da comarca de Piraju para a de Fartura.
55 — O 1º Subdistrito (Fernandópolis) é criado com território desmembrado do distrito da sede do município de Fernandópolis.
56 — O 2º Subdistrito (Brasilândia) é criado com território desmembrado do distrito da sede do município de Fernandópolis.
57 — O município de Macedônia é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
58 — O município de Pedranópolis é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
59 — O distrito de Santa Isabel do Marinheiro é criado com sede no povoado de Santa Isabel e com território desmembrado do distrito de Pedranópolis.
60 — O município de Jeriquara é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
61 — O município de Restinga é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
62 — O município de Ribeirão Corrente é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
63 — O município de Francisco Morato é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
64 — A sede do distrito de Japiúba foi transferida para o povoado de Vila Castilho pela Lei nº 6.142 de 27 de junho de 1961, é agora o seu território passa a ser constituído com território desmembrado do distrito da sede do município de General Salgado.
65 — A comarca de Guarujá é criada compreendendo o município de igual nome.
66 — O município de Iacanga  é transferido da comarca de Pederneiras para a de Ibitinga.
67— A comarca de Iepê é criada compreendendo o município de igual nome.
68 — O município de Aramina é criado com sede na vila de igual nome e com território desmembrado do respectivo  distrito.
69 — A comarca de Indaíatuba é criada compreendendo o município de igual nome.
70 —  O município de Embu Guaçu é criado com sede na  vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
71 — O município de Juquitiba é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
72 — O distrito de Tapinas é criado com sede no povoado de igual nome e com território desmembrado do distrito da sede do município de Itápolis.
73 — O município de Borborema é transferido da comarca  de Ibitinga para a de Itápolis.
74 — O município de Barão de Antonina é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
75 — A comarca de Itariri é criada compreendendo o município de igual nome e o de Peruíbe.
76 —  O município de Peruíbe é transferido da comarca de Itanhaem para a de Itariri.
77 — O município de Morungaba é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo  distrito.
78 — O distrito de Bom Fim do Bom Jesus é criado com sede no povoado de Bom Fim e com território desmembrado do distrito da sede do município de Cabreúva.
79 — A comarca de Jacupiranga é criada compreendendo  o município de igual nome e o de Pariquera Açu.
80 — O município de Pariquera Açu é transferido da comarca de Iguape para a de Jacupiranga.
81 — O município de Paranapuã é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
82 — O distrito de Mesópolis é criado com sede no povoado de igual nome e com território desmembrado do distrito de Paranapuã.
83 — O distrito de Aspásia é criado com sede na vila de igual nome e com território desmembrado do distrito da sede do município de Urânia e dos distritos de Santa Rita d'Oeste e Santana da Ponte Pensa.
84 — O distrito de Santa Salete é criado com sede no povoado de igual nome e com território desmembrado do distrito da sede do município de Urânia.
85 — O município de Campo Limpo é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
86 — O município de Itupeva é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
87 — O município de Várzea Paulista é criado com sede na  vila de igual nome e com território desmembrado do respectivo distrito e do da sede do município de Jundiaí.
88 — A comarca de Juquiá é criada compreendendo o município de igual nome.
89 — A comarca de Laranjal Paulista é criada compreendendo o município de igual nome.
90 — O distrito de Canas é criado com sede no povoado de igual nome e com território desmembrado do distrito da sede do município de Lorena.
91 — A comarca de Macaubal é criada compreendendo o município de igual nome e o de Monções.
92 — O município de Monções é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
93 — A  comarca de Mairiporã é criada compreendendo o município de igual nome.
94 — A comarca de Maracaí é criada compreendendo o município de igual nome e o de Cruzália.
95 — O município de Cruzália é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
96 — O município de Dobrada é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
97 — A comarca de Mauá é criada compreendendo o município de igual nome.
98 — A comarca de Miracatu é criada compreendendo o município de igual nome e o de Pedro de Toledo.
99 — O município de Pedro de Toledo é transferido da comarca de Itanhaem para a de Miracatu.
100 — A comarca de Mirante do Paranapanema é criada compreendendo o município de igual nome.
101 — O município de Biritiba Mirim é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
102 — O município de Brás Cubas é criado com sede na vila de igual nome e com território desmembrado do respectivo distrito e do distrito de Taiaçupeba e o território do distrito de Jundiapeba.
103 — O distrito de Jundiapeba é transferido do município de Moji das Cruzes para o de Brás Cubas.
104 — A comarca de Moji Guaçu é criada compreendendo o município de igual nome.
105 — O município de Sebastianópolis do Sul é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
106 — O município de União Paulista é criado com sede na vila de União e com o território do respectivo distrito.
107 — O município de Paraíso é transferido da comarca  de Monte Alto para a de Monte Azul Paulista.
108 — A comarca de Monte Mor é criada compreendendo o município de igual nome.
109 — A comarca de Morro Agudo é criada compreendendo o município de igual nome.
110 — O distrito de Ida Iolanda é criado com sede no povoado de igual nome e com território desmembrado do distrito da sede do município de Nhandeara.
111 — O município de Nova Luzitânia é criado com sede na vila de igual nome, com o território do respectivo distrito e território desmembrado do distrito de  Santo Antônio do Aracanguá (ex-Major Prado).
112 — A comarca de Nova Aliança é criada compreendendo o município de igual nome e os de Adolfo e Mendonça.
113 — O município de Adolfo é transferido da comarca de São José do Rio Preto para a de Nova Aliança.
114 — O município de Mendonça é transferido da comarca  de São José do Rio Preto para a de Nova Aliança.
115 — O  município de Onda Verde é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
116 — A comarca de Nuporanga é coada compreendendo  o município de igual nome e o de Sales Oliveira.
117 — O município de Sales Oliveira é transferido da comarca de Orlândia para a de Nuporanga.
118 —  A comarca de Osasco é criada compreendendo o município de igual nome.
119 — A comarca de Palestina é criada compreendendo o município de igual nome.
120 — A comarca de Palmeira d'Oeste é criada compreendendo o município de igual nome e os de Aparecida d'Oeste, Marinópolis e São Francisco.
121 — O distrito de Dalas é criado com sede no povoado de igual nome e com território desmembrado do distrito da sede do município de Palmeira d'Oeste.
122 — O município de Aparecida d'Oeste é criado com sede na vila de igual nome, com o território do respectivo distrito e território desmembrado do distrito da sede do município de Pereira Barreto.
123 — O município de Marinópolis é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
124 — O município de São Francisco é criado com sede na vila  de igual  nome, com o território do respectivo distrito e território desmembrado do distrito da sede do município de Palmeira d'Oeste.
125 — O distrito de Dirce Reis é  criado com sede no povoado de igual nome e com território desmembrado do distrito de São Francisco.
126 — A comarca de Panorama é criada compreendendo o município de igual nome e os de Paulicéia e Santa Mercedes.
127 — O município de Paulicéia é transferido  da comarca de Dracena para a de Panorama.
128 — O município de Santa Mercedes é transferido da comarca de Dracena para a de Panorama.
129 — O município de Borá é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
130 — O município de Orindiúva é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito e território desmembrado do distrito da sede do município de Icem.
131 — A comarca de Pedreira é criada compreendendo o município de igual nome.
132 — O distrito de Susanápolis é criado com sede no povoado de Santo Antônio d'Oeste e com território desmembrado do distrito da sede do município de Pereira Barreto.
133 — O município de Itapura é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
134 — A comarca de Piquete é criada compreendendo o município de igual nome.
135 — O distrito de Guamium é criado com sede no povoado de Tanquinho e com território desmembrado do 3º Subdistrito (Vila Rezende) do distrito da sede do município de Piracicaba.
136 — O distrito de Santa Teresinha de Piracicaba é criado com sede do povoado de Santa Teresinha e com território desmembrado do 3º Subdistrito (Vila Rezende) do distrito da sede do município de Piracicaba.
137 — O município de Tejupá é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
138 — A comarca de Pirapózinho é criada compreendendo o município de igual nome e os de Estrela do Norte, Narandiba e Tarabaí.
139 — O município de Estrela do Norte é criado com sede na vila de igual nome e com território desmembrado do respectivo distrito.
140 —  O município de Narandiba é criado com sede na vila de igual nome e com território desmembrado do respectivo distrito.
141 — O município de Tarabaí é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
142 — A  comarca de Poá é criada compreendendo o município de igual nome e o de Ferraz de Vasconcelos.
143 — O município de Ferraz de Vasconcelos e  transferido da comarca de Susano para a de Poá.
144 — O município de Queiroz é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
145 — A comarca de Pontal é criada compreendendo o município de igual nome.
146 — O município de Iperó é criado com sede na vila de igual nome, com território desmembrado do respectivo distrito e o território do distrito de Bacaetava.
147 — O distrito de Bacaetava é transferido do município de Araçoiaba da Serra para o de Iperó.
148 — O município de Teodoro Sampaio é criado com sede na vila de igual nome; com o território do respectivo distrito e território desmembrado dos distritos das sedes dos municípios de Marabá  Paulista e Presidente Epitácio.
149 — O distrito de Rosana é criado com sede no povoado de igual nome e com território desmembrado do distrito da sede do município de Presidente  Epitácio.
150 — A comarca de Ribeirão Pires é criada compreendendo o município de igual nome e o de Rio Grande da Serra  (ex-Icatuaçu).
151 — O município de Rio Grande da Serra é criado com sede na vila de Icatuaçu, com o território do respectivo distrito e território desmembrado do distrito de Paranapiacaba.
152 — O 3º Subdistrito (Campos Elíseos) é criado com território desmembrado do 1º Subdistrito (Ribeirão Preto)  do distrito da sede do município de Ribeirão  Preto.
153 — O município de Dumont é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
154 — O município de Ipeúna é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
155 — A comarca de Salto é criada compreendendo o município de igual nome.
156 — A comarca de Salto Grande é criada compreendendo o município de igual nome e o de Ribeirão do Sul (ex-Ribeirão dos Pintos).
157 — O município de Ribeirão do Sul é criado com sede na  vila de Ribeirão dos Pintos e com o território do respectivo distrito.
158 — O município de Palmares Paulista é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
159 — O município de Rubinéia é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
160 — O distrito de Esmeralda é criado com sede no povoado de igual nome e com território desmembrado do distrito de Rubinéia.
161 — O município de Santa Clara d'Oeste é criado com sede na vila de igual nome e com território desmembrado do respectivo distrito.
162 — O município de Santa Rita d'Oeste é criado com sede na vila de igual nome e com território desmembrado do respectivo distrito e do distrito de Santa Clara  d'Oeste.
163 — O distrito de Aparecida do Bonito é criado com sede no povoado de igual nome e com território desmembrado dos distritos de Santa Clara d'Oeste e Santa Rita d'Oeste.
164 — O município de Santana da Ponte Pensa é criado com sede na vila de igual nome e com território desmembrado do respectivo distrito.
165 — O distrito de Nova  Canaã é criado com território desmembrado dos distritos das sedes dos municípios de Três Fronteiras e Santa Fé do Sul.
166 — O 3º Subdistrito (Vila Maceno) é criado com território desmembrado do 1º Subdistrito (São José do Rio Preto) do distrito da sede do município de São José do Rio Preto.
167 — O 40º Subdistrito (Brasilândia) é criado com território desmembrado do 4º Subdistrito (Nossa Senhora do Ó) do distrito de São Paulo.
168 — O 41º Subdistrito (Cangaíba) é criado com território desmembrado do 3º subdistrito (Penha de França) do distrito de São Paulo.
169 — O 42º Subdistrito (Jabaquara) é criado com território desmembrado do 21º Subdistrito (Saúde), do 24º (Indianópolis) e do 30º (Ibirapuera) do distrito de São Paulo.
170 — O 43º Subdistrito (Jaguara)  é criado com território desmembrado do 31º Subdistrito (Pirituba) do distrito de São Paulo.
171 — O 44º Subdistrito  (Limão) é criado com território desmembrado do 4º Subdistrito (Nossa Senhora do Ó) e do 23º (Casa Verde)  do distrito de São Paulo.
172 — O 45º Subdistrito (Pinheiros) é criado com território desmembrado do 13º (Butantã), do 14º (Lapa), do 20º (Jardim América) e do 39º (Vila Madalena) do distrito de São Paulo.
173 — O 46º Subdistrito (Vila Formosa) é criado com território desmembrado do 27º Subdistrito (Tatuapé) do distrito de São Paulo.
174 — O 47º Subdistrito (Vila Guilherme) é criado com território desmembrado do 8º Subdistrito (Santana), do 25º (Pari) e do 36º (Vila Maria) ao distrito de São Paulo.
175 — O 48º Subdistrito (Vila  Nova  Cachoeirinha) é criado com território desmembrado do 4º Subdistrito (Nossa Senhora do Ó), do 8º (Santana) e do 23º (Casa Verde) do distrito de São Paulo.
176 — O distrito de São Francisco da Praia é criado com sede no povoado de São Francisco e com território desmembrado do distrito da sede do município de São Sebastião.
177 — O município de Praia Grande é criado com sede na vila de Boqueirão da Praia Grande, com território do 2º Subdistrito (Boqueirão)  do distrito da sede do município de São Vicente e território desmembrado do distrito de Solemar.
178 — O distrito de Solemar é transferido do município de São Vicente para o de Praia Grande.
179 — O município de Lindóia é criado com sede na vila de igual nome e com território desmembrado do respectivo distrito e do distrito da sede do município de Águas de Lindóia.
180 — O município de Capela do Alto é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
181 — O município de Votorantim é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
182 — A comarca de Sumaré é criada compreendendo o município de igual nome.
183 — O município de Itaquaquecetuba foi transferido da comarca de Moji das Cruzes para a de Susano pela lei nº 6.142 de 27 de junho de 1961.
184 — O município de Pontes Gestal é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
185 — O município de Santa Ernestina é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
186 — A comarca de Taquarituba é criada compreendendo o município de igual nome e o de Coronel Macedo.
187 — O município de Coronel Macedo é criado com sede na vila de igual nome, com o território do respectivo distrito e territórios desmembrados dos distritos da sede dos municípios de Itaporanga e Taquarituba.
188 — O distrito de Terra Nova d'Oeste é transferido do município de Santa Mercedes para o de Nova Guataporanga.
189 — A comarca de Uchôa é criada compreendendo o município de igual nome.
190 — A comarca de Valinhos é criada compreendendo o município de igual nome.
191 — A comarca de Vera Cruz é criada compreendendo o município de igual nome.
192 — A comarca de Vinhedo é criada compreendendo o município de igual nome e o de Louveira.
193 — O município de Louveira é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito e o território desmembrado do distrito da sede do município de Jundiaí.
194 — A comarca de Viradouro é criada compreendendo o município de igual nome e o de Terra Roxa.
195 — O município de Terra Roxa é transferido da comarca de Pitangueiras para a de Viradouro.


ANEXO II

MUNICÍPIO DE ADAMANTINA
(Criado em 1948)

a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Flórida Paulista
Começa no ribeirão Emboscada, na foz do córrego Bauru; sobe pelo ribeirão Emboscada até a cabeceira setentrional da água Miguel Lopes; daí, vai em reta à junção dos galhos sudoriental e oriental do ribeirão Jacutinga; sobe pelo galho oriental até sua cabeceira no divisor Jacutinga-Tucuruvi; alcança na contravertente a cabeceira da água do Kentaro, pela qual desce até o ribeirão Tucuruvi; desce por este até sua foz no rio Feio ou Aguapeí.

2 — Com o Município de Valparaíso
Começa no rio Feio ou Aguapeí, na foz do ribeirão Tucuruvi; sobe por aquele até a foz do ribeirão Sapé.

3 — Com o Município de Bento de Abreu
Começa no rio Feio ou Aguapeí, na foz do ribeirão Sapé; sobe por aquele até a foz do ribeirão Lajeado.

4 — Com o Município de Lucélia
Começa no rio Feio ou Aguapeí, na foz do ribeirão Lajeado, pelo qual sobe até a foz do córrego Boa Esperança; sobe por este até a foz do córrego Lambari; daí, segue pelo contraforte entre as águas do córrego Boa Esperança, à esquerda, e as do córrego Lambari, à direita, até cruzar com o espigão-mestre Feio ou Aguapeí 
Peixe; segue por este espigão-mestre até entroncar com o divisor entre as águas do ribeirão dos Ranchos, à direita, e as do ribeirão da Fazenda, à esquerda; prossegue por este divisor até a cabeceira mais oriental do córrego Timbó.

5 — Com o Município de Mariápolis
Começa no divisor entre os ribeirões da Fazenda e dos Ranchos, na cabeceira mais oriental do córrego Timbó, pelo qual desce até a foz do córrego São José; sobe por este até sua cabeceira; segue pelo contraforte Timbó-Ranchos até a cabeceira do córrego Paca, pelo qual desce até sua foz no ribeirão dos Ranchos; daí, segue pelo contraforte fronteiro até o divisor Ranchos-Emboscada; daí, prossegue por esse divisor até a cabeceira do galho sudoriental do córrego Bauru, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Emboscada, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE ADOLFO
(Criado em 1958)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de José Bonifácio
Começa no rio Tietê, na foz do ribeirão Fartura, pelo qual sobe até a foz do córrego Bonito.

2 — Com o Município de Mendonça
Começa no ribeirão Fartura, na foz do córrego Bonito, pelo qual sobe até sua cabeceira sudoriental; daí, vai, em reta, à foz do córrego de José Rodrigues no córrego Ipê; sobe pelo córrego de José Rodrigues até sua cabeceira nororiental no divisor Sobrado-Bagres; prossegue por este divisor até a cabeceira do córrego do Moinho, pelo qual desce até sua foz no ribeirão dos Bagres; deste ponto continua pelo contraforte fronteiro até o divisor Bagres-Cubatão ou Barra Mansa; segue por este divisor até a cabeceira do córrego de Ladislau Lovico da Silva, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Cubatão ou Barra Mansa.

3 — Com o Município de Sales
Começa na foz do córrego de Ladislau Lovico da Silva, no ribeirão Cubatão ou Barra Mansa, pelo qual desce até sua foz no rio Tietê.

4 — Com o Município de Sabino
Começa no rio Tietê, na foz do ribeirão Cubatão ou Barra Mansa; desce pelo rio Tietê até a foz do rio Dourado.

5 — Com o Município de Promissão
Começa na foz do rio Dourado, no rio Tietê, pelo qual desce até a foz do ribeirão Fartura, onde tiveram início estas divisas.



MUNICÍPIO DE AGUAÍ
(Criado em 1944)


a) Divisas Municipais

1 — Com  o Município  de Santa Cruz das Palmeiras
Começa no rio Jaguari-Mirim, na foz do córrego do Cascalho; sobe pelo rio Jaguari-Mirim, até a foz do córrego Brejo Limpo.

2 — Com o Município de  Casa Branca
Começa no rio Jaguari-Mirim, na foz do córrego Brejo Limpo; sobe pelo rio Jaguari-Mirim até a foz do córrego do Guirra.

3 — Com  o Município de Vargem Grande do  Sul
Começa no rio Jaguari-Mirim, na foz do córrego do Guirra; sobe pelo rio Jaguari-Mirim até a foz do córrego Embiruçu.

4 — Com o Município de São João da Boa Vista
Começa no rio Jaguari-Mirim, na foz do córrego Embiruçu: sobe por este até a foz do córrego Barreira; sobe, ainda, por este até a foz do córrego Municipal; continua pelo contraforte fronteiro entre os dois cursos de água, até o divisor entre as águas dos córregos Embiruçu e do Campo Triste; segue por este divisor até a cabeceira do córrego de João Pereira; desce por este córrego até sua foz no córrego do Campo Triste; vai, daí, em reta, à foz do córrego de Aquilino Vaz, no córrego da Cachoeira; desce por este até sua foz no córrego Itupeva.

5 — Com o Município de Pinhal
Começa no córrego Itupeva, na foz do córrego cía Cachoeira; daí, prossegue pelo contraforte da margem esquerda do córrego Itupeva, até o espigão-mestre entre as águas do rio Itupeva, de um lado, e as do ribeirão Orissanga, do outro lado.

6 — Com o Município de Moji Guaçu
Começa no espigão-mestre entre as águas do rio Itupeva, de um lado, e as do ribeirão Orissanga, do outro lacto, no cruzamento com o contraforte da margem esquerda do córrego Itupeva; prossegue por este espigão-mestre até a cabeceira sudocidental do ribeirão Taquarantã, cerca de 600 metros ao Norte da estação de Mato Seco; desce pelo ribeirão Taquarantã, até a foz do córrego Lajeado; sobe por este até sua cabeceira, que contraverte com a lagoa do Bebedouro; vai daí, em reta, à lagoa, atravessa a lagoa e desce pelo córrego do Bebedouro até sua foz no rio Capetinga.

7 — Com o Município de Piraçununga
Começa no rio Capetinga, na foz do córrego Bebedouro; desce pelo rio Capetinga até sua foz no rio Itupeva; desce por este até o córrego Palmeiras; sobe por este e por seu galho da direita até sua cabeceira; vai, daí, em reta, à cabeceira mais meridional do córrego do Cascalho, e por este abaixo até o rio Jaguari-Mirim, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE ÁGUAS DA PRATA
(Criado em 1935)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Vargem Grande do Sul
Começa na serra da Fartura, no ponto de cruzamento com o contraforte que deixa à esquerda, a cabeceira sudoriental do ribeirão de Manuel Andrade, que deságua no rio Fartura, junto à sede da fazenda do mesmo nome: segue por este contraforte, contornando as cabeceiras do citado ribeirão, em demanda da cachoeira existente no rio Fartura, sita cerca de dois quilômetros a sudeste da sede da fazenda de Afonso Osório.

2 — Com o Município de São Sebastião da Grama
Começa na cachoeira do rio Fartura, situada cerca de dois quilômetros a sudeste da sede da fazenda de Afonso Osório; segue pelo contraforte fronteiro até o divisor que deixa, à direita, as águas do rio Fartura, à esquerda, as do rio São Domingos, e por este divisor segue até cruzar com a serra de Poços de Caldas, cuja crista acompanha até o entroncamento com o contraforte que separa as águas do ribeirão do Quartel das do ribeirão das Antas.

3 — Com o Estado de Minas Gerais
Começa na serra de Poços de Caldas, no ponto em que ela cruza com o espigão que deixa, à esquerda, as águas dos rios Lambari e Antas, e, à direita, as do ribeirão do Quartel; prossegue pela divisa com o Estado de Minas Gerais, até o ponto onde o espigão que deixa, à direita, as águas dos ribeirões da Prata e Cachoeira, e à esquerda, as do ribeirão Cocais e córrego do Óleo, cruza com a serra da Cachoeira, divisora das águas do rio Jaguari-Mirim e ribeirão da Prata.

4 — Com o Município de São João da Boa Vista
Começa na serra da Cachoeira, no ponto de cruzamento com o espigão que deixa, à esquerda, as águas do ribeirão Cocais e córrego do Óleo, e, à direita, as dos ribeirões da Prata e Cachoeira; segue pela cumiada da serra até a cabeceira do córrego dos Anselmos ou Figueira, e por este desce até o ribeirão da Prata, e por este abaixo até a foz do córrego do Mirante ou São Bento; sobe por este até a serra do Mirante, e pela crista desta até a serra da Fartura, e por esta até o contraforte que deixa à esquerda, a cabeceira sudoriental do ribeirão de Manuel Andrade onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais

1 — Entre os Distritos de Águas da Prata e São Roque da Fartura
Começa no mirante da Lagoinha, ponto de cruzamento da serra da Fartura ou Mirante com a serra do Quartel; segue por esta serra, que é o divisor entre o rio da Fartura e o ribeirão do Quartel até a cabeceira mais meridional do rio da Fartura; daí, vai, em reta, de rumo Leste até o ribeirão do Quartel, pelo qual sobe até sua cabeceira junto ao obelisco, na divisa com o Estado de Minas Gerais.


MUNICÍPIO DE ÁGUAS DE LINDÓIA
(Criado em 1934)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Itapira
Começa no divisor entre as águas do ribeirão dos Coutos, à esquerda, e as do ribeirão Águas Quentes, à direita, no ponto de cruzamento com o contraforte da margem direita do córrego do Irineu Suman; segue pelo divisor Coutos
Águas Quentes até a serra dos Coutos.

2 — Com o Estado de Minas Gerais
Começa na serra dos Coutos, no ponto de cruzamento com o divisor Coutos
Águas Quentes; segue pela divisa com o Estado de Minas Gerais até o ponto onde o divisor Freitas-Batinga cruza com o divisor que deixa à direita as águas dos ribeirões dos Freitas e de Monte Sião, e a esquerda, as do ribeirão Jabuticabal.

3 — Com o Município de Socorro
Começa no ponto onde o divisor Freitas-Batinga cruza com o divisor que deixa à direita as águas dos ribeirões dos Freitas e de Monte Sião, e à esquerda as do ribeirão Jabuticabal; segue por este divisor até a cabeceira do afluente do ribeirão Jabuticabal, que acompanha a estrada Águas de Lindóia 
Socorro; desce por esse afluente até sua foz no ribeirão Jabuticabal, pelo qual continua descendo até a foz do córrego de Sétimo Formágio; prossegue pelo contraforte da margem direita deste córrego até o divisor que separa as águas do ribeirão Jabuticabal das do córrego dos Barbosas; segue por este divisor, até cruzar com o contraforte que finda no córrego dos Barbosas na foz do córrego José Raimundo.

4 — Com o Município de Lindóia
Começa no divisor Barbosas
-Jabuticabal, no ponto de cruzamento com o contraforte que finda no córrego dos Barbosas, na foz do córrego de José Raimundo; segue por este contraforte em demanda da referida foz; sobe pelo córrego de José Raimundo até sua cabeceira sudocidental, no divisor Barbosas-Barreiro; segue por este divisor até a cabeceira do galho nororiental do córrego de Adelino Raimundo de Souza, pelo qual desce até sua foz no córrego do Barreiro; desce por este córrego até a cascata; continua pelo contraforte fronteiro até o contraforte da margem direita do córrego do Engenho; prossegue, por este contraforte até cruzar com o divisor Barreiro-Sertãozinho; segue preste divisor até a cabeceira do córrego da Curva, pelo qual desce até sua foz no córrego Sertãozinho; segue pelo contraforte fronteiro, até cruzar com o divisor Sertãozinho-Barrocão; prossegue por este divisor até o divisor BarrocãoÁguas Quentes; daí segue por este divisor em demanda da foz do córrego de Irineu Suman, no ribeirão Águas Quentes; prossegue pelo contraforte fronteiro da margem direita do córrego de Irineu Suman até cruzar com o divisor Águas Quentes  Coutos, onde tiveram início estas divisas.



MUNICÍPIO DE ÁGUAS DE SÃO PEDRO
(Criado em 1948)

a) Divisas  Municipais

1 — Com o Município de São Pedro
Começa  no marco 0 (zero), à margem do rio Araquá, e distante cerca de 4.800 metros de sua foz no rio Piracicaba; daí segue na extensão de 1.290 metros e no rumo 69°30' NO (Noroeste) até o marco 1 (um); daí segue, à direita, na extensão de 762 metros e no rumo de 54°17’ NO (Noroeste), até o marco 2 (dois);  daí segue, à esquerda, na extensão de 660 metros e no rumo de 68°12' SO (Sudoeste), até o marco 3  (três); daí segue, à direita, na extensão de 990 metros e no rumo de 0°30' NO  (Noroeste), até o marco 4 (quatro); daí segue, à direita, numa extensão de 665 metros e no rumo de 8°0' NE (Noroeste), até o marco 5 (cinco); daí segue, à direita, numa extensão de 460 metros e no rumo de 70°50' NE (Nordeste) até o marco 6 (seis); daí segue, à direita, numa extensão de 1.329 metros e no rumo 55º0' SE (Sudeste), até o marco 7 (sete); daí segue, à direita, numa extensão de 1.314 metros e no rumo de 47°18' SE (Sudeste), até o marco 8 (oito), à margem direita do rio Araquá; daí desce pela margem direita do rio Araquá, numa extensão de 1.295 metros, até o marco 0 (zero), onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE AGUDOS
(Criado em 1898)

a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Cabrália Paulista
Começa  no divisor Turvo-Alambari, na cabeceira meridional de água Boa Vista; segue pelo divisor até a cabeceira oriental da água do Poço.

2 — Com o Município de Piratininga
Começa no divisor Turvo-Alambari, na cabeceira oriental da água do Poço; segue por este divisor até a cabeceira ocidental da água Espraiada; desce por esta até o ribeirão do Barreiro; continua pelo contraforte fronteiro entre as águas da água do Faxinal e córrego Corredeirinha até o divisor entre as águas do ribeirão do Barreiro, à esquerda, e as do rio Turvo, à direita; caminha por este divisor até o espigão Turvo-Batalha; segue por este espigão até o divisor entre o córrego do Pântano e água Santa Rita; segue por este divisor até a cabeceira do córrego Rancharia, pelo qual desce até o rio Batalha; desce, ainda, por este até a foz da água do Guilherme.

3 — Com o Município de Bauru
Começa no rio Batalha, onde desagua a água do Guilherme; sobe por esta até sua cabeceira mais oriental; segue pelo espigão entre o rio Batalha, à direita, e os ribeirões Bauru e Campo Novo, à esquerda, até a cabeceira sudocidental do córrego Capim Fino; desce por este e pelo ribeirão Campo Novo, até sua foz no ribeirão Grande.

4 — Com o Município de Pederneiras
Começa no ribeirão Grande, na foz do ribeirão Campo Novo; continua pelo contraforte fronteiro até o divisor entre o ribeirão Grande e o ribeirão Barra Seca; segue por este divisar até o divisor Grande-Pederneiras; prossegue por este divisor até cruzar com o contraforte que deixa, à direita, o córrego da Estiva; continua por este contraforte em demanda da foz do córrego Areia Branca, no ribeirão Pederneiras; sobe pelo córrego Areia Branca, até a foz do córrego da Limeira; sobe pelo córrego da Limeira, até sua cabeceira meridional, no divisor Pederneiras-Patos; segue por este divisor em demanda da foz do córrego do Bugre no ribeirão dos Patos.

5 — Com o Município de Lençóis Paulista
Começa no ribeirão dos Patos, na foz do córrego do Bugre, pelo qual sobe até sua cabeceira no divisor Patos-Lençóis; caminha por este divisor até entroncar com o contraforte da margem esquerda do córrego dos Cochos; continua por este contraforte até a foz do córrego dos Cochos no rio Lençóis; continua pelo contraforte entre o rio Lençóis e água da Biquinha até cruzar com o divisor entre as águas Aparecida, Santa Cecília e Ferruci, à direita, e córrego das Antas, à esquerda; prossegue por este divisor até cruzar com o espigão Turvo-Claro; prossegue por este espigão até cruzar com o divisor entre as águas do ribeirão Caçador, à esquerda, e as do ribeirão da Capivara, à direita.

6 — Com o Município de Santa Bárbara do Rio Pardo
Começa no espigão Turvo-Pardo, onde ele entronca com o divisor entre as águas do ribeirão Caçador e as do ribeirão Capivara; segue pelo espigão Turvo-Pardo até a cabeceira nororiental da água da Divisa.

7 — Com o Município de Santa Cruz do Rio Pardo
Começa no espigão Pardo-Turvo, na cabeceira nororiental da água da Divisa; segue por este espigão em demanda da cabeceira sudoriental da água do Meio, pela qual desce até sua foz no ribeirão Santa Bárbara; desce por este até a foz da água da Boa Vista, pela qual sobe até sua cabeceira, no divisor Santa Bárbara – Boa Vista; segue por este divisor até a cabeceira do córrego de Quirino, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Boa Vista; desce pelo ribeirão Boa Vista até a foz do córrego Palmasso, pelo qual sobe até sua cabeceira, no divisor Boa Vista 
Onça; segue por este divisor até a cabeceira ocidental do córrego do Bernardino, pelo qual desce até sua foz no ribeirão da Onça; desce pelo ribeirão da Onça até sua foz no rio Turvo, pelo qual sobe até a foz do córrego Corredeira; segue pelo contraforte que deixa, à direita, as águas deste córrego até o divisor Turvo-Macacos; continua por este divisor até a cabeceira sudoriental da água dos Macacos, pela qual desce até sua foz no ribeirão dos Macacos; segue pelo contraforte fronteiro entre as águas do córrego Jararaca e água do Macaco, à esquerda, e as da agua Carreiro das Antas, à direita, até o divisor Turvo-Alambari; continua por este divisor até a cabeceira meridional da água da Boa Vista, onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais

1 — Entre os Distritos de Agudos e Domélia
Começa no espigão Turvo-Pardo, na cabeceira mais oriental do ribeirão do Boi Pintado; desce por este até o rio Turvo.

2 — Entre os Distritos de Agudos e Paulistânia
Começa no rio Turvo, na foz do ribeirão do Boi Pintado; sobe pelo rio Turvo até a foz da água da Geada, e por esta até sua cabeceira no divisor Turvo–Barreira

3 — Entre os Distritos de Domélia e Paulistânia
Começa no rio Turvo, na foz do córrego Corredeira; sobe pelo rio Turvo até a foz do ribeirão do Boi Pintado.


MUNICÍPIO DE ALFREDO MARCONDES

(Criado em 1948)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Presidente Bernardes
Começa no córrego São Geraldo, no ponto onde é cortado pela reta chamada Lins de Vasconcelos – Álvares Machado; desce por este córrego até a foz do córrego Jaracatiá; continua pelo contraforte fronteiro que deixa à direita, as águas do córrego Jaracatiá até encontrar com o divisor que separa as águas no ribeirão Taquaruçu, à esquerda, das do ribeirão Montalvão, à direita; segue por este divisor até a cabeceira do córrego São Francisco.

2 — Com o Município de Santo Expedito
Começa no divisor entre os ribeirões Taquaruçu e Montalvão, na cabeceira do córrego São Francisco, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Montalvão; desce por este até a foz do córrego dos Machados, pelo qual sobe até a foz do córrego Mirim; segue pelo contraforte da margem direita do córrego Mirim, até o divisor Caldeirão-Mirim; continua por este divisor em demanda da foz do córrego Bocaina, no córrego Caldeirão, sobe pelo córrego Bocaina até sua cabeceira, no divisor Montalvão-Sul; alcança na contravertente a cabeceira do córrego Pedra, pelo qual desce até sua foz no córrego do Sul.

3 — Com o Município de Presidente Prudente
Começa na foz do córrego Pedra, no córrego do Sul, pelo qual sobe até a sua cabeceira no divisor entre as águas dos ribeirões Montalvão e Taquaruçu, à direita, e as do ribeirão Mandaguari, à esquerda; segue por este divisor até  a cabeceira  oriental do córrego São Geraldo.

4 — Com o Município de Álvares Machado
Começa no divisor entre as águas dos ribeirões Mandaguari e Taquaruçu, na cabeceira mais oriental do córrego São Geraldo, pelo qual desce até o ponto onde é cortado pela reta chamada Lins de Vasconcelos – Álvares Machado, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE ALTAIR
(Criado em 1953)

a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Icem
Começa no rio Turvo, na foz do córrego do Português; sobe por este até a foz do córrego da Mexerica, pelo qual sobe até a foz do córrego Quati; sobe por este até sua cabeceira no divisor Turvo-Grande; segue por este divisor até a cabeceira sudocidental do córrego Boa Vista, pelo qual desce até sua foz no córrego Rico; desce por este até a foz do córrego de Antônio Bianco; vai, pelo contraforte fronteiro da margem direita do córrego de Antônio Bianco, até o divisor entre as águas do ribeirão Santana, à esquerda, e as do córrego Rico, à direita.

2 — Com o Município de Guaraci
Começa no divisor entre o córrego Rico e o ribeirão Santana, no ponto de cruzamento com o contraforte da margem direita do córrego de Antônio Bianco; segue por este divisor até o contraforte que deixa, à direita, as águas do córrego Lindeiro; continua por este contraforte até a foz do córrego Lindeiro, no ribeirão Santana; segue pelo contraforte fronteiro entre o ribeirão Santana e o córrego do Meio até o espigão entre as águas do ribeirão Santana e as do córrego Cresciuma; continua por este divisor até o contraforte que deixa, à esquerda, as águas do córrego do Retiro, e, à direita, as do córrego Cresciuma; segue por este contraforte até a foz do córrego de Francisco Guerra, no córrego Cresciuma; sobe pelo córrego de Francisco Guerra até sua cabeceira no contraforte da margem direita do córrego Cresciuma; prossegue por este contraforte até cruzar com o espigão Turvo-Grande; caminha por este espigão até a cabeceira mais setentrional do galho de Oeste do córrego Boa Vista.

3 — Com o Município de Olímpia
Começa no espigão-mestre Turvo-Grande, na cabeceira mais setentrional do galho de Oeste do córrego Boa Vista; desce por este galho e pelo córrego Boa Vista, até sua foz no rio Cachoeirinha, pelo qual desce até sua foz no rio Turvo.

4 — Com o Município de Guapiaçu
Começa no rio Turvo, na foz do rio Cachoeirinha; desce pelo rio Turvo até a foz do córrego das Casinhas.

5 — Com o Município de Onda Verde
Começa no rio Turvo, na foz do córrego das Casinhas; desce pelo rio Turvo até a foz do ribeirão São João.

6 — Com o Município de Nova Granada
Começa na foz do ribeirão São João no rio Turvo, pelo qual desce até a foz do córrego do Português, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE ALTINÓPOLIS
(Criado em 1918)

a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Brodosqui
Começa no rio Pardo, na foz do ribeirão da Prata; sobe por este e pelo ribeirão do Adão até a foz do córrego Pratinha, que deságua logo abaixo da fazenda Alcídio.

2 — Com o Município de Batatais
Começa no ribeirão do Adão, na foz do córrego Pratinha, que desagua logo abaixo da fazenda Alcídio; vai, daí, em reta, à ponta mais meridional do maciço entre as águas do ribeirão do Adão, à esquerda, e as do córrego da Fazenda Boa Vista do Selado, à direita; caminha por este maciço em demanda da foz do córrego que nasce cerca de dois quilômetros à Leste da fazenda de Higino Noronha, no ribeirão do Adão; sobe pelo referido córrego até sua cabeceira mais setentrional, e vai daí, em reta, à cabeceira mais meridional do córrego de Manuel de Campos, pelo qual desce até o ribeirão do Engenho da Serra; vai, daí, por nova reta, à cabeceira mais oriental do córrego Arraial Velho; prossegue pelo espigão Batatais-Paciência até o contraforte que deixa, à direita, as águas do córrego Monjolinho e, à esquerda, as do ribeirão da Paciência; atinge a confluência desses dois cursos de água e desce pelo ribeirão da Paciência até sua foz no rio Sapucaí.

3 — Com o Município de Patrocínio Paulista
Começa na foz do ribeirão da Paciência, no rio Sapucaí, sobe por este até a foz do rio Esmeril, pelo qual sobe até encontrar a reta que do morro das Araras vai ao morro do Jaborandi, na divisa com o Estado de Minas Gerais.

4 — Com o Estado de Minas Gerais
Começa no rio Esmeril, no ponto em que este é cortado pela reta que do morro das Araras vai ao morro do Jaborandi; segue pela divisa com o Estado de Minas Gerais, até a serra da Cobiça.

5 — Com o Município de Santo Antônio da Alegria
Começa na serra da Cobiça, na divisa com o Estado de Minas Gerais; prossegue pela crista da serra até entroncar com o contraforte da margem esquerda do córrego que corre paralelamente à Estrada de Ferro São Paulo – Minas; segue por este contraforte em demanda da ponte da Estrada de Ferro São Paulo – Minas, sobre o rio Sapucaí-Mirim; sobe por este, cerca de 2 km, até a foz do córrego de Antônio Francisco Mafra; sobe pelo referido córrego até sua cabeceira mais meridional na serra da Matinha; caminha pela serra da Matinha até a cabeceira mais oriental do córrego Beluti, pelo qual desce até o córrego Laranjal; desce pelo córrego Laranjal até sua foz no rio Araraquara.

6 — Com o Município de Cajuru
Começa onde o córrego Laranjal desagua no ribeirão Araraquara; vai por este abaixo até a foz do ribeirão do Cervo; ganha o divisor que deixa, à direita, as águas do ribeirão do Adão, e, à esquerda, as do rio Araraquara, até alcançar a cabeceira mais oriental do córrego da Prata e vai por este abaixo até sua foz no rio Araraquara, pelo qual desce até o rio Pardo.

7 — Com o Município de Serra Azul
Começa no rio Pardo, na foz do rio Araraquara, desce pelo rio Pardo, até a ponte da Estrada de Ferro São Paulo – Minas.

8 — Com o Município de Serrana
Começa na ponte da Estrada de Ferro São Paulo – Minas, sobre o rio Pardo, pelo qual desce até a foz do ribeirão da Prata, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE ALTO ALEGRE
(Criado em 1954)

a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Penápolis
Começa no espigão-mestre Aguapeí-Tietê na cabeceira mais setentrional do ribeirão Grande; segue pelo espigão-mestre até cruzar com o contraforte entre as águas do ribeirão Bonito, à esquerda, e as do córrego Coroados, à direita; continua por este contraforte até a cabeceira do córrego Cotia, pelo qual desce até sua foz, no córrego Barra Bonita; desce por este córrego até sua foz no córrego Coroados, de onde vai, em reta de rumo Leste, até cortar o córrego Paraguai; sobe pelo córrego Paraguai até a foz do córrego Bagagem; daí, vai, em reta, à cabeceira do ribeirão do Lajeado, pelo qual desce até a foz do córrego Dois Córregos; sobe por este até sua cabeceira; segue pelo espigão-mestre entre as águas do rio Aguapeí, à direita, e as do rio Tietê, à esquerda, até a cabeceira mais oriental do córrego do Matão.

2 — Com  o Município de Promissão
Começa no espigão-mestre Feio ou Aguapeí – Tietê na cabeceira mais oriental do córrego do Matão, pelo qual desce até sua foz no rio Feio ou Aguapeí.

3 — Com o Município de Getulina
Começa na foz do córrego do Matão, no rio Feio ou Aguapeí, pelo qual desce até a foz do ribeirão Grande.

4 — Com o Município de Luiziânia
Começa no rio Feio ou Aguapeí, na foz do ribeirão Grande, pelo qual sobe até o ponto onde é cortado pela reta de rumo Leste, que vem da cabeceira da água de E. Menchão.

5 — Com o Município de Braúna
Começa no ribeirão Grande, no ponto onde é cortado pela reta de rumo Leste, que vem da cabeceira da água de E. Menchão; sobe pelo ribeirão Grande até sua cabeceira mais setentrional, no espigão-mestre Feio ou Aguapeí – Tietê, onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais

1 — Entre os Distritos de Alto Alegre e Jatobá
Começa no rio Feio ou Aguapeí, na foz do córrego Padre Claro, pelo qual sobe até a foz do córrego do Barão.

2 — Entre os Distritos de Alto Alegre e São Martinho d’Oeste
Começa na foz do córrego do Barão, no córrego Padre Claro, pelo qual sobe até sua cabeceira, no espigão-mestre Feio-Bonito; prossegue por este espigão-mestre até a cabeceira do córrego Cotia.

3 — Entre os Distritos de Jatobá e São Martinho d’Oeste
Começa no rio Grande na foz do córrego Dois Bracinhos, pelo qual sobe até sua cabeceira; segue pelo divisor Grande – Padre Claro até a cabeceira do córrego do Barão, pelo qual desce  até sua foz no córrego Padre Claro.


MUNICÍPIO DE ÁLVARES FLORENCE
(Criado em 1948)

a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Cardoso
Começa no ribeirão do Marinheiro, na foz do ribeirão Bonito, pelo qual sobe até a foz do córrego da Égua; sobe por este até sua cabeceira, no espigão Marinheiro-Tomazes; segue por este espigão entre o ribeirão dos Tomazes, à esquerda, e o ribeirão Barra das Pedras, à direita, até a cabeceira ocidental do córrego de Joaquim José; desce pelo córrego de Joaquim José até sua foz no ribeirão Tomasão; daí segue pelo contraforte fronteiro até o divisor Tomasão-Guariroba; prossegue por este divisor em demanda da foz do córrego do Cateto no ribeirão Guariroba.

2 — Com o Município de Américo de Campos.
Começa no ribeirão Guariroba na foz do córrego do Cateto; sobe pelo ribeirão Guariroba até sua cabeceira no espigão entre as águas do ribeirão do Marinheiro, à direita, e as do ribeirão da Piedade, à esquerda; caminha por este espigão até entroncar com o contraforte entre os córregos do Mangue e do Simão; segue por este contraforte em demanda da foz do córrego do Mangue, no ribeirão da Piedade.

3 — Com o Município de Cosmorama.
Começa no ribeirão da Piedade, na foz do córrego do Mangue; sobe por aquele até a foz do córrego Manguinho.

4 — Com o Município de Votuporanga
Começa no ribeirão da Piedade, na foz do córrego Manguinho; sobe pelo ribeirão da Piedade até a foz do córrego Tapera, pelo qual sobe até sua cabeceira setentrional; daí, vai, em reta, à cabeceira do córrego Barro Preto; segue pelo divisor Marinheiro-Bonito, até cruzar com o contraforte da margem esquerda do córrego do Engano; segue por este contraforte até o contraforte da margem esquerda do ribeirão Bonito; continua por este contraforte em demanda da foz deste ribeirão, no ribeirão do Marinheiro, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE ÁLVARES MACHADO
(Criado em 1944)

a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Presidente Bernardes
Começa no rio Pirapozinho, na foz do córrego  da Lontra; vai daí, em reta ao espigão-mestre Paranapanema – Santo Anastácio, na cabeceira do córrego das Pedras, desce por este até o rio Santo Anastácio; segue pelo contraforte fronteiro entre as águas do ribeirão Guaiçara, à esquerda, e as do córrego Brejão ou Jangada, à direita, até cruzar com a reta chamada Lins de Vasconcelos – Álvares Machado; segue por esta reta até o córrego São Geraldo.

2 — Com o Município de Alfredo Marcondes
Começa no córrego São Geraldo, no ponto onde é cortado pela reta chamada Lins de Vasconcelos – Álvares Machado; sobe pelo córrego São Geraldo até sua cabeceira mais oriental no divisor Mandaguari-Taquaruçu.

3 — Com o Município de Presidente Prudente
Começa no divisor entre as águas do ribeirão Taquaruçu, à direita e as do ribeirão Mandaguari, à esquerda, na cabeceira mais oriental do córrego São Geraldo; segue por este divisor até o espigão-mestre Peixe – Santo Anastácio; segue por este espigão-mestre até a cabeceira mais setentrional do córrego Limoeiro, conhecido como córrego da Bomba; desce por este córrego até o córrego Limoeiro e por este, ainda, até o ponto onde é cortado pela reta de rumo norte que vem da foz do córrego do Cedro, no ribeirão Santo Anastácio; segue por esta reta até a referida foz; daí, sobe pelo ribeirão Santo Anastácio até a foz do córrego Lajeadinho.

4 — Com o Município de Pirapozinho
Começa no ribeirão Santo Anastácio, na foz do córrego Lajeadinho; sobe por este até sua cabeceira no espigão-mestre Santo Anastácio – Paranapanema; alcança, na contravertente, a cabeceira no ribeirão Pirapozinho; desce pelo ribeirão Pirapozinho, até a foz do córrego São Jorge.

5 — Com o Município de Tarabaí
Começa na foz do córrego São Jorge, no ribeirão Pirapozinho, pelo qual desce até a foz do córrego da Lontra, onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais

1 — Entre os Distritos de Álvares Machado e Coronel Goulart
Começa no rio Santo Anastácio, na foz do córrego do Cedro; desce pelo rio Santo Anastácio até a foz do córrego das Pedras.


MUNICÍPIO DE ÁLVARO DE CARVALHO
(Criado em 1948)

a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Marília
Começa no ribeirão Tibiriçá, na foz do córrego Bataos; desce pelo rio Tibiriça até a foz do córrego Forquilha, pelo qual sobe até sua cabeceira oriental no divisor Feio-Tibiriçá.

2 — Com o Município de Júlio Mesquita
Começa no divisor Feio-Tibiriçá, na cabeceira oriental, do córrego Forquilha; segue pelo divisor até a cabeceira do córrego Elíseo de Castro; desce por este até a foz do córrego João Ramiro.

3 — Com o Município  de Guarantã
Começa no córrego Elíseo de Castro, na foz do córrego João Ramiro; sobe por este até a foz do primeiro córrego na sua margem direita; sobe por este córrego até sua cabeceira; vai, daí, em reta , à foz do córrego da Fazenda Nova Alpes no córrego São João; sobe pelo córrego da Fazenda Nova Alpes até sua cabeceira no divisor São João – Barra Grande; segue pelo divisor até alcançar a cabeceira que contraverte com  o córrego da fazenda Santa Ismalia.

4 — Com o Município de Pirajuí
Começa no divisor São João – Barra Grande na cabeceira do córrego da Fazenda Santa Ismalia, cabeceira do galho que contraverte com o córrego da Fazenda Nova Alpes; desce pelo córrego da fazenda Santa Ismalia até o córrego Paquerê; desce por este até sua foz no córrego Santo Antônio do Morro Redondo, formadores do córrego Barra Grande; vai pelo contraforte fronteiro até o divisor entre o córrego Barra Grande e o ribeirão Corredeira; segue por este divisor até encontrar com o contraforte que morre no ribeirão Corredeira, na foz do córrego Corredeira; segue por este contraforte até a referida foz.

5 — Com o Município de Garça
Começa no ribeirão corredeira na foz do córrego Corredeira; sobe por aquele até a foz da Água Limpa; sobe por esta até sua cabeceira ocidental no divisor Corredeira-Tibiriçá; segue pelo divisor em demanda da cabeceira do córrego Irondê pelo qual desce até o ribeirão Tibiriçá e por este abaixo até a foz do ribeirão Ipiranga.

6 — Com o Município de Vera Cruz
Começa no ribeirão Tibiriçá, na foz do ribeirão Ipiranga; desce por aquele até a foz do córrego Bataos, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE ALVINLÂNDIA
(Criado em 1953)

a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Lupérdo
Começa no ribeirão Santo Inácio, na foz do córrego Mombuca; sobe pelo ribeirão Santo Inácio até a foz do ribeirão Barra Grande; sobe por este ribeirão até a foz do córrego Macaquinho; sobe, ainda, por este córrego, até sua cabeceira setentrional; continua pelo contraforte fronteiro até o divisor Barra Grande – São João; prossegue por este divisor até a cabeceira do córrego Santa Tereza, pelo qual desce até sua foz no rio São João; sobe pelo rio São João até a foz do córrego Benedito Baiano, primeira água da margem esquerda, à montante da foz do córrego São Luís; sobe por essa água até sua cabeceira, no espigão-mestre São João – Alegre.

2 — Com o Município de Garça
Começa no espigão-mestre São João – Alegre, na cabeceira do córrego Benedito Baiano, primeira água da margem esquerda do rio São João a montante da foz do córrego São Luis; segue pelo espigão-mestre entre as águas do rio São João, à direita, e as do ribeirão do Alegre, à esquerda, até a cabeceira do córrego da Égua ou Comprido.

3 — Com o Município de Gália
Começa no espigão-mestre São João – Alegre, na cabeceira do córrego da Égua ou Comprido, pelo qual desce até sua foz no rio São João.

4 — Com o Município de Ubirajara
Começa no rio São João, na foz do córrego da Égua ou Comprido; segue pelo contraforte fronteiro até o contraforte que separa as águas do córrego Jaú das da água do Barbosa; segue por este contraforte até o divisor entre o rio São João, à direita, e ribeirão Anhumas, à esquerda; prossegue por este divisor  até a cabeceira oriental do córrego do Dirígio, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Anhumas; segue pelo contraforte fronteiro até o divisor Anhumas – Santo Inácio.

5 — Com o Município de São Pedro do Turvo
Começa no divisor Anhumas – Santo Inácio, no ponto de cruzamento com o contraforte que finda no córrego Anhumas, na foz do córrego do Dirígio; segue pelo divisor Anhumas – Santo Inácio até cruzar com o contraforte que deixa, à esquerda, as águas do córrego Barra Nova e, à direita, as do córrego Estiva; segue por este contraforte até a cabeceira do córrego Mombuca, pelo qual desce até sua foz no rio Santo Inácio, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE AMERICANA
(Criado em 1924)

a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Limeira
Começa na foz do córrego Socegã, no rio Piracicaba; sobe por este até a confluência dos rios Atibaia e Jaguari, e continua por este último acima até a foz do ribeirão do Pinhal.

2 — Com o Município de Cosmópolis
Começa na foz do ribeirão do Pinhal, no rio Jaguari; sobe por este até a foz do córrego Jacutinga, pelo qual sobe até a cabeceira do galho da esquerda, no espigão Atibaia-Jaguari; caminha por este espigão até alcançar o contraforte que morre no rio Atibaia, na foz do córrego da Fazenda Foguete.

3 — Com o Município de Paulínia
Começa no espigão Jaguari-Atibaia, no ponto de cruzamento com o contraforte que morre no rio Atibaia, na foz do córrego  da Fazenda Foguete; segue por este contraforte até a foz do córrego da Fazenda Foguete no rio Atibaia.

4 — Com o Município de Nova Odessa 
Começa no foz do córrego da Fazenda Foguete, no rio Atibaia, pelo qual desce até a foz do córrego da Fazenda Santo Ângelo; sobe por este córrego até sua cabeceira no divisor Atibaia-Quilombo; segue por este divisor até o contraforte entre os ribeirões do Lopes e Quilombo, à esquerda, e o córrego da Fazenda Santa Angélica, à direita; segue por este contraforte cm demanda da foz do córrego do Recanto, no ribeirão do Quilombo; sobe pelo córrego do Recanto até a foz do córrego que corre ao Sul da linha da Companhia Paulista de Estradas de Ferro; sobe por esse córrego até o ponto onde é cortado pela reta que vai da extremidade setentrional da lagoa do Roberto Mack Fadden ao quilômetro 83 da Companhia Paulista de Estradas de Ferro.

5 — Com o Município de Santa Bárbara d’Oeste
Começa no córrego que corre ao Sul da linha da Companhia Paulista de Estradas de Ferro, no ponto onde é cortado pela reta que vai da extremidade setentrional da lagoa do Roberto  Mack Fadden ao quilômetro 83 da Companhia Paulista de Estradas de Ferro; segue pela referida reta até o marco do quilômetro 83 da Companhia Paulista de Estradas de Ferro, no seu ramal de Piracicaba; dirige-se deste ponto em reta, à cabeceira do córrego Americana, que vai desaguar no ribeirão do Quilombo, dentro da cidade de Americana; segue pelo divisor que deixa, à direita, o ribeirão do Quilombo e, à esquerda, o ribeirão dos Toledos, até o eixo da rua C, do loteamento Mollon; prossegue pelo eixo da rua C até a rua E; continua pelo eixo da rua E, até a avenida A, antiga estrada para Cilos; segue pelo eixo da avenida A até a estrada estadual Americana – Santa Bárbara; prossegue pelo eixo desta estrada até encontrar, novamente, o divisor entre o ribeirão do Quilombo, à direita, e os córregos Ponte Funda e Barracão, à esquerda; continua por este divisor até a cabeceira mais oriental do córrego Socegã, pelo qual desce até o rio Piracicaba, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE AMÉRICO BRASILIENSE
(Criado em 1963)

a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Santa Lúcia
Começa no córrego da Fazenda Santa Isabel, num  ponto situado a 1 Km abaixo de sua cabeceira; daí vai em reta a cabeceira do galho Sul do córrego da Fazenda Contendas; segue pelo contraforte da margem direita do córrego da Ponte Alta até cruzar com o divisor Rancho Queimado – Anhumas; prossegue por este divisor até o contraforte entre os córregos do Xavier e da Fazenda Santa Maria, à direita, e as dos córregos da Fazenda Monte Verde e do Monjolinho, à esquerda; continua por este contraforte em demanda da foz do córrego do Monjolinho no ribeirão do Cruzeiro, pelo qual desce até sua foz no ribeirão das Anhumas deste ponto vai em reta à foz do córrego do Engenho, no ribeirão das Cabaceiras; sobe pelo córrego do Engenho até a cabeceira de seu galho setentrional de onde vai, em reta, de rumo leste, até o ribeirão Guabirobas.

2 — Com o Município de São Carlos
Começa no ribeirão Guabirobas  no ponto onde é cortado pela reta de rumo Leste que vem da cabeceira do galho setentrional do córrego do Engenho; sobe pelo ribeirão Guabirobas até sua cabeceira mais meridional no divisor Guabirobas-Cabaceiras; segue por este divisor até a cabeceira mais setentrional do córrego de J.Brizolara e por este até o ribeirão das Cabaceiras; sobe por este até a foz do córrego dos Portugueses.

3 — Com o Município de Araraquara
Começa no ribeirão das Cabaceiras na foz do córrego dos Portugueses; segue em reta à foz do córrego do Espraiado, no ribeirão das Anhumas, pelo qual sobe até encontrar a reta de rumo Leste que vem da junção dos córregos do Bom Retiro e do Paulino; daí segue por esta reta à foz do córrego do Bom Retiro no córrego do Paulino; continua pelo contraforte intermediário a esses dois cursos até cruzar com o espigão que deixa, à direita, as águas dos ribeirões Cruzeiro e Rancho Queimado e, à esquerda as dos ribeirões do Ouro e das Cruzes; caminha por este último divisor indo até a cabeceira do córrego da Fazenda Santa Isabel, pelo qual desce 1 Km até o ponto onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE AMÉRICO DE CAMPOS
(Criado em 1948)

a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Pontes Gestal

Começa no ribeirão Guariroba, na foz do córrego do Cateto; segue pelo contraforte da margem esquerda deste córrego até cruzar com o divisor Guariroba-Preto; prossegue por este divisor até cruzar com o divisor entre as águas do córrego do Botelho, à esquerda, e as do ribeirão Águas Paradas, à direita; continua por este divisor até a cabeceira mais ocidental do córrego do Veado, pelo qual desce até a ponte da estrada Américo de Campos – Pontes Gestal; daí, vai, em reta de rumo Leste até o rio Turvo.

2 — Com o Município de Palestina
Começa no rio Turvo, no ponto onde é cortado pela reta de rumo Leste que vem da ponte da estrada Américo de Campos – Pontes Gestal, sobre o córrego do Veado; sobe pelo rio Turvo até a foz do ribeirão Piedade.

3 — Com o Município da Cosmorama.
Começa no rio Preto, na foz do ribeirão Piedade, pelo quai sobe até a foz do córrego do Mangue, afluente da margem esquerda.

4 — Com o Município de Álvares Florence
Começa no ribeirão da Piedade, na foz do córrego do Mangue, afluente da margem esquerda; continua pelo contraforte entre as águas deste córrego, à esquerda, e as do córrego do Limão, à direita, até o espigão Piedade-Marinheiro; segue por este espigão até a cabeceira do ribeirão Guariroba, pelo qual desce até a foz do córrego do Catete, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE AMPARO
(Criado em 1857)

a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Santo Antônio de Posse
Começa no rio Camanducaia, na foz do córrego da Fazenda Saint-Cloud, pelo qual sobe até sua cabeceira; daí vai, pelo contraforte fronteiro, em demanda da cabeceira mais meridional do córrego da Fazenda Santa Bárbara; desce por este córrego até o córrego que desemboca na margem direita acima do córrego da Fazenda Santa Cruz; sobe por aquele córrego até sua cabeceira e continua pele contraforte entre as águas dos córregos da Fazenda Santo Antônio e Fazenda Sesmaria, à direita, e as do córrego da Fazenda Santa Cruz, à esquerda, até o espigão Peixe-Camanducaia.

2 — Com o Município de Itapira
Começa no espigão Peixe-Camanducaia, no ponto de cruzamento com o contraforte entre as águas dos córregos da Fazenda Sesmaria e Fazenda Santa Cruz; segue pelo espigão até entroncar com o contraforte da margem esquerda do ribeirão Morro Agudo; caminha por este contraforte até a junção dos ribeirões Morro Agudo e Serra Negra, formadores do ribeirão da Penha.

3 — Com o Município de Serra Negra
Começa na junção dos ribeirões Morro Agudo e Serra Negra, formadores do ribeirão da Penha; sobe pelo ribeirão Serra Negra até a foz do córrego Roso foz esta que ocorre à Leste, da sede da Fazenda Roso, de Francisco Roso e pelo córrego Roso acima até sua cabeceira no espigão entre as águas dos córregos das fazendas Campineiro e Demétrio Silveira, de um lado, e São Francisco, antiga Paiol de outro lado; prossegue por este espigão até seu pontal cerca de 600 metros a Noroeste da fazenda São Francisco; desta ponta vai, em reta à extremidade do contraforte entre as águas dos córregos das fazendas São Francisco e Vinte Palmos; caminha por este contraforte intermediário contornando as águas do córrego Vinte Palmos, até o espigão Cascata
Vinte Palmos; caminha por este espigão até o lugar denominado Capão das Jabuticabeiras; vai, em reta, à cabeceira do córrego da fazenda São Bento, de José F. de Camargo, na rodovia estadual Serra Negra  Amparo; continua pelo espigão que deixa, à direita, o rio Camanducaia e, à esquerda, o córrego do rio da Prata, até cruzar com o espigão que deixa, à esquerda, as águas da córrego Três Pontes e, à direita, as da fazenda de José F. de Camargo.

4 — Com o Município de Monte Alegre do Sul
Começa no espigão-mestre entre as águas do rio Camanducaia ao Sul e as do rio do Peixe ao Norte, onde ele cruza com o espigão que deixa, à esquerda, as águas do córrego Três Pontes, e à direita, as da fazenda de José F. de Camargo; caminha por este último espigão até a cabeceira da primeira água que deságua na margem direita do córrego Três Pontes, à montante da foz do córrego da Fazenda do Salto; desce por aquela água até sua foz no córrego Três Fontes, pelo qual desce até a sua foz no rio Camanducaia, foz que ocorre muito próximo à estação de Três Pontes, no ramal de Socorro da Companhia Mogiana de Estradas de Ferro; sobe pelo rio Camanducaia até a embocadura do ribeirão do Pinhal, e por este acima até a foz do ribeirão dos Limas e por este até sua cabeceira sudoriental na serra do Pântano.

5 —  Com o Município de Bragança Paulista
Começa na cabeceira sudoriental do ribeirão dos Limas, na serra do Pântano; segue por esta serra em demanda da foz do córrego de J. Marinho, no rio Jaguari.

6 — Com o Município de Morungaba
Começa no rio Jaguari, na foz do córrego de J. Marinho; desce pelo rio Jaguari, até a foz do córrego da Divisa, que deságua na margem direita do rio Jaguari, cerca de 2 quilômetros abaixo da ponte de J. Soares, no rio Jaguari.

7 — Com o Município de Pedreira
Começa no rio Jaguari, na foz do córrego da Divisa, foz esta que ocorre cerca de 2 quilômetros abaixo da ponte de J. Soares, sobre o rio Jaguari; sobe pelo córrego da Divisa até sua cabeceira; prossegue pelo divisor que deixa, à direita, o córrego Areia Branca, e, à esquerda, o córrego da Fazenda de José Pedro até o alto da Areia Branca; vai deste ponto, em reta de rumo Norte, ao alto do espigão entre as águas do rio Jaguari, ao Sul, e as do rio Camanducaia, ao Norte, e pelo espigão-mestre caminha até o túnel da Companhia Mogiana de Estradas de Ferro, situado entre as estações de Pedreira e de Coqueiros e, pelo espigão, ainda, ganha a cabeceira mais oriental do córrego da Fazenda Boa Vista, pelo qual desce até o rio Camanducaia e por este abaixo, até a foz do córrego da Fazenda Saint-Cloud, onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais

1 — Entre os Distritos de Amparo e Arcadas
Começa no rio Camanducaia, na foz do córrego da Fazenda da Boa Vista; daí sebe pelo rio Camanducaia até a foz do córrego que vem do campo de aviação de Amparo; daí sobe por este córrego até sua cabeceira; vai, em reta, à foz do córrego da Fazenda Fortaleza, no córrego Cruz Descoberta; sobe pelo córrego da Fazenda Fortaleza até sua cabeceira mais meridional, no espigão Jaguar-Camanducaia; segue por este espigão até cruzar o contraforte entre as águas do ribeirão Entre Montes, à esquerda, e as do ribeirão da Vargem, à direita; continua pelo contraforte referido até a reta de rumo Norte, que Vem do Alto da Areia Branca nas divisas do município de Pedreiras.


MUNICÍPIO DE ANALÂNDIA
(Criado em  1897)

a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de São Carlos
Começa no divisor que deixa, à direita, as águas do ribeirão do Feijão, e, à esquerda, as dos córregos da Invernada e do Macaco, no ponto de cruzamento com o contraforte que morre na foz do córrego Visconde do Rio Claro, no ribeirão do Feijão; segue por aquele divisor até a cabeceira mais ocidental do ribeirão do Pântano; desce por este até a foz do córrego da Fazenda Montes Claros.

2 — Com o Município de Descalvado
Começa na foz do córrego da Fazenda Montes Claros, no ribeirão do Pântano; desce por este até a foz do córrego Pinheirinho, pelo qual sobe até sua cabeceira, já no morro do Quadrão; continua pelo alto do morro até a cabeceira mais ocidental do córrego da Fazenda Capão Alto.

3 — Com o Município de Pirassununga.
Começa no alto do morro do Quadrão, na cabeceira, mais ocidental do córrego da Fazenda Capão Alto, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Descaroçador; daí, vai, em reta, ao tanque do córrego da Graminha e prossegue por nova reta ao divisor entre as águas dos ribeirões Descaroçador e Arouca, no ponto de cruzamento com o contraforte da margem esquerda do córrego Capim Fino.

4 — Com o Município de  Santa Cruz da  Conceição
Começa no divisor entre os ribeirões Descaroçador e Arouca, no ponto de cruzamento com o contraforte da margem esquerda do córrego Capim Fino; segue por este contraforte em demanda do ribeirão Serrinha; continua pelo contraforte fronteiro, deixando, à direita, as águas do córrego da Colônia da fazenda do Dr. Cândido, até o espigão entre as águas dos ribeirões Arouca e Moquem.

5 — Com o Município de Corumbataí
Começa no espigão entre as águas dos ribeirões do Arouca e Moquem, no ponto de cruzamento com o contraforte da margem direita do córrego da Colônia da fazenda do Dr. Cândido; continua pelo espigão até o morro Grande; continua pelo maciço do mesmo nome até a sua ponta mais ocidental; prossegue pelo contraforte que deixa, à direita, as águas do córrego das Taipas, e, a esquerda, as do córrego dos Emboabas, até a foz do ribeirão da Barra, no rio Corumbataí; sobe pelo ribeirão da Barra, até sua cabeceira mais meridional.

6 — Com o Município de Itirapina
Começa na cabeceira mais meridional do ribeirão da Barra;  vai, daí, em reta, à foz do córrego da Fazenda Santa Rita, no ribeirão do Retiro;  segue Pelo contraforte fronteiro até o divisor entre as águas do  ribeirão do Retiro e as do rio Corumbataí;  continua por este divisor até o espigão entre  as águas do  rio Corumbataí e ribeirão do Feijão; prossegue por este espigão até a Cabeceira do córrego Visconde do Rio Claro; desce por este até sua foz no ribeirão do Feijão; continua pelo contraforte fronteiro até o divisor entre as águas do ribeirão do Feijão, de um lado, e as do ribeirão Laranja Azeda e córrego do Macaco do outro, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE ANDRADINA

(Criado em 1938)

a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Itapura
Começa no rio Tietê, na foz do ribeirão Anhumas, sobe por aquele até a foz do córrego Três Irmãos.

2 — Com o Município de Pereira Barreto
Começa no rio Tietê, na foz do córrego Três Irmãos; sobe pelo rio Tietê até a foz do ribeirão Travessa Grande; pelo qual sobe até a foz do córrego da Fazenda União, que possa ao Sul da colônia da Fazenda União.

3
 Com o Município de Guaraçaí
Começa no ribeirão Travessa Grande, na foz do córrego da Fazenda União, que passa ao Sul da colônia da Fazenda União; sobe por este córrego até sua cabeceira no divisor Travessa Grande–Três Irmãos ou Iguatemi; segue por este divisor até cruzar com o contraforte entre o córrego Fundo, à direita, é córrego do Macaco, à esquerda; prossegue por este contraforte em demanda da foz do córrego do Macaco no ribeirão Iguatemi, pelo qual sobe até a foz do córrego do Burro.

4 — Com o Município de Murutinga do Sul
Começa no ribeirão Três Irmãos ou Iguatemi, na foz do córrego do Burro, pelo qual sobe até sua cabeceira; segue pelo divisor entre as águas do ribeirão Três Irmãos ou Iguatemi, à esquerda, e as do córrego São Pedro, à direita, até cruzar com o espigão-mestre Tietê – Feio ou Aguapeí; prossegue pelo espigão-mestre até o divisor entre o córrego Campestre, à direita, e o córrego Antônio Francisco, à esquerda; segue por este divisor em demanda da cabeceira do córrego Ana Maria, pelo qual desce até sua foz no ribeirão de Moinho ou Abrigo; desce por este ribeirão até a foz do córrego da Fazenda Progresso; sobe por este córrego até sua cabeceira mais meridional, no espigão Moinho ou Abrigo – Feio ou Aguapeí; continua por este espigão-mestre até a cabeceira mais setentrional do ribeirão Volta Grande.

5 — Com o Município de Nova Independência
Começa na cabeceira mais setentrional ao ribeirão Volta Grande, no espigão-mestre Feio ou Aguapeí – Moinho ou Abrigo; segue por este espigão-mestre até cruzar com o contraforte que finda no ribeirão do Moinho ou Abrigo, na foz do córrego 5 de Maio.

6 — Com o Município de Castilho
Começa no espigão-mestre Feio ou Aguapeí – Moinho ou Abrigo, no ponto de cruzamento com p contraforte que finda no ribeirão Moinho ou Abrigo, na foz do córrego 5 de Maio; segue por este contraforte em demanda da referida foz; sobe pelo córrego 5 de Maio até sua cabeceira oriental, no divisor Moinho ou Abrigo – Tietê; desse ponto segue, em reta, à cabeceira meridional do ribeirão Anhumas, pelo qual desce até sua foz no rio Tietê, onde tiveram início estas divisas.

MUNICÍPIO DE ANGATUBA
(Criado em 1885)

a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Itatinga
Começa onde o rio Jacu deságua no rio Santo Inácio; sobe por este rio até a foz do córrego da Estiva, também conhecido pelo nome de Potreiro do Lima.

2 — Com o Município de Bofete
Começa no rio Santo Inácio, na foz do córrego da Estiva ou do Potreiro do Lima, e vai por este acima até sua cabeceira mais oriental; transpõe o espigão em demanda da cabeceira do galho mais ocidental do córrego do Capão Rico e por este abaixo até o rio Jacu ou Jacuzinho, pelo qual desce até a foz do córrego da Divisa, e por este acima até sua cabeceira mais oriental.

3 — Com o Município de Guareí
Começa no contraforte entre as águas do ribeirão Jacuzinho, a Oeste; e as do rio Capivari, a Leste, na cabeceira mais oriental do córrego da Divisa; prossegue pelo contraforte em demanda da foz do ribeirão da Restinga Comprida no rio Capivari; sobe por este até a foz do ribeirão do Sarjento e por este acima até a forquilha de suas cabeceiras principais; segue pelo contraforte intermédiário até o morro da Conquista; procura a cabeceira do córrego desse nome e pelo córrego abaixo até o rio Guareí; sobe por este até a foz do ribeirão Grande e por este acima até sua cabeceira mais oriental; daí alcança, na contravertente, cabeceira do galho do ribeirão Corrupção, galho este que atravessa o bairro do Ribeirão Grande e por ele desce até a foz do córrego Vassoural.

4 — Com o Município de Itapetininga
Começa na foz do córrego Vassoural no ribeirão da Corrupção; desce por este até o rio Itapetininga, pelo qual desce até a foz do córrego do Japão; sobe pelo córrego do Japão até sua cabeceira; segue pelo contraforte fronteiro entre o córrego Monjolinho, à direita, e os córregos Japãozinho e do Pinhalzinho à esquerda, até cruzar com o espigão Itapetininga-Paranapanema; prossegue por este espigão até a cabeceira do córrego Mata do Pereira ou do Veado Pardo, pelo qual desce até sua foz no ribeirão da Pescaria; desce por este ribeirão até sua foz no rio Paranapanema.

5 — Com o Município de Buri
Começa no rio Paranapanema, na foz do ribeirão da Pescaria; desce pelo rio Paranapanema até a foz do rio Apiaí.

6 — Com o Município de Paranapanema
Começa na foz do rio Apiaí, no rio Paranapanema; desce por este até a foz do córrego Brejo; vai por este acima até sua cabeceira mais setentrional; segue pelo espigão Paranapanema-Jacu, em demanda da cabeceira mais meridional do galho da esquerda da água das Pedras e por esta abaixo até sua foz no rio Jacu; desce por este até o rio Santo Inácio, onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais

1 — Entre os Distritos de  Angatuba  e  Campina  do Monte Alegre.
Começa no espigão Paranapanema-Itapetininga, no ponto de cruzamento com o contraforte entre os córregos do Pinhalzinho, à direita, e o córrego das Perdizes, à esquerda; segue por esse contraforte, em demanda da cabeceira do córrego do Monjolinho, pela qual desce até sua foz no rio Itapetininga; desce por este rio até a foz do córrego Corvo Branco; sobe pelo córrego Corvo Branco, até sua cabeceira; segue pelo contraforte, que deixa à direita, o córrego Lagoa Seca até cruzar com o espigão Itapetininga-Guareí; continua por este espigão entre os rios Itapetininga e Paranapanema, à esquerda, e o rio Guareí, à direita, em demanda da cabeceira do galho norocidental do córrego da Grama, pelo qual desce até sua foz no rio Paranapanema.


MUNICÍPIO DE ANHEMBI
(Criado em 1891)

a) Divisas Municipais

Com o Município de Botucatu
Começa no córrego dos Dezessete Ramos, na foz do córrego da Extrema; desce por aquele até o rio Alambari, e por este até a foz do córrego J. Luís, na margem esquerda; daí, vai pelo contraforte que deixa este córrego, à esquerda, até o contraforte da margem direita, do córrego dos Sete Guarantãs, prosseguindo por este contraforte até a foz do córrego dos Sete Guarantãs, no rio Tietê; desce por este até a foz da água da Fazenda Dois Córregos; subindo por esta até sua cabeceira mais setentrional, transpõe o espigão entre os rios Tietê e Piracicaba, em demanda da cabeceira mais oriental do córrego da Fazenda das Ondas Grandes, pelo qual desce até o rio Piracicaba.

2 — Com o Município de  Santa Maria da Serra
Começa no rio Piracicaba, na foz do córrego da Fazenda Ondas Grandes, sobe por aquele até a foz do córrego Ronca.

3 — Com o Município de Piracicaba
Começa no rio Piracicaba, na foz do córrego Ronca; sobe por este até sua cabeceira mais oriental; transpõe o espigão entre os rios Piracicaba e Tietê, em demanda da cabeceira mais oriental do ribeirão dos Pintos; desce por este até o ribeirão dos Patos, e por este até o rio Tietê.

4 — Com o Município de Conchas
Começa no rio Tietê, na foz do ribeirão dos Patos; desce por aquele até a foz do rio do Peixe; sobe por este até a foz da água do Vicentinho, primeiro afluente da margem esquerda abaixo da foz do córrego Armazém, córrego desce da rodovia estadual. 

5 — Com o Município  de Bofete
Começa no rio do Peixe, na foz da água do Vicentinho, primeiro afluente abaixo da foz do córrego do Armazém, que desce da rodovia estadual; sobe pela água do Vicentinho até sua cabeceira; vai em reta, à cabeceira mais meridional do córrego Buracão, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Água Fria, foz esta que ocorre cerca de um quilômetro abaixo da ponte sobre o ribeirão Água Fria, na rodovia estadual; sobe pelo ribeirão Água Fria, até a foz do ribeirão dos Patos, e, ainda por este, até sua cabeceira mais ocidental; segue em reta, à confluência do córrego da Extrema com o córrego dos Dezessete Ramos, onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais

1 — Entre os Distritos de Anhembi e Pirambóia Começa na ponte do Quinzote, sobre o rio Alambari, na estrada que vai à estação do mesmo nome; segue pelo contraforte fronteiro até o espigão que deixa, a direita, o córrego da Fazenda Santa Cruz; segue por este espigão até a cabeceira mais ocidental do córrego do Tomazinho; desce por este ate o ribeirão dos Remédios; desce por este até a primeira ponte da antiga estrada que vai à cidade de Anhembi, marginando aquele ribeirão, e vai daí pelo contraforte fronteiro, em demanda da cabeceira mais ocidental do córrego da Divisa pelo qual desce ate o rio do Peixe.


MUNICÍPIO  DE ANHUMAS
(Criado em 1954)

a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Narandiba
Começa no ribeirão Anhumas, na foz do ribeirão Boa Vista; sobe pelo ribeirão Anhumas até a foz do córrego da Onça, pelo qual sobe até a foz de um córrego da margem direita, que contraverte com o contraforte que morre no ribeirão do Tombo do Meio ou Laranjeiras na foz da água da Fazenda Santa Teresinha.

2 — Com o Município de Pirapózinho
Começa no ribeirão da Onça, na foz de um córrego da margem direita que contraverte com o contraforte que morre no ribeirão do Meio ou Laranjeiras na toz da água da Fazenda Santa Teresinha; sobe pelo ribeirão da Cuíca até sua cabeceira no espigão-mestre Paranapanema 
Santo Anastácio; segue pelo espigão-mestre Paranapanema  Santo Anastácio até a cabeceira sudocidental do córrego Caí, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Santo Anastácio.

3 — Com o Município de Presidente Prudente
Começa na foz do córrego Caí, no ribeirão Santo Anastácio pelo qual sobe até a foz do córrego Embiri.

4 — Com o Município de Regente Feijó.
Começa no ribeirão Santo Anastácio, na foz do córrego Embiri; sobe pelo ribeirão Santo Anastácio, até sua cabeceira; segue pelo divisor entre as águas do ribeirão Anhumas, à direita, e as do ribeirão Laranja Doce, a esquerda, até a cabeceira do galho mais ocidental do córrego da Paca ou Azul.

5 — Com o Município de Taciba
Começa na cabeceira do galho mais ocidental do córrego da Paca ou Azul; segue pelo divisor entre as águas do ribeirão Anhumas, à direita, e as do ribeirão Laranja Doce, à esquerda, até cruzar com o divisor Anhumas
-Perdizes; prossegue por este divisor em demanda da cabeceira setentrional do córrego invernada, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Boa Vista; desce ainda, pelo ribeirão Boa Vista, até sua foz no ribeirão Anhumas, onde tiveram início estas divisas.

MUNICÍPIO DE APARECIDA
(Criado em 1928)

a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Guaratinguetá
Começa no rio Paraíba na foz do ribeirão do Veloso; desce pelo rio Paraíba até a foz do ribeirão do Putim; segue, em reta à foz da água do Neves, no rio Paraíba; desce por este, até o ponto distante cerca de 2.000 metros acima da foz do ribeirão de Guaratinguetá; vai, desse ponto, em reta ao marco do quilômetro 296 da Estrada de Ferro Central do Brasil e segue, em reta. até a foz do córrego dos Lemes, no ribeirão dos Motas; sobe por este até a foz do córrego dos Bicudos; continua pelo divisor entre esses dois cursos de água até o divisor que deixa à esquerda, o ribeirão São Gonçalo e, à direita, o ribeirão dos Motas, caminha por este divisor até a serra do Quebra Cangalha, pela qual segue até entroncar com a serra da Embira, que é o divisor entre as águas do rio do Peixe e as do ribeirão da Serra.

2 — Com o Município de Lagoinha
Começa no alto da serra do Quebra Cangalha, no ponto de entroncamento com a serra da Embira, segue pela cumiada da serra do Quebra Cangalha que aí tem a denominação local de serra da Usina ou dos Forros, até cruzar com o divisor entre os ribeirões dos Motas e Pirapitinguí.

3 — Com o Município de Roseira
Começa na serra do Quebra Cangalha onde tem o nome local de serra da Usina ou dos Forros, no ponto de cruzamento com o divisor entre os ribeirões dos Motas e Pirapitinguí; segue por este divisor entre o ribeirão dos Motas, à direita, e o ribeirão Pirapitinguí, à esquerda, até o contraforte da margem esquerda do ribeirão do Veloso; prossegue por este contraforte em demanda da foz do ribeirão do Veloso, no rio Paraíba, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE APARECIDA D'OESTE
(Criado em 1963)

a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Pereira Barreto
Começa no rio São José dos Dourados na foz do córrego São Jorge; sobe por este córrego até a sua cabeceira; continua pelo divisor entre o córrego Cariri ou Jaú, à direita, e o córrego do Cervo e ribeirão Itaquaba, à esquerda, até o espigão-mestre Paraná–São José dos Dourados; segue por este espigão até a cabeceira do córrego do Limão Verde ou Limoeiro.

2 — Com o Município de Rubinéia
Começa no espigão-mestre Paraná – São José dos Dourados, na cabeceira do córrego do Limão Verde ou Limoeiro; segue pelo espigão mestre até cruzar com o divisor Taiaçu-Nupeba.

3 — Com o Município de Três Fronteiras
Começa no espigão-mestre Paraná – São José dos Dourados, no ponto de cruzamento com o divisor Taiaçu-Nupeba; segue por este espigão mestre e continua pelo espigão-mestre Ponte Pensa – São José dos Dourados até a cabeceira do córrego da Velha.

4 — Com o Município de Palmeira d'Oeste
Começa no espigão-mestre Ponte Pensa – São José dos Dourados na cabeceira do córrego da Velha; segue pelo espigão-mestre até a cabeceira do córrego do Boi.

5 — Com o Município de Marinópolis
Começa no espigão-mestre Ponte Pensa – São José dos Dourados, na cabeceira do córrego do Boi; desce por este até a sua foz no rio São José dos Dourados.

Com o Município de Sud Mennucci
Começa na foz do córrego do Boi no rio São José dos Dourados, pelo qual desce até a foz do córrego São Jorge, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE APIAÍ
(Criado em 1771)

a) Divisas  Municipais

1 — Com o Município de Itararé
Começa na serra do Paranapiacaba, que tem aí o nome local de serra do Itapirapuã, na cabeceira do rio Itapirapuã, que contraverte com o ribeirão Égua Morta; continua pela crista da serra até a serra do Bom Sucesso pela qual continua até cruzar com o contraforte entre o rio Pirituba, à direita, e o córrego Bom Sucesso, à esquerda; segue por este contraforte em demanda da do córrego Bom Sucesso, no rio Pirituba; desce por este rio até a foz da água do Palmito Mole.

2 — Com o Município de Itapeva
Começa na foz da água do Palmito Mole, no rio Pirituba; prossegue pelo contraforte fronteiro até o divisor entre as águas dos rios Pirituba e Taquari-Guaçu; segue por este divisor até entroncar com o divisor entre o ribeirão do Guedes, de um lado, e rios Preto e Taquari-Guaçu, do outro lado.

3 — Com o Município de Ribeirão Branco
Começa no divisor entre os rios Pirituba e Taquari-Guaçu, no ponto de cruzamento com o divisor entre as águas do ribeirão do Guedes, à esquerda, e as do ribeirão Taquari, à direita; segue por aquele divisor até o entroncamento com o primeiro contraforte da margem esquerda do rio Preto; segue por este contraforte ate o ponto onde é cortado por uma reta de rumo Oeste, que vem da foz do córrego das Pacas, no rio Taquari-Guaçu; sobe pelo rio Taquari-Guaçu até a foz do córrego Saival; sobe ainda por este até a sua cabeceira mais oriental; alcança, na contravertente, a cabeceira mais ocidental do ribeirão Areado; desce por este até sua foz no rio Apiaí-Guaçu; desce por este até a foz do ribeirão das Areias, pelo qual sobe até a foz do córrego Santa Rita; sobe pelo córrego Santa Rita até sua cabeceira mais oriental; continua pelo contraforte da margem direita do ribeirão das Areias até o espigão Apiaí-Guaçu – São José do Guapiara; segue por este espigão até cruzar com o contraforte que finda no rio São José do Guapiara na foz do córrego do Terreiro.

4 — Com o Município de Guapiara
Começa no espigão Apiaí-Guaçu 
São José do Guapiara, no ponto de cruzamento com o contraforte que finda na foz do córrego do Terreiro, no rio São José do Guapiara; prossegue por este contraforte até a referida foz; sobe pelo córrego do Terreiro até sua cabeceira, no espigão-mestre ParanapanemaRibeira de Iguape, espigão que é a serra Paranapiacaba.

5 — Com o Município de Iporanga
Começa na serra do Paranapiacaba, que é o espigão-mestre entre as águas do rio Paranapanema e Ribeira de Iguape, na cabeceira do córrego do Terreiro; segue pelo espigão-mestre até o ponto de cruzamento com o divisor Figueira-Temimina; segue por este divisor até a cabeceira do córrego da Campina, pelo qual desce até sua foz no rio Pilões; desce por este até o ribeirão Farto, pelo qual sobe até a cabeceira do seu braço ocidental, no divisor Pilões-Pescaria; prossegue por este divisor até a cabeceira do córrego do Chapéu; desce por este até o córrego Sumidouro e, por este, desce até sua foz no ribeirão Espírito Santo; continua pelo contraforte fronteiro até o contraforte Espírito Santo 
Iporanga; segue por este contraforte até a cabeceira oriental do córrego da Fazenda da Cachimba; desce por este córrego até o rio Iporanga, pelo qual sobe até o córrego Paciência; sobe por este até sua cabeceira no divisor Iporanga-Betari; continua por este divisor até o alto da Vargem Grande, que é o divisor da margem esquerda do rio Betarizinho; segue por este divisor até o rio Betari; atravessa o rio e continua pela serra da Boa Vista, que é o divisor da margem direita do ribeirão Passa Vinte, até cruzar com o divisor entre as águas do rio Betari, à esquerda, e as do ribeirão Palmital e rio Gurutuba à direita; prossegue por este divisor ate o divisor que separa as águas do rio Gurutuba, à direita, e as do ribeirão Anta Gorda, à esquerda; continua por este divisor em demanda da foz do rio São Sebastião, no rio Ribeira de Iguape.

6 — Com o Estado do Paraná
Começa no rio Ribeira de Iguape, na foz do rio São Sebastião; segue pela divisa com o Estado do Paraná, até a foz do ribeirão Panelas ou da Onça.

7 — Com o Município de Ribeira
Começa no rio Ribeira de Iguape, na foz do ribeirão Panelas ou da Onça; segue pelo contraforte entre as duas águas, até o divisor entre as águas do ribeirão Panelas ou da Onça e as do ribeirão Palmital; continua por este divisor até entroncar com o espigão Palmital
-Tijuco; prossegue por este espigão até o contraforte que deixa, à esquerda, o córrego Roseira; caminha por este contraforte em demanda da ponte da estrada de rodagem que liga a cidade de Apiaí à de Ribeira, sobre o ribeirão do Tijuco; vai, em reta, ao ribeirão do Areado, na foz do córrego Limeira; continua pelo contraforte fronteiro até o espigão entre as águas dos ribeirões do Areado e das Lavras, à esquerda, e as dos ribeirões Anta Magra e Palmeiras, à direita; caminha por este espigão em demanda do ribeirão Palmeirinhas, no ribeirão Palmeiras; deste ponto vai, em reta, ao rio Catas Altas, na foz do ribeirão Iguatemi; sobe pelo rio Catas Altas até o ribeirão dos Veados; sobe por este até a foz do córrego Barreirinho; sobe por este até sua cabeceira mais ocidental, no divisor que separa as águas dos ribeirões dos Veados e Azedo, à esquerda, e as dos córregos Barreirinho e Lagoinha, à direita; segue por este divisor até entroncar com o divisor Azedo-Itapirapuã prossegue por este divisor em demanda da cabeceira do córrego Imbuia, pelo qual desce até sua foz no rio Itapirapuã, conhecido como ribeirão dos Macacos.

8 — Com o Estado do Paraná
Começa no rio Itapirapuã, na foz do córrego Imbuía; segue pela divisa com o Estado do Paraná, até a cabeceira do rio Itapirapuã, cabeceira que é contravertente do córrego Égua Morta, já na serra do Paranapiacaba, que ai tem o nome local de serra do Itapirapuã, onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais

1 — Entre os Distritos de Apiaí e Barra do Chapéu
Começa no espigão entre as águas dos ribeirões Palmeiras, Anta Magra e o rio Catas Altas, à esquerda, e as dos ribeirões das Lavras, do Azedo e da Estiva, à direita, no ponto de cruzamento com o contraforte que morre no ribeirão do Areado, na foz do córrego Limeira; caminha por este espigão até entroncar com o contraforte que morre na junção dos ribeirões Empossado e Areias; caminha por este contraforte até a citada junção.

2 — Entre os Distritos de Apiaí e Araçaíba
Começa na junção dos ribeirões Empossado e Areias; sobe pelo ribeirão Empossado até sua cabeceira no espigão Catas Altas 
Apiaí-Guaçu; segue por este espigão até a cabeceira do ribeirão do Fria e desce por este até o ribeirão Pião, pelo qual desce até o rio Apiaí-Guaçu e por este até a foz do ribeirão Santa Rita.

3 — Entre os Distritos de Apiaí e Itaóca
Começa na serra da Boa Vista, onde esta cruza com o divisor que deixa, á direita, as águas do ribeirão Passa Vinte e, à esquerda, as do ribeirão Burutuba e rio Palmital; segue pela serra da Boa Vista em demanda da foz do ribeirão do Funil, no ribeirão Palmital; continua pelo contraforte fronteiro até o divisor entre os ribeirões Palmital e Tijuco; segue por este divisor até cruzar com o contraforte que finda na ponte da rodovia Apiaí
-Ribeira, sobre o ribeirão do Tijuco.

4 — Entre os Distritos de Araçaíba e Barra do Chapéu
Começa na junção dos ribeirões Empossado e Areias; segue pelo contraforte fronteiro até o divisor Catas Altas 
Barra ou Bragança; prossegue por este divisor até entroncar com o divisor Barra ou Bragança  Chapéu; continua por este divisor em demanda da foz do córrego Chapeuzinho, no ribeirão do Chapéu; sobe por este até o ribeirão João Cardoso, pelo qual sobe até a foz do córrego Chuxeva; sobe, ainda, por este até sua cabeceira, na serra do Paranapiacaba; segue pela serra até entroncar com a serra do Bom Sucesso.


MUNICÍPIO DE ARAÇATUBA
(Criado em 1921)

a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Pereira Barreto
Começa no ribeirão Água Fria, na foz do córrego Centenário; desce por aquele até sua foz no rio Tietê; segue por este até o córrego do Osório ou Araçatubinha.

2 — Com o Município de Sud Mennucci
Começa no rio Tietê, na foz do carrego do Osório ou Araçatubinha pelo qual sobe até a foz do córrego Quati.

3 — Com o Município de Guzolândia
Começa no córrego do Osório ou Araçatubinha na foz do córrego Quati, pelo qual sobe até sua cabeceira sudoriental, no divisor Osório ou Araçatubinha – Barreiro; segue por esse divisor em demanda da foz do córrego Bonito no córrego das Cabras, pelo qual desce até sua foz no ribeirão do Barreiro; sobe por este ribeirão até a foz do córrego das Táboas.

4 — Com o Município de Auriflama
Começa na foz do córrego das Táboas no ribeirão do Barreiro; sobe pelo córrego das Táboas até sua cabeceira no divisor entre os ribeirões Barreiro e Cruzes; segue por este divisor até a cabeceira do córrego de Morada, pelo qual desce até o ribeirão das Cruzes; sobe por este até o córrego da Barraca, pelo qual sobe até sua cabeceira no divisor Lambari-Cruzes; vai daí, em reta, ao ribeirão Lambari, na foz do córrego do Cateto.

5 — Com o Município de General Salgado
Começa no ribeirão Lambari, na foz do córrego do Cateto; daí vai, em reta, à foz do córrego da Divisa, no córrego Lajeado; sobe pelo córrego da Divisa até sua cabeceira; daí, vai, em reta, à cabeceira do córrego Tapera Queimada, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Açoita Cavalo e por este abaixo até o ribeirão Macaúbas e por este acima até a foz do córrego Retiro.

6 — Com o Município de Nova Luzitânia
Começa no ribeirão Macaúbas, na foz do córrego Retiro; daí, segue pelo contraforte fronteiro até o divisor Miacaúbas-Macaco ou Lagoa Escura; segue por este divisor até o ponto onde é cortado por uma reta de rumo Oeste que vem da cabeceira do galho da direita do córrego da Fazenda Córrego Fundo, no divisor Macaúbas – Mato Grosso; segue por essa reta até a referida cabeceira; desce pelo córrego da Fazenda Córrego Fundo até sua foz no ribeirão Mato Grosso.

7 — Com o Município de Turiúba
Começa no ribeirão Mato Grosso, na foz do córrego da Fazenda Córrego Fundo; desce pelo ribeirão Mato Grosso até a foz do córrego da Pedra.

8 — Com o Município de Buritama
Começa na foz do córrego da Pedra, no ribeirão Mato Grosso, pelo qual desce até sua foz no rio Tietê; sobe por este até a foz do ribeirão Baguaçu.

9 — Com o Município de Birigui
Começa no rio Tietê, na foz do ribeirão Baguaçu pelo qual sobe até a foz do córrego Água Branca; sobe por este até o córrego Barro Preto; sobe ainda por este até sua cabeceira mais meridional; daí vai, em reta, à foz do córrego Tupi, no ribeirão Baguaçu, pelo qual sobe até a foz do córrego Elíseo.

10 — Com o Município de Bilac
Começa no ribeirão Baguaçu, na foz do córrego Elíseo, sobe por este até a foz do córrego de Ângelo Pancrari, pelo qual sobe até sua cabeceira mais ocidental no espigão-mestre entre os rios Tietê-Aguapeí; segue pelo espigão-mestre até a cabeceira mais setentrional do córrego Água Boa, pelo qual desce até a foz do terceiro afluente da margem esquerda, à montante da foz do córrego Três Nações.

11 — Com o Município de Gabriel Monteiro
Começa no córrego Água Boa, na foz do terceiro afluente da margem esquerda, a montante da foz do córrego Três Nações; desce pelo córrego Água Boa até a foz do córrego Boa Esperança ou do Perímetro.

12 — Com o Município de Guararapes
Começa no córrego da Boa Esperança ou do Perímetro, na foz ao córrego Água Boa; sobe por aquele até sua cabeceira no espigão-mestre Feio ou Aguapeí  –Tietê, segue pelo espigão-mestre até o divisor Prata-Frutal, prossegue por este divisor até a cabeceira mais meridional do córrego Jacutinga ou Santa Bárbara; desce por este até o córrego da Divisa e por este abaixo até o ribeirão Azul, pelo qual sobe até a foz do córrego da fazenda de Vicente Roque; sobe por este até sua cabeceira no divisor Azul-Aracanguá; segue por este divisor até a cabeceira do córrego Corredeira, pelo qual desce até o ribeirão Aracanguá, desce por este até a foz do córrego Areia Branca, pelo qual sobe até o córrego Uru, sobe por este até sua cabeceira; daí vai, em reta, à foz do córrego Contravertente ou Vazante, no ribeirão Jacaré-Catinga.

13 — Com o Município de Valparaíso
Começa na foz do córrego Contravertente ou Vazante, no ribeirão Jacaré-Catinga; desce pelo ribeirão Jacaré-Catinga, até a ponte da estrada que vem do povoado de Silvânia; daí vai, em reta, em direção à foz do córrego Centenário, no ribeirão Água Fria; segue por esta reta até o ponto onde corta o espigão Água Fria – Jacaré-Catinga.

14 — Com o Município de Lavínia
Começa no espigão Água Fria – Jacaré-Catinga, no ponto onde é cortado pela reta que liga a foz do córrego Centenário no ribeirão Água Fria à ponte da estrada que vem de Silvânia sôbre o ribeirão Jacaré-Catinga; segue por este alinhamento até a foz do córrego Centenário, no ribeirão Água Fria onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais

1 — Entre os Distritos de Araçatuba e Santo Antônio do Aracanguá (ex-Major Prado)
Começa no rio Tietê, na foz do córrego do Osório ou  Araçatubinha; sobe pelo rio Tietê, até a foz do ribeirão Mato Grosso.


MUNICÍPIO DE ARAÇOIABA DA SERRA
(Criado em 1936)

a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Capela do Alto
Começa no rio Sarapuí, na foz do córrego da Passagem ou Restinga, pelo qual sobe até sua cabeceira no divisor Sarapuí-Iperó; alcança, na contravertente, a cabeceira do ribeirão Capanema, pelo qual desce até o rio Iperó; desce pelo rio Iperó, até a foz do córrego Araçatuba; segue pelo contraforte fronteiro que deixa, à direita, as águas do córrego Araçatuba, até cruzar com o divisor Iperó-Sorocaba, na serra de Araçoiaba.

2 — Com o Município de Iperó
Começa na serra de Araçoiaba, no ponto de cruzamento com o divisor Iperó-Sorocaba; segue por esta serra que é o divisor Ferro-Verde até a cabeceira do córrego Distrital, pelo qual desce até o ribeirão Inácio; desce por este até sua foz no ribeirão Verde; continua pelo contraforte fronteiro até o divisor Verde- Ipanema; prossegue por este divisor até a cabeceira do córrego Araçoiaba, pelo qual desce ate sua foz no rio Ipanema.

3 — Com o Município de Sorocaba
Começa no rio Ipanema, na foz do córrego Araçoiaba; sobe pelo rio Ipanema ate a confluência do ribeirão do Lajeado; prossegue pelo contraforte entre o rio Ipanema, à esquerda, e o ribeirão do Lajeado, à direita, até cruzar com o divisor Lajeado-Pirapora,

4 — Com o Município de Salto de Pirapora
Começa no divisor Lajeado-Pirapora, no ponto de cruzamento com o contraforte que separa as águas do ribeirão do Lajeado das do rio Ipanema; continua pelo divisor entre as águas do ribeirão do Lajeado e as do rio Pirapora, até o contraforte que deixa, à direita, o córrego do Barulho; prossegue por este contraforte em demanda da foz do córrego do Barulho, no rio Pirapora, e por este abaixo ate sua foz no rio Sarapuí.

5 — Com o Município de Sarapuí
Começa na foz do rio Sarapuí, no rio Pirapora, e vai por aquele abaixo até a foz do córrego da Divisa ou Dúvida.

6 — Com o Município de Itapetininga
Começa na foz do córrego da Divisa ou Dúvida, no rio Sarapuí, e vai por este até a foz do córrego da Passagem ou Restinga, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE ARAMINA
(Criado em 1963)

a) Divisas Municipais

1 — Com o Estado de Minas Gerais
Começa na foz do rio do Carmo no rio Grande; segue pela divisa com o Estado de Minas Gerais, até a foz do ribeirão Tabocas.

2 — Com o Município de Igarapava
Começa no rio Grande na foz de ribeirão Tabocas; sobe por este até a foz do córrego da Limeira, pelo qual sobe até a foz do seu galho nororiental; deste ponto segue pelo contraforte fronteiro até o divisor Limeira – Pedra Branca; continua por este divisor até a cabeceira do galho nororiental do córrego Paraíso, desce por este galho até sua foz no córrego Paraíso; segue Pelo contraforte fronteiro, até cruzar com o divisor entre os córregos Paraíso e Pedra Branca.

3 — Com o Município de Buritizal
Começa no divisor entre os córregos Paraíso e Pedra Branca no ponto em que cruza com o contraforte fronteiro à foz do galho nororiental do córrego Paraíso; prossegue por aquele divisor ate a cabeceira do córrego dos Menezes, pelo qual desce ate a sua foz no córrego Pedra Branca, sobe por este até a foz do córrego dos Camilos, pelo qual sobe até a foz do seu galho mais meridional; sobe por este galho até sua cabeceira no divisor entre as águas do córrego Pedra Branca e as do ribeirão Bandeira; continua por este divisor até o contraforte entre o córrego da Estivinha, à direita, e o ribeirão Bandeira, à esquerda; prossegue por este contraforte em demanda da foz do ribeirão Bandeira, no rio do Carmo.

4 — Com o Município de Ituverava
Começa na foz do ribeirão Bandeira, no rio do Carmo; desce  por este até a foz do córrego do Limão.

5 — Com o Município de Miguelópolis
Começa no rio do Carmo, na foz do córrego do Limão; desce pelo rio do Carmo, até a sua foz no rio Grande, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE ARANDU
(Criado em 1963)

a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Cerqueira César
Começa na represa do rio Paranapanema, na foz do ribeirão Bonito; sobe por este ribeirão até a foz do córrego do Monjolinho, pelo qual sobe até a foz do córrego Timburi; sobe por este córrego até sua cabeceira; segue pelo divisor entre as águas do ribeirão Bonito, à direita, e as do ribeirão do Macuco, à esquerda, até o ponto onde é cortado pela reta do rumo Oeste que vem da foz do córrego de Vicente Oliveira no córrego Jamaica; segue por esta reta até a referida foz; desce pelo córrego Jamaica até a foz do córrego Taquara-Branca, pelo qual sobe até sua cabeceira no divisor entre o ribeirão Jamaica, à esquerda, e o ribeirão Bonito, à direita; alcança na contravertente a cabeceira do córrego da Divisa, pelo qual desce até o ribeirão Bonito.

2 — Com o Município de Avaré
Começa no ribeirão Bonito na foz do córrego da Divisa; segue em reta, à foz do córrego de Gabriel Dorta, no ribeirão dos Bugres; sobe pelo córrego de Gabriel Dorta e pelo seu braço oriental até sua cabeceira no contraforte Bugres-Saltinho; deste ponto vai em reta de rumo Leste até o espigão Boníto-Lajeado; segue por este espigão até cruzar com o divisor entre as águas dos ribeirões Bonito e Santa Bárbara; continua por este divisor até a cabeceira do córrego do Pomar, pelo qual desce até sua foz no córrego São Simão; desce por este córrego até sua foz no ribeirão Santa Bárbara, pelo qual desce até sua foz na represa do rio Paranapanema.

3 — Com o Município de Itaí
Começa na represa do rio Paranapanema, na foz do ribeirão Santa Bárbara; segue pela represa até a foz do ribeirão Bonito, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE ARARAQUARA
(Criado em 1838)

a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Nova Europa
Começa no rio Jacaré-Guaçu, na foz do córrego Meia Légua; prossegue pelo contraforte que deixa, à direita, o córrego Meia Légua, até o espigão divisor entre os rios Jacaré-Guaçu e Itaquerê, pelo qual caminha em demanda da foz do córrego Bonito, no rio Itaquerê e por este sobe até a foz do córrego da Fazenda Água Sumida.

2 — Com o Município de Matão
Começa no rio Itaquerê, na foz do córrego da Fazenda Água Sumida; sobe por aquele até a foz do córrego da Fazenda Santa Antonieta; continua pelo contraforte entre as duas águas ate o espigão-mestre entre as águas ao rio Itaquerê e ribeirão Monte Alegre, e por este caminha em demanda da cabeceira do córrego da Colônia da Fazenda São Joaquim; desce por este até sua foz no ribeirão Monte Alegre; vai desta foz, em reta, á cabeceira mais meridional do córrego da Colônia da Fazenda Guarantã, e por este desce até o córrego da Ponte, e ainda por este até o ribeirão do Lajeado, pelo qual continua até a foz do córrego do Passa Cinco.
 
3 — Com o Município de Dobrada.
Começa na foz do córrego Passa Cinco, no ribeirão do Lajeado, pelo qual desce até a foz do córrego do Luciano.

4
 Com o Município de Guariba
Começa no ribeirão do Lajeado, na foz do córrego do Luciano e por aquele desce até sua foz no ribeirão Bom Fim, pelo qual desce até sua foz no rio Moji-Guaçu

Com o Município de Pradópolis
Começa na foz do ribeirão Bom Fim, no rio Moji-Guaçu, pelo qual sobe até a foz do córrego Guarani.

6 — Com o Município de Ribeirão Preto
Começa na foz do córrego Guarani, no rio Moji-Guaçu, pelo qual sobe até a foz do ribeirão das Almas.

7 — Com o Município de Rincão
Começa no rio Moji-Guaçu, na foz do ribeirão das Almas, pelo qual sobe até sua cabeceira de onde vai, em reta, à cabeceira do córrego Desbarrancado, cortando o ribeirão Rincão no divisor Rincão – Rancho Queimado.

8 — Com o Município de Santa Lúcia
Começa no divisor Rancho Queimado 
Rincão, na cabeceira do córrego Desbarrancado; segue pelo divisor entra o ribeirão do Rincão, à direita, e o ribeirão Rancho Queimado, à esquerda, em demanda da foz do córrego do Boi, no ribeirão Rancho Queimado; sobe pelo córrego do Boi até a foz do córrego da Trela, daí, vai em reta, ao córrego Cabreúva, num ponto situado a 1 km à jusante de sua cabeceira; deste ponto vai, por nova reta, ao córrego da Fazenda Santa Isabel, num ponto situado a 1 km à jusante de sua cabeceira.

9 — Com o Município de Américo Brasiliense
Começa no córrego da Fazenda Santa Isabel, num ponto situado a 1 km à jusante de sua cabeceira; sobe pelo córrego da Fazenda Santa Isabel, até sua cabeceira no espigão entre as águas dos ribeirões Rancho Queimado e Cruzeiro, à esquerda, e os ribeirões das Cruzes e do Ouro, à direita; segue por este espigão até cruzar com o contraforte entre o córrego do Paulino, à esquerda, e o córrego do Retiro, à direita; segue por este contraforte em demanda da confluência destes dois cursos d'água; daí, vai em reta, de rumo Leste, até o ribeirão das Anhumas, pelo qual desce até a foz do córrego Espraiado, de onde vai, em reta, à foz do córrego dos Portugueses no ribeirão das Cabaceiras.

10 — Com o Município de São Carlos
Começa no ribeirão das Cabaceiras, na foz do córrego dos Portugueses, pelo qual sobe até a foz do córrego José Ribeiro; vai desta foz, em reta à foz do córrego Salvador Martins, no ribeirão das Cabaceiras e por este acima até a foz do córrego Olhos d'Água.

11 — Com o Município de Ibaté
Começa no ribeirão das Cabaceiras na foz do córrego Olhos d'Água; sobe por este até sua cabeceira mais meridional no divisor Cabaceiras-Anhumas; continua por este divisor até o divisor Anhumas-Chibarro; segue por este divisor até o contraforte que finda na foz do córrego da Várzea, no rio Chibarro; prossegue por este contraforte até a citada foz, sobe pelo córrego da Várzea até o ponto onde é cortado por uma reta de rumo Leste que vem do marco do quilômetro 228 da Companhia Paulista de Estradas de Ferro; daí, vai, em reta, ao referido marco cerca de dois quilômetros a Oeste da estação de Tamoio; daí vai, em reta à cabeceira do córrego Dobrada, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Corrente; prossegue pelo contraforte fronteiro até o divisor entre as águas deste e as do rio Jacaré-Guaçu; segue por este divisor até a cabeceira mais oriental do ribeirão Laranjal, pelo qual desce até o rio Jacaré-Guaçu.

12 — Com o Município de Ribeirão Bonito
Começa no rio Jacaré-Guaçu, na foz do ribeirão Laranjal; desce por aquele até a foz do córrego do Ipê.

13 — Com o Município de Boa Espenança do Sul
Começa no rio Jacaré-Guaçu, na foz do córrego do Ipê; desce por aquele até a foz do córrego Meia Légua, onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais

1 — Entre os Distritos de Araraquara e Bueno de Andrada
Começa no divisor entre as águas dos rios Jacaré-Guaçu e Itaquerê no ponto de cruzamento com o contraforte entre as águas dos córregos da Mulada e do Tanque; prossegue pelo divisor até alcançar a ponta dos trilhos do ramal dos lenheiros; segue pelo eixo da linha férrea até a Guarita; daí, vai em reta, à cabeceira do córrego da Trela, e por este abaixo até sua foz no córrego do Boi.

2 — Entre os Distritos de Araraquara e Gavião Peixoto
Começa no rio Jacaré-Guaçu, na foz do córrego do Tanque; caminha pelo contraforte entre as águas deste e as do ribeirão da Mulada, até o divisor Itaquerê — Jacaré-Guaçu.

3 — Entre os Distritos de Bueno de Andrada e Gavião Peixoto
Começa no divisor Itaquerê 
Jacaré-Guaçu no ponto de cruzamento com o contraforte entre os córregos do Tanque e da Mulada; segue pelo divisor até o contraforte que finda no rio Itaquerê, na foz do córrego do Periquito; prossegue por este contraforte em demanda da referida foz.

4 — Entre os Distritos de Bueno de Andrada e Motuca
Começa no córrego da Ponte na foz da primeira água à montante de sua foz no ribeirão Lajeado; vai, daí, em reta, à foz do córrego da Fazenda Capão Bonito, no ribeirão Monte Alegre; continua pelo contraforte que deixa à direita, as águas do córrego Boqueirão, e, à esquerda, as do córrego da Fazenda Namura, indo até a cabeceira do ribeirão das Almas.


MUNICÍPIO DE ARARAS
(Criado em 1871)

a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Rio Claro
Começa no espigão-mestre Piracicaba – Moji-Guaçu, no ponto de entroncamento com o divisor entre o ribeirão Santa Gertrudes e o córrego Ibitinga: segue pelo espigão-mestre e seu prolongamento até a foz do córrego Monte Alegre, no córrego do Jacu, cabeceira do ribeirão Roque.

2 — Com o Município de Leme
Começa na foz do córrego Monte Alegre, no córrego do Jacu; sobe por este até sua cabeceira mais oriental no espigão, deixando ao Norte as cabeceiras do ribeirão da Invernada; segue por este espigão até alcançar a cabeceira mais acidental do córrego da Fazenda São Bento; desce por este até a foz do córrego da Colônia Sesmaria; sobe por este até sua cabeceira mais meridional, no espigão que deixa, ao Norte, as águas do ribeirão do Meio, e, ao Sul, as do ribeirão das Araras; segue por este espigão até alcançar o espigão que deixa, à direita, as águas deste último ribeirão, e, à esquerda, as do córrego Rio das Pedras, espigão pelo qual continua até a cabeceira mais ocidental do córrego do Rio das Pedras, pelo qual desce até o rio Moji-Guaçu; sobe por este até a foz do córrego do Retiro da Cascata.

3 — Com o Município de Moji-Guaçu
Começa no rio Moji-Guaçu, na foz do córrego do Retiro da Cascata; sobe pelo rio Moji-Guaçu, até a foz do córrego Corta–Rabicho ou Serra Velha.

4 — Com o Município de Conchal
Começa no rio Moji-Guaçu, na foz do córrego Corta Rabicho ou Serra Velha, pelo qual sobe até sua cabeceira sudoriental; segue, em reta, à foz do ribeirão do Pântano, no ribeirão do Cerrado e daí, por nova reta, vai à foz do córrego do Barbosa, no ribeirão do Ferraz, pelo qual sobe até a foz do ribeirão do Pinhal.

5 — Com o Município de Artur Nogueira
Começa no ribeirão do Ferraz, na foz do ribeirão do Pinhal; sobe por aquele até a foz do córrego Bom Jesus, pelo qual sobe até a sua cabeceira mais ocidental no espigão-mestre Piracicaba – Moji-Guaçu,

6 — Com o Município de Limeira
Começa no espigão-mestre Moji-Guaçu – Piracicaba, na cabeceira mais ocidental do córrego Bom Jesus; segue pelo espigão-mestre até a cabeceira do córrego da Fazenda São Jerônimo.

7 — Com o Município de Cordeirópolis
Começa no espigão-mestre Moji-Guaçu – Piracicaba, na cabeceira ao córrego da Fazenda São Jerônimo; segue pelo espigão-mestre até o divisor entre as águas dos ribeirões Santa Gertrudes e Tatu.

8 — Com o Município de Santa Gertrudes
Começa no espigão-mestre Moji-Guaçu – Piracicaba, no ponto de entroncamento com o divisor entre os ribeirões Tatu e Santa Gertrudes; segue pelo espigão-mestre até o divisor entre o ribeirão Santa Gertrudes e córrego Ibitinga, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE AREALVA
(Criado em 1948)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Reginópolis
Começa no pião divisor entre o córrego Boa Vista, ribeirão Clavinote e rio Claro; segue pelo espigão entre as águas do rio Claro, à direita, e as do ribeirão Clavinote, à esquerda, até a cabeceira mais ocidental da água do Meio.

2 — Com o Município de lacanga.
Começa no espigão entre as águas dos rios Bataina de um lado e Claro do outro, na cabeceira mais ocidental da água do Meio, pela qual desce até sua foz no rio Claro; desce pelo rio Claro até a foz do córrego Jacuba; segue pelo contraforte fronteiro que deixa, à direita, as águas do córrego Jacuba até o divisor Claro-Tietê; prossegue por'este divisor até a cabeceira mais ocidental do córrego Santa Clara, pelo qual desce até sua foz no rio Tietê.

3 — Com o Município de Itaju
Começa no rio Tietê, na foz do córrego Santa Clara; sobe pelo rio até a foz do ribeirão Boa Vista de Cima.

4 — Com o Município de Bariri
Começa no rio Tietê, na foz do ribeirão Boa Vista de Cima; sobe pelo rio Tietê até a foz do ribeirão do Veado.

5 — Com o Município de Pederneiras
Começa no rio Tietê, na foz do ribeirão do Veado, sobe por este até sua cabeceira mais ocidental, no divisor da margem esquerda do córrego Faxinal; segue por este divisor até o espigão Água Parada 
Tietê.

6 — Com o Município de Bauru
Começa no espigão entre as águas ao rio Batalha e Tietê, no ponto de cruzamento com o divisor da margem esquerda do córrego Faxinal; segue pelo espigão Tietê – Água Parada até o pião divisor entre o córrego Boa Vista, ribeirão Clavinote e rio Claro, onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais

1 — Entre os Distritos de Arealva e Jacuba
Começa no espigão Água Parada – Tietê, no ponto de cruzamento com o divisor entre o ribeirão Bonito, à esquerda, e os ribeirões do Veado e Pirapitinga à direita; segue por este divisor até cruzar com o contraforte que deixa, à esquerda, a água Angico; continua por este contraforte em demanda da foz do córrego Estiva, no ribeirão Bonito; prossegue pelo contraforte fronteiro, que deixa, à esquerda, o córrego Estiva até o divisor Claro-Tietê; continua por este divisor até cruzar com o contraforte da margem direita do córrego Jacuba.


MUNICÍPIO DE AREIAS
(Criado em 1816)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Queluz
Começa no rio Itagaçaba, na foz do córrego São Brás, pelo qual sobe até sua cabeceira mais oriental; prossegue pelo divisor entre as águas do rio Paraíba, à esquerda, e as do rio Itagaçaba, à direita, até atingir o divisor entre os rios Paraíba e Vermelho, que tem o nome local de Serrote e Morro da Fortaleza; continua por este divisor até a cabeceira do primeiro córrego que deságua abaixo da povoação do Salto, e por esse córrego abaixo até o rio Paraíba.

2 — Com o Estado do Rio de Janeiro
Começa no rio Paraíba, na foz do primeiro córrego que deságua abaixo da povoação do Salto; segue pela divisa com o Estado do Rio de Janeiro, até a cabeceira mais ao Norte do córrego da Estrada.

3 — Com o Município de São José do Barreiro
Começa no divisor que deixa, à esquerda, as águas do ribeirão de Santana e, á direita, as do ribeirão Vermelho, na cabeceira mais ao Norte do córrego da Estrada; segue por este divisor até o divisor do morro Frio; continua por este divisor até entroncar com o contraforte que morre no ribeirão de Santana, na foz do córrego da Pedra Branca; segue por este contraforte até a citada foz; sobe pelo ribeirão Santana até sua cabeceira na serra da Bocaína cabeceira que contra verte com a do córrego da Vargem do Inácio; segue pela serra da Bocaina, passando pelos altos do Campestre e da Vaca Branca, até cruzar com o espigão entre as águas dos rios Mambucaba e ao Veado à esquerda, e as do rio Paraitinga, à direita; continua por este espigão, passando pelo morro da Boa Vista, morro do Encantado e Alto do Segredo até a cabeceira mais oriental do ribeirão da Estiva; desce por este ribeirão até sua foz no rio Paraitinga.

4 — Com o Município de Cunha
Começa no rio Paraitinga, na foz do ribeirão da Estiva; sobe por aquele até a foz do córrego das Pedras, pelo qual sobe até sua cabeceira; continua pelo espigão que deixa, à direita, as águas aos córregos do Cansa Cavalo e do Saci, até a cabeceira do córrego Curral Velho.

5 — Com o Município de Silveiras
Começa no alto do espigão chamado dos Macaquinhos, na cabeceira do córrego Curral Velho; desce por este até o ribeirão dos Cochos; segue pelo contraforte fronteiro até o divisor Côchos-Paraitinga; prossegue por este divisor até o espigão-mestre Paraíba-Paraitinga; prossegue por este espigão-rnestre até frontear a cabeceira mais meridional do ribeirão Tomeirão e por este abaixo até o rio Itagaçaba, e por este ainda até a foz do córrego São Brás, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE AREIÓPOLIS
(Criado em 1958)

a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Lençóis Paulista
Começa no divisor Areia Branca – Fartura, no ponto de cruzamento com o contraforte que finda no ribeirão Areia Branca, na foz do ribeirão Born Sucesso; segue pelo divisor Areia Branca 
Fartura até o contraforte entre o córrego Bocaina, à esquerda, e a Aguinha, à direita; prossegue por este contraforte até a cabeceira do córrego São Vicente, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Areia Branca; segue pelo contraforte fronteiro até o divisor Areia Branca – Paraíso; continua por este divisor, entre o ribeirão Areia Branca, à esquerda, e o ribeirão Paraíso, à direita, até cruzar com o contraforte entre o córrego do Coqueiro, à esquerda, e córrego da Grama, à direita; prossegue por esse contraforte em demanda da foz do córrego da Grama, no rio Lençóis, pelo qual desce até a foz do córrego da Iara.

2 — Com o Município de Macatuba
Começa na foz do córrego da Iara, no rio Lençóis, pelo qual desce até a foz do ribeirão Paraíso.

3 — Com o Município de Igaraçu do Tietê.
Começa no rio Lençóis, na foz do ribeirão Paraíso, pelo qual sobe até a foz do ribeirão Santo Antônio.

4 — Com o Município de São Manuel.
Começa na foz do ribeirão Santo Antônio, no ribeirão Paraíso, pelo qual sobe até a foz do córrego Figueira; segue pelo contraforte entre o córrego Figueira, à direita, e o ribeirão Paraíso e córregos do Doca e do Maleiteiro, à esquerda, até cruzar com o divisor Paraíso 
Areia Branca; segue por este divisor até a cabeceira do córrego da Fazenda São Joaquim, pelo qual desce ate sua foz, no ribeirão Areia Branca; desce pelo ribeirão Areia Branca até a foz do ribeirão Bom Sucesso; continua pelo contraforte da margem esquerda do ribeirão Bom Sucesso até cruzar com o divisor Areia Branca – Fartura, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE ARIRANHA
(Criado em 1918)

a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Palmares Paulista
Começa no córrego do Veado na foz do córrego Fazendinha; desce por aquele até a foz do córrego Jandaía ou Jandira, pelo qual sobe até a foz ao córrego do Ferraz; sobe por este até a foz do córrego da Fazenda Santa Brígida, pelo qual sobe até sua cabeceira no divisor Boa Vista do Generoso ou Jacaré-Ariranha; segue por este divisor até a cabeceira do córrego Palmital, pelo qual desce até a sua foz no ribeirão da Onça.

2 — Com o Município de Pirangí
Começa no ribeirão da Onça, na foz do córrego Palmital; sobe por aquele até a foz do córrego Queiroz.

3 — Com o Município de Vista Alegre do Alto
Começa no ribeirão da Onça, na foz do córrego Queiroz; sobe pelo ribeirão da Onça até a foz do córrego Boa Vista.

4 — Com o Município de Monte Alto
Começa na foz do córrego Boa Vista, no ribeirão da Onça, pelo qual sobe até a foz do ribeirão do Mendes.

5 — Com o Município de Fernando Prestes
Começa no ribeirão da Onça, na foz do ribeirão do Mendes, pelo qual sobe até a foz do córrego Congonhas e por este acima até sua cabeceira no espigão entre as águas dos córregos Cunha e Cocais.

6 — Com o Município de Santa Adélia
Começa na cabeceira do córrego Congonhas, no espigão entre as águas do córrego Cunha, ao Sul, e o córrego Cocais ao Norte; segue pelo espigão até a cabeceira do córrego do Cedro, pelo qual desce até o córrego Cocais, e por este até o córrego do Leite; sobe pelo córrego do Leite até a foz do córrego da Fazenda São Luís, pelo qual sobe até sua cabeceira norocidental; alcança na contravertente a cabeceira nororiental do córrego dos Limos, pelo qual desce até a foz do córrego Boa Esperança.

7 — Com o Município de Pindorama
Começa na foz do córrego Boa Esperança, no córrego dos Limas; desce por este até a foz do córrego da Figueira, continua pelo contraforte que deixa, à direita as águas deste último, e à esquerda, as do córrego das Araras, até encontrar o espigão São Domingos 
Onça, pelo qual avança até a cabeceira do córrego do Veado, pelo qual desce até a foz do córrego Fazendinha, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE ARTUR NOGUEIRA
(Criado em 1948)

a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Limeira
Começa na cabeceira mais ocidental do córrego Pinheirinho; continua pelo divisor que deixa a direita, as águas do ribeirão Três Barras, e à esquerda, as do ribeirão do Pinhal até o contraforte da margem esquerda do córrego Barreiro; segue por este contraforte até a foz do córrego da Fazenda de J. Sampaio, no córrego Barreiro, sobe por aquele até sua cabeceira mais setentrional no espigão-mestre Piracicaba 
Moji Guaçu, segue pelo espigão-mestre até a cabeceira mais ocidental do córrego Bom Jesus.

2 — Com o Município de Araras
Começa no espigão-mestre Piracicaba – Moji Guaçu, na cabeceira mais ocidental do córrego Bom Jesus; desce por este até sua foz no ribeirão do Pinhal, pelo qual desce até sua foz no córrego da Guaiquica, formadores do ribeirão do Ferraz.

3 — Com o Município de Conchal
Começa na confluência do ribeirão do Pinhal e córrego Guaiquica, formadores do ribeirão do Ferraz; segue pelo espigão que; deixa, à esquerda, as águas do córrego da Barra, em demanda da foz do córrego de Coxim, no córrego da Barra; sobe pelo córrego do Coxim até a ponte da estrada de rodagem que da cidade de Moji Mirim vai à cidade de Limeira.

4 — Com o Município de Moji Mirim
Começa na ponte da estrada de rodagem que, da cidade de Moji-Mirim, vai à cidade de Limeira, sobre o córrego do Coxim; continua pelo contraforte fronteiro até o divisor da margem esquerda do córrego do Coxim; segue por este divisor até o seu cruzamento com o divisor que deixa, à esquerda, as águas dos ribeirões Pederneiras e da Vatinga, e à direita, as do ribeirão Boa Vista; prossegue por este divisor, até o divisor que deixa, à direita, os águas do ribeirão Boa Vista, continua por este divisor até a cabeceira norocidental do córrego de Manuel Dias, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Pirapitingui.

5 — Com o Município de Santo Antônio de Posse
Começa no ribeirão Pirapitingui, na foz do córrego de Manuel Dias; segue pelo contraforte fronteiro que deixa, à direita, as águas do córrego Quatá ou Estiva, até o divisor entre as águas do ribeirão Pirapitinguí. à direita, e as do ribeirão da Ressaca, à esquerda; continua por este divisor até cruzar com o divisor Ressaca-Cachoeira.

6 — Com o Município de Jaguariúna
Começa no divisor entre o ribeirão Pirapitingui à direita, e os ribeirões da Ressaca e da Cachoeira à esquerda, no ponto de cruzamento com o divisor Ressaca–Cachoeira; segue pelo primeiro divisor até entroncar com o contraforte entre o ribeirão da Cachoeira à esquerda, e o córrego João Paulino, à direita; segue por este contraforte, até a foz deste córrego no ribeirão da Cachoeira, pelo qual desce até a foz do córrego do Boldim, Cemitério ou Capela.

7 — Com o Município de Cosmópolis
Começa no ribeirão da Cachoeira na foz do córrego do Boldim, Cemitério ou Capela; sobe por este ate sua cabeceira; ganha em reta a cabeceira ocidental do córrego Socegã ou Jacinto, e por este desce ao rio Pirapitingui; sobe por este até a foz da grota de Manuel Guimaro, pela qual sobe até a sua cabeceira; segue em reta, ao quilômetro 41 da estrada de rodagem que liga Artur Nogueira a Cosmópolis; segue ainda, por nova reta, à foz do córrego Sítio Novo no ribeirão Monjolo Grande; sobe por este até a foz do córrego Pinheirinho e por este acima até sua cabeceira mais ocidental, no divisor Três Barras 
Pinhal, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE ARUJÁ
(Criado em 1958)

a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Guarulhos
Começa no espigão entre as águas dos rios Tietê e Baquirivu-Guaçu na cabeceira do córrego do Taboão, desce por este córrego ate sua foz no rio Baquirivu-Guaçu; alcança o divisor fronteiro, pelo qual prossegue até o Morro Grande, vai deste ponto, a cabeceira do córrego do Morro Grande pelo qual desce até o rio Jaguari, e por este ainda até a foz do ribeirão Itaberaba do Jaguari.

2 — Com o Município de Santa Isabel
Começa na foz do ribeirão Itaberaba do Jaguari, no rio Jaguari, pelo qual desce até a foz do córrego do Morro do Retiro; sobe por este córrego até sua cabeceira mais meridional; ganha, em reta, a foz do córrego da Cachoeira no córrego dos índios; segue pelo divisor fronteiro até a cabeceira do galho de Leste do córrego São Bento, pelo qual desce até o rio Parateí.

3 — Com o Município de Moji das Cruzes
Começa no rio Parateí na foz do córrego São Bento; sobe pelo rio Parateí até a foz do ribeirão Taboãozinho.

4 — Com o Município de Itaquaquecetuba
Começa no rio Parateí, na foz do ribeirão Taboãozinho, pelo qual sobe até o córrego de J. Felíx; sobe por este córrego até sua cabeceira mais ocidental no divisor Taboãozinho-Una; segue por este divisor até cruzar com o divisor Una-Caputera; continua por este divisor em demanda da foz do córrego Perová, no ribeirão Caputera; sobe pelo córrego Perová, até sua cabeceira mais ocidental; continua pelo espigão entre as águas dos rios Baquirivu-Guaçu e Perová até a cabeceira do córrego do Taboão, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE ASSIS
(Criado em 1917)

a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Cruzalia
Começa no ribeirão do Bugio,, na foz do córrego ao Bugiozinho; sobe pelo ribeirão do Bugio até sua cabeceira no pião divisor entre os ribeirões dos Anhumas, do Bugio, do Dourado e do Cervo.

2 — Com o Município de Maracaí
Começa no pião divisor entre os ribeirões dos Anhumas, do Bugio, do Dourado e do Cervo; continua pelo divisor entre as águas do rio Capivara e ribeirão do Cervo, à esquerda, e as do ribeirão Dourado, à direita, até a cabeceira do córrego do Cateto, pelo qual desce até o ribeirão do Cervo, e por este acima até a foz do da Figueira.

3 — Com o Município de Paraguaçu Paulista
Começa na foz do córrego da Figueira no ribeirão do Cervo, pelo qual sobe até a foz do córrego Tempestade, pelo qual sobe até sua cabeceira, no divisor Cervo — Antas; alcança na contravertente a cabeceira do córrego do Ajoro, pelo qual desce até o ribeirão das Antas, e por este ainda até a foz da Água Bonita; continua pelo contraforte fronteiro entre as águas Bonita e do Retira até o divisor Antas-Capivara; continua por este divisor até a cabeceira mais meridional da água da Mombuca, pela qual desce até o ribeirão Capivara.

4 — Com o Município de Lutécia
Começa no ribeirão Capivara, na foz do córrego da Mombuca; sobe pelo ribeirão Capivara até a foz do ribeirão São Bartolomeu; sobe por este até a foz do primeiro córrego da margem direita, a jusante da foz do córrego do Espraiado.

5 — Com o Município de Echaporã
Começa no ribeirão São Bartolomeu, na foz do primeiro córrego da margem direita, a jusante da foz do córrego do Espraiado; sobe pelo ribeirão São Bartolomeu até sua cabeceira mais oriental, conhecida como água do Tanquinho, no divisor Pirapitinga – São Bartolomeu.

6 — Com o Município de Platina
Começa no divisor Pirapitinga – São Bartolomeu na cabeceira mais oriental do ribeirão São Bartolomeu, conhecida como água do Tanquinho; segue pelo divisor até a cabeceira da água do Café; desce por esta e pelo ribeirão Pirapitinga até a ponte da estrada de rodagem que vai da cidade de Platina à de Assis.

7 — Com o Município de Cândido Mota
Começa na ponte do ribeirão Pirapitinga, na estrada de rodagem que de Assis vai a Platina; vai, daí, em reta, à foz do córrego Matão, no córrego do Pavão, e desta foz segue, em reta, à foz da água da Figueira, no córrego do Jacu; sobe por aquela até sua cabeceira e continua pelo espigão que deixa, à esquerda, as águas do ribeirão da Queixada, e à direita, as do ribeirão Fortuna, até o divisor Aldeia de um lado, e Queixada e Taquaruçu, do outro; segue por este divisor até o pião divisor entre os córregos do Prato, da Paca e Taquaruçu.

8 — Com o Município de Florínia
Começa no pião divisor entre es córregos do Prato, da Paca e Taquaruçu; alcança a cabeceira do córrego da Paca, pelo qual desce até sua foz no ribeirão do Dourado; continua pelo contraforte fronteiro até o contraforte entre as águas do ribeirão do Dourado e córrego Santo Antônio, à direita, e as do córrego do Barbado, à esquerda; segue por este contraforte até cruzar com o divisor Santo Antônio – Bugio; segue por este divisor até cruzar com o contraforte entre o córrego do Bugiozinho, à direita, e o ribeirão do Bugio, à esquerda; prossegue por este contraforte em demanda da foz do córrego do Bugiozinho no ribeirão do Bugio, onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais

1 — Entre os Distritos de Assis e Tarumã
Começa no divisor que separa as águas dos ribeirões da Queixada e Dourado no ponto de entroncamento com o divisor entre as águas do córrego da Fortuna, à direita, e as do ribeirão Dourado, à esquerda; segue por este divisor até a cabeceira do córrego Cateto, afluente do córrego da Fortuna.


MUNICÍPIO DE ATIBAIA
(Criado em 1769)

a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Jarinu
Começa na foz do ribeirão das Taipas, no rio Jundiaí; sobe por este até a foz do córrego de Rio Acima; segue pelo contraforte da margem direita deste córrego e pelo divisor entre o rio Atibaia e ribeirão Maracanã, até a foz do ribeirão do Morro de Antônio Alves, no ribeirão Campo Largo pelo qual desce até o rio Atibaia; desce por este até a foz do ribeirão do Mato Dentro.

2 — Com o Município de Bragança  Paulista
Começa no rio Atibaia, na foz do ribeirão do Mato Dentro; sobe por este até sua cabeceira mais meridional; continua pelo divisor em demanda da confluência do córrego da Bocaina, que passa na sede da Fazenda do Trigo no rio das Pedras; sobe por este até a ponte da Estrada de Ferro Sorocabana, ramal de Bragança; prossegue pelo espigão dos Cubas até a confluência do córrego do Areal, no ribeirão da Ressaca, que vem do bairro do Morro Grande; continua pelo espigão que deixa, à direita, as águas do ribeirão dos Peçanhas, até o Morro Grande dos Cunhas, na cabeceira mais setentrional do córrego Padre Abel.

3 — Com o Município de Piracaia
Começa no Morro Grande dos Cunhas, na cabeceira mais setentrional do córrego Padre Abel; desce por este até o rio Cachoeira, e, por este, ainda, até o rio Atibaia ou Atibainha.

4 — Com o Município de Bom Jesus dos Perdões
Começa no rio Atibaia ou Atibainha, na foz do rio Cachoeira; desce pelo rio Atibaia, até a foz do ribeirão da Laranja Azeda, pelo qual sobe até sua cabeceira mais ocidental, já no pico da serra de Itapetínga; continua por esta em demanda da foz do córrego da Pedra Vermelha, no ribeirão Itapetinga; transpõe o ribeirão, seguindo pela cumiada da serra da Pedra Vermelha, deixando à esquerda, as águas do ribeirão Itapetinga ou dos Pintos, e contornando as cabeceiras do córrego da Pedra Vermelha, até o pião divisor entre as águas dos rios Jundiaí, Onofre e Cachoeirinha.

5 — Com o Município de Mairiporã
Começa no pião divisor entre as águas dos rios Jundiaí, Onofre e Cachoeirinha; prossegue pelo divisor que deixa, ao Norte, as águas do rio Atibaia e ao Sul, as do rio Jundiaí, em demanda da foz do córrego Canjica, no rio Jundiaí; segue pelo contraforte fronteiro que deixa, à esquerda, as águas deste córrego até alcançar a serra do Botujuru, divisor entre as águas dos rios Jundiaí e Juqueri; segue pela serra até cruzar com o divisor entre o córrego da Estiva, à esquerda, e as do ribeirão do Eusébio, à direita, na cabeceira mais oriental do ribeirão do Eusébio.

6 — Com o Município de Francisco Morato.
Começa na serra do Botujuru, no divisor entre as águas do rio Jundiaí, ao Norte, e as do rio Juqueri, ao Sul, no ponto de cruzamento com o divisor entre as águas do córrego da Estiva, à esquerda, e as do ribeirão do Eusébio, à direita, na cabeceira mais oriental do ribeirão do Eusébio; segue pela crista da serra ate cruzar o contraforte entre as águas do ribeirão das Taipas, à direita; e as do ribeirão das Éguas ou da Fazenda Velha, à esquerda.

7 — Com o Município de Campo Limpo
Começa na serra do Botujuru, onde esta cruza com o contraforte que deixa, à direita, as águas do ribeirão das Taipas, e, à esquerda, o ribeirão das Éguas ou da Fazenda Velha; segue pelo contraforte até a foz do ribeirão das Taipas no rio Jundiaí, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE AURIFLAMA
(Criado em 1954)

a) Divisas  Municipais

1 — Com o Município de Guzolândia
Começa no ribeirão do Barreiro, na foz do córrego das Táboas; sobe pelo ribeirão do Barreiro até a foz do primeiro afluente da margem direita acima da foz do córrego do Bagre; sobe por esse afluente até sua cabeceira no divisor Tietê 
São José dos Dourados; segue por esse divisor até a cabeceira do ribeirão Sucurí, pelo qual desce até sua foz no rio São José dos Dourados.

2 — Com o Município de Palmeira d'Oeste
Começa no rio São José dos Dourados, na foz do ribeirão Sucuri, sobe pelo rio São José dos Dourados até a foz do ribeirão Coqueiro.

3 — Com o Município de São Francisco
Começa na foz do ribeirão Coqueiro, no rio São José dos Dourados, pelo qual sobe até a foz do ribeirão Marimbondo.

4 — Com o Município de Jales
Começa na foz do ribeirão Marimbondo no rio São José dos Dourados, pelo qual sobe até a foz do ribeirão Buritis.

5 — Com o Município de General Salgado
Começa no rio São José dos Dourados, na foz do ribeirão Buritis; sobe por este até a foz do córrego da Barraca, pelo qual sobe até a foz do córrego do Acampamento; sobe ainda por este córrego até sua cabeceira; daí segue em demanda do espigão-mestre São José dos Dourados – Tietê; continua por este espigão-mestre ate a cabeceira da água Limpa ou Serraria, pela qual desce até a sua foz no ribeirão Lambari; desce pelo ribeirão Lambari até a foz do córrego do Cateto.

6 — Com o Município de Araçatuba
Começa no ribeirão Lambari, na foz do córrego do Cateto; daí vai, em reta, ao divisor Lambari-Cruzes, na cabeceira do córrego da Barraca, pelo aual desce até sua foz no ribeirão das Cruzes; desce ainda por este até a foz do córrego da Morada; sobe por este até sua cabeceira, no divisor Cruzes-Barreiro; segue por este divisor até a cabeceira do córrego das Táboas, pelo qual desce até a sua foz no ribeirão do Barreiro, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE AVAÍ
(Criado em 1919)

a) Divisas Municipais

1
Começa no rio Batalhinha, na foz da água São Sebastião; desce pelo rio Batalhinha até a foz do ribeirão Presidente Alves, pelo qual sobe até a foz da água Arrebenta Rabicho; sobe por esta água até sua cabeceira; continua pelo divisor Batalhinha-Jacutinga, até a cabeceira do galho ocidental do córrego José dos Santos, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Jacutinga: sobe pelo ribeirão Jacutinga até a foz do córrego Tamanduá; continua pelo contraforte que deixa, à esquerda, os córregos Tamanduá e do Cateto até cruzar, com o divisor Jacutinga-Guaricanga; segue por este divisor até a cabeceira do ribeirão do Carneiro, pelo qual desce até o ribeirão Guaricanga; desce por este ribeirão até sua foz no rio Batalha.

2 — Com o Município de Reginópolis
Começa no rio Batalha, na foz do ribeirão Guaricanga; segue pelo divisor entre as águas do ribeirão Clavinote, à esquerda, e as do ribeirão Água Parada, à direita, até cruzar com o contraforte entre os córregos Boa Vista e da Estiva.

3 — Com o Município de Bauru
Começa no contraforte entre as águas dos ribeirões Clavinote e Agua Parada, no ponto de cruzamento com o contraforte entre os córregos Boa Vista e da Estiva; segue por este contraforte em demanda da foz do córrego dos Patos, no ribeirão Água Parada; sobe pelo córrego dos Patos até a cabeceira do seu galho meridional, no divisor entre as águas do ribeirão Água Parada e as da Água Parada de Baixo, à esquerda e as do rio Batalha, à direita; segue por este divisor até o divisor entre o ribeirão do Pântano, à direita, e o córrego Barra Grande, à esquerda; segue por este divisor até a cabeceira do galho da esquerda da água Grande, pela qual desce até sua foz no rio Batalha; desce por este até a foz do ribeirão dos Macacos; sobe por este até sua cabeceira no pião divisor entre a água do Paiol, ribeirão dos Macacos e ribeirão do Barreiro.

4 — Com o Município de Duartina
Começa no pião divisor entre a água do Paiol e ribeirões dos Macacos e do Barreiro, na cabeceira da água da Laranjinha, pela qual desce até o ribeirão do Rancho; desce por este até a foz da água do Veado, formadores do ribeirão do Barreiro; vai, daí, em reta, à foz do córrego dos Gomes, no córrego da Antinha; segue por nova reta à cabeceira do córrego Araribá no divisor entre o córrego da Antinha e da água da Barra Grande; segue por este divisor até a cabeceira do córrego Guarnetti, de onde vai, em reta, ao contraforte Barra Grande – Meio, na cabeceira do galho oriental do córrego Santa Eugênia, pelo qual desce até sua foz, na água do Meio.

 5 — Com o Município de Gália
Começa na água do Meio, na foz do córrego Santa Eugênia; segue pelo contraforte fronteiro até o contraforte entre a água do Meio e o córrego Anhumas; continua por este contraforte até a cabeceira da água do Noronha, pela qual desce até a sua foz no córrego Anhumas; desce por este até a foz da água do Gabriel, pela qual sobe até sua cabeceira, no divisor Anhumas-Batalhinha; alcança, na contravertente, a cabeceira da água São Sebastião, pela qual desce até o rio Batalhinha, onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais

1 — Entre os Distritos de Avaí e Nogueira
Começa no divisor entre as águas do córrego Antinha, à direita, e as do córrego Araribá, à esquerda, na cabeceira do córrego Araribá; segue pelo divisor Araribá-Antinha, até a cabeceira da água da Serraria, pela qual desce até o rio Batalha; desce por este até a foz da água dos Seis Alqueires, pela qual sobe até sua cabeceira; alcança na contravertente a cabeceira mais próxima da água Santa Maria, pela qual desce até sua foz na água da Cobra; sobe pela água da Cobra até a cabeceira do primeiro galho da margem direita, no contraforte entre as águas do rio Batalha, à esquerda, e as do córrego Fundo, à direita; segue por este contraforte em demanda da foz do córrego do Pântano, no ribeirão Fundo; desce por este até o rio Batalha, pelo qual desce até a foz do ribeirão Guaricanga.


MUNICÍPIO DE AVANHANDAVA
(Criado em 1925)

a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Penápolis
Começa no espigão-mestre entre os rios Tietê e Feio, na cabeceira mais oriental do córrego do Matão; segue pelo espigão-mestre até o divisor que deixa, à esquerda, as águas do ribeirão Lajeado, e, à direita, as dos ribeirões Barra Mansa e Farelo; segue por este divisor até a cabeceira meridional do córrego do Banhado.

2 — Com o Município de Barbosa
Começa no espigão entre os ribeirões Lajeado e Farelo, na cabeceira meridional do córrego do Banhado; segue por este espigão até a cabeceira do córrego Baguaçu, pelo qual desce até sua foz no córrego da Morada, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Farelo; sobe por este até a confluência do ribeirão da Rancharia com o córrego da Quaresma; continua pelo contraforte Rancharia-Formiga até o espigão entre o ribeirão Farelo, de um lado, e o córrego dos Patinhos e ribeirão dos Patos, do outro lado; prossegue por este espigão até o espigão Patinhos-Patos; segue por este espigão até a cabeceira do córrego do Brejão, pelo qual desce até sua foz no ribeirão dos Patos.

3 — Com o Município de Promissão
Começa no ribeirão dos Patos, na foz do córrego do Brejão; sobe pelo ribeirão dos Patos até a foz do ribeirão Barra Mansa; sobe por este até a foz do córrego do Barreiro; sobe por este e pelo córrego Antinha até a sua cabeceira no espigão-mestre Feio-Tietê; segue pelo espigão-mestre até a cabeceira mais oriental do córrego do Matão, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE AVARÉ

(Criado em 1875)

a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Arandu
Começa na represa do rio Paranapanema, na foz do ribeirão Santa Bárbara, pelo qual sobe até a foz do córrego São Simão; sobe por este córrego até a foz do córrego do Pomar, pelo qual sobe até sua cabeceira no divisor entre as águas dos ribeirões Santa Bárbara e Bonito; segue por este divisor ale cruzar com o espigão Bonita-Lajeado; continua por este espigão até o ponto onde é cortado pela reta de rumo Leste que vem da cabeceira do braço oriental do córrego de Gabriel Dorta, no contraforte Saltinho-Bugres; daí, segue por essa reta até a referida cabeceira; desce pelo córrego de Gabriel Dorta até sua foz no ribeirão dos Bugres, de onde vai em reta à foz do córrego da Divisa, no ribeirão Bonito.
 
2 —  Com o Município de Cerqueira César
Começa na foz do córrego da Divisa, no ribeirão Bonito; sobe por este até sua cabeceira mais setentrional, no espigão Paranapanema-Novo; segue por este espigão em demanda da cabeceira sudocidental do córrego Cachoeirinha; desce por este até sua foz no ribeirão Boa Vista, pelo qual desce até o rio Novo; sobe por este até a foz do córrego do Jacu; sobe por este até sua cabeceira no divisor entre as águas do rio Novo e as do rio Pardo; segue pelo divisor até a cabeceira do córrego do Lajeado; desce por este até o rio Pardo, pelo qual desce até o rio Palmital.

3 — Com o Município de Santa Bárbara do Rio Pardo
Começa no rio Pardo na foz do rio Palmital; sobe por este até a foz da água do Alambari.

4 — Com o Município de Lençóis Paulista
Começa no rio Palmital, na foz da água do Alambari; sobe pelo rio Palmital, até a foz da água da Fazenda São José do Palmital.

5 — Com o Município de Botucatu
Começa no rio Palmital, na foz da água da Fazenda São José do Palmital; sobe por esta água até sua cabeceira; continua pelo contraforte fronteiro até o divisor Palmital-Pardo; segue por este divisor em demanda da cabeceira mais setentrional da água do Saltinho; pela qual desce até sua foz no córrego do Saltinho; desce, ainda, por este até sua foz no ribeirão da Divisa e por este, ainda, até o rio Pardo; sobe per este até a foz do ribeirão da Restinga.

6 — Com o Município de Itatinga
Começa no rio Pardo, na foz do ribeirão da Restinga; sobe por este até a foz do córrego Tijuco Preto; sobe por este e pelo córrego da Fazenda Macedônia até a cabeceira do seu galho sudocidental; segue, em reta, à cabeceira do córrego de José Paixão, desce por este até o rio Novo; sobe pele rio Novo até e foz do ribeirão Bonito; sobe por este até sua cabeceira sudocidental; continua pelo espigão Bonito-Paranapanema até o divisor Correntes – Pedra Preta; prossegue pelo divisor que deixa, à esquerda, as águas do ribeirão Correntes e, à direita, as do ribeirão Pedra Preta, em demanda da foz do ribeirão Correntes, na represa do rio Paranapanema.

7 — Com o Município de Paranapanema
Começa na foz ao ribeirão Correntes, na represa do rio Paranapanema; desce por esta até a foz da represa do ribeirão das Posses.

8 — Com o Município de Itaí
Começa na represa do rio Paranapanema, na foz da represa do ribeirão das Posses; desce pela represa do rio Paranapanema até a foz do ribeirão Bonito, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE BADY BASSITT

(ex–Borboleta)
(Criado em 1958)

a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Mirassol
Começa na foz do córrego do Maximiano, no ribeirão Fartura, pelo qual sobe até a foz do córrego Jacutinga: sobe pelo córrego Jacutinga até sua cabeceira mais setentrional, no espigão mestre Tietê-Prêto; continua por este espigão-mestre até encontrar com o divisor entre os córregos Morais e do Macaco.

2 — Com o Município de São José do Rio Preto
Começa no espigão mestre Tietê-Preto, no ponto de cruzamento com o divisor entre os córregos Morais e do Macaco; segue por este espigão mestre até cruzar com o contraforte entre o córrego Cachoeirinha e o ribeirão Borá.

3 — Com o Município de Cedral
Começa no espigão-mestre Tietê-Prêto, no ponto de cruzamento com o contraforte entre o córrego Cachoeirinha, à direita, e o ribeirão Borá, à esquerda; segue por esse contraforte em demanda da foz do córrego do Reverendo, no ribeirão Borá.

4 — Com o Município de Potirendaba
Começa na foz de córrego Reverendo, no ribeirão Borá, pelo qual desce até a foz do primeiro córrego da margem direita, à jusante da foz do córrego da Gordura.
 
 5 — Com o Município de Nova Aliança
Começa no ribeirão Borá, na foz do primeiro córrego da margem direita, à jusante da foz do córrego da Gordura; sobe pelo referido córrego até sua cabeceira, no divisor Borá-Borboleta; continua por este divisor até cruzar com o contraforte que finda no ribeirão Borboleta, na foz do córrego Brandeli; segue por esse contraforte em demanda da referida foz; sobe pelo córrego Brandeli até sua cabeceira, no divisor Borboleta-Fartura; alcança na contravertente a cabeceira do córrego do Maximiano, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Fartura, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE BALBINOS
(Criado em 1954)

a) Divisas Municipais

1 — Com o  Município de  Uru
Começa na foz do ribeirão do Veado, no ribeirão dos Balbinos, desce pelo ribeirão dos Balbinos até a foz do córrego Grande.

2 — Com o Município de Pirajuí
Começa na foz do córrego Grande, no ribeirão dos Balbinos, pelo qual desce até a foz do córrego do Pagé; sobe pelo córrego do Pagé até sua cabeceira sudocidental; continua pelo divisor entre as águas do ribeirão dos Balbinos e córrego Grande, à direita, e as do córrego São Joaquim e ribeirão Boa Vista, à esquerda, até cruzar com o espigão Batalha-Dourado, segue por este espigão até cruzar com o divisor Grande-Balbinos; continua por este divisor até a cabeceira sudocidental do ribeirão dos Balbinos, pelo qual desce até a foz do ribeirão do Veado, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE BÁLSAMO
(Criado em 1954)

a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Monte Aprazível
Começa no córrego Tatu na foz do córrego Sapé, pelo qual sobe até o córrego Barreiro; sobe por este até sua cabeceira mais setentrional, no pião divisor entre as águas dos ribeirões Jataí, Bálsamo e as do rio São José dos Dourados, no espigão-mestre Preto 
São José dos Dourados.

2 — Com o Município de Tanabi
Começa no espigão-mestre entre os rios Preto e São José dos Dourados, no pião divisor entre as águas dos ribeirões Jataí, Bálsamo e as águas do rio São José dos Dourados; segue pelo divisor entre as águas do ribeirão Bálsamo, à direita, e as do ribeirão Jataí, à esquerda até o ponto onde cruza com o contraforte que finda no córrego Invernada na foz do córrego Capela da Invernada.

3 — Com o Município de Mirassolândia
Começa no divisor Jataí-Bálsamo, no ponto de cruzamento com o contraforte que finda no córrego da Invernada na foz do córrego Capela da Invernada; segue por este contraforte em demanda da referida foz; sobe pelo córrego Capela da Invernada até sua cabeceira; continua pelo divisor Bálsamo-Invernada em demanda da foz do córrego Coqueiro, no ribeirão do Bálsamo; prossegue pelo contraforte fronteiro até o divisor Bálsamo – Barra Grande; continua por este divisor até a cabeceira do córrego Olaria, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Barra Grande.

4 — Com o Município de Mirassol
Começa na foz do córrego Olaria, no ribeirão Barra Grande, pelo qual sobe até a foz do córrego da Lima; sobe pelo córrego da Lima até sua cabeceira; segue pelo espigão-mestre entre as águas dos rios Preto e São José dos Dourados, até o divisor Tatu – São José dos Dourados; prossegue por este divisor até a cabeceira do córrego de José Parreira.

5 — Com o Município de Neves Paulista
Começa na cabeceira do córrego de José Parreira, no divisor Tatu – São José dos Dourados; alcança na contravertente a cabeceira do córrego Tatu, pelo qual desce até a foz do córrego Sapé, onde tiveram início estas divisas .
 

MUNICÍPIO DE BANANAL
(Criado em 1832)

a) Divisas Municipais

1 — Com o Estado do Rio de Janeiro
Começa  no divisor Formoso-Ipiranga, no ponto de cruzamento com divisor entre os córregos Santo Antônio da  Cachoeira e do Açude; continua pela divisa com o Estado do Rio de Janeiro até onde a serra  do Mar ou Geral cruza com a serra das Perobeiras, que é o espigão-mestre entre as águas do rio Paca Grande e as do rio Mambucaba.

2 — Com o Município de São José do Barreiro
Começa na serra do Mar ou Geral, onde ela cruza com a serra das Perobeiras, que é o espigão-mestre entre as águas do rio Paca Grande e as do rio Mambucaba; segue por este espigão-mestre até cruzar com o espigão que deixa, à direita, as águas do ribeirão do Alambari, e, a esquerda, as do ribeirão do Máximo; segue por este espigão em demanda da foz do córrego dos Coelhos no ribeirão do Máximo; segue pelo contraforte fronteiro entre as águas do ribeirão do Máximo, à direita, e as dos córregos dos Coelhos e do Claudino, à esquerda; continua por este contraforte até o espigão-mestre Barreiro-Formoso, e por este espigão-mestre continua até o divisor entre o córrego de Santo Antônio da Cachoeira, à esquerda, e os córregos Campo Alegre, e do Açude, à direita; prossegue por este contraforte até o espigão Formoso-Ipiranga, onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais

1 — Entre os Distritos de Arapeí e Bananal
Começa no divisor entre as águas do rio Barreiro e as do rio Turvo, no ponto de cruzamento com o contraforte da margem esquerda do córrego do Piranchim; segue pelo divisor Barreiro-Turvo, até a cabeceira do córrego da Fazenda Santa Teresinha, pelo qual desce até sua foz no rio Piracema; prossegue pelo contraforte fronteiro até entroncar com o divisor entre as águas do rio Piracema, e as do rio Manso; continua por este divisor até o espigão Barreiro – Paca Grande; caminha por este espigão até o espigão-mestre que separa as águas do rio Barreiro das do ria Paca Grande, espigão-mestre que é a serra da Bocaina; segue pelo espigão-mestre até cruzar com o espigão Paca-Grande – Mambucaba.


MUNICÍPIO DE BARÃO DE ANTONINA
(Criado em 1963)

a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Fartura
Começa no rio Itararé na foz do rio Verde, pelo qual sobe até a foz do ribeirão da Aldeia ou Barra Grande.

2 — Com o Município de Itaporanga
Começa no rio Verde, na foz do ribeirão da Aldeia ou Barra Grande; sobe pelo rio Verde até onde é cortado pela reta do rumo Leste, que vem da cabeceira nororiental do córrego Samambaial no divisor Verde-Itararé; segue pela reta até a referida cabeceira; desce pelo córrego Samambaial até sua foz no rio Itararé.

3 — Com o Estado do  Paraná
Começa no rio Itararé na foz do córrego Samambaial; segue pela divisa com o Estado do Paraná até a foz do rio Verde, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE BARBOSA

(Criado em 1958)

a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Planalto
Começa no rio Tietê, na foz do primeiro córrego da margem esquerda, à jusante da foz do ribeirão das Oficinas ou dos Ferreiros; sobe pelo rio Tietê até a foz daquele ribeirão.

 2 — Com o Município de José Bonifácio
Começa na foz do ribeirão das Oficinas ou dos Ferreiros, no rio Tietê, pelo qual sobe até a foz do ribeirão dos Patos.

3 — Com o Município de Promissão
Começa no rio Tietê, na foz do ribeirão dos Patos, pelo qual sobe até a foz do córrego do Brejão.

4 — Com o Município de Avanhandava
Começa no ribeirão dos Patos, na foz do córrego do Brejão, pelo qual sobe até sua cabeceira; continua pelo contraforte fronteiro até o espigão Patos–Patinhos; prossegue por este espigão até cruzar com o espigão entre o ribeirão dos Patos e córrego dos Patinhos, de um lado, e ribeirão Farelo, do outro lado; continua por este espigão até cruzar com o contraforte entre o ribeirão Rancharia, à esquerda e o córrego da Formiga à direita; segue por êste contraforte em demanda da confluência do córrego da Quaresma com o ribeirão Rancharia; desce pelo ribeirão do Farelo até a foz do córrego da Morada; sobe pelo córrego da Morada até a foz do córrego Baguaçu, pelo qual sobe até sua cabeceira, no espigão entre os ribeirões Farelo e Lajeado; segue por este espigão até a cabeceira meridional do córrego do Banhado.

5 — Com o Município de Penápolis
Começa no espigão entre o ribeirão Farelo e o ribeirão do Lajeado na cabeceira meridional do córrego do Banhado, pelo qual desce até sua foz no ribeirão do Lajeado; desce por este ribeirão até a foz do córrego do Degredo; daí, segue pelo contraforte fronteiro até o divisor Lajeado–Tietê; prossegue por este divisor até a cabeceira do primeiro córrego da margem esquerda do rio Tietê à jusante da foz do ribeirão das Oficinas ou dos Ferreiros; desce por este córrego até sua foz no rio Tietê, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE BARIRI
(Criado em 1890)

a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Itaju
Começa no rio Tietê, na foz do ribeirão Boa Vista de Cima, pelo qual sobe até a cabeceira do seu galho mais oriental; segue pelo divisor entre as águas do ribeirão Boa Vista de Cima e córregos Boa Vista de Baixo e Barra Mansa, à esquerda, e ribeirão Viuvai, à direita, até cruzar com o contraforte da margem esquerda do córrego Santo Antônio; continua por este contraforte em demanda da foz do córrego Perdizes, no rio Jacaré–Pepira.

2 — Com o Município de Boa Esperança  do Sul
Começa na foz do córrego Perdizes, no rio Jacaré–Pepira, e vai por este acima até a foz do ribeirão Três Barras.

3 — Com o Município de Bocaina
Começa no rio Jacaré–Pepira, na foz do ribeirão Três Barras; vai por este acima até a foz do córrego da Fazenda Morro Alto; continua pelo contraforte entre as águas deste córrego, à direita, e as do ribeirão Três Barras, à esquerda, até entroncar com o espigão que deixa, à esquerda, as águas do ribeirão Três Barras e córrego da Taboca, e, à direita, as do ribeirão da Queixada, em demanda da cabeceira oriental do córrego do Picini.

4 — Com o Município de Jaú
Começa na cabeceira oriental do córrego do Picini; segue pelo divisor entre as águas do ribeirão da Queixada, à direita, e as do ribeirão da Prata, à esquerda, até a cabeceira do córrego da Fazenda São José, pelo qual desce até o ribeirão da Prata; desce por este até sua foz no rio Jaú.

5 — Com o Município de Itapuí
Começa no rio Jaú, na foz do ribeirão da Prata; desce por aquele até sua foz no rio Tietê.

6 — Com o Município de Boracéia
Começa na foz do rio Jaú, no rio Tietê, pelo qual desce até a foz do ribeirão Água Limpa.

7 — Com o Município de Pederneiras
Começa no rio Tietê, na foz do ribeirão Água Limpa; desce por aquele até a foz do ribeirão do Veado.
 
8 — Com o Município de Arealva
Começa no rio Tietê, na foz do ribeirão do Veado; desce por aquele até a foz do ribeirão Boa Vista de Cima, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE BARRA BONITA
(Criado em 1912)

a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Jaú
Começa no rio Tietê, na foz do córrego Itaipu; sobe por este até a foz do córrego Corumbatá, pelo qual sobe até sua cabeceira, no divisor Itaipu — Iguatemi; segue por este divisor até a cabeceira do córrego da Fazenda Amaral; desce por este córrego até sua foz no ribeirão Iguatemi, pelo qual desce até a foz do primeiro afluente da margem direita; sobe pelo afluente até sua cabeceira no divisor Iguatemi — Ave Maria; segue por este divisor até o divisor Tietê — Ave Maria; continua por este divisor até o ponto de cruzamento com o contraforte Ave Maria — Jacutinga.

2 — Com o Município de Mineiros do Tietê
Começa no divisor Tietê — Ave Maria, no ponto de cruzamento com o contraforte Ave Maria – Jacutinga; continua pelo divisor até cruzar com o contraforte da margem esquerda do córrego Pau D'Alho; segue por este contraforte até a cabeceira da água do Cintra, de onde vai, em reta, à foz do córrego Saltinho, no ribeirão Três Barras; atravessa este último e prossegue pelo contraforte fronteiro até o divisor que deixa, à direita, as águas do ribeirão Três Barras, e, à esquerda, as do ribeirão Água Vermelha, até encontrar a cabeceira mais setentrional do córrego dos Macacos, da Fazenda do Dr. Werneck, pelo qual desce até o ribeirão Água Vermelha e por este abaixo até o rio Tietê.

3 — Com o Município de São Manuel
Começa no rio Tietê, na foz do ribeirão Água Vermelha; desce pelo rio Tietê até a foz do córrego Saltinho.

4 — Com o Município de Igaraçu do Tietê
Começa no rio Tietê, na foz do córrego Saltinho; desce pelo rio Tietê até a foz do rio Lençóis.

5 — Com o Município de Macatuba
Começa ria foz do rio Lençóis, no rio Tietê; desce por este rio até a foz do córrego Itaipu, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE BARRA DO TURVO

(Criado em 1963)

a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Iporanga
Começa no rio Pardo na foz do ribeirão Frio; sobe por este até sua cabeceira no espigão Pardo–Ribeira de Iguape; segue por este espigão até a cabeceira do galho meridional do córrego Morcego.

2 — Com o Município de Eldorado
Começa no espigão Pardo–Ribeira de Iguape, na cabeceira do galho meridional do córrego Morcego; segue pelo espigão entre as águas dos rios Pardo e Turvo, à direita, e as dos rios Ribeira de Iguape e Batatal, à esquerda, até o Pião divisor entre os rios Turvo, Batatal e Jacupiranguinha.

3 — Com o Município de Jacupiranga
Começa no pião divisor entre os rios Turvo, Batatal e Jacupiranguinha; segue pelo divisor entre o rio Jacupiranguinha, à esquerda, e o rio Turvo, direita, até o pião divisor entre os rios Turvo, Guaraú e Assungui.

4 — Com o Município de Cananéia
Começa no pião divisor entre os rios Turvo, Guaraú e Assungui; segue pelo divisor entre as águas do rio Turvo, à direita, e as do rio Assungui, à esquerda, até o pião divisor entre os rios Turvo, Assungui e Serra Negra.

5 — Com o Estado do Paraná
Começa no pião divisor entre os rios Turvo, Assungui e Serra Negra; segue pela divisa com o Estado do Paraná, até a foz do ribeirão Frio no rio Pardo, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE BARRETOS
(Criado em 1885)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Estado de Minas Gerais
Começa no rio Grande, na foz do ribeirão Passa–Tempo; segue pela divisa com o Estado de Minas Gerais até a foz do ribeirão da Onça.

2 — Com o Município de Colômbia
Começa no rio Grande, na foz do ribeirão da Onça, pelo qual sobe até sua cabeceira meridional; segue pelo divisor entre o ribeirão da Onça e o rio Velho ate a cabeceira do córrego Açoita Cavalo, pelo qual desce até sua foz no rio Velho; sobe pelo rio Velho até a foz do córrego Barreira, pelo qual sobe até sua cabeceira; continua pelo contraforte entre o córrego Barreira, à direita, e o córrego da Mata, à esquerda, até o espigão Velho–Pardo; prossegue por este espigão até o contraforte da margem esquerda do córrego do Mandi; daí, segue por este contraforte até a cabeceira do córrego da Divisa, pelo qual desce até sua foz no rio Pardo.

3 — Com o Município de Guaíra
Começa na foz do córrego da Divisa, no rio Pardo, pelo qual sobe até a foz do ribeirão do Rosário.

4 — Com  o Município de Morro Agudo
Começa no rio Pardo, na foz do ribeirão do Rosário; sobe por aquele até a foz do ribeirão do Turvo.

5 — Com o Município de Jaborandi
Começa no rio Pardo, na foz do ribeirão do Turvo; segue pelo espigão–divisor entre as águas dos ribeirões Pitangueiras e Turvo até alcançar o contraforte entre os córregos da Estiva e Quebra–Cuia.

6 — Com o Município de Colina
Começa no espigão que deixa, à direita, as águas do ribeirão Pitangueiras e, à esquerda, as do ribeirão do Turvo, no cruzamento com o contraforte entre as águas dos córregos da Estiva e Quebra–Cuia; segue por este espigão até alcançar o espigão-mestre Pardo — Cachoeirinha; caminha pelo espigão-mestre em demanda da cabeceira mais oriental do córrego da Bagagem, e por este desce até sua foz no rio Cachoeirinha.

7 — Com o Município de Severinia
Começa no rio Cachoeirinha, na foz do córrego da Bagagem; desce por aquele até a foz do córrego do Baixão.

8 — Com o Município de Olímpia
Começa no rio Cachoeirinha, na foz do córrego do Baixão; desce pelo rio Cachoeirinha até a foz do córrego da Mata e por este acima até o córrego da Boa Sorte, pelo qual sobe até sua cabeceira mais setentrional no espigão entre as águas do rio Cachoeirinha, de um lado e o córrego das Três Barras e ribeirão Passa–Tempo, do outro lado; segue por este espigão até atingir a cabeceira mais meridional do córrego Cafundó; desce por este até sua foz no ribeirão Passa–Tempo; desce por este até onde é cortado pela reta de rumo Leste que vem da cabeceira do córrego da Fazenda de João Coleto.

9 — Com o Município de Guaraci
Começa no ribeirão Passa–Tempo, onde o ribeirão é cortado pela reta de rumo Leste que vem da cabeceira do córrego da Fazenda de João Coleto; desce pelo ribeirão Passa–Tempo até sua foz no rio Grande, onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais

1 — Entre os Distritos de Alberto Moreira e Barretos
Começa no rio Pardo, na foz do ribeirão Cachoeirinha, pelo qual sobe até a faz do córrego Sim Senhor; segue, em reta, à cabeceira da água Distrital;  desce por esta até sua confluência com o córrego do Meio, pelo qual sobe até onde é cortado pela reta de rumo Oeste–Leste que vem da cabeceira do córrego Lindeiro; segue pela citada reta até a cabeceira do córrego Lindeiro pelo qual desce até sua foz no córrego das Pedras pelo qual desce até o córrego Água Vermelha; segue em reta de rumo 45° NO, até o rio Velho; desce por este até a foz do córrego Barreira.

2 — Entre os Distritos de Barretos e Ibitu
Começa no córrego da Bagagem, na foz do córrego Timburi; segue pelo contraforte da margem esquerda do córrego Timburi até entroncar com o espigão Pardo–Cachoeirinha, ribeirões Passa–Tempo e Anhumas; prossegue pelo espigão até o divisor entre as águas dos ribeirões Anhumas e Onça; continua por este divisor até a cabeceira do córrego do Pavão, pelo qual desce até sua foz no ribeirão da Onça.


MUNICÍPIO DE BARRINHA
(Criado em 1954)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Sertãozinho
Começa no rio Moji-Guaçu, na foz do ribeirão da Onça, pelo qual sobe até a foz do córrego Cascavel.

2 — Com o Município de Dumont
Começa no ribeirão da Onça, na foz do córrego Cascavel; sobe por aquele até a foz do córrego da Fazenda Caçununga.

3 — Com o Município de Ribeirão Preto
Começa na foz do córrego da Fazenda Caçununga no ribeirão da Onça, pelo qual sobe até a foz do córrego do Moinho.

4 — Com o Município de Pradópolis
Começa no ribeirão da Onça, na foz do córrego do Moinho; segue pelo contraforte que deixa, à esquerda, as águas do córrego do Moinho, até cruzar com o divisor entre as águas do ribeirão da Onça, à direita, e as do rio Moji-Guaçu, à esquerda; prossegue por este divisor até o contraforte que deixa, à esquerda, as águas do córrego Monte Sereno; continua por este contraforte em demanda da cabeceira do córrego da Lagoa, pelo qual desce até sua foz no rio Moji-Guaçu.

5 — Com o Município de Jaboticabal
Começa no rio Moji-Guaçu, na foz do córrego da Lagoa, desce por aquêle até a foz do ribeirão da Onça, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE BARUERI

(Criado em 1948)

a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Santana de Parnaíba
Começa na serra do Itaqui, no ponto de cruzamento com o contraforte entre os ribeirões Gupê e Itaqui; segue pela crista da serra e pelo espigão que deixa, à direita, as águas do córrego da Cachoeira ou Nito da Barra, e, à esquerda, as do córrego da Vacaria, até a foz do córrego da Cachoeira ou Nito da Barra, no rio Tietê pelo qual sobe até a foz do córrego dos Garcias; sobe por este até sua cabeceira mais oriental, no divisor Garcias–Mutinga.

2 — Com o Município de Osasco
Começa na cabeceira mais oriental do córrego dos Garcias, segue pelo divisor que separa as águas dos córregos dos Garcias e Três Irmãos, à direita, e as do ribeirão Mutinga e córrego Camargo, à esquerda, até a cabeceira mais setentrional do córrego Vermelho, pelo qual desce até o rio Tietê, e por este ainda, ate a foz do ribeirão Carapicuíba.

3 — Com o Município de Carapicuíba
Começa no rio Tietê, na foz do ribeirão Carapicuíba; desce pelo rio Tietê até a foz do rio Cotia, pelo qual sobe até a foz do córrego Fronteiriço.

4 — Com o Município de Jandira
Começa no rio Cotia, na foz do córrego Fronteiriço; segue pelo espigão fronteiro em demanda da cabeceira do córrego dos Mateus, pelo qual desce até sua foz no ribeirão São João ou Barueri; segue pelo contraforte fronteiro até o divisor São João ou Barueri–Itaquí; continua por este divisor em demanda da confluência do ribeirão Gupê com o ribeirão Itaqui; prossegue pelo contraforte intermediário a estas. duas últimas águas até o ponto onde é cortado pela reta de rumo Norte que vem da confluência dos dois formadores do ribeirão Itaqui.

5 — Com o Município de Itapevi
Começa no contraforte entre os ribeirões Itaqui è Gupê, no ponto onde e cortado pela reta de rumo Norte, que vem da confluência dos dois formadores do ribeirão Itaqui; segue por esse contraforte até cruzar com a serra do Itaqui, onde tiveram início estas divisas

b) Divisas Interdistritais

1 — Entre os Distritos de Aldeia e Barueri
Começa no rio Tietê, na foz do rio Cotia; desce pelo rio Tietê, até a foz do córrego dos Garcias.

2 — Entre os Distritos de Barueri e Jardim Belval
Começa no rio São João ou Barueri, na foz do córrego do Paiol de Pólvora; desce pelo rio São João ou Barueri até a foz do primeiro córrego da margem esquerda, à jusante da foz do ribeirão Gupê; sobe 'por esse córrego até sua cabeceira; daí, segue pelo divisor entre as águas do ribeirão Gupê, à esquerda, e as do ribeirão Cachoeira, à direita, até cruzar com a serra do Itaqui.

3 — Entre os Distritos de Jardim Belval e Jardim Silveira
Começa na foz do córrego do Paiol de Pólvora, no rio São João ou Barueri, pelo qual sobe até a foz do córrego dos Mateus.

4 — Entre os Distritos de Barueri e Jardim Silveira
Começa no divisor entre as águas do rio São João ou Barueri, à esquerda, e as do rio Cotia, à direita, na cabeceira do córrego dos Mateus; segue pelo divisor São João ou Barueri–Cotia em demanda da cabeceira do córrego Paiol de Pólvora, pelo qual desce até sua foz no rio São João ou Barueri.


MUNICÍPIO DE BASTOS
(Criado em 1944)

 a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Parapuã
Começa no rio do Peixe, na foz do ribeirão da Onça, segue pelo contraforte entre as duas águas até o divisor entre o ribeirão da Onça e o ribeirão da Sede; caminha por este divisor até onde cruza com o contraforte que finda na foz da água de Mateshutara Okawa, no ribeirão da Sede.

2 — Com o Município de lacri
Começa no contraforte que finda na foz da água de Mateshutara Okawa, no ribeirão da Sede, no ponto de cruzamento com o divisor entre as águas do ribeirão da Sede, de um lado, e as do ribeirão da Onça do outro lado; segue pelo contraforte ate a referida foz; sobe pela água de Mateshutara Okawa até sua cabeceira no divisor Sede–Copaíba; segue por este divisor até cruzar com o contraforte entre as águas do ribeirão Copaíba de um lado, e as da água da Cascata, do outro lado; prossegue por este contraforte até a cabeceira da água que passa na propriedade do Dr. Irineu Buller de Almeida; desce por esta até sua confluência com o galho Leste que vem da vila de Universo.

3 — Com o Município de Tupã
Começa na confluência dos galhos de Leste e Oeste do ribeirão Copaiba, que vem da vila de Universo, pelo qual desce até sua foz no rio do Peixe.

4 — Com o Município de Rancharia
Começa no rio do Peixe, na foz do ribeirão Copaíba, desce pelo rio do Peixe até a foz do ribeirão da Onça, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE BATATAIS
(Criado em 1839)

a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Sales Oliveira
Começa no ribeirão Santana, na foz do córrego da Lagoinha; sobe por este até sua cabeceira mais oriental, no divisor Santana – Santa Bárbara; segue por este divisor até seu cruzamento com o espigão entre as águas do ribeirão São José ao Norte, e as dos ribeirões Santana e Santa Bárbara, ao Sul.

2 — Com o Município de Nuporanga
Começa no cruzamento do divisor entre as águas dos ribeirões Santana e Santa Bárbara com o espigão entre as águas do ribeirão São José ao Norte e ribeirões Santana e Santa Bárbara, ao Sul; prossegue por este espigão até o espigão-mestre Pardo–Sapucaí; continua por este espigão-mestre em demanda da cabeceira mais ocidental do córrego A, pelo qual desce até o ribeirão Pimenta; segue pelo contraforte Pimenta–Cachoeira, em demanda da Cabeceira do córrego Rancho Queimado, pelo qual desce até o ribeirão Pimenta e por este, ainda, ao ribeirão da Cachoeira; desce por este até sua foz no rio Sapucaí.

3 — Com o Município de São José da Bela Vista
Começa  na foz do ribeirão da Cachoeira no rio Sapucaí; sobe por este até a foz do córrego do Domiciano.

4 — Com o Município de Restinga
Começa na foz do córrego do Domiciano no rio Sapucaí; sobe por este até a foz do córrego Espraiado.

5 —  Com o Município de Franca
Começa na foz de córrego Espraiado no rio Sapucaí, pelo qual sobe até a foz do rio Santa Bárbara.

6 — Com o Município de Patrocínio Paulista
Começa na confluência dos rios Sapucaí e Santa Bárbara; sobe por aquele até a foz do ribeirão da Paciência.

7  — Com o Município de Altinópolis
Começa no rio Sapucaí, na foz do ribeirão da Paciência; sobe por este até a foz do córrego Monjolinbo; continua pele espigão intermediário entre essas duas águas até o alto do espigão divisor dos ribeirões Batatais, ao Sul, e Paciência, ao Norte; vai, daí, à cabeceira mais oriental do córrego do Arraial Velho e, daí, vai em reta à foz do córrego Manuel de Campos, no ribeirão do Engenho da Serra; sobe pelo córrego de Manuel de Campos até sua cabeceira mais meridional; transpõe o espigão, em reta, à cabeceira mais setentrional do córrego que nasce a cerca de dois quilômetros a Leste da fazenda de Higino Noronha; desce por este até o ribeirão do Adão, e, vai daí, pelo contraforte fronteiro, ao maciço entre as águas do ribeirão do Adão, à direita, e as do córrego da Fazenda Boa Vista do Selado, à esquerda; e pelo maciço caminha até sua ponta mais meridional, de onde vai em reta à foz do córrego Pratinha, que deságua logo abaixo da fazenda Alcídio, na margem direita do ribeirão do Adão.

8 — Com o Município de Brodosqui
Começa no ribeirão do Adão, na foz do córrego Pratinha, que deságua logo abaixo da fazenda Alcídio; sobe pelo referido córrego até sua cabeceira mais ocidental; segue em reta de rumo Oeste, até o ribeirão Claro, pelo qual sobe até a foz do córrego Olhos d'Água; caminha pelo contraforte que separa as águas do córrego Olhos d'Água, à esquerda, das do ribeirão Claro, à direita, até cruzar com o divisor Claro–Silva; segue por este divisor até o espigão-mestre entre as águas do rio Sapucaí, e as do rio Pardo; por este espigão-mestre caminha em demanda da cabeceira do córrego da Fazenda de M. Caetano; desce por este córrego até sua foz no ribeirão da Mata, foz esta que ocorre abaixo da sede da referida fazenda; desce pelo ribeirão da Mata até a foz do córrego da Fazenda Morro Grande.

9 — Com o Município de Jardinópolis
Começa no ribeirão da Mata, na foz do córrego da Fazenda Morro Grande; desce pelo ribeirão da Mata até sua foz no ribeirão São Pedro, pelo qual sobe até a foz do ribeirão Santana; sobe por este até a foz do córrego da Lagoinha, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE BAURU
(Criado em 1887)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Avaí
Começa no pião divisor entre a água do Paiol, ribeirão Barreiro e ribeirão dos Macacos; alcança a cabeceira do ribeirão dos Macacos pelo qual desce até sua foz no rio Batalha; sobe por este até a foz da água Grande pela qual sobe até a cabeceira de seu galho da direita, no divisor água Grande 
ribeirão do Pântano; segue por este divisor até o divisor entre as águas do ribeirão do Pântano, à esquerda, e as do ribeirão Água Parada de Baixo, à direita; segue por este divisor até a cabeceira do galho meridional do córrego dos Patos: desce por este até sua foz no ribeirão Água Parada; prossegue pelo contraforte fronteiro que deixa, à direita, as águas do córrego Boa Vista, até entroncar com o contraforte entre as águas do ribeirão Água Parada e as do ribeirão Clavinote.

2 — Com o Município de Reginópolis
Começa no divisor entre as águas dos ribeirões Água Parada e Clavinote, no ponto de cruzamento com o contraforte da margem direita do córrego Boa Vista; segue pelo contraforte Água Parada — Clavinote até o pião divisor entre o córrego Boa Vista, ribeirão Clavinote e rio Claro.

3 — Com o Município de Arealva
Começa no pião divisor entre o córrego Boa Vista, ribeirão Clavinote e rio Claro; segue pelo espigão entre as águas do rio Tietê, à esquerda, e as do ribeirão Água Parada, à direita, até cruzar com o divisor da margem esquerda do córrego Faxinal.

4 — Com o Município de Pederneiras.
Começa no espigão entre as águas do rio Tietê e as do ribeirão Batalha, no ponto de cruzamento com o contraforte da margem esquerda do córrego Faxinal; segue pelo espigão Tietê–Batalha até o contraforte da margem esquerda do córrego Vargem Limpa; segue por este contraforte em demanda da foz do córrego Aimorés ou água do Arroz, no rio Bauru; sobe pela água do Arroz ou córrego Aimorés até sua cabeceira; segue pelo divisor entre as águas do rio Bauru e ribeirão Grande até o contraforte que leva à foz do ribeirão do Campo Novo no ribeirão Grande; segue por este contraforte até a citada foz.

5 — Com o Município de Agudos
Começa no ribeirão Grande, onde deságua o ribeirão do Campo Novo; sobe por este ribeirão até a foz do córrego Capim Fino, pelo qual sobe até sua cabeceira sudocidental; segue pelo espigão entre os ribeirões Campo Novo e Bauru, à direita, e rio Batalha, à esquerda, até a cabeceira mais oriental da água do Guilherme, pela qual desce até o rio Batalha.

6 — Com o Município de Piratininga
Começa no rio Batalha, na foz da água do Guilherme, desce pelo rio Batalha até a foz da água do Paiol; sobe por esta até a foz da água da Pedra Branca; vai daí, pelo contraforte fronteiro, até o pião divisor entre os ribeirões do Barreiro e Macacos e Água do Paiol, onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais

1 — Entre os Distritos de Bauru e Tibiriçá
Começa no rio Batalha na foz da água Grande; sobe pelo rio Batalha até a foz da água do Cocho, pela qual sobe até a foz do córrego dos Camargos; sobe por este até a cabeceira do seu galho nororiental, no espigão Batalha – Água Parada; alcança, na contravertente, a cabeceira meridional da Água Parada de Cima, pela qual desce até sua foz na Água Parada de Baixo, e desce por esta até o ribeirão Água Parada; desde por este até a foz do córrego dos Patos.


MUNICÍPIO DE BEBEDOURO
(Criado em 1894)

a) Divisas Municipais

1 — Com c Município de Monte Azul Paulista
Começa no rio Turvo, na foz do córrego Barreirinho, pelo qual sobe até sua cabeceira; prossegue pelo espigão entre as águas do rio Turvo e as do ribeirão Avanhandava, à procura da cabeceira do córrego da Floresta; desce por este até o ribeirão Avanhandava e por este acima até a foz do córrego Novo; sobe por este até a foz do córrego do Sinal Geodésico, pelo qual sobe até sua cabeceira, e vai daí, em reta, à cabeceira mais meridional do córrego dos Medeiros, pelo qual desce até a sua foz no córrego do Cocai, e por este acima até a sua cabeceira mais setentrional, no espigão Pardo–Cachoeirinha; segue por este espigão até frontear a cabeceira mais ocidental do ribeirão da Onça ou Palmital.
 
2 — Com o Município de Colina
Começa na cabeceira mais ocidental do córrego da Onça ou Palmital, pelo qual desce até sua foz no ribeirão das Palmeiras; desce por este até a foz do córrego Cachoeira.

3 — Com o Município de Terra Roxa
Começa no ribeirão das Palmeiras, na foz do córrego Cachoeira; sobe por este até a foz do córrego Fundo, pelo qual sobe até a sua cabeceira meridional; continua pelo divisor que deixa, à direita, as águas do córrego do Campo Comprido, e, à esquerda, as do córrego do Jardim até a sua cabeceira mais ocidental.

4 — Com o Município de Viradouro.
Começa no divisor entre as águas dos córregos do Jardim e Campo Comprido, na cabeceira mais ocidental do córrego do Jardim; segue pelo divisor até alcançar a cabeceira mais oriental do córrego Boa Visita ou Novo; desce por este até o córrego Banharão e por este abaixo até a foz do córrego do Etelvino ou Grotão, pelo qual sobe até a sua cabeceira; daí transpõe o espigão em reta em demanda da cabeceira mais oriental do galho de Leste do Córrego de Dona Josefina ou Antônio Ângelo; desce por este até a sua foz no córrego Laranjal.

5 — Com o Município de Pitangueiras
Começa no córrego Laranjal, na foz do córrego de Dona Josefina ou Antônio Ângelo; sobe por aquele até a foz do córrego de Manuel Fernandes, pelo qual sobe até a cabeceira mais ocidental; ganha o divisor que deixa, à direita, as águas do córrego Laranjal e das Três Barras, e, à esquerda, as do córrego do Cedro, e alcança a cabeceira do córrego Belarmino, pelo qual desce até a sua foz no córrego das Três Barras; sobe pelo Três Barras até a sua cabeceira mais meridional, situada aproximadamente a dois quilômetros a sudoeste da estação de Andes, da Companhia Paulista no espigão Turvo–Taquaral, em frente à cabeceira mais oriental do córrego d'Água Limpa.

6 — Com o Município de Taiúva
Começa na cabeceira mais meridional do córrego das Três Barras, no espigão Pardo–Turvo; segue por este espigão até a cabeceira oriental do córrego d'Água Limpa; desce por este até a foz do córrego da Fazenda Santa Tecla.

7 — Com o Município de Taiaçu
Começa no córrego d'Água Limpa, na foz do córrego da Fazenda Santa Tecla; desce por aquele até a sua foz no rio Turvo, pelo qual desce até a foz do córrego do Burro.

8 — Com o Município de Pirangi
Começa na foz do córrego do Burro, no rio Turvo; desce por este até a foz do córrego Barreirinho, onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais

1 — Entre os Distritos de Bebedouro e Botafogo
Começa no córrego d'Água Limpa, na foz do córrego Boa Vista; sobe por este até o córrego do Álvaro, pelo qual sobe até sua cabeceira mais ocidental no espigão Pardo–Turvo; segue por este espigão até a cabeceira do córrego da Fazenda Santa Cruz, que fica na contravertente; desce por este até sua foz no córrego da Consulta, pelo qual desce até a foz do córrego Barra Preta; segue, em reta, à cabeceira do córrego Mansueto; desce por este até o córrego dos Limas; deste ponto, segue em reta à foz do córrego do Firmino no córrego Mandembo, donde vai em reta à cabeceira mais oriental do córrego de Miguel Cunha, pelo qual desce até sua foz no córrego dos Bois; sobe por este até sua cabeceira mais ocidental no espigão Pardo–Turvo; segue por este espigão até a cabeceira do córrego do Sinal Geodésico.

2 — Entre os Distritos de Botafogo e Turvinia
Começa no rio Turvo, na foz do córrego Botafogo; segue pelo contraforte entre as duas águas até o divisor que deixa, à direita, o córrego Botafogo e o córrego do Custódio, e à esquerda, as do córrego Lambari; segue por este divisor até o divisor Turvo–Avanhandava; continua por este divisor até cruzar o contraforte que morre na foz do córrego Novo no ribeirão Avanhandava; continua por este contraforte até a citada foz.


MUNICÍPIO DE BENTO DE ABREU
(Criado em 1948)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Valparaíso
Começa no rio Feio ou Aguapeí, na foz do ribeirão Sapé, pelo qual sobe até o córrego Veado; sobe por este até sua cabeceira; vai, daí, em reta, ao espigão-mestre Tietê – Feio ou Aguapeí, na cabeceira do córrego Jequitaia; desce por este até a foz da primeira água da margem esquerda à montante da ponte da estrada que vai a Bento de Abreu; sobe por essa água até sua cabeceira no espigão que deixa, à direita, o córrego Azul e, à esquerda, o ribeirão Jacaré-Catinga; segue por este espigão até a cabeceira do córrego das Águas Claras.

2 — Com o Município de Guararapes
Começa no espigão entre as águas do ribeirão Jacaré-Catinga, de um lado, e as do ribeirão Azul, do outro, na cabeceira do córrego das Águas Claras, pelo qual desce até o ribeirão Azul.

3 — Com o Município de Rubiácea
Começa na foz do córrego das Águas Claras, no ribeirão Azul; sobe por este e, ainda, pelo córrego Santa Antonieta, até sua cabeceira no espigão-mestre Tietê – Feio ou Aguapeí; segue pelo espigão-mestre até a cabeceira do córrego Rico, pelo qual desce até o ribeirão Pimenta e por este, ainda, até sua foz no rio Feio ou Aguapeí.

4 — Com o Município de Lucélia
Começa no rio Feio ou Aguapeí, na foz do ribeirão Pimenta; desce por aquele até a foz do ribeirão Lajeado.

5 — Com o Município de Adamantina
Começa no rio Feio ou Aguapeí, na foz do ribeirão Lajeado; desce por aquele até a fez do ribeirão Sapé, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE BERNARDINO DE CAMPOS
(Criado em 1923)


a) Divisas  Municipais

1 — Com o Município de Santa Cruz do Rio Pardo
Começa no contraforte entre as águas do ribeirão Palmeiras e as do ribeirão da Figueira, na cabeceira do córrego Santa Cecília; segue pelo divisor em demanda da foz do córrego Cabiúna, no ribeirão da Figueira; sobe pelo córrego Cabiúna até o córrego do Macuco; sobe por este até sua cabeceira no divisor Figueira-Mandaguaí; segue por este divisor até a cabeceira ocidental do ribeirão Mandaguaí; desce por este até o rio Pardo, pelo qual sobe até a foz do córrego Douradinho.

2 — Com o Município de Óleo
Começa no rio Pardo, na foz do córrego Douradinho, sobe por este até sua cabeceira no divisor entre as águas do ribeirão do Dourado e as do ribeirão do Lajeado; segue por este divisor até o espigão Pardo-Paranapanema, pelo qual continua até entroncar com o divisor entre as águas do córrego da Cachoeira e as do córrego da Serrinha do Caracol; caminha por este divisor até a cabeceira do córrego Sobrado ou Matinha.

3 — Com o Município de Piraju
Começa no divisor entre as águas do córrego da Cachoeira e as do córrego da Serrinha do Caracol, na cabeceira do córrego Sobrado ou Matinha; desce por este até o córrego da Cachoeira e por este abaixo até o rio Paranapanema, pelo qual desce até a foz do ribeirão Douradão.

4 — Com o Município de Ipauçu
Começa no rio Paranapanema, na foz do ribeirão Douradão; sobe por este até a foz do córrego da Virtuosa; sobe por este até a foz do córrego de Luís Pinto; continua pelo contraforte entre as águas deste córrego e as do córrego da Virtuosa, até o espigão Pardo-Paranapanema; prossegue pelo espigão até o contraforte entre as águas do ribeirão da Figueira e as do ribeirão das Palmeiras; caminha por este contraforte até a cabeceira do córrego de Santa Cecília, onde tiveram início estas divisas.
 

MUNICÍPIO DE BILAC
(Criado em 1933)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Araçatuba
Começa no córrego Água Boa, na foz do terceiro afluente da margem esquerda à montante da foz do córrego Três Nações; sobe pelo córrego Água Boa até sua cabeceira mais setentrional ao espigão-mestre entre os rios Tietê e Aguapeí; caminha pelo espigão mestre até a cabeceira mais ocidental do córrego do Ângelo Panerari, pelo qual desce até sua foz no córrego Elíseo; desce pelo córrego Elíseo até sua foz no ribeirão Baguaçu.

2 — Com o Município de Birigui
Começa no ribeirão Baguaçu, na foz do córrego Elíseo; sobe pelo ribeirão Baguaçu até a foz do córrego Imbé, pelo qual sobe até a foz do galho que vem da  fazenda Alto Alegre.

3
 Com o Município de Coroados
Começa no córrego Imbé, na foz do galho que vem da fazenda Alto Alegre; sobe pelo córrego Imbé, que passa na fazenda de igual nome até. sua cabeceira no espigão mestre Tietê-Aguapeí.

4 — Com o Município de Clementina
Começa no espigão-mestre Aguapeí-Tietê, na cabeceira do córrego Imbé; segue pelo espigão-mestre, até a cabeceira do córrego da Laje; desce por este e pelo ribeirão da Lontra até a foz do córrego Rico.

5 — Com o Município de Gabriel Monteiro
Começa no ribeirão da Lontra, na foz do córrego Rico, pelo qual sobe até a foz do córrego Olaria; sobe pelo córrego Olaria até sua cabeceira; daí, vai, em reta, ao divisor Barreiro – Água Boa, na cabeceira do terceiro afluente da margem esquerda do córrego Água Boa, à montante da foz do córrego Três Nações, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE BIRIGUI
(Criado em 1921)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Araçatuba
Começa no ribeirão Baguaçu, na foz do córrego Elíseo; desce pelo ribeirão Baguaçu até a foz do córrego Tupi; daí vai, em reta, à cabeceira mais meridional do córrego Barro Preto; desce por este até o córrego Água Branca e por este desce até o ribeirão Baguaçu; desce pelo ribeirão Baguaçu até sua foz no rio Tietê.

2 — Com o Município de Buritama
Começa no rio Tietê, na foz do ribeirão Baguaçu; sobe pelo rio Tietê até a foz do córrego dos Baixotes.

3
 Com o Município de Coroados
Começa no rio Tietê, na foz do córrego dos Baixotes; sobe por este até a foz do córrego Grande e por este até sua cabeceira principal, no divisor Congonhas–Baguaçu; segue por este divisor até a cabeceira do córrego Tabapuã, Pelo qual desce até sua foz no ribeirão Baguaçu; desce por este até a foz do córrego Gangré pelo qual sobe até sua cabeceira no contraforte Baguaçu-Imbé alcança na contravertente a cabeceira da água que passa pela colônia da fazenda Mundo Novo; desce por esta água até sua foz no galho do córrego Imbé, galho que vem da fazenda Alto Alegre; desce por este galho até sua foz no córrego Imbé.

4 — Com o Município de Bilac
Começa no córrego Imbé, na foz do galho que vem da fazenda Alto Alegre; desce pelo córrego Imbé até sua foz no ribeirão Baguaçu, pelo qual desce até a foz do córrego Elíseo, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE BIRITIBA MIRIM
(Criado em 1963)

a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Mogi das Cruzes
Começa no pião divisor entre os rios Itatinga, Itapanhaú e o ribeirão Biritiba Mirim, na cabeceira deste último ribeirão, pelo qual desce até sua foz no rio Tietê; desce pelo rio Tietê até a foz do córrego Lindeiro, pelo qual sobe até sua cabeceira, no espigão-mestre Tietê-Paraíba; segue pelo espigão-mestre até cruzar com o divisor entre as águas do córrego da Fazendinha de um lado e as do ribeirão Putim do outro lado.

2 — Com o Município de Guararema
Começa no espigão-mestre Tietê-Paraíba, no ponto de cruzamento com o divisor entre as águas do córrego da Fazendinha de um lado e as do ribeirão Putim do outro lado; segue pelo espigão-mestre até a cabeceira do córrego de João de Melo.

3 — Com o Município de Salesópolis
Começa no espigão-mestre Tietê-Paraiba, na cabeceira do córrego de João de Melo; desce por este ao rio Paraitinga, afluente do rio Tietê; segue pelo rio Paraitinga, até a foz do córrego da Fazenda ou do Leo, pelo qual sobe até sua cabaceira; ganha na contravertente a cabeceira do córrego da Fazenda São José, pelo qual desce até o ribeirão Alegre ou Peroba; vai daí, em reta à foz do rio Claro, no rio Tietê; sobe pelo rio Claro até a foz do córrego do Capinzal, pelo qual sobe até sua cabeceira na serra do Mar.

4 — Com o Município de Santos
Começa na serra do Mar, na cabeceira do córrego do Capinzal; segue pela serra do Mar, até o ponto de cruzamento com o divisor que deixa, à direita, as águas do ribeirão Guacá, e à esquerda, as do rio Itapanhaú; segue por este divisor em demanda da foz do ribeirão Guacá, no rio Itapanhaú; continua pelo divisor fronteiro, que deixa, à direita, o ribeirão das Pedras, até a cabeceira do ribeirão Biritiba Mirim, no pião divisor entre os rios Itapanhaú e Itatinga e o ribeirão Biritiba Mirim, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE BOA ESPERANÇA DO SUL
(Criado em 1898)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Ibitinga
Começa no rio Jacaré-Pepira, na foz do córrego Perdizes; sobe por este até sua cabeceira mais setentrional; daí vai, em reta, à ponte sobre o rio Jacaré-Guaçu, na estrada de rodagem que vai da usina Itaquerê, ao retiro da fazenda do mesmo nome, à margem esquerda do rio Jacaré-Guaçu,

2 — Com o Município de Nova Europa
Começa no rio Jacaré-Guaçu, na ponte da estrada de rodagem que vai da usina Itaquerê, ao retiro cia fazenda do mesmo nome, à margem esquerda do rio Jacaré-Guaçu; sobe pelo rio Jacaré-Guaçu, até a foz do córrego Meia-Légua.

3 — Com o Município de Araraquara
Começa no rio Jacaré-Guaçu, na foz do córrego Meia-Légua; sobe por aquele até a foz do córrego do Ipê.

4 — Com o Município de Ribeirão Bonito
Começa no rio Jacaré-Guaçu, na foz do córrego do Ipê; sobe por este até a foz do córrego Água Sumida; continua pelo contraforte intermediário até o divisor que deixa, à direita, o ribeirão do Saltinho e, à esquerda os córregos do Ipê e São João; segue por este divisor até o contraforte entre as águas do córrego da Fazenda Figueira, à direita, e as do ribeirão do Saltinho, à esquerda; caminha por este contraforte até a confluência dessas águas; daí, vai, em reta, à cabeceira norocidental do córrego Municipal, pelo qual desce até sua foz no rio Boa Esperança; desce por este até o córrego das Três Barras, pelo qual sobe até o ponto onde é cortado pela reta que vai da foz do córrego da Fazenda Nova Cintra, no córrego da Vargem, à foz do córrego da Fazenda São José, no ribeirão do Potreiro.
 
5 — Com o Município  de  Dourado
Começa no córrego das Três Barras, no ponto onde é cortado pela reta que vai da foz do córrego da Fazenda Nova Cintra, no córrego da Vargem, à foz do córrego da Fazenda São José no ribeirão do Potreiro; prossegue por esta reta até a foz do córrego da Fazenda São José, no ribeirão do Potreiro; desce pelo ribeirão do Potreiro até a foz do córrego Barraca.

6 — Com o Município de Bocaina
Começa no ribeirão do Potreiro, na foz do córrego Barraca; sobe por este até sua cabeceira norocidental; vai daí, em reta, à cabeceira do córrego Estiva, pelo qual desce até sua foz no rio Jacaré–Pepira pelo qual desce até fuá foz do ribeirão Três Barras.

7 — Com o Município de Bariri
Começa no rio Jacaré-Pepira, na foz do ribeirão Três Barras, e por aquele desce até a foz do córrego Perdizes, onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais

1 — Entre os Distritos de Boa Esperança do Sul e Trabiju
Começa no ribeirão do Saltinho, na foz do córrego da Fazenda Figueira; desce por aquele até o rio Boa Esperança; segue pelo contraforte fronteiro, até o espigão entre as águas deste último rio e as do rio Jacaré-Pepira, e continua pelo espigão que deixa, à esquerda, as águas do ribeirão do Potreiro e à direita, as do córrego das Barracas, indo até a foz deste córrego, no ribeirão do Potreiro.


MUNICÍPIO DE BOCAINA
(Criado em 1891)

b) Divisas Interdistritais

1 — Com o Município de Bariri
Começa na cabeceira oriental do córrego do Picini; segue pelo divisor Prata-Queixada até o espigão que deixa, à direita, as águas do córrego da Taboca e ribeirão Três Barras e, à esquerda), as do ribeirão da Queixada; prossegue por este espigão até entroncar com o contraforte entre as águas do córrego da Fazenda Morro Alto, à esquerda, e as do ribeirão Três Barras, a direita; continua por este contraforte em demanda da foz do córrego da Fazenda Morro Alto, no ribeirão Três Barras, pelo qual desce até sua foz no rio Jacaré-Pepira.

2 — Com o Município de  Boa Esperança do Sul
Começa no rio Jacaré-Pepira, na foz do ribeirão Três Barras, sobe pelo rio Jacaré-Pepira, até a foz do córrego Estiva, pelo qual sobe até sua cabeceira; daí, vai em reta à cabeceira norocidental do córrego Barraca, pelo qual desce até sua foz no ribeirão do Potreiro.

3 — Com o Município de Dourado
Começa no ribeirão do Potreiro, na foz do córrego Barraca; desce pelo ribeirão do Potreiro, até o rio Jacaré-Pepira, pelo qual sobe até a foz do ribeirão da Figueira.

4 — Com o Município de Jaú
Começa no rio Jacaré-Pepira, na foz do ribeirão da Figueira; sobe por este e pelo córrego Macaco, até a sua cabeceira; vai, em reta, à ponte sobre o ribeirão Boa Vista, na estrada de rodagem, que leva à cidade de Bocaina e daí segue em demanda do divisor que deixa, à esquerda, o ribeirão Pouso Alegre e, à direita, os ribeirões Bocaina e da Prata; caminha por este divisor ate onde é cortado pela reta de rumo Norte, que vem da foz da água do Ferraz, no córrego da Onça, no divisor Pouso Alegre 
Prata; segue por esta reta até o ribeirão da Prata, pelo qual desce até a foz do córrego do Picini; sobe por este até sua cabeceira oriental, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE BOFETE
(Criado em 1880)

a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Itatinga
Começa no rio Santo Inácio, na foz  do córrego da Estiva, também conhecido como Potreiro do Lima, sobe por aquele até a foz do ribeirão da Posse.

2 — Com o Município de Pardinho
Começa no rio Santo Inácio, na foz do ribeirão da Posse; sobe por aquele até a foz do ribeirão Limoeiro; continua pelo espigão da margem esquerda deste último até os aparados da serra da Barra Mansa; prossegue por esses aparados e pelos da serra do Limoeiro, até os aparados da serra Comprida, pelos quais continua até o ponto onde corta a água Clara.

3 — Com o Município de Botucatu
Começa nos aparados da serra Comprida, no ponto onde corta a água Clara; segue pelos aparados da serra Comprida e pelos da serra de Botucatu, até frontear a cabeceira mais meridional do córrego dos Dezessete Ramos, pelo qual desce ate a foz do córrego Extrema.

4 — Com o Município de Anhembi
Começa na confluência do córrego Dezessete Ramos com o córrego da Extrema, que deságua próximo ao bairro Dezessete Ramos, vai, em reta, a cabeceira unais ocidental do ribeirão dos Patos, e por este desce até o ribeirão da Água Fria, e por este, ainda, até a foz do córrego do Buracão, foz esta situada cerca de um quilômetro abaixo da ponte sobre o ribeirão da Água Fria, na estrada de rodagem que une Conchas a Botucatu; sobe pelo córrego do Buracão até sua cabeceira mais meridional; vai, em reta, à cabeceira da água do Vicentinho, primeiro afluente cia margem esquerda do rio do Peixe, abaixo da foz do córrego que desce do armazém da rodovia estadual; desce pela água do Vicentinho até sua foz no rio do Peixe.

5 — Com o Município de Conchas
Começa no rio do Peixe, na foz da água do Vicentinho, sobe por aquele até a confluência do rio Feio.

6 — Com o Município de Porangaba
Começa na confluência do rio Feio com o rio do Peixe; sobe por este até a foz do rio Bonito, e por este acima ate a foz do ribeirão Palmeiras, continuando pelo espigão intermediário a essas duas águas, até o espigão-mestre Capivari – Santo Inácio.

7 — Com o Município de Guareí
Começa no espigão-mestre Capivari 
Santo Inácio, onde ele cruza com o contraforte entre as águas do rio Bonito e ribeirão Palmeiras; segue pelo espigão passando pelo cerrito de José Vieira e pelo morro da Fortaleza, até a cabeceira mais oriental do córrego da Divisa.

8 — Com o Município de Angatuba
Começa na cabeceira mais oriental de córrego da Divisa; desce por este até o rio Jacu ou Jacuzinho, sobe por este até a foz do córrego Capão Rico e por este acima e pelo seu galho mais ocidental até sua cabeceira; vai, daí, à cabeceira mais oriental do córrego da Estiva, ou do Potreiro do Lima, e por este abaixo até o rio Santo Inácio, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE BOITUVA
(Criado em 1937)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Cerquilho
Começa no rio Sorocaba, na foz do córrego Palmital ou Sete Ranchos, pelo qual sobe até sua cabeceira mais setentrional no espigão Tietê-Sorocaba; segue por este espigão até cruzar com o divisor entre o ribeirão Mandiçununga, à direita, e o ribeirão Indalédo de Camargo à esquerda; prossegue por este divisor até encontrar o contraforte que finda na foz do córrego da Fazenda Paineiras no ribeirão Mandiçununga.

2 — Com o Município de Tietê
Começa no divisor Indalédo de Camargo-Mandiçummga, no ponto de cruzamento com o contraforte que finda na foz do córrego da Fazenda Paineiras, no ribeirão Mandiçununga; segue por este contraforte até a referida foz, prossegue pelo divisor fronteiro entre as águas dos ribeirões Mandiçununga e Quilombo, em demanda da cabeceira mais ocidental do córrego Cruz das Almas.

3 — Com o Município de Porto Feliz
Começa na cabeceira mais ocidental do córrego Cruz das Almas, e vai, pelo divisor, à cabeceira do córrego de Benedito João; desce pelo córrego de Benedito João e pelo córrego Água Branca até o ribeirão Quilombo; daí, vai em reta, à foz do ribeirão Pinhal, no ribeirão Pau d'Alho; sobe por este até a foz do córrego Avelino Corrêa e por este acima até sua cabeceira, ganha o divisor que deixa à direita, o córrego Maria Alves e à esquerda o ribeirão Pilões, segue por este divisor até o espigão-mestre Tietê-Sorocaba, segue pelo espigão-mestre até cruzar com o contraforte, que leva à bifurcação das águas do córrego Anhanguera; segue por este contraforte até a referida bifurcação; desce pelo córrego Anhanguera até sua foz no rio Sorocaba.

4 — Com o Município de Iperó
Começa na foz do córrego Anhanguera no rio Sorocaba, pelo qual desce até a foz do rio Sarapuí.

Com o Município de Tatuí.
Começa no rio Sorocaba, na foz do rio Sarapuí; desce por aquele até a foz do ribeirão Palmital ou Sete Ranchos, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE BOM JESUS DOS PERDÕES
(Criado em 1958)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Atibaia
Começa no pião divisor entre os ribeirões Itapetinga, Cachoeirinha e rio Jundiaí na serra da Pedra Vermelha; continua por esta serra até o contraforte que deixa, à esquerda, as águas do córrego Pedra Vermelha, e à direita, as do ribeirão Itapetinga ou dos Pintos; segue por este contraforte até a junção destes dois cursos d'água; vai desta confluência pelo contraforte fronteiro até a extremidade meridional da serra de Itapetininga; segue pela serra até a cabeceira mais ocidental do ribeirão Laranja Azeda, pelo qual desce até sua foz no rio Atibaia; sobe por este até a foz do rio Cachoeira.

2 — Com o Município de Piracaia
Começa no rio Atibaia na foz do rio Cachoeira; segue pelo divisor entre o rio Atibaia à direita, e o rio Cachoeira, à esquerda, até a cabeceira do córrego Municipal.

3 — Com o Município de Nazaré Paulista
Começa no divisor Atibaia-Cachoeira, na cabeceira do córrego Municipal; segue por este divisor até o contraforte entre o córrego da Água Comprida, de um lado, e o rio Atibainha, do outro lado; segue por este contraforte em demanda da foz do ribeirão do Taboão ou Vargem Grande, no rio Atibainha; sobe pelo ribeirão do Taboão ou Vargem Grande até a foz do córrego do Mascate, pelo qual sobe até a sua cabeceira do braço esquerdo; segue pelo contraforte Cachoeirinha – Mato Dentro, até o divisor entre o córrego Mato Dentro e rio Juqueri.

4 — Com o Município de Mairiporã
Começa no espigão Atibaia-Juqueri, no divisor entre o córrego Mato, Dentro e rio Jundiaí; segue pelo espigão Atibaia-Juqueri até atingir o pião divisor dos ribeirões Itapetinga, Cachoeirinha e rio Jundiaí, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE BORÁ
(Criado em 1963)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Quatá
Começa no espigão-mestre Peixe-Paranapanema, no ponto de cruzamento com o contraforte que separa as águas do córrego Borá das do ribeirão Bela Vista ou Cristal; segue por este contraforte em demanda da confluência dessas duas águas; desce pelo ribeirão Bela Vista ou Cristal até sua foz no rio do Peixe.

2 — Com o Município de Quintana
Começa no rio do Peixe, na foz do ribeirão Cristal ou Bela Vista; sobe por aquele até a foz do ribeirão do Hospital ou Barreiro.

3 — Com o Município de Lutécia
Começa no rio do Peixe, na foz do ribeirão do Hospital ou Barreiro; sobe por este até a foz do córrego da Paz pela qual continua até sua cabeceira mais meridional no espigão-mestre Peixe-Paranapanema.

4 — Com o Município de Paraguaçu Paulista
Começa no espigão-mestre Peixe-Paranapanema na cabeceira mais meridional do córrego da Paz; segue pelo espigão-mestre até cruzar com o contraforte que separa as águas do córrego Borá, das do ribeirão Bela Vista ou Cristal, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE BORACÉIA
(Criado em 1958)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Bariri
Começa na foz do ribeirão Água Limpa, no rio Tietê, pelo qual sobe até a foz do rio Jaú.

2 — Com o Município de Itapuí
Começa na foz do rio Jaú no rio Tietê, pelo qual sobe até a foz do rio Bauru.

3 — Com o Município de Pederneiras
Começa no rio Tietê na foz do rio Bauru, pelo qual sobe até a foz do córrego Anhumas; daí, segue pelo contraforte entre o córrego Anhumas, à direita, e o rio Bauru e córrego da Limeira, à esquerda, até cruzar com o divisor entre as águas do rio Bauru, de um lado, e ribeirão Água Limpa, do outro; prossegue por este divisor em demanda da cabeceira do córrego Pedras, pelo qual desce até o ribeirão Água Limpa; desce pelo ribeirão Água Limpa até sua foz no rio Tietê, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE BORBOREMA
(Criado em 1925)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Novo Horizonte
Começa no rio Tietê, na foz do rio Batalha; segue pelo contraforte fronteiro até cruzar com o divisor entre o córrego Anhumas, ribeirão Espírito Santa e córrego Fugidinho, à direita e o córrego Aparecida ribeirão Três Pontes e córregos da Mata e Inferninho, à esquerda; segue por esse divisor até o pião divisor entre os córregos Fugidinho, Inferninho e ribeirão Fugido.

2 — Com o Município de Itajobi
Começa no pião divisor entre os córregos do Fugidinho, Inferninho e ribeirão Fugido; segue pelo contraforte entre as águas do córrego Fugidinho. à direita, e as do ribeirão Fugido, à esquerda, até a cabeceira do córrego D. Mariana; desce por este córrego até o ribeirão Fugido; sobe por este até a foz do córrego dos Macacos e por este acima até sua cabeceira no espigão Fugido-Porcos; segue pelo espigão em demanda da cabeceira mais setentrional do córrego da Queimada.

3 — Com o Município de Itápolis
Começa na cabeceira mais setentrional do córrego da Queimada; desce por este até sua foz no ribeirão dos Porcos; desce por este até a ponte do Coronel Cristiano Franco; daí, vai, pelo contraforte fronteiro, até o divisor Porcos – São Lourenço; segue por este contraforte em demanda da foz do córrego Roseira, no rio São Lourenço.

4 — Com o Município de Ibitinga
Começa no rio São Lourenço, na foz do córrego Roseira; desce por aquele até o ribeirão dos Porcos e por este até o rio Tietê.

5 — Com o Município de lacanga
Começa no rio Tietê, na foz do ribeirão dos Porcos; desce por aquele até a foz do ribeirão Doce.

6 — Com o Município de Reginópolis
Começa no rio Tietê, na foz do ribeirão Doce; desce pelo rio Tietê até a foz do rio Batalha, onde tiveram início estas divisas.
 

MUNICÍPIO DE BOTUCATU
(Criado em 1855)

a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de São Manuel
Começa no rio Palmital, na foz do córrego da Fazenda São José do palmital; sobe pelo rio até sua cabeceira mais oriental; segue pelo divisor entre as águas dos rios Pardo e Claro até o divisor entre o ribeirão dos Cochos, à esquerda, e o rio da Prata, à direita; prossegue por este divisor em demanda da cabeceira do galho mais ocidental do córrego Jacu, pelo qual desce até sua foz no rio da Prata; sobe pelo rio da Prata até sua cabeceira mais oriental; segue pelo divisor até as águas dos rios Claro e Pardo até o divisor que separa as águas do rio Claro, à esquerda, das do córrego Araquá, à direita; continua por este divisor em demanda da cabeceira meridional do córrego da Divisa; desce por este até sua foz no rio Araquá; desce por este até a foz do córrego Ferraz; continua pelo contraforte fronteiro até o divisor entre as águas do rio Araquá e as dos rios Capivari e Tietê; caminha pelo divisor até a cabeceira do córrego Pedra do Cerrito; desce por este até a sua foz no rio Tietê.

2 — Com o Município de Dois Córregos
Começa no rio Tietê, na foz do córrego da Pedra do Cerrito; sobe por aquele até a foz do rio Piracicaba; sobe por este até a foz do córrego da Pedra de Amolar.

3 — Com o Município de Santa Maria da Serra
Começa no rio Piracicaba, na foz do córrego da Pedra de Amolar; sobe por aquele até a foz do córrego da Fazenda Ondas Grandes.

4 — Com o Município de Anhembi
Começa no rio Piracicaba, na foz do córrego da Fazenda Ondas Grandes; sobe por este até sua cabeceira mais oriental; transpõe o espigão Piracicaba-Tietê, em demanda da cabeceira mais setentrional da água da Fazenda Dois Córregos, pela qual desce até o rio Tietê e por este acima até a foz do córrego dos Sete Guarantãs; segue pelo contraforte da margem direita deste córrego em demanda da foz do córrego de J. Luís, afluente da margem esquerda do rio Alambari; sobe pelo rio Alambari até a foz do córrego Dezessete Ramos, e por este acima até a foz do córrego da Extrema.

5 — Com o Município de Bofete
Começa no córrego Dezessete Ramos, na foz do córrego da Extrema; sobe pelo córrego Dezessete Ramos até sua cabeceira mais meridional, na serra de Botucatu; segue pelos aparados desta serra e da Comprida, até o ponto onde são cortados pelo água Clara.

6 — Com o Município de Pardinho
Começa nos aparados da serra de Botucatu, no trecho que tem o nome local de serra Comprida, no ponto onde são cortados pela água Clara; sobe por esta água até sua cabeceira; alcança na contravertente a cabeceira do córrego de Pânfilo Dantas, pelo qual desce até sua foz no rio Pardo e por este abaixo até a foz do ribeirão Pardinho pelo qual sobe até sua cabeceira sudocidental; ganha, depois, a cabeceira do córrego do Retiro de Brasílio Machado, pelo qual desce até o ribeirão do Atalho.

7 — Com o Município de Itatinga
Começa no ribeirão do Atalho, na foz do córrego do Retiro de Brasílio Machado; desce pelo ribeirão do Atalho até sua, foz no ribeirão das Pedras, qual desce até a foz do córrego da Divisa; ganha, em reta, a cabeceira meridional do córrego das Pedrinhas, e por este abaixo até o rio Pardo e por este, até a foz do ribeirão da Restinga.

8 — Com o Município de Avaré
Começa no rio Pardo, na foz do ribeirão da Restinga; desce por aquele até a foz do ribeirão da Divisa; sobe por este até a foz do córrego Saltinho; sobe pelo córrego Saltinho até a foz da água do Saltinho, pela qual sobe até sua cabeceira mais setentrional; segue pelo divisor Pardo-Palmital, em demanda da cabeceira do córrego da Fazenda São José do Palmital, pelo qual desce até sua foz no rio Palmital, onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais

1 — Entre os Distritos de Botucatu e Rubião Júnior
Começa no ribeirão do Atalho na foz do córrego do Morro do Ouro pelo qual sobe até a cabeceira de seu galho norocidental; segue pelo divisor Atalho-Pardo até cruzar com o contraforte que deixa, à direita, o córrego do Guimarães; continua por esse contraforte em demanda da cabeceira do galho meridional do córrego do Cochos, pelo qual desce até sua foz no rio Pardo; sobe por este rio até a foz do ribeirão das Bicas, pelo qual sobe até sua cabeceira no divisor Pardo-Araquá; alcança, na contravertente, a cabeceira do galho meridional do córrego Grota Funda, pelo qual desce até a foz de seu galho, que nasce cerca de 0,5 km ao Norte da estação de Rubião Júnior; daí, vai em reta, ao km 273 da Estrada de Perro Sorocabana; deste ponto segue em demanda do divisor entre as águas dos ribeirões Fundo e das Agulhas, à direita, e as do córrego do Rubião, à esquerda; prossegue por esse divisor até onde é cortado por uma reta de rumo Leste, que vem da foz do córrego das Palmeiras, no córrego Araquá; segue por esta reta até a referida foz; sobe pelo córrego das Palmeiras até sua cabeceira ocidental no divisor Araquá-Claro.

2 — Entre os Distritos de Botucatu e Vitoriana
Começa no rio Araquá, na foz do ribeirão Fundo; vai em reta de rumo Leste aos aparados da serra de Botucatu, que fica a Nordeste da fazenda Boa Vista; segue pelos aparados até o ponto em que ela é atingida pela reta de rumo Oeste, que vem da ponta extrema, setentrional cia mesma serra, que fica cerca de um quilômetro ao Norte da sede da Fazendinha; segue pela reta que corta o Vale do ribeirão da Cidade e os trilhos da Estrada de Ferro Sorocabana e continua pelos aparados até encontrar o galho da esquerda ao córrego da Fazenda Cardoso, e por este desce até o rio Capivara, pelo qual sobe até a foz do ribeirão Capivari; continua pelo espigão que deixa, à direita, as águas deste último até a segunda ponte sobre o rio Alambari, na estrada de rodagem que vai da estação de Aiambari à procura da estrada de rodagem estadual, no seu tronco de São Paulo a Bauru.


MUNICÍPIO DE BRAGANÇA PAULISTA
(Criado em 1797)

a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Amparo
Começa no rio Jaguari, na foz do córrego de J. Marinho; segue pelo contraforte fronteiro até a serra do Pântano, pela qual caminha até a cabeceira sudoriental do ribeirão dos Limas.

2 — Com o Município de Monte Alegre do Sul
Começa na serra do Pântano, na cabeceira sudoriental do ribeirão dos Limas; segue pela serra até cruzar com o contraforte que finda no rio do Pinhal, na foz do córrego da Extrema. .

3 — Com o Município de Pinhalzinho
Começa na serra do Pântano, no ponto de cruzamento com o contraforte que finda no rio do Pinhal na foz do córrego da Extrema; segue pelo divisor entre as águas do rio Jaguari, à direita, e as do rio do Pinhal, à esquerda, até o contraforte da margem direita do córrego de Delfim Franco; continua por este contraforte em demanda da foz deste córrego no ribeirão das Pombas; daí, vai em reta, à foz do córrego de Teófilo Leme, no ribeirão das Araras, pelo qual sobe até a foz do córrego Distrital ou dos Vieiras.

4 — Com o Município de Pedra Bela
Começa no ribeirão das Araras, na foz do córrego Distrital ou dos Vieiras; continua pelo contraforte fronteiro até o divisor entre os ribeirões das Araras e dos Curitibanos ou Morro Agudo até cruzar com o divisor que deixa, à esquerda, as águas do ribeirão das Anhumas e, à direita, as do ribeirão Curitibanos ou Morro Agudo.

5 — Com o Município de Vargem
Começa no divisor entre os ribeirões das Araras e dos Curitibanos ou Morro Agudo, onde ele cruza com o divisor que deixa, à direita, as águas, do ribeirão Curitibanos ou Morro Agudo, e à esquerda, as do ribeirão Anhumas; caminha por este divisor até a foz do rio Jacareí no rio Jaguari; sobe por aquele até a foz do ribeirão das Sete Pontes.
 
6 — Com o Município de Piracaia
Começa no rio Jacareí na foz do ribeirão das Sete Pontes, pelo qual sobe até a foz do córrego dos Cubas, pelo qual sobe até sua cabeceira mais meridional, no morro Grande dos Cunhas; prossegue pelo espigão até a cabeceira mais setentrional do córrego Padre Abel.

7 — Com o Município de Atibaia
Começa no morro Grande dos Cunhas, na cabeceira mais setentrional do córrego Padre Abel; segue pelo espigão que deixa: à esquerda, as águas o ribeirão dos Peçanhas, e à direita, as do ribeirão Ressaca, em demanda da confluência do córrego do Areal, no ribeirão da Ressaca que vem do bairro do Morro Grande; transpõe o ribeirão da Ressaca e continua pelo espigão que deixa à direita, as águas do ribeirão Areal, e, à esquerda as do ribeirão Ressaca, em demanda da ponte da Estrada de Ferro Sorocabana, ramal de Bragança sobre o rio das Pedras; desce pelo rio das Pedras até a foz do córrego da Bocaina, que passa na sede da fazenda do Trigo; vai dessa confluência pelo divisor fronteiro em demanda da cabeceira mata meridional do ribeirão Mato Dentro e por este desce até o rio Atibaia.

8 — Com o Município de Jarinu
Começa no rio Atibaia, na foz do ribeirão Mato Dentro; desce por aquele até a foz do ribeirão da Fazenda Velha.

9 — Com o Município de Itatiba
Começa no rio Atibaia, na foz do ribeirão da Fazenda Velha; sobe por este até sua cabeceira mais setentrional e prossegue pelo espigão entre os rios Jaguari e Atibaia, até alcançar a cabeceira do braço sudoriental do córrego que vem da fazenda Manuel Ferraz.

10 — Com o Município de Morungaba
Começa no espigão-mestre entre as águas do rio Jaguari, ao Norte, e as do rio Atibaia, ao Sul, na cabeceira do braço sudoriental do córrego que passa na fazenda de Manuel Ferraz; desce por este córrego até o rio Jaguari e por este abaixo até a foz do córrego de J. Marinho, onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais

1 — Entre os Distritos de Bragança Paulista e Tuiuti
Começa no rio Jaguari, na foz do córrego da Fazenda de Manuel Ferraz; sobe por aquele até a foz do córrego dos Caetanos; continua pelo contraforte que deixa, à esquerda, as águas deste último, e, à direita, as do ribeirão das Pombas, até o divisor Pombas-Varginha; segue por este divisor até cruzar com o divisor que deixa, à esquerda, as águas do ribeirão do Pântano, e à direita, as do ribeirão do Pinhal.


MUNICÍPIO DE BRÁS CUBAS
(Criado em 1963)

a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Moji das Cruzes
Começa no rio Tietê na foz do rio Taiaçupeba; sobe pelo rio Tietê até a foz do ribeirão do Canudo ou Água Fria; sobe por este ribeirão até a foz do córrego do Matadouro, pelo qual sobe até sua cabeceira no divisor Tietê-Oropó; continua por este divisor em demanda da foz do córrego São João da Caputera no ribeirão Oropó; segue pelo contraforte fronteiro até cruzar com o divisor Oropó-Jundiaí; continua por este divisor em demanda da foz do ribeirão da Estiva no ribeirão Jundiaí, pelo qual desce até a foz do ribeirão Vargem Grande; segue pelo contraforte da margem esquerda deste ribeirão até cruzar com o divisor Jundiaí – Açúcar ou Comprido; segue por este divisor até a cabeceira ao córrego dos Pereiras, pelo qual desce até sua foz no ribeirão do Açúcar ou Comprido; desce, ainda, por este ribeirão até sua foz no rio Taiaçupeba.

2 — Com o Município de Susano
Começa na foz do ribeirão do Açúcar ou Comprido no rio Taiaçupeba, pelo qual desce até sua foz no rio Tietê, onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais

1 — Entre os Distritos de Brás Cubas e Jundiapeba
Começa na foz do ribeirão Vargem Grande no ribeirão Jundiaí, pelo qual desce até sua foz no rio Tietê.


MUNICÍPIO DE BRAÚNA
(Criado em 1954)

a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Clementina
Começa na foz do córrego Água Branca, no rio Promissão; sobe por este até a foz do córrego 14 de Dezembro ou Salomão, pelo qual sobe até sua cabeceira, no espigão-mestre Feio ou Aguapeí – Tietê.

2 — Com o Município de Coroados
Começa no espigão-mestre Feio ou Aguapeí 
Tietê, na cabeceira do córrego 14 de Dezembro eu Salomão; segue pelo espigão-mestre até cruzar com o divisor que deixa, à direita, as águas do córrego Água Limpa; prossegue por este divisor e pelo que separa as águas deste córrego das do Congonhas, até o ponto onde é cortado por uma reta de rumo 45° NW que vem da foz do córrego do Veado no rio Bonito.

3 — Com o Município de Glicério
Começa no divisor Congonhas 
Água Limpa, no ponto onde é cortado por uma reta de rumo 45° NW que vem da foz do córrego do Veado no rio Bonito; segue por essa reta até a referida foz.

4 — Com o Município de Penápolis
Começa no ribeirão Bonito, na foz do córrego do Veado; sobe pelo ribeirão Bonito até sua cabeceira no espigão-mestre Tietê 
Feio ou Aguapeí; segue por este espigão-mestre até a cabeceira mais setentrional do ribeirão Grande.

5 — Com o Município de Alto Alegre
Começa no espigão-mestre Tietê – Feio ou Aguapeí, na cabeceira mais setentrional do ribeirão Grande, pelo qual desce até o ponto onde é cortado pela reta de rumo Leste, que vem da cabeceira da água do E. Menchão.

6 — Com o Município de Luiziânia
Começa no ribeirão Grande, no ponto em que é cortado pela reta de rumo Leste, que vem da cabeceira da água do E. Menchão; daí vai, em reta, à referida cabeceira; desce por essa água até sua foz no ribeirão Luiziânia; sobe por este ribeirão até a foz da primeira água da margem direita; sobe por esta água até sua cabeceira no divisor Luiziânia-Promissão; alcança, na contravertente, a cabeceira do córrego Água Branca, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Promissão, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE BRODOSQUI
(Criado em 1913)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Batatais
Começa no ribeirão da Mata, na foz do córrego da Fazenda Morro Grande; sobe pelo ribeirão da Mata até a foz do córrego da margem esquerda, que deságua logo abaixo da sede da Fazenda de M. Caetano; sobe por este córrego da Fazenda de M. Caetano até sua cabeceira no espigão-mestre Pardo-Sapucaí; segue por este espigão-mestre até o divisor entre o ribeirão do Silva, à direita, e o ribeirão Claro, à esquerda; prossegue por este divisor até cruzar com o contraforte entre o córrego Olhos d'Água, à direita, e ribeirão Claro, à esquerda; prossegue por este contraforte em demanda da junção destes cursos de água; desce pelo ribeirão Claro até o ponto onde é cortado pela reta de rumo Oeste, que vem da cabeceira mais ocidental do córrego Pratinha, pelo qual desce até sua foz no ribeirão do Adão, logo abaixo da fazenda Alcídio.

2 — Com o Município de Altinópolis
Começa no ribeirão do Adão, na foz do córrego Pratinha, que deságua logo abaixo da fazenda Alcídio, na margem direita do ribeirão do Adão; desce por este e continua pelo ribeirão da Prata até sua foz no rio Pardo.

3 — Com o Município de Serrana
Começa no rio Pardo, na foz do ribeirão da Prata; desce por aquele até a foz do ribeirão da Figueira.

4 — Com o Município de Ribeirão Preto
Começa na foz do ribeirão da Figueira, no rio Pardo e por este desce até a foz do ribeirão da Fazenda Jacutinga.

5 — Com o Município de Jardinópolis
Começa no rio Pardo, na foz do ribeirão da Fazenda Jacutinga; prossegue pelo contraforte da margem esquerda do ribeirão da Fazenda Jacutinga até o espigão que deixa, à direita, as águas do ribeirão do Silva e, à esquerda as do ribeirão da Fazenda Jacutinga; continua por este espigão até o contraforte da margem esquerda do ribeirão das Posses; segue por este contraforte em demanda da foz do córrego da Divisa, no ribeirão das Posses; daqui segue em reta até a foz do córrego do Claudino, no córrego São Felipe; sobe pelo córrego do Claudino até sua cabeceira no divisor entre as águas do córrego São Felipe e as do ribeirão da Mata; segue por este divisor e pelo contraforte fronteiro em demanda da foz do córrego da Fazenda Morro Grande, no ribeirão da Mata, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE BROTAS
(Criado em 1859)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Dourado
Começa no rio Jacaré-Pepira, na foz do ribeirão do Barreiro; alcança pelo contraforte fronteiro o divisor Jacaré-Pepira 
Bebedouro; segue por este divisor em demanda da foz do ribeirão da Água Virtuosa, no ribeirão Bebedouro.

2 — Com o Município de Ribeirão Bonito
Começa na foz do ribeirão da Água Virtuosa, no ribeirão Bebedouro; sobe por este até a foz do córrego da Extrema, pelo qual sobe até sua cabeceira; continua pelo espigão que deixa, ao Norte, as águas do ribeirão Bebedouro e, ao Sul, as dos ribeirões Bonito e Rasteira, até a cabeceira mais ocidental do ribeirão de Santa Joana pelo qual desce até o rio Jacaré-Guaçu.

3 — Com o Município de São Carlos
Começa no rio Jacaré-Guaçu, na foz do ribeirão Santa Joana e sobe por aquele até a foz do ribeirão do Lobo.

4 — Com o Município de Itirapina
Começa no rio Jacaré-Guaçu, na foz do ribeirão do Lobo; sobe por este até sua cabeceira mais meridional; vai em reta, à cabeceira do córrego Minúsculo pelo qual desce até sua foz no córrego Morro Grande das Posses; vai em reta, à cabeceira nororiental do córrego das Aranhas; desce por este até sua foz; continua em reta à cabeceira do córrego que deixa, à esquerda, a sede da Fazenda Santa Clara; desce por este córrego até sua foz no ribeirão Tamanduá; segue por este até a foz do córrego Municipal; sobe por este até sua cabeceira oriental; vai em reta à cabeceira do córrego Lindeiro, pelo qual desce até o ribeirão do Jardim ou Pinheirinhos; sobe por este até a foz do córrego da Divisa, pelo qual sobe até sua cabeceira no divisor entre as águas dos ribeirões Jardim ou Pinheirinhos e dos Pintos; segue por este divisor até a cabeceira mais oriental do ribeirão dos Pintos.

5 — Com o Município de São Pedro
Começa no divisor entre as águas do ribeirão Jardim ou Pinheirinhos, e um lado, e as do ribeirão dos Pintos do outro lado, na cabeceira mais oriental do ribeirão dos Pintos, pelo qual desce até a foz do córrego Gerivá; vai, em reta, à cabeceira mais oriental do córrego Recreio; desce por este até o ribeirão Grande e por este, ainda, até a foz do córrego da Tapera, no bairro dos Gomes; segue pelo contraforte fronteiro da margem esquerda do córrego da Tapera que leva ao espigão da margem direita do ribeirão dos Bicudos; segue por este espigão até a cabeceira mais orientas do córrego da Fazenda Boa Esperança.

6 — Com o Município de Torrinha
Começa na cabeceira mais oriental do córrego da Fazenda Boa Esperança, afluente do ribeirão Laranja Azeda, no espigão-mestre Piracicaba – Jacaré-Guaçu; continua pelo espigão-mestre e pelo contraforte da margem esquerda do ribeirão Grande até o divisor entre as águas do ribeirão Grande e as do ribeirão Claro; segue por este divisor até a foz do córrego Clarinho, no ribeirão Claro; sobe por aquele até sua cabeceira mais ocidental; atravessa o espigão em demanda da cabeceira mais oriental do ribeirão da Pedra de Amolar e por este abaixo até o ribeirão Pinheirinhos ou Cachoeira; segue em reta à foz do córrego do Sul, no rio do Peixe.
 

7 — Com o Município de Dois Córregos
Começa no rio do Peixe, na foz do córrego do Sul; desce por aquele até a foz do córrego da Fazenda da Boa Vista do Paredão, pelo qual sobe até os aparados da serra de Brotas, e continua pelas aparados até alcançar o córrego do Mamão, pelo qual desce até o ribeirão do Barreiro, e por este até o rio Jacaré-Pepira, onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais

Entre os Distritos de Brotas e São Sebastião da Serra
Começa no ribeirão Bom Jardim, na foz do córrego Lindeiro; desce por aquele ribeirão até a foz do ribeirão dos Pintos; daí, vai, em reta, à foz do córrego Tijuco Preto, no ribeirão Grande; continua pelo contraforte da margem esquerda deste córrego ate cruzar com o divisor Grande-Claro.


MUNICÍPIO DE BURI
(Criado em 1921)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Paranapanema
Começa no ribeirão Indaíatuba, na foz do córrego Barreirão; desce pelo ribeirão Indaíatuba e pelo Enxovia até o rio Apiaí e por este até o rio Paranapanema.

2 — Com o Município de Angatuba
Começa na foz do rio Apiaí, no rio Paranapanema; sobe por este até a foz do ribeirão da Pescaria.

3 — Com o Município de Itapetininga
Começa no rio Paranapanema, na foz do ribeirão da Pescaria; sobe pelo rio Paranapanema até a foz do ribeirão Lajeado de Santa Isabel.

4 — Com o Município de Capão Bonito.
Começa no rio Paranapanema, na foz do ribeirão Lajeado de Santa Isabel, pelo qual sobe até a foz do córrego Lajeado da Pedra Chata, e ainda, por este, até sua cabeceira mais ocidental; segue pelo contraforte fronteiro até o divisor Lajeado da Pedra Chata – Lajeado do Pinheiro Seco; prossegue por este divisor em demanda da foz do córrego da Sanga, no ribeirão Lajeado do Pinheiro Seco; sobe por aquele até sua cabeceira, indo daí, em reta, à cabeceira do córrego da Divisa, e por este abaixo até o rio Paranapitanga; continua por nova reta à ponte de Basílio Nunes, hoje Marcolino Nunes, sobre o rio Apiaí-Mirim.

5 — Com o Município de Itapeva
Começa na ponte de Basílio Nunes, hoje Marcolino Nunes, sobre o rio Apiaí-Mirim; segue pelo divisor fronteiro, contornando as cabeceiras do córrego Lajeado até a cabeceira mais oriental do córrego do Pirizal, pelo qual desce até o rio Apiaí-Guaçu e por este, ainda, até a foz do córrego Rincão Comprido, pelo qual sobe até sua cabeceira no espigão Enxovia – Apiaí-Guaçu; segue pelo espigão até a cabeceira mais oriental do córrego Roseira, pelo qual desce até o ribeirão Enxovia e por este, ainda, até o córrego do Tijuco Preto, pelo qual sobe até sua cabeceira; vai à cabeceira do córrego dos Ribeiros e desce por este até o ribeirão Morro Cavado e por este, ainda, até a foz do córrego Jacu, pelo qual sobe até sua cabeceira, na contravertente do córrego Barreirão; alcança a cabeceira do córrego Barreirão, pelo qual desce ao ribeirão Indaíatuba, onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais

1 — Entre os Distritos de Aracaçu e Buri
Começa no rio Apiaí-Guaçu, na foz do ribeirão Enxovia; sobe por aquele até a foz do córrego do Retiro do Apiaí; sobe por este até sua cabeceira mais ocidental; segue pelo divisor fronteiro em demanda da foz do córrego da Viúva, no rio Paranapitanga, segue pelo contraforte fronteiro até o divisor Paranapitanga-Paranapanema; continua por este divisor em demanda da ponte do Delfino, sobre o rio Paranapanema, na estrada de rodagem para Itapetininga.
 

MUNICÍPIO DE BURITAMA
(Criado em 1948)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Araçatuba
Começa no rio Tietê, na foz do ribeirão Baguaçu, desce por aquele até a foz do ribeirão Mato Grosso, pelo qual sobe até a foz do córrego da Pedra.

2 — Com o Município de Turiúba
Começa no ribeirão Mato Grosso, na foz do córrego da Pedra; sobe por este até a foz do córrego do Bacuri, pelo qual sobe até sua cabeceira nororiental no divisor Pedra-Palmeiras; alcança na contravertente a cabeceira sudocidental do córrego de José Cecate, pelo qual desce até sua foz no córrego do Campo; desce por este córrego até sua confluência com o córrego da Mata, formadores do ribeirão Palmeiras; daí, segue em reta, até a citada junção; segue pelo contraforte fronteiro até o espigão Capivara-Palmeiras; prossegue por este espigão até a cabeceira do córrego Capivara, pelo qual desce até a foz do córrego Coqueiro; segue pelo contraforte fronteiro até o divisor Capivara – Ponte Nova; continua por este divisor até a cabeceira do córrego Chatão, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Ponte Nova; desce por este até sua foz no ribeirão Santa Bárbara.

3 — Com o Município de Planalto
Começa no ribeirão Santa Bárbara, na foz do ribeirão Ponte Nova; desce pelo ribeirão Santa Bárbara até o rio Tietê.

4 — Com o Município de Glicério
Começa no rio Tietê, na foz do ribeirão Santa Bárbara; desce por aquele até a foz do córrego das Congonhas.

5 — Com o Município de Coroados
Começa no rio Tietê, na foz do córrego das Congonhas; desce por aquele até a foz do córrego dos Baixotes.

6 — Com o Município de Birigui
Começa no rio Tietê, na foz do córrego do Baixotes; desce por aquele até a foz do ribeirão Baguaçu, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE BURITIZAL
(Criado em 1954)

a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Aramina
Começa no rio do Carmo na foz do ribeirão da Bandeira; continua pelo contraforte fronteiro até o contraforte entre as águas do ribeirão da Bandeira à direita, e o córrego da Estivinha, à esquerda; segue por este contraforte até o divisor entre as águas do ribeirão da Bandeira e o córrego Pedra Branca; continua por este divisor até a cabeceira mais meridional do córrego dos Camilos, pelo qual desce até sua foz no córrego Pedra Branca; desce pelo córrego Pedra Branca, até a foz do córrego dos Menezes, pelo qual sobe até sua cabeceira, no divisor entre as águas do córrego Pedra Branca, à direita, e as do córrego Paraíso à esquerda; continua por este divisor até cruzar com o contraforte que morre no córrego Paraíso na foz de seu galho nororiental.

2 — Com o Município de Igarapava
Começa no divisor Pedra Branca 
Paraíso no ponto de cruzamento com o contraforte que finda no córrego Paraíso na foz de seu galho nororiental; segue pelo divisor Pedra Branca  Paraíso até o espigão que separa as águas do córrego Pedra Branca das do córrego da Matinha; prossegue por este espigão até a cabeceira do galho mais ocidental do córrego da Matinha, pelo qual desce até sua foz no córrego da Cachoeirinha; desce pelo córrego da Cachoeirinha até sua foz no ribeirão do Fundão; desce por este ribeirão até a foz do ribeirão do Pari, qual sobe até a foz do córrego do Campo Mimoso.

3 — Com o Município de Pedregulho
Começa no ribeirão do Pari, na foz do córrego do Campo Mimoso; e por este até a foz do córrego da Paixão, e por este acima até sua cabeceira no bairro do Moleque; vai daí, em linha reta, à foz do córrego José Pinheiro no ribeirão da Bandeira; sobe pelo córrego José Pinheiro até sua cabeceira; vai, daí, em reta, à cabeceira mais setentrional do galho de Oeste do córrego do Inhame pelo qual desce até o rio Ponte Nova.

4 — Com o Município de Jeriquara
Começa no rio Ponte Nova, na foz do córrego do Inhame; desce por aquele até a foz do córrego Jeriquara.

5 — Com o Município de Ituverava
Começa no rio Ponte Nova, na foz do córrego Jeriquara; desce pelo rio Ponte Nova, até sua foz no rio do Carmo, pelo qual desce até a foz do ribeirão da Bandeira, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE CABRÁLIA PAULISTA
(Criado em 1948)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Lucianópolis
Começa no rio Alambari, na foz da água da Boa Vista; sobe pelo rio Alambari até a foz do ribeirão das Antas.

2 — Com o Município de Duartina
Começa no rio Alambari, na foz do ribeirão das Antas; sobe pelo rio Aiambari até a foz do ribeirão do Serrote; segue pelo contraforte fronteiro até o contraforte entre o ribeirão Preto, à direita, e as águas do Brás e da Capoeira, a esquerda; prossegue por este contraforte até cruzar com o espigão-mestre Aiambari–Batalha.

3 — Com o Município de Piratininga
Começa no espigão-mestre Alambari–Batalha, no ponto de cruzamento com o contraforte entre o ribeirão Preto e a água da Capoeira; segue pelo espigão-mestre até cruzar com o contraforte entre a água da Areia Branca, à direita, e a água do Barro Preto e ribeirão Três Barras, à esquerda; continua por este contraforte em demanda da foz da água do Poço, no rio Alambari; sobe pela água do Poço até sua cabeceira oriental, no divisor Alambari-Turvo.

4 — Com o Município de Agudos
Começa no divisor Alambari-Turvo, na cabeceira oriental da água do Poço; segue pelo divisor Alambari-Turvo até a cabeceira meridional da água da Boa Vista.

5 — Com o Município de Santa Cruz do Rio Pardo
Começa no divisor Alambari-Turvo na cabeceira meridional da água da Boa Vista, pela qual desce até sua foz no rio Alambari, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE CABREÚVA
(Criado em 1859)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Itupeva
Começa no espigão-mestre Tietê-Jundiaí, na cabeceira mais meridional do ribeirão Santa Rita; segue pelo espigão-mestre, deixando, à direita, as águas do ribeirão do Pinhal ou Jacaré, até cruzar com o contraforte que deixa, à direita, as águas do córrego Caracol; continua por este contraforte até a foz desse córrego, no ribeirão da Cachoeira.

2 — Com o Município de Jundiaí
Começa no ribeirão Cachoeira, na foz do córrego Caracol; sobe pelo ribeirão da Cachoeira até sua cabeceira sudoriental; ganha o alto da serra do Japi e pela cumiada desta prossegue, contornando as cabeceiras do rio Guaxinduba, até o alto do seu contraforte denominado de São Bento, que é o contraforte que deixa, à esquerda, as águas do ribeirão Caaguaçu; segue por este contraforte até a confluência deste com o ribeirão da Cachoeira, formadores do rio Jundiuvira.

3 — Com o Município de Pirapora do Bom Jesus.
Começa na confluência dos ribeirões Caaguaçu e Cachoeira, formadores do rio Jundiuvira; desce por este rio até sua foz no rio Tietê.

4 — Com o Município de São Roque
Começa no rio Tietê, na foz do ribeirão Jundiuvira e desce pelo rio Tietê até a foz do córrego Putribu de Cima.
 
5 — Com o Município  de Itu
Começa no rio Tietê, na foz do córrego Putribu de Cima; desce por aquele até a foz do ribeirão Itaguá, que nasce na povoação de Itaguá; sobe pelo ribeirão Itaguá, até a foz do córrego da Fazenda Morro Grande e vai, em reta de rumo Norte, até o rio Piraí, pelo qual sobe até o córrego Municipal  sobe por este até sua cabeceira e continua pelo divisor Pinhal-Jundiaí até o espigão-mestre Jundiaí-Tietê; caminha pelo espigão-mestre até a cabeceira mais meridional do ribeirão Santa Rita, onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais

1 — Entre os Distritos de Bom Fim do Bom Jesus e Cabreúva
Começa na serra do Japi, no ponto de cruzamento com o contraforte que deixa, à direita, as águas do ribeirão Caaguaçu, contraforte conhecido por espigão de São Bento; continua pela serra do Japi até a cabeceira do córrego Ribeirão, pelo qual desce até a foz do córrego da Fazenda Corcovado; sobe por este córrego até sua cabeceira; continua pelo espigão entre as águas do córrego Ribeirão, de um lado, e as do ribeirão do Caí, do outro lado, em demanda da foz do córrego da Fazenda São José, no ribeirão Caí; sobe por aquele córrego até a cabeceira de seu galho oriental; daí, continua pelo espigão que separa as águas dos ribeirões do Caí, à esquerda, e as do Bonfim, à direita, em demanda da foz do ribeirão do Bonfim no ribeirão do Pinhal; continua pelo contraforte fronteiro até cruzar com o espigão que separa as águas do rio Jundiaí, ao Norte, e as do ribeirão do Pinhal, ao sul.


MUNICÍPIO DE CAÇAPAVA
(Criado em 1855)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Monteiro Lobato
Começa na serra do Palmital na cabeceira mais setentrional do ribeirão Tuvu; segue por esta serra até cruzar com o divisor entre as águas dos ribeirões da Serra e da Santa Cruz.

2 — Com o Município de Taubaté
Começa na serra do Palmital, onde ela cruza o divisor entre as águas dos ribeirões da Serra e Santa Cruz; caminha por este divisor até a junção das águas do ribeirão Santa Cruz com as do córrego que vem da fazenda de José Benedito de Alcântara; desce pelo ribeirão Santa Cruz até a foz do rio Paraíba, e por este ainda até a foz do córrego Pichoá ou Ponte Alta, subindo por este até sua cabeceira mais meridional; prossegue pelo espigão da margem direita das águas do ribeirão Caçapava Velha, até cruzar com o divisor entre as águas deste último ribeirão, à direita, e as do ribeirão Taperão ou Piraí, à esquerda,

3 — Com o Município de Redenção da Serra
Começa no espigão da margem direita do ribeirão Caçapava Velha, onde cruza com o divisor entre as águas deste ribeirão, à direita, e dos ribeirões Itaim e Itaperão ou Piraí, à esquerda; continua pelo último divisor até a cabeceira do córrego Fonsecada.

4 — Com o Município de Jambeiro
Começa na serra do Jambeiro, na cabeceira do córrego da Fonsecada e pela serra prossegue até a cabeceira mais meridional do ribeirão Nossa Senhora da Ajuda do Bom Retiro.

5 — Com o Município de São José dos Campos
Começa na serra do Jambeiro, na cabeceira mais meridional do ribeirão Nossa Senhora da Ajuda do Bom Retiro; desce por este até o rio da Divisa, pelo qual desce até sua foz no rio Paraíba; sobe por este até a foz do ribeirão Butá, e sobe por este até a forquilha de seus maiores formadores; daí vai, em reta, à cabeceira setentrional do ribeirão do Tuvu, na serra do Palmital, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE CACHOEIRA PAULISTA
(Criado em 1880)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Cruzeiro
Começa no divisor intermediário das águas dos ribeirões Embaú e Passa Quatro, na cabeceira do córrego Mendanha; segue por este divisor até o contraforte entre o ribeirão Piquete, à direita, e o córrego Caxambu à esquerda; prossegue por este contraforte em demanda da foz do córrego Caxambu, no ribeirão Piquete, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Passa Vinte e por este até o rio Paraíba, pelo qual sobe até a foz do ribeirão das Pedras; sobe por este até o ribeirão do Alegre; sobe por este até a foz do córrego da Dorotéia ou Santa Cabeça, pelo qual sobe até sua cabeceira no divisor que deixa, à direita, as águas do ribeirão do Alegre, e à esquerda, as do ribeirão do Paiol.

2 — Com o Município de Silveiras
Começa na cabeceira do córrego da Dorotéia ou Santa Cabeça, no divisor entre as águas do ribeirão do Alegre, à direita, e as do ribeirão do Paiol, à esquerda; segue por este divisor até entroncar com o divisor entre as águas do ribeirão do Alegre e córrego Cantagalo; prossegue por este divisor até a cabeceira do córrego da Divisa; desce por este até sua foz no córrego Cantagalo, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Palmital; segue pelo contraforte da margem esquerda do ribeirão Palmital até o divisor Palmital–Bocaina; caminha por este divisor até entroncar com o contraforte da margem direita do córrego Nossa Senhora da Conceição; prossegue por este contraforte em demanda da foz do córrego Nossa Senhora da Conceição no rio Bocaina, pelo qual sobe até a foz do rio Bravo; sobe por este até a foz do ribeirão São Miguel, pelo qual sobe até o córrego Urutágua; sobe por este até a foz do córrego de Ramilo Imboava, pelo qual sobe e pelo galho Sul até sua cabeceira mais meridional no espigão Paraiba–Paraitinga, que é a serra do Quebra Cangalha; segue por esta serra até a cabeceira mais setentrional do córrego da Cachoeira.

3 — Com o Município de Lorena
Começa na serra do Quebra Cangalha que é o espigão entre o rio Paraíba e Paraitinga, na cabeceira mais setentrional do córrego da Cachoeira; segue pela crista da serra até a cabeceira mais meridional do ribeirão Caninhas; desce por este até o rio Paraíba; sobe pelo rio Paraíba até a foz ao córrego Limoeiro, pelo qual sobe até sua cabeceira; daí, vai em reta, ao espigão Branco–Piquete na cabeceira sudoriental do ribeirão do Areão.

4 — Com o Município de Piquete
Começa na cabeceira sudoriental do ribeirão do Areão, pelo qual desce ao ribeirão Piquete; sobe por este até a foz do ribeirão Passa Quatro, e por este até a foz do ribeirão Jaracatiá; sobe por este ribeirão até a foz do córrego Mendanha, pelo qual sebe até sua cabeceira no espigão entre as águas dos ribeirões Passa Quadro e Embaú, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE CACONDE
(Criado em 1864)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Tapiratiba
Começa no rio Pardo, na foz do ribeirão Areias; sobe por este até a foz do córrego do Retiro; segue por este até sua cabeceira mais setentrional e vai em reta à cabeceira do córrego da Fazenda Rosa Branca, que fica na contravertente; desce por este córrego até o córrego Faisqueira; continua por este até sua foz no ribeirão Cã–Cã; sobe por este até a foz do ribeirão Conceição e por este ainda até a foz do córrego do Cedro, pelo qual sobe até sua cabeceira mais oriental no espigão-mestre entre os rios Pardo e Sapucaí-Guaçu, já na divisa com o Estado de Minas Gerais.

2 — Com o Estado de Minas Gerais
Começa no espigão-mestre entre os rios Pardo e Sapucaí-Guaçu, na cabeceira mais oriental do córrego do Cedro; segue pela divisa com o Estado de Minas Gerais até o ponto de cruzamento da serra da Fumaça, com o contraforte entre as águas do ribeirão Santo Antônio à esquerda, e as do córrego Cubatão, à direita.

3 — Com o Município de Divinolândia
Começa na serra da Fumaça, no ponto de cruzamento com o contraforte entre as águas do ribeirão Santo Antônio, à esquerda, e as do córrego Cubatão, à direita; segue pelo contraforte até o ribeirão Santo Antônio, na foz do seu afluente da margem esquerda que deságua cerca de 1,5 km abaixo da fazenda Dona Ana; desce pelo ribeirão Santo Antônio até a foz do pequeno córrego da sua margem esquerda que deságua cerca de 3 km abaixo do afluente supracitado; sobe por este córrego até sua cabeceira mais ocidental e segue em reta ao espigão da margem esquerda do ribeirão Quebra–Machado, no ponto em que termina a reta de rumo Leste que vem da confluência do córrego da Divisa ou Cascalho com seu afluente mais meridional do córrego do Engano; segue pela referida reta até a citada confluência; prossegue dessa confluência pelo espigão da margem direita do córrego da Divisa ou Cascalho e continua pelo divisor que deixa  à esquerda, as águas do córrego do Sinal Geodésico ou Água Fria, indo até a foz deste córrego, no ribeirão Vargem Grande; segue pelo contraforte fronteiro em demanda da cabeceira mais meridional do córrego do Cruzeiro, pelo qual desce até sua foz no rio Pardo e por este até a foz do córrego da Fazenda Fortaleza.

4 — Com o Município de São José  do Rio Pardo
Começa no rio Pardo, na foz do córrego da Fazenda Fortaleza; desce pelo rio Pardo até a foz do ribeirão Areias, onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais

1 — Entre os Distritos de Barrânia e Caconde
Começa no espigão-mestre entre as águas do rio Pardo e as do rio Sapucaí-Guaçu, no ponto de cruzamento com o espigão que deixa, à direita o ribeirão da Conceição e à esquerda as do ribeirão São Mateus; prossegue por esse espigão até alcançar a cabeceira mais setentrional do ribeirão Bom Sucesso, e por este abaixo até o ribeirão Bom Jesus, pelo qual desce até a foz do córrego de São Gonçalo; sobe por este até sua cabeceira sudoriental, no divisor entre as águas do rio Pardo, à direita, e as do ribeirão Santa Bárbara, à esquerda, já nas divisas de Minas Gerais.


MUNICÍPIO DE CAFELÂNDIA
(Criado em 1925)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Guaimbê
Começa no córrego Cambará, na foz da água que passa ao Norte da sede da fazenda Cambará; desce pelo córrego Cambará até a foz da segunda água da margem esquerda; segue pelo contraforte que deixa, à esquerda, essa água e à direita a água da Colônia até cruzar com o divisor da margem esquerda do córrego Água Preta ou Sete Ranchos; continua por este divisor até a cabeceira da água Santa Maria; desce pelas águas Santa Maria e Santa Elza até sua foz no rio Feio.

2 — Com o Município de Lins
Começa no rio Feio, na foz da água Santa Elza; segue pelo contraforte fronteiro até o contraforte entre as águas do córrego Lagoa ou Lidiana, à esquerda, e as das Duas Fontes ou Valônia, à direita; continua por este contraforte até o divisor Feio–Dourado; prossegue por este divisor até a cabeceira da água Azul; desce por esta água até sua foz no ribeirão Grande, pelo qual desce até sua foz no rio Dourado; desce ainda, pelo rio Dourado até a foz do córrego Anhumas; sobe pelo córrego Anhumas até sua cabeceira mais setentrional no divisor Dourado–Tietê.

3 — Com o Município de Sabino
Começa na cabeceira mais setentrional do córrego Anhumas; segue Pelo divisor entre as águas do rio Dourado, à direita, e as do rio Tietê, à esquerda, até a cabeceira do córrego Macuquinho, pelo qual desce até sua foz no córrego Macuco; desce pelo córrego Macuco até sua foz no rio Tietê.

4 — Com o Município de Novo Horizonte
Começa no rio Tietê, na foz do córrego Macuco; sobe pelo rio Tietê até a foz do córrego da Onça.

5 — Com o Município de Pongaí
Começa no rio Tietê, na foz do córrego da Onça; sobe por este até a sua cabeceira mais meridional; procura o divisor que deixa o ribeirão do Ceryão, à direita, e o ribeirão Sucuri, à esquerda; prossegue por este divisor até o divisor Tietê–Dourado, pele qual caminha à procura da cabeceira mais setentrional do córrego São João.

6 — Com o Município de Guarantã
Começa no divisor Tietê–Dourado na cabeceira mais setentrional do córrego São João, pelo qual desce até o córrego Ponte Funda, pelo qual desce até sua foz no rio Dourado; continua pelo contraforte fronteiro até o contraforte que deixa, à esquerda, o córrego da Despedida, e, à direita o córrego Araci; continua por este contraforte até o divisor Dourado–Lagoa; segue por este Divisor até cruzar com o contraforte que deixa, à esquerda, as águas do córrego do Uru; continua por este contraforte em demanda da foz do córrego do Uru no córrego da Lagoa; sobe pelo córrego da Lagoa até a foz da água do Ricci, pela qual sobe até sua cabeceira ocidental no divisor Lagoa–Boa Vista; alcança na contravertente a cabeceira mais próxima do galho oriental do córrego Boa Vista pelo qual desce até a sua foz no córrego Saltinho; sobe pelo córrego Saltinho até sua cabeceira no divisor Dourado–Feio; segue por este divisor até a cabeceira do córrego das Pacas, pelo qual desce até sua foz no rio pelo; sobe pelo rio Feio até a foz do ribeirão Inhema, pelo qual sobe até a foz da água do Progresso.

7 — Com o Município de Júlio de Mesquita
Começa no ribeirão Inhema, na foz da água do Progresso, pela qual sobe até a cabeceira de seu galho norocidental, no divisor Inhema–Chantebled; segue por este divisor até cruzar com o contraforte que deixa, à esquerda, as águas do córrego Chantebled, águas que passam pela colônia da fazenda Chantebled; prossegue por este contraforte em demanda da foz do córrego da Invernada no córrego Chantebled; daí. vai, em reta, à foz da água que passa ao Norte da sede da fazenda Cambará; no córrego Cambará, onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais

1 — Entre os Distritos de Bacuriti e Simões
Começa no rio Tietê, na foz do córrego Relógio Queimado, pelo qual sobe e por seu galho da esquerda até sua cabeceira; segue pelo contraforte entre as águas do córrego de Meio, à direita, e as do ribeirão do Cervão, à esquerda até entroncar com o divisor entre os rios Tietê–Dourado.

2 — Entre os Distritos de Bacuriti e Cafelândia
Começa no divisor entre as águas do rio Tietê, à direita, e as do rio Dourado, à esquerda, no ponto de cruzamento com o contraforte entre as águas do ribeirão do Cervão e as do córrego do Meio; segue pelo divisor Tietê–Dourado até a cabeceira do córrego Macuquinho.

3 — Entre os Distritos de Cafelândia e Simões
Começa no divisor entre as águas do rio Tietê, à esquerda, e do rio Dourado, à direita, no ponto de entroncamento com o contraforte entre as águas do córrego do Meio e as do ribeirão do Cervão; segue pelo divisor Tietê–Dourado, até cruzar com o divisor Cervão–Sucuri.

4 — Entre os Distritos de Cafelândia e Cafesópolis
Começa no rio Feio, na foz do córrego das Pacas; desce pelo rio Feio até a foz do córrego Santa Elza.


MUNICÍPIO DE CAIABU
(Criado em 1954)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Presidente Prudente
Começa no ribeirão Mandaguari, na foz do córrego do Acampamento; desce pelo ribeirão Mandaquari até sua foz no rio do Peixe.

2 — Com o Município de Mariápolis
Começa no rio do Peixe, na foz do ribeirão Mandaguari; sobe pelo rio do Peixe até o ribeirão São José ou Cristal.

3 — Com o Município de Martinópolis
Começa no rio do Peixe, na foz do ribeirão São José ou Cristal; sobe por este até sua cabeceira no divisor entre os ribeirões São José ou Cristal e Santa Tereza; segue daí pelo divisor até cruzar com o contraforte entre o córrego São Francisco, à direita, e o córrego Lindeiro, à esquerda; segue por este contraforte em demanda da foz do córrego Lindeiro, no ribeirão Santa Tereza; continua pelo contraforte fronteiro entre as águas do córrego Saltinho, à direita, e as do córrego Encantado, à esquerda, até o divisor entre as águas do ribeirão Santa Tereza, de um lado, e córrego Jacaré, do outro lado; prossegue por este divisor até a cabeceira oriental do córrego Saracura.

4 — Com o Município de Indiana
Começa no divisor entre as águas do ribeirão Santa Tereza, à direita, e as do córrego Jacaré, a esquerda, na cabeceira oriental do córrego Saracura, pelo qual desce até sua foz no córrego do Acampamento; desce pelo córrego do Acampamento até um ponto situado a duzentos metros à montante de sua foz no ribeirão Mandaguari.

5 — Com o Município de Regente Feijó
Começa no córrego do Acampamento, num ponto situado a duzentos metros à montante de sua foz no ribeirão Mandaguari; desce pelo córrego do Acampamento até sua foz no ribeirão Mandaguari, onde tiverem início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais

1 — Entre os Distritos de Boa Esperança d'Oeste e lubatinga
Começa na foz da água Junqueira ou da Fazenda Floresta, no ribeirão São José ou Cristal; daí, vai, em reta, à estrada Esperança d'Oeste–Iubatinga, num ponto equidistante do centro das referidas vilas; deste ponto continua pelo contraforte da margem direita do córrego Patrimônio até a cabeceira do córrego do Bispo, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Mandaguari.

2 — Entre os Distritos de Caiabu e lubatinga
Começa no ribeirão Mandaguari, na foz do ribeirão Santa Tereza, pelo qual sobe até a foz do córrego Siegfried ou Saudade; sobe por este córrego até sua cabeceira mais oriental, no divisor Mandaguari — São José ou Cristal; daí continua por este divisor em demanda da cabeceira do córrego Bananinha pelo qual desce até sua foz no ribeirão São José ou Cristal.


MUNICÍPIO DE CAIEIRAS
(Criado em 1958)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Cajamar
Começa no rio Juqueri, na foz do córrego Itaim; daí segue em reta de rumo Norte até cortar o divisor entre as águas do córrego do Itaim, afluente do ribeirão Juqueri-Mirim ou Tabuões, e as do córrego Olhos D'Água; daí vai, por nova reta, à foz do córrego do Felix, no ribeirão dos Tabuões.

2 — Com o Município de Franco da Rocha
Começa na foz do córrego do Felix, no ribeirão Tabuões; segue pelo contraforte fronteiro até o divisor entre as águas do córrego do Felix, à esquerda, e do córrego Olhos D'Água, à direita; segue por este divisor até alcançar a cabeceira mais ocidental do córrego do Tanque Velho; desce por este até sua foz no córrego dos Abreus; desce por este córrego até onde é cortado por unia reta de rumo Oeste que vem da foz do córrego da Colônia, no rio Juqueri; segue por esta reta até a citada foz; sobe pelo córrego da Colônia até sua cabeceira; segue pelo divisor entre o córrego Cresciuma, à direita, e o rio Juqueri, à esquerda, até o divisor Cresciuma – Santa Inês; prossegue por este divisor até a cabeceira do córrego do Engenho, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Santa Inês.

3 — Com o Município de Mairiporã
Começa no ribeirão Santa Inês, na foz do córrego do Engenho; sobe pelo ribeirão Santa Inês, até a foz do córrego Claro; daí, continua pelo contraforte fronteiro entre o ribeirão Santa Inês, à direita, e o córrego Claro, à esquerda, até cruzar a serra da Cantareira.

4 — Com o Município de São  Paulo
Começa na serra da Cantareira, no ponto de cruzamento com o contraforte entre o ribeirão Santa Inês e o córrego Claro; segue pela serra da Cantareira até a serra do Ajuá, pela qual continua até a cabeceira mais meridional do ribeirão dos Pinheirinhos, pelo qual desce até sua foz, no rio Juqueri; desce pelo rio Juqueri até a foz do córrego do Itaim, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE CAIUÁ
(Criado em 1954)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Presidente Epitácio

Começa no ribeirão dos Guachos ou Santa Cruz, na foz do córrego São João ou Prata; daí, vai, em reta, à foz do córrego Santa Cruzinha no ribeirão Santo Anastácio; sobe pelo córrego Santa Cruzinha até sua cabeceira no divisor Santo Anastácio–Caiuá; deste ponto vai em reta ao quilômetro 880 da Estrada de Ferro Sorocabana, donde vai por nova reta ao ribeirão do Veado, no ponto onde é cortado pela reta Caiuá; segue pela reta Caiuá até cortar o rio do Peixe.

2 — Com  o Município de Panorama
Começa no rio do Peixe, no ponto onde é cortado pela reta Caiuá; sobe pelo rio do Peixe  até a foz do ribeirão Pederneiras.

3 — Com o Município de Presidente Wenceslau.
Começa no rio do Peixe na foz do ribeirão Pederneiras, pelo qual sobe até a foz do córrego Água Sumida; sobe por este córrego até sua cabeceira; continua pelo divisor que separa as águas do rio do Peixe das do ribeirão do Veado, até cruzar com o contraforte que finda neste ribeirão, na foz da água da Colônia; segue por este contraforte em demanda da citada foz; continua pelo contraforte fronteiro que deixa, à esquerda, as águas da Colônia até o divisor Veado–Caiuá; segue por este divisor até a cabeceira setentrional da água Andorinha, pela qual desce até sua foz no ribeirão Caiuá; daí, vai em reta ao divisor Caiuá — Santo Anastácio, na cabeceira do córrego Santa Maria, pelo qual desce até sua foz no rio Santo Anastácio.

4 — Com o Município de Marabá Paulista
Começa no rio Santo Anastácio, na foz do córrego Santa Maria; desce pelo rio Santo Anastácio até a foz do córrego Jaguatirica, pelo qual sobe até sua cabeceira no divisor Santo Anastácio–Guachos ou Santa Cruz; segue por este divisor que separa as águas do rio Santo Anastácio, à direita e as do córrego São João ou Prata, à esquerda em demanda da foz deste córrego no ribeirão dos Guachos ou Santa Cruz, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE CAJAMAR
(Criado em 1958)


a) Divisas Municipais

1 — Com  o Município de  Jundiaí
Começa no ribeirão da Cachoeira, no ponto onde é cortado pela reta de rumo Norte, que vem da foz do córrego do Tanquinho, no ribeirão Panunduva; sobe pelo ribeirão Cachoeira até a foz do córrego da Fazenda, pelo qual sobe até sua cabeceira mais oriental; segue pelo divisor fronteiro em demanda da serra dos Cristais, que é o espigão entre as águas dos rios Tietê e Jundiaí; prossegue pela serra dos Cristais até a cabeceira mais setentrional do ribeirão Tabuões.

2 — Com o Município de Franco da Rocha
Começa na serra dos Cristais, na cabeceira mais setentrional do ribeirão Tabuões, pelo qual desce até a foz do córrego do Felix.

3 — Com o Município de  Caieiras
Começa no ribeirão Tabuões, na foz de córrego do Felix; daí vai, em reta, ao divisor entre as águas dos córregos Olhos D'Água e Itaim; afluente do ribeirão Juqueri-Mirim ou Tabuões, na extremidade da reta de rumo Norte, que vem da foz do córrego Itaim, no rio Juqueri; deste ponto segue pela referida reta até a foz do córrego do Itaim, no rio Juqueri.

4 — Com o Município de São Paulo
Começa no rio Juqueri, na foz do córrego Itaim, pelo qual sobe até a foz do córrego Paiol Velho.

5 — Com o Município de Santana de Parnaíba
Começa no córrego Itaim, na foz do córrego Paiol Velho pelo qual sobe até a foz do córrego, que nasce ao Sul do morro do Polvilho; sobe por esse córrego até sua cabeceira, no morro do Polvilho; daí, segue pelo contraforte da margem direita do rio Jaguari, em demanda da foz deste rio, no rio Juqueri, pelo qual desce até a foz do córrego do Morro do Mateus.

6 — Com o Município de Pirapora do Bom Jesus
Começa no rio Juqueri, na foz do córrego do Morro do Mateus; continua pelo contraforte da margem direita do córrego do Morro do Mateus, até cruzar com o divisor Morro do Mateus–Panunduva; prossegue por este divisor, em demanda da foz do córrego do Tanquinho, no ribeirão Panunduva; daí vai, em reta de rumo Norte, até alcançar o ribeirão da Cachoeira, onde tiveram início estas divisas.
  
b) Divisas  Interdistritais

1 — Entre o distrito de Cajamar e o de Jordanésia Começa no divisor entre o ribeirão Tabuões, à esquerda, e o ribeirão da Cachoeira à direita, na cabeceira mais oriental do córrego da Fazenda segue por este divisor até cruzar com o divisor Tabuões–Pires; continua por este divisor até a cabeceira do galho mais ocidental do córrego Casa de pedra, pelo qual desce até a sua foz no ribeirão Tabuões ou Juqueri-Mirim; segue daí, pelo contraforte fronteiro até o divisor da margem esquerda do córrego Olho D'Água, continua por este divisor até cruzar com o divisor Olho D’Água–Itaim, afluente da margem esquerda do ribeirão Tabuões; prossegue por esse divisor Olho D'Água–Itaim até o ponto em que é cortado pela reta de rumo Norte que vem da foz do córrego Itaim, no rio Juqueri.


MUNICÍPIO DE CAJOBI
(Criado em 1926)


a) Divisas Municipais

1 — Entre os Distritos de Esperança d'Oeste e lubatinga
Começa no rio Turvo, na foz do córrego Capituvinha; sobe por este até sua cabeceira mais setentrional; continua pelo contraforte fronteiro até atingir o espigão que deixa, à direita, as águas do córrego Bebedouro do Turvo, e, à esquerda, as do córrego Olhos d’Água; caminha por este espigão até alcançar a cabeceira do córrego da Fazenda Santana.

2 — Com o Município de Severínia
Começa na cabeceira do córrego da Fazenda Santana; continua pelo espigão que deixa, à esquerda as águas do córrego Olhos d'Água e, à direita, as do córrego Bebedouro do Turvo e Ribeirãozinho, até o contraforte da margem direita do córrego Barrinha; continua por este contraforte em demanda da foz do córrego Barrinha, no córrego do Bambu, pelo qual sobe até sua cabeceira mais oriental; daí, segue em reta a cabeceira sudocidental do córrego do Alípio, e daí continua por outra reta a cabeceira sudocidental do córrego de Abílio de Almeida.

3 — Com c Município de Monte Azul Paulista
Começa na cabeceira sudocidental do córrego de Abílio de Almeida; segue pelo contraforte que deixa, à esquerda, o córrego Barro Preto ou Domiciano e, à direita, as águas do córrego das Palmeiras ou Aurora, até cruzar com o espigão entre as águas do córrego Barro Preto ou Domiciano e as do córrego Coqueiros; prossegue por este espigão até entroncar com o contraforte que deixa, à esquerda, o córrego do Matadouro; continua por este contraforte em demanda da foz do córrego da Fazenda Santa Rosa, no córrego do Matadouro; sobe pelo córrego da Fazenda Santa Rosa até sua cabeceira sudocidental no divisor Matadouro — Turvo, pelo qual segue até a cabeceira mais setentrional do córrego da Fazenda São João; desce por este abaixo até o córrego do Souza, pelo qual desce até sua foz no rio Turvo.

4 — Com o Município de Paraíso
Começa no rio Turvo, na foz do córrego do Souza; desce por aquele até a foz do córrego da Baixa e por este sobe até sua cabeceira; segue pelo espigão Turvo — Onça, até cruzar com o contraforte entre o córrego Maria Alves ou dos Coelhos, de um lado, e o córrego das Pedras, do outro lado; continua por este contraforte em demanda da cabeceira do córrego dos Porcos, pelo qual desce até o ribeirão da Onça.

5 — Com o Município de Catanduva
Começa no ribeirão da Onça, na foz do córrego dos Porcos; desce pelo primeiro até a fez do córrego Águas Claras.

6 — Com o Município de Tabapuã
Começa no ribeirão da Onça, na foz do córrego Águas Claras; desce pelo primeiro até o rio Turvo e por este abaixo até a foz do córrego Capituvinha, onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais

1 — Entre os Distritos de Cajobi e Embaúba
Começa no rio Turvo, na foz do córrego da Baixa; desce pelo rio Turvo até a foz do ribeirão da Onça.

2 — Entre os Distritos de Cajobi e Monte Verde Paulista
Começa no divisor entre os córregos Barrinha e do Bule, na cabeceira do primeiro córrego que deságua no córrego do Bule, à jusante da foz do córrego Matias; desce por esse córrego até sua foz no córrego do Bule; continua pelo contraforte que deixa, à esquerda, o córrego do Matias até o divisor Bule 
Parra; prossegue por este divisor até a cabeceira norocidental do córrego Parra, pelo qual desce até a confluência com o galho setentrional; daí, vai em reta, à junção dos dois galhos mais altos do córrego São Geraldo, de onde vai por nova reta a cabeceira ocidental; de córrego de Larco; desce por este córrego até sua foz no córrego Antônio Belo, sobe por este córrego até a foz do córrego da Fazenda Santa Rita, pelo qual sobe até sua cabeceira no divisor Belo Matadouro.


MUNICÍPIO DE CAJURU
(Criado em 1865)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Altinópolis
Começa no rio Pardo, na foz do rio Araraquara; sobe por este até a foz do córrego da Prata; vai por este acima até sua cabeceira mais oriental; segue pelo espigão que deixa, à direita, as águas do rio Araraquara, e, à esquerda, as do ribeirão do Adão, em demanda da foz do ribeirão do Cervo no ribeirão Araraquara; sobe por este até a foz do córrego Laranjal.

2 — Com o Município de Santo Antônio da Alegria
Começa no ribeirão Araraquara, na foz do córrego Laranjal; sobe por aquele até a foz do córrego Barreiro das Antas e por este acima até sua cabeceira mais meridional, na serra da Laje; segue pela cumiada desta serra e pela do Frei Custódio, até cruzar com o divisor entre o ribeirão Vermelho e o rio Cubatão.

3 — Com o Município de Cássia dos Coqueiros
Começa na serra de Frei Custódio, no ponto de cruzamento com o divisor entre o ribeirão Vermelho e o rio Cubatão; continua pelo divisor que deixa, à esquerda, as águas do rio Cubatão e, à direita, as do ribeirão Vermelho até atingir a cabeceira do córrego do Furtado pelo qual desce até a foz do córrego das Palmeiras; sobe por este e por seu galho meridional até sua cabeceira; continua pelo contraforte que deixa, à esquerda, as águas do rio Cubatão, e, à direita, as do córrego São João, até a cabeceira do córrego do Barreiro; desce por este até o rio Cubatão; segue pelo contraforte fronteiro até o divisor que deixa à direita, as águas dos córregos Encantado e da Serra; prossegue por este divisor até a cabeceira mais setentrional do córrego Contendas, pelo qual desce até os aparados da serra do mesmo nome.

4 — Com o Município de Mococa
Começa onde os aparados da serra das Contendas são cortados pelo córrego Contendas; segue pelos aparados da serra das Contendas, até o contraforte da margem esquerda do córrego da Fazenda da Serra; segue por este contraforte até alcançar a confluência do córrego da Fazenda da Serra, no ribeirão da Boiada; desce por este até sua foz no rio Pardo.

5 — Com o Município de Tambaú
Começa na foz do ribeirão da Boiada, no rio Pardo, e desce por este até a foz do ribeirão Quebra–Cuia.

6 — Com o Município de Santa Rosa de Viterbo
Começa no rio Pardo, na foz do ribeirão Quebra–Cuia; desce por aquele até a foz do ribeirão das Águas Claras.

7 — Com o Município de São Simão.
Começa na foz do ribeirão das Águas Claras, no rio Pardo; desce por este até a foz do ribeirão da Prata.

8 — Com o Município de Serra Azul
Começa no rio Pardo, na foz do ribeirão da Prata; desce pelo no Pardo até a foz do rio Araraquara onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais

1 — Entre os Distritos de Cajuru e Santa Cruz da Esperança (ex–Cruz da Esperança)
Começa no rio Pardo, na foz do córrego Sertãozinho; sobe por este até sua cabeceira; ganha o espigão que contorna a cabeceira do ribeirão do Bosque e continua pelo contraforte entre este ribeirão, à esquerda e o córrego da Esperança, à direita, até a junção das duas águas; segue pelo contraforte que deixa o córrego das Posses, à esquerda, e o córrego da Esperança, à direita, até alcançar a cabeceira mais meridional do córrego do Cacho, pelo qual desce até o rio Araraquara; desce por este até a foz do córrego da Prata.


MUNICÍPIO DE CAMPINAS
(Criado em 1797)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Sumaré
Começa no espigão que deixa, à direita, as águas ao rio Capivari e a esquerda, as do ribeirão do Quilombo, na cabeceira mais ocidental do córrego Comprido; segue por este espigão até o divisor entre as águas do ribeirão do Quilombo e as do rio ao Castelo; continua por este divisor até o divisor entre as águas do ribeirão Jacuba, à esquerda, e as do ribeirão do Quilombo, à direita; segue por este divisor até encontrar o prolongamento do eixo da rua 4, do loteamento Aparecida; segue por este prolongamento e pelo eixo da rua 4 até a rua 11; prossegue pelo eixo da rua 11, e por seu prolongamento, atravessando a rodovia estadual Anhanguera, até cruzar com o divisor Tijuco Preto–Quilombo, continua por este divisor até cruzar com o contraforte da margem direita do córrego do Paris; continua por este contraforte até a foz deste córrego no ribeirão do Quilombo; desce pelo ribeirão do Quilombo até a foz do córrego da Fazenda Deserto.

2 — Com o Município de Paulínea
Começa no ribeirão do Quilombo, na foz do córrego da Fazenda Deserto; segue pelo contraforte entre este córrego, à esquerda, e as águas do ribeirão do Quilombo, à direita., até o divisor que deixa, à esquerda, as águas do ribeirão do Quilombo, e, à direita as do ribeirão das Anhumas; segue por este divisor em demanda da cabeceira meridional do córrego da Fazenda do Quilombo; desce por este até o ribeirão das Anhumas, pelo qual desce até sua foz no rio Atibaia; sobe por este até a foz do córrego São Francisco.

3 — Com o Município da Jaguariúna
Começa no rio Atibaia, na foz do córrego São Francisco; sobe pelo rio Atibaia até a foz do córrego da Fazenda Mato Dentro; sobe por este córrego até a cabeceira do galho oriental; continua pelo divisor Atibaia–Jaguari, em demanda da foz do córrego da Fazenda de Carlos Aranha, no rio Jaguari.

4 — Com o Município de Pedreira
Começa no rio Jaguari, na foz do córrego da Fazenda de Carlos Aranha; sobe pelo rio Jaguari até a foz do córrego da Fazenda Recreio ou Bom Retiro; vai, daí, em reta, à foz do córrego da Linde, no rio Jaguari e por este acima ate a foz do córrego da Vendinha do Jaguari.

5 — Com o Município de Morungaba
Começa no rio Jaguari, na foz do córrego da Vendinha do Jaguari; continua pelo contraforte da margem direita deste córrego, em demanda da serra das Cabras, e por esta serra prossegue em demanda do Morro Agudo do Franco; daí, vai, pelo espigão, até o contraforte da margem direita do córrego da Fazenda Espírito Santo do Morro Agudo; continua por este contraforte, em demanda da foz do referido córrego, no rio Atibaia.

6 — Com o Município de Valinhos
Começa no rio Atibaia na foz do córrego da Fazenda Espírito Santo do Morro Agudo; desce pelo rio até a foz do córrego da Fazenda Baronesa de Atibaia; sobe por este até sua cabeceira do galho da esquerda; continua pelo espigão fronteiro até o contraforte que finda na foz de um pequeno córrego, no ribeirão Samambaia, cerca de dois quilômetros abaixo da estação de Samambaia, segue pelo contraforte até a citada foz; sobe pelo pequeno córrego até sua cabeceira; continua pelo contraforte fronteiro até o divisor que deixa, à direita, o rio Capivari e, à esquerda, o ribeirão dos Pinheiros, até cruzar com o divisor que deixa, à direita, as águas do córrego Serra d'Água ou da Fazenda Jambeiro e, á esquerda, as dos córregos da Fazenda Jacupiranga e da Fazenda São Pedro; segue por este divisor em demanda da foz do córrego da Fazenda São Pedro, no rio Capivari e por este rio sobe até a foz do córrego da Fazenda Rio da Prata.

7 — Com o Município de Itupeva
Começa no rio Capivari, na foz do córrego da Fazenda Rio da Prata; segue em reta à cabeceira oriental do córrego Bom Fim, desce por este até o tanque da Fazenda Bom Fim.
 
8 — Com o Município de Indaíatuba.
Começa no tanque da Fazenda Bom Fim; desce pelo rio Capivari-Mirim, até a foz do primeiro córrego da margem direita, abaixo do córrego Mato Dentro.

9 — Com o Município de Monte Mor
Começa no rio Capivari-Mirim, na foz do primeiro córrego da margem direita, abaixo do córrego Mato Dentro; sobe pelo citado córrego até sua cabeceira, no espigão entre os rios Capivari-Mirim e Capivari; segue por este espigão até a cabeceira do córrego que desemboca acima da ponte dos Gonçalves desce por este córrego até o rio Capivari, pelo qual desce até o córrego Campo Grande; sobe por este até sua cabeceira mais ocidental, de onde vai, em reta, à junção dos dois galhos mais altos do córrego Comprido; sobe pelo galho mais norocidental até sua cabeceira mais ocidental no espigão Capivari–Quilombo, onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais

1 — Entre os Distritos de Barão de Geraldo e Campinas
Começa no rio Atibaia, na foz do córrego São Francisco; segue pelo contraforte fronteiro até o divisor Atibaia–Anhumas; prossegue por este divisor em demanda da foz do córrego da fazenda Ponte Alta, no ribeirão das Anhumas; continua pelo contraforte fronteiro que deixa, à esquerda, o ribeirão das Anhumas, em demanda da confluência dos galhos oriental e ocidental do córrego da Fazenda Santo Antônio; segue pelo contraforte até o divisor da margem direita do ribeirão Quilombo; prossegue por este divisor em demanda da cabeceira da água que passa a Norte da sede da fazenda Monjolinho; desce por esta água até sua foz no ribeirão do Quilombo, pelo qual desce até a foz do córrego da Lebre.

2 — Entre os Distritos de Barão de Geraldo e Nova Aparecida
Começa na foz do córrego da Lebre no ribeirão do Quilombo, pelo qual desce até a foz do córrego do Pari.

3 — Entre os Distritos de  Campinas e Nova Aparecida
Começa no espigão Quilombo–Jacuba, na cabeceira do galho sudocidental do córrego da Lebre, pelo qual desce até sua foz no ribeirão do Quilombo.

4 — Entre os Distritos de Campinas e Souzas
Começa no rio Jaguari, na foz do córrego da Fazenda Roseira; sobe por este até sua cabeceira; ganha o contraforte intermediário dos dois ramos do córrego da Fazenda Angélica, indo à confluência dessas duas águas e desce pelo córrego até o rio Atibaia; segue pelo contraforte fronteiro até o divisor que deixa, à direita, as águas dos ribeirões do Tanquinho e das Anhumas e, à esquerda, as do rio Atibaia; segue por este divisor até a cabeceira do pequeno córrego da Lapa, pelo qual desce até o córrego da Fazenda Baronesa de Atibaia.

Entre os Distritos de Joaquim Egídio e Souzas
Começa no rio Atibaia, na foz do ribeirão dos Pinheiros, ribeirão a montante da ponte da estrada Joaquim Egídio – Valinhos; segue pelo contraforte fronteiro entre as águas do córrego da Fazenda Riquem, à direita, e as do rio Atibaia, à esquerda, até o divisor entre o rio Atibaia e o ribeirão das Cabras; prossegue por este divisor em demanda da foz do córrego da Chácara Belmonte, no ribeirão das Cabras; sobe pelo córrego da Chácara Belmonte até sua cabeceira; segue pelo divisor entre as águas do ribeirão das Cabras, à direita, e as do rio Atibaia, à esquerda, em demanda da cabeceira do primeiro afluente da margem, esquerda do ribeirão da Fazenda de Antônio Souza Queiroz, córrego a montante da sede da referida fazenda; desce por este córrego até o ribeirão da Fazenda de Antônio Souza Queiroz, pelo qual desce até o primeiro córrego da margem direita à jusante da sede da fazenda em questão; sobe por este córrego até sua cabeceira no divisor da margem esquerda do rio Jaguari; prossegue por este divisor até a cabeceira do segundo afluente da margem esquerda do rio Jaguari, a montante da usina; desce por este afluente à sua foz no rio Jaguari.


MUNICÍPIO DE CAMPO LIMPO
(Criado em 1963)

a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Jundiaí
Começa na serra dos Cristais, no ponto de cruzamento com o divisor entre as águas do ribeirão Guapeva, à esquerda, e as do córrego ao Moinho, à direita; segue por este divisor, até cruzar com o divisor entre as águas do ribeirão Guapeva e as do córrego do Mursa.
 
2 — Com o Município de Várzea Paulista
Começa no divisor Guapeva — Moinho, no ponto de cruzamento com o divisor Guapeva — Mursa; daí segue pelo divisor entre as águas do córrego do Mursa, à esquerda, e as do córrego do Moinho, à direita, em demanda da cabeceira do córrego do Tavares, pelo qual desce até sua foz no rio Jundiaí; continua pelo contraforte fronteiro até o divisor entre os rios Jundiaí e Jundiaí-Mirim.

3 — Com o Município de Jundiaí
Começa no divisor entre os rios Jundiaí e Jundiaí-Mirim, no ponto cruzamento com o contraforte que finda no rio Jundiaí na foz do córrego do Tavares; segue pelo divisor Jundiaí – Jundiaí-Mirim até cruzar com o contraforte entre as águas do ribeirão da Ponte Alta e córrego de Albino, à esquerda, as do ribeirão do Perdão, à direita; segue por este contraforte em demanda da foz do ribeirão do Soares, no ribeirão do Perdão.

Com o Município de Jarinu
Começa na foz do ribeirão do Soares no ribeirão do Perdão, pelo qual sobe até sua cabeceira mais oriental; prossegue pelo contraforte que deixa, à esquerda, as aguas do ribeirão Maracanã em demanda da foz do ribeirão das Taipas, no rio Jundiaí.

5 — Com o Município de Atibaia
Começa no rio Jundiaí, na foz do ribeirão das Taipas; segue pelo contraforte entre o ribeirão das Taipas à esquerda e o ribeirão da Fazenda Velha ou das Éguas, à direita, até seu cruzamento com a serra do Botujuru.

Com o Município de Francisco Morato
Começa na serra do Botujuru onde esta cruza com o contraforte que separa as águas do ribeirão das Taipas, à esquerda e as do ribeirão das Éguas ou da Fazenda Velha, à direita, segue pela crista da serra do Botujuru, que e o "divortium aquarum" entre águas do rio Jundiaí, ao Norte e as do rio Juqueri, ao Sul, até a serra dos Cristais; caminha pela cumiada desta serra até a cabeceira mais setentrional do ribeirão Botucaia.

Com o Município de Franco da Rocha
Começa na serra dos Cristais, na cabeceira mais setentrional do ribeirão Botucaia; segue pela serra dos Cristais até cruzar com o divisor entre as águas do ribeirão Guapeva e as do córrego do Moinho, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE CAMPOS DO JORDÃO
(Criado em 1934)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de São Bento do Sapucaí
Começa no ribeirão do Lajeado, na foz do ribeirão dos Meios; deste ponto vai em reta à confluência dos principais formadores do ribeirão do Paiol Velho; daí, vai em reta de rumo Norte até o ribeirão Barradas, pelo qual sobe até sua cabeceira mais oriental, no divisor da margem esquerda do rio Sapucaí; segue por este divisor até a cabeceira mais ocidental do ribeirão dos Marmelos, pelo qual desce até a foz do córrego Campista; sobe por este até sua cabeceira setentrional no espigão que contorna as cabeceiras do ribeirão do Jacu, já na divisa de Minas Gerais.

2 — Com o Estado de Minas Gerais
Começa no espigão divisor entre as águas do ribeirão do Jacu, à esquerda, e as do ribeirão dos Marmelos, à direita na cabeceira setentrional do córrego Campista; segue pela divisa com o Estado de Minas Gerais até o ponto onde o contraforte Sapucaí-Guaçu–Bicas cruza com a serra da Mantiqueira.

3 — Com o Município de Guaratinguetá
Começa no alto da serra da Mantiqueira, no pião divisor entre as águas dos rios Sapucaí-Guaçu, Piagui e Bicas; segue pela cumiada da serra até cruzar com o divisor que deixa, à esquerda, as águas do rio Guaratinguetá e, à direita, as do ribeirão dos Buenos ou dos Moreiras.

4 — Com o Município de Pindamonhangaba
Começa no alto da serra da Mantiqueira, onde ela cruza com o divisor que deixa à direita, as águas do ribeirão dos Buenos ou dos Moreiras, e à esquerda, as do rio Guaratinguetá; segue pela crista da serra até o contraforte entre os ribeirões dos Barreiros e do Lajeado.

5  — Com o Município de Santo Antônio do Pinhal
Começa na serra da Mantiqueira, no ponto de cruzamento com o contraforte entre as águas dos ribeirões dos Barreiros e do Lajeado, segue por este contraforte até a foz do córrego dos Sanatórios, no ribeirão do Lajeado pelo qual desce até a foz do ribeirão dos Meios, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE CAMPOS NOVOS PAULISTA
(Criado em 1948)

a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Echaporâ
Começa na água da Lagoa, na foz da água do Monjolo Velho ou da Colônia, pela qual sobe até sua cabeceira no divisor Veado — São José; segue por este divisor até a cabeceira da primeira água da margem direita da água do Cateto, à montante de sua foz no córrego São José; desce por aquela água até a água do Cateto, pelo qual desce ate sua foz no ribeirão São José.

2 — Com o Município de Marília
Começa na foz da água do Cateto, no ribeirão São José, pelo qual desce até a foz do córrego Água Boa.

3 — Com o Município de Ocauçu
Começa na foz do córrego Água Boa, no ribeirão São José; segue pelo contraforte entre as águas deste córrego, à esquerda, e as das águas Viúva, Vita e Pavão, à direita, até cruzar com o divisor entre as águas do ribeirão São José e as do córrego Palmital; caminha por este divisor até encontrar o contraforte que finda no córrego Palmital, na foz do córrego Fundo; segue por este contraforte até a citada foz; desce pelo córrego Palmital até desembocar no rio Novo, pelo qual sobe até a foz do córrego da Lídia; sobe ainda, por este até o córrego São Francisco e, por este ainda, até sua cabeceira no divisor rio Novo — ribeirão Borda ao Campo; segue por este divisor até o espigão entre as águas do rio Novo e as do ribeirão Santo Inácio.

4 — Com o Município de São Pedro do Turvo
Começa no espigão que deixa, à esquerda, as Águas do ribeirão Santo Inácio e, à direita, as do rio Novo, no ponto de cruzamento com o divisor entre o ribeirão Borda do Campo e rio Novo; segue pelo espigão rio Novo — ribeirão Santo Inácio, até cruzar com o divisor entre as águas do ribeirão Jacutinga e as do córrego do Capim.

5 — Com o Município de Ribeirão do Sul  (ex–Ribeirão dos Pintos)
Começa onde o espigão entre as águas do ribeirão Santo Inácio e rio Nove cruza com o divisor entre as águas do ribeirão Jacutinga à direita, e as do córrego do Capim, à esquerda; segue por este divisor até a cabeceira do córrego Palmitalzinho; desce por este até o córrego Pântano, pelo qual desce até sua foz no rio Novo.

6 — Com o Município de Ibirarema
Começa no rio Novo, na foz do córrego do Pântano; sobe por aquele até a foz do ribeirão Santa Rosa, pelo qual sobe até a foz da água da Onça.

7 — Com o Município de Platina
Começa na foz da água da Onça, no ribeirão Santa Rosa; sobe por este até sua cabeceira no divisor entre as águas do rio Novo à direita, e ribeirão do Veado à esquerda; segue por este divisor até a cabeceira da água da Lagoa pela qual desce até sua confluência com a água do Monjolo Velho ou Colônia, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE CANANÉIA
(Criado em 1600)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Barra do Turvo
Começa no pião divisor entre os rios Turvo, Assunguí e Serra Negra, na Serra Negra; segue pelo divisor que separa as águas dos rios Turvo e Assunguí até o pião divisor entre os rios Assunguí, Turvo e Guaraú.
 
2 — Com o Município de Jacupiranga
Começa no pião divisor entre os rios Assunguí, Turvo e Guaraú; desse ponto segue pela serra Mandira, que é divisor das águas dos rios Assunguí ao Sul, e Guaraú, ao Norte, e  pelas serras do rio Branco, Sapateiro e do Quilombo que é o divisor que deixa  ao Norte as águas dos rios Guaraú e e ao Sul  as águas dos rios das Minas, Itapitanguí, Iririaia–Açu e Iririaia-Mirim passando pela serra do Miguel, até cruzar com o divisor que separa as águas do ribeirão do Canha das  do ribeirão Braço–Magro.

3 — Com o Município de Pariquera–Açu
Começa no espigão entre o rio Iririaia-Mirim e o ribeirão Braço–Magro, no ponto de cruzamento com o divisor entre os ribeirões do Ganha e Braço–Magro; segue pelo espigão entre as águas dos rios Iririaia-Mirim e Cordeiro à direita, e ribeirões Braço–Magro, do Braço Grande, rio Jurubatuba e ribeirão Panquera-Mirim, à esquerda, passando pela serra do Cordeirinho, até a cabeceira mais setentrional do ribeirão Paranàzinho.

4 — Com o Município  de  Iguape
Começa no espigão entre as águas do ribeirão Pariquera-Mirim e rio do Cordeiro, na cabeceira mais setentrional do ribeirão Paranázinho; desce por este até sua foz no rio Cordeiro, pelo qual desce até sua foz no mar de Iguape: segue por este até a ponta mais ocidental da ilha do Rodrigues, de onde vai em reta de rumo Sul até o Oceano Atlântico, na praia de Fora, da ilha Comprida.

5 — Com o Estado do Paraná
Começa no Oceano Atlântico na barra do mar do Ararapira; segue pela divisa com o Estado do Paraná até o ponto onde a serra Negra cruza com o pião divisor entre os rios Turvo, Assungui e Guaraú, onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais

1 — Entre os Distritos de Ariri e Cananéia
Começa na ilha do Cardoso, na praia dos Foles Grandes, onde morre o espigão que deixa, à direita, as águas do rio Cambriú, e, à esquerda, as dos rios que vertem para o canal do Ararapira; segue por esse espigão até o canal em frente à foz do córrego das Pedras, pelo qual sobe até a sua cabeceira; prossegue pelo espigão que deixa, à direita, as águas do rio Itapanhoapina, e, à esquerda, as do rio Araçaúba, indo até a serra do Itapanhoapina, pela qual prossegue até a serra do Taquari, já na divisa com o Estado do Paraná.

Ilhas

Fazem parte integrante do município as ilhas do Bom Abrigo, ao Cambriú do Castilho e da Figueira, que pertencem ao distrito de paz da sede do município. Parte da ilha do Cardoso pertence ao distrito de paz da sede do município e parte ao distrito de paz de Ariri.



MUNICÍPIO DE CÂNDIDO MOTA

(Criado em 1923)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Florínea
Começa no rio Paranapanema, na foz do córrego Barreírinho, pelo qual sobe até sua cabeceira; segue pelo divisor que deixa, à esquerda, as águas do córrego da Paca até o pião divisor entre os córregos da Paca, do Prato e Taquaruçu.

2 — Com o Município de Assis
Começa no pião divisor entre os córregos do Prato, da Paca e Taquaruçu; segue pelo divisor entre as águas do córrego Taquaruçu e ribeirão Queixada, à direita, e as do córrego da Aldeia, à esquerda, até cruzar com o espigão Fortuna — Queixada; continua por este espigão em demanda da cabeceira da água da Figueira; desce por esta até sua foz no córrego do Jacu, e vai, daí, em reta, à foz do córrego Matão, no córrego do Pavão; deste ponto, segue por nova reta à ponte sobre o ribeirão Pirapitinga na estrada de rodagem que da cidade de Assis vai à de Platina.

3 — Com o Município de Platina
Começa na ponte sobre o ribeirão Pirapitinga, na estrada que vai de Assis à Platina; segue pelo eixo da estrada e pelo seu prolongamento até cortar o córrego Faxina e por este abaixo até sua foz no rio do Pari.

4 — Com o Município de Palmital
Começa na foz do córrego Faxina, no rio do Pari; desce por este até a foz do ribeirão Pirapitinga; vai, em reta, à ponte da estrada de automóvel que vai de Cândido Mota à Palmital sobre o córrego da Laje; segue em reta à cabeceira do córrego Jacutinga, pelo qual desce até a represa de José Jorge, no rio do Pari e por este abaixo até sua foz no rio Paranapanema.

5 — Com o Estado do Paraná
Começa no rio Paranapanema, na foz do rio do Pari; segue pela divisa com o Estado do Paraná até a foz do córrego do Barreirinho, onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais

1 — Entre os Distritos de Cândido Mota e Frutal do Campo
Começa no divisor Aldeia–Queixada, na cabeceira do córrego do Sapo pelo qual desce até sua foz no ribeirão da Queixada; desce pelo ribeirão da Queixada até sua foz no rio Paranapanema.


MUNICÍPIO DE CÂNDIDO RODRIGUES
(Criado em 1958)


a) Divisas  Municipais

1 — Com o Município de Fernando Prestes
Começa na ponte da estrada Agulha–Jurupema sobre o córrego Areias, Delo qual sobe até sua cabeceira mais ocidental no contraforte entre o córrego Areias à direita, e o córrego Onça ou Retiro, à esquerda; segue por este contraforte até o espigão-mestre Porcos–Onça; prossegue pelo espigão-mestre até a cabeceira sudocidental do ribeirão do Mendes, pelo qual desce ate a foz do córrego Olho d'Água; continua pelo contraforte fronteiro até o divisor Mendes–Lagoa; prossegue por este divisor entre as águas do ribeirão do Mendes, à direita, e as do córrego da Lagoa, à esquerda, até a, cabeceira do córrego do Borghi, pelo qual desce até sua foz no córrego da Lagoa.

2 — Com o Município de Monte Alto
Começa na foz do córrego do Borghi, no córrego cia Lagoa, pelo qual sobe até a foz do córrego Boa Vista dos Olhos d'Água; sobe por este córrego até a foz da água que corre ao Sul da sede da fazenda Santo Antônio; sobe por esta água até sua cabeceira; daí, continua pelo divisor entre as águas dos córregos Boa Vista dos Olhos d’Água, à direita, e córrego das Anhumas, à esquerda até cruzar o espigão-mestre Onça–Porcos; prossegue pelo espigão-mestre ate o contraforte Água Suja – Jurema.

3 — Com o Município de Taquaritinga
Começa no espigão-mestre Onça–Porcos, no ponto de cruzamento com o contraforte Água Suja–Jurema; segue por este contraforte entre as águas do córrego Água Suja, à direita, e as do córrego Jurema, à esquerda, em demanda da foz do córrego Taquari, no córrego Jurema; sobe pelo córrego Taquari até a foz do córrego Santa Catarina; continua pelo contraforte que deixa, à esquerda, o córrego Santa Catarina até o divisor entre o córrego Taquari, à direita, e os córregos do André e Capivara, à esquerda; prossegue por este divisor até cruzar com o contraforte Capivara–Areias; daí, segue pelo contraforte Capivara–Areias em demanda da ponte da estrada Agulhas–Jurupema, sobre o córrego Areias, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE CAPÃO BONITO
(Criado em 1868)


a) Divisas  Municipais

1 — Com o Município de Itapeva
Começa na foz do córrego da Invernada, no rio Apiaí-Mirim; desce por este até a antiga ponte de Basílio Nunes, hoje de Marcolino Nunes.

2 — Com o Município de Buri
Começa no rio Apiaí-Mirim, na antiga ponte de Basílio Nunes, hoje de Marcolino Nunes; segue em reta à foz do córrego da Divisa, no rio Paranapitanga; sobe por aquele até a sua cabeceira; vai em reta á cabeceira do córrego da Sanga, pelo qual desce até o ribeirão Lageado do Pinheiro Sêco; continua pelo contraforte fronteiro até o divisor Lajeado do Pinheiro Seco – Lajeado da Pedra Chata; prossegue por este divisor até a cabeceira mais ocidental do córrego Lajeado da Pedra Chata, pelo qual desce até o ribeirão Lajeado de Santa Isabel, e por este até o rio Paranapanema.

3 — Com o Município de Itapetininga
Começa no rio Paranapanema, na foz do ribeirão Lajeado de Santa Isabel; sobe por aquele até a foz do rio Turvo, e ainda por este até a foz do córrego da Cachaça.

4 — Com o Município de São Miguel Arcanjo
Começa na foz do córregc da Cachaça, no rio Turvo; sobe por este ate a foz do córrego da Fazenda Antiga; sobe por este até a sua cabeceira mais meridional, no espigão entre as águas do rio Turvo, à esquerda, e as do rio Paranapanema e Taquaral, à direita; segue por este divisor até a cabeceira mais setentrional do córrego Brejaúva, pelo qual desce até o rio Taquaral, e sobe por este até sua cabeceira mais meridional na serra do Paranapiacaba.

5 — Com o Município de Sete Barras
Começa na serra do Paranapiacaba, onde tem o nome local de serra dos Agudos Grandes, na cabeceira mais meridional do rio Taquaral; prossegue pela serra até a cabeceira mais setentrional do ribeirão dos Dois Irmãos.

6 — Com o Município de Eldorado
Começa na serra do Paranapiacaba, na cabeceira mais setentrional do ribeirão dos Dois Irmãos; segue pela serra do Paranapiacaba que é o espigão-mestre entre as águas dos rios Paranapanema e Ribeira de Iguape, até onde cruza com o espigão que separa as águas dos rios Taquari e Pilões.

7 — Com o Município de Iporanga
Começa na serra do Paranapiacaba, onde esta cruza com o espigão que separa as águas dos rios Pilões e Taquari; prossegue pela crista da serra que é o espigão-mestre entre as águas dos rios Paranapanema e Ribeira de Iguape, ate o espigão entre os rios aas Almas e São José do Guapiara.

8 — Com o Município de Guapiara
Começa na serra do Paranapiacaba, onde ela cruza com o espigão que deixa, à esquerda, às águas de rio São José do Guapiara, e, á direita, as do rio das Almas; segue por este espigão até alcançar a cabeceira mais oriental do ribeirão do Alegre; desce por este até o rio São José do Guapiara, desce por este e pelo rio Apiaí — Mirim, até a foz do córrego da Invernada, onde tiverem início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais

1 — Entre os Distritos de Capão Bonito e Ribeirão Grande
Começa na serra dos Agudos Grandes, nome local da serra do Paranapiacaba, no ponto de cruzamento com o divisor entre as águas do rio das Almas, à esquerda, e as do rio Paranapanema, à direita; segue por este divisor até a cabeceira do ribeirão das Conchas, pelo qual desce até o rio das Almas; desce pelo rio das Almas até a foz do ribeirão Grande, pelo qual sobe até a foz do córrego Ferreira ou Táboa; sobe por este córrego até a sua cabeceira no divisor Grande–Paranapitanga; segue por este divisor, deixando, à direita, as águas dos ribeirões Paranapitanga e do Alegre, e à esquerda, as dos ribeirões Grande e das Batéias até a cabeceira mais oriental do ribeirão do Alegre.


MUNICÍPIO DE CAPELA DO ALTO
(Criado em 1963)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Tatuí
Começa no rio Sarapuí na foz do rio Alambari; desce pelo rio Sarapuí até a foz do ribeirão Iperó.

2 — Com o Município de Iperó
Começa no rio Sarapuí, na foz do ribeirão Iperó, pelo qual sobe até a foz do córrego Lindeiro; sobe por este córrego até sua cabeceira, no divisor Iperó–Capuava ou Capuavinha; alcança na contravertente a cabeceira do córrego Municipal, pelo qual desce até sua foz no córrego Capuava, ou Capuavinha, pelo qual sobe até sua cabeceira; continua pelo divisor entre as águas do ribeirão Iperó, à direita: e as do rio Sorocaba, à esquerda, até a serra de Araçoiaba.

3 — Com o Município de Araçoiaba da Serra
Começa ua serra de Araçoiaba, no ponto de cruzamento com o divisor Iperó–Sorocaba; segue pelo contraforte da margem direita do córrego Araçatuba em demanda da foz do córrego Araçatuba no ribeirão Iperó, pelo qual sobe até a foz do ribeirão Iperó-Mirim; sobe ainda, por este ribeirão até a foz do córrego Capanema, pelo qual continua subindo até sua cabeceira no divisor Iperó–Sarapuí; segue por este divisor até a cabeceira do córrego da Passagem ou Restinga, pelo qual desce até sua foz no rio Sarapuí.

4 — Com o Município de Itapetininga
Começa no rio Sarapuí, na foz do córrego da Passagem ou Restinga; desce pelo rio Sarapuí até a foz do rio Alambari, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE CAPIVARI
(Criado em 1832)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Mombuca
Começa no rio Capivari, na foz do córrego Bom Fim; sobe por este e pelo seu galho de Leste até sua cabeceira; continua pelo divisor que contorna as cabeceiras do córrego do Bairro Frio, até alcançar o marco do quilômetro 201 do ramal de Piracicaba, da Estrada de Ferro Sorocabana, marco que fica a 5.190 m da estação de Mombuca; continua por uma reta de rumo Leste até o ribeirão da Agua Parada ou Mombuca; procura o divisor que deixa, à esquerda, as águas deste curso, e à direita, as vertentes do ribeirão Água Choca e por este divisor caminha até o espigão-mestre Capivari–Piracicaba.

2 — Com o Município de Rio das Pedras
Começa no espigão-mestre Capivari–Piracicaba, no ponto de cruzamento com o divisor que separa as águas do ribeirão Água Parada ou Mombuca das do ribeirão Água Choca; segue pelo espigão-mestre Capivari–Piracicaba até cruzar com c divisor Lambari–Posses; segue por este divisor até a cabeceira do córrego Lambari de Cima.

3 — Com o Município de Santa Bárbara d'Oeste
Começa no divisor Lambari–Posses, na cabeceira do córrego Lambari de Cima; segue pelo divisor até o contraforte que deixa, à direita, as águas do córrego da Posse e, à esquerda, as do córrego Zambero; segue pelo contraforte até a ponta sudocidental da lagoa da Posse, no córrego da Posse; desce pelo córrego da Posse até sus foz no ribeirão São Luís, pelo qual sobe até a cabeceira mais meridional de seu braço da esquerda; segue pelo espigão-mestre Capivari–Piracicaba até a cabeceira do córrego Joaquim Grande.

4 — Com o Município de Monte Mor
Começa no espigão-mestre entre os rios Piracicaba e Capivari, na cabeceira do córrego Joaquim Grande; prossegue pelo espigão-mestre ate onde cruza com o divisor que deixa, à direita, as águas do ribeirão Água Choca e, à esquerda, as da Fazenda Mente Belo; segue por este divisor até entroncar com o contraforte que separa as águas do córrego da Fazenda Monte de Ouro das do córrego do Fonseca; prossegue por este contraforte até a confluência dessas duas aguais e pelo córrego do Fonseca abaixo até o rio Capivari.

5 — Com o Município de Elias Fausto
Começa no rio Capivari, na foz do córrego do Fonseca; desce pelo rio Capivari até o ribeirão dos Agostinhos ou Samambaia; sobe por este ribeirão até sua cabeceira sudoriental, no espigão Tietê–Capivari; segue por este ate cruzar com o divisor entre as águas do córrego Morro Vermelho e as do ribeirão Eleutério.

6 — Com o Município de Porto Feliz
Começa no espigão entre as águas do rio Tietê, ao Sul, e as do rio Capivari, ao Norte, onde ele cruza com divisor que deixa, de um lado, as vertentes do córrego Morro Vermelho e do outro as do ribeirão Eleutério; segue pelo espigão Capivari–Tietê até o espigão chamado André Dias.

7 — Com o Município de Rafard
Começa no espigão entre as águas do rio Tietê, ao Sul, e as do no Capivari, ao Norte, onde ele cruza com o espigão chamado André Dias, que deixa, à direita, as águas do ribeirão Palmeiras, e, à esquerda, as do ribeirão dos Marins ou Itapeva; segue por esse espigão até alcançar a cabeceira do córrego São Francisco, pelo qual desce até o rio Capivari; desce por este até a foz do córrego Bom Fim, onde tiveram início estas divisas.
 

MUNICÍPIO DE CARAGUATATUBA
(Criado em 1857)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Paraibuna
Começa na serra do Mar, na pedra da Onça, pião divisor entre as águas dos rios Claro, Couros e ribeirão dos Pilões; segue pela crista da serra do até a cabeceira do rio Negro, cabeceira que contraverte com o ribeirão do Ouro.

2 — Com o Município de Natividade da Serra
Começa na serra do Mar, na cabeceira do rio Negro, cabeceira que contraverte com o ribeirão do Ouro, segue pela crista da serra até cruzar com o espigão que deixa, à esquerda, as águas do ribeirão Maranduba e, à direita, as do ribeirão Mococa.

3  — Com o Município de Ubatuba
Começa na serra do Mar, onde esta cruza com o espigão que deixa, à direita as águas do ribeirão Mococa e, à esquerda, as do ribeirão Maranduba; segue pelo alto deste espigão em demanda da cabeceira mais setentrional do galho do centro do ribeirão Tabatinga; desce por este até o oceano Atlântico.

4 — Com o Município de São Sebastião
Começa no oceano Atlântico, na barra do ribeirão Perequê-Mirim; sobe por este até sua mais alta cabeceira; segue pelo contraforte da margem direita do rio da lameira, em demanda da foz do ribeirão São Rafael ou Caçadinha, no rio Claro; sobe pelo ribeirão São Rafael ou Caçadinha até sua cabeceira; continua pela serra do Juqueriquerê, até encontrar a serra do Mar.

Ilhas

Faz parte integrante do município a ilha do Tamanduá

b) Divisas Interdistritais

1 — Entre os Distritos de Caraguatatuba e Porto Novo Começa no Oceano Atlântico na foz do ribeirão Lagoa, pelo qual sobe até a sua cabeceira; continua pelo contraforte fronteiro em demanda da foz do ribeirão Pau d'Alho, no rio Camburu ou Tinga; sobe por este até a foz do rio Pardo, pelo qual sobe até a foz do rio Novo; sobe por este até a sua cabeceira na serra do Juqueriquerê.


MUNICÍPIO DE CARAPICUÍBA
(Criado em 1963)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Jandira
Começa na foz do ribeirão das Pombas no rio Cotia, pelo qual desce até a foz do córrego Fronteiriço.

2 — Com o Município de Barueri
Começa na foz do córrego Fronteiriço no no Cotia, pelo qual desce até sua foz no rio Tietê; sobe pelo rio Tietê até a foz do ribeirão Carapicuíba.

3 — Com o Município de Osasco
Começa no rio Tietê na foz do ribeirão Carapicuíba, pelo qual sobe até a foz do córrego Taquaralzinho.

4 — Com o Município de Cotia
Começa no ribeirão Carapicuíba na foz do córrego Taquaralzinho, pelo qual sobe até sua cabeceira no divisor ribeirão Carapicuíba córrego da Fazenda Velha; prossegue por este divisor em demanda da cabeceira do córrego Bernhardt Weitbrech pelo qual desce até sua foz no córrego da Fazenda Velha; desce por este até a confluência do córrego do Orlando Dias, pelo qual sobe até sua cabeceira no divisor ribeirão Moinho Velho – córrego da Aldeia; segue por este divisor em demanda da cabeceira do córrego do Sebastião Paulo, pelo qual desce até sua foz no córrego do Manoel Góes Serrano; desce por este até a sua confluência no ribeirão Moinho Velho, pelo qual desce até sua foz no rio Cotia; desce por este até a foz do ribeirão das Pombas, onde tiveram início estas divisas.
 

MUNICÍPIO DE CARDOSO
(Criado em 1948)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Mira Estrela
Começa no córrego Capituya, na foz do córrego Sabina, pelo qual sobe até sua cabeceira no divisor Capituva–Taquari; segue por este divisor até cruzar com o divisor entre as águas do ribeirão Marinheiro, à direita, e as do córrego Taquari à esquerda; prossegue por este divisor até a cabeceira do córrego Novo, pelo qual desce até sua foz no rio Grande.

2 — Com o Estado de Minas Gerais
Começa no rio Grande, na foz do córrego Novo; segue pela divisa com o Estado de Minas Gerais, até a foz do rio Turvo.

3 — Com o Município de Riolândia
Começa no rio Grande, na foz do rio Turvo; sabe por este ate a foz do ribeirão Guariroba.

4
Com o Município de Pontes Gestal
Começa no rio Turvo, na foz do ribeirão Guariroba; sobe por este até a foz ao córrego do Cateto.

5 — Com o Município de Álvares Florence
Começa no ribeirão Guariroba, na foz do córrego do Cateto; segue pelo contraforte fronteiro até o divisor Guariroba-Tomasão; continua por este divisor em demanda da foz do córrego de Joaquim José, no ribeirão Tomasão; sobe pelo córrego de Joaquim José até sua cabeceira ocidental; daí, vai, pelo espigão entre o ribeirão Tomasão à direita, e o ribeirão Bonito, à esquerda, até a cabeceira do córrego da Égua, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Bonito; desce por este ribeirão até sua foz no ribeirão do Marinheiro.

6 — Com o Município de Pedranópolis
Começa na foz do ribeirão Bonito no ribeirão Marinheiro, pelo qual desce até a foz de córrego Barra Seca.

7 — Com o Município de Macedônia
Começa, no ribeirão Marinheiro na foz do córrego Barra Seca; desce pelo ribeirão Marinheiro até a foz do córrego Anhumas, pelo qual sobe até a foz do córrego Capituva; sobe por este até a foz do córrego Sabina, onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais

1 — Entre os Distritos de Cardoso e São João do Marinheiro
Começa no ribeirão Marinheiro, na foz do córrego Anhumas; desce pelo ribeirão Marinheiro até sua foz no rio Grande.


MUNICÍPIO DE CASA BRANCA
(Criado em 1841)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Santa Cruz das Palmeiras
Começa no rio Jaguari, na foz do córrego Brejo Limpo, e que tem sua foz logo acima da foz do córrego Cascalho; sobe pelo córrego Brejo Limpo até sua cabeceira mais setentrional; daí, vai, em reta, à cabeceira do córrego dos Ortizes, pelo qual desce até o córrego Lourenção; desce por este até sua foz no ribeirão dos Cocais; desce por este até a foz do ribeirão da Prata; sobe pelo ribeirão da Prata, até a foz do córrego Lavrinhas e por este até sua cabeceira mais setentrional; daí prossegue em linha reta à foz do córrego Tabaraninha, também denominado córrego do Paiol, no ribeirão das Tabaranas; sobe pelo córrego Tabaraninha, que passa a Leste da fazenda Tabaranas até sua cabeceira que fica acerca de um km ao Norte da sede da citada fazenda; daí prossegue pelo divisor entre as águas dos ribeirões Tabaranas, à esquerda, e Cachoeira, à direita, até o espigão-mestre entre os rios Pardo e Moji-Guaçu; caminha pelo espigão-mestre até o alto do morro da Laje, junto ao sinal geodésico.

2 — Com o Município de Tambaú
Começa no alto do morro da Laje, junto ao sinal geodésico; continua pelo contraforte que deixa, à direita, as águas do ribeirão Taquaruçu e, à esquerda, as do rio Tambaú, em demanda da foz do córrego do Tijuco Preto, no rio Tambaú e por este abaixo até o rio Pardo.
 
3 — Com o Município de Mococa
Começa no rio Pardo, na foz do rio Tambaú; sobe por aquele até a foz do rio Verde.

4 — Com o Município de São José do Rio Pardo
Começa no rio Pardo, na foz do rio Verde; sobe por este até a foz do primeiro córrego da margem direita, acima da foz do ribeirão Água Fria.

5 — Com o Município de Itobi
Começa no rio Verde, na foz do primeiro córrego da margem direita acima da foz do ribeirão Água Fria; sobe pelo rio Verde até a foz do ribeirão dos Macacos; segue pelo contraforte fronteiro até o divisor que deixa, à esquerda, as águas do rio Verde, e, à direita, as águas do ribeirão Lambari; prossegue por este divisor até a cabeceira da água do quilômetro 14 do ramal de Mococa, água que é cortada pelos trilhos da Companhia Mogiana de Estradas de Ferro a acerca de três quilômetros a sudoeste da estação de Itobi; desce por essa água até o rio Verde; sobe por este até a foz do córrego da Estiva.

6 — Com o Município de Vargem Grande de Sul
Começa no rio Verde, na foz do córrego da Estiva; sobe pelo córrego da Estiva, até sua cabeceira mais ocidental; daí, vai, pelo espigão do alto da Boa Vista, passando pelo marco B, da linha geodésica da base de Vargem Grande, à procura da cabeceira do galho mais setentrional do córrego de Guirra, pelo qual desce até sua foz no rio Jaguari-Mirim.

7 — Com o Município de Aguaí
Começa no rio Jaguari-Mirim, na foz do córrego do Guirra; desce pele rio Jaguari-Mirim até a foz do córrego Brejo Limpo, onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais

1 — Entre os Distritos de Casa Branca e Lagoa Branca
Começa no alto da Boa Vista, na cabeceira mais ocidental do córrego Estiva; vai, daí, pelo contraforte da margem direita do córrego Boa Vista, à foz deste córrego no rio Veadinho; segue dessa foz por uma reta em demanda do marco do km 156 da linha–tronco da Companhia Mogiana de Estradas de Ferro, marco que fica a 1.350 metros a sudoeste da estação de Cocais; deste ponto segue, em reta, à cabeceira do ribeirão do Cocais e por este desce até a foz do córrego Lourenção.


MUNICÍPIO DE CÁSSIA DOS COQUEIROS
(Criado em 1958)

a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Santo Antônio da Alegria Começa no espigão entre as águas do córrego da Mata de um lado, 3 as do rio Cubatão, do outro lado, no ponto de cruzamento com o divisor entre o ribeirão Vermelho e o rio Cubatão; segue pelo espigão entre as águas dos córregos do Monte Alto e da Antinha, à esquerda, e as do rio Cubatão, à direita, até cruzar com o contraforte da margem esquerda do córrego da Barreira; prossegue por este contraforte em demanda da foz do córrego da Barreira no córrego do Bauzinho.

2 — Com o Estado de Minas Gerais
Começa no córrego do Bauzinho, na foz do córrego da Barreira; segue pela divisa com o Estado de Minas Gerais até a foz do córrego Comprido ou Marimbondo, no ribeirão das Areias.

3 — Com o Município de Mococa
Começa no ribeirão das Areias, na foz do córrego Comprido ou Marimbondo, pelo qual sobe até seu galho sudocidental; sobe por este galho até os aparados da serra da Borda da Mata; segue por estes aparados até encontrar os aparados da serra das Contendas; continua pelos aparados da serra das Contendas até alcançar o córrego Contendas.

4 — Com o Município de Cajuru
Começa no córrego Contendas no ponto onde é cortado pelos aparados da serra do mesmo nome; sobe pelo córrego Contendas até sua cabeceira mais setentrional; continua pelo divisor entre as águas do ribeirão da Boiada, à esquerda, e as do rio Cubatão, à direita, até o contraforte que finda na foz do córrego do Barreiro, no rio Cubatão; segue por este contraforte até a foz do córrego do Barreiro, no rio Cubatão; sobe pelo córrego do Barreiro até sua cabeceira; prossegue pelo divisor entre o rio Cubatão e córrego Diamantino, à direita, e córrego São João, à esquerda, até o contraforte São João 
Palmeiras; alcança na contravertente a cabeceira do galho meridional do córrego das Palmeiras, pelo qual desce até sua foz no córrego do Furtado; sobe por este até sua cabeceira no divisor entre o rio Cubatão e o ribeirão Vermelho; segue pelo divisor Cubatão–Vermelho até cruzar com o espigão entre as águas do rio Cubatão e córrego da Mata, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE CASTILHO
(Criado em 1954)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Estado de Mato Grosso
Começa no rio Paraná, na foz do rio Feio ou Aguapeí; segue pela divisa com o Estado de Mato Grosso até a foz do rio Tietê.

2 — Com o Município de Itapura
Começa no rio Paraná, na foz do rio Tietê, pelo qual sobe até a foz do ribeirão Anhumas.

3 — Com o Município de Andradina
Começa no rio Tietê, na foz do ribeirão Anhumas, pelo qual sobe até sua cabeceira meridional; vai, daí, em reta, ao divisor Abrigo 
Moinho, na cabeceira oriental do córrego 5 de Maio pelo qual desce até sua foz no ribeirão do Moinho; segue pelo contraforte fronteiro em demanda do espigão-mestre Moinho ou Abrigo–Feio ou Aguapeí.

4 — Com o Município de Nova Independência
Começa no espigão mestre Moinho ou Abrigo 
Feio ou Aguapeí, no ponto de cruzamento com o divisor que finda no ribeirão do Moinho ou Abrigo na foz do córrego 5 de Maio; daí, segue peie espigão-mestre, em demanda da foz do córrego Pau D'Alho, no rio Feio ou Aguapeí.

5 — Com o Município de São João de Pau D'Alho
Começa no rio Feio ou Aguapeí, na foz do córrego Pau d'Alho; desce por aquele rio até a foz do córrego 1º de Julho.

6 — Com o Município de Paulicéia
Começa na foz do córrego 1º de Julho, no rio Feio ou Aguapeí, pelo qual desce até sua foz no rio Paraná, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE CATANDUVA
(Criado em 1917)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Tabapuã
Começa no espigão São Domingos–Onca, no ponto de cruzamento com o contraforte Catiguá–Tenentes; segue pelo espigão São Domingos–Onça até cruzar com o divisor que deixa, à direita, as águas do córrego Águas Claras, e, à esquerda, as do córrego Grande; segue por este divisor até o contraforte Águas Claras – Angola; segue por este contraforte até a junção da água da Angola com o córrego Águas Claras, e por este desce até o ribeirão da Onça.

2 — Com o Município de Cajobi
Começa no ribeirão da Onça, na foz do córrego Águas Claras; sobe por aquele até a foz do córrego dos Porcos.

3 — Com o Município de Paraíso
Começa no ribeirão da Onça, na foz do córrego dos Porcos; sobe por aquele até a foz do córrego do Laranjal.

4 — Com o Município de Palmares Paulista
Começa no ribeirão da Onça, na foz do córrego do Laranjal, pelo qual sobe até a cabeceira sudocidental no divisor entre as águas do córrego Águas Claras, à direita, e as do córrego Boa Vista do Generoso ou Jacaré, à esquerda; segue por este divisor até entroncar com o espigão Onça–São Domingos.
 
5 — Com o Município de Pindorama
Começa no espigão São Domingos–Onça, no ponto de cruzamento com o divisor entre as águas do córrego Águas Claras e as do córrego Boa Vista do Generoso ou Jacaré; segue pelo espigão até cruzar com o contraforte que deixa à esquerda, as águas do córrego Bebedouro e pelo contraforte caminha em demanda da foz do córrego Bebedouro, no rio São Domingos, pelo qual desce até a foz do córrego Amizade; daí, segue, em reta, à foz do córrego Jacuba no córrego Barra Grande; sobe por este até sua cabeceira mais meridional no espigão-mestre São Domingos–Cubatão; segue por este espigão-mestre até a cabeceira setentrional do ribeirão Cubatão, pelo qual desce e pelo ribeirão do mesmo nome até a foz do córrego Vintém.

6 — Com o Município de Itajobi
Começa no rio Cubatão, na foz do córrego Vintém; desce pelo rio Cubatão até a foz do córrego do Boi.

7 —  Com o Município de Urupês
Começa no rio Cubatão, na foz do córrego do Boi; desce por aquele até a foz do córrego São Berto.

8 — Com o Município de Ibirá
Começa no rio Cubatão, na foz do córrego São Berto, pelo qual sobe até sua cabeceira; segue pelo contraforte Barra Nova–Burro até o divisor Cubatão–Bicas; prossegue por este divisor até a cabeceira do córrego Sobradinho, pelo qual desce até o ribeirão das Bicas; sobe por este até a foz do córrego Limeira, pelo qual sobe até sua cabeceira no espigão-mestre Cubatão–São Domingos.

9 — Com o Município de Catiguá
Começa no espigão-mestre Cubatão–São Domingos, na cabeceira do córrego Limeira; segue pelo espigão-mestre até a cabeceira do galho sudocidental do córrego José Dias, pelo qual desce até sua foz no rio São Domingos continua pelo contraforte fronteiro entre os córregos Catiguá e Tenentes até cruzar com o espigão São Domingos–Onça, onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais

1 — Entre os Distritos de Catanduva e Elisiário
Começa no rio Cubatão, na foz do córrego Cachoeira; segue pelo contraforte fronteiro que deixa, à direita, as águas do córrego Bom Retiro e, à esquerda, as do córrego do Gengibre até cruzar com o espigão-mestre Cubatão–São Domingos, pelo qual caminha até a cabeceira sudoriental do córrego José Dias, pelo qual desce até a junção com o galho sudocidental.


MUNICÍPIO DE CATIGUÁ
(Criado em 1958)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Uchoa
Começa no espigão-mestre Cubatão – São Domingos, no ponto de cruzamento com o contraforte que deixa, à direita, as águas do córrego do Matão; segue por esse contraforte em demanda da foz do córrego do Matão, no rio São Domingos.

2 — Com o Município de Tabapuã
Começa no rio São Domingos, na foz do córrego do Matão; sobe pelo rio São Domingos até a foz do córrego Ipê, pelo qual sobe até sua cabeceira no Divisor São Domingos–Onça; prossegue pelo espigão São Domingos–Onça até cruzar com o contraforte Catiguá–Tenentes.

3 — Com o Município de Catanduva
Começa no espigão São Domingos–Onça, no ponto de cruzamento com o contraforte Catiguá–Tenentes; segue por este contraforte entre o córrego Catiguá, à direita, e o córrego dos Tenentes, à esquerda, em demanda da foz do córrego José Dias, no rio São Domingos; sobe pelo córrego José Dias até a foz de seu galho sudocidental; pele qual sobe até sua cabeceira no espigão-mestre São Domingos–Cubatão; continua pelo espigão-mestre até a cabeceira do córrego Limeira.

4 — Com o Município de Ibirá
Começa na cabeceira do córrego Limeira; segue pelo espigão-mestre São Domingos–Cubatão até o ponto de cruzamento com o contraforte que deixa, à direita, as águas do córrego do Matão, onde tiveram início estas divisas.

 

MUNICÍPIO DE CEDRAL
(Criado em 1929)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Bady Bassitt (ex–Borboleta)
Começa no ribeirão do Borá, na foz do córrego do Reverendo; prossegue pelo contraforte que deixa, à direita, as águas do ribeirão do Borá, e, à esquerda, as do córrego da Cachoeirinha, até cruzar com espigão-mestre Borá–Prêto.

2 — Com o Município de São José do Rio Preto
Começa no espigão-mestre Borá–Prêto, no ponto de cruzamento com o contraforte entre o ribeirão do Borá e o córrego Cachoeirinha; prossegue pelo espigão-mestre até o divisor entre o córrego do Macaco, à esquerda, e o rio Preto, à direita; continua por este divisor até o contraforte da margem esquerda do córrego Sossego; segue por este divisor em demanda da foz do córrego das Damas no rio Preto; continua pelo contraforte fronteiro entre as águas do córrego do Cedro, à esquerda, e, à direita, as do córrego das Damas, até o espigão entre o rio Preto e o rio Turvo; prossegue por este espigão até cruzar com o divisor Palmeiras–CIaro.

3 — Com o Município de Guapiaçu
Começa no espigão Preto–Turvo, no ponto de cruzamento com o divisor entre o ribeirão Palmeira, à direita, e o ribeirão Claro, á esquerda; segue por este divisor até cruzar com o contraforte que deixa, à direita as águas do córrego Belo, e, à esquerda, as do córrego Espingarda; prossegue por este contraforte até a cabeceira do córrego da Lagoa, pelo qual desce até sua foz no córrego Espingarda; desce pelo córrego Espingarda até sua foz no ribeirão Palmeira.

4 — Com o Município de Uchoa
Começa no ribeirão Palmeira, na foz do córrego Espingarda; sobe pelo ribeirão Palmeira até a foz do córrego Dona Chiquinha, pelo qual sobe até sua cabeceira no divisor Palmeira–Alegria; caminha por este divisor até o ponto onde é cortado pela reta de rumo Norte, que vem da cabeceira do córrego da Fazenda Guidolim, no divisor Alegria–Grande; segue por esta reta até a cabeceira do córrego da Fazenda Guidolim, pelo qual desce até sua foz no córrego Grande; sobe pelo córrego Grande, até sua cabeceira sudocidental no espigão mestre entre as águas dos rios Cubatão e São Domingos; segue por este espigão-mestre até o cruzamento com o contraforte que deixa, à direita, as águas do córrego da Limeira e, à esquerda, as do córrego Taperão.

5 — Com o Município de Ibirá
Começa no espigão-mestre Cubatão – São Domingos, no ponto de cruzamento com o contraforte que deixa, à direita, as águas do córrego da Limeira e, à esquerda, as do córrego Taperão; prossegue pelo contraforte até a foz do córrego da Limeira, no córrego Paula Vieira; sobe por este até a foz do córrego Cana do Reino.

6 — Com o Município de Potirendaba
Começa no córrego Paula Vieira, na foz do córrego Cana do Reino; sobe pelo córrego Paula Vieira até a foz do córrego Bacuri, e por este acima ate sua cabeceira no divisor Paula Vieira–Borá; alcança na contravertente a cabeceira mais oriental do córrego do Reverendo, pelo qual desce até sua foz no ribeirão do Borá, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE CERQUEIRA CÉSAR
(Criado em 1917)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Piraju
Começa na represa do rio Paranapanema na foz do rio Taquarí; desce pela represa até a foz do ribeirão do Virado; sobe por este até a foz do córrego São Luís, pelo qual sobe até a foz da Água Branca.

2 — Com o Município de Mandurí
Começa no córrego São Luís na foz da Água Branca; sobe pelo córrego São Luís até sua cabeceira, no divisor entre as águas do ribeirão São Bartolomeu, à esquerda, e as do ribeirão do Virado, à direita; caminha por este divisor até encontrar com o espigão Pardo–Paranapanema; segue por este espigão até a cabeceira da Água Grande.
 
3 — Com o Município de Santa Bárbara do Rio Pardo
Começa na cabeceira da Água Grande, no espigão Pardo–Paranapanema de onde vai em  reta ao divisor entre os ribeirões Espraiado e Três Ranchos na cabeceira da água das Marrequinhas, pela  qual desce até a água Barra Grande do Pinhal; desce por esta até sua foz no ribeirão Três Ranchos, pelo qual desce até a foz da água dos Catetos; sobe por esta até sua cabeceira, donde vai em reta à cabeceira da água Taquara do Reino, depois de atravessar o córrego Vareta; desce pela água Taquara do Reino até o rio Novo; sobe por este até a foz da água do Geraldo, pela qual sobe até o divisor Novo–Pardo; continua por este divisor até a cabeceira da água Santa Margarida; desce por esta até o rio Pardo e por este acima até a foz do rio Palmital.

4 — Com o Município de Avaré
Começa na foz do rio Palmital, no rio Pardo; sobe pelo rio Pardo até a foz do córrego do Lajeado sobe por este até o divisor Pardo–Novo; segue por este divisor até a cabeceira do córrego do Jacu; desce por este até o rio Novo; desce, ainda, por este até a foz do ribeirão Boa Vista; sobe por este e pelo córrego Cachoeirinha ate sua cabeceira sudocidental, no espigão entre os rios Novo e Paranapanema, segue por este espigão até a cabeceira mais setentrional do ribeirão Bonito; desce por este até a foz do córrego da Divisa.

5 — Com o Município de Arandu
Começa no ribeirão Bonito, na foz do córrego da Divisa, pelo qual sobe até sua cabeceira no divisor Bonito–Jamaica; alcança na contravertente a cabeceira do córrego Taquara Branca, pelo qual desce até sua foz no córrego Jamaica; sobe por este córrego até a foz do córrego de Vicente Oliveira; daí, vai em reta de rumo Oeste até o divisor entre as águas do ribeirão Bonito, à esquerda, e as do ribeirão do Macuco, à direita; segue por este divisor até a cabeceira do córrego Timburi, pelo qual desce até o córrego do Monjolinho; desce por este córrego até o ribeirão Bonito, pelo qual desce até sua foz na represa do rio Paranapanema.

6 — Com o Município de Itaí
Começa na represa do rio Paranapanema, na foz do ribeirão Bonito; desce pela represa até a foz do rio Taquarí, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE CERQUILHO
(Criado em 1948)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Laranjal Paulista
Começa no rio Sorocaba, na foz do ribeirão da Onça, de onde vai em reta ao salto do rio Sorocaba.

2 — Com o Município de Tietê
Começa no salto do rio Sorocaba; sobe por este até o córrego da Vereda, que nasce próximo à estação do mesmo nome; sobe por este córrego até sua cabeceira, no espigão Sorocaba–Tietê; alcança, na contravertente, a cabeceira mais meridional do córrego Distrital, cabeceira próxima aos trilhos da Estrada de Perro Sorocabana; desce pelo córrego Distrital até sua foz no córrego da Estiva; sobe pelo córrego da Estiva até sua cabeceira mais oriental; vai, daí, em reta, à cabeceira mais ao Norte da água de Capuava; desce por esta até o ribeirão Pimenta; continua pelo contraforte fronteiro até o divisor entre as águas do ribeirão Pimenta e córrego Indalédo de Camargo; segue por este divisor até o contraforte que deixa, â direita, as cabeceiras do córrego da Fazenda Sabaúna; segue por este contraforte em demanda da foz deste córrego no córrego de Indalédo de Camargo; daí segue pelo contraforte fronteiro ate o divisor entre as águas do córrego Indalédo de Camargo e ribeirão Mandiçununga; segue por este divisor até o contraforte que finda na foz do córrego da Fazenda Paineiras, no ribeirão Mandiçununga.

3 — Com o Município de Boituva
Começa no divisor entre os ribeirões Mandiçununga e Indalédo de Camargo, no ponto de cruzamento com o contraforte que finda na foz do córrego da Fazenda Paineiras, no ribeirão Mandiçununga; segue pelo divisor até cruzar o espigão Tietê 
Sorocaba; continua por este espigão até a cabeceira mais setentrional do ribeirão dos Sete Ranchos ou Palmital, pelo qual desce até sua foz no rio Sorocaba.

4 — Com o Município de Tatuí
Começa no rio Sorocaba, na foz do córrego Palmital ou Sete Ranchos, desce pelo rio Sorocaba até a foz do ribeirão Guarapó.

5 — Com o Município de Cesário Lange
Começa na foz do ribeirão Guarapó, no rio Sorocaba, pelo qual desce ate a foz do ribeirão da Onça, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE CESÁRIO LANGE
(Criado em 1958)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Pereiras
Começa no espigão entre as águas do rio de Conchas e as do ribeirão Aleluia, na cabeceira do galho setentrional do córrego de Adolfo Rosa; segue por este espigão e continua pelo espigão Onça 
Lajeado até cruzar com o contraforte Água Branca  Perobas; prossegue por este contraforte até a cabeceira do córrego da Divisa, pelo qual desce até sua foz no córrego das Perobas, pelo qual desce ate sua foz no ribeirão de Dentro.

2 — Com o Município de Laranjal Paulista
Começa no ribeirão de Dentro, na foz do córrego das Perobas; desce pelo ribeirão de Dentro até sua foz no ribeirão da Onça, pelo qual desce até sua foz no rio Sorocaba.

3 — Com o Município de Cerquílho
Começa na foz do ribeirão da Onça, no rio Sorocaba; sobe por este ate a foz do ribeirão Guarapó.

4 — Com o Município de Tatuí
Começa no rio Sorocaba, na foz do ribeirão Guarapó, pelo qual sobe até a foz do ribeirão Turvinho; sobe pelo ribeirão Turvinho até a foz de seu galho ocidental, foz que ocorre cerca de 1,5 km à jusante dá ponte da estrada de rodagem Tatuí 
Porangaba; sobe por este galho ocidental até sua cabeceira no divisor Turvinho  Palmeiras; segue pelo divisor entre o ribeirão Turvinho, à direita e o ribeirão Palmeiras à esquerda em demanda da foz ao ribeirão Palmeiras no ribeirão Aleluia; sobe pelo ribeirão Aleluia até a foz do córrego de Adolfo Rosa, pelo qual sobe até a cabeceira de seu galho setentrional, no espigão entre o ribeirão Aleluia e o rio de Conchas onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍdo DE CHARQUEADA
(Criado em 1954)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de São Pedro
Começa no divisor Limoeiro–Monjolinho, na cabeceira mais setentrional do galho da esquerda do ribeirão Limoeiro; alcança na contravertente a cabeceira do córrego Monjolinho; desce pelo córrego Monjolinho até sua foz no ribeirão Água Parada; deste ponto vai em reta à foz do ribeirão Boa Vista no rio Araquá, sobe pelo ribeirão Boa Vista ate a foz do córrego Água Branca; continua pelo contraforte fronteiro entre o ribeirão Boa Vista, à direita, e o córrego Água Branca, à esquerda, até o divisor entre este córrego e o ribeirão Água Vermelha, à direita; prossegue por este divisor até alcançar os aparados da serra de Itaqueri.

2 — Com o Município de Itirapina
Começa nos aparados da serra do Itaqueri onde cruza com o divisor entre as águas do ribeirão Água Vermelha e Água Branca; segue pelos aparados da serra até encontrar a cabeceira do ribeirão Vermelho que passa junto à sede da fazenda Itaíba.

3 — Com o Município de Ipeuna
Começa nos aparados, na serra de Itaqueri, onde são cortados pela cabeceira do ribeirão Vermelho; desce por este ribeirão até a foz do córrego da Fazenda Dobrada; vai, daí em reta, à cabeceira setentrional da água que passa ao Norte da sede da fazenda Covitinga; desce por esta água até sua foz, no córrego da Fazenda Covitinga; desce por este até o ribeirão Água Vermelha desce pelo ribeirão Água Vermelha até o rio Passa Cinco.
 
4 — Com o Município de Rio Claro
Começa na foz do ribeirão, Água Vermelha no rio Passa Cinco, pelo qual desce até sua foz no rio Corumbataí.

5 — Com o Município de Piracicaba
Começa na confluência dos rios Passa Cinco e Corumbataí; desce por este até a foz do ribeirão do Matão: sobe por este até a foz do córrego Caiapia, pelo qual sobe até a cabeceira de seu galho da direita; continua pelo divisor que deixa, à direita, o córrego Santa Rita, e ribeirões Jacutinga, do Meio e Água Parada e, à esquerda, o ribeirão do Limoeiro até a cabeceira mais Setentrional do galho da esquerda do ribeirão Limoeiro onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais

1 — Entre os Distritos de Charqueada e Paraisolândia
 Começa no córrego da Fazenda Covitinga, no ponto onde e cortado nela reta de rumo Norte, que vem da cabeceira oriental do galho setentrional do córrego do Mato, no divisor Covitinga–Mato; daí, segue pela referida reta até a citada cabeceira; desce pelo córrego do Mato até sua foz no ribeirão Vermelho; desce pelo ribeirão Vermelho até sua foz no ribeirão Paraíso; desce pelo ribeirão Paraíso até a foz do córrego Rocinha, pelo qual sobe até sua cabeceira, no divisor entre o ribeirão Paraíso, de um lado e a água do Sapo e córrego Fortuna, do outro lado; daí, segue por este divisor até cruzar com o divisor entre as águas do ribeirão Água Parada, à direita e as do rio Corumbataí, à esquerda; prossegue por este divisor até cruzar com o divisor entre as águas do ribeirão Água Parada e as do ribeirão Limoeiro.


MUNICÍPIO DE CLEMENTINA
(Criado em 1954)


a) Divisas Municipais

1 — Município de Piacatu
Começa na foz do córrego Volta Grande, no ribeirão da Lontra; sobe pelo ribeirão da Lontra até a foz do córrego Saltinho.

2 — Com o Município de Gabriel Monteiro
Começa no ribeirão da Lontra na foz do córrego Saltinho, sobe pelo ribeirão da Lontra até a foz do córrego Rico.

3 — Com o Município de Bilac
Começa na foz do córrego Rico, no ribeirão da Lontra, pelo qual sobe até a foz do córrego Laje; sobe por este ate sua cabeceira no espigão-mestre Feio ou Aguapeí–Tietê; segue pelo espigão-mestre até a cabeceira do córrego Imbé.

4 — Com o Município de Coroados
Começa no espigão-mestre Feio ou Aguapeí–Tietê, na cabeceira do córrego Imbé, que passa pela fazenda do mesmo nome; segue pelo espigão-mestre até a cabeceira do córrego 14 de Dezembro ou Salomão.

5 — Com o Município de Braúna
Começa no espigão-mestre Tietê–Feio ou Aguapeí, na cabeceira do córrego 14 de Dezembro ou Salomão; desce por este até o ribeirão Promissão, pelo qual desce até a foz do córrego Água Branca.

6 — Com o Município de Luiziânia
Começa na foz do córrego Água Branca, no ribeirão Promissão, pelo qual desce até a foz do córrego Maná.

7 — Com o Município de Santópolis do Aguapeí
Começa no ribeirão Promissão, na foz do córrego Maná, pelo qual sobe até sua cabeceira no divisor Promissão–Lontra; alcança, na contravertente, a cabeceira do córrego Agrião; desce por este até sua foz no córrego Mimoso, pelo qual desce até o córrego Volta Grande; desce por este até sua foz no ribeirão da Lontra, onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais

1 — Entre os Distritos de Clementina e Lauro Penteado
Começa no ribeirão da Lontra, na foz do córrego B, pelo qual sobe até sua cabeceira no divisor Lontra–Promissão; segue por este divisor até a cabeceira ocidental do córrego Recrial pelo qual desce até sua foz no córrego 14 de Dezembro ou Salomão, desce por este córrego até sua foz no ribeirão Promissão.


MUNICÍPIO DE COLINA
(Criado em 1925)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Barretes
Começa na foz do córrego da Bagagem, no rio Cachoeirinha; sobe por aquele até sua cabeceira mais oriental; transpõe o espigão-mestre Pardo–Cachoeirinha e continua pelo divisor entre as águas do ribeirão Pitangueiras, à esquerda e as do ribeirão do Turvo, à direita, até o contraforte entre os córregos da Estiva e Quebra Cuia.

2 — Com o Município de Jaborandi
Começa no divisor entre os ribeirões Pitangueiras e Turvo, no ponto de cruzamento com o contraforte entre os córregos da Estiva e Quebra Cuia; segue por este contraforte em demanda da foz do córrego da Estiva no ribeirão do Turvo, de onde vai em reta à cabeceira do córrego da Fazenda Mandaguari; continua pelo divisor entre o córrego Jaborandi e o ribeirão Retirinho, em demanda da foz do córrego da fazenda Recreio no ribeirão Retirinho, pelo qual desce até sua foz no ribeirão das Palmeiras.

3 — Com o Município de Terra Roxa
Começa no ribeirão das Palmeiras, na foz do ribeirão Retirinho; sobe por aquele até a foz do córrego Cachoeira.

4 — Com o Município de Bebedouro
Começa no ribeirão das Palmeiras, na foz do córrego Cachoeira; sobe por aquele até a foz do córrego da Onça ou Palmital, pelo qual sobe até sua cabeceira mais ocidental, no espigão entre as águas do rio Pardo, à direita e as do rio Cachoeirinha, a esquerda.

5 — Com o Município de Monte Azul Paulista
Começa no espigão entre os rios Pardo, à direita, e Cachoeirinha, à esquerda, na cabeceira mais ocidental do córrego da Onça ou Palmital; alcança a cabeceira mais setentrional do córrego Grande, pelo qual desce até o rio Cachoeirinha, e por este abaixo até a foz do córrego de Abílio de Almeida.

6 — Com o Município de Severinia
Começa no rio Cachoeirinha, na foz do córrego de Abílio de Almeida; desce por aquele até a foz do córrego da Bagagem, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE COLÔMBIA
(Criado em 1958)

a) Divisas Municipais

1 — Com o Estado de Minas Gerais
Começa no rio Grande, na foz do ribeirão da Onça; segue pela divisa com o Estado de Minas Gerais até a foz do rio Pardo.

2 — Com o Município de Guaíra
Começa no rio Grande, na foz do rio Pardo, pela qual sobe até a foz do córrego da Divisa.

3 — Com o Município de Barretos
Começa no rio Pardo, na foz do córrego da Divisa, pelo qual sobe até sua cabeceira; segue pelo contraforte da margem esquerda do córrego do Mandi até o espigão Pardo–Velho; prossegue por este espigão até o contraforte entre o córrego Barreira, à esquerda e o córrego da Mata, a direita; continua por este contraforte até a cabeceira do córrego Barreira, pelo qual desce até sua foz no rio Velho; desce pelo rio Velho até a foz do córrego Açoita Cavalo, pelo qual sobe até sua cabeceira; segue pelo espigão entre o rio Velho e o ribeirão da Onça até a cabeceira meridional do ribeirão da Onça, pelo qual desce até sua foz no rio Grande, onde tiveram início estas divisas.
 

 
MUNICÍPIO DE CONCHAL
(Criado em 1948)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Araras
Começa no ribeirão do Ferraz, na foz do ribeirão do Pinhal, desce pelo ribeirão do Ferraz até o córrego do Barbosa; segue em reta à foz do ribeirão do Pântano, no ribeirão do Cerrado; segue, ainda, em reta, até a cabeceira sudoriental do córrego Corta Rabicho ou Serra Velha; desce por este até sua foz no rio Moji-Guaçu.

2 — Com o Município de Moji-Guaçu.
Começa no rio Moji-Guaçu, na foz do córrego Corta Rabicho ou Serra Velha, sobe por aquele até a cachoeira Itupava-Mirim.

3 — Com o Município de Moji-Mirim
Começa na cachoeira Itupava–Minm, no rio Moji-Guaçu; vai, daí, em reta, à foz do córrego do Aterradinho, no ribeirão do Conchal, pelo qual sobe até o ribeirão Ponte Alta; sobe por este ribeirão até o ribeirão Ponte Baixa; sobe por este até sua cabeceira; ganha a cabeceira mais setentrional do córrego do Coxim, que fica na contravertente; desce por este até a ponta da estrada de rodagem que da cidade de Moji-Mirim vai à cidade de Limeira.

4 — Com o Município de Artur Nogueira
Começa no córrego do Coxim, na ponte da estrada de rodagem que da cidade de Moji-Mirim vai à cidade de Limeira; desce pelo Coxim até sua foz no córrego da Barra; continua pelo espigão que deixa, à direita, as águas deste último, até a confluência dos ribeirões da Guaiquica e do Pinhal, formadores do ribeirão do Ferraz, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE CONCHAS
(Criado em 1916)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Bofete
Começa na confluência do rio Feio, com o rio do Peixe; desce por este até a foz da água do Vicentinho.

2 — Com o Município de Anhembi
Começa no rio do Peixe, na foz da água ao Vicentinho; desce pelo rio do Peixe, até o rio Tietê; sobe por este até a foz do ribeirão dos Patos.

3 — Com o Município de Piracicaba
Começa no rio Tietê, na foz do ribeirão dos Patos; sobe pelo rio Tietê até a foz do córrego das Flores.

4 — Com o Município de Laranjal Paulista
Começa no rio Tietê, na foz do córrego das Flores; sobe por aquele até o ribeirão do Pará e por este acima até sua cabeceira mais meridional, chamada córrego de Luís Ribeiro, no espigão dos Morais.

5 — Com  o Município de  Pereiras
Começa no espigão dos Morais, na cabeceira mais meridional do córrego de Luís Ribeiro; segue pelo espigão dos Morais até a cabeceira mais oriental do córrego da Estrada de Ferro; desce por este até sua foz na água da Espanhola, foz que ocorre junto ao leito da Estrada de Ferro Sorocabana; desce por esta água ate o rio de Conchas; sobe por este até a foz do córrego do Anselmo; sobe por este até sua cabeceira mais ocidental; segue pele contraforte que deixa, à direita, as águas do córrego do Baltazar até o alto do Padilha e continua pelo espigão entre as águas do rio de Conchas, à esquerda, e, à direita as do ribeirão do Moquem, até a cabeceira do córrego de Salvador Vieira.

6 — Com o Município de Porangaba
Começa na cabeceira do córrego de Salvador Vieira; desce por este até o ribeirão do Moquem; desce por este até a foz do primeiro córrego da margem esquema e continua pelo contraforte fronteiro até o divisor que deixa, à direita, as águas do ribeirão do Moquem, e, à esquerda, as do rio Feio; segue por este divisor até o contraforte que deixa, à direita, o córrego de São João; segue por este contraforte até a foz do rio Feio, no rio do Peixe, onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais

1 — Entre os Distritos de Conchas e Juquiratiba
Começa no rio Tietê, na foz do rio de Conchas, pelo qual sobe até a foz do córrego da Divisa; sobe por este até sua cabeceira; daí, vai em reta à cabeceira do córrego Boa Vista, pelo qual desce até o ribeirão Salgado; daí vai em reta, ao rio do Peixe, na foz do córrego dos Aflitos foz que ocorre a jusante da ponte da rodovia estadual Conchas–Bofete.


MUNICÍPIO DE CORDEIRÓPOLIS
(Criado em 1948)


a) Divisas  Municipais

1 — Com o Município de Santa Gertrudes
Começa no espigão entre o ribeirão Cachoeirinha, de um lado, e ribeirão Santa Gertrudes e Tatu, do outro lado, no ponto de cruzamento com o contraforte Santa Gertrudes – Tatu; segue por este contraforte até sua extremidade setentrional, vai em reta a lagoa do Catingueiro; daí, segue, por nova reta, à ponta meridional do divisor que deixa, à direita, as águas do ribeirão Tatu, e, à esquerda, as do ribeirão Santa Gertrudes; segue por este divisor até o espigão-mestre Moji-Guaçu – Piracicaba.

2 — Com o Município de Araras
Começa no espigão mestre Moji-Guaçu – Piracicaba, no ponto de cruzamento com o divisor entre as águas dos ribeirões Santa Gertrudes e Tatu continua pelo espigão-mestre entre as águas dos ribeirões das Araras e Pinhal, à esquerda, e as do ribeirão Tatu e Tabajara, à direita, até a cabeceira do córrego da Fazenda São Jerônimo.

3 — Com o Município de Limeira
Começa no espigão entre os ribeirões Pinhal e Tabajara, que é o espigão-mestre Moji-Guaçu – Piracicaba, na cabeceira do córrego da Fazenda São Jerônimo; desce por este córrego até o ribeirão Tabajara; sobe por este até sua cabeceira mais ocidental, vai em reta, a foz do córrego da Fazenda Barreiros no ribeirão do Pinhal; sobe por aquele, até sua cabeceira; continua pelo divisor Pinhal–Tatu até o contraforte que deixa, à direita, as águas do córrego São Francisco; contínua pelo contraforte até a foz do córrego São Francisco, no ribeirão Tatu; sobe por este passando pelo tanque junto à estação de Ibicaba até a foz do córrego Saltinho; sobe por este até sua cabeceira; segue pelo espigão que deixa, à esquerda as águas dos ribeirões Água da Serra e Cachoeirinha e, à direita, as do ribeirão Tatu até encontrar com o espigão Santa Gertrudes Tatu.

4 — Com o Município de Iracemápolis
Começa no divisor Tatu–Cachoeirinha, no ponto de cruzamento com o divisor que separa as águas dos ribeirões Água da Serra e Cachoeirinha; segue pelo divisor Tatu–Cachoeirinha até o contraforte entre as águas do ribeirão Tatu e as do córrego Santa Gertrudes, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE COROADOS
(Criado em 1928)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Bilac
Começa no espigão-mestre Feio ou Aguapeí – Tietê na cabeceira do córrego Imbé, que passa na Fazenda de igual nome; desce pelo córrego Imbé até a foz do galho que vem da Fazenda Alto Alegre

2 — Com o Município de Birigui
Começa no córrego Imbé na foz do galho que vem da Fazenda Alto Alegre; sobe por este galho até a foz da água que passa na colônia da fazenda Mundo Novo; sobe ainda por esta água até sua cabeceira no contraforte Imbé — Baguacu; daí, alcança na contravertente a cabeceira do córrego Gangré; desce pelo córrego Gangré até sua foz no ribeirão Baguacu, sobe por este até a foz do córrego Tabapuã; sobe por este até a sua cabeceira principal no divisor Baguaçu – Congonhas; segue por este divisor até a cabeceira do córrego Grande pelo qual desce até o ribeirão dos Baixotes e, por este, ate o rio Tietê.
 
3 — Com o Município de Buritama
Começa no rio Tietê, na foz do ribeirão dos Baixotes; sobe pelo rio Tietê até a foz do córrego das Congonhas.

4 — Com o Município de Glicério
Começa no rio Tietê, na foz do córrego das Congonhas; sobe por este até a sua cabeceira no divisor que deixa, à direita, as águas do ribeirão rios Baixotes e o córrego do Campo e Congonhas, e, à esquerda, as águas dos ribeirões Lajeado Bonito e córrego Caximba e Água Limpa; segue por este divisor até a cabeceira do córrego de Patrído Gimene.

5 — Com o Município de Braúna
Começa no divisor que separa as águas do córrego Água Limpa das do Congonhas, na cabeceira do córrego de Patrído Gimene; segue pelo divisor que deixa, à esquerda, as águas do córrego Água Limpa até o espigão-mestre Tietê 
Feio ou Aguapeí; prossegue por este espigão-mestre em demanda da cabeceira do córrego Macuco.

6 — Com o Município de Clementina
Começa no espigão-mestre Feio ou Aguapeí – Tietê, na cabeceira do córrego Macuco; segue pelo espigão-mestre até a cabeceira do córrego Imbé que passa na fazenda de igual nome, onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais

1 — Entre os Distritos de Brejo Alegre e Coroados
Começa no divisor entre os ribeirões Lajeado e dos Baixotes, na cabeceira do córrego do Revólver; desce por este até sua foz no ribeirão dos Baixotes.


MUNICÍPIO DE CORONEL MACEDO
(Criado em 1963)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Taguaí
Começa no ribeirão da Aldeia eu Barra Grande, na foz do ribeirão da Ariranha, pelo qual sobe até sua cabeceira no divisor Aldeia ou Barra Grande — Fartura; segue por este divisor até o pião divisor entre os ribeirões da Aldeia ou Barra Grande, Fartura e Taquari.

2 — Com o Município de Taquarituba
Começa no pião divisor entre os ribeirões da Aldeia ou Barra Grande, Fartura e Taquari; segue pelo espigão entre as águas do ribeirão da Aldeia ou Barra Grande, à direita, e as do rio Taquari, à esquerda, até a cabeceira da água do Cavalo, pelo qual desce até sua foz no ribeirão do Muniz; continua pelo contraforte fronteiro até o divisor Muniz – Quati ou Vaquejador; prossegue por este divisor até cruzar com o contraforte entre as águas dos córregos do Acácio e do Osório Gomes; segue por este contraforte em demanda da foz da água do Sítio no ribeirão Quati ou Vaquejador, pelo qual desce até sua foz no rio Taquari.

3 — Com o Município de Itaí
Começa no rio Taquari, na foz do ribeirão do Vaquejador ou Quati sobe por aquele até a foz do córrego Nha–Cândida.

4 — Com o Município de Itaberá
Começa no rio Taquari, na foz do córrego Nha–Cândida; sobe por este até sua cabeceira norocidental no divisor Ponte Alta — Muniz; segue por este divisor até o espigão entre o rio Verde e o rio Taquari; continua pelo espigão até o divisor Branco — Forquilha; prossegue por este divisor que deixa, à direita, as águas do ribeirão Branco, e, à esquerda, as do ribeirão da Forquilha até a cabeceira da água José Lourenço.

5 — Com o Município de Itaporanga
Começa no divisor Branco — Forquilha na cabeceira da água José Lourenço, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Branco; sobe por este ribeirão até a foz da água de José Maia pelo qual sobe até o divisor Branco — Lajeado; alcança na contravertente a cabeceira do córrego da Serra, pelo qual desce até sua foz no ribeirão do Lajeado, pelo qual sobe até a foz da água do Nogueira; sobe por esta água até sua cabeceira no divisor Lajeado — Aldeia ou Barra Grande; segue por este divisor até a cabeceira do galho sudoriental da água da Gabiroba, pelo qual desce até sua foz no ribeirão da Aldeia ou Barra Grande; desce por este ribeirão até a foz do ribeirão da Ariranha, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE CORUMBATAÍ
(Criado em 1948)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Analândia
Começa na cabeceira mais meridional do ribeirão cia Barra, pelo qual desce até sua foz no rio Corumbataí; prossegue pelo divisor que deixa, à direita as águas do córrego Emboabas e, à esquerda, as do córrego das Taipas, até atingir a ponta mais ocidental do morro Grande; continua pela cumiada deste maciço até o ponto de cruzamento com o contraforte da margem direita do córrego da Colônia da Fazenda do Dr. Cândido.

2 — Com o Município de Santa Cruz da Conceição
Começa no divisor entre as águas do ribeirão do Arouca e ao ribeirão do Moquem, no ponto de cruzamento com o contraforte da margem direita do córrego da Colônia da Fazenda do Dr. Cândido; segue pelo divisor Arouca–Moquem até a cabeceira mais ocidental do córrego Pedra Vermelha, pelo qual desce até sua foz. no ribeirão do Moquem; desce ainda, por este até a foz de seu galho da direita, e por este acima até a foz do córrego do Monjolo.

3 — Com o Município de Leme
Começa no ribeirão do Moquem, na foz de córrego do Monjolo, sobe por aquele até a foz do córrego Monte Alegre.

4 — Com o Município de Rio Claro
Começa no ribeirão do Moquem, na foz do córrego Monte Alegre; segue em reta de rumo Oeste até o ribeirão Claro; segue em ré ta até encontrar a reta de rumo Norte que parte da foz do segundo afluente da margem direita do córrego do Batista Ferraz, à montante de sua foz no rio Corumbataí num ponto desta reta situado a um quilômetro ao Norte do seu cruzamento com a linha da Companhia de Estradas de Ferro; segue pela última reta até a referida foz; sobe pelo citado afluente até a sua cabeceira mais ocidental, de onde vai, em reta, no ribeirão Jacutinga, no ponto em que é cortado pela reta de rumo Leste que parte da foz do córrego Boa Vista, no rio da Cabeça; segue por esta reta até a referida foz, sobe pelo rio da Cabeça até a foz do córrego da Serra.

5 — Com o Município de Itirapina
Começa na foz do córrego da Serra, no rio da Cabeça; sobe por aquele até a sua cabeceira mais setentrional; segue em reta à cabeceira mais meridional do ribeirão da Barra, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE COSMÓPOLIS
(Criado em 1944)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de  Limeira
Começa no rio Jaguari, na foz do ribeirão do Pinhal; sob por este até a foz do córrego Canguçu; sobe ainda, por este e pelo galho mais próximo da fazenda Canguçu até sua cabeceira no contraforte da margem direita do córrego Canguçu; segue por este contraforte até o divisor Pinhal 
Paredão; continua por este divisor até o divisor entre as águas do ribeirão do Pinhal, de um lado e as do ribeirão Três Barras, do outro; segue por este divisor até a cabeceira mais ocidental do córrego Pinheirinho.

2 — Com o Município de Artur Nogueira
Começa no divisor entre as águas do ribeirão do Pinhal, de um lado, e as águas do ribeirão Três Barras, do outro na cabeceira mais ocidental do córrego Pinheirinho; desce por este até o ribeirão Monjolo Grande; desce, ainda por este até a foz do córrego do sítio Novo; vai em reta ao quilômetro 41 da estrada de rodagem que liga Artur Nogueira a Cosmópolis; desta estrada continua por nova reta à cabeceira da grota de Manuel Guimaro; desce pela grota até o rio Pirapitingui; desce ainda por ele até a foz do córrego Socegã ou Jacinto; sobe por este córrego até sua cabeceira ocidental; vai, em reta, à cabeceira do córrego Boldim, Cemitério ou Capela; desce por este até o ribeirão Cachoeira.
 
3 — Com o Município de Jaguariúna
Começa na foz do córrego Boldim, Cemitério ou Capela, no ribeirão Cachoeira; desce por este até sua foz no rio Jaguari, pelo qual desce até a foz do córrego Meia Lua.

4 — Com o Município de Paulínia
Começa no rio Jaguari, na foz do córrego Meia Lua; desce pelo rio Jaguari, ate a foz do córrego Jacaré, pelo qual sobe até sua cabeceira; continua pelo contraforte que deixa, a direita, o córrego Lagoa Azul, até cruzar com o espigão Atibaia – Jaguari; segue pelo espigão até cruzar com o contraforte que morre no rio Atibaia, na foz do córrego da Fazenda Foguete.

5 — Com o Município de Americana
Começa no espigão Jaguari — Atibaia, onde o espigão cruza o contraforte que morre no rio Atibaia, na foz do córrego da Fazenda Foguete; segue pelo espigão até a cabeceira de galho da direita do córrego Jacutinga; desce por este até o rio Jaguari, e por este até a foz do ribeirão do Pinhal, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE COSMORAMA
(Criado em 1948)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Votuporanga
Começa no rio São José dos Dourados, na foz do córrego da Prata; sobe por este até a foz do córrego da Capoeira, pelo qual sobe até sua cabeceira no espigão-mestre São José dos Dourados – Turvo; segue pelo espigão-mestre até o contraforte Piedade – Sumidouro; continua por este contraforte em demanda da cabeceira do córrego Manguinho desce por este até sua foz no ribeirão Piedade.

2 — Com o Município de Álvares Florence
Começa no ribeirão Piedade, na foz do córrego Manguinho; desce pelo ribeirão Piedade até a foz do córrego do Mangue.

3 — Com o Município de Américo de Campos
Começa no ribeirão Piedade, na foz do córrego do Mangue; desce pelo ribeirão Piedade até sua foz no rio Preto.

4 — Com o Município de Palestina
Começa na foz do ribeirão Piedade, no rio Preto; sobe por este até a foz do ribeirão Bonito.

5 — Com o Município de Tanabi
Começa no rio Preto, na foz do ribeirão Bonito, pelo qual sobe até a foz do córrego do Meio; sobe por este até sua cabeceira no espigão-mestre Preto — São José dos Dourados; segue pelo espigão-mestre até cruzar com o contraforte entre os córregos da Estiva e do Carrilho; segue por este contraforte até a cabeceira do galho Leste do córrego do Carrilho, pelo qual desce até sua foz no rio São José dos Dourados.

6 — Com o Município de Sebastianópolis do Sul
Começa no rio São José aos Dourados, na foz do córrego do Carrilho; desce por aquele até a foz do córrego da Prata, onde tiveram início estas divisas


MUNICÍPIO DE COTIA
(Criado em 1856)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de São Roque
Começa no rio Sorocá-Mirim, na foz do ribeirão da Vargem Grande; sobe por este até a confluência de seus galhos oriental e setentrional.

2 — Com o Município de Itapevi
Começa na confluência dos galhos oriental e setentrional do ribeirão da Vargem Grande; segue pelo contraforte fronteiro até o divisor entre as águas do ribeirão da Vargem Grande e rio Cotia, à direita, e as do ribeirão Sapiatá, à esquerda; continua por este divisor até entroncar com o contraforte entre as águas do ribeirão Sapiatá, à esquerda e as do ribeirão Itapevi, à direita; prossegue por este contraforte até a cabeceira norocidental do ribeirão da Estiva, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Itapevi; sobe pelo ribeirão Itapevi até a foz da primeira água da margem direita; segue pelo contraforte que deixa esta água à esquerda, até o divisor entre os ribeirões Itapevi e Barueri-Mirim; continua por este divisor até o pião divisor dos ribeirões Itapevi, Barueri-Mirim e rio Cotia, na cabeceira do córrego Barueri-Mirim.

3 — Com o Município de Jandira
Começa no pião divisor entre o ribeirão Itapevi e rios São João ou Barueri e Cotia; segue pelo divisor entre os rios São João ou Barueri e Cotia até a cabeceira do galho mais ocidental do ribeirão das Pombas, pelo qual desce até sua foz no rio Cotia.

4 — Com o Município de Carapicuíba
Começa na foz do ribeirão das Pombas, no rio Cotia, pelo qual sobe até a foz do ribeirão Moinho Velho; sobe por este ribeirão até a foz do córrego Manoel Góes Serrano, pelo qual sobe até a foz do córrego Sebastião Paula; sobe ainda por este córrego até sua cabeceira no divisor Moinho Velho–Aldeia; segue por este divisor até a cabeceira do córrego de Orlando Dias, pelo qual desce até sua foz no córrego da Fazenda Velha; sobe por este córrego até a foz do córrego de Benhardt Weitbrech, pelo qual sobe até sua cabeceira no divisor Fazenda Velha – Carapicuíba; segue por este divisor até a cabeceira do córrego Taquaralzinho, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Carapicuíba.

5 — Com o Município de Osasco
Começa na foz do córrego Tanquinho no ribeirão Carapicuíba; sobe por este até sua cabeceira sudoriental, no espigão Pirajuçara–Tietê.

6 — Com o Município de Embu
Começa no espigão Pirajuçara–Tietê, na cabeceira sudoriental do ribeirão Carapicuíba; segue pelo espigão que deixa, à direita, as águas do rio Tietê e, à esquerda as do ribeirão Poá e rio Embu-Mirim até a cabeceira do córrego Retiro das Pedras, pelo qual desce até sua foz no córrego Potium; continua pelo contraforte fronteiro até o divisor Potium–Moinho Velho; prossegue por este divisor em demanda da confluência dos galhos sudocidental e sudoriental do ribeirão do Moinho Velho; sobe pelo galho sudocidental até sua cabeceira no divisor Moinho Velho – Km 30; continua por este divisor até cruzar com o contraforte da margem direita do córrego Invernada, prossegue por este contraforte em demanda da foz deste córrego no córrego Km 30; daí continua pelo contraforte do córrego Km 30 e o rio Cotia até cruzar com o espigão Cotia–Ressaca; prossegue por este espigão até o contraforte da margem direita do córrego dos Britos; segue por este contraforte em demanda da foz deste córrego no ribeirão da Ressaca.

7 — Com o Município de Itapecerica da Serra
Começa na foz do córrego dos Britos, no ribeirão da Ressaca, pelo qual sobe até a foz do ribeirão Mato Dentro; sobe pelo ribeirão Mato Dentro até sua cabeceira mais meridional; continua pelo espigão que deixa, à direita, as águas do rio Cotia, e, à esquerda, as do rio Embu-Mirim, até chegar à serra do Chiqueiro; segue pela crista desta e pela serra de Itatuba até a cabeceira mais oriental do rio Laranjeiras.

8 — Com o Município de Ibiúna
Começa na serra de Itatuba, na cabeceira mais oriental do no Laranjeiras; segue pelo espigão entre os rios Capivari e Cotia, à direita, e rio Laranjeiras, à esquerda, em demanda da cabeceira mais meridional do rio Sorocá-Mirim; desce por este até a foz do ribeirão da Vargem Grande, onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais

1 — Entre os Distritos de Caucáia do Alto e Cotia
Começa no divisor Vargem Grande–Cotia, no ponto de cruzamento com o contraforte da margem esquerda do ribeirão da Graça; continua por este contraforte até a foz do ribeirão da Graça, no rio Cotia; sobe por este até a represa de Pedro Beicht, pelo qual segue até a foz da água do Gregório Grande; sobe por esta água até sua cabeceira, no espigão entre as águas do rio Cotia, à direita, e as do rio Embu-Mirim, à esquerda.

2 —  Entre os Distritos de Caucáia do Alto e Raposo Tavares
Começa no ribeirão Vargem Grande, na foz do ribeirão Pereiras, pelo qual sobe até seu galho da margem direita, logo acima da estrada Cotia – Caucáia do Alto; sobe por este galho até sua cabeceira no pião divisor entre os ribeirões Pereiras e Laje e rio Cotia; segue pelo divisor Vargem Grande – Cotia até o contraforte da margem esquerda do ribeirão da Graça.

3 — Entre os Distritos de Cotia e Raposo Tavares
Começa no divisor Vargem Grande – Cotia no ponto do cruzamento com o contraforte da margem esquerda do ribeirão da Graça; segue pelo divisor Vargem Grande – Cotia até a cabeceira do córrego Tijuco Preto, pelo qual desce até sua foz no ribeirão dos Pires, pelo qual segue até a foz do córrego Aterrado; sobe por este córrego até a sua cabeceira no divisor entre as águas do rio Cotia e as do ribeirão Sapiatã.


MUNICÍPIO DE CRAVINHOS
(Criado em 1897)

a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Ribeirão Preto
Começa na foz do córrego do Lajeadozinho, no ribeirão da Onça; desce pelo último até o córrego São Francisco; sobe por este até a sua cabeceira mais setentrional no espigão Preto 
Onça; segue por este espigão até sua cabeceira mais meridional do córrego da Fazenda Cantagalo, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Preto; continua pelo contraforte da margem direita do córrego da Fazenda Santa Maria ou Santa Rita, até alcançar a cabeceira do córrego da Fazenda Venândo ou Figueira; desce por este até o córrego do Espraiado, pelo qual desce até o ribeirão da Figueira.

2 — Com o Município de Serrana
Começa na foz do córrego do Espraiado, no ribeirão da Figueira; segue pelo espigão que separa as águas do ribeirão Tamanduá ou Figueira, das do córrego Espraiado, até a foz do córrego da fazenda Cruzeiro ou de Manuel Amaro; sobe pelo ribeirão Tamanduá até a foz do ribeirão Tamanduázinho.

3 — Com o Município de Serra Azul
Começa na foz do ribeirão Tamanduázinho, no ribeirão Tamanduá; sobe por este até a foz da água da Cruz, primeiro córrego da margem esquerda logo acima da foz do córrego Cachoeira.

4 — Com o Município de São Simão
Começa na foz da água da Cruz, primeiro córrego da margem esquerda do ribeirão Tamanduá, logo acima da foz do córrego Cachoeira; sobe por aquela até sua cabeceira; prossegue em reta ao quilômetro numero 275, da Estrada de Ferro Mogiana, entre as estações de Tibiriçá e Beta; segue em demanda do contraforte Tamanduá 
Pântano; prossegue por este espigão até o contraforte que deixa, à esquerda o ribeirão do Pântano e à direita, o córrego Água Branca e por este contraforte continua até a confluência desses dois cursos, prosseguindo pelo ribeirão do Pântano até sua foz no ribeirão da Onça.


5 — Com o Município de Luiz Antônio
Começa na foz do ribeirão do Pântano, no ribeirão da Onça, pelo qual desce até a foz do córrego Lajeadozinho, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE CRISTAIS PAULISTA
(ex–Guapuã)
(Criado em 1958)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Pedregulho
Começa na confluência dos córregos do Indaíá e da Cachoeira do Salto, formadores do ribeirão Água Limpa; segue pelo contraforte entre o córrego do Indaíá, à esquerda, e o córrego da Cachoeira do Salto, à direita, até cruzar com o espigão-mestre entre os rios Ponte Nova e Canoas; daí, vai, em reta, à serra do Indaíá, no ponto onde é cortada pela estrada que, da estação de Indaíá, vai ao bairro da Boa Vista; desse ponto segue pelas serras do Indaíá e da Faquinha até a cabeceira mais ocidental do córrego do Bálsamo, pelo qual desce até sua foz no rio Canoas.

2 — Com o Estado de Minas Gerais
Começa no rio Canoas, na foz do córrego do Bálsamo; segue pela divisa com o Estado de Minas Gerais até a foz do ribeirão Pouso Alegre, no rio Canoas.

3 — Com o Município de Franca
Começa no rio Canoas, na foz do ribeirão Pouso Alegre, pelo qual sobe até a foz do córrego Pouso Alto; segue pelo contraforte entre o ribeirão Pouso Alegre, à direita, e o córrego Pouso Alto, à esquerda, até cruzar com o espigão-mestre entre o rio Canoas de um lado e os ribeirões do Salgado e Corrente do outro lado; prossegue pelo espigão-mestre até encontrar com o divisor entre os ribeirões de Salgado e Corrente; continua por este divisor entre o ribeirão Corrente, à direita, e o ribeirão do Salgado, à esquerda, até a cabeceira do córrego Fundo.

4 — Com o Município de Ribeirão Corrente
Começa no divisor entre as águas dos ribeirões do Salgado e Corrente, na cabeceira do córrego Fundo; segue pelo divisor até cruzar com o contraforte que deixa, à esquerda, o córrego das Almas; daí, segue por esse contraforte até a foz do córrego Boa Vista, no córrego Santana; sobe pelo córrego Boa Vista até sua cabeceira mais setentrional, no divisor Santana–Japão; daí alcança, na contravertente, a cabeceira mais meridional do córrego do Quirino, pelo qual desce até sua foz, no ribeirão do Japão; desce pelo ribeirão do Japão até a foz do córrego Barro Preto.

5 —  Com  o Município  de  Jeriquara
Começa no ribeirão do Japão, na foz do córrego Barro Preto, pelo qual sobe até sua cabeceira setentrional; daí, segue pelo divisor Japão – Água Limpa até cruzar com o contraforte da margem esquerda do córrego da Cachoeira do Salto; prossegue por esse contraforte em demanda da confluência dos córregos da Cachoeira do Salto e do Indaíá, formadores do ribeirão Água Limpa, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE CRUZÁLIA
(Criado em 1963)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Maracaí
Começa no rio Paranapanema, na foz do ribeirão das Anhumas, pelo qual sobe até a foz do córrego da Pintada; sobe por este córrego até a foz do córrego da Estiva; sobe pelo córrego da Estiva até a foz de córrego do Brejo, pelo qual sobe até sua cabeceira no divisor Paranapanema–Capivara; segue pelo divisor Paranapanema–Capivara até a cabeceira do córrego do Caçador, pelo qual desce até sua foz no ribeirão das Anhumas; desce por este até a foz do córrego Grota Seca, pelo qual sobe até sua cabeceira, no divisor Anhumas–Bugio; segue por este divisor até o pião divisor entre os ribeirões das Anhumas, do Bugio, do Dourado e do Cervo.

2 — Com o Município de Assis
Começa no pião divisor entre os ribeirões das Anhumas, do Bugio, do Dourado e do Cervo; alcança a cabeceira do ribeirão do Bugio, pelo qual desce até a foz do córrego do Bugiozinho.

3 — Com o Município de Florínia
Começa na foz do córrego do Bugiozinho no ribeirão do Bugio, pelo qual desce até sua foz no rio Paranapanema.

4 — Com o Estado do Paraná
Começa no rio Paranapanema na foz do ribeirão do Bugio, segue pela divisa com o Estado do Paraná até a foz do ribeirão das Anhumas, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE CRUZEIRO
(Criado em 1871)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Estado de Minas Gerais
Começa na serra da Mantiqueira, onde esta cruza o espigão entre as águas dos ribeirões Passa Vinte e Embaú; prossegue pela divisa com o Estado de Minas Gerais até cruzar com o divisor entre as águas do ribeirão Água Limpa, de um lado, e ribeirão Jacu, do outro lado.

2 — Com o Município de Lavrinhas
Começa na Serra da Mantiqueira, no porto onde a serra cruza com o divisor entre as águas do ribeirão Água Limpa, de um lado, e as do rio Jacu, do outro lado; segue por este divisor até a cabeceira do galho ocidental do córrego Lindeiro, pelo qual desce até o rio Paraíba; segue por este até a foz do córrego Municipal, pelo qual sobe até sua cabeceira no divisor entre as águas dos córregos do Sertão e Pitangueiras; prossegue por este divisor até entroncar com o contraforte que separa as águas do córrego Pitangueiras das do córrego da Igrejinha.

3 — Com o Município de Silveiras
Começa onde o divisor entre as águas dos córregos do Sertão e Pitangueiras entronca com o contraforte que separa as águas do córrego Pitangueiras à esquerda das do córrego da Igrejinha, à direita; segue por este contraforte que deixa à direita, as águas do córrego do Barro de Telha, em demanda da foz do córrego da Igrejinha no rio Itaguaçaba, pelo qual sobe até a foz do córrego da Fazendinha; continua pelo contraforte entre as águas do córrego da Fazendinha, à direita, e as do ribeirão do Paiol, à esquerda, até o divisor entre as águas do ribeirão do Paiol, à esquerda e as do ribeirão do Alegre, à direita; prossegue por este divisor até a cabeceira do córrego da Dorotéia ou Santa Cabeça.

4 — Com o Município de Cachoeira Paulista
Começa no divisor que deixa, à direita, as águas do ribeirão do Alegre, e à esquerda, as do ribeirão do Paiol, na cabeceira do córrego da Dorotéia ou santa Cabeça; desce por este até o ribeirão do Alegre; continua por este abaixo e pelo ribeirão das Pedras até o rio Paraíba, pelo qual desce até a foz do ribeirão passa Vinte; sobe por este até a foz do ribeirão Piquete, pelo qual sobe até a foz do córrego Caxambu; continua pelo contraforte entre o córrego Caxambu, à direita, e o ribeirão Piquete, à esquerda, até o divisor Embaú–Piquete; prossegue pelo divisor entre estas duas águas até a cabeceira do córrego Mendanha.

5 — Com o Município de Piquete
Começa no divisor entre as águas dos ribeirões Piquete e Embaú na cabeceira do córrego Mendanha; continua pelo divisor até cruzar com o divisor Embaú
Passa Vinte; prossegue por este divisor até cruzar com a Serra da Mantiqueira, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE CUBATÃO
(Criado em 1948)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de São Bernardo do Campo
Começa no rio dos Pilões na foz do ribeirão Paçareúva; segue pelo contraforte fronteiro até os aparados da serra do Mar ou Paranapiacaba; segue pelos aparados da serra, que aí tem o nome local de serra do Cubatão, até cruzar com o divisor entre as águas do rio Perequê, à esquerda, e as do rio Pequeno, à direita.

2 — Com o Município de Santo André
Começa nos aparados da serra do Mar, onde tem o nome local de serra do Cubatão, no ponto de cruzamento com o divisor entre as águas do rio Perequê, e as do rio Pequeno; segue pelos aparados da serra, que recebe os nomes locais de serra do Poço do Meio e de Moji até encontrar a reta de rumo Norte, que vem da foz ao córrego da Terceira Máquina, que vai desaguar no rio Moji, próximo à Terceira Máquina da Linha Velha, para Santos, da Estrada de Ferro Santos a Jundiaí; segue por esta reta até a serra do Morrão.

3 — Com o Município de Santos
Começa no alto da serra do Morrão, onde esta é atingida pela reta de rumo Sul, que vem da Foz do córrego da Terceira Máquina; segue pela crista da serra até o contraforte da margem esquerda do córrego do Cortume da Tapera, em demanda da foz deste córrego no largo do Caneú; continua pelo eixo do largo do Caneú, passando a Leste do morro do Casqueiro até atingir o braço chamado rio Casqueiro, pelo qual desce até o lago da Pompeba e por este ainda até a foz do rio dos Bugres.

4 — Com o Município de São Vicente
Começa na foz do rio dos Bugres, no largo da Pompeba; continua Pelo leito deste, passando ao Norte da ilha do mesmo nome e pelo rio Branco até a foz do rio Santana; sobe por este até a foz do ribeirão dos Queirozes e por este até a foz do córrego da Mãe Maria; sobe por este até sua cabeceira mais setentrional; segue, em reta, até a foz do ribeirão dos Pilões, no rio Cubatão; sobe por aquele até a foz do ribeirão Paçareúva, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE CUNHA
(Criado em 1785)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Guaratinguetá
Começa no rio do Peixe, na foz do ribeirão do Sertãozinho; desce pelo no do Peixe até a foz do ribeirão do Cordeiro, pelo qual sobe até o ribeirão Palmital; sobe por este até o córrego Corisco, pelo qual sobe até sua cabeceira nororiental no divisor Corisco 
Campo Alegre; segue por este divisor até o contraforte entre o ribeirão Campo Alegre, à esquerda, e o ribeirão Mato Dentro à direita; caminha por este contraforte em demanda da confluência dos ribeirões Campo Alegre e Cachoeira, formadores do ribeirão Mato Dentro; prossegue pelo contraforte entre o ribeirão Cachoeira, à esquerda, e o ribeirão Vauvu, à direita em demanda da foz do córrego Paiolinho, no ribeirão Vauvu; continua pelo contraforte fronteiro até entroncar com o contraforte da margem direita do córrego do Pessegueiro; caminha por este contraforte até cruzar com o divisor entre as águas dos ribeirões Vauvu e Carimbamba.

2 — Com o Município de Lorena
Começa onde o contraforte dia margem direita do córrego do Pessegueiro cruza com o divisor entre as águas ao ribeirão Vauvu, à direita, e as do ribeirão Carimbamba à esquerda; segue por este divisor até o divisor Carimbamba — Vassouras; prossegue por este divisor até entroncar com o contraforte entre as águas do ribeirão Taboão, à esquerda, e as do rio Paraitinga, à direita; continua por este contraforte em demanda da foz do ribeirão Taboão no rio Paraitinga, pelo qual sobe até a foz do ribeirão dos Macacos.

3 — Com o Município de Silveiras
Começa no rio Paraitinga, na foz do ribeirão dos Macacos; sobe pelo rio Paraitinga até a foz do ribeirão Capetinga; sobe pelo ribeirão Capetinga até a foz do córrego Gingão e por este acima até sua cabeceira no divisor entre as águas do ribeirão dos Macacos e o rio Paraitinga; segue por este divisor até a cabeceira do córrego Curral Velho.

4 — Com o Município de Areias
Começa no divisor da margem direita do rio Paraitinga, na cabeceira do córrego Curral Velho; continua pelo espigão que deixa, à esquerda, às águas dos córregos do Saci e Cansa Cavalo e, à direita, as do rio Paraitinga, até encontrar a cabeceira do córrego das Pedras, pelo qual desce até o rio Paraitinga, e, por este, até o córrego da Estiva.

5 — Com o Município de São José ao Barreiro
Começa no rio Paraitinga, na foz do córrego da Estiva; segue pelo contraforte Estiva — Varjão até o divisor que separa as águas do rio do Veado das dos rios Guaripu e Paraitinga; continua por este divisor até a foz do rio do Veado, no rio Mambucaba, pelo qual desce até a foz do córrego da Memória.

6 — Com o Estado do Rio de Janeiro
Começa no rio Mambucaba, na foz do córrego da Memória; segue pela divisa com o Estado do Rio de Janeiro até a serra do Mar, onde ela cruza com o espigão que deixa as águas dos ribeirões Picinguaba, Cambuí e córrego da Escada, de um lado, e as dos rios Patatiba e Carapitanga, do outro lado, espigão que é a serra do Parati.

7 — Com o Município de Ubatuba
Começa na serra do Mar, onde ela cruza com a serra do Parati; segue pela crista da serra do Mar, até cruzar com o contraforte que finda na foz do ribeirão Grande, no rio Paraibuna.

8 — Com o Município de São Luís do Paraitinga
Começa na serra do Mar, onde esta cruza com o contraforte que finda na foz do ribeirão Grande, no rio Paraibuna; segue por este contraforte até a foz do ribeirão Grande, no rio Paraibuna; sobe pelo ribeirão Grande até sua cabeceira, no espigão entre as águas do ribeirão Catioca e o. córrego Mato Dentro, à direita, e as dos ribeirões Pinga e do Chapéu, à esquerda, segue por esse divisor até o cruzamento com o contraforte entre as águas do córrego Mato Dentro de um lado e as do rio Paraitinga e córrego Marmeleiro, do outro lado.

9 — Com o Município de Lagoinha
Começa no divisor entre o ribeirão do Chapéu e o rio Paraitinga, no ponto de cruzamento com o contraforte entre as águas do rio Paraitinga e córrego Marmeleiro, à esquerda, e as do córrego Mato Dentro e rio Itaim à direita; segue por este contraforte em demanda da foz do rio Itaim, no rio Paraitinga; sobe pelo rio Paraitinga até a foz do córrego Limoeiro; sobe pelo córrego Limoeiro até a foz do córrego de Nenê Tereza, e, ainda, por este até sua cabeceira norocidental, no divisor Peixe–Limoeiro; transpõe o divisor em demanda da cabeceira mais oriental do córrego de João Emílio; desce por este até sua  foz o rio do Peixe; desce pelo rio do Peixe até a foz do ribeirão do Sertãozinho onde  tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais

1 — Entre os Distritos de Campos de Cunha e Cunha
Começa na serra do Mar, na cabeceira do córrego das Tamancas; desce por este até sua foz no córrego Pedra Branca; desce pelo córrego Pedra Branca até a foz do córrego das Cem Braças; sobe por este até sua cabeceira; vai, daí em reta, à cabeceira do córrego das Casinhas; desce pelo córrego das casinhas até sua foz no córrego Campista; desce por este até sua foz no ribeirão Solapão; desce, ainda, pelo ribeirão Solapão até a foz do córrego Ponte Alta ou Várzea do Tanque, pelo qual sobe até a foz do córrego do Fogo e por este acima até sua cabeceira; daí vai, pelo espigão, em demanda da cabeceira do córrego Capetinga; desce por este córrego até o córrego da Onça e ainda por este até sua foz no rio Paraitinga, no bairro Mineiro; sobe pelo rio Paraitinga até a foz do ribeirão Taboão.


MUNICÍPIO DE DESCALVADO
(Criado em 1865)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Luís Antônio
Começa no rio Moji-Guaçu, na foz do rio do Quilombo; sobe por aquele até a foz do ribeirão Vaçununga.

2 — Com o Município de Santa Rita do Passa Quatro
Começa na foz do ribeirão Vaçununga, no rio Moji-Guaçu; sobe por este até a foz do córrego da Barra Grande ou Água Vermelha.

— Com o Município de Porto Ferreira
Começa no rio Moji-Guaçu, na foz do córrego Barra Grande ou Água Vermelha; sobe por este ate a foz do córrego João Bias, pelo qual sobe até sua cabeceira mais meridional; segue, em reta, até a cabeceira do galho mais setentrional do córrego Capetinga, e por este desce até a sua foz no rio Bonito; desce, ainda, por este até a foz do córrego do Paiolinho; segue, em reta, até a foz do córrego do Sapé, no ribeirão Areia Branca; sobe pelo córrego do Sapé até sua cebeceira; vai, em reta, até a foz do córrego Bebedouro, no ribeirão Santa Rosa.

4 — Com o Município de  Piraçununga
Começa na foz do córrego Bebedouro, no ribeirão Santa Rosa; segue pelo divisor entre estas duas águas até o espigão que deixa, à direita, as águas do rio Bonito e, à esquerda, as do ribeirão do Roque e córrego Bebedouro; segue por este espigão até a ponta mais oriental do morro do Quadrão, e pela cumiada deste segue até a cabeceira mais ocidental do córrego da Fazenda Capão Alto, afluente do ribeirão Descaroçador.

5 — Com o Município de Analândia
Começa no alto do Morro do Quadrão, na cabeceira mais ocidental do córrego da Fazenda Capão Alto; prossegue pela cumiada do morro à procura da cabeceira do córrego Pinheirinho, e por este desce até o ribeirão do Pântano, pelo qual sobe até a foz do córrego da Fazenda Montes Claros.

6 — Com o Município de São Carlos
Começa na confluência do ribeirão do Pântano, com o córrego da Fazenda Montes Claros; vai pelo contraforte que entronca com o espigão divisor das águas do ribeirão do Pântano e rio do Quilombo; segue por este espigão até a cabeceira mais meridional do rio do Quilombo; por este desce até a foz do córrego Jacutinga, pelo qual sobe até a sua cabeceira mais setentrional; segue pelo contraforte Anhumas–Quilômbo em demanda da cabeceira mais meridional do córrego da Fazenda Paraíso, pelo qual desce até sua foz no ria do Quilombo, desce por este até o rio Moji-Guaçu, onde tiveram início estas divisas.



MUNICÍPIO DE DIADEMA
(Criado em 1958)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de São Paulo
Começa na represa do rio Grande ou Jurubatuba, na foz do ribeirão Grota Funda, pelo qual sobe até sua cabeceira do galho da esquerda; continua pelo espigão entre as águas do ribeirão dos Couros, à direita, e as da represa do rio Grande ou Jurubatuba; à esquerda até o pião divisor entre os rios Grande ou Jurubatuba, Ipiranga e ribeirão dos Couros; segue pelo espigão entre o ribeirão dos Couros, à direita, e o rio Ipiranga, à esquerda, até o eixo da estrada da Água Funda.

2 — Com o Município de São Bernardo do Campo
Começa no espigão entre as águas do ribeirão dos Couros, de um lado, e as do rio Ipiranga, do outro lado, no ponto de cruzamento com o eixo da estrada da Água Funda; segue pelo eixo desta estrada e por seu prolongamento até o córrego do Taboão pelo qual desce até a foz do córrego Canhema; sobe por este córrego até o eixo da rua G. do Sítio Paulicéia; continua pelo eixo desta rua até cortar o ribeirão Curral Grande, pelo qual desce até sua foz, no ribeirão dos Couros; sobe pelo ribeirão dos Couros até sua cabeceira sudocidental; segue pelo divisor entre as águas do ribeirão Grota Funda, à direita, e as do ribeirão dos Alvarengas, â esquerda, em demanda da foz do ribeirão Grota Funda, na represa do rio Grande ou Jurubatuba, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE DIVINOLÂNDIA
(Criado em 1954)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de São José do Rio Pardo
Começa na foz do córrego Angolinha, no córrego Pouso Frio; continua pelo contraforte fronteiro até o contraforte que deixa à direita as águas do córrego Pouso Frio, e à esquerda as do rio do Peixe, segue por este contraforte em demanda da foz do córrego Boa Vista, no rio do Peixe; segue pelo contraforte fronteiro até o divisor que deixa, à direita, as águas do córrego Boa Vista e, à esquerda, as do córrego Caracol até o divisor entre os rios do Peixe e Pardo; continua por este divisor até o contraforte da margem direita do córrego da Fazenda Fortaleza; segue por este contraforte em demanda da foz do córrego da Fazenda Fortaleza, no rio Pardo.

2 —  Com o Município de Caconde
Começa no rio Pardo na foz do córrego da Fazenda Fortaleza; sobe pelo rio Pardo até a foz do córrego do Cruzeiro, pelo qual sobe até sua cabeceira mais meridional; segue pelo contraforte fronteiro em demanda da foz do córrego do Sinal Geodésico, ou Água Fria, no ribeirão Vargem Grande; continua pelo contraforte que deixa, à direita, as águas daquele córrego e segue pelo espigão da margem direita do córrego da Divisa ou Cascalho até a foz de seu afluente mais meridional no córrego do Engano; segue em reta de rumo Leste, até o espigão da margem esquerda de ribeirão Quebra Machado, segue desse ponto em reta à cabeceira do córrego que deságua cerca de 3 quilômetros abaixo da sede da fazenda D. Ana; desce pelo córrego até sua foz no ribeirão Santo Antônio, e por este sobe até a foz do seu afluente da margem esquerda, que deságua cerca de um e meio quilômetro abaixo da sede da Fazenda D. Ana, segue dessa foz pelo contraforte entre as águas do ribeirão Santo Antônio, à direita e as do córrego Cubatão, à esquerda, até entroncar com a serra da Fumaça.

3 — Com o Estado de Minas Gerais
Começa na serra da Fumaça, no entroncamento com o contraforte que deixa, à esquerda, as águas do ribeirão Santo Antônio e, à direita, as do córrego Cubatão; segue pela divisa com o Estado de Minas Gerais até o cruzamento da serra de Poços de Caldas com a serra do Boqueirão.

4 — Com o Município de São Sebastião da Grama
Começa na serra de Poços de Caldas, no seu cruzamento com a serra do Boqueirão, vai pela crista desta até o espigão da margem direita do rio São Domingos e pelo espigão caminha em demanda da ponte da estrada de rodagem, que da cidade de São Sebastião da Grama vai à cidade de Divinolândia, sobre o rio São Domingos; desce por este rio até a foz do córrego das Almas; prossegue pelo contraforte fronteiro até o divisor entre os córregos das Almas e Pouso Frio; continua por este contraforte e pelo da margem direita do córrego Angolinha em demanda da foz deste córrego no córrego Pouso Frio, onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais

1 — Entre os Distritos de Campestrinho e Divinolândia
Começa na serra do Boqueirão, que é o divisor entre o rio São Domingos e o córrego Santo Ambrósio, na cabeceira do córrego do Açude, pelo qual desce até sua foz no córrego Santo Ambrósio; segue pelo contraforte fronteiro até o divisor Santo Ambrósio – Três Barras; prossegue por este divisor até a cabeceira do córrego Laranjeira, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Três Barras; sobe pelo ribeirão Três Barras até a foz do córrego dos Martins, pelo qual sobe até sua cabeceira; segue pelo divisor entre o ribeirão Três Barras, à direita, e os ribeirões Quebra Machado e Santo Antônio, à esquerda, até a serra de Poços de Caldas, na divisa com o Estado de Minas Gerais.


MUNICÍPIO DE DOBRADA
(Criado em 1963)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Taquaritinga
Começa no divisor entre as águas do ribeirão Dobrada, ao Norte e as do ribeirão Marimbondo, ao Sul, no ponto de cruzamento com o contraforte que morre no ribeirão Dobrada, na foz do córrego da Fazenda São Luís; segue por este contraforte em demanda da referida foz.

2 — Com o Município de Santa Ernestina
Começa na foz do córrego da Fazenda São Luís, no ribeirão Dobrada, pelo qual sobe até a foz do córrego da Fazenda Santa Elisa; prossegue pelo contraforte que deixa, à esquerda, as águas deste córrego e ganha o divisor entre as águas do ribeirão Dobrada, ao Sul, e as do ribeirão dos Porcos, ao Norte; caminha por este divisor ate o espigão-mestre Porcos – Moji Guaçu; segue pelo espigão-mestre até a cabeceira mais ocidental do córrego do Cucuí, desce por este até sua foz, no córrego do Luciano

3 — Com o Município de Guariba
Começa na foz do córrego do Cucuí, no córrego do Luciano; desce por este até o ribeirão do Lajeado.

4 — Com o Município de Araraquara
Começa no ribeirão do Lajeado, na foz do córrego do Luciano; sobe pelo ribeirão do Lajeado, até a foz do córrego Passa Cinco.

5 — Com o Município de Matão
Começa no ribeirão do Lajeado, na foz do córrego Passa Cinco; sobe por este até sua cabeceira mais ocidental, junto à sede da fazenda São Sebastião; continua pelo espigão entre as águas do ribeirão Dobrada, ao Norte, e as do ribeirão São Lourenço, ao Sul, até atingir a cabeceira mais oriental do ribeirão Marimbondo; desce por este até a foz do córrego da Fazenda Santa Matilde; sobe por este até sua cabeceira no espigão entre as águas do ribeirão Dobrada, ao Norte, e as do ribeirão Marimbondo, ao Sul; segue por este divisor até cruzar com o contraforte que morre no ribeirão Dobrada, na foz do córrego da Fazenda São Luís, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE DOIS CÓRREGOS
(Criado em 1874)

a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Jaú
Começa no ribeirão São João, na foz do córrego Gavião; desce por aquele até o rio Jaú; sobe por este até a foz do ribeirão Matão e por este ainda até sua cabeceira; ganha, na contravertente, a cabeceira do galho do centro do córrego Areia Branca, pelo qual desce até o ribeirão Figueira Vermelha; vai, em reta, à foz do pequeno córrego da Fazenda Figueira, no ribeirão Figueira; sobe pelo córrego até sua cabeceira; segue em reta, até a ponta setentrional do esporão da serra de Brotas, que fica cerca de três km ao Norte da sede da Fazenda da Serra; continua pelos aparados desta até encontrar o córrego do Mosquito, pelo qual desce até o rio Jacaré–Pepira.

2 —  Com o Município de Dourado
Começa na foz do córrego do Mosquito, no rio Jacaré–Pepira; sobe por este até a foz do ribeirão do Barreiro.

3 — Com o Município de Brotas
Começa no rio Jacaré–Pepira, na foz do ribeirão do Barreiro; sobe por este até o córrego do Mamão e por este até os aparados da serra de Brotas; continua pelos aparados da serra até encontrar o córrego da Fazenda Boa Vista do Paredão; desce por este até o rio do Peixe, subindo pelo rio do Peixe até a foz do córrego do Sul.

4 — Com o Município de Torrinha
Começa no rio do Peixe, na foz do córrego do Sul; sobe por este até sua cabeceira; transpõe o espigão Peixe–Bugio, em demanda da cabeceira do córrego da Fazenda Nhô–Cruz; desce por este córrego até o ribeirão do Bugio; segue em reta; à cabeceira mais setentrional do córrego do Firmino; desce por este até sua foz no ribeirão Turvo, pelo qual desce até a foz do córrego do Morro Chato, que corre ao Sul do maciço do mesmo nome; sobe por este córrego até a cabeceira mais oriental do galho da direita, na contraforte da serra de São Pedro, que separa as águas do ribeirão Serelepe, de um lado, das do ribeirão Turvo, do outro,

5 — Com o Município de Santa Maria da Serra
Começa no alto do contraforte da serra de São Pedro, que separa as águas do ribeirão Serelepe, à esquerda, das do ribeirão Turvo, à direita, em frente à cabeceira mais orientai do galho da esquerda do córrego Morro Chato, segue pelo contraforte em demanda da cabeceira mais setentrional do córrego da Pedra de Amolar, e por este desce até o rio Piracicaba

6 — Com o Município de Botucatu
Começa no rio Piracicaba, na foz do córrego da Pedra de Amolar; desce por aquele até o rio Tietê e por este até a foz do córrego da Pedra do Cerrito.

7 — Com o Município de São Manuel
Começa no rio Tietê, na foz do córrego da Pedra do Cerrito; desce por aquele até a foz do ribeirão de Maurído Machado.

8 — Com o Município de Mineiros do Tietê
Começa no rio Tietê, na foz do ribeirão de Maurído Machado; sobe por este até sua cabeceira mais setentrional; segue pelo contraforte que deixa, à direita, as águas do ribeirão da Prata, afluente do ribeirão do Turvo, e, à esquerda, as do ribeirão Água Vermelha, até cruzar com o divisor entre o ribeirão da Prata, à direita, e o ribeirão São João, à esquerda; continua por este divisor até alcançar a cabeceira mais meridional do córrego do Borralho; vai em reta, à cabeceira mais meridional do córrego Gavião; desce por este até o ribeirão São João, onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais

1 — Entre os Distritos de Dois Córregos e Guarapuã
Começa no espigão-mestre entre as águas do rio Tietê, ao Sul, e as do rio Jacaré–Pepira, ao Norte, na cabeceira do córrego Ma tão; segue pelo espigão-mestre em demanda da cabeceira do córrego do Peixe, e por este abaixo até os aparados da serra de Brotas.


MUNICÍPIO DE DOLCINÓPOLIS
(Criado em 1958)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Paranapuã
Começa no ribeirão Lagoa ou Araras, na foz do córrego do Júlio, pelo qual sobe até sua cabeceira no divisor Lagoa ou Araras–Arrancado; segue por este divisor até a cabeceira do córrego do Cedro, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Arrancado.

2 — Com o Município de Turmalina
Começa na foz do córrego do Cedro no ribeirão do Arrancado, pelo qual sobe até sua cabeceira no espigão Lagoa ou Araras–Santa Rita.

3 — Com o Município de Jales
Começa no espigão Lagoa ou Araras–Santa Rita, na cabeceira do ribeirão do Arrancado; alcança, na contravertente, a cabeceira do córrego da Helena, pelo qual desce até sua foz no córrego da Roça; desce por este córrego até sua foz no Ribeirão Lagoa ou Araras; desce por este ribeirão até a foz do córrego do Júlio, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE DOURADO
(Criado em 1897)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Boa Esperança do Sul
Começa no ribeirão do Potreiro, na foz do córrego Barraca; sobe pelo ribeirão do Potreiro, até a foz do córrego da Fazenda São José; daí, prossegue em reta até a foz do córrego da Fazenda Nova Cintra, no córrego da Vargem, até cortar o córrego das Três Barras.

2 — Com o Município de Ribeirão Bonito
Começa no córrego das Três Barras, onde este é cortado pela reta mie vai da foz do córrego da Fazenda São José, no ribeirão do Potreiro, à foz do córrego da Fazenda Nova Cintra, no córrego da Vargem; segue por esta reta até a referida foz; sobe pelo córrego da Vargem até sua cabeceira mais meridional; vai, em reta, à cabeceira do córrego São Pedro pelo qual desce até sua foz no córrego do Silvestre; sobe por este até a foz do córrego da Divisa e por este, ainda, até sua cabeceira; continua pelo espigão fronteiro que deixa, à esquerda, as águas deste córrego e, à direita as do córrego da Fazenda Bom Jardim, até alcançar a, cabeceira do galho do Oeste, do córrego Tamanduá; desce por este até o ribeirão da Água Virtuosa e por este ainda, até o ribeirão Bebedouro.

3 — Com o Município de Brotas
Começa no ribeirão Bebedouro, na foz do ribeirão da Água Virtuosa; segue pelo contraforte fronteiro até o divisor Bebedouro — Boa Vista; prossegue por este divisor em demanda da foz do ribeirão do Barreiro, no rio Jacaré–Pepira.

4 — Com o Município  de Dois Córregos
Começa no rio Jacaré–Pepira, na foz do ribeirão do Barreiro; desce por aquele até a foz do córrego do Mosquito.

5 — Com o Município de Jaú
Começa no rio Jacaré–Pepira, na foz do córrego do Mosquito; desce por aquele até a foz do ribeirão da Figueira.

6 — Com o Município de Bocaina
Começa no rio Jacaré–Pepira, na foz do ribeirão da Figueira; desce por aquele até a foz do ribeirão do Potreiro, pelo qual sobe até a foz do córrego Barraca, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE DRACENA
(Criado em 1948)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Ouro Verde
Começa no rio do Peixe, na foz do córrego Apiaí, pelo qual sobe até sua cabeceira a cerca de 800 metros a Leste de Paranaí, no espigão-mestre Peixe – Marrecas; segue por este espigão-mestre até cruzar com o contraforte entre a água Branca, à esquerda, e os ribeirões das Marrequinhas e das Marrecas, à direita; continua por este contraforte em demanda da foz da água Branca no ribeirão das Marrecas.

2 — Com o Município de Tupi Paulista
Começa no ribeirão das Marrecas, na foz da água Branca;  sobe por aquele até seu galho que passa a Oeste da sede da Fazenda Santa Maria; sobe por este galho até sua cabeceira no divisor Marrecas — Nova Palmeira; alcança na contravertente a cabeceira ocidental do galho norocidental da água Sumida;
desce por esta água até sua foz no ribeirão Nova Palmeira.

3 — Com o Município de Junqueirópolis
Começa na foz da água Sumida, no ribeirão Nova Palmeira; sobe por este e pelo seu galho central até sua cabeceira no espigão-mestre Feio ou Aguapeí – Peixe; segue pelo espigão-mestre até o contraforte entre o ribeirão Santa Eufrásia, à direita, e o ribeirão Caingang à esquerda; continua por este contraforte até a cabeceira do córrego da Lagoa; desce por este até sua foz no ribeirão Santa Eufrásia, e por este desce até a sua foz no ribeirão Caengang; desce por este até sua foz no rio do Peixe.

4 — Com o Município de Santo Anastácio
Começa no rio do Peixe, na foz do ribeirão Caingang; desce por aquele até a foz do ribeirão dos Índios.

5 — Com o Município de Piquerobi
Começa no rio do Peixe, na foz do ribeirão dos índios; desce por aquele até a foz do ribeirão Claro.

6 — Com o Município de Presidente Venceslau
Começa no rio do Peixe, na foz do ribeirão Claro; desce por aquele até a foz do córrego Apiaí, onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais

1 — Entre os Distritos de Dracena e Jamaica
Começa no ribeirão do Prado, na foz do córrego de Manoel Manoriro; sobe pelo ribeirão do Prado até a foz do córrego São Luís, pelo qual sobe até sua cabeceira norocidental, no espigão-mestre Peixe — Marrecas; alcança na contravertente a cabeceira mais próxima do ribeirão das Marrequinhas, pelo qual desce até sua foz no ribeirão das Marrecas.

2 — Entre os Distritos de Dracena e Jaciporã
Começa no ribeirão Santa Eufrásia na foz do córrego Três Coroas, pelo qual sobe até sua cabeceira no divisor Santa Eufrásia — Prado; segue por este divisor até cruzar com o contraforte da margem esquerda do córrego de Manoel Monoriro; prossegue por este contraforte em demanda da foz deste córrego no ribeirão do Prado.

3 — Entre os Distritos de Jaciporã e Jamaica
Começa no rio do Peixe, na foz do ribeirão do Prado, pelo qual sobe até a foz do córrego de Manoel Manoriro.


MUNICÍPIO DE DUARTINA
(Criado em 1926)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Gália
Começa no ribeirão das Antas, na foz do córrego Barra Bonita, pelo qual sobe até sua cabeceira mais setentrional, no contraforte entre as águas do córrego Eduardo Porto, à esquerda, e as do córrego Água Branca, à direita; segue por este contraforte até o espigão-mestre Batalha
Alambari; continua pelo espigão-mestre em demanda da cabeceira sudocidental da água do Meio, pela qual desce até a foz do córrego Santa Eugênia.

2 — Com o Município de Avaí
Começa na água do Meio, na foz do córrego Santa Eugenia, pelo qual sobe até a cabeceira de seu galho oriental, no contraforte Meio 
Barra Grande; daí vai em reta à cabeceira do córrego Guarnetti no divisor entre a água da Barra Grande e o córrego da Antinha; segue por este divisor até a cabeceira do córrego Arariba; daí vai em reta à foz do córrego dos Gomes, no córrego da Antinha; segue por nova reta à confluência da água do Veado com o Ribeirão do Rancho, formadores do ribeirão do Barreiro; sobe pelo ribeirão do Rancho até a foz da água Laranjinha, pela qual sobe até sua cabeceira no pião divisor entre os ribeirões do Barreiro, dos Macacos e Água do Paiol.

3 — Com o Município de Piratininga
Começa no pião divisor entre os ribeirões do Barreiro, dos Macacos e água do Paiol; segue pelo divisor entre as águas do ribeirão do Barreiro, à esquerda, e os águas do Paiol à direita, até o espigão-mestre Batalha
Alambari; continua por este espigão-mestre até cruzar com o contraforte entre a água da Capoeira, à direita, e ribeirão Preto, à esquerda.

4 — Com o Município de Cabrália  Paulista
Começa no espigão-mestre Batalha–Alambari, no ponto em que entronca com o contraforte que deixa, à esquerda, as águas do ribeirão Preto, e, à direita, as águas da Capoeira e do Brás; segue por este contraforte em demanda da foz do ribeirão do Serrote no rio Alambari, pelo qual desce até a foz do ribeirão das Antas.

5 — Com o Município de Lucianópolis
Começa no rio Alambari, na foz do ribeirão das Antas, pelo qual sobe ate a foz da água das Congonhas; segue pelo contraforte entre as águas da água das Congonhas à direita, e as do ribeirão das Antas, e água do Borá, à esquerda em demanda da confluência dos principais formadores da água do Borá; segue pelo contraforte fronteiro até o contraforte entre às águas da água do Borá e do córrego Barra Bonita, continua por este contraforte em demanda da foz do córrego Barra Bonita, no ribeirão das Antas, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE DUMONT
(Criado em 1963)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Sertãozinho
Começa no ribeirão da Onça, na foz do córrego Cascavel, pelo qual sobe até a foz do córrego da Formiga; sobe por este até sua cabeceira mais setentrional; segue, em reta, à cabeceira mais próxima do córrego da Colônia Guerra, pelo qual desce até fuá foz no ribeirão Sertãozinho; sobe pelo ribeirão Sertãozinho até a foz do córrego da Colônia Fundão.

2 — Com o Município de Ribeirão Preto
Começa no ribeirão Sertãozinho, na foz do córrego da Colônia Fundão; sobe pelo ribeirão Sertãozinho, até sua cabeceira sudoriental, no divisor entre o ribeirão Sertãozinho e córrego da Labareda; segue por este divisor em demanda da cabeceira mais oriental do galho da direita do córrego da Colônia Caçununga; desce per este ate sua foz, no ribeirão da Onça.

3 — Com o Município de Barrinha
Começa no ribeirão da Onça, na foz do córrego Fazenda Caçununga; desce pelo ribeirão da Onça, até a foz do córrego Cascavel, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE ECHAPORÃ
(Criado em 1885)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Lutécia
Começa no ribeirão São Bartolomeu, na foz do primeiro córrego, a jusante da foz do córrego do Espraiado; sobe por aquele córrego até sua cabeceira no divisor São Bartolomeu–Capivara; alcança, na contravertente, a cabeceira do córrego Cate to; desce pelo córrego Cateto até sua foz no ribeirão Capivara, pelo qual sobe até sua cabeceira no espigão-mestre Paranapanema–Peixe

2 — Com o Município de Oscar Bressane
Começa no espigão-mestre Peixe–Paranapanema, na cabeceira do ribeirão Capivara; segue por este espigão-mestre até cruzar com o divisor entre os ribeirões da Panela e Mombuca, à esquerda, e o ribeirão do Barreiro, córrego Anhumas e água do Óleo, à direita; segue por este divisor em demanda da foz do córrego do Sapo, no rio do Peixe.

3 — Com o Município de Oriente
Começa no rio do Peixe, na foz do córrego do Sapo; sobe pelo rio do Peixe até a foz do ribeirão do Pombo ou Barra Grande.

4 — Com o Município de Marília
Começa no rio do Peixe, na foz do ribeirão do Pombo ou Barra Grande; sobe pelo rio do Peixe até a foz do ribeirão do Barreiro, pelo qual sobe a água Bonita; sobe por esta até sua cabeceira; vai, daí, pelo divisor entre os ribeirões Barreiro e Três Lagoas, até cruzar com o espigão-mestre Peixe–Paranapanema segue pelo espigão-mestre até a cabeceira norocidental do córrego do Meio; desce por este até o ribeirão São José, pelo qual desce até a foz da água do Cateto.

5 — Com o Município de Campos Novos Paulista
Começa no ribeirão São José, na foz da água  do Cateto; sobe por esta até a primeira água da margem direita, pela qual sobe até sua cabeceira no divisor entre as águas dos ribeirões de São José e do Veado; segue por este divisor até a cabeceira da água Monjolo Velho ou da Colônia; desce por esta até a foz da água da Lagoa.

6 — Com o Município de Platina
Começa na água da Lagoa, na foz da água Monjolo Velho ou da Colônia, pela qual desce até sua foz no ribeirão do Veado; desce pelo ribeirão do Veado até a foz da água da Cerimônia, pela qual sobe até a água da Lagoa; sobe por esta até sua cabeceira no divisor Veado–Taquaral; alcança a cabeceira do córrego Lindolfo e por este abaixo até o ribeirão Taquaral; segue pelo contraforte da margem esquerda da água do Tição até o espigão Pirapitinga – São Bartolomeu; segue por este espigão em demanda da cabeceira da água do Tanquinho.

7 — Com o Município de Assis
Começa no espigão entre os ribeirões Pirapitinga e São Bartolomeu, na cabeceira mais oriental do ribeirão São Bartolomeu, conhecido como água ao Tanquinho; desce por este até a foz do primeiro córrego da margem direita à jusante da foz do córrego do Espraiado, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE ELDORADO
(Criado em 1842)


a) Divisas Municipais


1 — Com o Município de Barra do Turvo
Começa no divisor entre os rios Batatal e Jacupiranga, no ponto de cruzamento com o divisor entre as águas dos rios Turvo  e Pardo, à esquerda, e as dos rios Batatal e Ribeira de Iguape, à direita; segue pelo divisor Batatal – Turvo até entroncar com o espigão Pardo 
Ribeira de Iguape; segue por este espigão até a cabeceira do córrego Morcego.

2 — Com o Município de Iporanga
Começa no espigão Pardo – Ribeira de Iguape na cabeceira do córrego Morcego, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Nhungara, pelo qual desce até sua foz no rio Ribeira de Iguape; sobe por este rio até a foz do rio dos Pilões, sobe por este até o rio Preto, pelo qual sobe até sua cabeceira, no contraforte entre o ribeirão Ivapurunduva, à direita e córrego Sujo, ribeirão Santana e ribeirão das Mortes, à esquerda; segue por este contraforte até o espigão entre as águas dos rios Pedro Cubas e Taquari, à direita e as do rio dos Pilões, à esquerda; segue por este espigão até seu cruzamento com a serra de Paranapiacaba, que é o espigão-mestre entre as águas dos rios Paranapanema e as do rio Ribeira de Iguape.

3 — Com o Município de Capão Bonito
Começa na serra do Paranapiacaba, espigão-mestre entre as águas dos rios Paranapanema e Ribeira de Iguape, onde a serra cruza com o divisor entre os rios Taquari e Pilões; segue pela crista da serra também chamada dos Agudos Grandes, até a cabeceira mais setentrional do ribeirão dos Dois Irmãos.

4 — Com o Município de Sete Barras
Começa na serra do Paranapiacaba, na cabeceira mais setentrional do ribeirão dos Dois Irmãos; desce por este até o rio Etá, pelo qual desce até a foz do ribeirão Turvo; vai, em reta, ao rio Ribeira de Iguape na foz do ribeirão do Salto; continua pelo contraforte fronteiro até o espigão Carapiranga 
Ribeira de Iguape.

5 — Com o Município de Registro
Começa no espigão Ribeira de Iguape – Carapiranga, no ponto de cruzamento com o contraforte que morre no rio Ribeira de Iguape, na foz da córrego do Salto; segue pelo espigão entre o rio Ribeira de Iguape, à direita, e o ribeirão Carapiranga e rio Jacupiranga, à esquerda, até o espigão que separa as águas dos ribeirões Capinzal e Padre André.

6 — Com o Município de Jacupiranga
Começa na serra de Votupoca, que é o divisor entre as águas do rio Ribeira de Iguape e as do ribeirão Carapiranga e rio Jacupiranga, no ponto de cruzamento com o divisor que separa as águas dos ribeirões Capinzal e Padre André; segue pelo divisor entre o rio Ribeira de Iguape à direita, e o rio Jacupiranga à esquerda, passando pelas serras de Votupoca e do Lençol, até a cabeceira do ribeirão da Poça ou da Lagoa, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Taquaral ou Grande; sobe por este ribeirão até a foz do ribeirão Alegre, pelo qual sobe até sua cabeceira; deste ponto vai, em reta, ao ribeirão do Pito na foz ao córrego Boa Vista, pelo qual sobe até sua cabeceira no divisor Jacupiranga 
Batatal; segue por este divisor até seu cruzamento com o divisor entre as águas dos rios Batatal e Jacupiranga de um lado e as do rio Turvo e Batatal do outro lado, onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais

1 — Entre os Distritos de Braço e Itapeúna
Começa na foz do córrego Boa Vista, no ribeirão do Pito; sobe por este ribeirão até sua cabeceira no divisor Batatal 
Jacupiranga; prossegue por este divisor até entroncar com o contraforte entre as águas do córrego do Engenho, à esquerda, e as do córrego Sujo, à direita; segue por este contraforte em demanda da foz do córrego Cabeçudo no rio Batatal; sobe pelo córrego até sua cabeceira no divisor que separa as águas dos rios Batatal e Ribeira de Iguape, caminha por este divisor até entroncar com o divisor Batatal – Pardo.

2 — Entre os Distritos de Itapeúna e Eldorado
Começa na serra do Paranapiacaba, na cabeceira do galho mais setentrional do rio Taquari; desce por este até o rio Ribeira de Iguape, pelo qual desce até a foz do córrego do Macuco; continua pelo contraforte fronteiro, que deixa, a direita, as águas do rio Jaguari e à esquerda as dos córregos do Macuco e dos Meninos até o espigão entre as águas do rio Ribeira de Iguape e as do rio Jacupiranga; segue por este espigão até a cabeceira do ribeirão da Poça ou da Lagoa.


MUNICÍPIO DE ELIAS FAUSTO
(Criado em 1944)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Monte Mor
Começa no rio Capivari, na foz do córrego do Fonseca; segue pelo contraforte fronteiro entre o ribeirão Mandacaru e córrego Azul, até o divisor entre as águas do ribeirão Mandacaru e córrego Santa Idalina, à direita, e as do córrego Azul e ribeirão Caninana à esquerda; continua por este divisor até o entroncamento com o divisor entre as águas do ribeirão Caninana e as do ribeirão Campo Grande ou Monjolo Grande.

2 — Com o Município de Indaíatuba
Começa no divisor entre as águas do ribeirão Mandacaru e córrego Santa Idalina, à direita, e as do córrego Azul e ribeirão Caninana, à esquerda, no ponto de entroncamento com o divisor entre as águas do ribeirão Caninana e as do ribeirão Campo Grande ou Monjolo Grande; segue pelo divisor entre as águas do ribeirão Campo Grande ou Monjolo Grande, à esquerda, e as do córrego Santa Idalina, à direita, até o espigão entre as águas dos rios Capivari-Mirim e Tietê; segue pelo espigão até encontrar o contraforte entre o rio Buru e o córrego Campo Bonito; segue por este contraforte até a confluência destes dois cursos; desce pelo rio Buru, até a foz do segundo córrego abaixo da foz do córrego do Rosa.

3 — Com o Município de Salto
Começa no rio Buru, na foz do segundo córrego da margem esquerda, abaixo do córrego do Rosa; vai em reta, à foz da água de Anselmo Arvani, no córrego Comprido; sobe pela água de Anselmo Arvani, até sua cabeceira ocidental, no divisor entre as águas do córrego Comprido e as do ribeirão do Atuaú; segue por este divisor até o contraforte que morre na foz do córrego que vem da Fazenda de H. Ferrari, no ribeirão do Atuaú; segue por este contraforte até a referida foz; desce pelo ribeirão Atuaú, até sua foz no rio Tietê.

4 — Com o Município de Itu
Começa no rio Tietê, na foz do ribeirão Atuaú; desce pelo rio Tietê até a foz do córrego Itapocu.

5 — Com o Município de Porto Feliz
Começa no rio Tietê, na foz do córrego Itapocu; sobe por este córrego até sua cabeceira mais setentrional, no divisor entre as águas do rio Tietê e córrego Morro Vermelho, à direita, e as do ribeirão Eleutério, à esquerda; continua por este divisor até o espigão Tietê–Capivari.

6 — Com o Município de Capivari
Começa no espigão Tietê–Capivari, no entroncamento com o divisor entre as águas do córrego Morro Vermelho e as do ribeirão Eleutério; segue pelo espigão até a cabeceira sudoriental do ribeirão dos Agostinhos ou Samambaia; desce por este até sua foz no rio Capivari; sobe por este até a foz do córrego do Fonseca, onde tiveram início estas divisas.
 
b) Divisas Interdistritais

1 — Entre os Distritos de Cardeal e Elias Fausto
Começa na cabeceira da água de Anselmo Arvani, no divisor Atuaú
Comprido; segue por este divisor até entroncar com o divisor que deixa, à esquerda, o córrego Água Quente, e, à direita, o ribeirão Buru; segue por este divisor até a cabeceira meridional do córrego Stein; daí, desce pelo córrego Stein até sua foz no córrego Mandacaru; deste ponto vai em reta de rumo Norte, até o contraforte entre as águas do córrego Mandacaru, ao Sul e córrego Azul, ao Norte.


MUNICÍPIO DE EMBU
(Criado em 1958)


a) Divisas  Municipais

1 — Com o Município de Cotia
Começa no ribeirão da Ressaca, na foz do córrego dos Britos; segue pelo contraforte fronteiro da margem direita deste córrego até o espigão entre os ribeirões da Ressaca e Cotia; segue pelo espigão Ressaca–Cotia até o contraforte da margem esquerda do córrego do Km. 30; segue por este contraforte em demanda da foz do córrego Invernada no córrego do Km. 30; segue pelo contraforte fronteiro até o divisor Cotia 
Moinho Velho, alcança na contravertente a cabeceira do galho sudocidental ao ribeirão do Moinho Velho, pelo qual desce até sua confluência com o galho meridional; segue pelo contraforte fronteiro até o divisor Moinho Velho  Potium; continua por este divisor em demanda da foz do córrego Retiro das Pedras, no córrego Potium; sobe pelo córrego Retiro das Pedras até sua cabeceira no espigão Cotia  Ressaca; continua por este espigão até a cabeceira sudoriental do ribeirão Carapicuíba.

2 — Com o Município de Taboão da Serra
Começa no espigão Tietê 
Pirajuçara, na cabeceira sudoriental do ribeirão Carapicuíba; alcança, na contravertente a cabeceira do córrego de M. Costa, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Poá; segue pelo contraforte fronteiro até o pião divisor entre os ribeirões Poá e Pirajuçara e córrego Ponte Alta; daí, vai em reta, à junção dos galhos ocidental e meridional do ribeirão Pirajuçara.

3 — Com o Município de São Paulo
Começa na junção dos galhos ocidental e meridional do ribeirão Pirajuçara; sobe pelo galho meridional até sua cabeceira mais meridional, no espigão entre o ribeirão Pirajuçara e o rio Embú-Mirim.

4 — Com o Município de Itapecerica  da Serra
Começa no espigão entre as águas do ribeirão Pirajuçara e as do rio Embú-Mirim, na cabeceira mais meridional do ribeirão Pirajuçara; segue por este espigão até a cabeceira do córrego Valo Velho, pelo qual desce até sua foz no rio Embú-Mirim, desce pelo rio Embú-Mirim, até a foz do córrego da Tapera do Américo pelo qual sobe até sua cabeceira, no divisor Embú-Mirim 
Ponte Alta; alcança, ria contravertente, a cabeceira do córrego do Sítio do Palhaço, pelo qual desce até sua foz, no ribeirão Ponte Alta; segue pelo contraforte fronteiro até o divisor Ponte Alta  Ressaca; continua por este divisor até o contraforte da margem direita do córrego Ressaquinha; segue por este contraforte em demanda da foz do córrego Ressaquinha, no ribeirão da Ressaca, pelo qual sobe até a foz do córrego dos Britos, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE EMBU-GUAÇU
(Criado em 1963)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Itapecerica da Serra
Começa no espigão entre as águas do ribeirão Santa Rita, de um lado, e o rio Juquiá, do outro lado, no ponto de cruzamento com o divisor entre as águas do ribeirão Santa Rita, à direita, e as do ribeirão das Lavras, à esquerda; segue por este divisor em demanda da foz do ribeirão Santa Rita no ribeirão das Lavras, pelo qual desce até a foz do córrego da Batea; sobe por este córrego até sua cabeceira norocidental; segue pelo espigão entre as águas do ribeirão das Lavras, à direita, e as do rio São Lourenço, à esquerda, até o espigão São Lourenço – Taquaxiara; daí, segue pelo divisor que deixa, à esquerda, as águas do ribeirão Taquaxiara; segue por este divisor até a cabeceira mais meridional do córrego Itararé; desce por este córrego até sua foz na represa do Guarapiranga.

2 — Com o Município de São Paulo
Começa na represa do Guarapiranga, na foz do córrego Itararé; pelo qual sobe até a foz do córrego dos Fornos; sobe por este até a sua cabeceira no divisor entre as águas do ribeirão Parelheiros, à esquerda, e as do rio Embu-Guaçu, à direita; segue por este divisor até o contraforte da margem direita do ribeirão Grande; continua por este contraforte em demanda da confluência dos galhos oriental e sudoriental do ribeirão Grande; sobe pelo último galho, até o ponto onde é cortado pela reta de rumo Norte, que vem da ponte da Estrada de Ferro Sorocabana, sobre o ribeirão Vermelho; segue por esta reta até a citada ponte; desce pelo ribeirão Vermelho até a sua foz no rio Embu-Guaçu, pelo qual sobe até a foz do córrego do Campo.

3 — Com o Município de Juquitiba
Começa no rio Embu-Guaçu, na foz do córrego do Campo; segue pelo divisor da margem esquerda do córrego do Campo, até o espigão que deixa, à direita, as águas do ribeirão Santa Rita, e, à esquerda, as do ribeirão da Cachoeira e as do rio Juquiá, até cruzar com o divisor Santa Rita – Lavras, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE ESTRELA D'OESTE
(Criado em 1948)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Jales
Começa na foz do córrego Açoita Cavalo no ribeirão Ranchão, sobe pelo córrego Açoita Cavalo até sua cabeceira principal no espigão-mestre São José dos Dourados
Grande; segue pelo espigão-mestre até a cabeceira sudocidental do córrego dos Irmãos Pupim, pelo qual desce até sua foz no córrego do Veadão; desce pelo córrego do Veadão, até a foz do terceiro afluente da margem esquerda; daí segue pelo contraforte da margem esquerda desse córrego até cruzar com o divisor Veadão–Desengano; continua por este divisor até a cabeceira meridional do córrego do Desengano, pelo qual desce até a foz do córrego Curto.

2 — Com o Município de Turmalina
Começa na foz db córrego Curto no córrego do Desengano, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Santa Rita.

3 — Com o Município de Guarani d'Oeste
Começa no ribeirão Santa Rita, na foz do córrego do Desengano; sobe pelo ribeirão Santa Rita até a foz do córrego da Estiva, da margem direita.

4 — Com o Município de Fernandópolis
Começa na foz do córrego da Estiva, da margem direita, no ribeirão Santa Rita, pelo qual sobe até a foz do córrego Macaco; sobe por este até sua cabeceira, no espigão-mestre Grande – São José dos Dourados; daí, alcança na contravertente a cabeceira do córrego Barreirinho, pelo qual desce até o córrego do Lajeado; desce por este até a foz do córrego das Cabritas.

5 — Com o Município de São José das Duas Pontes
Começa no ribeirão do Lajeado, na foz do córrego das Cabritas, Pelo qual sobe até sua cabeceira no divisor Lajeado – Ranchão; alcança na contravertente a cabeceira do córrego Capãozinho, pelo qual desce até sua foz no ribeirão do Ranchão; desce por este ribeirão até a foz do córrego Açoita Cavalo, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE ESTRELA DO NORTE
(Criado em 1963)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Sandovalina
Começa no divisor entre as águas do ribeirão Taquaruçu, à esquerda, e as do ribeirão do Rebojo, à direita, na cabeceira da água Grande; segue por este divisor até cruzar com o contraforte da margem direita da água do Veado.

2 — Com o Município de Tarabaí
Começa no divisor entre as águas do ribeirão Taquaruçu e as do ribeirão do Rebojo, no ponto de cruzamento com o contraforte da margem direita da água do Veado; segue por este contraforte em demanda da foz desta água no ribeirão do Rebojo; continua pelo contraforte fronteiro até cruzar com o divisor Rebojo – Tombo do Meio ou Laranjeiras; daí segue por este divisor em demanda da foz da água da Taquarinha no ribeirão Tombo do Meio ou Laranjeiras, pelo qual sobe até a foz da água da Fazenda Concórdia.

3 — Com o Município de Pirapózinho
Começa no ribeirão Tombo do Meio ou Laranjeiras, na foz da água da Fazenda Concórdia, de onde vai em reta a confluência dos galhos nororiental e sudoriental no ribeirão Laranjeirinha, pelo qual desce até a foz do segundo afluente da margem direita, pelo qual sobe até sua cabeceira no divisor Laranjeirinha 
Tombo do Meio ou Laranjeiras; continua por este divisor até a cabeceira da água Lagoa Seca, pela qual desce até sua foz no ribeirão Tombo do Meio ou Laranjeiras; desce por este ribeirão até a foz da água Lagoa ou do Tombo, pela qual sobe até sua cabeceira; continua pelo divisor Tombo do Meio ou Laranjeiras  Rebojo, até a cabeceira da água do Felinto; desce por esta água até sua foz no ribeirão do Rebojo; desce pelo ribeirão do Rebojo até a foz da água Grande, pela qual sobe até sua cabeceira, no divisor Rebojo – Taquaruçu, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE FARTURA
(Criado em 1891)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Estado do Paraná
Começa na foz do rio Verde, no rio Itararé; segue pela divisa com o Estado do Paraná até a foz do córrego Monjolinho.

2 — Com o Município  de Timburi
Começa no rio Itararé, na foz do córrego Monjolinho; sobe pelo córrego até sua cabeceira; continua pelo contraforte entre as águas do córrego do Saltinho, à esquerda, e as do córrego das Areias, à direita, até cruzar com a serra da Fartura, segue pela cumiada desta que é o divisor entre as águas dos rios Paranapanema e Itararé; até a cabeceira sudocidental do córrego Paulistas.

3 — Com o Município de Sarutaiá
Começa na serra da Fartura; na cabeceira sudocidental do córrego Paulistas; segue pela serra até a cabeceira mais meridional do córrego Barra Grande.

4 — Com o Município de Piraju
Começa na serra da Fartura, na cabeceira mais meridional do córrego Aldeia ou Barra Grande; segue pela serra da Fartura até cruzar com o divisor Neblina
Corredeira.

5 — Com o Município  de Tejupá
Começa na serra da Fartura, no ponto de cruzamento com o divisor Neblina 
Corredeira; segue pela serra da Fartura, até cruzar com o contraforte Jacutinga  Lajeado.

6 — Com o Município de Taguaí
Começa na serra da Fartura, no ponto de cruzamento com o contraforte Jacutinga – Lajeado; segue por este contraforte entre o córrego Jacutinga, à direita, e os córregos do Lajeado e do Caeté, à esquerda, em demanda da foz do córrego Jacutinga, no ribeirão Fartura; prossegue pelo contraforte fronteiro entre o córrego dos Corrêas à direita, e o córrego do Palmital, à esquerda, até o espigão Fartura 
Cirilo; continua por este espigão até cruzar com o divisor entre as águas do ribeirão Ariranha à esquerda, e as do ribeirão do Cirilo e córregos da Taquara Branca e do Braganceiro, à direita; segue por este divisor em demanda da foz do ribeirão da Ariranha, no ribeirão da Aldeia ou Barra Grande.

7 — Com o Município de Itaporanga
Começa no ribeirão da Aldeia ou Bana Grande na foz do ribeiras da Ariranha; desce pelo ribeirão da Aldeia ou Barra Grande até sua foz no rio Verde.

8
Com o Município de Barão de Antonina
Começa na foz do ribeirão da Aldeia ou Barra Grande, no rio Verde, pelo qual desce até sua foz no rio Itararé, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE FERNANDO PRESTES
(Criado em 1935)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Ariranha
Começa no divisor Cocais–Mendes, na cabeceira do córrego Congonhas, pelo qual desce até sua foz do ribeirão do Mendes e, ainda, por este até o ribeirão da Onça.

2 — Com o Município de Monte Alto
Começa no ribeirão da Onça, na foz do ribeirão do Mendes; sobe por aquele até a foz do córrego da Lagoa; sobe por este até a foz do córrego do Borghi.

3 — Com o Município de Cândido Rodrigues
Começa no córrego da Lagoa, na foz do córrego do Borghi; sobe por este até sua cabeceira, no divisor entre as águas do córrego da Lagoa e ribeirão do Mendes; segue por este divisor até o contraforte da margem direita do córrego Olho d'Água; segue por este contraforte até a foz do córrego Olho d'Água, no ribeirão do Mendes; sobe por este até sua cabeceira sudocidental, no espigão mestre Onça–Porcos; segue por este espigão-mestre até o contraforte Onça ou Retiro–Areias; segue por este contraforte até a cabeceira ma.is ocidental do córrego Areias; desce pelo córrego Areias até a ponte da estrada Agulha–Jurupema.

4 — Com o Município de Taquaritinga
Começa na ponte da estrada Agulha–Jurupema sobre o córrego Areias, pelo qual desce até sua foz no córrego do Tanque; desce por este até sua foz no ribeirão dos Porcos.

5 — Com o Município de Itápolis
Começa no ribeirão dos Porcos, na foz do córrego do Tanque; desce pelo ribeirão dos Porcos até a foz do córrego da Agulha.

6 — Com o Município de Santa Adélia
Começa no ribeirão dos Porcos, na foz do córrego dia Agulha; sobe por este até sua cabeceira mais setentrional; continua pelo espigão que deixa, à esquerda, as águas do ribeirão dos Porcos e rio São Domingos, e, à direita, as águas do ribeirão do Mendes, até alcançar a cabeceira meridional do córrego do Cunha, pelo qual desce até a foz do córrego do Lunardelli; segue pelo contraforte que deixa este córrego à esquerda até o divisor Mendes–Cocais; prossegue por este divisor até a cabeceira do córrego Congonhas, onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais

1 — Entre os Distritos de Agulha e Fernando Prestes Começa no espigão-mestre Tietê–Turvo, na cabeceira mais setentrional do córrego da Agulha; segue pelo espigão-mestre até a cabeceira sudocidental do ribeirão do Mendes.


MUNICÍPIO DE FERNANDÓPOLIS
(Criado em 1944)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Guarani d'Oeste
Começa no ribeirão Santa Rita, na foz do córrego da Estiva, pelo qual sobe até sua cabeceira no divisor Santa Rita – Pádua Diniz.

2 — Com o Município de Macedônia
Começa no espigão Santa Rita – Pádua Diniz, na cabeceira do córrego da Estiva; segue pelo espigão Santa Rita – Pádua Diniz até a cabeceira do galho mais ocidental do córrego Capadinho, pelo qual desce até sua foz do ribeirão Pádua Diniz; sobe pelo ribeirão Pádua Diniz até a foz do córrego Capão Alto; sobe pelo córrego Capão Alto até sua cabeceira sudocidental no divisor Pádua Diniz – Cervo.

3 — Com o Município de Pedranópolis
Começa na cabeceira sudocidental do córrego Capão Alto, no divisor Pádua Diniz-Cervo; segue por este divisor até o divisor Pádua Diniz-Pedras; continua por este divisor até cruzar com o contraforte entre os córregos Barreiro e Guabirobas; prossegue por este contraforte em demanda da foz do córrego da Aldeia no córrego das Pedras, pelo qual sobe até a foz do primeiro córrego da margem direita logo ao Sul da sede da fazenda São Jorge; sobe por esse córrego até sua cabeceira no divisor Pedras-Cateto; daí, segue por este divisor em demanda da confluência dos galhos meridional e ocidental do córrego Cateto; sobe pelo galho meridional até sua cabeceira no divisor Cateto-Pedra; alcança na contra vertente a cabeceira do córrego das Abelhas, pelo qual desce até sua foz no córrego da Pedra.

4 — Com o Município de Meridiano
Começa na foz do córrego das Abelhas no córrego da Pedra, pelo qual sobe até sua cabeceira meridional no espigão-mestre Marinheiro-São José dos Dourados; alcança, na contravertente, a cabeceira do ribeirão São Pedro pelo qual desce até a foz do córrego Coqueiral; daí, segue pelo contraforte fronteiro até o divisor São Pedro-São João; continua por este divisor em demanda da foz do ribeirão São Pedro, no rio São José dos Dourados.

5 — Com o Município de General Salgado
Começa no rio São José dos Dourados, na foz do ribeirão São Pedro; desce pelo rio São José dos Dourados até a foz do ribeirão Jagora.

6 — Com o Município de São João das Duas Pontes.
Começa no rio São José dos Dourados, na foz do ribeirão Jagora; sobe por este até a foz do córrego do Lajeado, pelo qual sobe até a foz do córrego das Cabritas.

7 — Com o Município de Estrela d'Oeste
Começa na foz do córrego das Cabritas no córrego do Lajeado, pelo qual sobe até o córrego Barreiro; sobe por este córrego até sua cabeceira mais setentrional no espigão-mestre entre o rio São José dos Dourados ao Sul e o rio Grande ao Norte; daí alcança na contravertente a cabeceira do córrego Macaco; desce pelo córrego Macaco até sua foz no ribeirão Santa Rita, pelo qual desce até a foz do córrego da Estiva, onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais

1 — Entre os Distritos de Brasitânia e Pernandópolis Começa no córrego Capão Alto; na foz do córrego Água Limpa, pelo qual sobe até sua cabeceira; segue pelo espigão Capão Alto-Santa Rita até a cabeceira do córrego do Gato ou Gralha, pelo qual desce até o galho do ribeirão Santa Rita, cuja foz ocorre logo abaixo da foz do córrego Veadão; desce por esse galho até sua foz no ribeirão Santa Rita.


MUNICÍPIO DE FERRAZ DE VASCONCELOS
(Criado em 1954)

a) Divisas Municipais


1 — Com o Município de São Paulo
Começa no morro do Correia; segue pelo espigão que deixa, à direita, as águas do rio Guaió e ribeirão Itaim, e, à esquerda, as águas dos rios Aricanduva e Itaquera e ribeirão Lajeado e córrego Itaim, até alcançar a cabeceira do córrego Itaquera-Mirim, pelo qual desce até o eixo da estrada municipal Ferraz de Vasconcelos — Guaianazes e que passa pela Vila Santo Antônio; daí, vai em reta de rumo Norte até o córrego Santo Antônio, pelo qual sobe até sua cabeceira setentrional, no divisor Itaquera-Lajeado; alcança na contravertente a cabeceira do córrego Água Limpa, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Lajeado; desce por este ribeirão até a foz do córrego Artur Freire, pelo qual sobe até sua cabeceira no divisor Lajeado - Itaim; continua por este divisor até a cabeceira do córrego do Paulo Erfut ou São João, pelo qual desce até sua foz no córrego Itaim; daí, vai pelo contraforte fronteiro até o divisor Itaim - Três Pontes, segue por este divisor até a cabeceira sudocidental do córrego A. Soares; desce pelo córrego A. Soares até sua foz no ribeirão Três Pontes.

2 — Com o Município de Poá
Começa na foz do córrego A. Soares no ribeirão Três Pontes, pela qual sobe até a junção de seus galhos ocidental e oriental; sobe pelo galho oriental até sua cabeceira no espigão Três Pontes — Itaim; alcança, na contravertente a cabeceira do córrego Martinelli, pelo qual desce até sua, foz no ribeirão Itaim; sobe pelo ribeirão Itaim até a foz do córrego Paredão, pelo qual sobe até cua cabeceira ocidental; prossegue pelo divisor entre as águas do ribeirão Itaim, direita, e as do córrego Cambiri, à esquerda, até cruzar com o contraforte que morre no córrego Cambiri, na foz do córrego da Escola; continua por esse contraforte em demanda da referida foz; sobe pelo córrego da Escola até sua cabeceira meridional; daí, segue pelo divisor entre o córrego Cambiri, à esquerda, até o contraforte que finda no ribeirão Guaió na foz do córrego Guaiózinho; continua por esse contraforte em demanda da referida foz.

3 — Com o Município de Susano
Começa na foz do córrego Guaiózinho, no rio Guaió, pelo qual sobe até a foz do córrego da Estiva ou Tecelão.

4 — Com o Município de Mauá
Começa no rio Guaió, na foz do córrego da Estiva ou Tecelão; daí segue pelo contraforte fronteiro até o morro do Correia, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE FLORA RICA
(Criado em 1954)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Junqueirópolis
Começa no rio do Peixe, na foz do ribeirão do Fogo, pelo qual sobe até a foz do córrego Ouro Verde.

2 — Com o Município de Irapuru
Começa na foz do córrego Ouro Verde, no ribeirão do Fogo, pelo qual sobe até o ponto onde é atingido pela reta de rumo Oeste, que vem da cabeceira do córrego 11 de Junho; daí, vai, pela referida reta, até a cabeceira do córrego 11 de Junho; continua pelo divisor entre as águas dos ribeirões do Fogo e da Una, em demanda da foz da água da Ponte Alta, no ribeirão da Ilha.

3 — Com o Município de Pacaembu
Começa no ribeirão da Ilha. na foz da água- da Ponte Alta, pela qual sebe até sua cabeceira; segue pelo divisor entre as águas do ribeirão da Ilha, à direita, e as do ribeirão Santa Maria, à esquerda, até a cabeceira do córrego dos Bagres, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Santa Maria.

4 — Com o Município de Flórida Paulista
Começa na foz do córrego dos Bagres, no ribeirão Santa Maria, pelo qual desce até sua foz no rio do Peixe.

5 — Com o Município de Presidente Prudente
Começa no rio do Peixe, na foz do ribeirão Santa Maria; desce por aquele rio até a foz do ribeirão Montalvão.

6 — Com o Município de Santo Expedito.
Começa na fez do ribeirão Montalvão, no rio do Peixe, pelo qual desce; até a foz do ribeirão Expedito.

7 — Com o Município de Presidente Bernardes
Começa no rio do Peixe, na foz do ribeirão Expedito; desce pelo rio do Peixe até a foz do ribeirão do Fogo, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE FLOREAL
(Criado em 1958)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Magda
Começa na foz do córrego Paragem, no córrego Macaubinhas ou Celestina, pelo qual sobe até a foz do córrego Canguçu; sobe por este até sua cabeceira; segue pelo divisor entre as águas do córrego Celestino, à esquerda, e as do ribeirão Guabirobas, à direita, até cruzar com o espigão-mestre Tietê - São José dos Dourados; continua pelo espigão-mestre até entroncar com o divisor que deixà direita, as águas do córrego Comprido; prossegue por este divisor em demanda da cabeceira do córrego Comissão, pelo qual desce até sua foz no rio São José dos Dourados.

2 — Com o Município de Votuporanga
Começa na foz do córrego Comissão no rio São José dos Dourados, pelo qual sobe até a foz do córrego Comprido.

3 — Com o Município de Nhandeara
Começa no rio São José dos Dourados, na fez do córrego Comprido; sobe por este e pelo córrego do Braço Comprido até sua cabeceira meridional nó espigão-mestre São José dos Dourados - Tietê; segue pelo espigão-mestre até cruzar com o contraforte entre as águas do ribeirão Mato Grosso, à esquerda, e as do córrego da Paz, à direita; continua por este contraforte até a cabeceira do córrego Perdizes, pelo qual desce até sua foz no córrego da Paz; desce pelo córrego da Paz, até sua foz no ribeirão Mato Grosso.

4 — Com o Município de Gastão Vidigal
Começa no ribeirão Mato Grosso, na foz do córrego da Paz; segue pelo contraforte que deixa, à direita, o córrego da Paz até o divisor Mato Grosso -Matogrossinho; continua por este divisor até o contraforte que finda no córrego Matogrossinho, na foz do córrego Sapé; prossegue por este contraforte até a referida foz; continua pelo contraforte fronteiro que deixa, à direita, as águas do córrego Sapé ate o divisor Matogrossinho-Guabirobas; continua por este divisor em demanda da cabeceira do córrego do Meio, pelo qual desce até sua foz, no ribeirão Guabirobas; desce pelo ribeirão Guabirobas, até a foz do córrego Pingadouro, pelo qual sobe até sua cabeceira; prossegue pelo divisor Guabirobas-Macaubas até a cabeceira do córrego Paragem, pelo qual desce até sua foz no córrego Macaubinhas ou Celestino, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE FLÓRIDA PAULISTA
(Criado em 1948)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Flora Rica
Começa no rio do Peixe, na foz do ribeirão Santa Maria, pelo qual sobe até a foz do córrego dos Bagres.

2 — Com o Município de Pacaembu
Começa no ribeirão Santa Maria, na foz do córrego dos Bagres; sobe pelo ribeirão Santa Maria até a foz do córrego do Destino; sobe por este e pelo córrego 1º de Janeiro até sua cabeceira, entre Atlântida e Marajoara, no espigão-mestre Aguapeí-Peixe; alcança na contravertente a cabeceira mais meridional do ribeirão Iracema, a Leste do povoado de Marajoara; desce pelo ribeirão Iracema até sua foz no rio Feio.

3 — Com o Município de Lavínia
Começa no rio Feio ou Aguapeí, na foz do ribeirão Iracema; sobe por aquele até a foz do ribeirão 15 de Janeiro.

4 — Com o Município de Valparaíso
Começa no rio Feio ou Aguapeí, na foz do ribeirão 15 de Janeiro; sobe por aquele até a foz do ribeirão Tucuruvi.

5 — Com o Município de Adamantina
Começa no rio Feio ou Aguapeí, na foz do ribeirão Tucuruvi, pelo qual sobe até a água do Kentaro, pela qual sobe até sua cabeceira no divisor Tucuruvi-Jacutinga; alcança na contravertente a cabeceira do galho oriental do ribeirão Jacutinga, pelo qual desce até sua junção com o galho sudoriental; deste ponto vai em reta à cabeceira setentrional da água Miguel Lopes; desce por esta água até sua foz no ribeirão Emboscada, pelo qual desce até a foz do córrego Bauru.

6 — Com o Município de Mariápolis
Começa no ribeirão Emboscada, na foz do córrego Bauru; desce por aquele até sua foz no rio do Peixe.

7 — Com o Município de  Presidente Prudente
Começa no rio do Peixe, na foz do ribeirão Emboscada; desce por aquele até a foz do ribeirão Santa Maria, onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais

1 — Entre os Distritos de Atlântida e Indaíá do Aguapeí
Começa no ribeirão Iracema, na foz do córrego Mandaguari, pelo qual sobe até a foz do córrego Barracas.
 
2 — Entre os Distritos de Atlântida e Flórida  Paulista
Começa no córrego Mandaguari, na foz do córrego Barracas; sobe pelo córrego Mandaguari até sua cabeceira mais meridional; segue pelo divisor entre as águas do córrego São Simão à direita, e as do córrego Tamanduá, à esquerda, até cruzar com o espigão-mestre Feio ou Aguapeí 
Peixe; prossegue por este espigão-mestre até a cabeceira do córrego Atlântida, cabeceira que contraverte com a água da Fazenda Saudades; desce pelo córrego Atlântida até sua foz no córrego do Destino.

3 — Entre os Distritos de Flórida Paulista e Indaíá do Aguapeí
Começa no córrego Mandaguari, na foz do córrego Barracas, pelo qual sobe até sua cabeceira; segue pelo divisor Mandaguari-Indaíá até o pião divisor entre os córregos Mandaguari, Indaíá e Santo André; daí segue pelo contraforte da margem esquerda do córrego Santo André em demanda da foz deste córrego no ribeirão Tucuruvi.


MUNICÍPIO DE FLORÍNIA
(Criado em 1954)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Cruzália
Começa no rio Paranapanema na foz do ribeirão do Bugio, pelo qual sobe até a foz do córrego do Bugiozinho.

2 — Com o Município de Assis
Começa no ribeirão do Bugio, na foz do córrego Bugiozinho; segue pelo contraforte que deixa, à esquerda, as águas deste córrego até cruzar com o divisor Bugio — Santo Antônio, continua por este divisor até entroncar com o contraforte entre o córrego Santo Antônio e ribeirão do Dourado à esquerda e o córrego do Barbado, à direita; prossegue por este contraforte em demanda da foz do córrego da Paca no ribeirão do Dourado; sobe pelo córrego da Paca até sua cabeceira no pião divisor entre os córregos do Prato, da Paca e Taquaruçu.

3 — Com o Município de Cândido Mota
Começa no pião divisor entre os córregos do Prato, da Paca e Taquaruçu; segue pelo divisor que deixa, à direita, as águas do córrego da Paca, ate a cabeceira do córrego Barreirinho, pelo qual desce até sua foz no rio Paranapanema .

4 — Com o Estado do Paraná
Começa no rio Paranapanema, na foz do córrego Barreirinho; segue pela divisa com o Estado do Paraná até a foz do ribeirão do Bugio, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE FRANCA
(Criado em 1824)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Ribeirão Corrente
Começa no rio do Salgado, na foz do ribeirão do Bom Jardim; sobe por aquele até a foz do córrego Fundo; sobe por este até sua cabeceira no espigão entre as águas do ribeirão Corrente, à esquerda, e as do rio do Salgado, à direita.

2 — Com o Município de Cristais Paulista (ex-Guapuã)
Começa no espigão entre as águas dos ribeirões Salgado e Corrente, na cabeceira do córrego Fundo; segue pelo espigão Salgado-Corrente até cruzar com o espigão-mestre entre os ribeirões Salgado e Corrente, de um lado e rio das Canoas, do outro lado; continua por este espigão-mestre até cruzar com o contraforte entre o ribeirão Pouso Alegre, à esquerda, e o córrego do Pouso Alto, à direita; daí, segue por este contraforte até a junção desses dois cursos d'água, desce pelo ribeirão Pouso Alegre até sua foz no rio Canoas.

3 — Com o Estado de Minas Gerais
Começa na foz do córrego Pouso Alegre, no rio Canoas; segue pela divisa com o Estado de Minais Gerais até o córrego do Boi, nos aparados da serra de Franca.

4 — Com o Município de Patrocínio Paulista
Começa no córrego do Boi, nos aparados da serra de Franca, pelos quais segue até o contraforte que leva à foz do córrego do Taveira, no ribeirão Cubatão, segue por este contraforte até aquela confluência; sobe pelo córrego do Taveira até sua cabeceira mais meridional; continua pelo espigão divisor que separa as águas do ribeirão Macaubas das do córrego do Dominguinhos; segue por este divisor até a confluência desses dois cursos; desce pelo ribeirão Macaubas até sua foz no rio Santa Bárbara, pelo qual desce até sua confluência com o rio Sapucaí.

5 — Com o Município de Batatais
Começa na foz do rio Santa Bárbara no rio Sapucaí; desce por este até a foz do córrego Espraiado.

6 — Com o Município de Restinga
Começa no rio Sapucaí, na foz do córrego do Espraiado, pelo qual sobe até a foz do córrego Valinho; sobe por este córrego até sua cabeceira; daí, continua pelo divisor entre o rio Santa Bárbara e ribeirão Macaubas, à direita, e ribeirão dos Bagres à esquerda, até cruzar com o contraforte entre o córrego Água Comprida, à esquerda, e o córrego dos Olhos d'Água, à direita; segue por este contraforte até a cabeceira do córrego do Dr. Gastão, pelo qual desce até sua foz no córrego dos Olhos d'Água; desce por este até sua foz no ribeirão dos Bagres; continua pelo contraforte fronteiro até o divisor Bagres
Santo Antônio; prossegue por este divisor até a cabeceira sudocidental do córrego da Fazenda Niagara, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Santo Antônio; desce pelo ribeirão Santo Antônio até a foz do córrego da Fazenda Nova Gersei, pelo qual sobe até sua cabeceira, no espigão Santo Antônio Salgado; segue por este espigão até cruzar com o divisor Santo Antônio-Buriti.

7 — Com o Município de São José da Bela Vista
Começa no espigão Santo Antônio-Salgado, no ponto de cruzamento com o divisor Santo Antônio-Buriti; segue pelo espigão que deixa, à esquerda, as águas do córrego Buriti, e, à direita, as do ribeirão Bom Jardim, até a cabeceira do córrego de A. Bernardes ou Serraria, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Bom Jardim; desce por este até sua foz no rio Salgado, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE FRANCISCO MORATO
(Criado em 1963)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Campo Limpo
Começa na serra dos Cristais, na cabeceira mais setentrional do córrego Botucáia; segue pelas serras dos Cristais e do Botujuru, até cruzar com o contraforte que separa as águas dos ribeirões das Taipas e das Éguas ou da Fazenda Velha.

2 — Com o Município de Atibaia
Começa na serra do Botujuru, no ponto de cruzamento com o contraforte que separa as águas dos ribeirões das Taipas e das Éguas ou da Fazenda Velha;  segue pela serra do Botujuru  até a cabeceira mais oriental do ribeirão do Euzébio, no divisor entre as águas deste córrego e as do córrego da Estiva.

3 — Com o Município de Franco da Rocha
Começa na serra do Botujuru na cabeceira mais oriental do ribeirão do Euzébio, pelo qual desce até a foz do afluente da margem direita que deságua cerca de 1 km. a montante da foz do córrego que vem da cidade de Francisco Morato; vai, daí, por uma reta de rumo Oeste, até o córrego Botucáia, pelo qual sobe ate sua cabeceira mais setentrional na serra dos Cristais, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE FRANCO DA ROCHA
(Criado em 1944)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Jundiaí
Começa na serra dos Cristais, na cabeceira mais setentrional do ribeirão Tabuões; segue pela serra até cruzar com o divisor entre o ribeirão Guapeva e córrego do Moinho.

2 — Com o Município de Campo Limpo
Começa na serra dos Cristais, no ponto de cruzamento entre o ribeirão Guapeva e o córrego do Moinho; segue pela serra dos Cristais até a cabeceira mais setentrional do córrego Botucáia.

3 — Com o Município de Francisco Morato
Começa na serra dos Cristais na cabeceira mais setentrional do córrego Botucáia, pelo qual desce até o ponto onde é cortado pela reta de rumo Oeste que vem do ribeirão do Euzébio de um ponto situado a 1 km a montante da foz do córrego que vem da cidade de Francisco Morato; daí segue por essa reta até o ribeirão do Euzébio, pelo qual sobe até sua cabeceira mais oriental no ponto em que a serra de Botujuru cruza com o divisor entre o ribeirão do Euzébio e o córrego da Estiva.

4 — Com o Município de Mairiporã
Começa na serra de Botujuru, onde ela entronca com o divisor que deixa, à direita, as águas do ribeirão do Euzébio e, à esquerda, as do córrego da Estiva; vai por este divisor em demanda da foz do córrego da Estiva no ribeirão do Itaim, segue pelo contraforte fronteiro em demanda da foz do ribeirão Santa Inês, no rio Juqueri; sobe pelo ribeirão Santa Inês até a foz do córrego do Engenho.

5 — Com o Município de Caieiras
Começa no ribeirão Santa Inês, na foz do córrego do Engenho, pelo qual sobe até sua cabeceira; segue pelo divisor Santa Inês - Cresciuma até cruzar com o divisor entes o córrego Cresciuma, à esquerda e o rio Juqueri, à direita; prossegue por este divisor até a cabeceira do córrego da Colônia, pelo qual desce até sua foz no rio Juqueri; daí, vai, em reta de rumo Oeste, até o córrego dos Abreus, pelo qual sobe até a foz do córrego do Tanque Velho; sobe por este córrego até sua cabeceira mais ocidental; continua pelo divisor entre o córrego do Felix, à direita, e o córrego Olhos d'Água, à esquerda, em demanda da foz do córrego do Felix, no ribeirão Tabuões.

6 — Com o Município a e Cajamar
Começa na foz do córrego do Felix, no ribeirão Tabuões; sobe por este ribeirão até sua cabeceira mais setentrional, na serra dos Cristais, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE GABRIEL MONTEIRO
(Criado em 1958)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Guararapes
Começa no ribeirão Jangada, na foz do córrego do Paciti; sobe pelo ribeirão Jangada até a confluência dos córregos da Boa Esperança ou do Perímetro e Água Boa.

2 — Com o Município de Araçatuba
Começa na confluência dos córregos da Boa Esperança ou do Perímetro e Água Boa; sobe pelo córrego Água Boa até a foz do terceiro afluente da margem esquerda à montante da foz do córrego Três Nações.

3 — Com o Município de Bilac
Começa no córrego da Água Boa, na foz do terceiro afluente da margem esquerda, à montante da foz do córrego Três Nações; sobe por esse afluente até sua cabeceira, no divisor Água Boa
Barreiro; daí, vai, em reta, à cabeceira do córrego Olaria pelo qual desce até sua foz, no córrego Rico; desce pelo córrego Rico até sua foz no ribeirão da Lontra.

4 — Com o Município de Clementina
Começa na foz do córrego Rico, no ribeirão da Lontra, pelo qual desce até a foz do córrego Saltinho

5 — Com o Município de Piacatu
Começa no ribeirão da Lontra, na foz do córrego do Saltinho, pelo qual sobe até a cabeceira de seu primeiro galho à montante do córrego Farturinha; segue pelo divisor Lontra-Barreiro até a cabeceira do córrego de M. Bueno, pelo qual desce até sua fez, no ribeirão Barreiro; sobe pelo ribeirão Barreiro até a foz do córrego Alegre, pelo qual sobe até sua cabeceira no divisor Barreiro-Jangada; segue por este divisor até a cabeceira do córrego do Paciti, pelo qual desce até sua foz, no ribeirão Jangada, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE GÁLIA
(Criado em 1927)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Garça
Começa no espigão-mestre São João-Alegre, na cabeceira do córrego da Égua ou Comprido; segue pelo espigão-mestre entre as águas do rio São João e dos ribeirões Vermelho e Antas, à direita, e o ribeirão do Alegre e rio do Peixe, à esquerda, até a cabeceira ocidental do córrego Saltinho; vai, daí em reta, ao quilômetro 507 da Companhia Paulista de Estrada de Ferro; desse ponto segue por nova reta à cabeceira ocidental do córrego São João ou Açarape; desce por este córrego até sua foz no rio Feio; desce por este até a foz do córrego Santa Estela.

2 — Com o Município de Presidente Alves
Começa no rio Feio, na foz do cônego Santa Estela; sobe por este ate sua cabeceira, no contraforte da margem direita do rio Feio; segue por este contraforte até o divisor Feio-Batalhinha; continua por este divisor até a cabeceira norocidental do córrego Antinhas; desce por este até sua foz no rio Batalhinha, pelo qual desce até a foz da água São Sebastião.

3 — Com o Município de Avaí
Começa no rio Batalhinha, na foz da água São Sebastião, pela qual sobe até sua cabeceira no divisor Batalhinha-Anhumas; alcança, na contra vertente, a cabeceira da água do Gabriel, pela qual desce até sua foz no córrego Anhumas; sobe por este córrego até a foz da água do Noronha, pela qual sobe até sua cabeceira, no contraforte entre o córrego Anhumas e a Água do Meio; segue por este contraforte em demanda da foz do córrego Santa Eugênia, na água do Meio.

4 — Com o Município de Duartina
Começa na foz do córrego Santa Eugenia, na água do Meio, pela qual sobe até sua cabeceira sudocidental, no espigão-mestre Alambari-Batalha; segue pelo espigão-mestre até onde ele cruza com o contraforte entre as águas do córrego Água Branca e as do córrego Eduardo Porto; segue por este contraforte deixando, à direita, as águas do córrego Eduardo Porto, e à esquerda, as do córrego Água Branca, em demanda da cabeceira mais setentrional do córrego Barra Bonita; desce por este até o ribeirão das Antas.

5 — Com o Município de Lucianópolis
Começa na foz do córrego Barra Bonita, no ribeirão das Antas, pelo qual sobe até a foz da água São Pedro; sobe por esta água até sua cabeceira: segue pelo contraforte entre as águas dos Rosas, à esquerda, e a do Arroz, à direita, até o divisor entre a água dos Rosas e o córrego Figueirinha; continua por esse divisor até a cabeceira da água do Barreirinho, pela qual desce até sua foz no ribeirão Vermelho; desce pelo ribeirão Vermelho até a foz do córrego Água Branca, pelo qual sobe até sua cabeceira no divisor Vermelho-São João.

6 — Com o Município de Ubirajara
Começa na cabeceira do córrego Água Branca, no divisor Vermelho-São João; segue pelo divisor em demanda da cabeceira nororiental do córrego do Veado, que fica à leste da colônia Veadinho; desce por este córrego até o rio São João; sobe por este até a foz do córrego da Égua ou Comprido.

7 — Com o Município de Alvinlândia
Começa no rio São João, na confluência com o seu braço da esquerda, conhecido como o córrego da Égua ou Comprido; sobe pelo córrego da Égua ou Comprido até sua cabeceira no espigão-mestre São João - Alegre, onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais

1 — Entre os Distritos de Fernão e Gália
Começa no ribeirão Vermelho, na foz da água do Bairreirinho; sobe pelo ribeirão Vermelho até a foz da água dos Macacos; continua pelo contraforte entre as águas dos Macacos, à direita, e as do ribeirão Vermelho, à esquerda, até o divisor Vermelho-Antas; segue por este divisor até o contraforte da margem esquerda da água do Chatão; prossegue por este contraforte em demanda da foz do córrego da Usina, no ribeirão das Antas; segue pelo contraforte que deixa, à esquerda, o córrego da Usina até o divisor córrego da Usina
Córrego Eduardo Porto, prossegue por este divisor até o espigão-mestre Antas-Batalha; caminha por este espigão-mestre até cruzar com o contraforte entre os córregos Eduardo Porto e Água Bonita.


MUNICÍPIO DE GARÇA
(Criado em 1928)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Álvaro de Carvalho
Começa no ribeirão Tibiriçá, na foz do ribeirão Ipiranga; sobe por aquele ate a foz do córrego Irondê; sobe por este até sua cabeceira; vai, daí, pelo divisor Tibiriçá-Corredeira, em demanda da cabeceira ocidental da água Limpa; desce por esta até sua foz no ribeirão Corredeira, pelo qual desce até a foz do córrego Corredeira.

2 — Com o Município de Pirajuí
Começa no ribeirão Corredeira, na foz do córrego Corredeira; sobe pelo córrego Corredeira até sua cabeceira no divisor Corredeira-Barreiro; segue pelo divisor e alcança a cabeceira do córrego da Fazenda Santo André; desce por este córrego até sua foz no ribeirão do Barreiro; sobe por este até a foz da água Seca; sobe por esta até sua cabeceira no divisor Barreiro-Feio em frente à cabeceira do córrego da Fazenda Belmonte.

3 — Com o Município de Presidente Alves
Começa na cabeceira da água Seca, no divisor Barreiro-Feio, em frente à cabeceira do córrego da Fazenda Belmonte; segue por este divisor até a cabeceira do córrego Santa Adelina; desce por este até sua foz no rio Feio; sobe pelo rio Feio até a foz do córrego Santa Estela.

4 — Com o Município de Gália
Começa no rio Feio, na foz do córrego Santa Esteia, sobe pelo rio Feio até a foz do córrego Acarape ou São João, pelo qual sobe até sua cabeceira ocidental; vai, daí, em reta ao km. 507 da Companhia Paulista de Estradas de Ferro; desse ponto vai, por nova reta, à cabeceira ocidental do córrego Saltinho, afluente do ribeirão das Antas, no espigão-mestre Peixe-Antas; segue pelo espigão-mestre que separa as águas dos ribeirões das Antas, Vermelho e rio São João, à esquerda, e as do rio do Peixe e ribeirão do Alegre, à direita, em demanda da cabeceira do córrego da Égua ou Comprido.

5 — Com o Município de Alvinlândia
Começa na cabeceira do córrego da Égua ou Comprido; segue pelo espigão-mestre entre o ribeirão do Alegre, à direita, e o rio São João, à esquerda, até a cabeceira do córrego Benedito Baiano, primeira água da margem esquerda do rio São João, a montante da foz do córrego São Luis.

6 — Com o Município de Lupérdo
Começa no espigão-mestre Alegre - São João na cabeceira do córrego Benedito Baiano, primeira água da margem esquerda do rio São João, à montante da foz do córrego São Luis; segue pelo espigão-mestre até a cabeceira do córrego São Jorge, pelo qual desce até sua foz no córrego Membé; desce pelo córrego Membé, até sua foz no ribeirão do Alegre; desce, ainda, por este ribeirão, até a foz do córrego Brumado.

7 — Com o Município de Vera Cruz
Começa no ribeirão do Alegre, na foz do córrego Brumado, segue pelo contraforte fronteiro que deixa, à direita, a água Tinga, até cruzar com o divisor entre as águas do ribeirão do Alegre, à direita, e as do rio do Peixe, à esquerda; continua por este divisor até a cabeceira da água B, pelo qual desce ate sua foz no rio do Peixe; sobe pelo rio do Peixe até a foz do córrego Barreti, pelo qual sobe até sua cabeceira mais setentrional; alcança, em reta, a cabeceira mais meridional do córrego Araquá, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Ipiranga; desce, ainda, pelo ribeirão Ipiranga, até sua foz no ribeirão Tibiriçá, onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais

1 —  Entre os  Distritos de Garça e Jafa
Começa no divisor Peixe-Alegre, na cabeceira da água B; segue pelo divisor Peixe-Alegre, até cruzar com o contraforte entre a água A, à esquerda, e a água Santa Maria, à direita; continua por este contraforte em demanda da foz do córrego de Isaias Jacinto, no rio do Peixe; sobe por este córrego até sua cabeceira no divisor Peixe-Tibiriçá; alcança, na contravertente a cabeceira mais próxima do córrego Cachoeira, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Tibiriçá; desce pelo ribeirão Tibiriçá, até a foz do córrego Irondê.


MUNICÍPIO DE GASTÃO VIDIGAL
(Criado em 1954)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de General Salgado
Começa no ribeirão Macaúbas, na foz do ribeirão Guabirobas; sobe pelo ribeirão Macaúbas até a foz do córrego Macaubinhas ou Celestino.

2 — Com o Município de Magda
Começa no ribeirão Macaúbas, na foz do córrego Macaubinhas ou Celestino, pelo qual sobe até a foz do córrego Paragem.

3 — Com o Município de Floreal
Começa no córrego Macaubinhas ou Celestino na foz do córrego Paragem; sobe por este córrego até sua cabeceira; continua pelo divisor Macaúbas-Guabirobas, em demanda da cabeceira do córrego Pingadouro, pelo qual desce até sua foz, no ribeirão Guabirobas; sobe pelo ribeirão Guabirobas até a foz do córrego do Meio, pelo qual sobe até sua cabeceira; continua pelo divisor Guabirobas-Matogrossinho até o contraforte que deixa, à esquerda, as águas do córrego do Sapé; prossegue por este contraforte em demanda da foz do córrego do Sapé, no córrego Matogrossinho; daí, segue pelo contraforte fronteiro até cruzar com o divisor Matogrossinho-Mato Grosso; continua por este divisor até cruzar com o contraforte que finda na foz do córrego da Paz, no ribeirão Mato Grosso; segue por este contraforte em demanda da referida foz.

4 — Com o Município de Nhandeara
Começa na foz do córrego da Paz, no ribeirão Mato Grosso pelo qual desce ate a foz do córrego do Cachorro.

5 — Com o Município de Monções
Começa na foz do córrego do Cachorro, no ribeirão Mato Grosso; desce por aquele ribeirão até a foz do córrego Retiro.

6 — Com o Município de Nova Luzitânia
Começa no ribeirão Mato Grosso, na foz do córrego Retiro- segue pelo contraforte fronteiro até o divisor da margem direita do ribeirão Mato Grosso; segue por este divisor até cruzar com o divisor Mato Grosso
Matogrossinho; prossegue pele divisor da margem esquerda do córrego Matogrossinho, em demanda da foz do córrego Corredeira, no córrego Matogrossinho  sobe pelo córrego Corredeira até a cabeceira de seu galho de Oeste, no divisor Matogrossinho-Guabirobas; alcança, na contravertente, a cabeceira do córrego Tapera pelo qual desce até sua foz, no ribeirão Guabirobas; desce pelo ribeirão Guabirobas, até sua foz, no ribeirão Macaúbas, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE GENERAL SALGADO
(Criado em 1944)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Jales
Começa no rio São José dos  Dourados, na foz do ribeirão Buritis; sobe pelo rio São José dos Dourados até a foz do ribeirão Ranchão.

2 — Com o Município de São João das Duas Pontes
Começa na foz do ribeirão Ranchão, no rio São José dos Dourados; sobe por este ate a foz do ribeirão Jagora.

3 — Com o Município de Fernandópolis
Começa na  foz do  ribeirão Jagora, no rio São José dos Dourados; sobe por este até a foz do ribeirão São Pedro.

4 — Com o Município de Meridiano
Começa  na  foz do ribeirão São Pedro, no rio São José dos Dourados, pelo qual sobe ate a foz do córrego Santa Cruz.

5 — Com o Município de Magda
Começa no rio São José dos Dourados, na foz do córrego Santa Cruz; sobe por este até sua cabeceira, no divisor entre as águas do rio São José dos Dourados e o ribeirão Talhado; segue por este divisor até a cabeceira do córrego Colt; desce por este até o ribeirão Talhado, pelo qual sobe até a foz do córrego Grande; sobe por este até sua cabeceira, no espigão-mestre São José dos Dourados
Tietê; continua por este espigão-mestre até cruzar com o divisor entre as águas do ribeirão Açoita Cavalo, à direita, e as do ribeirão Macaúbas, à, esquerda; segue por este divisor até a cabeceira do córrego do Anastácio; desce por este até a sua foz no ribeirão Macaúbas, pelo qual desce até a foz do córrego Macaubinhas ou Celestino.

6 — Com o Município de Gastão Vidigal
Começa na foz do córrego Macaubinhas ou Celestino, no ribeirão Macaúbas, pelo qual desce até a foz do ribeirão Guabirobas.

7 — Com o Município de Nova Luzitânia
Começa na foz do ribeirão Guarirobas no ribeirão Macaúbas, pelo qual desce ate a foz do córrego Retiro.

8 — Com o Município de Araçatuba
Começa na foz do córrego Retiro, no ribeirão Macaúbas, pelo qual desce até a foz do ribeirão Açoita Cavalo e, por este acima, até a foz do córrego Tapera Queimada; sobe por este até sua cabeceira; daí, vai em reta, a cabeceira do córrego da Divisa, pelo qual desce até o córrego Lajeado; daí, vai, em reta, até a foz do córrego do Cateto, no ribeirão Lambari.

9 — Com o Município de Auriflama
Começa no ribeirão Lambari, na foz do córrego do Cateto; sobe pelo ribeirão Lambari até a foz da água Limpa ou Serraria, pela qual sobe até sua cabeceira, no espigão-mestre Tietê - São José dos Dourados; segue pelo espigão-mestre em demanda da cabeceira do córrego do Acampamento, pelo qual desce até sua foz no córrego da Barraca; desce por este até sua foz, no ribeirão Buritis; desce, ainda, pelo ribeirão Buritis até sua foz, no rio São José dos Dourados, onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais

1 — Entre os Distritos de General Salgado e São João de Iracema
Começa no rio São José dos Dourados, na foz do ribeirão Talhado pelo qual sobe até a foz do córrego Colt.

2 — Entre os Distritos de General Salgado  e Nova  Castilho
Começa no pião divisor entre os ribeirões Macaúbas e Açoita Cavalo e o córrego do Retiro; alcança a cabeceira do galho oriental do córrego Alto, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Açoita Cavalo; daí, vai, em reta, à foz do primeiro córrego da margem esquerda do córrego Bebedouro à jusante da foz do córrego Cocho; sobe pelo córrego Bebedouro até a foz do córrego Cocho, pela qual sobe até sua cabeceira no divisor que separa as águas do ribeirão Açoita Cavalo, à esquerda, das dos córregos do Meio e Lajeado, à direita; segue por este divisor até a cabeceira sudocidental do córrego Tapera.


MUNICÍPIO DE GETULINA
(Criado em 1935)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Luiziânia
Começa na foz do rio Tibiriçá, no rio Feio ou Aguapeí; sobe por este até a foz do ribeirão Grande.

2 — Com o Município de Alto Alegre
Começa na foz do ribeirão Grande no rio Feio ou Aguapeí, sobe por este até a foz do córrego do Matão.

3 — Com o Município de Promissão
Começa na foz do córrego do Matão, no rio Feio ou Aguapeí; sobe por este até a foz do córrego Tabocal.

4 — Com o Município de Guaiçara
Começa no rio Feio, na foz do córrego Tabocal; sobe pelo rio Feio até a foz do córrego do Sapo, ou Santa Maria.

5 — Com o Município de Lins
Começa no rio Feio, na foz do córrego do Sapo ou Santa Maria; sobe pelo rio Feio até a foz ao ribeirão Aliança.

6 — Com o Município de Guaimbê
Começa no rio Feio na foz do ribeirão Aliança; sobe por este até sua cabeceira mais ocidental; segue pelo divisor Feio-Tibiriçá até cruzar com o contraforte entre as águas do córrego Jurema, à direita, e as do córrego Guaimbê à esquerda; continua por este contraforte à procura da cabeceira do córrego Panai, pelo qual desce até sua foz no rio Tibiriçá.

7 — Com o Município de Marília
Começa no rio Tibiriçá, na foz do córrego Panai; desce pelo rio Tibiriçá até a foz do córrego Ariri.

8 — Com o Município de Pompéia
Começa na foz do córrego Ariri, no rio Tibiriçá; desce por este até a foz do córrego Caparito.

9 — Com o Município de Queiroz
Começa na foz do córrego Caparito no rio Tibiriçá, pelo qual desce até sua foz no rio Feio, onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas  Interdistritais

1 — Entre os Distritos de Getulina e Santa América
Começa no rio Tibiriçá, na foz do córrego das Antas; sobe por este até sua cabeceira mais setentrional; segue pelo divisor Tibiriçá-Feio em demanda da cabeceira mais meridional do córrego Baguaçú, e por este desce até o rio Feio.

2 — Entre os Distritos de Macucos e Santa América
Começa no rio Feio na foz do córrego Pau d'Alho; segue pelo contraforte fronteiro em demanda do divisor entre o córrego da Campina, à direita, e o córrego Baguaçu, à esquerda; continua por este divisor até o divisor Feio-Tibiriçá; segue por este divisor até a cabeceira mais oriental do córrego Timbó, pelo qual desce até sua foz no rio Tibiriçá.


MUNICÍPIO DE GLICÉRIO
(Criado em 1925)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Coroados
Começa no divisor Água Limpa - Congonhas, no ponto onde é cortado por uma reta de rumo 45° NW que vem da foz do córrego do Veado no ribeirão Bonito, segue pelo divisor entre as águas do córrego Água Limpa e ribeirão Bonito, à direita, e as do córrego Congonhas e ribeirão dos Baixotes, à esquerda, até a cabeceira do córrego das Congonhas pelo qual desce até o rio Tietê.

2 — Com o Município de Buritama
Começa no rio Tietê, na foz do córrego das Congonhas; sobe por aquele até a foz do ribeirão Santa Bárbara.

3 — Com o Município de Planalto
Começa na foz do ribeirão Santa Bárbara, no rio Tietê; por este sobe até a foz do ribeirão Lajeado.

4 — Com o Município de Penápolis
Começa no rio Tietê, na foz do ribeirão Lajeado; sobe por este até a foz do ribeirão Bonito, pelo qual sobe até a foz do córrego do Veado.

5 — Com o Município de Braúna
Começa no ribeirão Bonito, na foz do córrego do Veado; daí vai por uma reta de rumo 45° NW até o divisor Água Limpa-Congonhas, onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas  Interdistritais

1 — Entre os Distritos de Glicério e Juritis
Começa no divisor entre os ribeirões dos Baixotes e Lajeado, na cabeceira do galho norocidental do córrego Caximba; desce por este até sua foz no ribeirão Bonito.
  

MUNICÍPIO DE GUAIÇARA
(Criado em 1954)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Promissão
Começa no rio Feio, na foz do córrego Tabocal; sobe por este até cabeceira no espigão-mestre Feio - Tietê; segue por este espigão-mestre até entroncar com o divisor que deixa, à esquerda, as águas do ribeirão dos Patos e, à direita, as do córrego do Fim; segue por este divisor até o contraforte dá margem esquerda do córrego do Sabiá; continua por este contraforte em demanda da foz do córrego do Fim, no ribeirão Campestre, pelo qual desce até sua foz no rio Dourado; desce por este até sua foz no rio Tietê.

2 — Com o Município de Sabino
Começa no rio Tietê, na foz do rio Dourado; segue pelo contraforte fronteiro até o espigão entre as águas do rio Tietê, a esquerda e as do rio Dourado, à direita; prossegue por este divisor até cruzar com o contraforte que separa as águas dos córregos da Figueira e do Paraíso.

3 — Com o Município de Lins
Começa no espigão Tietê - Dourado, no ponto de cruzamento com o contraforte entre as águas do córrego da Figueira, à direita, e as do córrego do Paraíso, â esquerda; segue por este contraforte em demanda da foz do córrego São João, no rio Dourado; sobe pelo córrego São João até sua cabeceira; segue pelo divisor entre as águas do ribeirão Campestre, à direita, e as do córrego Jacutinga, à esquerda, até o contraforte da margem direita do córrego Boa Esperança; continua por este contraforte até a foz deste córrego no ribeirão Campestre; continua pelo contraforte fronteiro até o divisor entre as águas do córrego do Fim, à direita, e as do ribeirão Campestre, à esquerda; prossegue por este divisor em demanda da confluência dos galhos mais meridionais do córrego do Fim; segue pelo contraforte fronteiro até o espigão-mestre Tietê - Feio; continua pelo espigão-mestre até a cabeceira do galho oriental do córrego do Sapo ou Santa Maria, pelo qual desce até sua foz no rio Feio.

4 — Com o Município de Getulina
Começa no rio Feio, na foz do córrego do Sapo ou Santa Maria; desce pelo rio Feio até a foz do córrego Tabocal, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE GUAIMBÊ
(Criado em 1954)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Getulina
Começa no rio Tibiriçá, na foz do córrego Panai, pelo qual sobe até sua cabeceira; segue pelo contraforte entre as águas do córrego Guaimbê, à direita, e as do córrego Jurema, à esquerda, até o espigão Tibiriçá-Feio; continua por este espigão até a cabeceira mais ocidental do ribeirão Aliança; desce pelo ribeirão Aliança até sua foz no rio Feio.

2 — Com o Município de Lins
Começa no rio Feio, na foz do ribeirão Aliança; sobe pelo rio Feio, até a foz da água Santa Elza.

3 — Com o Município de Cafelândia
Começa no rio Feio, na foz da água Santa Elza, sobe pela água Santa Elza, até a água Santa Maria; sobe por esta até sua cabeceira no divisor da margem esquerda do córrego Água Preta ou Sete Ranchos; segue por este divisor até o contraforte que deixa, à esquerda, a Água da Colônia e, à direita, as águas da segunda água que deságua no córrego Cambará, à jusante da foz da água que passa ao Norte da sede da fazenda Cambará; segue pelo contraforte até a foz da referida água, no córrego Cambará, pelo qual sobe até a foz da água que passa ao Norte da sede da fazenda Cambará.

4 — Com o Município de Júlio Mesquita
Começa no córrego Cambará, na foz da água que passa ao Norte da sede da Fazenda Cambará; sobe pelo córrego Cambará até sua cabeceira; continua pelo divisor Feio - Pádua Sales, até a cabeceira ocidental do córrego da Figueira, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Pádua Sales.

5 — Com o Município de Marília
Começa na foz do córrego da Figueira, no ribeirão Pádua Sales, pelo qual desce até sua foz no rio Tibiriçá; desce por este, até a foz do córrego Panai, onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais

1 — Entre os Distritos de Fátima e Guaimbê
Começa no divisor rio Feio - Água Preta ou Sete Ranchos, no ponto de cruzamento com o contraforte que deixa, à direita, as águas do segundo curso de água que deságua na margem esquerda do córrego Cambará, a jusante da foz da água que passa ao Norte da sede da fazenda Cambará; daí, segue pelo divisor Água Preta ou Sete Ranchos - Guamirim até cruzar com o divisor entre os córregos Guamirim e Santa América; segue por este divisor em demanda da cabeceira do curso de água que corta a estrada Guaimbê - Lins cerca de 1,5 km ao Norte da água Santa Vera; desce por aquele curso de água até sua foz no córrego Santa América, pelo qual desce até sua fez no ribeirão Aliança.


MUNICÍPIO DE GUAÍRA
(Criado em 1928)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Estado de Minas Gerais
Começa na foz do rio Pardo, no rio Grande; segue pelas divisas com o Estado de Minas Gerais até a foz do rio Sapucaí.

2
Com o Município de Miguelópolis
Começa no rio Grande, na foz do rio Sapucaí; sobe por este até a foz do córrego do Sucuri.

3 — Com o Município de Ipuã
Começa no rio Sapucaí, na foz do córrego do Sucuri; sobe por este até a sua cabeceira mais oriental; vai, daí, em reta, à cabeceira mais setentrional do ribeirão do Jardim e, daí, ainda, em reta até a cabeceira do córrego Esgoto do Brejão; pelo qual desce até o ribeirão do Rosário.

4 — Com o Município de Morro Agudo
Começa no ribeirão do Rosário, na foz do córrego Esgoto do Brejão; desce por aquele até sua foz no rio Pardo.

5 — Com o Município de Barretos
Começa no rio Pardo, na foz do ribeirão do Rosário; desce por aquele até a foz do córrego da Divisa.

6 — Com o Município de Colômbia
Começa na foz do córrego da Divisa, no rio Pardo, pelo qual desce até sua foz no rio Grande, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE GUAPIAÇU
(Criado em 1954)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de São José do Rio Preto
Começa no espigão Prêto-Turvo, no ponto de cruzamento com o divisor entre os ribeirões Palmeiras e Claro; segue pelo espigão entre as águas do rio Preto, à esquerda e as do rio Turvo, à direita, até a cabeceira mais ocidental do córrego das Casinhas.

2 — Com o Município de Onda Verde
Começa no espigão Prêto-Turvo, na cabeceira mais ocidental do córrego das Casinhas, pelo qual desce até sua foz, no rio Turvo.

3 — Com o Município de Altair
Começa no rio Turvo, na foz do córrego das Casinhas, sobe pelo rio Turvo até a foz do rio Cachoeirinha.

4 — Com o Município de Olímpia
Começa na foz do rio Cachoeirinha, no rio Turvo, pelo qual sobe até a foz do ribeirão Palmeira.

5 — Com o Município de Uchoa
Começa no rio Turvo, na foz do ribeirão Palmeira, pelo qual sobe até a foz do córrego Espingarda.

6 — Com o Município  de Cedral
Começa no ribeirão Palmeira, na foz do córrego Espingarda, pelo qual sobe até a foz do córrego da Lagoa; sobe pelo córrego da Lagoa até sua cabeceira, no contraforte Espingarda-Belo; segue por este contraforte até cruzar com o divisor entre os ribeirões Palmeira e Claro; segue por este divisor até cruzar com o espigão Turvo-Preto, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE GUAPIARA
(Criado em 1948)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Itapeva
Começa no espigão entre as águas dos rios Apiaí-Guaçu e São José do Guapiara, no ponto de cruzamento com o divisor entre o rio Apiaí-Guaçu e o ribeirão dos Pintos; segue por aquele espigão até a cabeceira mais meridional do córrego da Invernada, pelo qual desce até o rio Apiaí-Mirim,

2 — Com o Município de Capão Bonito
Começa no rio Apiaí-Mirim, na foz do córrego da Invernada; sobe pelo rio Apiaí-Mirim até a foz do ribeirão do Alegre, pelo qual sobe até sua cabeceira mais oriental, no espigão Apiaí-Mirim 
Almas; segue por este espigão até entroncar com a serra do Paranapiacaba.

3 — Com o Município de Iporanga
Começa na serra do Paranapiacaba, onde esta cruza o espigão que separa as águas dos rios das Almas e São José do Guapiara; prossegue pela crista da serra que é o espigão-mestre entre as águas dos rios Paranapanema e Ribeira de Iguape até a cabeceira do córrego do Terreiro.

4 — Com o Município de Apiaí
Começa na serra do Paranapiacaba, na cabeceira do córrego do Terreiro, pelo qual desce até sua foz no rio São José do Guapiara; prossegue pelo contraforte fronteiro até o espigão Apiaí-Guaçu 
São José do Guapiara.

5 — Com o Município de Ribeirão Branco
Começa no espigão Apiaí-Guaçu 
São José do Guapiara, no ponto de cruzamento com o contraforte que finda no rio São José do Guapiara, na foz do córrego do Terreiro; segue pelo espigão até cruzar com o divisor entre o rio Apiaí-Guaçu e o ribeirão dos Pintos, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE GUARÁ
(Criado em 1925)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Ituverava
Começa no rio Sapucaí, na foz do córrego do Retiro; sobe por este até a foz do córrego da Mata; sobe por este até a sua cabeceira mais oriental, conhecida pelo nome de córrego da Baixada; continua pelo espigão que deixa, ao Norte, as águas do rio do Carmo, e ao Sul, as do rio Sapucaí, até cruzar com o divisor Bocaina-Salgado.

2 — Com o Município de São José da Bela Vista
Começa no entroncamento do espigão das águas dos rios do Carmo e Sapucaí, com o divisor entre os ribeirões Bocaina e Salgado; segue por este divisor em demanda da cabeceira do córrego Santa Rita, pelo qual desce até sua foz no rio Sapucaí.

3 — Com o Município de Nuporanga
Começa no rio Sapucaí na foz do córrego Santa Rita; desce por aquele até a foz do ribeirão Santo Antônio.
 
4 — Com o Município de São Joaquim da Barra
Começa no rio Sapucaí, na foz do ribeirão Santo Antônio; desce por aquele até a foz do córrego da  Barra.

5 — Com o Município de Ipuã
Começa no rio Sapucaí, na foz do córrego da Barra; desce por aquele até a foz do córrego do Retiro, onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais

1 — Entre os Distritos de Guará e Pioneiros
Começa no rio Sapucaí, no local denominado Cachoeirinha à jusante da ilha ali existente; deste ponto vai, em reta, à confluência dos ribeirões do Cortado e Verde, formadores do ribeirão Água Fria; daí, vai, por nova reta, à foz do ribeirão da Bocaina, no ribeirão do Cortado, pelo qual sobe até a foz do córrego das Areias; sobe por este até sua cabeceira.


MUNICÍPIO DE GUARAÇAÍ
(Criado em 1948)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Nova Independência
Começa no rio pelo ou Aguapeí, na foz do ribeirão Volta Grande, pelo qual sobe até a foz do córrego Paraguaçu.

2 — Com o Município de Murutinga do Sul
Começa no ribeirão Volta Grande, na foz do córrego Paraguaçu, pelo qual sobe até a foz do córrego que vem de Luís Mura; sobe por este córrego até a cabeceira de seu galho nororiental; alcança na contravertente a cabeceira do galho sudocidental do córrego que passa na propriedade de José Otida; desce por este córrego até sua foz no ribeirão do Moinho ou Abrigo; desce pelo ribeirão do Moinho ou Abrigo até a foz do córrego Itaúna; sobe pelo córrego Itaúna até sua cabeceira mais oriental, que deixa, à esquerda, a propriedade de Jácomo Viscardi, no espigão entre o ribeirão do Moinho ou Abrigo e o rio Tietê; daí, alcança, na contravertente, a cabeceira do córrego de João Martineli, pelo qual desce até sua foz no córrego Tupi; desce por este até a foz do córrego da Divisa; segue pelo contraforte fronteiro ate o divisor Tupi-Iguatemí; prossegue por este divisor em demanda da foz do córrego 15 de Novembro, no ribeirão dos Três Irmãos ou Iguatemi, pelo qual desce até a foz do córrego do Burro.

3 — Com o Município de Andradina
Começa no ribeirão Três Irmãos ou Iguatemi, na foz do córrego do Burro; desce pelo ribeirão Iguatemi até a foz do córrego do Macaco; segue pelo contraforte fronteiro entre este córrego, à direita, e o córrego Fundo, à esquerda, até o divisor Iguatemi-Travessa Grande; continua por este divisor em demanda da cabeceira do córrego da Fazenda União; desce por esta água até sua foz no ribeirão Travessa Grande.

4 — Com o Município de Mirandópolis
Começa no ribeirão Travessa Grande, na foz da água da União, que passa ao Sul da colônia da fazenda União; sobe pelo ribeirão Travessa Grande, até sua cabeceira sudocidental, conhecida como córrego Terromoto, no espigão Tietê-Moinho ou Abrigo, cabeceira que contraverte com a cabeceira do córrego Catumbi; alcança em reta a cabeceira do córrego Catumbi, pelo qual desce até sua foz no ribeirão do Moinho ou Abrigo, pelo qual desce até a foz do córrego Guanumbi; vai daí, rumo à cabeceira setentrional do córrego do Macaco; desce por este até o ribeirão Água Amarela, pelo qual desce até o rio Feio ou Aguapeí.

5 — Com o Município de Junqueirópolis
Começa no rio Feio ou Aguapeí, na foz do ribeirão Água Amarela; desce pelo rio Feio ou Aguapeí, até a foz do ribeirão Nova Palmeira.

6 — Com o Município de Monte Castelo
Começa no rio Feio ou Aguapeí, na foz do ribeirão Nova Palmeira; desce por aquele até a foz do ribeirão Volta Grande, onde tiveram início estas divisas.
 
 
MUNICÍPIO DE GUARACI
(Criado em 1944)


a) Divisas  Municipais

1 — Com o Estado de Minas Gerais
Começa no rio Grande, na foz do ribeirão Santana; segue pela divisa com o Estado de Minas Gerais até a foz do ribeirão Passa-Tempo.

2 — Com o Município de Barretes
Começa no rio Grande, na foz do ribeirão Passa-Tempo; sobe por este até o ponto onde é cortado pela reta de rumo Leste, que vem da cabeceira do córrego da Fazenda João Coleto.

3 — Com o Município de Olímpia
Começa no ribeirão Passa-Tempo, onde ele é cortado pela reta de rumo Leste, que vem da cabeceira do córrego da Fazenda de João Coleto; segue por esta reta até a cabeceira do citado córrego, pelo qual desce até o córrego Limoeiro; sobe por este até a foz do córrego da Fazendinha; sobe por este até sua cabeceira; continua em reta até a foz do córrego de José Anacleto, no córrego Bocaina, sobe pelo córrego de José Anacleto até sua cabeceira no espigão entre as águas dos rios Turvo e Grande; continua por este espigão até a cabeceira mais setentrional do galho de Oeste, do córrego Boa Vista.

4 — Com o Município de Altair
Começa no espigão Turvo-Grande, na cabeceira mais setentrional do galho de Oeste, do córrego Boa Vista; segue pelo espigão Turvo-Grande até o contraforte da margem direita do córrego Cresciuma; prossegue por este contraforte até a cabeceira do córrego de Francisco Guerra; desce por este até o córrego Cresciuma; segue pelo contraforte fronteiro que deixa, à direita, o córrego Retiro; até o divisor entre as águas do córrego Cresciuma, à direita, e as do ribeirão Santana, à esquerda; segue por este divisor até o contraforte entre as águas do córrego do Meio e as do ribeirão Santana; continua por este contraforte em demanda da foz do córrego Lindeiro, no ribeirão Santana; segue pelo contraforte fronteiro que deixa, à esquerda, as águas do córrego Lindeiro até o divisor entre as águas do ribeirão Santana, à direita e as do córrego Rico, à esquerda; segue por este divisor até o ponto de cruzamento com o contraforte da margem direita do córrego de Antônio Bianco.

5 — Com o Município de Icem
Começa no divisor Santana-Rico, no ponto de cruzamento com o contraforte da margem direita do córrego de Antônio Bianco; segue pelo divisor entre os córregos Rico e dos Patos, à esquerda, e o ribeirão Santana, à direita, em demanda da cabeceira do córrego Coqueiros, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Santana; desce pelo ribeirão Santana até sua foz, no rio Grande, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE GUARANI D'OESTE
(Criado em 1958)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Estado de Minas Gerais
Começa no rio Grande, na foz do ribeirão Santa Rita, segue pela divisa com o Estado de Minas Gerais até a foz do córrego Aguado ou Lajeado.

2 — Com o Município de Indiaporã
Começa no rio Grande, na foz do córrego Aguado; sobe por este até sua cabeceira meridional; daí vai, em reta, à foz do córrego Santa Luzia, no córrego das Araras, de onde vai, por nova reta; à junção dos dois galhos mais meridionais do ribeirão Água Vermelha.

3 — Com o Município de Macedônia
Começa na junção dos galhos mais meridionais do ribeirão Água Vermelha; sobe pelo galho mais meridional até sua cabeceira; segue pelo espigão Pádua Diniz - Santa Rita até a cabeceira do córrego Estiva.

4 — Com o Município de Fernandópolis
Começa no divisor Pádua Diniz - Santa Rita na cabeceira do córrego da Estiva, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Santa Rita.

5 — Com o Município de Estrela d'Oeste
Começa na foz do córrego Estiva, afluente da margem direita, no ribeirão Santa Rita, pelo qual desce até a foz do córrego do Desengano.

6 — Com o Município de Turmalina
Começa na foz do córrego do Desengano no ribeirão Santa Rita pelo qual desce até a foz do córrego da Estiva, afluente da margem esquerda.

7 — Com o Município de Populina
Começa na foz do córrego da Estiva, afluente da margem esquerda do ribeirão Santa Rita; desce pelo ribeirão Santa Rita, até sua foz, no rio Grande, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE GUARANTÃ
(Criado em 1944)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Cafelândia
Começa no ribeirão Inhema, na foz da água do Progresso; desce por aquele até o rio Feio; desce por este até a foz do córrego das Pacas; sobe por este até sua cabeceira no divisor Feio-Dourado; segue por este divisor até a cabeceira do córrego do Saltinho, pelo qual desce até a foz do córrego Boa Vista; sobe pelo córrego Boa Vista até a cabeceira de seu galho oriental, no divisor Boa Vista - Lagoa; alcança, na contravertente a cabeceira ocidental da água do Ricci; desce pela água do Ricci até sua foz no córrego da Lagoa; desce por este córrego até a foz do córrego do Uru; continua pelo contraforte da margem direita do córrego Uru até cruzar com o divisor Lagoa-Dourado; segue por este divisor até encontrar o contraforte que deixa, à Direita, as águas do córrego da Despedida, e à esquerda, o córrego Araci; caminha por este contraforte em demanda da foz do córrego Ponte Funda, no rio Dourado; sobe pelo córrego Ponte Funda e pelo córrego São João até sua cabeceira mais setentrional, no divisor Dourado-Tietê.

2 — Com o Município de Pongaí
Começa na cabeceira mais setentrional do córrego São João, no divisor Dourado-Tietê; segue por este divisor até a cabeceira do ribeirão Serra d'Água ou Lagoa Bonita.

3 — Com o Município de Pirajuí
Começa no divisor Dourado-Tietê, na cabeceira do ribeirão Serra d'Água ou Lagoa Bonita, pelo qual desce are sua foz no rio Dourado; continua pelo contraforte fronteiro entre as águas do córrego Coqueirão, à direita, e as do córrego Congonhas, à esquerda, até entroncar com o espigão Dourado-Feio; segue pelo espigão até a cabeceira nororiental do córrego Água Branca, pelo qual desce até sua foz no rio Feio; sobe por este até a foz do ribeirão Corredeira; continua pelo contraforte que deixa, à esquerda, as águas do ribeirão Corredeira e córrego Barra Grande, até o divisor entre os córregos Barra Grande, de um lado, São Bento e São João do outro lado; caminha por este divisor até a cabeceira do córrego da Fazenda Santa Ismália, cabeceira do galho que contraverte com o córrego cia Fazenda Nova Alpes.

4 — Com o Município de Álvaro de Carvalho
Começa no divisor entre as águas dos córregos Barra Grande e São João, na cabeceira do córrego da Fazenda Santa Ismália, cabeceira do galho que contraverte com o córrego da Fazenda Nova Alpes; alcança na contra vertente a cabeceira do córrego da Fazenda Nova Alpes, pelo qual desce até sua foz no córrego São João; daí, vai em reta, à cabeceira do primeiro córrego que deságua na margem direita do córrego João Ramiro; desce por este córrego e pelo córrego João Ramiro, até sua foz no córrego Elíseo de Castro.

5 — Com o Município de Júlio Mesquita  
Começa no córrego Elíseo de Castro, na foz do córrego João Ramiro; desce pelo córrego Elíseo de Castro até a sua foz no ribeirão Bonito; desce pelo ribeirão Bonito até a foz do córrego Santa Laura, pelo qual sobe até sua cabeceira no divisor entre as águas do ribeirão Bonito à direita, e as do ribeirão Inhema, à esquerda; segue por este divisor até a cabeceira mais meridional da água da Olaria, pela qual desce até o ribeirão Inhema; desce pelo ribeirão Inhema até a foz da água do Progresso, onde tiveram início estas divisas.
 

MUNICÍPIO DE GUARARAPES
(Criado em 1937)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Valparaiso
Começa na cabeceira do córrego das Águas Claras, no espigão entre os ribeirões Azul e Aracanguá, à direita, e ribeirão Jacaré-Catinga, à esquerda; segue por este espigão até a cabeceira do córrego Sergipe; desce por este até o ribeirão Jacaré-Catinga, pelo qual desce até a foz do córrego Contravertente ou Vasante.

2 — Com o Município de Araçatuba
Começa no ribeirão Jacaré-Catinga, na foz do córrego Contravertente ou Vasante, .donde vai, em reta, à cabeceira do córrego Uru; desce por este até o córrego Areia Branca, pelo qual continua até sua foz no córrego Aracanguá, pelo qual sobe até o córrego Corredeira; sobe por este até sua cabeceira no divisor entre as águas do córrego Aracanguá, à esquerda, e as do ribeirão Azul, a direita; segue por este divisor até a cabeceira do córrego da Fazenda de Vicente Roque, pelo qual desce até o ribeirão Azul; desce por este até a foz do córrego da Divisa, pelo qual sobe até o córrego Santa Bárbara ou Jacutinga; sobe por este até sua cabeceira mais meridional; segue pelo divisor Frutal-Prata até o espigão-mestre Tietê-Feio ou Aguapeí; segue pelo espigai Amestre até a cabeceira do córrego da Boa Esperança ou do Perímetro, pelo qual desce até a foz do córrego Água Boa.

3 — Com o Município de Gabriel Monteiro
Começa na confluência dos córregos da Boa Esperança ou do Perímetro e Água Boa; desce pelo córrego da Boa Esperança até o ribeirão Jangada; desce, ainda, por este até a foz do córrego do Paciti.

4 — Com o Município de Piacatu
Começa na foz do córrego do Paciti, no ribeirão Jangada;  desce por este até sua foz, no rio Feio ou Aguapeí.

5 — Com o Município de Rinópolis
Começa no rio Feio ou Aguapeí, na foz do ribeirão Jangada; desce por aquele até a foz do ribeirão Drava.

6 — Com o Município de Osvaldo Cruz
Começa no rio Feio ou Aguapeí, na foz do ribeirão Drava; desce pelo rio Feio ou Aguapeí até a foz do córrego Cupri.

7 — Com o Município de Salmourão
Começa na foz do córrego Cupri, no rio Feio ou Aguapeí, pêlo qual desce até a foz do ribeirão Bálsamo.

8 — Com o Município de Rubiácea
Começa no rio Feio ou Aguapeí, na foz do ribeirão Bálsamo, pelo qual sobe até sua cabeceira no espigão-mestre Feio ou Aguapeí-Tietê; segue pelo espigão-mestre até o contraforte entre as águas de córrego Borboleta, à esquerda, e as do córrego Barra Grande, à direita; caminha por este contraforte em demanda da foz do córrego Jacaré, no córrego Borboleta; prossegue pelo contraforte fronteiro que deixa, à direita, as águas do córrego do Arroz até o divisor Barra Grande
Azul; continua por este divisor em demanda da foz do córrego das Águas Claras, no ribeirão Azul;

9 — Com o Município de Bento de Abreu
Começa no ribeirão Jacaré-Catinga, na foz do córrego das Águas Claras, pelo qual sobe até a sua cabeceira no espigão entre as águas dos ribeirões Azul e Jacaré-Catinga, onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais

1 — Entre os Distritos de Guararapes e Ribeiro do Vale Começa no espigão Jacaré-Catinga 
Azul, no ponto de cruzamento com o divisor entre o ribeirão Aracanguá e córrego da Serrinha; segue por este divisor em demanda da cabeceira do córrego Claro, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Aracanguá; desce por este até a foz do córrego Corredeira ou Lindeiro.


MUNICÍPIO DE GUARAREMA
(Criado em 1898)

a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Santa Isabel
Começa no rio Parateí, na foz do córrego da Divisa ou Lambari, desce por aquele até a foz do córrego João Pinto.

2 — Com o Município de Jacareí
Começa na margem direita do rio Parateí, na foz do córrego João Pinto, sobe por este córrego até sua cabeceira mais meridional; alcança a cabeceira do córrego do Barbosa, que fica na contravertente; desce por este até sua foz no córrego da Fazenda do Dr. Maneco, antigo Goiaba, e por este ainda até sua foz no rio Paraíba; segue pelo espigão fronteiro, passando pelos morros do Itapema e das Piluleiras até cruzar com o contraforte entre es córregos Romeu e Cachoeira; segue por este contraforte em demanda da foz do ribeirão Putim no rio Paraíba.

3 — Com o Município de Santa Branca
Começa no rio Paraíba, na foz do ribeirão Putim, pelo qual sobe até o córrego Ponte Alta, sobe .por este até a sua cabeceira, segue pelo divisor que deixa à direita, as águas do ribeirão Putim e à esquerda, as do ribeirão dos Monos até cruzar com o espigão-mestre entre o rio Tietê e o rio Paraíba.

4 — Com o Município de Salesópolis
Começa no divisor entre as águas do ribeirão dos Monos à esquerda e as de ribeirão Putim, à direita, onde este cruza com o espigão mestre entre os rios Tietê e Paraíba; segue pelo espigão-mestre até a cabeceira do córrego do João de Melo.

5 — Com o Município de Biritiba Mirim
Começa na cabeceira do córrego de João de Melo no espigão-mestre Paraíba-Tietê, segue pelo espigão-mestre até o cruzamento com o divisor entre as água,s do ribeirão Putim, à direita, e as do córrego da Fazendinha à esquerda.

6 — Com o Município de Mogi das  Cruzes
Começa no espigão-mestre Paraíba-Tietê, no ponto de cruzamento entre as águas do ribeirão do Putim, à direita, e as do córrego da Fazendinha, à esquerda segue por este divisor até a cabeceira mais meridional do córrego de Jesuíno Franco, pelo qual desce até o rio Guararema, vai desta confluência em reta à ponta oriental da serra do Itapeti, em frente à cabeceira ao córrego da Estiva e pela cumiada da serra prossegue até o divisor que deixa a direita, as águas do ribeirão Comprido e à esquerda, as águas do ribeirão Itapeti; continua por este divisor em demanda da foz do córrego do Almeida, no ribeirão Itapeti; segue pelo espigão que deixa à direita, as águas deste último, e à esquerda, as do ribeirão da Divisa ou Lambari, até o morro do Feital; vai em demanda da cabeceira do córrego do mesmo nome, que fica na contravertente e por este desce até o córrego Lambari ou da Divisa; desce por este até o rio Paratei, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE GUARATINGUETÁ
(Criado em 1844)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Campos do Jordão
Começa na serra da Mantiqueira, onde esta cruza com o espigão entre as águas do ribeirão dos Buenos ou Moreiras e as do rio Guaratinguetá; segue pela cumiada da serra até o pião divisor entre os rios Sapucai-Guaçu, Bicas e Piaguí.

2 — Com o Estado de Minas Gerais
Começa no alto da serra da Mantiqueira, no pião divisor entre os rios Sapucaí-Guaçu, Bicas e Piaguí; continua pela divisa com o Estado de Minas Gerais até o ponto de cruzamento com o divisor que separa as águas do ribeirão dos Lemes e as do rio Piquete.

3 — Com o Município de Piquete
Começa na serra da Mantiqueira, no ponto de cruzamento com o divisor que separa as águas do ribeirão dos Lemes e as do rio Piquete; segue por este divisor até a cabeceira mais setentrional  do ribeirão da Fortaleza, pelo qual desce até a foz do córrego Carasal.

4 — Com o Município de Lorena
Começa no ribeirão da Fortaleza, na foz do córrego Carasal; alcança em reta a cabeceira do córrego da Fazendinha; desce por este até a sua foz, no ribeirão da Posse ou dos Macacos; continua pelo espigão fronteiro que deixa, à esquerda, as águas deste ribeirão, e, à direita, as do rio Piagui, em demanda da cabeceira mais setentrional do córrego Lava-Roupa, pelo qual,  desce até o braço morto do rio Paraíba, na linha de José Máximo; vai, por este, até o rio Paraíba, pelo qual sobe até a foz do córrego do Km. 286, da Entrada de Ferro Central do  Brasil, córrego  que  deságua  a cerca  de 1 km. a jusante da foz do rio Piaguí; sobe por este córrego até sua cabeceira; segue, em reta, até a confluência dos dois principais galhos formadores do ribeirão São João ou Aterrado; sobe pelo galho da esquerda até sua cabeceira mais meridional; continua pelo divisor que deixa, à esquerda, as águas dos ribeirões  Lorena e Três Barras, e, à direita, as do córrego de Santa Gertrudes ou Margarida Rosa e do ribeirão das Pedras até encontrar com a serra do Quebra-Cangalha, que é o divisor entre as águas dos rios Paraíba e Paraitinga; segue pela crista da serra até cruzar com o divisor entre as águas do  ribeirão Carimbamba, a esquerda, e as  do córrego Sertãozinho, à direita; caminha por este divisor até o divisor Carimbamba-Vauvu; continua por este divisor até encontrar com o contraforte da margem direita do córrego do Pessegueiro.

5 — Com o Município de Cunha
Começa onde o divisor Carimbamba-Vauvu entronca com o contraforte da margem direita do córrego do Pessegueiro; segue por este contraforte em demanda da foz do córrego Paiolinho, no ribeirão Vauvu; alcança o contraforte entre as águas do ribeirão Vauvu, à esquerda, e as do ribeirão Cachoeira, à direita; vai por este contraforte em demanda da confluência dos ribeirões Campo Alegre e Cachoeira, formadores do ribeirão Mato Dentro; segue pelo contraforte intermediário entre os ribeirões Campo Alegre e Mato Dentro até o divisor entre o ribeirão Campo Alegre e o córrego Corisco; caminha por este divisor em demanda da cabeceira nororiental do córrego Corisco; desce por este até o ribeirão Palmital; desce por este até sua foz, no ribeirão do Cordeiro, pelo qual desce até sua foz, no rio do Peixe; sobe por este até a foz do ribeirão do Sertãozinho.

6 — Com o Município de Lagoinha
Começa no rio do Peixe, na foz do ribeirão do Sertãozinho; sobe pelo ribeirão do Sertãozinho até o córrego da Onça, pelo qual sobe até sua, cabeceira mais ocidental, junto ao pico da Embira, na serra da Embira; segue pela crista da serra da Embira até entroncar com a serra do Quebra-Cangalha.

7 — Com o Município de Aparecida
Começa na serra do Quebra-Cangalha, no ponto de entrosamento com a serra da Embira; segue pela cumiada da serra do Quebra-Cangalha até cruzar com o divisor que deixa, à direita, às águas do ribeirão São Gonçalo e, à esquerda, as do ribeirão dos Motas; segue por este divisor e pelo que deixa, à direita, o córrego dos Bicudos e, à esquerda, o ribeirão dos Motas em demanda da confluência destes dois cursos de água; desce pelo ribeirão dos Motas até a foz do córrego dos Lemes; vai daí, em reta, ao marco do km 296, da Estrada de Ferro Central do Brasil; segue em reta, ao ponto do rio Paraíba,  que fica distante cerca de 2000 m. acima da foz do ribeirão de Guaratinguetá; sobe pelo rio Paraíba até a foz da água do Neve; vai, em reta, à foz do ribeirão do Putim no rio Paraíba, e sobe pelo rio até á foz do ribeirão do Veloso.

8 — Com o Município de Roseira
Começa na foz do ribeirão do Veloso, no rio Paraíba, pelo qual desce até a foz do córrego do Rosário.

9 — Com o Município de Pindamonhangaba
Começa no rio Paraíba, na foz do córrego do Rosário, pelo qual sobe até sua cabeceira no divisor que  deixa, à  direita,  as águas  do ribeirão  dos Buenos ou Moreiras e, à esquerda, as do ribeirão Grande ou Tetequera; segue por este divisor em demanda da foz do ribeirão dos Guarulhos, no ribeirão aos Buenos ou Moreiras; segue pelo contraforte entre esses dois cursos de água até cruzar com o divisor que deixa, à esquerda, as águas do ribeirão dos Buenos ou Moreiras, e, à direita, as do rio Guaratinguetá; segue por este divisor até entroncar a crista da serra da Mantiqueira, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE GUAREÍ
(Criado em 1880)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Bofete
Começa no divisor entre as águas do rio Capivari, ao Sul, e as do rio Jacu, ou Jacuzinho, ao Norte, na cabeceira mais oriental do córrego da Divisa, e por este divisor prossegue até o morro da Fortaleza; continua pelo espigão entre as águas dos ribeirões Santo Inácio e as do Capivari, até cruzar com o contraforte entre as águas do ribeirão Palmeiras, e as do rio Santo Inácio.

2 — Com o Município de Porangaba
Começa no espigão entre as águas dos rios Guareí e Capivari, de um lado, e rio do Peixe, do outro lado, onde cruza com o contraforte entre as águas do ribeirão Palmeiras, à direita, e as do rio Santo Inácio, à esquerda; segue pelo espigão e pelo espigão da Areia Branca, até encontrar com o divisor entre o ribeirão Aleluia, de um lado e rio Feio, do outro.

3 — Com o Município de Tatuí
Começa no espigão da Areia Branca, onde cruza com o divisor Feio-Aleluia; prossegue por aquele espigão da Areia Branca entre as águas dos rios Sorocaba e Tatuí em demanda da cabeceira mais setentrional do ribeirão das Araras pelo qual desce até o rio Tatuí.

4 — Com o Município de Itapetininga
Começa na foz do ribeirão das Araras, no rio Tatuí; sobe por este até a sua cabeceira mais meridional: continua pelo espigão que deixa ao Norte, as águas do rio Guareí, e ao Sul, as do rio Itapetininga, até encontrar a cabeceira mais oriental do ribeirão dos Macacos, pelo qual desce até a foz do córrego de Antônio Furtado; vai, daí, em reta, à foz do córrego Vassourai, no ribeirão da Corrupção.

5 — Com o Município de Angatuba
Começa na foz do córrego Vassoural, no ribeirão da Corrupção; sobe por este e pelo galho que atravessa o bairro do Ribeirão Grande, até sua cabeceira; alcança, na contra vertente, a cabeceira mais oriental do ribeirão Grande; desce por este até o rio Guareí e por este, ainda, até a foz do córrego da Conquista; pelo qual sobe até sua cabeceira no morro desse nome; parte daqui à procura da confluência das duas águas principais do ribeirão do Sargento e, por este abaixo até sua foz no rio Capivari, e por este, ainda, até a foz do ribeirão Restinga Comprida; continua depois pelo contraforte que deixa, a Leste, as águas do rio Capivari e, ao Oeste, as do ribeirão Jacuzinho até a cabeceira mais oriental do córrego da Divisa onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE GUARIBA
(Criado em 1917)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Santa Ernestina
Começa no córrego do Luciano, na foz do córrego do Cucuí; vai, em reta, à foz do córrego do Gengibre, no córrego Bom Fim; daí, segue pelo contraforte da margem esquerda do córrego Bom Fim, até o divisor Bom Fim 
Côco, prossegue por este divisor até a cabeceira mais oriental do córrego da Fazenda Cruzeiro.

2
Com o Município de Taquaritinga
Começa no divisor Bom Fim 
Côco, na cabeceira mais oriental do córrego da Fazenda Cruzeiro, pelo qual desce até o córrego do Coco e, por este ainda até a foz do córrego da Fazenda do Coco.

3 — Com o Município de Jaboticabal
Começa no córrego do Coco, na foz do córrego da Fazenda do Coco; vai, daí, em reta, à foz do córrego Estiva, no córrego Fundo; desce por este até o ribeirão Córrego Rico, pelo qual desce até a foz do córrego da Gordura; sobe por este até a foz do córrego dona Zilda, e, por este ainda, até sua cabeceira mais oriental; segue pelo espigão que contorna as águas do córrego Anhumas; até encontrar a cabeceira mais ocidental do córrego Santa Isabel e, por este abaixo até o rio Mogi-Guaçu.

4 — Com o Município de Pradópolis
Começa na  foz do córrego Santa Isabel, no rio Mogi-Guaçu, pelo qual sobe até a foz do ribeirão Bom Fim.

5 — Com o Município de Araraquara
Começa no rio Mogi-Guaçu, ria foz do ribeirão Bom Fim; sobe por este até a foz do ribeirão do Lajeado pelo qual sobe até a foz do córrego do

6 — Com o Município de Dobrada
Começa no ribeirão do Lajeado, na foz do córrego do Luciano;  sobe por este até a foz do córrego do Cucuí, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE GUARUJÁ
(Criado em 1934)


a) Divisas Municipais
O município de Guarujá compreende a  ilha de Santo Amaro.

b) Divisas Interdistritais

1 — Entre os Distritos de Guarujá e Vicente de Carvalho
Começa no estuário de Santos, na foz do rio Santo Amaro, pelo qual sobe até sua cabeceira; segue pelo espigão que separa as águas que vertem para o oceano Atlântico, à direita, das que correm para o canal da Bertioga à esquerda, em demanda da cabeceira do rio Crumaú, pelo qual desce até sua foz no largo do Candinho, no canal da Bertioga.


MUNICÍPIO DE GUARULHOS
(Criado em 1880)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Mairiporã
Começa na serra do Pirucaia, onde cruza com a serra do Capitão Freire, ou da Mata Fria; prossegue pela serra do Pirucaia até encontrar o divisor entre as águas do ribeirão Tapera Grande, à esquerda, e as do ribeirão Pinheirinho ou Quilombo, cabeceiras do rio Juqueri, à direita.

2 — Com o Município de Nazaré Paulista
Começa no espigão Tietê-Juqueri, onde este cruza com o divisor entre as águas do ribeirão Tapera Grande, a Leste, e as do ribeirão Pinheirinho ou Quilombo, cabeceiras do rio Juqueri, a Oeste; segue pelo espigão-mestre, que ai tem o nome local de serra do Itaberaba ou do Gil, até cruzar com o divisor que deixa, à direita, as águas do ribeirão Itaberaba do Jaguari, afluente do rio Paraíba, e, à esquerda, as do ribeirão Pirapora.

3 — Com o Município de Santa Isabel
Começa na serra do Gil ou do Itaberaba, onde esta cruza com o divisor entre as águas do rio Itaberaba do Jaguari, afluente do rio Paraíba, à direita, e as do ribeirão Pirapora, à esquerda; segue por este divisor em demanda da confluência do ribeirão Itaberaba do Jaguari, no rio Jaguari.

4 — Com o Município de Arujá
Começa na foz do ribeirão Itaberaba do Jaguari, no rio Jaguari, pelo qual sobe até a foz do córrego do Morro Grande; sobe pelo córrego do Morro Grande até sua cabeceira no local denominado Morro Grande; deste ponto, prossegue pelo divisor fronteiro em demanda da confluência do córrego do Taboão ou Fonte, no rio Baquirivu-Guaçu; sobe por aquele até sua cabeceira no espigão entre as águas do rio Baquirivu-Guaçu e as do rio Tietê.

5 — Com o Município de Itaquaquecetuba
Começa no espigão entre as águas dos rios Baquirivu-Guaçu e Tietê, na cabeceira do córrego Taboão ou Ponte: segue pelo espigão até a cabeceira do córrego Piratí-Mirim, pelo qual desce até sua foz no rio Tietê.

6 — Com o Município de São Paulo
Começa no rio Tietê, na foz do córrego Piratí-Mirim; desce pelo rio Tietê até a foz do rio Cafouçu de Cima ou Guapira; sobe por este até sua cabeceira, no divisor da margem esquerda do córrego da Cachoeira; segue por este divisor e continua pela serra da Pirucaia, até cruzar com a serra do Capitão Freire ou Mata Fria, onde tiveram início estas divisas.


 
MUNICÍPIO DE GUZOLÂNDIA
(Criado em 1963)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Sud Mennucci
Começa no córrego do Osório ou Araçatubinha na foz do córrego Quati; sobe por aquele córrego até sua cabeceira, no espigão-mestre Tietê 
São José dos Dourados; segue pelo espigão-mestre até a cabeceira do córrego Arauna pelo qual desce até sua foz no rio São José dos Dourados.

2 — Com o Município do Palmeira D'Oeste
Começa na foz do córrego Arauna, no rio São José dos Dourados, pelo qual sobe até à foz do ribeirão da Sucuri.

3 — Com o Município de Auriflama
Começa no rio São José dos Dourados na foz do ribeirão da Sucuri, pelo qual sobe até sua cabeceira no divisor São José dos Dourados
Tietê; alcança na contravertente a cabeceira do primeiro afluente da margem direita do ribeirão do Barreiro a montante da foz do córrego do Bagre; desce por esse afluente, até a foz do córrego das Taboas.

4 — Com o Município de Araçatuba
Começa no ribeirão do Barreiro na foz do córrego das Taboas; desce pelo ribeirão até a foz do córrego das Cabras, pelo qual sobe ate a foz do córrego Bonito; segue pelo contraforte da margem direita deste córrego até cruzar com o divisor Barreiro-Osório ou Araçatubinha; segue por este divisor até a cabeceira do galho sudoriental do córrego Quati, pelo qual desce até sua foz no córrego do Osório ou Araçatubinha, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE HERCULÂNDIA
(Criado em 1944)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Tupã
Começa no ribeirão Picadão das Araras, na foz do córrego do Urutu, pelo qual sobe até sua cabeceira; segue pelo divisor Picadão das Araras-Pitangueiras até a cabeceira da água de João Antunes; desce por esta água até sua foz no ribeirão Pitangueiras, pelo qual sobe até sua cabeceira nororiental, que passa na propriedade de João de Lima, no espigão-mestre Peixe-Feio ou Aguapeí; daí, segue pelo espigão-mestre até o contraforte fronteiro entre o córrego da Granada, à esquerda, e o ribeirão Iacri, à direita; continua por este contraforte até a cabeceira da água de Manuel Zeferino, pela qual desce até sua foz, no córrego da Granada; desce pelo córrego da Granada ate a foz da água de João Martins; segue pelo contraforte fronteiro até cruzai com o divisor que deixa, à direita, o córrego da Granada; segue por este divisor até cruzar com o contraforte entre o córrego Macaco, à direita, e o córrego do Vió, a esquerda; prossegue por este contraforte em demanda da foz do córrego do Vió, no ribeirão Iacri; deste ponto, continua pelo contraforte fronteiro até o divisor entre as águas do ribeirão Iacri, à esquerda, e as do ribeirão Caingang ou Guaporanga, à direita; segue por este divisor até o pião divisor entre os ribeirões lacri, Coioí e Caingang ou Guaporanga; segue pelo divisor entre as águas do ribeirão Caingang ou Guaporanga, à direita, e ribeirão Coioí, à esquerda, até cruzar com o contraforte da margem esquerda do córrego da Ligação.

2 — Com o Município de Queiroz
Começa no divisor entre as águas do ribeirão Coioí, a e um lado, e as de ribeirão Caingang ou Guaporanga, do outro, no ponto de cruzamento com o contraforte da margem esquerda do córrego da Ligação; prossegue por este contraforte até a foz do córrego da Ligação, no córrego Barreírão, pelo qual sobe até a foz do córrego de José Martins; sobe por este córrego até sua cabeceira no contraforte Barreirão-Aguas Claras; segue por este contraforte até a cabeceira do córrego Lindeiro, pelo qual desce até sua foz no córrego Águas Claras.

3 — Com o Município de Pompéia
Começa na foz do córrego Lindeiro, no córrego Águas Claras, pelo qual sobe até o pião divisor entre os ribeirões Veado e Iacri e o córrego Águas Claras.
 
4 — Com o Município de Quintana
Começa no pião divisor entre os ribeirões Branco e Iacri e o córrego Águas Claras; daí, segue pelo divisor entre as águas do ribeirão Iacri à direita, e as do ribeirão Veado, à esquerda, até o contraforte da margem direita do córrego Perene; continua por este contraforte ate a cabeceira do córrego dos Longhi, pelo qual desce até sua foz no córrego Perene; desce por este córrego até sua foz no ribeirão lacri; sobe pelo ribeirão Iacri até a foz do córrego Croché, pelo qual sobe ate sua cabeceira no espigão-mestre Feio ou Aguapeí-Peixe; segue pelo espigão-mestre até a cabeceira do córrego Aldeia Grande, pelo qual desce até o ribeirão Picadão das Araras; desce, ainda, por este até a foz do córrego do Urutu, onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas  Interdistritais

1 — Entre os Distritos de Herculândia e Juliânia
Começa no córrego da Granada, na foz da água de João Martins, pela qual sobe até sua cabeceira, no divisor Granada-lacri; segue por este divisor até o ponto de cruzamento com o contraforte da margem esquerda do córrego Barro Preto; segue por este contraforte em demanda da foz do córrego Gonherí, no ribeirão Iacri; segue pelo contraforte que deixa, à direita, o córrego Gonheri até encontrar a reta que, da foz do córrego Caru, no córrego Juliápolis, vai à foz do córrego Perene, no ribeirão Iacri.


MUNICÍPIO DE IACANGA
(Criado em 1924)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Reginópolis
Começa no espigão entre as águas do rio Claro, à direita, e as do rio Batalha, à esquerda, na cabeceira mais ocidental da água do Meio; segue pelo espigão até alcançar a cabeceira sudocidental do ribeirão Doce, pelo qual desce até o rio Tietê.

2 — Com o Município de Borborema
Começa no rio Tietê, na foz do ribeirão Doce, sobe por aquele até a foz do ribeirão dos Porcos.

3 — Com o Município de Ibitinga
Começa no rio Tietê, na foz do ribeirão dos Porcos; sobe pelo primeiro até a foz do rio Jacaré-Pepira.

4 — Com o Município de Itaju
Começa no rio Tietê, na foz do rio Jacaré-Pepira; sobe por aquele até a foz do córrego Santa Clara.

5 — Com o Município de Arealva
Começa no rio Tietê na foz do córrego Santa Clara; sobe por este até sua cabeceira mais ocidental no divisor entre as águas do rio Claro, à direita, e as do rio Tietê, à esquerda; segue por este divisor até entroncar com o contraforte entre o rio Claro, à direita, e o córrego Jacuba, à esquerda; segue por este contraforte até a foz do córrego Jacuba, no rio Claro; sobe pelo rio Claro até a foz da água do Meio, pela qual sobe até sua cabeceira mais ocidental, no espigão entre as águas dos rios Claro e Batalha, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE IACRI
(Criado em 1958)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Parapuã
Começa no divisor Sede-Onça, no ponto de cruzamento com o contraforte, que finda na foz da água de Mateshutara Okawa, no ribeirão da Sede, segue pelo divisor entre as águas do ribeirão da Sede, à direita, e as do ribeirão da Onça, à esquerda, até o espigão-mestre Peixe 
Feio ou Aguapeí; segue por este espigão-mestre até a cabeceira do ribeirão Itaúna, pelo qual desce até a foz do córrego Capri.

2 — Com o Município de Rinópolis
Começa no ribeirão Itaúna, na foz do córrego Capri; desce por aquele até a foz do córrego Caçador, pelo qual sobe até sua cabeceira; segue pelo divisor Itaúna-Jurema, em demanda da cabeceira do córrego Heliópolis; desce por este córrego até sua foz no ribeirão Jurema; desce pelo ribeirão Jurema até sua foz no rio Feio ou Aguapeí.

3 — Com o Município de Santópolis do Aguapeí
Começa na foz do ribeirão Jurema, no rio Feio ou Aguapeí, pelo qual sobe até a foz do ribeirão Sete de Setembro.

4 — Com o Município de Tupã
Começa no rio Feio ou Aguapeí na foz do ribeirão Sete de Setembro, pelo qual sobe até a foz do córrego Dom Quixote; sobe pelo córrego Dom Quixote até a foz do córrego da Guia; sobe por este ate a foz do córrego de Gaspar Sanches, pelo qual sobe até sua cabeceira; segue pelo divisor entre o ribeirão Sete de Setembro, à esquerda, e o ribeirão Jurema, à direita, até cruzar com o espigão-mestre Feio ou Aguapeí 
Peixe; prossegue pelo espigão-mestre até a cabeceira setentrional do córrego que deságua a margem direita do galho de Leste do ribeirão Copaíba. junto à sede da Fazenda Bijuba; desce por esse córrego até sua foz no galho Leste do ribeirão Copaíba, pelo qual desce até a confluência com seu galho Oeste, que vem da cidade de Iacri.

5 —  Com  o Município  de Bastos
Começa na junca e do galho Leste do ribeirão Copaíba, que vem da Vila de Universo, com c galho que vem da cidade de Iacri; sobe por este galho até a foz do córrego que passa pela propriedade do Dr. Irineu Buller de Almeida; sobe por este córrego até sua cabeceira no contraforte Copaíba-Cascata; segue por este contraforte até cruzar com o divisor Copaíba-Sede; continua por este divisor até a cabeceira da água de Mateshutara Okawa; desce por esta água até sua foz, no ribeirão da Sede; continua pelo contraforte fronteiro até o divisor Sede-Onça, onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais

1 — Entre os Distritos de Anápolis e Iacri
Começa no ribeirão Sete de Setembro, na foz do córrego do Pilar, pelo qual sobe até a ponte da estrada Anápolis 
Dom Quixote; daí, vai, em reta, ao divisor Sete de Setembro  Guatichoro, na cabeceira do córrego do Caraxi, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Guatichoro; segue pelo contraforte fronteiro até o divisor Guatichoro-Jurema; continua por este divisor até encontrar com o contraforte que tem origem na foz do córrego Quiteral; segue por esse contraforte em demanda da foz do córrego Quiteral, no ribeirão Jurema.


MUNICÍPIO DE IBATÉ
(Criado em 1954)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Araraquara
Começa no rio Jacaré-Guaçú, na foz do ribeirão Laranjal, pelo qual sobe até a sua cabeceira mais oriental; continua pelo divisor que deixa, à direita às águas do rio Jacaré-Guaçú, e à esquerda, as do ribeirão Corrente, em demanda da foz do córrego Dobrado, no ribeirão Corrente; sobe pelo córrego Dobrado até sua cabeceira e vai, em reta, até o marco do quilômetro 228 da Companhia Paulista de Estradas de Ferro, a cerca de 2 km, a oeste da estação de Tamoio; daí, vai, em reta de rumo leste até o córrego da Várzea, pelo qual desce até o no Chibarro; prossegue, daí, pelo contraforte fronteiro, até o divisor que deixa, à direita, as águas do rio Chibarro e, à esquerda, as do ribeirão das Anhumas, até o divisor Anhumas-Cabaceiras; continua por este divisor à procura da cabeceira mais meridional do córrego Olhos d'Água, pelo qual desce até sua foz no rio das Cabaceiras.

2 — Com o Município de São Carlos
Começa no córrego das Cabaceiras, na foz do córrego Olhos d'Água; sobe pelo córrego das Cabaceiras até sua cabeceira mais meridional, no divisor Cabaceiras 
Chibarro; alcança na contravertente a cabeceira do córrego da Fazenda Aparecida, pelo qual desce até sua foz no rio Chibarro; sobe pelo rio Chibarro até a foz do córrego da Fazenda Embaré; continua pelo contraforte intermediário entre essas duas águas até o divisor Chibarro  Cã-Cã; continua por este divisor até o contraforte entre os dois galhos principais, formadores do ribeirão Cã-Cã; segue por este contraforte até a confluência desses galhos e desce pelo ribeirão Cã-Cã, até sua foz. no rio Monjolinho; desce por este até sua foz, no rio Jacaré-Guaçu.
 
3  —  Com o Município de  Ribeirão Bonito
Começa no rio Jacaré-Guaçu, na foz do rio Monjolinho; desce pelo rio Jacaré-Guaçu até a foz do ribeirão Laranjal, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE IBIRÁ
(Criado em 1922)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Potirendaba
Começa no rio Cubatão, na foz do ribeirão Barra Grande, pelo qual sobe até a foz dó córrego Pedrinhas; segue pelo espigão que deixa, à direita, as águas do ribeirão Barra Grande e córrego Água Santa, e, à esquerda, as águas do córrego Pedrinhas até cruzar com o divisor da margem direita do córrego Cana do Reino; segue per este divisor em demanda da foz do córrego Cana do Reino, no córrego Paula Vieira.

2 — Com o Município de Cedral
Começa no córrego Paula Vieira, na foz do córrego Cana do Reino; desce por aquele até a foz do córrego da Limeira; continua pelo contraforte entre as águas do córrego da Limeira, à esquerda, e as do córrego Taperão, à direita, até entroncar com o espigão-mestre entre as águas do rio São Domingos, à esquerda, e as do Cubatão, à direita.

3 — Com o Município de Uchoa
Começa no espigão-mestre entre as águas dos rios São Domingos e Cubatão, no ponto de cruzamento com o contraforte entre as águas do córrego da Limeira, à direita, e as do córrego Taperão, à esquerda; segue pelo espigão-mestre até cruzar com o contraforte que deixa, à direita, às águas do córrego Matão.

4 — Com o Município de Catiguá
Começa no espigão-mestre entre as águas dos rios São Domingos e Cubarão, no cruzamento com o contraforte da margem esquerda do córrego Matão; caminha pelo espigão-mestre até a cabeceira do córrego Limeira.

5 — Com o Município de Catanduva
Começa no espigão-mestre São Domingos 
Cubatão, na cabeceira do córrego Limeira, pelo qual desce até sua foz no ribeirão das Bicas; continua por esse até a foz do córrego Sobradinho e, por este, sobe até sua cabeceira; segue pelo divisor Bicas-Cubatão até cruzar com o contraforte Burro  Barra Nova; prossegue por este contraforte até a cabeceira do córrego São Berto pelo qual desce até sua foz no rio Cubatão.

6 — Com o Município de Urupês
Começa no rio Cubatão, na foz do córrego São Berto; desce por aquele até a foz do ribeirão Barra Grande, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE IBIRAREMA
(Criado em 1944)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Palmital
Começa no rio Paranapanema, na foz do ribeirão Pau d'Alho ou Coimbra, pelo qual sobe até a foz da água Pau d'Alhinho; sobe por este até sua cabeceira; segue pelo divisor que deixa, à direita, as águas do ribeirão Santa Rosa e, à esquerda, as do ribeirão Pau d'Alho ou Coimbra e córrego Água Nova, em demanda da cabeceira do córrego da Onça.

2 — Com o Município de Platina
Começa no divisor entre as águas do ribeirão Pau d'Alho ou Coimbra e córrego Água Nova, de um lado, e ribeirão Santa Rosa, do outro lado, na cabeceira da água da Onça, pela qual desce até sua foz no ribeirão Santa Rosa.

3 — Com o Município de Campos Novos Paulista
Começa na foz da água da Onça no ribeirão Santa Rosa; cresce pelo ribeirão Santa Rosa, até o rio Novo, pelo qual desce até a foz do córrego do Pântano.

4 — Com o Município de Ribeirão do Sul (ex-Ribeirão dos Pintos)
Começa na foz do córrego do Pântano, no rio Novo; desce por este até a foz do córrego Formoso.

5 — Com o Município de Salto Grande
Começa no rio Novo, na foz do córrego Formoso; daí vai, em reta, a cabeceira do córrego Distrital, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Azul; segue, em reta, à cabeceira do córrego das Pedras ou Saguaragi; desce por este até o ribeirão Vermelho e por este, ainda, até sua foz no rio Paranapanema.

6 — Com o Estado do Paraná
Começa no rio Paranapanema, na foz do ribeirão Vermelho; segue pela divisa com o Estado do Paraná, até a foz do ribeirão Pau d'Alho ou Coimbra onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE IBITINGA
(Criado em 1890)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Borborema
Começa no rio Tietê na foz do ribeirão dos Porcos; sobe por este até a foz do rio São Lourenço e por este ate a foz do córrego Roseira.

2 — Com o Município de Itápolis
Começa no rio São Lourenço, na foz do córrego Roseira, sobe pelo rio São Lourenço até a foz do córrego Matãozinho; sobe pelo córrego Matãozinho e pelo córrego Cacimba ou Algodoal, até sua cabeceira sudoriental no espigão que deixa a direita, as águas do ribeirão São João, e à esquerda, as do rio São Lourenço, segue por este espigão até a cabeceira do córrego Macaúba.

3 — Com o Município de Tabatinga
Começa no espigão entre as águas do rio São Lourenço, ao Norte, e as do ribeirão São José, ao Sul, na cabeceira do córrego Macaúba; desce por este ate sua foz no córrego Santana, pelo qual desce ate sua foz no ribeirão São João; desce por este até a foz do córrego Graminha, pelo qual sobe até sua cabeceira oriental; continua pelo espigão São João 
Jacaré-Guaçu, até cruzar com o contraforte que deixa, à esquerda as águas do córrego Jacutinga; continua por este contraforte em demanda da foz do córrego Jacutinga, no rio Jacaré-Guacu; continua por este acima até a foz do rio Itaquerê.

4 — Com o Município de Nova Europa
Começa no rio Jacaré-Guaçu, na foz do rio Itaquerê; sobe pelo rio Jacaré-Guaçu até a ponte da estrada de rodagem que vai da usina Itaquerê ao retiro da fazenda do mesmo nome, à margem esquerda do rio Jacaré-Guaçu.

5 — Com o Município de Boa Esperança do Sul
Começa no rio Jacaré-Guaçu, na ponte da estrada de rodagem que vai da usina Itaquerê ao retiro da fazenda do mesmo nome, à margem esquerda do rio Jacaré-Guaçu; daí, vai em reta. à cabeceira mais setentrional do córrego Perdizes, pelo qual desce até sua foz no rio Jacaré-Pepira.

6 — Com o Município de Itaju
Começa no rio Jacaré-Pepira, na foz do córrego Perdizes; vai por aquele abaixo, até sua foz no rio Tietê.

7 — Com o Município de Iacanga
Começa no rio Tietê na foz do rio Jacaré-Pepira; desce pelo primeiro até a foz do ribeirão dos Porcos, onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais

1 — Entre os Distritos de Cambiratiba e Ibitinga
Começa no rio São Lourenço, na foz do córrego Baixadão, pelo qual sobe até sua cabeceira, no divisor São Lourenço 
Santa Maria; daí, vai em reta, à cabeceira do córrego Santa Maria, pelo qual desce até a sua foz no rio Tietê.


MUNICÍPIO DE IBIÚNA
(Criado em 1857)

a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Tapiraí
Começa no rio Juquiá, na foz do rio do Peixe; sebe por este até a foz do rio Juquiázinho.
 
2 — Com o Município de Piedade
Começa ria foz do rio Juquiázinho, no rio do Peixe, pelo qual sobe até a foz do córrego das Pedras ou Malacacheta; prossegue pelo contraforte fronteiro entre as águas do córrego das Pedras ou Malacacheta, à direita, e as do rio do Peixe, à esquerda, até o ponto onde é cortado pela reta de rumo Sul, que vem do rio do Peixe, da foz do córrego Furriel; segue por esta reta até a citada foz; sobe pelo rio do Peixe ate a foz do córrego da Colônia Perazzi; sobe pelo córrego da Colônia Perazzi até sua cabeceira no espigão-mestre Juquiá-Sorocaba; segue pelo espigão-mestre, que é a serra do Paranapiacaba, até cruzar com o divisor entre as águas do ribeirão do Colégio e ribeirão Paruru, à direita, e as do rio Pirapora, à esquerda; caminha por este divisor até o contraforte da margem direita do córrego que vem dos Ortizes; segue por este contraforte em demanda da foz do córrego que vem dos Ortizes; no ribeirão Paruru, foz esta que ocorre logo acima da vila de Paruru; daí, vai, em reta. à foz do córrego da Represa, no ribeirão Paruru, pelo qual desce até a represa do rio Sorocaba.

3 — Com o Município de Votorantim
Começa na represa do rio Sorocaba, na foz do ribeirão Paruru; segue pela represa até a foz do córrego Carafá.

4 — Com o Município de Mairinque
Começa na represa do rio Sorocaba, na foz do córrego Carafá; segue pela represa até a foz do córrego da Represa ou Dois Córregos, pelo qual sobe até sua cabeceira mais oriental, no divisor Cocosa
Ponte Lavrada; segue por este divisor até cruzar com o contraforte que finda na foz do ribeirão Ponte Lavrada no rio Sorocá-Mirim.

5 — Com o Município de São Roque
Começa no divisor Cocosa
Ponte Lavrada, no ponto de cruzamento com o contraforte que finda na foz do ribeirão Ponte Lavrada no rio Sorocá-Mirim; segue por este contraforte até a referida foz; sobe pelo rio Sorocá-Mirim até a foz do ribeirão Vargem Grande.

6 — Com o Município de Cotia
Começa no rio Sorocá-Mirim, na foz do ribeirão da Vargem Grande; sobe por aquele até sua cabeceira mais meridional; prossegue pelo espigão que deixa, à esquerda, as águas dos rios Capivari e Cotia, e as do rio Laranjeiras, à direita, até a serra de Itatuba, na cabeceira mais oriental do rio Laranjeiras.

7 — Com o Município de Itapecerica da Serra
Começa na serra de Itatuba, na cabeceira mais oriental do rio Laranjeiras: desce por este até a foz da água de Amaro Roque.

8 — Com o Município de Juquitiba
Começa na foz da água de Amaro Roque no rio Laranjeiras, pelo qual desce, até sua foz no rio Juquiá; desce por este até a foz do córrego do Engano.

9 — Com o Município de Miracatu
Começa no rio Juquiá, na foz do córrego do Engano; desce por aquele até a foz do rio do Peixe, onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais

1 — Entre os Distritos de Ibiúna e Paruru
Começa no espigão que separa as águas dos rios Una e Piraporinha, no ponto de cruzamento com o divisor Una-Colégio; daí, segue pelo divisor entre as águas do rio Una, à direita, e as do córrego do Colégio à esquerda até a cabeceira do córrego Seco; desce por este córrego até sua foz no córrego Ressaca, pelo qual desce até a represa do rio Sorocaba.


MUNICÍPIO DE ICEM
(Criado em 1954)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Orindiúva
Começa no rio Turvo, na foz do córrego que contraverte com o córrego ao Porto Velho; sobe por esse córrego até sua cabeceira rio espigão Turvo-Grande; alcança na contravertente a cabeceira do córrego do Porto Velho, pelo qual desce até sua foz no rio Grande.
 
2 — Com o Estado de Minas Gerais
Começa no rio Grande, na foz do córrego do Porto Velho; segue pela divisa com o Estado de Minas Gerais, até a foz do ribeirão Santana.

3 — Com o Município de Guaraci
Começa no rio Grande, na foz do ribeirão Santana, pelo qual sobe até a foz do córrego Coqueiros; sobe pelo córrego Coqueiros até sua cabeceira; segue pelo divisor entre os córregos dos Patos e Rico, à direita, e o ribeirão Santana, à esquerda, até cruzar com o contraforte da margem direita do córrego de Antônio Bianco.

4 — Com o Município de Altair
Começa no divisor entre as águas do córrego Rico e o ribeirão Santana, no ponto de cruzamento com o contraforte da margem direita do córrego de Antônio Bianco; segue por este contraforte em demanda da foz do córrego de Antônio Bianco, no córrego Rico, pelo qual sobe até a foz do córrego Boa Vista; sobe por este até sua cabeceira sudocidental, no divisor Grande-Turvo; segue por este divisor até a cabeceira do córrego Quati, pelo qual desce até sua foz no córrego da Mexerica; desce por este e pelo córrego dos Portugueses até o rio Turvo.

5 — Com o Município de Nova Granada
Começa no rio Turvo, na foz do córrego dos Portugueses; desce pelo rio Turvo até a foz do córrego do Piau, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE IEPÊ
(Criado em 1944)

a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Martinópolis
Começa no ribeirão Laranja Doce, na foz do córrego do Bocó; sobe por este até sua cabeceira no espigão entre as águas do ribeirão Laranja Doce e ribeirão Jaguaretê; segue por esse espigão até o contraforte entre as águas do córrego Cambará, à esquerda, e córregos Antônio Nantes e da Lagoa, à direita; continua por esse contraforte até a foz do ribeirão Claro, no ribeirão Jaguaretê.

2 — Com o Município de Rancharia
Começa no ribeirão Jaguaretê, na foz do ribeirão Claro; segue por este até a foz da água do Arroz; segue em reta de rumo Leste até encontrar o espigão Jaguaretê-Capivari; segue por este espigão até a cabeceira da água do óleo, pela qual desce até sua foz na água da Fábula; desce por esta até a sua foz no ribeirão Bonito; desce por este até o rio Capivara.

3 — Com o Município de Maracaí
Começa no rio Capivara, na foz do ribeirão Bonito; desce pelo rio Capivara até a sua foz no rio Paranapanema.

4 — Com o Estado do Paraná
Começa no rio Paranapanema, na foz do rio Capivara; segue pela, divisa com o Estado do Paraná até a foz do ribeirão Laranja Doce.

5 — Com o Município de Taciba
Começa no rio Paranapanema, na foz do ribeirão Laranja Doce, pelo qual sobe até a foz do córrego do Bocó, onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais

1 — Entre os Distritos de Nantes e Iepê
Começa no ribeirão Jaguaretê, na foz do ribeirão Claro; desce pelo ribeirão Jaguaretê, até sua foz no rio Paranapanema.


MUNICÍPIO DE IGARAÇU DO TIETÊ
(Criado em 1954)


 a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Macatuba
Começa  no rio Lençóis, na foz  do ribeirão Paraíso; desce pelo rio Lençóis até sua foz no rio Tietê.

2 — Com o Município de Barra Bonita
Começa na foz do rio Lençóis no rio Tietê, pelo qual sobe até a foz do córrego Saltinho.

3 — Com o Município de São Manuel
Começa no rio Tietê, na foz do córrego Saltinho, pelo qual sobe até sua cabeceira mais ocidental; segue pelo divisor entre o rio Tietê, à direita, e o ribeirão Banharão, à esquerda, até o contraforte entre os galhos sudoriental e meridional do ribeirão das Posses; prossegue por este contraforte até a cabeceira do córrego da Divisa ou Olho d'Água, pelo qual desce até sua foz no ribeirão das Posses; segue pelo contraforte fronteiro até o divisor Posses
Santo Antônio; continua por este divisor até a cabeceira do córrego da Fazenda São Sebastião; desce por este até sua foz no ribeirão Santo Antônio, pelo qual desce até o ribeirão Paraíso.

4 — Com o Município de Areiópolis
Começa na foz do ribeirão Santo Antônio, no ribeirão Paraíso, pelo qual desce até sua foz no rio Lençóis, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE IGARAPAVA
(Criado em 1873)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Estado de Minas Gerais
Começa na foz do ribeirão Tabocas no rio Grande; segue pela divisa com o Estado de Minas Gerais até a foz do córrego do Sucuri.

2 — Com o Município de Rifaina
Começa no rio Grande, na foz do córrego do Sucuri, pelo qual sobe até o ponto onde é cortado por uma reta de rumo Leste-Oeste, que vem da extremidade mais setentrional da serra da Rifaina.

3 — Com o Município de Pedregulho
Começa no córrego do Sucuri, onde é cortado pela reta de rumo Leste que vem da extremidade mais setentrional da serra da Rifaina; sobe pelo córrego do Sucuri até sua cabeceira; daí vair em reta, à foz do córrego de José Tomas, no ribeirão Taquaral, de onde prossegue por nova reta até a foz do córrego de Sérgio de Paula, no ribeirão São Pedro; sobe por aquele até a lagoa na sua cabeceira; atinge pelo contraforte fronteiro o espigão entre as águas do ribeirão São Pedro e córrego da Posse; prossegue por este espigão até a cabeceira mais meridional do córrego da Posse; vai, em reta, à cabeceira mais norocidental do córrego do Campo Mimoso, pelo qual desce até sua foz ribeirão do Pari.

4 — Com o Município de Buritizal
Começa no ribeirão do Pari, na foz do córrego do Campo Mimoso, desce pelo ribeirão do Pari até sua foz no ribeirão do Fundão, pelo qual sobe até a foz do córrego da Cachoeirinha; sobe por este e pelo córrego da Matinha até a cabeceira do seu galho mais ocidental no espigão entre o córrego da Matinha, à direita, e o córrego Pedra Branca, à esquerda; prossegue per este espigão até o divisor entre os córregos do Paraíso e Pedra Branca; segue por este divisor até cruzar com o contraforte que morre no córrego Paraíso na foz de seu galho nororiental.

5 — Com o Município de Aramina
Começa no divisor Pedra Branca 
Paraíso; no ponto de cruzamento com o contraforte que morre no córrego Paraíso na foz de seu galho nororiental; segue por esse contraforte em demanda da referida foz; sobe pelo galho nororiental até sua cabeceira no divisor Paraíso-Limeira; segue por esse divisor em demanda da confluência dos galhos nororiental e sudoriental do córrego da Limeira; desce pelo córrego da Limeira até o Ribeirão Tabocas, pelo qual desce até sua foz no rio Grande, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE IGARATÁ
(Criado em 1954)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Nazaré Paulista
Começa no espigão entre as águas dos rios Jaguari e Atibaia, no ponto de cruzamento com a serra da Boa Vista; segue pelo espigão entre as águas dos ribeirões dos  Machados, da Boa Vista e Jaguari, à direita, e as do ribeirão do Pião, à esquerda, passando pela Serrinha até o contraforte entre as águas do ribeirão do Pião e as do córrego dos Leites.

2 — Com o Município de Piracaia
Começa no espigão entre as águas do rio Atibaia, à esquerda e as do ribeirão dos Machados, à direita, no ponto de cruzamento com o contraforte entre o ribeirão do Pião e o córrego dos Leites; segue pelo divisor entre o rio Atibaia, de um lado, e o ribeirão dos Machados e o rio das Cobras do outro lado, passando pelo Serrote dos índios até a cabeceira mais ocidental do rio das Cobras, próxima à serra do Guirra.

3 — Com o Município de São José dos Campos
Começa no espigão entre as águas dos rios Atibaia e das Cobras na cabeceira mais ocidental do rio das Coloras, próximo à serra do Guirra; desce pelo rio das Cobras, até sua foz no rio do Peixe, pelo qual desce até à foz do ribeirão Piúva; daí segue pelo contraforte fronteira até o divisor entre os rios do Peixe e Jaguari.

4 — Com o Município  de Jacareí
Começa no divisor entre os rios do Peixe e Jaguari, no ponto de cruzamento com o contraforte que finda na foz do ribeirão Piúva, no rio do Peixe; daí, segue pelo divisor entre as águas do rio do Peixe, à direita, e as do rio Jaguari, à esquerda, até o contraforte que leva à foz do córrego da Divisa, no rio Jaguari; segue por este contraforte até a referida foz; sobe pelo córrego da Divisa até sua cabeceira no divisor entre as águas do rio Jaguari à direita, e as do ribeirão do Brás, à esquerda; prossegue por este divisor até a cabeceira mais oriental do córrego Santa Cruz, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Santo Ângelo.

5 — Com o Município de Santa Isabel
Começa no ribeirão Santo Ângelo, na foz do córrego Santa Cruz: desce pelo ribeirão Santo Ângelo, até sua foz no ribeirão do Ferreira, pelo qual desce até sua foz no rio Jaguari; sobe pelo rio Jaguari até a foz do ribeirão do Funil; daí continua pelo contraforte fronteiro e pelo divisor entre as águas dos ribeirões do Funil e da Boa Vista; à direita, e as do ribeirão Jararaca, à esquerda, até a serra da Boa Vista, por cuja cumiada prossegue até cruzar com o espigão entre as águas dos rios Jaguari e Atibaia, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE IGUAPE
(Criado em 1639)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Cananéia
Começa na ilha Comprida, no oceano Atlântico, no ponto onde a praia de Fora é atingida por uma reta de rumo sul, que vem da ponta mais ocidental da ilha do Rodrigues; segue pela referida reta até o mar de Iguape; continua pelo mar de Iguape até a foz do rio Cordeiro; sobe pelo rio Cordeiro até a foz do ribeirão Paranazinho, pelo qual sobe até sua cabeceira mais setentrional, no espigão que deixa, ao sul. as águas do rio Cordeiro e ao norte, as do ribeirão Turvo.

2 — Com o Município de Pariquera-Açu
Começa na cabeceira mais setentrional do ribeirão Paranazinho; segue pelo espigão que separa as águas do ribeirão Paranazinho, à direita, e as do ribeirão do Arataca, à esquerda, até a cabeceira mais ocidental do ribeirão do Arataca, pela qual desce até sua foz no ribeirão Pariquera-Mirim; desce pelo rio Pariquera-Mirim até sua foz no rio Ribeira de Iguape, pelo qual sobe até a foz do rio Jacupiranga.

3 — Com o Município de Registro
Começa no rio Ribeira de Iguape, na foz do rio Jacupiranga; sobe pelo rio Ribeira de Iguape, até a foz da Lagoa Nova; daí, segue, em reta, à foz do rio Guaviruva, no rio Peropava; sobe pelo rio Peropava até o ribeirão Morro Seco, pelo qual sobe até sua cabeceira, no espigão entre as águas do rio Ribeira de Iguape e as do rio Juquiá.

4 — Com o Município de Juquiá
Começa no espigão que deixa, à esquerda, as águas dos rios Juquiá e São Lourenço e, à direita, as do rio Ribeira de Iguape, na cabeceira do ribeirão Morro Seco; segue por este espigão até a cabeceira do ribeirão do Cedro ou Lavrinha.

5 — Com o Município de Miracatu
Começa no espigão entre as águas dos rios São Lourenço e Ribeira de Iguape, na cabeceira do ribeirão do Cedro ou Lavrinha; segue por este espigão que tem o nome local de serra do Bananal, até seu entroncamento com o contraforte que separa as águas do ribeirão Bananal, das do rio do Peixe.

6 — Com o Município de Pedro de Toledo
Começa no espigão entre as águas dos rios São Lourenço e Cacunduva, no entroncamento com o contraforte que separa as águas do ribeirão do Bananal das do rio do Peixe; segue pelo espigão que tem o nome de Serra dos Itatins até o entroncamento com o divisor entre as águas dos rios do Peixe, do Azeite e Cacunduva.

7 — Com o Município de Itariri
Começa no espigão entre as águas dos rios Itariri e Cacunduva no ponto de cruzamento com o divisor Peixe-Azeite; segue pelo espigão que tem nome local de serra dos Itatins até o seu entroncamento com a serra de Peruíbe, que separa as águas dos rios Perequê das do rio Barro Branco.

8 — Com o Município de Peruíbe
Começa no pião divisor entre as águas dos rios do Azeite, Guaraú e Una do Prelado, na Serra dos Itatins; segue pelo contraforte que separa as águas dos rios Itinguçu de um lado, e as do rio Guaraú, do outro, até a cabeceira mais setentrional do córrego do Morro do Maceno, pelo qual desce até sua foz no rio Una do Prelado; desce por este até o estreito do Mangue, onde passa a linha telegráfica, ganha o leito do rio do outro lado do estreito; desce pelo rio, pelo braço da direita, até o oceano Atlântico.


MUNICÍPIO DE ILHABELA
(Criado em 1934)


a) Divisas  Municipais

O município de Ilhabela compreende os arquipélagos de São Sebastião dos Búzios e Vitória.

b) Divisas Interdistritais

1 — Entre os Distritos de Cambaquara e Ilhabela
Começa na Pontinha, no canal de São Sebastião; segue pelo contraforte da margem esquerda do córrego Pontinha até cruzar com o divisor que deixa, à esquerda, as águas do córrego Zabumba; continua por este divisor até o pico de São Sebastião; prossegue pela serra até o morro do Ramalho.

2 — Entre os Distritos de Cambaquara e Paranabi
Começa no morro do Ramalho; segue pelo divisor entre as águas do ribeirão do Bonete, à direita, e as dos ribeirões do Engenho e das Enxovas, à esquerda, até a cabeceira do córrego da Toca do Uru; desce por este até sua barra do oceano Atlântico.

3 — Entre os Distritos de Ilhabela  e  Paranabi
Começa no oceano Atlântico, na barra do ribeirão da Riscada; segue pelo contraforte da margem direita deste ribeirão até o morro da Caveira; segue pelo divisor entre as águas co ribeirão da Riscada, à direita, e as do ribeirão da Laje, à esquerda, até o morro da Serraria; continua pelo divisor entre as águas dos ribeirões do Cego, das Tocas e Água Branca, à direita, e as dos ribeirões da Laje, Cachoeira, da Figueira e do Engenho, à esquerda, até o morro do Ramalho.

Ilhas

Fazem parte integrante do município a ilha das Cabras, que pertence ao distrito de paz de Cambaquara e os arquipélagos dos Búzios e Vitória, que pertencem ao distrito de paz de Paranabi.


MUNICÍPIO DE INdaíATUBA
(Criado em 1859)


a) Divisais Municipais

1 — Com o Município de Monte Mor
Começa no divisor entre as águas do ribeirão Mandacaru e córrego Santa Idalina, de um lado, e as dos ribeirões Campo Grande ou Monjolo Grande e Caninana do outro lado, no ponto de entroncamento com o contraforte entre as águas do ribeirão Campo Grande ou Monjolo Grande, à direita, e as do ribeirão Caninana, à esquerda; segue por este contraforte até a foz do ribeirão Campo Grande ou Monjolo Grande, no rio Capivari-Mirim; sobe por este até a foz do primeiro córrego, à margem direita abaixo do córrego Mato Dentro.

2 — Com o Município de Campinas
Começa no rio Capivari-Mirim, na foz do primeiro córrego da margem direita, abaixo do córrego Mato Dentro; sobe pelo rio Capivari Mirim até o tanque da Fazenda Bom Fim.

3 — Com o Município de Itupeva
Começa no rio Capivari-Mirim, no tanque da Fazenda Bom Fim; sobe pelo córrego da Fazenda Quilombo, sobe por este até sua cabeceira mais meridional, no espigão entre as águas do rio Capivari-Mirim, ao Norte e as do rio Jundiaí, ao Sul; alcança na contravertente, a cabeceira mais oriental do córrego da Fazenda Itatuba, que nasce ao Norte da Fazenda Santa Teresa; desce por este até o rio Jundiaí; desce por este até a foz do ribeirão Santa Rita; sobe por este até sua cabeceira mais meridional, no espigão entre as águas do rio Tietê, ao Sul, e, as do rio Jundiaí, ao Norte.

4 — Com o Município de Itu
Começa no espigão entre as águas do rio Jundiaí, ao Norte, e. as do rio Tietê, ao Sul, na cabeceira mais meridional do ribeirão Santa Rita; segue pelo divisor que deixa, à direita, as águas do córrego do Valério, e, à esquerda, as do ribeirão Água Branca ou Cana Verde até a foz do córrego do Valério, no ribeirão da Grama.

5 — Com o Município de Salto
Começa na foz do córrego do Valério, no ribeirão da Grama; segue, em reta, até a cabeceira mais oriental do córrego Barreirinho; desce por este e pela água do Barreiro até o rio Jundiaí, pelo qual sobe até a foz do córrego Joana Leite; sobe por este até sua cabeceira mais ocidental, indo depois, pelo divisor fronteiro, até o contraforte da margem esquerda do córrego do Garcia; segue por este contraforte até a foz do córrego do Garcia, no ribeirão Buru; sobe por este até a foz do segundo córrego, abaixo da foz do córrego do Rosa.

6 — Com o Município de Elias Fausto
Começa no ribeirão Buru, na foz do segundo córrego abaixo da foz do córrego do Rosa; sobe pelo ribeirão Buru, até a foz do córrego Campo Bonito, segue pelo contraforte entre estes dois cursos de água até o espigão entre as águas dos rios Tietê e Capivari-Mirim; continua por este espigão até o divisor que deixa, à esquerda, as águas do córrego Santa Idalina e ribeirão Mandacaru, e, à direita, as dos ribeirões Campo Grande ou Monjolo Grande e Caninana; segue por este divisor até seu entroncamento com o divisor entre os ribeirões Campo Grande ou Monjolo Grande e Caninana, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE INDIANA
(Criado em 1948)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Caiabu
Começa no córrego do Acampamento, num ponto situado a 200 metros à montante de sua foz no ribeirão Mandaguari; sobe pelo córrego do Acampamento até a foz do córrego Saracura; sobe por este córrego até sua cabeceira oriental no divisor entre as águas do ribeirão Santa Teresa, à esquerda, e as do Jacaré, à direita.

2 — Com o Município de Martinópolis
Começa no divisor Jacaré
Santa Teresa, na cabeceira oriental do córrego Saracura; segue pelo contraforte Saracura-Jacaré até a cabeceira da água do Sílvio Genaro, pela qual desce até a sua foz no córrego Jacaré; daí, vai, em reta, de rumo aproximadamente Sul até a confluência dos galhos mais oriental e meridional do córrego Santa Maria; sobe pelo galho mais meridional até sua cabeceira no espigão-mestre Peixe-Paranapanema; segue pelo espigão-mestre até a cabeceira do córrego Barrinha; desce por este até sua foz no córrego Indiana.

3 — Com o Município de Regente Feijó
Começa na foz do córrego Barrinha no córrego Indiana, pelo qual sobe até a foz do córrego Matadouro; sobe por este e pelo córrego Palmital, até sua cabeceira mais setentrional; vai, daí, em reta, à cabeceira mais meridional do córrego Jacutinga, pelo qual desce até 200 m. a montante de sua foz no ribeirão Mandaguari; daí, segue por uma linha paralela ao ribeirão Mandaguari, até alcançar o córrego do Acampamento, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE INDIAPORÃ
(Criado em 1954)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Estado de Minas Gerais
Começa no rio Grande, na foz do córrego Aguada ou Lajeado; segue ela divisa com o Estado de Minas Gerais até a foz do ribeirão Pádua Diniz.

2 — Com o Município de Mira Estrela
Começa no rio Grande, na foz do Ribeirão Pádua Diniz, pelo qual sobe até a foz do córrego do Veado.

3 — Com o Município de Fernandópolis
Começa no ribeirão Pádua Diniz, na foz do córrego do Veado; sobe pelo ribeirão Pádua Diniz, até a foz do córrego da Estiva, pelo qual sobe até sua cabeceira norocidental: segue pelo divisor Pádua Diniz 
Água Vermelha em demanda da junção dos dois galhos mais meridionais do ribeirão Água Vermelha.

4 — Com o Município Guarani d'Oeste
Começa na junção das duas cabeceiras mais meridionais do ribeirão Água Vermelha; daí, vai em reta à foz do córrego Santa Luzia no córrego das Araras, de onde vai por nova reta à cabeceira meridional do córrego Aguada; desce por este até o rio Grande, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE INÚBIA PAULISTA
(Criado em 1958)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Lucélia
Começa na foz do afluente da margem direita do córrego do Macaco, afluente a cerca de 3 km à jusante do córrego municipal; sobe por este afluente até sua cabeceira; segue, em reta, até a foz do afluente direito do ribeirão Balisa, cuja cabeceira mais se aproxima do ponto da estrada de rodagem Lucélia
Inúbia Paulista, situada a 3 km da avenida Campos Sales da cidade de Inúbia Paulista; sobe por esse afluente até sua cabeceira; segue, em reta, à cabeceira do córrego Sete, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Lajeado.

2 — Com o Município de Salmourão
Começa no ribeirão Lajeado, na foz do córrego Sete; sobe pelo ribeirão Lajeado até a foz do córrego Guarani.

3 — Com o Município de Osvaldo Cruz
Começa na foz do córrego Guarani, no ribeirão Lajeado, pelo qual sobe até sua cabeceira sudoriental no espigão-mestre Feio ou Aguapeí
Peixe; alcança, na contravertente, a cabeceira do galho nororiental da água do Ipê, pela qual desce até sua foz no ribeirão Canguçu; desce pelo ribeirão Canguçu até a foz do córrego de Luís Rodolfo.

4 — Com o Município de Sagres
Começa no ribeirão Canguçu, na foz do córrego de Luís Rodolfo; sobe por este córrego até sua cabeceira no divisor Canguçu-Macaco; segue por este divisor até a cabeceira do córrego Municipal, pelo qual desce até sua foz no córrego Macaco; daí, desce, cerca de 3 km, pelo córrego Macaco até a foz de um córrego da margem direita, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE IPAUÇU
(Criado em 1915)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Xavantes
Começa no rio Paranapanema, na foz do córrego da Tapera, pelo qual sobe até a foz da água do Triunfo; sobe por esta até a foz do córrego do Barranco Vermelho; sobe por este até sua cabeceira, no espigão Paranapanema-Pardo; alcança, na contravertente, a cabeceira do córrego Boa Vista, pelo qual desce até o ribeirão Grande e, por este ainda, até a foz do córrego Piranhas.

2 — Com o Município de Santa Cruz do Rio Pardo
Começa no ribeirão Grande, na foz do córrego Piranhas; vai, daí em reta, à cabeceira do córrego Barreirinho; daí, segue em reta, até á foz do córrego Mombuquinha, no ribeirão Mombuca; continua por nova reta à foz do córrego Gazola, no ribeirão Palmeiras, pelo qual sobe até a foz do córrego Santa Cecília; sobe por este até sua cabeceira, no contraforte Palmeiras-Figueira.

3 — Com o Município de Bernardino de Campos
Começa na cabeceira do córrego Santa Cecília; segue pelo contraforte que divide as águas do ribeirão das Palmeiras e as do ribeirão da Figueira, até cruzar com o espigão Pardo-Paranapanema, pelo qual caminha até cruzar com o contraforte que deixa, à esquerda, as águas de córrego da Virtuosa e, à direita, as do córrego Luís Pinto; segue por este contraforte em demanda da foz do córrego Luís Pinto, no córrego da Virtuosa; desce por este córrego até sua foz no ribeirão Douradão e, por este abaixo, até o rio Paranapanema.

4 — Com o Município de Piraju
Começa no rio Paranapanema, na foz do ribeirão Douradão; desce pelo rio Paranapanema, até a foz do ribeirão Palmital.

5 — Com o Município de Timburi
Começa na foz do ribeirão Palmital no rio Paranapanema, pelo qual desce até a foz do córrego Tapera, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE IPERÓ
(Criado em 1963)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município  de  Boituva
Começa no rio Sorocaba, na foz do rio Sarapuí; sobe pelo rio Sorocaba até a foz do córrego Anhanguera.

2 — Com o Município de Porto Feliz
Começa no rio Sorocaba, na foz do córrego Anhanguera; sobe pelo rio Sorocaba até a foz do ribeirão Indaíatuba.

3 — Com o Município de Sorocaba
Começa na foz do ribeirão Indaíatuba, no rio Sorocaba, pelo qual sobe até a foz do córrego Olaria; sobe por este córrego até sua cabeceira sudocidental, no divisor Sorocaba-Ipanema; daí, vai em reta à foz do córrego Municipal no rio Ipanema, pelo qual sobe, até a foz do córrego Araçoiaba.

4 — Com o Município de Araçoiaba da Serra
Começa no rio Ipanema, na foz do córrego Araçoiaba, pelo qual . sobe até sua cabeceira no divisor Ipanema-Verde; segue por este divisor em demanda da foz do ribeirão Inácio, no ribeirão Verde; sobe por aquele ribeirão até a foz do córrego Distrital, pelo qual sobe até sua cabeceira no divisor Verde-Ferro; segue por este divisor, que é a serra de Araçoiaba até o divisor Sorocaba-Iperó.

5 — Com o Município de Capela do Alto
Começa na serra de Araçoiaba, no ponto de cruzamento com o divisor Sorocaca-Iperó; continua por este divisor até a cabeceira do córrego Capuava ou Capuavinha, pelo qual desce até a foz do córrego Municipal; sobe por este córrego até sua cabeceira no divisor Capuava ou Capuavinha
Iperó; alcança na contravertente a cabeceira do córrego Lindeiro pelo qual desce até sua foz, no rio Iperó; desce por este rio até sua foz no rio Sarapuí.

6 — Com o Município de Tatuí
Começa no rio Sarapuí, na foz do rio Iperó; desce por aquele até sua foz no rio Sorocaba, onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais

1 — Entre  os Distritos  de  Bacaetava  e Iperó
Começa na foz do córrego Municipal, no córrego Capuava ou Capuavinha, pelo qual desce até sua foz no rio Sorocaba.
 

 
MUNICÍPIO DE IPEÚNA
(Criado em 1963)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Itirapina
Começa no ribeirão Vermelho no ponto onde é cortado pelos aparados da serra de Itaquerí; daí, vai em reta, à cabeceira sudoriental do ribeirão da Lapa; desce por este,até sua foz no rio Passa Cinco; sobe por este até a foz do córrego que vem da Fazenda Passa Cinco; sobe por este até sua cabeceira mais setentrional; segue pelo divisor fronteiro até cruzar com o contraforte que vai à cabeceira sudocidental do córrego do Tijuco Preto.

2 — Com o Município de Rio Claro
Começa no divisor Tijuco Preto 
Cabeça, no ponto de cruzamento com o contraforte, que vai à cabeceira sudocidental do córrego do Tijuco Preto; daí segue pelo divisor que deixa, à direita, as águas do rio Passa Cinco, e à esquerda, as do ribeirão da Cabeça até atingir a cabeceira do córrego da Fazenda São João do Lajeado; desce por este até sua foz no ribeirão da Cabeça e por este abaixo até o rio Passa Cinco, pelo qual desce até a foz do ribeirão Água Vermelha.

3 — Com o  Município de  Charqueada
Começa no rio Passa Cinco, na foz do ribeirão Água Vermelha, pelo qual sobe até a foz do córrego da Fazenda Covitinga, que passa junto à sede da fazenda do mesmo nome; sobe por este córrego até a água que passa ao Norte da sede da fazenda Covitinga; sobe por esta água até sua cabeceira setentrional; vai, daí, em reta à foz do córrego da Fazenda Dobrada, no ribeirão Vermelho, que passa junto à sede da Fazenda Itaíba; sobe pelo ribeirão Vermelho até os aparados da serra do Itaquerí, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE IPORANGA
(Criado em 1936)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Apiaí
Começa no rio Ribeira de Iguape, na foz do rio São Sebastião; segue pelo contraforte fronteiro ate o divisor que separa as águas do ribeirão da Anta Gorda, à direita, das do rio Gurutuba, à esquerda; prossegue por este divisor até entroncar com o divisor entre as águas do rio Gurutuba e ribeirão Palmital, à esquerda e rio Betarí, à direita; continua por este divisor até a serra da Boa Vista; caminha pela serra que é o divisor da margem direita do ribeirão Passa Vinte, até o rio Betarí; atravessa o rio e continua pelo alto da Vargem Grande que é o divisor da margem esquerda do rio Betarizinho até o divisor Betarí-Iporanga; caminha por este divisor até a cabeceira do córrego Paciência, pelo qual desce até o rio Iporanga; desce por este até a foz do córrego da Fazenda Cachimba; sobe por este até sua cabeceira oriental no contraforte Iporanga-Espírito Santo; caminha por este contraforte em demanda da foz do córrego Sumidouro, no ribeirão Espírito Santo; sobe pelo córrego Sumidouro até o córrego do Chapéu, pelo qual sobe até sua cabeceira no divisor Pilões-Pescaria; segue por este divisor até a cabeceira do braço ocidental do ribeirão Farto pelo qual desce até o rio Pilões; sobe por este até a foz do córrego da Campina, pelo qual sobe até sua cabeceira; segue pelo divisor Temimina-Figueira até cruzar com a serra do Paranapiacaba, que é o espigão-mestre entre as águas do rio Ribeira de Iguape e as do rio Paranapanema; segue pela serra até a cabeceira do córrego do Terreiro.

2 — Com o Município de Guapiára
Começa na serra do Paranapiacaba, que é o espigão-mestre entre as águas do rio Ribeira de Iguape e as do rio Paranapanema, na cabeceira do córrego do Terreiro; prossegue pela serra até entroncar com o espigão entre as águas dos rios São José do Guapiára e das Almas.

3 — Com o Município de Capão Bonito
Começa na serra do Paranapiacaba, onde cruza com o espigão entre as águas do rio São José do Guapiára e das Almas; segue pela serra até o divisor que deixa, à direita, as águas do rio Pilões, e à esquerda, as do rio Taquarí.

4 — Com o Município de Eldorado
Começa na serra do Paranapiacaba, onde esta cruza com o espigão entre o rio Pilões, à direita, e o rio Taquarí, à esquerda; segue por este espigão, entre o rio Pilões, à direita, e o rio Taquarí e ribeirões Pedro Cubas e Ivapurunduva, à esquerda, em demanda da cabeceira de rio Preto, pelo qual desce até sua foz no rio dos Pilões, pelo qual desce até sua foz no rio Ribeira de Iguape; desce por este até a foz do ribeirão Nhunguara, pelo qual sobe até a foz do córrego Morcego; sobe por este até sua cabeceira, no espigão entre as águas do rio Ribeira de Iguape. à esquerda, e as do rio Pardo, à direita.

5 — Com o Município de Barra do Turvo
Começa no espigão entre as águas dos rios Ribeira de Iguape, à direita, e as do rio Pardo, à esquerda, na cabeceira do córrego Morcego; segue pelo espigão Ribeira de Iguape-Pardo até a cabeceira do ribeirão Frio pelo qual desce até sua foz no rio Pardo.

6 — Com o Estado do Paraná
Começa no rio Pardo na foz do ribeirão Frio; segue pela divisa com o Estado do Paraná, até a foz do ribeirão São Sebastião, no rio Ribeira de Iguape, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE IPUÃ
(Criado em 1948)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Guaíra
Começa no ribeirão do Rosário, na foz do córrego Esgoto do Brejão; sobe por este até sua cabeceira; segue daqui, em linha reta, até a cabeceira mais setentrional do ribeirão do Jardim e daí, em reta, à cabeceira mais oriental do córrego do Sucuri, pelo qual desce até sua foz no rio Sapucaí.

2 — Com o Município de Miguelópolis
Começa no rio Sapucaí, na foz do córrego do Sucuri; sobe pelo rio Sapucaí, até o local denominado Paredão.

3 — Com o Município de Ituverava
Começa no rio Sapucaí, no lugar denominado Paredão; sobe pelo rio Sapucaí até a foz do córrego do Retiro.

4 — Com o Município de Guará
Começa na foz do córrego do Retiro, no rio Sapucaí; sobe por este até a foz do córrego da Barra.

5 — Com  o Município de São Joaquim da  Barra
Começa no rio Sapucaí, na foz do córrego da Barra; segue pelo contraforte entre os dois cursos até o divisor que separa as águas do ribeirão da Estiva, à direita, das do córrego da Barra, à esquerda; prossegue por este divisor até o espigão Sapucaí-Rosário; continua por este espigão até o contraforte da margem esquerda do córrego de Marimbondo; prossegue por este contraforte em demanda da cabeceira oriental do córrego do Sucuri, desce por este até sua foz no ribeirão do Rosário.

6 — Com o Município de Morro Agudo
Começa no ribeirão do Rosário na foz do córrego ao Sucuri; desce por aquele, até a foz do córrego Esgoto do Brejão, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE IRACEMÁPOLIS
(Criado em 1954)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Santa Gertrudes
Começa no ribeirão Boa Vista na foz do córrego Minúsculo; sobe pelo ribeirão até sua cabeceira mais oriental; continua pelo espigão que deixa, à esquerda, as águas do Rio Claro, e as de córrego Santa Gertrudes, e, à direita, as do ribeirão Cachoeirinha até entroncar com o contraforte Tatu 
Santa Gertrudes.
 
2 — Com o Município de Cordeirópolis
Começa no espigão Tatu-Cachoeirinha, no ponto de entroncamento com o divisor Santa Gertrudes 
Tatu; segue pelo espigão Tatu-Cachoeirinha até cruzar com o divisor entre as águas dos ribeirões da Cachoeirinha e Água da Serra.

3 — Com o Município de Limeira
Começa no divisor entre os ribeirões Cachoeirinha e Água da Serra, de um lado, e o ribeirão Tatu, do outro lado no ponto de cruzamento com o divisor entre o ribeirão Cachoeirinha, à direita, e o ribeirão d'Água da Serra, à esquerda; segue por este divisor até o contraforte que deixa, à direita, as águas do córrego Água Suja e, à esquerda, as do ribeirão d'Água da Serra; segue por este contraforte em demanda da confluência desses dois últimos; desce pelo ribeirão d'Água da Serra até sua foz no ribeirão da Geada ou dos Coqueiros, pelo qual desce até sua foz no rio Piracicaba.

4 — Com o Município de Piracicaba
Começa no rio Piracicaba, na foz do ribeirão dos Coqueiros ou da Geada; desce pelo rio Piracicaba até a foz do ribeirão das Palmeiras; sobe por este até o pequeno córrego da Nova Divisa, pelo qual sobe até sua cabeceira, segue pelo divisor Palmeiras-Cachoeirinha em demanda da foz do ribeirão Boa Vista, no ribeirão Cachoeirinha; sobe por aquele até a foz do córrego Minúsculo, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE IRAPUÃ
(Criado em 1944)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Mendonça
Começa no rio Barra Mansa ou Cubatão, na foz do córrego Boa Vista do Cubatão; sobe por aquele até a foz do córrego Cachoeira da Boa Vista.

2 — Com o Município de Potirendaba
Começa no rio Barra Mansa ou Cubatão, na foz do córrego Cachoeira da Boa Vista; sobe por aquele até a foz do córrego Figueira.

3 — Com o Município de Urupês
Começa no rio Barra Mansa ou Cubatão, na foz do córrego Figueira; sobe por este até sua cabeceira no espigão que deixa, à direita, as águas dos ribeirões Cervinho e Cervo Grande, e, à esquerda, as do rio Barra Mansa ou Cubatão; segue por este espigão até a cabeceira norocidental do córrego Figueirão, pelo qual desce até sua foz no córrego Batatal; desce por este córrego até o córrego do Bacuri ou Coqueiro; desce por este até a foz do córrego Santana.

4 — Com o Município de Novo Horizonte
Começa no córrego do Bacuri ou Coqueiro, na foz do córrego Santana; desce por aquele até sua, foz no ribeirão Cervo Grande; desce por este até a foz do córrego Baguaçu.

5 — Com o Município de Sales
Começa no ribeirão Cervo Grande, na foz do córrego Baguaçu, pelo qual sobe até sua cabeceira norocidental; segue pelo divisor Cervo Grande 
Cervinho até o contraforte Barreiro do Meio  Cervinho; continua por este contra, forte até a cabeceira do primeiro córrego da margem esquerda do ribeirão Cervinho. a montante do córrego Estirão Comprido; desce por esse córrego até sua foz no ribeirão Cervinho; pelo qual desce até a foz do córrego Estirão Comprido; daí, vai, em reta, à cabeceira norocidental do córrego Bebedouro, de onde vai, por nova reta ao divisor Bambu ou Rachide Barra Mansa ou Cubatão na cabeceira do córrego Boa Vista do Cubatão, pelo qual desce até sua foz no rio Barra Mansa ou Cubatão, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE IRAPURU
(Criado em 1954)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Junqueirópolis
Começa no ribeirão do Fogo, na foz do córrego Ouro Verde,  pelo qual sobe até sua cabeceira; segue pelo divisor Fogo-Juriti até o contraforte que deixa, à direita, a água que desce das fazendas Paineira e João Andrade; prossegue por este contraforte em demanda da foz desta água no córrego Araponga; sobe pelo córrego Araponga até sua cabeceira mais setentrional a leste da Fazenda Oriente, no espigão-mestre Peixe-Feio ou Aguapeí; segue pelo espigão-mestre até cruzar com o divisor que separa as águas do ribeirão Paturi, à direita e as do ribeirão Taquaruçu, à esquerda; prossegue por este divisor em demanda' da foz do ribeirão Água Amarela, no rio Feio ou Aguapeí.

2 — Com o Município de Mirandópolis
Começa na foz do ribeirão Água Amarela no rio Feio ou Aguapeí, pelo qual sobe até a foz do ribeirão Paturi.

3 — Com o Município de Pacaembu
Começa no rio Feio ou Aguapeí, na foz do ribeirão Paturi, pelo qual sobe até a foz do ribeirão Paturizinho; segue pelo contraforte entre este ribeirão, à direita, e o ribeirão Paturi, à esquerda, até cruzar com o espigão-mestre Feio ou Aguapeí-Peixe; continua pelo espigão-mestre até a cabeceira setentrional do ribeirão da Ilha, cabeceira situada no bairro de Santa Genoveva; desce pelo ribeirão da Ilha até a foz da água da Ponte Alta.

4 — Com o Município de Flora Rica
Começa no ribeirão da Ilha, na foz da água da Ponte Alta; segue pelo contraforte fronteiro até o divisor entre os ribeirões da Ilha e do Fogo; continua por este divisor até a cabeceira do córrego 11 de Junho, de onde vai em reta de rumo oeste até cortar o ribeirão do Fogo, pelo qual desce até a foz do córrego Ouro Verde, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE ITABERÁ
(Criado em 1891)


a) Divisas Municipais

Com o Município de Ribeirão Vermelho de Sul
Começa no Ribeirão Pedra Branca, na foz do ribeirão do Caçador ou água da Fazenda Velha, segue pelo contraforte da margem esquerda deste ribeirão até o divisor Caçador ou água da Fazenda Velha
Passa Três, segue por este divisor até o contraforte entre o córrego Passa Três à esquerda, e o rio Verde, à direita; continua por este contraforte em demanda da foz do córrego Passa Três, no rio Verde; desce pelo rio Verde até a foz do ribeirão da Forquilha.

2 — Com o Município de Itaporanga
Começa no rio Verde, na foz do ribeirão da Forquilha; continua pelo divisor que deixa, à direita, as águas deste e, à esquerda, as do ribeirão Branco até a cabeceira da água José Lourenço

3 — Com o Município de Coronel Macedo
Começa na cabeceira da água José Lourenço no divisor que deixa à esquerda as águas do ribeirão Branco e, à direita, as do ribeirão da Forquilha; segue por este divisor até o espigão Verde-Taquari; prossegue por este espigão até o divisor Quati ou Vaquejador
Ponte Alta; continua por este divisor até a cabeceira norocidental do córrego Nha-Cândida; desce por este até sua foz no rio Taquari.

4 — Com o Município de Itaí
Começa no rio Taquari, na foz do córrego Nha-Cândida; sobe por aquele até a foz do ribeirão do Laranjal; sobe por este até a foz do córrego da Divisa.

5 — Com o Município de Itapeva
Começa no ribeirão do Laranjal, na foz do córrego da Divisa; sobe por este ate sua cabeceira; segue em demanda da cabeceira do córrego da Campina, que fica na contravertente, pelo qual desce ao ribeirão do Caçador; continua por este acima até a cabeceira de seu afluente mais meridional; alcança a cabeceira mais ocidental do córrego Sarandi, que fica na contravertente; desce por este ao ribeirão Timbuva e por este ao rio Taquari; desce por este até a foz do rio Pirituba, pelo qual sobe até a foz do córrego Piritubinha, próximo à ponte da Estrada de Ferro Sorocabana, sobre o rio Pirituba; segue pelo contraforte intermediário, que deixa as águas deste, à esquerda e as do córrego Piritubinha à direita, até cruzar com o contraforte da margem esquerda do ribeirão Jatibuca; continua por este contraforte em demanda da foz do ribeirão Jatibuca, no rio Verde.
 
Com o Município de Itararé
Começa na foz do ribeirão Jatibuca, no rio Verde, pelo qual desce até a foz do ribeirão da Pedra Branca; sobe por este até a foz do ribeirão do Caçador ou água da Fazenda Velha, onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais

1 — Entre os Distritos de Itaberá e Turiba do Sul
Começa na foz do córrego Passa Três, no rio Verde, pelo qual sobe o té a foz do córrego dos Malas; daí, segue pelo contraforte entre o córrego dos Maias, à esquerda e o Ribeirão do Comum, à direita, até cruzar com o espigão Verde-Taquari; continua por este espigão até a cabeceira do córrego Limeira, nelo qual desce até sua foz no ribeirão Ponte Alta; desce pelo Ribeirão Ponte Alta até sua foz no rio Taquari.


MUNICÍPIO DE ITAÍ
(Criado em 1891)


a) Divisas Municipais

1
Com o Município de Cerqueira  César
Começa na represa do rio Paranapanema, na foz do rio Taquari; sobe pela represa do rio Paranapanema até a foz do ribeirão Bonito.

2 — Com o Município de Arandu
Começa na represa do no Paranapanema, na foz do ribeirão Bonito; sobe por aquele até a foz do ribeirão Santa Bárbara.

3 — Com o Município de Avaré
Começa na represa do no Paranapanema, na foz do ribeirão Santa Bárbara; sobe pela represa do rio Paranapanema até a foz do ribeirão das Posses.

4 — Com o Município de Paranapanema
Começa na represa do rio Paranapanema, na foz do ribeirão das Posses, pela qual sobe até a foz do córrego Boi Branco; sobe por este córrego até sua cabeceira mais meridional no espigão Posses-Carrapato; alcança na contravertente uma cabeceira do ribeirão dos Carrapatos, pelo qual desce até sua junção com o galho que vem da Fazenda Sumidouro.

5 — Com o Município de Itapeva
Começa no ribeirão dos Carrapatos na junção do galho que vem da Fazenda Sumidouro com o galho que contraverte com a cabeceira meridional do córrego Boi Branco; desce pelo ribeirão dos Carrapatos até a foz do córrego da Olaria; continua pelo contraforte entre este córrego, à esquerda, e o ribeirão dos Carrapatos, à direita, em demanda da cabeceira mais oriental do ribeirão do Laranjal, pelo qual desce até a foz do córrego da Divisa .

6 — Com o Município de Itaberá
Começa no ribeirão do Laranjal, na foz do córrego da Divisa; desce por aquele até o rio Taquari e por este, ainda, até a foz do córrego Nhá-Cândida.

7 — Com o Município de Coronel Macedo
Começa no rio Taquari, na foz do córrego Nhá-Candida e vai por aquele abaixo até a embocadura do ribeirão do Vaquejador ou Quati.

8 — Com o Município de Taquarituba
Começa no rio Taquari, na foz do ribeirão do Vaquejador ou Quati; desce por aquele até a foz do ribeirão Bonito.

9 — Com o Município de Tejupá
Começa no rio Taquari, na foz do ribeirão Bonito; desce pelo rio Taquari até a foz do córrego do Pavão.

10 — Com o Município de Piraju
Começa na foz do córrego do Pavão, no rio Taquari, pelo qual desce até sua foz no rio Paranapanema, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE ITAJOBI
(Criado em 1918)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Urupês
Começa no córrego Palmeiras, na foz da água do Lázaro Lopes; sobe por aquele córrego e pelo córrego Barro Preto, até sua cabeceira nororiental, no espigão Cervo Grande 
Cubatão; alcança na contravertente a cabeceira mais meridional do córrego do Boi, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Cubatão.

2 — Com o Município de Catanduva
Começa no ribeirão Cubatão, na foz do córrego do Boi sobe pelo ribeirão Cubatão até a foz do córrego Vintém.

3 — Com o Município de Pindorama
Começa no ribeirão Cubatão, na foz do córrego Vintém; sobe por este até sua cabeceira no espigão entre o ribeirão Cubatão, à esquerda, e os ribeirões Três Pontes, Palmeiras e Porcos, à direita; segue por este espigão até a cabeceira sudocidental do córrego Barre Preto, pelo qual desce ate sua foz no córrego do Sapê; desce por este até sua confluência com o córrego das Tábuas.

4 — Com o Município de Santa Adélia
Começa na confluência dos córregos do Sapé e das Tábuas; desce pelo ribeirão da Brabeza e ribeirão Água Limpa até a foz do córrego da Divisa.

5 — Com o Município de Itápolis
Começa no ribeirão Água Limpa, na foz do córrego da Divisa; sobe por este até sua cabeceira; daí, vai, em reta, à cabeceira do córrego da Limeira; desce por este até o córrego Formiga, pelo qual sobe até a foz do córrego Barreiro; sobe por este até sua cabeceira ocidental e continua pelo espigão entre o ribeirão dos Porcos, à esquerda, e ribeirão Palmeiras, à direita, até a cabeceira mais setentrional do córrego da Queimada.

6 — Com o Município de Borborema
Começa na cabeceira mais setentrional do córrego da Queimada, no espigão ribeirão dos Porcos e ribeirão Fugido; segue pelo espigão em demanda da cabeceira do córrego dos Macacos, pelo qual desce ate o ribeirão Fugido; desce por este até a foz do córrego D. Mariana; sobe por este córrego até sua cabeceira no divisor Fugido-Fugidinho; segue por este divisor até o pião divisor entre os córregos Fugidinho, Inferninho e ribeirão Fugido.

7 — Com o Município de Novo Horizonte
Começa no pião divisor entre os córregos Inferninho, Fugidinho e ribeirão Fugido; segue pelo divisor entre as águas do ribeirão Fugido, à direita, e as dos córregos Inferninho e Grande, à esquerda, até o divisor Grande 
Três Pontes; segue por este divisor em demanda da foz do córrego Capão Grosso no ribeirão Três Pontes; sobe pelo córrego Capão Grosso até a foz do córrego Da. Joana, pelo qual sobe até sua cabeceira no contraforte entre as águas do córrego Capão Grosso e o córrego Barro Preto; segue por este contraforte até cruzar com o divisor Barro Preto  Mentecaptos; continua por este divisor até a cabeceira sudoriental do córrego Firmiano Marques, pelo qual desce até sua foz no córrego Mentecaptos; daí, vai, em reta, à foz do córrego Palmeiras no ribeirão Cervo Grande; sobe pelo córrego Palmeiras até a foz da água de Lázaro Lopes, onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais

1 — Entre os Distritos de Itajobi e Marapoama Começa no ribeirão Cervo Grande, na foz do córrego Palmeiras; sobe por aquele até c córrego da Aroeira, pelo qual sobe até a foz do córrego Varginha; sobe ainda por este até sua cabeceira; continua pelo contraforte entre o córrego do Monjolinho, à direita, e os córregos Baixadão ou Sapo e da Lagoa à esquerda, até o espigão Tietê-Cubatão; segue por este espigão até a cabeceira do córrego São Pedro, pelo qual desce até sua foz no córrego São José; desce por este até sua foz no ribeirão Cubatão.


MUNICÍPIO DE ITAJU
(Criado em 1954)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Iacanga
Começa no rio Tietê, na foz do córrego Santa Clara; desce pelo rio Tietê até a foz do rio Jacaré-Pepira.

2 — Com o Município de Ibitinga
Começa no rio Tietê, na foz do rio Jacaré-Pepira, pelo qual sobe até a foz do córrego Perdizes.

3 — Com o Município de Bariri
Começa no rio Jacaré-Pepira, na foz do córrego Perdizes, segue pelo contraforte fronteiro, que deixa, à esquerda, as águas do córrego Santo Antônio até cruzar com o divisor entre as águas dos córregos Barra Mansa, Boa Vista de Baixo e ribeirão Boa Vista de Cima, à direita, e as do ribeirão Viuval, à esquerda; segue por este divisor em demanda da cabeceira do galho mais oriental do ribeirão Boa Vista de Cima, pelo qual desce até sua foz no rio Tietê.

4  —  Com  o  Município  de  Arealva
Começa no rio Tietê, na foz do ribeirão Boa Vista de Cima; desce pelo rio Tietê até a foz do córrego Santa Clara, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE ITANHAEM
(Criado em 1561)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Pedro de Toledo
Começa no divisor entre os rios São Lourencinho e Preto, na cabeceira do ribeirão Itariru-Mirim; segue pelo divisor São Lourencinho
Preto até cruzar com o espigão entre o rio Juquiá, ao Norte, e os rios São Lourencinho e Preto, ao Sul.

2 — Com o Município de Juquitiba
Começa no divisor entre as águas dos rios São Lourencinho e Preto, onde este cruza com o espigão entre as águas do rio Juquiá, ao Norte, e os rios São Lourencinho e Preto, ao Sul; segue pelo espigão entre as águas dos rios Preto e Mambuu, ao Sul, e Juquiá e Embu-Guaçu, ao Norte até cruzar com o contraforte que morre na foz do córrego do Campo, no rio Embu-Guaçu.

3 — Com o Município de São Paulo
Começa na serra do Paranapiacaba, no cruzamento com o contraforte que termina na foz do córrego do Campo, no rio Embu-Guaçu; continua pela serra até o contraforte que termina no rio Capivari, na foz do rio Branco da Conceição; segue por este contraforte até a citada foz.

4 — Com o Município de São Vicente.
Começa no rio Capivari, na foz do rio Branco da Conceição; segue pelo contraforte fronteiro até a serra do Guapevuru.

5 — Com o Município de Mongaguá
Começa na serra do Guapevuru, que é divisor entre as águas dos rios Branco da Conceição e Aguapeú, no ponto de cruzamento com o contraforte que finda na foz do rio Capivari no rio Branco da Conceição; segue por esta serra até a cabeceira do córrego da Moenda, pelo qual desce até sua foz no rio Aguapeú; desce por este rio até a foz do rio Cambuituba, pelo qual sobe até a confluência dos dois principais formadores; daí, vai, em reta de direção Sudeste até o Oceano Atlântico.

6 — Com o Município de Peruíbe
Começa no Oceano Atlântico, no ponto onde é cortado pelo prolongamento do eixo da Avenida Santa Cruz, do loteamento da Estância São José, do Círculo Operário Ipiranga de São Paulo; segue por este prolongamento até a avenida Santa Cruz, continua pelo eixo da avenida Santa Cruz e por seu prolongamento até encontrar o rio Crasto, pelo qual desce até a sua foz no rio Preto; desce por este rio até a foz do córrego Itariru-Mirim, pelo qual sobe até sua cabeceira no divisor entre as águas dos rios Preto e São Lourencinho.

Ilhas

Fazem parte integrante do município as ilhas do Givura, da Ponta tia Aldeia ou Pedra, Meia Praia, Queimada Pequena e Queimada Grande, que pertencem ao distrito de paz da sede do município


MUNICÍPIO DE ITAPECERICA DA SERRA
(Criado em 1877)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Ibiúna
Começa na foz da água de Amaro Roque, no rio Laranjeiras; sobe por este até sua cabeceira mais oriental, já na serra de Itatuba.

2 — Com o Município de Cotia
Começa na serra de Itatuba, na cabeceira mais oriental do rio Laranjeiras; segue pelo espigão entre as águas dos rios Capivari e Cotia, à esquerda, e as do rio Laranjeiras, à direita; passa pela serra do Chiqueiro, até encontrar com o divisor que deixa, à esquerda, as águas do rio Cotia, e à direita, as do rio Embu-Mirim, em demanda da cabeceira mais meridional do ribeirão Mato Dentro, pelo qual desce até sua foz no ribeirão da Ressaca e por este, ainda até a foz do córrego dos Britos.

3 — Com o Município de  Embu
Começa no ribeirão da Ressaca, na foz do córrego dos Britos; desce pelo córrego da Ressaca até a foz do córrego Ressaquinha da margem direita; segue pelo contraforte da margem  direita do córrego Ressaquinha até o divisor Ressaca 
Ponte Alta; prossegue por este divisor em demanda da foz do córrego do Sitio do Palhaço, no ribeirão Ponte Alta; sobe por este córrego até sua cabeceira no divisor Ponte Alta Embu-Mirim; alcança, na contravertente a cabeceira  do córrego da Tapera do Américo, pelo qual desce até sua foz no rio Embu-Mirim; sobe por este rio até a foz do córrego Valo Velho; sobe por este córrego até sua cabeceira, no espigão entre as águas do ribeirão Pirajuçara e as do rio Embu-Mirim; prossegue por este espigão até a cabeceira mais meridional do ribeirão Pirajuçara.

4 — Com o Município de São Paulo
Começa na cabeceira mais meridional do ribeirão Pirajuçara na espigão entre as águas do ribeirão Pirajuçara e as do rio Embu-Mirim; segue por este espigão até a cabeceira mais ocidental do córrego Jaraú; desce por este até o rio Embu-Mirim; segue pelo contraforte fronteiro que deixa, à direita, as águas do ribeirão Taquaxiara, até cruzar com o divisor Embu-Mirim 
Jaceguava; prossegue por este divisor em demanda da foz do córrego Jaceguava, na represa do Guarapiranga e, pelo eixo desta, vai à foz do ribeirão Itararé.

5 — Com o Município de Embu-Guaçu
Começa na represa do Guarapiranga, na foz do ribeirão Itararé, pela qual sobe até sua cabeceira mais meridional no espigão que deixa, à direita, as águas do ribeirão Taquaxiara; segue por este divisor até cruzar com o espigão Taquaxiara 
São Lourenço; prossegue pelo espigão entre as águas do ribeirão São Lourenço, à direita, e as do ribeirão das Lavras, ã esquerda, até a cabeceira norocidental do córrego da Baeta, pelo qual desce até sua foz no ribeirão das Lavras; sobe por este até a foz do ribeirão Santa Rita; continua pelo contraforte entre estas duas águas, até cruzar com o espigão Santa Rita  Juquiá.

6 — Com o Município de Juquitiba
Começa no espigão Santa Rita 
Juquiá, no ponto de cruzamento com o divisor Santa Rita  Lavras; segue pelo espigão até a cabeceira do ribeirão da Vargínha, pelo qual desce até a sua foz no rio São Lourenço; desce por este rio até a foz do ribeirão dos Fischers, pelo qual sobe até sua cabeceira na serra de São Lourenço; alcança na contravertente a cabeceira da água de Amaro Roque, pela qual desce até sua foz no rio Laranjeiras, onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais

1 — Entre os Distritos de Itapecerica da Serra e São Lourenço da Serra.
Começa no espigão entre as águas do ribeirão das Lavras e as do rio São Lourenço, na cabeceira sudoriental do rio São Lourenço, junto ao divisor São Lourenço
 Taquaxiara; desce pelo rio São Lourenço até a confluência com seu galho norocidental; sobe por este galho até sua cabeceira, segue pelo contraforte São Lourenço  Chiqueiro até cruzar com a serra da Taquaxiara, que é o divisor entre as águas do rio São Lourenço, à esquerda, e as do rio Embu-Mirim à direita; segue pela serra da Taquaxiara até entroncar com a serra do Chiqueiro.


MUNICÍPIO DE ITAPETININGA
(Criado em 1770)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município  de Angatuba
Começa no rio Paranapanema, na foz do ribeirão da Pescaria; sobe por este ribeirão até a foz do córrego Mata do Pereira ou do Veado Pardo, pelo qual sobe até sua cabeceira; continua pelo espigão Paranapanema-Itapetininga, até cruzar com o contraforte entre os córregos do Pinhalzinho e Japãozinho, à direita, e córrego do Monjolinho, à esquerda; prossegue por este contraforte até a cabeceira do córrego do Japão pelo qual desce até sua foz no rio Itapetininga; sobe pelo rio Itapetininga até a foz do ribeirão da Corrupção, pelo qual sobe até a foz do córrego Vassoural.

2 — Com o Município de Guareí
Começa na foz do córrego Vassourai, no ribeirão da Corrupção e daí vai, em reta à foz do córrego de Antônio Furtado, no ribeirão dos Macacos; sobe por este até sua cabeceira mais oriental e continua pelo espigão entre os rios Guareí e Itapetininga, até a cabeceira mais meridional do rio Tatuí, pelo qual desce até a foz do ribeirão das Araras.

3 — Com o Município de Tatuí
Começa no rio Tatuí, na foz do ribeirão das Araras, desce por aquêle até a foz do ribeirão Juru-Mirim; continua pelo contraforte fronteiro entre as águas do córrego Juru-Mirim, à direita, e as do córrego Água Branca, à esquerda até o divisor que deixa, à direita as águas do rio Alambari, e, à esquerda, as do rio Tatuí, ribeirão Água Branca e córrego Congonhal; segue por este divisor passando pelos morros dos Silvanos e Alto da Quadra, em demanda da foz do rio Alambari, no rio Sarapuí.

4 — Com o Município de Capela do Alto
Começa na foz do rio Alambari, no rio Sarapuí; sobe por este até a foz do córrego da Passagem ou Restinga.

5 — Com o Município de Araçoiaba da  Serra
Começa na foz do córrego da Passagem ou Restinga no rio Sarapuí pelo qual sobe até a foz do córrego da Divisa ou Dúvida.

6 — Com o Município de Sarapuí
Começa no rio Sarapuí, na foz do córrego da Divisa ou Dúvida; sobe por este até a sua cabeceira mais ocidental; transpõe o espigão-mestre Sarapuí-Itapetininga, até a cabeceira mais oriental do córrego Várzea; desce por este até o rio Itapetininga, pelo qual sobe até a foz do ribeirão da Campininha.

7 — Com o Município de Pilar do Sul
Começa no rio Itapetininga, na foz do ribeirão da Campininha, pelo qual sobe até a confluência do córrego do Soares com o córrego Água do Pulador ou Bastião, formadores do ribeirão da Campininha.

8 — Com o Município de São Miguel Arcanjo
Começa na confluência dos córregos dos Soares e Água do Pulador ou Bastião, formadores do ribeirão da Campininha; sobe pelo córrego do Soares, até a foz do córrego da Divisa, pelo qual sobe até sua cabeceira; segue pelo espigão fronteiro que deixa à direita o córrego do Faxinal, em demanda da cabeceira mais oriental do braço da esquerda do córrego Santa Cruz dos Motas, pelo qual desce até sua foz no córrego Santa Cruz, e por este, ainda, até sua foz no ribeirão Laranja Azeda; segue pelo contraforte fronteiro até o divisor Laranja Azeda
Açude; continua por este divisor em demanda da foz do córrego Lagoão, no ribeirão do Açude; segue pelo contraforte fronteiro até o divisor Lagoão-Mandioca; prossegue por este divisor até o divisor Mandioca-Faxinal; continua por este divisor em demanda da foz do córrego dos Almeidas, no ribeirão Grande ou Faxinal; sobe pelo córrego dos Almeidas, até sua cabeceira; vai daí, pelo divisor entre o ribeirão das Antas, à esquerda, e o rio Capivarí, à direita, até a cabeceira do galho oriental do córrego da Cachaça, pelo qual desce até sua foz no rio Turvo.

9 — Com o Município de Capão Bonito
Começa no rio Turvo, na foz do córrego da Cachaça, desce por aquele até o rio Paranapanema, e por este até a foz do ribeirão Lajeado de Santa Isabel.

10 — Com o Município de Buri
Começa no rio Paranapanema, na foz do ribeirão Lajeado de Santa Isabel; desce por aquele até a foz do ribeirão da Pescaria, onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais

1 — Entre os Distritos de Alambari e Itapetininga
Começa na cabeceira mais oriental do córrego da Várzea; segue pelo espigão que deixa, à esquerda, as águas do rio Itapetininga, e, à direita, as do rio Alambari até o contraforte Estiva-Alambari; prossegue por este contraforte em demanda da confluência dos dois maiores galhos finais do rio Alambari; sobe pelo galho mais ao Norte até sua cabeceira; segue pelo espigão que deixa, à direita, as águas do rio Alambari e, à esquerda as do ribeirão Ponte Alta, até cruzar com o espigão Alambari-Tatuí.

2 — Entre os Distritos de Alambari e Morro do Alto
Começa no espigão que deixa, à direita, as águas do rio Alambari e à esquerda, as do ribeirão da Ponte Alta, no ponto de cruzamento com o espigão Alambari-Tatuí, na cabeceira do córrego da fazenda Monte Alto; desce por este até sua foz no córrego do Delfino, pelo qual desce até sua foz no rio Alambari, e por este, ainda, até sua foz no rio Sarapuí.

3 — Entre os Distritos de Gramadinho e Itapetininga
Começa nu ribeirão da Pescaria, na foz do córrego Mata do Pereira ou do Veado Pardo; sobe pelo ribeirão da Pescaria até a cabeceira de seu galho nororiental no espigão Paranapanema-Capivari; alcança, na contravertente, a cabeceira mais ocidental do córrego do Areão, pelo qual desce ate sua foz no rio Capivari; sobe por este até a foz do córrego do Campo do Meio; continua pelo contraforte entre esses dois cursos e pelo espigão que deixa, à direita, as águas do rio Capivari e, à esquerda as do rio Itapetininga e ribeirão Faxinal, até cruzar com o contraforte da margem esquerda do córrego dos Almeidas; segue por este contraforte até a foz do córrego dos Almeidas, no ribeirão Faxinal.

4 — Entre os Distritos de Itapetininga e Morro do Alto.
Começa no rio Tatuí, na foz do córrego do Capão Alto ou Miguel Fonseca; sobe por este e pelo seu galho da direita, até sua cabeceira que fica a cerca de 1,5 km a Leste da sede da fazenda Bela Vista; continua pelo espigão que deixa, à esquerda, as águas do rio Tatuí, e, à direita, as do ribeirão Ponte Alta até cruzar com o espigão Tatuí-Alambari, na cabeceira do córrego da fazenda Monte Alto, afluente do córrego do Delfino.


MUNICÍPIO DE ITAPEVA
(Criado em  1769)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Itaberá
Começa na foz do ribeirão Jatibuca, no rio Verde; segue pelo contraforte da margem direita do ribeirão Jatibuca até cruzar com o contraforte entre o rio Pirituba, à direita, e o córrego Piritubinha, à esquerda; continua por este contraforte em demanda da foz do córrego Piritubinha, no rio Pirituba; desce por este até sua foz no rio Taquarí; sobe por este até a foz do ribeirão Timbuva, sobe por este e pelo córrego Sarandí, até sua cabeceira mais ocidental, do galho da esquerda; alcança a cabeceira do afluente mais meridional do ribeirão do Caçador, que fica na contravertente e desce por este até a foz do córrego da Campina; sobe por este até sua cabeceira; segue em demanda da cabeceira do córrego da Divisa, pelo qual desce até o ribeirão do Laranjal.

2 — Com o Município de Itaí
Começa no ribeirão ao Laranjal, na foz do córrego da Divisa; sobe por aquele até sua cabeceira mais oriental; Continua pelo contraforte que deixa, à direita, as águas do córrego da Olaria e, à esquerda, as do ribeirão dos Carrapatos até a junção destes dois cursos; sobe pelo ribeirão dos Carrapatos até a foz do galho da margem direita que contraverte com a cabeceira meridional do córrego Boi Pintado.

3 — Com o Município de Paranapanema
Começa no ribeirão dos Carrapatos, rã junção do galho que contraverte com a cabeceira meridional do córrego Boi Pintado, com o galho que vem da fazenda Sumidouro; sobe por este galho até a cabeceira mais oriental do córrego da Fazenda Sumidouro, no espigão Carrapatos-Indaíatuba; segue pelo espigão entre as águas do no Indaíatuba, à esquerda, e as ao ribeirão dos Carrapatos, à direita, até o contraforte da margem esquerda do ribeirão Indaíatuba; segue por este contraforte até a foz do córrego Barreirão, no ribeirão Indaíatuba.

4 — Com o Município de Buri
Começa no ribeirão Indaíatuba, da foz do córrego Barreirão. pelo qual sobe até sua cabeceira; alcança, na contravertente, a cabeceira do córrego Jacu, pelo qual desce até sua foz, no ribeirão Morro Cavado; sobe por este até a foz do córrego dos Ribeiros e por este até sua cabeceira; alcança na contravertente a cabeceira do córrego do Tijuco Preto pelo qual desce até o ribeirão Enxovia; sobe por este até o córrego Roseira, pelo qual sobe até sua cabeceira mais oriental; segue pelo espigão Apiaí-Guaçu 
Enxovia, até a cabeceira do córrego do Rincão Comprido; desce por este até o rio Apiaí-Guaçu; sobe por este até a foz do córrego do Pirizal, pelo qual sobe até sua cabeceira mais oriental; prossegue pelo divisor, contornando as cabeceiras do córrego Lajeado, em demanda da ponte de Basílio Nunes, hoje de Marcolino Nunes, sobre o rio Apiaí-Mirim.

5 — Com o Município de Capão Bonito
Começa na ponte de Basílio Nunes, hoje de Marcolino Nunes, sobre o rio Apiaí-Mirim; sobe pelo rio Apiaí-Mirim ité a foz do córrego da Invernada.

6 — Com o Município de Guapiara
Começa no rio Apiaí-Mirim, na foz do córrego da Invernada, pelo qual sobe até sua cabeceira mais meridional, ao espigão entre as águas dos rios São José de Guapiara e Apiaí-Guaçu; segue por este espigão até cruzar com o divisor entre o rio Apiaí-Guaçu e o ribeirão dos Pintos.

7 — Com o Município de Ribeirão Branco
Começa no espigão entre os rios São José do Guapiara e Apiaí-Guaçu, no ponto de cruzamento com o divisor entre o rio Apiaí-Guaçu e o ribeirão dos pintos; alcança a cabeceira do ribeirão do Macuco, pelo qual desce até o rio Apiaí-Guaçu; continua pelo contraforte fronteiro da margem esquerda do córrego dos Pedreiros até o contraforte da margem direita do córrego dos Prestes; segue por este contraforte até o divisor Apiaí-Guaçu 
Fundão; continua por este divisor até o contraforte que deixa, á direita o ribeirão Vermelho; prossegue por este contraforte em demanda da foz do córrego Frias, no ribeirão Fundo; sobe pelo córrego Frias até sua cabeceira no divisor entre as águas do ribeirão Fundo, à esquerda, e as do rio Taquari-Mirim, a direita; segue por este divisor até o contraforte da margem direita do córrego dos Boavas; prossegue por este contraforte em demanda da foz do córrego Braganceiros no rio Taquari-Mirim; continua pelo contraforte da margem direita ao córrego Braganceiros até entroncar com o divisor Taquari-Mirim  Taquari-Guaçu; prossegue por este divisor até a cabeceira do córrego Municipal, pelo qual desce até sua foz no rio Taquari-Guaçu; continua pelo contraforte fronteiro até o divisor entre as águas do ribeirão do Guedes, à direita, e as do rio Taquari-Guaçu e rio Preto, á esquerda, continua por este divisor até cruzar com o divisor Taquari-Guaçu e Pirituba.

8 — Com o Município de Apiaí
Começa no divisor entre as águas dos rios Taquari-Guaçú e Pirituba, no ponto de cruzamento com o divisor entre as águas do ribeirão do Guedes, de um lado, e rio Preto e rio Taquarí-Guaçú, do outro lado; segue pelo primeiro divisor em demanda da foz da água do Palmito Mole, no rio Pirituba.

9 — Com o Município de Itararé
Começa no rio Pirituba, na foz da água do Palmito Mole, sobe pela água do Palmito Mole, até sua cabeceira defronte a um valo e a uma garganta segue pelo valo e pela referida garganta, até alcançar a cabeceira do ribeirão Jatibuca, pelo qual desc, até sua foz no rio Verde, onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais

1 — Entre os Distritos de Campina do Veado e Itapeva
Começa no ribeirão Jatibuca, na foz do córrego da Fazenda Capão Alto; vai, daí, em reta de rumo Leste até o divisor Jatibuca-Pirituba; caminha por este divisor em demanda da foz do córrego L.ndeiro, no rio Pirituba; sobe pelo córrego Lindeiro até uma cabeceira no divisor Pirituba
Taquarí Guaçu; prossegue por este divisor e pelo divisor entre os ribeirões Itanguá-Mirim Taquari-Guaçu, até o ponte onde é cortado pela reta de rumo Oeste, que vem da foz do córrego Distrital, no rio Taquari-Mirim; segue por esta reta até a foz mendonada; sobe pelo córrego Distrital até sua cabeceira; segue pelo divisor Taquari-Mirim  Fundo ate a cabeceira do córrego Frias.

2 — Entre os Distritos de Guarizinho e Itapeva
Começa no ribeirão da Enxovia, na foz do córrego da Roseira; sobe por aquele até sua cabeceira, no espigão-mestre Apiaí-Taquari e por este espigão-mestre caminha em demanda da cabeceira mais oriental do ribeirão Timbuva. pelo qual desce até a foz do ribeirão Sarandi.

3 — Entre os Distritos de Itapeva e Taquarivaí
Começa na cabeceira mais oriental do córrego da Roseira; daí, segue pelo espigão entre os ribeirões Enxovia, Leme, do Cunha ou Ponte Alta, à direita, e o rio Apiaí-Guaçu, à esquerda, até a cabeceira norocidental do córrego do Queiroz, pelo qual desce até sua foz no rio Apiaí-Guaçu; sobe por este rio até a foz do ribeirão dos Pintos, pelo qual sobe até a foz do córrego da Divisa; sobe pelo córrego da Divisa ate sua cabeceira; continua pelo divisor Apiaí-Guaçu 
Apiaí-Mirim até cruzar com o contraforte da margem esquerda do córrego da Areia; segue por este contraforte em demanda da foz do córrego da Areia, no rio Apiaí-Mirim.


MUNICÍPIO DE ITAPEVI
(Criado em 1958)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de São Roque
Começa na confluência dos galhos oriental e setentrional do ribeirão da Vargem Grande; sobe pelo galho setentrional até sua cabeceira mais setentrional; prossegue pela crista da serra de São João ou Taxaquara, até encontrar com o espigão da margem direita do córrego da Viúva Maria Coelho; segue por este espigão até a foz do referido córrego no ribeirão São João ou Barueri; desce por este ribeirão até a foz do córrego do Sabiá; sobe por este até sua cabeceira no espigão São João ou Barueri 
Cavetá.

2 — Com o Município de Santana do Parnaíba
Começa no espigão São João ou Barueri
Cavetá, na cabeceira do córrego do Sabiá; segue pelo espigão que deixa, à direita, as águas do ribeirão São João ou Barueri, e à esquerda, as cabeceiras do ribeirão Cavetá, até entroncar com o contraforte que separa as águas do ribeirão Itaqui e ribeirão Gupê, na serra do Itaqui.

3 — Com o Município de Barueri
Começa no espigão que deixa, à direita, as águas do ribeirão São João ou Barueri, e à esquerda, as do ribeirão Cavetá, no entroncamento com o contraforte que separa as águas dos ribeirões Itaqui e Gupê, na serra do Itaqui, segue por este contraforte até onde é cortado pela reta de rumo Norte, que vem da confluência dos dois formadores do ribeirão Itaqui.

4 — Com o Município de Jandira
Começa no contraforte entre os ribeirões Itaqui e Gupê, no ponto onde é cortado pela reta de rumo Norte, que vem da confluência dos dois formadores do ribeirão Itaqui; segue por essa reta até a referida confluência; prossegue pelo contraforte fronteiro até o divisor Itaqui
São João ou Barueri; continua por este divisor em demanda da foz do córrego Barueri-Mirim, no ribeirão São João ou Barueri; sobe pelo córrego Barueri-Mirim até sua cabeceira no pião divisor entre o córrego Barueri-Mirim, ribeirão Itapevi e rio Cotia.

5 — Com o Município de Cotia
Começa no pião divisor entre o córrego Barueri-Mirim, ribeirão Itapevi e rio Cotia, na cabeceira do córrego Barueri-Mirim; daí segue, pelo contraforte entre o córrego Barueri-Mirim, à direita, e ribeirão Itapevi; à esquerda, até o contraforte da margem esquerda da primeira água da margem direita, a montante da foz do córrego da Estiva; segue por esse contraforte até a foz da referida água; desce pelo ribeirão Itapevi até a foz do córrego da Estiva, pelo qual sobe até sua cabeceira norocidental; daí, segue pelo divisor entre as águas do ribeirão do Sapiatá, à direita, e as do ribeirão Itapevi à esquerda, até cruzar com o espigão entre o ribeirão Sapiatá, de um lado, e o rio Cotia e ribeirão da Vargem Grande, do outro lado; prossegue, por este espigão em demanda da confluência dos galhos oriental e setentrional do ribeirão da Vargem Grande, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE ITAPIRA
(Criado em 1858)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Moji-Guaçu
Começa no rio Moji-Guaçu, na foz do córrego da Fazenda Velha; sobe por aquele até a foz do ribeirão dos Porcos

2 — Com o Município de Pinhal
Começa no rio Moji-Guaçu, na foz do ribeirão dos Porcos; sobe por aquele até a foz do rio Eleutério, pelo qual sobe até a foz do ribeirão Cavour.

3 — Com o Estado de Minas Gerais
Começa no rio Eleutério, na foz do ribeirão Cavour; segue pela divisa com o Estado de Minas Gerais até o ponto onde a serra dos Coutos cruza com o divisor que deixa, à direita, as águas do ribeirão dos Coutos, e, à esquerda, as do ribeirão Águas Quentes.
 
4 — Com o Município de Águas de Lindóia
Começa na serra dos Coutos, onde esta cruza com o divisor que deixa à direita, as águas do ribeirão do mesmo nome, e, à esquerda, as do ribeirão Águas Quentes; segue por este divisor até cruzar com o contraforte da margem direita do córrego de Irineu Suman.

5 — Com o Município de Lindóia
Começa no divisor entre os ribeirões dos Coutos e Águas Quentes, no ponto de cruzamento com o contraforte da margem direita do córrego de Irineu Suman; segue pelo divisor Coutos
Águas Quentes em demanda da foz do ribeirão dos Coutos no rio do Peixe; segue pelo contraforte fronteiro e pela cumiada da serra das Águas Claras, até onde esta entronca com o espigão que deixa à direita, as águas do córrego de J. Machado ou da Fazenda Boa Esperança, e, à esquerda, as do ribeirão Tabaranas.

6 — Com o Município de Serra Negra
Começa na serra das Águas Claras, no cruzamento com o contraforte que deixa, à esquerda, as águas do córrego de J. Machado, ou da Fazenda Boa Esperança, e, à direita, as do ribeirão Tabaranas; segue pela serra até cruzar com o divisor da margem direita do ribeirão Serra Negra; continua por este divisor até a junção dos ribeirões Serra Negra e Morro Agudo, formadores do ribeirão da Penha.

7 — Com o Município de Amparo
Começa na junção dos ribeirões Serra Negra e Morro Agudo, formadores do ribeirão da Penha; prossegue pelo contraforte fronteiro que deixa, à esquerda, as águas do ribeirão Morro Agudo até cruzar com o espigão Peixe-Camanducaia; caminha pelo espigão até cruzar com o contraforte entre as águas dos córregos da Fazenda Sesmaria e Fazenda Santa Cruz.

8  — Com o Município de Santo Antônio de Posse
Começa no espigão Peixe-Camanducaia. no ponto de cruzamento com o contraforte entre as águas dos córregos da Fazenda Sesmaria e Fazenda Santa Cruz; segue pelo espigão até cruzar com o pião divisor entre as águas dos ribeirões Ressaca e Lambedor e rios Moji-Mirim e Peixe.

9 — Com o Município de Moji-Mirim
Começa no pião divisor entre os rios Moji-Mirim e Peixe e ribeirões Ressaca e Lambedor; segue pelo espigão que separa, à esquerda, as águas do rio Moji-Mirim e, à direita, as do rio do Peixe, em demanda da foz do córrego da Fazenda Calunga, no açude; desce por este até sua foz no rio Mogi-Mirim; desce por este rio até a foz do córrego do Gola; vai, daí, em reta, à foz do córrego do Lanhoso, no córrego Santana; prossegue pelo contraforte fronteiro até o alto do morro do Gravi, atravessando-lhe a cumiada pela sua ponta setentrional; contorna as águas do córrego dos Gonçalves e atinge a cabeceira mais meridional do córrego da Fazenda Velha, pelo qual desce até o rio Moji-Guaçu; onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais

1 — Entre os Distritos de Barão Ataliba Nogueira e Eleutério
Começa no pião divisor entre os rios Moji-Guaçu, do Peixe e Eleutério ou das Pedras, na cabeceira mais oriental do córrego que passa nas fazendas do Cedro e do Salto, segue pelo divisor entre os rios do Peixe e Eleutério ou das Pedras, até o contraforte da margem esquerda do córrego que vem da Fazenda do Barreiro; continua por este contraforte até a foz do citado córrego, no rio Eleutério ou das Pedras.

2 — Entre os Distritos de Barão Ataliba  Nogueira e Itapira
Começa no pião divisor entre os rios Moji-Guaçu, do Peixe e Eleutério ou  das Pedras, na cabeceira mais oriental do córrego que passa nas fazendas do Cedro e do Salto; segue pelo divisor entre os rios Moji-Guaçu e do Peixe até o contraforte da margem esquerda do córrego que tem sua foz próxima à Fazenda Rocha; segue por este contraforte até a cabeceira mais setentrional do braço mais oriental do citado córrego; desce por este córrego até sua  foz no rio do Peixe, pelo qual sobe até a foz do ribeirão do Varejão; continua pelo contraforte da margem esquerda do ribeirão do Varejão, até o divisor entre os rios Eleutério ou das Pedras e o do Peixe; segue por este divisor até a serra dos Coutos.

3 — Entre os Distritos de Eleutério e Itapira
Começa no rio Moji-Guaçu, na foz do córrego que passa nas fazendas do Cedro e do Salto; sobe por este córrego até sua cabeceira mais oriental, no pião divisor entre os rios Moji-Guaçu, do Peixe e Eleutério ou das Pedras.


MUNICÍPIO DE ITÁPOLIS
(Criado em 1891)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Borborema
Começa no rio São Lourenço, na foz do córrego Roseira, vai, daí pelo contraforte fronteiro até o divisor São Lourenço
Porcos; segue por este divisor em demanda da ponte do coronel Cristiano Franco sobre o ribeirão dos Porcos; sobe por este até a foz do córrego da Queimada; sobe por este até sua cabeceira mais setentrional.

2 — Com o Município de Itajobi
Começa na cabeceira mais setentrional do córrego da Queimada, no espigão que deixa, à direita, as águas do ribeirão dos Porcos, e, à esquerda, as do ribeirão Palmeiras; segue por este espigão até alcançar a cabeceira ocidental do córrego Barreiro; desce por este até o córrego Formiga e por este ainda, até a foz do córrego da Limeira, pelo qual sobe até sua cabeceira; daí, vai, em reta, à cabeceira do córrego da Divisa, pelo qual desce até o ribeirão Água Limpa.

3 — Com o Município de Santa Adélia
Começa no ribeirão Água Limpa, na foz do córrego da Divisa, desce por aquele até o ribeirão dos Porcos e sobe por este até a foz do córrego da Agulha.

4 — Com o Município de Fernando Prestes
Começa no ribeirão dos Porcos, na foz do córrego da Agulha; sobe por aquele até a foz do córrego do Tanque.

5 — Com o Município de Taquaritinga
Começa no ribeirão dos Porcos, na foz do córrego do Tanque; sobe por aquele até a foz do córrego São João; sobe por este até a foz do córrego dos Três Galhos, pelo qual sobe até sua cabeceira mais meridional no espigão São Lourenço
Porcos, pelo qual caminha até a cabeceira nororiental do córrego Seco; desce por este até a foz do córrego Agulha, pelo qual sobe até sua cabeceira sudoriental; ganha na contravertente a cabeceira do córrego Lourenço e por este desce até o rio São Lourenço, pelo qual sobe até a foz do córrego Barreiro ou Lagoa, que nasce na Fazenda Santa Teresa.

6 — Com o Município de Matão
Começa no no São Lourenço, na foz do córrego Barreiro ou Lagoa, que nasce na Fazenda Santa Teresa; sobe por este até sua cabeceira; daí, vai em reta, à cabeceira do córrego do Quadros e, daí por outra reta, à foz do córrego da Baixada, no ribeirão do Espírito Santo

7 — Com o Município de Tabatinga
Começa no ribeirão do Espírito Santo, na foz do córrego da Baixada; desce por aquele até a foz do córrego Caneleiras, pelo qual sobe até a foz do córrego da Fazenda Nossa Senhora Aparecida; sobe por este até sua cabeceira no espigão São Lourenço 
São João, e por este prossegue até a cabeceira do córrego Macaúba.

8 — Com o Município de Ibitinga
Começa no espigão São Lourenço
São João, na cabeceira do córrego Macaúba; segue pelo espigão até encontrar a cabeceira sudoriental do córrego Algodoal ou Cacimba, pelo qual desce até sua foz no córrego Matãozinho; desce por este até sua foz no rio São Lourenço, desce por este até a foz do córrego Roseira, onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais

1 — Entre os Distritos de Itápolis e Nova América Começa na cabeceira meridional do córrego da Anta, no espigão Porcos
São Lourenço; alcança na contravertente a cabeceira do córrego que deságua à margem esquerda do córrego São Pedro, primeiro abaixo da foz do córrego Caetê; desce por aquele córrego, até sua foz no córrego São Pedro, pelo qual desce até a foz do córrego Lambari; segue pelo contraforte fronteiro até o divisor São Pedro São Lourenço; continua por este divisor em demanda da foz do córrego Seco, no ribeirão São Lourenço, pelo qual sobe até a foz do córrego Lourenço.

2 — Entre os Distritos de Nova América e Tapinas
Começa no espigão Porcos
São Lourenço, na cabeceira meridional do córrego da Anta, pelo qual desce até sua foz no ribeirão dos Porcos.

3 — Entre os Distritos de Itápolis e Tapinas
Começa no ribeirão dos Porcos, na foz do ribeirão Água Limpa; segue pelo divisor entre as águas do ribeirão Água Limpa, à direita, e a do ribeirão dos Porcos, à esquerda, até o contraforte da margem direita do córrego Micheleti; segue por este contraforte até a foz do referido córrego no córrego Monjolinho; prossegue pelo contraforte fronteiro até o divisor que deixa, à direita, as águas do córrego São Francisco, à esquerda, as do córrego Monjolinho; segue por este divisor até o espigão que separa as águas dos córregos Monjolinho, Cachoeirinha e das Antas, à esquerda, e as do ribeirão da Onça e córrego São Pedro, à direita, até a cabeceira meridional do córrego da Anta.


MUNICÍPIO DE ITAPORANGA
(Criado em 1871)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Fartura
Começa no rio Verde, na foz do ribeirão da Aldeia ou Barra Grande, pelo qual sobe até a foz do ribeirão da Ariranha.

2 — Com o Município de Coronel Macedo
Começa na foz do ribeirão da Ariranha no ribeirão da Aldeia ou Barra Grande, pelo qual sobe até a foz da água da Guabiroba; sobe por esta água até a cabeceira do seu galho sudoriental; segue pelo divisor Aldeia ou Barra Grande
Lajeado até a cabeceira da água do Nogueira, pela qual desce até sua foz no ribeirão do Lajeado; desce por este até a foz do córrego da Serra, pelo qual sobe até sua cabeceira no divisor Lageado-Branco; alcança na contravertente a cabeceira da água de José Maia, pela qual desce até sua foz no ribeirão Branco; desce por este ribeirão até a foz da água José Lourenço, pela qual sobe até sua cabeceira no divisor Branco-Forquilha.

3 — Com o Município de Itaberá
Começa no divisor Branco-Forquilha, na cabeceira da água José Lourenço; prossegue por este divisor que deixa, à direita, as águas do ribeirão Branco e à esquerda, as do ribeirão da Forquilha, indo até a foz deste último, no rio Verde.

4 — Com o Município de Ribeirão Vermelho do Sul
Caneca na foz do ribeirão da Forquilha, no rio Verde; desce pelo rio Verde até a foz do ribeirão Passo da Anta; daí, vai, pelo contraforte da margem esquerda do ribeirão Passo da Anta até o divisor entre o rio Verde e o ribeirão Vermelho; prossegue por este divisor até a cabeceira do córrego Lindeiro; desce pelo córrego Lindeiro, até sua foz no ribeirão Vermelho; continua pelo contraforte fronteiro até encontrar com o divisor Vermelho-Itararé; segue por este divisor até cruzar com o contraforte que deixa, à esquerda, as águas do ribeirão Laranja Azeda; prossegue por este contraforte em demanda da foz do ribeirão Laranja Azeda, no rio Itararé.

5 — Com o Estado do Paraná
Começa no rio Itararé, na foz do ribeirão Laranja Azeda; segue pela divisa com o Estado do Paraná, até a foz do córrego Samambaial.

6 — Com o Município de Barão de Antonina,
Começa no rio Itararé, na foz do córrego Samambaial, pelo qual sobe até sua cabeceira nororiental; daí, vai em reta de rumo Leste até o rio Verde, pelo qual desce até a foz do ribeirão da Aldeia ou Barra Grande, onde início estas divisas.


MUNICÍPIO DE ITAPUÍ
(Criado em 1913)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Bariri
Começa no rio Tietê, na foz do rio Jaú, pelo qual sobe ate a foz do ribeirão da Prata.

2 — Com o Município de Jaú
Começa no rio Jaú na foz do ribeirão da Prata; sobe por aquele até a foz do córrego Arca de Noé; sobe por este até sua cabeceira mais ocidental; daí, vai, em reta, à cabeceira do córrego da Lagoa, pelo qual desce até sua foz no córrego Barra Mansa e por este até o rio Tietê.

3 — Com o Município de Pederneiras
Começa no rio Tietê, na foz do córrego Barra Mansa; desce por aquele até a foz do rio Bauru.

4 — Com o Município de Boracéia
Começa no rio Tietê, na foz do rio Bauru; desce pelo rio Tietê até a foz do rio Jaú, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE ITAPURA
(Criado em 1963)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Estado de Mato Grosso
Começa no rio Paraná na foz do rio Tietê; segue pela divisa com o Estado de Mato Grosso até a foz do córrego Água Suja.

2 — Com o Município de Pereira Barreto
Começa no rio Paraná na foz do córrego Água Suja, pelo qual sobe até a foz do córrego d'a Fazenda Boa Vista; sobe por este córrego até sua cabeceira no divisor Água Suja - Onça; daí, vai em reta de rumo Sul até encontrar o galho nororiental do córrego da Onça; desce por esse galho até sua confluência com o galho sudoriental; sobe por este galho até o ponto onde é cortado pela reta de rumo Norte que vem da cabeceira setentrional do córrego Três Irmãos; daí, segue pela referida reta até a citada cabeceira no divisor Onçà-Tietê; desce pelo córrego Três Irmãos até sua foz no rio Tietê.

3 — Com o Município de Andradina
Começa no rio Tietê na foz do córrego Três Irmãos; desce pelo rio Tietê até a foz do ribeirão Anhumas.

4 — Com o Município de Castilho
Começa no rio Tietê na foz do ribeirão Anhumas; desce pelo rio Tietê até sua foz no rio Paraná, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE ITAQUAQUECETUBA
(Criado em 1954)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Guarulhos
Começa no rio Tietê, na foz do córrego Pirati-Mirim; sobe por este até sua cabeceira, continua pelo divisor que deixa, à direita, as águas do rio Tietê, e, à esquerda, as do rio Baquirivu-Guaçu, até a cabeceira do córrego Taboão ou Ponte.

2 — Com o Município de Arujá
Começa na cabeceira do córrego do Taboão, no espigão que separa as águas do rio Tietê, ao Sul, e as do ribeirão Baquirivu-Guaçu, ao Norte; prossegue pelo divisor entre as águas dos rios Tietê e Peropava, à direita, e as do ribeirão Baquirivu-Guaçu, à esquerda, em demanda da cabeceira mais ocidental do córrego Perová, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Caputera; continua pelo contraforte fronteiro até o divisor Caputera-Una; segue por este divisor até o divisor Una-Taboãozinho; continua por este divisor em demanda da cabeceira mais ocidental do córrego J. Felix, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Taboãzinho, e por este abaixo até sua confluência com o ribeirão São Bento, formadores do rio Parateí.

3 — Com o Município de Moji das Cruzes
Começa no rio Parateí, na confluência dos ribeirões Taboãzinho e São Bento, seus formadores; sobe pelo ribeirão São Bento até a cabeceira do galho mais meridional; continua pelo divisor entre as águas do ribeirão do Mandí, à direita, e as do ribeirão Jaguari à esquerda, em demanda da ponte da estrada que liga Itaquaquecetuba ao bairro do Meio, sobre o ribeirão do Jaguari.

4 — Com o Município de Suzano
Começa na ponte da estrada que liga Itaquaquecetuba ao bairro do Meio sobre o ribeirão do Jaguari, pelo qual desce até sua foz no rio Tietê; sobe pelo rio Tietê até a foz do córrego da chácara Bela Vista.

5 — Com o Município de Poá
Começa no rio Tietê, na foz do córrego da chácara Bela Vista; sobe por este córrego até sua cabeceira setentrional, no divisor Tietê 
Três Pontes; daí, vai, em reta, à foz do córrego de A. Soares, no ribeirão Três Pontes.

6 — Com o Município de São Paulo
Começa no ribeirão Três Pontes, na foz do córrego de A. Soares; desce pelo ribeirão Três Pontes até sua foz no rio Tietê, pelo qual desce até a foz do córrego Pirati-Mirim, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE ITARARÉ
(Criado em 1893)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Ribeirão Vermelho do Sul
Começa no rio Itararé, na foz do ribeirão da Forquilha; sobe por este até a foz do ribeirão das Furnas, e por este acima até sua cabeceira mais próxima do córrego da Divisa, afluente da margem esquerda do ribeirão Vermelho; transpõe o espigão Vermelho-Forquilha, em demanda da cabeceira do córrego da Divisa, pelo qual desce até o ribeirão Vermelho, e, por este acima ate a foz do córrego Maria Barbosa ou água de Joaquim Cordeiro, pelo qual sobe até sua cabeceira no espigão Vermelho
-Verde; alcança, na contravertente a cabeceira do ribeirão do Caçador ou água da Fazenda Velha, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Pedra Branca.

2 — Com o Município de Itaberá
Começa no ribeirão Pedra Branca, na foz do ribeirão Caçador ou água da Fazenda Velha; desce por aquele até o rio Verde, e por este acima até a foz do ribeirão Jatibuca.

3 — Com o Município de Itapeva
Começa na foz do ribeirão Jatibuca, no rio Verde; sobe pelo ribeirão Jatibuca, até sua cabeceira, defronte a uma garganta, uma cerca e um vale; segue pelo vale até a cabeceira da água do Palmito Mole, pelo qual desce até o rio Pirituba.

4 — Com o Município de Apiaí
Começa no rio Pirituba, na foz da água do Palmito Mole; sobe por aquele até a foz do córrego Bom Sucesso; continua pelo contraforte entre o córrego Bom Sucesso, à direita, e o rio Pirituba, à esquerda, até cruzar com a serra do Paranapiacaba, que aí tem nomes locais de serra do Bom Sucesso, serra do Itapirapuã e por esta serra prossegue até a cabeceira do rio Itapirapuã, que contraverte com o ribeirão da Égua Morta.

5 — Com o Estado do Paraná
Começa na cabeceira do rio Itapirapuã, que contraverte com o ribeirão da Égua Morta, na serra de Itapirapuã; segue pela divisa com o Estado do Paraná, até a foz do ribeirão da Forquilha, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE ITARIRI
(Criado em 1948)


a) Divisas Municipais

1 —  Com o Município de  Pedro de Toledo
Começa no pião divisor entre as águas dos rios do Peixe, do Azeite e Cacunduva, na serra dos Itatins; segue pelo divisor entre as águas do rio do Peixe, à esquerda, e as do rio do Azeite, à direita, até o contraforte que finda no rio Itariri, na foz do córrego Laranja Azeda; segue por este contraforte ate a referida foz; sobe pelo córrego Laranja Azeda, até sua cabeceira mais setentrional, no divisor entre as águas do rio São Lourencinho, ao Norte, e as dos rios Guanhanhã e Preto, ao Sul; segue por este divisor até o seu cruzamento com o contraforte da margem direita do rio Guanhanhã, que finda na foz do ribeirão da Figueira.

2 — Com o Município de Peruíbe
Começa no espigão entre as águas do rio São Lourencinho, ao Norte, e as do rio Guanhanhã, ao Sul, no ponto de cruzamento com o contraforte da margem direita do rio Guanhanhã, que finda na foz do ribeirão da Figueira; segue por este contraforte até a citada foz; continua pelo contraforte da margem esquerda do ribeirão da Figueira; até o divisor Guanhanhã-Preto, no morro Alto; segue por este divisor até o morro do Guatiaia; segue pelo contraforte que separa as águas do córrego Vermelho, das do rio Preto, até o contraforte que finda no rio Branco, na foz do ribeirão do Quatinga; segue por este contraforte até a referida foz; sobe pelo ribeirão Quatinga e pelo ribeirão Serrinha até a sua cabeceira ocidental, no espigão entre as águas do rio Branco; à direita, e as do ribeirão Guaraú, à esquerda; caminha por este espigão ate entroncar com a serra dos Itatins, que é o espigão-mestre entre as águas do rio Una do Prelado e as do rio do Azeite, no pião divisor entre as águas dos rios Una do Prelado, do Azeite e Guaraú.

3 — Com o Município de Iguape
Começa na serra dos Itatins, no pião divisor entre as águas dos rios Una do Prelado, do Azeite e Guaraú; segue pela serra dos Itatins até o pião divisor entre os rios Peixe, Azeite e Cacunduva, onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais

1 — Entre os Distritos de Ana Dias e Itariri
Começa na serra de Peruíbe, na cabeceira do ribeirão do Cabuçú; segue pelo divisor das águas do ribeirão do Cabuçú e córrego da Paca e, a seguir, pelo divisor das águas do ribeirão Areadinho, à esquerda, e ribeirão Ana Dias e Salgado, à direita, até atingir o contraforte que separa os córregos afluentes do ribeirão Ubatuba, que ficam à direita e à esquerda do km 95 da Estrada de Ferro Sorocabana 
linha Santos-Juquiá; segue pelo contraforte fronteiro até atingir a cabeceira do ribeirão do Wright no divisor das águas dos rios Guanhanhã e Branco; segue por este divisor até frontear a cabeceira do córrego que tem a sua foz a montante da segunda cachoeira que fica a cerca de 2 km. à jusante do salto grande do rio Guainhanhã; desce por este córrego até sua foz no rio Guanhanhã; sobe por este rio, até a foz do seu primeiro afluente da margem direita; sobe por este até sua cabeceira no divisor das águas do rio São Lourenço, ao Norte, e rio Ganhanhã, ao Sul.


MUNICÍPIO DE ITATIBA
(Criado em 1857)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de  Valinhos
Começa no alto da serra dos Cocais, na cabeceira mais oriental do córrego do Reservatório; prossegue pela serra até cruzar o divisor que deixa, à direita, as águas que passam nas fazendas de Joaquim Franco, de Bento Pires de Almeida e as do córrego da Fazenda Joli; continua por este divisor em demanda da foz do córrego da Fazenda Espírito Santo do Morro Agudo, no rio Atibaia.

2 — Com o Município de Morungaba
Começa na foz do córrego da Fazenda Espírito Santo do Morro Agudo, no rio Atibaia; sobe por este até a foz do córrego da Fazenda Santa Bárbara; sobe por este até sua cabeceira mais oriental; continua pelo espigão entre as águas do rio Jaguari, ao Norte, e as do rio Atibaia, ao Sul, até a cabeceira do braço sudoriental do córrego que passa na fazenda de Manuel

3 — Com o Município de Bragança Paulista
Começa no espigão entre as águas do rio Atibaia, ao Sul, e as do rio Jaguari, ao Norte, na cabeceira do braço sudoriental do córrego que passa na fazenda de Manuel Ferraz; segue pelo espigão entre as águas do rio Atibaia, ao Sul, e as do rio Jaguari, ao Norte, em demanda da cabeceira mais setentrional do ribeirão da Fazenda Velha, pelo qual desce até o rio Atibaia.

4 — Com o Município de Jarinu
Começa no rio Atibaia, na foz do ribeirão da Fazenda Velha; desce por aquele até a foz do ribeirão do Morro Azul; continua pelo contraforte da margem direita deste ribeirão até o divisor que deixa, à direita, as águas do ribeirão do Morro Azul, e, à esquerda, as dos ribeirões do Pinhal e Campo Largo; caminha por este divisor até alcançar o espigão-mestre entre as águas do rio Atibaia, ao Norte, e as do Jundiaí ao Sul; prossegue por este espigão até cruzar com o contraforte da margem direita das águas do ribeirão Invernada ou Tanque.

5 — Com o Município de Jundiaí
Começa no espigão entre as águas do rio Atibaia, ao Norte, e as do rio Jundiaí, ao Sul. onde o espigão cruza com o contraforte da margem direita do ribeirão Invernada ou Tanque; segue por esse espigão até cruzar com o contraforte da margem esquerda do córrego Engenho Seco.

6 — Com o Município de Louveira
Começa no divisor entre as águas dos rios Capivari-Atibaia, no ponto de cruzamento com o contraforte da margem esquerda do córrego Engenho Seco; continua pelo referido divisor até a serra do Jardim, que é o divisor entre as águas do rio dos Pinheiros e as do rio Atibaia.

7 —  Com  o  Município  de  Vinhedo
Começa no divisor Capivari-Atibaia, no ponto de cruzamento com a serra do Jardim; segue por esta serra até a serra dos Cocais, pela qual caminha até a cabeceira mais oriental do córrego do Reservatório, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE ITATINGA
(Criado em 1896)

a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Botucatu
Começa no rio Pardo, na foz do ribeirão da Restinga; sobe por aquele até a foz do córrego das Pedrinhas; sobe por este até sua cabeceira meridional; vai em reta à foz do córrego da Divisa, no ribeirão das Pedras, e pelo ribeirão das Pedras acima, até a foz do ribeirão do Atalho; sobe por este até a foz do córrego do Retiro de Brasílio Machado.

2 — Com o Município de Pardinho
Começa na foz do córrego do Retiro de Brasílio Machado, no ribeirão do Atalho pelo qual sobe até sua cabeceira mais meridional, no espigão que separa as águas do ribeirão Lajeado das do rio do Atalho; continua por este espigão até o contraforte entre as águas do córrego da Fazenda Boa Vista, a Leste, e as da Fazenda da 5ª Secção, a Oeste; continua por este contraforte, em demanda da confluência destas duas águas, formadoras da água da Posse, pela qual desce até sua foz no rio Santo Inácio.

3 — Com o Município de Bofete
Começa no rio Santo Inácio, na foz do ribeirão da Posse; desce por aquele até a foz do córrego da Estiva, também conhecido como Potreiro do Lima.

4 — Com o Município de Angatuba
Começa no rio Santo Inácio, onde deságua o córrego da Estiva ou Potreiro do Lima, desce por aquele até a foz do rio Jacu.

5 — Com o Município de Paranapanema
Começa no rio Santo Inácio, na foz do rio Jacu; desce por aquele até sua foz no rio Paranapanema; desce por este até a foz do ribeirão Correntes.
 
6 — Com o Município de Avaré
Começa no rio Paranapanema, na foz do ribeirão Correntes; segue pelo contraforte fronteiro entre as águas deste último a Leste, até o divisor Correntes 
Pedra Preta; prossegue por este divisor até o espigão Paranapanema Bonito; segue por este espigão em demanda da cabeceira sudocidental do ribeirão Bonito e por este abaixo até o rio Novo; desce por este até a foz dá córrego de José Paixão; sobe por este até sua cabeceira; segue em reta à cabeceira do galho sudocidental do córrego da Fazenda Macedônia; desce por este até o córrego Tijuco Preto; continua por este até sua foz no ribeirão da Restinga, pelo qual desce até o rio Pardo, onde tiveram  início estas divisas

b) Divisas Interdistritais

1  — Entre os Distritos de Itatinga e Lobo
Começa no ribeirão Bonito, na foz do córrego Zeca Celestino, pelo qual sobe até sua cabeceira, no divisor Bonito-Novo; segue por este divisor até o contraforte que deixa, à direita, o córrego de Hugo Manola; segue por esse contraforte em demanda da foz do córrego de Hugo Manola no rio Novo pelo qual sobe até a foz do córrego do Açude; segue pelo contraforte fronteiro até o divisor entre as águas do rio Novo, à direita, e as do ribeirão das Pedras à esquerda; continua por este divisor até cruzar com o contraforte que deixa, à direita, as águas do córrego Saltinho; prossegue por este contraforte até a foz deste córrego, no ribeirão das Pedrinhas.


MUNICÍPIO DE ITIRAPINA
(Criado em 1935)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de São Carlos
Começa na foz do ribeirão do Lobo, no ribeirão do Feijão; sobe por este até a foz do córrego Lajeadinho; segue pelo contraforte fronteiro, até o divisor entre as águas do ribeirão do Feijão, de um lado, e as dos córregos do Macaco e da Invernada, do outro lado; segue por este divisor até cruzar com o contraforte que finda no ribeirão do Feijão, da foz do córrego Visconde do Rio Claro.

2 — Com o Município de Analândia
Começa no divisor entre as águas do ribeirão do Feijão, de um lado, e as do ribeirão Laranja Azeda e córrego do Macaco, do outro lado, no ponto de cruzamento com o contraforte que morre no ribeirão do Feijão, na foz do córrego Visconde do Rio Claro; segue por este contraforte até a citada foz; sobe pelo córrego Visconde do Rio Claro, até sua cabeceira, no espigão entre as águas do ribeirão do Feijão e as do rio Corumbataí; continua por este espigão até o divisor entre as águas do rio Corumbataí, à esquerda, e as do ribeirão do Retiro, à direita; prossegue por este divisor até o contraforte que finda na foz do córrego da Fazenda Santa Rita, no ribeirão do Retiro; segue por este contraforte até a referida foz; vai, daí, em reta à cabeceira mais meridional do ribeirão da Barra.

3 — Com o Município de Corumbataí
Começa na cabeceira mais meridional do ribeirão da Barra, de onde vai, em reta, à cabeceira mais setentrional do córrego da Serra, pelo qual desce até sua foz no rio da Cabeça.

4 — Com o Município de Rio Claro
Começa na foz do córrego da Serra, no rio da Cabeça; sobe por este até a foz do córrego do Tijuco Preto; sobe por este até a sua cabeceira sudocidental; daí, segue pele contraforte fronteiro até cruzar com o divisor Cabeça
Passa Cinco.

5 — Com o Município de Ipeúna
Começa no divisor Cabeça
Passa Cinco, no ponto de cruzamento com o contraforte que leva à cabeceira sudocidental do córrego do Tijuco Preto; segue pelo divisor Cabeça Passa Cinco, em demanda da cabeceira mais setentrional do córrego que passa a Oeste da Fazenda Passa Cinco; desce pelo córrego até o rio Passa Cinco, e por este abaixo até a foz do ribeirão da Lapa; sobe pelo ribeirão até sua cabeceira sudoriental, na serra do Itaqueri; vai, daí, em reta, aos aparados da serra do Itaqueri, no ponto onde são cortados pelo ribeirão Vermelho.
 
6 — Com o Município de Charqueada
Começa nos aparados da serra de Itaqueri, no ponto onde são cortados pelo ribeirão Vermelho; segue pelos aparados, até cruzar com o divisor que separa as águas dos ribeirões Água Vermelha e Água Branca.

7 — Com o Município de São Pedro.
Começa nos aparados da serra do Itaqueri, no ponto de cruzamento com o divisor que separa as águas dos ribeirões Água Branca e Água Vermelha: segue pelos aparados ou quina da serra de Itaqueri, até cruzar com o divisor que separa as águas do ribeirão Jardim ou Pinheirinhos à direita, e as do ribeirão dos Pintos, à esquerda; alcança pelo contraforte fronteiro o citado divisor; caminha por este divisor até a cabeceira mais oriental do ribeirão dos Pintos.

8 — Com o Município de Brotas
Começa no divisor que deixa, à direita, as águas do ribeirão do Jardim ou Pinheirinhos, e, à esquerda, as do ribeirão dos Pintos, na cabeceira mais oriental do ribeirão dos Pintos; segue pelo divisor até a cabeceira do córrego da Divisa: desce por este até sua foz no ribeirão do Jardim ou Pinheirinhos; desce, ainda, por este até a foz do córrego Lindeiro; sobe por este até sua cabeceira; vai, em reta. à cabeceira oriental do córrego Municipal, pelo qual desce até o ribeirão Tamanduá, pelo qual continua até a foz do córrego que deixa, à direita, a sede da Fazenda Santa Clara; sobe por este córrego até sua cabeceira; vai, em reta, à foz do galho nororiental do córrego das Aranhas; sobe por este galho até sua cabeceira; daí, vai, em reta, à foz do córrego Minúsculo, no córrego Morro Grande das Posses; sobe pelo córrego Minúsculo até sua cabeceira; segue, em reta à cabeceira mais meridional do ribeirão do Lobo, pelo qual desce até sua foz no rio Jacaré-Guaçu, onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais

1 — Entre os Distritos de Itaqueri da Serra e Itirapina
Começa no ribeirão do Lobo, na foz do córrego da Fazenda São José; sobe por este até sua cabeceira; vai, daí. em reta, à cabeceira do córrego da Fazenda Boa Vista; desce por este até sua foz no ribeirão Itaqueri, segue pelo contraforte fronteiro até o divisor da margem esquerda do córrego Espraiado; segue por este divisor até o contraforte que finda na foz do ribeirão Cachoeira, no rio Passa Cinco; segue por este contraforte até a foz do ribeirão Cachoeira, no rio Passa Cinco; sobe pelo ribeirão Cachoeira até sua cabeceira meridional do galho Leste; daí, vai em reta, de rumo Sul até atingir os aparados da serra do Itaqueri.


MUNICÍPIO DE ITIRAPUÃ
(Criado em 1948)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Patrocínio Paulista
Começa no ribeirão Santa Bárbara, na foz do córrego do Grotão; desce pelo ribeirão Santa Bárbara até a foz do ribeirão Capanema, de onde vai, em reta, à cabeceira mais meridional do córrego Cará, pelo qual desce até sua foz no ribeirão São Francisco; sobe por este até sua cabeceira no divisor Capanema-São Tomé; segue por este divisor até o contraforte da margem esquerda do córrego Fundo; segue por este contraforte em demanda da foz deste córrego, no ribeirão São Tomé.

2 — Com o Estado de Minas Gerais
Começa no ribeirão São Tomé, na foz do córrego Fundo; segue pela divisa com o Estado de Minas Gerais até a foz do córrego do Grotão, no ribeirão Santa Bárbara, onde tiveram início estas divisas,


MUNICÍPIO DE ITOBI
(Criado em 1958)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Casa Branca
Começa no rio Verde, na foz do córrego da Estiva; desce pelo rio Verde até a foz da água do Quilômetro 14, da Companhia Mogiana de Estradas de Ferro, ramal de Mococa; sobe pela água do Quilômetro 14 até sua cabeceira; continua pelo divisor entre as águas do rio Verde, à direita, e as do ribeirão Lambari, à esquerda, até o contraforte que finda no rio Verde, na foz do ribeirão dos Macacos; segue por este contraforte em demanda da referida foz; desce pelo rio Verde até a foz do primeiro córrego da margem direita, acima da foz do ribeirão Água Fria.

2 — Com o Município de São José do Rio Pardo
Começa no rio Verde, na foz do primeiro córrego da margem direita acima da foz do ribeirão Água Fria; sobe por esse córrego até sua cabeceira; segue pelo divisor entre as águas do ribeirão Água Fria, à esquerda, e as do ribeirão dos Macacos, à direita, até cruzar com o divisor entre as águas dos rios Verde e Fartura; prossegue pelo divisor Verde-Fartura até cruzar com o contraforte entre os córregos da Fazenda Barão e de Arlindo Batista.

3 — Com o Município de São Sebastião da Grama
Começa no divisor entre as águas dos rios Verde e Fartura, no ponto de cruzamento com o contraforte entre os córregos da Fazenda Barão e de Arlindo Batista; segue pelo divisor Verde-Fartura até a cabeceira ocidental do córrego Ibimbaé.

4 — Com o Município de Vargem Grande do Sul
Começa no divisor Verde-Fartura, na cabeceira ocidental do córrego Ibimbaé, segue pele divisor Verde-Fartura, até cruzar com o divisor que separa as águas do córrego do Monjolo e ribeirão São João, à direita, e as do rio Verde e córrego do Barreiro, à esquerda; prossegue por este divisor em demanda da foz do ribeirão São João, no rio Verde, pelo qual desce até a foz do córrego da Estiva, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE ITU
(Criado em 1654)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Porto Feliz
Começa no espigão-mestre Tietê-Sorocaba, onde ele cruza com o divisor que deixa, à direita, as águas do ribeirão da Conceição, e, à esquerda, as do rio Avecuia; segue por este último divisor até a cabeceira mais meridional do ribeirão Caiacatinga, que nasce pouco ao Sul da sede da Fazenda Capoavinha; desce pelo ribeirão Caiacatinga até o rio Tietê; sobe por este até a foz do córrego Itapocu.

2 — Com o Município de Elias Fausto
Começa no rio Tietê, na foz do córrego Itapocu; sobe pelo rio Tietê até a foz do ribeirão Atuaú.

3 — Com o Município de Salto
Começa no rio Tietê, na foz do ribeirão Atuaú; sobe pelo rio Tietê até a foz do rio Itaim; segue pelo espigão que deixa, à direita, as águas deste último, contornando as águas do córrego Frio e continua pelo contraforte que deixa, à direita, as águas do ribeirão Guaraú, até a foz do córrego Canjica, neste ribeirão: sobe pelo córrego Canjica até sua cabeceira mais oriental e pelo divisor fronteiro, procura a cabeceira mais ocidental do córrego Bananeira; desce pelo citado córrego até o rio Tietê; sobe por este até a foz do córrego do Sítio do Buraco, que desemboca junto à sede da propriedade do mesmo nome; segue pelo contraforte que deixa, à direita, as águas deste córrego e continua pele divisor que deixa, à direita, as águas do córrego da Boa Vista, que nasce pouco ao Sul da sede da fazenda ao mesmo nome, até sua foz no rio Piraí; vai em reta à foz do ribeirão Cana Verde ou Água Branca, no ribeirão da Grama; sobe pelo ribeirão da Grama até a foz do córrego de Valério.

4 — Com o Município de Indaíatuba
Começa r.o ribeirão da Grama, na foz do córrego do Valério; segue pelo divisor entre as águas deste, à esquerda, e as do ribeirão Cana Verde ou Água Branca, à direita, até o espigão Tietê-Jundiaí; continua por este espigão até a cabeceira mais meridional do ribeirão Santa Rita.

5 — Com o Município de Cabreúva
Começa no espigão-mestre Tietê-Jundiaí, na cabeceira mais meridional do ribeirão Santa Rita; segue pelo espigão-mestre até o divisor Pinhal-Jundiaí; continua por este divisor até a cabeceira do córrego Municipal, pelo qual desce ao rio Piraí; desce por este até onde é cortado pela reta de rumo Norte, que vem da foz do córrego da Fazenda Morro Grande, no ribeirão Itaguá que nasce no Povoado de Itaguá; segue pela reta até a citada foz; desce pelo Ribeirão Itaguá, até o rio Tietê e por este sobe até a foz do ribeirão Putribu de Cima. 

6 — Com o Município de São Roque
Começa no rio Tietê, na foz do ribeirão Putribu de Cima, sobe por este até a ponte da estrada que da cidade de São Roque vai ao morro do Putribu.

7 — Com o Município de Mairinque
Começa  no ribeirão  Putribu  de  Cima na  ponte  da  estrada  que  da cidade de São Roque vai ao morro do Putribu; sobe pelo ribeirão Putribu de Cima até sua cabeceira mais ocidental; segue pelo espigão que deixa as águas do ribeirão dos Cristais, à esquerda, e as do ribeirão Pirapitinguí e Varejão, à direita, em demanda da foz do córrego Mato Dentro, no ribeirão Pirajibu.

8 — Com o município de Sorocaba
Começa no ribeirão Pirajibu, na foz do córrego Mato Dentro; desce pelo ribeirão Pirajibu até a foz do ribeirão Varjão; segue pelo divisor fronteiro em demanda da cabeceira mais oriental do córrego Monteiro de Carvalho; desce por este até o ribeirão da Tapera Grande e por este, ainda, até a foz do córrego do Eufrásio, pelo qual sobe até sua cabeceira mais setentrional; continua pelo espigão-mestre Tietê-Sorocaba, até cruzar com o divisor que deixa, à direita, as, águas do ribeirão Conceição, e, à esquerda, as do rio Avecuia, onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas  Interdistritais

1 — Entre os distritos de Itu e Pirapitingui
Começa no divisor entre as águas dos ribeirões Conceição e Avecuia, na cabeceira ocidental do ribeirão Conceição; desce por este até sua foz no rio Itaim-Guaçu, continua pelo contraforte fronteiro entre as águas do rio Itaim-Guaçu, até o divisor entre as águas deste rio, de um lado, e as do rio Pirapitingui do outro; segue por este divisor até a foz do córrego Pirapitingui, no rio Pirapitingui, pelo qual sobe até o córrego Distrital; sobe por este até sua cabeceira oriental; vai em reta, de rumo aproximadamente Sul, até a foz do córrego Divisa, no ribeirão do Taquaral; sobe por este até sua cabeceira meridional, vai em reta de rumo sul até o rio Putribu de Cima.


MUNICÍPIO DE ITUPEVA
(Criado em 1963)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Indaíatuba
Começa no espigão Tietê-Jundiaí, na cabeceira mais meridional do ribeirão Santa Rita; desce por este até o rio Jundiaí; sobe por este até a foz do córrego da Fazenda Itatuba; sobe por este córrego até sua cabeceira mais oriental, que nasce ao Norte da sede da Fazenda Santa Tereza, no espigão Jundiaí
Capivari-Mirim; alcança na contravertente a cabeceira mais meridional do córrego da Fazenda Quilombo; desce por este até o rio Capivari-Mirim, no tanque da Fazenda Bom Fim.

2 — Com o Município de Campinas
Começa no tanque da Fazenda Bom Fim, onde o córrego Bom Fim deságua no rio Capivari-Mirim; sobe pelo córrego Bom Fim até sua cabeceira oriental; daí vai em reta à foz do córrego da Fazenda Rio Prata, no rio Capivari

3 — Com o Município de Valinhos
Começa no rio Capivari, na foz do córrego da Fazenda Rio das Pratas; sobe pelo rio Capivari até a foz do ribeirão do Moinho.

4 — Com o Município de Vinhedo
Começa no rio Capivari, na foz do ribeirão do Moinho; sobe por este até sua cabeceira mais meridional, no espigão que deixa, à esquerda as águas do rio Capivari e, à direita, às do rio Jundiaí.

5 — Com o Município de Jundiaí
Começa no espigão Capivari-Jundiaí, na cabeceira mais meridional do ribeirão do Moinho; segue pelo espigão e pelo contraforte que finda na foz do ribeirão Caxambu no rio Jundiaí; prossegue por este contraforte em demanda da referida foz; sobe pelo ribeirão Caxambu até a foz do ribeirão da Cachoeira, pelo qual sobe até a foz do córrego Caracol.

6 — Com o Município de Cabreúva
Começa no ribeirão Cachoeira na foz do córrego Caracol; prossegue pelo contraforte que deixa as águas deste córrego, à esquerda, até cruzar com o espigão-mestre entre as águas do rio Jundiaí, ao Norte, e as dos rios Tietê Jacaré ou Pinhal, ao Sul, e por este espigão-mestre caminha até a cabeceira mais meridional do ribeirão Santa Rita, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE ITUVERAVA
(Criado em 1885)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Aramina
Começa no rio do Carmo, na foz do córrego do Limão; sobe pelo rio do Carmo até a foz do ribeirão Bandeira.

2 — Com o Município de Buritizal
Começa no rio do Carmo, na foz do ribeirão Bandeira; sobe pelo rio do Carmo até a foz do rio Ponte Nova, pelo qual sobe até a foz do córrego Jeriquara.

3 — Com  o Município de Jeriquara.
Começa no rio Ponte Nova na foz do córrego Jeriquara, pelo qual sobe até a foz do córrego Lajeadinho; sobe por este até sua cabeceira; continua pelo espigão divisor que deixa, à direita, as águas do ribeirão Capivari; e, à esquerda as do córrego Jeriquara e as do ribeirão São Luis, em demanda da confluência dos ribeirões São Luis e Japão.

4 — Com o Município de Ribeirão Corrente
Começa na confluência dos ribeirões São Luis e Japão; desce pelo ribeirão do Sulapão até a foz do córrego do Palmital, pelo qual sobe até sua cabeceira no espigão-mestre Carmo-Sapucaí.

5 — Com o Município de São José da Bela Vista.
Começa no espigão-mestre Carmo-Sapucaí, na cabeceira do córrego do Palmital; segue pelo espigão-mestre até o entroncamento com o divisor Bocaina-Salgado.

6 — Com o Município de Guará
Começa no ponto de entroncamento do divisor Salgado-Bocaina com o espigão Carmo-Sapucaí; segue por este até a cabeceira mais oriental do córrego da Baixada, pelo qual desce até sua foz no córrego da Mata; desce ainda por este até sua foz no córrego do Retiro, pelo qual desce até sua foz no rio Sapucaí.

7 — Com o Município de Ipuã
Começa na foz do córrego do Retiro, no rio Sapucaí; desce por esse até o local denominado Paredão.

8 — Com o Município de Miguelópolis
Começa no rio Sapucaí, no local denominado Paredão; vai daí, em reta, à foz do córrego Sucuri, no ribeirão do Salto; sobe pelo córrego Sucuri até sua cabeceira; deste ponto vai em reta à ponta mais ao Sul da Lagoa Feia; atravessa a lagoa e desce pelo córrego Lagoa Feia até sua foz no ribeirão Sete Lagoas; sobe por este até o córrego do Atalho; sobe por este até sua cabeceira, no espigão entre o ribeirão Sete Lagoas, de um lado, e córrego do Limão e Borges, do outro; segue por este espigão até cruzar com o divisor entre o córrego do Limão, à direita, e o córrego dos Borges, à esquerda; segue por este divisor até a cabeceira da água que passa por O. Borges; desce por esta água até o córrego do Limão, pelo qual desce até sua foz no rio do Carmo, onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais

1 — Entre os Distritos de Capivari da Mata e Ituverava.
Começa no divisor Bocaina-Carmo, na cabeceira do córrego José Cláudio, descendo por este até sua foz no rio do Carmo; daí vai em reta, ao divisor Carmo-Capivari, na cabeceira do córrego João Batista pelo qual desce até sua foz no ribeirão Capivari; deste ponto vai, em reta à foz do córrego João Joaquim, no córrego que vem de Zico Fonseca; sobe por este córrego até sua cabeceira; segue pelo contraforte fronteiro até o divisor Capivari 
Ponte Nova; prossegue por este divisor até a cabeceira do córrego Lajeadinho.

2 — Entre os Distritos de Ituverava e São Benedito da Cachoeirinha.
Começa na lagoa Feia no divisor Sapucaí 
Sete Lagoas;  segue por este divisor até o espigão Sapucaí-Carmo; continua por este espigão até o contraforte entre os córregos Estiva e das Pedras; prossegue por este contraforte até a cabeceira meridional do córrego do Tijuco, descendo por este ate sua foz, no rio do Carmo.


MUNICÍPIO DE JABORANDI
(Criado em 1948)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Barretes
Começa no contraforte entre as águas dos córregos da Estiva e Quebra Cuia no cruzamento com o espigão entre as águas do ribeirão Pitangueiras à esquerda, e as do ribeirão do Turvo, à direita; segue por este espigão até a foz do ribeirão do Turvo, no rio Pardo.

2  — Com o Município de Morro Agudo
Começa no rio Pardo, na foz do ribeirão do Turvo; sobe por aquele até a foz do ribeirão das Palmeiras.

3 — Com o Município de Terra Roxa
Começa no rio Pardo, na foz do ribeirão das Palmeiras; sobe por este até a foz do ribeirão Retirinho.

4 — Com o Município de Colina
Começa no ribeirão das Palmeiras, na foz do ribeirão Retirinho; sobe por este até a foz do córrego da Fazenda Recreio; segue pelo contraforte fronteiro até o divisor que deixa, à esquerda, as águas do ribeirão Retirinho, e, à direita, as águas do córrego Jaborandi; continua por este divisor em demanda da cabeceira do córrego da Fazenda Mandaguari; vai, deste ponto, em reta à foz do córrego da Estiva, no ribeirão do Turvo; prossegue pelo contraforte entre os córregos da Estiva e Quebra Cuia, até atingir o divisor entre as águas do ribeirão Pitangueiras, ao Norte, e ribeirão do Turvo ao Sul, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE JABOTICABAL
(Criado em 1867)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Taiúva
Começa no galho sudocidental do córrego da Estiva no ponto onde é cortado pelo leito da Companhia Paulista de Estradas de Ferro, no sítio do Ferreira; desce pelo córrego da Estiva até a ponte da estrada de rodagem que de Jaboticabal, vai a Taiúva; segue daí, em reta, à foz do córrego da Fazenda Boa Sorte, no córrego do Cerradinho; segue pelo contraforte fronteiro que deixa, à esquerda, as águas do córrego da Fazenda Boa Sorte, até cruzar com o contraforte Boa Sorte 
Campo Belo; segue por esse contraforte até o divisor que deixa, à esquerda, o córrego Fundo; continua por este divisor até a cabeceira do córrego de A. Estrelina, pelo qual desce até o córrego Fundo.

2 — Com o Município de Pitangueiras
Começa no córrego Fundo, na foz do córrego de A. Estrelina; desce por aquele até a foz do córrego Boa Vista, formadores do ribeirão Taquaral, pelo qual desce até sua foz, no rio Moji-Guaçu; sobe por este até a foz do ribeirão ao Palmital.

3
Com o Município de Sertãozinho
Começa no rio Moji-Guaçu, na foz do ribeirão do Palmital; sobe por aquele até a foz do ribeirão da Onça.

4 — Com o Município de Barrinha
Começa na foz do ribeirão da Onça, no rio Moji-Guaçu, pelo qual sobe até a foz do córrego da Lagoa.

Com o Município de Pradópolis
Começa na foz do córrego da Lagoa, no rio Moji-Guaçu, pelo qual sobe até a foz do córrego Santa Isabel.

6 — Com o Município de Guariba
Começa no rio Moji-Guaçu, na foz do córrego Santa Isabel; sobe por este até sua cabeceira mais ocidental; segue pelo espigão que deixa, à direita, as águas do córrego Anhumas, até atingir a cabeceira mais oriental ao. córrego dona Zilda, pelo qual desce até o córrego da Gordura; desce por este até o ribeirão Córrego Rico; sobe por este até a foz do córrego Fundo, pelo qual sobe até a foz do córrego Estiva; vai em reta, à foz do córrego da  Fazenda do Coco, no córrego do Coco.

7 — Com o Município de Taquaritinga
Começa na foz do córrego da Fazenda do Coco, no córrego do Coco; sobe por aquele até sua cabeceira; ganha a cabeceira mais oriental do córrego do Corrêa; desce por este até o córrego Rico, e por este acima até foz do córrego Rumo.

8 — Com o Município de Monte Alto
Começa no córrego Rico, na foz do córrego Rumo; segue pelo contraforte fronteiro até o divisor entre os córregos Rico e do Tijuco prossegue por este divisor em demanda da foz do córrego que vem da Fazenda de J. Sagres, no córrego do Tijuco, foz que ocorre logo abaixo da estrada de rodagem de Jaboticabal a Monte Alto; segue pelo contraforte que deixa, à esquerda, as águas dos córregos que passam junto às sedes das fazendas do Tijuco, Laranjeiras e L. Tomás e, à direita, as dos córregos de J. Sagres e Augusto Acdoli, até cruzar com o espigão divisor Grama-Tijuco; caminha pelo espigão em demanda do marco quilométrico 364 da Companhia Paulista de Estradas de Ferro; daí, vai em reta, ao galho do córrego da Grama, mais próximo ao citado marco quilométrico, num ponto situado a 500 m abaixo da sua cabeceira; daí, por nova reta à cabeceira sudocidental do córrego da Estiva, no sítio do Ferreira, no ponto onde é cortado pelo leito da Companhia Paulista de Estradas de Ferro, onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais

1 — Entre os Distritos do Córrego Rico e Jaboticabal
Começa no córrego Rico, na foz do córrego do Corrêa; desce por aquele até a ponte da estrada de rodagem que do bairro do Coco vai a Jaboticabal; desse ponto vai em reta à ponte da estrada que liga Córrego Rico a Jaboticabal, sobre o córrego do Mico; desce por este até o ribeirão Córrego Rico e, por este abaixo, até o rio Moji-Guaçu.

2 —  Entre os Distritos de Jaboticabal e Lusitânia
Começa na foz do córrego da Fazenda Boa Sorte, no córrego ao Serradinho; desce por este até o ribeirão Santa Rita; sobe por este até a foz do córrego da Capela, pelo qual sobe até sua cabeceira; continua em reta à cabeceira do córrego que deságua junto à sede da fazenda Palmital, no ribeirão do mesmo nome; desce pelo citado córrego até o ribeirão do Palmital e, por este abaixo, até o rio Moji-Guaçu.


MUNICÍPIO  DE JACAREÍ
(Criado em 1653)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Santa Isabel
Começa no rio Parateí, na foz do córrego João Pinto, que deságua acima da ponte da Figueira; desce pelo rio Parateí, até o primeiro córrego da margem esquerda, conhecido corno córrego do Dr. Novais, pelo qual sob até sua cabeceira; continua pelo espigão fronteiro que deixa, à direita, as águas do ribeirão Santo Ângelo, até a foz do córrego Santa Cruz, no ribeirão Santo Ângelo.

2 — Com o Município de Igaratá.
Começa no ribeirão Santo Ângelo, na foz do córrego Santa Cruz; sobe por este até sua cabeceira mais oriental; continua pelo espigão da margem esquerda do ribeirão do Brás até a cabaceira do córrego da Divisa, pelo qual desce até sua foz no rio Jaguari; segue pelo contraforte fronteiro até cruzar com o divisor entre os rios Peixe e Jaguari; continua por este divisor até entroncar com o contraforte que finda no rio Peixe, na foz do ribeirão Piúva.

3 — Com o Município de São José dos Campos.
Começa no divisor entre as águas do ribeirão Piúva e as do rio Jaguari, no ponto de entroncamento com p contraforte que morre na foz do ribeirão Piúva, no rio Peixe; segue pelo divisor que separa as águas do ribeirão Piúva, à esquerda, das do rio Jaguari, á direita, até á cabeceira ocidental do braço da direita do ribeirão do Patrído, pelo qual desce até o rio Jaguari; desce por este até a foz de ribeirão Pinheiros; segue pelo divisor entre as águas dos rios Jaguari e Paraíba, até a cachoeira do Poço, no rio Paraíba, pelo qual sobe até a foz do rio Comprido; sobe por este até sua cabeceira mais oriental, a cerca de 2 km. a Leste da fazenda Jardim; continua pelo espigão que deixa, à esquerda, as águas dos rios Serimbura e Putim. em demanda da foz do rio das pedras, no rio Varador.

4 — Com o Município de Jambeiro.
Começa na foz do rio das Pedras, no rio Varador, pelo qual desce até sua foz no rio Paraíba.

5 — Com o Município de Santa Branca.
Começa no rio Paraíba, na foz do rio Varador; desce por aquele até a foz do córrego da margem direita.que desemboca junto à ponte da estrada de rodagem Santa Branca 
Jacareí; sobe por esse córrego até sua cabeceira; alcança na contravertente a cabeceira de um córrego, pelo qual desce até sua foz do rio Paraíba, no ponto onde o rio faz uma deflexão para passar junto a cidade de Santa Branca; desce pelo rio Paraíba até a foz do ribeirão Putim.

6 — Com o Município de Guararema.
Começa no rio Paraíba, na foz do ribeirão Putim; segue pelo espigão fronteiro entre as águas dos ribeirões Cachoeira e Romeu, até alcançar o maciço do morro das Piluleiras; prossegue por este maciço, passando pelo morro da Itapema até alcançar a foz do córrego da Fazenda do Dr. Maneco, antiga Goiabal, no rio Paraíba; sobe por este córrego e pelo braço da direita, que tem o nome de córrego do Barbosa, até sua cabeceira; alcança, na contravertente, a cabeceira mais meridional do córrego João Pinto; desce por este até sua foz no rio Parateí, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE JACI
(Criado em 1958)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Neves Paulista.
Começa no ribeirão Jacaré, na foz do córrego Cachoeira; sobe pelo ribeirão Jacaré até a foz do córrego do Mangue; segue pelo contraforte fronteiro entre o córrego do Mangue, à direita, e o córrego Jacaré, à esquerda, até o contraforte da margem esquerda do córrego Azul; segue por este contraforte em demanda da foz do córrego Azul, no córrego Jacaré; continua pelo contraforte entre o córrego Azul, à direita, e o córrego Jacaré, à esquerda, até cruzar com o divisor Jacaré-Grande; segue por este divisor até o pião divisor entre o rio São José dos Dourados e os ribeirões Fartura e Jacaré.

2 — Com o Município de Mirassol.
Começa no pião divisor entre o rio São José dos Dourados e os ribeirões Fartura e Jacaré; segue pelo contraforte entre os córregos Simão e Grande em demanda da foz do córrego Barro Preto, no córrego Grande; deste ponto, vai, em reta, à foz do córrego Chico Antônio ou Chico Ambrósio, no córrego do Pavão, pelo qual desce até sua foz no córrego da Mandioca; desce por este córrego até sua foz no ribeirão Fartura.

3 — Com o Município de Nova Aliança.
Começa no ribeirão Fartura, na fez do córrego da Mandioca; desce pelo ribeirão Fartura até a foz do córrego Bate Fogo.

4 — Com o Município de José Bonifácio.
Começa no ribeirão Fartura, na foz do córrego Bate Fogo, pelo qual sobe até sua cabeceira, no divisor Fartura-Jacaré; segue por este divisor até a cabeceira do córrego da Capelinha, pelo qual desce até sua foz, no ribeirão Jacaré; sobe pelo ribeirão Jacaré até a foz do córrego Cachoeira, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE JACUPIRANGA
(Criado em 1927)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Barra do Turvo
Começa no pião divisor entre os rios Turvo, Guaraú e Assunguí; segue pelo divisor entre o rio Turvo, à esquerda, e os rios Guaraú e Jacupiranga, à direita, até cruzar com o divisor Batatal, à esquerda, e Jacupiranga, à direita.

2 — Com o Município de Eldorado
Começa no divisor entre o rio Turvo, de um lado, e os rios Batatal e Jacupiranga, do outro, no ponto de cruzamento com o divisor entre os rios Batatal e Jacupiranga; segue por este último divisor em demanda da cabeceira do córrego Boa Vista; desce por este até o ribeirão do Pito; daí, vai em reta a cabeceira do ribeirão Alegre, pelo qual desce até o ribeirão Taquaral ou Grande; desce, ainda, por este, até sua foz no ribeirão Lagoa ou da Poça, pelo qual sobe até sua cabeceira no espigão Jacupiranga-Ribeira de Iguape; prossegue por este espigão, passando pelas serras do Lençol e Votupoca, até cruzar com o divisor entre as águas dos ribeirões Capinzal e Padre André.

3 — Com o Município de Registro
Começa na serra do Votupoca, no ponto de cruzamento com o divisor entre as águas dos ribeirões Capinzal e Padre André; segue por este divisor ate a cabeceira do córrego Braço do Capinzal; desce por este até o afluente que vem do morro Grande; sobe pelo afluente até sua cabeceira no morro Grande; daí, alcança a cabeceira mais ocidental do córrego da Cheia Grande; desce por este até sua foz no ribeirão Padre André; desce por este ate sua foz no rio Jacupiranga; desce por este ate a foz do ribeirão da Fonte.

4 — Com o Município de Pariquera-Açu
Começa no rio Jacupiranga, na foz do ribeirão da Fonte, pelo qual sobe ate sua cabeceira mais meridional do galho da esquerda; continua pelo contraforte fronteiro entre os ribeirões Caiuvi e Areial até cruzar com o espigão entre os rio Pariquera-Açu e Jacupiranga; segue por este divisor entre as águas dos ribeirões Areial, da Areia Branca, córrego Imbiúva e ribeirões do Serrote e Grande, a direita, e as dos ribeirões Treze de Maio, da Fazenda, rio Pariquera-Açu e ribeirão Braço Magro, à esquerda, até cruzar com o espigão que separa as águas do ribeirão Braço Magro das do rio Iririaia-Mirim.

5 — Com o Município de Cananéia
Começa no espigão que separa as águas do ribeirão Braço Magro das do rio Iririaia-Mirim, nó ponto de cruzamento com o divisor entre as águas tio ribeirão Braço Magro, de um lado. e ribeirões Grande e do Serrote, do outro lado; segue pelo espigão que deixa, à direita, as águas do ribeirão Grande, rio do Miguel, ribeirão do Canha, ribeirão do Quilombo e as do rio Guaraú, e, à esquerda, as dos rios Iririaia-Mirim, Iririaia-Açu e Itapitangui, passando pela serra do Miguel, do Quilombo, Sapateiro, Rio Branco e da Mandira, que é divisora das águas dos rios Assunguí, ao Sul, e Guaraú, ao Norte, até o pião divisor entre os rios Assungui-Guaraú e Turvo, onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais

1 — Entre os Distritos de Cajati e Jacupiranga
Começa no rio Turvo, na foz do ribeirão Taquaral; desce pelo rio Turvo ate a foz do córrego do Joelho pelo qual sobe até sua cabeceira no divisor Turvo-Jacupiranga; segue por este divisor em demanda da foz do rio Quilombo, no rio Jacupiranga; sobe pelo rio Quilombo até sua cabeceira, no divisor que separa as águas do rio Jacupiranga e ribeirão do Azeite, à direita, das tio rio Guaraú a esquerda; prossegue por este divisor até cruzar com o divisor Jacupiranga-Turvo.


MUNICÍPIO DE JAGUARIÚNA
(Criado em 1954)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Artur Nogueira
Começa no ribeirão da Cachoeira, na foz do córrego Boldim, Cemitério ou Capela; sobe pelo ribeirão da Cachoeira até a foz do córrego João Paulino; continua pelo contraforte entre este córrego, à esquerda, e o ribeirão da Cachoeira, à direita, até o divisor entre as águas dos ribeirões da Cachoeira e da Ressaca, de um lado, e ribeirão Pirapítinguí, do outro lado; prossegue por este divisor até cruzar com o divisor Cachoeira-Ressaca.

2 — Com o Município de Santo Antônio de Posse
Começa no divisor entre os ribeirões da Cachoeira e da Ressaca, de um lado, e o ribeirão Piratingui, do outro lado, no ponto de cruzamento com o divisor entre as águas tio ribeirão da Cachoeira e rio Camanducaia-Mirim, à direita, e as do ribeirão da Ressaca, à esquerda; segue pelo último divisor em demanda do marco do Km. 43, da Companhia Mogiana de Estradas de Ferro, marco que fica a 2.600 metros ao Norte da estação de Guedes; daí, vai, em reta, à foz do córrego Varginha, no rio Camanducaia-Mirim; sobe pelo córrego Varginha até sua cabeceira; segue pelo divisor Camanducaia-Mirim
Camanducaia, em demanda da foz do córrego da Fazenda Saint Cloud, no rio Camanducaia.

3 — Com o Município de Pedreira
Começa no rio Camanducaia, na foz do córrego da Fazenda Saint Cloud; desce pelo rio até a foz do córrego da Fazenda Capim Fino; sobe por este até a sua cabeceira mais ocidental, no espigão entre as águas dos rios Camanducaia, ao Norte, e Jaguari, ao Sul; segue pelo espigão até a cabeceira do córrego da Fazenda de Carlos Aranha, pelo qual desce até o rio Jaguari.

4 — Com o Município de Campinas
Começa no rio Jaguari, na foz do córrego da Fazenda de Carlos Aranha; continua pelo contraforte fronteiro até o divisor que separa as águas do rio Jaguari, à direita, das do rio Atibaia, à esquerda; segue por este divisor até a cabeceira do galho oriental do córrego da Fazenda Mato Dentro, pelo qual desce até sua foz no rio Atibaia; desce pelo rio Atibaia até a foz do córrego São Francisco.

5 — com o Município de Paulínia
Começa no rio Atibaia, na foz do córrego São Francisco, pelo qual sobe até sua cabeceira oriental, no divisor Atibaia-Jaguari; alcança, na contravertente, a cabeceira do córrego Meia Lua, pelo qual desce até sua foz no rio Jaguari.

6 — Com o Município de Cosmópolis
Começa no rio Jaguari, na foz do córrego Meia Lua; sobe pelo rio Jaguari até a foz do ribeirão Cachoeira, pelo qual sobe até a foz do córrego Boldim, Cemitério ou Capela, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE JALES
(Criado em 1948)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Urânia
Começa no espigão-mestre São José dos Dourados 
Ponte Pensa, no ponto de cruzamento com o contraforte que morre no ribeirão Coqueiro, na foz do primeiro córrego da margem esquerda, a montante da estrada Boiadeira: segue pelo espigão-mestre em demanda da foz do primeiro afluente da margem esquerda do córrego Manuel Baiano, a montante da foz do córrego Coqueiro; segue pelo contraforte que deixa o córrego Coqueiro, à direita, até cruzar com o espigão-mestre Ponte Pensa  Grande; prossegue pelo espigão-mestre em demanda da cabeceira do córrego Barra Bonita, pelo qual desce até sua foz no ribeirão da Lagoa ou Araras.

2 — Com o Município de Paranapuã
Começa na foz do córrego Barra Bonita no ribeirão da Lagoa ou Araras, pelo qual sobe até a foz do córrego do Júlio.

3 — Com o Município de Dolcinópolis
Começa na foz do córrego do Júlio no ribeirão da Lagoa ou Araras, pelo qual sobe até a foz do córrego da Helena; sobe por este córrego até sua cabeceira que contraverte com a cabeceira do ribeirão do Arrancado, no espigão Lagoa 
Santa Rita.

4  — Com o Município de Turmalina
Começa no espigão Lagoa
Santa Rita, na cabeceira do córrego da Helena, que contraverte com a cabeceira do ribeirão do Arrancado; alcança a cabeceira do galho norocidental do córrego Curto, pelo qual desce até sua foz no córrego do Desengano.

5 — Com o Município de Estrela d'Oeste
Começa na foz do córrego Curto no córrego do Desengano, pelo qual sobe até sua cabeceira meridional no divisor Desengano-Veadão; continua pelo divisor e pelo contraforte da margem esquerda do terceiro afluente da margem esquerda do córrego Veadão até a foz do referido afluente; sobe pelo córrego do Veadão até a foz do córrego dos Irmãos Pupim; sobe por este córrego até sua cabeceira sudocidental, no espigão-mestre Grande 
São José dos Dourados; segue pelo espigão-mestre até a cabeceira principal do córrego Açoita Cavalo; desce pelo córrego Açoita Cavalo até sua foz, no ribeirão Ranchão.

6 — Com o Município de São João das Duas Pontes
Começa na foz do córrego Açoita Cavalo no ribeirão Ranchão, pelo qual desce até sua foz no ribeirão São José dos Dourados.

7 — Com o Município de General Salgado
Começa na foz do ribeirão Ranchão, no rio São José dos Dourados; desce por este até a foz do ribeirão Buritis.

8 — Com o Município de Auriflama
Começa na foz do ribeirão Buritis, no rio São José dos Dourados pelo qual desce até a foz do ribeirão Marimbondo.

9 — Com o Município de São Francisco
Começa no rio São José dos Dourados na foz do ribeirão Marimbondo, pelo qual sobe até a foz do córrego Pimenta; daí, segue pelo contraforte da margem direita do córrego Pimenta até o divisor Marimbondo-Coqueiro; prossegue por este divisor em demanda da foz do primeiro córrego da margem esquerda do ribeirão Coqueiro, a montante da estrada Boiadeira; desta foz segue pelo contraforte fronteiro até o espigão-mestre São José dos Dourados 
Ponte Pensa, onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais

1 — Entre os Distritos de Jales e Pontalinda
Começa no córrego Açoita Cavalo na foz do córrego do Inglês, pelo qual sobe até sua cabeceira no divisor Açoita Cavalo 
Marimbondo; segue por este divisor até a cabeceira do córrego do Pastoreio, pelo qual desce até sua foz, no córrego do Estreito; desce por este córrego até sua foz no ribeirão Marimbondo, pelo qual desce até a foz do córrego Pimenta.

2 — Entre os Distritos de Jales e Vitória Brasil
Começa no córrego da Roça na foz do córrego da Helena; segue pelo contraforte entre este córrego, à esquerda, e o ribeirão da Lagoa ou Araras, à direita, até o divisor Lagoa ou Araras-Veadão; prossegue por este divisor até a cabeceira norocidental do córrego Veadão, pelo qual desce até a foz do córrego dos Irmãos Pupim.


MUNICÍPIO DE JAMBEIRO
(Criado em 1876)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Jacareí.
Começa no rio Paraíba, na foz do rio Varador; sobe por este até & foz do rio das Pedras.

2 — Com o Município de São José dos Campos
Começa na foz do rio das Pedras, no rio Varador; sobe por aquele até sua cabeceira mais oriental; alcança o alto da serra do Jambeiro e pela crista desta continua até a cabeceira mais meridional do ribeirão Nossa Senhora da Ajuda do Bom Retiro.

3 — Com o Município de Caçapava
Começa na serra do Jambeiro, na cabeceira mais meridional do ribeirão Nossa Senhora da Ajuda do Bom Retiro; segue pela crista da serra até a cabeceira do córrego da Fonsecada.

4 — Com o Município de Redenção da Serra
Começa na serra do Jambeiro, na cabeceira do córrego da Fonsecada; desce por este até o ribeirão Taperão ou Piraí da Serra, e por este abaixo até a foz do ribeirão Samambaia, pelo qual sobe até a foz do córrego Santo Antônio; sobe, ainda, por este até sua cabeceira, no alto do pião divisor entre as águas deste último e as do ribeirão Três Monjolos, e as dos córregos dos Potes e do Franco.

5 — Com o Município de Paraibuna
Começa no pião divisor entre as águas dos córregos dos Potes e ao Franco e as dos ribeirões Santo Antônio e Três Monjolos; prossegue pelo espigão da margem direita do rio Paraíba, espigão conhecido como serra da Samambaia, até a cabeceira mais oriental do córrego Jataí, pelo qual desce até o rio Paraíba e por esse ainda até o local denominado Cachoeira do Funil.

6 — Com o Município de Santa Branca
Começa no local denominado Cachoeira do Funil, no rio Paraíba; desce pelo rio até a foz do rio Varador, onde tiveram início estas divisas.
 

MUNICÍPIO DE JANDIRA
(Criado em 1963)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Barueri
Começa no contraforte que separa as águas dos ribeirões Itaqui e Gupê, no ponto onde é cortado pela reta de rumo Norte, que vem da confluência aos dois formadores do ribeirão Itaqui; segue por este contraforte até a confluência dos ribeirões Gupê e Itaqui; vai pelo divisor fronteiro em demanda da foz do córrego dos Mateus, no ribeirão São João ou Barueri; sobe pelo córrego dos Mateus até sua cabeceira; continua pelo divisor fronteiro em demanda da foz do córrego Fronteiro no rio Cotia.

2 — Com o Município de Carapicuíba.
Começa no rio Cotia, na foz do córrego Fronteiriço, sobe pelo rio Cotia até a foz do ribeirão das Pombas.

3 — Com o Município de Cotia
Começa no rio Cotia na foz do ribeirão das Pombas, pelo qual sobe até sua cabeceira no divisor Cotia-Itapevi; segue por este divisor até a cabeceira do córrego Barueri-Mirim.

4 — Com o Município de Itapevi
Começa no divisor entre as águas do rio Cotia, à direita, e as do rio Itapevi, à esquerda, na cabeceira do córrego Barueri-Mirim pelo qual desce até a sua foz no ribeirão São João do Barueri; daí, segue pelo contraforte fronteiro até o divisor São João ou Barueri
Itaqui; prossegue por este divisor em demanda da confluência dos dois formadores do ribeirão Itaqui; deste ponto segue, por uma reta de rumo Norte até o contraforte entre os ribeirões Gupê e Itaqui, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE JARDINÓPOLIS
(Criado em 1898)


a) Divisas  Municipais

1 — Com o Município de Pontal.
Começa no rio Pardo, na foz do córrego Tamboril; desce por aquele até a foz do ribeirão Mata da Chuva; vai, pelo divisor que deixa, à esquerda, o ribeirão Santa Quitéria, e, à direita, o ribeirão Mata da Chuva, até a cabeceira do córrego Limeira.

2  — Com o Município de Sales Oliveira
Começa no divisor da margem esquerda do ribeirão Santa Quitéria, na cabeceira do córrego Limeira; segue pelo divisor Santa Quitéria
Mata da Chuva, até cruzar com o divisor que deixa, à esquerda, as águas do ribeirão Santa Bárbara; prossegue por este divisor em demanda do ribeirão Santa Bárbara, na foz do córrego Porangaba; sobe pelo córrego Porangaba, até a foz do córrego Palmito, sobe por este até sua cabeceira; continua pelo divisor fronteiro até cruzar com o divisor entre as águas do ribeirão Santa Bárbara, à direita, e as do ribeirão Santana, à esquerda; prossegue por este divisor em demanda da foz do córrego da Lagoinha, no ribeirão Santana.

3 — Com o Município de Batatais
Começa no ribeirão Santana, na foz do córrego da Lagoinha; desce por aquele até o ribeirão São Pedro, pelo qual desce até a foz do ribeirão da Mata, pelo Qual sobe até a foz do córrego da Fazenda Morro Grande.

4 — Com o Município de Brodosqui
Começa no ribeirão da Mata, na loz do córrego da Fazenda Morro Grande; daí, segue pelo contraforte fronteiro em demanda do divisor entre as águas do ribeirão da Mata, e as do córrego São Felipe; continua por este divisor até a cabeceira do córrego do Claudino, pelo qual desce até sua foz no córrego São Felipe, donde segue, em reta, à foz do córrego da Divisa no ribeirão das Posses; prossegue pelo contraforte fronteiro até o divisor que deixa, à direita, as águas do ribeirão da Fazenda Jacutinga e, à esquerda, as do ribeirão do Silva; segue por este divisor até o contraforte da margem esquerda do ribeirão da Fazenda Jacutinga, e por este contraforte caminha em demanda da foz do citado ribeirão, no rio Pardo.

5 — Com o Município de Ribeirão Preto
Começa na foz do ribeirão da Fazenda Jacutinga, no rio Pardo; desce por este até a foz do córrego do Jatobá.

6 — Com o Município de Sertãozinho
Começa no rio Pardo, na foz do córrego do Jatobá; desce por aquele até a foz do córrego Tamboril, onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais

1 — Entre os Distritos de Jardinópolis e Jurucê
Começa no rio Pardo, na foz do ribeirão das Posses, e vai pelo espigão que deixa, à esquerda, as águas deste último curso, e, à direita, as dos córregos Água Branca, Pedras e da Fazenda Jacutinga, até cruzar com o espigão que deixa à direita, as águas do ribeirão do Silva, e, à esquerda, as do córrego da Fazenda Jacutinga.


MUNICÍPIO DE JARINU
(Criado em 1948)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Itatiba
Começa no espigão-mestre entre as águas do rio Jundiaí, ao Sul e as do rio Atibaia, ao Norte, onde este cruza com o contraforte da margem direita do ribeirão Invernada; segue pelo espigão-mestre, em demanda do divisor que deixa, à esquerda, as águas do ribeirão Morro Azul, e à direita, as dos ribeirões do Campo Largo e do Pinhal; caminha por este divisor até o contraforte que leva à foz do ribeirão Morro Azul, no rio Atibaia; prossegue por esse contraforte em demanda da referida foz; sobe pelo rio Atibaia até a foz do ribeirão Fazenda Velha.

2 — Com o Município de Bragança Paulista.
Começa no rio Atibaia, na foz do ribeirão Fazenda Velha; sobe por aquele até a foz do ribeirão do Mato Dentro.

3 — Com o Município de Atibaia.
Começa no rio Atibaia, na foz do ribeirão do Mato Dentro; sobe pelo rio Atibaia até a foz do ribeirão Campo Largo; sobe por este até a foz do ribeirão do Morro de Antônio Alves; continua pelo divisor intermediário a esses dois cursos, e pelo que deixa, à direita, o ribeirão Maracanã, e, à esquerda, o rio Atibaia e, ainda, pelo contraforte fronteiro da margem esquerda do córrego do rio Acima, em demanda da foz do córrego de Rio Acima, no rio Jundiaí; desce por este até a foz do ribeirão das Taipas.

4 — Com o Município de Campo Limpo.
Começa na foz do ribeirão das Taipas, no rio Jundiaí; segue pelo espigão fronteiro em demanda da cabeceira mais oriental do ribeirão do Perdão; desce por este até a foz do ribeirão do Soares.

5 — Com o Município de Jundiaí.
Começa na foz do ribeirão do Soares, no ribeirão do Perdão, desce por este ribeirão até sua foz no rio Jundiaí-Mirim, pelo qual desce até a foz do córrego do Tanque ou Invernada; segue pelo contraforte que deixa, a Leste, as águas deste último até cruzar com o divisor entre as águas do rio Jundiaí, ao Sul, e as do rio Atibaia, ao Norte, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE JAÚ
(Criado em 1866)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Itapuí
Começa no rio Tietê, na foz do ribeirão Barra Mansa; sobe por este até a foz do córrego cia Lagoa e por este acima até sua cabeceira, alcançando, em reta, a cabeceira mais ocidental do córrego Arca de Noé, pelo qual desce até sua foz no rio Jaú; desce por este até a foz do ribeirão da Prata.

2 — Com o Município de Bariri
Começa na foz do ribeirão da Prata, no rio Jaú; sobe pelo ribeirão da Prata até a foz do córrego da Fazenda São José e por este acima até sua cabeceira, segue pelo divisor entre as águas do ribeirão da Queixada, à esquerda, e as do ribeirão da Prata, à direita, até a cabeceira oriental do córrego do Picini.
 
3 — Com o Município de Bocaina
Começa na cabeceira oriental do córrego do Picini, pelo qual desce até sua foz no ribeirão da Prata; sobe por este até onde é cortado por uma reta de rumo Norte, que vem da foz da água do Ferraz, no córrego da Onça; segue por essa reta até o divisor entre as águas do ribeirão da Prata, à esquerda e as do ribeirão Pouso Alegre, à direita; segue por esse divisor até o divisor Bocaina 
Pouso Alegre, pelo qual caminha em demanda da ponte sobre o ribeirão Boa Vista, na estrada que vai à cidade de Bocaina, e daí, segue em reta à cabeceira do córrego Macaco e Dor este abaixo e pelo ribeirão da Figueira, até o rio Jacaré-Pepira.

4 — Com o Município de Dourado
Começa no rio Jacaré-Pepira, na foz do ribeirão €ia Figueira; sobe por aquele até a foz do córrego do Mosquito.

5 — Com o Município de Dois Córregos
Começa no rio Jacaré-Pepira, na foz do córrego do Mosquito, pelo qual sobe até os aparados da serra de Brotas; segue pelos aparados da serra de Brotas, até a ponta setentrional do espigão que fica a cerca de 3 km. ao Norte da sede da fazenda da Serra; vai, em reta, à cabeceira do pequeno córrego da Fazenda Figueira, pelo qual desce até o ribeirão Figueira; segue em reta, até a foz do córrego Areia Branca, no ribeirão Figueira Vermelha; sobe por aquele até sua cabeceira do galho do centro; ganha, na contravertente, a cabeceira do ribeirão Matão, e por este desce até o rio Jaú; sobe por este até a foz do ribeirão São João, e por este sobe até a foz do córrego Gavião.

6 — Com o Município de Mineiros do Tietê
Começa no ribeirão São João, na foz do córrego Gavião; sobe por aquele até o córrego da Fazenda Santa Estefânia; sobe por este até sua cabeceira mais meridional, ganha, pelo divisor Jaú 
Ave Maria, a cabeceira do córrego de Eugênio Machado, pelo qual desce até o córrego Jacutinga; daí, segue pelo contraforte entre o córrego Jacutinga, à esquerda, e o ribeirão Ave Maria, à direita, até cruzar com o espigão-mestre Tietê  Ave Maria.

7 — Com o Município de Barra  Bonita.
Começa no divisor Ave Maria
Tietê, no ponto de cruzamento com o contraforte entre o córrego Jacutinga, à direita, e o ribeirão Ave Maria, à esquerda; segue pelo divisor até o divisor Ave Maria Iguatemi; continua por este divisor até a cabeceira do primeiro afluente da margem direita do ribeirão Iguatemi, à jusante do córrego da Fazenda Amaral; desce por este afluente até sua foz no ribeirão Iguatemi; sobe pelo ribeirão Iguatemi até a foz do córrego da Fazenda Amaral; sobe por este até sua cabeceira, no divisor Iguatemi-Itaipu; segue por este divisor até a cabeceira do córrego Corumbatá, pelo qual desce até sua foz no córrego Itaipu; desce por este até sua foz no rio Tietê.

8 — Com o Município de Macatuba
Começa no rio Tietê, na foz do córrego Itaipu; desce pelo rio Tietê até a foz do ribeirão dos Patos.

9 — Com o Município de Pederneiras
Começa na foz do ribeirão dos Patos, no rio Tietê; desce pelo rio Tietê até a foz do ribeirão Barra Mansa, onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais

1 — Entre os Distritos de Jaú e Potunduva
Começa no ribeirão Barra Mansa, na foz do córrego da Lagoa; segue pelo contraforte fronteiro até o divisor Barra Mansa
Ave Maria; prossegue pelo divisor até o contraforte que deixa, à esquerda, o córrego da Fazenda Olhos d'Água, em demanda da foz deste córrego, no ribeirão Ave Maria; sobe pelo ribeirão Ave Maria até a foz do córrego Morungaba; sobe por este até sua cabeceira mais meridional, no espigão entre as águas do rio Tietê, ao Sul, e as do ribeirão Ave Maria, ao Norte.


MUNICÍPIO DE JERIQUARA
(Criado em 1963)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Buritizal
Começa no rio Ponte Nova na foz do córrego Jeriquara; sobe por aquele até a foz do córrego do Inhame.

2 — Com o Município de Pedregulho
Começa na foz do córrego do Inhame, no rio Ponte Nova: sobe pele ribeirão Água Limpa, até a confluência do córrego do Indaíá com o córrego da Cachoeira do Salto.

3 — Com o Município de Cristais Paulista (ex Guapuã)
Começa na confluência dos córregos Indaíá e Cachoeira do Salto formadores do ribeirão Água Limpa; segue pelo contraforte da margem esquerda do córrego da Cachoeira do Salto até cruzar com o divisor Água Limpa 
Japão prossegue por este divisor até a cabeceira setentrional do córrego Barro Preto pelo qual desce até sua foz, no ribeirão do Japão

4 — Com o Município do Ribeirão Corrente.
Começa na foz do córrego Barro Preto no ribeirão do Japão, pelo qual desce até a foz do ribeirão São Luís.

5 — Com o Município de Ituverava
Começa no ribeirão do Japão na foz do ribeirão São Luís, formadores do ribeirão Solapão; prossegue pelo contraforte fronteiro até o divisor que deixa à direita, as águas do ribeirão São Luís e do córrego Jeriquara e, à esquerda, as águas do ribeirão Capivari; segue por este divisor até alcançar a cabeceira do córrego Lajeadinho; desce por este até o córrego Jeriquara e por este abaixo até sua foz no rio Ponte Nova, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE JOANÓPOLIS
(Criado em 1895)


a) Divisas Municipais

1 — Com o Município de Vargem.
Começa no rio Jacareí, na foz do córrego Mato Dentro, pelo qual sobe até sua cabeceira no espigão entre as águas dos rios Jaguari e Jacareí; prossegue por este espigão em demanda da cabeceira do córrego de Benedito Pires, pelo qual desce até o ribeirão da Extrema; sobe por este até a foz do córrego do Piúca, e por este acima até sua última cabeceira; alcança o morro do Piúca e prossegue pelo espigão Jaguari-Jacareí, passando pela pedra da Extrema ou do Lopo até a pedra da Guaraiúva, ponto culminante do morro do Lopo.

2 — Com o Estado de Minas Gerais
Começa na pedra da Guaraiúva, ponto culminante do morro do Lopo; segue pela divisa com o Estado de Minas Gerais até o pico do Selado.

3 — Com o Município de São José dos Campos
Começa no pico do Selado, segue pelo divisor entre as águas do rio do Peixe e do ribeirão do Guirra, à esquerda, e rio Moquem, à direita, até atingir a serra do Guirra; por esta segue até o pião divisor entre os rios Moquem, Atibaia e Cobras.

4 — Com o Município de Piracaia
Começa no pião divisor entre os rios Moquem. Atibaia e Cobras; segue pelo espigão entre as águas do rio do Carmo e ribeirão do Moquem, em demanda da foz do córrego de Santa Cruz de Piracaia, no rio Cachoeira; vai, desta confluência pelo contraforte fronteiro até o alto da Pedra de Piracaia; segue, em reta, até a foz do córrego de Antônio Jacinto, no ribeirão dos Limas, que nasce na serra do mesmo nome; segue pelo contraforte fronteiro até o divisor da margem direita do ribeirão do Barrocão; continua por este divisor até a foz do ribeirão ao Barrocão no rio Jacareí; desce por este ate a foz do ribeirão Mato Dentro, onde tiveram início estas divisas.


MUNICÍPIO DE JOÃO RAMALHO
(Criado em 1958)