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Com
o fim do Estado Novo, o Palácio passa a abrigar, a partir de
1947, a Assembléia Legislativa, sendo rebatizado como Palácio
9 de Julho e perdendo todas as características arquitetônicas
internas de um edifício para exposições: os estábulos
são destruídos, surgem as divisórias etc.
O próprio Escritório Técnico Severo Villares - herdeiros
de Ramos de Azevedo - executou as obras de transformação do Palácio
em Assembléia Legislativa.
A despeito do nobre uso, a má apropriação dos espaços
somada à falta de manutenção adequada favoreceu um rápido
processo de deterioração, que, com a transferência da Assembléia
para o Ibirapuera, seria ainda mais acelerado, à medida que o antigo
Palácio das Indústrias passou a abrigar de tudo um pouco: destacamentos
do Corpo de Bombeiros, Delegacia de Estrangeiros e repartições
policiais.
Palácio
das Indústrias Memória e Cidadania |
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