IPRS 2006
Índice Paulista de Responsabilidade Social

 


IPRS do Estado de São Paulo

Região Administrativa de Araçatuba

Região Metropolitana da
Baixada Santista

Região Administrativa de
Barretos

Região Administrativa de
Bauru

Região Administrativa de
Campinas

Região Administrativa
Central

Região Administrativa de
Franca

Região Administrativa de
Marília

Região Administrativa de
Presidente Prudente

Região Administrativa de
Registro

Região Administrativa de
Ribeirão Preto

Região Metropolitana de
São Paulo

Região Administrativa de
São José dos Campos

Região Administrativa de
São José do Rio Preto

Região Administrativa de
Sorocaba

Os 10 melhores municípios segundo os indicadores

Ranking dos municípios paulistas

Detalhamento dos indicadores dos 645 municípios paulistas

 

Região de Araçatuba tem o maior indicador de escolaridade do Estado

Com 43 municípios, a região abrange 7,5% do território estadual e tem a segunda menor taxa de crescimento populacional do Estado

As informações fazem parte da terceira edição do Índice Paulista de Responsabilidade Social (IPRS), relativo ao biênio 2002-2004, que acaba de ser divulgado pela Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo (ALESP). O estudo, conduzido pela Fundação Seade, revela os níveis de desempenho dos municípios paulistas quanto à riqueza, longevidade e educação, as três dimensões que compõem o índice. “O IPRS abre caminho para a formulação de políticas públicas e planos de desenvolvimento capazes de atender às necessidades sociais das cidades de São Paulo. Permite-nos ver, por exemplo, que a RA de Araçatuba tem 88% dos municípios acima da média de escolaridade,” revela o Deputado Rodrigo Garcia, presidente da ALESP.

Em 2000, durante o Fórum São Paulo Século XXI, a Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo incumbiu a Fundação Seade de criar um instrumento que permitisse o acompanhamento e a aferição dos desempenhos sociais e econômicos dos diferentes municípios paulistas. Surgiu assim o Índice Paulista de Responsabilidade Social (IPRS), sistema de indicadores socioeconômicos para cada município do Estado, destinado a subsidiar a formulação e avaliação das políticas públicas na esfera municipal. “O IPRS joga uma luz sobre a diversidade socioeconômica das regiões administrativas do Estado. A RA de Araçatuba, confrontada com as demais regiões do Estado, possui o maior indicador de escolaridade, embora, na dimensão riqueza, encontre-se entre as quatro regiões mais pobres”, explica Felícia Reicher Madeira, diretora executiva do Seade.

Os dados são agregados por região e, segundo o estudo, a Região Administrativa de Araçatuba manteve a primeira posição no ranking de escolaridade, exibindo os melhores indicadores nesta dimensão. A proporção de pessoas de 15 a 17 anos que concluíram o ensino fundamental manteve-se estável, passando de 77,8% para 78,1%, sendo a média do Estado em 2004 de 68,3%. Já a proporção de pessoas na faixa etária de 15 a 17 anos com pelo menos quatro anos de estudo apresentou discreto aumento, de 95,2% para 98,1%, enquanto a média do Estado, em 2004, correspondeu a 98,0%.

Em 2003, a região Administrativa de Araçatuba ocupava o 11º lugar na geração do PIB, à frente das regiões de Barretos, Presidente Prudente, Franca e Registro. Além de ordenar as cidades do Estado de acordo com os três eixos considerados, o IPRS também classifica os municípios a partir de cinco grupos que resumem a situação de cada um deles. Considerando-se esses critérios, embora a região tenha mantido a posição entre as demais regiões no ranking de riqueza, somente Araçatuba (município-sede) e Ilha Solteira pertencem ao Grupo 1, que agrega municípios com os melhores indicadores de riqueza, longevidade e escolaridade (no gráfico, sinalizado em azul). Os municípios assinalados em vermelho são os mais críticos da região, incluídos no Grupo 5.

O indicador agregado de longevidade não variou na região, situando-se pouco acima da média estadual (70), entre 2002 e 2004. A taxa de mortalidade das pessoas entre 15 e 39 anos (por mil habitantes) passou de 1,6 óbito para 1,5, enquanto a média do Estado em 2004 foi de 1,7. Já a taxa de mortalidade das pessoas com 60 anos e mais (por mil habitantes) estabilizou-se, variando de 36,5 óbitos para 36,2, sendo a média do Estado, em 2004, de 38,7.
Apesar da perda de participação econômica nas duas últimas décadas em relação ao país, o Estado de São Paulo ainda possui a maior economia brasileira. A população em 2006 é de 40,69 milhões de habitantes (21% da população brasileira), distribuídos em um território de 248,2 mil quilômetros quadrados e 645 municípios. A taxa de urbanização é de 93,6%. Em 2004, o Produto Interno Bruto (PIB) paulista foi de R$ 592 bilhões – 33,4% do PIB nacional.

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  Lei Nº 10.765, de 19/02/2001
Cria o IPRS
Apresentação do Sr. Sinésio Pires Ferreira no lançamento do
IPRS 2006 na Assembléia
  Consulte o IPRS versão 2004
SEADE Fundação Estadual Sistema de Análise de Dados
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