IPRS 2006
Índice Paulista de Responsabilidade Social

 


IPRS do Estado de São Paulo

Região Administrativa de Araçatuba

Região Metropolitana da
Baixada Santista

Região Administrativa de
Barretos

Região Administrativa de
Bauru

Região Administrativa de
Campinas

Região Administrativa
Central

Região Administrativa de
Franca

Região Administrativa de
Marília

Região Administrativa de
Presidente Prudente

Região Administrativa de
Registro

Região Administrativa de
Ribeirão Preto

Região Metropolitana de
São Paulo

Região Administrativa de
São José dos Campos

Região Administrativa de
São José do Rio Preto

Região Administrativa de
Sorocaba

Os 10 melhores municípios segundo os indicadores

Ranking dos municípios paulistas

Detalhamento dos indicadores dos 645 municípios paulistas

 

Região de Campinas tem o maior pólo industrial do interior do Estado

Com densidade demográfica superior à França e Itália e geração de 18,8% do valor adicionado industrial paulista, a RA de Campinas é a mais importante região de São Paulo

As informações fazem parte da terceira edição do Índice Paulista de Responsabilidade Social (IPRS), relativo ao biênio 2002-2004, que acaba de ser divulgado pela Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo (ALESP). O estudo, conduzido pela Fundação Seade, revela os níveis de desempenho dos municípios paulistas quanto à riqueza, longevidade e educação, as três dimensões que compõem o índice. “O IPRS abre caminho para a formulação de políticas públicas e planos de desenvolvimento capazes de atender às necessidades sociais das cidades dessa potência chamada São Paulo. É importante ter dados que indiquem, por exemplo, que a qualidade das águas dos rios da RA de Campinas merece atenção,” explica o Deputado Rodrigo Garcia, presidente da ALESP.

Em 2000, durante o Fórum São Paulo Século XXI, a Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo incumbiu a Fundação Seade de criar um instrumento que permitisse o acompanhamento e a aferição dos desempenhos sociais e econômicos dos diferentes municípios paulistas. Surgiu assim o Índice Paulista de Responsabilidade Social (IPRS), sistema de indicadores socioeconômicos para cada município do Estado, destinado a subsidiar a formulação e avaliação das políticas públicas na esfera municipal. “O IPRS joga uma luz sobre a diversidade socioeconômica das regiões administrativas do Estado. Entre as regiões avaliadas, a RA de Campinas tem 27% dos municípios incluídos no Grupo 1, com patamar elevado de riqueza e bons níveis nos indicadores sociais”, explica Felícia Reicher Madeira, diretora executiva do Seade.

Os dados são agregados por região e, segundo o estudo, alta densidade demográfica, taxa de urbanização elevada, economia diversificada e dinâmica são características que conferem à Região Administrativa de Campinas o status de uma das mais desenvolvidas áreas do Estado. Outra demonstração de sua relevância econômica é a vice-liderança na geração do PIB do Estado em 2003 - aproximadamente 86 bilhões de reais (17,4% do total), valor que a deixa atrás apenas da Região Metropolitana de São Paulo.

Com 90 municípios, o crescimento populacional também coloca a RA de Campinas na vice-liderança estadual. Dos 5,8 milhões de habitantes (14,8% da população do Estado em 2004, segundo a Fundação Seade), pouco mais de 1 milhão deles residem no município-sede. Somados à população das cidades de Jundiaí, Piracicaba, Sumaré e Limeira, totalizam 37,8% dos moradores da região. A densidade demográfica da RA é de 214,4 habitantes por quilômetro quadrado – índice superior a países como França e Itália. A taxa de urbanização é elevada: aproximadamente 94%. Cinco dos municípios da região já chegaram aos 100%: Águas de São Pedro, Hortolândia, Joanópolis, Piracaia e Várzea Paulista. Em Campinas, a sede regional, o índice atinge 98,5%.

Mas mesmo com evidentes sinais de desenvolvimento e indicadores em geral compatíveis com a média do Estado, a RA de Campinas tem alguns desequilíbrios: é a 4ª colocada no indicador de riqueza, 7ª em longevidade e 11ª em escolaridade. A boa notícia é que detectou-se uma pequena melhora nos indicadores de longevidade e de escolaridade, o que deixou as taxas próximas da média paulista. O índice de atendimento à pré-escola foi o destaque nesse sentido, subindo de 62,4% para 80,4% entre 2000 e 2004, superando a média estadual de 77% em 2004.

Além de ordenar as cidades do Estado de acordo com os três eixos considerados, o IPRS também classifica os municípios a partir de cinco grupos que resumem a situação de cada um deles. Considerando-se esses critérios, a região têm 32 municípios inseridos nos Grupos 4 e 5, que reúnem as cidades os municípios em pior situação nos quesitos riqueza, longevidade e escolaridade. Isso significa expressivos 35,5% do total.

Apesar da perda de participação econômica nas duas últimas décadas em relação ao país, o Estado de São Paulo ainda possui a maior economia brasileira. A população em 2006 é de 40,69 milhões de habitantes (21% da população brasileira), distribuídos em um território de 248,2 mil quilômetros quadrados e 645 municípios. A taxa de urbanização é de 93,6%. Em 2004, o Produto Interno Bruto (PIB) paulista foi de R$ 592 bilhões – 33,4% do PIB nacional.

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  Lei Nº 10.765, de 19/02/2001
Cria o IPRS
Apresentação do Sr. Sinésio Pires Ferreira no lançamento do
IPRS 2006 na Assembléia
  Consulte o IPRS versão 2004
SEADE Fundação Estadual Sistema de Análise de Dados
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