IPRS 2006
Índice Paulista de Responsabilidade Social

 


IPRS do Estado de São Paulo

Região Administrativa de Araçatuba

Região Metropolitana da
Baixada Santista

Região Administrativa de
Barretos

Região Administrativa de
Bauru

Região Administrativa de
Campinas

Região Administrativa
Central

Região Administrativa de
Franca

Região Administrativa de
Marília

Região Administrativa de
Presidente Prudente

Região Administrativa de
Registro

Região Administrativa de
Ribeirão Preto

Região Metropolitana de
São Paulo

Região Administrativa de
São José dos Campos

Região Administrativa de
São José do Rio Preto

Região Administrativa de
Sorocaba

Os 10 melhores municípios segundo os indicadores

Ranking dos municípios paulistas

Detalhamento dos indicadores dos 645 municípios paulistas

 

Região de Ribeirão Preto ocupa 1º lugar
nos indicadores de longevidade

O bom desempenho da RA é resultado de uma conjunção de fatores, tais como boa infra-estrutura de transportes e de comunicação, presença de importantes instituições de ensino e um movimentado mercado consumidor

As informações fazem parte da terceira edição do Índice Paulista de Responsabilidade Social (IPRS), relativo ao biênio 2002-2004, que acaba de ser divulgado pela Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo (ALESP). O estudo, conduzido pela Fundação Seade, revela os níveis de desempenho dos municípios paulistas quanto à riqueza, longevidade e educação, as três dimensões que compõem o índice. “O IPRS abre caminho para a formulação de políticas públicas e planos de desenvolvimento capazes de atender às necessidades sociais das cidades de São Paulo. Na RA de Ribeirão Preto, por exemplo, as atividades ligadas à saúde são referência nacional”, explica o Deputado Rodrigo Garcia, presidente da ALESP.

Em 2000, durante o Fórum São Paulo Século XXI, a Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo incumbiu a Fundação Seade de criar um instrumento que permitisse o acompanhamento e a aferição dos desempenhos sociais e econômicos dos diferentes municípios paulistas. Surgiu assim o Índice Paulista de Responsabilidade Social (IPRS), sistema de indicadores socioeconômicos para cada município do Estado, destinado a subsidiar a formulação e avaliação das políticas públicas na esfera municipal. “O IPRS joga uma luz sobre a diversidade socioeconômica das regiões administrativas do Estado. Notem que a RA de Ribeirão Preto tem uma das maiores densidades demográficas do Estado: 120,8 hab./km2, com uma população que em 2004 era de aproximadamente 1,1 milhão de moradores”, analisa Felícia Reicher Madeira, diretora executiva do Seade.

Os dados são agregados por região e, segundo o estudo, a Região Administrativa de Ribeirão Preto destaca-se no cenário estadual pela primeira posição no indicador de longevidade. No quesito escolaridade, os 25 municípios da RA melhoraram nos últimos anos. A taxa de jovens entre 15 e 17 anos com pelo menos quatro anos de estudo atingiu 98,7%, em 2004, superando a média estadual. A educação se sobressai em serviços, graças especialmente às instituições de ensino superior e centros de pesquisa ali presentes. Mas a RA ainda pode melhorar bastante no quesito (ocupa o modesto 9º lugar) e evoluir também em riqueza (5º), dada à força da indústria, comércio e serviços locais.Conhecida como a “Califórnia brasileira”, a RA de Ribeirão Preto é um dos mais importantes pólos econômicos do Brasil, conciliando uma agropecuária de alto nível com um moderno setor industrial. Suas indústrias, serviços e comércio são fortes, a ponto de crises econômicas não abalarem a estrutura regional na mesma proporção que ocorre em outras RAs. Isso é resultado de uma conjunção de fatores como o solo fértil, a localização privilegiada, a boa infra-estrutura de transportes e de comunicação, a presença de importantes instituições de ensino superior e centros de pesquisa, além de um movimentado mercado consumidor. A região contribui com 2,3% da economia do Estado, segundo dados do PIB dos municípios para 2003, e nesse ponto as perspectivas de crescimento sempre se mostram animadoras.

Além de ordenar as cidades do Estado de acordo com os três eixos considerados, o IPRS também classifica os municípios a partir de cinco grupos que resumem a situação de cada um deles. Considerando esses critérios, apesar do avanço registrado em longevidade e escolaridade, cerca de 60% dos 25 municípios que compõem a região concentram-se nos Grupos 4 e 5, os mais desfavorecidos, tanto em riqueza quanto em um dos indicadores sociais, ou em ambos.

Apesar da perda de participação econômica nas duas últimas décadas em relação ao país, o Estado de São Paulo ainda possui a maior economia brasileira. A população em 2006 é de 40,69 milhões de habitantes (21% da população brasileira), distribuídos em um território de 248,2 mil quilômetros quadrados e 645 municípios. A taxa de urbanização é de 93,6%. Em 2004, o Produto Interno Bruto (PIB) paulista foi de R$ 592 bilhões – 33,4% do PIB nacional.

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  Lei Nº 10.765, de 19/02/2001
Cria o IPRS
Apresentação do Sr. Sinésio Pires Ferreira no lançamento do
IPRS 2006 na Assembléia
  Consulte o IPRS versão 2004
SEADE Fundação Estadual Sistema de Análise de Dados
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