IPRS 2006
Índice Paulista de Responsabilidade Social

 


IPRS do Estado de São Paulo

Região Administrativa de Araçatuba

Região Metropolitana da
Baixada Santista

Região Administrativa de
Barretos

Região Administrativa de
Bauru

Região Administrativa de
Campinas

Região Administrativa
Central

Região Administrativa de
Franca

Região Administrativa de
Marília

Região Administrativa de
Presidente Prudente

Região Administrativa de
Registro

Região Administrativa de
Ribeirão Preto

Região Metropolitana de
São Paulo

Região Administrativa de
São José dos Campos

Região Administrativa de
São José do Rio Preto

Região Administrativa de
Sorocaba

Os 10 melhores municípios segundo os indicadores

Ranking dos municípios paulistas

Detalhamento dos indicadores dos 645 municípios paulistas

 

Região Metropolitana apresenta contraste entre indicadores

Habitada por cerca de 18,9 milhões de pessoas, ou 48% da população total do Estado, a região concentra quase 50% do PIB de São Paulo

As informações fazem parte da terceira edição do Índice Paulista de Responsabilidade Social (IPRS), relativo ao biênio 2002-2004, que acaba de ser divulgado pela Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo (ALESP). O estudo, conduzido pela Fundação Seade, revela os níveis de desempenho dos municípios paulistas quanto à riqueza, longevidade e educação, as três dimensões que compõem o índice. “O IPRS abre caminho para a formulação de políticas públicas e planos de desenvolvimento capazes de atender às necessidades sociais das cidades de São Paulo. E de acordo com o estudo, melhorar o desempenho da RMSP nos indicadores de longevidade e escolaridade continua a ser um grande desafio”, argumenta o Deputado Rodrigo Garcia, presidente da ALESP.

Em 2000, durante o Fórum São Paulo Século XXI, a Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo incumbiu a Fundação Seade de criar um instrumento que permitisse o acompanhamento e a aferição dos desempenhos sociais e econômicos dos diferentes municípios paulistas. Surgiu assim o Índice Paulista de Responsabilidade Social (IPRS), sistema de indicadores socioeconômicos para cada município do Estado, destinado a subsidiar a formulação e avaliação das políticas públicas na esfera municipal. “O IPRS joga uma luz sobre a diversidade socioeconômica das regiões administrativas do Estado, revelando municípios onde os indicadores sociais ainda não atingiram níveis avançados”, explica Felícia Reicher Madeira, diretora executiva do Seade.

Os dados são agregados por região e, segundo o IPRS, a RMSP ocupa a vice-liderança em riqueza, com crescimento de 4% no período. Superlativa em vários aspectos, a região concentra 48% da população do Estado (cerca de 18,9 milhões de pessoas), e e exerce papel fundamental no desempenho econômico, respondendo por 49,6% do PIB paulista em 2003. A participação dos setores industrial, financeiro, comercial e de serviços é diversificada. A região concentra 49% da indústria e mais de 58,6% de serviços, incluindo o comércio (VA), e em 2004,o rendimento médio do emprego formal era de R$ 1.461, cerca de 14,4% acima do conjunto do Estado. A infra-estrutura de transporte, hotelaria e de exposições contribuem também para firmar o perfil da metrópole no turismo de negócios.

Dona da maior densidade demográfica do Brasil, com cerca de 2.342,8 hab./km2, a RMSP apresenta taxa de crescimento populacional anual inferior à média paulista, que é de 1,6%. Comparada à pirâmide etária do Estado, exibe um perfil mais rejuvenescido, mas em termos de longevidade e escolaridade o desempenho é decepcionante. Ocupa o 11º lugar no ranking relativo à longevidade. Mesmo assim, apresentou progressos significativos nas taxas de mortalidade infantil – igualando-se a média estadual, 14,2 para cada mil crianças nascidas – e de pessoas com 60 anos ou mais. Os indicadores de escolaridade, em geral, se igualam à média paulista e a região ocupa a 10ª posição no item.

Além de ordenar as cidades do Estado de acordo com os três eixos considerados, o IPRS também classifica os municípios a partir de cinco grupos que resumem a situação de cada um deles. No Grupo 1, que abriga os municípios com bons indicadores nas três dimensões, estão São Paulo, Santo André, São Caetano do Sul, São Bernardo do Campo, Ribeirão Pires e Barueri. Os Grupos 2, 3, 4 e 5, com os piores indicadores em riqueza, longevidade e escolaridade, concentram 33, dos 39 municípios que compõem a Região Metropolitana de São Paulo.

Apesar da perda de participação econômica nas duas últimas décadas em relação ao país, o Estado de São Paulo ainda possui a maior economia brasileira. A população em 2006 é de 40,69 milhões de habitantes (21% da população brasileira), distribuídos em um território de 248,2 mil quilômetros quadrados e 645 municípios. A taxa de urbanização é de 93,6%. Em 2004, o Produto Interno Bruto (PIB) paulista foi de R$ 592 bilhões – 33,4% do PIB nacional.

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  Lei Nº 10.765, de 19/02/2001
Cria o IPRS
Apresentação do Sr. Sinésio Pires Ferreira no lançamento do
IPRS 2006 na Assembléia
  Consulte o IPRS versão 2004
SEADE Fundação Estadual Sistema de Análise de Dados
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