IPRS 2006
Índice Paulista de Responsabilidade Social

 


IPRS do Estado de São Paulo

Região Administrativa de Araçatuba

Região Metropolitana da
Baixada Santista

Região Administrativa de
Barretos

Região Administrativa de
Bauru

Região Administrativa de
Campinas

Região Administrativa
Central

Região Administrativa de
Franca

Região Administrativa de
Marília

Região Administrativa de
Presidente Prudente

Região Administrativa de
Registro

Região Administrativa de
Ribeirão Preto

Região Metropolitana de
São Paulo

Região Administrativa de
São José dos Campos

Região Administrativa de
São José do Rio Preto

Região Administrativa de
Sorocaba

Os 10 melhores municípios segundo os indicadores

Ranking dos municípios paulistas

Detalhamento dos indicadores dos 645 municípios paulistas

 

Região de Sorocaba obteve o 4º lugar na geração do PIB paulista em 2003

A RA de Sorocaba gerou cerca de R$ 27,4 bilhões, 5,5% do PIB estadual, e na dimensão riqueza ocupa a sexta colocação do Estado

As informações fazem parte da terceira edição do Índice Paulista de Responsabilidade Social (IPRS), relativo ao biênio 2002-2004, que acaba de ser divulgado pela Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo (ALESP). O estudo, conduzido pela Fundação Seade, revela os níveis de desempenho dos municípios paulistas quanto à riqueza, longevidade e educação, as três dimensões que compõem o índice. “O IPRS abre caminho para a formulação de políticas públicas e planos de desenvolvimento capazes de atender às necessidades sociais das cidades de São Paulo. Na RA de Sorocaba, por exemplo, das 79 cidades da região, 53 ainda apresentam baixos indicadores sociais,” comenta o Deputado Rodrigo Garcia, presidente da ALESP.

Em 2000, durante o Fórum São Paulo Século XXI, a Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo incumbiu a Fundação Seade de criar um instrumento que permitisse o acompanhamento e a aferição dos desempenhos sociais e econômicos dos diferentes municípios paulistas. Surgiu assim o Índice Paulista de Responsabilidade Social (IPRS), sistema de indicadores socioeconômicos para cada município do Estado, destinado a subsidiar a formulação e avaliação das políticas públicas na esfera municipal. “O IPRS joga uma luz sobre a diversidade socioeconômica das regiões administrativas do Estado. A RA de Sorocaba é uma das poucas do Estado em que o sexo masculino predomina. Em 2004, a razão de sexo local era de 100,3 homens para cada 100 mulheres, só inferior à da RA de Registro”, analisa Felícia Reicher Madeira, diretora executiva do Seade.

Os dados são agregados por região e, segundo o estudo, em 2003 a Região Administrativa de Sorocaba ocupava o 4º lugar na geração do PIB paulista, só atrás da Região Metropolitana de São Paulo e das RAs de Campinas e de São José dos Campos. O crescimento percentual do número de moradores também é uma de suas particularidades. Entre 2000-2004, a taxa foi de 2,1% ao ano, a maior do Estado, embora a região tenha uma das menores densidades demográficas – apenas 65,1 hab./km2. Em 2004, a população local foi estimada em quase 2,7 milhões de habitantes, 6,8% do total do Estado. Sorocaba abrigava naquele ano 20,4% dos moradores da região. Somando-se a eles os habitantes de Itu, Itapetininga, Botucatu, Votorantim e Salto, o resultado atingia 43% da população total.

Segundo o IPRS, a RA de Sorocaba ocupa posições razoável em riqueza (6ª colocada), mas bem modestas em longevidade (12ª) e em escolaridade (13ª). Em termos de riqueza, a região cresceu entre 2002 e 2004 em proporção parecida com a do conjunto do Estado. O rendimento médio do emprego formal em 2004 foi de R$ 939, ou 73,6% da média paulista. No mesmo ano, o valor adicionado fiscal per capita ficou em R$ 8.082, equivalente a 79,5% do conjunto de São Paulo. O indicador de longevidade teve uma pequena melhora e, em 2004, aproximou-se da média paulista (respectivamente, 69 e 70). A escolaridade apresentou comportamento semelhante, embora sua evolução entre 2002 e 2004 tenha sido maior que a paulista; o único item em que a média de São Paulo foi superada foi a taxa de atendimento à pré-escola das crianças de 5 e 6 anos (77,1%, ante 77,0%). Ainda assim, das 79 cidades que compõem a região, 53 apresentam baixos indicadores sociais.

Além de ordenar as cidades do Estado de acordo com os três eixos considerados, o IPRS também classifica os municípios a partir de cinco grupos que resumem a situação de cada um deles. No Grupo 1, que abriga os municípios com bons indicadores nas três dimensões, estão apenas Sorocaba, Águas de Santa Bárbara, Alumínio, Boituva, Botucatu, Cerquilho e Salto. Os Grupos 2 e 3 reúnem 17 cidades; e os Grupos 4 e 5, com os piores indicadores em riqueza, longevidade e escolaridade, contêm 55 municípios.

Apesar da perda de participação econômica nas duas últimas décadas em relação ao país, o Estado de São Paulo ainda possui a maior economia brasileira. A população em 2006 é de 40,69 milhões de habitantes (21% da população brasileira), distribuídos em um território de 248,2 mil quilômetros quadrados e 645 municípios. A taxa de urbanização é de 93,6%. Em 2004, o Produto Interno Bruto (PIB) paulista foi de R$ 592 bilhões – 33,4% do PIB nacional.

Clique aqui para assistir aos vídeos sobre o IPRS 2006
  Lei Nº 10.765, de 19/02/2001
Cria o IPRS
Apresentação do Sr. Sinésio Pires Ferreira no lançamento do
IPRS 2006 na Assembléia
  Consulte o IPRS versão 2004
SEADE Fundação Estadual Sistema de Análise de Dados
Clique aqui para fazer download do Adobe Reader