Valorização do servidor é foco de debate sobre eficiência das polícias


01/03/2019 13:02 | Atividade Parlamentar | Da assessoria do deputado Carlos Giannazi

Carlos Giannazi (ao centro)<a style='float:right' href='https://www3.al.sp.gov.br/repositorio/noticia/N-03-2019/fg230823.jpg' target=_blank><img src='/_img/material-file-download-white.png' width='14px' alt='Clique para baixar a imagem'></a>

A Alesp sediou na terça-feira (26/2) um debate sobre a integração entre as forças de segurança pública. O evento, que contou com a participação de entidades de vários estados, foi realizado por iniciativa do deputado Carlos Giannazi, para quem o fundamental é a valorização dos servidores "que estão na linha de frente no combate ao crime".

Segundo João Batista Rebouças, presidente do Sindicato dos Investigadores de Polícia de São Paulo (Sipesp), o principal problema das polícias é a falta de valorização por parte do Poder Público. "O estado nos trata como a causa do problema, não como parte da solução."

Vice-presidente da Confederação Brasileira de Trabalhadores Policiais Civis (Cobrapol), Alex Galvão traçou um panorama do projeto de unificação das polícias, cujo relatório está pronto para votação na comissão especial da Câmara dos Deputados. Ele indicou a previsão de duas corporações civis nos estados: a Polícia Militar se converteria em Polícia Estadual, de ciclo completo (apta a conduzir inquéritos), e a Civil se tornaria a Polícia Estadual Investigativa, destinada a crimes mais complexos. O principal ponto positivo, em sua visão, é que ambas as corporações teriam carreira única, a exemplo do que hoje ocorre na Polícia Rodoviária Federal (PRF). "O agente entra na base, é formado na carreira policial e chega ao comando de sua instituição."