Decreto estadual é assunto no plenário do Legislativo paulista

Festas clandestinas em meio a pandemia também foram destaque na tribuna
01/03/2021 18:38 | Plenário | Beatriz Ferreira - Foto: Bruna Sampaio

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Decreto assinado pelo governador João Doria que reconhece atividades religiosas como essenciais em meio a pandemia da Covid-19, foi assunto no plenário da Alesp nesta segunda-feira (1/3).

O deputado Carlos Cezar (PSB), demonstrou reconhecimento à ação do Executivo, e afirmou que a ordem é resultado da mobilização feita por membros da Igreja do Evangelho Quadrangular, na qual é pastor titular. "Quero celebrar este dia e agradecer ao governador, que se sensibilizou e hoje faz esse ato e cumpre aquilo que é desejo de 90% da população do Estado de São Paulo, uma população cristã que quer cultuar o Deus a quem serve".

Em sua intervenção o deputado Coronel Telhada (PP), argumentou a respeito da importância do serviço prestado à sociedade por parte das igrejas. "As igrejas atendem muitas pessoas que têm necessidades de se alimentar e se vestir. O serviço religioso é essencial, inclusive nas guerras, para dar assistência e conforto espiritual".

O veto ao Projeto de Lei 299/2020, na última sexta-feira (26/2) referente ao mesmo assunto, também foi assunto na tribuna. A iniciativa que impedia o fechamento de templos religiosos em tempos de crises ocasionadas pela pandemia em todo o Estado de São Paulo, havia sido aprovada pelo Plenário do Legislativo Paulista no final do ano passado.

O deputado Gil Diniz (sem partido), um dos autores da propositura, criticou a ação do Executivo e rebateu argumentos do governador que apontam inconstitucionalidade da proposta. "O trabalho que esses líderes religiosos fazem, é essencial. Essas igrejas que fazem um trabalho social extremamente necessário, chegam aonde o estado não chega. Na avaliação do parlamentar, a proposta foi rejeitada como forma de retaliação política. "Que essa casa possa analisar esse veto pois o decreto pode ser modificado a qualquer momento".

Festas clandestinas

O deputado Major Mecca, alegou ter visitado o Centro de Operações da Polícia Militar de São Paulo (Copom) no final de semana, para certificar-se da quantidade de chamados no centro de operações em relação à perturbação do sossego da população, e de festas clandestinas que ocorrem no Estado, desrespeitando os protocolos sanitários previstos nas regras do Plano São Paulo para combater a pandemia da Covid-19. "Por volta de 23h30 da noite já passavam de 400 ocorrências, e o pico de chamados se dá após a meia noite. Os policiais estão arcando com toda a violência desses eventos, sozinhos", explicou o parlamentar, que também fez um apelo ao Poder Executivo para que haja decreto de prisão preventiva aos organizadores das festas: "Não é difícil localizá-los, pois eles o fazem através das redes sociais".