Mudança no calendário escolar da rede pública é tema de audiência


06/05/2019 17:09 | Audiência Pública | Laysla Jacob - Fotos: Carol Jacob

Professora Bebel<a style='float:right' href='https://www3.al.sp.gov.br/repositorio/noticia/N-05-2019/fg233594.jpg' target=_blank><img src='/_img/material-file-download-white.png' width='14px' alt='Clique para baixar a imagem'></a> Público presente<a style='float:right' href='https://www3.al.sp.gov.br/repositorio/noticia/N-05-2019/fg233593.jpg' target=_blank><img src='/_img/material-file-download-white.png' width='14px' alt='Clique para baixar a imagem'></a> Mesa da audiência<a style='float:right' href='https://www3.al.sp.gov.br/repositorio/noticia/N-05-2019/fg233595.jpg' target=_blank><img src='/_img/material-file-download-white.png' width='14px' alt='Clique para baixar a imagem'></a> Mesa da audiência<a style='float:right' href='https://www3.al.sp.gov.br/repositorio/noticia/N-05-2019/fg233596.jpg' target=_blank><img src='/_img/material-file-download-white.png' width='14px' alt='Clique para baixar a imagem'></a>

Nesta segunda-feira (6/5), a deputada Professora Bebel (PT) promoveu uma audiência pública para discutir possíveis consequências da divisão das férias escolares na rede pública oficial de ensino. O evento chamado "Férias repartidas melhoram o desempenho pedagógico dos professores e a aprendizagem dos estudantes?", reuniu diretores, professores, alunos e convidados para a discussão do tema. O debate foi feito no auditório Paulo Kobayashi e contou com a presença do professor José Eustáquio Romão, diretor e professor do programa de pós-graduação da Universidade 9 de Julho (Uninove) e também diretor-fundador do Instituto Paulo Freire.

A discussão girou em torno da mudança do calendário escolar, anunciada pelo governo do Estado, a vigorar a partir de 2020. Para a deputada Professoa Bebel, o assunto merece ser discutido amplamente. Ela discorda da afirmação do secretário da Educação de que a mudança atende a diretrizes pedagógicas. Segundo ela, "não tem nada de pedagógico nisso. Pedagógico é considerar que precisamos de melhores condições de trabalho e mais infraestrutura nas escolas públicas. Repartir férias não tem um fundamento que garante que seja bom", afirmou.