Professoras em greve são vítimas de violência policial


11/02/2019 11:21 | Atividade Parlamentar | Da assessoria do deputado Carlos Giannazi

Carlos Giannazi, durante assembleia de professores<a style='float:right' href='https://www3.al.sp.gov.br/repositorio/noticia/N-02-2019/fg229984.jpg' target=_blank><img src='/_img/material-file-download-white.png' width='14px' alt='Clique para baixar a imagem'></a>

O deputado Carlos Giannazi usou a tribuna da Alesp na sexta-feira (8/2) para exigir providências imediatas em relação às agressões praticadas pela Polícia Militar contra professoras da rede municipal durante a passeata que acontecera na véspera, em protesto contra a implantação da Sampaprev.

"Foram atos covardes, praticados por um grupo de PMs contra mulheres, educadoras que trabalham em creches, na pré-escola e no ensino fundamental. Uma violência desnecessária, pois a manifestação foi pacífica do início ao fim", relatou Giannazi, lembrando outro ato de brutalidade que ocorreu em 2018, quando servidoras que protestavam contra o mesmo projeto foram espancadas pela Guarda Civil Metropolitana dentro da Câmara Municipal. "Esses atos têm de ser apurados para que não ocorram novamente. Até porque o direito de greve é garantido pela Constituição Federal."

O líder do PSOL informou que a indignação é geral entre os servidores das várias categorias que decidiram, em assembleia, por manter a greve. "No estado também foi instituída a previdência complementar por meio da SPPrev, mas não houve confisco salarial. Já o projeto de Bruno Covas aumenta a contribuição de 11% para 14%. Isso em um momento de gravíssima crise econômica, sendo que os servidores não têm reajuste desde 2003."