Assembléia Popular


21/05/2008 17:22


Conto do vigário

O integrante do Grêmio Social Recreativo Sudeste, Mauro Alves da Silva, disse que declaração da secretária estadual de Educação, de que são necessários 22 anos para melhorar a qualidade do ensino no Estado, não passam de conto do vigário.



Ricos devem pagar

Anderson Cruz, do Instituto de Educação de São Paulo, acha que o atual aluno do 3º grau, rico, deve pagar por seus estudos, deixando mais vagas para os mais pobres.



Turismo para idosos carentes

Darcy Rosa dos Reis, representando diversos setores carentes, quer colocar em prática projeto de turismo para idosos abandonados. Pediu ajuda para ir ao programa do Sílvio Santos e lá conseguir verbas para seus projetos.



Indústria do cimento

Antonio Rodrigues, do Fórum de Transportes de Diadema, denunciou a má qualidade do transporte coletivo na sua região. Criticou a construção do corredor de ônibus do Grande ABC, afirmando que a obra ocorreu para favorecer a indústria do cimento.



Dia de Luta

Tcharles Santos Silva Ferreira, do Movimento pelos Direitos da População de Rua de São Paulo, convidou todos paraa passeata do 18º Dia de Luta do Povo de Rua, que acontecerá no dia 29/5, que sairá da frente da câmara municipal e passará por várias secretarias.



Desapropriação

Gerusael Santos Ribeiro, representando a Associação por Moradia Família Feliz, de Taboão da Serra, denunciou que o Decreto 52.968, do Poder Executivo, desapropria uma área que está sendo trabalhada por um empreendimento popular que beneficiará 332 famílias.



Manipulação política

José Leonilson de Queiroz Almeida, do Movimento Social de Parelheiros/Marsilac, criticou o uso político das obras realizadas pelas administrações municipais e estaduais. "Só realizam obras em ano eleitoral, é o caso do recapeamento da estrada de Engenheiro Marsilac", afirmou.



Uso da imagem

O representante do Movimento pelos Direitos da População em Situação de Rua em São Paulo, Robson César Correia de Mendonça, criticou a TV Record por utilizar moradores de rua em gincana promovida por um de seus programas, em troca de quentinhas.



Sem placa

Sarvio Nogueira Holanda, do Conselho dos Representantes dos Empregados da Imesp, criticou a reforma do prédio da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo. Ele denuncia que não há placa com informações básicas da obra, tal como exige a lei.



Muito a aprender

Segundo a delegada aposentada Maria Lima de Matos, do Movimento das Mulheres em defesa da Vida, o governo de São Paulo tem muito a aprender com o Rio de Janeiro, pois lá, disse, a Polícia Civil identificou em menos de 48 horas o autor de crime contra delegado.



Convênio Médico

Carlos Edivaldo da Silva denunciou rede hospitalar privada pelo mau atendimento, descaso, negligência e imcompetência que, segundo ele, motivaram a morte de sua esposa. "A cirurgia que ela necessitava foi remarcada tantas vezes que ela morreu antes de fazer", afirmou.



Educação Precária

Wiliam Prado, representante do Movimento Popular de Saúde de Parelheiros e Marsilac, criticou a situação do ensino publico em São Paulo. "É um absurdo a aprovação automática onde o aluno passa de ano sem aprender", disse.



O programa Assembléia Popular coloca uma tribuna à disposição dos cidadãos que queiram expor sua opinião a respeito de um tema de interesse da comunidade, todas as quartas-feiras, das 12h às 13h. As inscrições podem ser feitas no próprio dia em que os oradores pretendem fazer uso da palavra, das 11h15 às 11h45, no auditório Franco Montoro, no andar Monumental da Assembléia Legis­lativa. Para isso, os interessados devem preencher um formulário no local, res­pon­sabilizando-se pelas opiniões que serão emitidas. É necessária a apresentação de documento de identidade. Cada inscrito pode falar por, no máximo, dez minutos. As sessões da Assembléia Popular são transmitidas pela TV Assembléia aos sábados, às 12h, pelos canais 13 da NET e 66 da TVA.