Presidente da Câmara de São Paulo analisará conjuntura nacional

Do evento em Santos participam militantes e simpatizantes do PT
06/09/2001 11:05


Da Assessoria

Para analisar a atual conjuntura política e discutir as eleições internas do PT, marcadas para o próximo dia 16/9, e a possível candidatura do partido ao Senado, nas eleições gerais de 2002, o presidente da Câmara de Vereadores de São Paulo, José Eduardo Martins Cardozo (PT), estará em Santos no próximo dia 10/9, segunda-feira. O parlamentar participará de debate com militantes e simpatizantes do PT na sede do Sindicato da Construção Civil.

De acordo com a deputada Maria Lúcia Prandi, que organizou o evento, o PT vive um momento especial, já que pela primeira vez na história do País um partido político dará a todos os seus filiados o direito de eleger diretamente os presidentes de todas as instâncias partidárias. "O vereador José Eduardo falará sobre este momento do PT e analisará a atual conjuntura política e seus reflexos nas eleições de 2002", diz Prandi, coordenadora do PT na Baixada Santista.

A eventual candidatura de José Eduardo Cardozo ao Senado ainda está sendo discutida pelo partido. A parlamentar explica que há duas correntes, uma favorável ao lançamento de uma candidatura forte e outra que defende a tese de que o partido deveria ter dois nomes de peso na disputa pelas vagas paulistas no Senado, caso em que seria candidato o atual deputado federal Aloízio Mercadante.

Atuação conjunta. Campeões de votos, a deputada Prandi e o vereador José Eduardo desenvolvem atuação conjunta em seus mandatos na Assembléia Legislativa e na Câmara de Vereadores. A parceria busca a formulação de políticas públicas em áreas em que os dois parlamentares têm atuação destacada, além da defesa da ética na política e da probidade administrativa na gestão dos recursos públicos.

Assim como Maria Lúcia, que, ao presidir a Câmara de Santos, desenvolveu uma gestão moralizadora, demitindo funcionários fantasmas e economizando dinheiro público, José Eduardo Cardozo vem atuando para recuperar a credibilidade do Legislativo paulistano. Em sua gestão, há pouco iniciada, já conseguiu acabar com o voto secreto em todos os tipos de deliberações e aprovou uma reforma administrativa que garantirá redução aos cofres municipais de quase R$ 40 milhões anuais.