Da Tribuna


25/06/2015 18:10 | Da Divisão de Taquigrafia da Assembleia


ORLANDO BOLÇONE - Discorre sobre cerimônia de lançamento do Índice Paulista de Responsabilidade Social 2014, conduzida pelo presidente Fernando Capez. Destaca o objetivo do indicador. Cita aspectos avaliados por ele, como a Saúde, que será medida pela longevidade, a Educação, pelo tempo em que os estudantes permanecem nas escolas, até concluir a formação, e no que tange à riqueza, composto de diversos indicadores econômicos. Reflete sobre a relevância do IPRS, uma vez que seu enfoque é sobre o desenvolvimento humano de todas as regiões paulistas, contribuindo para a tomada de decisões e para a implantação de políticas públicas adequadas.

CARLOS GIANNAZI - Declara indignação e perplexidade diante de postura do governador Geraldo Alckmin para com a Educação. Acusa a autoridade de afrontar a legislação de ensino vigente, tanto em âmbito federal como estadual. Exemplifica dizendo que a data-base dos professores, no mês de março, não é respeitada. Combate a falta de previsão orçamentária para o setor. Defende alterações na lei que prevê a contratação de professores da categoria O. Diz que uma proposta do governo estadual vai amenizar, mas não solucionar, em definitivo, o problema. Considera irresponsabilidade do Executivo o não envio, até o momento, de um esboço para o Plano Estadual de Educação.

CORONEL TELHADA - Presta esclarecimentos sobre ocorrência policial na última terça-feira, 23/6, em que um cabo da PM perseguiu e abordou dois criminosos que fugiam em uma moto roubada. Defende a ação, por parte do cabo de Souza, que se encontra afastado da corporação para avaliações psíquicas, tratamento que, aditou, é padrão da Polícia Militar. Parabeniza a PM pelo resultado da operação, que culminou com a internação dos acusados de roubo.

ABELARDO CAMARINHA - Rebate fala do deputado Carlos Giannazi acerca de críticas feitas ao governador Geraldo Alckmin. Diz que países como Japão e Estados Unidos destinam 25 e 22% respectivamente para a Educação, enquanto, no Brasil, o repasse é de apenas 4% do orçamento federal. Lamenta o fechamento do Hospital São Paulo, que está em greve por corte de recursos públicos. Lembra que o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, prometera a implantação de 100 mil vagas de creches, mas que nem 20 mil foram entregues. Considera que todos esses problemas são reflexos do ajuste fiscal, promovido pelo governo federal. Repudia o desvio de recursos públicos, por conta da corrupção.

LUIZ CARLOS GONDIM - Fala sobre seminário ocorrido ontem, 24/6, neste Parlamento, para debater as formas de repasses de recursos para entidades filantrópicas. Acrescenta que essas instituições deverão se adaptar às novos critérios, visando atender à Lei 13.019/14, que entrará em vigor em 30/6. Apela à presidente Dilma Rousseff que prorrogue o prazo, de forma que a lei só passe a valer em 2016. Chama a atenção para as dificuldades financeiras que Santas Casas e Apaes enfrentarão, uma vez que terão que ajustar seus estatutos às novas regras legais.

LECI BRANDÃO - Declara apoio do PCdoB no que tange à prorrogação de lei que destina recursos para entidades filantrópicas. Agradece aos que participaram da sessão solene para entrega da Medalha Theodosina Ribeiro, ocorrida em 19/6. Lê e comenta abaixo-assinado que denuncia a perseguição sofrida por defensores de cotas raciais e de universidade pública. Tece críticas à reitoria da USP, a quem chama de atrasada, diante de posicionamento racista.

PROFESSOR AURIEL - Faz reflexão sobre a terceirização no Brasil, modalidade na qual estão inseridas cerca de 12 milhões de pessoas. Menciona conflito entre funcionários terceirizados, que prestam serviços nesta Assembleia, com a empresa que os contratou. Pede o apoio de seus pares para que intermedeiem o problema, garantindo os direitos trabalhistas da categoria.