
25 DE FEVEREIRO DE 2026
13ª SESSÃO ORDINÁRIA
Presidência: CARLOS GIANNAZI, REIS, CAPITÃO TELHADA, PAULO MANSUR e ANDRÉ DO PRADO
RESUMO
PEQUENO EXPEDIENTE
1 - CARLOS GIANNAZI
Assume a Presidência e abre a sessão às 14h03min.
2 - REIS
Por inscrição, faz pronunciamento.
3 - REIS
Assume a Presidência.
4 - CARLOS GIANNAZI
Por inscrição, faz pronunciamento.
5 - CAPITÃO TELHADA
Por inscrição, faz pronunciamento.
6 - CAPITÃO TELHADA
Assume a Presidência.
7 - PAULO MANSUR
Por inscrição, faz pronunciamento.
8 - PAULO MANSUR
Assume a Presidência.
9 - CAPITÃO TELHADA
Por inscrição, faz pronunciamento.
10 - CAPITÃO TELHADA
Solicita a suspensão da sessão, por acordo de lideranças, até as 16 horas e 30 minutos.
11 - PRESIDENTE PAULO MANSUR
Defere o pedido e suspende a sessão às 14h41min.
ORDEM DO DIA
12 - PRESIDENTE ANDRÉ DO PRADO
Assume a Presidência e reabre a sessão às 16h30min. Coloca em votação e declara aprovados, separadamente, requerimentos de criação de comissão de representação da deputada Bruna Furlan, com a finalidade de participar do Encontro Institucional dos Presidentes das Comissões de Saúde das Assembleias Legislativas Estaduais, em 10/03, em Belo Horizonte-MG; e do deputado Ricardo Madalena, com a finalidade de participar da cerimônia de entrega do Colar de Honra ao Mérito ao capitão PM Daniel Bombonati Martins Viana, comandante da 2ª Cia da Polícia Rodoviária de Presidente Prudente, nos dias 02 e 03/03, em Presidente Prudente-SP. Coloca em votação e declara aprovada a indicação do deputado Bruno Zambelli para membro efetivo do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar.
13 - EDSON GIRIBONI
Solicita o levantamento da sessão, por acordo de lideranças.
14 - PRESIDENTE ANDRÉ DO PRADO
Defere o pedido. Convoca os Srs. Deputados para a sessão ordinária do dia 26/02, à hora regimental, sem Ordem do Dia. Levanta a sessão às 16h32min.
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ÍNTEGRA
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-
Assume a Presidência e abre a sessão o Sr. Carlos Giannazi.
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-
Passa-se ao
PEQUENO EXPEDIENTE
* * *
O
SR. PRESIDENTE - CARLOS GIANNAZI - PSOL - Presente o
número regimental de Sras. Deputadas e Srs. Deputados, sob a proteção de Deus,
iniciamos os nossos trabalhos. Esta Presidência dispensa a leitura da Ata da
sessão anterior e recebe o Expediente.
Dando início à lista de oradores
inscritos no Pequeno Expediente, com a palavra o deputado Reis, que fará uso
regimental da tribuna.
O
SR. REIS - PT -
Cumprimentar o presidente, deputado Carlos Giannazi, também o deputado Conte
Lopes, que acaba de chegar, o público presente, os funcionários desta Casa,
cumprimentar os integrantes da Polícia Civil, da Polícia Penal, da Polícia
Militar, da Polícia Técnico-Científica e também cumprimentar todos aqueles e
aquelas que estão em suas residências e nos acompanham pela Rede Alesp.
Presidente,
muito obrigado pela sua presença ontem na Avenida Paulista. Houve lá a
manifestação dos policiais cobrando o governador de São Paulo; depois saíram em
passeata até a Secretaria da Segurança Pública.
O deputado
Giannazi e o deputado Paulo Fiorilo estiveram presentes, participaram do ato,
fizeram uso da palavra. Eu também estive lá. É uma das primeiras manifestações
que vai concorrer para outras manifestações e organizar a marcha dos policiais
ao Palácio dos Bandeirantes.
Então, muito
obrigado, deputado Carlos Giannazi, pela sua luta, pela sua luta em prol dos
servidores públicos e dos professores e diretores de escolas que V. Exa. trava
aqui nesta Casa.
Dizer, deputado
Carlos Giannazi, que hoje o governador publicou um decreto, V. Exa. deve ter
tomado conhecimento, o Decreto nº 70.396, de 24 de fevereiro de 2026. É o
decreto que trata da contagem de tempo do confisco dos quinquênios, confisco
dos anuênios, dos triênios, confisco esse feito pela extrema direita. O que eu
observo, deputado Carlos Giannazi, é que a direita não gosta dos servidores
públicos.
Ela odeia os
servidores públicos. Eu não entendo por que eles votam na direita. Mas tudo o
que não presta para os servidores públicos é a direita que protagoniza, que
coloca em vigor uma política ruim para os servidores públicos.
Então a direita
foi lá e tirou, confiscou 583 dias dos servidores públicos para contar para
quinquênio, para sexta-parte, anuênio, triênios. E a esquerda agora devolveu
por uma lei que foi aprovada lá em Brasília.
A Lei
Complementar nº 226, sancionada pelo presidente Lula, devolve a contagem de
tempo desses 583 dias para os servidores públicos. Só que a lei trouxe a
faculdade de cada ente da Federação decidir o pagamento desse período
retroativo.
Então, tudo
bem, as pessoas tiveram lá 583 dias confiscados pela direita, na época o
governo Bolsonaro, agora o governo do presidente Lula aprova que tem que considerar,
que tem que reconhecer esse tempo, só que o pagamento ficou a critério dos
governantes locais. Obviamente, por uma questão do pacto federativo.
Aliás, também a
tirada lá atrás, os governantes poderiam não ter tirado, se quisessem, mas
tiraram. Então o decreto do governador traz aqui: “Este decreto dispõe sobre a contagem do intervalo
compreendido entre 28 de maio de 2020 e 31 de dezembro de 2021 como período
aquisitivo de anuênios, triênios, adicionais por tempo de serviço,
‘quinquênios’, sexta-parte dos vencimentos, licença-prêmio e demais mecanismos
equivalentes, em cumprimento ao disposto no Art. 3º da Lei Complementar federal
nº 226, de 12 de janeiro de 2026.
Artigo 2º - As secretarias de Estado, a Procuradoria Geral do
Estado, a Controladoria Geral do Estado e as autarquias promoverão a revisão da
contagem do tempo de serviço dos respectivos servidores e empregados públicos,
exclusivamente para a finalidade de que trata o Art. 1º. Quer dizer, a finalidade é a
contagem.
Parágrafo único - A revisão prevista no ‘caput’ deste artigo
produzirá efeitos funcionais e remuneratórios a partir de 13 de janeiro de
2026”.
Então ele diz:
“Olha, vai contar, mas vai pagar a partir do dia 13 de janeiro de 2026”. “Artigo 3º - Os órgãos setoriais e
subsetoriais do Sistema de Administração de Pessoal adotarão as providências
necessárias à revisão do tempo de serviço dos servidores e empregados públicos,
na forma dos Arts. 1º e 2º, e expedirão os atos de concessão ou de retificação
cabíveis.
Parágrafo único - No exercício das competências de que trata
o ‘caput’ deste artigo, os órgãos responsáveis aplicarão estritamente a
legislação cabível, sendo vedada a extensão de novas vantagens.
Artigo 4º - O pagamento dos valores atrasados...” - o que
ficou para trás -“decorrentes da contagem do período de que trata o Art. 8º, da
Lei Complementar federal nº 173, de 27 de maio de 2020, incluído pela Lei
Complementar federal nº 226, de 12 de janeiro de 2026, somente poderá ser
realizado mediante a edição de lei específica.”
Então, deputado
Carlos Giannazi, você acha que o Tarcísio, o que persegue tantos os servidores,
que está tirando todos os direitos dos servidores, questão do reajuste, data
base, vale-refeição de R$ 12,00 que está lá congelado, que ele vai editar essa
lei específica? Porque ele está dizendo: “Olha, conta daqui para frente, mas
para se pagar o que ficou para trás, somente com lei específica”.
Artigo 5º - A Secretaria de Gestão de Governo Digital, por
meio da Subsecretaria de Gestão de Pessoas, poderá expedir normas
complementares necessárias ao cumprimento deste decreto.
Artigo 6º - Os representantes da Fazenda do Estado junto às empresas estatais, dependentes
e junto a fundação instituída ou mantida pelo Poder Público, adotarão, no que
couber, as providências necessárias ao cumprimento ao disposto nesse decreto em
seus respectivos âmbitos. Parágrafo único. O pagamento de valores atrasados. Aí
depois ele reforça no decreto: “Olha, o pagamento de valores atrasados no
âmbito das entidades descentralizadas, referidas no caput, fica condicionado à
autorização da lei de que trata o Art. 4 deste decreto.”
Ou seja, mesmo
as entidades que são descentralizadas, do referido caput, remete para a edição
de lei específica. Aí vem o Tarcísio de Freitas: esse decreto entra em vigor na
data de sua publicação e todo o seu secretariado com relação ao Descongela, que
foi aprovado em Brasília, mas que o governo, no seu decreto, disse que vai
contar daqui para frente, mas pagar aquilo que ficou devendo, o confisco em que
eles são especializados em fazer, isso ele diz: só por lei específica.
Quando vai ter
essa lei específica? Eu posso dizer com certeza: nessa gestão desse governador,
eu não acredito, Sr. Presidente.
Muito obrigado.
O
SR. PRESIDENTE - CARLOS GIANNAZI - PSOL - Obrigado,
deputado Reis. Com a palavra o deputado Jorge do Carmo. (Pausa.) Com a palavra
o deputado Luiz Claudio Marcolino. (Pausa.) Com a palavra o deputado Eduardo
Nóbrega. (Pausa.) Com a palavra o deputado Delegado Olim. (Pausa.) Com a
palavra o deputado Eduardo Suplicy. (Pausa.) Com a palavra o deputado Atila
Jacomussi. (Pausa.)
Com a palavra o deputado Sebastião
Santos. (Pausa.) Com a palavra o deputado Itamar Borges. (Pausa.) Com a palavra
o deputado Marcelo Aguiar. (Pausa.) Com a palavra a deputada Valeria Bolsonaro.
(Pausa.) Com a palavra o deputado Donato. (Pausa.) Com a palavra a deputada
Prof.ª Camila. (Pausa.) Passo a palavra para o deputado Reis continuar
presidindo esta sessão.
*
* *
- Assume a Presidência o Sr. Reis.
*
* *
O
SR. PRESIDENTE - REIS - PT - Assumindo a
Presidência dos trabalhos na data de hoje, chamo para fazer uso da palavra o
deputado Rafa Zimbaldi. (Pausa.) Deputado Edson Giriboni. (Pausa.) Deputado
Carlos Giannazi.
O
SR. CARLOS GIANNAZI - PSOL
- SEM REVISÃO DO ORADOR - Sr. Presidente, deputado Reis, público presente,
telespectador da TV Assembleia, hoje o “Diário Oficial” publicou, enfim, o
decreto do Descongela, do descongelamento da evolução funcional, aquele
congelamento feito pela Lei Complementar nº 173, lei federal, lá do governo
Bolsonaro, da época da pandemia, que congelou a evolução funcional de todos os
servidores do Brasil.
Refiro-me aqui
ao Decreto nº 70.396, que foi publicado exatamente hoje no “Diário Oficial”,
após muita pressão. Nós pressionamos, denunciamos pela tribuna, fizemos ofícios
ao governo para que ele imediatamente fizesse o descongelamento, porque é isso
que diz a lei federal.
Tenho até aqui
o decreto, se puder colocar para mim no telão: esse é o Decreto nº 70.396, que,
de forma tardia, foi publicado hoje, porque o Tribunal de Justiça já tinha
publicado, o Tribunal de Contas, o Ministério Público Estadual, a Defensoria
Pública, as reitorias das universidades públicas, várias prefeituras já estavam
descongelando bem antes aqui do Estado.
A prefeitura
que eu vi lá, Diadema, a de Americana, várias prefeituras já colocaram em curso
o descongelamento automático, inclusive a Prefeitura de São Paulo também, por
conta da nossa pressão. E esse descongelamento do período da pandemia é
automático.
Não há necessidade
de o servidor entrar com requerimento, nada disso. É o que diz aqui, é o que
estamos entendendo pelo decreto, é o que está fazendo a Prefeitura de São
Paulo, o Ministério Público, a própria Assembleia Legislativa também já fez um
comunicado, que vai descongelar.
Então, é isso
que está acontecendo. O descongelamento é automático para todos os servidores
do Brasil, graças à mobilização das entidades e dos servidores. Mas quero
destacar aqui o papel essencial e fundamental da deputada federal Luciene Cavalcante.
Sem o trabalho
parlamentar dela, esse projeto jamais seria aprovado na Câmara e no Senado,
porque nós começamos a luta, aqui na Assembleia Legislativa, quando ela ainda
nem era deputada, mas participou ativamente. E, quando ela foi eleita, ela levou
essa pauta para Brasília, apresentando o PLP nº 21.
E esse projeto,
o texto, já existiam alguns projetos tramitando, mas, no final, ela fez uma
ampla mobilização, realizou várias audiências públicas lá na Câmara
Federal. Aqui também nós fizemos, em
parceria com ela, na Assembleia Legislativa de São Paulo. Ela conseguiu aprovar
o projeto, com muitas dificuldades em todas as comissões, levou para o
plenário, aprovou no plenário da Câmara, levou para o Senado, fez várias
articulações, gestões.
Isso está tudo
filmado, está lá na TV Câmara, TV Senado, mostra a articulação que ela fez.
Lógico, o apoio das entidades, sem dúvida nenhuma, dos servidores de todo o
Brasil que participaram da mobilização, mas foi ela que carregou, no Parlamento
brasileiro, o projeto até que ele chegasse a ser aprovado na Câmara, no Senado.
E, depois,
também, a sanção presidencial teve a participação dela de convencer o governo,
que era uma pauta importante, teve a participação do Guilherme Boulos, que é
secretário da Presidência, e de outros ministros que participaram na defesa,
porque havia resistência, lógico, dos tecnocratas, cabeças de planilha, que
sempre são contra esses projetos. Mas, enfim, o projeto foi sancionado e agora
é lei em todo o Brasil.
Então, o
descongelamento é automático, é obrigatório, o governador não está fazendo
favor nenhum, ele tem que cumprir a lei. A questão, deputado Reis, que Vossa
Excelência levantou, é importante.
A nossa luta
agora é pelo retroativo, para devolver o dinheiro confiscado. Aí é uma luta que
nós já estamos travando aqui na Assembleia Legislativa. Eu já me antecipei e
apresentei um projeto de lei para obrigar o governo a devolver o retroativo.
Tem que ter
lei, então nós apresentamos o projeto de lei. E tem dinheiro, deputado Reis, Vossa
Excelência sabe, acompanha o Orçamento; nós temos o maior Orçamento da história
do estado de São Paulo, são mais de 380 bilhões de reais.
E o governo
distribui dinheiro, joga dinheiro fora, para os grandes grupos econômicos,
dando a eles mais de 80 bilhões de reais em isenções fiscais. E muitos desses
grupos econômicos são caloteiros, devedores da dívida pública, da dívida
estadual.
Então, tem
dinheiro, sim, para devolver o retroativo, tem que pagar o retroativo. E
também, aproveitando, deputado Reis, já que estou aqui na tribuna, não posso
deixar de registrar que tem que devolver o confisco das aposentadorias e
pensões, daquele confisco do Dória e do Rodrigo Garcia, desses dois
ex-governadores que prejudicaram, que confiscaram dois anos das aposentadorias
e pensões de mais de 600 mil servidores, aposentados e pensionistas. O estado
de São Paulo tem que devolver também. Então, é isso.
Hoje temos que
celebrar essa grande vitória, agora, do funcionalismo estadual, que está
consolidada nesse decreto publicado hoje, 70.396. E também, Sr. Presidente,
deixar claro que quem se aposentou, mas na época estava na ativa, estava
trabalhando, terá o direito de incorporar também, como fez a prefeitura, e
outras prefeituras estão reconhecendo o direito de quem se aposentou, mas na
época da pandemia, do congelamento, estava na ativa.
E para
concluir, Sr. Presidente, que sem querer abusar do tempo, quero registrar ainda
a nossa luta pelo reajuste do piso nacional do Magistério, Sr. Presidente, que
é lei. Já saiu a portaria, agora, a Portaria nº 82, de 2026, que obriga o
governo estadual a dar o reajuste do piso nacional do Magistério aqui em São
Paulo.
Que ia ser de
apenas, tenho aqui 0,37, porém, o presidente da República, o presidente Lula,
apresentou uma medida provisória, aumentando, logicamente, esse valor, mudando
o cálculo do reajuste, e o reajuste vai ser maior que a inflação.
Mas o governo
estadual tem que dar o reajuste do piso nacional, respeitando a Lei nº 11.738,
e a medida provisória, que está no Congresso, a nº 1.334, de 2026, que o
presidente Lula encaminhou para elevar esse percentual, que, pela lei antiga,
seria apenas 0,37, daria R$ 18,00 de reajuste. Mas com esse projeto, com essa
medida provisória apresentada, Sr. Presidente, esse valor sobe, o que é pouco
ainda, para nós.
Nós queremos
muito mais. Mas o governador nem isso ainda deu para o Magistério estadual. Ele
tem que pagar o valor do piso com repercussão em toda a carreira, esse
percentual, e não com abono complementar, como ele vem fazendo. E depois dar o
reajuste mesmo do funcionalismo, da data-base salarial.
Então, nós
exigimos aqui que o governador Tarcísio de Freitas efetive e publique
rapidamente esse reajuste do piso nacional do Magistério para todo o Magistério
do estado de São Paulo.
Muito obrigado,
Sr. Presidente.
O
SR. PRESIDENTE - REIS - PT - Seguindo a lista de
oradores, chamo, para fazer uso da palavra, o deputado Rômulo Fernandes.
(Pausa.) Deputada Marina Helou. (Pausa.) Deputado Capitão Telhada.
O
SR. CAPITÃO TELHADA – PP -
Excelente tarde, Sr. Presidente que dirige os trabalhos nesta tarde, deputado
Reis. Cumprimento a todos os presentes, parlamentares, a galeria, aos
funcionários civis e militares. Uma excelente quarta-feira.
Venho à tribuna
nesta tarde em tom de comemoração, porque, de fato, o Brasil deu um grande
passo ontem à noite, terça-feira à noite. Tivemos a oportunidade, o privilégio
de ver o Congresso Nacional, através da Câmara dos Deputados, aprovar, mais uma
vez, o Projeto de Lei Antifacção, que é um verdadeiro marco legal de combate ao
crime organizado.
Muito
orgulhoso, inclusive, eu fico até pessoalmente, por esse projeto ter sido
relatado duas vezes por um amigo, que hoje é uma referência em termos de
Segurança Pública no Brasil, que é o deputado federal Guilherme Derrite, que
relatou a primeira vez, em 2025, quando esse projeto veio do governo.
Fez um trabalho
técnico, realizou, de fato, alterações que endurecem as penas, que trazem uma
lei verdadeiramente diferenciada, que ajuda as polícias e que o cidadão de bem
espera que, sim, essa lei bata no criminoso, que faça cumprir a
responsabilização e o caminho do fim da impunidade para o criminoso.
Esse projeto
foi para o Senado, acabou tendo alterações no Senado, por isso retornou à
Câmara. E ontem, ontem à noite, mais uma vez, recuperando o primeiro relatório
da Câmara, o texto original do relatório da Câmara dos Deputados, esse projeto,
esse PL Antifacção foi aprovado.
E eu fiz aqui
uma arte, eu peço, por gentileza, Wagner, para expor aqui essa arte. Você vê
aqui na tela alguns pontos principais, resumidos, mas que esse projeto, a
partir de agora, atinge. Então, nós vemos lá:
Primeira
questão: endurecimento das penas. O projeto original, que veio do governo PT,
vinha lá com a figura, entre aspas, do “faccionado privilegiado”, que era uma
pena de um a três anos. Isso é brincadeira, não é? O faccionado tem uma pena de
um a três anos, ou seja, nem ficaria preso em regime fechado.
Então veio esse
projeto com endurecimento real. Pena mínima para faccionados de 20 a máxima de
40 anos. Se for líder, se tiver morte de policial, se for reincidente, essa
pena pode chegar a 65 anos de prisão. Sendo que 70%, no mínimo, desse regime,
obrigatoriamente tem que ser cumprido em regime fechado. Isso começa a parar
com aquela “porta giratória” do sistema penitenciário.
O sistema de
Justiça Criminal, tendo o criminoso preso atrás das grades, recolhido 70% da
pena que ele recebeu, de fato, a sociedade brasileira vai sentir sim esse
reflexo e vai se sentir mais segura.
Cumprimento
desde o início, para líderes, em presídio federal, desde o início da pena. Fim
do auxílio-reclusão. Fim também do direito ao voto para esses condenados, esses
que responderão pelo crime hediondo que está, agora, configurado na nova lei,
na nova legislação.
Uma ação interessantíssima
que combate a lavagem de dinheiro, que é ação civil de perdimento de bens.
Então, todo o faccionado que foi preso e for identificado através da
investigação que ele tem bens adquiridos com dinheiro do crime organizado, com
dinheiro ilícito, vai ser feita uma ação autônoma, independente, para
perdimento desses bens, ou seja, uma justiça inclusive fiscal e pecuniária,
criação de um banco de dados nacional e fim do voto - já falei. Enfim, senhores
e senhoras, é um privilégio a gente participar desse momento no Brasil, um
grande passo que há décadas não se via.
O Brasil hoje
tem como tema principal, todos que nos acompanham aqui pela TV Alesp, pelo
canal da Assembleia Legislativa, sabem que o tema principal hoje, a maior
preocupação do brasileiro é a segurança pública, e o problema da segurança
pública não está nas polícias.
As polícias
trabalham, são eficientes, são homens e mulheres que se dedicam ao máximo no
dia a dia. O grande problema está na impunidade, na legislação, na motivação da
mente criminosa, do bandido em delinquir, em delinquir de novo e de novo e de
novo, aumentando a reincidência e vivendo de uma vida criminosa, porque no
Brasil ainda vale a pena.
Então, dois
anos atrás, acabamos no Brasil com a saída de presos, com o benefício das
saidinhas; agora mais esse passo, um projeto antifacção que, sem dúvida
nenhuma, irá bater de frente com graves crimes, violentos crimes que hoje
acontecem em todo o Brasil, domínios de cidade, domínios de território, tráfico
de drogas, narcoterrorismo.
Traz
configurações e tipificações importantes em relação a esses crimes e,
principalmente, traz um sentimento de esperança e de justiça para o cidadão de
bem, que não aguenta mais ver criminoso se dando bem e sendo apalpado, sendo
afagado pela Justiça criminal. É uma oportunidade de o Brasil reverter e seguir
um novo rumo em direção à justiça, em direção à decência no nosso País.
Para encerrar,
presidente, eu quero fazer um clamor, porque hoje pela manhã eu ainda vi uma
nota do Palácio do Planalto comemorando a aprovação do projeto antifacção,
porque, de fato, nasceu do governo, foi totalmente alterado, ele foi muito mais
endurecido na Câmara dos Deputados e se chegou a essa aprovação.
Então, se o
governo PT, se o Planalto comemorou a aprovação, eu espero e eu clamo e
solicito ao presidente da República que sancione esse projeto quando chegar o
momento, quando chegar em suas mãos, ao presidente Lula, e faça justiça,
corresponda à expectativa do brasileiro.
Obrigado,
presidente.
O
SR. PRESIDENTE - REIS - PT - Seguindo a lista de
oradores, chamo para fazer uso da palavra o deputado Danilo Campetti. (Pausa.)
Deputada Leci Brandão. (Pausa.) Deputada Carla Morando. (Pausa.) Deputado Caio
França. (Pausa.) Deputada Delegada Graciela. (Pausa.) Deputado Dirceu Dalben.
(Pausa.)
Deputado Luiz Fernando Teixeira
Ferreira. (Pausa.) Deputado Alex Madureira. (Pausa.) Deputada Dani Alonso.
(Pausa.) Deputado Fábio Faria de Sá. (Pausa.) Deputada Professora Bebel.
(Pausa.) Deputado Valdomiro Lopes. (Pausa.) Deputado Rodrigo Moraes. (Pausa.)
Deputado Paulo Mansur.
*
* *
- Assume a Presidência o Sr. Capitão
Telhada.
*
* *
O SR. PAULO MANSUR -
PL - SEM REVISÃO DO ORADOR - Quando a gente fala no dia 8 de
janeiro, a gente está falando de 1.300 pessoas que foram condenadas. Hoje nós
temos 179 pessoas ainda presas no nosso Brasil, com penas de 14, 15, 17 anos de
prisão.
Dezessete anos
é desde quando uma criança nasce, vira adolescente, sai do colégio e está
entrando na faculdade. Quanto tempo passa tudo isso? Quanto sofrimento? Quantas
sequelas? Estamos falando de avós, pais, mães, trabalhadores do nosso Brasil e
de todos os estados, de Goiânia, Minas, Santa Catarina, São Paulo, que estavam
no 8 de janeiro para se manifestar. Mas não há crime quando algo é impossível.
Se eu quiser
vender, hoje, um terreno no céu para qualquer um de vocês, e eu for o julgado,
esse julgamento vai ser impossível, porque é um julgamento cuja prova é
impossível de ser concretizada. Eu estou vendendo algo irrelevante. É a mesma
coisa do 8 de janeiro.
É uma narrativa
irrelevante, é uma narrativa que não existe. É uma narrativa que colocaram, de
um golpe de Estado, em que não houve o golpe; só há golpe com tanque de guerra,
só há golpe com a Polícia Militar, com a Polícia Civil, com a Marinha, com a
imprensa, para se tomar aquela cadeira do poder. Aí você deu um golpe de
Estado, realmente. Aí precisa ser reconhecido por outros países.
Mas nada disso
aconteceu. O máximo que poderia haver era uma pena, uma contribuição em cestas
básicas ou um serviço comunitário. Mas não: estamos falando de vidas. E o
presidente Bolsonaro é um sequestrado político, porque Davi Alcolumbre saiu na
Globo, na “Folha de S. Paulo”, no “Estadão”, porque eles pegam nos corredores
do Parlamento o que está sendo falado, e saiu uma matéria de que o Davi
Alcolumbre estaria negociando para tirar a CPI... Se recuassem na CPI do Banco
Master, ele poderia avançar na dosimetria ou na anistia ampla, geral e
irrestrita.
Ou seja, o
presidente Bolsonaro e todas essas pessoas que foram presas, que ainda estão
lá, viraram moedas de troca política. Ou seja, não é mais uma questão do que é
certo e o que é errado. É uma questão de uma barganha política: “olha, você me
ajuda aqui, que eu te ajudo ali para libertas essas pessoas”.
Meu Deus do
céu. Estamos falando de vidas de brasileiros. É muita maldade, é muita
crueldade. E eu sei que tem muitas pessoas da esquerda que são contra o que
está acontecendo, também. Essa narrativa chegou a um limite que está afetando
diversas e diversas pessoas nesse Brasil. É algo que não se sustenta. Então,
são depoimentos de mulheres de 70 anos de idade que estão presas, que são
trabalhadoras, que não deveriam estar presas.
Então, hoje a
gente tem uma narrativa construída, sustentada pelo STF, e que eles não querem
voltar atrás, e a gente escuta, ainda, políticos barganhando com toda essa
história. É triste isso que a gente está vivendo no País.
E é por isso
que no dia primeiro de março nós vamos para as ruas. Às 14 horas, vai ser na
Paulista, mas essa convocação é para o Brasil. Nós precisamos fazer algo, os
brasileiros precisam fazer algo.
E toda essa
culpa de narrativa, a imprensa tem parte nisso. A imprensa, infelizmente, no
Brasil, tem parte nisso, que comprou essa narrativa do golpe. E hoje, como a
água quente está batendo na bunda da imprensa, eles estão começando a falar da
ditadura que está acontecendo no Brasil. Como nunca falaram.
Mas a ditadura
está chegando à imprensa; está chegando, não - chegou à imprensa. E tem
avançado em nosso Brasil, com eles, os que mandam no Brasil, que é o pessoal da
toga, infelizmente.
Muito obrigado,
presidente.
O
SR. PRESIDENTE - CAPITÃO TELHADA - PP - Muito
obrigado, deputado Paulo Mansur. Dando continuidade à lista de oradores do
Pequeno Expediente, convido o deputado Conte Lopes. (Pausa.) Deputada Maria
Lúcia Amary. (Pausa.) Deputado Tenente Coimbra. (Pausa.) Deputado Marcos
Damasio. (Pausa.) Deputado Bruno Zambelli. (Pausa.)
Deputado Oseias de Madureira. (Pausa.)
Deputado Major Mecca. (Pausa.) Deputado Rafael Saraiva. (Pausa.) Deputado Enio
Tatto. (Pausa.) Deputado Jorge Wilson. (Pausa.) Deputada Thainara Faria.
(Pausa.) Deputado Paulo Fiorilo. (Pausa.) Deputada Ediane Maria. (Pausa.)
Deputada Fabiana Bolsonaro. (Pausa.) Deputada Paula da Bancada Feminista.
(Pausa.) Deputada Ana Perugini. (Pausa.)
Dando início à Lista Suplementar, convido,
para fazer uso da palavra, a deputada Márcia Lia. (Pausa.) Valdomiro Lopes.
(Pausa.) Thainara Faria. (Pausa.) Luiz Claudio Marcolino. (Pausa.) Professora
Bebel. (Pausa.)
Sebastião Santos. (Pausa.) Caio França.
(Pausa.) Agente Federal Danilo Balas. (Pausa.) André Bueno. (Pausa.) Beth
Sahão. (Pausa.) Danilo Campetti. (Pausa.) Enio Tatto. (Pausa.) Mauro Bragato.
(Pausa.) Thiago Auricchio. (Pausa.)
Carlos Giannazi. (Pausa.)
Passo a Presidência ao deputado Paulo
Mansur para que eu faça o uso da palavra.
*
* *
- Assume a Presidência o Sr. Paulo
Mansur.
*
* *
O
SR. PRESIDENTE - PAULO MANSUR - PL - E agora com a
palavra o Capitão Telhada, deputado estadual. Tem o tempo regimental de cinco
minutos para falar no Pequeno Expediente.
O
SR. CAPITÃO TELHADA - PP -
Muito obrigado, presidente. Estava mandando uma imagem para a nossa equipe
técnica de som para ilustrar aqui. Eu não poderia deixar de retornar ao
microfone nesta tarde, aproveitando a oportunidade que a gente tem de falar, e
a principal função do parlamentar é parlar, o nome já diz, é falar. Sempre
quando temos oportunidade e temos voz dentro de uma democracia temos que
utilizar para coisas boas para o nosso povo.
Antes da sessão
agora, por volta do meio-dia, estive presente, infelizmente, em um velório, em
um funeral de um verdadeiro herói brasileiro, de uma pessoa que se dedicou, que
deixou o conforto do seu lar, o conforto da sua cidade e da sua terra natal
para combater o nazifascismo na Europa, nos campos da Itália, nos idos de 1944,
1945, quando a Segunda Guerra Mundial eclodia no continente europeu.
Nós tivemos
oportunidade de homenagear aqui na Assembleia, a nossa Assembleia Legislativa,
em 9 de julho de 2025, ano passado, tivemos a oportunidade de colocar uma
medalha no peito desse herói, esse pracinha, cabo Waldomiro Grotto, que,
infelizmente, com 103 anos nos deixou nesta noite agora de terça para
quarta-feira.
Aqui está uma
fotografia do ano passado, onde eu e meu pai, Coronel Telhada, homenageamos o
cabo Waldomiro Grotto, bem com seus familiares, por todo o heroísmo, por tudo
que ele fez pelo nosso Brasil e pelo planeta terra, pelo mundo.
Esse sim, esse
sim é o mártir, é o verdadeiro herói, uma pessoa que, bem como todos os
pracinhas, todos os brasileiros da época, saíram dos rincões do Brasil, dos
interiores do estado, atravessaram o oceano para combater os alemães.
Conquistaram várias batalhas, venceram várias batalhas, como o Monte Castello,
como o Monte Cassino e são tidos, inclusive, lá na Europa como verdadeiros
heróis.
Infelizmente, no
Brasil nós não temos o reconhecimento devido, a maioria da população desconhece
a bravura, os feitos e o histórico verdadeiro desses heróis da Segunda Guerra
Mundial.
Então, deixo
meus sentimentos aqui, minhas condolências à família do nosso veterano Waldomiro
Grotto, grande herói que, aos 103 anos, nos deixou e, infelizmente, restam
apenas 24 pracinhas vivos hoje no Brasil, presidente.
O último
paulista era o cabo Grotto, ele era o último paulista pracinha veterano da FEB
e agora restam 24 veteranos ainda vivos. Um mora em São Paulo ainda. E a gente
tem que, sempre que possível, fazer o máximo esforço para enaltecer esses
verdadeiros heróis.
Para encerrar
esta colocação neste Pequeno Expediente, gostaria de fazer coro ao parlamentar
que me antecedeu, ao deputado Paulo Mansur, e convidar e conclamar ou convocar
a população de bem, o cidadão de bem, para que esteja conosco na Paulista, às
14 horas, do dia 1º de março.
Nós faremos um
movimento legítimo, um movimento com conteúdo, com espírito de justiça imbuído
em cada brasileiro que a esse movimento vai, para pedir justiça, para pedir
anistia a todos os presos do 8 de janeiro, que estão presos lá há mais de dois,
três anos, na verdade, há três anos de maneira injusta, de maneira que nem
bandido, nem traficante e nem ladrão ficam presos aqui no Brasil.
Nós temos
pessoas lá inocentes. Inocentes dos crimes que são acusados. Presos há três
anos, pessoas de idade, homens, mulheres, muitos que, segundo relatos,
inclusive, nem no local estavam, nem invadir o prédio público, invadiram.
Então, nesse
dia 1 de março estaremos lá pedindo justiça e liberdade ao Brasil. Liberdade
aos presos do 8 de janeiro. Liberdade ao nosso presidente, Jair Messias
Bolsonaro, que se encontra preso também em um processo repleto de absurdos,
repleto de inverdades e, infelizmente, repleto também de abusos.
Inclusive, é
pauta também da manifestação a questão que envolve hoje a suprema corte do
Brasil, que não é segredo para ninguém. Também estaremos lá pedindo justiça e
pedindo impeachment de ministros que não cumprem com a função e com a
responsabilidade que lhes foi atribuída pela Constituição Federal.
Obrigado,
presidente. Espero você, paulista, você, brasileiro, conosco, no dia 1 de
março, às 14 horas, na Paulista.
Obrigado.
O
SR. CAPITÃO TELHADA - PP - Aproveitando,
presidente, peço a suspensão da atual sessão até as 16 horas e 30 minutos.
O
SR. PRESIDENTE - PAULO MANSUR - PL - Está suspensa
a sessão até 16 horas e 30 minutos.
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- Suspensa às 14 horas e 41 minutos, a
sessão é reaberta às 16 horas e 30 minutos.
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-
Passa-se à
ORDEM DO DIA
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O
SR. PRESIDENTE - ANDRÉ DO PRADO - PL - Reaberta a
sessão. Ordem do Dia. Há sobre a mesa o requerimento da nobre deputada Bruna
Furlan com o número regimental de assinaturas nos termos do Art. 35 do
Regimento Interno para a constituição de uma comissão de representação com a
finalidade de participar do Encontro Institucional dos Presidentes das Comissões
de Saúde das Assembleias Legislativas Estaduais, a realizar-se no dia 10 de
março do corrente ano em Belo Horizonte, a ser custeado via verba de gabinete
parlamentar.
Em votação. As Sras. Deputadas e os
Srs. Deputados que estiverem de acordo permaneçam como se encontram. (Pausa.)
Aprovado o requerimento.
Há sobre a mesa requerimento do nobre
deputado Ricardo Madalena, com número regimental de assinaturas, nos termos do
Art. 35 do Regimento Interno, para a constituição de uma comissão de
representação com a finalidade de participar da cerimônia de entrega do Colar
de Honra ao Mérito ao capitão PM Daniel Bombonati Martins Viana, comandante da
2ª Companhia da Polícia Rodoviária de Presidente Prudente, a realizar-se nos
dias 2 e 3 de março do corrente ano, em Presidente Prudente, a ser custeada via
verba de gabinete parlamentar.
Em votação. As Sras. Deputadas e os
Srs. Deputados que estiverem de acordo permaneçam como se encontram. (Pausa.)
Aprovado o requerimento.
Sras. Deputadas e Srs. Deputados, nos
termos do Art. 23 do Código de Ética e Decoro Parlamentar, esta Presidência
coloca em votação a indicação do deputado Bruno Zambelli a membro efetivo do
Conselho de Ética e Decoro Parlamentar, em vaga decorrente da renúncia do
ex-deputado Carlos César.
Em votação. As Sras. Deputadas e os
Srs. Deputados que estiverem de acordo permaneçam como se encontram. (Pausa.)
Aprovado.
O
SR. EDSON GIRIBONI - UNIÃO - Pela ordem, Sr.
Presidente. Havendo acordo de lideranças, sugiro o levantamento da presente
sessão.
O
SR. PRESIDENTE - ANDRÉ DO PRADO - PL - É regimental
o pedido de Vossa Excelência. Havendo acordo entre as lideranças, esta
Presidência, antes de dar por levantados os trabalhos, convoca V. Exas. para
uma sessão ordinária de amanhã, à hora regimental, sem Ordem do Dia.
Está levantada a sessão.
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- Levanta-se a sessão às 16 horas e 32 minutos.
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