
10 DE FEVEREIRO DE 2026
6ª SESSÃO ORDINÁRIA
Presidência: PROFESSORA BEBEL, VITÃO DO CACHORRÃO, RÔMULO FERNANDES e GILMACI SANTOS
RESUMO
PEQUENO EXPEDIENTE
1 - PROFESSORA BEBEL
Assume a Presidência e abre a sessão às 14h06min. Convoca sessão extraordinária a realizar-se hoje, às 16 horas e 30 minutos, ou dez minutos após o término da presente sessão. Convoca uma segunda sessão extraordinária a ser realizada hoje, dez minutos após o término da primeira sessão extraordinária.
2 - LUIZ CLAUDIO MARCOLINO
Por inscrição, faz pronunciamento.
3 - LETÍCIA AGUIAR
Para comunicação, faz pronunciamento.
4 - MAJOR MECCA
Por inscrição, faz pronunciamento.
5 - VITÃO DO CACHORRÃO
Assume a Presidência. Endossa o pronunciamento do deputado Major Mecca.
6 - PROFESSORA BEBEL
Por inscrição, faz pronunciamento.
7 - EDUARDO SUPLICY
Por inscrição, faz pronunciamento.
8 - RÔMULO FERNANDES
Assume a Presidência.
9 - VITÃO DO CACHORRÃO
Por inscrição, faz pronunciamento.
10 - PAULO MANSUR
Por inscrição, faz pronunciamento.
11 - VITÃO DO CACHORRÃO
Assume a Presidência.
12 - RÔMULO FERNANDES
Por inscrição, faz pronunciamento.
GRANDE EXPEDIENTE
13 - EDUARDO SUPLICY
Por inscrição, faz pronunciamento.
14 - EDUARDO SUPLICY
Solicita a suspensão da sessão até as 16 horas e 30 minutos, por acordo de lideranças.
15 - PRESIDENTE VITÃO DO CACHORRÃO
Defere o pedido. Manifesta apoio à continuidade do serviço de transporte Reserva Técnica Operacional no estado de São Paulo. Suspende a sessão às 15h08min.
ORDEM DO DIA
16 - GILMACI SANTOS
Assume a Presidência e reabre a sessão às 16h30min. Coloca em votação e declara aprovados, separadamente, requerimentos de criação de comissão de representação da deputada Ediane Maria, com a finalidade de participar de reuniões com ministros de Estado, para tratar de assuntos de interesse do estado de São Paulo, em 10/02, em Brasília-DF; do deputado Caio França, com a finalidade de participar de reunião junto ao Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, em 10/02, em Brasília-DF; e do deputado Marcio Nakashima, com a finalidade de participar do “Programa Juntos”, que tem por objetivo promover visita ao Japão para fomentar as relações bilaterais entre este país e o Brasil, entre 13 e 22/02.
17 - LUIZ CLAUDIO MARCOLINO
Para comunicação, faz pronunciamento.
18 - PAULO FIORILO
Solicita o levantamento da sessão, por acordo de lideranças.
19 - PRESIDENTE GILMACI SANTOS
Defere o pedido. Convoca os Srs. Deputados para a sessão ordinária do dia 11/02, à hora regimental, com Ordem do Dia. Lembra sessão extraordinária a ser realizada hoje, às 16 horas e 44 minutos. Levanta a sessão às 16h34min.
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ÍNTEGRA
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-
Assume a Presidência e abre a sessão a Sra. Professora
Bebel.
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-
Passa-se ao
PEQUENO EXPEDIENTE
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A
SRA. PRESIDENTE - PROFESSORA BEBEL - PT - Boa tarde.
Hoje, terça-feira, nós já estamos dando abertura nesta sessão ordinária, que é
Pequeno Expediente, uma sessão do Pequeno Expediente.
Presente o número regimental de Sras.
Deputadas e Srs. Deputados, sob a proteção de Deus, iniciamos os nossos
trabalhos. Esta Presidência dispensa a leitura da Ata da sessão anterior e
recebe o expediente.
Sras. Deputadas
e Srs. Deputados, nos termos do Art. 100, inciso I, do Regimento Interno,
convoco V. Exas. para uma sessão extraordinária, a realizar-se hoje, às 16
horas e 30 minutos ou dez minutos após o término da presente sessão, em
cumprimento ao interstício mínimo previsto no §3º do Art. 100, do Regimento
Interno, com a finalidade de ser apreciada a seguinte Ordem do Dia:
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-
NR - A Ordem do Dia para a 1a Sessão Extraordinária foi publicada no
D.O. de 11/02/2026.
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Sras. Deputadas
e Srs. Deputados, nos termos do Art. 100, inciso I, do Regimento Interno,
convoco V. Exas. para uma segunda sessão extraordinária, a realizar-se hoje,
dez minutos após o término da primeira sessão extraordinária, com a finalidade
de ser apreciada a seguinte Ordem do Dia:
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* *
-
NR - A Ordem do Dia para a 2a Sessão Extraordinária foi publicada no
D.O. de 11/02/2026.
*
* *
Começamos os trabalhos dando as
boas-vindas aos trabalhadores técnicos operacionais que estão aqui no plenário,
e nós vamos querer saber da pauta deles, e passo então a ler a lista de
presença. Já começo com o primeiro inscrito, e já tem ele os cinco minutos
regimentais, que é o nobre deputado Luiz Claudio Marcolino.
O
SR. LUIZ CLAUDIO MARCOLINO - PT - SEM REVISÃO DO ORADOR - Nobre deputada Professora Bebel,
Sras. Deputadas, Srs. Deputados, funcionários da Alesp, rapidamente, Sra.
Presidente, eu trago aqui uma denúncia da Saúde, do Hospital das Clínicas, que
é: “Empresa dá calote nos funcionários terceirizados do Hospital das Clínicas
da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP”.
Nós
apresentamos um projeto de lei que foi apresentado e aprovado pela Assembleia
Legislativa em 2023, Projeto de lei nº 624, de 2023, que garantiria aos
trabalhadores... Aqui: “Empresa dá calote a 100 trabalhadores, deixando sem
receber verbas rescisórias e salário”.
E a empresa que
foi contratada pelo Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto, obrigou os
trabalhadores a pedir demissão, alegando que não vai pagar nenhum direito
devido e, por cima, as pessoas não trabalhariam na empresa que vai assumir ali
as novas funções.
Só que, com
esse projeto que nós aprovamos, que era a Lei Anticalote, garantiria que todos
os trabalhadores do estado de São Paulo, que porventura a empresa viesse a
fechar, teriam seus direitos garantidos.
E o governador
Tarcísio simplesmente vetou um projeto de lei garantindo o direito aos
trabalhadores e servidores que hoje atuam na Saúde em Ribeirão Preto e em
outras áreas também do governo do estado de São Paulo. Pode seguir.
Ainda na área
da Saúde, trazer aqui algumas reflexões que foram feitas com o Centro de Saúde
esta semana. Uma luta em defesa do serviço público e em defesa do SUS. Pode
passar. E nós vamos fazer aqui uma comparação entre o governador Tarcísio e o
presidente Lula olhando para a Saúde no estado de São Paulo.
O governador
Tarcísio de Freitas adotou uma diretriz, primeiro para reduzir o papel do
estado na gestão da Saúde do nosso estado, principalmente fazendo desmonte da
Saúde do estado de São Paulo sem concurso público, passando, hoje, os hospitais
para organizações sociais e não valorizando a carreira dos servidores da Saúde
do estado de São Paulo. Pode seguir.
Em
contrapartida, nós temos aqui o presidente Lula que trabalha justamente ao
contrário, para fortalecer o Sistema Único de Saúde e apoiando diversos
municípios por meio do Novo PAC, o PAC da Saúde. Então, eu quero trazer aqui
alguns elementos.
Ontem,
inclusive, o presidente Lula esteve lá no Instituto Butantan e acho que é
importante, inclusive, a ausência do governador Tarcísio para demonstrar
porque, de fato, é um governador que não tem investido na Saúde do estado de
São Paulo.
E ontem, o
nosso presidente, o presidente Lula, esteve lá no Instituto Butantan e vai ter
agora uma parceria entre o governo federal e o Instituto Butantan que vai,
primeiro, garantir uma nova plataforma para a produção de soros, o
antitetânico, o antirrábico, o antiescorpiônico, o antiaracnídico, no estado de
São Paulo, fortalecendo as ações do Butantan. E também tem mais investimentos
para a questão de equipamentos de envase e liofilização do Butantan. Pode
passar.
Outras ações
serão feitas. Também terá uma plataforma tecnológica inovadora para o
desenvolvimento e a produção de vacinas para influenza, vírus respiratório,
Chikungunya, Zika, com tecnologia de RNA mensageiro no estado de São Paulo.
E o outro ponto
é a construção de uma nova fábrica de produção de vacinas na Fundação Butantan
São Paulo. A próxima. Aqui é a expansão da planta produtiva de anticorpos, a
mAbs, da Fundação Butantan São Paulo, também mais 74 milhões de reais. Além
disso, o governo federal investiu no estado de São Paulo, só nos dois últimos
anos, três bilhões e 223 milhões de reais na Saúde do estado de São Paulo. Pode
passar.
Aqui nós temos
algumas das etapas do PAC Seleções de 2023. Temos aqui algumas execuções que
foram feitas no estado de São Paulo. Temos aqui:
Estruturação,
no caso de UBS, de 290 UBSs, 38 ambulâncias do SAMU, 13 ônibus escolares, aqui
foi investimento da Saúde, essa parte de baixo, 38 ambulâncias do SAMU, 17 Centros
CAPS, 290 UBSs. Pode passar.
Agora, em 2025,
está previsto já mil equipamentos para UBS, 702 equipamentos para kit consulta,
para teleconsulta, mais renovação da frota da ambulância do SAMU, 199. Pode
passar.
Nós temos aqui
também mais um total, para Atenção Especializada, de 2.191 novos equipamentos
do estado de São Paulo. Pode passar.
Nós temos aqui,
Atenção Primária, mais 1.048 equipamentos. Nós estaremos, durante os próximos
dias, retomando esse assunto da Saúde, que é muito importante, demonstrando
que, enquanto o governador Tarcísio desmonta a Saúde do estado de São Paulo, o
governo presidente Lula tem dialogado com os municípios e fortalecido a Saúde
do nosso estado.
Muito obrigado,
Sra. Presidenta.
A
SRA. PRESIDENTE - PROFESSORA BEBEL - PT - Eu agradeço,
deputado Luiz Claudio Marcolino. E sigo aqui a lista de inscrições.
Próximo orador inscrito, nobre deputado
Delegado Olim. (Pausa.) Nobre deputado Reis. (Pausa.) Nobre deputado Major
Mecca. Tem V. Exa. o tempo regimental de cinco minutos.
Muito obrigada.
A
SRA. LETÍCIA AGUIAR - PL - Pela ordem, Sra.
Presidente. Por gentileza, uma comunicação.
A
SRA. PRESIDENTE - PROFESSORA BEBEL - PT - Pois não,
deputada. É regimental o pedido de Vossa Excelência.
A
SRA. LETÍCIA AGUIAR - PL
- PARA COMUNICAÇÃO - Sra. Presidente, nós estamos passando, por todo o estado
de São Paulo, por fortes chuvas. Todos os municípios estão sofrendo situações
climáticas intensas, chuvas intensas, e isso afeta a mobilidade, a segurança, e
causa muitos prejuízos nas cidades. E nós viemos aqui para reforçar que nós
precisamos ajudar os prefeitos no trabalho com a defesa civil, no trabalho de
infraestrutura.
Em São José dos
Campos, a cidade onde vivo, moro, sou nascida, eu estive agora, recentemente,
no Jardim Imperial, na zona sul, junto com o vereador Senna, onde nós
identificamos lá - e isso está na cidade de forma muito alarmante - duas
grandes crateras gigantescas na cidade por conta desse problema de chuvas
intensas.
Nós estivemos
lá, fizemos uma vistoria, conversamos com os moradores, e eu trago aqui ofícios
que encaminhei para o Governo do Estado de São Paulo e para a Defesa Civil do
Estado de São Paulo com pedido de ajuda. Nós precisamos da ajuda do Governo do
Estado de São Paulo para que a gente possa solucionar aquela situação.
E precisamos,
obviamente, deputado, da ajuda da Sabesp, da EDP, das prefeituras, todos
trabalhando em conjunto para solucionar um problema que precisa ser resolvido
para os moradores, além também de auxílio-moradia, durante o período que eles estão
fora de suas residências, por segurança.
Então, quero
aqui reforçar que o Governo do Estado de São Paulo também foi acionado por meio
do mandato desta deputada Letícia Aguiar, para que a gente possa solucionar o
problema do Jardim Imperial em São José dos Campos. E também aproveito esta
oportunidade para falar com o município de Taubaté, que também tem sofrido com
as chuvas intensas.
O prefeito
Sérgio Victor me pediu: “Deputada, ajude a gente para que a gente possa levar
doações para o Fundo Social de Solidariedade, para auxiliar às famílias que
estão desalojadas, famílias que estão precisando”. Então, você, que é de
Taubaté, se você puder ajudar, ajude.
Produtos de
limpeza, produtos de higiene pessoal, móveis, colchões, eletrodomésticos,
fogão, geladeira. A entrega desses produtos pode ser feita na sede do Fussta,
que é na Estrada do Pinhão, 243, no Santa Fé.
E os alimentos,
se você puder doar cesta básica e alimentos, doe no Banco de Alimentos de
Taubaté, na Rua Pasqua Scalzoto Pastorelli nº 70, no Jardim das Nações. A gente
precisa agir com solidariedade, com empatia, auxiliando essas pessoas que estão
num momento de situação de calamidade. Além disso, reforço aqui também que nós
aprovamos uma lei para as pessoas com autismo, a Lei nº 18.398, que foi
sancionada pelo governador Tarcísio.
Quero agradecer
à deputada Analice, que me deu a coautoria desse projeto que autoriza o Governo
do Estado a fornecer protetores auriculares para crianças com transtorno do
espectro autista na rede pública do Estado.
Isso é uma
grande vitória para as mães, para as famílias atípicas, para as crianças com
autismo, que precisam, sim, ter um atendimento com mais sensibilidade. Eu fico
feliz de ser coautora desse projeto. A gente precisa fazer muito mais pelas
famílias atípicas, de forma especial pelas mulheres, presidente.
As mães
atípicas que estão passando por uma situação de saúde mental muito grande e nós
precisamos de políticas públicas em prol dessas famílias atípicas. Em São José
dos Campos, nós defendemos, inclusive, a casa do autismo, para que seja uma
realidade para o município.
E para
finalizar, presidente, quero aqui agradecer a presença do Ferreti. Ferreti, por
favor, que está aqui nos assistindo hoje no plenário. O Ferreti, não sei se tem
corinthianos aqui de plantão, o Ferreti é ex-jogador do Corinthians, de São
José dos Campos, um grande amigo, apoiador, e ele chega hoje para integrar o
meu time, a minha equipe, vestir a camisa para que a gente possa trabalhar em
conjunto pela nossa cidade de São José dos Campos, ao lado do vereador Senna,
de toda a nossa equipe, para que a gente possa construir o Brasil que desejamos
para os nossos filhos.
Ferreti, em seu
nome, em nome da sua família, da Fernanda, muito obrigada pela sua disposição
de vestir a camisa comigo e seguir essa missão conosco pelo Brasil, pelo estado
de São Paulo e pela nossa amada São José dos Campos.
Muito obrigada
e seja bem-vindo.
A
SRA. PRESIDENTE - PROFESSORA BEBEL - PT - Obrigada, deputada Letícia Aguiar. Eu,
então, já imediatamente passo a palavra para o nobre deputado Major Mecca.
Por favor, deputado.
O
SR. MAJOR MECCA - PL
- SEM REVISÃO DO ORADOR - Boa tarde, senhora presidente, todos os deputados e
as deputadas que aqui estão na Casa hoje, quem nos acompanha pela TV Alesp nas
redes sociais.
Os nossos
irmãos, policiais militares, policiais civis, que aqui estão e todos que estão
espalhados pelo estado de São Paulo, protegendo e defendendo o povo do nosso
estado, nessa batalha que nós travamos na arena legislativa, entre inúmeras articulações.
Hoje eu tive
pela manhã uma reunião com o atual chefe da Casa Civil, no Palácio dos
Bandeirantes. Estava junto com o presidente da Assembleia Legislativa, deputado
André do Prado, líder do Governo, deputado Gilmaci, com a minha equipe técnica.
Estava junto
também a SPPrev, a Procuradoria-Geral. Nós debatemos e eu fiz questão de ser
muito pontual ao chefe da Casa Civil, que foi uma pessoa extremamente atenta e
se propôs a nos ajudar nessa batalha que nós travamos em nome da reconstrução
da dignidade dos policiais militares do estado de São Paulo, de toda a Polícia
e da Segurança Pública.
E fiz a
explanação da nossa decepção com o veto do PLC 135, da forma como esse veto
aconteceu, que é inaceitável em qualquer lugar onde haja qualquer tipo de relacionamento
interpessoal, em qualquer empresa, na política principalmente, você tratar,
fazer um combinado numa mesa de reuniões e um dia anterior à publicação no
Diário Oficial, eu, Major Mecca, recebi a ligação do antigo chefe da Casa
Civil, falando para mim que a publicação seria, conforme foi tratado em
reunião, e no dia seguinte eu me deparar com uma publicação em Diário Oficial
totalmente diferente do que foi tratado, eu não posso ter isso como um
tratamento e uma postura de respeito comigo e com os policiais militares do
estado de São Paulo.
* * *
- Assume a Presidência o Sr. Vitão do Cachorrão.
* * *
Quando eu fiz
questão de expor o que é o trabalho dos policiais militares no estado de São
Paulo, o sacrifício que fazem dentro de um cenário de miséria, porque nós
estamos em um país onde não há legislação, não há lei que combata o crime.
Porque a esquerda, o PT e o PSOL, que por 20 anos comandam o Brasil, sempre
trabalharam de forma a facilitar a vida do bandido e dificultar a vida do
policial.
Exemplo está no
projeto de lei que os deputados do PT protocolaram nessa casa em dezembro,
engessando, acabando com a atividade policial militar e da Polícia Civil. É só
ler o projeto de lei que eles apresentaram. Está lá.
Na
justificativa, ainda fizeram questão de citar a ADPF do STF, que acabou com as
ações policiais no Rio de Janeiro. Então, eu faço questão de levar ao governo,
e vou mais adiante. Eu digo aqui, eu faço essa explanação para que todos saibam
do cenário em que um policial militar trabalha.
Porque o
governo de São Paulo precisa saber que esses homens e essas mulheres que
envergam a farda da Polícia Militar, o esforço e o sacrifício que eles estão
fazendo para defender o povo do estado de São Paulo contra o crime organizado e
contra essa bandidagem que está aí, que anda nas ruas à vontade, não é pequeno
esse sacrifício, ele é muito grande.
E é por conta
disso que nós exigimos o respeito do Governo do Estado com esses policiais.
Inclusive,
eu fiz questão de citar na reunião, quando eu aprovei o Projeto de lei nº
1.637, de minha autoria, e aprovei com o apoio dos deputados desta Casa, foi
sancionado pelo governador Tarcísio de Freitas e hoje é a Lei nº 18.025, que eu
já citei aqui. Um ano e meio que essa lei foi sancionada e até agora o governo
não entregou uma carta de crédito sequer a policial algum.
Eu fiz questão
de salientar e exemplificar que, deputado Vitão, quando o governador Tarcísio
posicionou-se favorável e disse que ia sancionar o PL 1.637, que criou o
“Moradia Segura”, o então chefe da Casa Civil me ligou no telefone e falou
assim: “Major Mecca, no dia em que a lei for assinada, do “Moradia Segura”, nós
vamos fazer a entrega das primeiras cartas de crédito já no dia que a lei for
assinada”. Estou esperando até agora. Não aconteceu nem no dia da assinatura da
lei e nem até o presente momento.
É o tratamento
adequado a homens e mulheres que estão entregando a sua vida, derramando o seu
sangue no solo paulista para apresentar os melhores resultados do Brasil?
Porque a Polícia de São Paulo, a PM e a Civil de São Paulo apresentam os
melhores índices criminais do Brasil. Em contrapartida, não podem continuar
recebendo os piores salários.
Então, essa
batalha nossa é incansável. Ela não terá fim enquanto nós não reconstruirmos a
Segurança Pública no estado de São Paulo, não reconstruirmos a dignidade dos
policiais militares, dos policiais civis, técnico-científicos e policiais
penais deste Estado.
Que a justiça
seja feita a homens de honra, que estão tomando tiro de bandido na rua, que
estão passando dificuldade e precisam ter um olhar de amparo, de apoio e de
respeito por parte do Estado.
Muito obrigado.
O
SR. PRESIDENTE - VITÃO DO CACHORRÃO - PODE - Parabéns,
Major Mecca. Não desista nunca. Parabéns pelo excelente trabalho. Conte com o
deputado Vitão do Cachorrão.
Inclusive, Professora Bebel, as
polícias merecem aumento. A Polícia Penal, em especial o soldado, o cabo, o
terceiro-sargento, aqueles que estão na rua defendendo a população. A gente não
vai desistir também. Eu imploro aqui pelo aumento da polícia, principalmente de
soldado, cabo, terceiro-sargento, sargento, e também da Polícia Penal.
Seguindo a lista de oradores, deputado
Fábio Faria de Sá. (Pausa.) Deputado Thiago Auricchio. (Pausa.) Deputado Danilo
Campetti. (Pausa.) Deputado Enio Tatto. (Pausa.) Deputada Bruna Zambelli.
(Pausa.) E deputada Professora Bebel. Tem o uso da palavra, Professora Bebel,
por cinco minutos.
A
SRA. PROFESSORA BEBEL - PT -
SEM REVISÃO DO ORADOR - Boa tarde, presidente, senhor nobre deputado Vitão do
Cachorrão. Cumprimento a Mesa diretora de trabalho, os assessores à minha
esquerda, à minha direita, o público que está aqui presente no plenário,
reivindicando que nós ouçamos a demanda deles para que possamos ajudá-los, e
todos que estão nos vendo através da Rede Alesp.
É importante...
Eu acho que a fala do deputado Major Mecca é uma fala que não se desencontra.
No entanto, é uma fala contraditória, porque, veja, é verdade que há um
esvaziamento da Polícia Penal, da Civil, exatamente porque elas não são, na
verdade, polícias que são coercitivas. São polícias de investigação. E, para o
governador, não há interesse nisso, porque o negócio dele é “bandido bom é
bandido morto”, ponto. Essa é a tese.
Aí há uma
contradição na fala do deputado Major Mecca, porque ele coloca isso, o PT. Mas
nós governamos o estado de São Paulo alguma vez? Nós governamos? Nunca
governamos. Sempre esteve nas mãos da direita, extrema-direita. Nunca na nossa
mão.
Então não fale
alguma coisa, não nos culpabilize de algo que não tenha a ver conosco. Porque
se tivesse, eu não teria problema em fazer o debate. Aliás, algo que o Partido
dos Trabalhadores permite é que a gente faça o debate. O presidente Lula diz
para nós, vocês querem mudar o status quo, querem mudar leis ruins, vão para as
ruas. Isso é democrático, isso é ser alguém que está... Aqui não, se você vai
para a rua, mete na Justiça para tirar o seu direito de greve. Essa é a
questão.
Pessoal, nós
vamos enfrentar, quando eu falo “nós” é a Educação no estado de São Paulo. Se
está ruim para os policiais, para nós também está. Porque tem um piso salarial
profissional nacional que não é cumprido, só quem ganha abaixo do piso. Agora,
quando foi anunciado o 5,4%, esses 5,4% só incidirá para aqueles que estão
abaixo do piso.
Portanto, o
piso, por exemplo, se eu ganho 4.500, eu tenho 500 e alguma coisa de subsídio.
Mas, se eu ganhar acima de 6.000, eu já não tenho nada. Isso cria totalmente
uma injustiça, porque uns têm, outros não têm. E, justamente, é justo que quem
ganha abaixo ganhe, mas é justo também que haja repercussão. Nós temos carreira
e nós queremos que repercuta na carreira.
Enfim, nós
vamos ter essa luta agora, no mês de março. É nossa campanha salarial. Não será
um mês fácil, vai ser de intensa mobilização. Esta Casa recebeu um projeto de
lei, que é o 1.316, de 2025, que trata da reforma administrativa da Educação,
esta que já sofreu muito.
Por exemplo, o
deputado Marcolino falou aqui, não está havendo investimento na Saúde. Cadê os
5% ou 11 bilhões de reais que saíram da Educação para ir para a Saúde? Por que
a Saúde não está tendo respostas?
Não que eu
concordasse com isso, mas, de qualquer forma, saiu por essa forma. Desculpe,
deputado Vitão, o senhor votou nisso aí, acreditando talvez que, sei lá,
pudesse melhorar no crédito. Foi uma emenda constitucional. Alterou. E nas
escolas faltando tudo. Tudo falta nas escolas.
Então, gente,
vamos botar o dedinho na consciência. Nós, neste plenário, assistimos a uma
triste realidade. Eu, aqui na tribuna, antes de ser votada a reforma da
Previdência, eu dizia: vão dançar nós, que somos da ativa, mais aposentados e
pensionistas. Haverá um processo de desaposentação, que foi o confisco de
aposentados e pensionistas.
Teve PDL de
tudo quanto é forma aqui. Unificamos a Casa e criamos um PL da Casa para
derrubarmos aquele confisco, que foi uma vitória da Casa ter feito isso. A
única Assembleia Legislativa que deu exemplo para o Brasil está aqui, no estado
de São Paulo. E nós podemos fazer a mesma coisa no trato, no que diz respeito
aos policiais, à Educação e à Saúde, que são políticas estruturais.
Ou esta Casa se
une por isso, ou esta Casa vai estar de acordo com a política de exclusão que o
governo Tarcísio tem, e de Estado... Não vou falar nem neoliberal, é
ultraliberal. Tem aplicado aqui no estado de São Paulo. Nós vamos ter que lutar
muito para ter melhoria e garantia da qualidade dos serviços públicos.
Muito obrigada,
Sr. Presidente.
O
SR. PRESIDENTE - VITÃO DO CACHORRÃO - PODE - Eu que
agradeço, Professora Bebel. Seguindo a lista dos oradores, Agente Federal
Danilo Balas. (Pausa.) Deputada Valeria Bolsonaro. (Pausa.) Deputado Dr. Jorge
do Carmo. (Pausa.) Deputado Sebastião Santos. (Pausa.) Deputado Rafael Saraiva.
(Pausa.) Deputado Paulo Fiorilo. (Pausa.) Deputado Gil Diniz. (Pausa.) Deputado
Conte Lopes. (Pausa.) Deputada Marina Helou. (Pausa.)
Agora a Lista Suplementar. Deputado rei
dos votos, Eduardo Suplicy, o incansável.
É regimental, tem cinco minutos V.
Exa., Eduardo Suplicy.
O
SR. EDUARDO SUPLICY - PT - SEM
REVISÃO DO ORADOR - Querido presidente, deputado Vitão do Cachorrão, que bom
que esteja aqui, mais uma vez, para estarmos trabalhando juntos, no interesse
de como construir um Brasil justo, civilizado, fraterno, solidário. Eu hoje
subo a esta tribuna para exaltar o evento comemorativo alusivo aos 46 anos do
Partido dos Trabalhadores, realizado em Salvador, na Bahia, dos dias cinco a
sete de fevereiro.
Ali pude rever
companheiros de luta de diferentes gerações, de diversas partes do nosso
Brasil, de todos os estados, desde membros fundadores do partido, como eu, a
novas lideranças comprometidas com os princípios norteadores do Partido dos
Trabalhadores. As discussões foram pautadas pela preocupação em implementar
políticas públicas que superem as desigualdades sociais e, acima de tudo, que
respeitem a manutenção do Estado Democrático de Direito, em consonância com a
Constituição Federal de 1988.
Também
debatemos a conjuntura eleitoral, os desafios inerentes ao pleito, como
alianças nacionais, acordos regionais, situações políticas específicas para a
governabilidade e o tema que preocupa sobremaneira o bom andamento do pleito
deste ano: a inteligência artificial aliada às mentiras disseminadas pelas
redes sociais.
Veja só: ainda
esta semana, meu motorista disse que a esposa dele recebeu uma foto dele com o
presidente Bolsonaro, o que nunca aconteceu. Mas, entretanto, através da
inteligência artificial, de repente mandaram para ele essa foto. Eu pude...
Todavia, os
mesmos debatedores externaram preocupação com a quantidade de notícias falsas
disseminadas por meio das redes sociais, que confundem a população trabalhadora
deste país, que muitas vezes não tem tempo para se aprofundar no debate
político, ficando refém do ódio, do divisionismo, das respostas simples para
temas complexos.
O espírito de
luta, principalmente em relação ao papel que a militância do Partido dos
Trabalhadores tem exercido desde a sua fundação, em 1980, nos encheu de
alegria. Companheiros das instâncias partidárias dos 27 estados da Federação
demonstraram o mesmo brio de sempre. Colegas parlamentares do Congresso
Nacional, das Assembleias Legislativas, das Câmaras Municipais trouxeram um
apoio de projeto de país defendido pela executiva nacional do Partido dos
Trabalhadores, liderada pelo companheiro Edinho Silva.
Particularmente,
fiquei muito feliz quando o ministro da Fazenda Fernando Haddad se pronunciou
sobre a instituição da renda básica de cidadania incondicional como uma medida
no sentido de aglutinar os programas sociais instituídos. Eu vou falar mais
tarde ainda sobre esse tema.
* * *
- Assume a
Presidência o Sr. Rômulo Fernandes.
* * *
Também
conversei com o atual líder do Partido dos Trabalhadores na Câmara Federal, o
companheiro Pedro Uczai, eleito recentemente de Santa Catarina, que propõe a
criação da renda básica energética. Uma ação que prevê mudanças no sistema de
atendimento dos beneficiários da Tarifa Social de Energia Elétrica. Segundo a
sua proposta, com os seis bilhões de reais anuais investidos no programa ao
longo de dez anos, 17 milhões de famílias inscritas poderão ser contempladas
com energia limpa vinda de placas solares instaladas até nas lâminas d’água dos
grandes reservatórios das hidrelétricas. Isso irá gerar também empregos na
cadeia de produção de energia renovável, além de contribuir para o meio
ambiente.
Enfim, foram
momentos proveitosos ao lado de colegas parlamentares, militantes do PT e
aliados, com o ápice da presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, que em seu
pronunciamento sobre os rumos de nossa agremiação conclamou a todas e todos
para enfrentar mais um período eleitoral diante de muitas incertezas, mas
também com a esperança e o brio de sempre, que marca o DNA do Partido dos
Trabalhadores.
Quero também
registrar a vitória de António José Seguro no pleito ocorrido no último
domingo, em Portugal. O companheiro do Partido Socialista Português venceu o
ódio, a discriminação, o preconceito do seu oponente de extrema-direita com
mais de 66% dos votos válidos.
Então saúdo o
povo português e a democracia. Logo, logo irei complementar o tema da Renda
Básica de Cidadania, segundo as sugestões do ministro da Fazenda, Fernando
Haddad.
O
SR. PRESIDENTE - RÔMULO FERNANDES - PT - Obrigado,
sempre senador Suplicy. Continuando a Lista Suplementar, deputado Thiago
Auricchio. (Pausa.) Deputado Sebastião Santos. (Pausa.) Deputado Vitão do
Cachorrão.
O
SR. VITÃO DO CACHORRÃO - PODE -
SEM REVISÃO DO ORADOR - Boa tarde a todos, boa tarde, presidente. Agradecer a
Deus por mais um dia de vida, um dia de trabalho, agradecer aqui a todos os
funcionários da Casa, ao pessoal da limpeza, muita gente, ninguém lembra, o
pessoal que limpa o banheiro aqui, o pessoal que cuida aqui da Alesp, as
Polícias Militares, Civis, todos os policiais, representantes de partidos aqui
e todos os deputados.
Acabei de falar
para o Suplicy, dar um abraço aqui no Suplicy, que é uma honra muito grande
trabalhar com o deputado Suplicy. Que Deus continue abençoando e dê muita
saúde, Suplicy; continue lutando por aqueles que mais precisam.
Quero aqui
falar de um tema, principalmente para vocês, agradecer a TV Alesp. Hoje passei
para dar um abraço em todos lá também, o pessoal da TV, o pessoal que trabalha
aqui na Assembleia colocando nosso trabalho na rede social. Quero que você
acompanhe o nosso trabalho: é “vitao.docachorrao”, a nossa página.
Veja bem, o
pessoal está sofrendo no estado de São Paulo, deputado, com falta de hospital
psiquiátrico. Tem muitas famílias, muitas mães que estão acompanhando aí agora
na TV, filhos que têm esquizofrenia, que não podem, que não conseguem viver no
convívio e o Caps não está sendo suficiente.
Eu estava
falando com o meu assessor e amigo, porque nossa equipe é tudo, com o Davi: o
vizinho acabou matando um animal a paulada com esquizofrenia.
Em Sorocaba, eu
atendendo lá no Gabinete do Povo, atendo no Mercado Municipal e onde eu era
vereador eu não deixei de conversar com o povo. Para mim, não adianta a gente
estar aqui com o mandato, Suplicy, não adianta terno, deputado, não adianta
gravata, o melhor pedido é o que a população precisa... a gente precisa ouvir a
população, o melhor projeto de lei vem do povo.
E uma mãe
sofreu um atentado, no Jardim Nova Esperança, da própria filha com a faca, mas
a filha não tem culpa, a filha precisa do medicamento correto, a filha precisa
de um tratamento de um hospital psiquiátrico, com psicólogos, psiquiatra que é
formado, que é capacitado. Só que a volta do hospital psiquiátrico tem que ter,
claro, monitoramento 24 horas para a segurança dos profissionais e também dos
pacientes.
A gente debateu
aqui - se eu não me engano, o nosso deputado Suplicy - sobre aquele pessoal que
está em situação de rua, a gente levou aqui algumas sessões, algumas audiências
muito produtivas, com opiniões dos médicos, opiniões também de vários
convidados.
E tem muita
gente com psiquiatria aí nas cracolândias, morando na rua, correndo risco de vida
para eles mesmos, para os pacientes e para quem está do seu lado e essas
pessoas não têm condições nenhuma de morar em um convívio da rua e nem de morar
junto com a sua família. E o estado... Quero deixar bem claro, não foi na época
do governador Tarcísio de Freitas. No antigo governo, lavou as mãos e deixou
tudo para o Caps.
Eu quero que
você comente aí na nossa página, a opinião sua é importante, da população,
você, você que é profissional de Saúde também, mesmo que seja um comentário
contra ou a favor. Você não acha que tem que voltar o atendimento, que tem que
voltar o hospital psiquiátrico? Fica aqui a minha pergunta.
E para
encerrar, Suplicy, agora eu quero agradecer vereadores que viajam, viajam a
mais de 500, 600 km para vir no nosso gabinete aqui, para pedir ajuda, uma
ambulância para a Saúde, para pedir às vezes um trator, uma patrol para
funcionar o agro da cidade, para buscar recursos aqui.
E hoje eu quero
agradecer também, em nome de todos os vereadores, o Zé Anésio, que é de
Piedade, a Danúbia, que é uma grande líder, o vereador Tatu. Eu vou começar a
fazer com as nossas verbas aqui, além do trabalho que o estado está fazendo, eu
quero agradecer a castração gratuita de cães e gatos. Eu já fiz em mais de dez
municípios, vou fazer de novo em Sorocaba e vou fazer em 15 municípios, já está
agendado.
A gente está
levando o CastraMóvel, que é a castração gratuita de cães e gatos à
microchipagem e também o medicamento pós-cirurgia, e eu vou visitar todas essas
cidades. Então eu quero agradecer ao Zé Anésio, quero agradecer hoje muitas
visitas no nosso gabinete, o Nenão, de Iperó.
E para acabar
aqui a nossa fala, quero agradecer a vereadora Ana Carolina Oliveira, que é do
estado de São Paulo, que é vereadora aqui na Capital, a mãe da Isabela, que ela
defende as mulheres - ela perdeu a Isabela, todos sabem aqui da Isabela
Nardoni.
A Ana Carolina
esteve aqui hoje e o estado, a nossa cidade, o Brasil precisa de vereadoras
assim. Ela defende as mulheres de agressão, ela sabe o que está fazendo, o que
está trabalhando, teve mais de 140 mil votos e ela veio me visitar no gabinete
e a gente está aqui para somar forças contra a violência da mulher.
Que Deus
abençoe a todos, um abraço do deputado Vitão do Cachorrão.
O
SR. PRESIDENTE - RÔMULO FERNANDES - PT - Obrigado,
Vitão do Cachorrão. Seguindo a Lista Suplementar aqui, deputado Capitão Telhada.
(Pausa.) Deputado Atila Jacomussi. (Pausa.) Deputada Thainara Faria. (Pausa.)
Deputado Paulo Mansur. (Pausa) Deputado... Ah, desculpa, perdão. Deputado Paulo
Mansur, eu fui embalado aqui, me perdoe.
O
SR. PAULO MANSUR - PL -
SEM REVISÃO DO ORADOR - Uma boa tarde a todos que nos acompanham na TV Alesp.
Falar um pouco do Flavio Bolsonaro, que é o nosso candidato à Presidência da
República.
Nesses três...
Estamos indo para o quarto ano do governo do PT e nós temos visto muita
corrupção, como sempre vimos. Escândalo do INSS, 320 bilhões de reais, a gente
vai fechar agora no déficit, ou seja, tendo que repor esses recursos para os
velhinhos se aposentarem, para a terceira idade, a melhor idade se aposentar no
Brasil. Nós temos o Banco Master, outro escândalo envolvendo poderosos.
Correios dando cinco bilhões de prejuízo. Todas as estatais do governo Lula
dando prejuízo.
* * *
- Assume a
Presidência o Sr. Vitão do Cachorrão.
* * *
Trinta e nove
ministérios. O presidente Lula pegou com 23 ministérios de Jair Bolsonaro. Eu
falo que isso não é respeito ao dinheiro público. Viagens, gastando milhões em
hotéis, em aviões. A gente vai voltar. Saudades do presidente Bolsonaro.
O Flávio
Bolsonaro não precisa do “centrão” para se eleger. Ele precisa do povo brasileiro,
como nós tivemos em 2018. Jair Bolsonaro com um milhão para sua campanha e os
adversários dele gastando 270 milhões para uma campanha presidencial.
E ele com um
milhão de reais, com a internet, conseguiu que a mensagem que ele passou de fé
e esperança para o povo brasileiro atingisse cada brasileiro, para que votassem
nele. É disso que a gente precisa.
A gente precisa
dessa união que aconteceu em 2018 em cima do nome de Flávio Bolsonaro, para que
o Brasil volte a ter ministérios técnicos, sem o “toma lá, dá cá”. Muita gente
pergunta: “Paulo, mas não precisa do ‘centrão’ para governar?” É natural,
depois que o Flávio for para o segundo turno, que o próprio “centrão” queira
apoiar o nome do Flávio Bolsonaro, porque senão eles estão mortos.
Se o Ratinho
Júnior e se o Zema não apoiarem Flávio Bolsonaro e quiserem apoiar o Lula, é o
final da carreira política deles. Então, eles mesmos vão querer apoiar o nome
de Flávio Bolsonaro, que já está no segundo turno.
O nome Flávio
Bolsonaro... O nome “Bolsonaro”, na realidade, ele pesa, ele pesa no Brasil,
ele tem peso internacional. E o Donald Trump vai estar com uma lupa bem grande
em cima das urnas eletrônicas nesse ano de 2026, que é a nossa esperança.
Tenhamos esperança, tenhamos fé, que eu tenho certeza de que vamos vencer e
vamos tirar esse “desgoverno” do poder, que vem cobrando impostos altos, que
vem fechando os olhos para a corrupção e que tem festa no presídio quando eles
ganham eleição.
Então, a gente
precisa da primeira estrutura, do primeiro escalão técnico, que é diferente do
“centrão” quando administra. É diferente do PT quando administra, porque eles
distribuem os ministérios para partidos políticos. A gente não quer isso. O
“centrão” fica com o PT quando está no poder, o “centrão” está de olho no
Bolsonaro quando ele vai para o segundo turno. O “centrão” é isso, ele está com
todo mundo.
Nós precisamos
de posicionamento político. Nós precisamos de um Brasil que a gente quer, assim
como o PT tem o posicionamento político dele, nós precisamos da nossa direita
com posicionamento político. Olavo de Carvalho já dizia: “Existe a direita no
Brasil e existe Bolsonaro”.
Muito obrigado,
presidente.
O
SR. PRESIDENTE - VITÃO DO CACHORRÃO - PODE - Obrigado,
deputado Paulo Mansur. Seguindo a lista dos oradores, deputado Enio Tatto.
(Pausa.) Deputada Letícia Aguiar. (Pausa.) Deputado Jorge Wilson Xerife do
Consumidor. (Pausa.) Deputado Rômulo Fernandes. (Pausa.) É regimental, tem o
uso de cinco minutos da palavra, deputado.
O
SR. RÔMULO FERNANDES - PT -
SEM REVISÃO DO ORADOR - Obrigado, meu presidente que está presidindo esta Casa,
Vitão do Cachorrão. Queria comentar a todos que nos assistem, todos os
funcionários da Casa, os funcionários e as pessoas que estão nas redes sociais
também nos acompanhando.
Eu queria
relatar aqui, nós tivemos na cidade onde eu resido, a cidade de Mauá, uma
visita ilustre ontem, o nosso querido presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi
até Mauá e foi falar de vários assuntos com relação ao PAC, à Educação e à
Saúde.
E eu fiquei
bastante feliz ontem, Vitão, porque o nosso querido presidente Lula foi dar
boas notícias para a gente. Aqui, no Brasil, tem aproximadamente 680 institutos
federais.
Ontem, em Mauá,
ele foi dar uma notícia muito bacana, que foi o início das obras, a ordem de
serviço para o Instituto Federal na cidade de Mauá. Eu queria agradecer em
público aqui, dizer do empenho desse pernambucano, do governo do Lula, com
relação à Educação.
É um
investimento de aproximadamente 45 milhões. São 1.400 alunos, aproximadamente,
que vão poder estudar lá, em várias áreas - Robótica, Mecatrônica, Informática.
A nossa ideia, a ideia do governo federal, é a gente poder começar as aulas já
no segundo semestre, para quem conhece um pouco a cidade de Mauá, o Instituto
será num antigo prédio da Fama, uma faculdade que existia na cidade.
E, além dessa
notícia que ele deu lá para a gente e várias outras notícias, e com relação ao
Instituto Federal, inclusive, ele deu uma notícia em público lá, do Instituto
Federal em São Bernardo, que existe a possibilidade, no terreno da Universidade
Metodista, e ontem mesmo ele cobrou em público o nosso querido ministro Camilo
Santana, para viabilizar um novo Instituto Federal também em São Bernardo do
Campo.
Além disso,
além do Instituto Federal, que é uma grande vitória para a gente lá, ele foi
também falar sobre a Saúde Pública e sobre o SUS. Ontem foi anunciado 37
milhões de reais para a nova policlínica da cidade de Mauá. E cabe dizer que a
cidade de Mauá vai atender também os moradores de Ribeirão Pires e de Rio
Grande da Serra.
São 37 milhões
de reais de investimento. E, além disso, também ele foi fazer uma visita para a
carreta de especialidade, que desde a semana passada está na nossa cidade,
fazendo exames de ultrassom, exame de tomografia. São 65 pessoas atendidas
diariamente, atendendo sempre o público de Ribeirão, de Rio Grande, de Mauá,
que já estavam cadastrados.
E, além do
atendimento, também dá prosseguimento às consultas e ao encaminhamento
necessário que for. Por isso, a gente ficou muito feliz. E, além disso tudo,
ele anunciou também reforma nas quatro UPAs da cidade, a construção de mais uma
nova UPA num bairro chamado Santa Lídia, que logo, logo vai começar.
São essas ações
que me deixam muito orgulhoso com relação ao nosso querido presidente Lula. E,
além disso, que é muita coisa, foram entregues ali quase - quase não -, foram
34 ambulâncias. E cabe registrar aqui o caráter republicano do nosso querido
presidente Lula.
Independente
das bandeiras partidárias, todas as cidades do Grande ABC foram contempladas:
Mauá, Santo André, Rio Grande da Serra, São Caetano, Diadema, Ribeirão Pires e
São Bernardo. Isso mostra exatamente como o Lula, o nosso querido presidente
Lula, não olha as cores das bandeiras, mas olha para o povo brasileiro, olha
para quem precisa da Saúde pública.
Por isso, eu
queria registrar o meu orgulho de pertencer ao PT e ser companheiro desse
grande estadista que se chama Luiz Inácio Lula da Silva.
Muito obrigado,
Lula.
O
SR. PRESIDENTE - VITÃO DO CACHORRÃO - PODE - Obrigado,
deputado. Seguindo a lista agora dos grandes oradores, deputado Conte Lopes.
(Pausa.) Deputado Tenente Coimbra. (Pausa.) Por permuta de Ana Perugini,
deputado Eduardo Suplicy.
Agora são dez minutos, Eduardo Suplicy.
É regimental, V. Exa. tem o uso da palavra.
*
* *
-
Passa-se ao
GRANDE EXPEDIENTE
*
* *
O
SR. EDUARDO SUPLICY - PT
- SEM REVISÃO DO ORADOR - Caro deputado presidente Vitão do Cachorrão, fico
pensando, quem sabe um dia possa estar em Sorocaba, na praça pública, onde você
costuma se reunir com as pessoas, e dialogar com elas, inclusive sobre o tema
que irei falar agora, ou seja, de como o ministro da Fazenda, Fernando Haddad,
tem, nesses últimos dias, feito reflexões a respeito da proposta da renda
básica de cidadania.
Em Salvador,
por ocasião da comemoração dos 46 anos do Partido dos Trabalhadores, houve uma
mesa sobre a conjuntura econômica que foi muito bem-desenvolvida pelo ministro
da Fazenda, Fernando Haddad, e eu fiquei bastante contente quando, ao final da
exposição, ele mencionou as perspectivas para a implementação da renda básica
de cidadania no Brasil.
Abrindo aspas
para as suas palavras, ele disse: “No Brasil, pela quantidade de programas que
há, pelo volume de recursos envolvidos nas transferências de renda de várias
maneiras, temos realmente que avaliar se a renda básica não fica até mais
barata do ponto de vista da organização do estado, porque dá muito trabalho
você gerenciar cada programa”.
Bem, eu fico
bastante contente em perceber a disposição do ministro em se aprofundar neste
debate, que é, em verdade, um projeto muito importante na minha vida. Na
verdade, a vantagem burocrática da renda básica de cidadania mencionada por
Fernando Haddad é inegável. Com a sua implementação, o governo não precisará
mais investir grandes montantes de recursos em sistemas complexos e que
requerem constante atualização, como o Cadastro Único.
Também não será
mais necessário gastar com a fiscalização de condicionalidades e da focalização
por faixa de renda, o que muitas vezes tem por efeito a submissão do
beneficiário a regras que lhe impõe a exposição de sua rotina, de sua dinâmica
familiar e de seus rendimentos nos mercados formal e informal do trabalho.
A superação
desse paradigma, não só teria por efeito a eliminação de qualquer sentimento de
estigma ou humilhação tradicionalmente associados aos beneficiários dos
programas condicionais de transferência de renda, como o Bolsa Família, como
também proporcionaria uma grande economia burocrática na gestão de nosso
sistema de proteção social, permitindo que mais recursos sejam aplicados àquilo
que mais importa, a transferência de renda para todas e todos.
É por essas e
tantas outras vantagens que protocolei, junto com a deputada Marina Helou e o
deputado Guilherme Cortez, o Projeto de Lei nº 991, de 2025, que visa instituir
no estado de São Paulo a renda básica de cidadania, dando efetivação à Lei nº
10.835, de 2004.
Importante
salientar que, em junho de 2023, o presidente Lula promulgou a Lei nº 14.601,
de 2023, a qual extinguiu o programa Auxílio Brasil e restabeleceu o Bolsa
Família, reconhecendo-o como uma etapa do processo gradual e progressivo da
implementação da renda básica de cidadania, conforme o §1º do Art. 1º da lei,
em sintonia, portanto, com a afirmação do ministro Fernando Haddad no encontro
do aniversário do PT.
Eu convido a
todos e todas a lerem a proposição que acabo de anunciar, para que possamos
pautá-la ou mesmo aprimorá-la, se acharem conveniente. Gostaria de registrar
meu interesse em colaborar com o ministro Fernando Haddad e com todas as demais
equipes do Ministério da Fazenda para levar adiante a avaliação das vantagens
da renda básica, para que possamos, juntos, dar esse importante passo rumo à
sua implementação e à liberdade e à dignidade de todos os brasileiros.
Então, também
colaborar muito e da melhor maneira possível com os ministros, Alexandre
Padilha, da Saúde, Guilherme Boulos, da Secretaria da Presidência, Simone
Tebet, do Planejamento, Paulo Teixeira, do Desenvolvimento Agrário, Macaé
Evaristo, das Mulheres, Camilo Santana, da Educação, Gleisi Hoffmann, das
Relações Institucionais, Wellington Dias, do Desenvolvimento Social, Luiz
Marinho, do Trabalho e, sobretudo, também com o nosso querido vice-presidente
Geraldo Alckmin, que tem sido um colaborador cada vez de maior importância para
a realização dos objetivos do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Então, Sr. Presidente, muito obrigado.
O SR. EDUARDO SUPLICY - PT - Em havendo
entendimento entre os líderes de partido, Sr. Presidente, peço que seja suspensa a sessão até as 16 horas e
30 minutos da tarde de hoje.
O
SR. PRESIDENTE - VITÃO DO CACHORRÃO - PODE - Obrigado,
deputado. A suspensão é regimental até as 16 horas e 30 minutos. Eu quero
agradecer aqui o pessoal que está lutando pelos direitos da RTO. Eles querem
trabalhar, continuar trabalhando, e eles levam os trabalhadores aqui na Capital
para trabalhar também. Parabéns pela luta.
Contem com o deputado Vitão do
Cachorrão, que está aqui no plenário também, de Porto Ferreira. O coordenador
do nosso amigo, que é Republicanos, está lá, o Ronald, e também o Ronald de
Limeira, o Marcelo Padilha, coordenador do Republicanos, e o Ronald da cidade
de Limeira.
Que Deus abençoe a todos.
Até a próxima sessão.
A suspensão da sessão agora, e a
próxima às 16 horas e 30 minutos.
Muito obrigado.
*
* *
-
Suspensa às 15 horas e 08 minutos, a sessão é reaberta às 16
horas e 30 minutos, sob a Presidência do Sr. Gilmaci Santos.
*
* *
-
Passa-se à
ORDEM DO DIA
*
* *
O SR. PRESIDENTE - GILMACI SANTOS - REPUBLICANOS
- Reaberta a sessão. Ordem do Dia.
Há sobre a mesa requerimento da nobre
deputada Ediane Maria com número regimental de assinaturas nos termos do Art.
35 do Regimento Interno, para constituição de uma comissão de representação com
a finalidade de participar de reuniões com ministros de estado para tratar de
assuntos de interesse do estado de São Paulo, a realizar-se no dia 10 de
fevereiro do corrente ano, em Brasília, a ser custeada via verba de gabinete
parlamentar.
Em votação. Os senhores deputados e as
senhoras deputadas que estiverem de acordo permaneçam como se encontram.
(Pausa.) Aprovado.
Há sobre a mesa requerimento do nobre
deputado Caio França, com número regimental de assinatura, nos termos do Art.
35 do Regimento Interno para a constituição da comissão de representação com a
finalidade de participar de reunião junto ao Ministério do Empreendedorismo e
da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, a realizar-se no dia 10 de
fevereiro do corrente ano em Brasília, a ser custeado via verba de gabinete
parlamentar.
Em votação. As senhoras deputadas e os
senhores deputados que estiverem de acordo permaneçam como se encontram.
(Pausa.) Aprovado.
Há sobre a mesa requerimento do nobre
deputado Marcio Nakashima, com número regimental de assinatura nos termos do
Art. 35 do Regimento Interno para a constituição de comissão de representação
com a finalidade de participar do Programa Juntos, que tem por objetivo
promover visita ao Japão para fomentar as relações bilaterais entre esse país e
o Brasil, a realizar-se entre os dias 13 e 22 de fevereiro do corrente ano, sem
ônus para este poder.
Em votação. As senhoras deputadas e os
senhores deputados que estiverem de acordo permaneçam como se encontram.
(Pausa.) Aprovado.
O
SR. LUIZ CLAUDIO MARCOLINO - PT - Pela ordem, Sr.
Presidente. Gostaria de fazer uma comunicação.
O
SR. PRESIDENTE - GILMACI SANTOS - REPUBLICANOS
- Tem V. Exa. o tempo regimental.
Um era o Prêmio
de Incentivo, um outro era o Gdamspe, um outro era a bonificação, e o outro era
a questão do vale-refeição, de aumentar de 12 para 40 reais, uma forma de
valorizar os servidores da saúde, que hoje recebem apenas 12 reais por dia para
se alimentar.
Então eu queria
deixar aqui registrado que um desses itens foi pago agora durante o mês de
janeiro, que foi o bônus dos servidores da saúde, que é um dos itens colocados
na pauta, e reafirmar que nós vamos continuar cobrando o Governo do Estado.
Um dos quatro
itens já foi pago, que é a questão da bonificação, então pagou para as
autarquias, pagou para os servidores da saúde, agora falta o prêmio de
incentivo, falta o Gdamspe e falta também ajustar a questão do vale-refeição e
alimentação.
Esse debate nós
fizemos no Orçamento, conseguimos colocar ali aquela cláusula que garante uma
construção com outra nomenclatura, mas que garantiria o pagamento, não só para
os servidores da saúde, mas para que todos os servidores do estado passassem a
ter um valor maior, uma base mínima de vale-refeição, que seria um benefício
alimentação. Com isso, todos os servidores seriam beneficiados.
Então, queria,
inclusive, fazer a cobrança a Vossa Excelência. Seria importante, depois, que o
governador encaminhasse para a Assembleia Legislativa já esse projeto de lei,
que já está sendo discutido na (Inaudível), na Casa Civil.
Seria
importante que esse projeto viesse para logo no começo de 2026, o
vale-alimentação, que mudaria para o benefício-alimentação para os servidores
do estado de São Paulo, passasse a ser uma realidade para todos os servidores
do Estado.
Muito obrigado,
Sr. Presidente.
O
SR. PRESIDENTE - GILMACI SANTOS - REPUBLICANOS -
Obrigado, deputado.
O
SR. PAULO FIORILO - PT - Pela ordem, Sr.
Presidente.
O
SR. PRESIDENTE - GILMACI SANTOS - REPUBLICANOS
- Pela ordem, deputado Paulo Fiorilo.
O SR. PAULO FIORILO - PT - Havendo
acordo entre os líderes, solicito o levantamento da presente sessão.
O
SR. PRESIDENTE - GILMACI SANTOS - REPUBLICANOS
- É regimental o pedido de Vossa Excelência. Sras. Deputadas e Srs. Deputados,
havendo acordo de lideranças, esta Presidência, antes de dar por levantados os
trabalhos, convoca V. Exas. para a sessão ordinária de amanhã, à hora
regimental, com a mesma Ordem do Dia de hoje; lembrando-os, ainda, da sessão
extraordinária a realizar-se hoje, dez minutos após o término da presente
sessão.
Está levantada a sessão.
*
* *
- Levanta-se a sessão às 16 horas e 34
minutos.
*
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