27 DE FEVEREIRO DE 2026

15ª SESSÃO ORDINÁRIA

        

Presidência: OSEIAS DE MADUREIRA e EDUARDO SUPLICY

        

RESUMO

        

PEQUENO EXPEDIENTE

1 - OSEIAS DE MADUREIRA

Assume a Presidência e abre a sessão às 14h07min.

        

2 - EDUARDO SUPLICY

Por inscrição, faz pronunciamento.

        

3 - EDUARDO SUPLICY

Assume a Presidência.

        

4 - OSEIAS DE MADUREIRA

Por inscrição, faz pronunciamento.

        

5 - PRESIDENTE EDUARDO SUPLICY

Endossa o pronunciamento do deputado Oseias de Madureira.

        

6 - OSEIAS DE MADUREIRA

Assume a Presidência.

        

7 - EDUARDO SUPLICY

Por inscrição, faz pronunciamento.

        

8 - EDUARDO SUPLICY

Solicita o levantamento da sessão, por acordo de lideranças.

        

9 - PRESIDENTE OSEIAS DE MADUREIRA

Defere o pedido. Convoca os Srs. Deputados para a sessão ordinária do dia 02/03, à hora regimental, sem Ordem do Dia. Levanta a sessão às 14h36min.

           

* * *

ÍNTEGRA

 

* * *

 

- Assume a Presidência e abre a sessão o Sr. Oseias de Madureira.

 

* * *

 

- Passa-se ao

 

PEQUENO EXPEDIENTE

 

* * *

 

O SR. PRESIDENTE - OSEIAS DE MADUREIRA - PSD - Presente o número regimental de Sras. Deputadas e Srs. Deputados, sob a proteção de Deus, iniciamos os nossos trabalhos. Esta Presidência dispensa a leitura da Ata da sessão anterior e recebe o Expediente.

Vamos à lista de oradores, começando com o deputado Dr. Jorge do Carmo. (Pausa.) Deputado Itamar Borges. (Pausa.) Deputado Paulo Fiorilo. (Pausa.) Deputado Reis. (Pausa.) Deputado Olim. (Pausa.) Deputada Marina Helou. (Pausa.) Deputado Marcelo Aguiar. (Pausa.) Deputado Donato. (Pausa.)

Deputado Bruno Zambelli. (Pausa.) Deputado Rômulo Fernandes. (Pausa.) Deputado Luiz Claudio Marcolino. (Pausa.) Deputada Delegada Graciela. (Pausa.) Deputado Dr. Elton. (Pausa.) Deputado Enio Tatto. (Pausa.) Deputado Carlos Giannazi. (Pausa.) Deputado Major Mecca. (Pausa.) Deputado Eduardo Suplicy.

Tem o nobre deputado o tempo regimental.

 

O SR. EDUARDO SUPLICY - PT - SEM REVISÃO DO ORADOR - Caro presidente, deputado Oseias de Madureira, “um guarda municipal desfere golpes de cassetete nos braços de um vendedor ambulante, que reluta em soltar o carrinho de bebidas. Para forçá-lo a liberar a mercadoria, outros agentes acionam spray de pimenta, atingindo foliões que acompanhavam a abordagem.

A cena, registrada em vídeo durante o Carnaval paulistano, viralizou e provocou indignação. A brutal repressão a vendas escancarou a violência cotidiana a que esses trabalhadores estão submetidos.

Para enfrentar o problema, os deputados estaduais Eduardo Suplicy e Luiz Claudio Marcolino, ambos do PT, protocolaram um projeto de lei que regulamenta o comércio e a proteção de serviços em áreas públicas em São Paulo, além de restringir a atuação policial nas fiscalizações. O PL 1382/25 institui o Pacto Estadual de Apoio ao Comércio e à Prestação dos Serviços Ambulantes, com o objetivo de promover condições laborais decentes, seguras e dignas.

A proposta determina que o governo paulista estabeleça protocolos para a atuação de agentes públicos, vedando a utilização da Polícia Militar para a fiscalização de posturas administrativas, inclusive mediante convênios.

Seria o fim do ‘rapa’, nome dado ao tumulto gerado pelas ações repressivas. Acompanho este conflito há dez anos. De lá para cá, a GCM e a PM têm agido com mais violência, com episódios que já resultam até na morte de um trabalhador.

Marcolino afirma que a regulamentação pode garantir segurança jurídica a trabalhadores e consumidores. ‘Com regras claras e mecanismos de controle, será possível evitar a venda de produtos falsificados ou ilícitos’, destaca.

Diferentemente de outras iniciativas, a proposta abrange todo o estado e prevê gestão bipartite, em que fiscalização e acompanhamento do pacto são feitos em conjunto pelas prefeituras e por entidades representativas dos ambulantes. Se o comércio ambulante for estruturado, não haverá mais necessidade de a polícia se dedicar à fiscalização.

Assim, poderá concentrar esforços na segurança da população, como no combate a furtos e roubos. O projeto também prevê linhas de crédito para fomentar negócios e cursos profissionalizantes. A proposta atende às reivindicações dos trabalhadores organizados, integrantes do Fórum de Ambulantes.

Laís Rodrigues de Souza afirma que o principal desafio é enfrentar a violência policial. ‘Parece que a polícia tem ordem para massacrar o trabalhador’, desabafa a vendedora, que há oito anos sobrevive na comercialização de roupas, guarda-chuvas e bebidas nas ruas do Brás, polo de comércio popular na capital paulista.

Segundo ela, a truculência piorou muito com a chegada de Ricardo Nunes à prefeitura. Gilvânia Gonçalves compartilha dessa avaliação. Em 2019, quando começou a vender tapioca nas imediações da Estação Carrão do Metrô, ‘a polícia não corria atrás para bater nos ambulantes’, recorda a fundadora do Movimento dos Trabalhadores Sem Direitos. ‘Agora está terrível, especialmente depois da Operação Delegada.’

A Operação Delegada resulta de um acordo entre a prefeitura e o governo do estado, que permite aos policiais militares atuar nas horas de folga em ações de fiscalização do comércio informal. Nesse bico regularizado, o PM recebe bônus de até três mil reais.

O resultado tem sido desastroso, avalia o ouvidor das polícias, Mauro Caseri. ‘Quando apenas a GCM realizava esse trabalho, havia menos conflitos’. Caseri defende o fim desse convênio, com a incorporação do bônus ao salário dos PMs. ‘Da forma como está, esse valor não incide sobre férias ou 13º salário, além de comprometer o descanso fundamental para que o agente retorne ao trabalho em plenas condições físicas’, explica.

A advogada Ananda Endo, do Centro Gaspar Garcia de Direitos Humanos, atua na defesa de dezenas de ambulantes e aponta que a situação começou a se agravar durante a gestão Gilberto Kassab, de 2006 a 2012, quando passaram a ser cassados os termos de permissão de uso criados por Luiza Erundina nos anos 90. ‘Com isso, os ambulantes foram empurrados para a informalidade’, lamenta. Essa vulnerabilidade criou terreno propício para abusos.

Segundo a especialista, tornou-se comum que os agentes da Operação Delegada não cumpram o protocolo de fiscalização. ‘O correto durante uma apreensão é contar todos os itens, lacrar a carga e encaminhá-la ao depósito’. No entanto, observa-se uma violação sistemática. ‘Muitas vezes, ao tentar resgatar sua mercadoria, o ambulante é informado que a carga foi extraviada ou recebe de volta uma quantidade muito inferior à apreendida.

O assassinato do ambulante senegalês Ngagne Mbaye, em abril do ano passado, representa um divisor de águas, segundo a advogada. ‘Desde então, há uma escalada de violência policial, principalmente no Brás’.

Mbaye foi morto a tiros por um policial ao resistir à apreensão de mercadorias. ‘Naquele momento, ele estava almoçando e nem chegava a expor os produtos. Foi uma ação totalmente arbitrária’, lembra. Em fevereiro, dez meses após o crime, a Justiça arquivou o caso a pedido do Ministério Público, sob a alegação de que o policial agiu em legítima defesa.

‘Esse arquivamento coloca a comunidade de imigrantes em situação ainda mais vulnerável’. ‘Hoje a gente trabalha com revolta porque, ao matar um de nossos irmãos, a polícia acabou com a família inteira’, indigna-se o ambulante também senegalês Mamadou Ka. Há dez anos, quando atravessou o Oceano Atlântico em busca de oportunidades no Brasil, trouxe consigo a experiência administrativa na Prefeitura de Thies, uma das três maiores cidades do Senegal, e tem usado esse conhecimento para auxiliar outros ambulantes nos trâmites burocráticos para exercer o trabalho.

Hoje, ele preside a Associação dos Camelôs e Empreendedores de Nações do Estado de São Paulo, que reúne 600 associados de mais de 55 nacionalidades. ‘Não pedimos favor algum, apenas queremos o direito de trabalhar com dignidade e integrar a economia formal’.

Os associados contribuem com um real por dia para uma caixinha de solidariedade. ‘Quando alguém perde a mercadoria, usamos esse dinheiro para repor e o trabalhador vai pagando aos poucos’, explica Ka.

O fundo também serve para comprar cestas básicas ou ajudar a pagar o aluguel de quem teve faturamento comprometido por apreensões arbitrárias. Ambulantes estrangeiros relatam, ainda, episódios de xenofobia e racismo. ‘Muitos policiais nos xingam, nos mandam voltar para nossos países. Não é esse o comportamento esperado de quem deveria proteger a população.’

Em nota, afirma a prefeitura que a Guarda Civil Metropolitana atua em conformidade com a legislação vigente e com os protocolos institucionais. O comunicado não aborda, porém, as denúncias contra abusos na Operação Delegada nem o assassinato de Ngange Mbaye.”

Este artigo é da revista “Carta Capital”, de 4 de março de 2026, sob o título de “‘Rapa’ proibido”, que eu avalio como uma reportagem isenta e importante para saber como estão os ambulantes na cidade de São Paulo.

Muito obrigado, Sr. Presidente.

Pergunto se deseja que eu presida para que V. Exa. possa usar a palavra?

 

O SR. PRESIDENTE - OSEIAS DE MADUREIRA - PSD - Por favor.

 

* * *

 

- Assume a Presidência o Sr. Eduardo Suplicy.

 

* * *

 

O SR. PRESIDENTE - EDUARDO SUPLICY - PT - Então, prosseguindo a ordem de chamada, tem a palavra agora o deputado Thiago Auricchio. (Pausa.) Caio França. (Pausa.) Letícia Aguiar. (Pausa.) Valeria Bolsonaro. (Pausa.) Gil Diniz Bolsonaro. (Pausa.) Márcia Lia. (Pausa.) Danilo Campetti. (Pausa.) Altair Moraes. (Pausa.)

Oseias de Madureira, tem a palavra pelo tempo regimental.

 

O SR. OSEIAS DE MADUREIRA - PSD - SEM REVISÃO DO ORADOR - Sr. Presidente, Sras. Deputadas, Srs. Deputados, todos que aqui trabalham, Polícia Militar, eu, como morador do município de São Bernardo do Campo, uso esta tribuna para reiterar aquilo que é conhecido, infelizmente.

Na última quarta-feira, fomos confrontados com um crime bárbaro contra uma jovem de 22 que estava trabalhando, uma vida que foi brutalmente ceifada dentro do Shopping Golden, ali no município de São Bernardo do Campo.

A Cibele Monteiro Alves, de 22 anos, que de forma cruel e inaceitável foi assassinada pelo seu ex-companheiro, alguém que um dia fez parte da sua história, mas que jamais teria o direito de interromper a existência da sua ex-namorada, Cibele Alves.

Isso tudo, Sr. Presidente, torna esse crime ainda mais revoltante, mesmo havendo segurança no shopping, pessoas presentes andando pelos corredores do shopping, nada, absolutamente nada foi capaz de impedir essa tragédia que, de forma covarde, matou a Cibele que estava dentro de uma loja trabalhando, ganhando o seu pão.

Essa tragédia nos traz uma cena que fere a consciência, abala a nossa cidade. Expõe, mas, mais do que nunca, traz uma gravidade da violência que insiste em atingir as nossas mulheres.

Como pastor, meu coração se entristece profundamente diante de tamanha maldade. Como deputado, a minha consciência se levanta com indignação e com senso de dever. É urgente, Sr. Presidente.

Nós precisamos enrijecer as leis, fortalecer os mecanismos de proteção e garantir que haja segurança real para as mulheres em todos os ambientes, quer seja de trabalho, onde ela estiver. Nós não podemos continuar permitindo que as nossas filhas, irmãs, esposas, que a mulher viva sob o clima e ameaça do medo. O Estado precisa agir com firmeza, com punições - e punições rigorosas - e medidas efetivas de prevenção.

Termino dizendo, Sr. Presidente: defender a vida das mulheres é defender a dignidade humana e afirmar com toda a clareza que nenhuma forma de violência será tolerada em nossa sociedade. Que Deus, através do Espírito Santo, conforte a família da Cibele Monteiro Alves, de 22 anos, que foi brutalmente assassinada em feminicídio por alguém que, permita-me dizer, se achava dono de uma mulher.

Alguém que talvez não teve o equilíbrio de entender o fim de um relacionamento. Que seja um exemplo. Que possamos pensar um pouquinho mais e agir com mais firmeza. Que Deus guarde as mulheres da nossa nação.

Muito obrigado, Sr. Presidente.

 

O SR. PRESIDENTE - EDUARDO SUPLICY - PT - Meus cumprimentos, deputado Oseias de Madureira. Quero aqui assinalar o meu integral apoio às palavras de V. Exa., às preocupações com respeito à violência que, infelizmente, atinge muitas mulheres no Brasil, especialmente essa moça de São Bernardo do Campo, que foi assassinada de uma forma tão violenta e incompreensível. Parabéns a V. Exa. pelo dever cumprido como representante do povo de São Bernardo, de São Paulo e do Brasil.

Pergunto a V. Exa. se...

 

O SR. OSEIAS DE MADUREIRA - PSD - Sr. Presidente, havendo acordo de lideranças, eu peço ao senhor o levantamento desta sessão.

 

O SR. PRESIDENTE - EDUARDO SUPLICY - PT - Permita V. Exa. que eu use ainda da palavra para fazer alguns cumprimentos.

 

O SR. OSEIAS DE MADUREIRA - PSD - Com carinho, eu volto à Presidência e terei o prazer de ouvi-lo aqui a tarde toda. O senhor é...

 

O SR. PRESIDENTE - EDUARDO SUPLICY - PT - Então agradeço se puder vir, e eu aqui completarei.

 

* * *

 

- Assume a Presidência o Sr. Oseias de Madureira.

 

* * *

 

O SR. PRESIDENTE - OSEIAS DE MADUREIRA - PSD - Na Lista Suplementar, com a palavra o nobre deputado Eduardo Suplicy, que tem o tempo regimental.

 

O SR. EDUARDO SUPLICY - PT - SEM REVISÃO DO ORADOR - Primeiramente, Sr. Presidente, gostaria de aqui cumprimentar o Hugo Calderano e a Bruna Takahashi, que se tornaram campeões nas duplas mistas do campeonato mundial de tênis em Singapura - Smash -, tênis de mesa. A dupla brasileira venceu os sul-coreanos Lim Jonghoon e Shin Yubin por três a zero e garantiram, portanto, esse título de campeões da Grand Smash.

Gostaria também aqui de transmitir uma nota técnica do Ibespe, “Segurança de Renda para Idosos”. Na semana passada, tive acesso à nota técnica “Segurança de Renda para Idosos Vulneráveis no Brasil”, produzida pelo Instituto Ibespe, que apresenta ponderações muito relevantes sobre o papel dos programas de transferência de renda na terceira idade.

Tendo em vista o envelhecimento populacional brasileiro e o fato de que, atualmente, mais de dois e meio milhões de beneficiários do “Benefício Prestação Continuada”, BPC, com mais de 60 anos estão cadastrados no Cadastro Único, apresentando algum grau de vulnerabilidade social. Considero que as recomendações do Ibespe merecem ser bem avaliadas por todos nós deputados da Assembleia Legislativa.

De acordo com a nota técnica, as evidências nacionais e internacionais indicam que políticas de garantia de renda mínima para idosos de baixa renda reduzem pobreza extrema, diminuem pressão sobre sistema de saúde, estimulam economias locais, ampliam segurança social e produzem efeitos multiplicadores no consumo.

Esses resultados tão positivos estão associados ao perfil socioeconômico dessa faixa etária e que é caracterizado pela priorização de estabilidade material, baixa tolerância ao risco de renda e por decisões orientadas por segurança econômica. A literatura internacional denomina esse comportamento de voto de proteção social associado à necessidade de previsibilidade de renda e acesso a serviços básicos.

Nesse sentido, o padrão observado sugere que transferências focalizadas para idosos apresentam um alto retorno social e econômico, especialmente em economias municipais de menor porte, com alta propensão marginal ao consumo em alimentação, farmácias, comércio de bairro e serviços assistenciais.

Estudos de economia regional apontam efeitos multiplicadores entre 1,3 versus 1,6x, sugerindo que parte relevante do gasto retorna ao próprio território na forma de atividade econômica e arrecadação indireta.

Um bom exemplo é o Suplemento Solidário no Chile, que foi criado como um complemento focalizado de pensão, adicionando um valor extra a aposentadorias de pessoas que não atingem o mínimo de rendimento. Por lá, os resultados têm sido proveitosos e incluem a melhora de indicadores de saúde, menor pressão por internações hospitalares e a redução de custos assistenciais.

Caro presidente, essa nota técnica que menciono é mais uma entre tantas comprovações das inúmeras vantagens de se ter uma renda garantida incondicionalmente não só para os idosos, mas para todos os brasileiros. Devemos seguir neste caminho, ampliando cada vez mais nosso sistema de proteção social até a implementação completa da Lei nº 10.835, de 2004, garantindo a todas e todos a Renda Básica de Cidadania.

Em São Paulo, podemos dar o primeiro passo por meio da aprovação do PL 991/25, de minha autoria e dos deputados Guilherme Cortez e Marina Helou. Convido-os novamente para a leitura da proposição, assim como a nota técnica do Ibespe, para que possamos discuti-las com seriedade e em prol da liberdade e da dignidade real do povo paulista.

Presidente Oseias, que eu faça um breve comentário e um cumprimento ao nosso querido ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que em diálogo ontem com o presidente Lula, em princípio aceitou de ser candidato a governador nas próximas eleições de outubro de 2026.

Eu quero dizer que, inclusive tendo em vista a opinião de tantas pessoas, companheiros e companheiras do Partido dos Trabalhadores que estão me estimulando a ser novamente candidato a deputado estadual, eu quero dizer que estou aceitando essa missão, mas agora ainda mais entusiasmado, porque será uma maneira de estar colaborando não apenas com a eleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a reeleição em 2026, bem como com a eleição do candidato a governador, se for, Fernando Haddad, que estimo e admiro tanto. Quero muito colaborar com ele, assim como todos os demais candidatos da coligação que o PT abraçar.

Muito obrigado, Sr. Presidente.

 

O SR. EDUARDO SUPLICY - PT - Havendo acordo das lideranças, Sr. Presidente, peço o levantamento da sessão.

 

O SR. PRESIDENTE - OSEIAS DE MADUREIRA - PSD - Havendo acordo de lideranças, esta Presidência, antes de dar por levantados os trabalhos, convoca V. Exas. para a sessão ordinária de segunda-feira, à hora regimental, sem Ordem do Dia.

Está levantada a sessão.

 

* * *

 

- Levanta-se a sessão às 14 horas e 36 minutos.

 

* * *