Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo Ficha informativa

LEI Nº 8.092, DE 28 DE FEVEREIRO DE 1964

Dispõe sobre o Quadro Territorial, Administrativo e Judiciário do Estado

 

CYRO ALBUQUERQUE, PRESIDENTE DA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE SÃO PAULO, tendo em vista a rejeição, em parte, do veto parcial aposto pelo Governador do Estado ao Projeto de Lei nº 3.423, de 1963, de que resultou a Lei nº 8.050, de 31 de dezembro de 1963, promulga com fundamento no artigo 2º, do Regulamento Interno, a seguinte lei:
Artigo 1º - O Quadro Territorial, Administrativo e Judiciário do Estado, para o qüinqüênio 1.964 - 1.968, é o estabelecido nesta lei.
Artigo 2º - Os atos que disserem respeito a interpretação das linhas divisórias intermunicipais e interdistritais, que se tornarem necessárias à sua perfeita caracterização, atendendo às conveniências de ordem geográfica ou cartográfica, poderão ser executados a qualquer tempo.
Artigo 3º - O Quadro Territorial, Administrativo e Judiciário do Estado compreende 242 comarcas, 573 municípios e 871 distritos conforme os anexos nº 1 e 2, que ficam fazendo parte integrante desta lei.
§ 1º - No anexo nº 1 é feita a relação sistemática e ordenada de todas as circunscrições administrativas e judiciárias da divisão territorial, com indicação de categoria das respectivas sedes, que tem a mesma denominação da própria circunscrição. 
§ 2º - O anexo nº 2 descreve sistemàticamente as divisas intermunicipais e as divisas interdistritais e, bem assim, consigna o ano de criação de cada município.
§ 3º - Além dos anexos referidos, fica também fazendo parte integrante desta Lei o anexo nº 3, que contém a descrição sistemática das divisas intersubdistritais.
Artigo 4º - Os subdistritos não poderão ter sede distinta da sede distrital e suas divisas serão fixadas por linhas que por êles distribuam todo o território do distrito formando uma área contínua.
Parágrafo único - Os subdistritos de um distrito serão numerados seguidamente e designados pela respectiva numeração ordinal.
Artigo 5º - Os novos municípios serão administrados, até a sua instalação pelos prefeitos dos municípios de que foram desmembrados.
Artigo 6º - A legislação dos municípios de que se desmembraram vigorará nos novos municípios, até que êstes tenham legislação própria.
Parágrafo único - Compreende-se no disposto neste artigo a lei orçamentária na parte correspondente ao distrito ou distritos de que se tenham constituído novo município.
Artigo 7º - Instalado o município, deverá o Prefeito no prazo de 30 (trinta) dias, remeter à Câmara o projeto lei, dispondo sôbre a organização do quadro dos funcionários municipais.
Artigo 8º - Até que seja votado o seu regimento interno, a Câmara do novo município aplicará, no que fôr cabível, o da Câmara do município de que foi desmembrado.
Artigo 9º - Enquanto não fôr instalado o novo município, a contabilização de sua receita e despesa será feita em separado pelos órgãos competentes da Prefeitura do município de origem.
§ 1º - Dentro de 30 (trinta) dias após a instalação, a Prefeitura a que se refere este artigo deverá enviar, à do novo município, os livros de escrituração e a competente prestação de contas devidamente documentada.
§ 2º - Por êsse serviço poderá a Prefeitura do município de origem exigir do novo município importância equivalente a 10% do total da receita arrecadada.
Artigo 10 - O novo município responderá por uma quota-parte das dívidas contraídas pelo município de que se desmembrou, correspondente a metade da renda arrecadada no respectivo território e bem assim pelos encargos de manutenção do Quadro de funcionários do município, quer aproveitando parte dos funcionários, mediante acôrdo, quer responsabilizando-se por uma quota-parte proporcional dos vencimentos dos não aproveitados e declarados, consequentemente, em disponibilidade remunerada.
§ 1º - Para efeito do disposto na primeira parte deste artigo não se computarão as dívidas contraídas para execução de obras e prestação de serviços que não tenham beneficiado o território desmembrado.
§ 2º - As quotas de responsabilidade serão apuradas por peritos indicados pelos Prefeitos dos municípios interessados, uma para cada um, dentro de seis meses contados da data de instalação do novo município; não havendo acôrdo, serão determinadas por via judicial.
§ 3º - Fixada a responsabilidade, consignará o novo município, em seus orçamentos, verbas próprias para ocorrer às respectivas despesas dentro do primeiro quinquênio, em prestações anuais e iguais.
Artigo 11 - Os próprios municipais situados em territórios desmembrados passarão, independentemente de indenização, à propriedade do novo município.
Parágrafo único - Quando os próprios municípios constituirem parte integrante e inseparável de serviços industriais utilizados pelo restante do município de origem, proceder-se-á de acôrdo com o disposto no artigo 74 da Constituição Estadual.
Artigo 12 - O número de vereadores dos municípios de: Américo Brasiliense, Aparecida d'Oeste, Aramina, Arandu, Barão de Antonina, Barra do Turvo, Biritiba Mirim, Borá, Brás Cubas, Campo Limpo, Capela do Alto, Carapicuiba, Coronel Macedo, Cruzália, Dobrada, Dumont, Embu-Guaçu, Estrêla do Norte, Francisco Morato, Guzolândia, Iperó, Ipeuna, Itapira, Itupeva, Jandira, Jeríquara, (mantido o veto), Juquitiba, (mantido o veto), Lindóia Louveira, Macedônia, Marinópolis, Mira Estrêla, Mombuca, Monções, Morungaba, Narandiba, Nova Independência, Nova Luzitania, Onda Verde, Orindiuva, Palmares Paulista, Paranapuã, Paulinia, Pedra Bela, Pedranópolis, Pinhalzinho, Pontes Gesal, Praia Grande, Queiroz, Rafard, Restinga, Ribeirão Corrente, Ribeirão do Sul, Rio Grande da Serra, Roseira, Rubinéia, Santa Clara d'Oeste, Santa Ernestina, Santa Rita d'Oeste, Santana da Ponte Pensa, São Francisco, São João de Duas Pontes, Sebastianópolis do Sul, Tarabaí, Tejupá, Teodoro Sampaio, Turmalina, Vargem, Várzea Paulista, União Paulista e Votorantim, criados por esta lei, é fixado em 9 (nove). 

Artigo 13 - Cabe ao Instituto Geográfico e Geológico da Secretaria da Agricultura:
a) organizar os mapas dos novos municípios, bem como os daqueles que sofreram alteração em seus territórios;
b) proceder a demarcação das divisas fixadas nesta lei, sempre que necessário.
§ 1º - Na organização dos mapas, serão interpretadas as divisas descritas no anexo nº 2.
§ 2º - Os nomes dos acidentes geográficos fixados por esta lei, uma vez registrados nas cartas topográficas do Estado serão definitivos, não podendo ser mudados senão por nova lei.
Artigo 14 - As comarcas criadas pela presente lei pertencem aos mesmos distritos judiciais das comarcas de que foram desmembradas e são classificadas da seguinte forma:
a) em 4ª entrância a de Osasco;
b) em 2ª entrância as de Guarujá, Mauá, Moji Guaçu e Ribeirão Pires; e
c) em 1ª entrância as de Aguaí, Auriflama, Barra Bonita, Buritama, (mantido o veto), Cândido Mota, Cardoso, Cotia, Diadema, (mantido o veto), Estrela d'Oeste, Fartura, Iepê, Indaiatuba, Itariri, Jacupiranga, Juquiá, Laranjal Paulista, Macaubal, Mairiporã, Maracaí, Miracatu, Mirante do Paranapanema, Monte Mor, Morro Agudo, Nova Aliança, Nuporanga, (mantido o veto), Palestina, Palmeira d'Oeste, Panorama, Pedreira, Piquete, Pirapòzinho, Poá, Pontal, Salto, Salto Grande, (mantido o veto), (mantido o veto), Sumaré, (mantido o veto), Taquarituba, Uchôa, Valinhos, Vera Cruz, Vinhedo e Viradouro.
Artigo 15 - A instalação das comarcas a que se refere o artigo anterior sòmente se dará depois de se provar estarem preenchidas tôdas as condições legais e disporem as mesmas comarcas dos meios materiais imprescindíveis para o seu efetivo fundonamento.
Parágrafo único - Compreende-se entre os meios materiais a que se refere êsse artigo a construção ou aquisição, na sede da comarca, de edifícios adequados para o fórum e cadeia pública.
Artigo 16 - Nas comarcas criadas por esta lei, e, até nova alteração, o Tribunal do Júri reunir-se-á nas mesmas épocas vigentes para as comarcas de que forem desmembradas.
Artigo 17 - Fica o Poder Executivo autorizado a conceder a importância de Cr$ 160.000.000,00 (cento e sessenta milhões de cruzeiros), em partes iguais, a título de auxílio, aos municípios criados nesta lei, para efeito de sua instalação.
§ 1º - Para ocorrer às despesas com a execução do disposto neste artigo é o Poder Executivo autorizado a abrir, na Secretaria da Fazenda, crédito especial na importância de Cr$160.000.000,00 (cento e sessenta milhões de cruzeiros).
§ 2º - O valor do presente crédito será coberto com o produto de operações de crédito que a mesma Secretaria fica autorizada a realizar, nos termos da legislação vigente.
Artigo 18 - Esta lei entrará em vigor a 1º de janeiro de 1964.
Artigo 19 - Revogam-se as disposições em contrário.
Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo, aos 28 de fevereiro de 1964.
CYRO ALBUQUERQUE, Presidente
Publicada na Secretaria da Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo, aos 28 de fevereiro de 1964.
Francisco Carlos, Diretor Geral

 

ANEXO I
QUADRO GERAL DA DIVISÃO TERRITORIAL DO ESTADO DE SÃO PAULO EM COMARCAS, MUNICÍPIOS E DISTRITOS

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

NOTA

AS LOCALIDADES QUE APARECEM COM OUTRO NOME EM PARENTESIS TÊM A DENOMINAÇÃO MUDADA

1 - A comarca de Aguaí é criada compreendendo o município de igual nome.

2 - O município de Santo Antônio da Alegria é transferido da comarca de Cajuru para a de Altinópolis.

3 - O distrito de Mostardas é criado com sede no povoado de igual nome e com território desmembrado do distrito da sede do município de Monte Alegre do Sul.
4 - O município de Nova Independência é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
5 - O município de Roseira é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
6 - O município de Barra do Turvo é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
7 - A sede do distrito de Major Prado é transferida para o povoado de Patrimônio da Mata e o distrito passa a denominar-se Santo Antônio do Aracanguá.
8 - O 1º Subdistrito (Araraquara) é criado com território desmembrado do distrito da sede do município de Araraquara.
9 - O 2º Subdistrito (Vila Xavier) é criado com território desmembrado do distrito da sede do município de Araraquara.

10 - O município de Américo Brasiliense é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
11 - A comarca de Auriflama é criada compreendendo o município de igual nome e o de Guzolândia.
12 - O município de Guzolândia é criado com sede na vila de igual nome, com o território do respectivo distrito e território desmembrado do distrito de Santo Antônio do Aracanguá (ex-Major Prado).
13 - O município de Arandu é criado com sede na vila de igual nome, com o território do respectivo distrito e territórios desmembrados dos distritos das sedes dos municípios de Avaré e Cerqueira César.
14 - A comarca de Barra Bonita é criada compreendendo o município de igual nome e o de Igaraçu do Tietê.
15 - O município de Igaraçu do Tietê é transferido da comarca de Jaú para a de Barra Bonita.
16 - O distrito de Jardim Belval é criado com sede no povoado de igual nome e com território desmembrado do distrito da sede do município de Barueri.
17 - O distrito de Jardim Silveira é criado com sede no povoado de igual nome e com território desmembrado do distrito da sede do município de Barueri.
18 - O município de Cajamar é transferido da comarca de São Paulo para a de Barueri.
19 - O distrito de Jordanésia é criado com sede no povoado de Santa Cruz dos Tabuões e com território desmembrado do distrito da sede do município de Cajamar.
20 - O município de Carapicuíba é criado com sede na vila do mesmo nome, com o território do respectivo distrito e territórios desmembrados dos distritos das sedes dos municípios de Cotia e Osasco.
21 - O município de Pirapora do Bom Jesus é transferido da comarca de São Paulo para a de Barueri.
22 - O município de Santana de Parnaíba é transferido da comarca de São Paulo para a de Barueri.
23 - O 3º Subdistrito (Vila Bela Vista) é criado com território desmembrado do 1º Subdistrito (Bauru) do distrito da sede do município de Bauru e do distrito de Tibiriçá.
24 - O município de Pedra Bela é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
25 - O município de Pinhalzinho é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
26 - O município de Vargem é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.

27 - O distrito de São Sebastião da Serra é criado com sede no povoado de igual nome e com território desmembrado do distrito da sede do município de Brotas.
28 - A comarca de Buritama é criada compreendendo o município de igual nome e os de Planalto e Turiúba.
29 - O município de Planalto é transferido da comarca de Monte Aprazível para a de Buritama.
30 - O município de Turiúba é transferido da comarca de Monte Aprazível para a de Buritama.
31 - O distrito de Nova Aparecida é criado com sede no povoado de Aparecida e com território desmembrado do 2º Subdistrito (Santa Cruz) do distrito da sede do município de Campinas.
32 - O município de Paulínea é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
33 - A comarca de Cândido Mota é criada compreendendo o município de igual nome.
34 - O distrito de Ribeirão Grande é criado com sede no povoado igual nome e com território desmembrado do distrito da sede do município Capão Bonito.
35 - O município de Mombuca é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
36 - O município de Rafard é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
37 - O distrito de Pôrto Novo é criado com sede no povoado de igual nome e com território desmembrado do distrito da sede do município de Caraguatatuba.
38 - A comarca de Cardoso é criada compreendendo o município de igual nome e o de Mira Estrêla.
39 - O distrito de São João do Marinheiro é criado com sede no povoado de igual nome e com território desmembrado do distrito de Mira Estrêla.
40 - O município de Mira Estrêla é criado com sede na vila de igual nome e com território desmembrado do respectivo distrito.
41 - O município de Santa Bárbara do Rio Pardo é transferido da comarca de Avaré para a de Cerqueira César.
42 - A comarca de Cotia é criada compreendendo o município de igual nome e os de Itapevi e Jandira.
43 - O distrito de Raposo Tavares é criado com sede no povoado de Vargem Grande e com território desmembrado do distrito da sede do município de Cotia e do distrito de Caucáia do Alto.
44 - O município de Itapevi é transferido da comarca de São Paulo para a de Cotia.
45 - O município de Jandira é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
46 - A comarca de Diadema é criada compreendendo o município de igual nome.
47 - A comarca de Estrêla d’Oeste é criada compreendendo o município de igual nome e os de Dolcinópolis, Populina, São João das Duas Pontes e Turmalina.
48 - O município de Dolcinópolis é transferido da comarca de Jales para a de Estrêla d'Oeste.
49 - O município de Populina é transferido da comarca de Fernandópolis para a de Estrêla d'Oeste.
50 - O município de São João das Duas Pontes é criado com sede na vila de igual nome, com o território do respectivo distrito e território desmembrado do distrito da sede do município de Estrela d'Oeste.
51 - O município de Turmalina é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.

52 - O distrito de Fátima Paulista é criado com sede no povoado de Vila Custódio e com território desmembrado do distrito de Turmalina.

53 - A comarca de Fartura é criada compreendendo o município de igual nome e o de Taguaí.
54 - O município de Taguaí é transferido da comarca de Piraju para a de Fartura.
55 - O 1º Subdistrito (Fernandópolis) é criado com território desmembrado do distrito da sede do município de Fernandópolis.
56 - O 2º Subdistrito (Brasilândia) é criado com território desmembrado do distrito da sede do município de Fernandópolis.
57 - O município de Macedônia é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
58 - O município de Pedranópolis é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
59 - O distrito de Santa Isabel do Marinheiro é criado com sede no povoado de Santa Isabel e com território desmembrado do distrito de Pedranópolis.
60 - O município de Jeriquara é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
61 - O município de Restinga é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
62 - O município de Ribeirão Corrente é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
63 - O município de Francisco Morato é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
64 - A sede do distrito de Japiúba foi transferida para o povoado de Vila Castilho pela Lei nº 6.142 de 27 de junho de 1961, é agora o seu território passa a ser constituído com território desmembrado do distrito da sede do município de General Salgado.
65 - A comarca de Guarujá é criada compreendendo o município de igual nome.
66 - O município de Iacanga é transferido da comarca de Pederneiras para a de Ibitinga.
67- A comarca de Iepê é criada compreendendo o município de igual nome.
68 - O município de Aramina é criado com sede na vila de igual nome e com território desmembrado do respectivo distrito.
69 - A comarca de Indaiatuba é criada compreendendo o município de igual nome.
70 - O município de Embu Guaçu é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
71 - O município de Juquitiba é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
72 - O distrito de Tapinas é criado com sede no povoado de igual nome e com território desmembrado do distrito da sede do município de Itápolis.
73 - O município de Borborema é transferido da comarca de Ibitinga para a de Itápolis.
74 - O município de Barão de Antonina é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
75 - A comarca de Itariri é criada compreendendo o município de igual nome e o de Peruíbe.
76 - O município de Peruíbe é transferido da comarca de Itanhaem para a de Itariri.
77 - O município de Morungaba é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
78 - O distrito de Bom Fim do Bom Jesus é criado com sede no povoado de Bom Fim e com território desmembrado do distrito da sede do município de Cabreúva.
79 - A comarca de Jacupiranga é criada compreendendo o município de igual nome e o de Pariquera Açu.
80 - O município de Pariquera Açu é transferido da comarca de Iguape para a de Jacupiranga.
81 - O município de Paranapuã é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
82 - O distrito de Mesópolis é criado com sede no povoado de igual nome e com território desmembrado do distrito de Paranapuã.
83 - O distrito de Aspásia é criado com sede na vila de igual nome e com território desmembrado do distrito da sede do município de Urânia e dos distritos de Santa Rita d'Oeste e Santana da Ponte Pensa.
84 - O distrito de Santa Salete é criado com sede no povoado de igual nome e com território desmembrado do distrito da sede do município de Urânia.
85 - O município de Campo Limpo é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
86 - O município de Itupeva é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
87 - O município de Várzea Paulista é criado com sede na vila de igual nome e com território desmembrado do respectivo distrito e do da sede do município de Jundiaí.
88 - A comarca de Juquiá é criada compreendendo o município de igual nome.
89 - A comarca de Laranjal Paulista é criada compreendendo o município de igual nome.
90 - O distrito de Canas é criado com sede no povoado de igual nome e com território desmembrado do distrito da sede do município de Lorena.
91 - A comarca de Macaubal é criada compreendendo o município de igual nome e o de Monções.
92 - O município de Monções é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
93 - A comarca de Mairiporã é criada compreendendo o município de igual nome.
94 - A comarca de Maracaí é criada compreendendo o município de igual nome e o de Cruzália.
95 - O município de Cruzália é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
96 - O município de Dobrada é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito. 
97 - A comarca de Mauá é criada compreendendo o município de igual nome.
98 - A comarca de Miracatu é criada compreendendo o município de igual nome e o de Pedro de Toledo.
99 - O município de Pedro de Toledo é transferido da comarca de Itanhaem para a de Miracatu.
100 - A comarca de Mirante do Paranapanema é criada compreendendo o município de igual nome.
101 - O município de Biritiba Mirim é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
102 - O município de Brás Cubas é criado com sede na vila de igual nome e com território desmembrado do respectivo distrito e do distrito de Taiaçupeba e o território do distrito de Jundiapeba.
103 - O distrito de Jundiapeba é transferido do município de Moji das Cruzes para o de Brás Cubas.
104 - A comarca de Moji Guaçu é criada compreendendo o município de igual nome.
105 - O município de Sebastianópolis do Sul é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
106 - O município de União Paulista é criado com sede na vila de União e com o território do respectivo distrito.
107 - O município de Paraíso é transferido da comarca de Monte Alto para a de Monte Azul Paulista.
108 - A comarca de Monte Mor é criada compreendendo o município de igual nome.
109 - A comarca de Morro Agudo é criada compreendendo o município de igual nome.
110 - O distrito de Ida Iolanda é criado com sede no povoado de igual nome e com território desmembrado do distrito da sede do município de Nhandeara.
111 - O município de Nova Luzitânia é criado com sede na vila de igual nome, com o território do respectivo distrito e território desmembrado do distrito de Santo Antônio do Aracanguá (ex-Major Prado).
112 - A comarca de Nova Aliança é criada compreendendo o município de igual nome e os de Adolfo e Mendonça.
113 - O município de Adolfo é transferido da comarca de São José do Rio Preto para a de Nova Aliança.
114 - O município de Mendonça é transferido da comarca de São José do Rio Preto para a de Nova Aliança.
115 - O município de Onda Verde é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
116 - A comarca de Nuporanga é coada compreendendo o município de igual nome e o de Sales Oliveira.
117 - O município de Sales Oliveira é transferido da comarca de Orlândia para a de Nuporanga.
118 - A comarca de Osasco é criada compreendendo o município de igual nome.
119 - A comarca de Palestina é criada compreendendo o município de igual nome.
120 - A comarca de Palmeira d'Oeste é criada compreendendo o município de igual nome e os de Aparecida d'Oeste, Marinópolis e São Francisco.
121 - O distrito de Dalas é criado com sede no povoado de igual nome e com território desmembrado do distrito da sede do município de Palmeira d'Oeste.
122 - O município de Aparecida d'Oeste é criado com sede na vila de igual nome, com o território do respectivo distrito e território desmembrado do distrito da sede do município de Pereira Barreto.
123 - O município de Marinópolis é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
124 - O município de São Francisco é criado com sede na vila de igual nome, com o território do respectivo distrito e território desmembrado do distrito da sede do município de Palmeira d'Oeste.
125 - O distrito de Dirce Reis é criado com sede no povoado de igual nome e com território desmembrado do distrito de São Francisco.
126 - A comarca de Panorama é criada compreendendo o município de igual nome e os de Paulicéia e Santa Mercedes.
127 - O município de Paulicéia é transferido da comarca de Dracena para a de Panorama.
128 - O município de Santa Mercedes é transferido da comarca de Dracena para a de Panorama.
129 - O município de Borá é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
130 - O município de Orindiúva é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito e território desmembrado do distrito da sede do município de Icem.
131 - A comarca de Pedreira é criada compreendendo o município de igual nome.
132 - O distrito de Susanápolis é criado com sede no povoado de Santo Antônio d'Oeste e com território desmembrado do distrito da sede do município de Pereira Barreto.
133 - O município de Itapura é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
134 - A comarca de Piquete é criada compreendendo o município de igual nome.
135 - O distrito de Guamium é criado com sede no povoado de Tanquinho e com território desmembrado do 3º Subdistrito (Vila Rezende) do distrito da sede do município de Piracicaba.
136 - O distrito de Santa Teresinha de Piracicaba é criado com sede do povoado de Santa Teresinha e com território desmembrado do 3º Subdistrito (Vila Rezende) do distrito da sede do município de Piracicaba.
137 - O município de Tejupá é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
138 - A comarca de Pirapòzinho é criada compreendendo o município de igual nome e os de Estrêla do Norte, Narandiba e Tarabai.
139 - O município de Estrêla do Norte é criado com sede na vila de igual nome e com território desmembrado do respectivo distrito.
140 - O município de Narandiba é criado com sede na vila de igual nome e com território desmembrado do respectivo distrito.
141 - O município de Tarabai é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
142 - A comarca de Poá é criada compreendendo o município de igual nome e o de Ferraz de Vasconcelos.
143 - O município de Ferraz de Vasconcelos e transferido da comarca de Susano para a de Poá.
144 - O município de Queiroz é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
145 - A comarca de Pontal é criada compreendendo o município de igual nome.
146 - O município de Iperó é criado com sede na vila de igual nome, com território desmembrado do respectivo distrito e o território do distrito de Bacaetava.
147 - O distrito de Bacaetava é transferido do município de Araçoiaba da Serra para o de Iperó.
148 - O município de Teodoro Sampaio é criado com sede na vila de igual nome, com o território do respectivo distrito e território desmembrado dos distritos das sedes dos municípios de Marabá Paulista e Presidente Epitácio.
149 - O distrito de Rosana é criado com sede no povoado de igual nome e com território desmembrado do distrito da sede do município de Presidente Epitácio.
150 - A comarca de Ribeirão Pires é criada compreendendo o município de igual nome e o de Rio Grande da Serra (ex-Icatuaçu).
151 - O município de Rio Grande da Serra é criado com sede na vila de Icatuaçu, com o território do respectivo distrito e território desmembrado do distrito de Paranapiacaba.
152 - O 3º Subdistrito (Campos Elíseos) é criado com território desmembrado do 1º Subdistrito (Ribeirão Prêto) do distrito da sede do município de Ribeirão Prêto.
153 - O município de Dumont é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
154 - O município de Ipeúna é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
155 - A comarca de Salto é criada compreendendo o município de igual nome.156 — A comarca de Salto Grande é criada compreendendo o município de igual nome e o de Ribeirão do Sul (ex-Ribeirão dos Pintos).
157 - O município de Ribeirão do Sul é criado com sede na vila de Ribeirão dos Pintos e com o território do respectivo distrito.
158 - O município de Palmares Paulista é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
159 - O município de Rubinéia é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
160 - O distrito de Esmeralda é criado com sede no povoado de igual nome e com território desmembrado do distrito de Rubinéia.
161 - O município de Santa Clara d'Oeste é criado com sede na vila de igual nome e com território desmembrado do respectivo distrito.
162 - O município de Santa Rita d'Oeste é criado com sede na vila de igual nome e com território desmembrado do respectivo distrito e do distrito de Santa Clara d'Oeste.
163 - O distrito de Aparecida do Bonito é criado com sede no povoado de igual nome e com território desmembrado dos distritos de Santa Clara d'Oeste e Santa Rita d'Oeste.
164 - O município de Santana da Ponte Pensa é criado com sede na vila de igual nome e com território desmembrado do respectivo distrito.
165 - O distrito de Nova Canaã é criado com território desmembrado dos distritos das sedes dos municípios de Três Fronteiras e Santa Fé do Sul.
166 - O 3º Subdistrito (Vila Maceno) é criado com território desmembrado do 1º Subdistrito (São José do Rio Preto) do distrito da sede do município de São José do Rio Prêto.
167 - O 40º Subdistrito (Brasilândia) é criado com território desmembrado do 4º Subdistrito (Nossa Senhora do Ó) do distrito de São Paulo.
168 - O 41º Subdistrito (Cangaíba) é criado com território desmembrado do 3º subdistrito (Penha de França) do distrito de São Paulo.
169 - O 42º Subdistrito (Jabaquara) é criado com território desmembrado do 21º Subdistrito (Saúde), do 24º (Indianópolis) e do 30º (Ibirapuera) do distrito de São Paulo.
170 - O 43º Subdistrito (Jaguara) é criado com território desmembrado do 31º Subdistrito (Pirituba) do distrito de São Paulo.
171 - O 44º Subdistrito (Limão) é criado com território desmembrado do 4º Subdistrito (Nossa Senhora do Ó) e do 23º (Casa Verde) do distrito de São Paulo.
172 - O 45º Subdistrito (Pinheiros) é criado com território desmembrado do 13º (Butantã), do 14º (Lapa), do 20º (Jardim América) e do 39º (Vila Madalena) do distrito de São Paulo.
173 - O 46º Subdistrito (Vila Formosa) é criado com território desmembrado do 27º Subdistrito (Tatuapé) do distrito de São Paulo.
174 - O 47º Subdistrito (Vila Guilherme) é criado com território desmembrado do 8º Subdistrito (Santana), do 25º (Pari) e do 36º (Vila Maria) ao distrito de São Paulo.
175 - O 48º Subdistrito (Vila Nova Cachoeirinha) é criado com território desmembrado do 4º Subdistrito (Nossa Senhora do Ó), do 8º (Santana) e do 23º (Casa Verde) do distrito de São Paulo.
176 - O distrito de São Francisco da Praia é criado com sede no povoado de São Francisco e com território desmembrado do distrito da sede do município de São Sebastião.
177 - O município de Praia Grande é criado com sede na vila de Boqueirão da Praia Grande, com território do 2º Subdistrito (Boqueirão) do distrito da sede do município de São Vicente e território desmembrado do distrito de Solemar.
178 - O distrito de Solemar é transferido do município de São Vicente para o de Praia Grande.
179 - O município de Lindóia é criado com sede na vila de igual nome e com território desmembrado do respectivo distrito e do distrito da sede do município de Águas de Lindóia.
180 - O município de Capela do Alto é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
181 - O município de Votorantim é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
182 - A comarca de Sumaré é criada compreendendo o município de igual nome.
183 - O município de Itaquaquecetuba foi transferido da comarca de Moji das Cruzes para a de Susano pela lei nº 6.142 de 27 de junho de 1961.
184 - O município de Pontes Gestal é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
185 - O município de Santa Ernestina é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito.
186 - A comarca de Taquarituba é criada compreendendo o município de igual nome e o de Coronel Macedo.
187 - O município de Coronel Macedo é criado com sede na vila de igual nome, com o território do respectivo distrito e territórios desmembrados dos distritos da sede dos municípios de Itaporanga e Taquarituba.
188 - O distrito de Terra Nova d'Oeste é transferido do município de Santa Mercedes para o de Nova Guataporanga.
189 - A comarca de Uchôa é criada compreendendo o município de igual nome.
190 - A comarca de Valinhos é criada compreendendo o município de igual nome.
191 - A comarca de Vera Cruz é criada compreendendo o município de igual nome.
192 - A comarca de Vinhedo é criada compreendendo o município de igual nome e o de Louveira.
193 - O município de Louveira é criado com sede na vila de igual nome e com o território do respectivo distrito e o território desmembrado do distrito da sede do município de Jundiaí.
194 - A comarca de Viradouro é criada compreendendo o município de igual nome e o de Terra Roxa.
195 - O município de Terra Roxa é transferido da comarca de Pitangueiras para a de Viradouro.

 

ANEXO II

MUNICÍPIO DE ADAMANTINA
(Criado em 1948)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Flórida Paulista
Começa no ribeirão Emboscada, na foz do córrego Bauru; sobe pelo ribeirão Emboscada até a cabeceira setentrional da água Miguel Lopes; daí, vai em reta à junção dos galhos sudoriental e oriental do ribeirão Jacutinga; sobe pelo galho oriental até sua cabeceira no divisor Jacutinga-Tucuruvi; alcança na contravertente a cabeceira da água do Kentaro, pela qual desce até o ribeirão Tucuruvi; desce por êste até sua foz no rio Feio ou Aguapeí.

2 - Com o Município de Valparaíso
Começa no rio Feio ou Aguapeí, na foz do ribeirão Tucuruvi; sobe por aquêle até a foz do ribeirão Sapé.
3 - Com o Município de Bento de Abreu
Começa no rio Feio ou Aguapeí, na foz do ribeirão Sapé; sobe por aquele até a foz do ribeirão Lajeado.
4 - Com o Município de Lucélia
Começa no rio Feio ou Aguapeí, na foz do ribeirão Lajeado, pelo qual sobe até a foz do córrego Boa Esperança; sobe por êste até a foz do córrego Lambari; daí, segue pelo contraforte entre as águas do córrego Boa Esperança, à esquerda, e as do córrego Lambari, à direita, até cruzar com o espigão-mestre Feio ou Aguapeí - Peixe; segue por este espigão-mestre até entroncar com o divisor entre as águas do ribeirão dos Ranchos, à direita, e as do ribeirão da Fazenda, à esquerda; prossegue por êste divisor até a cabeceira mais oriental do córrego Timbó.
5 - Com o Município de Mariápolis
Começa no divisor entre os ribeirões da Fazenda e dos Ranchos, na cabeceira mais oriental do córrego Timbó, pelo qual desce até a foz do córrego São José; sobe por êste até sua cabeceira; segue pelo contraforte Timbó-Ranchos até a cabeceira do córrego Paca, pelo qual desce até sua foz no ribeirão dos Ranchos; daí, segue pelo contraforte fronteiro até o divisor Ranchos-Emboscada; daí, prossegue por êsse divisor até a cabeceira do galho sudoriental do córrego Bauru, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Emboscada, onde tiveram início estas divisas.

 

MUNICÍPIO DE ADOLFO
(Criado em 1958)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de José Bonifácio
Começa no rio Tietê, na foz do ribeirão Fartura, pelo qual sobe até a foz do córrego Bonito.
2 - Com o Município de Mendonça
Começa no ribeirão Fartura, na foz do córrego Bonito, pelo qual sobe até sua cabeceira sudoriental; daí, vai, em reta, à foz do córrego de José Rodrigues no córrego Ipê; sobe pelo córrego de José Rodrigues até sua cabeceira nororiental no divisor Sobrado-Bagres; prossegue por êste divisor até a cabeceira do córrego do Moinho, pelo qual desce até sua foz no ribeirão dos Bagres; deste ponto continua pelo contraforte fronteiro até o divisor Bagres-Cubatão ou Barra Mansa; segue por êste divisor até a cabeceira do córrego de Ladislau Lovico da Silva, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Cubatão ou Barra Mansa.
3 - Com o Município de Sales

Começa na foz do córrego de Ladislau Lovico da Silva, no ribeirão Cubatão ou Barra Mansa, pelo qual desce até sua foz no rio Tietê.

4 - Com o Município de Sabino
Começa no rio Tietê, na foz do ribeirão Cubatão ou Barra Mansa; desce pelo rio Tietê até a foz do rio Dourado.
5 - Com o Município de Promissão
Começa na foz do rio Dourado, no rio Tietê, pelo qual desce até a foz do ribeirão Fartura, onde tiveram início estas divisas.

 

MUNICÍPIO DE AGUAÍ
(Criado em 1944)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Santa Cruz das Palmeiras
Começa no rio Jaguari-Mirim, na foz do córrego do Cascalho; sobe pelo rio Jaguari-Mirim, até a foz do córrego Brejo Limpo.
2 - Com o Município de Casa Branca
Começa no rio Jaguari-Mirim, na foz do córrego Brejo Limpo; sobe pelo rio Jaguari-Mirim até a foz do córrego do Guirra.
3 - Com o Município de Vargem Grande do Sul
Começa no rio Jaguari-Mirim, na foz do córrego do Guirra; sobe pelo rio Jaguari-Mirim até a foz do córrego Embiruçu.
4 - Com o Município de São João da Boa Vista
Começa no rio Jaguari-Mirim, na foz do córrego Embiruçu: sobe por êste até a foz do córrego Barreira; sobe, ainda, por êste até a foz do córrego Municipal; continua pelo contraforte fronteiro entre os dois cursos de água, até o divisor entre as águas dos córregos Embiruçu e do Campo Triste; segue por êste divisor até a cabeceira do córrego de João Pereira; desce por êste córrego até sua foz no córrego do Campo Triste; vai, daí, em reta, à foz do córrego de Aquilino Vaz, no córrego da Cachoeira; desce por êste até sua foz no córrego Itupeva.

5 - Com o Município de Pinhal
Começa no córrego Itupeva, na foz do córrego cía Cachoeira; daí, prossegue pelo contraforte da margem esquerda do córrego Itupeva, até o espigão-mestre entre as águas do rio Itupeva, de um lado, e as do ribeirão Orissanga, do outro lado.
6 - Com o Município de Moji Guaçu
Começa no espigão-mestre entre as águas do rio Itupeva, de um lado, e as do ribeirão Orissanga, do outro lacto, no cruzamento com o contraforte da margem esquerda do córrego Itupeva; prossegue por este espigão-mestre até a cabeceira sudocidental do ribeirão Taquarantã, cerca de 600 metros ao Norte da estação de Mato Seco; desce pelo ribeirão Taquarantã, até a foz do córrego Lajeado; sobe por este até sua cabeceira, que contraverte com a lagoa do Bebedouro; vai daí, em reta, à lagoa, atravessa a lagoa e desce pelo córrego do Bebedouro até sua foz no rio Capetinga.

7 - Com o Município de Piraçununga
Começa no rio Capetinga, na foz do córrego Bebedouro; desce pelo rio Capetinga até sua foz no rio Itupeva; desce por este até o córrego Palmeiras; sobe por este e por seu galho da direita até sua cabeceira; vai, daí, em reta, à cabeceira mais meridional do córrego do Cascalho, e por este abaixo até o rio Jaguari-Mirim, onde tiveram início estas divisas.

 

MUNICÍPIO DE ÁGUAS DA PRATA
(Criado em 1935)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Vargem Grande do Sul
Começa na serra da Fartura, no ponto de cruzamento com o contraforte que deixa à esquerda, a cabeceira sudoriental do ribeirão de Manuel Andrade, que deságua no rio Fartura, junto à sede da fazenda do mesmo nome: segue por este contraforte, contornando as cabeceiras do citado ribeirão, em demanda da cachoeira existente no rio Fartura, sita cerca de dois quilômetros a sudeste da sede da fazenda de Afonso Osório.
2 - Com o Município de São Sebastião da Grama
Começa na cachoeira do rio Fartura, situada cerca de dois quilômetros a sudeste da sede da fazenda de Afonso Osório; segue pelo contraforte fronteiro até o divisor que deixa, à direita, as águas do rio Fartura, à esquerda, as do rio São Domingos, e por este divisor segue até cruzar com a serra de Poços de Caldas, cuja crista acompanha até o entroncamento com o contraforte que separa as águas do ribeirão do Quartel das do ribeirão das Antas.

3 - Com o Estado de Minas Gerais

Começa na serra de Poços de Caldas, no ponto em que ela cruza com o espigão que deixa, à esquerda, as águas dos rios Lambari e Antas, e, à direita, as do ribeirão do Quartel; prossegue pela divisa com o Estado de Minas Gerais, até o ponto onde o espigão que deixa, à direita, as águas dos ribeirões da Prata e Cachoeira, e à esquerda, as do ribeirão Cocais e córrego do Óleo, cruza com a serra da Cachoeira, divisora das águas do rio Jaguari-Mirim e ribeirão da Prata.
4 - Com o Município de São João da Boa Vista
Começa na serra da Cachoeira, no ponto de cruzamento com o espigão que deixa, à esquerda, as águas do ribeirão Cocais e córrego do Óleo, e, à direita, as dos ribeirões da Prata e Cachoeira; segue pela cumiada da serra até a cabeceira do córrego dos Anselmos ou Figueira, e por este desce até o ribeirão da Prata, e por este abaixo até a foz do córrego do Mirante ou São Bento; sobe por este até a serra do Mirante, e pela crista desta até a serra da Fartura, e por esta até o contraforte que deixa à esquerda, a cabeceira sudoriental do ribeirão de Manuel Andrade onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais

1 - Entre os Distritos de Águas da Prata e São Roque da Fartura
Começa no mirante da Lagoinha, ponto de cruzamento da serra da Fartura ou Mirante com a serra do Quartel; segue por esta serra, que é o divisor entre o rio da Fartura e o ribeirão do Quartel até a cabeceira mais meridional do rio da Fartura; daí, vai, em reta, de rumo Leste até o ribeirão do Quartel, pelo qual sobe até sua cabeceira junto ao obelisco, na divisa com o Estado de Minas Gerais.

 

MUNICÍPIO DE ÁGUAS DE LINDÓIA
(Criado em 1934)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Itapira
Começa no divisor entre as águas do ribeirão dos Coutos, à esquerda, e as do ribeirão Águas Quentes, à direita, no ponto de cruzamento com o contraforte da margem direita do córrego do Irineu Suman; segue pelo divisor Coutos - Águas Quentes até a serra dos Coutos.
2 - Com o Estado de Minas Gerais
Começa na serra dos Coutos, no ponto de cruzamento com o divisor Coutos - Águas Quentes; segue pela divisa com o Estado de Minas Gerais até o ponto onde o divisor Freitas-Batinga cruza com o divisor que deixa à direita as águas dos ribeirões dos Freitas e de Monte Sião, e a esquerda, as do ribeirão Jabuticabal.

3 - Com o Município de Socorro
Começa no ponto onde o divisor Freitas-Batinga cruza com o divisor que deixa à direita as águas dos ribeirões dos Freitas e de Monte Sião, e à esquerda as do ribeirão Jabuticabal; segue por este divisor até a cabeceira do afluente do ribeirão Jabuticabal, que acompanha a estrada Águas de Lindóia - Socorro; desce por esse afluente até sua foz no ribeirão Jabuticabal, pelo qual continua descendo até a foz do córrego de Sétimo Formágio; prossegue pelo contraforte da margem direita deste córrego até o divisor que separa as águas do ribeirão Jabuticabal das do córrego dos Barbosas; segue por este divisor, até cruzar com o contraforte que finda no córrego dos Barbosas na foz do córrego José Raimundo.
4 - Com o Município de Lindóia
Começa no divisor Barbosas-Jabuticabal, no ponto de cruzamento com o contraforte que finda no córrego dos Barbosas, na foz do córrego de José Raimundo; segue por este contraforte em demanda da referida foz; sobe pelo córrego de José Raimundo até sua cabeceira sudocidental, no divisor Barbosas-Barreiro; segue por este divisor até a cabeceira do galho nororiental do córrego de Adelino Raimundo de Souza, pelo qual desce até sua foz no córrego do Barreiro; desce por este córrego até a cascata; continua pelo contraforte fronteiro até o contraforte da margem direita do córrego do Engenho; prossegue, por este contraforte até cruzar com o divisor Barreiro-Sertãozinho; segue preste divisor até a cabeceira do córrego da Curva, pelo qual desce até sua foz no córrego Sertãozinho; segue pelo contraforte fronteiro, até cruzar com o divisor Sertãozinho-Barrocão; prossegue por este divisor até o divisor Barrocão - Águas Quentes; daí segue por este divisor em demanda da foz do córrego de Irineu Suman, no ribeirão Águas Quentes; prossegue pelo contraforte fronteiro da margem direita do córrego de Irineu Suman até cruzar com o divisor Águas Quentes - Coutos, onde tiveram início estas divisas.

 

MUNICÍPIO DE ÁGUAS DE SÃO PEDRO
(Criado em 1948)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de São Pedro
Começa no marco 0 (zero), à margem do rio Araquá, e distante cerca de 4.800 metros de sua foz no rio Piracicaba; daí segue na extensão de 1.290 metros e no rumo 69°30' NO (Noroeste) até o marco 1 (um); daí segue, à direita, na extensão de 762 metros e no rumo de 54°17’ NO (Noroeste), até o marco 2 (dois); daí segue, à esquerda, na extensão de 660 metros e no rumo de 68°12' SO (Sudoeste), até o marco 3 (três); daí segue, à direita, na extensão de 990 metros e no rumo de 0°30' NO (Noroeste), até o marco 4 (quatro); daí segue, à direita, numa extensão de 665 metros e no rumo de 8°0' NE (Noroeste), até o marco 5 (cinco); daí segue, à direita, numa extensão de 460 metros e no rumo de 70°50' NE (Nordeste) até o marco 6 (seis); daí segue, à direita, numa extensão de 1.329 metros e no rumo 55º0' SE (Sudeste), até o marco 7 (sete); daí segue, à direita, numa extensão de 1.314 metros e no rumo de 47°18' SE (Sudeste), até o marco 8 (oito), à margem direita do rio Araquá; daí desce pela margem direita do rio Araquá, numa extensão de 1.295 metros, até o marco 0 (zero), onde tiveram início estas divisas.

 

MUNICÍPIO DE AGUDOS
(Criado em 1898)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Cabrália Paulista
Começa no divisor Turvo-Alambari, na cabeceira meridional de água Boa Vista; segue pelo divisor até a cabeceira oriental da água do Poço.
2 - Com o Município de Piratininga
Começa no divisor Turvo-Alambari, na cabeceira oriental da água do Poço; segue por este divisor até a cabeceira ocidental da água Espraiada; desce por esta até o ribeirão do Barreiro; continua pelo contraforte fronteiro entre as águas da água do Faxinal e córrego Corredeirinha até o divisor entre as águas do ribeirão do Barreiro, à esquerda, e as do rio Turvo, à direita; caminha por este divisor até o espigão Turvo-Batalha; segue por este espigão até o divisor entre o córrego do Pântano e água Santa Rita; segue por este divisor até a cabeceira do córrego Rancharia, pelo qual desce até o rio Batalha; desce, ainda, por este até a foz da água do Guilherme.
3 - Com o Município de Bauru
Começa no rio Batalha, onde desagua a água do Guilherme; sobe por esta até sua cabeceira mais oriental; segue pelo espigão entre o rio Batalha, à direita, e os ribeirões Bauru e Campo Novo, à esquerda, até a cabeceira sudocidental do córrego Capim Fino; desce por este e pelo ribeirão Campo Novo, até sua foz no ribeirão Grande.

4 - Com o Município de Pederneiras
Começa no ribeirão Grande, na foz do ribeirão Campo Novo; continua pelo contraforte fronteiro até o divisor entre o ribeirão Grande e o ribeirão Barra Seca; segue por este divisar até o divisor Grande-Pederneiras; prossegue por este divisor até cruzar com o contraforte que deixa, à direita, o córrego da Estiva; continua por este contraforte em demanda da foz do córrego Areia Branca, no ribeirão Pederneiras; sobe pelo córrego Areia Branca, até a foz do córrego da Limeira; sobe pelo córrego da Limeira, até sua cabeceira meridional, no divisor Pederneiras-Patos; segue por este divisor em demanda da foz do córrego do Bugre no ribeirão dos Patos.
5 - Com o Município de Lençóis Paulista
Começa no ribeirão dos Patos, na foz do córrego do Bugre, pelo qual sobe até sua cabeceira no divisor Patos-Lençóis; caminha por este divisor até entroncar com o contraforte da margem esquerda do córrego dos Cochos; continua por este contraforte até a foz do córrego dos Cochos no rio Lençóis; continua pelo contraforte entre o rio Lençóis e água da Biquinha até cruzar com o divisor entre as águas Aparecida, Santa Cecília e Ferruci, à direita, e córrego das Antas, à esquerda; prossegue por este divisor até cruzar com o espigão Turvo-Claro; prossegue por este espigão até cruzar com o divisor entre as águas do ribeirão Caçador, à esquerda, e as do ribeirão da Capivara, à direita.
6 - Com o Município de Santa Bárbara do Rio Pardo
Começa no espigão Turvo-Pardo, onde ele entronca com o divisor entre as águas do ribeirão Caçador e as do ribeirão Capivara; segue pelo espigão Turvo-Pardo até a cabeceira nororiental da água da Divisa.

7 - Com o Município de Santa Cruz do Rio Pardo
Começa no espigão Pardo-Turvo, na cabeceira nororiental da água da Divisa; segue por este espigão em demanda da cabeceira sudoriental da água do Meio, pela qual desce até sua foz no ribeirão Santa Bárbara; desce por este até a foz da água da Boa Vista, pela qual sobe até sua cabeceira, no divisor Santa Bárbara - Boa Vista; segue por este divisor até a cabeceira do córrego de Quirino, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Boa Vista; desce pelo ribeirão Boa Vista até a foz do córrego Palmasso, pelo qual sobe até sua cabeceira, no divisor Boa Vista - Onça; segue por este divisor até a cabeceira ocidental do córrego do Bernardino, pelo qual desce até sua foz no ribeirão da Onça; desce pelo ribeirão da Onça até sua foz no rio Turvo, pelo qual sobe até a foz do córrego Corredeira; segue pelo contraforte que deixa , à direita, as águas deste córrego até o divisor Turvo-Macacos; continua por este divisor até a cabeceira sudoriental da água dos Macacos, pela qual desce até sua foz no ribeirão dos Macacos; segue pelo contraforte fronteiro entre as águas do córrego Jararaca e água do Macaco, à esquerda, e as da agua Carreiro das Antas, à direita, até o divisor Turvo-Alambari; continua por este divisor até a cabeceira meridional da água da Boa Vista, onde tiveram início estas divisas.  

b) Divisas Interdistritais

1 - Entre os Distritos de Agudos e Domélia
Começa no espigão Turvo-Pardo, na cabeceira mais oriental do ribeirão do Boi Pintado; desce por este até o rio Turvo.

2 - Entre os Distritos de Agudos e Paulistânia
Começa no rio Turvo, na foz do ribeirão do Boi Pintado; sobe pelo rio Turvo até a foz da água da Geada, e por esta até sua cabeceira no divisor Turvo-Barreira
3 - Entre os Distritos de Domélia e Paulistânia
Começa no rio Turvo, na foz do córrego Corredeira; sobe pelo rio Turvo até a foz do ribeirão do Boi Pintado.

 

MUNICÍPIO DE ALFREDO MARCONDES
(Criado em 1948)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Presidente Bernardes
Começa no córrego São Geraldo, no ponto onde é cortado pela reta chamada Lins de Vasconcelos - Álvares Machado; desce por este córrego até a foz do córrego Jaracatiá; continua pelo contraforte fronteiro que deixa à direita, as águas do córrego Jaracatiá até encontrar com o divisor que separa as águas no ribeirão Taquaruçu, à esquerda, das do ribeirão Montalvão, à direita; segue por este divisor até a cabeceira do córrego São Francisco.
2 - Com o Município de Santo Expedito
Começa no divisor entre os ribeirões Taquaruçu e Montalvão, na cabeceira do córrego São Francisco, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Montalvão; desce por este até a foz do córrego dos Machados, pelo qual sobe até a foz do córrego Mirim; segue pelo contraforte da margem direita do córrego Mirim, até o divisor Caldeirão-Mirim; continua por este divisor em demanda da foz do córrego Bocaina, no córrego Caldeirão, sobe pelo córrego Bocaina até sua cabeceira, no divisor Montalvão-Sul; alcança na contravertente a cabeceira do córrego Pedra, pelo qual desce até sua foz no córrego do Sul.
3 - Com o Município de Presidente Prudente
Começa na foz do córrego Pedra, no córrego do Sul, pelo qual sobe até a sua cabeceira no divisor entre as águas dos ribeirões Montalvão e Taquaruçu, à direita, e as do ribeirão Mandaguari, à esquerda; segue por este divisor até a cabeceira oriental do córrego São Geraldo 

4 - Com o Município de Álvares Machado

Começa no divisor entre as águas dos ribeirões Mandaguari e Taquaruçu, na cabeceira mais oriental do córrego São Geraldo, pelo qual desce até o ponto onde é cortado pela reta chamada Lins de Vasconcelos - Álvares Machado, onde tiveram início estas divisas.

 

MUNICÍPIO DE ALTAIR
(Criado em 1953)

 

a) Divisas Municipais

1 - Com o Município de Icem
Começa no rio Turvo, na foz do córrego do Português; sobe por este até a foz do córrego da Mexerica, pelo qual sobe até a foz do córrego Quati; sobe por este até sua cabeceira no divisor Turvo-Grande; segue por este divisor até a cabeceira sudocidental do córrego Boa Vista, pelo qual desce até sua foz no córrego Rico; desce por este até a foz do córrego de Antônio Bianco; vai, pelo contraforte fronteiro da margem direita do córrego de Antônio Bianco, até o divisor entre as águas do ribeirão Santana, à esquerda, e as do córrego Rico, à direita.
2 - Com o Município de Guaraci
Começa no divisor entre o córrego Rico e o ribeirão Santana, no ponto de cruzamento com o contraforte da margem direita do córrego de Antônio Bianco; segue por este divisor até o contraforte que deixa, à direita, as águas do córrego Lindeiro; continua por este contraforte até a foz do córrego Lindeiro, no ribeirão Santana; segue pelo contraforte fronteiro entre o ribeirão Santana e o córrego do Meio até o espigão entre as águas do ribeirão Santana e as do córrego Cresciuma; continua por este divisor até o contraforte que deixa, à esquerda, as águas do córrego do Retiro, e, à direita, as do córrego Cresciuma; segue por este contraforte até a foz do córrego de Francisco Guerra, no córrego Cresciuma; sobe pelo córrego de Francisco Guerra até sua cabeceira no contraforte da margem direita do córrego Cresciuma; prossegue por este contraforte até cruzar com o espigão Turvo-Grande; caminha por este espigão até a cabeceira mais setentrional do galho de Oeste do córrego Boa Vista.

3 - Com o Município de Olímpia
Começa no espigão-mestre Turvo-Grande, na cabeceira mais setentrional do galho de Oeste do córrego Boa Vista; desce por este galho e pelo córrego Boa Vista, até sua foz no rio Cachoeirinha, pelo qual desce até sua foz no rio Turvo.
4 - Com o Município de Guapiaçu
Começa no rio Turvo, na foz do rio Cachoeirinha; desce pelo rio Turvo até a foz do córrego das Casinhas.
5 - Com o Município de Onda Verde
Começa no rio Turvo, na foz do córrego das Casinhas; desce pelo rio Turvo até a foz do ribeirão São João.
6 - Com o Município de Nova Granada
Começa na foz do ribeirão São João no rio Turvo, pelo qual desce até a foz do córrego do Português, onde tiveram início estas divisas.

 

MUNICÍPIO DE ALTINÓPOLIS
(Criado em 1918)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Brodosqui
Começa no rio Pardo, na foz do ribeirão da Prata; sobe por este e pelo ribeirão do Adão até a foz do córrego Pratinha, que deságua logo abaixo da fazenda Alcídio.

2 - Com o Município de Batatais
Começa no ribeirão do Adão, na foz do córrego Pratinha, que desagua logo abaixo da fazenda Alcídio; vai, daí, em reta, à ponta mais meridional do maciço entre as águas do ribeirão do Adão, à esquerda, e as do córrego da Fazenda Boa Vista do Selado, à direita; caminha por este maciço em demanda da foz do córrego que nasce cerca de dois quilômetros à Leste da fazenda de Higino Noronha, no ribeirão do Adão; sobe pelo referido córrego até sua cabeceira mais setentrional, e vai daí, em reta, à cabeceira mais meridional do córrego de Manuel de Campos, pelo qual desce até o ribeirão do Engenho da Serra; vai, daí, por nova reta, à cabeceira mais oriental do córrego Arraial Velho; prossegue pelo espigão Batatais-Paciência até o contraforte que deixa, à direita, as águas do córrego Monjolinho e, à esquerda, as do ribeirão da Paciência; atinge a confluência desses dois cursos de água e desce pelo ribeirão da Paciência até sua foz no rio Sapucaí.
3 - Com o Município de Patrocínio Paulista
Começa na foz do ribeirão da Paciência, no rio Sapucaí, sobe por este até a foz do rio Esmeril, pelo qual sobe até encontrar a reta que do morro das Araras vai ao morro do Jaborandi, na divisa com o Estado de Minas Gerais.
4 - Com o Estado de Minas Gerais
Começa no rio Esmeril, no ponto em que este é cortado pela reta que do morro das Araras vai ao morro do Jaborandi; segue pela divisa com o Estado de Minas Gerais, até a serra da Cobiça.

5 - Com o Município de Santo Antônio da Alegria
Começa na serra da Cobiça, na divisa com o Estado de Minas Gerais; prossegue pela crista da serra até entroncar com o contraforte da margem esquerda do córrego que corre paralelamente à Estrada de Ferro São Paulo - Minas; segue por este contraforte em demanda da ponte da Estrada de Ferro São Paulo - Minas, sobre o rio Sapucaí-Mirim; sobe por este, cerca de 2 km, até a foz do córrego de Antônio Francisco Mafra; sobe pelo referido córrego até sua cabeceira mais meridional na serra da Matinha; caminha pela serra da Matinha até a cabeceira mais oriental do córrego Beluti, pelo qual desce até o córrego Laranjal; desce pelo córrego Laranjal até sua foz no rio Araraquara.
6 - Com o Município de Cajuru
Começa onde o córrego Laranjal desagua no ribeirão Araraquara; vai por este abaixo até a foz do ribeirão do Cervo; ganha o divisor que deixa, à direita, as águas do ribeirão do Adão, e, à esquerda, as do rio Araraquara, até alcançar a cabeceira mais oriental do córrego da Prata e vai por este abaixo até sua foz no rio Araraquara, pelo qual desce até o rio Pardo.
7 - Com o Município de Serra Azul
Começa no rio Pardo, na foz do rio Araraquara, desce pelo rio Pardo, até a ponte da Estrada de Ferro São Paulo - Minas.
8 - Com o Município de Serrana
Começa na ponte da Estrada de Ferro São Paulo - Minas, sobre o rio Pardo, pelo qual desce até a foz do ribeirão da Prata, onde tiveram início estas divisas.

 

MUNICÍPIO DE ALTO ALEGRE
(Criado em 1954)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Penápolis
Começa no espigão-mestre Aguapeí-Tietê na cabeceira mais setentrional do ribeirão Grande; segue pelo espigão-mestre até cruzar com o contraforte entre as águas do ribeirão Bonito, à esquerda, e as do córrego Coroados, à direita; continua por este contraforte até a cabeceira do córrego Cotia, pelo qual desce até sua foz, no córrego Barra Bonita; desce por este córrego até sua foz no córrego Coroados, de onde vai, em reta de rumo Leste, até cortar o córrego Paraguai; sobe pelo córrego Paraguai até a foz do córrego Bagagem; daí, vai, em reta, à cabeceira do ribeirão do Lajeado, pelo qual desce até a foz do córrego Dois Córregos; sobe por este até sua cabeceira; segue pelo espigão-mestre entre as águas do rio Aguapeí, à direita, e as do rio Tietê, à esquerda, até a cabeceira mais oriental do córrego do Matão.
2 - Com o Município de Promissão
Começa no espigão-mestre Feio ou Aguapeí - Tietê na cabeceira mais oriental do córrego do Matão, pelo qual desce até sua foz no rio Feio ou Aguapeí.
3 - Com o Município de Getulina
Começa na foz do córrego do Matão, no rio Feio ou Aguapeí, pelo qual desce até a foz do ribeirão Grande.
4 - Com o Município de Luiziânia
Começa no rio Feio ou Aguapeí, na foz do ribeirão Grande, pelo qual sobe até o ponto onde é cortado pela reta de rumo Leste, que vem da cabeceira da água de E. Menchão.

5 - Com o Município de Braúna
Começa no ribeirão Grande, no ponto onde é cortado pela reta de rumo Leste, que vem da cabeceira da água de E. Menchão; sobe pelo ribeirão Grande até sua cabeceira mais setentrional, no espigão-mestre Feio ou Aguapeí - Tietê, onde tiveram início estas divisas.
b) Divisas Interdistritais
1 - Entre os Distritos de Alto Alegre e Jatobá
Começa no rio Feio ou Aguapeí, na foz do córrego Padre Claro, pelo qual sobe até a foz do córrego do Barão.
2 - Entre os Distritos de Alto Alegre e São Martinho d’Oeste
Começa na foz do córrego do Barão, no córrego Padre Claro, pelo qual sobe até sua cabeceira, no espigão-mestre Feio-Bonito; prossegue por este espigão-mestre até a cabeceira do córrego Cotia.
3 - Entre os Distritos de Jatobá e São Martinho d’Oeste
Começa no rio Grande na foz do córrego Dois Bracinhos, pelo qual sobe até sua cabeceira; segue pelo divisor Grande - Padre Claro até a cabeceira do córrego do Barão, pelo qual desce até sua foz no córrego Padre Claro.

 

MUNICÍPIO DE ÁLVARES FLORENCE
(Criado em 1948)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Cardoso
Começa no ribeirão do Marinheiro, na foz do ribeirão Bonito, pelo qual sobe até a foz do córrego da Égua; sobe por este até sua cabeceira, no espigão Marinheiro-Tomazes; segue por este espigão entre o ribeirão dos Tomazes, à esquerda, e o ribeirão Barra das Pedras, à direita, até a cabeceira ocidental do córrego de Joaquim José; desce pelo córrego de Joaquim José até sua foz no ribeirão Tomasão; daí segue pelo contraforte fronteiro até o divisor Tomasão-Guariroba; prossegue por este divisor em demanda da foz do córrego do Cateto no ribeirão Guariroba.
2 - Com o Município de Américo de Campos.
Começa no ribeirão Guariroba na foz do córrego do Cateto; sobe pelo ribeirão Guariroba até sua cabeceira no espigão entre as águas do ribeirão do Marinheiro, à direita, e as do ribeirão da Piedade, à esquerda; caminha por este espigão até entroncar com o contraforte entre os córregos do Mangue e do Simão; segue por este contraforte em demanda da foz do córrego do Mangue, no ribeirão da Piedade.
3 - Com o Município de Cosmorama.
Começa no ribeirão da Piedade, na foz do córrego do Mangue; sobe por aquele até a foz do córrego Manguinho.
4 - Com o Município de Votuporanga
Começa no ribeirão da Piedade, na foz do córrego Manguinho; sobe pelo ribeirão da Piedade até a foz do córrego Tapera, pelo qual sobe até sua cabeceira setentrional; daí, vai, em reta, à cabeceira do córrego Barro Preto; segue pelo divisor Marinheiro-Bonito, até cruzar com o contraforte da margem esquerda do córrego do Engano; segue por este contraforte até o contraforte da margem esquerda do ribeirão Bonito; continua por este contraforte em demanda da foz deste ribeirão, no ribeirão do Marinheiro, onde tiveram início estas divisas.

 

MUNICÍPIO DE ÁLVARES MACHADO
(Criado em 1944)

 

a) Divisas Municipais

1 - Com o Município de Presidente Bernardes
Começa no rio Pirapòzinho, na foz do córrego da Lontra; vai daí, em reta ao espigão mestre Paranapanema - Santo Anastácio, na cabeceira do córrego das Pedras, desce por este até o rio Santo Anastácio; segue pelo contraforte fronteiro entre as águas do ribeirão Guaiçara, à esquerda, e as do córrego Brejão ou Jangada, à direita, até cruzar com a reta chamada Lins de Vasconcelos - Álvares Machado; segue por esta reta até o córrego São Geraldo.

2 - Com o Município de Alfredo Marcondes
Começa no córrego São Geraldo, no ponto onde é cortado pela reta chamada Lins de Vasconcelos - Álvares Machado; sobe pelo córrego São Geraldo até sua cabeceira mais oriental no divisor Mandaguari-Taquaruçu.

3 - Com o Município de Presidente Prudente
Começa no divisor entre as águas do ribeirão Taquaruçu, à direita e as do ribeirão Mandaguari, à esquerda, na cabeceira mais oriental do córrego São Geraldo; segue por este divisor até o espigão-mestre Peixe-Santo Anastácio; segue por este espigão-mestre até a cabeceira mais setentrional do córrego Limoeiro, conhecido como córrego da Bomba; desce por este córrego até o córrego Limoeiro e por este, ainda, até o ponto onde é cortado pela reta de rumo norte que vem da foz do córrego do Cedro, no ribeirão Santo Anastácio; segue por esta reta até a referida foz; daí, sobe pelo ribeirão Santo Anastácio até a foz do córrego Lajeadinho.

4 - Com o Município de Pirapozinho
Começa no ribeirão Santo Anastácio, na foz do córrego Lajeadinho; sobe por este até sua cabeceira no espigão-mestre Santo Anastácio - Paranapanema; alcança, na contravertente, a cabeceira no ribeirão Pirapòzinho; desce pelo ribeirão Pirapòzinho, até a foz do córrego São Jorge.
5 - Com o Município de Tarabaí
Começa na foz do córrego São Jorge, no ribeirão Pirapòzinho, pelo qual desce até a foz do córrego da Lontra, onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais
1 - Entre os Distritos de Álvares Machado e Coronel Goulart
Começa no rio Santo Anastácio, na foz do córrego do Cedro; desce pelo rio Santo Anastácio até a foz do córrego das Pedras

 

MUNICÍPIO DE ÁLVARO DE CARVALHO
(Criado em 1948)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Marília
Começa no ribeirão Tibiriçá, na foz do córrego Bataos; desce pelo rio Tibiriça até a foz do córrego Forquilha, pelo qual sobe até sua cabeceira oriental no divisor Feio-Tibiriçá.
2 - Com o Município de Júlio Mesquita
Começa no divisor Feio-Tibiriçá, na cabeceira oriental, do córrego Forquilha; segue pelo divisor até a cabeceira do córrego Elíseo de Castro; desce por este até a foz do córrego João Ramiro.
3 - Com o Município de Guarantã
Começa no córrego Elíseo de Castro, na foz do córrego João Ramiro; sobe por este até a foz do primeiro córrego na sua margem direita; sobe por este córrego até sua cabeceira; vai, daí, em reta , à foz do córrego da Fazenda Nova Alpes no córrego São João; sobe pelo córrego da Fazenda Nova Alpes até sua cabeceira no divisor São João - Barra Grande; segue pelo divisor até alcançar a cabeceira que contraverte com o córrego da fazenda Santa Ismalia.

4 - Com o Município de Pirajuí
Começa no divisor São João - Barra Grande na cabeceira do córrego da Fazenda Santa Ismalia, cabeceira do galho que contraverte com o córrego da Fazenda Nova Alpes; desce pelo córrego da fazenda Santa Ismalia até o córrego Paquerê; desce por este até sua foz no córrego Santo Antônio do Morro Redondo, formadores do córrego Barra Grande; vai pelo contraforte fronteiro até o divisor entre o córrego Barra Grande e o ribeirão Corredeira; segue por este divisor até encontrar com o contraforte que morre no ribeirão Corredeira, na foz do córrego Corredeira; segue por este contraforte até a referida foz.

5 - Com o Município de Garça
Começa no ribeirão corredeira na foz do córrego Corredeira; sobe por aquele até a foz da Água Limpa; sobe por esta até sua cabeceira ocidental no divisor Corredeira-Tibiriçá; segue pelo divisor em demanda da cabeceira do córrego Irondê pelo qual desce até o ribeirão Tibiriçá e por este abaixo até a foz do ribeirão Ipiranga.
6 - Com o Município de Vera Cruz
Começa no ribeirão Tibiriçá, na foz do ribeirão Ipiranga; desce por aquele até a foz do córrego Bataos, onde tiveram início estas divisas.

 

MUNICÍPIO DE ALVINLÂNDIA
(Criado em 1953)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Lupércio
Começa no ribeirão Santo Inácio, na foz do córrego Mombuca; sobe pelo ribeirão Santo Inácio até a foz do ribeirão Barra Grande; sobe por este ribeirão até a foz do córrego Macaquinho; sobe, ainda, por este córrego, até sua cabeceira setentrional; continua pelo contraforte fronteiro até o divisor Barra Grande - São João; prossegue por este divisor até a cabeceira do córrego Santa Tereza, pelo qual desce até sua foz no rio São João; sobe pelo rio São João até a foz do córrego Benedito Baiano, primeira água da margem esquerda, à montante da foz do córrego São Luís; sobe por essa água até sua cabeceira, no espigão-mestre São João - Alegre.
2 - Com o Município de Garça
Começa no espigão-mestre São João - Alegre, na cabeceira do córrego Benedito Baiano, primeira água da margem esquerda do rio São João a montante da foz do córrego São Luis; segue pelo espigão-mestre entre as águas do rio São João, à direita, e as do ribeirão do Alegre, à esquerda, até a cabeceira do córrego da Égua ou Comprido.
3 - Com o Município de Gália
Começa no espigão-mestre São João - Alegre, na cabeceira do córrego da Égua ou Comprido, pelo qual desce até sua foz no rio São João.
4 - Com o Município de Ubirajara
Começa no rio São João, na foz do córrego da Égua ou Comprido; segue pelo contraforte fronteiro até o contraforte que separa as águas do córrego Jaú das da água do Barbosa; segue por este contraforte até o divisor entre o rio São João, à direita, e ribeirão Anhumas, à esquerda; prossegue por este divisor até a cabeceira oriental do córrego do Dirígio, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Anhumas; segue pelo contraforte fronteiro até o divisor Anhumas - Santo Inácio.
5 - Com o Município de São Pedro do Turvo
Começa no divisor Anhumas - Santo Inácio, no ponto de cruzamento com o contraforte que finda no córrego Anhumas, na foz do córrego do Dirígio; segue pelo divisor Anhumas - Santo Inácio até cruzar com o contraforte que deixa, à esquerda, as águas do córrego Barra Nova e, à direita, as do córrego Estiva; segue por este contraforte até a cabeceira do córrego Mombuca, pelo qual desce até sua foz no rio Santo Inácio, onde tiveram início estas divisas

 

MUNICÍPIO DE AMERICANA
(Criado em 1924)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Limeira
Começa na foz do córrego Socegã, no rio Piracicaba; sobe por este até a confluência dos rios Atibaia e Jaguari, e continua por este último acima até a foz do ribeirão do Pinhal.

2 - Com o Município de Cosmópolis

Começa na foz do ribeirão do Pinhal, no rio Jaguari; sobe por este até a foz do córrego Jacutinga, pelo qual sobe até a cabeceira do galho da esquerda, no espigão Atibaia-Jaguari; caminha por este espigão até alcançar o contraforte que morre no rio Atibaia, na foz do córrego da Fazenda Foguete.

3 - Com o Município de Paulínia
Começa no espigão Jaguari-Atibaia, no ponto de cruzamento com o contraforte que morre no rio Atibaia, na foz do córrego da Fazenda Foguete; segue por este contraforte até a foz do córrego da Fazenda Foguete no rio Atibaia.

4 - Com o Município de Nova Odessa
Começa no foz do córrego da Fazenda Foguete, no rio Atibaia, pelo qual desce até a foz do córrego da Fazenda Santo Ângelo; sobe por este córrego até sua cabeceira no divisor Atibaia-Quilombo; segue por este divisor até o contraforte entre os ribeirões do Lopes e Quilombo, à esquerda, e o córrego da Fazenda Santa Angélica, à direita; segue por este contraforte cm demanda da foz do córrego do Recanto, no ribeirão do Quilombo; sobe pelo córrego do Recanto até a foz do córrego que corre ao Sul da linha da Companhia Paulista de Estradas de Ferro; sobe por esse córrego até o ponto onde é cortado pela reta que vai da extremidade setentrional da lagoa do Roberto Mack Fadden ao quilômetro 83 da Companhia Paulista de Estradas de Ferro.

5 - Com o Município de Santa Bárbara d’Oeste
Começa no córrego que corre ao Sul da linha da Companhia Paulista de Estradas de Ferro, no ponto onde é cortado pela reta que vai da extremidade setentrional da lagoa do Roberto Mack Fadden ao quilômetro 83 da Companhia Paulista de Estradas de Ferro; segue pela referida reta até o marco do quilômetro 83 da Companhia Paulista de Estradas de Ferro, no seu ramal de Piracicaba; dirige-se deste ponto em reta, à cabeceira do córrego Americana, que vai desaguar no ribeirão do Quilombo, dentro da cidade de Americana; segue pelo divisor que deixa, à direita, o ribeirão do Quilombo e, à esquerda, o ribeirão dos Toledos, até o eixo da rua C, do loteamento Mollon; prossegue pelo eixo da rua C até a rua E; continua pelo eixo da rua E, até a avenida A, antiga estrada para Cilos; segue pelo eixo da avenida A até a estrada estadual Americana - Santa Bárbara; prossegue pelo eixo desta estrada até encontrar, novamente, o divisor entre o ribeirão do Quilombo, à direita, e os córregos Ponte Funda e Barracão, à esquerda; continua por este divisor até a cabeceira mais oriental do córrego Socegã, pelo qual desce até o rio Piracicaba, onde tiveram início estas divisas.

 

MUNICÍPIO DE AMÉRICO BRASILIENSE
(Criado em 1963)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Santa Lúcia
Começa no córrego da Fazenda Santa Isabel, num ponto situado a 1 Km abaixo de sua cabeceira; daí vai em reta a cabeceira do galho Sul do córrego da Fazenda Contendas; segue pelo contraforte da margem direita do córrego da Ponte Alta até cruzar com o divisor Rancho Queimado - Anhumas; prossegue por este divisor até o contraforte entre os córregos do Xavier e da Fazenda Santa Maria, à direita, e as dos córregos da Fazenda Monte Verde e do Monjolinho, à esquerda; continua por este contraforte em demanda da foz do córrego do Monjolinho no ribeirão do Cruzeiro, pelo qual desce até sua foz no ribeirão das Anhumas deste ponto vai em reta à foz do córrego do Engenho, no ribeirão das Cabaceiras; sobe pelo córrego do Engenho até a cabeceira de seu galho setentrional de onde vai, em reta, de rumo leste, até o ribeirão Guabirobas.

2 - Com o Município de São Carlos
Começa no ribeirão Guabirobas no ponto onde é cortado pela reta de rumo Leste que vem da cabeceira do galho setentrional do córrego do Engenho; sobe pelo ribeirão Guabirobas até sua cabeceira mais meridional no divisor Guabirobas-Cabaceiras; segue por este divisor até a cabeceira mais setentrional do córrego de J.Brizolara e por este até o ribeirão das Cabaceiras; sobe por este até a foz do córrego dos Portugueses

3 - Com o Município de Araraquara
Começa no ribeirão das Cabaceiras na foz do córrego dos Portugueses; segue em reta à foz do córrego do Espraiado, no ribeirão das Anhumas, pelo qual sobe até encontrar a reta de rumo Leste que vem da junção dos córregos do Bom Retiro e do Paulino; daí segue por esta reta à foz do córrego do Bom Retiro no córrego do Paulino; continua pelo contraforte intermediário a esses dois cursos até cruzar com o espigão que deixa, à direita, as águas dos ribeirões Cruzeiro e Rancho Queimado e, à esquerda as dos ribeirões do Ouro e das Cruzes; caminha por este último divisor indo até a cabeceira do córrego da Fazenda Santa Isabel, pelo qual desce 1 Km até o ponto onde tiveram início estas divisas.

 

MUNICÍPIO DE AMÉRICO DE CAMPOS
(Criado em 1948)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Pontes Gestal
Começa no ribeirão Guariroba, na foz do córrego do Cateto; segue pelo contraforte da margem esquerda deste córrego até cruzar com o divisor Guariroba-Preto; prossegue por este divisor até cruzar com o divisor entre as águas do córrego do Botelho, à esquerda, e as do ribeirão Águas Paradas, à direita; continua por este divisor até a cabeceira mais ocidental do córrego do Veado, pelo qual desce até a ponte da estrada Américo de Campos - Pontes Gestal; daí, vai, em reta de rumo Leste até o rio Turvo.
2 - Com o Município de Palestina
Começa no rio Turvo, no ponto onde é cortado pela reta de rumo Leste que vem da ponte da estrada Américo de Campos - Pontes Gestal, sobre o córrego do Veado; sobe pelo rio Turvo até a foz do ribeirão Piedade.

3 - Com o Município da Cosmorama.
Começa no rio Preto, na foz do ribeirão Piedade, pelo quai sobe até a foz do córrego do Mangue, afluente da margem esquerda.
4 - Com o Município de Álvares Florence
Começa no ribeirão da Piedade, na foz do córrego do Mangue, afluente da margem esquerda; continua pelo contraforte entre as águas deste córrego, à esquerda, e as do córrego do Limão, à direita, até o espigão Piedade-Marinheiro; segue por este espigão até a cabeceira do ribeirão Guariroba, pelo qual desce até a foz do córrego do Catete, onde tiveram início estas divisas.

 

MUNICÍPIO DE AMPARO
(Criado em 1857)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Santo Antônio de Posse
Começa no rio Camanducaia, na foz do córrego da Fazenda Saint-Cloud, pelo qual sobe até sua cabeceira; daí vai, pelo contraforte fronteiro, em demanda da cabeceira mais meridional do córrego da Fazenda Santa Bárbara; desce por este córrego até o córrego que desemboca na margem direita acima do córrego da Fazenda Santa Cruz; sobe por aquele córrego até sua cabeceira e continua pele contraforte entre as águas dos córregos da Fazenda Santo Antônio e Fazenda Sesmaria, à direita, e as do córrego da Fazenda Santa Cruz, à esquerda, até o espigão Peixe-Camanducaia.
2 - Com o Município de Itapira

Começa no espigão Peixe-Camanducaia, no ponto de cruzamento com o contraforte entre as águas dos córregos da Fazenda Sesmaria e Fazenda Santa Cruz; segue pelo espigão até entroncar com o contraforte da margem esquerda do ribeirão Morro Agudo; caminha por este contraforte até a junção dos ribeirões Morro Agudo e Serra Negra, formadores do ribeirão da Penha.
3 - Com o Município de Serra Negra
Começa na junção dos ribeirões Morro Agudo e Serra Negra, formadores do ribeirão da Penha; sobe pelo ribeirão Serra Negra até a foz do córrego Roso foz esta que ocorre à Leste, da sede da Fazenda Roso, de Francisco Roso e pelo córrego Roso acima até sua cabeceira no espigão entre as águas dos córregos das fazendas Campineiro e Demétrio Silveira, de um lado, e São Francisco, antiga Paiol de outro lado; prossegue por este espigão até seu pontal cerca de 600 metros a Noroeste da fazenda São Francisco; desta ponta vai, em reta à extremidade do contraforte entre as águas dos córregos das fazendas São Francisco e Vinte Palmos; caminha por este contraforte intermediário contornando as águas do córrego Vinte Palmos, até o espigão Cascata - Vinte Palmos; caminha por este espigão até o lugar denominado Capão das Jabuticabeiras; vai, em reta, à cabeceira do córrego da fazenda São Bento, de José F. de Camargo, na rodovia estadual Serra Negra - Amparo; continua pelo espigão que deixa, à direita, o rio Camanducaia e, à esquerda, o córrego do rio da Prata, até cruzar com o espigão que deixa, à esquerda, as águas da córrego Três Pontes e, à direita, as da fazenda de José F. de Camargo.

4 - Com o Município de Monte Alegre do Sul
Começa no espigão-mestre entre as águas do rio Camanducaia ao Sul e as do rio do Peixe ao Norte, onde ele cruza com o espigão que deixa, à esquerda, as águas do córrego Três Pontes, e à direita, as da fazenda de José F. de Camargo; caminha por este último espigão até a cabeceira da primeira água que deságua na margem direita do córrego Três Pontes, à montante da foz do córrego da Fazenda do Salto; desce por aquela água até sua foz no córrego Três Fontes, pelo qual desce até a sua foz no rio Camanducaia, foz que ocorre muito próximo à estação de Três Pontes, no ramal de Socorro da Companhia Mogiana de Estradas de Ferro; sobe pelo rio Camanducaia até a embocadura do ribeirão do Pinhal, e por este acima até a foz do ribeirão dos Limas e por este até sua cabeceira sudoriental na serra do Pântano. 
5 - Com o Município de Bragança Paulista
Começa na cabeceira sudoriental do ribeirão dos Limas, na serra do Pântano; segue por esta serra em demanda da foz do córrego de J. Marinho, no rio Jaguari.
6 - Com o Município de Morungaba
Começa no rio Jaguari, na foz do córrego de J. Marinho; desce pelo rio Jaguari, até a foz do córrego da Divisa, que deságua na margem direita do rio Jaguari, cerca de 2 quilômetros abaixo da ponte de J. Soares, no rio Jaguari.
7 - Com o Município de Pedreira
Começa no rio Jaguari, na foz do córrego da Divisa, foz esta que ocorre cerca de 2 quilômetros abaixo da ponte de J. Soares, sobre o rio Jaguari; sobe pelo córrego da Divisa até sua cabeceira; prossegue pelo divisor que deixa, à direita, o córrego Areia Branca, e, à esquerda, o córrego da Fazenda de José Pedro até o alto da Areia Branca; vai deste ponto, em reta de rumo Norte, ao alto do espigão entre as águas do rio Jaguari, ao Sul, e as do rio Camanducaia, ao Norte, e pelo espigão-mestre caminha até o túnel da Companhia Mogiana de Estradas de Ferro, situado entre as estações de Pedreira e de Coqueiros e, pelo espigão, ainda, ganha a cabeceira mais oriental do córrego da Fazenda Boa Vista, pelo qual desce até o rio Camanducaia e por este abaixo, até a foz do córrego da Fazenda Saint-Cloud, onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais
1 - Entre os Distritos de Amparo e Arcadas
Começa no rio Camanducaia, na foz do córrego da Fazenda da Boa Vista; daí sobe pelo rio Camanducaia até a foz do córrego que vem do campo de aviação de Amparo; daí sobe por este córrego até sua cabeceira; vai, em reta, à foz do córrego da Fazenda Fortaleza, no córrego Cruz Descoberta; sobe pelo córrego da Fazenda Fortaleza até sua cabeceira mais meridional, no espigão Jaguar-Camanducaia; segue por este espigão até cruzar o contraforte entre as águas do ribeirão Entre Montes, à esquerda, e as do ribeirão da Vargem, à direita; continua pelo contraforte referido até a reta de rumo Norte, que vem do Alto da Areia Branca nas divisas do município de Pedreiras.

 

MUNICÍPIO DE ANALÂNDIA
(Criado em 1897)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de São Carlos
Começa no divisor que deixa, à direita, as águas do ribeirão do Feijão, e, à esquerda, as dos córregos da Invernada e do Macaco, no ponto de cruzamento com o contraforte que morre na foz do córrego Visconde do Rio Claro, no ribeirão do Feijão; segue por aquele divisor até a cabeceira mais ocidental do ribeirão do Pântano; desce por este até a foz do córrego da Fazenda Montes Claros.
2 - Com o Município de Descalvado
Começa na foz do córrego da Fazenda Montes Claros, no ribeirão do Pântano; desce por este até a foz do córrego Pinheirinho, pelo qual sobe até sua cabeceira, já no morro do Quadrão; continua pelo alto do morro até a cabeceira mais ocidental do córrego da Fazenda Capão Alto.
3 - Com o Município de Pirassununga.
Começa no alto do morro do Quadrão, na cabeceira, mais ocidental do córrego da Fazenda Capão Alto, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Descaroçador; daí, vai, em reta, ao tanque do córrego da Graminha e prossegue por nova reta ao divisor entre as águas dos ribeirões Descaroçador e Arouca, no ponto de cruzamento com o contraforte da margem esquerda do córrego Capim Fino.
4 - Com o Município de Santa Cruz da Conceição
Começa no divisor entre os ribeirões Descaroçador e Arouca, no ponto de cruzamento com o contraforte da margem esquerda do córrego Capim Fino; segue por este contraforte em demanda do ribeirão Serrinha; continua pelo contraforte fronteiro, deixando, à direita, as águas do córrego da Colônia da fazenda do Dr. Cândido, até o espigão entre as águas dos ribeirões Arouca e Moquem.

5 - Com o Município de Corumbataí 

Começa no espigão entre as águas dos ribeirões do Arouca e Moquem, no ponto de cruzamento com o contraforte da margem direita do córrego da Colônia da fazenda do Dr. Cândido; continua pelo espigão até o morro Grande; continua pelo maciço do mesmo nome até a sua ponta mais ocidental; prossegue pelo contraforte que deixa, à direita, as águas do córrego das Taipas, e, a esquerda, as do córrego dos Emboabas, até a foz do ribeirão da Barra, no rio Corumbataí; sobe pelo ribeirão da Barra, até sua cabeceira mais meridional.
6 - Com o Município de Itirapina
Começa na cabeceira mais meridional do ribeirão da Barra; vai, daí, em reta, à foz do córrego da Fazenda Santa Rita, no ribeirão do Retiro; segue Pelo contraforte fronteiro até o divisor entre as águas do ribeirão do Retiro e as do rio Corumbataí; continua por este divisor até o espigão entre as águas do rio Corumbataí e ribeirão do Feijão; prossegue por este espigão até a Cabeceira do córrego Visconde do Rio Claro; desce por este até sua foz no ribeirão do Feijão; continua pelo contraforte fronteiro até o divisor entre as águas do ribeirão do Feijão, de um lado, e as do ribeirão Laranja Azeda e córrego do Macaco do outro, onde tiveram início estas divisas.

 

MUNICÍPIO DE ANDRADINA
(Criado em 1938)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Itapura
Começa no rio Tietê, na foz do ribeirão Anhumas, sobe por aquele até a foz do córrego Três Irmãos.
2 - Com o Município de Pereira Barreto
Começa no rio Tietê, na foz do córrego Três Irmãos; sobe pelo rio Tietê até a foz do ribeirão Travessa Grande; pelo qual sobe até a foz do córrego da Fazenda União, que possa ao Sul da colônia da Fazenda União.
3 - Com o Município de Guaraçaí
Começa no ribeirão Travessa Grande, na foz do córrego da Fazenda União, que passa ao Sul da colônia da Fazenda União; sobe por este córrego até sua cabeceira no divisor Travessa Grande-Três Irmãos ou Iguatemi; segue por este divisor até cruzar com o contraforte entre o córrego Fundo, à direita, e córrego do Macaco, à esquerda; prossegue por este contraforte em demanda da foz do córrego do Macaco no ribeirão Iguatemi, pelo qual sobe até a foz do córrego do Burro.
4 - Com o Município de Murutinga do Sul
Começa no ribeirão Três Irmãos ou Iguatemi, na foz do córrego do Burro, pelo qual sobe até sua cabeceira; segue pelo divisor entre as águas do ribeirão Três Irmãos ou Iguatemi, à esquerda, e as do córrego São Pedro, à direita, até cruzar com o espigão-mestre Tietê - Feio ou Aguapeí; prossegue pelo espigão-mestre até o divisor entre o córrego Campestre, à direita, e o córrego Antônio Francisco, à esquerda; segue por este divisor em demanda da cabeceira do córrego Ana Maria, pelo qual desce até sua foz no ribeirão de Moinho ou Abrigo; desce por este ribeirão até a foz do córrego da Fazenda Progresso; sobe por este córrego até sua cabeceira mais meridional, no espigão Moinho ou Abrigo - Feio ou Aguapeí; continua por este espigão-mestre até a cabeceira mais setentrional do ribeirão Volta Grande.

5 - Com o Município de Nova Independência
Começa na cabeceira mais setentrional ao ribeirão Volta Grande, no espigão-mestre Feio ou Aguapeí - Moinho ou Abrigo; segue por este espigão-mestre até cruzar com o contraforte que finda no ribeirão do Moinho ou Abrigo, na foz do córrego 5 de Maio.
6 - Com o Município de Castilho
Começa no espigão-mestre Feio ou Aguapeí - Moinho ou Abrigo, no ponto de cruzamento com o contraforte que finda no ribeirão Moinho ou Abrigo, na foz do córrego 5 de Maio; segue por este contraforte em demanda da referida foz; sobe pelo córrego 5 de Maio até sua cabeceira oriental, no divisor Moinho ou Abrigo - Tietê; desse ponto segue, em reta, à cabeceira meridional do ribeirão Anhumas, pelo qual desce até sua foz no rio Tietê, onde tiveram início estas divisas.

 

MUNICÍPIO DE ANGATUBA
(Criado em 1885)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Itatinga
Começa onde o rio Jacu deságua no rio Santo Inácio; sobe por este rio até a foz do córrego da Estiva, também conhecido pelo nome de Potreiro do Lima.
2 - Com o Município de Bofete
Começa no rio Santo Inácio, na foz do córrego da Estiva ou do Potreiro do Lima, e vai por este acima até sua cabeceira mais oriental; transpõe o espigão em demanda da cabeceira do galho mais ocidental do córrego do Capão Rico e por este abaixo até o rio Jacu ou Jacuzinho, pelo qual desce até a foz do córrego da Divisa, e por este acima até sua cabeceira mais oriental.
3 - Com o Município de Guareí
Começa no contraforte entre as águas do ribeirão Jacuzinho, a Oeste; e as do rio Capivari, a Leste, na cabeceira mais oriental do córrego da Divisa; prossegue pelo contraforte em demanda da foz do ribeirão da Restinga Comprida no rio Capivari; sobe por este até a foz do ribeirão do Sarjento e por este acima até a forquilha de suas cabeceiras principais; segue pelo contraforte intermédiário até o morro da Conquista; procura a cabeceira do córrego desse nome e pelo córrego abaixo até o rio Guareí; sobe por este até a foz do ribeirão Grande e por este acima até sua cabeceira mais oriental; daí alcança, na contravertente, cabeceira do galho do ribeirão Corrupção, galho este que atravessa o bairro do Ribeirão Grande e por ele desce até a foz do córrego Vassoural.
4 - Com o Município de Itapetininga
Começa na foz do córrego Vassoural no ribeirão da Corrupção; desce por este até o rio Itapetininga, pelo qual desce até a foz do córrego do Japão; sobe pelo córrego do Japão até sua cabeceira; segue pelo contraforte fronteiro entre o córrego Monjolinho, à direita, e os córregos Japãozinho e do Pinhalzinho à esquerda, até cruzar com o espigão Itapetininga-Paranapanema; prossegue por este espigão até a cabeceira do córrego Mata do Pereira ou do Veado Pardo, pelo qual desce até sua foz no ribeirão da Pescaria; desce por este ribeirão até sua foz no rio Paranapanema.

5 - Com o Município de Buri
Começa no rio Paranapanema, na foz do ribeirão da Pescaria; desce pelo rio Paranapanema até a foz do rio Apiaí.
6 - Com o Município de Paranapanema
Começa na foz do rio Apiaí, no rio Paranapanema; desce por este até a foz do córrego Brejo; vai por este acima até sua cabeceira mais setentrional; segue pelo espigão Paranapanema-Jacu, em demanda da cabeceira mais meridional do galho da esquerda da água das Pedras e por esta abaixo até sua foz no rio Jacu; desce por este até o rio Santo Inácio, onde tiveram início estas divisas.
b) Divisas Interdistritais
1 - Entre os Distritos de Angatuba e Campina do Monte Alegre.
Começa no espigão Paranapanema-Itapetininga, no ponto de cruzamento com o contraforte entre os córregos do Pinhalzinho, à direita, e o córrego das Perdizes, à esquerda; segue por esse contraforte, em demanda da cabeceira do córrego do Monjolinho, pela qual desce até sua foz no rio Itapetininga; desce por este rio até a foz do córrego Corvo Branco; sobe pelo córrego Corvo Branco, até sua cabeceira; segue pelo contraforte, que deixa à direita, o córrego Lagoa Seca até cruzar com o espigão Itapetininga-Guareí; continua por este espigão entre os rios Itapetininga e Paranapanema, à esquerda, e o rio Guareí, à direita, em demanda da cabeceira do galho norocidental do córrego da Grama, pelo qual desce até sua foz no rio Paranapanema.

 

MUNICÍPIO DE ANHEMBI
(Criado em 1891)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Botucatu
Começa no córrego dos Dezessete Ramos, na foz do córrego da Extrema; desce por aquele até o rio Alambari, e por este até a foz do córrego J. Luís, na margem esquerda; daí, vai pelo contraforte que deixa este córrego, à esquerda, até o contraforte da margem direita, do córrego dos Sete Guarantãs, prosseguindo por este contraforte até a foz do córrego dos Sete Guarantãs, no rio Tietê; desce por este até a foz da água da Fazenda Dois Córregos; subindo por esta até sua cabeceira mais setentrional, transpõe o espigão entre os rios Tietê e Piracicaba, em demanda da cabeceira mais oriental do córrego da Fazenda das Ondas Grandes, pelo qual desce até o rio Piracicaba.
2 - Com o Município de Santa Maria da Serra
Começa no rio Piracicaba, na foz do córrego da Fazenda Ondas Grandes, sobe por aquele até a foz do córrego Ronca.
3 - Com o Município de Piracicaba
Começa no rio Piracicaba, na foz do córrego Ronca; sobe por este até sua cabeceira mais oriental; transpõe o espigão entre os rios Piracicaba e Tietê, em demanda da cabeceira mais oriental do ribeirão dos Pintos; desce por este até o ribeirão dos Patos, e por este até o rio Tietê.

4 - Com o Município de Conchas
Começa no rio Tietê, na foz do ribeirão dos Patos; desce por aquele até a foz do rio do Peixe; sobe por este até a foz da água do Vicentinho, primeiro afluente da margem esquerda abaixo da foz do córrego Armazém, córrego desce da rodovia estadual. 
5 - Com o Município de Bofete
Começa no rio do Peixe, na foz da água do Vicentinho, primeiro afluente abaixo da foz do córrego do Armazém, que desce da rodovia estadual; sobe pela água do Vicentinho até sua cabeceira; vai em reta, à cabeceira mais meridional do córrego Buracão, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Água Fria, foz esta que ocorre cerca de um quilômetro abaixo da ponte sobre o ribeirão Água Fria, na rodovia estadual; sobe pelo ribeirão Água Fria, até a foz do ribeirão dos Patos, e, ainda por este, até sua cabeceira mais ocidental; segue em reta, à confluência do córrego da Extrema com o córrego dos Dezessete Ramos, onde tiveram início estas divisas.
b) Divisas Interdistritais
1 - Entre os Distritos de Anhembi e Pirambóia

Começa na ponte do Quinzote, sobre o rio Alambari, na estrada que vai à estação do mesmo nome; segue pelo contraforte fronteiro até o espigão que deixa, a direita, o córrego da Fazenda Santa Cruz; segue por este espigão até a cabeceira mais ocidental do córrego do Tomazinho; desce por este até o ribeirão dos Remédios; desce por este até a primeira ponte da antiga estrada que vai à cidade de Anhembi, marginando aquele ribeirão, e vai daí pelo contraforte fronteiro, em demanda da cabeceira mais ocidental do córrego da Divisa pelo qual desce ate o rio do Peixe.

 

MUNICÍPIO DE ANHUMAS
(Criado em 1954)

 

a) Divisas Municipais

1 - Com o Município de Narandiba

Começa no ribeirão Anhumas, na foz do ribeirão Boa Vista; sobe pelo ribeirão Anhumas até a foz do córrego da Onça, pelo qual sobe até a foz de um córrego da margem direita, que contraverte com o contraforte que morre no ribeirão do Tombo do Meio ou Laranjeiras na foz da água da Fazenda Santa Teresinha.

2 - Com o Município de Pirapózinho

Começa no ribeirão da Onça, na foz de um córrego da margem direita que contraverte com o contraforte que morre no ribeirão do Meio ou Laranjeiras na toz da água da Fazenda Santa Teresinha; sobe pelo ribeirão da Cuica até sua cabeceira na espigão-mestre Paranapanema - Santo Anastácio; segue pelo espigão-mestre Paranapanema - Santo Anastácio até a cabeceira sudocidental do córrego Caí, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Santo Anastácio. 

3 - Com o Município de Presidente Prudente
Começa na foz do córrego Caí, no ribeirão Santo Anastácio pelo qual sobe até a foz do córrego Embiri.
4 - Com o Município de Regente Feijó.
Começa no ribeirão Santo Anastácio, na foz do córrego Embiri; sobe pelo ribeirão Santo Anastácio, até sua cabeceira; segue pelo divisor entre as águas do ribeirão Anhumas, à direita, e as do ribeirão Laranja Doce, a esquerda, até a cabeceira do galho mais ocidental do córrego da Paca ou Azul.
5 - Com o Município de Taciba
Começa na cabeceira do galho mais ocidental do córrego da Paca ou Azul; segue pelo divisor entre as águas do ribeirão Anhumas, à direita, e as do ribeirão Laranja Doce, à esquerda, até cruzar com o divisor Anhumas-Perdizes; prossegue por este divisor em demanda da cabeceira setentrional do córrego invernada, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Boa Vista; desce ainda, pelo ribeirão Boa Vista, até sua foz no ribeirão Anhumas, onde tiveram início estas divisas.

 

MUNICÍPIO DE APARECIDA
(Criado em 1928)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Guaratinguetá
Começa no rio Paraíba na foz do ribeirão do Veloso; desce pelo rio Paraíba até a foz do ribeirão do Putim; segue, em reta à foz da água do Neves, no rio Paraíba; desce por este, até o ponto distante cerca de 2.000 metros acima da foz do ribeirão de Guaratinguetá; vai, desse ponto, em reta ao marco do quilômetro 296 da Estrada de Ferro Central do Brasil e segue, em reta, até a foz do córrego dos Lemes, no ribeirão dos Motas; sobe por este até a foz do córrego dos Bicudos; continua pelo divisor entre esses dois cursos de água até o divisor que deixa à esquerda, o ribeirão São Gonçalo e, à direita, o ribeirão dos Motas, caminha por este divisor até a serra do Quebra Cangalha, pela qual segue até entroncar com a serra da Embira, que é o divisor entre as águas do rio do Peixe e as do ribeirão da Serra.
2 - Com o Município de Lagoinha
Começa no alto da serra do Quebra Cangalha, no ponto de entroncamento com a serra da Embira, segue pela cumiada da serra do Quebra Cangalha que aí tem a denominação local de serra da Usina ou dos Forros, até cruzar com o divisor entre os ribeirões dos Motas e Pirapitinguí.
3 - Com o Município de Roseira
Começa na serra do Quebra Cangalha onde tem o nome local de serra da Usina ou dos Forros, no ponto de cruzamento com o divisor entre os ribeirões dos Motas e Pirapitinguí; segue por este divisor entre o ribeirão dos Motas, à direita, e o ribeirão Pirapitinguí, à esquerda, até o contraforte da margem esquerda do ribeirão do Veloso; prossegue por este contraforte em demanda da foz do ribeirão do Veloso, no rio Paraíba, onde tiveram início estas divisas.

 

MUNICÍPIO DE APARECIDA D'OESTE
(Criado em 1963)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Pereira Barreto
Começa no rio São José dos Dourados na foz do córrego São Jorge; sobe por este córrego até a sua cabeceira; continua pelo divisor entre o córrego Cariri ou Jaú, à direita, e o córrego do Cervo e ribeirão Itaquaba, à esquerda, até o espigão-mestre Paraná-São José dos Dourados; segue por este espigão até a cabeceira do córrego do Limão Verde ou Limoeiro.

2 - Com o Município de Rubinéia

Começa no espigão-mestre Paraná - São José dos Dourados, na cabeceira do córrego do Limão Verde ou Limoeiro; segue pelo espigão mestre até cruzar com o divisor Taiçu-Nupeba.

3 - Com o Município de Três Fronteiras

Começa no espigão-mestre Paraná - São José dos Dourados, no ponto de cruzamento com o divisor Taiaçu-Nupeba; segue por este espigão mestre e continua pelo espigão-mestre Ponte Pensa-São José dos Dourados até a cabeceira do córrego da Velha.

4 - Com o Município de Palmeira d'Oeste
Começa no espigão-mestre Ponte Pensa - São José dos Dourados na cabeceira do córrego da Velha; segue pelo espigão-mestre até a cabeceira do córrego do Boi. 
5 - Com o Município de Marinópolis
Começa no espigão-mestre Ponte Pensa - São José dos Dourados, na cabeceira do córrego do Boi; desce por este até a sua foz no rio São José dos Dourados.
6 - Com o Município de Sud Mennucci
Começa na foz do córrego do Boi no rio São José dos Dourados, pelo qual desce até a foz do córrego São Jorge, onde tiveram início estas divisas.

 

MUNICÍPIO DE APIAÍ
(Criado em 1771)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Itararé
Começa na serra do Paranapiacaba, que tem aí o nome local de serra do Itapirapuã, na cabeceira do rio Itapirapuã, que contraverte com o ribeirão Égua Morta; continua pela crista da serra até a serra do Bom Sucesso pela qual continua até cruzar com o contraforte entre o rio Pirituba, à direita, e o córrego Bom Sucesso, à esquerda; segue por este contraforte em demanda da do córrego Bom Sucesso, no rio Pirituba; desce por este rio até a foz da água do Palmito Mole.
2 - Com o Município de Itapeva
Começa na foz da água do Palmito Mole, no rio Pirituba; prossegue pelo contraforte fronteiro até o divisor entre as águas dos rios Pirituba e Taquari-Guaçu; segue por este divisor até entroncar com o divisor entre o ribeirão do Guedes, de um lado, e rios Preto e Taquari-Guaçu, do outro lado.

3 - Com o Município de Ribeirão Branco
Começa no divisor entre os rios Pirituba e Taquari-Guaçu, no ponto de cruzamento com o divisor entre as águas do ribeirão do Guedes, à esquerda, e as do ribeirão Taquari, à direita; segue por aquele divisor até o entroncamento com o primeiro contraforte da margem esquerda do rio Preto; segue por este contraforte ate o ponto onde é cortado por uma reta de rumo Oeste, que vem da foz do córrego das Pacas, no rio Taquari-Guaçu; sobe pelo rio Taquari-Guaçu até a foz do córrego Saival; sobe ainda por este até a sua cabeceira mais oriental; alcança, na contravertente, a cabeceira mais ocidental do ribeirão Areado; desce por este até sua foz no rio Apiaí-Guaçu; desce por este até a foz do ribeirão das Areias, pelo qual sobe até a foz do córrego Santa Rita; sobe pelo córrego Santa Rita até sua cabeceira mais oriental; continua pelo contraforte da margem direita do ribeirão das Areias até o espigão Apiaí-Guaçu - São José do Guapiara; segue por este espigão até cruzar com o contraforte que finda no rio São José do Guapiara na foz do córrego do Terreiro.
4 - Com o Município de Guapiara
Começa no espigão Apiaí-Guaçu - São José do Guapiara, no ponto de cruzamento com o contraforte que finda na foz do córrego do Terreiro, no rio São José do Guapiara; prossegue por este contraforte até a referida foz; sobe pelo córrego do Terreiro até sua cabeceira, no espigão-mestre Paranapanema - Ribeira de Iguape, espigão que é a serra Paranapiacaba.

5 - Com o Município de Iporanga
Começa na serra do Paranapiacaba, que é o espigão-mestre entre as águas do rio Paranapanema e Ribeira de Iguape, na cabeceira do córrego do Terreiro; segue pelo espigão-mestre até o ponto de cruzamento com o divisor Figueira-Temimina; segue por este divisor até a cabeceira do córrego da Campina, pelo qual desce até sua foz no rio Pilões; desce por este até o ribeirão Farto, pelo qual sobe até a cabeceira do seu braço ocidental, no divisor Pilões-Pescaria; prossegue por este divisor até a cabeceira do córrego do Chapéu; desce por este até o córrego Sumidouro e, por este, desce até sua foz no ribeirão Espírito Santo; continua pelo contraforte fronteiro até o contraforte Espírito Santo - Iporanga; segue por este contraforte até a cabeceira oriental do córrego da Fazenda da Cachimba; desce por este córrego até o rio Iporanga, pelo qual sobe até o córrego Paciência; sobe por este até sua cabeceira no divisor Iporanga-Betari; continua por este divisor até o alto da Vargem Grande, que é o divisor da margem esquerda do rio Betarizinho; segue por este divisor até o rio Betari; atravessa o rio e continua pela serra da Boa Vista, que é o divisor da margem direita do ribeirão Passa Vinte, até cruzar com o divisor entre as águas do rio Betari, à esquerda, e as do ribeirão Palmital e rio Gurutuba à direita; prossegue por este divisor ate o divisor que separa as águas do rio Gurutuba, à direita, e as do ribeirão Anta Gorda, à esquerda; continua por este divisor em demanda da foz do rio São Sebastião, no rio Ribeira de Iguape.
6 - Com o Estado do Paraná
Começa no rio Ribeira de Iguape, na foz do rio São Sebastião; segue pela divisa com o Estado do Paraná, até a foz do ribeirão Panelas ou da Onça.

7 - Com o Município de Ribeira
Começa no rio Ribeira de Iguape, na foz do ribeirão Panelas ou da Onça; segue pelo contraforte entre as duas águas, até o divisor entre as águas do ribeirão Panelas ou da Onça e as do ribeirão Palmital; continua por este divisor até entroncar com o espigão Palmital-Tijuco; prossegue por este espigão até o contraforte que deixa, à esquerda, o córrego Roseira; caminha por este contraforte em demanda da ponte da estrada de rodagem que liga a cidade de Apiaí à de Ribeira, sobre o ribeirão do Tijuco; vai, em reta, ao ribeirão do Areado, na foz do córrego Limeira; continua pelo contraforte fronteiro até o espigão entre as águas dos ribeirões do Areado e das Lavras, à esquerda, e as dos ribeirões Anta Magra e Palmeiras, à direita; caminha por este espigão em demanda do ribeirão Palmeirinhas, no ribeirão Palmeiras; deste ponto vai, em reta, ao rio Catas Altas, na foz do ribeirão Iguatemi; sobe pelo rio Catas Altas até o ribeirão dos Veados; sobe por este até a foz do córrego Barreirinho; sobe por este até sua cabeceira mais ocidental, no divisor que separa as águas dos ribeirões dos Veados e Azedo, à esquerda, e as dos córregos Barreirinho e Lagoinha, à direita; segue por este divisor até entroncar com o divisor Azedo-Itapirapuã prossegue por este divisor em demanda da cabeceira do córrego Imbuia, pelo qual desce até sua foz no rio Itapirapuã, conhecido como ribeirão dos Macacos.
8 - Com o Estado do Paraná
Começa no rio Itapirapuã, na foz do córrego Imbuía; segue pela divisa com o Estado do Paraná, até a cabeceira do rio Itapirapuã, cabeceira que é contravertente do córrego Égua Morta, já na serra do Paranapiacaba, que ai tem o nome local de serra do Itapirapuã, onde tiveram início estas divisas.
b) Divisas Interdistritais 
1 - Entre os Distritos de Apiaí e Barra do Chapéu
Começa no espigão entre as águas dos ribeirões Palmeiras, Anta Magra e o rio Catas Altas, à esquerda, e as dos ribeirões das Lavras, do Azedo e da Estiva, à direita, no ponto de cruzamento com o contraforte que morre no ribeirão do Areado, na foz do córrego Limeira; caminha por este espigão até entroncar com o contraforte que morre na junção dos ribeirões Empossado e Areias; caminha por este contraforte até a citada junção. 

2 - Entre os Distritos de Apiaí e Araçaíba

Começa na junção dos ribeirões Empossado e Areias; sobe pelo ribeirão Empossado até sua cabeceira no espigão Catas Altas - Apiaí-Guaçu; segue por este espigão até a cabeceira do ribeirão do Fria e desce por este até o ribeirão Pião, pelo qual desce até o rio Apiaí-Guaçu e por este até a foz do ribeirão Santa Rita.
3 - Entre os Distritos de Apiaí e Itaóca
Começa na serra da Boa Vista, onde esta cruza com o divisor que deixa, à direita, as águas do ribeirão Passa Vinte e, à esquerda, as do ribeirão Burutuba e rio Palmital; segue pela serra da Boa Vista em demanda da foz do ribeirão do Funil, no ribeirão Palmital; continua pelo contraforte fronteiro até o divisor entre os ribeirões Palmital e Tijuco; segue por este divisor até cruzar com o contraforte que finda na ponte da rodovia Apiaí-Ribeira, sobre o ribeirão do Tijuco.
4 - Entre os Distritos de Araçaíba e Barra do Chapéu
Começa na junção dos ribeirões Empossado e Areias; segue pelo contraforte fronteiro até o divisor Catas Altas - Barra ou Bragança; prossegue por este divisor até entroncar com o divisor Barra ou Bragança - Chapéu; continua por este divisor em demanda da foz do córrego Chapeuzinho, no ribeirão do Chapéu; sobe por este até o ribeirão João Cardoso, pelo qual sobe até a foz do córrego Chuxeva; sobe, ainda, por este até sua cabeceira, na serra do Paranapiacaba; segue pela serra até entroncar com a serra do Bom Sucesso.

 

MUNICÍPIO DE ARAÇATUBA
(Criado em 1921)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Pereira Barreto
Começa no ribeirão Água Fria, na foz do córrego Centenário; desce por aquele até sua foz no rio Tietê; segue por este até o córrego do Osório ou Araçatubinha. 
2 - Com o Município de Sud Mennucci
Começa no rio Tietê, na foz do carrego do Osório ou Araçatubinha pelo qual sobe até a foz do córrego Quati.
3 - Com o Município de Guzolândia
Começa no córrego do Osório ou Araçatubinha na foz do córrego Quati, pelo qual sobe até sua cabeceira sudoriental, no divisor Osório ou Araçatubinha - Barreiro; segue por esse divisor em demanda da foz do córrego Bonito no córrego das Cabras, pelo qual desce até sua foz no ribeirão do Barreiro; sobe por este ribeirão até a foz do córrego das Táboas.
4 - Com o Município de Auriflama
Começa na foz do córrego das Táboas no ribeirão do Barreiro; sobe pelo córrego das Táboas até sua cabeceira no divisor entre os ribeirões Barreiro e Cruzes; segue por este divisor até a cabeceira do córrego de Morada, pelo qual desce até o ribeirão das Cruzes; sobe por este até o córrego da Barraca, pelo qual sobe até sua cabeceira no divisor Lambari-Cruzes; vai daí, em reta, ao ribeirão Lambari, na foz do córrego do Cateto.

5 - Com o Município de General Salgado
Começa no ribeirão Lambari, na foz do córrego do Cateto; daí vai, em reta, à foz do córrego da Divisa, no córrego Lajeado; sobe pelo córrego da Divisa até sua cabeceira; daí, vai, em reta, à cabeceira do córrego Tapera Queimada, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Açoita Cavalo e por este abaixo até o ribeirão Macaúbas e por este acima até a foz do córrego Retiro.
6 - Com o Município de Nova Luzitânia
Começa no ribeirão Macaúbas, na foz do córrego Retiro; daí, segue pelo contraforte fronteiro até o divisor Miacaúbas-Macaco ou Lagoa Escura; segue por este divisor até o ponto onde é cortado por uma reta de rumo Oeste que vem da cabeceira do galho da direita do córrego da Fazenda Córrego Fundo, no divisor Macaúbas - Mato Grosso; segue por essa reta até a referida cabeceira; desce pelo córrego da Fazenda Córrego Fundo até sua foz no ribeirão Mato Grosso.
7 - Com o Município de Turiúba

Começa no ribeirão Mato Grosso, na foz do córrego da Fazenda Córrego Fundo; desce pelo ribeirão Mato Grosso até a foz do córrego da Pedra.  
8 - Com o Município de Buritama
Começa na foz do córrego da Pedra, no ribeirão Mato Grosso, pelo qual desce até sua foz no rio Tietê; sobe por este até a foz do ribeirão Baguaçu.
9 - Com o Município de Birigui
Começa no rio Tietê, na foz do ribeirão Baguaçu pelo qual sobe até a foz do córrego Água Branca; sobe por este até o córrego Barro Preto; sobe ainda por este até sua cabeceira mais meridional; daí vai, em reta, à foz do córrego Tupi, no ribeirão Baguaçu, pelo qual sobe até a foz do córrego Elíseo

10 - Com o Município de Bilac

Começa no ribeirão Baguaçu, na foz do córrego Elíseo, sobe por este até a foz do córrego de Ângelo Panerari, pelo qual sobe até sua cabeceira mais ocidental no espigão-mestre entre os rios Tietê-Aguapeí; segue pelo espigão-mestre até a cabeceira mais setentrional do córrego Água Boa, pelo qual desce até a foz do terceiro afluente da margem esquerda, à montante da foz do córrego Três Nações.

11 - Com o Município de Gabriel Monteiro
Começa no córrego Água Boa, na foz do terceiro afluente da margem esquerda, a montante da foz do córrego Três Nações; desce pelo córrego Água Boa até a foz do córrego Boa Esperança ou do Perímetro. 

12 - Com o Município de Guararapes
Começa no córrego da Boa Esperança ou do Perímetro, na foz ao córrego Água Boa; sobe por aquele até sua cabeceira no espigão-mestre Feio ou Aguapeí -Tietê, segue pelo espigão-mestre até o divisor Prata-Frutal, prossegue por este divisor até a cabeceira mais meridional do córrego Jacutinga ou Santa Bárbara; desce por este até o córrego da Divisa e por este abaixo até o ribeirão Azul, pelo qual sobe até a foz do córrego da fazenda de Vicente Roque; sobe por este até sua cabeceira no divisor Azul-Aracanguá; segue por este divisor até a cabeceira do córrego Corredeira, pelo qual desce até o ribeirão Aracanguá, desce por este até a foz do córrego Areia Branca, pelo qual sobe até o córrego Uru, sobe por este até sua cabeceira; daí vai, em reta, à foz do córrego
Contravertente ou Vazante, no ribeirão Jacaré-Catinga.

13 - Com o Município de Valparaíso
Começa na foz do córrego Contravertente ou Vazante, no ribeirão Jacaré-Catinga; desce pelo ribeirão Jacaré-Catinga, até a ponte da estrada que vem do povoado de Silvânia; daí vai, em reta, em direção à foz do córrego Centenário, no ribeirão Água Fria; segue por esta reta até o ponto onde corta o espigão Água Fria - Jacaré-Catinga.
14 - Com o Município de Lavínia
Começa no espigão Água Fria - Jacaré-Catinga, no ponto onde é cortado pela reta que liga a foz do córrego Centenário no ribeirão Água Fria à ponte da estrada que vem de Silvânia sôbre o ribeirão Jacaré-Catinga; segue por este alinhamento até a foz do córrego Centenário, no ribeirão Água Fria onde tiveram início estas divisas. 

b) Divisas Interdistritais

1 - Entre os Distritos de Araçatuba e Santo Antônio do Aracanguá (ex-Major Prado) Começa no rio Tietê, na foz do córrego do Osório ou Araçatubinha; sobe pelo rio Tietê, até a foz do ribeirão Mato Grosso

 

MUNICÍPIO DE ARAÇOIABA DA SERRA
(Criado em 1936)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Capela do Alto
Começa no rio Sarapuí, na foz do córrego da Passagem ou Restinga, pelo qual sobe até sua cabeceira no divisor Sarapuí-Iperó; alcança, na contravertente, a cabeceira do ribeirão Capanema, pelo qual desce até o rio Iperó; desce pelo rio Iperó, até a foz do córrego Araçatuba; segue pelo contraforte fronteiro que deixa, à direita, as águas do córrego Araçatuba, até cruzar com o divisor Iperó-Sorocaba, na serra de Araçoiaba.
2 - Com o Município de Iperó
Começa na serra de Araçoiaba, no ponto de cruzamento com o divisor Iperó-Sorocaba; segue por esta serra que é o divisor Ferro-Verde até a cabeceira do córrego Distrital, pelo qual desce até o ribeirão Inácio; desce por este até sua foz no ribeirão Verde; continua pelo contraforte fronteiro até o divisor Verde- Ipanema; prossegue por este divisor até a cabeceira do córrego Araçoiaba, pelo qual desce ate sua foz no rio Ipanema.
3 - Com o Município de Sorocaba
Começa no rio Ipanema, na foz do córrego Araçoiaba; sobe pelo rio Ipanema ate a confluência do ribeirão do Lajeado; prossegue pelo contraforte entre o rio Ipanema, à esquerda, e o ribeirão do Lajeado, à direita, até cruzar com o divisor Lajeado-Pirapora,

4 - Com o Município de Salto de Pirapora
Começa no divisor Lajeado-Pirapora, no ponto de cruzamento com o contraforte que separa as águas do ribeirão do Lajeado das do rio Ipanema; continua pelo divisor entre as águas do ribeirão do Lajeado e as do rio Pirapora, até o contraforte que deixa, à direita, o córrego do Barulho; prossegue por este contraforte em demanda da foz do córrego do Barulho, no rio Pirapora, e por este abaixo ate sua foz no rio Sarapuí. 

5 - Com o Município de Sarapuí
Começa na foz do rio Sarapuí, no rio Pirapora, e vai por aquele abaixo até a foz do córrego da Divisa ou Dúvida.
6 - Com o Município de Itapetininga
Começa na foz do córrego da Divisa ou Dúvida, no rio Sarapuí, e vai por este até a foz do córrego da Passagem ou Restinga, onde tiveram início estas divisas. 

 

MUNICÍPIO DE ARAMINA
(Criado em 1963)

 

a) Divisas Municipais

1 - Com o Estado de Minas Gerais
Começa na foz do rio do Carmo no rio Grande; segue pela divisa com o Estado de Minas Gerais, até a foz do ribeirão Tabocas.
2 - Com o Município de Igarapava
Começa no rio Grande na foz de ribeirão Tabocas; sobe por este até a foz do córrego da Limeira, pelo qual sobe até a foz do seu galho nororiental; deste ponto segue pelo contraforte fronteiro até o divisor Limeira - Pedra Branca; continua por este divisor até a cabeceira do galho nororiental do córrego Paraíso, desce por este galho até sua foz no córrego Paraíso; segue Pelo contraforte fronteiro, até cruzar com o divisor entre os córregos Paraíso e Pedra Branca.
3 - Com o Município de Buritizal
Começa no divisor entre os córregos Paraíso e Pedra Branca no ponto em que cruza com o contraforte fronteiro à foz do galho nororiental do córrego Paraíso; prossegue por aquele divisor ate a cabeceira do córrego dos Menezes, pelo qual desce ate a sua foz no córrego Pedra Branca, sobe por este até a foz do córrego dos Camilos, pelo qual sobe até a foz do seu galho mais meridional; sobe por este galho até sua cabeceira no divisor entre as águas do córrego Pedra Branca e as do ribeirão Bandeira; continua por este divisor até o contraforte entre o córrego da Estivinha, à direita, e o ribeirão Bandeira, à esquerda; prossegue por este contraforte em demanda da foz do ribeirão Bandeira, no rio do Carmo.
4 - Com o Município de Ituverava
Começa na foz do ribeirão Bandeira, no rio do Carmo; desce por este até a foz do córrego do Limão. 
5 - Com o Município de Miguelópolis
Começa no rio do Carmo, na foz do córrego do Limão; desce pelo rio do Carmo, até a sua foz no rio Grande, onde tiveram início estas divisas.

 

MUNICÍPIO DE ARANDU
(Criado em 1963)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Cerqueira César
Começa na represa do rio Paranapanema, na foz do ribeirão Bonito; sobe por este ribeirão até a foz do córrego do Monjolinho, pelo qual sobe até a foz do córrego Timburi; sobe por este córrego até sua cabeceira; segue pelo divisor entre as águas do ribeirão Bonito, à direita, e as do ribeirão do Macuco, à esquerda, até o ponto onde é cortado pela reta do rumo Oeste que vem da foz do córrego de Vicente Oliveira no córrego Jamaica; segue por esta reta até a referida foz; desce pelo córrego Jamaica até a foz do córrego Taquara-Branca, pelo qual sobe até sua cabeceira no divisor entre o ribeirão Jamaica, à esquerda, e o ribeirão Bonito, à direita; alcança na contravertente a cabeceira do córrego da Divisa, pelo qual desce até o ribeirão Bonito.
2 - Com o Município de Avaré

Começa no ribeirão Bonito na foz do córrego da Divisa; segue em reta, à foz do córrego de Gabriel Dorta, no ribeirão dos Bugres; sobe pelo córrego de Gabriel Dorta e pelo seu braço oriental até sua cabeceira no contraforte Bugres-Saltinho; deste ponto vai em reta de rumo Leste até o espigão Boníto-Lajeado; segue por este espigão até cruzar com o divisor entre as águas dos ribeirões Bonito e Santa Bárbara; continua por este divisor até a cabeceira do córrego do Pomar, pelo qual desce até sua foz no córrego São Simão; desce por este córrego até sua foz no ribeirão Santa Bárbara, pelo qual desce até sua foz na represa do rio Paranapanema.
3 - Com o Município de Itaí
Começa na represa do rio Paranapanema, na foz do ribeirão Santa Bárbara; segue pela represa até a foz do ribeirão Bonito, onde tiveram início estas divisas.

 

MUNICÍPIO DE ARARAQUARA
(Criado em 1838)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Nova Europa
Começa no rio Jacaré-Guaçu, na foz do córrego Meia Légua; prossegue pelo contraforte que deixa, à direita, o córrego Meia Légua, até o espigão divisor entre os rios Jacaré-Guaçu e Itaquerê, pelo qual caminha em demanda da foz do córrego Bonito, no rio Itaquerê e por este sobe até a foz do córrego da Fazenda Água Sumida.

2 - Com o Município de Matão
Começa no rio Itaquerê, na foz do córrego da Fazenda Água Sumida; sobe por aquele até a foz do córrego da Fazenda Santa Antonieta; continua pelo contraforte entre as duas águas ate o espigão-mestre entre as águas ao rio Itaquerê e ribeirão Monte Alegre, e por este caminha em demanda da cabeceira do córrego da Colônia da Fazenda São Joaquim; desce por este até sua foz no ribeirão Monte Alegre; vai desta foz, em reta, á cabeceira mais meridional do córrego da Colônia da Fazenda Guarantã, e por este desce até o córrego da Ponte, e ainda por este até o ribeirão do Lajeado, pelo qual continua até a foz do córrego do Passa Cinco.
3 - Com o Município de Dobrada.
Começa na foz do córrego Passa Cinco, no ribeirão do Lajeado, pelo qual desce até a foz do córrego do Luciano.
4 - Com o Município de Guariba
Começa no ribeirão do Lajeado, na foz do córrego do Luciano e por aquele desce até sua foz no ribeirão Bom Fim, pelo qual desce até sua foz no rio Moji-Guaçu 
5 - Com o Município de Pradópolis
Começa na foz do ribeirão Bom Fim, no rio Moji-Guaçu, pelo qual sobe até a foz do córrego Guarani.
6 - Com o Município de Ribeirão Preto
Começa na foz do córrego Guarani, no rio Moji-Guaçu, pelo qual sobe até a foz do ribeirão das Almas.

7 - Com o Município de Rincão
Começa no rio Moji-Guaçu, na foz do ribeirão das Almas, pelo qual sobe até sua cabeceira de onde vai, em reta, à cabeceira do córrego Desbarrancado, cortando o ribeirão Rincão no divisor Rincão - Rancho Queimado.
8 - Com o Município de Santa Lúcia
Começa no divisor Rancho Queimado - Rincão, na cabeceira do córrego Desbarrancado; segue pelo divisor entra o ribeirão do Rincão, à direita, e o ribeirão Rancho Queimado, à esquerda, em demanda da foz do córrego do Boi, no ribeirão Rancho Queimado; sobe pelo córrego do Boi até a foz do córrego da Trela, daí, vai em reta, ao córrego Cabreúva, num ponto situado a 1 km à jusante de sua cabeceira; deste ponto vai, por nova reta, ao córrego da Fazenda Santa Isabel, num ponto situado a 1 km à jusante de sua cabeceira. 
9 - Com o Município de Américo Brasiliense
Começa no córrego da Fazenda Santa Isabel, num ponto situado a 1 km à jusante de sua cabeceira; sobe pelo córrego da Fazenda Santa Isabel, até sua cabeceira no espigão entre as águas dos ribeirões Rancho Queimado e Cruzeiro, à esquerda, e os ribeirões das Cruzes e do Ouro, à direita; segue por este espigão até cruzar com o contraforte entre o córrego do Paulino, à esquerda, e o córrego do Retiro, à direita; segue por este contraforte em demanda da confluência destes dois cursos d'água; daí, vai em reta, de rumo Leste, até o ribeirão das Anhumas, pelo qual desce até a foz do córrego Espraiado, de onde vai, em reta, à foz do córrego dos Portugueses no ribeirão das Cabaceiras.
10 - Com o Município de São Carlos
Começa no ribeirão das Cabaceiras, na foz do córrego dos Portugueses, pelo qual sobe até a foz do córrego José Ribeiro; vai desta foz, em reta à foz do córrego Salvador Martins, no ribeirão das Cabaceiras e por este acima até a foz do córrego Olhos d'Água. 

11 - Com o Município de Ibaté
Começa no ribeirão das Cabaceiras na foz do córrego Olhos d'Água; sobe por este até sua cabeceira mais meridional no divisor Cabaceiras-Anhumas; continua por este divisor até o divisor Anhumas-Chibarro; segue por este divisor até o contraforte que finda na foz do córrego da Várzea, no rio Chibarro; prossegue por este contraforte até a citada foz, sobe pelo córrego da Várzea até o ponto onde é cortado por uma reta de rumo Leste que vem do marco do quilômetro 228 da Companhia Paulista de Estradas de Ferro; daí, vai, em reta, ao referido marco cerca de dois quilômetros a Oeste da estação de Tamoio; daí vai, em reta à cabeceira do córrego Dobrada, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Corrente; prossegue pelo contraforte fronteiro até o divisor entre as águas deste e as do rio Jacaré-Guaçu; segue por este divisor até a cabeceira mais oriental do ribeirão Laranjal, pelo qual desce até o rio Jacaré-Guaçu.
12 - Com o Município de Ribeirão Bonito
Começa no rio Jacaré-Guaçu, na foz do ribeirão Laranjal; desce por aquele até a foz do córrego do Ipê.
13 - Com o Município de Boa Espenança do Sul
Começa no rio Jacaré-Guaçu, na foz do córrego do Ipê; desce por aquele até a foz do córrego Meia Légua, onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais
1 - Entre os Distritos de Araraquara e Bueno de Andrada
Começa no divisor entre as águas dos rios Jacaré-Guaçu e Itaquerê no ponto de cruzamento com o contraforte entre as águas dos córregos da Mulada e do Tanque; prossegue pelo divisor até alcançar a ponta dos trilhos do ramal dos lenheiros; segue pelo eixo da linha férrea até a Guarita; daí, vai em reta, à cabeceira do córrego da Trela, e por este abaixo até sua foz no córrego do Boi.
2 - Entre os Distritos de Araraquara e Gavião Peixoto
Começa no rio Jacaré-Guaçu, na foz do córrego do Tanque; caminha pelo contraforte entre as águas deste e as do ribeirão da Mulada, até o divisor Itaquerê - Jacaré-Guaçu.
3 - Entre os Distritos de Bueno de Andrada e Gavião Peixoto
Começa no divisor Itaquerê - Jacaré-Guaçu no ponto de cruzamento com o contraforte entre os córregos do Tanque e da Mulada; segue pelo divisor até o contraforte que finda no rio Itaquerê, na foz do córrego do Periquito; prossegue por este contraforte em demanda da referida foz.
4 - Entre os Distritos de Bueno de Andrada e Motuca
Começa no córrego da Ponte na foz da primeira água à montante de sua foz no ribeirão Lajeado; vai, daí, em reta, à foz do córrego da Fazenda Capão Bonito, no ribeirão Monte Alegre; continua pelo contraforte que deixa à direita, as águas do córrego Boqueirão, e, à esquerda, as do córrego da Fazenda Namura, indo até a cabeceira do ribeirão das Almas.

 

MUNICÍPIO DE ARARAS
(Criado em 1871)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Rio Claro
Começa no espigão-mestre Piracicaba - Moji-Guaçu, no ponto de entroncamento com o divisor entre o ribeirão Santa Gertrudes e o córrego Ibitinga: segue pelo espigão-mestre e seu prolongamento até a foz do córrego Monte Alegre, no córrego do Jacu, cabeceira do ribeirão Roque.
2 - Com o Município de Leme
Começa na foz do córrego Monte Alegre, no córrego do Jacu; sobe por este até sua cabeceira mais oriental no espigão, deixando ao Norte as cabeceiras do ribeirão da Invernada; segue por este espigão até alcançar a cabeceira mais acidental do córrego da Fazenda São Bento; desce por este até a foz do córrego da Colônia Sesmaria; sobe por este até sua cabeceira mais meridional, no espigão que deixa, ao Norte, as águas do ribeirão do Meio, e, ao Sul, as do ribeirão das Araras; segue por este espigão até alcançar o espigão que deixa, à direita, as águas deste último ribeirão, e, à esquerda, as do córrego Rio das Pedras, espigão pelo qual continua até a cabeceira mais ocidental do córrego do Rio das Pedras, pelo qual desce até o rio Moji-Guaçu; sobe por este até a foz do córrego do Retiro da Cascata.

3 - Com o Município de Moji-Guaçu

Começa no rio Moji-Guaçu, na foz do córrego do Retiro da Cascata; sobe pelo rio Moji-Guaçu, até a foz do córrego Corta-Rabicho ou Serra Velha.

4 - Com o Município de Conchal
Começa no rio Moji-Guaçu, na foz do córrego Corta Rabicho ou Serra Velha, pelo qual sobe até sua cabeceira sudoriental; segue, em reta, à foz do ribeirão do Pântano, no ribeirão do Cerrado e daí, por nova reta, vai à foz do córrego do Barbosa, no ribeirão do Ferraz, pelo qual sobe até a foz do ribeirão do Pinhal.

5 - Com o Município de Artur Nogueira
Começa no ribeirão do Ferraz, na foz do ribeirão do Pinhal; sobe por aquele até a foz do córrego Bom Jesus, pelo qual sobe até a sua cabeceira mais ocidental no espigão-mestre Piracicaba - Moji-Guaçu,

6 - Com o Município de Limeira

Começa no espigão-mestre Moji-Guaçu - Piracicaba, na cabeceira mais ocidental do córrego Bom Jesus; segue pelo espigão-mestre até a cabeceira do córrego da Fazenda São Jerônimo

7 - Com o Município de Cordeirópolis
Começa no espigão-mestre Moji-Guaçu - Piracicaba, na cabeceira ao córrego da Fazenda São Jerônimo; segue pelo espigão-mestre até o divisor entre as águas dos ribeirões Santa Gertrudes e Tatu.

8 - Com o Município de Santa Gertrudes
Começa no espigão-mestre Moji-Guaçu - Piracicaba, no ponto de entroncamento com o divisor entre os ribeirões Tatu e Santa Gertrudes; segue pelo espigão-mestre até o divisor entre o ribeirão Santa Gertrudes e córrego Ibitinga, onde tiveram início estas divisas.

 

MUNICÍPIO DE AREALVA
(Criado em 1948)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Reginópolis
Começa no pião divisor entre o córrego Boa Vista, ribeirão Clavinote e rio Claro; segue pelo espigão entre as águas do rio Claro, à direita, e as do ribeirão Clavinote, à esquerda, até a cabeceira mais ocidental da água do Meio.
2 -  Com o Município de lacanga.
Começa no espigão entre as águas dos rios Bataina de um lado e Claro do outro, na cabeceira mais ocidental da água do Meio, pela qual desce até sua foz no rio Claro; desce pelo rio Claro até a foz do córrego Jacuba; segue pelo contraforte fronteiro que deixa, à direita, as águas do córrego Jacuba até o divisor Claro-Tietê; prossegue por este divisor até a cabeceira mais ocidental do córrego Santa Clara, pelo qual desce até sua foz no rio Tietê.

3 - Com o Município de Itaju
Começa no rio Tietê, na foz do córrego Santa Clara; sobe pelo rio até a foz do ribeirão Boa Vista de Cima.
4 - Com o Município de Bariri
Começa no rio Tietê, na foz do ribeirão Boa Vista de Cima; sobe pelo rio Tietê até a foz do ribeirão do Veado.
5 - Com o Município de Pederneiras
Começa no rio Tietê, na foz do ribeirão do Veado, sobe por este até sua cabeceira mais ocidental, no divisor da margem esquerda do córrego Faxinal; segue por este divisor até o espigão Água Parada - Tietê.
6 - Com o Município de Bauru
Começa no espigão entre as águas ao rio Batalha e Tietê, no ponto de cruzamento com o divisor da margem esquerda do córrego Faxinal; segue pelo espigão Tietê - Água Parada até o pião divisor entre o córrego Boa Vista, ribeirão Clavinote e rio Claro, onde tiveram início estas divisas.

 

b) Divisas Interdistritais
1 - Entre os Distritos de Arealva e Jacuba
Começa no espigão Água Parada - Tietê, no ponto de cruzamento com o divisor entre o ribeirão Bonito, à esquerda, e os ribeirões do Veado e Pirapitinga à direita; segue por este divisor até cruzar com o contraforte que deixa, à esquerda, a água Angico; continua por este contraforte em demanda da foz do córrego Estiva, no ribeirão Bonito; prossegue pelo contraforte fronteiro, que deixa, à esquerda, o córrego Estiva até o divisor Claro-Tietê; continua por este divisor até cruzar com o contraforte da margem direita do córrego Jacuba.

 

MUNICÍPIO DE AREIAS
(Criado em 1816)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Queluz
Começa no rio Itagaçaba, na foz do córrego São Brás, pelo qual sobe até sua cabeceira mais oriental; prossegue pelo divisor entre as águas do rio Paraíba, à esquerda, e as do rio Itagaçaba, à direita, até atingir o divisor entre os rios Paraíba e Vermelho, que tem o nome local de Serrote e Morro da Fortaleza; continua por este divisor até a cabeceira do primeiro córrego que deságua abaixo da povoação do Salto, e por esse córrego abaixo até o rio Paraíba.
2 - Com o Estado do Rio de Janeiro
Começa no rio Paraíba, na foz do primeiro córrego que deságua abaixo da povoação do Salto; segue pela divisa com o Estado do Rio de Janeiro, até a cabeceira mais ao Norte do córrego da Estrada

3 - Com o Município de São José do Barreiro
Começa no divisor que deixa, à esquerda, as águas do ribeirão de Santana e, à direita, as do ribeirão Vermelho, na cabeceira mais ao Norte do córrego da Estrada; segue por este divisor até o divisor do morro Frio; continua por este divisor até entroncar com o contraforte que morre no ribeirão de Santana, na foz do córrego da Pedra Branca; segue por este contraforte até a citada foz; sobe pelo ribeirão Santana até sua cabeceira na serra da Bocaína cabeceira que contraverte com a do córrego da Vargem do Inácio; segue pela serra da Bocaina, passando pelos altos do Campestre e da Vaca Branca, até cruzar com o espigão entre as águas dos rios Mambucaba e do Veado à esquerda, e as do rio Paraitinga, à direita; continua por este espigão, passando pelo morro da Boa Vista, morro do Encantado e Alto do Segredo até a cabeceira mais oriental do ribeirão da Estiva; desce por este ribeirão até sua foz no rio Paraitinga.

4 - Com o Município de Cunha
Começa no rio Paraitinga, na foz do ribeirão da Estiva; sobe por aquele até a foz do córrego das Pedras, pelo qual sobe até sua cabeceira; continua pelo espigão que deixa, à direita, as águas aos córregos do Cansa Cavalo e do Saci, até a cabeceira do córrego Curral Velho.

5 - Com o Município de Silveiras

Começa no alto do espigão chamado dos Macaquinhos, na cabeceira do córrego Curral Velho; desce por este até o ribeirão dos Cochos; segue pelo contraforte fronteiro até o divisor Côchos-Paraitinga; prossegue por este divisor até o espigão-mestre Paraiba-Paraitinga; prossegue por este espigão-rnestre até frontear a cabeceira mais meridional do ribeirão Tomeirão e por este abaixo até o rio Itagaçaba, e por este ainda até a foz do córrego São Brás, onde tiveram início estas divisas.

 

MUNICÍPIO DE AREIÓPOLIS
(Criado em 1958)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Lençóis Paulista
Começa no divisor Areia Branca - Fartura, no ponto de cruzamento com o contraforte que finda no ribeirão Areia Branca, na foz do ribeirão Borm Sucesso; segue pelo divisor Areia Branca - Fartura até o contraforte entre o córrego Bocaina, à esquerda, e a Aguinha, à direita; prossegue por este contraforte até a cabeceira do córrego São Vicente, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Areia Branca; segue pelo contraforte fronteiro até o divisor Areia Branca - Paraíso; continua por este divisor, entre o ribeirão Areia Branca, à esquerda, e o ribeirão Paraíso, à direita, até cruzar com o contraforte entre o córrego do Coqueiro, à esquerda, e córrego da Grama, à direita; prossegue por esse contraforte em demanda da foz do córrego da Grama, no rio Lençóis, pelo qual desce até a foz do córrego da Iara.

2 - Com o Município de Macatuba
Começa na foz do córrego da Iara, no rio Lençóis, pelo qual desce até a foz do ribeirão Paraíso.
3 - Com o Município de Igaraçu do Tietê.

Começa no rio Lençóis, na foz do ribeirão Paraíso, pelo qual sobe até a foz do ribeirão Santo Antônio.
4 - Com o Município de São Manuel.
Começa na foz do ribeirão Santo Antônio, no ribeirão Paraíso, pelo qual sobe até a foz do córrego Figueira; segue pelo contraforte entre o córrego Figueira, à direita, e o ribeirão Paraíso e córregos do Doca e do Maleiteiro, à esquerda, até cruzar com o divisor Paraíso - Areia Branca; segue por este divisor até a cabeceira do córrego da Fazenda São Joaquim, pelo qual desce ate sua foz, no ribeirão Areia Branca; desce pelo ribeirão Areia Branca até a foz do ribeirão Bom Sucesso; continua pelo contraforte da margem esquerda do ribeirão Bom Sucesso até cruzar com o divisor Areia Branca - Fartura, onde tiveram início estas divisas.

 

MUNICÍPIO DE ARIRANHA
(Criado em 1918)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Palmares Paulista
Começa no córrego do Veado na foz do córrego Fazendinha; desce por aquele até a foz do córrego Jandaía ou Jandira, pelo qual sobe até a foz ao córrego do Ferraz; sobe por este até a foz do córrego da Fazenda Santa Brígida, pelo qual sobe até sua cabeceira no divisor Boa Vista do Generoso ou Jacaré-Ariranha; segue por este divisor até a cabeceira do córrego Palmital, pelo qual desce até a sua foz no ribeirão da Onça.
2 - Com o Município de Pirangí
Começa no ribeirão da Onça, na foz do córrego Palmital; sobe por aquele até a foz do córrego Queiroz.
3 - Com o Município de Vista Alegre do Alto
Começa no ribeirão da Onça, na foz do córrego Queiroz; sobe pelo ribeirão da Onça até a foz do córrego Boa Vista.
4 - Com o Município de Monte Alto
Começa na foz do córrego Boa Vista, no ribeirão da Onça, pelo qual sobe até a foz do ribeirão do Mendes.

5 - Com o Município de Fernando Prestes
Começa no ribeirão da Onça, na foz do ribeirão do Mendes, pelo qual sobe até a foz do córrego Congonhas e por este acima até sua cabeceira no espigão entre as águas dos córregos Cunha e Cocais.
6 - Com o Município de Santa Adélia
Começa na cabeceira do córrego Congonhas, no espigão entre as águas do córrego Cunha, ao Sul, e o córrego Cocais ao Norte; segue pelo espigão até a cabeceira do córrego do Cedro, pelo qual desce até o córrego Cocais, e por este até o córrego do Leite; sobe pelo córrego do Leite até a foz do córrego da Fazenda São Luís, pelo qual sobe até sua cabeceira norocidental; alcança na contravertente a cabeceira nororiental do córrego dos Limos, pelo qual desce até a foz do córrego Boa Esperança.

7 - Com o Município de Pindorama
Começa na foz do córrego Boa Esperança, no córrego dos Limas; desce por este até a foz do córrego da Figueira, continua pelo contraforte que deixa, à direita as águas deste último, e à esquerda, as do córrego das Araras, até encontrar o espigão São Domingos - Onça, pelo qual avança até a cabeceira do córrego do Veado, pelo qual desce até a foz do córrego Fazendinha, onde tiveram início estas divisas.

 

MUNICÍPIO DE ARTUR NOGUEIRA
(Criado em 1948)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Limeira
Começa na cabeceira mais ocidental do córrego Pinheirinho; continua pelo divisor que deixa a direita, as águas do ribeirão Três Barras, e à esquerda, as do ribeirão do Pinhal até o contraforte da margem esquerda do córrego Barreiro; segue por este contraforte até a foz do córrego da Fazenda de J. Sampaio, no córrego Barreiro, sobe por aquele até sua cabeceira mais setentrional no espigão-mestre Piracicaba - Moji Guaçu, segue pelo espigão-mestre até a cabeceira mais ocidental do córrego Bom Jesus.
2 - Com o Município de Araras
Começa no espigão-mestre Piracicaba - Moji Guaçu, na cabeceira mais ocidental do córrego Bom Jesus; desce por este até sua foz no ribeirão do Pinhal, pelo qual desce até sua foz no córrego da Guaiquica, formadores do ribeirão do Ferraz.
3 - Com o Município de Conchal
Começa na confluência do ribeirão do Pinhal e córrego Guaiquica, formadores do ribeirão do Ferraz; segue pelo espigão que deixa, à esquerda, as águas do córrego da Barra, em demanda da foz do córrego de Coxim, no córrego da Barra; sobe pelo córrego do Coxim até a ponte da estrada de rodagem que da cidade de Moji Mirim vai à cidade de Limeira. 

4 - Com o Município de Moji Mirim
Começa na ponte da estrada de rodagem que, da cidade de Moji-Mirim, vai à cidade de Limeira, sobre o córrego do Coxim; continua pelo contraforte fronteiro até o divisor da margem esquerda do córrego do Coxim; segue por este divisor até o seu cruzamento com o divisor que deixa, à esquerda, as águas dos ribeirões Pederneiras e da Vatinga, e à direita, as do ribeirão Boa Vista; prossegue por este divisor, até o divisor que deixa, à direita, os águas do ribeirão Boa Vista, continua por este divisor até a cabeceira norocidental do córrego de Manuel Dias, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Pirapitingui.
5 - Com o Município de Santo Antônio de Posse
Começa no ribeirão Pirapitingui, na foz do córrego de Manuel Dias; segue pelo contraforte fronteiro que deixa, à direita, as águas do córrego Quatá ou Estiva, até o divisor entre as águas do ribeirão Pirapitinguí, à direita, e as do ribeirão da Ressaca, à esquerda; continua por este divisor até cruzar com o divisor Ressaca-Cachoeira. 
6 - Com o Município de Jaguariúna

Começa no divisor entre o ribeirão Pirapitingui à direita, e os ribeirões da Ressaca e da Cachoeira à esquerda, no ponto de cruzamento com o divisor Ressaca-Cachoeira; segue pelo primeiro divisor até entroncar com o contraforte entre o ribeirão da Cachoeira à esquerda, e o córrego João Paulino, à direita; segue por este contraforte, até a foz deste córrego no ribeirão da Cachoeira, pelo qual desce até a foz do córrego do Boldim, Cemitério ou Capela.
7 - Com o Município de Cosmópolis
Começa no ribeirão da Cachoeira na foz do córrego do Boldim, Cemitério ou Capela; sobe por este até sua cabeceira; ganha em reta a cabeceira ocidental do córrego Socegã ou Jacinto, e por este desce ao rio Pirapitingui; sobe por este até a foz da grota de Manuel Guimaro, pela qual sobe até a sua cabeceira; segue em reta, ao quilômetro 41 da estrada de rodagem que liga Artur Nogueira a Cosmópolis; segue ainda, por nova reta, à foz do córrego Sítio Novo no ribeirão Monjolo Grande; sobe por este até a foz do córrego Pinheirinho e por este acima até sua cabeceira mais ocidental, no divisor Três Barras - Pinhal, onde tiveram início estas divisas

 

MUNICÍPIO DE ARUJÁ
(Criado em 1958)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Guarulhos
Começa no espigão entre as águas dos rios Tietê e Baquirivu-Guaçu na cabeceira do córrego do Taboão, desce por este córrego ate sua foz no rio Baquirivu-Guaçu; alcança o divisor fronteiro, pelo qual prossegue até o Morro Grande, vai deste ponto, a cabeceira do córrego do Morro Grande pelo qual desce até o rio Jaguari, e por este ainda até a foz do ribeirão Itaberaba do Jaguari.

2 - Com o Município de Santa Isabel
Começa na foz do ribeirão Itaberaba do Jaguari, no rio Jaguari, pelo qual desce até a foz do córrego do Morro do Retiro; sobe por este córrego até sua cabeceira mais meridional; ganha, em reta, a foz do córrego da Cachoeira no córrego dos índios; segue pelo divisor fronteiro até a cabeceira do galho de Leste do córrego São Bento, pelo qual desce até o rio Parateí.

3 - Com o Município de Moji das Cruzes
Começa no rio Parateí na foz do córrego São Bento; sobe pelo rio Parateí até a foz do ribeirão Taboãozinho.

4 - Com o Município de Itaquaquecetuba
Começa no rio Parateí, na foz do ribeirão Taboãozinho, pelo qual sobe até o córrego de J. Felíx; sobe por este córrego até sua cabeceira mais ocidental no divisor Taboãozinho-Una; segue por este divisor até cruzar com o divisor Una-Caputera; continua por este divisor em demanda da foz do córrego Perová, no ribeirão Caputera; sobe pelo córrego Perová, até sua cabeceira mais ocidental; continua pelo espigão entre as águas dos rios Baquirivu-Guaçu e Perová até a cabeceira do córrego do Taboão, onde tiveram início estas divisas.

 

MUNICÍPIO DE ASSIS
(Criado em 1917)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Cruzalia
Começa no ribeirão do Bugio, na foz do córrego ao Bugiozinho; sobe pelo ribeirão do Bugio até sua cabeceira no pião divisor entre os ribeirões dos Anhumas, do Bugio, do Dourado e do Cervo.
2 - Com o Município de Maracaí
Começa no pião divisor entre os ribeirões dos Anhumas, do Bugio, do Dourado e do Cervo; continua pelo divisor entre as águas do rio Capivara e ribeirão do Cervo, à esquerda, e as do ribeirão Dourado, à direita, até a cabeceira do córrego do Cateto, pelo qual desce até o ribeirão do Cervo, e por este acima até a foz do da Figueira.
3 - Com o Município de Paraguaçu Paulista
Começa na foz do córrego da Figueira no ribeirão do Cervo, pelo qual sobe até a foz do córrego Tempestade, pelo qual sobe até sua cabeceira, no divisor Cervo — Antas; alcança na contravertente a cabeceira do córrego do Ajoro, pelo qual desce até o ribeirão das Antas, e por este ainda até a foz da Água Bonita; continua pelo contraforte fronteiro entre as águas Bonita e do Retiro até o divisor Antas-Capivara; continua por este divisor até a cabeceira mais meridional da água da Mombuca, pela qual desce até o ribeirão Capivara.
4 - Com o Município de Lutécia
Começa no ribeirão Capivara, na foz do córrego da Mombuca; sobe pelo ribeirão Capivara até a foz do ribeirão São Bartolomeu; sobe por este até a foz do primeiro córrego da margem direita, a jusante da foz do córrego do Espraiado.

5 - Com o Município de Echaporã

Começa no ribeirão São Bartolomeu, na foz do primeiro córrego da margem direita, a jusante da foz do córrego do Espraiado; sobe pelo ribeirão São Bartolomeu até sua cabeceira mais oriental, conhecida como água do Tanquinho, no divisor Pirapitinga - São Bartolomeu.
6 - Com o Município de Platina
Começa no divisor Pirapitinga - São Bartolomeu na cabeceira mais oriental do ribeirão São Bartolomeu, conhecida como água do Tanquinho; segue pelo divisor até a cabeceira da água do Café; desce por esta e pelo ribeirão Pirapitinga até a ponte da estrada de rodagem que vai da cidade de Platina à de Assis.
7 - Com o Município de Cândido Mota
Começa na ponte do ribeirão Pirapitinga, na estrada de rodagem que de Assis vai a Platina; vai, daí, em reta, à foz do córrego Matão, no córrego do Pavão, e desta foz segue, em reta, à foz da água da Figueira, no córrego do Jacu; sobe por aquela até sua cabeceira e continua pelo espigão que deixa, à esquerda, as águas do ribeirão da Queixada, e à direita, as do ribeirão Fortuna, até o divisor Aldeia de um lado, e Queixada e Taquaruçu, do outro; segue por este divisor até o pião divisor entre os córregos do Prato, da Paca e Taquaruçu.

8 - Com o Município de Florínia
Começa no pião divisor entre es córregos do Prato, da Paca e Taquaruçu; alcança a cabeceira do córrego da Paca, pelo qual desce até sua foz no ribeirão do Dourado; continua pelo contraforte fronteiro até o contraforte entre as águas do ribeirão do Dourado e córrego Santo Antônio, à direita, e as do córrego do Barbado, à esquerda; segue por este contraforte até cruzar com o divisor Santo Antônio - Bugio; segue por este divisor até cruzar com o contraforte entre o córrego do Bugiozinho, à direita, e o ribeirão do Bugio, à esquerda; prossegue por este contraforte em demanda da foz do córrego do Bugiozinho no ribeirão do Bugio, onde tiveram início estas divisas.

 

b) Divisas Interdistritais
1 - Entre os Distritos de Assis e Tarumã
Começa no divisor que separa as águas dos ribeirões da Queixada e Dourado no ponto de entroncamento com o divisor entre as águas do córrego da Fortuna, à direita, e as do ribeirão Dourado, à esquerda; segue por este divisor até a cabeceira do córrego Cateto, afluente do córrego da Fortuna.

 

MUNICÍPIO DE ATIBAIA
(Criado em 1769)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Jarinu
Começa na foz do ribeirão das Taipas, no rio Jundiaí; sobe por êste até a foz do córrego de Rio Acima; segue pelo contraforte da margem direita deste córrego e pelo divisor entre o rio Atibaia e ribeirão Maracanã, até a foz do ribeirão do Morro de Antônio Alves, no ribeirão Campo Largo pelo qual desce até o rio Atibaia; desce por êste até a foz do ribeirão do Mato Dentro.
2 - Com o Município de Bragança Paulista
Começa no rio Atibaia, na foz do ribeirão do Mato Dentro; sobe por este até sua cabeceira mais meridional; continua pelo divisor em demanda da confluência do córrego da Bocaina, que passa na sede da Fazenda do Trigo no rio das Pedras; sobe por êste até a ponte da Estrada de Ferro Sorocabana, ramal de Bragança; prossegue pelo espigão dos Cubas até a confluência do córrego do Areal, no ribeirão da Ressaca, que vem do bairro do Morro Grande; continua pelo espigão que deixa, à direita, as águas do ribeirão dos Peçanhas, até o Morro Grande dos Cunhas, na cabeceira mais setentrional do córrego Padre Abel.
3 - Com o Município de Piracaia
Começa no Morro Grande dos Cunhas, na cabeceira mais setentrional do córrego Padre Abel; desce por êste até o rio Cachoeira, e, por êste, ainda, até o rio Atibaia ou Atibainha.
4 - Com o Município de Bom Jesus dos Perdões
Começa no rio Atibaia ou Atibainha, na foz do rio Cachoeira; desce pelo rio Atibaia, até a foz do ribeirão da Laranja Azeda, pelo qual sobe até sua cabeceira mais ocidental, já no pico da serra de Itapetinga; continua por esta em demanda da foz do córrego da Pedra Vermelha, no ribeirão Itapetinga; transpõe o ribeirão, seguindo pela cumiada da serra da Pedra Vermelha, deixando à esquerda, as águas do ribeirão Itapetinga ou dos Pintos, e contornando as cabeceiras do córrego da Pedra Vermelha, até o pião divisor entre as águas dos rios Jundiaí, Onofre e Cachoeirinha.

5 - Com o Município de Mairiporã
Começa no pião divisor entre as águas dos rios Jundiaí, Onofre e Cachoeirinha; prossegue pelo divisor que deixa, ao Norte, as águas do rio Atibaia e ao Sul, as do rio Jundiaí, em demanda da foz do córrego Canjica, no rio Jundiaí; segue pelo contraforte fronteiro que deixa, à esquerda, as águas deste córrego até alcançar a serra do Botujuru, divisor entre as águas dos rios Jundiaí e Juqueri; segue pela serra até cruzar com o divisor entre o córrego da Estiva, à esquerda, e as do ribeirão do Eusébio, à direita, na cabeceira mais oriental do ribeirão do Eusébio.
6 - Com o Município de Francisco Morato.
Começa na serra do Botujuru, no divisor entre as águas do rio Jundiaí, ao Norte, e as do rio Juqueri, ao Sul, no ponto de cruzamento com o divisor entre as águas do córrego da Estiva, à esquerda, e as do ribeirão do Eusébio, à direita, na cabeceira mais oriental do ribeirão do Eusébio; segue pela crista da serra ate cruzar o contraforte entre as águas do ribeirão das Taipas, à direita; e as do ribeirão das Éguas ou da Fazenda Velha, à esquerda.
7 - Com o Município de Campo Limpo
Começa na serra do Botujuru, onde esta cruza com o contraforte que deixa, à direita, as águas do ribeirão das Taipas, e, à esquerda, o ribeirão das Éguas ou da Fazenda Velha; segue pelo contraforte até a foz do ribeirão das Taipas no rio Jundiaí, onde tiveram início estas divisas

 

MUNICÍPIO DE AURIFLAMA
(Criado em 1954)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Guzolândia
Começa no ribeirão do Barreiro, na foz do córrego das Táboas; sobe pelo ribeirão do Barreiro até a foz do primeiro afluente da margem direita acima da foz do córrego do Bagre; sobe por êsse afluente até sua cabeceira no divisor Tietê - São José dos Dourados; segue por êsse divisor até a cabeceira do ribeirão Sucurí, pelo qual desce até sua foz no rio São José dos Dourados.
2 - Com o Município de Palmeira d'Oeste
Começa no rio São José dos Dourados, na foz do ribeirão Sucuri, sobe pelo rio São José dos Dourados até a foz do ribeirão Coqueiro.
3 - Com o Município de São Francisco
Começa na foz do ribeirão Coqueiro, no rio São José dos Dourados, pelo qual sobe até a foz do ribeirão Marimbondo

4 - Com o Município de Jales
Começa na foz do ribeirão Marimbondo no rio São José dos Dourados, pelo qual sobe até a foz do ribeirão Buritis.
5 - Com o Município de General Salgado
Começa no rio São José dos Dourados, na foz do ribeirão Buritis; sobe por êste até a foz do córrego da Barraca, pelo qual sobe até a foz do córrego do Acampamento; sobe ainda por êste córrego até sua cabeceira; daí segue em demanda do espigão-mestre São José dos Dourados - Tietê; continua por êste espigão-mestre ate a cabeceira da água Limpa ou Serraria, pela qual desce até a sua foz no ribeirão Lambari; desce pelo ribeirão Lambari até a foz do córrego do Cateto.
6 - Com o Município de Araçatuba
Começa no ribeirão Lambari, na foz do córrego do Cateto; daí vai, em reta, ao divisor Lambari-Cruzes, na cabeceira do córrego da Barraca, pelo aual desce até sua foz no ribeirão das Cruzes; desce ainda por êste até a foz do córrego da Morada; sobe por êste até sua cabeceira, no divisor Cruzes-Barreiro; segue por êste divisor até a cabeceira do córrego das Táboas, pelo qual desce até a sua foz no ribeirão do Barreiro, onde tiveram início estas divisas.

 

MUNICÍPIO DE AVAÍ
(Criado em 1919)

 

a) Divisas Municipais

Começa no rio Batalhinha, na foz da água São Sebastião; desce pelo rio Batalhinha até a foz do ribeirão Presidente Alves, pelo qual sobe até a foz da água Arrebenta Rabicho; sobe por esta água até sua cabeceira; continua pelo divisor Batalhinha-Jacutinga, até a cabeceira do galho ocidental do córrego José dos Santos, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Jacutinga; sobe pelo ribeirão Jacutinga até a foz do córrego Tamanduá; continua pelo contraforte que deixa, à esquerda, os córregos Tamanduá e do Cateto até cruzar, com o divisor Jacutinga-Guaricanga; segue por êste divisor até a cabeceira do ribeirão do Carneiro, pelo qual desce até o ribeirão Guaricanga; desce por êste ribeirão até sua foz no rio Batalha.

2 - Com o Município de Reginópolis
Começa no rio Batalha, na foz do ribeirão Guaricanga; segue pelo divisor entre as águas do ribeirão Clavinote, à esquerda, e as do ribeirão Água Parada, à direita, até cruzar com o contraforte entre os córregos Boa Vista e da Estiva.

3 - Com o Município de Bauru
Começa no contraforte entre as águas dos ribeirões Clavinote e Água Parada, no ponto de cruzamento com o contraforte entre os córregos Boa Vista e da Estiva; segue por êste contraforte em demanda da foz do córrego dos Patos, no ribeirão Água Parada; sobe pelo córrego dos Patos até a cabeceira do seu galho meridional, no divisor entre as águas do ribeirão Água Parada e as da Água Parada de Baixo, à esquerda e as do rio Batalha, à direita; segue por êste divisor até o divisor entre o ribeirão do Pântano, à direita, e o córrego Barra Grande, à esquerda; segue por êste divisor até a cabeceira do galho da esquerda da água Grande, pela qual desce até sua foz no rio Batalha; desce por êste até a foz do ribeirão dos Macacos; sobe por êste até sua cabeceira no pião divisor entre a água do Paiol, ribeirão dos Macacos e ribeirão do Barreiro.

4 - Com o Município de Duartina
Começa no pião divisor entre a água do Paiol e ribeirões dos Macacos e do Barreiro, na cabeceira da água da Laranjinha, pela qual desce até o ribeirão do Rancho; desce por êste até a foz da água do Veado, formadores do ribeirão do Barreiro; vai, daí, em reta, à foz do córrego dos Gomes, no córrego da Antinha; segue por nova reta à cabeceira do córrego Araribá no divisor entre o córrego da Antinha e da água da Barra Grande; segue por êste divisor até a cabeceira do córrego Guarnetti, de onde vai, em reta, ao contraforte Barra Grande-Meio, na cabeceira do galho oriental do córrego Santa Eugênia, pelo qual desce até sua foz, na água do Meio.
5 - Com o Município de Gália
Começa na água do Meio, na foz do córrego Santa Eugênia; segue pelo contraforte fronteiro até o contraforte entre a água do Meio e o córrego Anhumas; continua por êste contraforte até a cabeceira da água do Noronha, pela qual desce até a sua foz no córrego Anhumas; desce por êste até a foz da água do Gabriel, pela qual sobe até sua cabeceira, no divisor Anhumas-Batalhinha; alcança, na contravertente, a cabeceira da água São Sebastião, pela qual desce até o rio Batalhinha, onde tiveram início estas divisas.
b) Divisas Interdistritais
1 - Entre os Distritos de Avaí e Nogueira
Começa no divisor entre as águas do córrego Antinha, à direita, e as do córrego Araribá, à esquerda, na cabeceira do córrego Araribá; segue pelo divisor Araribá-Antinha, até a cabeceira da água da Serraria, pela qual desce até o rio Batalha; desce por êste até a foz da água dos Seis Alqueires, pela qual sobe até sua cabeceira; alcança na contravertente a cabeceira mais próxima da água Santa Maria, pela qual desce até sua foz na água da Cobra; sobe pela água da Cobra até a cabeceira do primeiro galho da margem direita, no contraforte entre as águas do rio Batalha, à esquerda, e as do córrego Fundo, à direita; segue por êste contraforte em demanda da foz do córrego do Pântano, no ribeirão Fundo; desce por êste até o rio Batalha, pelo qual desce até a foz do ribeirão Guaricanga.

 

MUNICÍPIO DE AVANHANDAVA

(Criado em 1925)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Penápolis
Começa no espigão-mestre entre os rios Tietê e Feio, na cabeceira mais oriental do córrego do Matão; segue pelo espigão-mestre até o divisor que deixa, à esquerda, as águas do ribeirão Lajeado, e, à direita, as dos ribeirões Barra Mansa e Farelo; segue por êste divisor até a cabeceira meridional do córrego do Banhado.
2 - Com o Município de Barbosa
Começa no espigão entre os ribeirões Lajeado e Farelo, na cabeceira meridional do córrego do Banhado; segue por êste espigão até a cabeceira do córrego Baguaçu, pelo qual desce até sua foz no córrego da Morada, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Farelo; sobe por êste até a confluência do ribeirão da Rancharia com o córrego da Quaresma; continua pelo contraforte Rancharia-Formiga até o espigão entre o ribeirão Farelo, de um lado, e o córrego dos Patinhos e ribeirão dos Patos, do outro lado; prossegue por êste espigão até o espigão Patinhos-Patos; segue por êste espigão até a cabeceira do córrego do Brejão, pelo qual desce até sua foz no ribeirão dos Patos.
3 - Com o Município de Promissão
Começa no ribeirão dos Patos, na foz do córrego do Brejão; sobe pelo ribeirão dos Patos até a foz do ribeirão Barra Mansa; sobe por êste até a foz do córrego do Barreiro; sobe por êste e pelo córrego Antinha até a sua cabeceira no espigão-mestre Feio-Tietê; segue pelo espigão-mestre até a cabeceira mais oriental do córrego do Matão, onde tiveram início estas divisas.

 

MUNICÍPIO DE AVARÉ

(Criado em 1875)

 

a) Divisas Municipais

1 - Com o Município de Arandu

Começa na represa do rio Paranapanema, na foz do ribeirão Santa Bárbara, pelo qual sobe até a foz do córrego São Simão; sobe por êste córrego até a foz do córrego do Pomar, pelo qual sobe até sua cabeceira no divisor entre as águas dos ribeirões Santa Bárbara e Bonito; segue por êste divisor até cruzar com o espigão Bonita-Lajeado; continua por êste espigão até o ponto onde é cortado pela reta de rumo Leste que vem da cabeceira do braço oriental do córrego de Gabriel Dorta, no contraforte Saltinho-Bugres; daí, segue por essa reta até a referida cabeceira; desce pelo córrego de Gabriel Dorta até sua foz no ribeirão dos Bugres, de onde vai em reta à foz do córrego da Divisa, no ribeirão Bonito.

2 - Com o Município de Cerqueira Cesar

Começa na foz do córrego da Divisa, no ribeirão Bonito; sobe por êste até sua cabeceira mais setentrional, no espigão Paranapanema-Nôvo; segue por êste espigão em demanda da cabeceira sudocidental do córrego Cachoeirinha; desce por êste até sua foz no ribeirão Boa Vista, pelo qual desce até o rio Novo; sobe por êste até a foz do córrego do Jacu; sobe por êste até sua cabeceira; no divisor entre as águas do rio Novo e as do rio Pardo; segue pelo divisor até a cabeceira do córrego do Lajeado; desce por êste até o rio Pardo, pelo qual desce até o rio Palmital.
3 - Com o Município de Santa Bárbara do Rio Pardo
Começa no rio Pardo na foz do rio Palmital; sobe por êste até a foz da água do Alambari.
4 - Com o Município de Lençóis Paulista
Começa no rio Palmital, na foz da água do Alambari; sobe pelo rio Palmital, até a foz da água da Fazenda São José do Palmital.
5 - Com o Município de Botucatu
Começa no rio Palmital, na foz da água da Fazenda São José do Palmital; sobe por esta água até sua cabeceira; continua pelo contraforte fronteiro até o divisor Palmital-Pardo; segue por êste divisor em demanda da cabeceira mais setentrional da água do Saltinho; pela qual desce até sua foz no córrego do Saltinho; desce, ainda, por êste até sua foz no ribeirão da Divisa e por êste, ainda, até o rio Pardo; sobe per êste até a foz do ribeirão da Restinga.

6 - Com o Município de Itatinga
Começa no rio Pardo, na foz do ribeirão da Restinga; sobe por êste até a foz do córrego Tijuco Prêto; sobe por êste e pelo córrego da Fazenda Macedônia até a cabeceira do seu galho sudocidental; segue, em reta, à cabeceira do córrego de José Paixão, desce por êste até o rio Novo; sobe pele rio Novo até e foz do ribeirão Bonito; sobe por êste até sua cabeceira sudocidental; continua pelo espigão Bonito-Paranapanema até o divisor Correntes-Pedra Preta; prossegue pelo divisor que deixa, à esquerda, as águas do ribeirão Correntes e, à direita, as do ribeirão Pedra Preta, em demanda da foz do ribeirão Correntes, na represa do rio Paranapanema.
7 - Com o Município de Paranapanema
Começa na foz ao ribeirão Correntes, na reprêsa do rio Paranapanema; desce por esta até a foz da reprêsa do ribeirão das Posses.
8 - Com o Município de Itaí
Começa na reprêsa do rio Paranapanema, na foz da reprêsa do ribeirão das Posses; desce pela reprêsa do rio Paranapanema até a foz do ribeirão Bonito, onde tiveram início estas divisas.

 

MUNICÍPIO DE BADY BASSITT
(ex-Borboleta)

(Criado em 1958)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Mirassol
Começa na foz do córrego do Maximiano, no ribeirão Fartura, pelo qual sobe até a foz do córrego Jacutinga: sobe pelo córrego Jacutinga até sua cabeceira mais setentrional, no espigão mestre Tietê-Prêto; continua por êste espigão-mestre até encontrar com o divisor entre os córregos Morais e do Macaco.
2 - Com o Município de São José do Rio Prêto
Começa no espigão mestre Tietê-Preto, no ponto de cruzamento com o divisor entre os córregos Morais e do Macaco; segue por êste espigão mestre até cruzar com o contraforte entre o córrego Cachoeirinha e o ribeirão Borá.
3 - Com o Município de Cedral
Começa no espigão-mestre Tietê-Prêto, no ponto de cruzamento com o contraforte entre o córrego Cachoeirinha, à direita, e o ribeirão Borá, à esquerda; segue por êsse contraforte em demanda da foz do córrego do Reverendo, no ribeirão Borá.
4 - Com o Município de Potirendaba
Começa na foz de córrego Reverendo, no ribeirão Borá, pelo qual desce até a foz do primeiro córrego da margem direita, à jusante da foz do córrego da Gordura.

5 - Com o Município de Nova Aliança
Começa no ribeirão Borá, na foz do primeiro córrego da margem direita, à jusante da foz do córrego da Gordura; sobe pelo referido córrego até sua cabeceira, no divisor Borá-Borboleta; continua por êste divisor até cruzar com o contraforte que finda no ribeirão Borboleta, na foz do córrego Brandeli; segue por êsse contraforte em demanda da referida foz; sobe pelo córrego Brandeli até sua cabeceira, no divisor Borboleta-Fartura; alcança na contravertente a cabeceira do córrego do Maximiano, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Fartura, onde tiveram início estas divisas.

 

MUNICÍPIO DE BALBINOS

(Criado em 1954) 

a) Divisas Municipais

1 - Com o Município de Uru
Começa na foz do ribeirão do Veado, no ribeirão dos Balbinos, desce pelo ribeirão dos Balbinos até a foz do córrego Grande.

2 - Com o Município de Pirajuí

Começa na foz do córrego Grande, no ribeirão dos Balbinos, pelo qual desce até a foz do córrego do Pagé; sobe pelo córrego do Pagé até sua cabeceira sudocidental; continua pelo divisor entre as águas do ribeirão dos Balbinos e córrego Grande, à direita, e as do córrego São Joaquim e ribeirão Boa Vista, à esquerda, até cruzar com o espigão Batalha-Dourado, segue por êste espigão até cruzar com o divisor Grande-Balbinos; continua por êste divisor até a cabeceira sudocidental do ribeirão dos Balbinos, pelo qual desce até a foz do ribeirão do Veado, onde tiveram início estas divisas.

 

MUNICÍPIO DE BÁLSAMO

(Criado em 1954)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Monte Aprazível
Começa no córrego Tatu na foz do córrego Sapé, pelo qual sobe até o córrego Barreiro; sobe por êste até sua cabeceira mais setentrional, no pião divisor entre as águas dos ribeirões Jataí, Bálsamo e as do rio São José dos Dourados, no espigão-mestre Preto - São José dos Dourados.
2 - Com o Município de Tanabi
Começa no espigão-mestre entre os rios Prêto e São José dos Dourados, no pião divisor entre as águas dos ribeirões Jataí, Bálsamo e as águas do rio São José dos Dourados; segue pelo divisor entre as águas do ribeirão Bálsamo, à direita, e as do ribeirão Jataí, à esquerda até o ponto onde cruza com o contraforte que finda no córrego Invernada na foz do córrego Capela da Invernada.
3 - Com o Município de Mirassolândia
Começa no divisor Jataí - Bálsamo, no ponto de cruzamento com o contraforte que finda no córrego da Invernada na foz do córrego Capela da Invernada; segue por êste contraforte em demanda da referida foz; sobe pelo córrego Capela da Invernada até sua cabeceira; continua pelo divisor Bálsamo-Invernada em demanda da foz do córrego Coqueiro, no ribeirão do Bálsamo; prossegue pelo contraforte fronteiro até o divisor Bálsamo-Barra Grande; continua por êste divisor até a cabeceira do córrego Olaria, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Barra Grande.

4 - Com o Município de Mirassol
Começa na foz do córrego Olaria, no ribeirão Barra Grande, pelo qual sobe até a foz do córrego da Lima; sobe pelo córrego da Lima até sua cabeceira; segue pelo espigão-mestre entre as águas dos rios Prêto e São José dos Dourados, até o divisor Tatu-São José dos Dourados; prossegue por êste divisor até a cabeceira do córrego de José Parreira.

5 - Com o Município de Neves Paulista
Começa na cabeceira do córrego de José Parreira, no divisor Tatu-São José dos Dourados; alcança na contravertente a cabeceira do córrego Tatu, pelo qual desce até a foz do córrego Sapé, onde tiveram início estas divisas .

 

MUNICÍPIO DE BANANAL
(Criado em 1832)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Estado do Rio de Janeiro
Começa no divisor Formoso-Ipiranga, no ponto de cruzamento com o divisor entre os córregos Santo Antônio da Cachoeira e do Açude; continua pela divisa com o Estado do Rio de Janeiro até onde a serra do Mar ou Geral cruza com a serra das Perobeiras, que é o espigão-mestre entre as águas do rio Paca Grande e as do rio Mambucaba.

2 - Com o Município de São José do Barreiro
Começa na serra do Mar ou Geral, onde ela cruza com a serra das Perobeiras, que é o espigão-mestre entre as águas do rio Paca Grande e as do rio Mambucaba; segue por êste espigão-mestre até cruzar com o espigão que deixa, à direita, as águas do ribeirão do Alambari, e, à esquerda, as do ribeirão do Maximo; segue por êste espigão em demanda da foz do córrego dos Coelhos no ribeirão do Maximo; segue pelo contraforte fronteiro entre as águas do ribeirão do Maximo, à direita, e as dos córregos dos Coelhos e do Claudino, à esquerda; continua por êste contraforte até o espigão-mestre Barreiro-Formoso, e por êste espigão-mestre continua até o divisor entre o córrego de Santo Antônio da Cachoeira, à esquerda, e os córregos Campo Alegre, e do Açude, à direita; prossegue por êste contraforte até o espigão Formoso-Ipiranga, onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais
1 - Entre os Distritos de Arapeí e Bananal
Começa no divisor entre as águas do rio Barreiro e as do rio Turvo, no ponto de cruzamento com o contraforte da margem esquerda do córrego do Piranchim; segue pelo divisor Barreiro-Turvo, até a cabeceira do córrego da Fazenda Santa Teresinha, pelo qual desce até sua foz no rio Piracema; prossegue pelo contraforte fronteiro até entroncar com o divisor entre as águas do rio Piracema, e as do rio Manso; continua por êste divisor até o espigão Barreiro-Paca Grande; caminha por êste espigão até o espigão-mestre que separa as águas do rio Barreiro das do ria Paca Grande, espigão-mestre que é a serra da Bocaina; segue pelo espigão-mestre até cruzar com o espigão Paca-Grande-Mambucaba.

 

MUNICÍPIO DE BARÃO DE ANTONINA
(Criado em 1963)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Fartura
Começa no rio Itararé na foz do rio Verde, pelo qual sobe até a foz do ribeirão da Aldeia ou Barra Grande.
2 - Com o Município de Itaporanga
Começa no rio Verde, na foz do ribeirão da Aldeia ou Barra Grande; sobe pelo rio Verde até onde é cortado pela reta do rumo Leste, que vem da cabeceira nororiental do córrego Samambaial no divisor Verde-Itararé; segue pela reta até a referida cabeceira; desce pelo córrego Samambaial até sua foz no rio Itararé.
3 - Com o Estado do Paraná
Começa no rio Itararé na foz do córrego Samambaial; segue pela divisa com o Estado do Paraná até a foz do rio Verde, onde tiveram início estas divisas.

 

MUNICÍPIO DE BARBOSA
(Criado em 1958)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Planalto
Começa no rio Tietê, na foz do primeiro córrego da margem esquerda, à jusante da foz do ribeirão das Oficinas ou dos Ferreiros; sobe pelo rio Tietê até a foz daquêle ribeirão.
2 - Com o Município de José Bonifácio
Começa na foz do ribeirão das Oficinas ou dos Ferreiros, no rio Tietê, pelo qual sobe até a foz do ribeirão dos Patos.
3 - Com o Município de Promissão
Começa no rio Tietê, na foz do ribeirão dos Patos, pelo qual sobe até a foz do córrego do Brejão.
4 - Com o Município de Avanhandava
Começa no ribeirão dos Patos, na foz do córrego do Brejão, pelo qual sobe até sua cabeceira; continua pelo contraforte fronteiro até o espigão Patos-Patinhos; prossegue por êste espigão até cruzar com o espigão entre o ribeirão dos Patos e córrego dos Patinhos, de um lado, e ribeirão Farelo, do outro lado; continua por êste espigão até cruzar com o contraforte entre o ribeirão Rancharia, à esquerda e o córrego da Formiga à  direita; segue por êste contraforte em demanda da confluência do córrego da Quaresma com o ribeirão Rancharia; desce pelo ribeirão do Farelo até a foz do córrego da Morada; sobe pelo córrego da Morada até a foz do córrego Baguaçu, pelo qual sobe até sua cabeceira, no espigão entre os ribeirões Farelo e Lajeado; segue por êste espigão até a cabeceira meridional do córrego do Banhado.

5 - Com o Município de Penápolis
Começa no espigão entre o ribeirão Farelo e o ribeirão do Lajeado na cabeceira meridional do córrego do Banhado, pelo qual desce até sua foz no ribeirão do Lajeado; desce por êste ribeirão até a foz do córrego do Degredo; daí, segue pelo contraforte fronteiro até o divisor Lajeado-Tietê; prossegue por êste divisor até a cabeceira do primeiro córrego da margem esquerda do rio Tietê à jusante da foz do ribeirão das Oficinas ou dos Ferreiros; desce por êste córrego até sua foz no rio Tietê, onde tiveram início estas divisas.

 

MUNICÍPIO DE BARIRI
(Criado em 1890)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Itaju
Começa no rio Tietê, na foz do ribeirão Boa Vista de Cima, pelo qual sobe até a cabeceira do seu galho mais oriental; segue pelo divisor entre as águas do ribeirão Boa Vista de Cima e córregos Boa Vista de Baixo e Barra Mansa, à esquerda, e ribeirão Viuvai, à direita, até cruzar com o contraforte da margem esquerda do córrego Santo Antônio; continua por êste contraforte em demanda da foz do córrego Perdizes, no rio Jacaré-Pepira.
2 - Com o Município de Boa Esperança do Sul
Começa na foz do córrego Perdizes, no rio Jacaré-Pepira, e vai por êste acima até a foz do ribeirão Três Barras.
3 - Com o Município de Bocaina
Começa no rio Jacaré-Pepira, na foz do ribeirão Três Barras; vai por êste acima até a foz do córrego da Fazenda Morro Alto; continua pelo contraforte entre as águas deste córrego, à direita, e as do ribeirão Três Barras, à esquerda, até entroncar com o espigão que deixa, à esquerda, as águas do ribeirão Três Barras e córrego da Taboca, e, à direita, as do ribeirão da Queixada, em demanda da cabeceira oriental do córrego do Picini.
4 - Com o Município de Jaú
Começa na cabeceira oriental do córrego do Picini; segue pelo divisor entre as águas do ribeirão da Queixada, à direita, e as do ribeirão da Prata, à esquerda, até a cabeceira do córrego da Fazenda São José, pelo qual desce até o ribeirão da Prata; desce por êste até sua foz no rio Jaú.
5 - Com o Município de Itapuí
Começa no rio Jaú, na foz do ribeirão da Prata; desce por aquêle até sua foz no rio Tietê.

6 - Com o Município de Boracéia
Começa na foz do rio Jaú, no rio Tietê, pelo qual desce até a foz do ribeirão Água Limpa.
7 - Com o Município de Pederneiras
Começa no rio Tietê, na foz do ribeirão Água Limpa; desce por aquele até a foz do ribeirão do Veado.
8 - Com o Município de Arealva
Começa no rio Tietê, na foz do ribeirão do Veado; desce por aquele até a foz do ribeirão Boa Vista de Cima, onde tiveram início estas divisas.

 

MUNICÍPIO DE BARRA BONITA
(Criado em 1912)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Jaú
Começa no rio Tietê, na foz do córrego Itaipu; sobe por êste até a foz do córrego Corumbatá, pelo qual sobe até sua cabeceira, no divisor Itaipu — Iguatemi; segue por êste divisor até a cabeceira do córrego da Fazenda Amaral; desce por êste córrego até sua foz no ribeirão Iguatemi, pelo qual desce até a foz do primeiro afluente da margem direita; sobe pelo afluente até sua cabeceira no divisor Iguatemi — Ave Maria; segue por êste divisor até o divisor Tietê — Ave Maria; continua por êste divisor até o ponto de cruzamento com o contraforte Ave Maria — Jacutinga.
2 - Com o Município de Mineiros do Tietê
Começa no divisor Tietê — Ave Maria, no ponto de cruzamento com o contraforte Ave Maria — Jacutinga; continua pelo divisor até cruzar com o contraforte da margem esquerda do córrego Pau D'Alho; segue por êste contraforte até a cabeceira da água do Cintra, de onde vai, em reta, à foz do córrego Saltinho, no ribeirão Três Barras; atravessa êste último e prossegue pelo contraforte fronteiro até o divisor que deixa, à direita, as águas do ribeirão Três Barras, e, à esquerda, as do ribeirão Água Vermelha, até encontrar a cabeceira mais setentrional do córrego dos Macacos, da Fazenda do Dr. Werneck, pelo qual desce até o ribeirão Água Vermelha e por êste abaixo até o rio Tietê.
3 - Com o Município de São Manuel
Começa no rio Tietê, na foz do ribeirão Água Vermelha; desce pelo rio Tietê até a foz do córrego Saltinho.
4 - Com o Município de Igaraçu do Tietê
Começa no rio Tietê, na foz do córrego Saltinho; desce pelo rio Tietê até a foz do rio Lençóis.
5 - Com o Município de Macatuba
Começa ria foz do rio Lençóis, no rio Tietê; desce por êste rio até a foz do córrego Itaipu, onde tiveram início estas divisas.

 

MUNICÍPIO DE BARRA DO TURVO
(Criado em 1963)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Iporanga
Começa no rio Pardo na foz do ribeirão Frio; sobe por êste até sua cabeceira no espigão Pardo-Ribeira de Iguape; segue por êste espigão até a cabeceira do galho meridional do córrego Morcego.
2 - Com o Município de Eldorado
Começa no espigão Pardo-Ribeira de Iguape, na cabeceira do galho meridional do córrego Morcego; segue pelo espigão entre as águas dos rios Pardo e Turvo, à direita, e as dos rios Ribeira de Iguape e Batatal, à esquerda, até o Pião divisor entre os rios Turvo, Batatal e Jacupiranguinha.
3 - Com o Município de Jacupiranga
Começa no pião divisor entre os rios Turvo, Batatal e Jacupiranguinha; segue pelo divisor entre o rio Jacupiranguinha, à esquerda, e o rio Turvo, à direita, até o pião divisor entre os rios Turvo, Guaraú e Assungui.
4 - Com o Município de Cananéia
Começa no pião divisor entre os rios Turvo, Guaraú e Assungui; segue pelo divisor entre as águas do rio Turvo, à direita, e as do rio Assungui, à esquerda, até o pião divisor entre os rios Turvo, Assungui e Serra Negra.
5 - Com o Estado do Paraná
Começa no pião divisor entre os rios Turvo, Assungui e Serra Negra; segue pela divisa com o Estado do Paraná, até a foz do ribeirão Frio no rio Pardo, onde tiveram início estas divisas.

 

MUNICÍPIO DE BARRETOS
(Criado em 1885)

 

a) Divisas Municipais

1 - Com o Estado de Minas Gerais
Começa no rio Grande, na foz do ribeirão Passa-Tempo; segue pela divisa com o Estado de Minas Gerais até a foz do ribeirão da Onça.
2 - Com o Município de Colômbia
Começa no rio Grande, na foz do ribeirão da Onça, pelo qual sobe até sua cabeceira meridional; segue pelo divisor entre o ribeirão da Onça e o rio Velho ate a cabeceira do córrego Açoita Cavalo, pelo qual desce até sua foz no rio Velho; sobe pelo rio Velho até a foz do córrego Barreira, pelo qual sobe até sua cabeceira; continua pelo contraforte entre o córrego Barreira, à direita, e o córrego da Mata, à esquerda, até o espigão Velho — Pardo; prossegue por êste espigão até o contraforte da margem esquerda do córrego do Mandi; daí, segue por êste contraforte até a cabeceira do córrego da Divisa, pelo qual desce até sua foz no rio Pardo.

3 - Com o Município de Guaira
Começa na foz do córrego da Divisa, no rio Pardo, pelo qual sobe até a foz do ribeirão do Rosário.
4 - Com o Município de Morro Agudo 
Começa no rio Pardo, na foz do ribeirão do Rosário; sobe por aquêle até a foz do ribeirão do Turvo.
5 - Com o Município de Jaborandi
Começa no rio Pardo, na foz do ribeirão do Turvo; segue pelo espigão-divisor entre as águas dos ribeirões Pitangueiras e Turvo até alcançar o contraforte entre os córregos da Estiva e Quebra-Cuia.
6 - Com o Município de Colina
Começa no espigão que deixa, à direita, as águas do ribeirão Pitangueiras e, à esquerda, as do ribeirão do Turvo, no cruzamento com o contraforte entre as águas dos córregos da Estiva e Quebra-Cuia; segue por êste espigão até alcançar o espigão-mestre Pardo — Cachoeirinha; caminha pelo espigão-mestre em demanda da cabeceira mais oriental do córrego da Bagagem, e por êste desce até sua foz no rio Cachoeirinha.
7 - Com o Município de Severinia
Começa no rio Cachoeirinha, na foz do córrego da Bagagem; desce por aquêle até a foz do córrego do Baixão. 

8 - Com o Município de Olímpia
Começa no rio Cachoeirinha, na foz do córrego do Baixão; desce pelo rio Cachoeirinha até a foz do córrego da Mata e por êste acima até o córrego da Boa Sorte, pelo qual sobe até sua cabeceira mais setentrional no espigão entre as águas do rio Cachoeirinha, de um lado e o córrego das Três Barras e ribeirão Passa-Tempo, do outro lado; segue por êste espigão até atingir a cabeceira mais meridional do córrego Cafundó; desce por êste até sua foz no ribeirão Passa-Tempo; desce por este até onde é cortado pela reta de rumo Leste que vem da cabeceira do córrego da Fazenda de João Coleto.
9 - Com o Município de Guaraci
Começa no ribeirão Passa-Tempo, onde o ribeirão é cortado pela reta de rumo Leste que vem da cabeceira do córrego da Fazenda de João Coleto; desce pelo ribeirão Passa-Tempo até sua foz no rio Grande, onde tiveram início estas divisas.
b) Divisas Interdistritais
1 - Entre os Distritos de Alberto Moreira e Barretos
Começa no rio Pardo, na foz do ribeirão Cachoeirinha, pelo qual sobe até a faz do córrego Sim Senhor; segue, em reta, à cabeceira da água Distrital; desce por esta até sua confluência com o córrego do Meio, pelo qual sobe até onde é cortado pela reta de rumo Oeste-Leste que vem da cabeceira do córrego Lindeiro; segue pela citada reta até a cabeceira do córrego Lindeiro pelo qual desce até sua foz no córrego das Pedras pelo qual desce até o córrego Água Vermelha; segue em reta de rumo 45° NO, até o rio Velho; desce por este até a foz do córrego Barreira.
2 - Entre os Distritos de Barretos e Ibitu
Começa no córrego da Bagagem, na foz do córrego Timburi; segue pelo contraforte da margem esquerda do córrego Timburi até entroncar com o espigão Pardo-Cachoeirinha, ribeirões Passa-Tempo e Anhumas; prossegue pelo espigão até o divisor entre as águas dos ribeirões Anhumas e Onça; continua por este divisor até a cabeceira do córrego do Pavão, pelo qual desce até sua foz no ribeirão da Onça.

 

MUNICÍPIO DE BARRINHA
(Criado em 1954)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Sertãozinho
Começa no rio Moji-Guaçu, na foz do ribeirão da Onça, pelo qual sobe até a foz do córrego Cascavel.
2 - Com o Município de Dumont
Começa no ribeirão da Onça, na foz do córrego Cascavel; sobe por aquêle até a foz do córrego da Fazenda Caçununga.
3 - Com o Município de Ribeirão Prêto
Começa na foz do córrego da Fazenda Caçununga no ribeirão da Onça, pelo qual sobe até a foz do córrego do Moinho.
4 - Com o Município de Pradópolis
Começa no ribeirão da Onça, na foz do córrego do Moinho; segue pelo contraforte que deixa, à esquerda, as águas do córrego do Moinho, até cruzar com o divisor entre as águas do ribeirão da Onça, à direita, e as do rio Moji-Guaçu, à esquerda; prossegue por êste divisor até o contraforte que deixa, à esquerda, as águas do córrego Monte Sereno; continua por ê+ste contraforte em demanda da cabeceira do córrego da Lagoa, pelo qual desce até sua foz no rio Moji-Guaçu.
5 - Com o Município de Jaboticabal
Começa no rio Moji-Guaçu, na foz do córrego da Lagoa, desce por aquêle até a foz do ribeirão da Onça, onde tiveram início estas divisas.

 

MUNICÍPIO DE BARUERI
(Criado em 1948)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Santana de Parnaíba
Começa na serra do Itaqui, no ponto de cruzamento com o contraforte entre os ribeirões Gupê e Itaqui; segue pela crista da serra e pelo espigão que deixa, à direita, as águas do córrego da Cachoeira ou Nito da Barra, e, à esquerda, as do córrego da Vacaria, até a foz do córrego da Cachoeira ou Nito da Barra, no rio Tietê pelo qual sobe até a foz do córrego dos Garcias; sobe por êste até sua cabeceira mais oriental, no divisor Garcias-Mutinga.

2 - Com o Município de Osasco
Começa na cabeceira mais oriental do córrego dos Garcias, segue pelo divisor que separa as águas dos córregos dos Garcias e Três Irmãos, à direita, e as do ribeirão Mutinga e córrego Camargo, à esquerda, até a cabeceira mais setentrional do córrego Vermelho, pelo qual desce até o rio Tietê, e por este ainda, ate a foz do ribeirão Carapicuíba.
3 - Com o Município de Carapicuíba
Começa no rio Tietê, na foz do ribeirão Carapicuiba; desce pelo rio Tietê até a foz do rio Cotia, pelo qual sobe até a foz do córrego Fronteiriço.
4 - Com o Município de Jandira  
Começa no rio Cotia, na foz do córrego Fronteiriço; segue pelo espigão fronteiro em demanda da cabeceira do córrego dos Mateus, pelo qual desce até sua foz no ribeirão São João ou Barueri; segue pelo contraforte fronteiro até o divisor São João ou Barueri-Itaquí; continua por êste divisor em demanda da confluência do ribeirão Gupê com o ribeirão Itaqui; prossegue pelo contraforte intermediário a estas duas últimas águas até o ponto onde é cortado pela reta de rumo Norte que vem da confluência dos dois formadores do ribeirão Itaqui.

5 - Com o Município de Itapevi
Começa no contraforte entre os ribeirões Itaqui e Gupê, no ponto onde e cortado pela reta de rumo Norte, que vem da confluência dos dois formadores do ribeirão Itaqui; segue por êsse contraforte até cruzar com a serra do Itaqui, onde tiveram início estas divisas.
b) Divisas Interdistritais
1 - Entre os Distritos de Aldeia e Barueri
Começa no rio Tietê, na foz do rio Cotia; desce pelo rio Tietê, até a foz do córrego dos Garcias.
2 - Entre os Distritos de Barueri e Jardim Belval
Começa no rio São João ou Barueri, na foz do córrego do Paiol de Pólvora; desce pelo rio São João ou Barueri até a foz do primeiro córrego da margem esquerda, à jusante da foz do ribeirão Gupê; sobe por êsse córrego até sua cabeceira; daí, segue pelo divisor entre as águas do ribeirão Gupê, à esquerda, e as do ribeirão Cachoeira, à direita, até cruzar com a serra do Itaquí.
3 - Entre os Distritos de Jardim Belval e Jardim Silveira
Começa na foz do córrego do Paiol de Pólvora, no rio São João ou Barueri, pelo qual sobe até a foz do córrego dos Mateus.
4 - Entre os Distritos de Barueri e Jardim Silveira
Começa no divisor entre as águas do rio São João ou Barueri, à esquerda, e as do rio Cotia, à direita, na cabeceira do córrego dos Mateus; segue pelo divisor São João ou Barueri-Cotia em demanda da cabeceira do córrego Paiol de Pólvora, pelo qual desce até sua foz no rio São João ou Barueri.

 

MUNICÍPIO DE BASTOS
(Criado em 1944)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Parapuã
Começa no rio do Peixe, na foz do ribeirão da Onça, segue pelo contraforte entre as duas águas até o divisor entre o ribeirão da Onça e o ribeirão da Sede; caminha por êste divisor até onde cruza com o contraforte que finda na foz da água de Mateshutara Okawa, no ribeirão da Sede.
2 - Com o Município de Iacri
Começa no contraforte que finda na foz da água de Mateshutara Okawa, no ribeirão da Sede, no ponto de cruzamento com o divisor entre as águas do ribeirão da Sede, de um lado, e as do ribeirão da Onça do outro lado; segue pelo contraforte ate a referida foz; sobe pela água de Mateshutara Okawa até sua cabeceira no divisor Sede-Copaíba; segue por êste divisor até cruzar com o contraforte entre as águas do ribeirão Copaíba de um lado, e as da água da Cascata, do outro lado; prossegue por êste contraforte até a cabeceira da água que passa na propriedade do Dr. Irineu Buller de Almeida; desce por esta até sua confluência com o galho Leste que vem da vila de Universo.
3 - Com o Município de Tupã
Começa na confluência dos galhos de Leste e Oeste do ribeirão Copaiba, que vem da vila de Universo, pelo qual desce até sua foz no rio do Peixe.
4 - Com o Município de Rancharia
Começa no rio do Peixe, na foz do ribeirão Copaíba, desce pelo rio do Peixe até a foz do ribeirão da Onça, onde tiveram início estas divisas.

 

MUNICÍPIO DE BATATAIS
(Criado em 1839)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Sales Oliveira
Começa no ribeirão Santana, na foz do córrego da Lagoinha; sobe por êste até sua cabeceira mais oriental, no divisor Santana - Santa Bárbara; segue por êste divisor até seu cruzamento com o espigão entre as águas do ribeirão São José ao Norte, e as dos ribeirões Santana e Santa Bárbara, ao Sul.
2 - Com o Município de Nuporanga
Começa no cruzamento do divisor entre as águas dos ribeirões Santana e Santa Bárbara com o espigão entre as águas do ribeirão São José ao Norte e ribeirões Santana e Santa Bárbara, ao Sul; prossegue por êste espigão até o espigão-mestre Pardo - Sapucaí; continua por êste espigão-mestre em demanda da cabeceira mais ocidental do córrego A, pelo qual desce até o ribeirão Pimenta; segue pelo contraforte Pimenta - Cachoeira, em demanda da Cabeceira do córrego Rancho Queimado, pelo qual desce até o ribeirão Pimenta e por êste, ainda, ao ribeirão da Cachoeira; desce por êste até sua foz no rio Sapucaí.

3 - Com o Município de São José da Bela Vista
Começa na foz do ribeirão da Cachoeira no rio Sapucaí; sobe por êste até a foz do córrego do Domiciano.
4 - Com o Município de Restinga
Começa na foz do córrego do Domiciano no rio Sapucaí; sobe por êste até a foz do córrego Espraiado.
5 - Com o Município de Franca
Começa na foz de córrego Espraiado no rio Sapucaí, pelo qual sobe até a foz do rio Santa Bárbara.
6 - Com o Município de Patrocinio Paulista
Começa na confluência dos rios Sapucaí e Santa Bárbara; sobe por aquêle até a foz do ribeirão da Paciência.
7 - Com o Município de Altinópolis
Começa no rio Sapucaí, na foz do ribeirão da Paciência; sobe por êste até a foz do córrego Monjolinho; continua pelo espigão intermediário entre essas duas águas até o alto do espigão divisor dos ribeirões Batatais, ao Sul, e Paciência, ao Norte; vai, daí, à cabeceira mais oriental do córrego do Arraial Velho e, daí, vai em reta à foz do córrego Manuel de Campos, no ribeirão do Engenho da Serra; sobe pelo córrego de Manuel de Campos até sua cabeceira mais meridional; transpõe o espigão, em reta, à cabeceira mais setentrional do córrego que nasce a cêrca de dois quilômetros a Leste da fazenda de Higino Noronha; desce por êste até o ribeirão do Adão, e, vai daí, pelo contraforte fronteiro, ao maciço entre as águas do ribeirão do Adão, à direita, e as do córrego da Fazenda Boa Vista do Selado, à esquerda; e pelo maciço caminha até sua ponta mais meridional, de onde vai em reta à foz do córrego Pratinha, que desagua logo abaixo da fazenda Alcídio, na margem direita do ribeirão do Adão.

8 - Com o Município de Brodosqui
Começa no ribeirão do Adão, na foz do córrego Pratinha, que desagua logo abaixo da fazenda Alcidio; sobe pelo referido córrego até sua cabeceira mais ocidental; segue em reta de rumo Oeste, até o ribeirão Claro, pelo qual sobe até a foz do córrego Olhos d'Água; caminha pelo contraforte que separa as águas do córrego Olhos d'Água, à esquerda, das do ribeirão Claro, à direita, até cruzar com o divisor Claro - Silva; segue por êste divisor até o espigão-mestre entre as águas do rio Sapucaí, e as do rio Pardo; por êste espigão-mestre caminha em demanda da cabeceira do córrego da Fazenda de M.  Caetano; desce por êste córrego até sua foz no ribeirão da Mata, foz esta que ocorre abaixo da sede da referida fazenda; desce pelo ribeirão da Mata até a foz do córrego da Fazenda Morro Grande.
9 - Com o Município de Jardinópolis
Começa no ribeirão da Mata, na foz do córrego da Fazenda Morro Grande; desce pelo ribeirão da Mata até sua foz no ribeirão São Pedro, pelo qual sobe até a foz do ribeirão Santana; sobe por êste até a foz do córrego da Lagoinha, onde tiveram inicio estas divisas.

 

MUNICÍPIO DE BAURU
(Criado em 1887)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Avaí
Começa no pião divisor entre a água do Paiol, ribeirão Barreiro e ribeirão dos Macacos; alcança a cabeceira do ribeirão dos Macacos pelo qual desce até sua foz no rio Batalha; sobe por êste até a foz da água Grande pela qual sobe até a cabeceira de seu galho da direita, no divisor água Grande - ribeirão do Pântano; segue por êste divisor até o divisor entre as águas do ribeirão do Pântano, à esquerda, e as do ribeirão Água Parada de Baixo, à direita; segue por êste divisor até a cabeceira do galho meridional do córrego dos Patos; desce por êste até sua foz no ribeirão Água Parada; prossegue pelo contraforte fronteiro que deixa, à direita, as águas do córrego Boa Vista, até entroncar com o contraforte entre as águas do ribeirão Água Parada e as do ribeirão Clavinote.
2 - Com o Município de Reginópolis
Começa no divisor entre as águas dos ribeirões Água Parada e Clavinote, no ponto de cruzamento com o contraforte da margem direita do córrego Boa Vista; segue pelo contraforte Água Parada — Clavinote até o pião divisor entre o córrego Boa Vista, ribeirão Clavinote e rio Claro.
3 - Com o Município de Arealva
Começa no pião divisor entre o córrego Boa Vista, ribeirão Clavinote e rio Claro; segue pelo espigão entre as águas do rio Tietê, à esquerda, e as do ribeirão Água Parada, à direita, até cruzar com o divisor da margem esquerda do córrego Faxinal.
4 - Com o Município de Pederneiras.
Começa no espigão entre as águas do rio Tietê e as do ribeirão Batalha, no ponto de cruzamento com o contraforte da margem esquerda do córrego Faxinal; segue pelo espigão Tietê-Batalha até o contraforte da margem esquerda do córrego Vargem Limpa; segue por este contraforte em demanda da foz do córrego Aimorés ou água do Arroz, no rio Bauru; sobe pela água do Arroz ou córrego Aimorés até sua cabeceira; segue pelo divisor entre as águas do rio Bauru e ribeirão Grande até o contraforte que leva à foz do ribeirão do Campo Novo no ribeirão Grande; segue por este contraforte até a citada foz.

5 - Com o Município de Agudos
Começa no ribeirão Grande, onde deságua o ribeirão do Campo Novo; sobe por este ribeirão até a foz do córrego Capim Fino, pelo qual sobe até sua cabeceira sudocidental; segue pelo espigão entre os ribeirões Campo Novo e Bauru, à direita, e rio Batalha, à esquerda, até a cabeceira mais oriental da água do Guilherme, pela qual desce até o rio Batalha.
6 - Com o Município de Piratininga
Começa no rio Batalha, na foz da água do Guilherme, desce pelo rio Batalha até a foz da água do Paiol; sobe por esta até a foz da água da Pedra Branca; vai daí, pelo contraforte fronteiro, até o pião divisor entre os ribeirões do Barreiro e Macacos e Água do Paiol, onde tiveram início estas divisas.
b) Divisas Interdistritais
1 - Entre os Distritos de Bauru e Tibiriçá
Começa no rio Batalha na foz da água Grande; sobe pelo rio Batalha até a foz da água do Cocho, pela qual sobe até a foz do córrego dos Camargos; sobe por este até a cabeceira do seu galho nororiental, no espigão Batalha - Água Parada; alcança, na contravertente, a cabeceira meridional da Água Parada de Cima, pela qual desce até sua foz na Água Parada de Baixo, e desce por esta até o ribeirão Água Parada; desde por este até a foz do córrego dos Patos.

 

MUNICÍPIO DE BEBEDOURO
(Criado em 1894)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Monte Azul Paulista
Começa no rio Turvo, na foz do córrego Barreirinho, pelo qual sobe até sua cabeceira; prossegue pelo espigão entre as águas do rio Turvo e as do ribeirão Avanhandava, à procura da cabeceira do córrego da Floresta; desce por este até o ribeirão Avanhandava e por este acima até a foz do córrego Novo; sobe por este até a foz do córrego do Sinal Geodésico, pelo qual sobe até sua cabeceira, e vai daí, em reta, à cabeceira mais meridional do córrego dos Medeiros, pelo qual desce até a sua foz no córrego do Cocal, e por este acima até a sua cabeceira mais setentrional, no espigão Pardo-Cachoeirinha; segue por este espigão até frontear a cabeceira mais ocidental do ribeirão da Onça ou Palmital.
2 - Com o Município de Colina
Começa na cabeceira mais ocidental do córrego da Onça ou Palmital, pelo qual desce até sua foz no ribeirão das Palmeiras; desce por este até a foz do córrego Cachoeira. 
3 - Com o Município de Terra Roxa
Começa no ribeirão das Palmeiras, na foz do córrego Cachoeira; sobe por este até a foz do córrego Fundo, pelo qual sobe até a sua cabeceira meridional; continua pelo divisor que deixa, à direita, as águas do córrego do Campo Comprido, e, à esquerda, as do córrego do Jardim até a sua cabeceira mais ocidental.
4 - Com o Município de Viradouro.
Começa no divisor entre as águas dos córregos do Jardim e Campo Comprido, na cabeceira mais ocidental do córrego do Jardim; segue pelo divisor até alcançar a cabeceira mais oriental do córrego Boa Visita ou Novo; desce por este até o córrego Banharão e por este abaixo até a foz do córrego do Etelvino ou Grotão, pelo qual sobe até a sua cabeceira; daí transpõe o espigão em reta em demanda da cabeceira mais oriental do galho de Leste do Córrego de Dona Josefina ou Antônio Ângelo; desce por este até a sua foz no córrego Laranjal.

5 - Com o Município de Pitangueiras

Começa no córrego Laranjal, na foz do córrego de Dona Josefina ou Antônio Ângelo; sobe por aquele até a foz do córrego de Manuel Fernandes, pelo qual sobe até a cabeceira mais ocidental; ganha o divisor que deixa, à direita, as águas do córrego Laranjal e das Três Barras, e, à esquerda, as do córrego do Cedro, e alcança a cabeceira do córrego Belarmino, pelo qual desce até a sua foz no córrego das Três Barras; sobe pelo Três Barras até a sua cabeceira mais meridional, situada aproximadamente a dois quilômetros a sudoeste da estação de Andes, da Companhia Paulista no espigão Turvo-Taquaral, em frente à cabeceira mais oriental do córrego d'Água Limpa.
6 - Com o Município de Taiúva
Começa na cabeceira mais meridional do córrego das Três Barras, no espigão Pardo-Turvo; segue por este espigão até a cabeceira oriental do córrego d'Água Limpa; desce por este até a foz do córrego da Fazenda Santa Tecla.
7 - Com o Município de Taiaçu
Começa no córrego d'Água Limpa, na foz do córrego da Fazenda Santa Tecla; desce por aquele até a sua foz no rio Turvo, pelo qual desce até a foz do córrego do Burro.
8 - Com o Município de Pirangi
Começa na foz do córrego do Burro, no rio Turvo; desce por este até a foz do córrego Barreirinho, onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais
1 - Entre os Distritos de Bebedouro e Botafogo
Começa no córrego d'Água Limpa, na foz do córrego Boa Vista; sobe por este até o córrego do Álvaro, pelo qual sobe até sua cabeceira mais ocidental no espigão Pardo-Turvo; segue por este espigão até a cabeceira do córrego da Fazenda Santa Cruz, que fica na contravertente; desce por este até sua foz no córrego da Consulta, pelo qual desce até a foz do córrego Barra Preta; segue, em reta, à cabeceira do córrego Mansueto; desce por este até o córrego dos Limas; deste ponto, segue em reta à foz do córrego do Firmino no córrego Mandembo, donde vai em reta à cabeceira mais oriental do córrego de Miguel Cunha, pelo qual desce até sua foz no córrego dos Bois; sobe por este até sua cabeceira mais ocidental no espigão Pardo-Turvo; segue por este espigão até a cabeceira do córrego do Sinal Geodésico.
2 - Entre os Distritos de Botafogo e Turvinia
Começa no rio Turvo, na foz do córrego Botafogo; segue pelo contraforte entre as duas águas até o divisor que deixa, à direita, o córrego Botafogo e o córrego do Custódio, e à esquerda, as do córrego Lambari; segue por este divisor até o divisor Turvo-Avanhandava; continua por este divisor até cruzar o contraforte que morre na foz do córrego Novo no ribeirão Avanhandava; continua por este contraforte até a citada foz.

 

MUNICÍPIO DE BENTO DE ABREU

(Criado em 1948)

 

a) Divisas Municipais

1 - Com o Município de Valparaíso
Começa no rio Feio ou Aguapeí, na foz do ribeirão Sapé, pelo qual sobe até o córrego Veado; sobe por este até sua cabeceira; vai, daí, em reta, ao espigão-mestre Tietê - Feio ou Aguapeí, na cabeceira do córrego Jequitaia; desce por este até a foz da primeira água da margem esquerda à montante da ponte da estrada que vai a Bento de Abreu; sobe por essa água até sua cabeceira no espigão que deixa, à direita, o córrego Azul e, à esquerda, o ribeirão Jacaré-Catinga; segue por este espigão até a cabeceira do córrego das Águas Claras.
2 - Com o Município de Guararapes
Começa no espigão entre as águas do ribeirão Jacaré-Catinga, de um lado, e as do ribeirão Azul, do outro, na cabeceira do córrego das Águas Claras, pelo qual desce até o ribeirão Azul.
3 - Com o Município de Rubiácea
Começa na foz do córrego das Águas Claras, no ribeirão Azul; sobe por este e, ainda, pelo córrego Santa Antonieta, até sua cabeceira no espigão-mestre Tietê - Feio ou Aguapeí; segue pelo espigão-mestre até a cabeceira do córrego Rico, pelo qual desce até o ribeirão Pimenta e por este, ainda, até sua foz no rio Feio ou Aguapeí.
4 - Com o Município de Lucélia
Começa no rio Feio ou Aguapeí, na foz do ribeirão Pimenta; desce por aquele até a foz do ribeirão Lajeado.
5 - Com o Município de Adamantina
Começa no rio Feio ou Aguapeí, na foz do ribeirão Lajeado; desce por aquele até a foz do ribeirão Sapé, onde tiveram início estas divisas.

 

MUNICÍPIO DE BERNARDINO DE CAMPOS

(Criado em 1923)

 

a) Divisas Municipais   
1 - Com o Município de Santa Cruz do Rio Pardo
Começa no contraforte entre as águas do ribeirão Palmeiras e as do ribeirão da Figueira, na cabeceira do córrego Santa Cecília; segue pelo divisor em demanda da foz do córrego Cabiúna, no ribeirão da Figueira; sobe pelo córrego Cabiúna até o córrego do Macuco; sobe por este até sua cabeceira no divisor Figueira-Mandaguaí; segue por este divisor até a cabeceira ocidental do ribeirão Mandaguaí; desce por este até o rio Pardo, pelo qual sobe até a foz do córrego Douradinho.
2 - Com o Município de Óleo
Começa no rio Pardo, na foz do córrego Douradinho, sobe por este até sua cabeceira no divisor entre as águas do ribeirão do Dourado e as do ribeirão do Lajeado; segue por este divisor até o espigão Pardo-Paranapanema, pelo qual continua até entroncar com o divisor entre as águas do córrego da Cachoeira e as do córrego da Serrinha do Caracol; caminha por este divisor até a cabeceira do córrego Sobrado ou Matinha.

3 - Com o Município de Piraju 

Começa no divisor entre as águas do córrego da Cachoeira e as do córrego da Serrinha do Caracol, na cabeceira do córrego Sobrado ou Matinha; desce por este até o córrego da Cachoeira e por este abaixo até o rio Paranapanema, pelo qual desce até a foz do ribeirão Douradão.
4 - Com o Município de Ipauçu
Começa no rio Paranapanema, na foz do ribeirão Douradão; sobe por este até a foz do córrego da Virtuosa; sobe por este até a foz do córrego de Luís Pinto; continua pelo contraforte entre as águas deste córrego e as do córrego da Virtuosa, até o espigão Pardo-Paranapanema; prossegue pelo espigão até o contraforte entre as águas do ribeirão da Figueira e as do ribeirão das Palmeiras; caminha por este contraforte até a cabeceira do córrego de Santa Cecília, onde tiveram início estas divisas. 

 

MUNICÍPIO DE BILAC

(Criado em 1933)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Araçatuba
Começa no córrego Água Boa, na foz do terceiro afluente da margem esquerda à montante da foz do córrego Três Nações; sobe pelo córrego Água Boa até sua cabeceira mais setentrional ao espigão-mestre entre os rios Tietê e Aguapeí; caminha pelo espigão mestre até a cabeceira mais ocidental do córrego do Ângelo Panerari, pelo qual desce até sua foz no córrego Elíseo; desce pelo córrego Elíseo até sua foz no ribeirão Baguaçu.
2 - Com o Município de Birigui
Começa no ribeirão Baguaçu, na foz do córrego Elíseo; sobe pelo ribeirão Baguaçu até a foz do córrego Imbé, pelo qual sobe até a foz do galho que vem da fazenda Alto Alegre.
3 - Com o Município de Coroados
Começa no córrego Imbé, na foz do galho que vem da fazenda Alto Alegre; sobe pelo córrego Imbé, que passa na fazenda de igual nome até. sua cabeceira no espigão mestre Tietê-Aguapeí.
4 - Com o Município de Clementina
Começa no espigão-mestre Aguapeí-Tietê, na cabeceira do córrego Imbé; segue pelo espigão-mestre, até a cabeceira do córrego da Laje; desce por este e pelo ribeirão da Lontra até a foz do córrego Rico.
5 - Com o Município de Gabriel Monteiro
Começa no ribeirão da Lontra, na foz do córrego Rico, pelo qual sobe até a foz do córrego Olaria; sobe pelo córrego Olaria até sua cabeceira; daí, vai, em reta, ao divisor Barreiro - Água Boa, na cabeceira do terceiro afluente da margem esquerda do córrego Água Boa, à montante da foz do córrego Três Nações, onde tiveram início estas divisas.

 

MUNICÍPIO DE BIRIGUI
(Criado em 1921)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Araçatuba
Começa no ribeirão Baguaçu, na foz do córrego Elíseo; desce pelo ribeirão Baguaçu até a foz do córrego Tupi; daí vai, em reta, à cabeceira mais meridional do córrego Barro Preto; desce por este até o córrego Água Branca e por este desce até o ribeirão Baguaçu; desce pelo ribeirão Baguaçu até sua foz no rio Tietê.
2 - Com o Município de Buritama
Começa no rio Tietê, na foz do ribeirão Baguaçu; sobe pelo rio Tietê até a foz do córrego dos Baixotes.
3 - Com o Município de Coroados
Começa no rio Tietê, na foz do córrego dos Baixotes; sobe por este até a foz do córrego Grande e por este até sua cabeceira principal, no divisor Congonhas-Baguaçu; segue por este divisor até a cabeceira do córrego Tabapuã, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Baguaçu; desce por este até a foz do córrego Gangré, pelo qual sobe até sua cabeceira no contraforte Baguaçu-Imbé; alcança na contravertente a cabeceira da água que passa pela colônia da fazenda Mundo Novo; desce por esta água até sua foz no galho do córrego Imbé, galho que vem da fazenda Alto Alegre; desce por este galho até sua foz no córrego Imbé.
4 - Com o Município de Bilac
Começa no córrego Imbé, na foz do galho que vem da fazenda Alto Alegre; desce pelo córrego Imbé até sua foz no ribeirão Baguaçu, pelo qual desce até a foz do córrego Elíseo, onde tiveram início estas divisas.

 

MUNICÍPIO DE BIRITIBA MIRIM
(Criado em 1963)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Mogi das Cruzes
Começa no pião divisor entre os rios Itatinga, Itapanhaú e o ribeirão Biritiba Mirim, na cabeceira deste último ribeirão, pelo qual desce até sua foz no rio Tietê; desce pelo rio Tietê até a foz do córrego Lindeiro, pelo qual sobe até sua cabeceira, no espigão-mestre Tietê-Paraíba; segue pelo espigão-mestre até cruzar com o divisor entre as águas do córrego da Fazendinha de um lado e as do ribeirão Putim do outro lado.
2 - Com o Município de Guararema
Começa no espigão-mestre Tietê-Paraíba, no ponto de cruzamento com o divisor entre as águas do córrego da Fazendinha de um lado e as do ribeirão Putim do outro lado; segue pelo espigão-mestre até a cabeceira do córrego de João de Melo.
3 - Com o Município de Salesópolis

Começa no espigão-mestre Tietê-Paraiba, na cabeceira do córrego de João de Melo; desce por este ao rio Paraitinga, afluente do rio Tietê; segue pelo rio Paraitinga, até a foz do córrego da Fazenda ou do Leo, pelo qual sobe até sua cabaceira; ganha na contravertente a cabeceira do córrego da Fazenda São José, pelo qual desce até o ribeirão Alegre ou Peroba; vai daí, em reta à foz do rio Claro, no rio Tietê; sobe pelo rio Claro até a foz do córrego do Capinzal, pelo qual sobe até sua cabeceira na serra do Mar.
4 - Com o Município de Santos
Começa na serra do Mar, na cabeceira do córrego do Capinzal; segue pela serra do Mar, até o ponto de cruzamento com o divisor que deixa, à direita, as águas do ribeirão Guacá, e à esquerda, as do rio Itapanhaú; segue por este divisor em demanda da foz do ribeirão Guacá, no rio Itapanhaú; continua pelo divisor fronteiro, que deixa, à direita, o ribeirão das Pedras, até a cabeceira do ribeirão Biritiba Mirim, no pião divisor entre os rios Itapanhaú e Itatinga e o ribeirão Biritiba Mirim, onde tiveram início estas divisas.

 

MUNICÍPIO DE BOA ESPERANÇA DO SUL
(Criado em 1898)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Ibitinga
Começa no rio Jacaré-Pepira, na foz do córrego Perdizes; sobe por este até sua cabeceira mais setentrional; daí vai, em reta, à ponte sobre o rio Jacaré-Guaçu, na estrada de rodagem que vai da usina Itaquerê, ao retiro da fazenda do mesmo nome, à margem esquerda do rio Jacaré-Guaçu,
2 - Com o Município de Nova Europa
Começa no rio Jacaré-Guaçu, na ponte da estrada de rodagem que vai da usina Itaquerê, ao retiro da fazenda do mesmo nome, à margem esquerda do rio Jacaré-Guaçu; sobe pelo rio Jacaré-Guaçu, até a foz do córrego Meia-Légua.
3 - Com o Município de Araraquara
Começa no rio Jacaré-Guaçu, na foz do córrego Meia-Légua; sobe por aquele até a foz do córrego do Ipê.
4 - Com o Município de Ribeirão Bonito
Começa no rio Jacaré-Guaçu, na foz do córrego do Ipê; sobe por este até a foz do córrego Água Sumida; continua pelo contraforte intermediário até o divisor que deixa, à direita, o ribeirão do Saltinho e, à esquerda os córregos do Ipê e São João; segue por este divisor até o contraforte entre as águas do córrego da Fazenda Figueira, à direita, e as do ribeirão do Saltinho, à esquerda; caminha por este contraforte até a confluência dessas águas; daí, vai, em reta, à cabeceira norocidental do córrego Municipal, pelo qual desce até sua foz no rio Boa Esperança; desce por este até o córrego das Três Barras, pelo qual sobe até o ponto onde é cortado pela reta que vai da foz do córrego da Fazenda Nova Cintra, no córrego da Vargem, à foz do córrego da Fazenda São José, no ribeirão do Potreiro.

5 - Com o Município de Dourado

Começa no córrego das Três Barras, no ponto onde é cortado pela reta que vai da foz do córrego da Fazenda Nova Cintra, no córrego da Vargem, à foz do córrego da Fazenda São José no ribeirão do Potreiro; prossegue por esta reta até a foz do córrego da Fazenda São José, no ribeirão do Potreiro; desce pelo ribeirão do Potreiro até a foz do córrego Barraca.
6 - Com o Município de Bocaina
Começa no ribeirão do Potreiro, na foz do córrego Barraca; sobe por este até sua cabeceira norocidental; vai daí, em reta, à cabeceira do córrego Estiva, pelo qual desce até sua foz no rio Jacaré-Pepira pelo qual desce até suá foz do ribeirão Três Barras. 
7 - Com o Município de Bariri
Começa no rio Jacaré-Pepira, na foz do ribeirão Três Barras, e por aquele desce até a foz do córrego Perdizes, onde tiveram início estas divisas. 
b) Divisas Interdistritais
1 - Entre os Distritos de Boa Esperança do Sul e Trabiju
Começa no ribeirão do Saltinho, na foz do córrego da Fazenda Figueira; desce por aquele até o rio Boa Esperança; segue pelo contraforte fronteiro, até o espigão entre as águas deste último rio e as do rio Jacaré-Pepira, e continua pelo espigão que deixa, à esquerda, as águas do ribeirão do Potreiro e à direita, as do córrego das Barracas, indo até a foz deste córrego, no ribeirão do Potreiro.

 

MUNICÍPIO DE BOCAINA
(Criado em 1891)

 

b) Divisas Interdistritais
1 - Com o Município de Bariri
Começa na cabeceira oriental do córrego do Picini; segue pelo divisor Prata-Queixada até o espigão que deixa, à direita, as águas do córrego da Taboca e ribeirão Três Barras e, à esquerda), as do ribeirão da Queixada; prossegue por este espigão até entroncar com o contraforte entre as águas do córrego da Fazenda Morro Alto, à esquerda, e as do ribeirão Três Barras, a direita; continua por este contraforte em demanda da foz do córrego da Fazenda Morro Alto, no ribeirão Três Barras, pelo qual desce até sua foz no rio Jacaré-Pepira.
2 - Com o Município de Bôa Esperança do Sul
Começa no rio Jacaré-Pepira, na foz do ribeirão Três Barras, sobe pelo rio Jacaré-Pepira, até a foz do córrego Estiva, pelo qual sobe até sua cabeceira; daí, vai em reta à cabeceira norocidental do córrego Barraca, pelo qual desce até sua foz no ribeirão do Potreiro.
3 - Com o Município de Dourado
Começa no ribeirão do Potreiro, na foz do córrego Barraca; desce pelo ribeirão do Potreiro, até o rio Jacaré-Pepira, pelo qual sobe até a foz do ribeirão da Figueira. 

4 - Com o Município de Jaú

Começa no rio Jacaré-Pepira, na foz do ribeirão da Figueira; sobe por este e pelo córrego Macaco, até a sua cabeceira; vai, em reta, à ponte sobre o ribeirão Boa Vista, na estrada de rodagem, que leva à cidade de Bocaina e daí segue em demanda do divisor que deixa, à esquerda, o ribeirão Pouso Alegre e, à direita, os ribeirões Bocaina e da Prata; caminha por este divisor ate onde é cortado pela reta de rumo Norte, que vem da foz da água do Ferraz, no córrego da Onça, no divisor Pouso Alegre - Prata; segue por esta reta até o ribeirão da Prata, pelo qual desce até a foz do córrego do Picini; sobe por este até sua cabeceira oriental, onde tiveram início estas divisas.

 

MUNICÍPIO DE BOFETE
(Criado em 1880)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Itatinga
Começa no rio Santo Inácio, na foz do córrego da Estiva, também conhecido como Potreiro do Lima, sobe por aquele até a foz do ribeirão da Posse.

2 - Com o Município de Pardinho
Começa no rio Santo Inácio, na foz do ribeirão da Posse; sobe por aquele até a foz do ribeirão Limoeiro; continua pelo espigão da margem esquerda deste último até os aparados da serra da Barra Mansa; prossegue por esses aparados e pelos da serra do Limoeiro, até os aparados da serra Comprida, pelos quais continua até o ponto onde corta a água Clara.
3 - Com o Município de Botucatu
Começa nos aparados da serra Comprida, no ponto onde corta a água Clara; segue pelos aparados da serra Comprida e pelos da serra de Botucatu, até frontear a cabeceira mais meridional do córrego dos Dezessete Ramos, pelo qual desce ate a foz do córrego Extrema.

4 - Com o Município de Anhembi
Começa na confluência do córrego Dezessete Ramos com o córrego da Extrema, que deságua próximo ao bairro Dezessete Ramos, vai, em reta, a cabeceira mais ocidental do ribeirão dos Patos, e por este desce até o ribeirão da Água Fria, e por este, ainda, até a foz do córrego do Buracão, foz esta situada cerca de um quilômetro abaixo da ponte sobre o ribeirão da Água Fria, na estrada de rodagem que une Conchas a Botucatu; sobe pelo córrego do Buracão até sua cabeceira mais meridional; vai, em reta, à cabeceira da água do Vicentinho, primeiro afluente cia margem esquerda do rio do Peixe, abaixo da foz do córrego que desce do armazém da rodovia estadual; desce pela água do Vicentinho até sua foz no rio do Peixe.
5 - Com o Município de Conchas
Começa no rio do Peixe, na foz da água do Vicentinho, sobe por aquele até a confluência do rio Feio.
6 - Com o Município de Porangaba
Começa na confluência do rio Feio com o rio do Peixe; sobe por este até a foz do rio Bonito, e por este acima ate a foz do ribeirão Palmeiras, continuando pelo espigão intermediário a essas duas águas, até o espigão-mestre Capivari - Santo Inácio.
7 - Com o Município de Guareí
Começa no espigão-mestre Capivari - Santo Inácio, onde ele cruza com o contraforte entre as águas do rio Bonito e ribeirão Palmeiras; segue pelo espigão passando pelo cerrito de José Vieira e pelo morro da Fortaleza, até a cabeceira mais oriental do córrego da Divisa.

8 - Com o Município de Angatuba
Começa na cabeceira mais oriental de córrego da Divisa; desce por este até o rio Jacu ou Jacuzinho, sobe por este até a foz do córrego Capão Rico e por este acima e pelo seu galho mais ocidental até sua cabeceira; vai, daí, à cabeceira mais oriental do córrego da Estiva, ou do Potreiro do Lima, e por este abaixo até o rio Santo Inácio, onde tiveram início estas divisas.

 

MUNICÍPIO DE BOITUVA
(Criado em 1937)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Cerquilho
Começa no rio Sorocaba, na foz do córrego Palmital ou Sete Ranchos, pelo qual sobe até sua cabeceira mais setentrional no espigão Tietê-Sorocaba; segue por este espigão até cruzar com o divisor entre o ribeirão Mandiçununga, à direita, e o ribeirão Indalécio de Camargo à esquerda; prossegue por este divisor até encontrar o contraforte que finda na foz do córrego da Fazenda Paineiras no ribeirão Mandiçununga.
2 - Com o Município de Tietê
Começa no divisor Indalécio de Camargo-Mandiçununga, no ponto de cruzamento com o contraforte que finda na foz do córrego da Fazenda Paineiras, no ribeirão Mandiçununga; segue por este contraforte até a referida foz, prossegue pelo divisor fronteiro entre as águas dos ribeirões Mandiçununga e Quilombo, em demanda da cabeceira mais ocidental do córrego Cruz das Almas.
3 - Com o Município de Porto Feliz
Começa na cabeceira mais ocidental do córrego Cruz das Almas, e vai, pelo divisor, à cabeceira do córrego de Benedito João; desce pelo córrego de Benedito João e pelo córrego Água Branca até o ribeirão Quilombo; daí, vai em reta, à foz do ribeirão Pinhal,  no ribeirão Pau d'Alho; sobe por este até a foz do córrego Avelino Corrêa e por este acima até sua cabeceira, ganha o divisor que deixa à direita, o córrego Maria Alves e à esquerda o ribeirão Pilões, segue por este divisor até o espigão-mestre Tietê-Sorocaba, segue pelo espigão-mestre até cruzar com o contraforte, que leva à bifurcação das águas do córrego Anhanguera; segue por este contraforte até a referida bifurcação; desce pelo córrego Anhanguera até sua foz no rio Sorocaba.

4 - Com o Município de Iperó
Começa na foz do córrego Anhanguera no rio Sorocaba, pelo qual desce até a foz do rio Sarapuí.

5 - Com o Município de Tatuí.
Começa no rio Sorocaba, na foz do rio Sarapuí; desce por aquele até a foz do ribeirão Palmital ou Sete Ranchos, onde tiveram início estas divisas.

 

MUNICÍPIO DE BOM JESUS DOS PERDÕES
(Criado em 1958)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Atibaia
Começa no pião divisor entre os ribeirões Itapetinga, Cachoeirinha e rio Jundiaí na serra da Pedra Vermelha; continua por esta serra até o contraforte que deixa, à esquerda, as águas do córrego Pedra Vermelha, e à direita, as do ribeirão Itapetinga ou dos Pintos; segue por este contraforte até a junção destes dois cursos d'água; vai desta confluência pelo contraforte fronteiro até a extremidade meridional da serra de Itapetininga; segue pela serra até a cabeceira mais ocidental do ribeirão Laranja Azeda, pelo qual desce até sua foz no rio Atibaia; sobe por este até a foz do rio Cachoeira.
2 - Com o Município de Piracaia 

Começa no rio Atibaia na foz do rio Cachoeira; segue pelo divisor entre o rio Atibaia, à direita, e o rio Cachoeira, à esquerda, até a cabeceira do córrego Municipal.

3 - Com o Município de Nazaré Paulista
Começa no divisor Atibaia-Cachoeira, na cabeceira do córrego Municipal; segue por este divisor até o contraforte entre o córrego da Água Comprida, de um lado, e o rio Atibainha, do outro lado; segue por este contraforte em demanda da foz do ribeirão do Taboão ou Vargem Grande, no rio Atibainha; sobe pelo ribeirão do Taboão ou Vargem Grande até a foz do córrego do Mascate, pelo qual sobe até a sua cabeceira do braço esquerdo; segue pelo contraforte Cachoeirinha - Mato Dentro, até o divisor entre o córrego Mato Dentro e rio Juqueri.
4 - Com o Município de Mairiporã
Começa no espigão Atibaia-Juqueri, no divisor entre o córrego Mato Dentro e rio Jundiaí; segue pelo espigão Atibaia-Juqueri até atingir o pião divisor dos ribeirões Itapetinga, Cachoeirinha e rio Jundiaí, onde tiveram início estas divisas.

 

MUNICÍPIO DE BORÁ
(Criado em 1963)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Quatá
Começa no espigão-mestre Peixe-Paranapanema, no ponto de cruzamento com o contraforte que separa as águas do córrego Borá das do ribeirão Bela Vista ou Cristal; segue por este contraforte em demanda da confluência dessas duas águas; desce pelo ribeirão Bela Vista ou Cristal até sua foz no rio do Peixe.
2 - Com o Município de Quintana
Começa no rio do Peixe, na foz do ribeirão Cristal ou Bela Vista; sobe por aquele até a foz do ribeirão do Hospital ou Barreiro.

3 - Com o Município de Lutécia

Começa no rio do Peixe, na foz do ribeirão do Hospital ou Barreiro; sobe por este até a foz do córrego da Paz pela qual continua até sua cabeceira mais meridional no espigão-mestre Peixe Paranapanema.

4 - Com o Município de Paraguaçu Paulista
Começa no espigão-mestre Peixe-Paranapanema na cabeceira mais meridional do córrego da Paz; segue pelo espigão-mestre até cruzar com o contraforte que separa as águas do córrego Borá, das do ribeirão Bela Vista ou Cristal, onde tiveram início estas divisas.

 

MUNICÍPIO DE BORACÉIA
(Criado em 1958)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Bariri
Começa na foz do ribeirão Água Limpa, no rio Tietê, pelo qual sobe até a foz do rio Jaú.
2 - Com o Município de Itapuí
Começa na foz do rio Jaú no rio Tietê, pelo qual sobe até a foz do rio Bauru.
3 - Com o Município de Pederneiras
Começa no rio Tietê na foz do rio Bauru, pelo qual sobe até a foz do córrego Anhumas; daí, segue pelo contraforte entre o córrego Anhumas, à direita, e o rio Bauru e córrego da Limeira, à esquerda, até cruzar com o divisor entre as águas do rio Bauru, de um lado, e ribeirão Água Limpa, do outro; prossegue por este divisor em demanda da cabeceira do córrego Pedras, pelo qual desce até o ribeirão Água Limpa; desce pelo ribeirão Água Limpa até sua foz no rio Tietê, onde tiveram início estas divisas.

 

MUNICÍPIO DE BORBOREMA
(Criado em 1925)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Novo Horizonte
Começa no rio Tietê, na foz do rio Batalha; segue pelo contraforte fronteiro até cruzar com o divisor entre o córrego Anhumas, ribeirão Espírito Santo e córrego Fugidinho, à direita e o córrego Aparecida ribeirão Três Pontes e córregos da Mata e Inferninho, à esquerda; segue por esse divisor até o pião divisor entre os córregos Fugidinho, Inferninho e ribeirão Fugido.
2 - Com o Município de Itajobi
Começa no pião divisor entre os córregos do Fugidinho, Inferninho e ribeirão Fugido; segue pelo contraforte entre as águas do córrego Fugidinho. à direita, e as do ribeirão Fugido, à esquerda, até a cabeceira do córrego D. Mariana; desce por este córrego até o ribeirão Fugido; sobe por este até a foz do córrego dos Macacos e por este acima até sua cabeceira no espigão Fugido-Porcos; segue pelo espigão em demanda da cabeceira mais setentrional do córrego da Queimada.
3 - Com o Município de Itápolis
Começa na cabeceira mais setentrional do córrego da Queimada; desce por este até sua foz no ribeirão dos Porcos; desce por este até a ponte do Coronel Cristiano Franco; daí, vai, pelo contraforte fronteiro, até o divisor Porcos - São Lourenço; segue por este contraforte em demanda da foz do córrego Roseira, no rio São Lourenço. 
4 - Com o Município de Ibitinga
Começa no rio São Lourenço, na foz do córrego Roseira; desce por aquele até o ribeirão dos Porcos e por este até o rio Tietê.
5 - Com o Município de lacanga
Começa no rio Tietê, na foz do ribeirão dos Porcos; desce por aquele até a foz do ribeirão Doce.

6 - Com o Município de Reginópolis
Começa no rio Tietê, na foz do ribeirão Doce; desce pelo rio Tietê até a foz do rio Batalha, onde tiveram início estas divisas.

 

MUNICÍPIO DE BOTUCATU
(Criado em 1855)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de São Manuel
Começa no rio Palmital, na foz do córrego da Fazenda São José do palmital; sobe pelo rio até sua cabeceira mais oriental; segue pelo divisor entre as águas dos rios Pardo e Claro até o divisor entre o ribeirão dos Côchos, à esquerda, e o rio da Prata, à direita; prossegue por este divisor em demanda da cabeceira do galho mais ocidental do córrego Jacu, pelo qual desce até sua foz no rio da Prata; sobe pelo rio da Prata até sua cabeceira mais oriental; segue pelo divisor até as águas dos rios Claro e Pardo até o divisor que separa as águas do rio Claro, à esquerda, das do córrego Araquá, à direita; continua por este divisor em demanda da cabeceira meridional do córrego da Divisa; desce por este até sua foz no rio Araquá; desce por este até a foz do córrego Ferraz; continua pelo contraforte fronteiro até o divisor entre as águas do rio Araquá e as dos rios Capivari e Tietê; caminha pelo divisor até a cabeceira do córrego Pedra do Cerrito; desce por este até a sua foz no rio Tietê.
2 - Com o Município de Dois Córregos

Começa no rio Tietê, na foz do córrego da Pedra do Cerrito; sobe por aquele até a foz do rio Piracicaba; sobe por este até a foz do córrego da Pedra de Amolar.

3 - Com o Município de Santa Maria da Serra
Começa no rio Piracicaba, na foz do córrego da Pedra de Amolar; sobe por aquele até a foz do córrego da Fazenda Ondas Grandes.
4 - Com o Município de Anhembi
Começa no rio Piracicaba, na foz do córrego da Fazenda Ondas Grandes; sobe por este até sua cabeceira mais oriental; transpõe o espigão Piracicaba-Tietê, em demanda da cabeceira mais setentrional da água da Fazenda Dois Córregos, pela qual desce até o rio Tietê e por este acima até a foz do córrego dos Sete Guarantãs; segue pelo contraforte da margem direita deste córrego em demanda da foz do córrego de J. Luís, afluente da margem esquerda do rio Alambari; sobe pelo rio Alambari até a foz do córrego Dezessete Ramos, e por este acima até a foz do córrego da Extrema.
5 - Com o Município de Bofete
Começa no córrego Dezessete Ramos, na foz do córrego da Extrema; sobe pelo córrego Dezessete Ramos até sua cabeceira mais meridional, na serra de Botucatu; segue pelos aparados desta serra e da Comprida, até o ponto onde são cortados pelo água Clara.
6 - Com o Município de Pardinho
Começa nos aparados da serra de Botucatu, no trecho que tem o nome local de serra Comprida, no ponto onde são cortados pela água Clara; sobe por esta água até sua cabeceira; alcança na contravertente a cabeceira do córrego de Pânfilo Dantas, pelo qual desce até sua foz no rio Pardo e por este abaixo até a foz do ribeirão Pardinho pelo qual sobe até sua cabeceira sudocidental; ganha, depois, a cabeceira do córrego do Retiro de Brasílio Machado, pelo qual desce até o ribeirão do Atalho.
7 - Com o Município de Itatinga
Começa no ribeirão do Atalho, na foz do córrego do Retiro de Brasílio Machado; desce pelo ribeirão do Atalho até sua foz no ribeirão das Pedras, pelo qual desce até a foz do córrego da Divisa; ganha, em reta, a cabeceira meridional do córrego das Pedrinhas, e por êste abaixo até o rio Pardo e por este, ainda, até a foz do ribeirão da Restinga. 

8 - Com o Município de Avaré
Começa no rio Pardo, na foz do ribeirão da Restinga; desce por aquele até a foz do ribeirão da Divisa; sobe por este até a foz do córrego Saltinho; sobe pelo córrego Saltinho até a foz da água do Saltinho, pela qual sobe até sua cabeceira mais setentrional; segue pelo divisor Pardo-Palmital, em demanda da cabeceira do córrego da Fazenda São José do Palmital, pelo qual desce até sua foz no rio Palmital, onde tiveram início estas divisas.
b) Divisas Interdistritais
1 - Entre os Distritos de Botucatu e Rubião Júnior
Começa no ribeirão do Atalho na foz do córrego do Morro do Ouro pelo qual sobe até a cabeceira de seu galho norocidental; segue pelo divisor Atalho-Pardo até cruzar com o contraforte que deixa, à direita, o córrego do Guimarães; continua por esse contraforte em demanda da cabeceira do galho meridional do córrego do Cochos, pelo qual desce até sua foz no rio Pardo; sobe por este rio até a foz do ribeirão das Bicas, pelo qual sobe até sua cabeceira no divisor Pardo-Araquá; alcança, na contravertente, a cabeceira do galho meridional do córrego Grota Funda, pelo qual desce até a foz de seu galho, que nasce cerca de 0,5 km ao Norte da estação de Rubião Júnior; daí, vai em reta, ao km 273 da Estrada de Ferro Sorocabana; deste ponto segue em demanda do divisor entre as águas dos ribeirões Fundo e das Agulhas, à direita, e as do córrego do Rubião, à esquerda; prossegue por esse divisor até onde é cortado por uma reta de rumo Leste, que vem da foz do córrego das Palmeiras, no córrego Araquá; segue por esta reta até a referida foz; sobe pelo córrego das Palmeiras até sua cabeceira ocidental no divisor Araquá-Claro.

2 - Entre os Distritos de Botucatu e Vitoriana
Começa no rio Araquá, na foz do ribeirão Fundo; vai em reta de rumo Leste aos aparados da serra de Botucatu, que fica a Nordeste da fazenda Boa Vista; segue pelos aparados até o ponto em que ela é atingida pela reta de rumo Oeste, que vem da ponta extrema, setentrional da mesma serra, que fica cerca de um quilômetro ao Norte da sede da Fazendinha; segue pela reta que corta o Vale do ribeirão da Cidade e os trilhos da Estrada de Ferro Sorocabana e continua pelos aparados até encontrar o galho da esquerda do córrego da Fazenda Cardoso, e por este desce até o rio Capivara, pelo qual sobe até a foz do ribeirão Capivari; continua pelo espigão que deixa, à direita, as águas deste último até a segunda ponte sobre o rio Alambari, na estrada de rodagem que vai da estação de Alambari à procura da estrada de rodagem estadual, no seu tronco de São Paulo a Bauru.

 

MUNICÍPIO DE BRAGANÇA PAULISTA
(Criado em 1797)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Amparo
Começa no rio Jaguari, na foz do córrego de J. Marinho; segue pelo contraforte fronteiro até a serra do Pântano, pela qual caminha até a cabeceira sudoriental do ribeirão dos Limas.
2 - Com o Município de Monte Alegre do Sul
Começa na serra do Pântano, na cabeceira sudoriental do ribeirão dos Limas; segue pela serra até cruzar com o contraforte que finda no rio do Pinhal, na foz do córrego da Extrema.

3 - Com o Município de Pinhalzinho
Começa na serra do Pântano, no ponto de cruzamento com o contraforte que finda no rio do Pinhal na foz do córrego da Extrema; segue pelo divisor entre as águas do rio Jaguari, à direita, e as do rio do Pinhal, à esquerda, até o contraforte da margem direita do córrego de Delfim Franco; continua por este contraforte em demanda da foz deste córrego no ribeirão das Pombas; daí, vai em reta, à foz do córrego de Teófilo Leme, no ribeirão das Araras, pelo qual sobe até a foz do córrego Distrital ou dos Vieiras.
4 - Com o Município de Pedra Bela
Começa no ribeirão das Araras, na foz do córrego Distrital ou dos Vieiras; continua pelo contraforte fronteiro até o divisor entre os ribeirões das Araras e dos Curitibanos ou Morro Agudo até cruzar com o divisor que deixa, à esquerda, as águas do ribeirão das Anhumas e, à direita, as do ribeirão Curitibanos ou Morro Agudo.
5 - Com o Município de Vargem
Começa no divisor entre os ribeirões das Araras e dos Curitibanos ou Morro Agudo, onde ele cruza com o divisor que deixa, à direita, as águas, do ribeirão Curitibanos ou Morro Agudo, e à esquerda, as do ribeirão Anhumas; caminha por este divisor até a foz do rio Jacareí no rio Jaguari; sobe por aquele até a foz do ribeirão das Sete Pontes.
6 - Com o Município de Piracaia
Começa no rio Jacareí, na foz do ribeirão das Sete Pontes, pelo qual sobe até a foz do córrego dos Cubas, pelo qual sobe até sua cabeceira mais meridional, no morro Grande dos Cunhas; prossegue pelo espigão até a cabeceira mais setentrional do córrego Padre Abel.

7 - Com o Município de Atibaia
Começa no morro Grande dos Cunhas, na cabeceira mais setentrional do córrego Padre Abel; segue pelo espigão que deixa à esquerda, as águas o ribeirão dos Peçanhas, e à direita, as do ribeirão Ressaca, em demanda da confluência do córrego do Areal, no ribeirão da Ressaca que vem do bairro do Morro Grande; transpõe o ribeirão da Ressaca e continua pelo espigão que deixa, à direita, as águas do ribeirão Areal, e, à esquerda as do ribeirão Ressaca, em demanda da ponte da Estrada de Ferro Sorocabana, ramal de Bragança sobre o rio das Pedras; desce pelo rio das Pedras até a foz do córrego da Bocaina, que passa na sede da fazenda do Trigo; vai dessa confluência pelo divisor fronteiro em demanda da cabeceira mais meridional do ribeirão Mato Dentro e por este desce até o rio Atibaia.
8 - Com o Município de Jarinu
Começa no rio Atibaia, na foz do ribeirão Mato Dentro; desce por aquele até a foz do ribeirão da Fazenda Velha.
9 - Com o Município de Itatiba
Começa no rio Atibaia, na foz do ribeirão da Fazenda Velha; sobe por este até sua cabeceira mais setentrional e prossegue pelo espigão entre os rios Jaguari e Atibaia, até alcançar a cabeceira do braço sudoriental do córrego que vem da fazenda Manuel Ferraz. 
10 - Com o Município de Morungaba
Começa no espigão-mestre entre as águas do rio Jaguari, ao Norte, e as do rio Atibaia, ao Sul, na cabeceira do braço sudoriental do córrego que passa na fazenda de Manuel Ferraz; desce por este córrego até o rio Jaguari e por este abaixo até a foz do córrego de J. Marinho, onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais

1 - Entre os Distritos de Bragança Paulista e Tuiuti

Começa no rio Jaguari, na foz do córrego da Fazenda de Manuel Ferraz; sobe por aquele até a foz do córrego dos Caetanos; continua pelo contraforte que deixa, à esquerda, as águas deste último, e, à direita, as do ribeirão das Pombas, até o divisor Pombas-Varginha; segue por este divisor até cruzar com o divisor que deixa, à esquerda, as águas do ribeirão do Pântano, e à direita, as do ribeirão do Pinhal

 

MUNICÍPIO DE BRÁS CUBAS
(Criado em 1963)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Moji das Cruzes
Começa no rio Tietê na foz do rio Taiaçupeba; sobe pelo rio Tietê até a foz do ribeirão do Canudo ou Água Fria; sobe por este ribeirão até a foz do córrego do Matadouro, pelo qual sobe até sua cabeceira no divisor Tietê-Oropó; continua por este divisor em demanda da foz do córrego São João da Caputera no ribeirão Oropó; segue pelo contraforte fronteiro até cruzar com o divisor Oropó-Jundiaí; continua por este divisor em demanda da foz do ribeirão da Estiva no ribeirão Jundiaí, pelo qual desce até a foz do ribeirão Vargem Grande; segue pelo contraforte da margem esquerda deste ribeirão até cruzar com o divisor Jundiaí - Açúcar ou Comprido; segue por este divisor até a cabeceira do córrego dos Pereiras, pelo qual desce até sua foz no ribeirão do Açúcar ou Comprido; desce, ainda, por este ribeirão até sua foz no rio Taiaçupeba.
2 - Com o Município de Susano
Começa na foz do ribeirão do Açúcar ou Comprido no rio Taiaçupeba, pelo qual desce até sua foz no rio Tietê, onde tiveram início estas divisas.
b) Divisas Interdistritais
1 - Entre os Distritos de Brás Cubas e Jundiapeba
Começa na foz do ribeirão Vargem Grande no ribeirão Jundiaí, pelo qual desce até sua foz no rio Tietê.

 

MUNICÍPIO DE BRAÚNA

(Criado em 1954) 

a) Divisas Municipais

1 - Com o Município de Clementina

Começa na foz do córrego Água Branca, no rio Promissão; sobe por este até a foz do córrego 14 de Dezembro ou Salomão, pelo qual sobe até sua cabeceira, no espigão-mestre Feio ou Aguapeí-Tietê.

2 - Com o Município de Coroados
Começa no espigão-mestre Feio ou Aguapeí - Tietê, na cabeceira do córrego 14 de Dezembro ou Salomão; segue pelo espigão-mestre até cruzar com o divisor que deixa, à direita, as águas do córrego Agua Limpa; prossegue por este divisor e pelo que separa as águas deste córrego das do Congonhas, até o ponto onde é cortado por uma reta de rumo 45° NW que vem da foz do córrego do Veado no rio Bonito.
3 - Com o Município de Glicério
Começa no divisor Congonhas - Água Limpa, no ponto onde é cortado por uma reta de rumo 45° NW que vem da foz do córrego do Veado no rio Bonito; segue por essa reta até a referida foz.

4 - Com o Município de Penápolis
Começa no ribeirão Bonito, na foz do córrego do Veado; sobe pelo ribeirão Bonito até sua cabeceira no espigão-mestre Tietê - Feio ou Aguapeí; segue por este espigão-mestre até a cabeceira mais setentrional do ribeirão Grande.
5 - Com o Município de Alto Alegre
Começa no espigão-mestre Tietê - Feio ou Aguapeí, na cabeceira mais setentrional do ribeirão Grande, pelo qual desce até o ponto onde é cortado pela reta de rumo Leste, que vem da cabeceira da água do E. Menchão.
6 - Com o Município de Luiziânia
Começa no ribeirão Grande, no ponto em que é cortado pela reta de rumo Leste, que vem da cabeceira da água do E. Menchão; daí vai, em reta, à referida cabeceira; desce por essa água até sua foz no ribeirão Luiziânia; sobe por este ribeirão até a foz da primeira água da margem direita; sobe por esta água até sua cabeceira no divisor Luiziânia-Promissão; alcança, na contravertente, a cabeceira do córrego Água Branca, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Promissão, onde tiveram início estas divisas.

 

MUNICÍPIO DE BRODOSQUI
(Criado em 1913)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Batatais
Começa no ribeirão da Mata, na foz do córrego da Fazenda Morro Grande; sobe pelo ribeirão da Mata até a foz do córrego da margem esquerda, que deságua logo abaixo da sede da Fazenda de M. Caetano; sobe por êste córrego da Fazenda de M. Caetano até sua cabeceira no espigão-mestre Pardo-Sapucaí; segue por êste espigão-mestre até o divisor entre o ribeirão do Silva, à direita, e o ribeirão Claro, à esquerda; prossegue por êste divisor até cruzar com o contraforte entre o córrego Olhos d'Água, à direita, e ribeirão Claro, à esquerda; prossegue por êste contraforte em demanda da junção destes cursos de água; desce pelo ribeirão Claro até o ponto onde é cortado pela reta de rumo Oeste, que vem da cabeceira mais ocidental do córrego Pratinha, pelo qual desce até sua foz no ribeirão do Adão, logo abaixo da fazenda Alcídio.
2 - Com o Município de Altinópolis
Começa no ribeirão do Adão, na foz do córrego Pratinha, que deságua logo abaixo da fazenda Alcídio, na margem direita do ribeirão do Adão; desce por êste e continua pelo ribeirão da Prata até sua foz no rio Pardo.
3 - Com o Município de Serrana
Começa no rio Pardo, na foz do ribeirão da Prata; desce por aquêle até a foz do ribeirão da Figueira.
4 - Com o Município de Ribeirão Preto
Começa na foz do ribeirão da Figueira, no rio Pardo e por êste desce até a foz do ribeirão da Fazenda Jacutinga.

5 - Com o Município de Jardinópolis
Começa no rio Pardo, na foz do ribeirão da Fazenda Jacutinga; prossegue pelo contraforte da margem esquerda do ribeirão da Fazenda Jacutinga até o espigão que deixa, à direita, as águas do ribeirão do Silva e, à esquerda as do ribeirão da Fazenda Jacutinga; continua por êste espigão até o contraforte da margem esquerda do ribeirão das Posses; segue por êste contraforte em demanda da foz do córrego da Divisa, no ribeirão das Posses; daqui segue em reta até a foz do córrego do Claudino, no córrego São Felipe; sobe pelo córrego do Claudino até sua cabeceira no divisor entre as águas do córrego São Felipe e as do ribeirão da Mata; segue por êste divisor e pelo contraforte fronteiro em demanda da foz do córrego da Fazenda Morro Grande, no ribeirão da Mata, onde tiveram início estas divisas.

 

MUNICÍPIO DE BROTAS
(Criado em 1859)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Dourado
Começa no rio Jacaré-Pepira, na foz do ribeirão do Barreiro; alcança pelo contraforte fronteiro o divisor Jacaré-Pepira - Bebedouro; segue por êste divisor em demanda da foz do ribeirão da Água Virtuosa, no ribeirão Bebedouro.
2 - Com o Município de Ribeirão Bonito
Começa na foz do ribeirão da Água Virtuosa, no ribeirão Bebedouro; sobe por êste até a foz do córrego da Extrema, pelo qual sobe até sua cabeceira; continua pelo espigão que deixa, ao Norte, as águas do ribeirão Bebedouro e, ao Sul, as dos ribeirões Bonito e Rasteira, até a cabeceira mais ocidental do ribeirão de Santa Joana pelo qual desce até o rio Jacaré-Guaçu.

3 - Com o Município de São Carlos
Começa no rio Jacaré-Guaçu, na foz do ribeirão Santa Joana e sobe por aquêle até a foz do ribeirão do Lobo.
4 - Com o Município de Itirapina
Começa no rio Jacaré-Guaçu, na foz do ribeirão do Lobo; sobe por êste até sua cabeceira mais meridional; vai em reta, à cabeceira do córrego Minúsculo pelo qual desce até sua foz no córrego Morro Grande das Posses; vai em reta, à cabeceira nororiental do córrego das Aranhas; desce por êste até sua foz; continua em reta à cabeceira do córrego que deixa, à esquerda, a sede da Fazenda Santa Clara; desce por este córrego até sua foz no ribeirão Tamanduá; segue por êste até a foz do córrego Municipal; sobe por êste até sua cabeceira oriental; vai em reta à cabeceira do córrego Lindeiro, pelo qual desce até o ribeirão do Jardim ou Pinheirinhos; sobe por êste até a foz do córrego da Divisa, pelo qual sobe até sua cabeceira no divisor entre as águas dos ribeirões Jardim ou Pinheirinhos e dos Pintos; segue por êste divisor até a cabeceira mais oriental do ribeirão dos Pintos.
5 - Com o Município de São Pedro
Começa no divisor entre as águas do ribeirão Jardim ou Pinheirinhos, de um lado, e as do ribeirão dos Pintos do outro lado, na cabeceira mais oriental do ribeirão dos Pintos, pelo qual desce até a foz do córrego Gerivá; vai, em reta, à cabeceira mais oriental do córrego Recreio; desce por este até o ribeirão Grande e por este, ainda, até a foz do córrego da Tapera, no bairro dos Gomes; segue pelo contraforte fronteiro da margem esquerda do córrego da Tapera que leva ao espigão da margem direita do ribeirão dos Bicudos; segue por este espigão até a cabeceira mais oriental do córrego da Fazenda Boa Esperança. 

6 - Com o Município de Torrinha
Começa na cabeceira mais oriental do córrego da Fazenda Boa Esperança, afluente do ribeirão Laranja Azeda, no espigão-mestre Piracicaba-Jacaré-Guaçu; continua pelo espigão-mestre e pelo contraforte da margem esquerda do ribeirão Grande até o divisor entre as águas do ribeirão Grande e as do ribeirão Claro; segue por este divisor até a foz do córrego Clarinho, no ribeirão Claro; sobe por aquele até sua cabeceira mais ocidental; atravessa o espigão em demanda da cabeceira mais oriental do ribeirão da Pedra de Amolar e por este abaixo até o ribeirão Pinheirinhos ou Cachoeira; segue em reta à foz do córrego do Sul, no rio do Peixe.
7 - Com o Município de Dois Córregos
Começa no rio do Peixe, na foz do córrego do Sul; desce por aquele até a foz do córrego da Fazenda da Boa Vista do Paredão, pelo qual sobe até os aparados da serra de Brotas, e continua pelas aparados até alcançar o córrego do Mamão, pelo qual desce até o ribeirão do Barreiro, e por este até o rio Jacaré-Pepira, onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais
1 - Entre os Distritos de Brotas e São Sebastião da Serra
Começa no ribeirão Bom Jardim, na foz do córrego Lindeiro; desce por aquele ribeirão até a foz do ribeirão dos Pintos; daí, vai, em reta, à foz do córrego Tijuco Prêto, no ribeirão Grande; continua pelo contraforte da margem esquerda deste córrego ate cruzar com o divisor Grande - Claro.

 

MUNICÍPIO DE BURI
(Criado em 1921)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Paranapanema
Começa no ribeirão Indaíatuba, na foz do córrego Barreirão; desce pelo ribeirão Indaíatuba e pelo Enxovia até o rio Apiaí e por este até o rio Paranapanema.
2 - Com o Município de Angatuba
Começa na foz do rio Apiaí, no rio Paranapanema; sobe por este até a foz do ribeirão da Pescaria.
3 - Com o Município de Itapetininga
Começa no rio Paranapanema, na foz do ribeirão da Pescaria; sobe pelo rio Paranapanema até a foz do ribeirão Lajeado de Santa Isabel.

4 - Com o Município de Capão Bonito.
Começa no rio Paranapanema, na foz do ribeirão Lajeado de Santa Isabel, pelo qual sobe até a foz do córrego Lajeado da Pedra Chata, e ainda, por este, até sua cabeceira mais ocidental; segue pelo contraforte fronteiro até o divisor Lajeado da Pedra Chata - Lajeado do Pinheiro Sêco; prossegue por este divisor em demanda da foz do córrego da Sanga, no ribeirão Lajeado do Pinheiro Sêco; sobe por aquele até sua cabeceira, indo daí, em reta, à cabeceira do córrego da Divisa, e por este abaixo até o rio Paranapitanga; continua por nova reta à ponte de Basílio Nunes, hoje Marcolino Nunes, sobre o rio Apiaí-Mirim.
5 - Com o Município de Itapeva
Começa na ponte de Basílio Nunes, hoje Marcolino Nunes, sobre o rio Apiaí-Mirim; segue pelo divisor fronteiro, contornando as cabeceiras do córrego Lajeado até a cabeceira mais oriental do córrego do Pirizal, pelo qual desce até o rio Apiaí-Guaçu e por este, ainda, até a foz do córrego Rincão Comprido, pelo qual sobe até sua cabeceira no espigão Enxovia-Apiaí-Guaçu; segue pelo espigão até a cabeceira mais oriental do córrego Roseira, pelo qual desce até o ribeirão Enxovia e por este, ainda, até o córrego do Tijuco Preto, pelo qual sobe até sua cabeceira; vai à cabeceira do córrego dos Ribeiros e desce por este até o ribeirão Morro Cavado e por este, ainda, até a foz do córrego Jacu, pelo qual sobe até sua cabeceira, na contravertente do córrego Barreirão; alcança a cabeceira do córrego Barreirão, pelo qual desce ao ribeirão Indaíatuba, onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais
1 - Entre os Distritos de Aracaçu e Buri
Começa no rio Apiaí-Guaçu, na foz do ribeirão Enxovia; sobe por aquele até a foz do córrego do Retiro do Apiaí; sobe por este até sua cabeceira mais ocidental; segue pelo divisor fronteiro em demanda da foz do córrego da Viúva, no rio Paranapitanga, segue pelo contraforte fronteiro até o divisor Paranapitanga-Paranapanema; continua por este divisor em demanda da ponte do Delfino, sobre o rio Paranapanema, na estrada de rodagem para Itapetininga.

 

MUNICÍPIO DE BURITAMA
(Criado em 1948)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Araçatuba
Começa no rio Tietê, na foz do ribeirão Baguaçu, desce por aquele até a foz do ribeirão Mato Grosso, pelo qual sobe até a foz do córrego da Pedra.

2 - Com o Município de Turiúba
Começa no ribeirão Mato Grosso, na foz do córrego da Pedra; sobe por este até a foz do córrego do Bacuri, pelo qual sobe até sua cabeceira nororiental no divisor Pedra-Palmeiras; alcança na contravertente a cabeceira sudocidental do córrego de José Cecate, pelo qual desce até sua foz no córrego do Campo; desce por este córrego até sua confluência com o córrego da Mata, formadores do ribeirão Palmeiras; daí, segue em reta, até a citada junção; segue pelo contraforte fronteiro até o espigão Capivara-Palmeiras; prossegue por este espigão até a cabeceira do córrego Capivara, pelo qual desce até a foz do córrego Coqueiro; segue pelo contraforte fronteiro até o divisor Capivara - Ponte Nova; continua por este divisor até a cabeceira do córrego Chatão, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Ponte Nova; desce por este até sua foz no ribeirão Santa Bárbara.

3 - Com o Município de Planalto
Começa no ribeirão Santa Bárbara, na foz do ribeirão Ponte Nova; desce pelo ribeirão Santa Bárbara até o rio Tietê.
4 - Com o Município de Glicério
Começa no rio Tietê, na foz do ribeirão Santa Bárbara; desce por aquele até a foz do córrego das Congonhas.
5 - Com o Município de Coroados
Começa no rio Tietê, na foz do córrego das Congonhas; desce por aquele até a foz do córrego dos Baixotes.
6 - Com o Município de Birigui
Começa no rio Tietê, na foz do córrego do Baixotes; desce por aquele até a foz do ribeirão Baguaçu, onde tiveram início estas divisas.

 

MUNICÍPIO DE BURITIZAL
(Criado em 1954)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Aramina
Começa no rio do Carmo na foz do ribeirão da Bandeira; continua pelo contraforte fronteiro até o contraforte entre as águas do ribeirão da Bandeira à direita, e o córrego da Estivinha, à esquerda; segue por este contraforte até o divisor entre as águas do ribeirão da Bandeira e o córrego Pedra Branca; continua por este divisor até a cabeceira mais meridional do córrego dos Camilos, pelo qual desce até sua foz no córrego Pedra Branca; desce pelo córrego Pedra Branca, até a foz do córrego dos Menezes, pelo qual sobe até sua cabeceira, no divisor entre as águas do córrego Pedra Branca, à direita, e as do córrego Paraíso à esquerda; continua por este divisor até cruzar com o contraforte que morre no córrego Paraíso na foz de seu galho nororiental.
2 - Com o Município de Igarapava
Começa no divisor Pedra Branca - Paraíso no ponto de cruzamento com o contraforte que finda no córrego Paraíso na foz de seu galho nororiental; segue pelo divisor Pedra Branca - Paraíso até o espigão que separa as águas do córrego Pedra Branca das do córrego da Matinha; prossegue por este espigão até a cabeceira do galho mais ocidental do córrego da Matinha, pelo qual desce até sua foz no córrego da Cachoeirinha; desce pelo córrego da Cachoeirinha até sua foz no ribeirão do Fundão; desce por este ribeirão até a foz do ribeirão do Pari, pelo qual sobe até a foz do córrego do Campo Mimoso.

3 - Com o Município de Pedregulho 

Começa no ribeirão do Pari, na foz do córrego do Campo Mimoso; sobe por este até a foz do córrego da Paixão, e por este acima até sua cabeceira no bairro do Moleque; vai daí, em linha reta, à foz do córrego José Pinheiro no ribeirão da Bandeira; sobe pelo córrego José Pinheiro até sua cabeceira; vai, daí, em reta, à cabeceira mais setentrional do galho de Oeste do córrego do Inhame pelo qual desce até o rio Ponte Nova.
4 - Com o Município de Jeriquara
Começa no rio Ponte Nova, na foz do córrego do Inhame; desce por aquele até a foz do córrego Jeriquara.
5 - Com o Município de Ituverava
Começa no rio Ponte Nova, na foz do córrego Jeriquara; desce pelo rio Ponte Nova, até sua foz no rio do Carmo, pelo qual desce até a foz do ribeirão da Bandeira, onde tiveram início estas divisas.

 

MUNICÍPIO DE CABRÁLIA PAULISTA
(Criado em 1948)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Lucianópolis
Começa no rio Alambari, na foz da água da Boa Vista; sobe pelo rio Alambari até a foz do ribeirão das Antas.
2 - Com o Município de Duartina
Começa no rio Alambari, na foz do ribeirão das Antas; sobe pelo rio Alambari até a foz do ribeirão do Serrote; segue pelo contraforte fronteiro até o contraforte entre o ribeirão Preto, à direita, e as águas do Brás e da Capoeira, a esquerda; prossegue por este contraforte até cruzar com o espigão-mestre Alambari-Batalha. 
3 - Com o Município de Piratininga
Começa no espigão-mestre Alambari-Batalha, no ponto de cruzamento com o contraforte entre o ribeirão Preto e a água da Capoeira; segue pelo espigão-mestre até cruzar com o contraforte entre a água da Areia Branca, à direita, e a água do Barro Preto e ribeirão Três Barras, à esquerda; continua por este contraforte em demanda da foz da água do Poço, no rio Alambari; sobe pela água do Poço até sua cabeceira oriental, no divisor Alambari-Turvo.
4 - Com o Município de Agudos
Começa no divisor Alambari-Turvo, na cabeceira oriental da água do Poço; segue pelo divisor Alambari-Turvo até a cabeceira meridional da água da Boa Vista. 
5 - Com o Município de Santa Cruz do Rio Pardo
Começa no divisor Alambari-Turvo na cabeceira meridional da água da Boa Vista, pela qual desce até sua foz no rio Alambari, onde tiveram início estas divisas.

 

MUNICÍPIO DE CABREÚVA
(Criado em 1859)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Itupeva
Começa no espigão-mestre Tietê-Jundiaí, na cabeceira mais meridional do ribeirão Santa Rita; segue pelo espigão-mestre, deixando, à direita, as águas do ribeirão do Pinhal ou Jacaré, até cruzar com o contraforte que deixa, à direita, as águas do córrego Caracol; continua por este contraforte até a foz desse córrego, no ribeirão da Cachoeira.
2 - Com o Município de Jundiaí
Começa no ribeirão Cachoeira, na foz do córrego Caracol; sobe pelo ribeirão da Cachoeira até sua cabeceira sudoriental; ganha o alto da serra do Japi e pela cumiada desta prossegue, contornando as cabeceiras do rio Guaxinduba, até o alto do seu contraforte denominado de São Bento, que é o contraforte que deixa, à esquerda, as águas do ribeirão Caaguaçu; segue por este contraforte até a confluência deste com o ribeirão da Cachoeira, formadores do rio Jundiuvira.
3 - Com o Município de Pirapora do Bom Jesus.
Começa na confluência dos ribeirões Caaguaçu e Cachoeira, formadores do rio Jundiuvira; desce por este rio até sua foz no rio Tietê.
4 - Com o Município de São Roque
Começa no rio Tietê, na foz do ribeirão Jundiuvira e desce pelo rio Tietê até a foz do córrego Putribu de Cima.

5 - Com o Município de Itu
Começa no rio Tietê, na foz do córrego Putribu de Cima; desce por aquele até a foz do ribeirão Itaguá, que nasce na povoação de Itaguá; sobe pelo ribeirão Itaguá, até a foz do córrego da Fazenda Morro Grande e vai, em reta de rumo Norte, até o rio Piraí, pelo qual sobe até o córrego Municipal sobe por este até sua cabeceira e continua pelo divisor Pinhal-Jundiaí até o espigão-mestre Jundiaí-Tietê; caminha pelo espigão-mestre até a cabeceira mais meridional do ribeirão Santa Rita, onde tiveram início estas divisas. 
b) Divisas Interdistritais
1 - Entre os Distritos de Bom Fim do Bom Jesus e Cabreúva
Começa na serra do Japi, no ponto de cruzamento com o contraforte que deixa, à direita, as águas do ribeirão Caaguaçu, contraforte conhecido por espigão de São Bento; continua pela serra do Japi até a cabeceira do córrego Ribeirão, pelo qual desce até a foz do córrego da Fazenda Corcovado; sobe por este córrego até sua cabeceira; continua pelo espigão entre as águas do córrego Ribeirão, de um lado, e as do ribeirão do Caí, do outro lado, em demanda da foz do córrego da Fazenda São José, no ribeirão Caí; sobe por aquele córrego até a cabeceira de seu galho oriental; daí, continua pelo espigão que separa as águas dos ribeirões do Caí, à esquerda, e as do Bonfim, à direita, em demanda da foz do ribeirão do Bonfim no ribeirão do Pinhal; continua pelo contraforte fronteiro até cruzar com o espigão que separa as águas do rio Jundiaí, ao Norte, e as do ribeirão do Pinhal, ao sul.

 

MUNICÍPIO DE CAÇAPAVA
(Criado em 1855)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Monteiro Lobato
Começa na serra do Palmital na cabeceira mais setentrional do ribeirão Tuvu; segue por esta serra até cruzar com o divisor entre as águas dos ribeirões da Serra e da Santa Cruz.
2 - Com o Município de Taubaté
Começa na serra do Palmital, onde ela cruza o divisor entre as águas dos ribeirões da Serra e Santa Cruz; caminha por este divisor até a junção das águas do ribeirão Santa Cruz com as do córrego que vem da fazenda de José Benedito de Alcântara; desce pelo ribeirão Santa Cruz até a foz do rio Paraíba, e por este ainda até a foz do córrego Pichoá ou Ponte Alta, subindo por este até sua cabeceira mais meridional; prossegue pelo espigão da margem direita das águas do ribeirão Caçapava Velha, até cruzar com o divisor entre as águas deste último ribeirão, à direita, e as do ribeirão Taperão ou Piraí, à esquerda,
3 - Com o Município de Redenção da Serra
Começa no espigão da margem direita do ribeirão Caçapava Velha, onde cruza com o divisor entre as águas deste ribeirão, à direita, e dos ribeirões Itaim e Itaperão ou Piraí, à esquerda; continua pelo último divisor até a cabeceira do córrego Fonsecada.
4 - Com o Município de Jambeiro
Começa na serra do Jambeiro, na cabeceira do córrego da Fonsecada e pela serra prossegue até a cabeceira mais meridional do ribeirão Nossa Senhora da Ajuda do Bom Retiro.
5 - Com o Município de São José dos Campos
Começa na serra do Jambeiro, na cabeceira mais meridional do ribeirão Nossa Senhora da Ajuda do Bom Retiro; desce por este até o rio da Divisa, pelo qual desce até sua foz no rio Paraíba; sobe por este até a foz do ribeirão Butá, e sobe por este até a forquilha de seus maiores formadores; daí vai, em reta, à cabeceira setentrional do ribeirão do Tuvu, na serra do Palmital, onde tiveram início estas divisas.

 

MUNICÍPIO DE CACHOEIRA PAULISTA
(Criado em 1880)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Cruzeiro
Começa no divisor intermediário das águas dos ribeirões Embaú e Passa Quatro, na cabeceira do córrego Mendanha; segue por este divisor até o contraforte entre o ribeirão Piquete, à direita, e o córrego Caxambu à esquerda; prossegue por este contraforte em demanda da foz do córrego Caxambu, no ribeirão Piquete, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Passa Vinte e por este até o rio Paraíba, pelo qual sobe até a foz do ribeirão das Pedras; sobe por este até o ribeirão do Alegre; sobe por este até a foz do córrego da Dorotéia ou Santa Cabeça, pelo qual sobe até sua cabeceira no divisor que deixa, à direita, as águas do ribeirão do Alegre, e à esquerda, as do ribeirão do Paiol.

2 - Com o Município de Silveiras
Começa na cabeceira do córrego da Dorotéia ou Santa Cabeça, no divisor entre as águas do ribeirão do Alegre, à direita, e as do ribeirão do Paiol, à esquerda; segue por este divisor até entroncar com o divisor entre as águas do ribeirão do Alegre e córrego Cantagalo; prossegue por este divisor até a cabeceira do córrego da Divisa; desce por este até sua foz no córrego Cantagalo, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Palmital; segue pelo contraforte da margem esquerda do ribeirão Palmital até o divisor Palmital-Bocaina; caminha por este divisor até entroncar com o contraforte da margem direita do córrego Nossa Senhora da Conceição; prossegue por este contraforte em demanda da foz do córrego Nossa Senhora da Conceição no rio Bocaina, pelo qual sobe até a foz do rio Bravo; sobe por este até a foz do ribeirão São Miguel, pelo qual sobe até o córrego Urutágua; sobe por este até a foz do córrego de Ramilo Imboava, pelo qual sobe e pelo galho Sul até sua cabeceira mais meridional no espigão Paraiba-Paraitinga, que é a serra do Quebra Cangalha; segue por esta serra até a cabeceira mais setentrional do córrego da Cachoeira.
3 - Com o Município de Lorena
Começa na serra do Quebra Cangalha que é o espigão entre o rio Paraíba e Paraitinga, na cabeceira mais setentrional do córrego da Cachoeira; segue pela crista da serra até a cabeceira mais meridional do ribeirão Caninhas; desce por este até o rio Paraíba; sobe pelo rio Paraíba até a foz ao córrego Limoeiro, pelo qual sobe até sua cabeceira; daí, vai em reta, ao espigão Branco-Piquete na cabeceira sudoriental do ribeirão do Areão.

4 - Com o Município de Piquete
Começa na cabeceira sudoriental do ribeirão do Areão, pelo qual desce ao ribeirão Piquete; sobe por este até a foz do ribeirão Passa Quatro, e por este até a foz do ribeirão Jaracatiá; sobe por este ribeirão até a foz do córrego Mendanha, pelo qual sebe até sua cabeceira no espigão entre as águas dos ribeirões Passa Quadro e Embaú, onde tiveram início estas divisas.

 

MUNICÍPIO DE CACONDE
(Criado em 1864)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Tapiratiba
Começa no rio Pardo, na foz do ribeirão Areias; sobe por este até a foz do córrego do Retiro; segue por este até sua cabeceira mais setentrional e vai em reta à cabeceira do córrego da Fazenda Rosa Branca, que fica na contravertente; desce por este córrego até o córrego Faisqueira; continua por este até sua foz no ribeirão Cã-Cã; sobe por este até a foz do ribeirão Conceição e por este ainda até a foz do córrego do Cedro, pelo qual sobe até sua cabeceira mais oriental no espigão-mestre entre os rios Pardo e Sapucaí-Guaçu, já na divisa com o Estado de Minas Gerais.

2 - Com o Estado de Minas Gerais
Começa no espigão-mestre entre os rios Pardo e Sapucaí-Guaçu, na cabeceira mais oriental do córrego do Cedro; segue pela divisa com o Estado de Minas Gerais até o ponto de cruzamento da serra da Fumaça, com o contraforte entre as águas do ribeirão Santo Antônio à esquerda, e as do córrego Cubatão, à direita.
3 - Com o Município de Divinolândia
Começa na serra da Fumaça, no ponto de cruzamento com o contraforte entre as águas do ribeirão Santo Antônio, à esquerda, e as do córrego Cubatão, à direita; segue pelo contraforte até o ribeirão Santo Antônio, na foz do seu afluente da margem esquerda que deságua cerca de 1,5 km abaixo da fazenda Dona Ana; desce pelo ribeirão Santo Antônio até a foz do pequeno córrego da sua margem esquerda que deságua cerca de 3 km abaixo do afluente supracitado; sobe por este córrego até sua cabeceira mais ocidental e segue em reta ao espigão da margem esquerda do ribeirão Quebra-Machado, no ponto em que termina a reta de rumo Leste que vem da confluência do córrego da Divisa ou Cascalho com seu afluente mais meridional do córrego do Engano; segue pela referida reta até a citada confluência; prossegue dessa confluência pelo espigão da margem direita do córrego da Divisa ou Cascalho e continua pelo divisor que deixa à esquerda, as águas do córrego do Sinal Geodésico ou Água Fria, indo até a foz deste córrego, no ribeirão Vargem Grande; segue pelo contraforte fronteiro em demanda da cabeceira mais meridional do córrego do Cruzeiro, pelo qual desce até sua foz no rio Pardo e por este até a foz do córrego da Fazenda Fortaleza.

4 - Com o Município de São José do Rio Pardo
Começa no rio Pardo, na foz do córrego da Fazenda Fortaleza; desce pelo rio Pardo até a foz do ribeirão Areias, onde tiveram início estas divisas. 
b) Divisas Interdistritais
1 - Entre os Distritos de Barrânia e Caconde
Começa no espigão-mestre entre as águas do rio Pardo e as do rio Sapucaí-Guaçu, no ponto de cruzamento com o espigão que deixa, à direita o ribeirão da Conceição e à esquerda as do ribeirão São Mateus; prossegue por esse espigão até alcançar a cabeceira mais setentrional do ribeirão Bom Sucesso, e por este abaixo até o ribeirão Bom Jesus, pelo qual desce até a foz do córrego de São Gonçalo; sobe por este até sua cabeceira sudoriental, no divisor entre as águas do rio Pardo, à direita, e as do ribeirão Santa Bárbara, à esquerda, já nas divisas de Minas Gerais.

 

MUNICÍPIO DE CAFELÂNDIA
(Criado em 1925)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Guaimbê

Começa no córrego Cambará, na foz da água que passa ao Norte da sede da fazenda Cambará; desce pelo córrego Cambará até a foz da segunda água da margem esquerda; segue pelo contraforte que deixa, à esquerda, essa água e à direita a água da Colônia até cruzar com o divisor da margem esquerda do córrego Água Preta ou Sete Ranchos; continua por este divisor até a cabeceira da água Santa Maria; desce pelas águas Santa Maria e Santa Elza até sua foz no rio Feio.
2 - Com o Município de Lins
Começa no rio Feio, na foz da água Santa Elza; segue pelo contraforte fronteiro até o contraforte entre as águas do córrego Lagoa ou Lidiana, à esquerda, e as das Duas Fontes ou Valônia, à direita; continua por este contraforte até o divisor Feio-Dourado; prossegue por este divisor até a cabeceira da água Azul; desce por esta água até sua foz no ribeirão Grande, pelo qual desce até sua foz no rio Dourado; desce ainda, pelo rio Dourado até a foz do córrego Anhumas; sobe pelo córrego Anhumas até sua cabeceira mais setentrional no divisor Dourado-Tietê.
3 - Com o Município de Sabino
Começa na cabeceira mais setentrional do córrego Anhumas; segue pelo divisor entre as águas do rio Dourado, à direita, e as do rio Tietê, à esquerda, até a cabeceira do córrego Macuquinho, pelo qual desce até sua foz no córrego Macuco; desce pelo córrego Macuco até sua foz no rio Tietê.
4 - Com o Município de Novo Horizonte
Começa no rio Tietê, na foz do córrego Macuco; sobe pelo rio Tietê até a foz do córrego da Onça.

5 - Com o Município de Pongaí
Começa no rio Tietê, na foz do córrego da Onça; sobe por este até a sua cabeceira mais meridional; procura o divisor que deixa o ribeirão do Cervão, à direita, e o ribeirão Sucuri, à esquerda; prossegue por este divisor até o divisor Tietê-Dourado, pele qual caminha à procura da cabeceira mais setentrional do córrego São João.
6 - Com o Município de Guarantã
Começa no divisor Tietê-Dourado na cabeceira mais setentrional do córrego São João, pelo qual desce até o córrego Ponte Funda, pelo qual desce até sua foz no rio Dourado; continua pelo contraforte fronteiro até o contraforte que deixa, à esquerda, o córrego da Despedida, e, à direita o córrego Araci; continua por este contraforte até o divisor Dourado-Lagoa; segue por este Divisor até cruzar com o contraforte que deixa, à esquerda, as águas do córrego do Uru; continua por este contraforte em demanda da foz do córrego do Uru no córrego da Lagoa; sobe pelo córrego da Lagoa até a foz da água do Ricci, pela qual sobe até sua cabeceira ocidental no divisor Lagoa-Boa Vista; alcança na contravertente a cabeceira mais próxima do galho oriental do córrego Boa Vista pelo qual desce até a sua foz no córrego Saltinho; sobe pelo córrego Saltinho até sua cabeceira no divisor Dourado-Feio; segue por este divisor até a cabeceira do córrego das Pacas, pelo qual desce até sua foz no rio pelo; sobe pelo rio Feio até a foz do ribeirão Inhema, pelo qual sobe até a foz da água do Progresso.

7 - Com o Município de Júlio de Mesquita
Começa no ribeirão Inhema, na foz da água do Progresso, pela qual sobe até a cabeceira de seu galho norocidental, no divisor Inhema-Chantebled; segue por este divisor até cruzar com o contraforte que deixa, à esquerda, as águas do córrego Chantebled, águas que passam pela colônia da fazenda Chantebled; prossegue por este contraforte em demanda da foz do córrego da Invernada no córrego Chantebled; daí. vai, em reta, à foz da água que passa ao Norte da sede da fazenda Cambará; no córrego Cambará, onde tiveram início estas divisas.
b) Divisas Interdistritais
1 - Entre os Distritos de Bacuriti e Simões
Começa no rio Tietê, na foz do córrego Relógio Queimado, pelo qual sobe e por seu galho da esquerda até sua cabeceira; segue pelo contraforte entre as águas do córrego de Meio, à direita, e as do ribeirão do Cervão, à esquerda até entroncar com o divisor entre os rios Tietê-Dourado.
2 - Entre os Distritos de Bacuriti e Cafelândia
Começa no divisor entre as águas do rio Tietê, à direita, e as do rio Dourado, à esquerda, no ponto de cruzamento com o contraforte entre as águas do ribeirão do Cervão e as do córrego do Meio; segue pelo divisor Tietê-Dourado até a cabeceira do córrego Macuquinho.

3 - Entre os Distritos de Cafelândia e Simões
Começa no divisor entre as águas do rio Tietê, à esquerda, e do rio Dourado, à direita, no ponto de entroncamento com o contraforte entre as águas do córrego do Meio e as do ribeirão do Cervão; segue pelo divisor Tietê-Dourado, até cruzar com o divisor Cervão-Sucuri.
4 - Entre os Distritos de Cafelândia e Cafesópolis
Começa no rio Feio, na foz do córrego das Pacas; desce pelo rio Feio até a foz do córrego Santa Elza.

 

MUNICÍPIO DE CAIABU
(Criado em 1954)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Presidente Prudente
Começa no ribeirão Mandaguari, na foz do córrego do Acampamento; desce pelo ribeirão Mandaquari até sua foz no rio do Peixe.
2 - Com o Município de Mariápolis
Começa no rio do Peixe, na foz do ribeirão Mandaguari; sobe pelo rio do Peixe até o ribeirão São José ou Cristal.

3 - Com o Município de Martinópolis
Começa no rio do Peixe, na foz do ribeirão São José ou Cristal; sobe por este até sua cabeceira no divisor entre os ribeirões São José ou Cristal e Santa Tereza; segue daí pelo divisor até cruzar com o contraforte entre o córrego São Francisco, à direita, e o córrego Lindeiro, à esquerda; segue por este contraforte em demanda da foz do córrego Lindeiro, no ribeirão Santa Tereza; continua pelo contraforte fronteiro entre as águas do córrego Saltinho, à direita, e as do córrego Encantado, à esquerda, até o divisor entre as águas do ribeirão Santa Tereza, de um lado, e córrego Jacaré, do outro lado; prossegue por este divisor até a cabeceira oriental do córrego Saracura.
4 - Com o Município de Indiana
Começa no divisor entre as águas do ribeirão Santa Tereza, à direita, e as do córrego Jacaré, a esquerda, na cabeceira oriental do córrego Saracura, pelo qual desce até sua foz no córrego do Acampamento; desce pelo córrego do Acampamento até um ponto situado a duzentos metros à montante de sua foz no ribeirão Mandaguari.
5 - Com o Município de Regente Feijó
Começa no córrego do Acampamento, num ponto situado a duzentos metros à montante de sua foz no ribeirão Mandaguari; desce pelo córrego do Acampamento até sua foz no ribeirão Mandaguari, onde tiverem início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais
1 - Entre os Distritos de Boa Esperança d'Oeste e Iubatinga
Começa na foz da água Junqueira ou da Fazenda Floresta, no ribeirão São José ou Cristal; daí, vai, em reta, à estrada Esperança d'Oeste-Iubatinga, num ponto equidistante do centro das referidas vilas; deste ponto continua pelo contraforte da margem direita do córrego Patrimônio até a cabeceira do córrego do Bispo, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Mandaguari.
2 - Entre os Distritos de Caiabu e lubatinga
Começa no ribeirão Mandaguari, na foz do ribeirão Santa Tereza, pelo qual sobe até a foz do córrego Siegfried ou Saudade; sobe por este córrego até sua cabeceira mais oriental, no divisor Mandaguari — São José ou Cristal; daí continua por este divisor em demanda da cabeceira do córrego Bananinha pelo qual desce até sua foz no ribeirão São José ou Cristal.

 

MUNICÍPIO DE CAIEIRAS
(Criado em 1958)

 

a) Divisas Municipais

1 - Com o Município de Cajamar
Começa no rio Juqueri, na foz do córrego Itaim; daí segue em reta de rumo Norte até cortar o divisor entre as águas do córrego do Itaim, afluente do ribeirão Juqueri-Mirim ou Tabuões, e as do córrego Olhos D'Água; daí vai, por nova reta, à foz do córrego do Felix, no ribeirão dos Tabuões.
2 - Com o Município de Franco da Rocha
Começa na foz do córrego do Felix, no ribeirão Tabuões; segue pelo contraforte fronteiro até o divisor entre as águas do córrego do Felix, à esquerda, e do córrego Olhos D'Água, à direita; segue por este divisor até alcançar a cabeceira mais ocidental do córrego do Tanque Velho; desce por este até sua foz no córrego dos Abreus; desce por este córrego até onde é cortado por unia reta de rumo Oeste que vem da foz do córrego da Colônia, no rio Juqueri; segue por esta reta até a citada foz; sobe pelo córrego da Colônia até sua cabeceira; segue pelo divisor entre o córrego Cresciuma, à direita, e o rio Juqueri, à esquerda, até o divisor Cresciuma - Santa Inês; prossegue por este divisor até a cabeceira do córrego do Engenho, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Santa Inês.

3 - Com o Município de Mairiporã
Começa no ribeirão Santa Inês, na foz do córrego do Engenho; sobe pelo ribeirão Santa Inês, até a foz do córrego Claro; daí, continua pelo contraforte fronteiro entre o ribeirão Santa Inês, à direita, e o córrego Claro, à esquerda, até cruzar a serra da Cantareira. 

4 - Com o Município de São Paulo
Começa na serra da Cantareira, no ponto de cruzamento com o contraforte entre o ribeirão Santa Inês e o córrego Claro; segue pela serra da Cantareira até a serra do Ajuá, pela qual continua até a cabeceira mais meridional do ribeirão dos Pinheirinhos, pelo qual desce até sua foz, no rio Juqueri; desce pelo rio Juqueri até a foz do córrego do Itaim, onde tiveram início estas divisas.

MUNICÍPIO DE CAIUÁ
(Criado em 1954)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Presidente Epitácio
Começa no ribeirão dos Guachos ou Santa Cruz, na foz do córrego São João ou Prata; daí, vai, em reta, à foz do córrego Santa Cruzinha no ribeirão Santo Anastácio; sobe pelo córrego Santa Cruzinha até sua cabeceira no divisor Santo Anastácio-Caiuá; deste ponto vai em reta ao quilômetro 880 da Estrada de Ferro Sorocabana, donde vai por nova reta ao ribeirão do Veado, no ponto onde é cortado pela reta Caiuá; segue pela reta Caiuá até cortar o rio do Peixe.
2 - Com o Município de Panorama
Começa no rio do Peixe, no ponto onde é cortado pela reta Caiuá; sobe pelo rio do Peixe até a foz do ribeirão Pederneiras.
3 - Com o Município de Presidente Wenceslau.
Começa no rio do Peixe na foz do ribeirão Pederneiras, pelo qual sobe até a foz do córrego Água Sumida; sobe por este córrego até sua cabeceira; continua pelo divisor que separa as águas do rio do Peixe das do ribeirão do Veado, até cruzar com o contraforte que finda neste ribeirão, na foz da água da Colônia; segue por este contraforte em demanda da citada foz; continua pelo contraforte fronteiro que deixa, à esquerda, as águas da Colônia até o divisor Veado-Caiuá; segue por este divisor até a cabeceira setentrional da água Andorinha, pela qual desce até sua foz no ribeirão Caiuá; daí, vai em reta ao divisor Caiuá — Santo Anastácio, na cabeceira do córrego Santa Maria, pelo qual desce até sua foz no rio Santo Anastácio.
4 - Com o Município de Marabá Paulista

Começa no rio Santo Anastácio, na foz do córrego Santa Maria; desce pelo rio Santo Anastácio até a foz do córrego Jaguatirica, pelo qual sobe até sua cabeceira no divisor Santo Anastácio-Guachos ou Santa Cruz; segue por este divisor que separa as águas do rio Santo Anastácio, à direita e as do córrego São João ou Prata, à esquerda em demanda da foz deste córrego no ribeirão dos Guachos ou Santa Cruz, onde tiveram início estas divisas.

 

MUNICÍPIO DE CAJAMAR
(Criado em 1958)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Jundiaí
Começa no ribeirão da Cachoeira, no ponto onde é cortado pela reta de rumo Norte, que vem da foz do córrego do Tanquinho, no ribeirão Panunduva; sobe pelo ribeirão Cachoeira até a foz do córrego da Fazenda, pelo qual sobe até sua cabeceira mais oriental; segue pelo divisor fronteiro em demanda da serra dos Cristais, que é o espigão entre as águas dos rios Tietê e Jundiaí; prossegue pela serra dos Cristais até a cabeceira mais setentrional do ribeirão Tabuões.
2 - Com o Município de Franco da Rocha
Começa na serra dos Cristais, na cabeceira mais setentrional do ribeirão Tabuões, pelo qual desce até a foz do córrego do Felix. 

3 - Com o Município de Caieiras
Começa no ribeirão Tabuões, na foz de córrego do Felix; daí vai, em reta, ao divisor entre as águas dos córregos Olhos D'Água e Itaim; afluente do ribeirão Juqueri-Mirim ou Tabuões, na extremidade da reta de rumo Norte, que vem da foz do córrego Itaim, no rio Juqueri; deste ponto segue pela referida reta até a foz do córrego do Itaim, no rio Juqueri.
4 - Com o Município de São Paulo
Começa no rio Juqueri, na foz do córrego Itaim, pelo qual sobe até a foz do córrego Paiol Velho. 

5 - Com o Município de Santana de Parnaíba
Começa no córrego Itaim, na foz do córrego Paiol Velho pelo qual sobe até a foz do córrego, que nasce ao Sul do morro do Polvilho; sobe por esse córrego até sua cabeceira, no morro do Polvilho; daí, segue pelo contraforte da margem direita do rio Jaguari, em demanda da foz deste rio, no rio Juqueri, pelo qual desce até a foz do córrego do Morro do Mateus.
6 - Com o Município de Pirapora do Bom Jesus
Começa no rio Juqueri, na foz do córrego do Morro do Mateus; continua pelo contraforte da margem direita do córrego do Morro do Mateus, até cruzar com o divisor Morro do Mateus-Panunduva; prossegue por este divisor, em demanda da foz do córrego do Tanquinho, no ribeirão Panunduva; daí vai, em reta de rumo Norte, até alcançar o ribeirão da Cachoeira, onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais
1 - Entre o distrito de Cajamar e o de Jordanésia

Começa no divisor entre o ribeirão Tabuões, à esquerda, e o ribeirão da Cachoeira à direita, na cabeceira mais oriental do córrego da Fazenda segue por este divisor até cruzar com o divisor Tabuões-Pires; continua por este divisor até a cabeceira do galho mais ocidental do córrego Casa de pedra, pelo qual desce até a sua foz no ribeirão Tabuões ou Juqueri-Mirim; segue daí, pelo contraforte fronteiro até o divisor da margem esquerda do córrego Olho D'Água, continua por este divisor até cruzar com o divisor Olho D’Água-Itaim, afluente da margem esquerda do ribeirão Tabuões; prossegue por esse divisor Olho D'Água-Itaim até o ponto em que é cortado pela reta de rumo Norte que vem da foz do córrego Itaim, no rio Juqueri.

 

MUNICÍPIO DE CAJOBI
(Criado em 1926)

a) Divisas Municipais
1 - Entre os Distritos de Esperança d'Oeste e lubatinga
Começa no rio Turvo, na foz do córrego Capituvinha; sobe por este até sua cabeceira mais setentrional; continua pelo contraforte fronteiro até atingir o espigão que deixa, à direita, as águas do córrego Bebedouro do Turvo, e, à esquerda, as do córrego Olhos d’Água; caminha por este espigão até alcançar a cabeceira do córrego da Fazenda Santana.
2 - Com o Município de Severínia
Começa na cabeceira do córrego da Fazenda Santana; continua pelo espigão que deixa, à esquerda as águas do córrego Olhos d'Água e, à direita, as do córrego Bebedouro do Turvo e Ribeirãozinho, até o contraforte da margem direita do córrego Barrinha; continua por este contraforte em demanda da foz do córrego Barrinha, no córrego do Bambu, pelo qual sobe até sua cabeceira mais oriental; daí, segue em reta a cabeceira sudocidental do córrego do Alípio, e daí continua por outra reta a cabeceira sudocidental do córrego de Abílio de Almeida.
3 - Com o Município de Monte Azul Paulista
Começa na cabeceira sudocidental do córrego de Abílio de Almeida; segue pelo contraforte que deixa, à esquerda, o córrego Barro Preto ou Domiciano e, à direita, as águas do córrego das Palmeiras ou Aurora, até cruzar com o espigão entre as águas do córrego Barro Preto ou Domiciano e as do córrego Coqueiros; prossegue por este espigão até entroncar com o contraforte que deixa, à esquerda, o córrego do Matadouro; continua por este contraforte em demanda da foz do córrego da Fazenda Santa Rosa, no córrego do Matadouro; sobe pelo córrego da Fazenda Santa Rosa até sua cabeceira sudocidental no divisor Matadouro — Turvo, pelo qual segue até a cabeceira mais setentrional do córrego da Fazenda São João; desce por este abaixo até o córrego do Souza, pelo qual desce até sua foz no rio Turvo.

4 - Com o Município de Paraíso
Começa no rio Turvo, na foz do córrego do Souza; desce por aquele até a foz do córrego da Baixa e por este sobe até sua cabeceira; segue pelo espigão Turvo — Onça, até cruzar com o contraforte entre o córrego Maria Alves ou dos Coelhos, de um lado, e o córrego das Pedras, do outro lado; continua por este contraforte em demanda da cabeceira do córrego dos Porcos, pelo qual desce até o ribeirão da Onça.
5 - Com o Município de Catanduva
Começa no ribeirão da Onça, na foz do córrego dos Porcos; desce pelo primeiro até a fez do córrego Águas Claras.
6 - Com o Município de Tabapuã
Começa no ribeirão da Onça, na foz do córrego Águas Claras; desce pelo primeiro até o rio Turvo e por este abaixo até a foz do córrego Capituvinha, onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais
1 - Entre os Distritos de Cajobi e Embaúba
Começa no rio Turvo, na foz do córrego da Baixa; desce pelo rio Turvo até a foz do ribeirão da Onça.
2 - Entre os Distritos de Cajobi e Monte Verde Paulista
Começa no divisor entre os córregos Barrinha e do Bule, na cabeceira do primeiro córrego que deságua no córrego do Bule, à jusante da foz do córrego Matias; desce por esse córrego até sua foz no córrego do Bule; continua pelo contraforte que deixa, à esquerda, o córrego do Matias até o divisor Bule - Parra; prossegue por este divisor até a cabeceira norocidental do córrego Parra, pelo qual desce até a confluência com o galho setentrional; daí, vai em reta, à junção dos dois galhos mais altos do córrego São Geraldo, de onde vai por nova reta a cabeceira ocidental; de córrego de Larco; desce por este córrego até sua foz no córrego Antônio Belo, sobe por este córrego até a foz do córrego da Fazenda Santa Rita, pelo qual sobe até sua cabeceira no divisor Belo Matadouro.

 

MUNICÍPIO DE CAJURU
(Criado em 1865)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Altinópolis
Começa no rio Pardo, na foz do rio Araraquara; sobe por este até a foz do córrego da Prata; vai por este acima até sua cabeceira mais oriental; segue pelo espigão que deixa, à direita, as águas do rio Araraquara, e, à esquerda, as do ribeirão do Adão, em demanda da foz do ribeirão do Cervo no ribeirão Araraquara; sobe por este até a foz do córrego Laranjal.
2 - Com o Município de Santo Antônio da Alegria
Começa no ribeirão Araraquara, na foz do córrego Laranjal; sobe por aquele até a foz do córrego Barreiro das Antas e por este acima até sua cabeceira mais meridional, na serra da Laje; segue pela cumiada desta serra e pela do Frei Custódio, até cruzar com o divisor entre o ribeirão Vermelho e o rio Cubatão.

3 - Com o Município de Cássia dos Coqueiros
Começa na serra de Frei Custódio, no ponto de cruzamento com o divisor entre o ribeirão Vermelho e o rio Cubatão; continua pelo divisor que deixa, à esquerda, as águas do rio Cubatão e, à direita, as do ribeirão Vermelho até atingir a cabeceira do córrego do Furtado pelo qual desce até a foz do córrego das Palmeiras; sobe por este e por seu galho meridional até sua cabeceira; continua pelo contraforte que deixa, à esquerda, as águas do rio Cubatão, e, à direita, as do córrego São João, até a cabeceira do córrego do Barreiro; desce por este até o rio Cubatão; segue pelo contraforte fronteiro até o divisor que deixa à direita, as águas dos córregos Encantado e da Serra; prossegue por este divisor até a cabeceira mais setentrional do córrego Contendas, pelo qual desce até os aparados da serra do mesmo nome.
4 - Com o Município de Mococa
Começa onde os aparados da serra das Contendas são cortados pelo córrego Contendas; segue pelos aparados da serra das Contendas, até o contraforte da margem esquerda do córrego da Fazenda da Serra; segue por este contraforte até alcançar a confluência do córrego da Fazenda da Serra, no ribeirão da Boiada; desce por este até sua foz no rio Pardo.
5 - Com o Município de Tambaú
Começa na foz do ribeirão da Boiada, no rio Pardo, e desce por este até a foz do ribeirão Quebra-Cuia.
6 - Com o Município de Santa Rosa de Viterbo
Começa no rio Pardo, na foz do ribeirão Quebra-Cuia; desce por aquele até a foz do ribeirão das Águas Claras.

7 - Com o Município de São Simão.
Começa na foz do ribeirão das Águas Claras, no rio Pardo; desce por este até a foz do ribeirão da Prata.
8 - Com o Município de Serra Azul
Começa no rio Pardo, na foz do ribeirão da Prata; desce pelo no Pardo até a foz do rio Araraquara onde tiveram início estas divisas.
b) Divisas Interdistritais
1 - Entre os Distritos de Cajuru e Santa Cruz da Esperança (ex-Cruz da Esperança)
Começa no rio Pardo, na foz do córrego Sertãozinho; sobe por este até sua cabeceira; ganha o espigão que contorna a cabeceira do ribeirão do Bosque e continua pelo contraforte entre este ribeirão, à esquerda e o córrego da Esperança, à direita, até a junção das duas águas; segue pelo contraforte que deixa o córrego das Posses, à esquerda, e o córrego da Esperança, à direita, até alcançar a cabeceira mais meridional do córrego do Cacho, pelo qual desce até o rio Araraquara; desce por este até a foz do córrego da Prata.


MUNICÍPIO DE CAMPINAS
(Criado em 1797)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Sumaré
Começa no espigão que deixa, à direita, as águas ao rio Capivari e a esquerda, as do ribeirão do Quilombo, na cabeceira mais ocidental do córrego Comprido; segue por este espigão até o divisor entre as águas do ribeirão do Quilombo e as do rio ao Castelo; continua por este divisor até o divisor entre as águas do ribeirão Jacuba, à esquerda, e as do ribeirão do Quilombo, à direita; segue por este divisor até encontrar o prolongamento do eixo da rua 4, do loteamento Aparecida; segue por este prolongamento e pelo eixo da rua 4 até a rua 11; prossegue pelo eixo da rua 11, e por seu prolongamento, atravessando a rodovia estadual Anhanguera, até cruzar com o divisor Tijuco Preto-Quilombo, continua por este divisor até cruzar com o contraforte da margem direita do córrego do Paris; continua por este contraforte até a foz deste córrego no ribeirão do Quilombo; desce pelo ribeirão do Quilombo até a foz do córrego da Fazenda Deserto.
2 - Com o Município de Paulínea
Começa no ribeirão do Quilombo, na foz do córrego da Fazenda Deserto; segue pelo contraforte entre este córrego, à esquerda, e as águas do ribeirão do Quilombo, à direita, até o divisor que deixa, à esquerda, as águas do ribeirão do Quilombo, e, à direita as do ribeirão das Anhumas; segue por este divisor em demanda da cabeceira meridional do córrego da Fazenda do Quilombo; desce por este até o ribeirão das Anhumas, pelo qual desce até sua foz no rio Atibaia; sobe por este até a foz do córrego São Francisco.
3 - Com o Município da Jaguariúna
Começa no rio Atibaia, na foz do córrego São Francisco; sobe pelo rio Atibaia até a foz do córrego da Fazenda Mato Dentro; sobe por este córrego até a cabeceira do galho oriental; continua pelo divisor Atibaia-Jaguari, em demanda da foz do córrego da Fazenda de Carlos Aranha, no rio Jaguari.

4 - Com o Município de Pedreira
Começa no rio Jaguari, na foz do córrego da Fazenda de Carlos Aranha; sobe pelo rio Jaguari até a foz do córrego da Fazenda Recreio ou Bom Retiro; vai, daí, em reta, à foz do córrego da Linde, no rio Jaguari e por este acima ate a foz do córrego da Vendinha do Jaguari.
5 - Com o Município de Morungaba
Começa no rio Jaguari, na foz do córrego da Vendinha do Jaguari; continua pelo contraforte da margem direita deste córrego, em demanda da serra das Cabras, e por esta serra prossegue em demanda do Morro Agudo do Franco; daí, vai, pelo espigão, até o contraforte da margem direita do córrego da Fazenda Espírito Santo do Morro Agudo; continua por este contraforte, em demanda da foz do referido córrego, no rio Atibaia. 
6 - Com o Município de Valinhos
Começa no rio Atibaia na foz do córrego da Fazenda Espírito Santo do Morro Agudo; desce pelo rio até a foz do córrego da Fazenda Baronesa de Atibaia; sobe por este até sua cabeceira do galho da esquerda; continua pelo espigão fronteiro até o contraforte que finda na foz de um pequeno córrego, no ribeirão Samambaia, cerca de dois quilômetros abaixo da estação de Samambaia, segue pelo contraforte até a citada foz; sobe pelo pequeno córrego até sua cabeceira; continua pelo contraforte fronteiro até o divisor que deixa, à direita, o rio Capivari e, à esquerda, o ribeirão dos Pinheiros, até cruzar com o divisor que deixa, à direita, as águas do córrego Serra d'Água ou da Fazenda Jambeiro e, á esquerda, as dos córregos da Fazenda Jacupiranga e da Fazenda São Pedro; segue por este divisor em demanda da foz do córrego da Fazenda São Pedro, no rio Capivari e por este rio sobe até a foz do córrego da Fazenda Rio da Prata.

7 - Com o Município de Itupeva
Começa no rio Capivari, na foz do córrego da Fazenda Rio da Prata; segue em reta à cabeceira oriental do córrego Bom Fim, desce por este até o tanque da Fazenda Bom Fim.
8 - Com o Município de Indaíatuba.
Começa no tanque da Fazenda Bom Fim; desce pelo rio Capivari-Mirim, até a foz do primeiro córrego da margem direita, abaixo do córrego Mato Dentro.
9 - Com o Município de Monte Mor
Começa no rio Capivari-Mirim, na foz do primeiro córrego da margem direita, abaixo do córrego Mato Dentro; sobe pelo citado córrego até sua cabeceira, no espigão entre os rios Capivari-Mirim e Capivari; segue por este espigão até a cabeceira do córrego que desemboca acima da ponte dos Gonçalves desce por este córrego até o rio Capivari, pelo qual desce até o córrego Campo Grande; sobe por este até sua cabeceira mais ocidental, de onde vai, em reta, à junção dos dois galhos mais altos do córrego Comprido; sobe pelo galho mais norocidental até sua cabeceira mais ocidental no espigão Capivari-Quilombo, onde tiveram início estas divisas.
b) Divisas Interdistritais
1 - Entre os Distritos de Barão de Geraldo e Campinas

Começa no rio Atibaia, na foz do córrego São Francisco; segue pelo contraforte fronteiro até o divisor Atibaia-Anhumas; prossegue por este divisor em demanda da foz do córrego da fazenda Ponte Alta, no ribeirão das Anhumas; continua pelo contraforte fronteiro que deixa, à esquerda, o ribeirão das Anhumas, em demanda da confluência dos galhos oriental e ocidental do córrego da Fazenda Santo Antônio; segue pelo contraforte até o divisor da margem direita do ribeirão Quilombo; prossegue por este divisor em demanda da cabeceira da água que passa a Norte da sede da fazenda Monjolinho; desce por esta água até sua foz no ribeirão do Quilombo, pelo qual desce até a foz do córrego da Lebre. 

2 - Entre os Distritos de Barão de Geraldo e Nova Aparecida
Começa na foz do córrego da Lebre no ribeirão do Quilombo, pelo qual desce até a foz do córrego do Pari.
3 - Entre os Distritos de Campinas e Nova Aparecida
Começa no espigão Quilombo-Jacuba, na cabeceira do galho sudocidental do córrego da Lebre, pelo qual desce até sua foz no ribeirão do Quilombo.
4 - Entre os Distritos de Campinas e Souzas

Começa no rio Jaguari, na foz do córrego da Fazenda Roseira; sobe por este até sua cabeceira; ganha o contraforte intermediário dos dois ramos do córrego da Fazenda Angélica, indo à confluência dessas duas águas e desce pelo córrego até o rio Atibaia; segue pelo contraforte fronteiro até o divisor que deixa, à direita, as águas dos ribeirões do Tanquinho e das Anhumas e, à esquerda, as do rio Atibaia; segue por este divisor até a cabeceira do pequeno córrego da Lapa, pelo qual desce até o córrego da Fazenda Baronesa de Atibaia

5 - Entre os Distritos de Joaquim Egídio e Souzas
Começa no rio Atibaia, na foz do ribeirão dos Pinheiros, ribeirão a montante da ponte da estrada Joaquim Egídio - Valinhos; segue pelo contraforte fronteiro entre as águas do córrego da Fazenda Riquem, à direita, e as do rio Atibaia, à esquerda, até o divisor entre o rio Atibaia e o ribeirão das Cabras; prossegue por este divisor em demanda da foz do córrego da Chácara Belmonte, no ribeirão das Cabras; sobe pelo córrego da Chácara Belmonte até sua cabeceira; segue pelo divisor entre as águas do ribeirão das Cabras, à direita, e as do rio Atibaia, à esquerda, em demanda da cabeceira do primeiro afluente da margem, esquerda do ribeirão da Fazenda de Antônio Souza Queiroz, córrego a montante da sede da referida fazenda; desce por este córrego até o ribeirão da Fazenda de Antônio Souza Queiroz, pelo qual desce até o primeiro córrego da margem direita à jusante da sede da fazenda em questão; sobe por este córrego até sua cabeceira no divisor da margem esquerda do rio Jaguari; prossegue por este divisor até a cabeceira do segundo afluente da margem esquerda do rio Jaguari, a montante da usina; desce por este afluente à sua foz no rio Jaguari.

 

MUNICÍPIO DE CAMPO LIMPO
(Criado em 1963)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Jundiaí
Começa na serra dos Cristais, no ponto de cruzamento com o divisor entre as águas do ribeirão Guapeva, à esquerda, e as do córrego ao Moinho, à direita; segue por este divisor, até cruzar com o divisor entre as águas do ribeirão Guapeva e as do córrego do Mursa.

2 - Com o Município de Várzea Paulista
Começa no divisor Guapeva — Moinho, no ponto de cruzamento com o divisor Guapeva — Mursa; daí segue pelo divisor entre as águas do córrego do Mursa, à esquerda, e as do córrego do Moinho, à direita, em demanda da cabeceira do córrego do Tavares, pelo qual desce até sua foz no rio Jundiaí; continua pelo contraforte fronteiro até o divisor entre os rios Jundiaí e Jundiaí-Mirim.
3 - Com o Município de Jundiaí
Começa no divisor entre os rios Jundiaí e Jundiaí-Mirim, no ponto cruzamento com o contraforte que finda no rio Jundiaí na foz do córrego do Tavares; segue pelo divisor Jundiaí - Jundiaí-Mirim até cruzar com o contraforte entre as águas do ribeirão da Ponte Alta e córrego de Albino, à esquerda, as do ribeirão do Perdão, à direita; segue por este contraforte em demanda da foz do ribeirão do Soares, no ribeirão do Perdão.

4 - Com o Município de Jarinu
Começa na foz do ribeirão do Soares no ribeirão do Perdão, pelo qual sobe até sua cabeceira mais oriental; prossegue pelo contraforte que deixa, à esquerda, as águas do ribeirão Maracanã em demanda da foz do ribeirão das Taipas, no rio Jundiaí.
5 - Com o Município de Atibaia
Começa no rio Jundiaí, na foz do ribeirão das Taipas; segue pelo contraforte entre o ribeirão das Taipas à esquerda e o ribeirão da Fazenda Velha ou das Éguas, à direita, até seu cruzamento com a serra do Botujuru.

6 - Com o Município de Francisco Morato
Começa na serra do Botujuru onde esta cruza com o contraforte que separa as águas do ribeirão das Taipas, à esquerda e as do ribeirão das Éguas ou da Fazenda Velha, à direita, segue pela crista da serra do Botujuru, que é o "divortium aquarum" entre águas do rio Jundiaí, ao Norte e as do rio Juqueri, ao Sul, até a serra dos Cristais; caminha pela cumiada desta serra até a cabeceira mais setentrional do ribeirão Botucaia.
7 - Com o Município de Franco da Rocha
Começa na serra dos Cristais, na cabeceira mais setentrional do ribeirão Botucaia; segue pela serra dos Cristais até cruzar com o divisor entre as águas do ribeirão Guapeva e as do córrego do Moinho, onde tiveram início estas divisas.

 

MUNICÍPIO DE CAMPOS DO JORDÃO
(Criado em 1934)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de São Bento do Sapucaí
Começa no ribeirão do Lajeado, na foz do ribeirão dos Melos; deste ponto vai em reta à confluência dos principais formadores do ribeirão do Paiol Velho; daí, vai em reta de rumo Norte até o ribeirão Barradas, pelo qual sobe até sua cabeceira mais oriental, no divisor da margem esquerda do rio Sapucaí; segue por este divisor até a cabeceira mais ocidental do ribeirão dos Marmelos, pelo qual desce até a foz do córrego Campista; sobe por este até sua cabeceira setentrional no espigão que contorna as cabeceiras do ribeirão do Jacu, já na divisa de Minas Gerais.
2 - Com o Estado de Minas Gerais
Começa no espigão divisor entre as águas do ribeirão do Jacu, à esquerda, e as do ribeirão dos Marmelos, à direita na cabeceira setentrional do córrego Campista; segue pela divisa com o Estado de Minas Gerais até o ponto onde o contraforte Sapucaí-Guaçu-Bicas cruza com a serra da Mantiqueira.

3 - Com o Município de Guaratinguetá
Começa no alto da serra da Mantiqueira, no pião divisor entre as águas dos rios Sapucaí-Guaçu, Piagui e Bicas; segue pela cumiada da serra até cruzar com o divisor que deixa, à esquerda, as águas do rio Guaratinguetá e, à direita, as do ribeirão dos Buenos ou dos Moreiras.

4 - Com o Município de Pindamonhangaba

Começa no alto da serra da Mantiqueira, onde ela cruza com o divisor que deixa à direita, as águas do ribeirão dos Buenos ou dos Moreiras, e à esquerda, as do rio Guaratinguetá; segue pela crista da serra até o contraforte entre os ribeirões dos Barreiros e do Lajeado.
5 - Com o Município de Santo Antônio do Pinhal
Começa na serra da Mantiqueira, no ponto de cruzamento com o contraforte entre as águas dos ribeirões dos Barreiros e do Lajeado, segue por este contraforte até a foz do córrego dos Sanatórios, no ribeirão do Lajeado pelo qual desce até a foz do ribeirão dos Meios, onde tiveram início estas divisas.

MUNICÍPIO DE CAMPOS NOVOS PAULISTA
(Criado em 1948)

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Echaporâ
Começa na água da Lagoa, na foz da água do Monjolo Velho ou da Colônia, pela qual sobe até sua cabeceira no divisor Veado — São José; segue por este divisor até a cabeceira da primeira água da margem direita da água do Cateto, à montante de sua foz no córrego São José; desce por aquela água até a água do Cateto, pelo qual desce até sua foz no ribeirão São José.
2 - Com o Município de Marília
Começa na foz da água do Cateto, no ribeirão São José, pelo qual desce até a foz do córrego Água Boa.
3 - Com o Município de Ocauçu
Começa na foz do córrego Água Boa, no ribeirão São José; segue pelo contraforte entre as águas deste córrego, à esquerda, e as das águas Viúva, Vita e Pavão, à direita, até cruzar com com o divisor entre as águas do ribeirão São José e as do córrego Palmital; caminha por este divisor até encontrar o contraforte que finda no córrego Palmital, na foz do córrego Fundo; segue por este contraforte até a citada foz; desce pelo córrego Palmital até desembocar no rio Novo, pelo qual sobe até a foz do córrego da Lídia; sobe ainda, por este até o córrego São Francisco e, por este ainda, até sua cabeceira no divisor rio Novo — ribeirão Borda ao Campo; segue por este divisor até o espigão entre as águas do rio Novo e as do ribeirão Santo Inácio.


4 - Com o Município de São Pedro do Turvo
Começa no espigão que deixa, à esquerda, as Águas do ribeirão Santo Inácio e, à direita, as do rio Novo, no ponto de cruzamento com o divisor entre o ribeirão Borda do Campo e rio Novo; segue pelo espigão rio Novo — ribeirão Santo Inácio, até cruzar com o divisor entre as águas do ribeirão Jacutinga e as do córrego do Capim.

5 - Com o Município de Ribeirão do Sul (ex-Ribeirão dos Pintos)

Começa onde o espigão entre as águas do ribeirão Santo Inácio e rio Nove cruza com o divisor entre as águas do ribeirão Jacutinga à direita, e as do córrego do Capim, à esquerda; segue por este divisor até a cabeceira do córrego Palmitalzinho; desce por este até o córrego Pântano, pelo qual desce até sua foz no rio Novo.

6 - Com o Município de Ibirarema
Começa no rio Novo, na foz do córrego do Pântano; sobe por aquele até a foz do ribeirão Santa Rosa, pelo qual sobe até a foz da água da Onça.
7 - Com o Município de Platina
Começa na foz da água da Onça, no ribeirão Santa Rosa; sobe por este até sua cabeceira no divisor entre as águas do rio Novo à direita, e ribeirão do Veado à esquerda; segue por este divisor até a cabeceira da água da Lagoa pela qual desce até sua confluência com a água do Monjolo Velho ou Colônia, onde tiveram início estas divisas.

 

MUNICÍPIO DE CANANÉIA
(Criado em 1600)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Barra do Turvo
Começa no pião divisor entre os rios Turvo, Assunguí e Serra Negra, na Serra Negra; segue pelo divisor que separa as águas dos rios Turvo e Assunguí até o pião divisor entre os rios Assunguí, Turvo e Guaraú.
2 - Com o Município de Jacupiranga
Começa no pião divisor entre os rios Assunguí, Turvo e Guaraú; desse ponto segue pela serra Mandira, que é divisor das águas dos rios Assunguí ao Sul, e Guaraú, ao Norte, e pelas serras do rio Branco, Sapateiro e do Quilombo que é o divisor que deixa ao Norte as águas dos rios Guaraú e e ao Sul as águas dos rios das Minas, Itapitanguí, Iririaia-Açu e Iririaia-Mirim passando pela serra do Miguel, até cruzar com o divisor que separa as águas do ribeirão do Canha das do ribeirão Braço-Magro.
3 - Com o Município de Pariquera-Açu
Começa no espigão entre o rio Iririaia-Mirim e o ribeirão Braço-Magro, no ponto de cruzamento com o divisor entre os ribeirões do Ganha e Braço-Magro; segue pelo espigão entre as águas dos rios Iririaia-Mirim e Cordeiro à direita, e ribeirões Braço-Magro, do Braço Grande, rio Jurubatuba e ribeirão Panquera-Mirim, à esquerda, passando pela serra do Cordeirinho, até a cabeceira mais setentrional do ribeirão Paranázinho.
4 - Com o Município de Iguape
Começa no espigão entre as águas do ribeirão Pariquera-Mirim e rio do Cordeiro, na cabeceira mais setentrional do ribeirão Paranázinho; desce por este até sua foz no rio Cordeiro, pelo qual desce até sua foz no mar de Iguape: segue por este até a ponta mais ocidental da ilha do Rodrigues, de onde vai em reta de rumo Sul até o Oceano Atlântico, na praia de Fora, da ilha Comprida.

5 - Com o Estado do Paraná
Começa no Oceano Atlântico na barra do mar do Ararapira; segue pela divisa com o Estado do Paraná até o ponto onde a serra Negra cruza com o pião divisor entre os rios Turvo, Assungui e Guaraú, onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais
1 - Entre os Distritos de Ariri e Cananéia
Começa na ilha do Cardoso, na praia dos Foles Grandes, onde morre o espigão que deixa, à direita, as águas do rio Cambriú, e, à esquerda, as dos rios que vertem para o canal do Ararapira; segue por esse espigão até o canal em frente à foz do córrego das Pedras, pelo qual sobe até a sua cabeceira; prossegue pelo espigão que deixa, à direita, as águas do rio Itapanhoapina, e, à esquerda, as do rio Araçaúba, indo até a serra do Itapanhoapina, pela qual prossegue até a serra do Taquari, já na divisa com o Estado do Paraná.

Ilhas

Fazem parte integrante do município as ilhas do Bom Abrigo, ao Cambriú do Castilho e da Figueira, que pertencem ao distrito de paz da sede do município. Parte da ilha do Cardoso pertence ao distrito de paz da sede do município e parte ao distrito de paz de Ariri.

 

MUNICÍPIO DE CÂNDIDO MOTA
(Criado em 1923)

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Florínea

Começa no rio Paranapanema, na foz do córrego Barreírinho, pelo qual sobe até sua cabeceira; segue pelo divisor que deixa, à esquerda, as águas do córrego da Paca até o pião divisor entre os córregos da Paca, do Prato e Taquaruçu.
2 - Com o Município de Assis
Começa no pião divisor entre os córregos do Prato, da Paca e Taquaruçu; segue pelo divisor entre as águas do córrego Taquaruçu e ribeirão Queixada, à direita, e as do córrego da Aldeia, à esquerda, até cruzar com o espigão Fortuna — Queixada; continua por este espigão em demanda da cabeceira da água da Figueira; desce por esta até sua foz no córrego do Jacu, e vai, daí, em reta, à foz do córrego Matão, no córrego do Pavão; deste ponto, segue por nova reta à ponte sobre o ribeirão Pirapitinga na estrada de rodagem que da cidade de Assis vai à de Platina.
3 - Com o Município de Platina
Começa na ponte sobre o ribeirão Pirapitinga, na estrada que vai de Assis à Platina; segue pelo eixo da estrada e pelo seu prolongamento até cortar o córrego Faxina e por este abaixo até sua foz no rio do Pari.
4 - Com o Município de Palmital
Começa na foz do córrego Faxina, no rio do Pari; desce por este até a foz do ribeirão Pirapitinga; vai, em reta, à ponte da estrada de automóvel que vai de Cândido Mota à Palmital sobre o córrego da Laje; segue em reta à cabeceira do córrego Jacutinga, pelo qual desce até a represa de José Jorge, no rio do Pari e por este abaixo até sua foz no rio Paranapanema.

5 - Com o Estado do Paraná
Começa no rio Paranapanema, na foz do rio do Pari; segue pela divisa com o Estado do Paraná até a foz do córrego do Barreirinho, onde tiveram início estas divisas.
b) Divisas Interdistritais
1 - Entre os Distritos de Cândido Mota e Frutal do Campo
Começa no divisor Aldeia-Queixada, na cabeceira do córrego do Sapo pelo qual desce até sua foz no ribeirão da Queixada; desce pelo ribeirão da Queixada até sua foz no rio Paranapanema.

 

MUNICÍPIO DE CÂNDIDO RODRIGUES
(Criado em 1958)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Fernando Prestes
Começa na ponte da estrada Agulha-Jurupema sobre o córrego Areias, pelo qual sobe até sua cabeceira mais ocidental no contraforte entre o córrego Areias à direita, e o córrego Onça ou Retiro, à esquerda; segue por este contraforte até o espigão-mestre Porcos-Onça; prossegue pelo espigão-mestre até a cabeceira sudocidental do ribeirão do Mendes, pelo qual desce ate a foz do córrego Olho d'Água; continua pelo contraforte fronteiro até o divisor Mendes-Lagoa; prossegue por este divisor entre as águas do ribeirão do Mendes, à direita, e as do córrego da Lagoa, à esquerda, até a, cabeceira do córrego do Borghi, pelo qual desce até sua foz no córrego da Lagoa.

2 - Com o Município de Monte Alto
Começa na foz do córrego do Borghi, no córrego cia Lagoa, pelo qual sobe até a foz do córrego Boa Vista dos Olhos d'Água; sobe por este córrego até a foz da água que corre ao Sul da sede da fazenda Santo Antônio; sobe por esta água até sua cabeceira; daí, continua pelo divisor entre as águas dos córregos Boa Vista dos Olhos d’Água, à direita, e córrego das Anhumas, à esquerda até cruzar o espigão-mestre Onça-Porcos; prossegue pelo espigão-mestre ate o contraforte Água Suja - Jurema.
3 - Com o Município de Taquaritinga
Começa no espigão-mestre Onça-Porcos, no ponto de cruzamento com o contraforte Água Suja-Jurema; segue por este contraforte entre as águas do córrego Água Suja, à direita, e as do córrego Jurema, à esquerda, em demanda da foz do córrego Taquari, no córrego Jurema; sobe pelo córrego Taquari até a foz do córrego Santa Catarina; continua pelo contraforte que deixa, à esquerda, o córrego Santa Catarina até o divisor entre o córrego Taquari, à direita, e os córregos do André e Capivara, à esquerda; prossegue por este divisor até cruzar com o contraforte Capivara-Areias; daí, segue pelo contraforte Capivara-Areias em demanda da ponte da estrada Agulhas-Jurupema, sobre o córrego Areias, onde tiveram início estas divisas.

 

MUNICÍPIO DE CAPÃO BONITO
(Criado em 1868)

 

a) Divisas Municipais

1 - Com o Município de Itapeva
Começa na foz do córrego da Invernada, no rio Apiaí-Mirim; desce por este até a antiga ponte de Basílio Nunes, hoje de Marcolino Nunes.

2 - Com o Município de Buri
Começa no rio Apiaí-Mirim, na antiga ponte de Basílio Nunes, hoje de Marcolino Nunes; segue em reta à foz do córrego da Divisa, no rio Paranapitanga; sobe por aquele até a sua cabeceira; vai em reta á cabeceira do córrego da Sanga, pelo qual desce até o ribeirão Lageado do Pinheiro Sêco; continua pelo contraforte fronteiro até o divisor Lajeado do Pinheiro Seco - Lajeado da Pedra Chata; prossegue por este divisor até a cabeceira mais ocidental do córrego Lajeado da Pedra Chata, pelo qual desce até o ribeirão Lajeado de Santa Isabel, e por este até o rio Paranapanema.
3 - Com o Município de Itapetininga
Começa no rio Paranapanema, na foz do ribeirão Lajeado de Santa Isabel; sobe por aquele até a foz do rio Turvo, e ainda por este até a foz do córrego da Cachaça.
4 - Com o Município de São Miguel Arcanjo
Começa na foz do córrego da Cachaça, no rio Turvo; sobe por este ate a foz do córrego da Fazenda Antiga; sobe por este até a sua cabeceira mais meridional, no espigão entre as águas do rio Turvo, à esquerda, e as do rio Paranapanema e Taquaral, à direita; segue por este divisor até a cabeceira mais setentrional do córrego Brejaúva, pelo qual desce até o rio Taquaral, e sobe por este até sua cabeceira mais meridional na serra do Paranapiacaba.
5 - Com o Município de Sete Barras
Começa na serra do Paranapiacaba, onde tem o nome local de serra dos Agudos Grandes, na cabeceira mais meridional do rio Taquaral; prossegue pela serra até a cabeceira mais setentrional do ribeirão dos Dois Irmãos.

6 - Com o Município de Eldorado
Começa na serra do Paranapiacaba, na cabeceira mais setentrional do ribeirão dos Dois Irmãos; segue pela serra do Paranapiacaba que é o espigão-mestre entre as águas dos rios Paranapanema e Ribeira de Iguape, até onde cruza com o espigão que separa as águas dos rios Taquari e Pilões.
7 - Com o Município de Iporanga
Começa na serra do Paranapiacaba, onde esta cruza com o espigão que separa as águas dos rios Pilões e Taquari; prossegue pela crista da serra que é o espigão-mestre entre as águas dos rios Paranapanema e Ribeira de Iguape, ate o espigão entre os rios das Almas e São José do Guapiara.
8 - Com o Município de Guapiara

Começa na serra do Paranapiacaba, onde ela cruza com o espigão que deixa, à esquerda, às águas de rio São José do Guapiara, e, á direita, as do rio das Almas; segue por este espigão até alcançar a cabeceira mais oriental do ribeirão do Alegre; desce por este até o rio São José do Guapiara, desce por este e pelo rio Apiaí — Mirim, até a foz do córrego da Invernada, onde tiverem início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais
1 - Entre os Distritos de Capão Bonito e Ribeirão Grande
Começa na serra dos Agudos Grandes, nome local da serra do Paranapiacaba, no ponto de cruzamento com o divisor entre as águas do rio das Almas, à esquerda, e as do rio Paranapanema, à direita; segue por este divisor até a cabeceira do ribeirão das Conchas, pelo qual desce até o rio das Almas; desce pelo rio das Almas até a foz do ribeirão Grande, pelo qual sobe até a foz do córrego Ferreira ou Táboa; sobe por este córrego até a sua cabeceira no divisor Grande-Paranapitanga; segue por este divisor, deixando, à direita, as águas dos ribeirões Paranapitanga e do Alegre, e à esquerda, as dos ribeirões Grande e das Batéias até a cabeceira mais oriental do ribeirão do Alegre.

 

MUNICÍPIO DE CAPELA DO ALTO
(Criado em 1963)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Tatuí
Começa no rio Sarapuí na foz do rio Alambari; desce pelo rio Sarapuí até a foz do ribeirão Iperó.
2 - Com o Município de Iperó
Começa no rio Sarapuí, na foz do ribeirão Iperó, pelo qual sobe até a foz do córrego Lindeiro; sobe por este córrego até sua cabeceira, no divisor Iperó-Capuava ou Capuavinha; alcança na contravertente a cabeceira do córrego Municipal, pelo qual desce até sua foz no córrego Capuava, ou Capuavinha, pelo qual sobe até sua cabeceira; continua pelo divisor entre as águas do ribeirão Iperó, à direita: e as do rio Sorocaba, à esquerda, até a serra de Araçoiaba.

3 - Com o Município de Araçoiaba da Serra
Começa na serra de Araçoiaba, no ponto de cruzamento com o divisor Iperó-Sorocaba; segue pelo contraforte da margem direita do córrego Araçatuba em demanda da foz do córrego Araçatuba no ribeirão Iperó, pelo qual sobe até a foz do ribeirão Iperó-Mirim; sobe ainda, por este ribeirão até a foz do córrego Capanema, pelo qual continua subindo até sua cabeceira no divisor Iperó-Sarapuí; segue por este divisor até a cabeceira do córrego da Passagem ou Restinga, pelo qual desce até sua foz no rio Sarapuí. 

4 - Com o Município de Itapetininga
Começa no rio Sarapuí, na foz do córrego da Passagem ou Restinga; desce pelo rio Sarapuí até a foz do rio Alambari, onde tiveram início estas divisas.

 

MUNICÍPIO DE CAPIVARI
(Criado em 1832)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Mombuca
Começa no rio Capivari, na foz do córrego Bom Fim; sobe por este e pelo seu galho de Leste até sua cabeceira; continua pelo divisor que contorna as cabeceiras do córrego do Bairro Frio, até alcançar o marco do quilômetro 201 do ramal de Piracicaba, da Estrada de Ferro Sorocabana, marco que fica a 5.190 m da estação de Mombuca; continua por uma reta de rumo Leste até o ribeirão da Agua Parada ou Mombuca; procura o divisor que deixa, à esquerda, as águas deste curso, e à direita, as vertentes do ribeirão Água Choca e por este divisor caminha até o espigão-mestre Capivari-Piracicaba.

2 - Com o Município de Rio das Pedras
Começa no espigão-mestre Capivari-Piracicaba, no ponto de cruzamento com o divisor que separa as águas do ribeirão Água Parada ou Mombuca das do ribeirão Água Choca; segue pelo espigão-mestre Capivari-Piracicaba até cruzar com o divisor Lambari-Posses; segue por este divisor até a cabeceira do córrego Lambari de Cima.
3 - Com o Município de Santa Bárbara d'Oeste
Começa no divisor Lambari-Posses, na cabeceira do córrego Lambari de Cima; segue pelo divisor até o contraforte que deixa, à direita, as águas do córrego da Posse e, à esquerda, as do córrego Zambero; segue pelo contraforte até a ponta sudocidental da lagoa da Posse, no córrego da Posse; desce pelo córrego da Posse até sua foz no ribeirão São Luís, pelo qual sobe até a cabeceira mais meridional de seu braço da esquerda; segue pelo espigão-mestre Capivari-Piracicaba até a cabeceira do córrego Joaquim Grande.
4 - Com o Município de Monte Mor
Começa no espigão-mestre entre os rios Piracicaba e Capivari, na cabeceira do córrego Joaquim Grande; prossegue pelo espigão-mestre ate onde cruza com o divisor que deixa, à direita, as águas do ribeirão Água Choca e, à esquerda, as da Fazenda Monte Belo; segue por este divisor até entroncar com o contraforte que separa as águas do córrego da Fazenda Monte de Ouro das do córrego do Fonseca; prossegue por este contraforte até a confluência dessas duas aguais e pelo córrego do Fonseca abaixo até o rio Capivari.
5 - Com o Município de Elias Fausto
Começa no rio Capivari, na foz do córrego do Fonseca; desce pelo rio Capivari até o ribeirão dos Agostinhos ou Samambaia; sobe por este ribeirão até sua cabeceira sudoriental, no espigão Tietê-Capivari; segue por este ate cruzar com o divisor entre as águas do córrego Morro Vermelho e as do ribeirão Eleutério.
6 - Com o Município de Porto Feliz
Começa no espigão entre as águas do rio Tietê, ao Sul, e as do rio Capivari, ao Norte, onde ele cruza com divisor que deixa, de um lado, as vertentes do córrego Morro Vermelho e do outro as do ribeirão Eleutério; segue pelo espigão Capivari-Tietê até o espigão chamado André Dias.

7 - Com o Município de Rafard
Começa no espigão entre as águas do rio Tietê, ao Sul, e as do no Capivari, ao Norte, onde ele cruza com o espigão chamado André Dias, que deixa, à direita, as águas do ribeirão Palmeiras, e, à esquerda, as do ribeirão dos Marins ou Itapeva; segue por esse espigão até alcançar a cabeceira do córrego São Francisco, pelo qual desce até o rio Capivari; desce por este até a foz do córrego Bom Fim, onde tiveram início estas divisas.

 

MUNICÍPIO DE CARAGUATATUBA
(Criado em 1857)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Paraibuna
Começa na serra do Mar, na pedra da Onça, pião divisor entre as águas dos rios Claro, Couros e ribeirão dos Pilões; segue pela crista da serra do até a cabeceira do rio Negro, cabeceira que contraverte com o ribeirão do Ouro.
2 - Com o Município de Natividade da Serra
Começa na serra do Mar, na cabeceira do rio Negro, cabeceira que contraverte com o ribeirão do Ouro, segue pela crista da serra até cruzar com o espigão que deixa, à esquerda, as águas do ribeirão Maranduba e, à direita, as do ribeirão Mococa.
3 - Com o Município de Ubatuba
Começa na serra do Mar, onde esta cruza com o espigão que deixa, à direita as águas do ribeirão Mococa e, à esquerda, as do ribeirão Maranduba; segue pelo alto deste espigão em demanda da cabeceira mais setentrional do galho do centro do ribeirão Tabatinga; desce por este até o oceano Atlântico.

4 - Com o Município de São Sebastião
Começa no oceano Atlântico, na barra do ribeirão Perequê-Mirim; sobe por este até sua mais alta cabeceira; segue pelo contraforte da margem direita do rio da Limeira, em demanda da foz do ribeirão São Rafael ou Caçadinha, no rio Claro; sobe pelo ribeirão São Rafael ou Caçadinha até sua cabeceira; continua pela serra do Juqueriquerê, até encontrar a serra do Mar

 

Ilhas Faz parte integrante do município a ilha do Tamanduá

b) Divisas Interdistritais
1 - Entre os Distritos de Caraguatatuba e Porto Novo Começa no Oceano Atlântico na foz do ribeirão Lagoa, pelo qual sobe até a sua cabeceira; continua pelo contraforte fronteiro em demanda da foz do ribeirão Pau d'Alho, no rio Camburu ou Tinga; sobe por este até a foz do rio Pardo, pelo qual sobe até a foz do rio Novo; sobe por este até a sua cabeceira na serra do Juqueriquerê.

 

MUNICÍPIO DE CARAPICUÍBA
(Criado em 1963)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Jandira
Começa na foz do ribeirão das Pombas no rio Cotia, pelo qual desce até a foz do córrego Fronteiriço.
2 - Com o Município de Barueri
Começa na foz do córrego Fronteiriço no no Cotia, pelo qual desce até sua foz no rio Tietê; sobe pelo rio Tietê até a foz do ribeirão Carapicuíba.
3 - Com o Município de Osasco
Começa no rio Tietê na foz do ribeirão Carapicuíba, pelo qual sobe até a foz do córrego Taquaralzinho.
4 - Com o Município de Cotia
Começa no ribeirão Carapicuíba na foz do córrego Taquaralzinho, pelo qual sobe até sua cabeceira no divisor ribeirão Carapicuíba -córrego da Fazenda Velha; prossegue por este divisor em demanda da cabeceira do córrego Bernhardt Weitbrech pelo qual desce até sua foz no córrego da Fazenda Velha; desce por este até a confluência do córrego do Orlando Dias, pelo qual sobe até sua cabeceira no divisor ribeirão Moinho Velho - córrego da Aldeia; segue por este divisor em demanda da cabeceira do córrego do Sebastião Paulo, pelo qual desce até sua foz no córrego do Manoel Góes Serrano; desce por este até a sua confluência no ribeirão Moinho Velho, pelo qual desce até sua foz no rio Cotia; desce por este até a foz do ribeirão das Pombas, onde tiveram início estas divisas. 

 

MUNICÍPIO DE CARDOSO

(Criado em 1948)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Mira Estrela
Começa no córrego Capituva, na foz do córrego Sabina, pelo qual sobe até sua cabeceira no divisor Capituva-Taquari; segue por este divisor até cruzar com o divisor entre as águas do ribeirão Marinheiro, à direita, e as do córrego Taquari à esquerda; prossegue por este divisor até a cabeceira do córrego Novo, pelo qual desce até sua foz no rio Grande.
2 - Com o Estado de Minas Gerais
Começa no rio Grande, na foz do córrego Novo; segue pela divisa com o Estado de Minas Gerais, até a foz do rio Turvo.

3 - Com o Município de Riolândia
Começa no rio Grande, na foz do rio Turvo; sabe por este ate a foz do ribeirão Guariroba.
4 - Com o Município de Pontes Gestal
Começa no rio Turvo, na foz do ribeirão Guariroba; sobe por este até a foz do córrego do Cateto.
5 - Com o Município de Álvares Florence
Começa no ribeirão Guariroba, na foz do córrego do Cateto; segue pelo contraforte fronteiro até o divisor Guariroba-Tomasão; continua por este divisor em demanda da foz do córrego de Joaquim José, no ribeirão Tomasão; sobe pelo córrego de Joaquim José até sua cabeceira ocidental; daí, vai, pelo espigão entre o ribeirão Tomasão à direita, e o ribeirão Bonito, à esquerda, até a cabeceira do córrego da Égua, pelo qual desce até sua foz no ribeirão Bonito; desce por este ribeirão até sua foz no ribeirão do Marinheiro.

6 - Com o Município de Pedranópolis
Começa na foz do ribeirão Bonito no ribeirão Marinheiro, pelo qual desce até a foz de córrego Barra Seca.
7 - Com o Município de Macedônia
Começa, no ribeirão Marinheiro na foz do córrego Barra Seca; desce pelo ribeirão Marinheiro até a foz do córrego Anhumas, pelo qual sobe até a foz do córrego Capituva; sobe por este até a foz do córrego Sabina, onde tiveram início estas divisas.
b) Divisas Interdistritais
1 - Entre os Distritos de Cardoso e São João do Marinheiro
Começa no ribeirão Marinheiro, na foz do córrego Anhumas; desce pelo ribeirão Marinheiro até sua foz no rio Grande.

 

MUNICÍPIO DE CASA BRANCA
(Criado em 1841)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Santa Cruz das Palmeiras
Começa no rio Jaguari, na foz do córrego Brejo Limpo, e que tem sua foz logo acima da foz do córrego Cascalho; sobe pelo córrego Brejo Limpo até sua cabeceira mais setentrional; daí, vai, em reta, à cabeceira do córrego dos Ortizes, pelo qual desce até o córrego Lourenção; desce por este até sua foz no ribeirão dos Cocais; desce por este até a foz do ribeirão da Prata; sobe pelo ribeirão da Prata, até a foz do córrego Lavrinhas e por este até sua cabeceira mais setentrional; daí prossegue em linha reta à foz do córrego Tabaraninha, também denominado córrego do Paiol, no ribeirão das Tabaranas; sobe pelo córrego Tabaraninha, que passa a Leste da fazenda Tabaranas até sua cabeceira que fica acerca de um km ao Norte da sede da citada fazenda; daí prossegue pelo divisor entre as águas dos ribeirões Tabaranas, à esquerda, e Cachoeira, à direita, até o espigão-mestre entre os rios Pardo e Moji-Guaçu; caminha pelo espigão-mestre até o alto do morro da Laje, junto ao sinal geodésico.

2 - Com o Município de Tambaú
Começa no alto do morro da Laje, junto ao sinal geodésico; continua pelo contraforte que deixa, à direita, as águas do ribeirão Taquaruçu e, à esquerda, as do rio Tambaú, em demanda da foz do córrego do Tijuco Preto, no rio Tambaú e por este abaixo até o rio Pardo.

3 - Com o Município de Mococa
Começa no rio Pardo, na foz do rio Tambaú; sobe por aquele até a foz do rio Verde.

4 - Com o Município de São José do Rio Pardo
Começa no rio Pardo, na foz do rio Verde; sobe por este até a foz do primeiro córrego da margem direita, acima da foz do ribeirão Água Fria.

5 - Com o Município de Itobi
Começa no rio Verde, na foz do primeiro córrego da margem direita acima da foz do ribeirão Água Fria; sobe pelo rio Verde até a foz do ribeirão dos Macacos; segue pelo contraforte fronteiro até o divisor que deixa, à esquerda, as águas do rio Verde, e, à direita, as águas do ribeirão Lambari; prossegue por este divisor até a cabeceira da água do quilômetro 14 do ramal de Mococa, água que é cortada pelos trilhos da Companhia Mogiana de Estradas de Ferro a acerca de três quilômetros a sudoeste da estação de Itobi; desce por essa água até o rio Verde; sobe por este até a foz do córrego da Estiva.

6 - Com o Município de Vargem Grande de Sul

Começa no rio Verde, na foz do córrego da Estiva; sobe pelo córrego da Estiva, até sua cabeceira mais ocidental; daí, vai, pelo espigão do alto da Boa Vista, passando pelo marco B, da linha geodésica da base de Vargem Grande, à procura da cabeceira do galho mais setentrional do córrego de Guirra, pelo qual desce até sua foz no rio Jaguari-Mirim. 

7 - Com o Município de Aguaí
Começa no rio Jaguari-Mirim, na foz do córrego do Guirra; desce pele rio Jaguari-Mirim até a foz do córrego Brejo Limpo, onde tiveram início estas divisas. 
b) Divisas Interdistritais
1 - Entre os Distritos de Casa Branca e Lagoa Branca
Começa no alto da Boa Vista, na cabeceira mais ocidental do córrego Estiva; vai, daí, pelo contraforte da margem direita do córrego Boa Vista, à foz deste córrego no rio Veadinho; segue dessa foz por uma reta em demanda do marco do km 156 da linha-tronco da Companhia Mogiana de Estradas de Ferro, marco que fica a 1.350 metros a sudoeste da estação de Cocais; deste ponto segue, em reta, à cabeceira do ribeirão do Cocais e por este desce até a foz do córrego Lourenção.

 

MUNICÍPIO DE CÁSSIA DOS COQUEIROS
(Criado em 1958)

 

a) Divisas Municipais

1 - Com o Município de Santo Antônio da Alegria

Começa no espigão entre as águas do córrego da Mata de um lado, e as do rio Cubatão, do outro lado, no ponto de cruzamento com o divisor entre o ribeirão Vermelho e o rio Cubatão; segue pelo espigão entre as águas dos córregos do Monte Alto e da Antinha, à esquerda, e as do rio Cubatão, à direita, até cruzar com o contraforte da margem esquerda do córrego da Barreira; prossegue por este contraforte em demanda da foz do córrego da Barreira no córrego do Bauzinho.
2 - Com o Estado de Minas Gerais
Começa no córrego do Bauzinho, na foz do córrego da Barreira; segue pela divisa com o Estado de Minas Gerais até a foz do córrego Comprido ou Marimbondo, no ribeirão das Areias.
3 - Com o Município de Mococa
Começa no ribeirão das Areias, na foz do córrego Comprido ou Marimbondo, pelo qual sobe até seu galho sudocidental; sobe por este galho até os aparados da serra da Borda da Mata; segue por estes aparados até encontrar os aparados da serra das Contendas; continua pelos aparados da serra das Contendas até alcançar o córrego Contendas.

4 - Com o Município de Cajuru
Começa no córrego Contendas no ponto onde é cortado pelos aparados da serra do mesmo nome; sobe pelo córrego Contendas até sua cabeceira mais setentrional; continua pelo divisor entre as águas do ribeirão da Boiada, à esquerda, e as do rio Cubatão, à direita, até o contraforte que finda na foz do córrego do Barreiro, no rio Cubatão; segue por este contraforte até a foz do córrego do Barreiro, no rio Cubatão; sobe pelo córrego do Barreiro até sua cabeceira; prossegue pelo divisor entre o rio Cubatão e córrego Diamantino, à direita, e córrego São João, à esquerda, até o contraforte São João - Palmeiras; alcança na contravertente a cabeceira do galho meridional do córrego das Palmeiras, pelo qual desce até sua foz no córrego do Furtado; sobe por este até sua cabeceira no divisor entre o rio Cubatão e o ribeirão Vermelho; segue pelo divisor Cubatão-Vermelho até cruzar com o espigão entre as águas do rio Cubatão e córrego da Mata, onde tiveram início estas divisas.

 

MUNICÍPIO DE CASTILHO
(Criado em 1954)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Estado de Mato Grosso
Começa no rio Paraná, na foz do rio Feio ou Aguapeí; segue pela divisa com o Estado de Mato Grosso até a foz do rio Tietê.
2 - Com o Município de Itapura
Começa no rio Paraná, na foz do rio Tietê, pelo qual sobe até a foz do ribeirão Anhumas. 

3 - Com o Município de Andradina
Começa no rio Tietê, na foz do ribeirão Anhumas, pelo qual sobe até sua cabeceira meridional; vai, daí, em reta, ao divisor Abrigo - Moinho, na cabeceira oriental do córrego 5 de Maio pelo qual desce até sua foz no ribeirão do Moinho; segue pelo contraforte fronteiro em demanda do espigão-mestre Moinho ou Abrigo-Feio ou Aguapeí.

4 - Com o Município de Nova Independência
Começa no espigão mestre Moinho ou Abrigo - Feio ou Aguapeí, no ponto de cruzamento com o divisor que finda no ribeirão do Moinho ou Abrigo na foz do córrego 5 de Maio; daí, segue peie espigão-mestre, em demanda da foz do córrego Pau D'Alho, no rio Feio ou Aguapeí.
5 - Com o Município de São João de Pau D'Alho
Começa no rio Feio ou Aguapeí, na foz do córrego Pau d'Alho; desce por aquele rio até a foz do córrego 1º de Julho.
6 - Com o Município de Paulicéia
Começa na foz do córrego 1º de Julho, no rio Feio ou Aguapeí, pelo qual desce até sua foz no rio Paraná, onde tiveram início estas divisas.

 

MUNICÍPIO DE CATANDUVA
(Criado em 1917)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Tabapuã
Começa no espigão São Domingos-Onca, no ponto de cruzamento com o contraforte Catiguá-Tenentes; segue pelo espigão São Domingos-Onça até cruzar com o divisor que deixa, à direita, as águas do córrego Águas Claras, e, à esquerda, as do córrego Grande; segue por este divisor até o contraforte Águas Claras - Angola; segue por este contraforte até a junção da água da Angola com o córrego Águas Claras, e por este desce até o ribeirão da Onça.
2 - Com o Município de Cajobi
Começa no ribeirão da Onça, na foz do córrego Águas Claras; sobe por aquele até a foz do córrego dos Porcos.
3 - Com o Município de Paraíso
Começa no ribeirão da Onça, na foz do córrego dos Porcos; sobe por aquele até a foz do córrego do Laranjal.

4 - Com o Município de Palmares Paulista
Começa no ribeirão da Onça, na foz do córrego do Laranjal, pelo qual sobe até a cabeceira sudocidental no divisor entre as águas do córrego Águas Claras, à direita, e as do córrego Boa Vista do Generoso ou Jacaré, à esquerda; segue por este divisor até entroncar com o espigão Onça-São Domingos.
5 - Com o Município de Pindorama
Começa no espigão São Domingos-Onça, no ponto de cruzamento com o divisor entre as águas do córrego Águas Claras e as do córrego Boa Vista do Generoso ou Jacaré; segue pelo espigão até cruzar com o contraforte que deixa à esquerda, as águas do córrego Bebedouro e pelo contraforte caminha em demanda da foz do córrego Bebedouro, no rio São Domingos, pelo qual desce até a foz do córrego Amizade; daí, segue, em reta, à foz do córrego Jacuba no córrego Barra Grande; sobe por este até sua cabeceira mais meridional no espigão-mestre São Domingos-Cubatão; segue por este espigão-mestre até a cabeceira setentrional do ribeirão Cubatão, pelo qual desce e pelo ribeirão do mesmo nome até a foz do córrego Vintém.

6 - Com o Município de Itajobi
Começa no rio Cubatão, na foz do córrego Vintém; desce pelo rio Cubatão até a foz do córrego do Boi.
7 - Com o Município de Urupês
Começa no rio Cubatão, na foz do córrego do Boi; desce por aquele até a foz do córrego São Berto.
8 - Com o Município de Ibirá
Começa no rio Cubatão, na foz do córrego São Berto, pelo qual sobe até sua cabeceira; segue pelo contraforte Barra Nova-Burro até o divisor Cubatão-Bicas; prossegue por este divisor até a cabeceira do córrego Sobradinho, pelo qual desce até o ribeirão das Bicas; sobe por este até a foz do córrego Limeira, pelo qual sobe até sua cabeceira no espigão-mestre Cubatão-São Domingos.
9 - Com o Município de Catiguá
Começa no espigão-mestre Cubatão-São Domingos, na cabeceira do córrego Limeira; segue pelo espigão-mestre até a cabeceira do galho sudocidental do córrego José Dias, pelo qual desce até sua foz no rio São Domingos continua pelo contraforte fronteiro entre os córregos Catiguá e Tenentes até cruzar com o espigão São Domingos-Onça, onde tiveram início estas divisas.
b) Divisas Interdistritais
1 - Entre os Distritos de Catanduva e Elisiário
Começa no rio Cubatão, na foz do córrego Cachoeira; segue pelo contraforte fronteiro que deixa, à direita, as águas do córrego Bom Retiro e, à esquerda, as do córrego do Gengibre até cruzar com o espigão-mestre Cubatão-São Domingos, pelo qual caminha até a cabeceira sudoriental do córrego José Dias, pelo qual desce até a junção com o galho sudocidental.

 

MUNICÍPIO DE CATIGUÁ
(Criado em 1958)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Uchoa
Começa no espigão-mestre Cubatão - São Domingos, no ponto de cruzamento com o contraforte que deixa, à direita, as águas do córrego do Matão; segue por esse contraforte em demanda da foz do córrego do Matão, no rio São Domingos.

2 - Com o Município de Tabapuã
Começa no rio São Domingos, na foz do córrego do Matão; sobe pelo rio São Domingos até a foz do córrego Ipê, pelo qual sobe até sua cabeceira no Divisor São Domingos-Onça; prossegue pelo espigão São Domingos-Onça até cruzar com o contraforte Catiguá-Tenentes.
3 - Com o Município de Catanduva
Começa no espigão São Domingos-Onça, no ponto de cruzamento com o contraforte Catiguá-Tenentes; segue por este contraforte entre o córrego Catiguá, à direita, e o córrego dos Tenentes, à esquerda, em demanda da foz do córrego José Dias, no rio São Domingos; sobe pelo córrego José Dias até a foz de seu galho sudocidental; pele qual sobe até sua cabeceira no espigão-mestre São Domingos-Cubatão; continua pelo espigão-mestre até a cabeceira do córrego Limeira.
4 - Com o Município de Ibirá
Começa na cabeceira do córrego Limeira; segue pelo espigão-mestre São Domingos-Cubatão até o ponto de cruzamento com o contraforte que deixa, à direita, as águas do córrego do Matão, onde tiveram início estas divisas.

 

MUNICÍPIO DE CEDRAL
(Criado em 1929)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Bady Bassitt (ex-Borboleta)
Começa no ribeirão do Borá, na foz do córrego do Reverendo; prossegue pelo contraforte que deixa, à direita, as águas do ribeirão do Borá, e, à esquerda, as do córrego da Cachoeirinha, até cruzar com espigão-mestre Borá-Prêto.
2 - Com o Município de São José do Rio Preto
Começa no espigão-mestre Borá-Prêto, no ponto de cruzamento com o contraforte entre o ribeirão do Borá e o córrego Cachoeirinha; prossegue pelo espigão-mestre até o divisor entre o córrego do Macaco, à esquerda, e o rio Preto, à direita; continua por este divisor até o contraforte da margem esquerda do córrego Sossego; segue por este divisor em demanda da foz do córrego das Damas no rio Preto; continua pelo contraforte fronteiro entre as águas do córrego do Cedro, à esquerda, e, à direita, as do córrego das Damas, até o espigão entre o rio Preto e o rio Turvo; prossegue por este espigão até cruzar com o divisor Palmeiras-CIaro.
3 - Com o Município de Guapiaçu
Começa no espigão Preto-Turvo, no ponto de cruzamento com o divisor entre o ribeirão Palmeira, à direita, e o ribeirão Claro, á esquerda; segue por este divisor até cruzar com o contraforte que deixa, à direita as águas do córrego Belo, e, à esquerda, as do córrego Espingarda; prossegue por este contraforte até a cabeceira do córrego da Lagoa, pelo qual desce até sua foz no córrego Espingarda; desce pelo córrego Espingarda até sua foz no ribeirão Palmeira.

4 - Com o Município de Uchoa
Começa no ribeirão Palmeira, na foz do córrego Espingarda; sobe pelo ribeirão Palmeira até a foz do córrego Dona Chiquinha, pelo qual sobe até sua cabeceira no divisor Palmeira-Alegria; caminha por este divisor até o ponto onde é cortado pela reta de rumo Norte, que vem da cabeceira do córrego da Fazenda Guidolim, no divisor Alegria-Grande; segue por esta reta até a cabeceira do córrego da Fazenda Guidolim, pelo qual desce até sua foz no córrego Grande; sobe pelo córrego Grande, até sua cabeceira sudocidental no espigão mestre entre as águas dos rios Cubatão e São Domingos; segue por este espigão-mestre até o cruzamento com o contraforte que deixa, à direita, as águas do córrego da Limeira e, à esquerda, as do córrego Taperão.
5 - Com o Município de Ibirá
Começa no espigão-mestre Cubatão - São Domingos, no ponto de cruzamento com o contraforte que deixa, à direita, as águas do córrego da Limeira e, à esquerda, as do córrego Taperão; prossegue pelo contraforte até a foz do córrego da Limeira, no córrego Paula Vieira; sobe por este até a foz do córrego Cana do Reino.
6 - Com o Município de Potirendaba
Começa no córrego Paula Vieira, na foz do córrego Cana do Reino; sobe pelo córrego Paula Vieira até a foz do córrego Bacuri, e por este acima ate sua cabeceira no divisor Paula Vieira-Borá; alcança na contravertente a cabeceira mais oriental do córrego do Reverendo, pelo qual desce até sua foz no ribeirão do Borá, onde tiveram início estas divisas

 

MUNICÍPIO DE CERQUEIRA CÉSAR
(Criado em 1917)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Piraju
Começa na represa do rio Paranapanema na foz do rio Taquarí; desce pela represa até a foz do ribeirão do Virado; sobe por este até a foz do córrego São Luís, pelo qual sobe até a foz da Água Branca.
2 - Com o Município de Mandurí
Começa no córrego São Luís na foz da Água Branca; sobe pelo córrego São Luís até sua cabeceira, no divisor entre as águas do ribeirão São Bartolomeu, à esquerda, e as do ribeirão do Virado, à direita; caminha por este divisor até encontrar com o espigão Pardo-Paranapanema; segue por este espigão até a cabeceira da Água Grande.
3 - Com o Município de Santa Bárbara do Rio Pardo
Começa na cabeceira da Água Grande, no espigão Pardo-Paranapanema de onde vai em reta ao divisor entre os ribeirões Espraiado e Três Ranchos na cabeceira da água das Marrequinhas, pela qual desce até a água Barra Grande do Pinhal; desce por esta até sua foz no ribeirão Três Ranchos, pelo qual desce até a foz da água dos Catetos; sobe por esta até sua cabeceira, donde vai em reta à cabeceira da água Taquara do Reino, depois de atravessar o córrego Vareta; desce pela água Taquara do Reino até o rio Novo; sobe por este até a foz da água do Geraldo, pela qual sobe até o divisor Novo-Pardo; continua por este divisor até a cabeceira da água Santa Margarida; desce por esta até o rio Pardo e por este acima até a foz do rio Palmital.

4 - Com o Município de Avaré
Começa na foz do rio Palmital, no rio Pardo; sobe pelo rio Pardo até a foz do córrego do Lajeado sobe por este até o divisor Pardo-Novo; segue por este divisor até a cabeceira do córrego do Jacu; desce por este até o rio Novo; desce, ainda, por este até a foz do ribeirão Boa Vista; sobe por este e pelo córrego Cachoeirinha ate sua cabeceira sudocidental, no espigão entre os rios Novo e Paranapanema, segue por este espigão até a cabeceira mais setentrional do ribeirão Bonito; desce por este até a foz do córrego da Divisa.
5 - Com o Município de Arandu
Começa no ribeirão Bonito, na foz do córrego da Divisa, pelo qual sobe até sua cabeceira no divisor Bonito-Jamaica; alcança na contravertente a cabeceira do córrego Taquara Branca, pelo qual desce até sua foz no córrego Jamaica; sobe por este córrego até a foz do córrego de Vicente Oliveira; daí, vai em reta de rumo Oeste até o divisor entre as águas do ribeirão Bonito, à esquerda, e as do ribeirão do Macuco, à direita; segue por este divisor até a cabeceira do córrego Timburi, pelo qual desce até o córrego do Monjolinho; desce por este córrego até o ribeirão Bonito, pelo qual desce até sua foz na represa do rio Paranapanema.
6 - Com o Município de Itaí
Começa na represa do rio Paranapanema, na foz do ribeirão Bonito; desce pela represa até a foz do rio Taquarí, onde tiveram início estas divisas.

 

MUNICÍPIO DE CERQUILHO
(Criado em 1948)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Laranjal Paulista
Começa no rio Sorocaba, na foz do ribeirão da Onça, de onde vai em reta ao salto do rio Sorocaba.
2 - Com o Município de Tietê
Começa no salto do rio Sorocaba; sobe por este até o córrego da Vereda, que nasce próximo à estação do mesmo nome; sobe por este córrego até sua cabeceira, no espigão Sorocaba-Tietê; alcança, na contravertente, a cabeceira mais meridional do córrego Distrital, cabeceira próxima aos trilhos da Estrada de Perro Sorocabana; desce pelo córrego Distrital até sua foz no córrego da Estiva; sobe pelo córrego da Estiva até sua cabeceira mais oriental; vai, daí, em reta, à cabeceira mais ao Norte da água de Capuava; desce por esta até o ribeirão Pimenta; continua pelo contraforte fronteiro até o divisor entre as águas do ribeirão Pimenta e córrego Indalécio de Camargo; segue por este divisor até o contraforte que deixa, à direita, as cabeceiras do córrego da Fazenda Sabaúna; segue por este contraforte em demanda da foz deste córrego no córrego de Indalécio de Camargo; daí segue pelo contraforte fronteiro ate o divisor entre as águas do córrego Indalécio de Camargo e ribeirão Mandiçununga; segue por este divisor até o contraforte que finda na foz do córrego da Fazenda Paineiras, no ribeirão Mandiçununga.
3 - Com o Município de Boituva
Começa no divisor entre os ribeirões Mandiçununga e Indalécio de Camargo, no ponto de cruzamento com o contraforte que finda na foz do córrego da Fazenda Paineiras, no ribeirão Mandiçununga; segue pelo divisor até cruzar o espigão Tietê - Sorocaba; continua por este espigão até a cabeceira mais setentrional do ribeirão dos Sete Ranchos ou Palmital, pelo qual desce até sua foz no rio Sorocaba.

4 - Com o Município de Tatuí
Começa no rio Sorocaba, na foz do córrego Palmital ou Sete Ranchos, desce pelo rio Sorocaba até a foz do ribeirão Guarapó.
5 - Com o Município de Cesário Lange
Começa na foz do ribeirão Guarapó, no rio Sorocaba, pelo qual desce ate a foz do ribeirão da Onça, onde tiveram início estas divisas.

 

MUNICÍPIO DE CESÁRIO LANGE
(Criado em 1958)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Pereiras
Começa no espigão entre as águas do rio de Conchas e as do ribeirão Aleluia, na cabeceira do galho setentrional do córrego de Adolfo Rosa; segue por este espigão e continua pelo espigão Onça - Lajeado até cruzar com o contraforte Água Branca - Perobas; prossegue por este contraforte até a cabeceira do córrego da Divisa, pelo qual desce até sua foz no córrego das Perobas, pelo qual desce ate sua foz no ribeirão de Dentro.
2 - Com o Município de Laranjal Paulista
Começa no ribeirão de Dentro, na foz do córrego das Perobas; desce pelo ribeirão de Dentro até sua foz no ribeirão da Onça, pelo qual desce até sua foz no rio Sorocaba. 

3 - Com o Município de Cerquílho
Começa na foz do ribeirão da Onça, no rio Sorocaba; sobe por este até a foz do ribeirão Guarapó.

4 - Com o Município de Tatuí
Começa no rio Sorocaba, na foz do ribeirão Guarapó, pelo qual sobe até a foz do ribeirão Turvinho; sobe pelo ribeirão Turvinho até a foz de seu galho ocidental, foz que ocorre cerca de 1,5 km à jusante dá ponte da estrada de rodagem Tatuí - Porangaba; sobe por este galho ocidental até sua cabeceira no divisor Turvinho - Palmeiras; segue pelo divisor entre o ribeirão Turvinho, à direita e o ribeirão Palmeiras à esquerda em demanda da foz ao ribeirão Palmeiras no ribeirão Aleluia; sobe pelo ribeirão Aleluia até a foz do córrego de Adolfo Rosa, pelo qual sobe até a cabeceira de seu galho setentrional, no espigão entre o ribeirão Aleluia e o rio de Conchas onde tiveram início estas divisas.

 

MUNICÍPIO DE CHARQUEADA
(Criado em 1954)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de São Pedro
Começa no divisor Limoeiro-Monjolinho, na cabeceira mais setentrional do galho da esquerda do ribeirão Limoeiro; alcança na contravertente a cabeceira do córrego Monjolinho; desce pelo córrego Monjolinho até sua foz no ribeirão Água Parada; deste ponto vai em reta à foz do ribeirão Boa Vista no rio Araquá, sobe pelo ribeirão Boa Vista até a foz do córrego Água Branca; continua pelo contraforte fronteiro entre o ribeirão Boa Vista, à direita, e o córrego Água Branca, à esquerda, até o divisor entre este córrego e o ribeirão Água Vermelha, à direita; prossegue por este divisor até alcançar os aparados da serra de Itaqueri.

2 - Com o Município de Itirapina
Começa nos aparados da serra do Itaqueri onde cruza com o divisor entre as águas do ribeirão Água Vermelha e Água Branca; segue pelos aparados da serra até encontrar a cabeceira do ribeirão Vermelho que passa junto à sede da fazenda Itaíba.

3 - Com o Município de Ipeuna
Começa nos aparados, na serra de Itaqueri, onde são cortados pela cabeceira do ribeirão Vermelho; desce por este ribeirão até a foz do córrego da Fazenda Dobrada; vai, daí em reta, à cabeceira setentrional da água que passa ao Norte da sede da fazenda Covitinga; desce por esta água até sua foz, no córrego da Fazenda Covitinga; desce por este até o ribeirão Água Vermelha desce pelo ribeirão Água Vermelha até o rio Passa Cinco.
4 - Com o Município de Rio Claro
Começa na foz do ribeirão, Água Vermelha no rio Passa Cinco, pelo qual desce até sua foz no rio Corumbataí.
5 - Com o Município de Piracicaba
Começa na confluência dos rios Passa Cinco e Corumbataí; desce por este até a foz do ribeirão do Matão: sobe por este até a foz do córrego Caiapia, pelo qual sobe até a cabeceira de seu galho da direita; continua pelo divisor que deixa, à direita, o córrego Santa Rita, e ribeirões Jacutinga, do Meio e Água Parada e, à esquerda, o ribeirão do Limoeiro até a cabeceira mais setentrional do galho da esquerda do ribeirão Limoeiro onde tiveram início estas divisas.

b) Divisas Interdistritais
1 - Entre os Distritos de Charqueada e Paraisolândia
Começa no córrego da Fazenda Covitinga, no ponto onde e cortado nela reta de rumo Norte, que vem da cabeceira oriental do galho setentrional do córrego do Mato, no divisor Covitinga-Mato; daí, segue pela referida reta até a citada cabeceira; desce pelo córrego do Mato até sua foz no ribeirão Vermelho; desce pelo ribeirão Vermelho até sua foz no ribeirão Paraíso; desce pelo ribeirão Paraíso até a foz do córrego Rocinha, pelo qual sobe até sua cabeceira, no divisor entre o ribeirão Paraíso, de um lado e a água do Sapo e córrego Fortuna, do outro lado; daí, segue por este divisor até cruzar com o divisor entre as águas do ribeirão Água Parada, à direita e as do rio Corumbataí, à esquerda; prossegue por este divisor até cruzar com o divisor entre as águas do ribeirão Água Parada e as do ribeirão Limoeiro.

 

MUNICÍPIO DE CLEMENTINA
(Criado em 1954)

 

a) Divisas Municipais

1 - Município de Piacatu
Começa na foz do córrego Volta Grande, no ribeirão da Lontra; sobe pelo ribeirão da Lontra até a foz do córrego Saltinho.
2 - Com o Município de Gabriel Monteiro
Começa no ribeirão da Lontra na foz do córrego Saltinho, sobe pelo ribeirão da Lontra até a foz do córrego Rico.
3 - Com o Município de Bilac
Começa na foz do córrego Rico, no ribeirão da Lontra, pelo qual sobe até a foz do córrego Laje; sobe por este ate sua cabeceira no espigão-mestre Feio ou Aguapeí-Tietê; segue pelo espigão-mestre até a cabeceira do córrego Imbé.
4 - Com o Município de Coroados
Começa no espigão-mestre Feio ou Aguapeí-Tietê, na cabeceira do córrego Imbé, que passa pela fazenda do mesmo nome; segue pelo espigão-mestre até a cabeceira do córrego 14 de Dezembro ou Salomão.
5 - Com o Município de Braúna
Começa no espigão-mestre Tietê-Feio ou Aguapeí, na cabeceira do córrego 14 de Dezembro ou Salomão; desce por este até o ribeirão Promissão, pelo qual desce até a foz do córrego Água Branca.
6 - Com o Município de Luiziânia
Começa na foz do córrego Água Branca, no ribeirão Promissão, pelo qual desce até a foz do córrego Maná.

7 - Com o Município de Santópolis do Aguapeí
Começa no ribeirão Promissão, na foz do córrego Maná, pelo qual sobe até sua cabeceira no divisor Promissão-Lontra; alcança, na contravertente, a cabeceira do córrego Agrião; desce por este até sua foz no córrego Mimoso, pelo qual desce até o córrego Volta Grande; desce por este até sua foz no ribeirão da Lontra, onde tiveram início estas divisas.
b) Divisas Interdistritais

1 - Entre os Distritos de Clementina e Lauro Penteado
Começa no ribeirão da Lontra, na foz do córrego B, pelo qual sobe até sua cabeceira no divisor Lontra-Promissão; segue por este divisor até a cabeceira ocidental do córrego Recrial pelo qual desce até sua foz no córrego 14 de Dezembro ou Salomão, desce por este córrego até sua foz no ribeirão Promissão.

 

MUNICÍPIO DE COLINA
(Criado em 1925)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Barretos
Começa na foz do córrego da Bagagem, no rio Cachoeirinha; sobe por aquele até sua cabeceira mais oriental; transpõe o espigão-mestre Pardo-Cachoeirinha e continua pelo divisor entre as águas do ribeirão Pitangueiras, à esquerda e as do ribeirão do Turvo, à direita, até o contraforte entre os córregos da Estiva e Quebra Cuia.

2 - Com o Município de Jaborandi
Começa no divisor entre os ribeirões Pitangueiras e Turvo, no ponto de cruzamento com o contraforte entre os córregos da Estiva e Quebra Cuia; segue por este contraforte em demanda da foz do córrego da Estiva no ribeirão do Turvo, de onde vai em reta à cabeceira do córrego da Fazenda Mandaguari; continua pelo divisor entre o córrego Jaborandi e o ribeirão Retirinho, em demanda da foz do córrego da fazenda Recreio no ribeirão Retirinho, pelo qual desce até sua foz no ribeirão das Palmeiras. 

3 - Com o Município de Terra Roxa
Começa no ribeirão das Palmeiras, na foz do ribeirão Retirinho; sobe por aquele até a foz do córrego Cachoeira.
4 - Com o Município de Bebedouro
Começa no ribeirão das Palmeiras, na foz do córrego Cachoeira; sobe por aquele até a foz do córrego da Onça ou Palmital, pelo qual sobe até sua cabeceira mais ocidental, no espigão entre as águas do rio Pardo, à direita e as do rio Cachoeirinha, a esquerda. 
5 - Com o Município de Monte Azul Paulista
Começa no espigão entre os rios Pardo, à direita, e Cachoeirinha, à esquerda, na cabeceira mais ocidental do córrego da Onça ou Palmital; alcança a cabeceira mais setentrional do córrego Grande, pelo qual desce até o rio Cachoeirinha, e por este abaixo até a foz do córrego de Abílio de Almeida.
6 - Com o Município de Severinia
Começa no rio Cachoeirinha, na foz do córrego de Abílio de Almeida; desce por aquele até a foz do córrego da Bagagem, onde tiveram início estas divisas.

 

MUNICÍPIO DE COLÔMBIA
(Criado em 1958)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Estado de Minas Gerais
Começa no rio Grande, na foz do ribeirão da Onça; segue pela divisa com o Estado de Minas Gerais até a foz do rio Pardo.
2 - Com o Município de Guaíra
Começa no rio Grande, na foz do rio Pardo, pela qual sobe até a foz do córrego da Divisa.
3 - Com o Município de Barretos
Começa no rio Pardo, na foz do córrego da Divisa, pelo qual sobe até sua cabeceira; segue pelo contraforte da margem esquerda do córrego do Mandi até o espigão Pardo-Velho; prossegue por este espigão até o contraforte entre o córrego Barreira, à esquerda e o córrego da Mata, a direita; continua por este contraforte até a cabeceira do córrego Barreira, pelo qual desce até sua foz no rio Velho; desce pelo rio Velho até a foz do córrego Açoita Cavalo, pelo qual sobe até sua cabeceira; segue pelo espigão entre o rio Velho e o ribeirão da Onça até a cabeceira meridional do ribeirão da Onça, pelo qual desce até sua foz no rio Grande, onde tiveram início estas divisas.

 

MUNICÍPIO DE CONCHAL
(Criado em 1948)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Araras
Começa no ribeirão do Ferraz, na foz do ribeirão do Pinhal, desce pelo ribeirão do Ferraz até o córrego do Barbosa; segue em reta à foz do ribeirão do Pântano, no ribeirão do Cerrado; segue, ainda, em reta, até a cabeceira sudoriental do córrego Corta Rabicho ou Serra Velha; desce por este até sua foz no rio Moji-Guaçu. 
2 - Com o Município de Moji-Guaçu.
Começa no rio Moji-Guaçu, na foz do córrego Corta Rabicho ou Serra Velha, sobe por aquele até a cachoeira Itupava-Mirim.
3 - Com o Município de Moji-Mirim
Começa na cachoeira Itupava-Mirim, no rio Moji-Guaçu; vai, daí, em reta, à foz do córrego do Aterradinho, no ribeirão do Conchal, pelo qual sobe até o ribeirão Ponte Alta; sobe por este ribeirão até o ribeirão Ponte Baixa; sobe por este até sua cabeceira; ganha a cabeceira mais setentrional do córrego do Coxim, que fica na contravertente; desce por este até a ponta da estrada de rodagem que da cidade de Moji-Mirim vai à cidade de Limeira.
4 - Com o Município de Artur Nogueira
Começa no córrego do Coxim, na ponte da estrada de rodagem que da cidade de Moji-Mirim vai à cidade de Limeira; desce pelo Coxim até sua foz no córrego da Barra; continua pelo espigão que deixa, à direita, as águas deste último, até a confluência dos ribeirões da Gualquica e do Pinhal, formadores do ribeirão do Ferraz, onde tiveram início estas divisas.

 

MUNICÍPIO DE CONCHAS
(Criado em 1916)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Bofete
Começa na confluência do rio Feio, com o rio do Peixe; desce por este até a foz da água do Vicentinho.
2 - Com o Município de Anhembi
Começa no rio do Peixe, na foz da água ao Vicentinho; desce pelo rio do Peixe, até o rio Tietê; sobe por este até a foz do ribeirão dos Patos.
3 - Com o Município de Piracicaba
Começa no rio Tietê, na foz do ribeirão dos Patos; sobe pelo rio Tietê até a foz do córrego das Flores.
4 - Com o Município de Laranjal Paulista
Começa no rio Tietê, na foz do córrego das Flores; sobe por aquele até o ribeirão do Pará e por este acima até sua cabeceira mais meridional, chamada córrego de Luís Ribeiro, no espigão dos Morais.
5 - Com o Município de Pereiras
Começa no espigão dos Morais, na cabeceira mais meridional do córrego de Luís Ribeiro; segue pelo espigão dos Morais até a cabeceira mais oriental do córrego da Estrada de Ferro; desce por este até sua foz na água da Espanhola, foz que ocorre junto ao leito da Estrada de Ferro Sorocabana; desce por esta água ate o rio de Conchas; sobe por este até a foz do córrego do Anselmo; sobe por este até sua cabeceira mais ocidental; segue pele contraforte que deixa, à direita, as águas do córrego do Baltazar até o alto do Padilha e continua pelo espigão entre as águas do rio de Conchas, à esquerda, e, à direita as do ribeirão do Moquem, até a cabeceira do córrego de Salvador Vieira.

6 - Com o Município de Porangaba
Começa na cabeceira do córrego de Salvador Vieira; desce por este até o ribeirão do Moquem; desce por este até a foz do primeiro córrego da margem esquema e continua pelo contraforte fronteiro até o divisor que deixa, à direita, as águas do ribeirão do Moquem, e, à esquerda, as do rio Feio; segue por este divisor até o contraforte que deixa, à direita, o córrego de São João; segue por este contraforte até a foz do rio Feio, no rio do Peixe, onde tiveram início estas divisas.
b) Divisas Interdistritais
1 - Entre os Distritos de Conchas e Juquiratiba

Começa no rio Tietê, na foz do rio de Conchas, pelo qual sobe até a foz do córrego da Divisa; sobe por este até sua cabeceira; daí, vai em reta à cabeceira do córrego Boa Vista, pelo qual desce até o ribeirão Salgado; daí vai em reta, ao rio do Peixe, na foz do córrego dos Aflitos foz que ocorre a jusante da ponte da rodovia estadual Conchas-Bofete.

 

MUNICÍPIO DE CORDEIRÓPOLIS
(Criado em 1948)

 

a) Divisas Municipais
1 - Com o Município de Santa Gertrudes
Começa no espigão entre o ribeirão Cachoeirinha, de um lado, e ribeirão Santa Gertrudes e Tatu, do outro lado, no ponto de cruzamento com o contraforte Santa Gertrudes - Tatu; segue por este contraforte até sua extremidade setentrional, vai em reta a lagoa do Catingueiro; daí, segue, por nova reta, à ponta meridional do divisor que deixa, à direita, as águas do ribeirão Tatu, e, à esquerda, as do ribeirão Santa Gertrudes; segue por este divisor até o espigão-mestre Moji-Guaçu - Piracicaba.

2 - Com o Município de Araras
Começa no espigão mestre Moji-Guaçu-Piracicaba, no ponto de cruzamento com o divisor entre as águas dos ribeirões Santa Gertrudes e Tatu continua pelo espigão-mestre entre as águas dos ribeirões das Araras e Pinhal, à esquerda, e as do ribeirão Tatu e Tabajara, à direita, até a cabeceira do córrego da Fazenda São Jerônimo.

3 - Com o Município de Limeira

Começa no espigão entre os ribeirões Pinhal e Tabajara, que é o espigão-mestre Moji-Guaçu-Piracicaba, na cabeceira do córrego da Fazenda São Jerônimo; desce por este córrego até o ribeirão Tabajara; sobe por este até sua cabeceira mais ocidental, vai em reta, a foz do córrego da Fazenda Barreiros no ribeirão do Pinhal; sobe por aquele, até sua cabeceira; continua pelo divisor Pinhal-Tatu até o contraforte que deixa, à direita, as águas do córrego São Francisco; contínua pelo contraforte até a foz do córrego São Francisco, no ribeirão Tatu; sobe por este passando pelo tanque junto à estação de Ibicaba até a foz do córrego Saltinho; sobe por este até sua cabeceira; segue pelo espigão que deixa, à esquerda as águas dos ribeirões Água da Serra e Cachoeirinha e, à direita, as do ribeirão Tatu até encontrar com o espigão Santa Gertrudes Tatu.

4 - Com o Município de Iracemápolis
Começa no divisor Tatu-Cachoeirinha, no ponto de cruzamento com o divisor que separa as águas dos ribeirões Água da Serra e Cachoeirinha; segue pelo divisor Tatu-Cachoeirinha até o contraforte entre as águas do ribeirão Tatu e as do córrego Santa Gertrudes, onde tiveram início estas divisas.

 

MUNICÍPIO DE COROADOS
(Criado em 1928)

 

a) Divisas Municipais

1 - Com o Município de Bilac

Começa no espigão-mestre Feio ou Aguapeí - Tietê na cabeceira do córrego Imbé, que passa na Fazenda de igual nome; desce pelo córrego Imbé até a foz do galho que vem da Fazenda Alto Alegre.
2 - Com o Município de Birigui
Começa no córrego Imbé na foz do galho que vem da Fazenda Alto Alegre; sobe por este galho até a foz da água que passa na colônia da fazenda Mundo Novo; sobe ainda por esta água até sua cabeceira no contraforte Imbé — Baguaçu; daí, alcança na contravertente a cabeceira do córrego Gangré; desce pelo córrego Gangré até sua foz no ribeirão Baguacu, sobe por este até a foz do córrego Tabapuã; sobe por este até a sua cabeceira principal no divisor Baguaçu - Congonhas; segue por este divisor até a cabeceira do córrego Grande pelo qual desce até o ribeirão dos Baixotes e, por este, até o rio Tietê.

3 - Com o Município de Buritama
Começa no rio Tietê, na foz do ribeirão dos Baixotes; sobe pelo rio Tietê até a foz do córrego das Congonhas.
4 - Com o Município de Glicério
Começa no rio Tietê, na foz do córrego das Congonhas; sobe por este até a sua cabeceira no divisor que deixa, à direita, as águas do ribeirão rios Baixotes e o córrego do Campo e Congonhas, e, à esquerda, as águas dos ribeirões Lajeado Bonito e córrego Caximba e Água Limpa; segue por este divisor até a cabeceira do córrego de Patrício Gimene.
5 - Com o Município de Braúna
Começa no divisor que separa as águas do córrego Água Limpa das do Congonhas, na cabeceira do córrego de Patrício Gimene; segue pelo divisor que deixa, à esquerda, as águas do córrego Água Limpa até o espigão-mestre Tietê - Feio ou Aguapeí; prossegue por este espigão-mestre em demanda da cabeceira do córrego Macuco.