Secretaria Geral de Administração
Departamento de Comunicação
Divisão de Biblioteca e Acervo Histórico
Autor/Criador
Ano
2008
Título
Instituciones y actividad legislativa en América Latina
Fonte
Barcelona : Fundacion CIDOB, 2008. (Documentos CIDOB América Latina, 23)
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Palavras-Chave
Resumo
Este estudo analisa, a partir da análise sistemática do processo legislativo, a capacidade que as instituições latino-americanas outorgam ao Presidente e ao Parlamento para influenciar a agenda legislativa. Para isso, numa primeira parte, discute-se sobre os vários índices elaborados a partir das constituições para calcular os poderes legislativos dos presidentes da América Latina. Com base nestes índices, é proposta uma nova medida, o índice de poder institucional legislativo (IPIL). A segunda parte explica sobre o desenvolvimento deste índice e revela as hipóteses por trás da inclusão de cada variável. A terceira parte classifica os países de acordo com o potencial institucional dos poderes executivos e legislativos para influenciar a atividade legislativa e apresenta as conclusões. SUMÁRIO: 1. Los poderes legislativos 1.1 Los poderes legislativos constitucionales 1.2. Los poderes legislativos determinados por los reglamentos internos 2. Los indicadores institucionales 2.1.Etapa de iniciativa - Iniciativa exclusiva - Establecimiento del orden del día o de la agenda de discusión - Tipo de mayoría necesaria para cambiar el orden del día (PAP) 2.2.Etapa constitutiva - Integración de las comisiones - Prerrogativas para evitar el paso por comisión - Poder de las comisiones para el tratamiento los proyectos de ley - Capacidad del Ejecutivo para forzar el tratamiento de urgencia 2.3. La etapa constitutiva y el bicameralismo - Simetría - Desacuerdos entre cámaras - Rechazo total por parte de alguna Cámara - Proyectos modificados por la Cámara revisora 2.4.Etapa de eficacia - Veto total e insistencia - Veto parcial e insistencia 2.5.Procedimiento legislativo extraordinario - Poder de decreto del presidente - Convocatoria a sesiones extraordinarias 3. Índice de potencia institucional legislativa (IPIL) y conclusiones 4. Notas, 5. Referencias bibliográficas 6. Anexo. Indicadores utilizados en la medición de los poderes legislativos del presidente elaborados por distintos autores
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