CPI pede diligência policial em distribuidoras de combustíveis


14/05/2008 18:48

Roberto Morais <a style='float:right' href='https://www3.al.sp.gov.br/repositorio/noticia/05-2008/CPI GUERRA FISCAL dep roberto morais (4 of 4)ROB.jpg' target=_blank><img src='/_img/material-file-download-white.png' width='14px' alt='Clique para baixar a imagem'></a> CPI da Guerra Fiscal <a style='float:right' href='https://www3.al.sp.gov.br/repositorio/noticia/05-2008/CPI GUERRA FISCAL GERAL (6 of 14)ROB.jpg' target=_blank><img src='/_img/material-file-download-white.png' width='14px' alt='Clique para baixar a imagem'></a>

A CPI da Guerra Fiscal vai pedir à Polícia Civil que realize diligência ao local de funcionamento de duas distribuidoras de combustível situadas em Paulínia. O pedido foi aprovado nesta quarta-feira, 14/5, em reunião da comissão presidida pelo deputado Roberto Morais (PPS).

Suspeitas de sonegação fiscal em operações interestaduais realizadas com combustíveis, a Ask Petróleo do Brasil Ltda. e a TUX Distribuidora de Combustível Ltda. estão registradas no mesmo endereço. Ambas funcionariam na Fazenda Cascata, em Paulínia. O requerimento da comissão pede à Polícia Civil que certifique se as empresas de fato existem, se há instalações disponíveis no local para o armazenamento de combustível e a presença de sócios ou funcionários. Solicita, ainda que, se encontrados, os representantes legais das empresas sejam convocados a depor na Assembléia Legislativa no dia 21/5, em reunião da CPI da Guerra Fiscal.

O relator da CPI, Jorge Caruso (PMDB), solicitou que também fosse convocado representante da Exxel Brasileira de Petróleo Ltda., empresa à qual a Ask aparece como fornecedora e como coobrigada em autuações.

Na lista das convocações, consta ainda a empresa Copersucar. A CPI da Guerra Fiscal tem a finalidade de investigar e apurar a perda de receita na arrecadação tributária do Estado de São Paulo.