Sé: a maior catedral da América Latina
Considerada um dos maiores templos góticos do mundo, a Catedral da Sé está situada exatamente onde passa a linha imaginária do Trópico de Capricórnio. Para a execução dessa obra magnífica foram utilizados 154.200 quilos de mármore branco de Carrara, 9.600 quilos de mármore verde Saint Denis das minas do Vale de Aosta, 74.550 quilos de mármore amarelo de Siena das minas de Monte d"Elsa, 166.750 quilos de mármore vermelho portassanta, das minas de Caldana, 3.164 quilos e ônix do Vale Aosta, 4.050 de porfiro antigo do Egito, 135 quilos de malaquita do Congo, 25 quilos de lazulita chileno, 15 mil quilos de bronze.
A construção teve início em 1591, quando o cacique Tibiriçá escolheu o terreno onde seria o primeiro templo da cidade, feito de taipa de pilão, parede feita de barro e palha socados, estruturados em toras. Em 1745, a velha Sé foi elevada à categoria de catedral, o que deu início à edificação da segunda matriz da Sé, no mesmo local da anterior. Ao lado dela, em meados do século XIII, levantou-se a igreja de São Pedro da Pedra.
Em 1911, os dois templos foram demolidos para dar espaço ao alargamento da Praça da Sé. Finalmente, em 1913, deu-se início à construção da catedral como a conhecemos hoje, por obra do professor de arquitetura das Escola Politécnica, Maximilian Emil Hehl. O templo foi inaugurado em 25 de janeiro de 1954, na comemoração do 4º Centenário do município de São Paulo, ainda sem as torres principais.
A catedral teve sua importância na vida política recente do país. Nos tempos do regime militar, o arcebispo, cardeal Agnelo Rossi, inaugurou a fase da teologia da libertação e da opção preferencial pelos pobres. Desde 1970, sobressaiu-se a figura do cardeal arcebispo Dom Paulo Evaristo Arns, que dedicou todo seu esforço ao combate à ditadura militar, denunciando os crimes, as torturas e cedendo a Catedral da Sé para as manifestações políticas e ecumênicas pelos desaparecidos políticos e pela anistia.
Com 111 metros de comprimento, 46 de largura, 65 metros na cúpula e 100 metros de fachada, com cinco naves, a catedral foi fechada em 1999 para recuperação de sua estrutura, que apresentava muitas rachaduras, tendo sido reaberta em 2002. Seu carrilhão, constituído por 61 sinos, planejado e fundido por uma empresa holandesa, voltou a funcionar em 1989, após 20 anos de silêncio. Depois das reformas a catedral voltou a ter missas diárias. Além disso, agora recebe visitas monitoradas aos domingos, das 12h às 13h.
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