Diretor da Sabesp esclarece dúvidas sobre qualidade da água
"As pessoas podem ficar tranqüilas com relação à qualidade da água." Essa afirmação foi feita pelo diretor de Tecnologia, Empreendimento e Meio Ambiente da Companhia de Saneamento Básico de São Paulo (Sabesp), Marcelo Salles Holanda de Freitas, à Comissão dos Direitos do Consumidor da Alesp durante reunião desta quinta-feira, 10/4. Segundo Freitas, ele próprio e seus dois filhos consomem a água distribuída pela empresa tranquilamente.
"Mesmo a água proveniente de represas consideradas inadequadas, como Guarapiranga, pode ser consumida diretamente da torneira. O odor da água na Guarapiranga deve-se às algas existentes na represa. Mas a água não faz mal à saúde." Conforme ele, é melhor a população beber a água fornecida pela Sabesp do que procurar o produto de origem desconhecida e revela: "Toda água, embora clara e cristalina, é poluída."
Os deputados Alex Manente (PPS), presidente da comissão, e Rui Falcão (PT), manifestaram preocupação com a preservação das áreas de mananciais e com a coleta e tratamento de esgoto das cidades operadas pela Sabesp. Segundo o convidado, a qualidade das áreas de mananciais em São Paulo vem se deteriorando por conta da invasão das pessoas, que constroem suas casas nas áreas protegidas. A única área de manancial que se mantêm intacta desde 1910 é do Alto Cotia. Para diminuir os efeitos dos dejetos de esgoto nos rios, a Sabesp adotou medidas que abrange 70% das 84% das cidades operadas pela empresa. "Ainda falta muito, é verdade, mas temos obtido resultados importantes." Marcelo Salles acredita que até 2018 todas as cidades devem ter seus esgotos tratados.
Os parlamentares questionaram a eficiência da Lei 12.520/2007, criada em janeiro de 2007 e ainda não regulamentada pelo Executivo paulista, que assegura aos usuários o direito à instalação de aparelho eliminador de ar em unidades servidas por ligação de água e esgoto. "Esse equipamento não cumpre o efeito prometido. Ele não traz nenhum benefício à população e sua colocação no cavalete pode criar pontos de contaminação na rede."
A comissão vai convidar o presidente da companhia, Gesner José de Oliveira Filho, para falar à comissão.
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