Visita de deputado revela situação caótica em escola de São Bernardo
Em 15/8, o membro da comissão de Educação, Carlos Giannazi (PSOL) realizou visita à Escola Estadual Professora Palmira Grassiotto Ferreira da Silva, em São Bernardo do Campo, para apurar denúncias sobre as péssimas condições estrutural e sanitária da unidade estudantil. Há também denúncias de superfaturamento de mais de R$ 400 mil em uma reforma realizada em 2004, que não resolveu os graves e crônicos problemas da escola. Giannazi vistoriou a escola acompanhado dos conselheiros do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp) Aldo Santos, Paulo Neves e Leandro Recife.
Durante as diligências, o parlamentar constatou, entre outras coisas, que a fiação elétrica está exposta em várias partes da unidade. Além disso, há iminente perigo de desabamento da cobertura metálica da quadra de esportes, cuja estrutura está apodrecida. Também foi constatado que uma zeladoria (casa) abandonada tornou-se abrigo de usuários de drogas. As paredes do prédio estão úmidas e descascando devido à infiltração de água e até havia um cavalo pastando nos fundos da escola.
O professor José Pedro Silva Alves, presidente da Associação de Pais e Mestres (APM), comentou que a escola já comunicou os órgãos superiores para que as devidas providências fossem tomadas, inclusive protocolando representação no Ministério Público, pedindo uma investigação sobre os fortes indícios de superfaturamento de uma obra feita em 2004.
Munido de um dossiê preparado por Silva Alves, Giannazi levará o caso para a Comissão de Educação exigindo uma reforma estrutural da escola e a abertura de investigação sobre o superfaturamento da obra anterior. Em sessão plenária do dia 16/8, ele se manifestou publicamente por meio da tribuna e da TV Alesp, mostrando fotos das instalações e do animal que se encontra nas dependências da escola.
"É deplorável o estado desta escola, que precisa com a máxima urgência de uma ampla reforma estrutural. A Secretaria Estadual de Educação não pode mais permitir que essa situação permaneça, sob pena de ser responsabilizada por negligência e crime de responsabilidade", advertiu o parlamentar.
carlosgiannazi@uol.com.br
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