CPI investiga morte de sócio da Universidade de Guarulhos
DA REDAÇÃO
Após dois anos e cinco meses da morte de um dos sócios da Universidade de Guarulhos, Henrique Luís Varesio, o caso continua a merecer destaque, dadas as diversas perguntas que permanecem sem resposta.
Para tentar descobrir quem foi o mandante do crime, a CPI do Sistema Prisional, presidida pela deputada Rosmary Corrêa, ouviu na manhã desta quinta-feira, 8/11, pessoas ligadas a Henrique Varesio e o agente prisional João Alves, diretor de disciplina do presídio de Franco da Rocha na época do crime.
Henrique foi assassinado no dia 8 de julho de 1999 por um presidiário que cumpria a pena em regime semi-aberto naquele presídio. Atualmente 5 pessoas estão detidas suspeitas do crime e continuam ainda foragidos Carlos Alberto Bacarini, que à época prestava serviço de corretagem de imóveis para Varesio, e seu sócio Antonio Veronesi.
O professor Hermes Cremonine, cunhado da vítima, e o advogado Antonio Darci Panoquia Filho, amigo da família, demonstraram estranheza com a morosidade do processo, que corre em segredo de justiça, já que 5 dos 6 envolvidos com o assassinato estão presos, restando apenas elucidar o possível mandante do crime. No início a família pensou tratar-se de um seqüestro, fato desmentido ao longo do processo investigativo.
A CPI quer elucidar possível participação de funcionários do sistema prisional na facilitação da saída do preso do local onde trabalhava para praticar o crime. Os deputados querem esclarecer se o senhor Sérgio Eduardo Salvador, procurador do Estado, teve algum envolvimento nos fatos, já que há rumores de que o preso conhecido como "Manaca", um dos envolvidos na morte, prestava serviço no escritório do procurador.
Ao ser inquirido sobre visita que Sérgio Salvador teria feito a "Manaca" no presídio, dias após ter ocorrido o fato investigado, o ex-diretor de disciplina João Alves alegou não se lembrar, argumento que usou em diversas respostas dadas aos deputados da CPI, que deliberaram pela acareação do ex-diretor em conjunto com o Tenente PM Paganoto, que em sessão anterior da CPI, relatou encontro e conversas que teve com os presos do presídio de Franco da Rocha, na presença de João Alves, para esclarecer o desaparecimento de Henrique e posterior constatação de sua morte.
Notícias mais lidas
- Plenário da Alesp aprova novas regras para promoção de policiais civis
- Com foco na progressão funcional, Alesp aprova reestruturação das carreiras da Polícia Militar
- Alesp aprova aumento de 10% para policiais militares, civis e técnico-científicos
- Deputado pede a Estado proteção a perito que relatou pressão na investigação do caso Vitória
- Dezembro Vermelho: pesquisas de cura do HIV avançam em universidade pública paulista
- Alesp aprova e motos de até 180 cilindradas não pagam mais IPVA em SP
- Deputado participa do maior evento conservador do mundo nos EUA, o CPAC
- Projetos de reajuste e reestruturação das carreiras policiais é tema da 28ª Sessão Ordinária
- Valorização salarial das polícias é pauta de Sessão Ordinária desta terça, 24
Lista de Deputados
Mesa Diretora
Líderes
Relação de Presidentes
Parlamentares desde 1947
Frentes Parlamentares
Prestação de Contas
Presença em Plenário
Código de Ética
Corregedoria Parlamentar
Perda de Mandato
Veículos do Gabinete
O Trabalho do Deputado
Pesquisa de Proposições
Sobre o Processo Legislativo
Regimento Interno
Questões de Ordem
Processos
Sessões Plenárias
Votações no Plenário
Ordem do Dia
Pauta
Consolidação de Leis
Notificação de Tramitação
Comissões Permanentes
CPIs
Relatórios Anuais
Pesquisa nas Atas das Comissões
O que é uma Comissão
Prêmio Beth Lobo
Prêmio Inezita Barroso
Prêmio Santo Dias
Legislação Estadual
Orçamento
Atos e Decisões
Constituições
Regimento Interno
Coletâneas de Leis
Constituinte Estadual 1988-89
Legislação Eleitoral
Notificação de Alterações