Trabalhadores querem mais participação na política
24/11/2011 22:15
Nesta quinta-feira, 24/11, realizou-se audiência pública em defesa da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), coordenada pelo deputado Marcos Martins (PT), que abriu o evento pedindo maior participação dos dirigentes sindicais e de conselhos gestores, de modo a criar mecanismos para proteger os direitos conquistados há anos pelos trabalhadores.
O presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Empresas de Crédito (Contec), Lourenço Ferreira Prado, relatou que há diversas audiências ocorrendo pelo país, e chamou a atenção para a pouca representatividade dos trabalhadores no Congresso Nacional. "Dos 513 deputados federais, 278 são empresários ou ligados a eles, e a bancada sindical não chega a 100 parlamentares. Nossas chances de ver qualquer matéria em defesa dos trabalhadores sendo discutida são mínimas", lamentou.
Ressaltando a importância da união dos sindicatos trabalhistas nessa questão, o presidente da Federação Nacional dos Empregados em Postos de Serviços de Combustíveis e Derivados de Petróleo (Fenepospetro), Antônio Porcino Sobrinho, e a coordenadora da CUT de Osasco, Ana Maria Rapini, endossaram o discurso do presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio (CNTC), Luiz de Souza Arraes. "Apesar do importante papel do movimento sindical na elaboração da Constituição de 1988, ficou muita coisa pendente, sem que tenhamos conseguido regulamentar", disse. Citou como exemplo a questão dos políticos, durante campanha, que podem contar com o apoio financeiro dos empresários, mas não dos sindicatos. Segundo ele, seria importante que os trabalhadores pudessem financiar seus candidatos, pois assim estariam melhor representados na política.
Outra preocupação exposta foi o ingresso dos jovens na luta da categoria. "Temos grandes líderes nesse movimento, mas não vejo muitos jovens", observou a vice-presidente do Sindicato das Secretárias do Estado, Maria do Carmo Assis Todorov. "Será que dentro de casa a gente mostra o quanto esses movimentos sindicais são importantes para o nosso país?", refletiu.
Compuseram também a mesa de discussão o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentação e Afins (CNTA), Artur Bueno de Camargo, e o presidente do Conselho Intersindical de Saúde e Seguridade Social de Osasco e Região, José Elias de Goes.
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