Ato solene reúne centrais sindicais para reverenciar vitimas de acidente de trabalho
Desde 2003 a OIT (Organização Internacional do Trabalho) adota o dia 28 de abril como o Dia Mundial em Memória das Vítimas de Acidentes e Doenças do Trabalho. No Brasil, a data foi reconhecida oficialmente em 2005. Segundo dados da OIT, são gastos anualmente 4% do PIB mundial em cerca de 270 milhões de acidentes de trabalho e 160 milhões de casos de doenças ocupacionais. No Brasil, foram 503 mil acidentes em 2006, um acidente a cada cinco minutos, com gastos anuais aproximados de R$ 32,8 bilhões. A conta é paga pelo Ministério da Previdência Social e sua origem está na falta de segurança e de boas condições de trabalho nas empresas.
Atento a esses números, o deputado Cido Sério (PT) promoveu o encontro das principais centrais sindicais na Assembléia Legislativa para debater o tema e as propostas concretas a fim de diminuir as ocorrências de acidentes e, conseqüentemente, os gastos com eles.
O secretário de saúde da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf), Plínio Pavão, falou da escolha que as centrais fizeram em adotar a redução da jornada de trabalho como o principal objetivo de luta. "Mais do que a geração de empregos, a redução da jornada de trabalho vai melhorar as condições de saúde do trabalhador", declarou Plínio. O sindicalista disse ainda que o uso de toda a tecnologia que as empresas " particularmente o setor financeiro " vêm adotando nos últimos tempos, não atinge o ambiente de trabalho: "os funcionários não se beneficiaram de 1% dessa tecnologia no que tange à sua segurança. Só percebem o aumento da pressão pela produtividade", afirmou o sindicalista.
A proposta das centrais é pela redução de 44 para 40 horas semanais de trabalho e pelo cumprimento da jornada de seis horas diárias para todos os bancários. Também a prevenção de acidentes e das doenças causadas pelo esforço repetitivo foi discutida no evento. As centrais querem o cumprimento das normas de segurança existentes e a conquista de mudanças na lei, que ampliem a segurança dos trabalhadores, além da realização de campanhas educativas.
Estiveram presentes no ato as seguintes centrais sindicais: CUT, Força Sindical, CGTB, CTB, NCST e VGT. Compuseram a mesa, além do deputado Cido Sério, os sindicalistas Koshiro Otoni, Tenorinho, Plínio Pavão, Wagner Freitas, Luizinho e Tuti.
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