Diga "NÃO" ao plebiscito
Causa indignação a realização do plebiscito discutindo o desarmamento no País! Nunca vi cidadão de bem, que compra uma arma regularizada, documentada, assim o fazer para agredir, roubar, atentar contra a vida de outra pessoa.
Em contrapartida, o comércio clandestino de armas cresce, fruto da falta de política federal rigorosa para combater o contrabando, proteger nossas fronteiras. Falta de política de segurança estadual, preventiva e ostensiva.
Desarmar o cidadão comum, honesto, que compra uma arma para poder ter, ainda que subjetivamente, mais segurança, é reforçar nesse momento a capacidade do marginal agir sem qualquer repreensão.
Tivéssemos uma sociedade pacífica, onde o item segurança fosse pouco representativo no pensamento do cidadão, não haveria necessidade do plebiscito, pois o cidadão comum jamais se preocuparia em comprar uma arma. Seria um bem totalmente desnecessário. Hoje, se armas são vendidas, isso decorre da incompetência do poder público em não ter conseguido conter o crime e, dessa forma, ao invés de dar segurança, ter dado a sensação permanente de insegurança ao cidadão.
O desarmamento deve ser do bandido e não do cidadão honesto. Esse não precisa de arma se o crime for controlado.
Hipócrita, portanto o plebiscito. Não nos cabe dizer sim ou não ao desarmamento. Cabe a nós dizer não à campanha do desarmamento, dizer não ao Governo que não combate o crime. Todos somos contra armas. Porém, o desarmamento do cidadão comum é automático: basta o governo por fim à criminalidade. Desarmá-lo agora é reforçar o crime, ajudar quem compra arma na ilegalidade. Campanha, agora, é pra jogar dinheiro fora e desviar a atenção do real problema: a incapacidade do gfverno Federal e Estadual no trato da Segurança Pública. Por hora, portanto, cabe a manutenção do direito do cidadão em poder se defender, já que o governo fracassou.
Jorge Caruso* é deputado estadual, 1º Vice Presidente da Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo
Tel: 3886 " 6765 " e-mail: jcaruso@al.sp.gov.br
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