Araçatuba


29/08/2008 16:00

Araçatuba <a style='float:right' href='https://www3.al.sp.gov.br/repositorio/noticia/08-2008/aracatuba c.jpg' target=_blank><img src='/_img/material-file-download-white.png' width='14px' alt='Clique para baixar a imagem'></a> Araçatuba <a style='float:right' href='https://www3.al.sp.gov.br/repositorio/noticia/08-2008/aracatuba b.jpg' target=_blank><img src='/_img/material-file-download-white.png' width='14px' alt='Clique para baixar a imagem'></a>

A cidade de Araçatuba, cujo nome tem origem do fruto do araçá, tem sua história intimamente ligada ao surgimento a Estrada de Ferro Noroeste do Brasil. Inaugurada a 2 de dezembro de 1908, a estrada impulsionou a colonização na região noroeste do Estado.

Araçatuba começou a nascer em 1908 e seu desenvolvimento inicial é atribuído a imigrantes italianos, os primeiros a se instalarem em 1910, desbravando a terra e dando início ao chamado Ciclo do Café. Depois vieram os portugueses, a seguir os espanhóis, mais afetos à lavoura, os de descendência Síria, com comércio, e os japoneses, dando início assim a novos ciclos na economia da região, como o do algodão.

Em 1914 é erguida a primeira capela, onde hoje se encontra a Igreja Matriz. Em dezembro de 1917, Araçatuba é elevada à categoria de distrito, dependendo ainda da Comarca de Penápolis. Em 1919, com a chegada de três mil famílias de imigrantes japoneses e italianos, com a monocultura do café, a cidade experimentou uma fase de progresso, que culminou em 1921, com a emancipação e elevação à categoria de município.

A partir da década 70, outra fonte de riqueza se incorporou ao município e à região: a cana-de-açúcar e a produção de álcool.



Turismo



A 521 km de São Paulo, o destaque é principalmente o turismo rural, de negócios, de eventos e o rio Tietê. Hoje o município investe para incentivar o aperfeiçoamento da gastronomia, do artesanato, da hotelaria e do lazer, e fomenta o aproveitamento de todos os recursos naturais, como rios, parques, bosques e praia fluvial. Os pontos turísticos que merecem uma visita são: Igreja de São João; Capela Santo Onofre; Ponte Sobre o Rio Tietê; Praça João Pessoa; Praça Rui Barbosa e o Templo Budista Honganji.

O visitante não pode perder a chance de conhecer também o Museu Histórico e Pedagógico Marechal Cândido Rondon, que guarda documentos históricos da cidade e sobre a Estrada de Ferro NOB, coleção numismática, cerâmica, objetos indígenas e obras de Marechal Rondon. O Balneário Thermas da Noroeste, com suas piscinas de águas quentes, piscinas cobertas, tobogãs, play-ground, pista de cooper, saunas, quiosques com churrasqueiras, sala de jogos, também oferece bons momentos para o lazer e descanso. Outra atração da cidade é o Zoológico Flávia Leite Ribeir, com 1.150 animais entre mamíferos, aves, répteis e outros.

A Zebulândia, central de inseminação artificial que recebe grupos de visitantes, e a Fazenda Aravestruz, criadora dos animais, que promove treinamentos para corrida de avestruz, também são visitas interessantes.



Economia



Historicamente ligada à pecuária, sendo conhecida como "cidade do boi gordo", atualmente o setor predominante é o sucroalcooleiro. A indústria também tem papel importante para a riqueza do município, com empresas de processamento de leite, máquinas de lavar roupas, extrato de tomate e conservas, móveis planejados, criação e abate de avestruz, medicamentos fitoterápicos, equipamentos hospitalares e fios cirúrgicos, produtos químicos e de instrumentação de alta tecnologia, etc. O setor de confecções também é importante vocação econômica do município. Oitenta e seis pequenas e médias indústrias fabricam em média 180 mil peças de roupas por mês.

Por toda esta diversidade vale à pena uma visita a esta cidade que retrata bem as características de pioneirismo e força do Estado de São Paulo.