Presidente da Comissão de Meio Ambiente faz balanço detrabalhos e anuncia projetos
A Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, presidida pelo deputado Beto Trícoli (PV), recebeu o secretário estadual de Meio Ambiente, Bruno Covas, que prestou contas de sua gestão à frente da pasta, no que tange a ações, programas e metas.
Para Trícoli, o secretário demonstrou que tem domínio das ações da secretaria e boa interação com os deputados. "Vinte deputados estiveram presentes, 13 fizeram intervenções. Nenhum deles ficou sem resposta, inclusive com participação da sociedade civil. Todos muito interessados", anotou. Trícoli lembrou que o papel da comissão é garantir essa participação. "Que a comissão receba as demandas da sociedade e do cidadão paulista. Encerramos este ano de forma positiva, com avanços e compromissos. Cada membro demonstrou muito interesse. Estou satisfeito e cumprimento cada um dos deputados", disse.
Projetos para 2012
Beto Trícoli submeteu aos membros da comissão proposta de trabalho para o ano que vem. "É um plano de ação e também de sugestões dos deputados", anunciou o deputado. Uma das prioridades da Comissão de Meio Ambiente é apresentar propostas de trabalho conjunto entre a secretaria da Educação e a do Meio Ambiente. "Já convidamos secretário Bruno Covas para encontro conjunto da Comissão de Educação com a do Meio Ambiente, com o objetivo de debater a regulamentação da educação ambiental no estado, que já se arrasta há um bom tempo", explicou Beto. O presidente da Comissão reforçou que também há consenso em que o projeto de inspeção veicular entre na pauta da Casa. "Espero que no começo do ano retomemos esse tema com mais intensidade", previu.
Outra preocupação de Trícoli que a Comissão e as frentes parlamentares debatam as políticas de combate às enchentes. "117 municípios registraram ocorrências relacionadas às enchentes. Precisamos de ação conjunta com a Secretaria de Recursos Hídricos, Meio Ambiente e Defesa Civil para enfrentá-las", afirmou.
O presidente da comissão alerta para o fato de que os eventos extremos estão cada vez mais intensos, e que cabe aos homens públicos darem as respostas. "Dos eventos extremos, 65% são enchentes. Temos de combater o desordenamento na ocupação das cidades, que também precisam de reforma urbana e de uma legislação específica, com regras claras, para garantir a permeabilidade do solo e melhor gestão para esses momentos em que as chuvas ocorrem mais intensamente. Este é o grande desafio: conflitos e impactos relacionados à densa ocupação urbana", finalizou.
betotricoli@al.sp.gov.br
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