Audiência pública discute liberdade religiosa


17/06/2009 21:24

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Yalorisa Cristina Martins D'Osun<a style='float:right' href='https://www3.al.sp.gov.br/repositorio/noticia/06-2009/AUDPUBLRELIGIyalorisaCristinaMartinsDOsun01MAC.jpg' target=_blank><img src='/_img/material-file-download-white.png' width='14px' alt='Clique para baixar a imagem'></a> Mauricio Akani Erin Epega<a style='float:right' href='https://www3.al.sp.gov.br/repositorio/noticia/06-2009/AUDPUBLRELIGMauricioAkaniErinEpega10MAC.jpg' target=_blank><img src='/_img/material-file-download-white.png' width='14px' alt='Clique para baixar a imagem'></a> Moacyr de Sango<a style='float:right' href='https://www3.al.sp.gov.br/repositorio/noticia/06-2009/AUDPUBLPRELIGMoacyrdeSango15MAC.jpg' target=_blank><img src='/_img/material-file-download-white.png' width='14px' alt='Clique para baixar a imagem'></a> Liberdade religiosa é debatida em audiência pública <a style='float:right' href='https://www3.al.sp.gov.br/repositorio/noticia/06-2009/AUDPUBLRELMESAMAC01.jpg' target=_blank><img src='/_img/material-file-download-white.png' width='14px' alt='Clique para baixar a imagem'></a>

Em audiência pública realizada nesta quarta-feira, 17/6, representantes de religiões de matriz africana discutiram propostas de garantia da liberdade religiosa e contra a intolerância. O evento, promovido pelo deputado Roberto Felício (PT), teve a presença do presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa, deputado José Candido (PT) e dos representantes de religiões africanas Ialorixá Cristina Martins de Oxum, Babalorixá Moacyr de Xangô e Maurício Akani Erin Epega. Os participantes descreveram episódios de intolerância e conclamaram todos à busca da convivência fraternal entre as diversas profissões de fé.

Os participantes acreditam que a aprovação do Projeto de Lei da Câmara 122/2006, que altera outras leis existentes que punem crimes resultantes de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, procedência nacional, gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero, é uma esperança de norma legal que dê garantias à liberdade de culto. Entretanto, todos concordam que além da lei, é necessária uma mudança de mentalidade voltada à paz e ao respeito às diferenças.