CPI dos Pedágios não interromperá trabalhos no recesso
18/06/2014 19:07 | Da Redação: Josué Rocha Maurício Garcia de Souza
Os parlamentares integrantes da CPI das Tarifas dos Pedágios aprovaram por unanimidade nesta quarta-feira, 18/6, requerimento de Davi Zaia (PPS) que propõe a convocação de reuniões da CPI durante o recesso parlamentar de julho.
A legalidade dos aditivos contratuais que aumentaram o prazo das concessões de rodovias paulistas foi tema de debate na reunião. Para o deputado Campos Machado (PTB), sem uma definição do Judiciário a respeito da legalidade dos aditivos, o trabalho da CPI resta prejudicado, posicionamento divergente dos deputados petistas Antonio Mentor e Gerson Bittencourt, que defenderam o direito investigativo da comissão.
Legalidade dos aditivos
Sobre os aditivos, Machado argumentou que eles decorrem de desequilíbrio financeiro alegado pelas concessionárias, que só poderia ser resolvido por aumento do valor da tarifa ou do tempo da concessão. O parlamentar afirma que não se trata de defender o governo ou as concessionárias, mas que há necessidade de uma análise judicial decidindo se esses aditivos são legais ou não para que o trabalho da CPI não seja em vão. Ele entende que os trabalhos da CPI deveriam ser suspensos até uma decisão judicial a respeito.
Eventual suspensão foi repudiada por Mentor, que entende ser obrigação da Assembleia investigar e conhecer melhor como foram feitos esses aditivos. Ele alega que os aditivos foram assinados "no apagar das luzes, no fim de mandato de governador, o que gerou muitas dúvidas". O parlamentar afirma que as tarifas exorbitantes cobradas dos usuários refletem nos preços das mercadorias e no alto custo de vida paulista.
"Queremos produzir sugestões concretas para diminuir as tarifas cobradas", declarou Gerson Bittencourt. Ele também voltou a protestar contra pedidos de vista dos deputados Edson Giriboni (PV), Cauê Macris (PSDB), Davi Zaia e Campos Machado. "É legal, mas não é legítimo", afirmou Bittencourt, entendendo como protelatórios tais pedidos.
Zaia e Giriboni protestaram observando que a comissão tem se pautado por estrita legalidade. Giriboni ainda argumentou que seu pedido de vista deve-se ao fato de entender que é melhor aguardar o recebimento dos documentos que já foram solicitados à Procuradoria Geral do Estado para somente depois aprovar as convocações.
Notícias mais lidas
- Alesp aprova novo valor do Salário Mínimo Paulista, de R$ 1.874
- Eleições 2026: confira lista dos 94 deputados estaduais eleitos para a 21ª Legislatura da Alesp
- Mães atípicas: mulheres que se refizeram na individualidade dos filhos
- PL elege 27 deputados e mantém maior bancada da Alesp; PT segue como segunda
- Carreta da Mamografia na Alesp terá atendimento gratuito e aberto ao público; veja datas e horários
- Aprovados na Alesp, novo Salário Mínimo Paulista e abono a servidores são sancionados
- Confira quem são os parlamentares reeleitos e os que chegam à Alesp pela primeira vez
- São Paulo reúne um dos maiores patrimônios de fósseis pré-históricos do país
- Diretora-Geral do Senado lança livro em São Paulo sobre liderança feminina na gestão pública
Lista de Deputados
Mesa Diretora
Líderes
Relação de Presidentes
Parlamentares desde 1947
Frentes Parlamentares
Prestação de Contas
Presença em Plenário
Código de Ética
Corregedoria Parlamentar
Perda de Mandato
Veículos do Gabinete
O Trabalho do Deputado
Pesquisa de Proposições
Pesquisa de Processos
Sessões Plenárias
Votações no Plenário
Questões de Ordem
Regimento Interno
Consolidação de Leis
Sobre o Processo Legislativo
Legislação Estadual
Orçamento
Atos e Decisões
Constituições
Regimento Interno
Coletâneas de Leis
Constituinte Estadual 1988-89
Legislação Eleitoral
Notificação de Normas e Proposições