CPI das Áreas Contaminadas aprova cronograma de trabalho
18/06/2014 20:25 | Da Redação: Monica Ferrero Fotos: Márcia Yamamoto
Na quarta-feira, 18/6, a CPI constituída com a finalidade de investigar as áreas contaminadas do Estado de São Paulo reuniu-se para aprovar seu cronograma de trabalho. A presidente, deputada Vanessa Damo (PMDB), destacou que a prioridade da investigação são os casos do Condomínio Barão de Mauá, no município de Mauá, e dos terrenos onde foram construídos o Shopping Center Norte e o Cingapura Zaki Narchi, no bairro Carandiru, no município de São Paulo.
O cronograma aprovado dá prazo de 15 dias para os deputados componentes da CPI, associações de bairros e entidades ambientais apresentarem sugestões de áreas a serem investigadas. No prazo de 30 dias, a análise e deliberação de modelo de investigação de cada área com convocação dos responsáveis legais dos terrenos e dos empreendimentos eventualmente construídos.
Também em 15 dias, haverá a designação de equipes de trabalho para visitas in loco dos membros da CPI para apurar possíveis irregularidades nas emissões de licenciamento das áreas, na liberação de empreendimentos, além de cobrar agilidade em processos judiciais movidos pelas partes prejudicadas. O prazo de trabalhos da CPI é de 60 dias, prorrogável se houver necessidade.
Outras denúncias
Telma de Souza (PT) lembrou que entre os anos de 1987 e 1988, quando era deputada estadual, recebeu denúncias sobre o lixão da empresa Rhodia, em São Vicente, sendo que nada foi feito na ocasião, por pressão da empresa. Telma disse ainda que "a luta ambiental é a mais antiga e ao mesmo tempo a mais moderna do planeta".
Há denúncias de contaminação também no entorno da refinaria de Paulínia, em Campinas, que precisam ser investigadas, disse Célia Leão (PSDB).
Também participaram da reunião os deputados Fernando Capez (PSDB) e Beto Tricoli (PV). A próxima reunião da CPI será no próximo dia 25/6, às 15h30.
Chernobil é aqui
A presidente Vanessa Damo exibiu o documentário "Barão de Mauá, Chernobil é aqui", sobre a contaminação no terreno que foi um lixão industrial de empresas como a Cofap-Magnetti Marelli, onde foram construídos 54 prédios residenciais. Foram detectadas pela Cetesb no local 44 substâncias tóxicas e cancerígenas. O vídeo pode ser visto em youtube/HQv9Lv_GoOQ.
A deputada lembrou que, há 14 anos, as famílias atingidas esperam por indenização, e que houve casos de mortes por câncer e outras doenças entre os moradores.
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