Palácio 9 de Julho é iluminado de verde para reforçar combate a maus-tratos e abandono de animais
09/12/2025 17:06 | Dezembro Verde | Da Redação - Fotos: Rodrigo Costa
O Palácio 9 de Julho, sede da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, recebe iluminação especial na cor verde entre os dias 9 e 14 de dezembro de 2025. A ação integra o Dezembro Verde, campanha oficial do Estado (Lei Estadual 17.343/21) dedicada à conscientização sobre o combate aos maus-tratos e ao abandono de animais e ao incentivo à adoção e à posse responsável.
A iniciativa acompanha a proposta de iluminar alguns dos principais cartões-postais da capital paulista no mesmo período, ampliando a visibilidade da causa. Entre os locais previstos estão a Ponte Estaiada, o Obelisco, a Catedral da Sé, o Theatro Municipal, o Masp, o Mercado Municipal e a Basílica Nossa Senhora da Penha, além de outros pontos que já contam com estrutura de iluminação cênica.
"A ideia é que dezembro seja um mês inteiro para conscientizar a sociedade para que evite a todo custo o abandono e os maus tratos aos animais", comenta o deputado Maurici (PT), primeiro-secretário da Alesp, e autor da lei, em parceria com Alex Madureira (PL).
Conscientização e alerta
O Dezembro Verde busca chamar a atenção da sociedade para um problema crescente. Um levantamento divulgado pela Mars Petcare em 2023 estima que cerca de 30 milhões de animais estejam abandonados no Brasil. Sem proteção, cães e gatos enfrentam fome, sede, doenças e riscos constantes de atropelamento.
O estudo também revela que 20% dos tutores consideram abandonar seus animais caso precisem mudar de residência. Entre os motivos mais citados estão alergias, limitações físicas, dificuldades financeiras e comportamentos considerados inadequados. As festas de fim de ano, em dezembro, concentram boa parte dos abandonos, motivados por viagens, agendas lotadas ou delegação inadequada dos cuidados a terceiros.
Abandono é crime
No Brasil, o abandono de animais é crime desde 1998. A prática de maus-tratos prevê pena de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. Por isso, a campanha reforça que proteger os animais é responsabilidade coletiva e permanente - e não apenas do Poder Público ou de protetores independentes.
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