Assembleia aprova reajuste ao mínimo regional
A Assembleia Legislativa aprovou, em votação simbólica, nesta terça-feira, 31/3, o Projeto de Lei 70/2009, que reajusta o piso salarial regional. De autoria do Executivo, o projeto foi acolhido sem emendas. Durante sua tramitação na Casa, a matéria recebeu sete emendas, todas de iniciativa de parlamentares da bancada do PT. Os partidos da oposição votaram favoravelmente ao projeto, mas registraram também votos favoráveis às emendas rejeitadas.
O líder petista, Rui Falcão, registrou posição a favor das sete emendas de seu partido. O PSOL registrou voto favorável à Emenda 1 (que estenderia o mínimo regional ao funcionalismo público). O PCdoB, às emendas 3,4, 5 e 6.
A íntegra do projeto e das emendas encontra-se disponível no ícone Processo Legisltivo no Portal da Assembleia (www.al.sp.gov.br).
De acordo com o texto aprovado, as três faixas salariais passam dos atuais R$ 450, R$ 475 e R$ 505 para R$ 505, R$ 530 e R$ 545, respectivamente. Os índices de reajuste foram de 12,2% para a 1ª faixa salarial, 11,6% para 2ª e 11,9% para a 3ª. Estão excluídos do alcance do projeto categorias profissionais que fizeram acordo salarial coletivo e o funcionalismo estadual e municipais por terem regimes específicos de reajuste.
O secretário das Relações do Trabalho, Guilherme Afif Domingos, em sua exposição de motivos ao governador José Serra, esclareceu que os três novos patamares salariais foram propostos para atender a necessidade de incrementar a renda dos trabalhadores levando-se em conta a capacidade econômica dos empregadores, especialmente a das pequenas e microempresas.
A oposição ao governo na Assembleia, apesar de ter votado favoravelmente ao projeto, criticou o fato de o Executivo não discuti-lo com os representantes dos trabalhadores antes de encaminhar o projeto à Casa. Os deputados oposicionistas apontaram ainda o que seria incoerência na iniciativa do governo. Eles afirmaram que São Paulo, como o Estado mais rico da federação, não tem o mínimo regional mais alto do país, e também que o governo não usa os mesmos índices para pagar o salário do funcionalismo do Estado.
O líder do PSDB na Assembleia, deputado Samuel Moreira, afirmou que a revalorização do piso regional constante do projeto está acima do índice dado ao mínimo nacional reajustado, este ano, em 11,29%, chegando a R$ 465. Respondendo às críticas da oposição, o parlamentar enfatizou: "É fato que, a partir da aprovação do projeto, o salário mínimo no Estado será de R$ 505, R$ 40 a mais do que o mínimo nacional, caso, por exemplo, das empregadas domésticas".
Notícias mais lidas
- Alesp aprova novo valor do Salário Mínimo Paulista, de R$ 1.874
- Eleições 2026: confira lista dos 94 deputados estaduais eleitos para a 21ª Legislatura da Alesp
- Mães atípicas: mulheres que se refizeram na individualidade dos filhos
- PL elege 27 deputados e mantém maior bancada da Alesp; PT segue como segunda
- Carreta da Mamografia na Alesp terá atendimento gratuito e aberto ao público; veja datas e horários
- Aprovados na Alesp, novo Salário Mínimo Paulista e abono a servidores são sancionados
- Confira quem são os parlamentares reeleitos e os que chegam à Alesp pela primeira vez
- São Paulo reúne um dos maiores patrimônios de fósseis pré-históricos do país
- Diretora-Geral do Senado lança livro em São Paulo sobre liderança feminina na gestão pública
Lista de Deputados
Mesa Diretora
Líderes
Relação de Presidentes
Parlamentares desde 1947
Frentes Parlamentares
Prestação de Contas
Presença em Plenário
Código de Ética
Corregedoria Parlamentar
Perda de Mandato
Veículos do Gabinete
O Trabalho do Deputado
Pesquisa de Proposições
Pesquisa de Processos
Sessões Plenárias
Votações no Plenário
Questões de Ordem
Regimento Interno
Consolidação de Leis
Sobre o Processo Legislativo
Legislação Estadual
Orçamento
Atos e Decisões
Constituições
Regimento Interno
Coletâneas de Leis
Constituinte Estadual 1988-89
Legislação Eleitoral
Notificação de Normas e Proposições